– A Encruzilhada do Futebol Brasileiro.

O texto escrito pelo ex-diretor do Palmeiras Savério Orlandi, é um oásis em meio a tanta pataquada que lemos em artigos, muitas vezes, com interesses escusos, sobre os rumos do futebol brasileiro.

Vale a leitura!

Reproduzido no UOL pela Coluna do Juca Kfouri (link abaixo):

https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/juca-kfouri/2025/05/14/a-encruzilhada-do-futebol-brasileiro.htm

A ENCRUZILHADA DO FUTEBOL BRASILEIRO

Por Savério Orlandi

Quando tudo indicava já adormecida e consolidada a sucessão na CBF com a eleição de Ednaldo Rodrigues, uma reviravolta trouxe novo e indigesto capítulo para a história, com o questionamento judicial do termo de acordo no qual aparentemente um dos seus signatários não dispunha do pleno gozo das faculdades mentais para firmá-lo.

O Tribunal Superior, que já homologara tal acordo, foi instado por alegações de falsidade documental e encontrou uma saída olímpica através da decisão do ministro relator nos limites da tecnicidade e daquilo que processualmente falando lhe era razoável fazer, assim devolvendo a matéria para investigação pelo Tribunal de origem no Rio de Janeiro.

Não é novidade que a entidade máxima do futebol brasileiro possua um vasto histórico de controvérsias, desmandos e desacertos. Um simples olhar para o último meio século nos evidencia, a partir da administração de João Havelange, a transformação de uma organização quase amadora em uma sólida sociedade empresarial, alavancada a partir dos anos 1970 pela forte entrada de um novo capital no futebol através dos contratos de televisão, dos fornecedores de material esportivo e da publicidade em geral, e ainda da ampliação da influência política na sua administração e trajetória.

Assim vimos a época do “onde a arena vai mal, mais um time no nacional”, o arrego no ano de 1987 que resultou na Copa União, a CPI da Nike, a derrocada de Ricardo Teixeira, o envolvimento de ex-presidentes no Fifagate, assédio sexual, o flerte inadequado com a Corte Suprema e a atual sensação de vacância pelas várias trocas havidas no comando.

E, como se não bastasse, agora com o ineditismo da possível fraude de documentos; o que veremos nos próximos tempos é certamente uma série de novas “idas e vindas” de despachos, liminares e recursos, mantendo a direção da CBF “sub judice” e o cenário de acefalia no comando e nas diretrizes da entidade, tendo no horizonte a Copa de 2026.

Para além da participação na próxima Copa do Mundo com a comprometida preparação em curso (mesmo a seleção tendo agora um novo treinador), o futebol brasileiro e a sua entidade máxima notadamente não dispõem de qualquer plano fora o fisiologismo, nem tampouco tem dimensão da responsabilidade social que tem com a nação, quem lhe outorga os símbolos e as propriedades, a seleção brasileira por exemplo: em verdade, urge um basta no continuísmo e uma guinada para reverter o quadro de letargia e clientelismo que insiste em nortear os caminhos do nosso futebol, algo que obviamente não é fácil, porém se faz imperioso.

A cooptação da totalidade das federações e dos clubes das séries A e B alcançou o ápice na eleição por aclamação ocorrida em março passado, desde quando os clubes de modo dissimulado manifestam concordância com a gestão ou, quando cobrados, sustentam que mesmo somados não reúnem quórum para pensar em mudança. Pura conveniência e vassalagem, um tipo de parceria na conduta lesa pátria por parte de quem deveria exigir as modificações na direção organizacional, fundamentalmente para permitir aos clubes que regulem e liderem por si só uma parcela do seu próprio negócio.

Nos últimos 5 anos, a estrutura da indústria do futebol tem se revigorado com os novos modelos e ferramentas que alteraram o “modo e o meio”, impactando diretamente as formas de gestão, em especial a dos clubes isoladamente (atual divisão dos direitos de TV, possibilidade de transformação em SAF, investimentos e regulamentação das Bets, novos patamares de patrocínio e premiação, entre outras novidades e ativações).

O mercado foi turbinado pelos investimentos das SAF e pelos aportes pesados das Bets, além do incremento dos direitos transmissivos após a regulamentação dos mandantes, e assim a maioria dos clubes tem experimentado um hiato episódico com uma grande afluência de recursos (o que não exclui a elevação de dívidas no período e as deficiências nos controles internos e na governança, inclusive entre os 2 ou 3 dos mais badalados).

Em que pese o auspicioso e positivo recorte econômico financeiro, algo a ser bastante comemorado, existe também seu lado perverso, pois a farta disponibilidade de recursos conduz invariavelmente à miopia, exatamente o que ocorre no âmbito das duas ligas.

E dentro delas, muito longe da unanimidade que foi alcançada para eleger o mandatário da entidade máxima do nosso futebol, nem mesmo se logrou superar definitivamente a discussão de “mais valia” promovida entre seus membros de modo contraproducente há 5 anos, frustrando o objetivo de desenvolver e aperfeiçoar em todos os seus aspectos o que seria o pretendido novo mercado, cuja formação passa por embates, rupturas e a permanente interlocução com a direção da CBF, seja ela com quem for (ou vier a ser).

