– Como medir a satisfação do emprego?

Bem realista, sobre o que queremos em nossa carreira:

– Sorrisos Amarelos no Ambiente de Trabalho

Até onde a simpatia não-sincera vale a pena? Uma pesquisa da Universidade de Michigan alega: falsidade com sorrisos forçados é prejudicial ao trabalho, em especial ao ambiente entre os colegas e às vendas.

Extraído da Revista Época Negócios, Caderno Inteligência, Ed Abril 2011, pg 63

QUANDO SORRIR FAZ MAL

Sabe aquele risinho amarelo, forçado, que serve apenas para tentar agradar à freguesia? Livre-se dele ou você poderá prejudicar a saúde e os negócios

Funcionários que lidam diretamente com o público e passam o dia sorrindo contribuem para um bom e produtivo ambiente de trabalho, certo? Depende do sorriso. Aquele amarelo, tão falso quanto uma nota de R$ 3, pode ser contraproducente e acabar minando os negócios. Pelo menos é este o resultado de um estudo feito por professores da Universidade de Michigan. Segundo os pesquisadores, a energia aparentemente positiva de um funcionário “farsante” não só piora o seu humor como dificulta o cumprimento das tarefas cotidianas. Por outro lado, quando o riso é genuíno e tem origem em pensamentos positivos ocorre uma efetiva melhora no ânimo.

Durante duas semanas, os pesquisadores acompanharam a rotina de motoristas de ônibus. Cabe lembrar que, nos Estados Unidos, os motoristas também atuam como cobradores, o que lhes obriga a interagir frequentemente com o público. Nas ocasiões em que estes profissionais declararam ter tentado disfarçar pensamentos negativos com sorrisos forçados, as respostas aos questionários revelaram uma nítida piora no humor. Não por acaso, os períodos de alteração no estado de espírito revelados pela pesquisa coincidiram com um aumento de ausência no trabalho. Por outro lado, quando os motoristas disseram que cultivaram pensamentos positivos – como lembranças das férias –, as faltas no trabalho caíram e o humor manifestado nas respostas da pesquisa melhorou.

“Empresários podem pensar que ter funcionários sorridentes é algo bom para a organização, mas não é bem assim”, disse Brent Scott, professor de administração responsável pelo estudo. “Sorrir por sorrir pode levar à exaustão emocional e fazer o funcionário se ausentar do trabalho.” O efeito foi ainda mais forte entre as mulheres, que apresentaram, além de uma queda mais acentuada no humor, maior propensão que os homens a faltar no trabalho após uma longa série de sorrisos amarelos. Da mesma forma, o pensamento positivo teve um efeito mais benéfico sobre elas, tanto no que diz respeito ao humor quanto à disposição para trabalhar.

O estudo, publicado em fevereiro no Academy of Management Journal, não investigou as causas do fenômeno nem a razão da diferença entre gêneros. No entanto, segundo Scott, pesquisas anteriores indicam que as mulheres demonstram mais suas emoções do que os homens. Quando forjam um sorriso enquanto sentem emoções negativas, elas entram em um intenso conflito interno, que pode afetar mais fortemente os sentimentos. De qualquer forma, ensina o professor, mulheres e homens devem utilizar a técnica da semeadura de bons pensamentos com moderação. Ela parece de fato melhorar o humor no curto prazo, mas pode causar sequelas depois de certo tempo. “Se você ficar tentando cultivar boas emoções a todo momento, corre o risco de começar a se sentir falso”, afirmou Scott.

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Imagem extraída de: https://www.notiulti.com/la-reaccion-de-britney-spears-al-documental-es-sorprendente-estrellas/

– Qual (ou como) é o seu melhor?

“Nosso melhor” é sempre variável e questionável. Dependemos de muitos fatores, e nem sempre conseguimos que o máximo de hoje seja o máximo de ontem.

O “gráfico do nosso máximo” é mais ou menos como o retratado abaixo:

Imagem extraída de Áudios do Bem, em: https://pt-br.facebook.com/pg/audiosdobem/posts/

– Como você encara os erros?

Na vida pessoal ou na profissional, somos fadados aos erros. Algumas pessoas os encaram com naturalidade, mas outras não os suportam!

A questão é: como você reage aos seus tropeços? Aprende com eles ou os despreza?

Gostei desse pensamento, abaixo:

 

 

– Gestão Profissional no Futebol dá bons resultados.

Vejo muita gente falando sobre números no futebol sem interpretar dados. Uma das coisas recentes é: “não dá para entender porque a Red Bull gasta tanto dinheiro num projeto como o do Bragantino”.

Ora, já falamos em outras postagens aqui sobre Projeto de Marketing, Valor Institucional e outras nuances que mostram as estratégias empresariais de vanguarda nesse caso. Contando, ainda, com o excelente trabalho na comunidade local.

Enfim: se você for simplório e achar que existe a obrigação de ganhar títulos a qualquer custo, estará ainda com a mentalidade de outros tempos da bola. E para entender uma gestão responsável, um recorte da respeitada Pluri Consultoria abaixo:

– Interesse versus Comprometimento.

A dica vem do campeoníssimo Bernardinho, treinador de voleibol, e serve para a vida pessoal e profissional.

Abaixo:

– Que coisa, Felipão…

Luiz Felipe Scolari é um vencedor na carreira. Conquistou Copa do Mundo invicto, Brasileirão, Copa do Brasil, Libertadores e quase uma Eurocopa.

Claro, passou por perrengues também: participou de uma das campanhas de rebaixamento do Palmeiras e do fatídico “7×1 para a Alemanha”. Estava tranquilo como Diretor Técnico no Athletico Paranaense, e… sucumbiu à vaidade?

  • Por quê Felipão resolveu desaposentar?

Teria sido pelos milhões de reais oferecidos? Mas ele já está muito rico…

Seria a vontade de vencer mais títulos? Mas ele já conquistou bastante coisa…

Confesso: se eu sou Scolari, aposento-me, pego minha esposa e passeio pelo mundo – e se possível, curto ao máximo os netinhos.

Me pergunto: pra quê passar por tanta pressão, nessa altura da vida? Nove jogos, com 5 derrotas e 4 empates, é para qualquer outro nome ter sido demitido.

Foto extraída de: https://atletico.com.br/felipao-e-do-galo/

Conquistas do técnico, do texto extraído do link acima:

Copa do Mundo FIFA de Seleções: (2002)
Copa das Confederações: (2013)
Copa Libertadores: (1995 e 1999)
Recopa Sul-Americana: (1996)
Campeonato Brasileiro: (1996 e 2018)
Copa do Brasil: (1991, 1994 ,1998 e 2012)
Campeonato Gaúcho (1987, 1995 e 1996)
Torneio Rio São Paulo (2000)
Copa Sul-Minas (2001)
Superliga Chinesa (2015, 2016 e 2017)
Liga dos Campeões da AFC (2015)
Supercopa da China (2016 e 2017)
Copa da China (2016)

– O que é ter sucesso profissional para os jovens brasileiros?

