– O Mickey Mouse virando Mickey Mau!

Em tempos que se prega a não-violência, a Walt Disney rema contra a maré; nos jogos de video-game, o jogador poderá optar pelo Mickey “bonzinho” ou pelo Mickey “malvado”. A nova faceta do ratinho famoso é uma das apostas para lucrar mais…

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2089/mickey-mau-para-atrair-mais-publico-disney-cria-uma-versao-156631-1.htm

MICKEY MAU

Nas últimas oito décadas o mundo se acostumou com a agradável presença do ratinho Mickey Mouse, um sujeito boa-praça, bem intencionado e ingênuo. Com a força que emanou de Mickey a Walt Disney Company se firmou como uma das maiores produtoras de conteúdo infantil do planeta. Estima-se que, em 2008, só a marca Mickey tenha movimentado US$ 5 bilhões, o equivalente a 13% do faturamento total do grupo, estimado em US$ 37,8 bilhões anuais.

Mas a Disney quer que ele renda ainda mais. E, para isso, a empresa arquiteta mudanças para o personagem em 2010. O marco zero da nova fase será o lançamento do jogo Epic Mickey, que apresentará um ratinho mais complexo, cujas atitudes não se esgotam no bom-mocismo.

“Queremos trazer o heroismo e até um pouco de mau comportamento de volta”, diz Warren Spector, diretor criativo do game. “Hoje ele é lembrado apenas como estampa de camiseta, ou como brinquedo de criança. Queremos mudar isso.”

A superprodução Epic Mickey chegará ao Wii, da Nintendo. No game, caberá ao jogador decidir como ele se comportará – se ele será bonzinho e polido, como de costume, ou egoísta e até mau. O jogador deve guiar o ratinho por uma terra de ninguém habitada por personagens criados pela Disney em seus 81 anos de existência, mas que, por alguma razão, não fizeram sucesso e hoje se ressentem da fama que Mickey parece não querer dividir.

Armadilhas criadas a partir de atrações de parques como o Walt Disney World, nos Estados Unidos, também compõem o cenário. E a autorreferência não para por aí. No jogo, as principais ferramentas do herói são um pincel e um pote de tíner, para diluir a tinta que cria o estranho mundo por onde Mickey circula. “O jogador pode decidir que tipo de herói ele quer ser”, explica Spector. “E as decisões que ele toma moldam o Mickey, tanto em sua aparência quanto em suas habilidades”, diz.

Com o ingresso em escala épica de Mickey Mouse nos games, a Disney se arrisca para inovar com o que tem de mais tradicional.

“Não é um novo personagem, mas as pessoas vão conhecer um lado novo do Mickey”, diz Marcelo D’Emidio, da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM-SP). Mas o risco é controlado.

“A Disney não começou a mudança na parte de filmes ou de programas de televisão”, ressalta André Galiano, da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap).

Para ele, o mundo dos videogames é bastante segmentado, tem impacto principalmente no universo adolescente e pode servir de tubo de ensaio para um Mickey menos bonzinho. “Mas é sempre difícil e arriscado mexer com um clássico”, afirma Galiano. Ainda mais quando ele é um sucesso que encanta e rende bilhões.

– Cosan e Shell agitam o Mundo da Administração

Um gigante está prestes a despertar: Cosan, maior produtor de álcool do mundo, da brasileira família Ometto, e que hoje detém a distribuição de combustíveis dos postos Esso, está praticamente acertada com a multinacional anglo-holandesa Shell para uma espécie de fusão. Na verdade, é uma troca de operações com participação proporcional em cada um de seus ramos de atuação. Possibilitará tornar, de fato, o álcool combustível como produto mundial.

Um negócio de módicos… 12 bilhões de dólares!

Administrar a nova empresa será um prazer. Não tenha dúvidas.

Extraído de: IG

UNIÃO ENTRE SHELL E COSAN ALTERA CENÁRIO GLOBAL DO ETANOL

A união Shell Brasil e Cosan tende a alterar drasticamente a forma como o etanol é produzido e vendido no mundo e lançar as bases para a criação de um mercado global de biocombustíveis. Nas palavras de Rubens Ometto Silveira Mello, acionista e presidente do conselho de administração da Cosan, “estamos dando o passo que estava faltando para o etanol se transformar numa commodity global”.

Entre os especialistas da área de biocombustíveis, o negócio foi visto como uma mudança de paradigma. Na avaliação de Paulo Costa, consultor de agronegócios, bioenergia e comércio exterior de Buranello Passos Advogados, trata-se da associação mais estreita e arrojada já feita entre uma petroleira e uma indústria de etanol.

“É cedo para dimensionar o que essa nova empresa será capaz de fazer porque precisamos dos detalhes finais do acordo”, diz Costa. “Mas com certeza foi o movimento mais agressivo feito por uma petroleira no mercado de etanol. Tudo indica que Shell e Cosan estão criando a maior distribuidora global de etanol e juntas podem lançar as bases para a criação do mercado internacional de biocombustíveis”.

Atualmente, as vendas internacionais de etanol são feitas por médias e grandes comercializadoras de álcool e por tradings agrícolas. Essa característica faz com que a exportação anual seja instável e fragmentada em centenas de contratos de vendas, em sua maioria de curto prazo. Na prática, não se pode sequer dizer que já exista um mercado organizado de biocombustíveis. O produto sequer é cotado em bolsa de valores e os preços são negociados livremente entre vendedores e compradores.

Essa característica afasta clientes importantes. O Japão, por exemplo, não tornou obrigatória a mistura de 3% de álcool à gasolina porque o governo não sente segurança de que poderá receber o volume de combustível que precisaria para manter a mistura.

A associação entre Cosan, o maior produtor e exportador mundial de etanol à base de cana-de-açúcar, e Shell, uma das maiores produtoras e distribuidoras de combustíveis do mundo, tende a mudar esse cenário. O fator da mudança é a forma como a Shell passou a fazer parte do negócio.

Gestão compartilhada

A Shell tornou-se sócia da Cosan tanto na produção quanto na distribuição. Cerca de 70% dos ativos da Cosan vão ajudar a constituir duas novas empresas em sociedade com a Shell – uma de açúcar e álcool e outra de distribuição de combustíveis. Incluem-se na transação as 23 usinas da Cosan. Ainda não foi definida a participação de cada uma, mas a tendência é que a Cosan tenha o controle da produção e Shell, da distribuição – e que a gestão seja compartilhada em ambas.

Segundo Erick Scott Hood, analista de petróleo da SLW, apesar de Cosan e Shell falarem em joint venture, o negócio é uma fusão que tende a beneficiar os acionistas, inclusive os minoritários. “Por causa da presença da Shell, a nova empresa terá poder de barganha único para negociar presença em mercados importantes, como os Estados Unidos”. Tal tendência foi reafirmada pelo mercado ao longo de todo o dia. As ações da Cosan lideraram as altas na BMF&Bovespa, com mais de 12% de valorização ao longo do pregão desta segunda-feira. Os papéis fecharam em alta de 10,5%.

