– E se Felipão tivesse tropeçado?

A vitória do Palmeiras sobre o Grêmio pela Libertadores da América (fora de casa, jogando com intensidade e se arriscando ao ataque) deu uma importante salvaguarda ao treinador Luís Felipe Scolari. Se tivesse perdido, as críticas ao estilo de jogo do experiente treinador seriam violentas – especialmente pelo volume financeiro investido pela parceria Palmeiras / Crefisa.

Mas no mundo das hipóteses: e se o Palmeiras tivesse jogado muito mal novamente e o time fosse eliminado da competição no jogo de volta?

Supondo uma demissão de Scolari, quais os nomes na praça? Abel Braga? Fernando Diniz? Não há oferta abundante…

Pela tendência de treinadores estrangeiros chegando ao Brasil (vide Sampaoli no Santos e Jorge Jesus no Flamengo), e sabendo do poderio financeiro que tem, por que não… José Mourinho?

Hoje, pelos salários pagos a atletas do elenco (vide o R$ 1,2 mi de Dudu, o quase R$ 1,0 mi de Lucas Lima, e demais caríssimos atletas), não duvido de uma engenharia financeira competente para trazer o campeoníssimo treinador português (que ontem declarou estar com saudades de trabalhar).

Claro, tudo em hipótese. Mas e você: o que pensa sobre isso?

– A marca Walmart será substituída. Big e Bompreço voltarão!

O poderoso Walmart definitivamente não encontrou a estratégia ideal para o Brasil. Quando chegou ao nosso país, tentou montar suas lojas no estilo das megastores americanas. Havia setor de esportes com tacos de beisebol à venda!

Não deu certo…

Reformulou-de, conseguiu ganhar espaço mas não chegou ao desejável pela matriz, é público e sabido.

Para melhorar o desempenho, 100 lojas do Brasil irão mudar a bandeira: de Walmart para Big (no Sul/Sudeste) e Bom Preço (Norte/Nordeste). Curiosamente, retomará as marcas que comprou nessas localidades quando chegou e queria se expandir.

A pergunta é: vai dar certo?

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– Índia: e o absurdo Machismo

Esse texto, abaixo, tem 9 anos. Mas não tem como não se impressionar…

Sobre as mulheres na Índia, compartilho:

MACHISMO INDIANO

Muito me assustou uma matéria publicada pela Revista Superinteressante deste mês de Junho/2009. Nela, há uma reportagem a respeito das Castas Indianas (tema que ficou na moda devido a novela da Globo). Mas o que impressiona são os números e hábitos das mulheres locais!

Na Índia, é um fardo para as famílias criar uma menina. Muitos abortos são cometidos, pois ter uma filha é um custo alto: a maioria das mulheres não trabalha, e ao crescer, ela é entregue a um novo e o pai dela deve dar presentes à família do noivo, o que inclui desde pedras preciosas até veículos!

Naquele país, apenas 48% das mulheres são alfabetizadas (e entenda alfabetizada na Índia o fato de apenas escrever o próprio nome.

Lá, abortar uma menina não é um pecado, mas uma “providência” (que absurdo!). Tanto que o governo proibiu que os médicos divulguem o sexo do bebê nas ultrassonografias, a fim de evitar o aborto. Muitos aceitam sacrificar sua filha, para que o primeiro filho seja homem e o pai possa “reencarnar” nele.

Devido a isso, hoje há 9 homens para cada mulher. Casar tem sido difícil, o que faz com que exista  o comércio cada vez maior de “compra de esposas”. Nas vilas pobres, troca-se mulher por búfalos. Amor no casamento? Lá não é assim… Amor se constrói aos poucos, depois de casado.

Quando a mulher fica viúva, ou o seu cunhado a toma por esposa, ou ela faz voto perpétuo de castidade. Ou seja, casamento de mulheres viúvas, não existe!

Em caso de divórcio, a mulher só tem direito as jóias que ganhou. Nada do marido deve pertencer a ela. E, como é perceptível até na novela, a esposa é proibida de citar o nome do esposo. Apenas deve chamá-lo de “Marido”. Em alguns vilarejos, ela só pode fazer as refeições depois do marido, pois é sinal de submissão a ele.

Modos e hábitos diferentes dos nossos. O que mais impressiona é que, para eles, nós somos os diferentes…

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– A Copa América é o exato exemplo de Globalização e de Ingratidão.

Coisas incríveis que se vê na Copa América da Conmebol: o Catar e o Japão (que são asiáticos) jogando o torneio (e a Austrália, que é da Oceania mas joga em outro continente, estará na versão próxima). Não critico muito, pois, afinal, são atrações que trazem dinheiro (diferente da Europa, onde existem muitas nações para se disputar o torneio continental de lá). Mas vejo nas publicidades locais empresas do México (que é da Concacaf) e da China (que está escrita em chinês e confesso não saber de que ramo é).

Dito isso, me peguei questionando: como o futebol é ingrato! Zapata marcou um golaço contra a Argentina, tirou a camisa e recebeu um Amarelo. É lógico que entendo que a Regra do Futebol é fria, mas… imagine seu time vencer o adversário que tem Lionel Messi! Não é para extravasar, ainda mais se você marcar um dos gols? No que mudou o jogo o colombiano ter tirado a camisa?

Aliás, pelo andar da carruagem, a Argentina não será campeã. E aí outra coisa injusta que veremos na Copa América: a geração de Messi e Cia permanecerá sem títulos pela Seleção desde 1993! Não é uma afronta dos deuses da bola?

Aos trancos e barrancos – e sem público pelos ingressos de preço caro até para a Europa – a Copa América vai acontecendo. Tomara que os jogos sejam mais emocionantes e que tenhamos menos paralisações (e mais rápidas) do VAR.