Dias atrás, divulgou-se uma pesquisa encomendada pelo SPC Brasil, Sebrae e Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, que buscava entender o que os jovens da Geração Z (entre 18 e 24 anos) entendiam por “Sucesso Profissional”. E a resposta foi que, para eles, ser bem sucedido no trabalho é:

1o – Trabalhar com o que gosta (42%);
2o – Equilibrar trabalho e vida pessoal (39%);
3o – Ser reconhecido pelo que faz (32%); e
4o – Ganhar bem (31%).

Na mesma enquete, chegou-se a conclusão que “felicidade na vida adulta” é uma combinação de segurança, estabilidade emocional e realização profissional.

E para você: sucesso profissional e felicidade na vida adulta significam o quê?

(Dados extraído de Valor Econômico, por Júlia Lewgoy, em: https://valorinveste.globo.com/mercados/brasil-e-politica/noticia/2019/07/22/salario-alto-nao-significa-sucesso-profissional-para-geracao-z-mostra-pesquisa.ghtml)

Resultado de imagem para Sucesso profissional

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida 

– Quando o Flamengo pune Pedro, não se auto-pune?

Leio que o atacante Pedro foi punido pela indisciplina cometida no último jogo em 5% do seu salário, além da ausência da próxima partida do Flamengo contra o Olímpia pela Libertadores da América.

Gabigol, em 2021, também cometeu indisciplina e foi punido com a ausência no jogo contra a Chapecoense (relembre aqui: https://tntsports.com.br/futebolbrasileiro/Flamengo-suspende-Gabigol-e-atacante-esta-fora-da-partida-contra-a-Chapecoense-20210711-0010.html).

Fico pensando: jogadores de qualidade como Gabriel e Pedro são sempre ausências importantes. Será que quando a diretoria resolve aplicar uma punição técnica, não pune a própria equipe? Em especial, em um jogo importante da Libertadores da América?

Flamengo x Olimpia: retrospecto, escalações, arbitragem e onde assistir

Arte extraída de Terra.com.br

 

– O Lema da relação de Trabalho e Vida do Sílvio Santos.

Re-post:

Nesta próxima semana, Sílvio Santos comemorará 39 anos da conquista da TVS por concessão do Governo (antes, ele era da Globo e arrendava horário na Record). E ouvi certa vez no antigo programa “Rádio Atividade” da Rádio Jovem Pan seu discurso naquela ocasião.

Preocupado com a carga de atividades, no meio da sua fala, disse à sua mulher:

Íris, fique tranquila, sou eu quem comanda o meu trabalho, não ele quem me rege“.

Fantástico. Gostei e, confesso, desejaria sempre colocar isso em prática (sabemos que muitas vezes não é possível). Aliás, quem não gostaria?

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– Sossega o facho, Pedro!

Pedro foi agredido no sábado e o assunto trouxe comoção. Normal. Felizmente, houve justiça no caso.

Porém, lembremo-nos: Pedro cometeu uma indisciplina grave, ao se recusar a continuar o aquecimento. Deve ser punido conforme a natureza do seu erro.

Entretanto…

Na grande mídia, se informa que os representantes do jogador se reuniram com a diretoria do Flamengo. Seria por que Pedro quer sair?

Quando o Palmeiras tentou contratá-lo, ele se comportou bem. Na época, se falava que ele era muito quieto, que aceitava ser reserva numa boa e que não ficava chiando, tentando cavar a titularidade. O que o fez mudar tão radicalmente?

Existem contratos, responsabilidade e regras. Não é somente “quero sair e vou sair”

Quem o contrataria hoje? Onde poderia jogar de imediato? O Flamengo estaria disposto a vendê-lo? E se sim, por quanto?

O Lance! informou que Pedro foi oferecido para o Corinthians, que teria interesse para 2024, caso Yuri Alberto saísse. Mas e grana para contratá-lo e pagá-lo?

Que Pedro respire fundo, ouça pessoas equilibradas e volte a ter o bom comportamento que aparentemente sempre teve.

Imagem: Gilvan de Souza / Flamengo

– Os Times Paulistas na série B são surpresas ou não?

O Brasileirão da Série A tem 5 times do estado de São Paulo, e na série B, são 6

O destaque positivo na Segundona é que nenhum clube do estado está na zona do rebaixamento. O Novorizontino é o líder do campeonato com 39 pontos, tendo o Guarani na cola do G4 com 35 na 5ª posição (empatado em pontos com o 4º colocado, o Vila Nova), e o Mirassol bem próximo, com 34 pontos.

Estamos vendo um novo momento dos clubes pequenos do Interior, já que alguns são dirigidos como empresas e outros são auto-sustentáveis? Lembrando, o Novorizontino atual é de 2010, tocado por um grupo de empresários e só tem 13 anos (não é o mesmo que foi vice-campeão paulista em 1990, tendo o nome e o uniforme semelhantes), e o Mirassol faz uma gestão responsável há muito tempo.

Enquanto isso, tradicionais clubes interioranos como Paulista, Mogi Mirim, América, União Sao João, Rio Branco e Barbarense vivem nas divisões inferiores regionais…

O profissionalismo e a competência nunca antes foram tão importantes para o futebol como agora.

Escudos do antigo e do novo Novorizontino: times trilham mesmo caminho de sucesso em épocas distintas — Foto: infoesporte

Na montagem do Infoesporte, extraído do GE, os dois Novorizontinos.

– As 12 profissões do futuro.

De “Consultor de Longevidade” a “Coaching”; de “Gestor de Moda para Avatares” a “Fazendeiro Digital”. E, claro, outras novas profissões para todos os gostos surgirão no futuro!

Um especial do “O Estado de São Paulo” trouxe a discussão sobre os ofícios previstos para meados do século XXI, além das tendências profissionais dos novos tempos.

Vale a pena dar uma lida. O link original está em: https://arte.estadao.com.br/focas/estadaoqr/materia/conheca-12-profissoes-do-futuro-de-consultor-de-longevidade-a-fazendeiro-vertical

Novas profissões vão bem além das que são estritamente ligadas à tecnologia: já ouviu falar em programador de entretenimento pessoal? Imagem extraída do link acima.

– Profissional ou Pessoalmente, não magoe ninguém.

Mais direto, impossível:

– Eita futebol brasileiro… a torcida do Galo Mineiro e a “palestra motivacional”,

Circula na Web as imagens da Torcida Organizada do Atlético-MG fazendo palestra aos jogadores. E fico penando: que medo é esse de agir como profissional e encerrar esses vínculos de submissão?

Jogador bem remunerado já deveria ser auto-motivado, e quando toma susto da torcida, pede a conta e vai embora. E antes de ir, “abandona” o clube informalmente.