Na avaliação de Costa, da Buranello Passos Advogados, a força global da nova empresa está na infraestrutura da Shell. A companhia é dona de um das maiores e mais ramificadas redes de distribuição de combustíveis do mundo. São 45 mil postos em cerca de 100 países. Na condição de sócia de uma empresa de biocombustíveis, ganha agilidade e segurança para negociar a venda e a entrega do etanol brasileiro ao redor do planeta – condição que nenhuma outra companhia tem hoje. Sua simples presença no negócio também confere mais segurança aos clientes ainda desconfiados com a estabilidade do etanol, como os japoneses.

Novas aquisições

A presença da Shell no setor também pode mudar o volume de produção e a escala do mercado de etanol a partir do Brasil. É da natureza das petroleiras operar com grandes volumes de combustíveis – e no médio e longo prazo não poderá ser diferente com os biocombustíveis. Segundo Vasco Dias, presidente da Shell no Brasil, a meta da companhia é ampliar a receita com a produção e a distribuição de energias renováveis. A Shell tem feito investimentos em parques eólicos e até 2015 pretende elevar os ganhos com biocombustíveis.

Juntas, Cosan e Shell podem comprar outras usinas, acelerando o já intenso processo de consolidação do setor no Brasil. Os executivos de ambas as empresas sinalizam que a tendência é exatamente essa. Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, Vasco, da Shell, disse que “essa é uma empresa voltada para o crescimento”. Marcos Lutz, presidente da Cosan, por sua vez afirmou que a “companhia está bem posicionada para fazer novas aquisições”.

– Casas Bahia gastam 3 bilhões de reais em Publicidade

Novamente a Casas Bahia ganham o título de maior anunciante do país, gastando mais de 3 bilhões em propaganda. Apesar do alto valor anunciado, especialistas de marketing não têm dúvida em afirmar que o custo é menor, face à alta quantidade de inserções televisivas compradas.

Segundo o Portal Exame (http://portalexame.abril.com.br/blogs/primeiro-lugar/2010/01/27/casas-bahia-segue-como-maior-anunciante/), a lista das maiores propagandistas são:

1º Casas Bahia – 3,06 bilhões

2º Unilever – 1,8 bilhão

3º Ambev – 865 milhões

4º Caixa Econômica Federal – 830 milhões

5º Hyundai – 745 milhões

6º Hypermarcas – 680 milhões

7º Fiat – 673 milhões

8º TIM – 550 milhões

9º Petrobras – 536 milhões

10º Liderança Capitalização (Grupo Sílvio Santos) – 534 milhões

– Recall: Vantagens e Desvantagens postas de lado para a Honda

Já falamos em algumas oportunidades sobre a impressão que um recall de veículos pode transmitir: ou é um ponto positivo, pois a empresa se preocupa com seus consumidores no pós-venda; ou é um ponto negativo, pois a empresa não consegue produzir com qualidade num primeiro momento.

Assim, a Honda anunciou há pouco um recall mundial para os seus veículos, dos modelos Fit e City. Motivo: a morte de uma criança, vítima de um curto-circuito no vidro elétrico! 

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001291242_RTR_1264768940nN29118702

Honda anuncia recall do Fit e City após morte de criança

A Honda Motor está fazendo recall de 646 mil veículos dos modelos Fit/Jazz e City no mundo por causa de um interruptor acionador de vidro elétrico defeituoso. O recall acontece depois que uma criança morreu quando o carro em que estava pegou fogo no ano passado, devido ao problema de curto no acionador do vidro.

Vanilla Nurse foi morta aos dois anos em Cape Town, na África do Sul, em setembro passado, quando o carro em que dormia pegou fogo. Além deste caso, houve dois relatos de incêndio causado pelo problema nos Estados Unidos, informou um porta-voz.

O recall inclui 140 mil carros nos Estados Unidos e cobre modelos vendidos na América do Norte, América do Sul, Europa, África do Sul e Ásia, com exceção do Japão, informou uma porta-voz da montadora.

Representantes da Honda no Brasil não puderam informar imediatamente se o recall envolve o País, nem o ano dos modelos envolvidos no processo.

A Honda informou que o recall foi convocado para substituição de um componente que pode fazer com que água entre no interruptor acionador do vidro, causando, em alguns casos, fogo.

A montadora divulgou que vai “inspecionar e modificar os interruptores de vidro elétrico da porta do motorista que podem, em alguns casos, entrar em curto como resultado de infiltração de água”.

No início desta semana, a Toyota anunciou a ampliação para Europa e China de um recall de milhões de veículos por causa de pedais aceleradores e tapetes de assoalho defeituosos.

– Marta com Calçados de Pelé

É emblemática uma imagem da Copa do Mundo de 70: Pelé se abaixa para amarrar as chuteiras e ali as câmeras focalizam a marca “Puma” para todo mundo. Até hoje o Rei do Futebol possue esse patrocínio.

Marta acaba de ganhar chuteiras personalizadas da empresa. Não é só patrocínio, é personalização: assim como o da Nike com o Ronaldinho Gaúcho e da Adidas com Kaká e suas estilosas chuteiras pessoais, com detalhes escolhidos a pedidos dos atletas.

A Puma estaria vislumbrando uma dupla poderosíssima de patrocínio para a Copa da África (Rei Pelé e Rainha Marta?)

– Doces, Milionários e de Chocolate

A inglesa Cadbury, maior fabricante de doces do mundo, foi vendida há 10 dias. Na briga estavam a suiça Nestlé, as americanas Kraft (dona da Lacta) e Hersheys, além da italiana Ferrero. Por quase 20 bilhões de dólares, a Kraft levou a empresa, formando um conglomerado gigantesco de doces.

Mas o que chama a atenção são as manifestações dos funcionários da Cadbury, que não aprovavam a venda e ainda se manifestam contra a Kraft, além das críticas dos acionistas da própria Kraft, que alegam ter pago muito caro.

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,cadbury-aceita-oferta-da-kraft-foods-de-us-195-bilhoes,498008,0.htm

CADBURY ACEITA OFERTA DE US$ 19,5 BI DA KRAFT FOODS

A Cadbury aceitou uma oferta de compra de 11,9 bilhões de libras (US$ 19,5 bilhões) feita pela norte-americana Kraft Foods – um acordo que encerra quatro meses de batalha e quase 200 anos de independência da maior confeitaria do Reino Unido. A gigante de alimentos norte-americana afirmou que concordou em pagar 840 pence por cada ação da Cadbury, bem como um dividendo de 10 pence, o que melhorou sua oferta original e aumentou significativamente o valor em dinheiro.

A oferta hostil original havia sido rejeitada pela Cadbury, que a considerou irrisória, e foi criticada por alguns acionistas da confeitaria por oferecer um baixo valor em dinheiro.

