– E o rebrand da Jaguar, de fato, deu errado. Em números:

O reposicionamento de marca da automobilística Jaguar, fez as vendas da empresa despencarem 98% na Europa!

A campanha woke da empresa, mudando o público-alvo, refletiu drasticamente: em abril / 2025, se comparado ao ano passado, as vendas foram de 1161 veículos para 49!

Se você não viu a propaganda, clique aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/11/28/e-a-nova-logo-da-jaguar-com-sua-campanha-publicitaria/

O risco de fracasso era alto, e deu no que deu… a Jaguar era voltada para um mercado, e buscou outro, sem ter qualquer identificação. Desagradou a todos.

– #tbt 3: Turma muito boa no marketing.

Há 1 ano…

Esses caras do Red Bull Bragantino são espetaculares no marketing

O Toro Loko e o Massa Bruta circulam pela cidade, encantam as crianças e conquistam os “torcedores do futuro”.

Claro, essa é apenas uma das muitas ações promocionais que fazem 👏🏻👏🏻👏🏻. Há outras para várias idades / públicos diferentes.

Parabéns.

Foto: Arquivo Pessoal.

– Hype Vasco da Gama 0x2 Red Bull Bragantino.

Curiosidade: Vasco da Gama 0x2 Red Bull Bragantino foi precedido pela parceria do Vascão com o energético Hype!

Parece que no jogo das bebidas, o mais tradicional foi bem melhor…

– Alavancagem de Vendas, no Sebrae de Campinas.

Estive nessa manhã na sede do Sebrae em Campinas, falando sobre Vendas aos alunos de lá.

É muito bom ver os olhos abertos e o entusiasmo de quem quer empreender! Vale a pena.

#ensino

– Sebrae e Cidadania: uma missão difícil, mas necessária.

Em nome do Sebrae e em parceria com a Funap, levamos hoje o curso Empreendedorismo e Marketing aos reeducandos da P2 de Franco da Rocha, objetivando que eles busquem a vida honesta e de trabalho.

Só com a Educação faremos um país melhor.

🖊️ #Cidadania.

– FFOA!

Baseada na tradicional análise de Força / Fraqueza e Oportunidades / Ameaças, a Inteligência Competitiva ajuda a antecipar tendências do mercado.

Compartilho, extraído de Folha de São Paulo, ed 20/08/2017, Caderno Sobretudo, Pg 5

PROFISSIONAIS USAM TÁTICAS EMPRESARIAIS PARA SE ANTECIPAR AO MERCADO

Por Anna Rangel

Gerir a própria carreira como se fosse uma empresa -e passar a monitorar o mercado e os concorrentes- pode ser uma boa estratégia para um profissional se destacar no mercado de trabalho.

A tática é baseada na “inteligência competitiva”, metodologia adotada pelas organizações na qual são coletadas informações públicas, como demonstrações financeiras e tendências de mercado, que ajudam na tomada de decisões, como por exemplo a de lançar um produto.

Para o profissional, o primeiro passo é simples: ele pode fazer uma lista das suas prioridades. “Basta colocar as oportunidades e os possíveis problemas, como uma nova tecnologia ou a automação de parte das suas funções, e os seus pontos fortes e suas fraquezas”, ensina Alfredo Passos, especialista em inteligência empresarial.

Assim, fica mais fácil a pessoa se comparar com seus pares e observar se e quando vale investir em algum outro idioma, em um curso livre ou em um mestrado profissional.

Essa análise é chamada de Matriz Fofa (veja abaixo), acrônimo para “forças, oportunidades, fraquezas e ameaças”, e é uma das mais usadas nas empresas.

A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, criou um plano de guerra parecido com a Fofa ao largar a faculdade e começar a investir, mesmo sem qualificação formal, em sua nova área.

“Por pressão da família, fui estudar química. Mas, ao ver uma palestra sobre marketing, decidi que era hora de correr atrás da minha vocação. Procurei o palestrante, pedi para acompanhá-lo por uma semana e logo depois ele me deu uma oportunidade.

