Há “marcas que marcam“, e que suas logos viram as próprias referências.
Quer exemplo: a marca da Applenão é uma maçã, ela é a sua logo. Mas quando você vê uma maçã mordida, mesmo sem nome… o logo lembra a marca, de tão forte que ela é, sem o nome expresso.
Os erros que a Apple iria cometer quando lançasse seu maior equívoco (para alguns concorrentes), o iPhone, foram retratados nesse artigo bem curioso.
Abaixo (extraído do BlogdoIphone.com):
O DESDÉM INICIAL DO IPHONE
O desdém inicial pelo iPhone
Muitos se arriscaram na época a prever o futuro catastrófico (SIC) do iPhone. “Especialistas” que queimaram a língua por não verem o futuro chegando.
O iPhone era tão diferente de tudo até ali que muitas mudanças foram difíceis de absorver. A falta completa de um teclado físico era uma das críticas mais usadas pelos detratores, além do fato dele ser “grande” para o padrão da época.
O CEO da Palm chegou a dizer na época “Os caras dos computadores não vão agora chegar e mostrar como se faz. Não é só chegar e fazer“.
Já um outro analista do Bloomberg não acreditava que o iPhone duraria muito tempo:
“O iPhone não é nada mais do que um brinquedo de luxo que vai apelar para alguns loucos por gadgets. Em termos de seu impacto sobre a indústria, o iPhone é menos relevante. É pouco provável que a Apple faça algum impacto neste mercado. A Apple vai vender um pouco para alguns de seus fãs, mas o iPhone não vai marcar a indústria a longo prazo.”
Michael Kanellos, da CNET, foi ainda mais categórico, prevendo o fracasso total do aparelho:
“A Apple está se preparando para lançar um novo telefone… E ele vai fracassar. As vendas deste telefone até irão disparar no começo, mas as coisas vão se acalmar e o telefone da Apple vai tomar o seu lugar nas prateleiras com as câmeras de vídeo aleatórias, telefones celulares, roteadores sem fio e outros possíveis acertos. Quando o iPod surgiu no final de 2001, ele resolveu alguns problemas importantes com MP3 players. Infelizmente para a Apple, são problemas que não existem no setor de telefonia. Os telefones celulares não são desajeitados, dispositivos inadequados. Em vez disso, eles são muito bons. Muito bons.”
Nem mesmo a Microsoft estava acreditando no que estava acontecendo. O diretor de marketing da empresa, Richard Sprague, comentou na época:
“Eu não posso acreditar nesta atenção toda que está sendo dada para o iPhone … Eu só tenho que saber quem vai querer uma coisa dessas (além do fanático religioso). Então, por favor, favorite este post e volte daqui dois anos para ver os resultados da minha previsão : eu prevejo que o iPhone não vai vender nem perto dos 10 milhões [de unidades] que Jobs prevê para 2008.”
E claro, não podemos esquecer do comentário que ficou na história, vindo da boca do então presidente da Microsoft, Steve Ballmer:
Confira um outro artigo com uma coletânea de frases ditas contra o iPhone. Aproveite também para analisar os comentários que nossos leitores fizeram há cinco anos.
IN ENGLISH –
The errors that Apple was supposedly going to make when it launched its biggest blunder (for some competitors), the iPhone, were portrayed in this very curious article.
Below (extracted from BlogdoIphone.com):
THE IPHONE’S INITIAL DISDAIN
The initial disdain for the iPhone
Many at the time dared to predict the catastrophic (SIC) future of the iPhone. “Experts” who ate their words for not seeing the future coming.
The iPhone was so different from everything before it that many changes were difficult to absorb. The complete lack of a physical keyboard was one of the most common criticisms from detractors, besides the fact that it was “big” by the standards of the time.
The CEO of Palm even said at the time: “The computer guys aren’t just going to come in now and show us how it’s done. It’s not just about showing up and doing it.”