“A Kraft Foods acredita que a oferta final representa uma oportunidade atraente para os detentores de títulos da Cadbury, fornecendo capacidade para receberem aproximadamente 60% de sua remuneração em dinheiro e potencial de criação de valor no longo prazo”, afirmou a companhia norte-americana.

A decisão da Kraft de elevar o valor em dinheiro da oferta e reduzir o valor em ações vai agradar o maior acionista da Kraft, o investidor Warren Buffet, que alertou a companhia no início deste mês a não emitir muitas novas ações para pagar pelo acordo. Desta forma, dos 840 pence, a Kraft concordou em pagar 500 pence em dinheiro mais 0,1874 nova ação por cada ação da Cadbury, mais do que sua oferta original de 300 pence em dinheiro e 0,2589 nova ação.

A recomendação do conselho da Cadbury em favor da oferta efetivamente sinaliza o fim dos 186 anos de independência da empresa. Embora a Kraft ainda possa teoricamente ser passada para trás por uma oferta concorrente – as autoridades do Reino Unido estabeleceram um prazo até 26 de janeiro para que qualquer outra oferta seja apresentada – é certo que a Cadbury vai perder sua independência.

Pessoas próximas à fabricante de chocolates norte-americana Hershey, que vinha preparando uma contraoferta pela Cadbury, afirmaram ao Wall Street Journal ontem que a empresa provavelmente abandonaria a corrida caso a Cadbury e a Kraft chegassem a um acordo. As informações são da Dow Jones.

– Brasil poderá importar Álcool dos EUA

Tão defendido e incentivado, o Álcool Combustível não está vivendo seus melhores dias. O ministro Edson Lobão admitiu: o Brasil poderá importar Etanol dos EUA, para atender a frota de veículos a álcool e bicombustíveis.

Há exatamente 1 ano, prometíamos exportar álcool para o mundo; era o nosso ‘Ouro Verde’. Parece que tal ideia foi deixada de lado. Em nome da PetroSal ou da incompetência administrativa?

Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/lobao-admite-brasil-poder-importar-etanol-eua-528546.shtml

LOBÃO ADMITE: BRASIL PODERÁ IMPORTAR ÁLCOOL DOS EUA

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou nesta segunda-feira que não gosta da ideia de o Brasil importar etanol dos Estados Unidos. No entanto, admitiu que a hipótese já é considerada pela pasta com o objetivo de suprir o mercado doméstico de combustível. As declarações foram feitas nesta tarde, quando Lobão chegou ao Ministério para presidir reunião do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico (CMSE).

“Não gostamos da ideia de importar etanol. Prefiro arrumar uma solução interna. Mas não está descartada a possibilidade”, disse Lobão. Como tentativa de aumentar a oferta de etanol no mercado brasileiro, o governo já autorizou a redução de 25% para 20%, a partir de 1º de fevereiro, da adição de etanol à gasolina.

Para a eventual importação de etanol a partir dos EUA, o governo estuda a redução da alíquota alfandegária do produto, hoje em 20%. O objetivo principal da medida seria garantir o estoque de etanol para enfrentar a entressafra na produção de cana-de-açúcar.

Mesmo com a tarifa atual, economistas consideram que já vale à pena importar etanol dos EUA. O pedido para redução da tarifa de importação é antigo, mas ganhou força nas últimas semanas diante da redução da oferta do combustível.

A situação representa uma mudança no discurso de governo e usineiros adotado nos últimos anos. Ambos tentavam vender ao mundo o álcool de cana-de-açúcar brasileiro como uma das melhores alternativas energéticas do planeta. E também a ideia de que o país poderia suprir o mercado internacional.

Segundo uma fonte do segmento de distribuição de combustíveis, no Brasil só há estoque suficiente para abastecer o mercado até março ou abril. Já nos Estados Unidos, há excedente de oferta. Além disso, o milho, usado como matéria-prima para o etano americano, está com o preço em baixa.

– O Livro Negro do Empreendedor

Um autoajuda às avessas: os grandes fracassos empresariais:

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2088/artigo156192-1.htm

O LIVRO NEGRO DO EMPREENDEDOR

Quem frequenta livrarias certamente já passou perto de algum título sobre empreendedorismo. Não por acaso, eles estão entre os mais vendidos no Brasil. Mas, de modo geral, batem na mesma tecla: mostram o que um vencedor fez para chegar lá e incentivam a abertura de novas empresas. O consultor espanhol Fernando Trías de Bes acaba de lançar uma obra que vai na contramão: em “O Livro Negro do Empreendedor” (BestSeller), diz que todos esses manuais são uma enrolação, porque não mostram os fracassos – e que se aprende mesmo é com a derrota alheia. “Estamos diante de uma analogia imperfeita: sabendo por que outros tiveram êxito você evitará seu fracasso. Mentira.

Para evitar que um empreendedor fracasse, é necessário saber por que aqueles que fracassaram se deram mal”, escreve o professor associado do Departamento de Marketing da ESADE Business School, em Barcelona, e fundador da Salvetti & Llombart, uma das maiores consultorias de marketing da Espanha. “Um negócio de sucesso é uma oportunidade já aproveitada por outra pessoa.

Meu livro é como uma máquina da verdade para falsos empreendedores”, disse à ISTOÉ, por e-mail. Segundo o autor, boa parte dos novos empreendimentos não consegue ultrapassar os dois primeiros anos de vida e 90% dos empreendedores fracassam antes de completar os quatro iniciais. No Brasil, pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que 78% passam dos dois anos, mas só 64% chegam aos quatro.

Por que não dão certo? Por motivos banais, que normalmente passam despercebidos nos manuais e biografias de empresários bemsucedidos. “Os negócios não costumam fracassar por falta de competência técnica de quem os empreende”, frisa Trías de Bes. Normalmente, definham por questões pessoais – brigas entre familiares ou sócios, por exemplo – ou falta de aptidão.

As picuinhas entre os sócios são um dos “fatores-chave de fracasso” (FCF), como diz o autor. Ao todo, são 14, de um perfil não empreendedor à falta de apoio familiar. Quando a empresa está para ser aberta os sócios costumam estar unidos e otimistas. Se o negócio vai bem, um deles pode começar a achar que trabalha mais – e merece mais. Se vai mal, todos se culpam mutuamente. Por isso, o estudioso espanhol aconselha: só se associe em último caso.

Tampouco espere ter uma vida mais equilibrada: “empreender pressupõe um desequilíbrio total entre a vida pessoal e a profissional.” De fato, a vontade de se tornar o próprio chefe (e poder controlar o próprio horário e se dar folgas) é o principal motivo pelo qual os brasileiros abrem uma empresa, segundo o levantamento do Sebrae. Mas, como o negócio é próprio, as preocupações não terminam no fim da jornada diária e nem nos fins de semana.