Há muito o que fazer para formatar um modelo viável e próspero, sendo imprescindível o alinhamento dos clubes e da CBF para trabalharem no enfrentamento de temas como a organização de alguns campeonatos por ligas, um modelo de fair play financeiro, a questão dos gramados, a obsolescência do nosso VAR, a violência, o calendário, a perda da atratividade, os efeitos mercadológicos das transições geracionais, licenciamentos conjuntos, os games e E-Sports, entre outros assuntos de estratégia e governança.

Sem contar principalmente a necessária revisão do produto para melhorar a experiência do consumo interno e para fins de exportação, afinal, não dá mais para tolerar o tanto que tem de reclamação em campo a cada partida, a constante perda do tempo de jogo e a vergonha das simulações, como tomar pontapé na canela e rolar com a mão no rosto.

É preciso que seja alterado o estado atual das coisas, a fim de subtrair o viés político na direção do futebol brasileiro possibilitando oportunidade de ressignificação da entidade máxima e do seu objeto, assim reforçando a atribuição da competência institucional das seleções brasileiras, registros e filiações, junto da permissão de organização para a Liga e reserva da organização de algumas competições com reciprocidade quanto à inclusão dos clubes que disputarem suas próprias ligas (Clube Série A/B na Copa do Brasil, p. ex.).

A hora é de evoluir, de refletir e planejar, não há mais espaço para seguirmos apenas nos valendo daquela bengala de sermos o único pentacampeão do mundo, de sermos detentores do futebol arte ou de acreditar de forma simplista que num piscar de olhos seremos “Top 3” das ligas do mundo: o momento de agir chegou e todos os atores têm responsabilidade pela mudança, sob pena de continuarmos sendo a “eterna promessa”.

*Savério Orlandi é advogado formado pela PUC em 1993, consultor jurídico e sócio filiado à Associação Brasileira dos Executivos de Futebol, além de membro da Comissão de Governança em Clubes de Futebol do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Foi diretor de futebol do Palmeiras.

**Texto originalmente publicado no portal Migalhas.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

– Ufa. Fim da labuta.

Ufa, fim de expediente!

Hoje, o serviço foi “hard”: 8 horas lecionando em duas penitenciárias e 4 horas na universidade. Mas em todas as searas, sempre com muito profissionalismo e motivação.

Vale a pena compartilhar conhecimento!

– Aparência dos Treinadores influencia dentro de campo?

O Jornal Internacional de Psicologia dos Esportes (http://www.ijsp-online.com/) publicou um trabalho curioso da Universidade de Portsmouth: a aparência dos treinadores influencia no desempenho dos atletas. Quanto mais formal, maior inspiração aos atletas, sendo que o uso do terno e gravata traria a sensação de maior eficiência à equipe do que equipes cujo treinador usa agasalho esportivo!

E você, concorda com essa pesquisa? Deixe seu comentário:

Extraído de: International Journal of Sport Psychology

COACHES WEARING A SUIT WERE PERCEIVED AS BEING MORE STRATEGICALLY COMPETENT THAN THOSE WEARING SPORTING ATTIRE.

SPORTS coaches who wear suits on match days and tracksuits on training days are more likely to get the best out of their teams, according to new research.

Sports scientists at the University of Portsmouth studied the effect a coach’s appearance had on the players’ impressions of their competence.

Dr Richard Thelwell said: “We have found that the clothing that coaches wear can have a direct effect on the players’ perceptions of the coach’s ability.

“Players look to their coach to provide technical skills, to motivate them and to lead them. ” A coach in a suit suggests strategic prowess which is obviously ideal for a match.
“In our study, coaches wearing a suit were perceived as being more strategically competent than those wearing sporting attire.

“However, when wearing sporting attire, they were perceived to be more technically competent than those in a suit.”

For the research, published in the International Journal of Sport Psychology, the researchers asked 97 men and women to observe and give their reactions to static photographs of four different coaches.

The pictures depicted coaches who were of lean physique and dressed in a tracksuit, large physique and dressed in a tracksuit, lean physique and dressed in a suit and large physique and dressed in a suit.

The coach who was of large build and wearing smart clothes was uniformly ranked the lowest in terms of their competence to motivate, develop technique, develop game strategy, and build athlete character.

The coach who was lean and wearing a tracksuit was rated best for technical and character-building abilities which were skills most required at training and development of players and was rated equal best for “ability to motivate players.”

The coach who was lean and smartly dressed was rated best as a strategist, the skill most expected and required at matches. Dr Thelwell said: “First impressions can have a powerful and long-lasting effect, no matter how quickly judgements were made.

“From research, we know that sportsmen and women make snap decisions about their opponents based on first impressions.

“Such impressions then often influence the expectations of the performance outcome that results in success or failure.

“In coaching it is vital a strong rapport develops between the coach and the athlete.

“Sportsmen and women have to be willing to be persuaded to push the boundaries physically and mentally because the coach believes they can push harder or even because the coach just tells them to, but, to date, very little research has been done on what happens in those first few moments, and more importantly whether the athlete is prepared to go along with the coach’s ideals.

