– O genial empreendedor da batata frita (Batatas Pringles)!

A história de sucesso da Batata Pringles (as batatas chips em canudo de alumínio) que completam 52 anos nos mercados mas que quase foi um fiasco!

Curiosidade: o seu idealizador, quando faleceu, deixou como desejo ser cremado e enterrado dentro de uma dessas embalagens!

Compartilho, extraído de: https://super.abril.com.br/cultura/o-revolucionario-da-batatinha/?

O REVOLUCIONÁRIO DA BATATINHA?

Fredric J. Baur era tão orgulhoso de ter criado a lata de Pringles que quis ser enterrado dentro dela

por Cecília Selbach

Em 1966, a empresa americana Procter & Gamble inventou um novo tipo de batata chips. Diferentemente das outras disponíveis no mercado, ela não era apenas fatiada, frita e salgada. Era uma espécie de purê temperado e moldado, batizado de Pringles – o nome, escolhido pela sonoridade, saiu de uma lista telefônica do estado de Ohio.

O formato também era único, do tipo parabolóide hiperbólico. Traduzindo: uma batata irregular e côncava, sem nenhuma linha reta em sua superfície. Esse design inovador causava um problema: como embalar o produto sem que ele se quebrasse inteiro no transporte?

Essa era uma missão para Fredric J. Baur, químico orgânico da Universidade de Ohio que trabalhava na Procter & Gamble como técnico em armazenamento de alimentos. Inspirado nas latas de alumínio usadas para refrigerantes, Baur criou um tubo de alumínio revestido com uma folha de papelão – desde o início vermelha, com tampa plástica e um bigodudo no rótulo. Ali, as Pringles seriam bem conservadas e bem empilhadas.

Foi algo totalmente inédito nas prateleiras dos supermercados. Tanto que, no início, a lata de Pringles não pegou. As pessoas achavam esquisito que todas as batatas fossem iguais, do mesmo tamanho, e armazenadas em uma lata que mais parecia uma embalagem de bolas de tênis. A batata era ridicularizada pelas concorrentes em anúncios e o The Potato Chip Institute International, representante dos produtores tradicionais, quis proibir a veiculação do salgado como batata chip.

Com tanta resistência, só na metade da década de 1970 a marca começou a ser vendida em todos os EUA, tornando-se um ícone tão forte quanto o a garrafa de Coca-Cola.

Fredric se aposentou em 1980, mas continuou trabalhando, dando palestras, editando livros, escrevendo artigos, sem nunca deixar de mencionar sua lata. Sua filha Linda disse a um jornal de Cincinnati, cidade natal do inventor, que a embalagem “era a sua maior realização”.

O orgulho que tinha de sua criação era tão grande que ele pediu para ser enterrado dentro de uma daquelas latas. Quando morreu, em maio deste ano, aos 89 anos, vítima de Alzheimer, seus filhos não tiveram dúvida: no caminho para o funeral, pararam em uma farmácia para comprar uma Pringles. Optaram pela clássica lata do sabor original. Parte de suas cinzas foi colocada na lata e enterrada junto à urna funerária.

Assim, Fred Baur inventou uma nova maneira de usar a lata, que já era utilizada por muita gente como cofrinho, casa para pássaros, instrumento de percussão e até antena para captar melhor sinal de internet.

Grandes momentos
• Além da lata de Pringles, Fredric Baur criou outros produtos para a Procter & Gamble, como óleos para fritura e uma mistura para sorvete. Fred tinha muito orgulho dessa mistura, mas ela não foi bem recebida e foi tirada de circulação.
• Em 2003 a concorrência pôs suas batatinhas em um tubo vertical vermelho, mas de plástico. Apesar dos processos da Pringles, que acusou a empresa de plágio, a batata ainda está em circulação.
• Pringles é um dos itens mais comuns nos pacotes que as famílias dos soldados no Iraque costumam mandar para que eles possam matar saudades dos EUA.

Kit Batatas Pringles importadas Estados Unidos - 11 Sabores

Imagem extraída da Web

– O case de sucesso do Copo Stanley e a pergunta: teremos Marmita Stanley?

A Exame Negócios trouxe um case de sucesso: o Copo Stanley, e na matéria, onde se mostra a importância das Redes Sociais para que o produto, até então, esquecido, se torna-se um sucesso, traz o questionamento: virá uma “Marmita Stanley”?

Abaixo:

Extraído de: https://exame.com/negocios/a-historia-de-sucesso-do-quencher-o-copo-da-stanley-que-viralizou-e-arrasta-multidoes-as-lojas/

A HISTÓRIA DE SUCESSO DO QUENCHER, O COPO STANLEY QUE VIRALIZOU E ARRASTA MULTIDÕES

O produto lidera as vendas da Stanley nos Estados Unidos e levou a marca ao primeiro lugar no mercado de hidratação no país

Por Marcos Bonfim

À primeira vista, ele pode não causar a melhor impressão. Grande e com uma estrutura mais encorpada, o Quencher não parece o parceiro ideal para quem precisa carregar a sua “garrafinha de água” de casa para o trabalho ou enquanto pratica atividades físicas.

Mas, nos últimos quatro anos, o modelo tem ajudado a transformar a centenária Stanley em um negócio de muitos milhões de dólares. A PMI, empresa por trás da Stanley, saiu de um faturamento de US$ 75 milhões para algo em torno de US$ 750 milhões em 2022, de acordo com números estimados pela CNBC Make It.

O produto lidera as vendas da Stanley nos Estados Unidos e levou a marca ao primeiro lugar no mercado de hidratação no país. Com virais em redes como TikTok e Instagram ao longo dos últimos anos, a empresa chegou a ter fila de mais de 150 mil clientes em 2022, segundo dados internos.

Nos últimos dias, o lançamento de dois modelos para celebrar o Valentine’s Day rendeu mais notícias – e memes. Os consumidores saíram correndo pelas lojas da Target e alguns até acamparam em busca das garrafas. O frenesi mostra como os itens criaram uma nova roupagem, povoando elementos culturais, de moda e até como peças de colecionadores.