Como é o próprio dinheiro que está em jogo, a pessoa vai querer é trabalhar mais para que as coisas prosperem. “Incentivar pessoas que não estão preparadas para empreender não é fomentar o espírito empreendedor – é um exercício de irresponsabilidade”, argumenta o autor. Seu livro é um manual ao contrário com uma moral da história simples: veja o que deu errado para que o seu negócio dê certo.

– O Cacau da Discórdia no Carnaval Comercial

Cada vez mais os patrocínios estão em alta no Carnaval. Anos atrás, a PDVSA venezuelana patrocinou uma escola de samba no Rio de Janeiro para cantar e sambar a história da Venezuela (apenas as coisas boas, é claro). Neste ano, o governador Arruda financiará outra escola para falar de Brasília (mesmo estando envolvido com inúmeros escândalos).

Em São Paulo, a franquia Cacau Show patrocinará a Rosas de Ouro, que falará sobre o cacau. Tudo bem, é um novo momento do Carnaval-business, mas… a Rede Globo, que é dona dos direitos de transmissão, não gostou! É que no refrão se canta: “o cacau é show”, e a emissora acha apelativo essa ação de marketing. Mudou-se para “o cacau chegou”.

Ruim essa intervenção. Quando uma escola carioca homenageou Sílvio Santos, a cobertura da Globo foi exemplar. Agora…

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/zapping/ult3954u681329.shtml

GLOBO FAZ ROSAS-DE-OURO MEXER EM SAMBA ENREDO

A menos de um mês do Carnaval, a escola de samba de São Paulo Rosas de Ouro teve de mexer em seu samba-enredo. A agremiação, que mostrará a história do cacau, precisou substituir do refrão a frase “o cacau é show” para “o cacau chegou” por pressão da Globo, detentora exclusiva dos direitos do Carnaval para a TV. A Rosas de Ouro é apoiada pela marca de chocolates Cacau Show.

“Não era propaganda, mas resolvi mexer na letra depois de conversar com algumas pessoas da Globo e da Liga [das Escolas de Samba]. Fiquei com medo de criarem caso”, disse Angelina Basílio, presidente da Rosas de Ouro.

Procurada, a Globo informou que está previsto no contrato mantido com a Liga das Escolas de Samba de São Paulo que não é permitido a realização de propaganda e de ações de merchandising disfarçado, durante os desfiles. “Os casos, quando ocorrem, são levados ao conhecimento da Liga, que avalia e toma as medidas necessárias para o cumprimento contratual”, disse à coluna.

– O Descontrole do Preço do Álcool

Nós, comerciantes da área de combustíveis, sabemos como tem sido difícil lidar com o etanol. A previsão é de que o preço se mantenha em alta até março, apesar das novas medidas de mudança na formulação da gasolina, visando aumentar a oferta de álcool.

Na capital paulista, já se chega aos absurdos R$ 2,10 por litro. Compartilho uma análise interessante das vendas do setor e das previsões futuras:

Extraído de: http://www.deputadoaleluia.com.br/website/?a=11&cod=26837

ÁLCOOL CARO FAZ VENDA DE GASOLINA SUBIR

Volume do combustível que Petrobras deixou de exportar para atender ao mercado interno equivale a 25% da produção.  Sindicato dos distribuidores prevê que o preço do álcool terá forte pressão até março, o que manterá em alta o consumo da gasolina.

A disparada do preço do álcool nos últimos meses provocou crescimento entre 3% e 4% nas vendas mensais de gasolina, o que obrigou a Petrobras a suspender as exportações do derivado de petróleo a fim de evitar um eventual desabastecimento do país.

“Já em novembro, mandei suspender todas as exportações de gasolina para colocar o produto no mercado interno”, disse à Folha o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
Até então, a estatal exportava de 80 mil a 100 mil barris de gasolina por dia -o equivalente a cerca de 25% da produção do combustível.

Costa afirmou que a decisão de vetar as exportações também já previa a redução da mistura de álcool à gasolina de 25% para 20% -anunciada nesta semana pelo governo.

Com o avanço dos preços do álcool, diz Costa, as vendas de gasolina nas refinarias da estatal começaram a crescer em outubro de 2009 e já sobem atualmente na faixa de 4%.

Segundo o Sindicom, entidade que representa as distribuidoras de combustíveis, as vendas aos postos subiram mais claramente a partir de novembro. Naquele mês, avançaram 3%. Em dezembro, o movimento de migração para a gasolina ganhou força e as vendas cresceram ainda mais: 6%.

De janeiro a dezembro de 2009, porém, acumularam queda de 1% -que seria mais intensa não fosse a expansão do consumo de gasolina.

Os dados do Sindicom se referem apenas às empresas associadas -as maiores do país, que representam quase 80% do mercado de distribuição.

Segundo Alísio Vaz, vice-presidente do Sindicom, há “uma clara tendência de substituição do álcool pela gasolina”, já que o biocombustível subiu muito de preço e deixou de ser competitivo em muitos Estados.

Para ser vantajoso abastecer com álcool veículos flex, o combustível, como é menos eficiente -roda menos quilômetros por litro-, deve custar até 70% do preço da gasolina.

Vaz diz que, até setembro, as vendas de gasolina registravam forte queda -de 5% naquele mês. A reversão dessa tendência veio em outubro, quando o álcool disparou (alta de 11,15% no mês, segundo o IPC-FGV) e o consumo de gasolina começou a avançar -foi de 0,3%.

Para o executivo do Sindicom, a tendência é de novos aumentos no preço do álcool, apesar da redução da adição do produto à gasolina.

Alta até março

“Até março, os preços ficarão muito pressionados e o consumo de gasolina vai crescer. Os estoques estão muito baixos. Se os preços caírem e as pessoas voltarem a consumir, vai faltar produto no mercado”, diz Vaz.

Por isso, afirma, os preços do álcool só voltarão a cair em março, quando entrará “produto novo no mercado”, originário da safra de cana que tem início naquele mês.

Apesar do avanço das vendas de gasolina, as distribuidoras ligadas ao Sindicom também comercializaram mais álcool nos meses finais de 2009. Em novembro, o volume vendido subiu 16% -já num ritmo menor, porém, do que os 26% de alta do acumulado anual.

Vaz afirma que os dados do Sindicom estão “inflados” pelo movimento de queda das vendas de álcool “clandestino” -de distribuidoras que sonegam e pirateiam o produto.

Uma ação mais rígida da Fazenda paulista trouxe “para a legalidade” um volume expressivo de álcool e impulsionou as vendas das distribuidoras do Sindicom, segundo Vaz.

Álcool acima de R$ 2,00

O álcool rompeu a barreira dos R$ 2 por litro em São Paulo e chegou a ser negociado a R$ 2,10 em alguns postos da capital paulista nesta semana, conforme pesquisa da Folha.Com isso, o álcool perde ainda mais competitividade em relação à gasolina, levando os consumidores mais atentos aos custos a optar pelo derivado do petróleo. O valor médio do álcool nos postos da capital paulista foi de R$ 1,849 por litro, com alta de 2,4%.