“While we are more aware of how athletes might judge coaches, we are still unaware of the processes that athletes go through to be able to develop impressions of coaches and this is something we are starting to look at.”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

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– As Profissionais e o Sonho da Maternidade: como retomar a carreira?

Um assunto importante: muitas mulheres deixam o trabalho para se tornarem mães, desejosas de retomar a carreira profissional. Mas na prática… não é bem assim que funciona.

Extraído de: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/05/ambicao-profissional-das-mulheres-aumenta-apos-o-nascimento-dos-filhos.html

A AMBIÇÃO PROFISSIONAL DAS MULHERES AUMENTA APÓS O NASCIMENTO DOS FILHOS

Por Marcos Coronato e Ana Helena Rodrigues

Há 154 anos, a americana Jennie Douglas entrava no Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, em Washington – a primeira mulher na história a ser contratada pelo governo americano. A Guerra Civil arrancava os homens dos postos de trabalho. Jennie era uma experiência. Havia dúvidas sobre a capacidade dela para cortar e aparar cédulas recém-impressas, outra novidade naquele momento. Mas, como avaliou o chefe da área, “o primeiro dia de trabalho resolveu o assunto, em favor dela e das mulheres”. O governo contratou mais centenas de funcionárias nos anos seguintes. Terminada a guerra, em 1865, muitas poderiam voltar a se dedicar só à família. Mas a tendência era irreversível. Em 1870, o censo americano registrou pela primeira vez a categoria pequena, mas crescente, das mulheres com empregos formais fora de casa (antes, as mulheres tinham, usualmente, ocupações informais, autônomas e braçais). O censo passou também a dimensionar uma questão em debate até hoje. Como mulheres e homens podem trabalhar fora, obter realização profissional e criar filhos de forma saudável?

Entre as mulheres, em países democráticos, as oportunidades se multiplicam. Mas o avanço não acompanha o ritmo de crescimento das ambições femininas. Uma enquete organizada pela revista Crescer, feita em fevereiro e março, colheu opiniões de mais de 3 mil mães de crianças com até 11 anos de idade. E mostra a largura do fosso entre ambições e realidade. A pesquisa listou e ordenou sonhos e prioridades. Somemos as indicações recebidas por um certo sonho ou uma certa prioridade como “primeiro mais importante” e como “segundo mais importante”. De acordo com a pesquisa, o maior sonho das mulheres após ter filhos é retomar a carreira. Isso vem à frente de viajar o mundo (11%) e muito à frente de ter um bom relacionamento (2%) (leia o quadro abaixo). Sete em cada dez das mães sonham com um trabalho que as realize (71% indicam essa opção como o maior sonho ou o segundo maior sonho). Mas, diante das demandas familiares, apenas uma em cada dez consegue tratar isso como uma prioridade (9% indicam essa opção como a maior prioridade ou a segunda maior prioridade). Além das próprias mulheres, saem perdendo a sociedade e as organizações.

Uma mudança ainda incipiente vem indicando um rumo interessante. Parte dela é difusa – os parceiros mais atentos atuam pela igualdade de oportunidades para suas mulheres. Durante os três últimos anos, a administradora financeira Ana Paula Santos, de 30 anos, precisou dedicar mais tempo à carreira, na escola híbrida de negócios e design Polifonia. Seu marido, Eduardo, é designer de interiores e tem horário flexível no trabalho. Assim, ele consegue arrumar a agenda para trabalhar somente até o horário de buscar na escola o filho de Ana, Caio, de 10 anos. “Meu marido sempre fez tudo. Pega meu filho na escola, dá janta, ajuda na lição de casa. Coisas que não consigo fazer”, diz Ana. O avanço na carreira satisfaz Ana e beneficia a família. “Meu salário aumentou em 70% nos últimos três anos.”

Outra parte da mudança, porém, precisa vir de quem tem poder – empresas e governos. Organizações modernas vêm propondo benefícios para a mulher, o que é ótimo. Mas organizações extremamente modernas, interessadas em participar da solução do problema em grande escala, devem pensar em benefícios não apenas para a mulher, e sim para a família. Isso significa definir sistemas e culturas de trabalho que apoiem todos os funcionários, inclusive os homens, a planejar, ter e cuidar de filhos. Incentivar os homens a dividir meio a meio a responsabilidade parental significa apoiar as ambições femininas. “Muitas empresas e países ainda parecem pensar que a maioria das crianças só tem mãe”, diz a consultora Avivah Wittenberg-Cox, atuante há 20 anos nessa frente e fundadora da Rede de Mulheres Profissionais da Europa. “A cultura da maior parte das empresas é dominada e definida por homens. Essas companhias sofrem uma hemorragia de talentos femininos.”