Em tempo, segundo levantamento da Revista Veja:

O continente com mais jogadores na Copa América de 2019 é o europeu, com 104 dos 276 jogadores inscritos, representando 37,6% do total. As seleções com mais jogadores “europeus” são a brasileira (20), a uruguaia (16), a argentina (15) e a colombiana (14). Apenas Bolívia e Catar não têm jogadores no futebol europeu. Por outro lado, o Catar é a única seleção que disputa o torneio que tem todos seus jogadores atuando na liga local.

Sabe qual o país que mais cedeu atletas que jogam em sua liga? Uma surpresa: o México, com 28 atletas!

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– Dono do PSG pode “mudar” para o Leeds United?

A fonte é o jornal britânico The Sun, que gosta de polemizar. Mas o conteúdo não é nenhuma ilusão: o Sheik Nasser Al-Khelaifi, um dos homens mais ricos do mundo e dono do Paris Saint Germain, estaria descontente de jogar o Campeonato Francês, já que seu time milionário “joga sozinho” e não consegue ter adversários competitivos – sentindo, quando joga na Liga dos Campeões, a falta de ritmo de jogo contra grandes equipes.

A solução?

Ir para uma Liga mais competitiva, como a Premier League na Inglaterra, a fim de jogar com mais frequência contra Manchester City, Liverpool e outros gigantes. E a primeira opção: comprar o Leeds United, recém promovido nessa temporada.

Teríamos uma transferência de estrelas do Parque dos Príncipes para a Terra da Rainha?

Talvez. Com tanto dinheiro, que não se duvide. Afinal, a família do mesmo sheik não conseguiu comprar, ou melhor, patrocinar uma Copa do Mundo em sua terra, o Catar?

As informações extraídas de: https://www.thesun.co.uk/sport/football/9211858/billionaire-psg-owner-nasser-al-khelaifi-buy-leeds/

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– Peso Real? Seria Peso Morto…

Juro que pensei que era fake news, mas não era. Quer dizer que o presidente Jair Bolsonaro sugeriu uma moeda única na América do Sul?

Como?

Me recordo que quando a União Europeia lançou o Euro, o então presidente Fernando Henrique Cardoso sugeriu uma moeda nos mesmos moldes para o Mercosul. Depois Lula discutiu novamente essa bobagem. Agora é a vez de Bolsonaro retomar o assunto.

Pra quê? Para desestabilizar a economia dos países vizinhos e sentirmos o impacto?

Abaixo, compartilho o editorial do Estadão que brinca com a ideia do verdadeiro “peso real” que deve ter a atenção do Governo: a das atitudes na economia do país e a necessidade de reforma do quadro político!

Extraído de: https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e-informacoes,o-peso-real-de-um-delirio,70002861522

O PESO REAL DE UM DELÍRIO

Bolsonaro parece encantado com a ideia. De volta ao Brasil, afirmou que a criação de uma moeda única poderia se estender para toda a América do Sul

Se o governo parece, finalmente, dar sinais de ter alguma disposição para o diálogo político, tendo negociado a aprovação da Medida Provisória 871, que manda auditar os benefícios pagos pelo INSS, também é digna de nota a abertura da oposição para aceitar um acordo com os governistas. Em se tratando de um governo errático e muitas vezes hostil aos políticos, e de um Congresso repleto de neófitos despreparados para o duro trabalho parlamentar, não se deve comemorar antes da hora; no entanto, sobretudo diante do histórico de trombadas entre o Executivo e o Legislativo, é essencial registrar que houve, nos últimos dias, um inegável avanço.

A oposição deu inestimável colaboração para a melhora do quadro político ao apoiar a medida governista em troca da inclusão de uma mudança no projeto de reforma da Previdência com vista a dar maior prazo para que os trabalhadores rurais se adaptem às novas regras. Ambas as partes consideraram os respectivos pleitos aceitáveis e estabeleceu-se ali um consenso mínimo – sem o toma lá da cá e sem a truculência que tanto marcaram a história recente das relações entre o governo e o Congresso.

O acordo, feito no Senado, foi articulado pelo líder da Minoria, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), com o líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Não se pode atribuir ao senador Randolfe nenhum pendor governista – ao contrário, é ferrenho crítico do atual governo. Mas ele e o bloco que lidera parecem ter percebido que o caminho do diálogo pode dar melhores frutos que o confronto puro e simples.

Há outros parlamentares da oposição igualmente dispostos a negociar com o governo. É o caso dos deputados que subscreveram emenda para destinar à primeira infância parte da economia que resultar da reforma da Previdência. Entre os autores destacam-se os jovens deputados Felipe Rigoni (PSB-ES) e Tabata Amaral (PDT-SP). Mesmo sendo da oposição, ambos dizem reconhecer como necessária a reforma da Previdência e, malgrado serem parlamentares de primeira viagem, mostram maturidade para reconhecer que o caminho da negociação tende a ser o mais produtivo para seus projetos políticos.

Tudo isso contrasta, e muito, com o comportamento do PT e de seus satélites. Fiel à sua natureza autoritária, o partido do presidiário Lula da Silva desconsidera a legitimidade de qualquer governo que não seja o seu. Nem se dá ao trabalho de formular propostas alternativas às encaminhadas pelo presidente Jair Bolsonaro, já que não pretende, a sério, negociar nada com o governo. Sua única intenção é prejudicar a tramitação de tudo o que emanar do Palácio do Planalto. E seu único projeto para o País se resume ao slogan “Lula livre”, com o qual inclusive tentou capturar as manifestações estudantis contra os cortes orçamentários nas universidades federais. Assim, segue sendo o velho PT de sempre, que não apoiou o Plano Real, que pediu o impeachment de todos os presidentes sempre que esteve na oposição e que jamais se dispôs a negociar senão na base do grito ou do talão de cheques.