Another Bloomberg analyst didn’t believe the iPhone would last long:
“The iPhone is nothing more than a luxury toy that will appeal to a few gadget freaks. In terms of its impact on the industry, the iPhone is less relevant. Apple is unlikely to make any impact in this market. Apple will sell a few to some of its fans, but the iPhone will not make its mark on the industry in the long term.”
Michael Kanellos of CNET was even more categorical, predicting the device’s total failure:
“Apple is getting ready to launch a new phone… And it will fail. Sales of this phone will even surge at first, but things will calm down and Apple’s phone will take its place on shelves with random video cameras, cell phones, wireless routers, and other possible successes. When the iPod emerged in late 2001, it solved some important problems with MP3 players. Unfortunately for Apple, these are problems that don’t exist in the phone industry. Cell phones are not clunky, inadequate devices. Instead, they are very good. Very good.”
Not even Microsoft believed what was happening. The company’s marketing director, Richard Sprague, commented at the time:
“I can’t believe all this attention being given to the iPhone… I just have to know who would want such a thing (besides the religious fanatic). So, please, favorite this post and come back in two years to see the results of my prediction: I predict that the iPhone will not sell anywhere near the 10 million [units] that Jobs predicts for 2008.”
And of course, we can’t forget the comment that made history, coming from the mouth of the then Microsoft president, Steve Ballmer:
Check out another article with a collection of quotes made against the iPhone. Also, take the opportunity to analyze the comments our readers made five years ago.
James Rodriguez negocia rescisão com o SPFC. Não deu certo… Vale ler esse post de 28 de julho de 2023, quando contratado:
Sem qualquer tipo de discussão, é sabido: James Rodriguez é um nome forte, midiático e que traz recursos financeiros a quem o contrata,pelo potencial de marketing.
Mas… ele se pagará?
Recorde do caso Daniel Alves: falou-se em parceiros para pagar seu alto valor, mas eles não existiram. Defenderam existir um plano de marketing, e ele não vingou.
James Rodriguez virá como? Quem bancará? Ele, que tem um histórico de tantas contusões, está inteiro? E os atrasos de salários dos jogadores?
Quando um atleta tem o “privilégio” de receber em dia e os demais têm atrasos, isso destrói o ambiente. Ou se alguém chega com salário diferenciado (o próprio SPFC viveu isso com a contratação de Ricardinho), isso “agita” a relação dos atletas.
Em cada grande clube que passou, James não mostrou o que podia. Foi assim no Porto-POR, no Mônaco, no Real Madrid-ESP, no Bayern-ALE, no Everton-ING… e depois quando esteve no Al-Rayyan do Catare no Olympiakos da Grécia.
Há quanto tempo ele não tem ritmo competitivo de jogo?
Uma modesta opinião: o colombiano poderia ter sido uma estrela maior do que é, pelo enorme potencial… Será que o São Paulo detectou qual o problema da sua “não-explosão”, a fim de não se sentir frustrado?
2º turno de trabalho: nesta tarde, estivemos no CDP do bairro do Tijuco Preto, em Jundiaí, onde buscamos falar um pouco sobre Marketing dentro desse importante projeto de reinserção!
Somente com Educação que conseguiremos resultados positivos.
CROCS E PRINGLES SE UNEM EM COLLAB E LANÇAM BOTA COM ESPAÇO PARA GUARDAR BOTA E BATATA
Por Juliana Pio
A Pringles, batata do gigante de alimentos Kellanovamundialmente reconhecida pela icônica lata vermelha, quer agora se tornar objeto de desejo entre fashionistas e gamers. Para isso, a marca aposta agora em uma nova parceria com a companhia de calçados casuais Crocs.
Produzida em quantidade limitada, a collab conta com três modelos de designs inspirados no mundo de Pringles, entre eles o Crush Boot, botas com suporte personalizado para armazenar uma lata de batatas, além dos famosos Jibbitz charms (acessórios que podem ser colocados nos calçados).