Lamentável…

Notícias do Atlético-MG

Imagem extraída de: Notícia do Galo, link em: https://www.torcedores.com/noticias/2019/09/principais-noticias-do-atletico-mg-desta-quinta-feira

– O Famigerado Assédio Moral.

Amigos, compartilho um interessante artigo do Prof José Renato Santiago, a respeito da definição e das conseqüências de algo, infelizmente, corriqueiro em algumas organizações: o assédio moral!

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/edit.html

O FAMIGERADO ASSÉDIO MORAL

Algo que nos envolve, que nos pressiona, que nos sufoca…

A verdade é que muitas vezes o assédio moral, por ser formado por uma série de pequenas ações, torna-se algo difícil de explicar.

No entanto, a maneira como ele nos atinge é algo claramente notado.

De repente pequenos pedidos e solicitações começam a nos aborrecer.

Não sabendo ao certo o motivo de se haver a necessidade de desenvolver algumas atividades, passamos a questioná-las.

Primeiro internamente, sendo que logo a seguir, aparecerem outras demandas que não possuem qualquer relação com as anteriores.

A confusão começa a fazer parte de nossa mente, e passamos a duvidar cada vez mais de nossa capacidade de entendimento.

Nossa capacidade de discernimento do ponto de vista profissional começa a fraquejar.

Quando enfim decidimos expor as razões de nossas dúvidas junto aqueles que, a princípio, são nossos líderes, nada mais é acrescentado.

Neste momento é quando mais notamos uma certa carência, e o pior, nos culpamos por isso.

E o fluxo parece sempre ser o mesmo, não há diretrizes, tão pouco objetivos claros a serem atendidos, apenas a manutenção de uma falida relação de chefia / subordinado.

Como se o subordinado não tivesse qualquer espaço para desenvolver seu raciocínio e utilizar de suas competências da forma mais adequada.

Aí vem o desanimo, a falta de vontade que é um trampolim para o comodismo.

Muitas vezes, infelizmente, muito embora estejamos dentro de um lema corporativo de defender e valorizar as pessoas, com certa frequência muitos profissionais adotam atitudes que, de firme mesmo, tem apenas o interesse de usar as competências de seus colaboradores de maneira míope sem qualquer preocupação em valorizá-los.

“Pode deixar que penso por você…” ou “Sei bem o que estou fazendo”….passam a ser mais do que simplesmente frases, mas sim diretrizes que limitam a usar de forma pejorativa o que existe de melhor das pessoas.

Cabe a cada um de nós, funcionários, colegas de trabalho e até mesmo “chefes” nos atermos a forma pelo qual estamos construindo nossas relações junto as atividades que desenvolvemos.

Somos pessoas que possuímos nossos valores, temos nossas competências e sendo assim, temos que ser incluídos, ou ao menos informados, das decisões sobre as quais estamos envolvidos de alguma forma… ainda mais que as relações atuais de trabalho não podem se limitar a serem uma evolução das antigas relações existentes ente os senhores e seus escravos.

Assédio Moral no Trabalho! Como e por que acontece?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Felipão e suas manhas…

“Manhoso”. É esse o adjetivo que podemos dar a Scolari.

Vencedor e campeão do mundo, seduzido pelas altas cifras do Atlético Mineiro, “desaposentou-se” e voltou a treinar. Não venceu ainda no Brasileirão, e tem usado a velha estratégia: tergiversar.

Ele não responde mais as perguntas sobre o desempenho do seu time ou as questões táticas, mas cria polêmicas para desviar o foco. A última chegou a ser vexatória: 

“Futebol não existe mais. Acabou o assunto. É um outro termo. Não vou falar mais. Bola ao cesto, bola quadrada, mas futebol, não!”

Uma pena que ele esteja usando as estratégias que usava na década de 90 em 2023. Respeito o profissional e a pessoa (até porque ele tem a idade e a fisionomia do meu querido pai), mas há de se contestar esses subterfúgios inválidos.

Felipão, 73 anos e meio. O treinador brasileiro mais velho da história da Libertadores

Imagem extraída de: https://esportes.r7.com/prisma/cosme-rimoli/felipao-73-anos-e-meio-o-mais-idoso-tecnico-na-libertadores-e-no-brasileiro-nao-sou-velho-27052022

– Experiência ou Estudo: o que vale mais para os profissionais?

Um dilema cada vez maior em nossos dias: a prática profissional ou a formação acadêmica – O que seria mais importante?

Vale a discussão, abaixo, extraído de FSP, 10/12/2017, Caderno Carreiras, C2.

O QUE VALE MAIS: HABILIDADE OU DIPLOMA?

Declaração de empresário embasa discussão sobre o peso da graduação e de especializações versus experiência e competência

Por Cris Olivette

Enquanto muitos profissionais consideram que ter uma coleção de diplomas garante sucesso na carreira, o dono da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, diz que as habilidades devem ser levadas mais em consideração do que os diplomas, na hora de contratar profissionais.

A afirmação de Musk, segundo o especialista em recuperação de empresas, Flávio Ítavo, é verdadeira quando se refere a necessidade de contratar pessoas experientes para exercer uma tarefa complexa.

“Não é verdadeira quando falamos em profissionais em início de carreira. Para esses, o diploma continua sendo importante. No meu caso, por exemplo, quando sou contratado como consultor, as empresas olham para aquilo que já realizei. Elas não vão se preocupar em olhar em qual faculdade me formei há 30 anos e quais especializações eu tenho”, diz.

Presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil), Elaine Saad concorda com ele. “Para contratar alguém no início de carreira, as companhias usam o diploma como parâmetro de avaliação. Os RHs partem do principio que a pessoa que tem aquele diploma passou por aulas e provas sobre o assunto. Isso não significa que alguém sem nível universitário não tenha o seu valor.”

Segundo ela, as pessoas escolhem as profissões e depois caminham na vida profissional não necessariamente dentro da carreira escolhida, e isso ocorre por dois motivos: ou porque o trabalho a direciona para outro lado, ou porque não encontram oportunidade na área.

Elaine diz que na maioria das vezes, o que se aprende na faculdade vai ficando para trás e passa a prevalecer a atividade que a pessoa faz no dia a dia.

“Para mim, o diploma não deixou de ser importante, porque o estudo na universidade tem duas funções: estimular a capacidade cognitiva e ajudar as pessoas a se manterem atualizadas. Porém, diploma não garante que o profissional permaneça em uma companhia, ou tenha sucesso no que faz. Só estudar não capacita para o sucesso no mundo corporativo.”

Ela considera que os dois aspectos são complementares. “Conforme o momento de carreira, é possível ao RH identificar as habilidades de um candidato por meio de uma série de metodologias, que buscam a evidência do que ele está falando.”