Felizmente, parece que os partidos que se dedicarem a esse tipo de oposição destrutiva tendem ao isolamento, pois várias lideranças oposicionistas se recusam a aderir ao método petista de sabotar governos e demonstram genuína disposição para conversar.

É fato que o governo, nas suas relações com o Congresso, demonstra frequentemente a tendência de considerar que a vontade do presidente Bolsonaro deve ser automaticamente convertida em lei, e isso cria ruídos mesmo com os parlamentares de inclinação governista. Por outro lado, há também uma tendência de parte da oposição de considerar necessariamente ruim tudo o que é encaminhado pelo Palácio do Planalto, sem nem ao menos conhecer os projetos. Um clima desses não é propício para o diálogo. Por isso, mesmo que tenha sido apenas um lampejo, a recente negociação entre governo e oposição é alvissareira, pois mostrou qual é o único caminho viável para o País. Espera-se que as lideranças políticas responsáveis tenham entendido que não há outra maneira de alcançar o entendimento necessário para começar a tirar o Brasil de sua profunda crise, com a qual só os delinquentes morais lucram.

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– A final da UCL em “The Simpsons”

Sensacional!

A final da UEFA Champions League, transformada numa animação em personagens dos Simpsons – e na tradicionalíssima abertura!

Vale a pena assistir, especialmente com os jogadores substituindo os originais (Lucas Moura, de chupeta, como a Meg, é demais!)

Em: https://youtu.be/jzV_GMvFV2Q

– Seara, Sadia e Perdigão… todas serão uma só?

Um dos negócios mais surpreendentes do ano pode acontecer: a fusão da BRFoods com a Marfrig. Imaginem que gigante do ramo alimentício teríamos!

Abaixo, extraído de: https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,brf-e-marfrig-anunciam-estudos-para-uma-fusao,70002850430

DONA DA SADIA E PERDIGÃO, BRF ESTUDA FUSÃO COM MARFRIG

Companhias combinadas criariam quarta maior produtora global de carnes – atrás de JBS, Tyson e Smithfield, com receita de R$ 76 bi, 136 fábricas e 137 mil funcionários; negócio pode ser porta de saída de fundos de pensão e BNDES do setor

As gigantes BRF (dona da Sadia e Perdigão) e Marfrig estão negociando uma combinação de seus negócios, que poderá criar a quarta maior companhia global de carnes, com receita líquida de R$ 76 bilhões. As empresas anunciaram nesta quinta-feira, 30, que os conselhos dos dois grupos estão discutindo uma fusão, na qual a BRF terá 85% da nova empresa, e a Marfrig, 15%.

A companhia resultante da fusão terá 136 fábricas e 137 mil funcionários. Com a união dos negócios, a gigante das carnes ficará atrás somente da JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, da americana Tyson Foods e da chinesa Smithfield.

As conversas entre as companhias começaram nos últimos meses, apurou o Estado. No fim do ano passado, a BRF vendeu sua fábrica da Argentina, a Quickfood, para o grupo comandado por Marcos Molina, que também ficou com a fábrica de carne processada do Mato Grosso da gigante do frango. A Marfrig fornece carne bovina para a produção de alimentos industrializados, como hambúrgueres, à BRF.

Os executivos Pedro Parente, à frente do conselho de administração da BRF, e Lorival Luz, presidente do grupo, deram início às conversas com o empresário Marcos Molina, fundador da Marfrig, e Antonio Maciel, que faz parte do conselho da companhia de carnes, dizem pessoas familiarizadas com o negócio. O banco JP Morgan deverá ser contratado para assessorar a Marfrig no processo, e o Citi, a dona da Sadia e da Perdigão.

Exclusividade

Em nota, a BRF informou que prevê contrato de exclusividade de 90 dias para as negociações com a Marfrig, prazo que pode ser prorrogado por mais 30 dias, caso as negociações avancem.

A BRF, que enfrenta dificuldades financeiras e de operação há dois anos, com prejuízo acumulado de R$ 5,5 bilhões em 2017 e 2018, espera que a combinação reduza a exposição a riscos setoriais e gere alguns ganhos de sinergia. A Marfrig, que nos últimos anos passou a vender negócios para reduzir suas pesadas dívidas, expandirá suas áreas passando a ser produtora de frango e carne suína.

As companhias informaram esperar “sinergias operacionais e financeiras em virtude do equilíbrio e complementariedade de produtos, serviços e diversificação geográfica com relevância no Brasil, Estados Unidos, América Latina, Oriente Médio e Ásia”.

A união dos negócios é vista pelo mercado como porta de saída dos fundos de pensão Previ (Banco do Brasil) e Petros (Petrobrás), que são os principais acionistas da BRF, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), um dos maiores sócios da Marfrig. Os fundos de pensão Previ e Petros foram os maiores opositores à gestão do empresário Abilio Diniz e da Tarpon, à frente da BRF, que em 2016 registrou seu primeiro prejuízo da história, e teve seu nome envolvido nas operações Carne Fraca e Trapaça. A empresa negocia acordo de leniência.

BRF

– Teremos a gigante Renault Fiat Chrysler?

Depois da italiana FIAT adquirir a americana Chrysler e formar o grupo FCA, a francesa Renault estuda se associar às marcas e formar o 3o maior grupo automobilístico do mundo!

Extraído de: https://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,fiat-chrysler-apresenta-proposta-de-fusao-com-renault,70002844950

FIAT CHRYSLER PROPÕE FUSÃO COM A RENAULT

Segundo o projeto, a montadora ítalo-americana seria dona de 50% das ações e o restante seria de propriedade da companhia francesa; governo da França se diz favorável à aliança

MILÃO, ITÁLIA – A montadora Fiat Chrysler (FCA) apresentou nesta segunda-feira, 27, uma proposta de fusão com a francesa Renault, o que criaria o terceiro maior grupo mundial do setor.