Na visão de Ângela Pozenato Viana, gerente de marketing de Pringles, tanto a marca de batatas quanto a Crocs inovaram e redefiniram a forma de consumo em seus segmentos.
“Pringles ressignificou a categorias de snacks com sua lata vermelha e o formato do chip em hipérbole. Já Crocs, desafiou as convenções do mercado de calçados, apostando em designs diferenciados e em uma proposta focada em conforto e na autoexpressão. A collab é a união de duas marcas aspiracionais, que conseguem ditar tendência nos seus segmentos e lifestyle únicos, mantendo-se relevantes entre o público jovem”, diz a executiva.
“Estamos entusiasmados com a parceria com a equipe da Pringles para criar maneiras novas e inovadoras de animar nossas comunidades e entusiasmar nossos fãs”, afirma Matias Infante, vice-presidente de Parcerias Globais de Marca e Energia da Crocs.
As vendas da coleção Pringles x Crocs serão realizadas exclusivamente no e-commerce de Crocs, a partir do dia 16 de abril, às 13h. Confira abaixo os itens da collab:
Pringles e Crocs se unem para lançar modelos exclusivos (Divulgação/Pringles)
CROCS E PRINGLES SE UNEM EM COLLAB E LANÇAM BOTA COM ESPAÇO PARA GUARDAR BOTA E BATATA
Por Juliana Pio
A Pringles, batata do gigante de alimentos Kellanovamundialmente reconhecida pela icônica lata vermelha, quer agora se tornar objeto de desejo entre fashionistas e gamers. Para isso, a marca aposta agora em uma nova parceria com a companhia de calçados casuais Crocs.
Produzida em quantidade limitada, a collab conta com três modelos de designs inspirados no mundo de Pringles, entre eles o Crush Boot, botas com suporte personalizado para armazenar uma lata de batatas, além dos famosos Jibbitz charms (acessórios que podem ser colocados nos calçados).
Na visão de Ângela Pozenato Viana, gerente de marketing de Pringles, tanto a marca de batatas quanto a Crocs inovaram e redefiniram a forma de consumo em seus segmentos.
“Pringles ressignificou a categorias de snacks com sua lata vermelha e o formato do chip em hipérbole. Já Crocs, desafiou as convenções do mercado de calçados, apostando em designs diferenciados e em uma proposta focada em conforto e na autoexpressão. A collab é a união de duas marcas aspiracionais, que conseguem ditar tendência nos seus segmentos e lifestyle únicos, mantendo-se relevantes entre o público jovem”, diz a executiva.
“Estamos entusiasmados com a parceria com a equipe da Pringles para criar maneiras novas e inovadoras de animar nossas comunidades e entusiasmar nossos fãs”, afirma Matias Infante, vice-presidente de Parcerias Globais de Marca e Energia da Crocs.
As vendas da coleção Pringles x Crocs serão realizadas exclusivamente no e-commerce de Crocs, a partir do dia 16 de abril, às 13h. Confira abaixo os itens da collab:
Pringles e Crocs se unem para lançar modelos exclusivos (Divulgação/Pringles)
Como será que a diretoria do São Paulo encarou o desempenho de James Rodríguez nos amistosos internacionais?
Jogou pouco tempo, como ocorre aqui no Brasil. Mas o pouco que jogou, “deu o sangue”… coisa que não demonstra em jogos domésticos.
Afinal, o colombiano não se dedica aos treinos por aqui(o famoso “chinelinho”), mas quando serve ao seu país, mostra o entusiasmo que lhe falta? Ou não é bem assim?
Que não se culpe Thiago Carpini por ele não render no SPFC. Foi assim também com Dorival Jr. E, sejamos justos, James nunca jogou como joga pela Colômbia nos tempos de Real Madrid-ESP, Bayern-GER, Porto, Mônaco-FRA, Everton-ING…
Como será que a diretoria do São Paulo encarou o desempenho de James Rodríguez nos amistosos internacionais?