  Bruno Santos/ Folhapress  
SAO PAULO, SP, BRASIL, 17-08-2017: O Carreiras dessa semana vai mostrar como aplicar conceitos de inteligencia competitiva (observacao de concorrencia, mapeamento de mercado etc). Na foto a coordenadora de marketing da Easy Carros Carolline Volpato (21), que largou uma faculdade de quimica para correr atras do sonho de virar especialista em marketing. Ela monitora concorrencia, vai atras de conversar com outros profissionais que admira e procura cursos para se tornar competitiva. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress) *** FSP-SUP-ESPECIAIS *** EXCLUSIVO FOLHA***
A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, na Easy Carros, onde trabalha, na zona oeste de SP

Para aprender mais rápido as habilidades necessárias na nova função, Volpato faz planilhas nas quais lista contatos-chave do setor, cursos e eventos setoriais, com prazo para completar as atividades.

“Às vezes, procuro ‘coordenador de marketing’ no LinkedIn e confiro a trajetória de quem já está onde quero chegar. Abordo alguns para pedir conselhos”, diz.

Essa busca nas redes ajuda Volpato a descobrir como melhorar sua formação.

Para Dimitriu Bezerra, especialista em RH da Votorantim, o profissional não pode esperar que a empresa lhe ofereça subsídios para melhorar a qualificação.

“As organizações incentivam essa busca, mas cada um deve saber como melhorar. Essa iniciativa é levada em conta na hora de promover alguém, diz Bezerra.

Falta essa disposição para quem já tem alguma experiência, mas ainda não chegou a cargo de gestão, segundo Raphael Falcão, diretor da consultoria de RH Hays.

“Essas pessoas entraram no mercado em um período de pleno emprego, por isso não veem como a competição aumentou nos últimos anos.”

A advogada Daniella Corsi veio da área tributária. Antes de virar coordenadora, estudou direito previdenciário, cível, criminal e ambiental. Objetivo: ser diretora jurídica.

“De seis em seis meses planejo o que preciso fazer para me manter competitiva, e acompanho novidades do direito, como a ética empresarial, que está em alta”, diz.

  Gabriel Cabral/Folhapress  
São Paulo, SP, Brasil, 16-08-2017: Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim, na sede da empresa em SP

Mas vale ter cuidado ao abraçar novas tendências para não seguir a multidão sem critério, aponta Edmarson Mota, professor de desenvolvimento humano da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Isso porque há áreas da moda que acabam saturadas com a alta oferta de profissionais. Um exemplo é a análise de grandes lotes de dados (big data), que anos atrás era a promessa do mercado.

“Não adianta só seguir os outros, mas tentar identificar o que vem por aí antes da maioria”, afirma Mota.

Para criar uma vantagem sobre a concorrência, avaliar a própria evolução pode ser mais vantajoso do que competir com os outros.

“A pessoa deve se comparar consigo mesma um ano atrás. Se não houve melhora, não significa que está estável, mas que piorou”, diz Eugênio Mussak, consultor de RH e professor da FIA (Fundação Instituto de Administração).

Editoria de Arte/Folhapress
Crie sua estratégia

– E se as empresas comprassem ambientes naturais para preservação?

Olhe só que iniciativa ecologicamente perfeita: para preservar a beleza de um entardecer, a Cervejaria Corona comprou um terreno para que o sol da tarde seja refletido na areia da praia.

Compartilho, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/maiteschneider_a-corona-comprou-um-terreno-a-beira-mar-activity-7321048939497947136-V2kq/

CORONA NA PRAIA DA PIEDADE

por Maitê Schneider

A Corona comprou um terreno à beira-mar na Praia de Piedade, em Pernambuco, mas ao contrário do que muitos pensam, não é para construir nada. A ideia é justamente o oposto: impedir novas construções que bloqueiem a luz do sol e preservar a vista natural da praia.

A ação faz parte da comemoração do aniversário de 100 anos da marca, e com isso a Corona está lançando a primeira Reserva Solar da história. Além disso, a campanha global ganhou o nome de “Protect Paradise”, reforçando o compromisso da marca com a preservação ambiental.

– Um dos benefícios do Marketing é…

… viver uma experiência com seu produto!