Segundo a proposta da FCA, a montadora ítalo-americana seria dona de 50% das ações e o restante seria de propriedade da Renault. As ações teriam cotações nas bolsas de Nova York e Milão, explicou a Fiat Chrysler em um comunicado. O conselho administrativo da Renault se reunirá ainda nesta segunda para avaliar a proposta de fusão.

Segundo a FCA, a fusão criaria o terceiro maior grupo automobilístico do mundo, com vendas anuais de 8,7 milhões de veículos e “uma forte presença em regiões e segmentos chave”. A fusão não provocaria o fechamento de fábricas, afirmou a companhia.

Uma fonte próxima às negociações afirmou que não se espera uma decisão nesta segunda-feira, o que deve “demorar dias, até semanas”. O conselho de administração da Renault definirá apenas se estuda a proposta.

As ações dos dois grupos operavam em alta após o anúncio. O título da FCA chegou a registrar avanço de 18% na Bolsa de Milão, antes de recuar para 14,30%, a € 13,094. A ação da Renault subia 13,65%, a € 56,81.

Aprovação da França

O governo francês é favorável à aliança, mas “é necessário que as condições da fusão sejam favoráveis ao desenvolvimento econômico da Renault e evidentemente aos funcionários da Renault”, afirmou a porta-voz do governo francês, Sibeth Ndiaye.

A Fiat Chrysler indicou que a linha de produção das duas empresas é “ampla e complementar, e daria uma cobertura completa ao mercado, do segmento de luxo até o voltado para o grande público.

FCA e Renault produzem automóveis de nível intermediário e populares, o que significa que poderiam compartilhar os avanços tecnológicos, afirmam analistas.

A Renault poderia contribuir com sua tecnologia para o desenvolvimento de motores elétricos, enquanto a Fiat Chrysler entraria com sua conta no mercado americano e seus veículos 4×4 e picapes. / AFP

Companhias em números

Valor na Bolsa
Renault: € 17 bilhões / FCA: € 19 bilhões = Total: € 36 bilhões

Volume de negócios
Renault: € 57,4 bilhões em 2018 / FCA: € 110 bilhões = Total: € 167,4 bilhões

Volume de vendas anuais
Renault: 3,9 milhões de veículos vendidos em 2018 / FCA: 4,8 milhões = Total: 8,7 milhões

Lucro por veículo vendido
Renault: € 930 por veículo / FCA: € 848 por veículo

Principais marcas
Do grupo Renault: Renault, Dacia, Alpine, Lada e Samsung Motors / Da FCA: Fiat, Chrysler, Alfa Romeo, Jeep, Abarth, Lancia, Maserati, Dodge e Ram

(Fontes: fabricantes e Center Automotive Research)

Fiat Chrysler e Renault

– Por 11 bilhões de dólares, a brasileira Natura compra a internacional Avon!

Uau! Que negócio entre gigantes espetacular!

Já imaginaram o número de lojas, funcionários, distribuidores, faturamento e onde estará entrando a nova empresa formada pela Natura e Avon?

Impressione-se com a enorme corporação que está nascendo na área dos cosméticos, abaixo,

Extraído de: https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/22/natura-anuncia-compra-da-avon.ghtml

NATURA ANUNCIA COMPRA DA AVON

Fechamento do negócio ainda depende de aprovações; companhia combinada tem valor estimado em US$ 11 bilhões.

A fabricante de cosméticos Natura anunciou nesta quarta-feira (22) a aquisição da Avon, em uma operação de troca de ações. Segundo a companhia, a operação cria o quarto maior grupo exclusivo de beleza do mundo.

A partir da transação, será criada uma nova holding brasileira, Natura Holding. Os atuais acionistas da Natura ficarão com 76% da nova companhia, enquanto os atuais detentores da Avon terão os demais cerca de 24%.

No negócio, o valor da Avon é estimado em US$ 3,7 bilhões, e o da nova companhia combinada em US$ 11 bilhões. Os papéis da Natura Holding serão listados na B3, a bolsa brasileira, e terão certificados de ações (ADRs) negociados na bolsa de valores de Nova York (NYSE). Os acionistas da Avon terão opção de receber ADRs negociados na NYSE ou ações listadas na B3.

Em comunicado, a Natura informa que a transação permanece “sujeita às condições finais habituais, incluindo a aprovação tanto pelos acionistas da Natura quanto da Avon, assim como das autoridades antitruste do Brasil e outras jurisdições”. A conclusão da operação é esperada para o início de 2020.

“A união de hoje cria uma força importante no segmento”, afirma em nota Luiz Seabra, cofundador da Natura. Acreditamos que os negócios podem ser uma força para o bem e, com a Avon, ampliaremos nossos esforços pioneiros para levar valor social, ambiental e econômico a uma rede em constante expansão”.

Já o presidente do conselho da Avon, Chan Galbato, afirma que “o Conselho da Avon está confiante que a Natura será uma parceira poderosa para a marca, ao mesmo tempo em que oferece mais escala, operações e oportunidades ampliadas para colaboradores e Representantes, além de tremendo potencial de ganho para acionistas de ambas as empresas”.

Negócios combinados

No comunicado enviado ao mercado, a Natura aponta que o negócio cria um grupo com mais de 6,3 milhões de representantes e consultoras, com 3,2 mil lojas.

“Com a Avon, a Natura &Co terá faturamento bruto anual superior a US$ 10 bilhões, mais de 40 mil colaboradores e presença em cem países”.