Mas nem sempre foi assim. Os Quenchers chegaram ao mercado em 2016 sem muito e assim continuaram por alguns anos. Os resultados patinavam e o modelo estava à beira da extinção em 2020. A virada combinou dois movimentos, a chegada de um executivo e a admiração de uma influenciadora pelo produto.

Em 2020, a marca contratou para a posição de CEO Terence Reilly, executivo que havia passado os últimos sete anos na Crocs e que levou a empresa dos velhos tamancos de borracha para um outro patamar no mercado. Enquanto ouvia os funcionários sobre prós e contras da operação, soube que havia um “grupo” de defensores no Quencher em Utah, no oeste dos Estados Unidos.

Quando a Stanley decidiu descontinuar a produção em 2019, Ashlee LeSueur, cofundadora do Buy Guide, um site com dicas de produtos, tentou argumentar contra a ideia. Ela tinha comprado o seu primeiro Quencher em 2017 e, desde então, o produto sempre entrava na lista de presentes para os amigos e nas recomendações aos seguidores.

Como os números do Quencher eram fracos, na ocasião, a opção que a Stanley ofereceu foi que ela adquirisse os produtos e vendesse em seu site. Os 5.000 itens acabaram em poucos dias.
Quando o novo CEO soube da história, ele decidiu abraçar a The Buy Guide como parceira na promoção dos lançamentos de outras cores. A partir daí, as vendas só aumentaram e o produto entrou na lista dos virais.

Conectado com as dinâmicas das redes e da moda, a empresa usa as tendências de design para explorar uma variada paleta de cores. Mais de 100 versões já entraram no portfolio do modelo, disponíveis em tamanhos de 1,18 litro e 887 ml.

Assim como os demais itens da Stanley, o Quencer carrega a técnica criada por William Stanley Jr, o engenheiro elétrico que inventou o modelo em 1913 nos Estados Unidos. O segredo dos copos e garrafas Stanley está no vácuo entre as paredes, recurso que impede a troca de temperatura.
Quando o copo chegou no Brasil

O modelo desembarcou por aqui em março do ano passado, com parte da estratégia da PMI para crescer no mercado de hidratação. No país, onde está desde 2015, a Stanley construiu a sua reputação com os copos térmicos para manter a cerveja naquela temperatura.

A divisão de hidratação é entendida como a próxima grande fronteira para a marca expandir a operação. Em meados do ano passado, os produtos desse portfólio dividiam o segundo lugar, atrás da linha bar, com os itens criados para o consumo de mate – no sul e centro-oeste, essa unidade tem alta demanda.

“Queremos repetir o case de bar”, afirmou Pedro Ipanema, vice-presidente de Marketing da PMI, à EXAME em março passado. Para buscar a meta, a Stanley tem apostado em uma fórmula que inclui influenciadores, patrocínios a eventos e lançamentos contínuos de variantes.
No caso do Quencher, os mais recentes, pensados para o verão, chegaram nas cores Citron, Iris, Lavender e Orchid. Procurada, a Stanley não informou sobre o ritmo de vendas do Quencher.

No site, porém, há várias cores que aparecem como esgotadas. O perfil da marca no Instagram parece um muro das lamentações, com consumidores reclamando da ausência de determinadas versões ou pedindo informações sobre eventuais reposições.

O interesse também pode ser percebido pelo aumento das buscas no Google, com números em trajetória principalmente a partir de setembro.

Acostumada com memes e viralizações nos últimos anos, a Stanley pode ter que conviver com mais um. Mal começou o ano e cresce no X(ex-Twitter) uma nova demanda de usuários. Cansados de esquentarem comida no microondas, os potenciais consumidores desejam que a marca crie uma “marmita Stanley”.

Se o meme virar negócio, pode abrir espaço para as vendas do “pote térmico”, um produto com capacidade de 532 ml, vendido por R$ 279,00. Originalmente, ele foi criado para pessoas que gostam de trilhas, acampamentos e piqueniques, mas começou a atrair outro perfil de público.
“Nós notamos pelos relatos de nossos clientes que é bastante usado para marmitas do dia a dia. Acreditamos que isso se deve à sua preservação térmica e característica multiuso”, afirma Bárbara Coelho, gerente de marketing da Stanley. O pote preserva a temperatura por 12 horas e é vendido com um garfolher.

O modelo chegou ao Brasil em março passado e tem a missão de fomentar uma nova onda de crescimento (Stanley/Divulgação)

O modelo chegou ao Brasil em março passado e tem a missão de fomentar uma nova onda de crescimento (Stanley/Divulgação)

– E se os outros estádios usassem a mesma estratégia do MorumBis, quais seriam os nomes?

Que sacada sensacional do jornalista Bruno Vicari!

E se nos mesmos moldes do MorumBis, tivéssemos outras arenas renomeadas?

Olhe só o que ele sugeriu para os outros estádios:

MorumBis será sucesso pois remete ao popular nome do Estádio – assim como Allianz Parque surgiu do Parque Antárctica.

Sugestão pra outros Clubes / Empresas:

Bonafont Nova;
– Cinemarkanã;
– Sãotander Januário;
– Engove Ressacada;
– Brinco de Ouro Branco da Princesa;
– Olympikus (Grêmio)
– Kianindé;
– XP Pacaembu
– São JanuÓreo
– Itaúquerão
– AreNatura Amazônia
– Habbib’s Abi Chedid
– Faber Castellão
– Serramalte Dourada
– Arena Gallo (azeite / Atlético MG)
– Estádio do Café Nespresso
– CT Leite Ninho do Urubu
– Gigante da Blaze Rio
– Arena Pantene-Pantanal
– Hyper Island do Retiro

Tem alguma sugestão para outro estádio?

Arte: Divulgação Mondelez. 

– Dom Pedro Caixinha e a Renovação com o Red Bull Bragantino.

Ao estilo Dom Pedro I no histórico “Dia do Fico”, o Red Bull Bragantino anunciou que prorrogou o contrato com o treinador Pedro Caixinha até 2025.

Veja o cartaz abaixo:

– Oxxo no Brasil: Lições de Mercado e Cultura.

Nesse mundo em constante evolução, a arte de criar conexões reais continua atemporal. Seja com colegas, clientes ou parcerias, estabelecer relações …

Continua em: Oxxo no Brasil: Lições de Mercado e Cultura

– O Paradoxo Pepsi.