Diretora de RH e Marketing da Manpower Group Brasil, Márcia Almström diz que o mundo está muito mais prático do que teórico. “Hoje, ter um diploma de nível superior não é sinônimo de empregabilidade. Quando pesquisamos o mercado, observamos que as demandas surgem nas áreas muito mais técnicas e especialistas. Essas qualificações têm sido as que têm gerado mais empregos”, conta.

Segundo ela, a experiência prática passou a ser um fator de inserção do jovem no mercado de trabalho. “Participamos de discussões com o MEC e representantes de vários países sobre como inserir o jovem no mercado de trabalho. Nossa contribuição para essa discussão foi a pesquisa que fizemos sobre Escassez de Talento, que aponta que há falta de talento na área técnica. E aonde tem escassez tem oportunidade de trabalho. É um desafio para as empresas, mas uma oportunidade para as pessoas. Por isso, o MEC alterou o currículo do ensino médio para oferecer formação técnica”, conta.

Márcia diz que a pesquisa feita pela Manpower aponta que o terceiro fator de maior dificuldade das empresas em preencher as vagas é a falta de experiência prática. “O que mostra o peso de se ter experiência efetiva. É indiscutível o quanto a experiência prática tem valor no currículo e na competitividade das pessoas.”

Habilidades. Ela afirma que a habilidade significa desenvolver uma expertise, o que é oferecido pelo curso técnico. “Diferentemente do curso superior, que qualifica a pessoa como médico, advogado etc. Mas esse profissional não é especialista, é generalista. Habilidade é o fazer técnico. A formação superior oferece competência.”

Elaine diz que entre as habilidades mais valorizadas pelo mercado estão: capacidade de resolver problemas e transformar uma questão complexa em algo mais simples; facilidade de comunicação e de perceber como se comunica e como o outro compreende de maneira efetiva; iniciativa; ambição – saber aonde quer chegar; capacidade de se conhecer e de entender como funciona e o impacto que causa em outras pessoas; capacidade de compreender o contexto onde está inserido; e percepção dos diferentes perfis de pessoas.

“Tem uma série de habilidades com as quais algumas pessoas já nascem e outras podem ser aprendidas, como a autoestima, que é um atributo bastante importante”, diz Elaine.

Saiba como identificar se o seu diploma é verdadeiro ou falso - cotidiano - ACidade ON Campinas

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para a postagem do crédito.

– Sabe quem são os inimigos da Produtividade no cotidiano corporativo?

Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre inimigos da produtividade, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:

1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.

2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.

3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.

4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.

5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.

6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.

7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.

E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?

7 ideias para melhorar a produtividade da empresa rapidamente 💡💡💡

Imagem extraída de: https://pluga.co/blog/ideias-melhorar-produtividade-empresa/

– Juninho Paulista e a lamentável realidade da Seleção.

Fiquei triste ao ler a entrevista de Juninho Paulista, onde ele escancara como Tite “se magoou” com alguns atletas (e numa linguagem popular: “os queimou”). Me refiro ao Claudinho, Malcom e Gabriel Magalhães.

A Seleção não é Exército com serviço obrigatório, mas uma ação entre amigos. A CBF, dona da Seleção, é uma lucrativa empresa privada. Portanto, nada de piedade para os cartolas – que ao que se vê, são vingativos.

Triste.

Compartilho em: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/12299837/juninho-revela-motivo-que-afastou-claudinho-e-mais-dois-da-selecao-brasileira-nao-gostei-da-atitude

Foto: Lucas Figueiredo / CBF

– É simples, não? O aperfeiçoamento vem com o tempo.

Dar oportunidades, para muitos, parece tão complicado e cheio de justificativas… mas a verdade é: se não existir a chance de começar, ninguém chegará ao sucesso.

Oportunize:

– Chefes relaxados são melhores?

O Valor Econômico trouxe uma matéria curiosa: o equilíbrio entre vida pessoal e profissional pode se dar por conta do se “desligar” pós-serviço.

Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2023/06/11/chefes-que-se-desconectam-lideram-melhor-aponta-estudo.ghtml

CHEFES QUE SE DESCONECTAM LIDERAM MELHOR, DIZ ESTUDO

Levantamento feito nos Estados Unidos sugere que gestores que priorizam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional são mais eficazes

– Dinizismo na Seleção: e as questões éticas?

Fernando Diniz será por 1 ano (que é um período de tempo significativo no futebol brasileiro, os treinadores penam para chegar a tanto tempo em seus cargos) o treinador “tampão” da Seleção Brasileira, à espera da chegada de Carlo Ancelotti.

Penso:

  • Ser treinador do Fluminense e concomitantemente da Seleção requer tempo. Terá tanto tempo para não prejudicar sua equipe?
  • Ancelotti está apalavrado, não assinado. E se… entenderam? Diniz ficará como treinador efetivo, a contragosto do Fluminense?
  • Se Diniz fizer um magnífico trabalho com a Seleção, Ancelotti virá assim mesmo?
  • Se forem jogar Fluminense x Palmeiras na volta de uma data-FIFA, já imaginaram se (como nessa última pausa) o Palmeiras ter que jogar desfalcado? Nem mesmo num jogo de confronto direto, mas se ambos estiverem disputando posição na tabela…

Eu preferia, sendo “tampão”, um treinador desempregado. Ou um assistente de Ancelotti. Mas nessas condições, acho complicado.

JORGE RODRIGUES/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO AGF

Imagem: Jorge Rodrigues / AGIF

 

 

– Quais suas habilidades profissionais?

Muito legal! Participei de um Red Bull Wingfinder, uma especie de teste de capacitação e habilidade profissional.
Para quem queira fazer, o link aqui: https://www.redbull.com/br-pt/wingfinder
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– E se o Santos estivesse na liderança do campeonato?

Primeiro, foram Nathan e Lucas Pires flagrados em uma balada na madrugada com belas mulheres (com o time capengando no campeonato). Agora, Soteldo que se rebelou.

Se o Santos FC estivesse vencendo, esses casos de indisciplina teriam acontecido?

Ou ainda: essas coisas teriam “vazado” se o Peixe fosse líder do Brasileirão e estivesse classificado para a segunda fase da Copa Sul-americana?

A verdade é: não sabemos nada do que acontece de verdade nos bastidores...

O atacante Soteldo, do Santos, em partida contra a LDU na Vila Belmiro - Marcello Zambrana/AGIF

Imagem: Marcello Zambrana/AGIF

– Nomes pomposos no trabalho.

Muitas vezes usamos um linguajar “mais sofisticado para impressionar” os outros. E é exatamente isso  que acontece no dia-a-dia de quem procura recolocação profissional

Veja como os cargos mudam na rede social LinkedIn:

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– LinkedIn é o canal preferido das Grandes Empresas, segundo a FSP

No Caderno “Mercado” de um domingo atrás (pg B2, por Maria Cristina Frias), a Folha de São Paulo retratou como as grandes empresas têm contratado seus executivos.

