– A mudança do cenário da indústria automotiva mundial.

Repare nesse comparativo da produção mundial de veículos o quanto as montadores chinesas, que mal apareciam no quadro, cresceram. E como a Toyota se tornou líder mundial (além da queda significativa da Ford).

Abaixo:

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– Cebola da Turma da Mônica?

Vi no mercado uma marca de cebolas com os personagens da Turma da Mônica!

A criança comeria mais cebola, caso soubesse que são dos personagens tão queridos?

Sinceramente, não sei. Mas vi com a Mônica, com a Magali e com o Cascão. Curiosamente, não tinha (talvez naquele momento) a Cebola do Cebolinha!

O mercado é realmente criativo

– Que Pringles especial é essa?

Que Pringles é essa?

Sabor Ranch, mas edição Freezing com um pinguim na embalagem!

Batata gelada?

Vamos ver se é boa…

– Compre bons produtos do Patinho Velas!

Ajude o Patinho Velas!

Compre produtos de qualidade a preço justo.

Visite o site, em: https://www.instagram.com/patinho.velas?igsh=a3ZodnU2aHB5aG5x

– Bis sabor limão?

Bis com Limão?

Será que é bom?

Eu não curto doce com limão… não me empolguei!

– Os melhores McDonald’s do Mundo!

Na Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, há uma matéria muito interessante sobre Empreendedorismo e Inovação, e se refere ao McDonalds!

Um cliente visitou 100 restaurantes da rede mundo afora (em 55 países), e elegeu os 10 melhores pratos (de milho a baguete). Abaixo, extraído de: https://revistapegn.globo.com/google/amp/negocios/noticia/2024/09/cliente-que-visitou-100-mcdonalds-no-mundo-elege-10-comidas-que-deveriam-estar-em-todos-incluindo-uma-do-brasil.ghtml

OS 10 MELHORES PRATOS DO MCDONALD’S

Gary He, um fotojornalista americano, visitou restaurantes da rede em 55 países e lançará um livro com suas impressões.

Gary He, um fotojornalista do Brooklyn, viajou para mais de 55 países em seis continentes e compilou um livro de 420 páginas para mostrar cardápios inusitados do McDonald’s. No total mais de 100 restaurantes no McDonald’s foram registrados em seu livro, sendo que Gary destacou 10 pratos que em sua avaliação deveriam estar em todos os menus da rede.

A ideia do livro surgiu quando, em 2019, durante uma viagem a Marrakesh, no Marrocos, Gary recebeu uma surpresa inesperada em seu pedido regular do McDonald’s: um pacote de tâmaras acompanhado de uma chebakia — um doce magrebino feito com massa frita em formato de rosa e regado com xarope de mel — uma sopa de tomate e legumes chamada harira e uma garrafa de laban, tudo embalado em uma caixinha.

Curioso sobre a caixa e seu significado, ele recorreu ao Google para descobrir mais detalhes, mas não havia muita informação disponível. “Quando comecei a pesquisar as especialidades do McDonald’s em outros países, havia muito pouca informação, e a maioria estava muito dispersa”, disse ele ao Business Insider.

Cinco anos depois, o fotojornalista viajou para mais de 55 países em seis continentes e compilou um livro de 420 páginas, ” McAtlas: A Global Guide to the Golden Arches “, com lançamento previsto para novembro. O livro tem mais de 200 fotografias de itens do menu e maravilhas arquitetônicas que mostram como a rede americana se integrou em todas as culturas.

Considerando que cerca de 27 mil dos 40 mil restaurantes da marca estão fora dos EUA, uma maneira da empresa manter sua popularidade e se esforçar para impulsionar suas vendas internacionais é introduzindo itens populares localmente. O Wall Street Journal relatou, em 2023, que esses itens locais contribuíram com cerca de 30% das vendas de alimentos da marca.

O Business Insider reuniu os 10 itens globais que, segundo Gary, “seria incrível se estivesse nos cardápios de todos os restaurantes McDonald ‘s”. Confira:

1. McSpaghetti das Filipinas

O Spaghetti, seja em festas de aniversário ou em jantares comunitários, é um dos pratos favoritos nas famílias filipinas. “Quase todas as redes americanas que entraram nas Filipinas têm alguma versão da massa doce marinara em seu menu”, disse Gary. No McDonald’s, o prato segue uma receita tradicional. Ele traz macarrão misturado com ketchup de banana e coberto com salsichas fatiadas e servido com um acompanhamento de frango McDo, que é um pedaço de frango frito .

2. Sopa de macarrão de Hong Kong

A sopa de macarrão tem algumas raízes coloniais em Hong Kong, já que se originou nos cha chaan tengs — cafés locais que serviam culinária ocidental a preços acessíveis na década de 1950 — e era feito com alimentos baratos no pós- Segunda Guerra Mundial. No menu do McDonald’s, a sopa pode ser combinada com vegetais, salsichas, presunto, frango grelhado e ovos.

3. Torta de milho da Tailândia

Se você confundiu esta sobremesa tailandesa popular com a tradicional torta de maçã oferecida no Brasil, não ache estranho. A torta tem o mesmo exterior crocante, mas substituindo o recheio de maçãs com um recheio cremoso de milho macio, doce e salgado. E embora a torta de milho esteja no topo da maioria das listas de preferência dos consumidores, o McDonald’s da Tailândia também é conhecido por outras tortas, incluindo abacaxi, caranguejo ao curry e carbonara.

4. McRib na Alemanha

O McRib é um sanduíche de carne de porco com sabor de churrasco. Ele está disponível o ano todo na Alemanha, e os clientes, incluindo He, dizem que a carne de porco usada na Alemanha é muito boa e uma escolha popular.

5. McAloo Tikki da Índia

No fast food indiano, onde os estabelecimentos ocidentais competem não apenas entre si, mas também com os vendedores de comida nas ruas, o McAloo Tikki foi um divisor de águas: o filé de purê de batatas e ervilhas, temperado com temperos indianos, têm uma familiaridade que era identificável aos paladares indianos. “A versão do McDonald’s do lanche de rua indiano é tão boa, que é possível entender por que eles também o venderam em outros mercados com grandes populações de expatriados indianos”.

6. McArábia do Oriente Médio

Uma versão do McDonald’s do sanduíche shawarma — um wrap do Oriente Médio feito com pão sírio, frango grelhado fatiado, molho de alho e picles — o McArabia foi a resposta dos franqueados da região ao boicote às marcas ocidentais no Oriente Médio no início dos anos 2000. Parte hambúrguer, parte wrap, este favorito do público usa dois hambúrgueres de frango grelhado Halal cobertos com tomate, alface, cebola e molho de alho, tudo envolto em pão árabe achatado.

7. McCafé da Austrália

Se você estiver visitando a Austrália, Gary He sugere que você tome seu café da manhã em um McCafe, simplesmente porque foi lá que a gigante global de fast-food conceituou pela primeira vez o conceito de café. “O McCafe começou em Melbourne e se tornou global a partir daí, focando em bebidas com sabor de espresso que são muito superiores às oferecidas por redes concorrentes”, afirma.

8. Tigelas de queijo do Brasil

O Brasil também está na lista. Imagine mergulhar McNuggets crocantes ou batatas fritas em uma tigela quente de queijo cheddar macio e derretido, isso só é servido nos restaurantes McDonald’s latino-americanos.

9. McBaguette da França

A baguete é um alimento básico francês — e faz parte até mesmo da lista do Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO. O Mc Baguette, uma versão do McDonald’s do original, foi introduzido pela primeira vez em 2012. Ele foi reintroduzido com novos recheios, como frango e molho béarnaise nos últimos anos.

10. Café da manhã da Guatemala

Na Guatemala você pode esperar experimentar a culinária local até mesmo em um McDonald’s, já que a marca incorporou elementos regionais em seu menu de fast-food. No café da manhã, He indicou que as redes no país oferecem uma grande (ou pequena, se preferir) porção de ovos mexidos, salsichas, bananas-da-terra, feijões fritos, molhos e tortilhas.

McSpaghetti das Filipinas

– Apaixonados por Dadinho.

Dadinho Lovers!!!

Que delícia… quem ama Dadinho, precisa experimentar.

😋 #Gula

– Nossos filhos acreditariam nessa manchete sobre celular?

Celular AINDA é algo relativamente novo à minha geração, que não pode se acomodar nem deixar de se atualizar tecnologicamente.

Para a minha filha pequena, celular é algo que sempre existiu e faz parte do dia-a-dia. Aliás: celular não, mas sim SMARTPHONE.

Sou do tempo antigo BIP, o precursor do “teletrim”. Mas eis que vejo algo curioso: uma propaganda da Nokia sobre, acredite, fazer envio de mensagem de texto!

Parece coisa de séculos atrás, mas deve ter no máximo uns 15 anos. Abaixo:

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Dificuldade impulsionando a Criatividade!

A dificuldade pode ser um fator tanto desanimador quanto incentivador. Porém, vemos que muitas pessoas, ao sentirem desafiadas pelos percalços, acabam se superando. Um artigo fala sobre isso, extraído do Caderno Inteligência, da Revista Época Negócios, ed Jan/13, pg 100.