Já faz muito tempo que vejo pela Web afora alguns vídeos como esse, do link abaixo: começa falando que nos testes cegos, a pessoa prefere Pepsi do que Coca-Cola, e depois fala sobre a importância do nome forte de uma marca.

“Tem” e “não tem razão”. Me parece um pouco exagero de apologia à Pepsi, mas aí são incorporados conceitos mercadológicos interessantes; e depois cai numa “barra forçada”: quem disse, por exemplo, que as pessoas consomem Adidas por conta do Messi, como relatado aqui?

Assista o vídeo, mas tenha suas ressalvas com algumas falas que soam mais como propaganda do que propriamente de estudos, em: https://www.linkedin.com/posts/willianfelix-eletronicaeautomacaoindustrial_lembrei-das-aulas-de-virando-a-chave-com-activity-6875382797142396928-_xRf

Coca ou Pepsi – quem domina o mercado global?

Imagem extraída de: https://cruzferreira.com.br/coca-ou-pepsi-quem-domina-o-mercado-global/

– Morumbis e Leônidas.

O São Paulo FC estuda vender à Mondelès, dona da Lacta, os Naming Rights do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, que passaria a se chamar MorumBIS (em alusão ao chocolate).

Se confirmado, poderemos ter uma reparação histórica! O grande Leônidas da Silva, apelidado de Diamante Negro (e que terá um setor de arquibancada com seu nome), foi homenageado pela Lacta com um chocolate fazendo alusão ao seu apelido – e hoje, consumidores de Diamante Negro não sabem que a origem do nome se deu ao jogador.

Sobre essa história, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-sKD

Estádio do Morumbi

Imagem extraída de: https://www.poder360.com.br/esportes/sao-paulo-negocia-naming-rights-do-morumbi-por-r-25-mi-ao-ano/

– As curvas nas embalagens nos atraem.

Olhe que legal: um case de sucesso (Leite Moça), mostrando como as curvas das embalagens nos atraem.

Extraído do LinkedIn de: Instituto Brasileiro de Neuromarketing e Neuroeconomia.

O PODER DAS CURVAS NAS EMBALAGENS

Os escritórios de #design de embalagem trabalham para que um produto seja escolhido no ponto de venda gerando desejos no #consumidor, mesmo que ele nem ao menos consiga verbalizar o que realmente quer.

A ativação do #córtex órbito-frontal (ligado à apreciação da beleza) indica a ativação do sistema de recompensa, o sistema neural que nos motiva a agir, atingir metas ou nos esforçar para obter algo, ou seja, se esta área está ativada significa que estamos dispostos a pagar um preço elevado para adquirir determinado produto e nesse caso, um produto ou #embalagem, desenvolvidos de forma estrategicamente pensada para atingir o cérebro, terá maior chance de sucesso.

 Em 2004, a lata de leite condensado Moça entrava para a história das embalagens no Brasil com um formato icônico e que seria conhecida por todos.

A reformulação da embalagem foi um sucesso absoluto, aumentando as #vendas da empresa e levando a #marca até o limite da sua capacidade de produção. Além disso, a embalagem ganhou o prêmio de inovação pelo Centro Nestlé de Embalagem/Suíça.

O formato acinturado da lata no ponto de #venda é um fator de fácil identificação e forte personalidade. O formato estimula o contato e é de confortável manuseamento, motivando o consumidor a pegá-la.

O próprio nome Leite Moça é resultado de observações sobre o comportamento dos consumidores.

Quando chegou ao país, o produto levava o nome em inglês, “Milkmaid”. Os brasileiros, no entanto, apelidaram de “leite da moça”, referindo-se à ilustração da camponesa na embalagem. Na década de 1930, quando já fabricava o leite condensado no Brasil, a #Nestlé decidiu adotar o nome criado espontaneamente e o produto passou a se chamar Leite Moça.

Em 2014 as latas com suas curvinhas foram substituídas por latas retas e mais finas, estilo “slim” mais magrinhas e com o sistema “abre fácil”.

Além das latas de leite Moça, qual uma outra embalagem que você lembra ter uma experiência de toque digna de estar na sua memória até hoje?

– Rebrandings de 2023.

Repararam quantas marcas mudaram seus logos em 2023?

Um pouco sobre isso, extraído do Linkedin de Henrique Chirichella, abaixo;

PRINCIPAIS REBRANDINGS DE 2023

Por Henrique Chirichella

Seriedade. Minimalismo. Monocromia. Mantendo a tendência dos últimos anos, estas são as principais palavras que definem os rebrandings deste ano.

Não foram poucas as marcas que aproveitaram 2023 para se reinventarem e, principalmente, reinventar o design de seus logos. Neste post, separei algumas delas conforme imagem abaixo.

Petz – Em outubro, uma das líderes do mercado pet, anunciou sua reformulação visual, apostando na proposta de fidelização de seus clientes. Segundo a empresa, “Mudamos para seguir evoluindo, usando a criatividade e a tecnologia para construir a Petz do futuro”.

Nokia – No final de fevereiro, a Nokia abandonou uma identidade visual após quase 60 anos. A gigante da tecnologia anunciou o afastamento da produção de smartphones, focando agora em tecnologia corporativa.

Deezer – No começo de novembro, a Deezer apresentou a nova identidade centrada na experiência do cliente, tendo como principal diretriz “conexão” e “expressão”, simbolizadas pelo coração roxo no logo.

Cinemark Brasil – Em abril, a Cinemark introduziu seu novo logo. Seguindo a tendência minimalista e sóbria, o rebranding seguiu diretrizes da marca nos Estados Unidos. O Design visa refletir a nova abordagem da marca: “focada em entreter e inspirar públicos com experiências cinematográficas e tecnologia de ponta”.

Johnson & Johnson – Após 135 anos, a Johnson & Johnson abandonou o tradicional logotipo cursivo em setembro deste ano. Em comunicado, a empresa afirmou que a nova identidade moderna “transmite uma sensação de inesperado e de humanidade”.

PepsiCo – Enquanto algumas empresas focaram na modernização, a Pepsi, em março, preferiu resgatar a memória afetiva na apresentação do novo logo. A nova identidade se parece muito com a versão dos anos 90, mas com elementos mais modernos e com foco na promoção de seus produtos zero açúcar.

