Ótimos conselhos bíblicos para reflexão – que independem de crença para serem cumpridos (abaixo).
Vale a pena cumpri-los:

Ótimos conselhos bíblicos para reflexão – que independem de crença para serem cumpridos (abaixo).
Vale a pena cumpri-los:

Como você encara as situações cotidianas: como as pessoas da esquerda ou da direita desta imagem?
É questão de sensibilidade; ou ponto de vista, ou, simplesmente, bom ou mal humor para enfrentar os acontecimentos.
Tropeços não podem apagar legados. Ok?
Se por ventura errarmos, vamos humildemente nos corrigir. Ou se vacilarmos no ânimo, respiremos fundo e caminhemos.
Veja:
SUCESSO E FRACASSO – A experiência da derrota pode trazer aprendizado para as vitórias!
Dissertando, em: https://www.youtube.com/watch?v=5oPyLmTjo4w
Não concordo com essa frase. Prefiro: faça o bem sempre, mesmo que o resto não venha.
Abaixo:

Imagem: Reprodução na Internet, autor desconhecido.
REFLEXÃO – Plante coisas boas hoje para colher frutos proveitosos no futuro.
Repare no presente e veja o que já foi plantado… Valeu a pena?
Ou devemos mudar “a horta da nossa conduta”?
Em: https://www.youtube.com/watch?v=F4VoY2aiEas
Nunca subestime ninguém!
Assista atentamente esse vídeo:
Sensacional. O valor do uso – e das melhores formas de uso – fazendo a analogia do ferro com as pessoas.
Compartilho, abaixo:
“Esta é uma barra de ferro.
O valor dela é de cerca de 100 dólares.
Se o ferro fosse usado, valeria cerca de 25 dólares.
Se você decidisse fazer ferraduras, o valor dele aumentaria para 250 dólares.
Se, em vez disso, decidissem fazer agulhas de costura, o valor aumentaria para cerca de 70.000 dólares.
Se você decidisse produzir molas para relógios, o valor aumentaria para cerca de 6 milhões de dólares.
– Seu valor não é apenas daquilo que você é feito, mas acima de tudo, de que formas você pode tirar o melhor do que você é!”
Dr. Wayne Walter Dyer
Por mais que carrancuda possa parecer nossa jornada, precisamos nos esforçar para que ela seja produtiva.
E como desejar prosperidade nela, se não a encararmos?
Sacudamos a poeira, levantemos a cabeça e, com um sorriso no rosto (muitas vezes a contragosto), desafiemo-nos!
À labuta, caríssimos. É o que devemos fazer.
Quantas são as vezes que nós nos desesperamos, e no fundo o sentimento não é de falta de norte, mas de decepção?
Pior: com a auto-decepção!
Que nunca estejamos sozinhos nesses momentos…
Gostei dessa frase:
Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).
“Uma ‘árvore de pedra’ pai”!, disse minha filhota.
E quem disse que não pode ser?
Se existem até mesmo “corações de pedra” na humanidade…
Nunca seja afoito. Respire fundo. Pense. Pense duas vezes. Respire novamente. Saia de casa. Veja uma paisagem bonita. Distraía-se.
Quando estiver nervoso, mantenha a calma. Conte até 10. Isso evita cometer erros.
Sei que é difícil. Às vezes, nem eu pratico isso. Mas vale a pena ao menos se esforçar para tentar.
Reflections of the tree, the sky, nature … under the farm’s small lake. Help the reflection of life! / Reflexos da árvore, do céu, da natureza… sob o pequeno lago da fazenda. Ajuda à reflexão da vida!
Minha foto preferida:
#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
Situações inevitáveis na vida não aceitas?
Talvez a culpa seja do coração, e não da mente.
Compartilho essa bela reflexão, em: https://www.youtube.com/watch?v=yZ_WpAropQ0
Que ano esquisito, difícil e complicado para se entender. Um ano perdido para a maioria, horroroso para muitos e, para almas privilegiadas (que foram poucas), bom.
É lógico que a pandemia tomou conta da sociedade, destruiu relacionamentos e ceifou vidas. Da única boa que se pode tirar, talvez seja o fato de muitas famílias poderem ficar mais tempo juntas.
Nas escolas, uma tragédia: no ensino público, o ano educacional foi perdido (não por culpa dos bravos professores, mas pelas dificuldades dos alunos e a fraca condição de conectividade do Estado). Nas privadas, é óbvio que o prejuízo foi menor, mas ainda grande na questão da sociabilidade.