O tal do QI – não o Quociente de Inteligência mas sim o “Quem Indicou – continua sendo importante. Mas a coleta de informações via a rede social LinkedIn se tornou o principal meio dos recrutadores de grandes organizações.

Confesso que eu tinha o meu perfil na rede um pouco desatualizado. Talvez o “tanto” de redes sociais existentes nos obriguem a fugir do computador em algumas horas, para que a vida real não se furte à virtual. Mas, recentemente, comecei usar o LinkedIn para minhas publicações e confesso que a qualidade dos artigos de lá são ótimas. Acho muita coisa boa que me agrada nela.

E você, têm atualizado seu perfil lá?

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Imagem extraída da Web.

– Afinal, o que é ter uma carreira profissional bem-sucedida?

Remuneração alta? Poder? Mordomias? Benefícios amplos?

Como definir o que é ter uma carreira de sucesso no trabalho?

Seria fazer o que gosta?

Olha que discussão muito bacana, compartilhada de: https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2017/09/02/bem-sucedido-carreira-emprego.htm

NÃO É PRECISO SER CHEFE E GANHAR MUITO PARA TER CARREIRA BEM-SUCEDIDA

Está satisfeito com seu emprego, mas não se considera um profissional bem-sucedido? Alguns sinais podem demonstrar que você tem sim uma carreira de sucesso.

Segundo o professor da FGV Management e especialista em gestão de negócios Luciano Salamacha, ser bem-sucedido não significa necessariamente que o profissional precisa ser chefe em uma grande empresa e ganhar um salário alto.

“Há muitas propostas sobre o que é ser bem-sucedido que levam a um estereótipo. Mas, o ponto-chave hoje é que é possível personalizar o que é sucesso para cada um. Sucesso é um estado de conforto. É o atingimento de um objetivo”, diz Salamacha.

O consultor de carreiras Emerson Weslei Dias concorda. “O sucesso é a realização progressiva de objetivos que valem a pena. Tenho que sempre realizar novos objetivos, mas o ‘vale a pena’ cada um tem o seu.”

Confira sinais de que você é bem-sucedido, mas pode não perceber:

1) Está alcançando objetivos como planejava

O primeiro passo é analisar como está sua carreira. “O profissional pode fazer uma análise crítica do grau de evolução dentro de uma linha no tempo. Onde eu estava há um, três ou cinco anos? Como foi a minha evolução nesse período?”, diz Salamacha.

Se planejava virar analista em três anos, por exemplo, e chegou ao cargo nesse período, ele pode se considerar bem-sucedido. “Quanto mais o profissional tem certeza do que quer, mais vai conseguir mensurar se está bem-sucedido. Se cinco anos atrás eu sabia onde queria estar, hoje eu posso verificar se tive sucesso naquilo que eu planejava.”

2) Talentos e habilidades são usados

Outra forma de analisar se está em um momento de sucesso na carreira é analisando se seus talentos e habilidades estão sendo usados no seu emprego. “Às vezes, uma pessoa se acha talentosa, mas não tem oportunidade de usar o que sabe”, diz o consultor.

Uma pessoa que trabalha na área administrativa da empresa e fez design, por exemplo, não está usando suas habilidades. Já quem tem a chance de utilizar o que sabe e gosta pode ter nisso um sinal de que está indo bem na carreira.

3) Necessidades são atingidas

Para Dias, outro ponto para analisar é se as motivações e necessidades estão sendo atendidas. “Se ganho R$ 10 mil e consigo viver com R$ 5.000, minhas necessidades estão sendo atendidas. Se minha necessidade é de R$ 10 mil e ganho R$ 5.000, então, não está atendendo”, afirma.

4) Valores da empresa são os mesmos que os meus

O consultor afirma que, para o profissional se considerar bem-sucedido, ele também deve analisar se os valores da empresa são os mesmos que ele possui. “Os valores que tenho são compatíveis com a organização em que estou trabalhando?

Até que ponto vale a pena estar em uma empresa em que ganho bem, mas na qual não consigo trabalhar de determinada forma ou preciso enganar clientes?” Se está em uma empresa em que acredita, é um sinal de sucesso.

5) Sou procurado como referência

Para Salamacha, um sinal de que o profissional está em um momento bem-sucedido é quando ele é visto como uma referência na empresa. “Se minha opinião é desejada, não por processo protocolar, mas por assertividade nas minhas opiniões, isso pode ser um bom sinal.”

6) Tenho autonomia e independência na empresa

Outra forma de analisar se está indo bem na carreira é quando o chefe passa a confiar e dar autonomia para as decisões. “Quando o gestor demonstra de maneira formal que está confiando no funcionário, ele ganha autonomia e independência dentro da empresa”, diz Salamacha. Isso acontece quando um chefe não precisa revisar um material de uma reunião feito por você, por exemplo, pois acredita que o conteúdo estará correto.

7) Clientes preferem meu atendimento

Quando há a preferência de clientes para o seu atendimento também pode ser um sinal de ser bem-sucedido. “Se chega um cliente e você fala que está ocupado, mas que há um outro funcionário livre, e o cliente diz que quer esperar você é quando se está conquistando relevância”, diz o professor.

Problema pode não estar na carreira

Dias afirma que, se o profissional alcançou todos esses passos, mas ainda assim não se sente bem-sucedido, o problema pode não estar na carreira. “Se está bem, se está conseguindo ter desafios, nutrir motivações e usar seus talentos, a soma disso tudo, independentemente da sua posição, é motivo de sobra para ser bem-sucedido. Se não se sente assim, o problema pode estar em outras áreas, como a vida pessoal.”

Resultado de imagem para Carreira de sucesso

Imagem extraída da Internet, autoria desconehcida.

– Dicas para Melhorar seu Perfil no LinkedIn.

Olha que bacana: Eliete Oliveira, Consultora em Recolocação Profissional, trouxe algumas boas dicas para a otimização dos perfis de usuários da Rede Social Linkedin.

Compartilho, extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/alguns-recursos-escondidos-do-linkedin-irão-te-eliete-oliveira?trk=hp-feed-article-title-like

ALGUNS RECURSOS “ESCONDIDOS” DO LINKEDIN IRÃO TE SURPREENDER

Recentemente li uma matéria sobre  recursos “escondidos” no Linkedin.

Alguns já eram manjados e outros totalmente inéditos. Testei todos e achei tão bacana que resolvi compartilhar com meus contatos, afinal tenho mais de 12.000 conexões e acredito que possa atingir um grande número de pessoas.

Mas resolvi fazer melhor.

Além de falar destes recursos, reuni algumas dicas  sobre como usar o Linkedin a seu favor, vamos lá:

1) Você pode fazer um “espelho” do seu perfil em outro idioma

Algumas pessoas escrevem o seu perfil em outra língua, grande parte em inglês, o que eu não aconselho, pois ter um perfil somente em inglês, limita um pouco o seu alcance.