Enquanto os preços mantêm o mesmo ritmo de alta das últimas semanas nas bombas, perdem força nas usinas. A pesquisa de ontem do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) da Esalq/USP indicou R$ 1,1892 por litro de álcool hidratado, com alta de 1,87% sobre a semana anterior.

Ao romper a barreira de R$ 2 por litro neste início de entressafra, o álcool mostra a grande disparidade de preços que registrou durante a safra.

Nos momentos de maior oferta pelas usinas, o produto chegou a ser negociado a R$ 1,09 nas bombas, segundo Plinio Nastari, presidente da Datagro, prestadora de serviços aos setores de açúcar e de biocombustíveis.

Crise e clima foram os responsáveis por tamanha disparidade. Sem crédito, e pressionadas pelas contas que venciam, as usinas foram obrigadas a colocar excesso de álcool no mercado para fazer caixa.

Com isso, o álcool hidratado chegou a ser negociado a R$ 0,581 na porta das empresas em junho do ano passado, 51% menos do que o registrado pelo Cepea nesta semana.

Diferentemente do que ocorreu em 2009, as variações de preços do álcool hidratado serão menores na safra que começa nos próximos meses, e o consumidor terá no preço do combustível um piso maior.

Sem as fortes pressões de caixa de 2009, porque haverá aumento das margens obtidas na comercialização, principalmente com vendas de açúcar, as usinas farão vendas mais controladas do produto.

Na avaliação de Nastari, esse aumento de margens permitirá às indústrias não colocar o combustível no mercado com preços inferiores aos custos de produção, como em parte do ano passado. Atualmente, os custos de produção estão em R$ 0,72 por litro.

Em vez do R$ 1,09 que o consumidor pagou pelo álcool na bomba em junho de 2009, deverá pagar cerca de R$ 1,40 no mesmo mês deste ano.

“Será uma situação mais saudável”, diz Nastari. O consumidor não fica iludido que R$ 1,09 na bomba seja um preço sustentável e, por outro lado, ficará menos chocado com as variações menores de preço.

O presidente da Datagro alerta que a situação de abastecimento nesta entressafra é mais confortável do que a de 2009. O setor chegará ao início de maio com estoques efetivos de 1,35 bilhão de litros, suficientes para 18 dias de consumo -no ano passado, os estoques eram de apenas dez dias.

Nastari alerta, ainda, que o mercado de álcool e de açúcar passou a ser livre e que uma das poucas interferências que restam ao governo é a redução da mistura do álcool à gasolina.

Sobre essa última redução, de 25% para 20%, o presidente da Datagro discorda das análises que apontam para alta nos preços da gasolina. O litro do anidro custa R$ 1,26 nas usinas, e o da gasolina, R$ 1,06 na refinaria. Esses valores não contêm impostos.

– Incentivo ao Comércio via Twitter

Cada vez mais, o miniblog twitter tem-se tornado uma ferramenta de muita utilização pelas empresas. A onda agora é promover através dele sorteios, premiações e gincanas, visando o aumento das vendas.

 

Extraído de: IG

 

PROMOÇÕES, PRÊMIOS E CONCURSOS

 

Em menos de um ano, empresas brasileiras atraíram milhares de seguidores no Twitter. Para “fisgar” os usuários e potenciais consumidores, elas oferecem promoções-relâmpago, descontos generosos, concursos culturais e até mesmo sorteio de prêmios.

 

Em junho, por exemplo, a loja virtual Submarino, lançou uma promoção exclusiva no Twitter que premiou com “um cinema em casa” o seguidor que melhor respondeu a pergunta “O que você faria para conquistar milhares de amigos?”. O inusitado na promoção era que o prêmio “engordava” caso o Submarino atingisse metas de seguidores, indo de um aparelho blu-ray e seis filmes (para 12.999) até um kit mais completo (acima de 15 mil seguidores).

A condicionante fez com que os participantes replicassem muitas vezes a chamada da promoção no Twitter, atraindo curiosos e interessados. Como resultado, o perfil da loja, que na época contava com menos de 13 mil seguidores, passou dos 15 mil e atingiu o prêmio máximo: uma TV de plasma full HD de 50 polegadas, com home theater, um aparelho blu-ray e seis filmes. Hoje, a empresa é a mais popular entre os perfis corporativos brasileiros no Twitter, com aproximadamente 25,6 mil seguidores (número apurado pela reportagem na última sexta-feira).

Nos EUA, a fabricante de computadores Dell já lucrou mais de US$ 3 milhões em vendas realizadas a partir de links postados no Twitter. Para os consumidores brasileiros, a Dell lançou um perfil em fevereiro deste ano e conta com mais de 11,3 mil seguidores. Na ferramenta, a empresa divulga promoções e responde dúvidas de usuários. “O objetivo principal da Dell é ter a possibilidade de se relacionar de forma mais direta com os nossos clientes. Queremos ouvi-los”, afirma Mirvane Goulart, gerente sênior de marketing online da Dell para América Latina.

“Existe sim a divulgação de ofertas, concursos culturais e eventuais ações exclusivas para nossos seguidores, mas sempre observando que o objetivo principal não é a venda e sim relacionamento”, enfatiza Mirvane.

Outra empresa que faz barulho no Twitter e vai além da divulgação de promoções é a locadora online NetMovies. “Oferecemos notícias, curiosidades e entretenimento relacionado ao mundo do cinema. A nossa ouvidoria também utiliza o Twitter para resolver dúvidas rápidas dos usuários, encaminhar casos à área de atendimento da empresa e principalmente medir o nível de satisfação dos usuários com o nosso serviço”, explica Daniel Topel, CEO da NetMovies.

Presente no Twitter há apenas três meses, a locadora online atraiu mais de 7,6 mil seguidores e quer terminar o mês de agosto com mais de 8 mil, segundo estimativa de Topel. “Mensalmente milhares de visitantes chegam ao nosso site por meio do Twitter e uma boa parte faz assinatura, afinal, são pessoas interessadas em cinema”, afirma o CEO, que prefere não revelar valores de venda.

Interatividade

Essas ações encontram forte aceitação entre os “twiteirros”. Uma pesquisa da agência Bullet realizada em abril deste ano com 3.268 usuários brasileiros do Twitter descobriu que 53,6% dos entrevistados achavam interessantes ações publicitárias na ferramenta, desde que tivessem relevância.

Mais da metade (51%) respondeu que nunca participou de ações promocionais na ferramenta, porém tem interesse e ainda 33% disseram já ter participado de algum tipo de ação publicitária no Twitter. Cerca de 70% afirmaram seguir ou já ter seguido perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias.