Abaixo, compartilho, sobre “dificuldades desejáveis”:

NÃO FACILITE

A dificuldade estimula a criatividade

Nosso cérebro responde melhor às dificuldades do que imaginávamos. Na verdade, elas estimulam nossa criatividade. O pesquisador Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, até cunhou a expressão “dificuldades desejáveis” para defender um intervalo maior entre uma aula e outra, obrigando um esforço adicional dos alunos para lembrar a lição anterior. E cientistas da Universidade de Princeton descobriram que alunos assimilavam melhor os conteúdos impressos em fontes tipográficas mais feias e difíceis de ler. Estudos neurológicos mostram que, confrontadas com obstáculos inesperados, as pessoas conseguem aumentar seu “escopo perceptivo”, recuando seus pensamentos para enxergar o quadro mais amplo.

O poeta britânico Ted Hughes defendia que poesia deveria ser escrita à mão: o esforço para usar uma caneta em uma folha de papel obriga a criar expressões mais densas e sintéticas. Os Beatles são um exemplo de que as “dificuldades desejáveis” ajudam a criatividade: em 1966, depois de lançar Rubber Soul, planejavam gravar seu próximo disco nos Estados Unidos, onde os equipamentos eram muito mais sofisticados. Obrigações contratuais os obrigaram a gravar nos estúdios da gravadora, em Londres. Resultado: com a ajuda de um grande produtor e excelentes engenheiros de som, exploraram todas as possibilidades dos quatro canais de gravação disponíveis e produziram os revolucionários álbuns Sgt. Pepper e Revolver.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– As 12 profissões do futuro.

De “Consultor de Longevidade” a “Coaching”; de “Gestor de Moda para Avatares” a “Fazendeiro Digital”. E, claro, outras novas profissões para todos os gostos surgirão no futuro!

Um especial do “O Estado de São Paulo” trouxe a discussão sobre os ofícios previstos para meados do século XXI, além das tendências profissionais dos novos tempos.

Vale a pena dar uma lida. O link original está em: https://arte.estadao.com.br/focas/estadaoqr/materia/conheca-12-profissoes-do-futuro-de-consultor-de-longevidade-a-fazendeiro-vertical

Novas profissões vão bem além das que são estritamente ligadas à tecnologia: já ouviu falar em programador de entretenimento pessoal? Imagem extraída do link acima.

– Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro 1.2.

O Itaipu E-400 foi o primeiro carro elétrico brasileiro lançado pela Gurgel nos anos 1980.

O minicarro com capacidade para 2 passageiros foi o primeiro carro elétrico desenvolvido na América Latina, porém os tempos eram outros e ele acabou não sendo fabricado em série. Vivimetaliun2019 set 25

Apresentado pela primeira vez ao público no Salão do Automóvel de São Paulo – em 1974, o modelo acabou servindo de base para o E-400, um utilitário produzido entre os anos de 1981 e 1982, considerado o primeiro carro elétrico produzido em série no Brasil.

Nas categorias furgão e picape, apesar de inovador apresentava alguns problemas, como baixa autonomia e demora na recarga das 8 baterias, que durava entre 6 e 8 horas.

O Itaipu E-400, o carro elétrico produzido pela Gurgel, é tão fácil de dirigir quanto um veículo convencional. Seu desempenho é modesto, mas compatível com o uso no transito urbano. Até chegar ao design final do Itaipú a Gurgel gastou 8 anos em projetos. Luiz RibeiroGurgel 800

Continua em: Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro 1.2
Foto (extraída do link acima)

– JBS é a primeira empresa autorizada pela ANP a operar ponto de abastecimento de biodiesel no Brasil.

Ponto da Biopower, empresa da JBS responsável pela produção de biodiesel, conta com duas bombas dedicadas ao B100 e tem capacidade de oferecer 30 mil…

Continua em: JBS é a primeira empresa autorizada pela ANP a operar ponto de abastecimento de biodiesel no Brasil

– Os sabores incríveis dos Gelatos Goumerts da DeliciArt!

Dias atrás, em um curso que ministrei a empreendedores no Fundo Social de Solidariedade de Jundiaí, ganhei de uma carinhosa aluna um “sorvete de rolo”. Ou melhor, um “geladinho gourmet”. Ou ainda: um gelato incrível”!

Muito bem feito, de sabores ímpares e com altíssima qualidade. Nesse post, aqui vai o contato dela para quem queira se deliciar com a DeliciArt Gourmet.

Vejam só que excepcional guloseima:

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Eu me lambuzei…

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– A história dos M&M’s

Se você é chocólatra, achará curioso: os simpáticos M&M’s, tão coloridos e saborosos, surgiram durante a Guerra Civil Espanhola!

Mas veja outras interessantes particularidades ao longo dos anos desse chocolate de sucesso, abaixo:

Extraído de: http://chocolatedocechocolate.blogspot.com/2013/10/m-e-sua-historia.html

M&M’S E A SUA HISTÓRIA

Quem poderia imaginar que a idéia para os M&M’s nasceu no cenário da Guerra Civil Espanhola?

A lenda conta que, durante uma viagem à Espanha, o comerciante Forrest Edward Mars encontrou soldados que estavam a comer pequenos pedaços de chocolate envoltos em cascas açucaradas rígidas, evitando assim que eles derretessem. Inspirado nesta ideia, Mars voltou à sua cozinha e inventou a receita exclusiva dos famosos M&M’s, recebendo a patente dos confeitos no dia 3 de Março de 1941. 

Vendido ao público pela primeira vez ainda nesse ano, os confeitos de chocolate com leite M&M’s tornaram-se os favoritos dos soldados americanos que serviam na Segunda Guerra Mundial.
Embalados em tubos de cartolina, foram vendidos aos militares como um lanche conveniente, porque suportava bem as viagens sob qualquer clima.

O nome da marca deriva de “Mars & Murrie” (Bruce Murrie, filho do então presidente da tradicional Hershey’s era o parceiro de negócios de Forrest Mars). Os confeitos foram lançados originalmente em cinco cores: castanho, amarelo, vermelho, verde e violeta.

Imediatamente se tornou um sucesso porque, na época, o ar condicionado ainda era muito pouco comum e o derretimento das barras de chocolate tornou-se um grande problema na época do verão, o que não acontecia com os M&M’s por causa de seu revestimento, e permitindo que pudessem ser comercializados o ano inteiro.

No final da década, os M&M’s começaram a ser comercializados para o público em geral e, mais uma vez, foi um sucesso.

Em 1948, a embalagem mudou do tubo para o característico saquinho castanho de celofane conhecido hoje, e no ano seguinte a cor violeta seria substituída pelo bronze. E foi somente em 1950 que a letra “M” passou a ser impressa nos confeitos em cor preta, divulgada pelo slogan “Look for the M on every piece”(“Procure o M em cada confeito”), e só em 1954 mudou para  acor branca como é conhecida nos dias de hoje. 

Atualmente, o “M” gravado em todos os confeitos é colocado por uma máquina com calibragem sensível, evitando assim que os confeitos se quebrem.

Com a publicidade da televisão nessa década, os M&M’s tornaram-se parte do vocabulário americano e uma guloseima constante nos lares de milhões de pessoas.

Com a estreia oficial de seus coloridos personagens na televisão e a primeira expansão na linha de produto, com a introdução da versão feita com amendoim, a marca popularizou-se pelo país inteiro muito rapidamente.

Em 1976, os M&M’s vermelhos foram retirados da tradicional mistura de cores, devido à controvérsia pública a respeito dos corantes de alimentos que levavam essa cor serem cancerígenos. Esse corante vermelho (“red dye #9”) não era utilizado nos tradicionais M&M’s. Porém, para evitar confusão na mente dos consumidores e causar dúvidas, o confeito vermelho foi retirado da mistura. Nesse mesmo ano, a cor laranja foi adicionada à mistura dos M&M’s Amendoim, juntando-se ao verde e ao amarelo, que foram adicionados em 1960 à cor castanha já existente.

Em 1980, os famosos saquinhos de M&M’s ganharam 10% a mais de peso sem que o preço fosse aumentado, numa promoção chamada “You Get More For Your Money From M&M’s”. Foi a partir deste momento que a marca deu início a uma forte expansão internacional, e nos próximos dois anos, M&M’s seria lançado em 16 países incluindo Austrália, Canadá, Hong Kong, Malásia, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Japão e Reino Unido.

1981, o produto foi escolhido pelos astronautas da primeira nave espacial da NASA para ser incluído na lista de suprimentos. Era a publicidade que a marca precisava.

Pouco depois, em 1984, a empresa investiu em mais uma ação eficaz de marketing, quando os M&M’s foram nomeados como doce oficial dos jogos olímpicos de Los Angeles, Califórnia. Uma linha especial de produtos para os dias festivos foi desenvolvida no início desta década. Essas novas misturas de cores sazonais incluíam verde e vermelha nos M&M’s especial para o Natal e cores pastéis para a edição de Páscoa.

Posteriormente, outras edições especiais foram introduzidas com cores laranja e preto para o Dia das Bruxas (Halloween); além do vermelho, rosa e branco para o Dia dos Namorados (Valentine’s Day).
O ano de 1987 foi muito importante na história da marca. Foi nesta época que o confeito vermelho voltou à tradicional mistura de cores, atendendo a intensos e calorosos pedidos dos consumidores. Com isto, a mistura original dos M&M’s passou a contar com seis cores.

Em 1993, novos M&M’s foram disponibilizados em lojas especializadas, que ofereciam 24 cores diferentes do delicioso confeito. No ano seguinte, a cor azul (em substituição ao bege) passou a fazer parte da mistura do M&M’s original.