Um bom trabalho de marketing trás benefícios para quem compra e para quem vende. Se isso não acontecer, pode virar apenas propaganda.

Um lembrete: 

– Os melhores “cartazes” da sua empresa:

Não se pode discutir com essa verdade:

– Não parece, mas é marketing:

O Marketing sempre deve trazer benefícios para dois lados, caso contrário, será apenas promoção para alguém. 

Gostei e compartilho essas dicas de atitudes que, por serem positivas, se tornam marketing:

– Turno 2 de 3: Marketing.

Turno 2 de 3: Estive nessa tarde na Penitenciária P2 de Franco da Rocha, em nome do Sebrae, falando sobre Marketing.

Somente com a Educação que faremos um país melhor.

🖍️ #Cidadania

– Consumistas Esperançosos.

Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:

O Consumo é um ato de esperança!”

Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?

É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?

E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?

Deixe seu comentário:

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Imagem extraída de: https://fremplast.com.br/primeiro-shopping-direcionado-a-fabricantes-de-moda-com-venda-direta-ao-consumidor-sera-inaugurado-no-rio-de-janeiro/

– 5 Ways to Build a Consistent Feed and Brand on Instagram

Instagram is one of the most popular social media sites that influencers, content creators and businesses use to reach their target market. However, …

Continua em: 5 Ways to Build a Consistent Feed and Brand on Instagram

– Dia do Publicitário.

Como não aplaudir? A sacada foi genial

A imagem diz tudo, e feliz Dia aos Publicitários!

Agências e perfis celebram o Dia do Publicitário - propmark

– Os novos uniformes do Red Bull Bragantino, by Puma.

O site https://www.footyheadlines.com/2025/01/new-puma-red-bull-bragantino-2025-home-away-kits.html vazou: aqui os uniformes do Red Bull Bragantino para a nova temporada.
Mas… a Puma não fez nenhum com a cor preta?

Ops: vazamentos, muitas vezes, são desejados para que o fabricante possa ouvir as queixas e sentir a repercussão. Imagino que farão uma terceira camisa…

ImagemImagem

– 4 Content Marketing Strategies That Will Dominate in 2025

Content marketing has played such a big role in brand success over the years, but as we move into 2025, the strategies that once worked for some …

Continua em; 4 Content Marketing Strategies That Will Dominate in 2025

– Serelepe, da FPF:

Quem lembra do Serelepe, o mascote do Paulistão dos anos 90?

Naquela época, os Estaduais eram fortíssimos (e muito bem organizados).

 

– Cigarro Continental, a Preferência Nacional… dos Boleiros?

Coisas raras e hoje equivocadas: vejo uma antiga edição da Revista Placar, de 1982, falando sobre a Seleção de Zico, Falcão, Sócrates… e , ao lado, a propaganda do “Cigarro Continental, a Preferência Nacional”, um dos patrocinadores do escrete canarinho.

Hoje, nem pensar em cigarro patrocinar futebol. Aliás, o Continental era o famoso “Arrebenta Pulmão”. Chega a ser bizarro pensar na associação esporte X fumo.

Porém, leio no blog do jornalista Lelé Arantes (citação abaixo) um texto pertinente sobre o assunto: condenamos o cigarro + esporte, mas aceitamos cerveja + futebol?

Extraído de: http://bdnovo.lecom.com.br/blog/detalhe/966/Sobre+cigarros+e+cervejas

SOBRE CIGARROS E CERVEJAS

Na Copa de 1970 eu estava completando dez anos. Duas horas antes do primeiro jogo do Brasil, contra a Tchecoslováquia, do temível goleiro Viktor, eu queimei o pé direito numa montanha de casca de arroz que havia pegado fogo nos fundos da máquina do Hermínio Féboli. Mas na hora do jogo, com o pé empastado de pomada, lá estava eu sentado no chão da loja do Edgard Matiel com os olhos grudados no aparelho de tevê.

Naquela copa aprendi que fumar Continental king size filtro era uma preferência nacional para quem quisesse torcer pela vitória do Brasil, animado pela musiquinha de Miguel Gustavo dos “90 milhões em ação/Pra frente Brasil/Do meu coração”.