Outra empresa que faz barulho no Twitter e vai além da divulgação de promoções é a locadora online NetMovies. “Oferecemos notícias, curiosidades e entretenimento relacionado ao mundo do cinema. A nossa ouvidoria também utiliza o Twitter para resolver dúvidas rápidas dos usuários, encaminhar casos à área de atendimento da empresa e principalmente medir o nível de satisfação dos usuários com o nosso serviço”, explica Daniel Topel, CEO da NetMovies.

Presente no Twitter há apenas três meses, a locadora online atraiu mais de 7,6 mil seguidores e quer terminar o mês de agosto com mais de 8 mil, segundo estimativa de Topel. “Mensalmente milhares de visitantes chegam ao nosso site por meio do Twitter e uma boa parte faz assinatura, afinal, são pessoas interessadas em cinema”, afirma o CEO, que prefere não revelar valores de venda.

Interatividade

Essas ações encontram forte aceitação entre os “twiteirros”. Uma pesquisa da agência Bullet realizada em abril deste ano com 3.268 usuários brasileiros do Twitter descobriu que 53,6% dos entrevistados achavam interessantes ações publicitárias na ferramenta, desde que tivessem relevância.

Mais da metade (51%) respondeu que nunca participou de ações promocionais na ferramenta, porém tem interesse e ainda 33% disseram já ter participado de algum tipo de ação publicitária no Twitter. Cerca de 70% afirmaram seguir ou já ter seguido perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias.

– Coca-Colla com 2 “elles” lançada por Evo Morales

Evo Moralles, presidente boliviano, provoca! Vai comprar briga com a Coca-Cola, lançando a Coca-Colla (com 2 letras l), legítimo refrigerante boliviano, sabor… folha de coca!

Incrível, não?

Extraído de: IG –Último Segundo

BOLÍVIA ANUNCIA LANÇAMENTO DE NOVO REFRIGERANTE

Evo Morales, o primeiro presidente indígena boliviano a mascar folhas de coca em reuniões da ONU, resolveu encontrar uma nova função para a planta. Na semana passada, seu governo anunciou o lançamento de um novo refrigerante: a Coca-Colla.

Com a ideia, Evo acerta dois alvos com um tiro só. Primeiro, dá uma rasteira na americana Coca-Cola, considerada um dos símbolos do capitalismo. Por fim, a decisão dá uma mãozinha para os cocaleiros de Chapare, berço político do presidente boliviano, onde ele se tornou conhecido como líder sindical dos plantadores de folha de coca da região.O nome do novo refrigerante foi proposto pelos próprios cocaleiros e faz bastante sentido. “Colla” é uma alusão aos habitantes que vivem na parte andina do país, em contraste com os “cambas”, moradores das terras baixas.

Segundo a Secretaria de Coca e Desenvolvimento Integral, o projeto já está em andamento e o refrigerante pode chegar ao mercado em quatro meses. O governo, contudo, ainda não definiu se o empreendimento será totalmente estatal ou se tentará atrair capital privado especula-se que possa haver uma joint venture do Estado com uma cooperativa de cocaleiros.

De acordo com funcionários do governo, o que já se sabe é que a Coca-Colla também será uma bebida preta vendida com um rótulo vermelho, uma provocação nada discreta à insígnia da original americana.

A Bolívia tem a terceira maior produção de folha de coca do mundo apenas Colômbia e Peru produzem mais. O país é constantemente pressionado a reduzir o cultivo, o que põe Evo em uma posição difícil: conciliar a pressão internacional, que tenta desestimular a produção da matéria-prima da cocaína, e a pressão interna dos cocaleiros, que não querem deixar de cultivar uma planta que há 3 mil anos faz parte da identidade boliviana.

Desde que foi eleito pela primeira vez, em 2005, Evo tem prometido aumentar a área para cultivo legal da coca. Para isso, seu governo se esforça para encontrar utilidades para a planta. A Bolívia já produz chá, farinha, pasta de dentes e bebidas alcoólicas à base da folha de coca.

A iniciativa de Evo, porém, será outro ponto de atrito com os EUA. A relação entre os dois países anda estremecida desde que o governo boliviano expulsou do país a DEA, agência antidrogas dos EUA, e declarou o embaixador americano persona non grata, em 2008.

– Heineken é a nova dona da Cerveja Kaiser, Sol e Bavaria

Por quase US$ 8 bilhões, a Heineken comprou a divisão de cervejaria da FEMSA, levando as marcas Kaiser, Sol e Bavária, além da dívida de quase 2 bilhões de dólares!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u677316.shtml

HEINEKEN COMPRA DONA DA KAISER POR 7,6 BI DE DÓLARES

O grupo de cerveja holandês Heineken anunciou nesta segunda-feira a compra da Femsa –dona da Kaiser no Brasil– por meio de uma transação de ações avaliada em US$ 7,6 bilhões.

“A Heineken (…) vai criar uma grande nova plataforma para o crescimento com a aquisição das atividades de cerveja da Femsa com uma transação de ações”, informou a empresa holandesa em um comunicado. “A Heineken vai adquirir a Femsa Cerveza, o que inclui 100% das operações de cerveja da Femsa no México e 83% do negócio de cerveja da Femsa no Brasil, que a Heineken não possuía ainda.”

O valor do negócio com a troca de ações ficará em US$ 5,5 bilhões, mas considerando as dívidas e outras obrigações da Femsa, o valor total estimado para a transação está em cerca de US$ 7,6 bilhões, segundo comunicado da Heineken.

A Femsa ficará com uma participação de 20% no Heineken Group e terá direito a indicar dois representantes não executivos ao órgão supervisor da empresa.

Entre os benefícios esperados pela Heineken estão o aumento dos valores e volumes de vendas no México, a consolidação da marca nos Estados Unidos nos segmentos de bebidas importadas e na comunidade hispânica no país e marcar presença mais forte no Brasil, diz o comunicado.

A transação deve ser concluída no segundo trimestre deste ano e está sujeita à aprovação das autoridades reguladoras de mercado e dos acionistas da Heineken e da Femsa.

“Trata-se de um desenvolvimento estimulante e significativo para a Heineken”, disse o presidente e executivo-chefe da empresa, Jean-François van Boxmeer, no texto. “Ele transforma nosso futuro nas Américas e marca o próximo estágio na associação da Heineken com a Femsa. Com esse negócio nos tornamos uma empresa mais forte e competitiva na América Latina, um dos mercados de cerveja mais lucrativos e de maior crescimento no mundo.”

Já o presidente e executivo-chefe da Femsa, José Antonio Fernández Carbajal, disse que a transação “responde ao contexto da reconfiguração do cenário global para cervejarias, e da diversificação e escala geográficas”. “Ao mesmo tempo, essa transação eleva a flexibilidade operacional e financeira da Femsa e nos permite focalizar nossa atenção e nossos recursos em oportunidades significativas de crescimento para a Femsa Coca-Cola.”

