– Nokia busca ressurgir na Classe C

Após ser considerada a grande rival da Apple no mercado de smartphones, a Nokia lançou uma série de aparelhos sem o sucesso esperado. De anti-iPhone passou a ser apenas uma coadjuvante.

 

Agora, a empresa se lança num mercado promissor: os smartphones (celulares inteligentes, verdadeiros computadores de mão) destinados à classe C. Alguns modelos serão personalizados para o Brasil.

 

Veja aqui a Vídeo-matéria sobre o assunto, clique em: NOKIA CHEGA A CLASSE C

– Torcedores-Gandulas de Sucesso

O Palmeiras fará um jogo de despedida do Palestra Itália, antes do seu fechamento para reformas, na próxima sexta-feira contra o Boca Jrs. Mas só o pessoal do Marketing do clube foi esperto: Vendeu 12 ingressos a R$ 1.000,00 para torcedores-gandulas. Quem pagar “milão”, poderá ser o gandula do jogo.

Sabe o que aconteceu? Ingressos esgotados. Parabéns.

– A Gafe do Ano: Extra & Folha de São Paulo

Alguns erros no mercado publicitário não podem passar batidos. Veja o gravíssimo entrevero entre o Grupo Pão de Açúcar e a Folha de São Paulo: nesta quarta, a Folha publicou um anúncio do Hipermercado Extra (pertencente ao Grupo Pão de Açúcar), agradecendo a Seleção apesar da eliminação pós-jogo do Chile.

 

Sabemos que o Brasil, ao contrário, se classificou!

 

Normalmente, os departamentos publicitários enviam dois tipos de anúncios pós-eventos esportivos: o da derrota e o da vitória. Acontece que a Folha publicou o anúncio errado… mas assumiu a culpa!

 

Conclusão: Abílio Diniz, o dono do grupo, não aceitou o mea culpa da Folha e diz que processará a todos!

 

Extraído de: http://hexabr.blog.terra.com.br/2010/06/29/abilio-diniz-classifica-anuncio-trocado-como-erro-inadmissivel/

 

ABÍLIO DINIZ CLASSIFICA ERRO DE ANÚNCIO COMO INADMISSÍVEL

 

A história foi longe! A publicação de um anúncio errado do supermercado Extra no jornal Folha de São Paulo de hoje mobilizou o alto escalão das empresas envolvidas. A peça publicitária dizia “A ‘I qembu le sizwe‘ (Seleção) sai do Mundial. Não do coração da gente“, fazendo menção a uma eliminação do Brasil na Copa. A frase aponta justamente o contrário do que aconteceu no jogo de ontem, quando o Brasil se classificou para as quartas de final diante do Chile.

O empresário Abílio Diniz, presidente do Grupo Pão de Açúcar (ao qual pertence o Extra), manifestou desagrado com o ocorrido no seu perfil pessoal (TWITTER):

 

“Como Presidente do Conselho de Adm do GPA, peço desculpas aos brasileiros e jogadores da Seleção.”

 

O pedido de desculpas foi o desfecho de uma sequência de tweets em que Diniz aponta que “a Folha de São Paulo cometeu um grave erro com o anúncio do Extra, o que é inadmissível“. Ao assumir a voz do Grupo, o empresário diz que não apoia a impunidade e que tomarão as providências para responsabilizar os culpados. “Estou ao lado dos que se indignaram com o anúncio publicado erroneamente pelo jornal“, afirma ao mesmo tempo em que classifica o jogo de ontem, do Brasil contra o Chile como “o melhor jogo” da Seleção de Dunga nesta Copa.

Ainda no final da manhã de hoje, a assessoria de imprensa do Grupo Pão de Açúcar emitiu nota oficial à imprensa lamentando o ocorrido da página D11 da Folha. Os assessores voltaram a dizer que o jornal se retratará publicamente com a correção do anúncio.

A Folha de São Paulo, por sua vez, não fugiu da responsabilidade. O jornal não apenas admitiu o erro como também confirmou a publicação de uma errata na edição de amanhã.

“Segundo o departamento de publicidade, o erro foi do jornal“. E a nota complementa: “A Folha de S.Paulo esclarece que no dia 29/6/2010, no Caderno Copa 2010, pág D11, foi publicado equivocadamente um anúncio do Hipermercado Extra, devido a problema ocorrido na área de inserção de anúncios. Lamentamos o erro.“

Abílio Diniz, a assessoria de imprensa do Grupo Pão de Açúcar e o perfil do supermercado Extra no Twitter divulgaram a imagem da peça correta. Nela, a mensagem era “Wafa, wafa” que, no idioma zulu, significa “Vai que dá!”.


por Ana Brambilla

– Com o Rival no Peito!

Já imaginaram o Corinthians com o escudo do Palmeiras no peito?

Impensável.

 

E o da Coréia do Norte com a do Sul?

 

Também não dá. E vice-versa nem pensar também.