Hopi Hari – Um dos principais parques temáticos do Brasil, o Hopi Hari apresentou sua nova identidade visual há algumas semanas. A empresa, que passa por uma nova fase e investimentos, afirma que “a renovação da marca visa potencializar a experiência familiar oferecida pelo parque, ampliar o público, novos negócios e marcar o novo momento da empresa na indústria do entretenimento”.

Itaú Unibanco – Talvez, nenhum rebranding foi tão discutido quanto o do Itaú, apresentado na semana passada. O redesign foi assunto nas principais redes sociais. O laranja, que já vinha fazendo parte do branding da marca desde os anos 90, se tornou a cor principal do novo logo. Segundo a empresa, “Cada detalhe do novo logo foi pensado para contar nossa história em sua evolução com o tempo, trazendo uma rápida conexão visual. Uma marca icônica agora mais calorosa e transformadora: o Itaú ainda mais Itaú.”.

Para você, qual foi o destaque de rebranding do ano? Qual foi decepcionante? Afinal, é fácil se acostumar com mudanças? Deixo, nos comentários, algumas menções honrosas! Vamos debater?

– A Força Interior será também a 2ª Força Paulista em 2024?

De novo, o Red Bull Bragantino se mostrou a 2ª força no futebol paulista. E para quem torce por futebol-empresa COM gestão responsável (até porque podemos ter gestões empresariais irresponsáveis), vale observar:

No Paulistão de 2023, onde o Palmeiras foi campeão, o Massa Bruta / Toro Loko ficou à frente de São Paulo, Corinthians e Santos (que quase caiu de divisão).

No Brasileirão de 2023, onde o Verdão também foi campeão, o Red Bull Bragantino igualmente ficou à frente (pela mesma ordem) do Tricolor, do Timão e do Peixe (que dessa vez caiu).

Com isso, prepara-se para a disputa da Libertadores da América encorpando o time com contratações de interesse financeiro (como o desejo de contar com o jovem Nathan, do SPFC), esportivo (quer repatriar Gustavo Scarpa, caso ele deseje voltar ao país – já jogou no antigo Red Bull Brasil e tem uma ótima avaliação de Pedro Caixinha, a fim de que ele compartilhe sua experiência com os novatos – informação de Pietro Loredo da Rádio Futebol Total) e planeja a manutenção de Léo Ortiz, com um plano de carreira mais vantajoso financeiramente.

Fora isso, as ações de marketing bem sucedidas acabam por coroar o trabalho. Vide a exposição na mídia e o propósito de “não ter torcedores rivais”, criando um ambiente de admiração para que surjam consumidores da marca.

Em breve, o CT de Atibaia será inaugurado para integrar base e profissional (9 campos e hotel), além da reforma do Estádio Municipal de Bragança Paulista, a fim de mandar os seus jogos enquanto reconstrói o Nabizão.

– Será que em 2024 se consolidará, dentro de campo, como a 2ª força estadual?

Curiosidade: na Libertadores, teremos pela primeira vez 3 paulistas e 3 cariocas classificados: Palmeiras, Red Bull Bragantino, São Paulo, Flamengo, Botafogo e Fluminense.

Em tempo: “#ForçaInterior” foi o nome da campanha publicitária do Red Bull Bragantino em 2023, visando arregimentar novos torcedores “caipiras” que simpatizassem com a equipe interiorana, impressionando a Capital.

Foto: Ari Ferreira, Red Bull Bragantino.

– A nova logo do Itaú.

Eu achei tão sem graça a nova logo do Itaú

Se as peças publicitárias são ótimas, essa nova manifestação ficou comum.

Aliás, impossível não comparar:

– Falando de Marketing.

Hoje estivemos pelo Sebrae em Pinhalzinho, falando de Marketing a um grupo de alunos no Sebrae Aqui local.

Como é bom ver alunos com brilho nos olhos!

É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

– O Comércio apela. Cyber Monday?

Ok, há gente que vive em função de promoções. Mas depois da Black Friday, e alguns estendendo para Black Week, teremos na 2a feira a “Cyber Monday“, versão exclusiva de ofertas para a compra pela Internet!

Quero ver pagar a conta depois… Consumidores compulsivos que se segurem!

Resultado de imagem para cyber monday

– A evolução de uma logo (Shell)!

Puxa, pena que não tem a referência para crédito no post: a evolução do logo da Shell!

Olhe só:

As vezes nos esquecemos que a marca é uma concha…

– Footballverse é S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L…

Como o “Multiverso” dos superherois do cinema está em alta, a Nike criou sua versão “futebol”!

Imaginaram o Ronaldo de 1998 encontrando o de 2002? Ou o Ronaldinho Gaúcho versus Mbappé? Ou os jogadores de hoje, que conheceram os craques do passado, enfrentando-os e se antecipando às jogada por conhecerem eles do… YouTube?

Assista, vale a pena. Eu achei espetacular, especialmente quando surgem as meninas do futebol e os craques mais jovens, em: https://youtu.be/6p4SeR3pliM

– É tão simples deixar o cliente à vontade…

Quantas vezes você se deparou com vendedores que grudam em você, permanecendo do seu lado e oferecendo de tudo, mesmo quando você diz que está apenas “dando uma olhadinha”?

Não sei quem bolou essa forma tão básica de evitar incômodos: cestinhas que diferenciam a cor conforme a necessidade de atendimento do freguês (abaixo).

Simples e simpático, não?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para a divulgação do crédito.

– O excelente Programa de Recompensas do Red Bull Bragantino.

Olhe só que maravilha: por semanas, famílias bragantinas que participaram das promoções com as empresas locais através do Programa de Recompensas do Red Bull Bragantino, pela quantidade de pontos obtidos, foram para a Europa!

Saiba mais:

– A Fan Fest do Red Bull Bragantino.

Encerrada a Fan-fest do Red Bull Bragantino para o jogo contra o Botafogo, aí vem outro problema: os pais convencerem as crianças a irem embora

Os caras são ótimos no marketing. A quantidade de famílias no Nabizão é enorme!

Viva as crianças no futebol.

– Bolacha Retrô.