A expectativa é que o negócio gere sinergias entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões anuais, “que serão parcialmente reinvestidos para aumentar ainda mais sua presença nos canais digitais e mídias sociais, em pesquisa e desenvolvimento, iniciativas de marca e expansão da presença geográfica do grupo”, diz a companhia.

As ações da Natura fecharam o dia em alta de 9,4%, atingindo o recorde de R$ 61,50. Já as ações da Avon saltaram cerca de 9%, cotadas a US$ 3,49.

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– A Huawei volta ao Brasil. Mas você confiará na marca tranquilamente depois dos escândalos?

Após tudo o que se ouviu falar sobre a espionagem do Governo Chinês usando a Huawei nos EUA, além da prisão da vice-presidente da companhia, a empresa (que é  a número 2 no mundo em fabricação de celulares, atrás da coreana Samsung e à frente da american Apple) volta ao Brasil para vender seus telefones.

Terá sucesso?

Diante das polêmicas sobre a marca (que é reconhecidamente de alta tecnologia), deixando-nos a justa dúvida da questão ética, você temeria ou não em comprar um modelo “P30” dela, que custa R$ 5.500,00 e que concorre com o iPhone e Galaxy?

Sobre a sua reentrada em nosso país, extraído de: https://bit.ly/2YzXgMD

HUAWEI RETORNA AO BRASIL COM DESCONTOS

A Huawei anunciou descontos de R$ 2 mil ou mais no primeiro dia da sua reestreia no mercado brasileiro, nesta sexta-feira (17). Os clientes que comprarem o P30 Pro poderão levar modelos antigos para avaliação, e caso o aparelho esteja participando da promoção, será dado um desconto de R$ 2 mil, mais o valor de tabela. Na prática, se o aparelho estiver avaliado em R$ 300, o desconto final será de R$ 2,3 mil. O P30 chega às lojas a R$ 5,5 mil

A promoção #HuaweiSuperTroca vale apenas nesta sexta-feira nas lojas parceiras da Vivo, Fast Shop, Ponto Frio, Casas Bahia e Magazine Luiza nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A avaliação do preço dos modelos antigos ficará independente de cada loja, afirmou a empresa.

A Huawei retorna ao Brasil com os modelos P30 Lite (R$ 2,5 mil) e P30 Pro (R$ 5,5 mil), que fazem concorrência direta com os lançamentos da Samsung e Apple. A empresa chinesa tentou entrar no mercado em 2013, mas encontrou dificuldades com a alta do dólar e a falta de conhecimento do consumidor local. Desde então a companhia atua no País apenas na área de infraestrutura com a venda de equipamentos para telecomunicação.

A chinesa ultrapassou a Apple e se tornou a segunda maior fabricante de smartphones do mundo, atrás apenas da Samsung. A empresa registrou 41% de crescimento na China, o maior mercado do setor, no ano passado, enquanto todas as rivais tiveram retração de vendas. A empresa também é alvo constante por suspeitas de espionar para o governo chinês. Apesar das críticas, a Huawei superou valor de US$ 100 bilhões no ano passado.

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– Relembrando os 11 valores do Futebol, segundo a UEFA

Veja que bacana: há 8 anos o ex-jogador Michel Platini assumia a presidência da UEFA, “escalando” para seu mandato o respeito a 11 valores para o futebol.

Veja se são pontos atuais (embora o próprio Platini tenha sido acusado de corrupção).

Abaixo, extraído de: http://pt.uefa.com/uefa/keytopics/kind=64/newsid=813465.html

FUTEBOL E RESPONSABILIDADE SOCIAL

Michel Platini, Presidente da UEFA, apresentou 11 valores-chave, o número de jogadores de uma equipa de futebol, como base para as futuras actividades e diálogos do organismo a nível político, económico, social e desportivo.

Onze valores
Platini destacou os 11 valores num discurso aos representantes das 53 federações que compõem a UEFA, delegados da família do futebol mundial e convidados do XXXIII Congresso Ordinário da UEFA, realizado em Copenhaga, na Dinamarca, na quarta-feira.

Os valores da UEFA para o futuro do futebol europeu, apresentados por Platini, são os seguintes:

1-Futebol em primeiro lugar
Em tudo o que fazemos, o futebol deve vir sempre em primeiro lugar, e o elemento mais importante a ter em consideração. O futebol é um jogo, antes mesmo de ser um produto; um desporto, antes de ser um mercado; um espectáculo, antes de ser um negócio.

2-Estrutura piramidal e subsidiariedade
A nível internacional e europeu, a autonomia do desporto é reflectida pela estrutura piramidal do futebol. FIFA, UEFA e as federações nacionais trabalham de mãos dadas, enquanto respeitam o princípio de subsidiariedade. Isto permite-nos defender os interesses do futebol da melhor maneira possível.

3-Unidade e liderança
A UEFA não opera de forma autoritária. Vamos continuar a mostrar uma liderança forte, mas a operar segundo um princípio de consenso. Para além das federações nacionais, vamos envolver todos os intervenientes (ligas, clubes, jogadores) no processo de decisão do futebol europeu, em particular através do Conselho Estratégico para o Futebol Profissional, para que o Comité Executivo possa tomar as decisões certas. E temos como objectivo aprofundar a relação com os adeptos do futebol, sem os quais não haveria o jogo a nível profissional.

4-Boa governação e autonomia
A UEFA e as federações que dela fazem parte comprometem-se com a boa governação. Isso significa abertura, democracia, transparência e responsabilidade. Imbuída neste espírito, a UEFA defende a autonomia da estrutura do desporto, para que os órgãos que tutelam o futebol – com as federações nacionais à cabeça – sejam os elementos de decisão definitiva nos assuntos que dizem respeito à modalidade, sem que haja interferência excessiva dos governos.