Jogou pouco tempo, como ocorre aqui no Brasil. Mas o pouco que jogou, “deu o sangue”… coisa que não demonstra em jogos domésticos.
Afinal, o colombiano não se dedica aos treinos por aqui(o famoso “chinelinho”), mas quando serve ao seu país, mostra o entusiasmo que lhe falta? Ou não é bem assim?
Que não se culpe Thiago Carpini por ele não render no SPFC. Foi assim também com Dorival Jr. E, sejamos justos, James nunca jogou como joga pela Colômbia nos tempos de Real Madrid-ESP, Bayern-GER, Porto, Mônaco-FRA, Everton-ING…
Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:
COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO
Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio
por Priscila Zuini
A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.
Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).
1. Atendimento impecável
Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.
Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.
2. Tenha um bom produto
Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.
O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.
3. Seja transparente
Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.
Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
CONHEÇA RUTH HANDLER E A HISTÓRIA DA CRIAÇÃO DA BARBIE
Ruth Handler, criadora da boneca Barbie Imagem: Divulgação
A espera acabou: desde a última quinta-feira (20), os fãs da boneca mais famosa do planeta podem se reunir para assistir a “Barbie” nos cinemas, live-action inspirado no universo cor-de-rosa da Mattel.
Como o teaser do longa revela, antes da invenção da Barbie, as meninas tinham bonecas que, no máximo, ajudavam-nas a incrementar brincadeiras sobre a maternidade e os cuidados com um bebê.
Foi a partir dessa observação e carência de mercado, que Ruth Handler, a “mãe da Barbie”, criou um dos brinquedos mais lucrativos da História e uma das maiores empresas voltadas para o público infantil. Mas, como tudo isso aconteceu?
Brinquedos de garagem e a inspiração em boneca “para maiores”
Quando Ruth e Elliot Handler, seu marido, se mudaram para Los Angeles, ainda na década de 1930, a dupla iniciou uma parceria que ia além do matrimônio. Antes de dar à luz seus dois filhos, Barbara e Kenneth, Ruth vendia móveis de plástico desenhados por Elliot. “Descobri que adorava o desafio de vender”, disse ela no livro “Dream Doll”, sua autobiografia.
Os plásticos dos móveis viraram brinquedos e deram origem à Mattel, que nasceu em 1945 em uma pequena garagem. O nome do marido de Ruth e o de Harold “Matt” Matson, amigo do casal, que também foi um dos fundadores da fabricante, formaram o nome da marca: “Matt” + “El”.
Desde então, a Mattel produziu brinquedos tradicionais para meninos e meninas. Um dia, ao observar sua filha brincar com bonecas de papel que trocavam de roupa, Ruth se questionou: por que ela não pode ter um modelo tridimensional para vestir e usar sua imaginação com diferentes looks?
Assim, durante uma viagem de família para a Suíça, Ruth conheceu Lilli, uma personagem voltada para o público adulto — e a inspiração controversa para a Barbie. Ela era a protagonista de tirinhas eróticas publicadas no jornal alemão Bild Zeitung, além de ser uma boneca vendida por lá.
Com 30 centímetros de altura e dona de curvas que exaltavam sua feminilidade estereotipada, Lilli era comprada por homens como presentes para mulheres — uma forma apimentada de demonstrar a elas suas segundas intenções.
Mamilos polêmicos e o fracasso na Toy Fair
De volta aos Estados Unidos, Ruth trouxe consigo alguns modelos da boneca Lilli, e os entregou a Jack Ryan, um engenheiro e designer renomado. Ryan trabalhou por mais de 20 anos na Mattel e chegou a ocupar o cargo de vice-presidente da companhia, além de ser o responsável por desenvolver o primeiro exemplar da Barbie.
Baseando-se na boneca europeia, ele construiu um novo modelo articulado, que retratava uma mulher de cintura fina e seios fartos. Quando mostrou o protótipo a Ruth, ela pediu para que ele se livrasse dos mamilos — eram chamativos demais.