Quando a embalagem faz a gente comprar o produto…

Essa bolacha da Tostines me faz recordar a infância. Com essa “roupa”, parece mais gostosa!

– B2B, B2C ou P2P?

As ferramentas modernas de marketing digital são importantes para o diálogo entre os negociantes e parceiros. Muito se fala sobre estratégias de comunicação entre empresas (B2B – Business to Business, ou “empresas para empresas”) ou entre empresas e consumidores finais (B2C – Business to Consumer). 

Mas e essa mesma comunicação entre pessoas?

Sobre P2P, extraído de: https://portal.comunique-se.com.br/nao-e-b2b-nem-b2c-e-p2p/

NÃO É B2B NEM B2C: É P2P

por Cássio Politi

Ainda que sejamos o país da América Latina que mais investe em marketing digital segundo dados da McKinsey, a maior parte das empresas brasileiras dá sinais de ter dificuldade para entender a importância das técnicas e ferramentas emergentes, que ganharam força com a Transformação Digital.

Primeiro, porque muitas marcas utilizam essas soluções digitais de maneira equivocada, sem oferecer valor real à sua audiência. E também porque tem bastante gente esquecendo que não lidamos com máquinas — entre tanta automação, algoritmo e leitura básica de métricas —, mas com pessoas.

Mesmo quando o foco do seu negócio é B2B, você lida e se relaciona com pessoas. Falta em muitos casos uma visão mais estratégica a respeito do assunto, mas, para embasar estas considerações, conversei com a gerente de marketing da Coloplast, Paula Sartorato. A troca de ideias converge sobre um negócio ser B2B ou B2C. No final, tudo se resume a uma relação humana, de pessoas para pessoas. O papo, na íntegra, está no final deste post, em formato de podcast, mas você lê insights dele nos parágrafos a seguir.

Falamos com pessoas

Paula Sartorato reforçou a importância de falar, estritamente, com pessoas independentemente de haver um núcleo corporativo em B2C ou B2B. Em grande parte, isso foi possibilitado com o avanço das redes sociais e tecnologias associadas que aproximem as marcas do consumidor final. E a tendência vai além: 83% dos brasileiros preferem comprar de marcar alinhadas aos seus próprios valores segundos dados da Accenture publicados pela Exame.

Com isso, Paula percebe que, mesmo que o B2C não seja o principal modelo de negócios e representatividade na receita, a iniciativa de falar com pessoas traz uma oportunidade valiosa de ter contato direto com o usuário final.

Os benefícios

A questão-chave, para a gerente de marketing da Coloplast, reside na “oportunidade de a empresa entender melhor as relações comerciais e com o usuário para alcançar o cliente. É levar uma informação relevante por meio do posicionamento de marca. Coisas que talvez ela não tivesse sem esses canais: o acesso direto”.

As tecnologias — muitas delas, já não tão novas, como é o caso das redes sociais — permitem um alcance maior para as empresas. Não precisamos falar com uma identidade corporativa, mas com as pessoas diretamente. Sejam elas vendedores, fornecedores e também aquelas que consomem, indiretamente, os seus produtos ou serviços.

Afinal, empresas que conseguem ter uma percepção melhor do que a sua solução proporciona ao consumidor final, aprendem também a ser mais assertivas mesmo que sua essência seja B2B.

Se olho no P2P

Vamos esquecer, por alguns instantes, as nomenclaturas B2B e B2C e usar o P2P? Ou seja: people to people— de pessoas para pessoas. Esse discurso, inclusive, tem sido abertamente dialogado por diversos especialistas.

Um que chamou bastante a atenção pertence a Mark Schaefer em seu livro Marketing Rebellion: The Most Human Company Wins.

Até o momento, o conteúdo está disponível apenas em inglês, mas fiz uma resenha sobre a obra e você pode baixá-la gratuitamente neste link.

A mensagem do livro é, basicamente, que devemos focar nossas estratégias em uma conexão com pessoas, e não com empresas. Mesmo quando falamos em inbound marketing e as ferramentas e estratégias aplicadas, temos de considerar a nossa audiência.

Entrei em consenso com a Paula ao considerar que as ações que agregam valor ao público — quando isso é percebido pelas pessoas — ajudam na sua retenção. Quando falamos com pessoas, não estamos apenas captando leads e aumentando a base de e-mails para o disparo de ofertas. Estamos nos conectando.

Do contrário, só temos números acumulados que não oferecem retorno algum para a sua empresa e tampouco para a sua base de clientes.

Ouça este post

A conversa com Gabriela Onofre foi tema da 227ª edição do Podcast-se, que foi ao ar em julho — e que você ouve abaixo.

O Podcast-se é o podcast oficial do Grupo Comunique-se. Está no ar há mais de três anos e já tem mais de 250 episódios no ar. Figura entre os top-10 podcasts de Marketing do Brasil segundo o ranking de audiência do Chartable. Está disponível nas principais plataformas, como SpotifyApple PodcastsGoogle Podcasts e outras.

Imagem-Arte de Márcia Sokamoto (endereço na figura).

– CICA e a Magia das Propagandas com a Turma da Mônica.

A Turma da Mônica, criada pelo renomado cartunista brasileiro Mauricio de Sousa, é um verdadeiro patrimônio da cultura nacional. Ao longo das décadas…

Continua em: CICA e a Magia das Propagandas com a Turma da Mônica

– A nova Carijó do Red Bull Bragantino.

Na versão puramente Massa Bruta dos anos 90, o Bragantino vestiu essa icônica camisa (vice-campeã brasileira de 1991), chamada carinhosamente de “Carijó” (a esquerda).

Hoje, foi divulgada a camisa nessa nova era Massa Bruta / Toro Loko (agora, como uma equipe do grupo Red Bull), repaginada e voltada para o futuro. A Carijó Moderna (a direita):

Abaixo, jogadores do passado e do presente com o novo modelo.

Será que essa Carijó dará sorte? Para supersticiosos, quem sabe um “bi-vice campeonato”. Para os mais realistas, a vaga na Libertadores. E para aqueles que estão um pouco mais ousados, quem sabe o título?

Fotos atuais de Ari Ferreira (com montagem).

– A Camisa Rolling Stones do Barcelona para jogar contra o Real Madrid.

Esgotado!