5-Futebol de formação e solidariedade
O Futebol assenta na formação, jogado em toda a parte por homens e mulheres; rapazes e raparigas. O futebol profissional é só a ponta do icebergue. A UEFA vai continuar a ser solidária, cada vez mais, para proteger o futuro do futebol e transmitir os benefícios alargados que o nosso desporto traz à sociedade como um todo. E é também porque a força do futebol assenta na formação que temos de preservar as identidades locais, regionais e nacionais do jogo, sempre de acordo com a lei.

6-Protecção aos jovens e educação
Como órgão que gere o futebol europeu, a UEFA tem uma responsabilidade desportiva e moral. As transferências de jogadores menores acarretam inúmeros riscos. Não nos esqueçamos que jogadores menores de 18 anos são crianças ou adolescentes. Queremos proteger o futuro das crianças no futebol e impedi-las de serem levadas da sua pátria para outros países ainda muito novas.

7-Integridade desportiva e apostas
As apostas são uma fonte de financiamento, mas também um risco para o futebol, especialmente para a integridade das competições. É justo que o futebol obtenha a sua quota-parte de receitas provenientes das apostas. No entanto, a nossa atenção principal deve centrar-se no empenho total em proteger a integridade desportiva e a gestão adequada das nossas competições, de modo a preservar o verdadeiro espírito do jogo.

8-Equidade financeira e regularidade de competições
A UEFA apoia o “fair play” dentro e fora do terreno de jogo. A equidade financeira significa que os clubes operam de forma transparente e responsável, para proteger as competições desportivas e os próprios clubes. A equidade financeira serve para que os clubes não entrem numa espiral de dívidas de modo a poderem competir com os seus rivais, mas sim para que o façam com os seus próprios meios, isto é, de forma sustentável e com os recursos que geram.

9-Selecções e clubes
O futebol de selecções e de clubes são vitais e elementos complementares do futebol. A UEFA vai permanecer empenhada em assegurar que o equilíbrio é mantido, e se possível reforçado, já que o desenvolvimento do jogo a nível nacional, europeu e mundial depende disso.

10-Respeito
O respeito é um valor chave do futebol. Respeito pelo jogo, integridade, diversidade, dignidade, saúde dos jogadores, regras, árbitros, adversários e adeptos. A nossa mensagem é clara: tolerância zero para com o racismo, violência e doping. O futebol une as pessoas e ultrapassa as diferenças existentes. A cor da pele é invisível sob a camisola e, para a UEFA, vai ser sempre assim. O racismo e qualquer outra forma de discriminação nunca serão tolerados. A UEFA não vai pactuar com a violência, seja no campo ou nas bancadas. O futebol tem que dar o exemplo.

11-Modelo desportivo europeu e especificidade do desporto
A UEFA é um organismo europeu e permanece totalmente comprometida com o modelo desportivo europeu, que se caracteriza pela promoção e despromoção, o princípio da solidariedade, bem como das competições abertas e oportunidade para todos. É isto que o desporto – em especial o futebol – representa. Temos que proteger este modelo porque o desporto não é simplesmente um negócio como outro qualquer, e não podemos permitir que seja ameaçado. Vamos continuar a defender a especificidade do desporto e estamos convencidos que os nossos argumentos vão prevalecer, para bem do futebol.

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– E a Kraft Heinz está perdendo força para as marcas próprias dos mercados?

Todo mundo sabe que Jorge Paulo Lemann, o dono da Brahma que comprou as demais cervejarias nacionais e virou Ambev, foi ao exterior e virou Inbev, comprou a icônica Budweiser e se transformou Ab Inbev, é considerado o “papa dos negócios” no mundo da Administração de Empresas. Seus diversos outros empreendimentos na área de alimentação, comércio e serviços se valorizam ainda mais quando põe a mão! Entretanto, há um grandiosíssimo “Calcanhar de Aquiles”: a Kraft Heinz.

Outrora a marca Nabisco, comprada pela Kraft Foods e somada à Heinz (a mesma das maioneses, mostardas e catchups tão deliciosos), quando adquiridas todas elas por Lemann e fundidas numa só, imaginava-se no crescimento ainda mais sólido dessas respeitadas empresas. Porém, apesar dos produtos de reconhecida qualidade e tradição, o problema tem sido mundo afora algo que floresce ainda mais no Brasil: a aceitação das marcas próprias das grandes redes varejistas – elas, que são o principal canal de distribuição da Kraft Heinz.

Cada vez mais os “genéricos marcas próprias”, entendendo-se como o produto do nome do supermercado, faz sucesso entre os consumidores pela boa qualidade e preço mais barato. E isso envolve todas as demais empresas: você deixa de comprar o tradicional “Pão Pullman” para comprar o “Pão de Forma Carrefour”, de semelhante qualidade e preço mais baixo. Ou troca a Gelatina Royal (lembram do jingle: “Abra a Booooca, é Royal”?) pela Gelatina Taeq (do Pão de Açucar). Ou opta pelo creme de chocolate com avelãs da Casino (a dona do Extra) por ser parecido mas bem mais barato do que o consagrado Nutella.

Pela gama de produtos dessas marcas de supermercados que concorrem com os da Kraft Heinz, o “baque” sofrido passa a ser grande. Especialmente se levando em conta que quem os fabrica e comercializa são os mesmos que distribuem os da agora ameaçada gigante.

Sabe qual o tamanho desse impacto?

Na divulgação do último trimestre de 2018, um prejuízo de mais de US$ 12 bi, segundo Hugo Vidotto, na última edição da Revista Veja)!

Uau.

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– O novo Universo Marvel com a fusão da Disney e da FOX

Para quem gosta de filmes de heróis, deve estar estupefato com a Disney (que é dona da Marvel) adquirindo a FOX e se tornando proprietária de outros nomes importantes dos apaixonados nesse gênero de filme.