Assim que a ideia finalmente saiu do papel, os executivos da Mattel não apostaram no novo brinquedo. Porém, determinada a fazer sua Barbie chegar às prateleiras, Ruth a apresentou na Toy Fair, a maior feira mundial dedicada ao mercado de brinquedos.
O público do evento, formado majoritariamente por homens, também não confiou no sucesso da Barbie: eles se sentiam desconfortáveis ao ver um objeto no formato de um corpo feminino, sexualizado à exaustão, sendo comercializado como um brinquedo.
Contudo, Ruth entendia que as meninas, seu público-alvo, não teriam a mesma impressão maliciosa. Ela acreditava que a boneca inspiraria as crianças e seria um objeto capaz de fazê-las imaginar infinitas possibilidades sobre o que elas poderiam se tornar quando crescer.
Novas pesquisas de marketing e, enfim, o sucesso
Quase desistindo de seu sonho, Ruth decidiu consultar as próprias crianças sobre o assunto — já que os executivos e as donas de casa, que apelidaram a Barbie pejorativamente de “boneca do papai”, não estavam convencidos. Os grupos focais formados por meninas compuseram a pesquisa, e provaram não só que as crianças adoravam brincar com a boneca, como convenceram as mães de que ela era um item, de fato, inspirador:
“Uma mulher que não gostava da Barbie mudou de ideia quando ouviu sua filha, arteira e bruta, dizer: ‘Mamãe, a Barbie se veste tão bem!'”, contou M. G. Lord, autora do livro “Forever Barbie: The Unauthorized Biography of a Real Doll.”
Afinal, que mãe conservadora não gostaria de ver sua filha admirar e reproduzir os padrões estéticos femininos de sua época?
Para as mulheres norte-americanas dos anos 1950, casar-se era sinônimo de sobrevivência. E foi vestida de noiva que a Barbie estrelou seu primeiro comercial para a TV, ratificando a ideia de que ela era seria um exemplo plástico do caminho que as meninas “de família” estavam destinadas a seguir.
Lançada em 1959, seu sucesso foi tamanho que a Mattel não deu conta da demanda. A partir daí, os mais variados modelos surgiram, e a boneca, cujo nome homenageia Barbara, filha de Ruth, tornou-se o maior símbolo de brinquedos para meninas que já existiu.
Problemas de saúde e o adeus à Mattel
Em 1961, Barbie ganhou um companheiro à altura: Ken, referência ao apelido do filho de Ruth e Elliot. As bonecas eram vendidas com catálogos de roupas, algumas posteriormente assinadas por estilistas famosos, e a criação de carros, barcos, casas e todos os tipos de acessórios possíveis ajudavam a tornar seu consumo constante.
Por anos, as estratégias de marketing lideradas por Ruth contribuíram para a consolidação do império da Mattel. Porém, na década de 1970, os planos da empresária começaram a mudar: depois de passar por uma mastectomia dupla, por causa de um câncer de mama, Ruth se interessou pelo mercado de próteses mamárias — ela não aprovava a qualidade das disponíveis na época de sua cirurgia.
Enquanto trabalhava para fundar a Ruthton Corporation, que em 1975 passou a comercializar próteses de tecnologia, seu trabalho na Mattel foi diretamente impactado. Em fevereiro de 1978, uma reportagem do New York Times afirmou que Ruth, ex-presidente da Mattel, e três ex-funcionários da empresa haviam sido indiciados por conspiração, fraude fiscal e apresentação de declarações financeiras falsas às autoridades.
Na época, a Mattel declarou que “nem a empresa, nem nenhum de seus diretores ou executivos atuais eram apontados como réus nas acusações”— antes dos escândalos virem à tona, Ruth se demitiu do cargo que ocupava na companhia. A empresária não contestou as acusações e disse que a doença havia contribuído para o fato, deixando-a “desfocada” dos negócios. O processo não interferiu na administração da Ruthton, empresa que ela vendeu anos mais tarde para uma divisão da Kimberly-Clark.