Em 1996, a marca continuou literalmente na boca do povo com ações inusitadas e pioneiras, como o M&M’s STUDIO, um hotsite lançado em 1996, nos primórdios da Internet. Nesse portal a marca parodiava o universo de Hollywood utilizando suas coloridas e cativantes mascotes, onde os internautas poderiam acompanhar detalhes sobre as vidas de celebridades.

Outro momento histórico para marca ocorreu durante o verão de 2000. Foi decidido, depois de tantos anos, que os M&M’s Chocolate com Leite eram bons demais para serem chamados de “Simples” (expressão americana para designar o item) e toda a linha de embalagem passou por uma mudança de denominação: de Confeitos de Chocolate Simples para Chocolate com Leite. O anúncio foi feito pelo tagarela personagem vermelho, afirmando que era ele quem vinha a fazer toda a campanha por essa mudança já há um bom tempo. Além disso, neste ano ocorreu o relançamento do M&M’s MINI com novas embalagens (quatro opções de cores) que se encaixavam formando esculturas.

A cor lilás foi introduzida no ano de 2002 através de uma enorme votação que envolveu consumidores de 200 países. 

Em Junho de 2004, a marca ganhou ainda mais popularidade quando o piloto da SpaceShipOne, Mike Melvill, abriu um pacote dos famosos confeitos ao atingir a fronteira do espaço, mostrando a leveza do ar enquanto os pedaços coloridos de chocolate flutuavam na cabine.

Recentemente a famosa revista americana BusinessWeek compilou uma lista com os doces mais populares do mundo, e em primeiro lugar aparecem os confeitos de chocolates M&M’s. Uma prova da eficicácia do marketing da marca, que transformou M&M’s em uma vasta gama de produtos muito além dos confeitos.  

Os produtos da M&M’s são comercializados em mais de 100 países ao redor do mundo, transformando-se nos confeitos de chocolates mais populares e vendidos do planeta.

Cada saquinho tradicional de M&M’s, na versão chocolate ao leite, possui uma proporção de: 30% de confeitos marrons, 20% de vermelho, 20% de amarelo, 10% de azul, 10% de laranja e 10% de verde.

Agradecimentos a http://mundodasmarcas.blogspot.pt   

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– É graças ao Nazismo que temos a Fanta?

Vejam que interessante: se a Coca-Cola está intrinsecamente ligada à indústria americana, a Fanta, pasmem, à alemã!

Muito curioso, extraído de: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/invencao-fanta-nazismo.phtml

A INVENÇÃO DA FANTA PELO NAZISMO.

As condições de guerra levaram a um novo refrigerante na Alemanha — completamente diferente da versão atual

Em 1930, a Coca-Cola era a bebida não alcoólica mais popular da Alemanha. Nos primeiros anos do regime nazista, foram construída scerca de 50 fábricas do refrigerante. O país vendia cerca de 5 milhões de caixas por ano.
Quando a Segunda Guerra Mundial eclodiu em 1939, acabou a festa. Com a guerra no Atlântico, e o o xarope usado na produção da Coca-Cola, importado dos EUA, se tornou uma raridade. Com a entrada dos EUA na guerra em 1941, nada mais de Coca: os laços comerciais entre os dois países foram rompidos.
Incapazes de produzir a bebida, os alemães precisavam de algo que pudesse refrescar suas gargantas. Max Keith, chefe de operações de bebida da filial alemã, precisava encontrar uma solução. Keith utilizou os ingredientes existentes na Alemanha para criar uma alternativa. Misturou soro de leite e fibras de maçã — dois “restos dos restos” da indústria alimentícia, segundo ele mesmo lembrou — com açúcar e água carbonada. Só faltava o nome.
Foi uma escolha rápida. A reunião para decidirem como chamariam o produto começou por Keith falando a todos usarem de sua imaginação (fantasie em alemão). E ouviu, gritado, do vendedor Joe Knipp: “Fanta!”.

A bebida virou uma febre no país – chegando a ser utilizada inclusive em receitas de doces e bolos.

Keith apresentou a bebida para a filial da Coca-Cola na Holanda ocupada, que assim como a da Alemanha, estava impossibilitada de prosseguir com a produção. Diferentemente do refrigerante alemão baseado em maçã, a Fanta holandesa possuía o sabugueiro, uma fruto europeia, como a base do sabor.

Após o fim da guerra, a produção da Coca-Cola foi restabelecida na Alemanha e na Holanda. A Fanta foi aposentada, mas não esquecida. Por vontade do público, a bebida só voltaria às prateleiras em 1955, quando a Coca-Cola quis competir com o lançamento de vários refrigerantes sabor fruta da Pepsi. Só então, numa fábrica italiana, surgiu a Fanta sabor laranja, a que hoje é sinônimo de simplesmente Fanta.

Hoje, a Fanta é vendida em mais de 100 países com mais de 90 sabores.

Fanta Logo Meaning – History and Evolution | Turbologo

Imagem: The Coca-Cola Company

– O inventor da Turbaína.

Você sabia que a legítima Turbaína é de Jundiaí, e inventada por um italo-brasileiro?

Veja só:

– Da Vinci incentivando as crianças (sem ele saber ou desejar).

Há 4 anos, no 500º aniversário de Da Vinci: repost:

A primeira vez que Leonardo da Vinci foi apresentado para minha filha Marina, ocorreu no desenho infantil “AS AVENTURAS DE PEABODY & SHERMAN”.

Na película, um cãozinho muito inteligente e vencedor de um Prêmio Nobel entre os humanos, adota uma criança e juntos vivem aventuras ao longo da história da humanidade. Em uma delas, conhecem Leonardo da Vinci e descobrem não só o dom da pintura, mas as invenções do gênio italiano: os protótipos de asa-delta, paraquedas e outras coisas incríveis.

Pois bem: Da Vinci continua sendo descoberto dia-a-dia, já que muitas das suas obras contém mensagens e enigmas subliminares. Além de artista e criador, um provocador!

Neste 500º aniversário de morte, a Revista Isto É trouxe uma reportagem muito bacana sobre quem foi, o legado e novidades para um dos maiores gênios criativos de todos os tempos. E para a jovem Marininha, um verdadeiro presente.

Taí uma boa dica para as crianças inventivas: apresentá-las Leonardo Da Vinci

– Gestão ou Administração de Empresas?

Admiro muito o professor Stephen Kanitz. Tenho livros dele e o sigo no Twitter (e ele me segue, dá para acreditar? Me sinto orgulhoso!).

Recentemente, ele tratou em seu blog sobre as diferenças entre “Gestão das Empresas” e “Administração de Empresas”. Para a maioria, gerir e administrar são as mesmas coisas. Entretanto, Kanitz diferencia os modos de administrar no século 21 e gerir no século 16.

Para os Administradores de Empresas, um ótimo artigo! Abaixo:

Extraído de: http://blog.kanitz.com.br/2011/03/gest%C3%A3o-ou-administra%C3%A7%C3%A3o-qual-%C3%A9-a-diferen%C3%A7a-.html?

GESTÃO OU ADMINISTRAÇÃO. QUAL A DIFERENÇA?

Por Stephen Kanitz

Administradores invariavelmente usam o termo Administração, e não Gestão. Afinal, ninguém estuda quatro anos ou mais, segue os princípios éticos e o juramento da profissão, para jogar fora o termo tão duramente conquistado.

Gestão normalmente é usado por aqueles que não são formados, e pior, que não acreditam que Administração acrescente muito valor à sociedade.

Gestão não vem de Gerar ou Gestação. Administrar não é levar a termo nove meses um projeto, como muitos acreditam.

Gestão vem de Gesto, Gesticulação. Eram aqueles que gesticulavam, que apontavam com o dedo indicador onde o carregamento de alimentos deveria ser deixado ou estocado. Coloque este fardo aqui.” “Coloque este outro ali.”

Lembre-se que administrar, controlar e cuidar dos estoques estratégicos de comida era uma das primeiras funções administrativas da humanidade.

Os “Gestores” indicavam onde os escravos deveriam colocar os fardos que estavam entregando. 

Gestores ainda usam termos como “indicadores” de produção, “apontar” uma solução, “apontamentos” de uma reunião, remanescentes da época em que administrar era basicamente apontar com o indicador a direção a seguir.

“Contratos de Gestão”, técnica que gestores adoram, são apontamentos escritos em contrato, onde “indicadores” de desempenho são previamente acordados pelo “dirigente”. Apontam com o indicador o que querem que seja cumprido. 

Isto não é Administração do Século XXI, isto é gestão do Século XVI que ainda usamos nas empresas estatais e empresas de gestão familiar. 500 anos de atraso administrativo.

Se você usa ainda o termo Gestão, cuidado. Você está mostrando para todo mundo que acredita que administrar é dar ordens para subordinados onde colocar isto e onde colocar aquilo. Mas administração moderna é muito mais do que isto, nem preciso relembrar.

Portanto, preste atenção quem são aqueles que ainda usam o termo Gestão.  E reze.

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Reprodução da Internet, imagem comum na Web, autoria desconhecida.

– A inteligência Artificial: uma reflexão.

A Inteligência artificial está aí e não adianta ignorar. A facilidade para criar textos, imagens ou vídeos é uma novidade que vem se aperfeiçoando, …

Continua em: A inteligência Artificial: uma pessoa reflexão

– Coke by IA?

Circula pela Internet uma foto de um novo sabor de Coca-cola, criada por Inteligência Artificial (lá na Dinamarca).

A pergunta é: a IA será capaz de quase tudo (ou se bobear, tudo) no futuro?