Sim, vivemos em um mundo no qual a língua inglesa é importantíssima e por isso é essencial que tenhamos o domínio dela, isso sem dúvida. Porém, lembre-se que  nem todos falam a língua, inclusive alguns recrutadores, pense nisso!

O que muitos não sabem é que há um recurso que permite que você crie um “espelho” do seu perfil em outra língua, com um link idêntico ao original.

Portanto você não precisa ter um perfil somente em inglês ou em outra língua.

Você deve acessar a opção “Editar perfil”, colocar o mouse em cima da seta ao lado do botão azul “Visualizar perfil como” e selecionar a opção “Criar perfil em outro idioma”. Você será então direcionado para uma página que permitirá editar suas informações na língua escolhida.

2) Desative atividades temporariamente

Todas as atividades que você realiza na rede aparecem para seus contatos, quando você troca uma foto, quando você faz uma alteração em seu perfil, se você inclui alguma experiência de trabalho, etc. Caso você não queira que as pessoas vejam que você está atualizando seu perfil, você precisa desligar temporariamente esse recurso. Para isso, clique em Settings no menu abaixo do seu nome no canto direito superior.

No “Perfil”, clique em “Turn on /off  para Activity Broadcasts”.  No pop-up que aparece, desmarque a caixa e clique em Salvar.

Mas  não esqueça de voltar a essa definição e verificar  se  a atualização foi realizada com sucesso no seu perfil.

3) Inclua palavras-chave e aumente suas chances de ser contratado

Muitos sabem que o recrutadores utilizam filtros em vários sites para conseguir candidatos, no LindedIn não é diferente. É por isso que as palavras-chave são tão importantes.  Para ficar na mira dos recrutadores e aumentar suas chances de recolocação , alinhe suas palavras-chave com o cargo que você está tentando conquistar.

Você pode procurar no google sua descrição de cargo, basta colocar sua função e a palavra “descrição de cargo” e você encontra várias pesquisas que poderá se basear, compare o que você faz hoje com a sua descrição, veja se faltam palavras essenciais das suas atividades e preencha seu perfil.

Caso você tenha dificuldade, existem várias ferramentas que poderão ajudá-lo nessa tarefa. É recomendado você usar mais de uma. Aqui estão algumas: Google AdWords, WordStream Keyword Tool, KeywordEye,  KeywordSpy e SEMRush.

4) Como personalizar sua URL.

URL  é o endereço que você será localizado no Linkedin.

Quando você personaliza  a URL torna a busca mais fácil e  mais atraente do que uma sequência de letras e números sem sentido. Pode ser construída com seu primeiro e último nome e incluir mais informações. Para configurar a sua URL, clique em Perfil no menu superior e escolha Editar Perfil.  Em seguida, clique em na figura da engrenagem,  ao lado da URL abaixo da sua imagem. No lado direito da página, sob suas configurações de perfil público, é onde a sua URL atual é listada. Clique em editar para personalizá-la.

Eu configurei a minha e achei ótimo, veja abaixo:

https://www.linkedin.com/in/eliete-oliveira-79ab1442

https://br.linkedin.com/in/elieteoliveiraconsultoria

5) Receba recomendações

As  Recomendações de ex-chefes, colegas de trabalho são muito importantes no seu perfil da rede, elas dizem muito sobre você e tem o mesmo valor de uma referência profissional.

Como conseguir uma recomendação de meus colegas?

A melhor forma para se obter uma recomendação é recomendar alguém. Procure apenas pessoas que conhecem bem o seu trabalho. O mesmo vale para recomendar, só recomende quem você tem confiança no trabalho executado.

6) Usar o logo do LinkedIn em outros perfis e sites

Já pensou em usar o logo do LinkedIn na assinatura de e-mail, site, sites de redes sociais ou em outros perfis? Sim, isso é possível, através de um recurso que está disponível para todos. E mais, isso cria backlinks para sua página de perfil, o que melhora a sua visualização e ranking no site.

Para isso será  necessário utilizar um código que o Linkedin disponibiliza. Clique em Perfil e depois em Editar Perfil. Agora clique no mesmo lugar que você fez para ver a URL personalizada. Na coluna do lado direito de navegação, próximo ao fundo, você verá “Badges” ou “Seu crachá de perfil público”, logo abaixo, clique no link e lá terá todas as instruções de como criar um distintivo perfil. Caso tenha dúvidas, entre em contato com a central de ajuda do Linkedin.

7) Compartilhe o seu trabalho

Um recursos interessante. Existe uma forma de divulgar o seu trabalho nos seus grupos.

Caso você queira adicionar links para seus artigos, ou profissionais da área de TI  que queiram  mostrar  as diferentes formas de tratar um problema ou compartilhar links para diferentes ferramentas, informações sobre tecnologias relevantes, isso é possível.

Através de aplicativos do LinkedIn, é possível compartilhar apresentações do PowerPoint, ou  armazenar uma cópia de seu currículo que está disponível para download.  Procure na página Applications LinkedIn.

8 ) Como usar o Headline 

Headline nada mais é do que o título do seu perfil, ou seja a função para a qual você trabalha ou está procurando recolocação. Lembre-se seu perfil navega por toda a rede com esta informação, portanto ela é importantíssima, é através dela que todos identificarão a sua identidade profissional.

Se você está procurando recolocação, ou está em fase de transição de carreira, você pode colocar a descrição da função que esteja mais alinhada aos seus interesses hoje. Você pode também não ficar limitado a apenas uma, pode colocar algumas das funções que você  hoje se dispõe a trabalhar.

Lembre-se,  este campo tem 140 caracteres, use-o com inteligência. Coloque de maneira clara, evite colocar seu título em inglês. O linkedin tem a possibilidade de fazer um “espelho” do seu perfil todo em inglês, como já expliquei no primeiro tópico. Portanto use seu perfil principal em português.

9) Como  organizar contatos na rede

Se você tem muitas conexões e quer organizá-las de maneira que fica fácil sua busca, este recurso será muito útil. Você poderá criar listas, é muito fácil. No menu “Minha rede”, clique em “Conexões”. Abaixo das últimas atualizações dos seus contatos, você verá o nome de todas as pessoas que já adicionaram você no LinkedIn.  Clique em “Marcador” para classificar aquele pessoa em um determinado grupo, como “colegas de classe”, “amigos” ou “parceiros”.

Se você preferir,  também poderá criar novos marcadores e mais tarde fazer buscas segmentadas por contatos de acordo com suas “listas”.

10) Melhorar seu networking com a ferramenta de pesquisa de ex-alunos

Como isso pode te ajudar? fazendo buscas das páginas das universidades no linkedin, você pode encontrar ex-alunos que trabalham em empresas que você gostaria de trabalhar e que podem ser inclusive pessoas com as quais você conviveu.