– Governo Anuncia Redução do Álcool na Gasolina

Para reduzir a alta do álcool, aumentando a oferta, a ANP mudou a exigência de álcool anidro na formulação da Gasolina: de 25% para 20%, a partir de 01/02/2010.

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201001111932_RTR_1263237983nN11165091

GOVERNO ANUNCIA REDUÇÃO DA MISTURA DE ÁLCOOL NA GASOLINA

O governo anunciou nesta segunda-feira a redução da mistura do etanol anidro na gasolina, de 25% para 20%, para tentar evitar uma crise de abastecimento e amenizar a disparada de preços. A nova mistura, que terá validade de 90 dias, começa a valer em 1º de fevereiro.

A portaria que aprova a medida foi assinada pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, e os ministros de Minas e Energia, Edison Lobão; interino da Fazenda, Nelson Machado; e interino do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Ivan Ramalho.

A decisão foi tomada depois de os preços registrarem uma escalada no mercado interno, em um momento de entresssafra de cana-de-açúcar, após o consumo do biocombustível ter crescido fortemente no ano passado, em meio a problemas climáticos no centro-sul brasileiro, que resultaram uma safra menor do que a esperada.

Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq-USP, o preço do etanol anidro em São Paulo atingiu R$ 1,2591 por litro (a retirar na usina e desconsiderando impostos), na semana passada. Esse é o maior valor (em termos reais, considerando a inflação) desde abril de 2006.

Na comparação com o início da última safra, em abril de 2009, o preço do etanol anidro quase dobrou, segundo o Cepea, que apontou também que os preços baixos do produto na maior parte da safra, incluindo o do etanol hidratado (usado em carros flex) acabaram impulsionando o consumo, reduzindo a disponibilidade na entressafra.

O crescimento da frota de carros no Brasil que rodam com gasolina e/ou etanol é o fator principal que elevou o consumo nacional no ano passado. A decisão do governo foi tomada apesar de a indústria avaliar que o impacto da medida seria pequeno.

A redução de cinco pontos percentuais na mistura resultará uma oferta adicional de etanol hidratado de 100 milhões de litros por mês, segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

» Álcool subirá até onde consumidor aceitar
» Redução na gasolina não aliviará escassez
» Álcool é vantajoso em 7 Estados

– CVC: um Negócio bem adiministrado e bem vendido

Na semana que passou, a CVC, operadora turística, teve 63% das suas ações vendidas a um fundo americano, no valor de R$ 700 milhões! O investimento se deve à emergência da Classe C, proximidade da Copa e das Olimpíadas. Pertencente a família Paulus, a empresa nasceu em 1972 vendendo passeios de ônibus ao Rio de Janeiro em finais de semana. Hoje, é a maior da AL.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u676282.shtml

FUNDO AMERICANO PAGA 700 MILHÕES POR CVC

por Mariana Barbosa

O fundo americano de participações (“private equity”) Carlyle anunciou ontem a compra da CVC, maior operadora de turismo do Brasil. O valor oficial da transação não foi divulgado, mas, segundo a Folha apurou com fontes próximas à negociação, o Carlyle pagou cerca de R$ 700 milhões por 63,6% da companhia. A gestão continua com o fundador Guilherme Paulus, que ficará na presidência do Conselho de Administração. O atual presidente-executivo, Valter Patriani, também segue no cargo.

O negócio foi fechado em dezembro e é a primeira aquisição do fundo Carlyle no Brasil. O fundo é um dos maiores do mundo e administra uma carteira de US$ 87,6 bilhões. Segundo Fernando Borges, presidente do Carlyle no Brasil, o potencial de crescimento do setor de turismo no Brasil, com eventos como Copa do Mundo e Olimpíada, combinado com o posicionamento da CVC como operadora voltada para a classe média, foi o principal atrativo.

“A empresa tem um tamanho e uma história muito interessantes. E está em um setor que vai mudar bastante com Copa e Olimpíada, sobretudo em termos de melhora de infraestrutura”, disse Borges.

Com 2 milhões de pacotes vendidos no ano passado, a CVC detém cerca de 60% do mercado de viagens via operadoras e agências. A operação, diz Borges, dará musculatura financeira para a CVC aproveitar esse potencial de crescimento do turismo no país. Segundo Borges, serão feitos investimentos nas áreas de tecnologia, com melhorias no site da empresa. O fundo também pretende estruturar a uma diretoria financeira.

Um representante do fundo foi colocado interinamente como diretor financeiro, e a ideia é contratar um executivo do mercado. “A companhia já tem uma boa gestão. Vamos dar suporte para aprimorá-la. Mas a gestão continua com a família Paulus”, disse Borges.

A CVC não revela seu faturamento. A empresa vem crescendo a uma taxa de 20% ao ano. De acordo com Valter Patriani, o objetivo é “dobrar de tamanho em cinco anos”.

O Carlyle planeja permanecer na companhia ao longo desse período. A intenção é preparar a empresa para a realização de uma oferta pública de ações (IPO) dentro de um ou dois anos. “Como controlador, vamos esperar o momento certo. Não queremos ver a ação da companhia despencar 50% um ano depois do IPO, como acontece em muitos casos”, disse Borges.

Ficaram de fora da negociação os outros negócios de Guilherme Paulus, a empresa de aviação Webjet e a rede de hotéis e resorts GJP. Segundo Borges, uma das razões pela quais o fundo não se interessou pela Webjet é o fato de que estrangeiros não podem deter o controle de empresas aéreas no Brasil. “As operações são totalmente independentes, a CVC não depende da Webjet”, disse.

O negócio não prevê nenhum contrato de exclusividade entre CVC e Webjet. Hoje a CVC compra assentos e freta aviões de todas as grandes companhias aéreas. O maior contrato é com a TAM, mas a empresa faz fretamento também com Gol, Azul e a própria Webjet.

Mais aquisições

O fundo Carlyle planeja mais aquisições no país. “Não tenho um orçamento nem limitação. Tudo depende das oportunidades”, diz Borges. Ele conta que há outras negociações em andamento, mas nada para ser anunciado no curto prazo. “Há muitas oportunidades em setores que estão se beneficiando do crescimento da classe média, como consumo, varejo, educação, serviços financeiros”, disse. “A gente olha caso a caso, não importa o setor.”

As negociações com a CVC começaram em setembro de 2008. Mas a crise financeira deixou as duas partes cautelosas, e as conversas só foram retomadas em julho passado.

– Coca-Cola apostará na Coke Plus

Adeus Coca Light! A Coca-Cola mostra como se destrói um bom produto e a o mesmo tempo se reconstrói outro. É o que costumamos chamar de “Destruição Criativa” na Administração de Empresas.

Desde o lançamento da Coca Zero, a Coca Light foi perdendo participação no mercado. Houve em alguns casos a migração de consumidores de um refrigerante para outro. Assim, a Coca abandonou o produto e reinventou-o: mais nutritivo, com sais minerais e adicionado de outros elementos, lançará em preve a Coca-Cola Plus.