A volta simbólica da mãe da Barbie aos negócios
Em 1997, Jim Barad assumiu o cargo de CEO da Mattel, uma das primeiras mulheres a ocupar tal posição em uma grande empresa. Durante a sua passagem pela companhia, ela presenciou a ascensão das mulheres a grandes cargos corporativos, além de entender a importância dessas profissionais para o sucesso da Barbie.
Como forma de reconhecer a mulher que lutou para que a boneca se tornasse o fenômeno que atravessou gerações, ela convidou Ruth Handler de volta à Mattel, mais de vinte anos após o seu afastamento formal: “As pessoas ficaram muito empolgadas de ver a fundadora do que era a razão do nosso trabalho”, disse Jim, em entrevista à Netflix.
Ruth faleceu pouco tempo depois, em 2002, aos 85 anos, mas seu legado jamais será esquecido. Foi graças a ela que, hoje, meninos e meninas podem brincar com a Barbie, dar asas à imaginação e sonhar em ser tudo aquilo que eles desejarem.
Em “Barbie”, o universo dos brinquedos ganha vida por meio da interpretação de Margot Robbie e Ryan Gosling, que dão vida, respectivamente, à Barbie e ao Ken. No longa, a dupla parte rumo ao Mundo Real, logo depois que a boneca passa a apresentar alguns “defeitos” na Barbielândia.
O filme é dirigido por Greta Gerwig, cineasta que esteve à frente de sucessos como “Lady Bird: A Hora de Voar” (2017) e “Adoráveis Mulheres” (2019). A produção é o primeiro live-action inspirado na famosa boneca, que já foi tema de muitos longas-metragens em animação.
Com roteiro de Noah Baumbach, “Barbie” segue em cartaz, exclusivamente nos cinemas.
O marketing esportivo bem sucedido precisa de divulgação da agremiação, seja de que esporte for. Sem ela, nada acontece.
Times grandes querem espaço nos programas esportivos. Os torcedores anseiam ouvir (as coisas boas e ruins) do seu clube de coração.
A impressão que eu tenho é de que, se alguma equipe não quer que se fale dela, talvez não queira que o torcedor veja o que seus cartolas fazem.
Se um dia isso acontecesse, daria para chamar quem teve a ideia de “desinteligente”, afinal, tentar censurar a imprensa é “deixar a bola pingando” para se mostrar (ou não mostrar) como se age com a transparência e democracia na gestão.
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito no post.
Portfólio de mais de 30 marcas da empresa inclui Chocolápis e moedinhas de chocolate; resultado segue para homologação da Justiça de São Paulo
O portfólio de marcas da Chocolates Pan (Produtos Alimentícios Nacionais), famosa pelos antigos “cigarrinhos” de chocolate, foi arrematado por R$ 3,1 milhões pela empresa Real Solar, de Goianinha, no Rio Grande do Norte. A marca havia sido avaliada em R$ 27.788.754.
O lote arrematado traz as 37 marcas da Pan, que incluem o Chocolápis e as moedas de chocolate. O leilão foi realizado de forma virtual pela Positivo Leilões – e, sem lances nas duas primeiras etapas, foi encerrado na terceira e última praça, em que eram admitidos lances de qualquer valor. Havia 12 licitantes e foram dados 25 lances no total. O resultado segue agora para homologação pela Justiça de São Paulo.
Segundo o administrador judicial da falência da marca, Fábio Rodrigues Garcia, da ARJ Administração e Consultoria Empresarial, o valor arrecadado com o leilão deve ser destinado à quitação de parte das dívidas com os credores. “Especialmente vamos conseguir quitar todos os débitos com os funcionários. Além disso, o leilão vai possibilitar que a marca Pan retorne ao mercado, com uma nova gestão, uma nova proposta, gerando mais emprego e renda”, afirma em nota.