Cada vez mais assustador…

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Foto: autoria desconhecida, extraída da Web. Quem souber da origem, informar para crédito. 

– O projeto Neuralink não é assustador?

E o futuro aconteceu! Humanos receberam um chip de Elon Musk, a fim de testar os controles mentais em aparelhos.

No ano passado, escrevemos aqui sobre esse delicado tema:

O criativo Elon Musk, um dos homens mais inovadores e ricos de nosso tempo, está investindo pesado em chips para serem implantados no cérebro, a fim de ajudar pessoas com deficiências.

A questão é: teria um limite ético-moral nesta questão, com o perigo da tecnologia controlar também a mente das pessoas, sugestionando a tomar decisões que sem ele não fariam?

Extraído de: https://canaltech.com.br/saude/neuralink-projeto-de-elon-musk-preocupa-especialistas-208223/

PROJETO DE ELON MUSK PREOCUPA ESPECIALISTAS

Por Nathan Vieira | Editado por Luciana Zaramela

A Neuralink é um dos famosos projetos de Elon Musk, CEO da SpaceX e da Tesla. Na prática, é um sistema que conecta mente e máquina, ou seja, um implante de um chip ao cérebro humano. Em entrevista ao The Daily Beast no último dia 25, especialistas demonstraram preocupação diante dessa ideia.

A preocupação reside na supervisão da empresa, no impacto potencial sobre os participantes dos testes e na reação da sociedade aos riscos de fundir tecnologia com cérebros humanos. “Não acho que haja um discurso público suficiente sobre quais são as implicações gerais desse tipo de tecnologia quando se tornar disponível”, opinou a Karola Kreitmair, professora de história médica e bioética da University of Wisconsin (EUA).

A ideia por trás da Neuralink é ajudar a aliviar certas deficiências, como permitir que pessoas que sofrem de paralisia controlem seus computadores e dispositivos móveis por meio da atividade cerebral, por exemplo. A startup já chegou a testar seus implantes cerebrais em animais, como macacos e porcos.

L. Syd Johnson, do Centro de Bioética e Humanidades da SUNY Upstate Medical University, propôs uma reflexão: os produtos têm um público alvo (pessoas com paralisia) muito específico, o que torna o mercado pequeno, sendo que os dispositivos são caros.

“Se o objetivo final é usar os dados cerebrais adquiridos para outros dispositivos, ou usar esses dispositivos para outras coisas, como dirigir carros, dirigir Teslas, pode haver um mercado muito maior. Mas então, pessoas com necessidades genuínas estão sendo exploradas e usadas ​​em pesquisas arriscadas para ganho comercial de outra pessoa”, questionou.

Na entrevista, vários cientistas e acadêmicos expressaram uma esperança cautelosa de que a Neuralink forneça com responsabilidade uma nova terapia para os pacientes, embora cada um também tenha delineado dilemas morais significativos.

O que eu vi em campo é que somos muito bons em implantar [os dispositivos], mas se algo der errado, realmente não temos tecnologia para removê-los com segurança sem causar danos ao cérebro”, expôs Laura Cabrera, pesquisadora de neuroética.

Fonte: The Daily Beast

Crédito da Imagem: Gerd Altmann/Pixabay

– O genial empreendedor da batata frita (Batatas Pringles)!

A história de sucesso da Batata Pringles (as batatas chips em canudo de alumínio) que completam 52 anos nos mercados mas que quase foi um fiasco!

Curiosidade: o seu idealizador, quando faleceu, deixou como desejo ser cremado e enterrado dentro de uma dessas embalagens!

Compartilho, extraído de: https://super.abril.com.br/cultura/o-revolucionario-da-batatinha/?

O REVOLUCIONÁRIO DA BATATINHA?

Fredric J. Baur era tão orgulhoso de ter criado a lata de Pringles que quis ser enterrado dentro dela

por Cecília Selbach

Em 1966, a empresa americana Procter & Gamble inventou um novo tipo de batata chips. Diferentemente das outras disponíveis no mercado, ela não era apenas fatiada, frita e salgada. Era uma espécie de purê temperado e moldado, batizado de Pringles – o nome, escolhido pela sonoridade, saiu de uma lista telefônica do estado de Ohio.

O formato também era único, do tipo parabolóide hiperbólico. Traduzindo: uma batata irregular e côncava, sem nenhuma linha reta em sua superfície. Esse design inovador causava um problema: como embalar o produto sem que ele se quebrasse inteiro no transporte?

Essa era uma missão para Fredric J. Baur, químico orgânico da Universidade de Ohio que trabalhava na Procter & Gamble como técnico em armazenamento de alimentos. Inspirado nas latas de alumínio usadas para refrigerantes, Baur criou um tubo de alumínio revestido com uma folha de papelão – desde o início vermelha, com tampa plástica e um bigodudo no rótulo. Ali, as Pringles seriam bem conservadas e bem empilhadas.

Foi algo totalmente inédito nas prateleiras dos supermercados. Tanto que, no início, a lata de Pringles não pegou. As pessoas achavam esquisito que todas as batatas fossem iguais, do mesmo tamanho, e armazenadas em uma lata que mais parecia uma embalagem de bolas de tênis. A batata era ridicularizada pelas concorrentes em anúncios e o The Potato Chip Institute International, representante dos produtores tradicionais, quis proibir a veiculação do salgado como batata chip.

Com tanta resistência, só na metade da década de 1970 a marca começou a ser vendida em todos os EUA, tornando-se um ícone tão forte quanto o a garrafa de Coca-Cola.

Fredric se aposentou em 1980, mas continuou trabalhando, dando palestras, editando livros, escrevendo artigos, sem nunca deixar de mencionar sua lata. Sua filha Linda disse a um jornal de Cincinnati, cidade natal do inventor, que a embalagem “era a sua maior realização”.

O orgulho que tinha de sua criação era tão grande que ele pediu para ser enterrado dentro de uma daquelas latas. Quando morreu, em maio deste ano, aos 89 anos, vítima de Alzheimer, seus filhos não tiveram dúvida: no caminho para o funeral, pararam em uma farmácia para comprar uma Pringles. Optaram pela clássica lata do sabor original. Parte de suas cinzas foi colocada na lata e enterrada junto à urna funerária.

Assim, Fred Baur inventou uma nova maneira de usar a lata, que já era utilizada por muita gente como cofrinho, casa para pássaros, instrumento de percussão e até antena para captar melhor sinal de internet.

Grandes momentos
• Além da lata de Pringles, Fredric Baur criou outros produtos para a Procter & Gamble, como óleos para fritura e uma mistura para sorvete. Fred tinha muito orgulho dessa mistura, mas ela não foi bem recebida e foi tirada de circulação.
• Em 2003 a concorrência pôs suas batatinhas em um tubo vertical vermelho, mas de plástico. Apesar dos processos da Pringles, que acusou a empresa de plágio, a batata ainda está em circulação.
• Pringles é um dos itens mais comuns nos pacotes que as famílias dos soldados no Iraque costumam mandar para que eles possam matar saudades dos EUA.

Kit Batatas Pringles importadas Estados Unidos - 11 Sabores

Imagem extraída da Web

– O case de sucesso do Copo Stanley e a pergunta: teremos Marmita Stanley?

A Exame Negócios trouxe um case de sucesso: o Copo Stanley, e na matéria, onde se mostra a importância das Redes Sociais para que o produto, até então, esquecido, se torna-se um sucesso, traz o questionamento: virá uma “Marmita Stanley”?

Abaixo:

Extraído de: https://exame.com/negocios/a-historia-de-sucesso-do-quencher-o-copo-da-stanley-que-viralizou-e-arrasta-multidoes-as-lojas/

A HISTÓRIA DE SUCESSO DO QUENCHER, O COPO STANLEY QUE VIRALIZOU E ARRASTA MULTIDÕES

O produto lidera as vendas da Stanley nos Estados Unidos e levou a marca ao primeiro lugar no mercado de hidratação no país

Por Marcos Bonfim

À primeira vista, ele pode não causar a melhor impressão. Grande e com uma estrutura mais encorpada, o Quencher não parece o parceiro ideal para quem precisa carregar a sua “garrafinha de água” de casa para o trabalho ou enquanto pratica atividades físicas.

Mas, nos últimos quatro anos, o modelo tem ajudado a transformar a centenária Stanley em um negócio de muitos milhões de dólares. A PMI, empresa por trás da Stanley, saiu de um faturamento de US$ 75 milhões para algo em torno de US$ 750 milhões em 2022, de acordo com números estimados pela CNBC Make It.

O produto lidera as vendas da Stanley nos Estados Unidos e levou a marca ao primeiro lugar no mercado de hidratação no país. Com virais em redes como TikTok e Instagram ao longo dos últimos anos, a empresa chegou a ter fila de mais de 150 mil clientes em 2022, segundo dados internos.

Nos últimos dias, o lançamento de dois modelos para celebrar o Valentine’s Day rendeu mais notícias – e memes. Os consumidores saíram correndo pelas lojas da Target e alguns até acamparam em busca das garrafas. O frenesi mostra como os itens criaram uma nova roupagem, povoando elementos culturais, de moda e até como peças de colecionadores.

Mas nem sempre foi assim. Os Quenchers chegaram ao mercado em 2016 sem muito e assim continuaram por alguns anos. Os resultados patinavam e o modelo estava à beira da extinção em 2020. A virada combinou dois movimentos, a chegada de um executivo e a admiração de uma influenciadora pelo produto.