O patrocinador do Barcelona, o streaming de músicas Spotify, resolveu estampar a logo da banda Rolling Stones na camisa do clube, para o jogo contra o Real Madrid.

O lote total de camisas colocado à venda foi vendido pela Internet antes sequer de chegar às lojas físicas…

Sensacional, não?

Foto extraída da Internet. Reprodução Barcelona.

– O que tem dentro do Container do Red Bull Bragantino?

Circula essa foto nas redes sociais do Red Bull Bragantino (abaixo).

À beira do Lago do Taboão, muito suspense: o que teria lá dentro?

Nesse container com cronômetro do clube, contém…

A) Uma nova camisa?

B) A Maquete do Estádio totalmente reformado?

C) Algo promocional com a Fórmula 1 (já que o piloto campeão é da Red Bull e teremos GP do Brasil em breve)?

D) Uma alusão ao Pedro Caixinha (está virando de “Little Box”, como brincou dias atrás, a “Pedro Container”, com alguma ampliação de contrato)?

Deixe seu comentário:

(veja o vídeo em: https://www.facebook.com/reel/874261520973786?mibextid=kcDB8O).

Foto: Ari Ferreira.

https://www.facebook.com/reel/874261520973786?mbextid=kcDB8Ohttps://www.facebook.com/reel/874261520973786?mibextid=kcDB8O

– A empatia em gestos simples.

Leio no Ecoa (em matéria reproduzida pelo UOL, conforme citação na figura abaixo) que na Holanda um supermercado criou caixas para ficarem conversando com idosos. Sensacional!

Um dos males que maltratam os “nossos velhinhos” é a solidão. A necessidade de conversar é perceptível, e tal simpática iniciativa merece todos os aplausos.

E quem / quando se fará algo igual aqui no Brasil?

– Gabriel Mercado e Mercado Livre.

Que sacada genial (e involuntária)!

Publicidade oportuna: Gabriel Mercado estava sem marcação… Mercado livre para a jogada. Abaixo:

– O bom aproveitamento que o Red Bull Bragantino dá ao estádio.

Toda vez que venho almoçar no Nabizão, me admiro como o marketing do Red Bull Bragantino é bom:

Custaria muito o nosso Paulista FC aproveitar melhor o Estádio Jayme Cintra?

Agora, 14h30 e está lotado de clientes (boa parte de “turismo de negócios”) e que vieram aproveitar e conhecer o restaurante do estádio. Tem loja, Bull Shop…

Basta competência! Não deve existir melindre entre o tradicional e o novo.

(Fotos: autoria pessoal)

 

– M&M’s no Outubro Rosa.

Ótima iniciativa dos chocolates M&M’s: por conta do Outubro Rosa, resolveu mudar sua “roupa para chamar a atenção!

Ideias simples para causas nobres

– Qual o ponto perfeito?

Não pude resistir a essa ilustração e postei: já paguei muito caro em churrascaria que não valeu a pena, e também já paguei muito barato em outras em que fui bem servido.

Ao verificar essa imagem (abaixo), fico pensando: cozinhar é uma arte mesmo! Não adianta “grife de carne”, se você não acertar o ponto dela.

Qual é o seu?

– Dificuldade impulsionando a Criatividade!

A dificuldade pode ser um fator tanto desanimador quanto incentivador. Porém, vemos que muitas pessoas, ao sentirem desafiadas pelos percalços, acabam se superando. Um artigo fala sobre isso, extraído do Caderno Inteligência, da Revista Época Negócios, ed Jan/13, pg 100.

Abaixo, compartilho, sobre “dificuldades desejáveis”:

NÃO FACILITE

A dificuldade estimula a criatividade

Nosso cérebro responde melhor às dificuldades do que imaginávamos. Na verdade, elas estimulam nossa criatividade. O pesquisador Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, até cunhou a expressão “dificuldades desejáveis” para defender um intervalo maior entre uma aula e outra, obrigando um esforço adicional dos alunos para lembrar a lição anterior. E cientistas da Universidade de Princeton descobriram que alunos assimilavam melhor os conteúdos impressos em fontes tipográficas mais feias e difíceis de ler. Estudos neurológicos mostram que, confrontadas com obstáculos inesperados, as pessoas conseguem aumentar seu “escopo perceptivo”, recuando seus pensamentos para enxergar o quadro mais amplo.

O poeta britânico Ted Hughes defendia que poesia deveria ser escrita à mão: o esforço para usar uma caneta em uma folha de papel obriga a criar expressões mais densas e sintéticas. Os Beatles são um exemplo de que as “dificuldades desejáveis” ajudam a criatividade: em 1966, depois de lançar Rubber Soul, planejavam gravar seu próximo disco nos Estados Unidos, onde os equipamentos eram muito mais sofisticados. Obrigações contratuais os obrigaram a gravar nos estúdios da gravadora, em Londres. Resultado: com a ajuda de um grande produtor e excelentes engenheiros de som, exploraram todas as possibilidades dos quatro canais de gravação disponíveis e produziram os revolucionários álbuns Sgt. Pepper e Revolver.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Falamos de Educação!

Falamos um pouco sobre Marketing aqui no Sebrae Jundiaí!

É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

Procure se capacitar. Vale a pena.

🖊️ #Empreendedorismo

– Gestão Profissional no Futebol dá bons resultados.

Vejo muita gente falando sobre números no futebol sem interpretar dados. Uma das coisas recentes é: “não dá para entender porque a Red Bull gasta tanto dinheiro num projeto como o do Bragantino”.

Ora, já falamos em outras postagens aqui sobre Projeto de Marketing, Valor Institucional e outras nuances que mostram as estratégias empresariais de vanguarda nesse caso. Contando, ainda, com o excelente trabalho na comunidade local.

Enfim: se você for simplório e achar que existe a obrigação de ganhar títulos a qualquer custo, estará ainda com a mentalidade de outros tempos da bola. E para entender uma gestão responsável, um recorte da respeitada Pluri Consultoria abaixo:

– Muita coisa para se falar sobre James Rodriguez:

James Rodriguez negocia rescisão com o SPFC. Não deu certo…
Vale ler esse post de 28 de julho de 2023, quando contratado: 

Sem qualquer tipo de discussão, é sabido: James Rodriguez é um nome forte, midiático e que traz recursos financeiros a quem o contrata, pelo potencial de marketing.