Com isso você pode conseguir aproximação com estas pessoas e melhor seu networking. É um bom caminho para quem não sabe como começar a interagir na rede em busca de melhorar seus contatos ou mesmo conseguir mais chances de recolocação.

Para descobrir este recurso vá em minha rede, encontrar ex-alunos, que encontra-se na página principal, logo abaixo de pesquisa.

11) Ferramenta para medir seu comportamento na rede.

Existe um ferramenta do LinkedIn que chama-se “Social Selling Index” ou “Indice de Vendas sociais” . Esta ferramenta faz uma avalição do seu comportamento na rede, com base nas suas informações de interação. Com isso você pode medir sua eficácia em estabelecer uma marca profissional, localizar pessoas e cultivar relacionamentos, ou seja, como você está desenvolvendo o networking.

O link para ter acesso está abaixo:

https://business.linkedin.com/sales-solutions/social-selling/the-social-selling-index-ssi?src=li-prod&veh=ssi_dashboard_share&utm_source=linkedin&utm_medium=ssi_dashboard&utm_campaign=ssi_dashboard_share

Com este recurso você consegue acompanhar seu desenvolvimento semanalmente.

É isso!

Eu sou Eliete de Oliveira, Consultora para profissionais em transição de Carreira

 

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Imagem extraída da Internet, logo do LinkedIn.

– Ser insociável no dia-a-dia pode ser salutar ao ambiente de trabalho?

Uma pesquisa curiosa: quanto menor a sociabilidade da pessoa ou quanto mais retirada for a moradia dela, maior é o indicativo de inteligência no trabalho!

Extraído de Época Negócios, Ed 111, Caderno Inteligência, pg 27

NÃO QUERO SER SOCIÁVEL

PARA ALGUÉM DE Q.I. ALTO, INTERAÇÃO COM OS OUTROS É PERDA DE TEMPO 

O inferno são os outros, decretou Jean-Paul Sartre em “Entre Quatro Paredes”, peça teatral de 1944. Mais de 70 anos depois, estudo de pesquisadores da London School of Economics e da Singapore Management University, publicado no British Journal of Psychology, parece reforçar a tese do pensador: embora tradicionalmente a socialização de grupos humanos tenha sido fundamental para a sobrevivência da espécie, os autores descobriram que, quanto mais densa a área habitada, menor é o grau de satisfação das pessoas – uma das causas óbvias, por exemplo, seriam as longas

distâncias entre a casa e o trabalho, percorridas em ruas congestionadas ou no transporte público lotado. Esta conclusão confirma estudos anteriores que detectaram o fenômeno do “gradiente de felicidade urbano-rural”: residentes em áreas rurais isoladas são mais felizes que habitantes de pequenas cidades, que por sua vez são mais felizes que os de cidades médias…

Entrevistando 15 mil pessoas entre 18 e 28 anos, a pesquisa revelou um dado interessante: QUANTO MAIOR O NÍVEL DE INTELIGÊNCIA DO ENTREVISTADO, MENOR É SEU GRAU DE INTERAÇÃO SOCIAL. Para essas pessoas, interações com os outros são perda de tempo que apenas as desviam de objetivos maiores, projetos ambiciosos ou estudos profundos, aumentando seu grau de insatisfação. Além disso, os mais inteligentes estariam mais habilitados a enfrentar os desafios impostos pelos novos tempos sociedade humana, como rápidas mudanças no mercado de trabalho ou na tecnologia da informação, dispensando a ajuda de outros.

Mas cuidado com o truque da insociabilidade forçada. Subordinados menos brilhantes muitas vezes se tornam mais frios e calculistas para parecer mais inteligentes do que são. Isso prejudica o ambiente no trabalho.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Testes para contratação profissional.

Esses testes de aptidão profissional e de perfil comportamental são interessantes.

Algumas vezes, você lê seu resultado e diz: bateu!

Em outras, surpreende-se e diz: nada a ver

Esse foi o meu último:

– Vestir-se Bem garante Emprego e Dinheiro

Você gosta de se vestir bem?

Cientistas comportamentais comprovam: quem usa roupas de grife em entrevistas de emprego consegue melhores ofertas de trabalho!

(original em: http://is.gd/Br79U4)

TODO MUNDO DE OLHO EM VOCÊ

Só pessoas superficiais não julgam pela aparência. Em busca de fundamentos científicos para essa provocação do escritor irlandês Oscar Wilde, dois pesquisadores saíram a campo e (como pouca pretensão é bobagem) concluíram que o poeta irlandês estava no caminho, mas poderia ter sido mais preciso. Na verdade, eles disseram, faltou ao autor de O Retrato de Dorian Gray dizer que o julgamento humano é muito marcado pelos símbolos de status carregados pelas pessoas.

O que poderia ser um desperdício de palavras para Wilde virou o ponto de partida dos cientistas comportamentais Rob M.A. Nelissen e Marijn H.C. Meijers, da Universidade de Tilburg, na Holanda. Para ir mais fundo nessa tese, eles organizaram uma série de experimentos para verificar em que medida a presença de um logotipo à mostra na roupa poderia influenciar as reações das pessoas. Os testes utilizaram modelos vestindo peças que ora ostentavam marcas de luxo, como Lacoste ou Ralph Lauren, ora traziam grifes menos prestigiadas e, por fim, não tinham nenhuma marca à vista.

Em um dos experimentos, voluntários assistiram a vídeos com várias versões da mesma entrevista de emprego. Embora a qualificação do candidato fosse a mesma, aquele que tinha a grife das roupas à mostra foi considerado o mais indicado para a vaga. Em seguida, os cientistas verificaram se essa tendência se mantinha no contato corpo a corpo. Colocaram então pessoas pedindo doações para a Fundação do Coração. “Alguns modelos vestiam uma camiseta polo Lacoste e outros uma camiseta polo sem logotipo. No final da tarde, os de Lacoste arrecadaram quase o dobro em relação aos seus colegas ‘sem marca’”, disse Meijers.

Segundo a hipótese dos cientistas holandeses, as raízes deste comportamento humano vêm de longe. São produto da competição natural, que leva os indivíduos a procurar elementos de diferenciação com o fim de impressionar os potenciais cônjuges.

O exemplo clássico utilizado pela biologia evolucionista para explicar esse mecanismo é a grandiosidade da cauda do pavão. Toda aquela exuberância existiria apenas para informar às fêmeas que o proprietário é, sim, muito saudável, tanto que pode despender tantos recursos em um apêndice sem função prática aparente. Para esses biólogos, a Humanidade usou a mesma estratégia ao longo do processo de seleção natural.

O curioso, dizem os pesquisadores, é que agora os seres humanos estariam aplicando em diversas situações essa técnica de aferição, que foi eficiente no passado para medir a saúde e a qualidade dos genes. Alguns estudiosos acreditam que esse “desvio” explicaria não só a preferência pelas grifes, mas também outros comportamentos baseados na troca de mensagens subliminares.