Vinha a música e com ela o maço azul de cigarros. O tempo correu, o Brasil foi tri, tetra, penta e hoje aprendemos que bom mesmo é ser brameiro porque todos os nossos heróis do futebol são tomadores de cerveja Brahma. E mais, tomar cerveja é sinônimo de vencedor, de batalhador, de sucesso conquistado a duras penas.

Não sou moralista, longe de mim. Eu gosto de uma cervejinha estupidamente gelada e de um bom chope, seja ele Brahma, Antárctica, Sol, Heineken, Germânia ou da Riopretana, que é tão bom quanto o Batuta, de Manaus. Agora, vincular os jogadores da seleção brasileira ao consumo de cerveja é nocivo para as nossas crianças e nossos jovens. E depois não adianta a imprensa criticar os jogadores baladeiros!

Além do mais, é uma tremenda mentira que beber cerveja significa sucesso e todos nós sabemos disso.

Eu fumei por longos 17 anos e confesso que sofri influência da propaganda que vinculava o cigarro Continental à conquista do tricampeonato. Tanto que meu primeiro maço foi um Continental. Mais tarde eu mudei para Albany, Shelton, Chanceller, Galaxy até jogar fora meu último Free quando passei a fumar 40 cigarros por dia.

Os mais liberais dirão que a propaganda não influencia. A verdade é: se não influenciasse as empresas não gastariam milhões de reais para patrocinar o futebol, as festas de rodeio e todos os eventos que arrastam multidões. Passou da hora de o Congresso Nacional banir a propaganda de bebidas alcoólicas. Por mais que a indústria cervejeira se esforce para dizer o contrário, a cerveja é bebida alcoólica e vicia. Ponto final. Portanto, ela é tão nociva à sociedade quando o crack, a maconha, a cocaína, o cigarro e outras drogas.

A propaganda de cigarro foi banida e hoje é proibido fumar em lugares públicos. O tabaco virou o vilão social. Mas eu pergunto: você já viu alguém provocar acidente ou matar alguém porque fumou demais? Há algo de muito errado em tudo isso. Cigarro não embriaga nem faz a pessoa perder a noção das coisas.

Do outro lado, a bebida alcoólica está ligada direta e indiretamente à maioria dos crimes contra vida dentro e fora dos lares. Mas a bebida não está banida, ao contrário, ela é apresentada como sinônimo de sucesso, de gente que se dá bem. Beba isso e ganhe essa morenaça ou saia com essa loiraça…! Beber cerveja é chique, é delicioso, é a senha para ser aceito no grupo.

Estou com saudade do velho cigarro Continental. Com certeza era menos maléfico e não tão vergonhoso quanto os “brameiros” da nossa seleção. Convenhamos, é bastante sugestivo aquele gesto do goleiro Julio Cesar e o grito de guerra dos jogadores no vestiário; só faltou cada um beber uma lata de Brahma antes de entrar em campo.

Gerson ficou estigmatizado por causa do cigarro Vila Rica. Dunga e seus jogadores ficarão estigmatizados como bêbados? Ave, acho que estou ficando velho!

Lelé Arantes, jornalista e escritor,   escreve aos domingos / e-mail lele@prp.org.br

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Oxxo no Brasil: Lições de Mercado e Cultura.

Nesse mundo em constante evolução, a arte de criar conexões reais continua atemporal. Seja com colegas, clientes ou parcerias, estabelecer relações …

Continua em: Oxxo no Brasil: Lições de Mercado e Cultura

– Ih, Caramba! Monster ou Red Bull?

O Criciúma andou provocando o Bragantino com energético Monster…

E hoje teve que aguentar a provocação reversa com o Red Bull:

– Em qual Era da Administração de Empresas Viveremos?

Rita King, futuróloga da Nasa, certa vez resolveu falar de tecnologias do futuro e entrou na área da Administração de Empresas. Segundo ela:

Tivemos a Era Industrial e vivemos hoje na Era da Informação. Muitos futurólogos consideram a próxima era como a Era da Inteligência, mas ela só chegará quando as máquinas pensarem melhor do que nós. Até lá, aguardaremos um momento intermediário, que eu chamo de Era da Imaginação, onde as pessoas, os relacionamentos, a educação e os empregos devem se reformular!