A mudança apareceu em destaque no Relatório de Tendências do Ambiente de Trabalho de 2015 da Sodexo, uma empresa multinacional de benefícios trabalhistas, presente em 80 países. Uma tendência destacada no ano passado foi a “redefinição do ambiente de trabalho amigável para a família”. As organizações mais sensíveis ao tema perceberam o que as mães já sabiam. “Mães e pais tendem a ter responsabilidades substanciais tanto no trabalho como em casa. Em resposta, as organizações estão implementando ações ‘amigáveis à família’”, afirma o relatório, assinado por um painel de especialistas. As políticas incluem horários flexíveis para mulheres e homens com filhos pequenos. O estudo admite que os resultados ainda não são conclusivos – estamos desbravando território novo. Os governos terão papel fundamental nisso.

A Suécia, que ocupa a quarta posição no índice de igualdade de gênero do Fórum Econômico Mundial, foi o primeiro país a adotar a licença-paternidade, em 1974. Atualmente, o casal recebe por lei 480 dias de licença parental, a partir do nascimento da criança, e os dois juntos decidem como dividir esse tempo. Nos primeiros 390 dias, quem optar por ficar em casa recebe 80% do salário, pago pelo Estado. “Na Suécia, os homens (com filhos recém-nascidos) são obrigados a tirar pelo menos oito semanas de licença, ou perdem o benefício”, diz Avivah. A licença parental pode permitir que mãe e pai fiquem em casa, trabalhem meio período ou tenham horários mais flexíveis. Trata-se de um impulso igualitário – e benéfico para todos.

(Clique na Imagem abaixo para ampliá-la:)

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– 15 anos que pendurei o apito!

Em 29 de abril de 2010, após uma reunião na Federação Paulista de Futebol, decidi encerrar minha carreira de árbitro de futebol.

Foram anos maravilhosos dentro de campo, enfadonhos nas reuniões administrativas, divertidos nas viagens para as partidas, cansativos nas exigências das Comissões de Árbitros, educativos nas coisas incríveis que o futebol apresenta, e, por fim, nojentos nos bastidores.

Queria eu ter a maturidade que tenho hoje, os recursos tecnológicos que existem e outras perspectivas que são abertas quando você percebe que existe vida fora da arbitragem. Não que eu tenha sido imaturo, sempre fui muito responsável, mas certos discernimentos que somente a casca da experiência proporcionam, teriam me feito tomar algumas decisões com dirigentes, digamos, mais incisivas.

Felizmente, nunca tive problemas de indisciplina ou desonestidade. Errei e acertei com lances normais e corriqueiros como de qualquer árbitro. Apadrinhamento nunca existiu (mas eles existem), nem pagamento de pedágio em dinheiro / serviço ou outras benesses (será que existem?), tampouco tomei “cervejadas com cartolas candidatos”, nem as promovi (tem quem faça e fez – e se deu bem, né?).

Falo por mim: foram ótimos anos que ficaram na saudade. Bola pra frente! Mas sempre torcendo para que os dirigentes ruins da arbitragem sejam deixados ao esquecimento, saindo de cena e abrindo espaço para mais honestos e competentes.

Vida que segue, o que vale é ter a consciência em paz e os amigos conquistados.

Imagem extraída de: https://www.netshoes.com.br/apito-profissional-finta-blister-azul-045-9136-008

– Dorival Jr é oficializado no Corinthians.

Penso que, para um palmeirense “das antigas”, por volta dos anos 2000, seria improvável ver o “Júnior, sobrinho do Dudu”, trabalhando em qualquer função no seu arquirrival.
Hoje, Dorival Jr foi apresentado como técnico do Corinthians. Nada errado, é profissionalismo. Mas é curioso.

– O desabafo de Abel e o desejo de “Agenda Positiva”:

Nós já falamos da idolatria (e toda idolatria é ruim) criada ao treinador Abel Ferreira, e como todo encanto passageiro, ela se quebra. Está no link em: https://wp.me/p4RTuC-15Yo.

Ontem, após a vitória contra do Palmeiras na Bolívia (com ótimo desempenho dos atletas, e também com o fato de Estevão ter vomitado ao sentir os efeitos mais severos da altitude), o comandante alvi-verde desabafou:

“Se me permite, eu tenho que colocar gelo na imprensa. Porque os mesmos que vão elogiar agora, foram os mesmos que nos rasgaram no Paulista e chegamos à final. Fomos completamente criticados pela imprensa. Nossa força é que nós sabemos o que fazemos aqui dentro e tudo é um processo. Um processo que leva tempo (…) Aos meus jogadores, eu vou dizer exatamente isso: ‘não leiam o que escrevem, porque agora vão nos encher o ego, de armadilhas, nós somos os mesmos, não mudou. Sabem quando deixamos que massageiem o ego? Isso é um perigo’. Então, a vocês e aos jogadores, não leiam o que estão escrevendo, pois são os mesmos que nos rasgaram. Vocês, nós, todos! Então, calma, gelo. Nem éramos tudo aquilo que estavam dizendo uns meses atrás, nem somos os melhores agora”.

Já escrevi algumas vezes: chega a ser nojento esse desejo de criação de “Agenda Positiva” que muitos querem criar. Significa: só se fala bem do meu time, e não se pode falar mal dele (isso serve para todas as agremiações: São Paulo, Corinthians Palmeiras, Paulista de Jundiaí, Red Bull Bragantino….). A insanidade é que: como um jornalista, um analista ou um crítico, pode ser profissional de tal forma?