A Pan estava em recuperação judicial desde março de 2021, mas o processo não foi bem sucedido e a empresa pediu falência em 13 de fevereiro de 2023. Na época, a empresa tinha dívidas de cerca de R$ 260 milhões e empregava 52 funcionários. Nas décadas de 1960 e 1980, chegou a ter mais de 200.
Estive hoje na Associação Comercial e Industrial de Atibaia, em nome do Sebrae, falando sobre “Alavancagem de Vendas”, a um grupo de empreendedores bem empenhados em desenvolver seus negócios.
Falar a um público ciente da necessidade em estudar e se atualizar, é muito prazeroso.
O famoso ator de filmes pornográficos do Brasil, Kid Bengala (sim, o apelido faz menção ao seu suposto membro sexual ser exagerado) foi contratado pelo BK para ser garoto-propaganda.
Na peça publicitária, ele diz que “Eu que tenho propriedade para falar de tamanho, vim aqui falar desse exagero”, em referência ao lanche Whooper. Depois, ele ainda diz, comendo o sanduíche: “O negócio é grande e não cabe na minha boca…”.
Eu sou da área de Gestão de Negócios e meu Mestrado envolve o Marketing Esportivo. E ao ver esses prints de tela do pós-jogo de Novorizontino 0x2 Red Bull Bragantino (o zagueiro Léo Ortiz dando autógrafos e tirando selfies com a torcida adversária, assim como recorrentemente tem acontecido com o goleiro Cleiton e Sasha – esse último especialmente com as crianças), lembrei-me de um bate-papo que tive com o pessoal do marketing do clube, que foi mais ou menos assim:
“Nossa visão de futebol como entretenimento e business é atrelar uma imagem positiva. Queremos formar equipes competitivas, mas quebrando o conceito de rivais. Desejamos admiradores, além dos nossos torcedores. Um dia eles serão nossos clientes também”.
Espetacular. Pra que fomentar rivalidade Bragantino X Ponte Preta (eu já trabalhei como árbitro num jogo desse e vi o quebra-quebra fora do estádio) ou com outras equipes? Estamos no século 21, com vários conceitos de diversão e de negócios.
Claro, respeito o “torcedor raiz” que está xingando essa postagem. Mas exalto a inteligência de mercado e o futebol profissional associado ao marketing.
Quando chegou ao Brasil, falamos sobre algumas dúvidas a respeito de James Rodriguez: como o São Paulo pagaria seus salários, e se ele realmente jogaria o que sabe, apesar das contusões. E, depois de algum tempo, parece que as indagações são cada vez mais válidas.
Abaixo:
MUITA COISA PARA SE FALAR SOBRE JAMES RODRIGUEZ
Sem qualquer tipo de discussão, é sabido: James Rodriguez é um nome forte, midiático e que traz recursos financeiros a quem o contrata,pelo potencial de marketing.
Mas… ele se pagará?
Recorde do caso Daniel Alves: falou-se em parceiros para pagar seu alto valor, mas eles não existiram. Defenderam existir um plano de marketing, e ele não vingou.
James Rodriguez virá como? Quem bancará? Ele, que tem um histórico de tantas contusões, está inteiro? E os atrasos de salários dos jogadores?
Quando um atleta tem o “privilégio” de receber em dia e os demais têm atrasos, isso destrói o ambiente. Ou se alguém chega com salário diferenciado (o próprio SPFC viveu isso com a contratação de Ricardinho), isso “agita” a relação dos atletas.
Em cada grande clube que passou, James não mostrou o que podia. Foi assim no Porto-POR, no Mônaco, no Real Madrid-ESP, no Bayern-ALE, no Everton-ING… e depois quando esteve no Al-Rayyan do Catare no Olympiakos da Grécia.
Há quanto tempo ele não tem ritmo competitivo de jogo?