Será que nosso atual momento no mundo dos negócios (e na sociedade também) não é de reinvenção diária?

A Era da Imaginação já chegou…

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– E a nova logo da Jaguar com sua campanha publicitária?

E ao identificar uma “onça” em cima de um carro, você se lembrava dos veículos da Jaguar. Certo?

A Jaguar sempre teve comerciais mostrando a imponência do carro, mostrando os jaguares (os animais) em corrida, comparando com o veículo. E ao ver a nova logo, abaixo, (sem o próprio Jaguar), penso: eles vendem automóveis?

Veja a nova peça publicitária: https://youtu.be/rLtFIrqhfng?si=YSw9KATYkKxDeG-n

Parece-me aquele comercial woke da Budlight que não deu certo… ao invés de “lacrar”, as empresas precisam entender: para quem eu quero vender?

Jaguar sobre o rebranding controverso: “Esperávamos essa reação”

 

– B2B, B2C ou P2P?

As ferramentas modernas de marketing digital são importantes para o diálogo entre os negociantes e parceiros. Muito se fala sobre estratégias de comunicação entre empresas (B2B – Business to Business, ou “empresas para empresas”) ou entre empresas e consumidores finais (B2C – Business to Consumer). 

Mas e essa mesma comunicação entre pessoas?

Sobre P2P, extraído de: https://portal.comunique-se.com.br/nao-e-b2b-nem-b2c-e-p2p/

NÃO É B2B NEM B2C: É P2P

por Cássio Politi

Ainda que sejamos o país da América Latina que mais investe em marketing digital segundo dados da McKinsey, a maior parte das empresas brasileiras dá sinais de ter dificuldade para entender a importância das técnicas e ferramentas emergentes, que ganharam força com a Transformação Digital.

Primeiro, porque muitas marcas utilizam essas soluções digitais de maneira equivocada, sem oferecer valor real à sua audiência. E também porque tem bastante gente esquecendo que não lidamos com máquinas — entre tanta automação, algoritmo e leitura básica de métricas —, mas com pessoas.

Mesmo quando o foco do seu negócio é B2B, você lida e se relaciona com pessoas. Falta em muitos casos uma visão mais estratégica a respeito do assunto, mas, para embasar estas considerações, conversei com a gerente de marketing da Coloplast, Paula Sartorato. A troca de ideias converge sobre um negócio ser B2B ou B2C. No final, tudo se resume a uma relação humana, de pessoas para pessoas. O papo, na íntegra, está no final deste post, em formato de podcast, mas você lê insights dele nos parágrafos a seguir.

Falamos com pessoas

Paula Sartorato reforçou a importância de falar, estritamente, com pessoas independentemente de haver um núcleo corporativo em B2C ou B2B. Em grande parte, isso foi possibilitado com o avanço das redes sociais e tecnologias associadas que aproximem as marcas do consumidor final. E a tendência vai além: 83% dos brasileiros preferem comprar de marcar alinhadas aos seus próprios valores segundos dados da Accenture publicados pela Exame.

Com isso, Paula percebe que, mesmo que o B2C não seja o principal modelo de negócios e representatividade na receita, a iniciativa de falar com pessoas traz uma oportunidade valiosa de ter contato direto com o usuário final.

Os benefícios

A questão-chave, para a gerente de marketing da Coloplast, reside na “oportunidade de a empresa entender melhor as relações comerciais e com o usuário para alcançar o cliente. É levar uma informação relevante por meio do posicionamento de marca. Coisas que talvez ela não tivesse sem esses canais: o acesso direto”.

As tecnologias — muitas delas, já não tão novas, como é o caso das redes sociais — permitem um alcance maior para as empresas. Não precisamos falar com uma identidade corporativa, mas com as pessoas diretamente. Sejam elas vendedores, fornecedores e também aquelas que consomem, indiretamente, os seus produtos ou serviços.

Afinal, empresas que conseguem ter uma percepção melhor do que a sua solução proporciona ao consumidor final, aprendem também a ser mais assertivas mesmo que sua essência seja B2B.