Há de se criticar positiva ou negativamente, sempre sendo justo e honesto. Relatar os defeitos não é torcer contra A ou a favor de B (ao contrário do que insinuou Zubeldía, treinador do SPFC, ao competentíssimo Gabriel Sá na semana passada).

Se um time ganha dentro de campo, mas a Diretoria é ruim, há se reportar os erros cometidos (veja o caso do Corinthians, Campeão Paulista em meio ao caos de gestão). Idem ao contrário: pode existir uma boa diretoria, e o time ir mal dentro de campo (como ocorre atualmente ao Fortaleza, que está oscilando).

A verdade é: esses treinadores querem demagogicamente, criar o “nós contra eles” e usar o mais apaixonado torcedor como massa de manobra. Que saudade dos jornalistas mais “raízes”, que quando foram assediados por Scolari, tempos atrás, o receberam usando “nariz de palhaço” em protesto a ele (aliás, é a “temática felipônica” dos treinadores e dirigentes atuais: intimidarem a imprensa).

Relembre esse vídeo e diga: não há  muito técnico de futebol e cartola que merece ser assim recebido?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=eu0NieB0-fM

– Treinador no Brasil não vive de salário, mas de multa!

Aqui no Brasil, ser um treinador de futebol significa “estar com o cargo interinamente”. Onde mais em nosso planeta se demitiria na Rodada 1 de um torneio? Ou na 2 ou 3?

Mal começou o Brasileirão, e em 5 rodadas já caíram Mano, Quintero, Caixinha e Ramon Díaz. Todos eles receberão multas milionárias

E aí questiono: se é sabido que haverá demissão precoce, com exceções a Abel e Vojvoda atualmente, por que na negociação colocar multas absurdas? Se não se aceita um valor menor, contrate outro. Ou… tem clube que turbina a multa e “a là rachadinha”, divide os valores com alguém?

Será questão de dias para Carille, Zubeldía, Renato Paiva e mais alguns terem o mesmo desfecho. É óbvio que quando o treinador está pressionado, ele cai. Veja Ramon Díaz, que mal comemorou o título paulista e caiu.

Taí o fator “ilusão”. Ganhar o Estadual não garante ninguém. Eles existem para que, os clubes que não têm chances no Campeonato Nacional, possam festejar alguma coisa. Ou não é verdade que muito time “dito grande”, só festeja o campeonato da sua federação?

É impensável (e desinteligente) trazer um treinador com contrato longo em nosso país. Ele vai cair antes do vencimento do acordo. É só fazer um levantamento: quais treinadores do último Campeonato Brasileiro cumpriram integralmente seus contratos de trabalho? E falo pelos dois lados: do patrão que manda embora e do colaborador que pede a conta.

Ouso dizer (sem pesquisa alguma, por falta de tempo): boa parte dos técnicos do último Brasileirão, e talvez deste, ganharão mais dinheiro com as multas rescisórias do que com os salários trabalhados…

Aguardemos Santos e Corinthians (que até o final dessa redação, não tinham acertado com novos treinadores): qual será a multa dos seus contratados?

– Treinador no Brasil não vive de salário, mas de multa!

Aqui no Brasil, ser um treinador de futebol significa “estar com o cargo interinamente”. Onde mais em nosso planeta se demitiria na Rodada 1 de um torneio? Ou na 2 ou 3?

Mal começou o Brasileirão, e em 5 rodadas já caíram Mano, Quintero, Caixinha e Ramon Díaz. Todos eles receberão multas milionárias

E aí questiono: se é sabido que haverá demissão precoce, com exceções a Abel e Vojvoda atualmente, por que na negociação colocar multas absurdas? Se não se aceita um valor menor, contrate outro. Ou… tem clube que turbina a multa e “a là rachadinha”, divide os valores com alguém?

Será questão de dias para Carille, Zubeldía, Renato Paiva e mais alguns terem o mesmo desfecho. É óbvio que quando o treinador está pressionado, ele cai. Veja Ramon Díaz, que mal comemorou o título paulista e caiu.

Taí o fator “ilusão”. Ganhar o Estadual não garante ninguém. Eles existem para que, os clubes que não têm chances no Campeonato Nacional, possam festejar alguma coisa. Ou não é verdade que muito time “dito grande”, só festeja o campeonato da sua federação?

É impensável (e desinteligente) trazer um treinador com contrato longo em nosso país. Ele vai cair antes do vencimento do acordo. É só fazer um levantamento: quais treinadores do último Campeonato Brasileiro cumpriram integralmente seus contratos de trabalho? E falo pelos dois lados: do patrão que manda embora e do colaborador que pede a conta.

Ouso dizer (sem pesquisa alguma, por falta de tempo): boa parte dos técnicos do último Brasileirão, e talvez deste, ganharão mais dinheiro com as multas rescisórias do que com os salários trabalhados…

Aguardemos Santos e Corinthians (que até o final dessa redação, não tinham acertado com novos treinadores): qual será a multa dos seus contratados?