Abaixo, um guia bacana para se entender “qual estúdio é dono de quem”, seja de maneira exclusiva ou compartilhada

Muito bacana: 

– A empresa mais lucrativa do mundo!

Apple? Google? Quem seria a empresa que mais dá lucro no mundo?

Segundo a Bloomberg, pela 1a vez a empresa de petróleo nacional da Arábia Saudita (um país fechadíssimo, é sabido), chamada de Saudi Aramco, divulgou seu lucro: 33,8 bilhões de dólares no exercício do último semestre, após produzir por um bom período 1,6 bilhão de litros (ou 10,3 milhões de barris), tendo 260,8 bilhões de barris em reservas e, supostamente, valendo quase 3 trilhões de dólares (a Apple vale 875 bilhões no mercado).

Em bilhões de dólares, comparando o mesmo período fiscal, os lucros das gigantes foram:

Saudi Aramco: 33,8

Apple: 28,9

Microsoft: 13,8

Google: 11,7

Shell: 7,4

Facebook: 6,9

Volkswagen: 6,8

Amazon: 0,9

Deu para entende o motivo de existir tanto dinheiro nos países árabes? Lá sobra petróleo e jorram petrodólares por todos os lados…

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– “Como fazer negócios no Brasil” – uma Cartilha Norueguesa

Revista Veja, 12/04/2012 : dicas de executivos noruegueses para negociar no Brasil (como os noruegueses são pioneiros em exploração de petróleo do pré-sal, havia muitos profissionais chegando ao Brasil naquela época):

 “Os brasileiros se baseiam mais na confiança interpessoal do que nas instituições, têm grande apreço pela hierarquia e raramente fazem críticas diretas. Um ‘sim’ pode ser um não’.”

E aí? Concorda ou discorda dessa visão sobre nós, hoje, em 2019?

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– Brazil Conference: Tite deseja que os jogadores brasileiros não queiram jogar na Europa!

Em evento organizado por brasileiros que trabalham e estudam nas conceituadíssimas MIT e Harvard (BRAZIL CONFERENCE), o treinador da Seleção Brasileira Tite, defendeu que os jogadores de talento permaneçam no Brasil para recuperar a grandeza do futebol no país. Disse que se os atletas abdicarem de jogar na Europa, voltaremos a ter prestígio.

A única coisa que o treinador não falou é: COMO SEGURAR O ATLETA AQUI, mediante os valores pagos lá fora, a grandeza dos torneios, além da qualidade de vida e experiência cultural possibilitadas?

Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/em-harvard-tite-pede-que-talentos-do-futebol-brasileiro-voltem-a-jogar-no-pais/

EM HARVARD, TITE PEDE QUE TALENTOS DO FUTEBOL BRASILEIRO VOLTEM A JOGAR NO PAÍS

O técnico da seleção brasileira, Tite, defendeu neste domingo que os talentos do futebol nacional voltem a jogar no País – e não em times estrangeiros, a maioria da Europa – como uma das medidas que fará com que a modalidade recupere seu prestígio e volte a ser grande.

“Economicamente (é preciso) manter nossos principais atletas no Brasil. Desde 1990 ou 1994, 80% ou mais estão todos atuando na Europa. O nosso campeonato fica restrito”, comentou Tite, ao ser questionado em Harvard sobre o que fazer para que o futebol brasileiro “volte a ser tão grande quanto a sua história” – é o único pentacampeão do mundo, mas não ganha uma Copa desde a conquista de 2002.

Tite participou da Brazil Conference, evento organizado pelos alunos brasileiros das universidades de Harvard e do MIT, nos Estados Unidos. A resposta para a melhora no futebol do País demanda um conjunto de fatores. Além da questão dos jogadores, Tite defendeu também que os técnicos brasileiros evoluam “cada vez mais” e busquem “informações que gerem conhecimento e melhora”.

O técnico da seleção afirmou que a base do futebol precisa melhorar. Disse ainda que estão surgindo no Brasil mais treinadores estudiosos associados à figura do ex-atleta. Sem se aprofundar, Tite também afirmou que questões envolvendo o calendário brasileiro e da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) poderiam ser mais discutidas – há um trabalho entre CBF e Conmebol nesse sentido para melhorar os calendários das competições no Brasil e na América do Sul.

Ao abordar temas relacionados à Copa do Mundo de 2018, disputada na Rússia, Tite afirmou que a seleção fica “pressionada” com a alta expectativa em torno dela. “A gente carrega toda a história de Pelé, de Zagallo…”, comentou. Ele ressaltou que a jogada envolvendo o volante Fernandinho, na derrota para a Bélgica por 2 a 1 e que tirou o Brasil da competição prematuramente, foi um “acaso”.

“O jogo de desempenho e o jogo de resultado às vezes comungam e às vezes não comungam”, disse Tite, ao afirmar que já teve grande satisfação em trabalhos que não renderam títulos. O treinador sabe que estará pressionado daqui a dois meses, quando o País receberá a Copa América. A seleção fará duas partidas em São Paulo na fase de classificação, no Morumbi e no estádio do Corinthians.

O evento em Harvard era para ter também a participação de Pelé, que seria homenageado. Mas o Rei do Futebol permanece internado em Paris em tratamento de infecção urinária.

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– A lista da France Football dos melhores treinadores de futebol da história

Se já é difícil fazer uma lista de jogadores de futebol, imagine com os melhores treinadores de todos os tempos?

A revista France Football fez, sendo que dos 50 maiores de todos os tempos, temos apenas 1 brasileiro: Telê Santana, atrás de Van Gaal, Diego Simeone, Trapattoni, entre tantos.