Pois é: passou batido, mas a Nike, patrocinadora de diversas seleções na Copa do Mundo, propôs uma ação de marketing controversa. Na partida entre Holanda X Camarões, pôde-se observar, abaixo do escudo da Federação Holandesa, uma bandeira de Camarões ao lado da holandesa. Ou seja, a camisa é personalizada para o jogo.

Já vi tal ação na bola do jogo (que é neutra). Mas uma seleção estampando a bandeira do adversário é novidade!

Imagine se na final da Copa do Mundo tivermos Brasil X Argentina. Os brasileiros gostariam da bandeirinha dos hermanos no peito? Já os argentinos devem ficar despreocupados. Afinal, a Adidas não tentou nenhuma ousadia como essa.

E você? O que pensa do escudo do seu time rival na camisa do seu clube de coração? Imaginaram o escudo da Ponte Preta na camisa do Guarani ou na do Paulista de Jundiaí?

– Coca-Cola e Bradesco Mudam de Vermelho para o Azul em nome do Boi e do Dinheiro

O poder do marketing e a força das marcas são dois fatores indispensáveis na Administração de Empresas.

Em Parintins, tradicional celebração amazônica (muitas vezes desprezada no Sul-Sudeste do Brasil), as grandes empresas se renderam à festa e para garantir mais atração aos seus produtos, aceitaram mudar de cor!

Lembre-se agora das logomarcas de Coca-Cola e Bradesco. Pronto, você visualizou algo vermelho. Para conquistar os adeptos do Boi Garantido e do Boi Caprichoso, elas passaram a ser azul (aliás, único lugar do mundo onde a Coca-Cola usou as cores da rival Pepsi-Cola).

 

Extraído de IG Inovação (Clique acima para a citação completa), enviada pelo consultor em Qualidade Augusto César Tavares Ferreira:

 

EMPRESAS MUDAM DE COR PARA O FESTIVAL DE PARINTINS

 

Você está andando pela rua e se depara com um outdoor com a marca da Coca-Cola. Até aí não há nenhuma novidade, não fosse o fato da marca estar com a cor azul ao fundo ao invés do tradicional vermelho. Mais a frente, outros banners chamam a atenção: um anúncio azulado do Bradesco e outro vermelho da Eletrobras.

Ao contrário do que um desavisado possa pensar, não se trata de uma influência do filme “Avatar” nas marcas. O motivo é genuinamente brasileiro. No município de Parintins, no Amazonas, a tradicional disputa entre os bois Garantido e Caprichoso mexe não só com o cotidiano da cidade, mas também com as marcas lá presentes.

Na festa popular amazônica, cada boi é representado por uma cor. O Garantido, mais associado aos populares, defende o vermelho. Já o boi da elite, o Caprichoso, é representado pelo azul. No Bumbódromo, onde acontecem as apresentações, tudo é milimetricamente dividido em partes iguais. De um lado a arquibancada com cadeiras azuis e, do outro lado, os assentos vermelhos.

Com tanta tradição envolvida, as marcas tiveram que se adaptar à realidade local para não desagradar nenhuma torcida e assim correr o risco de perder clientes. “As pessoas que vêm de fora acham que se trata simplesmente de um folclore. Com o passar do tempo, percebemos que é uma coisa que vai muito além disso”, avalia o vice-presidente de Relações Internacionais da Coca-Cola, Jack Corrêa.

De acordo com o executivo da multinacional de bebidas, que patrocina o Festival de Parintins há 16 anos, a ideia de colocar a logo em azul surgiu após colocar pela primeira vez um banner com as cores tradicionais no Bumbódromo. Como existe uma norma rígida de utilização da marca, o caso teve que ser enviado para a sede da empresa, em Atlanta, nos Estados Unidos, para ser aprovado.

“Estávamos fugindo da marca original e a exposição era muito grande. Quando a sede entendeu que havia uma diversidade devido a um fator cultural, aprovou na hora”, relembra. “Esse é o único lugar do mundo onde a Coca-Cola usa sua logo em azul”, completa.

 

Impacto econômico

 

Segundo a Prefeitura de Parintins, o evento folclórico é responsável por impulsionar a economia do município, respondendo aproximadamente por 50% da arrecadação total anual. O investimento do festival, incluindo patrocínios e incentivos governamentais, gira em torno de R$ 20 a R$ 30 milhões.

Os números não param por aí. Cerca de 2.700 pessoas são envolvidas na produção do espetáculo e o total de pessoas na cidade dobra. Com uma população de 115 mil habitantes, a Ilha de Tupinambara, a 420 km de Manaus, chega a receber mais de 100 mil turistas. O aeroporto local, que recebe em média 20 voos semanais, tem o número ampliado para 200 durante o período de festa.

 

 

 

– Esmaltes Coca-Cola

Que jogada de marketing! A Coca-Cola lançará uma linha de esmaltes, baseada no produto Diet Coke. Quem comprar 1 litro do refrigerante, ganhará 1 vidrinho do esmalte. Disponível em 4 cores, veja as imagens e a campanha: http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/coca-cola-cria-linha-esmaltes-560269.html