Em 2020, a marca contratou para a posição de CEO Terence Reilly, executivo que havia passado os últimos sete anos na Crocs e que levou a empresa dos velhos tamancos de borracha para um outro patamar no mercado. Enquanto ouvia os funcionários sobre prós e contras da operação, soube que havia um “grupo” de defensores no Quencher em Utah, no oeste dos Estados Unidos.

Quando a Stanley decidiu descontinuar a produção em 2019, Ashlee LeSueur, cofundadora do Buy Guide, um site com dicas de produtos, tentou argumentar contra a ideia. Ela tinha comprado o seu primeiro Quencher em 2017 e, desde então, o produto sempre entrava na lista de presentes para os amigos e nas recomendações aos seguidores.

Como os números do Quencher eram fracos, na ocasião, a opção que a Stanley ofereceu foi que ela adquirisse os produtos e vendesse em seu site. Os 5.000 itens acabaram em poucos dias.
Quando o novo CEO soube da história, ele decidiu abraçar a The Buy Guide como parceira na promoção dos lançamentos de outras cores. A partir daí, as vendas só aumentaram e o produto entrou na lista dos virais.

Conectado com as dinâmicas das redes e da moda, a empresa usa as tendências de design para explorar uma variada paleta de cores. Mais de 100 versões já entraram no portfolio do modelo, disponíveis em tamanhos de 1,18 litro e 887 ml.

Assim como os demais itens da Stanley, o Quencer carrega a técnica criada por William Stanley Jr, o engenheiro elétrico que inventou o modelo em 1913 nos Estados Unidos. O segredo dos copos e garrafas Stanley está no vácuo entre as paredes, recurso que impede a troca de temperatura.
Quando o copo chegou no Brasil

O modelo desembarcou por aqui em março do ano passado, com parte da estratégia da PMI para crescer no mercado de hidratação. No país, onde está desde 2015, a Stanley construiu a sua reputação com os copos térmicos para manter a cerveja naquela temperatura.

A divisão de hidratação é entendida como a próxima grande fronteira para a marca expandir a operação. Em meados do ano passado, os produtos desse portfólio dividiam o segundo lugar, atrás da linha bar, com os itens criados para o consumo de mate – no sul e centro-oeste, essa unidade tem alta demanda.

“Queremos repetir o case de bar”, afirmou Pedro Ipanema, vice-presidente de Marketing da PMI, à EXAME em março passado. Para buscar a meta, a Stanley tem apostado em uma fórmula que inclui influenciadores, patrocínios a eventos e lançamentos contínuos de variantes.
No caso do Quencher, os mais recentes, pensados para o verão, chegaram nas cores Citron, Iris, Lavender e Orchid. Procurada, a Stanley não informou sobre o ritmo de vendas do Quencher.

No site, porém, há várias cores que aparecem como esgotadas. O perfil da marca no Instagram parece um muro das lamentações, com consumidores reclamando da ausência de determinadas versões ou pedindo informações sobre eventuais reposições.

O interesse também pode ser percebido pelo aumento das buscas no Google, com números em trajetória principalmente a partir de setembro.

Acostumada com memes e viralizações nos últimos anos, a Stanley pode ter que conviver com mais um. Mal começou o ano e cresce no X(ex-Twitter) uma nova demanda de usuários. Cansados de esquentarem comida no microondas, os potenciais consumidores desejam que a marca crie uma “marmita Stanley”.

Se o meme virar negócio, pode abrir espaço para as vendas do “pote térmico”, um produto com capacidade de 532 ml, vendido por R$ 279,00. Originalmente, ele foi criado para pessoas que gostam de trilhas, acampamentos e piqueniques, mas começou a atrair outro perfil de público.
“Nós notamos pelos relatos de nossos clientes que é bastante usado para marmitas do dia a dia. Acreditamos que isso se deve à sua preservação térmica e característica multiuso”, afirma Bárbara Coelho, gerente de marketing da Stanley. O pote preserva a temperatura por 12 horas e é vendido com um garfolher.

O modelo chegou ao Brasil em março passado e tem a missão de fomentar uma nova onda de crescimento (Stanley/Divulgação)

O modelo chegou ao Brasil em março passado e tem a missão de fomentar uma nova onda de crescimento (Stanley/Divulgação)

– Doritos, versão bebida alcoólica, por 65 dólares.

Você beberia Doritos? Agora, há a chance:

Extraído de: https://www.estadao.com.br/economia/negocios/doritos-nachos-de-queijo-empirical-bebida-alcoolica-nprei/

DORITOS LANÇA NOS EUA BEBIDA ALCOÓLICA SABOR NACHOS DE QUEIJO

Bebida oferece o mesmo sabor do Doritos sabor nachos de queijo, só que em forma líquida; garrafa de 750 ml custa US$ 65

As parcerias do Doritos Nacho de Queijo foram para inúmeros lugares, desde Call of Duty até concertos virtuais com a série Stranger Things, da Netflix. E agora, pela primeira vez, Doritos será misturado em uma bebida alcoólica. Nesta terça-feira, 12, a marca anuncia o lançamento do Empirical x Doritos Nacho Cheese.

A parceria com os Doritos, o salgadinho mais popular entre a Geração Z, é a oferta mais comercial da Empirical Spirits, uma destilaria com sede em Copenhague. O lançamento limitado da bebida, disponível no site doritos.x.empirical.co para compradores nos Estados Unidos, e em locais a serem anunciados em Nova York e Califórnia, será vendido por US$ 65 (cerca de R$ 322,95) por uma garrafa de 750 mililitros. As empresas não divulgaram o número de garrafas que estão lançando.

“Estamos fazendo parcerias mais disruptivas”, diz Courtney Larson, diretora sênior de marketing da Doritos. “Quando um dos líderes de sabor mais inovadores do mundo entra em contato com você, você presta atenção.”

A Empirical foi fundada por Lars Williams e Mark Emil Hermansen, ambos veteranos da cozinha do aclamado Noma em Copenhague. Williams supervisionou os experimentos de cientista maluco no Nordic Food Lab do restaurante. Seus lançamentos não convencionais até agora incluíram, por exemplo, Symphony 6, uma destilação cítrica e rosa clara de malte de pilsner, folha de limão, figos e café. Uma linha de coquetéis enlatados em 2020 usou ingredientes como chá de bétula tostado e infusão de abeto-de-Douglas. A parceria com os Doritos é uma “oportunidade para nós alcançarmos um novo grupo de pessoas e mostrar o que a Empirical pode fazer”, diz Williams.

Embora a PepsiCo, empresa-mãe do Doritos, não esteja pagando pela parceria, eles estão fornecendo os chips: Williams estima que eles usem um saco padrão em cada garrafa do produto com 42% de teor alcoólico.

Então, como é o gosto? O líquido da Empirical tem um gosto incrivelmente parecido com um saco de Doritos sabor nachos de queijo. Desde o primeiro cheiro, há um golpe instantâneo de milho, seguido do pó de queijo. Quando você dá um gole, qualquer ceticismo inicial pode se dissolver, dependendo da sua tolerância aos sabores de milho tostado, assim como o pó de queijo e cebola que definem grande parte desse sabor dos Doritos, mas em forma líquida.

Se você não quiser a experiência completa, há algumas receitas de coquetéis incluídas para ajudar a maximizar o sabor de milho e pó de queijo, incluindo uma Margarita e uma versão de Bloody Mary. Elas foram formuladas por Iain Griffiths, que trabalhou nos renomados bares Mr Lyan em Londres.

O sabor Doritos Nacho Cheese está presente no laboratório da Empirical há um tempo, segundo Williams. A versão original foi feita por volta do início da marca em 2017. Foi um “acidente” que aconteceu durante experimentos preliminares com ingredientes como alcaçuz, salsa e a mistura de especiarias norte-africana ras el hanout. “Um dos caras da produção saiu para almoçar e voltou com um saco de Doritos”, diz Williams. “Eu pensei ‘por que não?’ e joguei dentro”. O impacto da infusão foi surpreendentemente bem-sucedido. “Quando provei, era tão parecido com Doritos que comecei a rir”, diz Williams. Mas ele descartou como um sabor inicial da Empirical.

Não muito depois do lançamento da Empirical, no entanto, alguns executivos da PepsiCo comeram no Noma e, segundo Williams, passaram pelo laboratório. “Fui claro com a equipe, não dê a eles a bebida de Doritos, há 99% de chance de sermos processados”, diz Williams. Em vez disso, foram aplaudidos. Williams diz que recentemente encontrou uma garrafa e decidiu que talvez fosse hora de uma bebida com sabor Doritos nacho de queijo se tornar realidade.

A Doritos não tem planos atuais de estender a colaboração depois que a edição limitada for esgotada, mas há uma “possibilidade muito forte de que renovaremos”, diz Larson. A plataforma Doritos After Dark incentiva seus fãs a cozinhar mais com os chips, seja jogando-os em biscoitos ou esmagando-os para formar uma borda salgada em um copo de coquetel.

Lançamento limitado oferece uma experiência de bebida com cheiro e  sabor exatamente como o Doritos Nacho de Queijo

Foto: PepsiCo Design & Innovation

– 17 anos da criação do iPhone!

Há 17 anos, um invento mudava o mundo. Era apresentado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

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Imagem extraída de: https://www.siliconrepublic.com/business/france-to-auction-4g-networks-this-summer

– Você é Criativo?

“Ser criativo não é só ter ideias originais – é pensar em como torná-las realidade”.