Oscar WildeEscritor irlandês (1854-1900), autor de clássicos como O Retrato de Dorian Gray, foi um dos expoentes da literatura do período vitoriano, no final do século 19. Por ser homossexual, foi preso e humilhado perante a sociedade

Imagem extraída do link acima

– Por quê não vingou como se esperava?

Ao ver essa foto de Alexandre Pato entre Ronaldo Nazário e Kaká (campeões do mundo e eleitos melhores jogadores  de futebol do planeta), ambos jogando pelo Milan (antes do time italiano perder tanta força), fico pensando: o que deu errado?

Pato tinha tudo para ser um craque lendário. Ele, enquanto jovem, era espetacular. Aconteceu algo no meio do caminho?

Difícil responder…

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Recomeçar a carreira: nada é mais difícil para os profissionais no mercado de trabalho.

Vez ou outra vejo e leio reportagens sobre pessoas que largaram tudo para recomeçar a carreira. Sonho, ilusão ou necessidade?

As dificuldades de um recomeço são sempre impactantes (positiva ou negativamente), não tenhamos dúvida. Abandonar velhos hábitos, por mais que eles sejam maçantes, é algo complicado. E se torna traumático dependendo do sucesso ou não do propósito da própria mudança. Entenda:

– Se a pessoa até então era um profissional vitorioso, com boa remuneração mas cansado da rotina, os novos desafios levarão em conta a importância (ou irrelevância) da questão financeira: valeu ou não a pena mudar? Se o dinheiro não for um problema, ótimo! Caso contrário…

– Muitos procuram qualidade de vida profissional e pessoal. E quem consegue tão fácil esse propósito?

– Sem dinheiro e com crise econômica, nada é mais difícil do que portas abertas em organizações e/ou incentivo ao empreendedorismo. Há de se pensar antes de mudar…

– Acima de todas as questões, a principal torna-se: a SAÚDE! É uma tecla que insisto: a saúde do corpo, da alma e da mente. Vale a pena estar no mesmo emprego com as condições atuais, levando em conta esse aspecto? Até onde a saúde aguenta, todos suportam. Mas quando você percebe disfunções… é hora de reinventar-se!

Deve-se pensar nisso. Os novos desafios surgem pelas oportunidades ou, muitas vezes, pelas carências.

Imagem extraída de: https://blog.pi.senac.br/cinco-dicas-para-turbinar-a-sua-carreira-profissional/

– As 7 coisas para não contar ao seu chefe:

A que ponto sua intimidade com o seu superior lhe permite certas “coisas pessoais a serem reveladas”?

Compartilho uma interessante matéria sobre situações a serem evitadas na relação entre subordinado e chefes.

Abaixo, extraído de: https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2017/05/29/briga-em-casa-falta-de-dinheiro-7-coisas-que-nao-deve-contar-ao-seu-chefe.htm?cmpid=tw-uolnot

BRIGA EM CASA, FALTA DE DINHEIRO: 7 COISAS QUE NÃO DEVE CONTAR AO SEU CHEFE

Brigou com alguém da família, quer sair da empresa ou está com as contas atrasadas? Pode parecer comum conversar sobre isso com os amigos, mas é melhor não compartilhar essas informações com seu chefe.

UOL conversou com a diretora de Marketing e RH do ManpowerGroup, Márcia Almström, e a professora da pós-graduação em Recursos Humanos da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) Izabela Miotto para listar sete temas que seu patrão não precisa saber sobre você. Confira:

1) Problemas de relacionamento

Ter uma briga ou uma discussão com marido, mulher, namorado, filhos ou pais é comum, mas seu chefe não precisa saber o que aconteceu. “Se está com dificuldades com a família, quanto mais se preservar no ambiente corporativo, melhor é para você. Pode não ser adequado contar para o chefe. Recomendo mais cautela e discrição”, diz a especialista do ManpowerGroup.

2) Se ficou até tarde na balada

Ao ir a uma festa ou comemoração, não chegue no trabalho contando o que fez. “Existe uma etiqueta corporativa que deve ser respeitada. Ela varia de empresa para a empresa, mas falar que chegou às 4h da manhã e tomou todas não é adequado”, diz Miotto.

3) Situação financeira ruim

Se está com alguma conta atrasada e passando por problemas financeiros é melhor deixar seu chefe fora disso. “O RH da empresa é a área em que o funcionário pode verificar a possibilidade de um empréstimo. Há empresas que têm a política de emprestar dinheiro em alguns casos. Compartilhar por compartilhar com o chefe, eu não recomendo. Isso desgasta a imagem do funcionário”, diz Almström.

4) Planos de sair da empresa

Se você está pensando em sair da empresa, não vale a pena contar para o chefe sem antes ter uma decisão concreta. “Fica a impressão de que estou aqui recebendo meu salário e pensando em outro lugar. É uma decisão sua e que compete a você, não ao seu chefe. Ele tem expectativas em relação ao funcionário e sua contribuição para a companhia”, diz Almström.

5) Fofocas sobre o chefe e colegas

A recomendação é não levar fofocas para o chefe sobre ele ou sobre colegas. A pessoa pode achar que está fazendo algo positivo em contar críticas feitas nos corredores, mas na verdade não há benefício para ninguém, afirma Almström.

6) Queixas do dia a dia

Nem sempre o funcionário concorda com o que acontece na empresa. Mas ficar reclamando de tudo não ajuda na imagem profissional. “Essa postura de reclamar o tempo inteiro e de dizer que nada está bom faz com que as pessoas não se aproximem. Não é bom fazer isso com o chefe nem com ninguém”, diz Almström.

Ela afirma que o profissional precisa mostrar capacidade de lidar com as situações do dia a dia. “É preciso apresentar soluções em vez de ressaltar os problemas.”

7) Reclamações constantes dos colegas

Nem sempre é fácil lidar com os colegas de trabalho. Mas levar queixa sem relevância ao patrão pode ser prejudicial ao profissional. “As dificuldades dentro das organizações são reais. É preciso buscar maturidade para lidar com os problemas. O chefe não espera que de cinco em cinco minutos chegue uma queixa. Não é que não possa falar, mas tem de saber o momento correto para isso”, diz Almström.

Relacionamento com chefe pode ser construído

Para Miotto, o chefe e o funcionário podem ter uma relação, mas há limites. “Uma relação de confiança cria um ambiente de trabalho seguro. Mas há um limite. Eu posso chegar para o chefe e dizer que não estou bem, que tenho um problema pessoal, e ele abrir espaço para eu falar”, diz.

Porém, é necessário fazer uma análise da empresa para entender esses limites. “É preciso observar o ambiente antes de sair contando tudo para ele. Um relacionamento com o chefe se constrói no dia a dia. Aí o funcionário vai ter clareza de até aonde ele pode ir”.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.