– É tão simples valorizar o colaborador… Lembrando como obter maior comprometimento:

Nas empresas, muitas vezes vemos tantos líderes dificultando coisas simples… relacionamentos conturbados, críticas desnecessárias e pouca empatia.

Abaixo, um simples mas necessário quadro para se conseguir mais comprometimento dos empregados:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem puder informar para créditos, agradeço de antemão.

– Poxa, Bruno Henrique.

Sempre tive Bruno Henrique como um bom jogador, profissional correto e pessoa de boa índole. Mas a história do cartão forçado…

Agora, conforme notícia abaixo, ele foi indiciado. E, com pesar, ao rever o lance, duas observações:

1 – Ele teve um comportamento diferente do habitual. Não reclama, não é indisciplinado e não “peita juiz”. Dessa vez fez isso.

2 – No finalzinho do jogo, desnecessariamente, um atleta experiente como ele “ter piti”, é bem estranho. 

Aguardemos!

– Aprendizado contínuo, para o trabalho e para a vida:

Precisamos sempre nos tornarmos homens e mulheres melhores. E aprender com gente competente e vencedora, é uma das grandes coisas que podemos fazer.

Saibamos humildemente reconhecer as nossas necessárias correções e nos atentemos na missão do aprendizado contínuo. Veja que ótima fica:

– Ser autêntico no trabalho é:

E o que significa ter autenticidade no trabalho?

Isso aqui:

– O insucesso financeiro da SAF do Cruzeiro.

Ao Jornal “O Tempo”, Pedro Lourenço (conhecido como “Pedrinho BH”), dono da SAF do Cruzeiro, mostrou-se incrédulo com o péssimo negócio que fez. E disse:

“A realidade mostra para todos: nós erramos muito nas contratações. Erramos bastante. Não vou citar nome, porque é deselegante, mas erramos. Conversei com o Alexandre Mattos, e agora temos que errar menos. De preferência, não errar. Fizemos contratações que não deveríamos. O nosso departamento errou muito nisso aí, e o Alexandre é o chefe, então a cobrança sempre cai nele. A torcida tem um pouco de razão, mas eu tenho cobrado dele (…). O futebol, como negócio, é péssimo. Não sei se em 5 anos será um bom negócio, mas, hoje, é um péssimo negócio. Eu não estou acostumado com os salários que ganham os jogadores.”

Fico pensando: qual SAF cumprirá seus acordos contratuais em sua totalidade, nessa febre que se tornou? E quem realmente está ganhando dinheiro com elas?

Bom ou mau negócio independe de ser SAF. Depende da competência de quem é o gestor.

Aliás, se um clube de tamanha torcida não consegue ser rentável, e os pequenos, cuja torcida (e poder de barganha, venda e influência) é menor?

– O insucesso financeiro da SAF do Cruzeiro.

Ao Jornal “O Tempo”, Pedro Lourenço (conhecido como “Pedrinho BH”), dono da SAF do Cruzeiro, mostrou-se incrédulo com o péssimo negócio que fez. E disse:

“A realidade mostra para todos: nós erramos muito nas contratações. Erramos bastante. Não vou citar nome, porque é deselegante, mas erramos. Conversei com o Alexandre Mattos, e agora temos que errar menos. De preferência, não errar. Fizemos contratações que não deveríamos. O nosso departamento errou muito nisso aí, e o Alexandre é o chefe, então a cobrança sempre cai nele. A torcida tem um pouco de razão, mas eu tenho cobrado dele (…). O futebol, como negócio, é péssimo. Não sei se em 5 anos será um bom negócio, mas, hoje, é um péssimo negócio. Eu não estou acostumado com os salários que ganham os jogadores.”

Fico pensando: qual SAF cumprirá seus acordos contratuais em sua totalidade, nessa febre que se tornou? E quem realmente está ganhando dinheiro com elas?

Bom ou mau negócio independe de ser SAF. Depende da competência de quem é o gestor.

Aliás, se um clube de tamanha torcida não consegue ser rentável, e os pequenos, cuja torcida (e poder de barganha, venda e influência) é menor?

– Parabéns aos Jornalistas!

Hoje, dia 07 de Abril, comemora-se o dia de uma atividade profissional que orgulha o país e a sociedade em geral: o jornalista!

A mensagem abaixo diz tudo:

– Ser Inteligente e Frio não é bom na Administração de Empresas.

Leio interessante artigo do psicoterapeuta George Vittorio Szenészi, em entrevista à Cilene Pereira na Revista IstoÉ, Ed 2173, pg7-9. Ele fala sobre a importância de “ser inteligente num mundo corporativo onde administrar as relações humanas é cada vez mais fundamental”.

E, na preocupação em administrar sentimentos, vem uma colocação interessante:

Inteligência sem emoção não funciona”.

Taí. Essa afirmação serve como reflexão para muitos gestores espertalhões que têm o coração duro. Administrar sentimentos pode ser tão importante quanto números em empresas.

Qual sua decisão: emoção ou razão? - Neuroconecte

– Vida de Professor:

Indiscutível observação…

Veja só:

 

– Consultoria de Vida: contate-me.