Abaixo a matéria, extraída da Revista Época, Ed 0208, pg 90-94 (citação dos autores abaixo), de excelente conteúdo a respeito do “quanto somos criativos?”

Caso deseje fazer um teste para saber o quanto você é criativo, entre no link:

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI159267-15228,00-PROCURAMSE+CRIATIVOS.html e clique na lâmpada que pedirá para iniciar o exercício.

PROCURAM-SE CRIATIVOS

A criatividade se tornou a qualidade mais desejada no mercado de trabalho. O que fazer para aumentar a sua

POR Francine Lima, Nelito Fernandes e Anna Carolina Lementy

Lembre-se da última boa ideia que lhe ocorreu. Ela pareceu vir do nada, durante o banho? Você deixou que ela escorresse pelo ralo e não pensou mais nela? Ou anotou, contou aos amigos e imaginou como aplicá-la em sua vida? Se você é alguém que tem ideias originais, do tipo que assustam um pouco sua família, e gosta de tentar colocá-las em prática, chegou sua hora: esses pensamentos borbulhando em sua cachola podem valer um emprego novo, um aumento ou mais negócios. Se você não se acha dos mais criativos, ânimo. Nas próximas páginas, vamos lhe dar boas razões para acender as lâmpadas aí dentro e mostrar como fazer isso. O motivo vem de pesquisas recentes feitas com os maiores contratadores do mundo.

Uma dessas pesquisas, feita pela prestadora de serviços tecnológicos IBM com os principais executivos de 1.500 empresas, de vários países, revelou que eles consideram a criatividade o fator crucial para o sucesso atualmente. Para que suas empresas consigam driblar as dificuldades e aproveitar as oportunidades, precisam de gente com ideias novas. Outra pesquisa, feita pela consultoria de administração de pessoal Korn/Ferry, com 365 dirigentes de grandes empresas só na América Latina, chegou à mesma conclusão: a habilidade de criar o novo e o diferente é a mais desejada por mais da metade dos dirigentes (56%). Ficou à frente de capacidades fundamentais, como saber tomar decisões complexas e conduzir equipes rumo a resultados. A essa altura, seria razoável perguntar por que as companhias simplesmente não treinam seus funcionários e fornecedores para ser mais criativos ou não saem por aí oferecendo aos criativos mais dinheiro. A resposta: elas tentam, mas chegaram à conclusão de que treinar ou encontrar gente criativa não é tão simples.

Os dirigentes entrevistados pela Korn/Ferry consideram a criatividade a habilidade mais rara de encontrar e também a mais dura de ensinar dentro dos ambientes de trabalho tradicionais (embora seja possível aumentar essa capacidade com o ambiente e os métodos certos, como veremos adiante). Além disso, há indícios de que as pessoas altamente criativas estejam ficando mais raras. Uma pesquisa nos Estados Unidos mostrou que, ao contrário dos quocientes populacionais de inteligência (Q.I.), que crescem a cada geração, a criatividade vem caindo. O fenômeno foi observado pelo pesquisador Kyung Hee Kim, do College of William & Mary (uma importante universidade pública nos EUA). Ele avaliou testes de criatividade feitos desde 1958 e aplicou um deles há dois meses a 300 mil americanos, adultos e crianças. Segundo o cientista, as notas vinham subindo até 1990. De lá para cá caíram, especialmente entre crianças pequenas.

Se você acha que já tem o perfil ou quer passar a se encaixar nele, ainda há um ponto que precisa saber antes de começar a ajeitar o currículo. “Criar”, tanto para os altos executivos entrevistados quanto para os cientistas que estudam o funcionamento do cérebro, é um conceito mais profundo do que “ter ideias diferentes”. Está mais para “ter ideias diferentes e utilizáveis, e ter o impulso de realizá-las”. “Criativo”, por essa visão, não é aquele sujeito maluquinho, cheio de pensamentos vibrantes e caóticos, mas pouco prático. O verdadeiro criativo trabalha. Ele pensa em como implementar as ideias e conhece os limites do mundo real, como escassez de material, dinheiro ou tempo – mesmo que seja para chutá-los para o alto.

Outras qualidades profissionais seguem em alta: ética, comunicação fluida, capacidade de análise, poder de inspirar equipes. Por que a criatividade se tornou mais desejada que todas? Nos países ricos, há o cenário do momento: uma crise que ameaça destruir as empresas menos espertas e pouco flexíveis. Pensando no planeta, incluindo o Brasil, sabemos que o mundo ficou, a um só tempo, menos previsível para quem vende e mais generoso para quem compra. Há abundância de oferta de produtos e serviços, que tendem a se tornar mais baratos. Mais empresas competem com maior eficiência por consumidores mais exigentes. As companhias precisam cortar custos e oferecer novidades de forma acelerada. O jeito velho de trabalhar não produz novidades na velocidade desejada. Vai se destacar quem conseguir criar mais e criar bem.

Um exemplo é a arquiteta Sarah Torquato, mineira de 25 anos. Em quatro anos, ela passou de estagiária a coordenadora de lançamentos na construtora MRV. Desde que começou a estagiar, Sarah depositou no banco de ideias da empresa 40 sugestões de como substituir materiais de construção por alternativas mais baratas, das quais 15 foram adotadas. Ninguém contribuiu tanto. Suas recompensas pelas ideias chegaram a R$ 40 mil, dinheiro com que deu entrada num apartamento aos 24 anos. Como uma pessoa tão jovem pode ser tão produtiva? Sarah diz que muitas vezes acordava de madrugada com uma inspiração, anotava a ideia num caderninho e voltava a dormir (leia dicas para aumentar a criatividade). “Fico ligada em tudo, o tempo todo”, diz.

Alguns amigos a criticaram pela quantidade de sugestões. “Muita gente dizia: pare de dar ideias, a MRV já está rica.” A empresa diz ter distribuído R$ 1 milhão em prêmios para os funcionários por ideias que lhe economizaram R$ 80 milhões. Há ingredientes parecidos nas histórias do engenheiro químico Marcos Aurélio Detilio, que ofereceu sugestões de economia de energia aos clientes da empresa de engenharia e tecnologia Chemtech, em que trabalha, e conseguiu três promoções em quatro anos; ou de Arnaldo Gunzi, de 31 anos, que adaptou modelos matemáticos para melhorar o deslocamento de técnicos de telefonia no Recife e ganhou a oportunidade de trabalhar na Austrália; ou da chefe de cozinha Carole Crema, de 37 anos, uma das responsáveis por iniciar no Brasil a moda dos cup cakes, os bolinhos confeitados feitos em formas individuais. Criatividade é essa capacidade de ver possibilidades que os outros não enxergam e contribuir com algo original e útil.

Como desenvolver a criatividade

Imagem extraída de: https://digilandia.io/gestao-e-lideranca/como-desenvolver-a-criatividade/

– Mudar de vida e não de rotina?

Certas rotinas são necessárias, pois trazem disciplina. Mas elas não podem ficar presas em pragmatismos!

Gostei dessa imagem, que mostra que há sempre a necessidade de atualização:

(extraído do Linkedin de Richard Heiras, em: https://www.linkedin.com/in/richardheiras/)

– 10 passos para uma ideal vida pessoal e profissional.

Recebi esse gráfico com virtudes para melhor relacionamento no trabalho e otimização de resultados. São breves reflexões sobre Ética, Planejamento, Foco, Garra, Criatividade, Vontade, Efetividade, Produtividade, Superação e Vida.

Gostei bastante e compartilho. Veja se tais pontos são úteis ou não:

– As curvas nas embalagens nos atraem.

Olhe que legal: um case de sucesso (Leite Moça), mostrando como as curvas das embalagens nos atraem.

Extraído do LinkedIn de: Instituto Brasileiro de Neuromarketing e Neuroeconomia.

O PODER DAS CURVAS NAS EMBALAGENS

Os escritórios de #design de embalagem trabalham para que um produto seja escolhido no ponto de venda gerando desejos no #consumidor, mesmo que ele nem ao menos consiga verbalizar o que realmente quer.

A ativação do #córtex órbito-frontal (ligado à apreciação da beleza) indica a ativação do sistema de recompensa, o sistema neural que nos motiva a agir, atingir metas ou nos esforçar para obter algo, ou seja, se esta área está ativada significa que estamos dispostos a pagar um preço elevado para adquirir determinado produto e nesse caso, um produto ou #embalagem, desenvolvidos de forma estrategicamente pensada para atingir o cérebro, terá maior chance de sucesso.

 Em 2004, a lata de leite condensado Moça entrava para a história das embalagens no Brasil com um formato icônico e que seria conhecida por todos.

A reformulação da embalagem foi um sucesso absoluto, aumentando as #vendas da empresa e levando a #marca até o limite da sua capacidade de produção. Além disso, a embalagem ganhou o prêmio de inovação pelo Centro Nestlé de Embalagem/Suíça.

O formato acinturado da lata no ponto de #venda é um fator de fácil identificação e forte personalidade. O formato estimula o contato e é de confortável manuseamento, motivando o consumidor a pegá-la.

O próprio nome Leite Moça é resultado de observações sobre o comportamento dos consumidores.

Quando chegou ao país, o produto levava o nome em inglês, “Milkmaid”. Os brasileiros, no entanto, apelidaram de “leite da moça”, referindo-se à ilustração da camponesa na embalagem. Na década de 1930, quando já fabricava o leite condensado no Brasil, a #Nestlé decidiu adotar o nome criado espontaneamente e o produto passou a se chamar Leite Moça.