Extraído de: IG

COCA-COLA VAI APOSENTAR A COCA LIGHT

A Coca Light, tal como existe hoje, deixará o mercado na próxima segunda-feira. A Coca-Cola decidiu pela mudança por conta da perda de mercado do refrigerante, atualmente inferior em vendas à Coca Zero.

As versões de baixas calorias do refrigerante líder do mercado acabaram concorrendo pela mesma fatia de público, mas a Coca Zero, lançada em 2007, dez anos depois de sua precursora, acabou se sobressaindo. A Coca Light passará a se chamar Coca Light Plus e terá uma nova formulação, com nova embalagem e adição de vitaminas e sais minerais.

A Coca-Cola confirmou as mudanças por meio de sua assessoria de imprensa. Há dois meses, a companhia anunciou um programa de investimentos que prevê aportes de US$ 5,8 bilhões no mercado brasileiro em cinco anos – a programação vai se estender até 2014, ano da realização da Copa do Mundo no Brasil. O montante é 75% superior aos US$ 3,3 bilhões anunciados para o período de 2005 a 2009.

Ainda não estão consolidados os números do mercado brasileiro de refrigerantes em 2009, mas a projeção era que o ano encerraria com consumo de 15,1 bilhões de litros. O volume é 1,5% superior aos 14,9 bilhões de litros registrados no ano anterior, segundo levantamento da consultoria Canadean Liquid Intelligence compilados pela Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir).

 

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

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Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

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Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

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Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.

– O Simbolismo da Contratação de Tardelli: Modismo, Necessidade ou Modernidade?

Leio e ouço pela mídia que o Clube Atlético Mineiro contratou o (agora ex) árbitro Wagner Tardelli para fazer parte da sua Comissão Técnica, chefiada pelo treinador Wanderlei Luxemburgo.

Um especialista em arbitragem para fazer parte de uma equipe de futebol. Seria novidade? Talvez. Mas, sinceramente, tal adoção de um profissional que entenda das Regras do Jogo não deveria ser uma necessidade? Há poucos meses, o Real Madrid tentou contratar um árbitro da Liga Espanhola, mas a ideia acabou não vingando.

Wagner Tardelli pendurou o apito neste ano. Está livre e desimpedido para novos desafios. Não há nenhum empecilho ético, já que assume tal condição. Nos primórdios do futebol, a situação era contrária: os ex-jogadores é que viravam árbitros (Já imaginou Marcelinho Carioca, Viola, Djalminha ou Raí apitando jogos? Seria curioso, mas neste tempo e realidade, improvável…). A única condição que poderia trazer discussões seria se ele fosse árbitro atuante e desse consultoria à equipe mineira. Claro, situação incompatível.

Mas por que os clubes de futebol não tem em suas comissões técnicas um profissional de arbitragem? Cultura, despreocupação com a regra ou comodismo?

Em todas as atividades profissionais, a pessoa deve estudar cada vez mais para melhorar seu rendimento e ter ascensão na carreira. O futebol talvez seja uma das poucas atividades em que os profissionais pouco sabem sobre as regras do seu ofício. Pergunte a um jogador quantas regras o futebol possui? Boa parte poderá acertar a resposta: 17 regras. Mas não pergunte quais são… Se você perguntar de bate-pronto qual a Regra 9, a chance de acerto é quase nula!

Por fazer parte do meu universo profissional, gosto de comparar temáticas da Administração de Empresas com as do Futebol. E o exemplo que vou citar é perfeito quanto ao significado da contratação de Tardelli:

Em meados da década de 10, no século passado, o turco radicado francês Henry Fayol, um dos pais da Administração Moderna (Abordagem Clássica da Adm), cuja formação era a Engenharia, questionou: Por que não ensinamos a Administração em universidades? (naquele tempo, não existiam cursos acadêmicos de tal ciência). E isso impulsionou a criação das primeiras faculdades de Adm. Entretanto, surgiram dúvidas: ADMINISTRAÇÃO É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Refaça essa mesma pergunta para o esporte bretão que tanto admiramos: FUTEBOL É CIÊNCIA, ARTE OU TÉCNICA?

Entenda os 3 termos para poder responder:

– CIÊNCIA é o conjunto de estudos necessários para a compreensão de um assunto ou fenômeno;

– ARTE é a vocação, o dom, a habilidade inerente ao ser;

– TÉCNICA é a prática adquirida pelo costume e o exercício da atividade.

Hoje, na Administração, os autores enfatizam um ou outro desses 3 fatores; mas para o perfeito exercício profissional, deve-se ter a harmonia e a existência deles.

No futebol, vemos claramente a ARTE (afinal, o jogador tem que ter algum dom, gostar de exercer o ofício e certa habilidade) e também a TÉCNICA (que é o treinamento, o aprimoramento e a prática do jogo de futebol). Mas e a CIÊNCIA, onde fica? Fica para os profissionais que assessoram os jogadores (nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos). Mas o próprio atleta não se preocupa com a CIÊNCIA, o estudo do seu ofício, que é conhecer as regras do futebol.

Canso de debater com colegas de arbitragem e amigos de jogo, o quão diferente seria o futebol se jogadores e treinadores conhecessem detalhes da regra. Novas jogadas ensaiadas surgiriam, um número menor de cartões amarelos e vermelhos, talvez menos reclamações em campo e maior prazer no esporte. Quanto se economizaria em advogados nos tribunais, por cartões e suspensões que poderiam ser evitados? Quanto se prejudica a um clube uma atitude inconveniente causada por desconhecimento da regra?

Costumo ouvir falar se as opções táticas no futebol e se os esquemas de jogo estão esgotados. Dá para fazer algo novo no futebol ou não?. Talvez dê, dependendo do treinador e do seu nível de conhecimento de regra. Não estão exauridos novos sistemas, se repensarmos as possibilidades e permissões das regras do futebol.

O Atlético Mineiro inova, naquilo que é uma necessidade não percebida pelos clubes e se torna uma modernidade. Teremos novos anúncios de contratação de ex-árbitros em comissões técnicas? Abrir-se-á um novo campo de trabalho? A ideia vingará com bons resultados a médio e longo prazo?

A resposta não sei. Mas torço para que dê certo e desejo o sucesso ao pioneirismo da empreitada de Wagner Tardelli. Boa sorte à ele.

Finalizando, a pergunta inevitável que já surgiu: teria sido a contratação de Tardelli um artifício para a conquista da simpatia de árbitros por parte do clube? Ora, grande bobagem pensar nisso. O árbitro está preocupado em seu trabalho, não em fazer graça para amigo ou simpatizante. O profissionalismo deve estar acima de tudo, e sua carreira e desejo próprio de realização comprovam esse pensamento no meio da arbitragem.