É aqui que entra outro problema: o dos relacionamentos! A diminuição do contato social, físico, próximo e real (e por favor, não venha encher o saco falando que a culpa é do político B, D ou L, pois todos pecaram) fez com que o mundo virtual, com todos os problemas que nele já existem, fosse turbinado pelo desequilíbrio emocional, do fanatismo e da intolerância. Mais ou menos como que, se está por trás de uma tela, aí “vale tudo”.
Foi um ano cansativo, tenso, loooongo. E, particularmente, vivi muitas mudanças em minha vida. Boas no começo do ano, outras ruins ao longo dele e ainda algumas diferentes (não necessariamente boas ou ruins, simplesmente, diferentes). Sem contar que mudei de cidade (hoje completo 1 mês) e ainda estou desempacotando caixas.
O que todos concordam é que 2020 nos mostrou o quanto somos frágeis. A humanidade mais brigou do que se uniu pelo bem comum. A pandemia, maior inimigo a ser combatido, virou motivo de divisão ao invés de ser algo a ser catalisador de forças para extingui-la. Conhecemos pessoas e líderes doentios socialmente, e outros abnegados para ajudar o próximo desinteressadamente.
Complexo e contraditório, não?
Passamos a valorizar os médicos, e ao mesmo tempo, alguns duvidando da ciência. Isso foi irracional demais…
Nas angústias do ano, confiei ainda mais em Deus. Isso valeu a pena! Estive mais forte e firme com minha família, e isso também foi bom. Mas lamento os prejuízos financeiros e profissionais que sofri – que comparados com os de saúde, que não ocorreram, devem ser considerados diminutos. Afinal, estou bem de corpo, mente e alma. Nisso, a pandemia não me pegou.
Neste último dia do ano (escrevo agora no anoitecer), estou passando um derradeiro dia 31 inédito: longe dos meus familiares (que estão se preservando necessariamente de aglomerações), somente com minha mulher e as filhas. Ah, e a cachorrinha também! E curioso: nos últimos anos, quase nunca passei sem trabalhar, como hoje, nesta véspera da virada. É estranho, mas faz parte.
Toda oportunidade que temos deve ser usada para repensar a vida, os planos e suas metas. Mas muitos escolhem o Ano Novo para isso, como um marco. E já que este especificamente é mais sereno, comedido e, até certo ponto, mais tristonho, que sejamos mais otimistas em 2021!
Um pensamento cristão, que é bíblico, deve ser usado no ano que entra: “A Alegria do Senhor é a nossa força”. Assim, bola pra frente, com ânimo! E se falando em “bola”, que este 2020 tão “bola murcha” seja substituído por um 2021 “bola cheia”!
Endireitemos nossos caminhos, preparemo-nos para a chegada, nos aproximemos das veredas que nos levam ao Menino que chegará!
Neste domingo (o 2o do advento), a Igreja Católica mostra o profeta precursor (São João Batista, primo de Jesus) nos convidando a receber o Cristo.
Fica a reflexão: neste tempo, estamos nos condicionando adequadamente para receber e festejar Nosso Salvador? Como está esse período de espera em nossa vida?
Ouvi, durante a Missa deste final de semana, na homília do Padre Márcio Felipe (Catedral Nossa Senhora do Desterro, Jundiaí) o seguinte convite à reflexão: “Deus nos fala durante a pandemia. O que Ele está falando a nós?”.
Ótima perturbação ao nosso coração. Quantas vezes você não deve ter ouvido falar que “a Pandemia é coisa de Deus”, ou “Por quê Deus permitiu isso”, ou ainda: “Por quê Deus nos esqueceu”?
Nada disso. A pandemia é fruto dos homens, e a iluminação para que saibamos proceder neste momento tão difícil é de Deus. E, utilizando-se dela, Deus nos convida a sermos homens e mulheres melhores, solidários, caridosos, espiritualizados e comprometidos com o auxílio aos mais necessitados.
Deus não nos pune, Ele é amor.
E o que, no silêncio ou no interior do seu coração, Ele tem dito a você?
Caso não esteja escutando, pense: você tem deixado Ele falar contigo ou se tem feito de surdo ao chamado divino?
Vale a pena refletir!
FÉ E VIDA – “Despeça-se de si!”
Sobre “abandonar o velho” e “buscar o novo”, à luz do Evangelho e de práticas positivas: preenchendo o buraco que deixamos com coisas boas!
Em: https://www.youtube.com/watch?v=2E46cE3Q48w