Mas… ele se pagará?

Recorde do caso Daniel Alves: falou-se em parceiros para pagar seu alto valor, mas eles não existiram. Defenderam existir um plano de marketing, e ele não vingou.

James Rodriguez virá como? Quem bancará? Ele, que tem um histórico de tantas contusões, está inteiro? E os atrasos de salários dos jogadores?

Quando um atleta tem o “privilégio” de receber em dia e os demais têm atrasos, isso destrói o ambiente. Ou se alguém chega com salário diferenciado (o próprio SPFC viveu isso com a contratação de Ricardinho), isso “agita” a relação dos atletas.

Em cada grande clube que passou, James não mostrou o que podia. Foi assim no Porto-POR, no Mônaco, no Real Madrid-ESP, no Bayern-ALE, no Everton-ING… e depois quando esteve no Al-Rayyan do Catar e no Olympiakos da Grécia.

  • Há quanto tempo ele não tem ritmo competitivo de jogo?

Uma modesta opinião: o colombiano poderia ter sido uma estrela maior do que é, pelo enorme potencial… Será que o São Paulo detectou qual o problema da sua “não-explosão”, a fim de não se sentir frustrado?

James Rodriguez é o novo reforço do São Paulo!

Imagem extraída de: https://spfc.net/news.asp?nID=240278

– A Origem da Barbie.

Barbie está em alta! O sucesso do filme trás várias discussões, entre elas, sobre a origem da boneca.

Mas você sabe qual a origem dela? Das tirinhas eróticas à transformação infantil, abaixo (extraído de https://www.uol.com.br/splash/noticias/2023/07/22/como-ruth-handler-usou-uma-boneca-para-maiores-para-criar-a-barbie.amp.htm)

CONHEÇA RUTH HANDLER E A HISTÓRIA DA CRIAÇÃO DA BARBIE

Ruth Handler, criadora da boneca Barbie - Divulgação
Ruth Handler, criadora da boneca Barbie Imagem: Divulgação

A espera acabou: desde a última quinta-feira (20), os fãs da boneca mais famosa do planeta podem se reunir para assistir a “Barbie” nos cinemas, live-action inspirado no universo cor-de-rosa da Mattel.

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Como o teaser do longa revela, antes da invenção da Barbie, as meninas tinham bonecas que, no máximo, ajudavam-nas a incrementar brincadeiras sobre a maternidade e os cuidados com um bebê.

Foi a partir dessa observação e carência de mercado, que Ruth Handler, a “mãe da Barbie”, criou um dos brinquedos mais lucrativos da História e uma das maiores empresas voltadas para o público infantil. Mas, como tudo isso aconteceu?

Brinquedos de garagem e a inspiração em boneca “para maiores”

Quando Ruth e Elliot Handler, seu marido, se mudaram para Los Angeles, ainda na década de 1930, a dupla iniciou uma parceria que ia além do matrimônio. Antes de dar à luz seus dois filhos, Barbara e Kenneth, Ruth vendia móveis de plástico desenhados por Elliot. “Descobri que adorava o desafio de vender”, disse ela no livro “Dream Doll”, sua autobiografia.

Os plásticos dos móveis viraram brinquedos e deram origem à Mattel, que nasceu em 1945 em uma pequena garagem. O nome do marido de Ruth e o de Harold “Matt” Matson, amigo do casal, que também foi um dos fundadores da fabricante, formaram o nome da marca: “Matt” + “El”.

Desde então, a Mattel produziu brinquedos tradicionais para meninos e meninas. Um dia, ao observar sua filha brincar com bonecas de papel que trocavam de roupa, Ruth se questionou: por que ela não pode ter um modelo tridimensional para vestir e usar sua imaginação com diferentes looks?

Assim, durante uma viagem de família para a Suíça, Ruth conheceu Lilli, uma personagem voltada para o público adulto — e a inspiração controversa para a Barbie. Ela era a protagonista de tirinhas eróticas publicadas no jornal alemão Bild Zeitung, além de ser uma boneca vendida por lá.

Com 30 centímetros de altura e dona de curvas que exaltavam sua feminilidade estereotipada, Lilli era comprada por homens como presentes para mulheres — uma forma apimentada de demonstrar a elas suas segundas intenções.

Mamilos polêmicos e o fracasso na Toy Fair

De volta aos Estados Unidos, Ruth trouxe consigo alguns modelos da boneca Lilli, e os entregou a Jack Ryan, um engenheiro e designer renomado. Ryan trabalhou por mais de 20 anos na Mattel e chegou a ocupar o cargo de vice-presidente da companhia, além de ser o responsável por desenvolver o primeiro exemplar da Barbie.

Baseando-se na boneca europeia, ele construiu um novo modelo articulado, que retratava uma mulher de cintura fina e seios fartos. Quando mostrou o protótipo a Ruth, ela pediu para que ele se livrasse dos mamilos — eram chamativos demais.

Assim que a ideia finalmente saiu do papel, os executivos da Mattel não apostaram no novo brinquedo. Porém, determinada a fazer sua Barbie chegar às prateleiras, Ruth a apresentou na Toy Fair, a maior feira mundial dedicada ao mercado de brinquedos.

O público do evento, formado majoritariamente por homens, também não confiou no sucesso da Barbie: eles se sentiam desconfortáveis ao ver um objeto no formato de um corpo feminino, sexualizado à exaustão, sendo comercializado como um brinquedo.

Contudo, Ruth entendia que as meninas, seu público-alvo, não teriam a mesma impressão maliciosa. Ela acreditava que a boneca inspiraria as crianças e seria um objeto capaz de fazê-las imaginar infinitas possibilidades sobre o que elas poderiam se tornar quando crescer.

Novas pesquisas de marketing e, enfim, o sucesso

Quase desistindo de seu sonho, Ruth decidiu consultar as próprias crianças sobre o assunto — já que os executivos e as donas de casa, que apelidaram a Barbie pejorativamente de “boneca do papai”, não estavam convencidos. Os grupos focais formados por meninas compuseram a pesquisa, e provaram não só que as crianças adoravam brincar com a boneca, como convenceram as mães de que ela era um item, de fato, inspirador:

“Uma mulher que não gostava da Barbie mudou de ideia quando ouviu sua filha, arteira e bruta, dizer: ‘Mamãe, a Barbie se veste tão bem!'”, contou M. G. Lord, autora do livro “Forever Barbie: The Unauthorized Biography of a Real Doll.”