Em 2014 as latas com suas curvinhas foram substituídas por latas retas e mais finas, estilo “slim” mais magrinhas e com o sistema “abre fácil”.

Além das latas de leite Moça, qual uma outra embalagem que você lembra ter uma experiência de toque digna de estar na sua memória até hoje?

– Empreendedorismo e Inovação permitem “escutar vacas leiteiras”!

O espírito empreendedor, somado à tecnologia, pode trazer grandes inovações! Um exemplo: no Sul do Brasil, uma empresa criou uma startup para aumentar a produção de leite “ouvindo as vacas”!

Sensacional! Um ótimo case para ser trabalhado em sala de aula, além de um interessante artigo para conhecimento. Abaixo, extraído de: https://exame.com/negocios/vacas-falantes-startup-da-voz-a-rebanhos-levanta-5-milhoes-recorde-crowdfunding/

VACAS FALANTES? STARTUP DA VOZ A REBANHO E CAPTA MAIS DE 5 MILHÕES COM RECORDE NO CROWDFUNDING

A gaúcha Cowmed concluiu captação de R$ 5,9 milhões para levar sua tecnologia que “traduz” o sentimento das vacas leiteiras mundo afora.

Por Maria Clara Dias

Uma máxima na agropecuária, a necessidade de lidar com intempéries e imprevistos acaba moldando o modo de operar dessa indústria como um todo, influenciando de grandes operações a pequenos fazendeiros. Olhar para uma série de fatores que podem influenciar o bom desempenho de uma lavoura ou de um rebanho é uma tarefa árdua e que pode ser simplificada com a ajuda de tecnologia. Esse é o racional que motivou Leonardo Guedes e Thiago Martins a empreender. Os dois irmãos juntos decidiram criar uma tecnologia capaz de fazer “vacas falarem” e que promete ser o braço direito de pacuaristas Brasil adentro.

Juntos, eles fundaram, em 2021, a Cowmed, uma startup que desenvolveu uma tecnologia capaz de “traduzir” os desejos dos animais a partir da coleta de informações relacionadas ao bem-estar e comportamento. Dedicada à pecuária leiteira, a proposta da Cowmed é ajudar produtores e criadores a tomarem melhores decisões e melhorarem suas produções.

Por trás da ideia está a percepção de que a lida no campo não é uma ciência exata, principalmente devido a incapacidade dos produtores rurais e agropecuaristas de identificarem as reais necessidades de seus rebanhos. “Muitas vezes, trabalham com suposições sobre o que acreditam ser melhor para seus animais, e isso nem sempre expressa o que eles realmente precisam”, explica Martins.

A ideia da empresa

A Cowmed é resultado de um projeto acadêmico que nasceu dentro da universidade federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. A provocação veio do pai de Guedes e Martins, um engenheiro elétrico, acadêmico e pesquisador da área de microeletrônica. Durante viagens internacionais em busca de parcerias público-privadas para o desenvolvimento de tecnologias vistas apenas nos campus universitários, ele percebeu a possibilidade de melhoria produtiva a partir da adoção de tecnologia em uma cadeia em específico: a produção leiteira.

Com a ideia de criar algo para esse nicho, ele voltou ao Brasil com a provocação aos dois filhos, também engenheiros. “Sempre tivemos esse desejo de construir algo capaz de mudar o mundo”, diz Martins. “Quando a ideia surgiu, vimos que essa era a nossa oportunidade de criar impacto”.

Para o fundador, o impacto estava claro pelos números. A produção de leite é estratégica para economia global, e o Brasil, detentor do maior rebanho comercial do mundo e quinto maior produtor de leite global, poderia ser o melhor receptor da ideia.

A Cowmed foi fundada em 2010, mas levou seis anos para desenvolver a tecnologia proprietária. No início de 2017, um aporte veio para finalizar o roadmap tecnológico e para colocar o projeto na rua.

Como funciona a tecnologia

Para “traduzir” esses pensamentos bovinos, a Cowmed criou um colar que monitora variáveis comportamentais, como tempo de descanso e de atividade física a variáveis ligadas À saúde, como ritmo de respiração, batimentos cardíacos e tempo ruminando — todas elas informações vitais para a compreensão do que pode ser feito para melhor atender os animais e, assim, aumentar o nível produtivo.

Com inteligência artificial, o colar “interpreta” o que a vaca quer dizer, e com isso gera uma série de recomendações para o produtor. Entre as ações sanitárias estão:

  • identificar com até cinco dias de antecedência quando a vaca pode ficar doente;
  • tempo de cio com recomendações para melhorar ciclo reprodutivo das vacas;

Já do lado nutritivo, o colar também avalia os hábitos alimentares e preferências das vacas para que produtor possa definir, entre outras coisas:

  • Melhores horários para alimentar o rebanho;
  • Frequência para alimentação

Com tudo isso — e apenas atendendo aos “pedidos” das vacas — a produção pode crescer até 20 vezes, segundo o fundador.

Leonardo Guedes e Thiago Martins, da Cowmed: tecnologia que dá voz a rebanhos capta R$ 5,9 milhões (Cowmed/Divulgação)

– BY: o sucessor do Fusca!

Anos atrás, a Volkswagen resolveu mostrar um dos seus segredos com mais de 30 anos: o projeto (abortado) do sucessor do fusca no Brasil, um automóvel pequeno e barato – mais moderno do que o antecessor – e que levou o nome de projeto BY.

Abaixo, a matéria da Revista Motor1.com, mostrando esse “mini-Gol”. Mas não parece um Uno da Volks? Com a união estratégica junto à Ford, formando a Autolatina, desistiu-se da ideia.

Em: https://motor1.uol.com.br/news/385161/vw-by-subcompacto-abaixo-do-gol/

VW MOSTRA O BY, PROJETO DE SUB-GOL DOS ANOS 1980

Se você é leitor assíduo do Motor1.com certamente já ouviu falar do VW BY. Trata-se de um projeto de carro de entrada para ficar abaixo do Gol, que apresentamos numa reportagem sobre “carros natimortos”, ou seja, que morreram antes mesmo de chegar às lojas. Pois não é que, mais de 30 anos depois, a própria Volkswagen resolveu mostrar o carrinho? Ele é uma das estrelas do Garagem VW, um acervo que a marca preparou dentro de um galpão da própria fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).

Por conta do balanço traseiro curto, o porta-malas era sacrificado em relação ao do Gol. Mas a VW então criou duas soluções para preservar o espaço de bagagens: banco traseiro corrediço, que seria aplicado no Fox em 2003, e suspensão traseira do Voyage de exportação para os EUA (chamado de Fox por lá), que tinha pontos de ancoragem diferentes do Gol, justamente para não invadir o compartimento de carga.

Esses pontos, porém, fizeram o projeto ficar um tanto caro de produzir (ainda mais em se tratando de um carro de entrada) e, fora isso, o design desproporcional (devido ao uso do motor AP-1.600 da família BX (Gol, Voyage, Parati e Saveiro CS) se somou aos fatores que fizeram o BY “subir no telhado”. E entrar para a história dos natimortos…

vw-by

Por: Daniel Messeder, extraído de: https://motor1.uol.com.br/news/385161/vw-by-subcompacto-abaixo-do-gol/

– A grande fonte de ideias surge de onde?

A Revista Forbes rememorou uma frase de Dan Gilbert, mega investidor americano, cuja fortuna beira 30 bilhões de dólares. 

Questionado de onde lhe vinham inspirações e ideias, respondeu (na imagem abaixo, da própria publicação):

E não é verdade? Quanto maior a interação, maior a possibilidade de novas criações.

 

– O fanático do Sucrilhos.

Kelloggs é sinônimo de Sucrilhos. Entretanto, seu surgimento se deu por vias tortas…

Olhe só que história empreendedora enviesada,

Extraída de: https://super.abril.com.br/historia/o-fanatico-do-sucrilhos/

O FANÁTICO DO SUCRILHOS

A curiosa história de John Harvey Kellogg, o puritano radical que queria abolir a masturbação — mas acabou revolucionando o café da manhã

“Ele se tornou um escravo do hábito. Sua dieta ruim, a constipação frequente e problemas nos órgãos genitais produziam uma ereção quase constante, que só podia ser aliviada pela masturbação (…) Depois de três ou quatro anos, com rezas e a adoção de uma dieta mais saudável, conseguiu controlar o vício.” Esse é um trecho do livro Plain Facts about Sexual Life (“fatos sobre a vida sexual”), publicado em 1877 pelo médico americano John Harvey Kellogg. Vegetariano convicto, Kellogg acreditava que uma dieta equilibrada poderia prevenir boa parte das doenças e, de quebra, afastar as pessoas do pecado. Não conseguiu: o prazer solitário continua sendo praticado por aí. Mas suas tentativas de criar o alimento perfeito acabaram dando origem a um império que está presente em 180 países, fatura US$ 15 bilhões por ano – e só decolou para valer depois que William, o irmão do médico, fez algo que ele simplesmente abominava.

Doutor intestino

Mesmo para os padrões da época, os Kellogg eram uma família enorme: John tinha 16 irmãos. Ele nasceu em 1852, na cidadezinha de Tyrone (Michigan). Aos 4 anos, mudou-se para Battle Creek, a 160 km dali. Nessa cidade, havia uma igreja adventista fundada pela escritora Ellen White. Ela se apresentava como uma emissária de Deus, encarregada de reunir os fiéis e ajudá-los a se preparar para a volta de Jesus Cristo à Terra – e para o apocalipse.