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– O que te pedem / o que te oferecem:

Essa representação, abaixo, não explica muito bem o que acontece com muita gente?

Se pede muita experiência, mas se oferece salário de iniciante. Aí, a relação é incorreta…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

Contatos:

📩 Email: rafaelporcari@me.com

📱 WhatsApp: +55 11 9.8032.6064

👨‍🏫 LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/

📝 Blog: https://professorrafaelporcari.com/

– Momento de labuta…

Quem foi que disse que o sábado é para descansar…?

Vida de professor: preparando conteúdo para a semana, nas diversas searas de ensino!

Sem preguiça, certo?

– Eita, Neymar… seja profissional!

A capacidade de estar em polêmica do Neymar, é impressionante!

Mas e o profissionalismo?

Falamos um pouco em: https://youtu.be/WAxUSe0A7ug?si=f-ZvYol2e-ybZv4c

– Neymar colocou o “bumbum na janela”…

Neymar estava fazendo tudo certinho na sua volta ao Santos FC: jogando todas as partidas, indo até o Interior, capitaneando a equipe… também sendo educado com as pessoas, cortês e sorridente.

Um show de técnica em campo e de simpatia fora dele. Mas a tentação da carne…

Mesmo se ele não perdeu treino, estando machucado e às véspera de um jogo decisivo, não deveria ir à Marquês de Sapucaí. Cuidar do seu corpo (sua ferramenta de trabalho) é importante.

A boa quantidade de repouso é um dos aliados para qualquer recuperação. Ao fazer exatamente o contrário (a viagem ao Sambódromo, a folia, o tempo de exposição, as horas diminutas de sono), se expôs aos críticos. O ápice das queixas foi não estar à disposição do decisivo jogo do Peixe contra o Corinthians.

Enquanto isso, o atacante Hulk, do Atlético Mineiro, fazia um tratamento intensivo de fisioterapia em meio ao Carnaval… impossível não comparar.

Não é apenas ser profissional, é parecer ser profissional! Tão rico e mega assessorado, algum amigo poderia ter dado um toque ao Menino Ney sobre as possíveis consequências, nê?

– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

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– Os 4 Tipos de Chefes Mais Odiados pelos Jovens.

Veja que interessante: pesquisa aponta os defeitos mais odiados dos jovens em relação aos seus chefes.

Será que o do seu superior está nesta lista?

1– Chefes ausentes da sua equipe

2- Chefes que não elogiam

3- Chefes conservadores

4- Chefes parciais no tratamento

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam

OS 4 TIPOS MAIS ODIADOS PELOS JOVENS

por Camila Pati

A receita para ser rejeitado pela equipe é esquecê-la. Chefes ausentes e indiferentes são adeptos do “estilo de liderança” mais reprovado por jovens entrevistados pelo Nube, entre novembro e dezembro.

Para 57% dos 7.451 participantes da pesquisa, o pior perfil é do chefe distante e quase nunca presente. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos externos do Nube, o resultado da pesquisa é sinal de que os jovens prezam, e muito, pela criação de relacionamentos com colegas e líderes no ambiente de trabalho.

Um chefe que não reconhece as conquistas da equipe aparece logo em seguida na escala de rejeição. Com, 20,52% dos votos, este tipo de comportamento também é altamente criticado pelos jovens, acostumados a ouvir elogios de pais e professores.

Perfis que pendem para uma atuação tradicionalista e proibitiva também recebem cartão vermelho da Geração Y. Segundo a pesquisa, 17,32% dos entrevistados rejeitam chefes que adotem este estilo mais antiquado.

A parcialidade no tratamento da equipe fecha a lista de gestão, co]m 5,14% dos entrevistados, de acordo com o Nube.

Jovem desmotivada: chefe distante foi o mais rejeitado pelos entrevistados  (Getty Images/). Imagem extraída de: https://exame.com/carreira/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam/

– Neymar colocou o “bumbum na janela”…

Neymar estava fazendo tudo certinho na sua volta ao Santos FC: jogando todas as partidas, indo até o Interior, capitaneando a equipe… também sendo educado com as pessoas, cortês e sorridente.

Um show de técnica em campo e de simpatia fora dele. Mas a tentação da carne…

Mesmo se ele não perdeu treino, estando machucado e às véspera de um jogo decisivo, não deveria ir à Marquês de Sapucaí. Cuidar do seu corpo (sua ferramenta de trabalho) é importante.

A boa quantidade de repouso é um dos aliados para qualquer recuperação. Ao fazer exatamente o contrário (a viagem ao Sambódromo, a folia, o tempo de exposição, as horas diminutas de sono), se expôs aos críticos. O ápice das queixas foi não estar à disposição do decisivo jogo do Peixe contra o Corinthians.

Enquanto isso, o atacante Hulk, do Atlético Mineiro, fazia um tratamento intensivo de fisioterapia em meio ao Carnaval… impossível não comparar.

Não é apenas ser profissional, é parecer ser profissional! Tão rico e mega assessorado, algum amigo poderia ter dado um toque ao Menino Ney sobre as possíveis consequências, nê?