Afinal, que mãe conservadora não gostaria de ver sua filha admirar e reproduzir os padrões estéticos femininos de sua época?

Para as mulheres norte-americanas dos anos 1950, casar-se era sinônimo de sobrevivência. E foi vestida de noiva que a Barbie estrelou seu primeiro comercial para a TV, ratificando a ideia de que ela era seria um exemplo plástico do caminho que as meninas “de família” estavam destinadas a seguir.

Lançada em 1959, seu sucesso foi tamanho que a Mattel não deu conta da demanda. A partir daí, os mais variados modelos surgiram, e a boneca, cujo nome homenageia Barbara, filha de Ruth, tornou-se o maior símbolo de brinquedos para meninas que já existiu.

Problemas de saúde e o adeus à Mattel

Em 1961, Barbie ganhou um companheiro à altura: Ken, referência ao apelido do filho de Ruth e Elliot. As bonecas eram vendidas com catálogos de roupas, algumas posteriormente assinadas por estilistas famosos, e a criação de carros, barcos, casas e todos os tipos de acessórios possíveis ajudavam a tornar seu consumo constante.

Por anos, as estratégias de marketing lideradas por Ruth contribuíram para a consolidação do império da Mattel. Porém, na década de 1970, os planos da empresária começaram a mudar: depois de passar por uma mastectomia dupla, por causa de um câncer de mama, Ruth se interessou pelo mercado de próteses mamárias — ela não aprovava a qualidade das disponíveis na época de sua cirurgia.

Enquanto trabalhava para fundar a Ruthton Corporation, que em 1975 passou a comercializar próteses de tecnologia, seu trabalho na Mattel foi diretamente impactado. Em fevereiro de 1978, uma reportagem do New York Times afirmou que Ruth, ex-presidente da Mattel, e três ex-funcionários da empresa haviam sido indiciados por conspiração, fraude fiscal e apresentação de declarações financeiras falsas às autoridades.

Na época, a Mattel declarou que “nem a empresa, nem nenhum de seus diretores ou executivos atuais eram apontados como réus nas acusações”— antes dos escândalos virem à tona, Ruth se demitiu do cargo que ocupava na companhia. A empresária não contestou as acusações e disse que a doença havia contribuído para o fato, deixando-a “desfocada” dos negócios. O processo não interferiu na administração da Ruthton, empresa que ela vendeu anos mais tarde para uma divisão da Kimberly-Clark.

A volta simbólica da mãe da Barbie aos negócios

Em 1997, Jim Barad assumiu o cargo de CEO da Mattel, uma das primeiras mulheres a ocupar tal posição em uma grande empresa. Durante a sua passagem pela companhia, ela presenciou a ascensão das mulheres a grandes cargos corporativos, além de entender a importância dessas profissionais para o sucesso da Barbie.

Como forma de reconhecer a mulher que lutou para que a boneca se tornasse o fenômeno que atravessou gerações, ela convidou Ruth Handler de volta à Mattel, mais de vinte anos após o seu afastamento formal: “As pessoas ficaram muito empolgadas de ver a fundadora do que era a razão do nosso trabalho”, disse Jim, em entrevista à Netflix.

Ruth faleceu pouco tempo depois, em 2002, aos 85 anos, mas seu legado jamais será esquecido. Foi graças a ela que, hoje, meninos e meninas podem brincar com a Barbie, dar asas à imaginação e sonhar em ser tudo aquilo que eles desejarem.

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Em “Barbie”, o universo dos brinquedos ganha vida por meio da interpretação de Margot Robbie e Ryan Gosling, que dão vida, respectivamente, à Barbie e ao Ken. No longa, a dupla parte rumo ao Mundo Real, logo depois que a boneca passa a apresentar alguns “defeitos” na Barbielândia.

O filme é dirigido por Greta Gerwig, cineasta que esteve à frente de sucessos como “Lady Bird: A Hora de Voar” (2017) e “Adoráveis Mulheres” (2019). A produção é o primeiro live-action inspirado na famosa boneca, que já foi tema de muitos longas-metragens em animação.

Com roteiro de Noah Baumbach, “Barbie” segue em cartaz, exclusivamente nos cinemas.

– Tem “jabá” para o atleta tirar a camisa? O que a Regra diz?

Em 1994, Antártica, Kaiser e Brahma travavam uma briga pelo patrocínio no Futebol. Uma cervejaria anunciava na TV, outra nas placas publicitárias dos estádios e a outra bancava os próprios jogadores.

Naquela oportunidade, os atletas arrancavam a camisa e mostravam seus patrocínios pessoais no peito, com uma camisa com a propaganda por baixo. Naquele período, a solução foi: os patrocinadores irem reclamar à FIFA, que estudou modificar a Regra. Nasceu, assim, a nova orientação da Regra 4 (equipamentos e uniformes dos jogadores): tirar a camisa ou simplesmente colocá-la sobre a cabeça, mostrando o peito, passou a valer um cartão amarelo (motivo: desconfigurar o uniforme). 

Pelo lado do patrocinador, a queixa é justa: no momento de êxtase do futebol, onde as marcas do fornecedor de material esportivo e do anunciante máster deveriam ter destaque, elas deixam de aparecer.

Nesta semana, me chamou a atenção o seguinte: sabedores de que, se ao tirar a camisa receberiam cartão amarelo, Roger Guedes e Yuri Alberto tiraram a camisa contra o América, ostentando a mesma marca numa camisa “modelo Top” que estava por baixo. No jogo seguinte, Ryan repetiu o ato e também recebeu amarelo.

Três atletas punidos pelo mesmo ato, leva ao questionamento: seria um patrocínio pessoal, ou “apenas” coincidentes atos de indisciplina?

Róger Guedes ergue camisa do Corinthians em comemoração ao gol de empate na Copa do Brasil

Imagem: Rodrigo Coca, agência Corinthians.