Se olho no P2P

Vamos esquecer, por alguns instantes, as nomenclaturas B2B e B2C e usar o P2P? Ou seja: people to people— de pessoas para pessoas. Esse discurso, inclusive, tem sido abertamente dialogado por diversos especialistas.

Um que chamou bastante a atenção pertence a Mark Schaefer em seu livro Marketing Rebellion: The Most Human Company Wins.

Até o momento, o conteúdo está disponível apenas em inglês, mas fiz uma resenha sobre a obra e você pode baixá-la gratuitamente neste link.

A mensagem do livro é, basicamente, que devemos focar nossas estratégias em uma conexão com pessoas, e não com empresas. Mesmo quando falamos em inbound marketing e as ferramentas e estratégias aplicadas, temos de considerar a nossa audiência.

Entrei em consenso com a Paula ao considerar que as ações que agregam valor ao público — quando isso é percebido pelas pessoas — ajudam na sua retenção. Quando falamos com pessoas, não estamos apenas captando leads e aumentando a base de e-mails para o disparo de ofertas. Estamos nos conectando.

Do contrário, só temos números acumulados que não oferecem retorno algum para a sua empresa e tampouco para a sua base de clientes.

Ouça este post

A conversa com Gabriela Onofre foi tema da 227ª edição do Podcast-se, que foi ao ar em julho — e que você ouve abaixo.

O Podcast-se é o podcast oficial do Grupo Comunique-se. Está no ar há mais de três anos e já tem mais de 250 episódios no ar. Figura entre os top-10 podcasts de Marketing do Brasil segundo o ranking de audiência do Chartable. Está disponível nas principais plataformas, como SpotifyApple PodcastsGoogle Podcasts e outras.

Imagem-Arte de Márcia Sokamoto (endereço na figura).

– 1º turno de 2: Marketing.

Estivemos (pelo Sebrae) nessa manhã no CDP Ataliba Nogueira, falando de Marketing aos reeducandos de lá.

Somente com a Educação que conseguiremos bons resultados.

🖍️ Education

– Turno 2 de 3: Marketing.

Segundo compromisso vencido!

Estivemos no Núcleo de Capacitação- NUCCA, em Louveira, falando pelo Sebrae sobre Marketing.

É com a Educação que faremos a diferença.

✒️ #Ensino

– Verstappen com a nova camisa do Red Bull Bragantino.

Que chique!
Depois da camisa branca, vermelha e preta-carijó, o Red Bull Bragantino lança a Camisa 4 (azul), homenageando 20 anos da escuderia de F1, com… o piloto Max Verstappen usando o fardamento do time de Bragança Paulista.

Ficou bonita!

– Falando sobre Marketing!

Segundo turno de aula terminado. Ufa, por aqui falamos sobre Marketing!

Ajudar a transformar o Brasil pela Educação é um prazer.

– Um novo momento do futebol brasileiro: a base que se dá no Exterior e o marketing falando mais alto.

Há 3 anos, mas atual…

Tudo é cíclico no futebol, e com a evolução e mudanças sócio-econômicas (como a globalização e os novos costumes), também vemos algumas sensíveis modificações.

Por exemplo: antes, tínhamos jogadores chamados Pelé, Garrincha, Telefone, Índio, Vavá, Didi, Tostão, Biro-Biro e por aí vai. O “apelido” era marcante.

Devido ao marketing, os jogadores ganharam nomes compostos: Marcos Assumpção, Flávio Conceição, João Luís, Célio Silva, etc. Mas algo que chama a atenção: tivemos há pouco tempo uma geração de “Felipes”: Felipe Isso, Felipe Aquilo, Felipe Ciclano, Felipe Beltrano. Depois os Brunos; aí vieram os Lucas (Leiva, Moura, Silva, Santos, Fernandes). Daí os Thiagos e Tiagos. Agora: os Mateus A, Mateus B e Mateus C e os Matheus com “th”. Ou nomes mais simples”: Luan (quantos “vários Luans” você conhece nos times profissionais?).