– Labute!

Quarta-feira pesada: preparando aulas para o Sebrae, Faditu e de outros compromissos.

A labuta de um professor não é só a sala de aula. Ali, é seu palco!

– Conquistando o funcionário.

Nas empresas, muitas vezes vemos tantos líderes dificultando coisas simples… relacionamentos conturbados, críticas desnecessárias e pouca empatia.

Abaixo, um simples mas necessário quadro para se conseguir mais comprometimento dos empregados:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem puder informar para créditos, agradeço de antemão.

– Textor e a “defesa da Liga”:

Nessa semana, cutucado sobre “o Engenhão ter grama sintética”, John Textor, o dono do Botafogo SAF, sugeriu que todos trocassem o gramado dos seus estádios, bancassem árbitros profissionais e formassem a Liga.

Teria sido um desabafo irônico, ou, no fundo, ele pensa nisso mesmo?

Abaixo:

Screenshot

– Textor e a “defesa da Liga”:

Nessa semana, cutucado sobre “o Engenhão ter grama sintética”, John Textor, o dono do Botafogo SAF, sugeriu que todos trocassem o gramado dos seus estádios, bancassem árbitros profissionais e formassem a Liga.

Teria sido um desabafo irônico, ou, no fundo, ele pensa nisso mesmo?

Abaixo:

Screenshot

– E o Cruzeiro? Gastar ou… Gastar mal?

Cá entre nós: pelo investimento de Pedrinho BH no Cruzeiro SAF, é vexatório ficar de fora dos jogos finais do Campeonato Mineiro.

Contratações midiáticas / polêmicas, possível interferência da presidência no trabalho dos treinadores e outras nuances.

Enfim: o Cruzeiro gasta mal!

– E o Botafogo vai ficar sem técnico mesmo?

E o Botafogo que perdeu do Racing, ainda não tem técnico, e se vê até com os próprios jogadores se sentindo incomodados?

Textor, ao que se vê, não entendeu o que é futebol brasileiro

 

– Qualificando-nos!

Compartilho excepcional artigo do prof José Renato Santiago Sátiro, do Blog do Conhecimento (http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial), a respeito de Crescimento e Aperfeiçoamento Profissional, Capacitação e Competência, Competitividade e Mundo Corporativo.

O texto é de extrema valia aos profissionais de qualquer área de atuação, mas em especial aos Administradores de Empresas. Abaixo:

O QUE ESTAMOS FAZENDO PARA NOS MANTERMOS COMPETITIVOS?

Uma das mais relevantes verdades que suportam o atual mundo corporativo diz respeito a necessidade de constante aperfeiçoamento de nossas competências.

A correta gestão dos nossos conhecimentos certamente contribui muito para que todos nós, colaboradores, que prestamos atividades profissionais, remuneradas ou não, possamos buscar a excelência e o atendimento de nossos objetivos.

No entanto, é de entendimento comum que os conhecimentos que possuímos hoje não irão garantir o nosso sucesso futuro.

Sempre haverá a necessidade de algo mais.

A grande surpresa que fundamenta este fato não está associada com a efetiva necessidade de capacitação constante, mas sim com a predisposição em buscá-la.

Há diferença nisso?

Sim, claro que existe, sutil, mas evidente.

Anos atrás não era incomum que as pessoas buscassem oportunidades em organizações que possuíssem planos de carreira bem estruturados e possibilidades de capacitação aos seus colaboradores.

Hoje, as coisas mudaram, então?

Claro que não.

Todos tendemos a valorizar oportunidades profissionais em empresas que não somente ofereçam bons salários e condições de crescimento, mas, principalmente, reais possibilidades de aprimoramento de nossas competências.

No entanto, algo está diferente.

Ainda que haja esta valorização, é temeroso o profissional sinalizar esta preocupação voltada a capacitação como se fosse um diferencial a ser oferecido por uma empresa.

E a resposta é simples.

Buscar isto junto a um terceiro, no caso qualquer organização que seja, é um lamentável equívoco.

Qualquer capacitação que nos é ofertada, não terá uma ínfima relevância quando comparada com aquela que é conquistada pelo profissional que se preocupa em alinhar seus intentos e metas com os treinamentos dos quais ele próprio busca fazer parte.

Poucas vezes, o que não é injusto, os treinamentos ofertados nas empresas possui alguma associação com as reais expectativas de seus profissionais.

Isto ocorre, pois, as organizações priorizam o atendimento de seus próprios objetivos, e eventualmente apenas eles são comuns aos dos colaboradores.

Não há qualquer, digamos “maldade” por parte das empresas, ainda, mas, pelo fato das relações em vigência serem profissionais.

A partir do momento que tenhamos certeza desta real diferença entre os nossos interesses e os das organizações onde atuamos, creio que caiba responder a seguinte pergunta:

– O que estamos fazendo para nos manter competitivos?

Certamente é nossa responsabilidade.

bomba.jpg

Imagem extraída de: https://www.plannetaeducacao.com.br/portal/a/75/profissionalismo-na-educacao-voce-e-profissional