Uma modesta opinião: o colombiano poderia ter sido uma estrela maior do que é, pelo enorme potencial… Será que o São Paulo detectou qual o problema da sua “não-explosão”, a fim de não se sentir frustrado?
Quando chegou ao Brasil, falamos sobre algumas dúvidas a respeito de James Rodriguez: como o São Paulo pagaria seus salários, e se ele realmente jogaria o que sabe, apesar das contusões. E, depois de algum tempo, parece que as indagações são cada vez mais válidas.
Abaixo:
MUITA COISA PARA SE FALAR SOBRE JAMES RODRIGUEZ
Sem qualquer tipo de discussão, é sabido: James Rodriguez é um nome forte, midiático e que traz recursos financeiros a quem o contrata,pelo potencial de marketing.
Mas… ele se pagará?
Recorde do caso Daniel Alves: falou-se em parceiros para pagar seu alto valor, mas eles não existiram. Defenderam existir um plano de marketing, e ele não vingou.
James Rodriguez virá como? Quem bancará? Ele, que tem um histórico de tantas contusões, está inteiro? E os atrasos de salários dos jogadores?
Quando um atleta tem o “privilégio” de receber em dia e os demais têm atrasos, isso destrói o ambiente. Ou se alguém chega com salário diferenciado (o próprio SPFC viveu isso com a contratação de Ricardinho), isso “agita” a relação dos atletas.
Em cada grande clube que passou, James não mostrou o que podia. Foi assim no Porto-POR, no Mônaco, no Real Madrid-ESP, no Bayern-ALE, no Everton-ING… e depois quando esteve no Al-Rayyan do Catare no Olympiakos da Grécia.
Há quanto tempo ele não tem ritmo competitivo de jogo?
Uma modesta opinião: o colombiano poderia ter sido uma estrela maior do que é, pelo enorme potencial… Será que o São Paulo detectou qual o problema da sua “não-explosão”, a fim de não se sentir frustrado?
Em tempos de repaginação, a Nestlé (que comprou a Kopenhagen), mudou o nome do tradicional Chumbinho!
Por remeter a Chumbo, o chocolate chamará Crocantinho.
Será que mudarão o nome da Nhá Benta ou da Língua de Gato?
Abaixo, da Exame no LinkedIn:
CROCANTINHO
por Juliana Pio
A Kopenhagen, marca comprada pela Nestlé, decidiu mudar o nome do Chumbinho, após 70 anos. Agora, o clássico chocolate em formato de bolinhas passa a se chamar Crocantinho.
Criado pelo casal fundador da tradicional marca de chocolates, David e Ana Kopenhagen, o doce recebeu esse nome por causa do seu formato, que era similar a um brinquedo popular nos anos 1950.
Não demorou muito para que o Chumbinho ganhasse um público fiel. Junto à Língua de Gato, Nhá Benta, Cherry Brandy e Lajotinha, se sagrou como um dos clássicos, e campeões de vendas da Kopenhagen.
Ocorre que o brinquedo que inspirou a criação do chocolate inicialmente perdeu o seu apelo com o passar dos anos, especialmente, porque um agente químico homônimo acabou se popularizando no país como forma controle ilegal de animais.
Ongs têm travado uma verdadeira batalha para a proibição do uso indiscriminado do produto, principalmente, por meio das redes sociais, o que tem impactado negativamente a submarca da Kopenhagen.
“Estamos sempre super sensíveis à temperatura do consumidor em relação aos nossos produtos e movimentos de marca. Identificamos que havia um número grande de clientes que pediam que nos posicionássemos em relação a essa questão”, conta Maricy Gattai Porto, diretora executiva da Kopenhagen.
Segundo a executiva, a empresa realizou uma pesquisa de mercado robusta e, como resultado, percebeu que a associação entre o Chumbinho com o agente químico de mesmo nome era real.
“Como marca não podemos admitir esse tipo de associação e partimos para o entendimento de como seria essa transição de mudança de nome e qual seria o melhor momento para executá-la”, explica.