Se tudo isso fosse na Década de 70, ou teriam apelidos ou seriam Mateus Segundo ou Mateus Terceiro, conforme o costume da época. Mas repare: hoje, os nomes estrangeiros dominam as convocações. Vejam as seleções de base: não temos Zico do Flamengo, Pita do Santos ou Escurinho do Inter na Seleção Olímpica; mas Reiner do Borussia, Wendel do Zenit e Maycon do Shakthar.

Diferente? Sim. Não que seja errado, apenas, um novo momento. Aliás, faz parte de todo esse processo: os clubes estrangeiros, mais ricos, levam nossos jovens no “criadouro” para formá-los lá fora.

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(Foto: autoria desconhecida. Quem souber sobre o autor, informar para crédito).

– Falando de Marketing…

Estivemos nessa tarde em Hortolândia-SP, na Praça da Cidadania, falando pelo Sebrae sobre Marketing (Projeto Descomplique Empreendedorismo).

É muito bom ver as pessoas se capacitando! E amo o que faço.

✒️ #Educação

– Dificuldade impulsionando a Criatividade!

A dificuldade pode ser um fator tanto desanimador quanto incentivador. Porém, vemos que muitas pessoas, ao sentirem desafiadas pelos percalços, acabam se superando. Um artigo fala sobre isso, extraído do Caderno Inteligência, da Revista Época Negócios, ed Jan/13, pg 100.

Abaixo, compartilho, sobre “dificuldades desejáveis”:

NÃO FACILITE

A dificuldade estimula a criatividade

Nosso cérebro responde melhor às dificuldades do que imaginávamos. Na verdade, elas estimulam nossa criatividade. O pesquisador Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, até cunhou a expressão “dificuldades desejáveis” para defender um intervalo maior entre uma aula e outra, obrigando um esforço adicional dos alunos para lembrar a lição anterior. E cientistas da Universidade de Princeton descobriram que alunos assimilavam melhor os conteúdos impressos em fontes tipográficas mais feias e difíceis de ler. Estudos neurológicos mostram que, confrontadas com obstáculos inesperados, as pessoas conseguem aumentar seu “escopo perceptivo”, recuando seus pensamentos para enxergar o quadro mais amplo.

O poeta britânico Ted Hughes defendia que poesia deveria ser escrita à mão: o esforço para usar uma caneta em uma folha de papel obriga a criar expressões mais densas e sintéticas. Os Beatles são um exemplo de que as “dificuldades desejáveis” ajudam a criatividade: em 1966, depois de lançar Rubber Soul, planejavam gravar seu próximo disco nos Estados Unidos, onde os equipamentos eram muito mais sofisticados. Obrigações contratuais os obrigaram a gravar nos estúdios da gravadora, em Londres. Resultado: com a ajuda de um grande produtor e excelentes engenheiros de som, exploraram todas as possibilidades dos quatro canais de gravação disponíveis e produziram os revolucionários álbuns Sgt. Pepper e Revolver.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Qual o ponto perfeito?

Não pude resistir a essa ilustração e postei: já paguei muito caro em churrascaria que não valeu a pena, e também já paguei muito barato em outras em que fui bem servido.

Ao verificar essa imagem (abaixo), fico pensando: cozinhar é uma arte mesmo! Não adianta “grife de carne”, se você não acertar o ponto dela.

Qual é o seu?

– Como fixar uma marca / pessoa com um conceito:

O poder da repetição: ele ajuda fixar uma ideia ou relacionar uma pessoa com algumas qualidades.

Abaixo:

Screenshot

– Bolacha de Pistache?

Uia!

A Bauducco lançou Bolacha de Pistache. Será que é boa?

Eu gosto de pistache in natura… mas fiquei tentado!

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😋 #gula

– Balas Harry Potter?

Muitas vezes a gente se assusta com o apelo do marketing…

Aqui: Balas de gelatina Harry Potter, com formato de objetos do filme, senhores! É mole?

Veja só:

– Capacitação!

Hoje pudemos falar sobre Marketing a um grupo de alunas muito empenhadas em Itupeva, através da parceria entre o Fundo Social de Solidariedade e o Sebrae.

É com a Educação que o país irá se desenvolver!

📝 #Capacitação