Os Kellogg e os White ficaram muito próximos. Ellen apadrinhou John e pagou seu curso de medicina na Universidade de Nova York. Aos 24 anos, ele voltou com o diploma embaixo do braço e assumiu a chefia do Sanatório Battle Creek, uma espécie de spa administrado pela Igreja Adventista. Ali, sua carreira decolou. John se tornou uma espécie de guru de saúde para ricos e famosos da época, como o ex-presidente americano William Howard Taft, o inventor Thomas Edison, o empresário Henry Ford, a aviadora Amelia Earhart e a atriz Sarah Bernhardt. John fazia a mesma recomendação a todos: o segredo para uma vida longa estava na beleza interior. Mais especificamente, na flora intestinal.

Ele recomendava uma dieta rica em grãos integrais, e também indicava laxantes. Para Kellogg, diversas doenças (câncer, anemia, acne, diabetes, úlcera, epilepsia, esquizofrenia) poderiam ser curadas por meio de lavagens intestinais – depois que elas eram feitas, às vezes o médico injetava iogurte no cólon dos pobres pacientes, para repor sua flora intestinal. John também pregava abstinência de carne, álcool, tabaco e alguns temperos, como mostarda e pimenta. Determinado a espalhar suas ideias, ele começou a escrever livros e cartilhas com recomendações de saúde – que, agora, já não se restringiam à alimentação.

Kellogg acreditava piamente que o sexo fazia mal à saúde. Desencorajava a prática, argumentando que se perdia “energia vital” no ato. Acredita-se que, seguindo suas crenças à risca, o médico nunca teve relações sexuais com a esposa, Ella Eaton (1853-1920). Foram quatro décadas de casamento, sem sexo nenhum (Ella e John tiveram mais de 40 filhos, todos adotivos). Pior que o sexo, só a masturbação, que John considerava um “crime hediondo”. Ele acreditava que essa prática podia ser prevenida por meio da dieta. Mas, para casos incontroláveis, o médico recomendava choques elétricos e circuncisão sem anestesia para os homens, e injeção de ácido carbólico (fenol) direto no clitóris das mulheres.

Kellogg inventou e patenteou mais de 30 produtos, como instrumentos cirúrgicos para operações ginecológicas e gastrointestinais, equipamentos para eletroterapia, hidroterapia e fototerapia e até uma cama de exercícios. Algumas de suas engenhocas estavam na primeira classe do Titanic (que zarpou e naufragou em 1911), outras foram instaladas em castelos reais na Europa. Mas as maiores invenções de John Kellog acabariam sendo outras duas: a granola e o cereal matinal.

Kellogg versus Kellogg

Pode parecer difícil de acreditar, mas o café da manhã americano já foi ainda mais pesado que o atual. Além de ovo, pão e panqueca, incluía bife e até frango assado. Kellogg decidiu combater a azia e a má-digestão, que eram verdadeiras epidemias, e começou a pesquisar alimentos saudáveis. Em 1870, fez uma mistura de grãos de aveia, milho e trigo assados, que nomeou de “granula”. Mas James Jackson, um médico adventista de Nova York, tinha batizado um farelo integral com a mesma palavra. Pressionado por um processo judicial, Kellogg teve de mudar o termo – que passou a ser granola.

Num belo dia de abril de 1894, William Keith Kellogg (1860-1951), irmão mais novo de John, estava fazendo uma fornada de granola, mas acabou deixando a bandeja no forno por muito tempo. Quando ele foi passar a massa num rolo, o trigo se quebrou em floquinhos bem crocantes. Os irmãos resolveram tentar a mesma coisa com milho. Ficou ótimo, e os dois decidiram chamar a coisa de corn flakes. Patentearam a ideia e, em 1897, criaram uma empresa para fabricar o novo produto: a Sanitas Food Company.

Mas Will e John não se bicavam. John não tinha pretensões financeiras, pois preferia dedicar sua vida à Igreja Adventista, e só queria vender os cereais para pacientes da clínica e assinantes da revista Good Health, que ele mesmo editava. Will, por outro lado, se gabava de seu espírito empreendedor e queria ampliar os negócios. Depois de alguns anos de impasse, em 1906, Will se apossou da ideia e fundou um novo empreendimento, a Battle Creek Toasted Corn Flake Company, precursora da atual Kellogg Company. E fez algo que o irmão não aceitava: adicionou açúcar aos flocos de milho.

Foi um megassucesso, e logo surgiram diversas imitações. Só em Battle Creek, apareceram mais de cem concorrentes. John, que era o dono da patente do corn flakes, não se importava muito com isso – tanto que, em suas palestras, ensinava a plateia a fazer o próprio cereal em casa. Ao mesmo tempo, Will tocava o negócio, cada vez mais lucrativo. A empresa se tornou líder do novo mercado de cereais matinais, que cresceu em escala inimaginável e virou fenômeno global.

Isso aconteceu por três motivos. A busca por uma alimentação com menos gordura animal (considerada mais vilã que os carboidratos ao longo de boa parte do século 20), o ritmo de vida mais agitado, com menos tempo para o desjejum, e a propaganda. Sabe aquele ditado de que “o café da manhã é a refeição mais importante do dia”? Não é resultado de nenhuma pesquisa científica. É apenas um slogan, inventado por uma agência de publicidade para a General Foods, então a maior concorrente da Kellogg’s, em 1944.

Também foi uma agência, a Leo Burnett, que criou o mascote Tony Tiger para as embalagens de sucrilhos, em 1953. “Sucrilhos”, por sinal, é um termo usado apenas no Brasil – segundo a Kellogg’s, trata-se de uma junção das palavras “açúcar”, “crocância” e “milho”. O termo foi criado pelo departamento de marketing da empresa em 1961 (nos demais países da América Latina, o produto se chama Zucaritas. Nos EUA, Frosted Flakes).

Também foram os executivos de marketing da empresa que tiveram a ideia de oferecer sucrilhos para os astronautas americanos Neil Armstrong, Michael Collins e Buzz Aldrin levarem na primeira viagem à Lua, a bordo da Apollo 11, em 1969. Se a publicidade era a alma do negócio de Will (que, depois de ficar rico e famoso, passou a assinar seu nome como “W.K. Kellogg”), outras tensões ocupavam a cabeça de John.

A eugenia – e o fim

Além de brigar com o irmão, John também se desentendeu com a madrinha, Ellen, quando um incêndio destruiu o Sanatório Battle Creek, em 1902. Ela não queria reconstruir o spa, pois achava que o fogo era um sinal de Deus contra o estabelecimento, que tinha se tornado famoso demais e perdido a essência.

John não quis nem saber, e resolveu reerguer tudo. Em 1903 lançou um livro, The Living Temple (“o templo vivo”, em inglês), para levantar dinheiro e reconstruir o spa. Conseguiu.

Mas o texto, cheio de ideias religiosas, recebeu muitas críticas. John fazia afirmações panteístas (doutrina filosófica segundo a qual Deus e a natureza são a mesma coisa), e acabou excomungado da Igreja Adventista em 1907.

O médico continuou dirigindo o sanatório e tocou a vida, mas logo se envolveu em outra controvérsia: a segregação racial. Ele fundou a Race Betterment Foundation, uma instituição racista que defendia o “melhoramento genético” para preservar as populações brancas, consideradas superiores, livrando-as de condições como insanidade, retardamento mental e epilepsia. Foi um dos maiores centros do movimento eugenista nos EUA.

John, que ironicamente tinha filhos adotivos negros, passou a defender a separação genética entre americanos puros e imigrantes. “Talvez por ele ter passado seus últimos anos promovendo a eugenia, formou-se um mito, nas décadas de 1950 e 1960, de que Kellogg era um charlatão megalomaníaco”, afirma Brian Wilson, professor da Western Michigan University e autor de Dr. John Harvey Kellogg and the Religion of Biologic Living (“Dr. Kellogg e a religião da vida biológica”, sem versão em português).

Ao mesmo tempo em que apoiava a eugenia, John cuidava da própria saúde, seguindo à risca os preceitos alimentares que defendia. Por pouco não alcançou sua meta, que era viver 100 anos. Aos 91 anos, John escreveu uma carta de desculpas a Will, reconhecendo que o irmão mais novo estava certo ao transformar o cereal matinal em negócio. A secretária de John leu as sete páginas da carta e se recusou a enviá-la, por acreditar que o chefe estava se humilhando. Ele morreu alguns meses depois, em 1943. Em 1948, Will finalmente recebeu a carta – e, pouco tempo depois, também morreu. Os dois nunca fizeram as pazes.

A empresa que criaram virou uma multinacional gigante, que eles jamais poderiam imaginar. Mas, depois de crescer sem parar durante décadas, o consumo de cereais matinais começou a despencar. Entre 2000 e 2015, as vendas caíram quase 30% nos EUA (e, em 2016, o faturamento da Kellogg’s de lá caiu mais 4,5%). Para analistas do setor, o motivo é que as novas gerações de consumidores preferem um café da manhã com menos açúcar. Ou seja, mais saudável – exatamente o que, no começo da história toda, John Kellogg sonhava em inventar.

Imagem: Reprodução Web, extraída de https://cosmos.bluesoft.com.br/produtos/7896004002767-cereal-matinal-original-kelloggs-sucrilhos-caixa-1kg-2-unidades

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