Curiosidade: o revolucionário holandês Rinus Michels é o 1o, Alex Ferguson o 2o e Arrigo Sacchi o 3o. Guardiola é o 5o.

Um detalhe: o húngaro Béla Guttmann, que trabalhou no Brasil (foi o treinador que trouxe Zizinho ao São Paulo FC) e influenciou Vicente Feola, o primeiro treinador Campeão Mundial na Copa de 1958, é o 20o.

Na figura da France Football, abaixo, a relação:

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– Armar ou desarmar?

Difícil entender ou ser simplório na resposta:

  • Na Nova Zelândia, após o atirador fazer 49 mortos e muitos feriados num covarde atentado em duas mesquitas, o Governo fala em desarmamento da população e dificuldade no acesso ao porte de armas.
  • No Brasil, após o também covarde crime dos jovens de Suzano, vitimando 10 pessoas, o Governo fala em armar a população para se defender e mira facilitar o acesso ao porte de armas.

São países com características culturais bem diferentes e que vivem realidades distintas. Mas frente ao mesmo problema – a violência cometida por pessoas alucinadas quem está com a razão?

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– O grupo de países MINT sobrepujará o BRICS?

Jim O’Neil, economista-mor do Goldman Sachs, foi quem cunhou o termo BRICS em um importante relatório para a agência Bloomberg, em 2001. Ele se referia a Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul como motores da economia mundial para aquela década que se iniciava. Por razões óbvias: esses países estavam em ótimo momento nas suas finanças e com bom panorama para empresas se instalarem!

Há pouco tempo, ele chamou a atenção de um novo grupo de países muito mais interessante para investimentos e cujo PIB cresce a passos largos, sendo ele o novo eldorado de recursos e negócios: o MINT – México, Indonésia, Nigéria e Turquia, com cenário favorável para os próximos 20 anos, em contraponto ao BRICS, que desacelera por questões político-econômicas.

Será que Jim acertará? Aguardemos os próximos anos. Aparentemente, está com a razão!

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– As marcas mais valiosas do mundo em 2018

Circula pela Web um vídeo animado muito bacana sobre a evolução das marcas mais valiosas do mundo nos últimos anos.

Mas para quem quiser resumidamente, eis aqui as atuais 10 mais poderosas do planeta e o seu crescimento comparativo ao ano anterior, segundo a consultoria Interbrand:

Apple: US$ 214,5 bilhões (+16%)
Google: US$ 155,5 bilhões (+10%)
Amazon: US$ 100,8 bilhões (+56%)
Microsoft: US$ 92,7 bilhões (+16%)
Coca-Cola: US$ 66,3 bilhões (-5%)
Samsung: US$ 59,9 bilhões (+6%)
Toyota: US$ 53,4 bilhões (+6%)
Mercedes-Benz: US$ 48,6 bilhões (+2%)
Facebook: US$ 45,2 bilhões (-6%)
McDonald’s: US$ 43,4 bilhões (+5%)

São, sem dúvida, empresas globais de valor reconhecidamente respeitoso!

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– Ludogorets: o time búlgaro-brazuca!

Não se assuste com esses dados: O Ludogorets, que atualmente é o time mais expressivo da Bulgária (e que até Outubro de 2018 foi treinado por Paulo Autuori, que saiu por conta da mudança de diretores do clube), possui 10 brasileiros na equipe.

São eles:

Renan, (ex-goleiro do Avaí), Natanael (ex-Atlético-PR), Cicinho, (ex-Santos), Lucas Sasha (ex-Corinthians), Marcelinho (ex-Bragantino), Gustavo Campanharo (ex-Juventude e Bragantino), Wanderson (ex-Portuguesa), João Paulo (ex-ABC), Juninho Quixadá (ex-Bragantino) e Jonathan Cafu (ex-São Paulo).

Se não bastassem todos eles, o Ludo contratou seu 11o atleta brasileiro: David Ribeiro (ex-Santo André).

Pé-de-obra barato e que parece ter caído no gosto dos búlgaros, não? Já dá para entrar com um time completo de jogadores brasileiros na próxima partida!

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– Mourinho, jovens atletas e Neymar na lista dos “pós-Pelé”.

O treinador consagrado José Mourinho, durante sua participação como comentarista de Corinthians 1×1 Racing pela DAZN / RedeTV,  disse que quando jovem ele via atletas como Mozer, por exemplo, chegando prontos para jogarem na Europa. Disse ainda que hoje, qualquer time vai direto às fontes dos torneios sul-americanos de jovens. Revelou que todo time europeu tem em sua base de dados o conhecimento TOTAL de quem são os jogadores de 15 ou 16 anos de destaque do futebol da América do Sul.

Também questionado sobre Neymar ser o melhor jogador de futebol brasileiro pós-Pelé (após polêmica publicação da Placar), pensou um pouco e… citou Ronaldo e Rivaldo. Falou sobre Neymar “ser espetacular”, mas chamou a atenção de que não poderíamos esquecer dos campeões mundiais do período mais recente. 

Duas opiniões e uma observação:

1- Mourinho, que habita o mundo desenvolvido e financeiramente poderoso do futebol, sabe como funciona perfeitamente a captação de bons atletas e jovens promissores. Parece que os clubes brasileiros, que têm seus atletas cooptados, é que não reconhecem o talento de seus jogadores e/ou não valorizam como deveriam. 

2- Se no pós-Pelé, respondendo meio que “com pouco tempo para pensar”, Mourinho citou Ronaldo e Rivaldo, gostaria eu de revelar minha lista e pela ordem citar “meia dúzia” de nomes: Ronaldo, Zico, Romário, Ronaldinho Gaúcho, Neymar e Rivaldo (pelo conjunto da obra, mesmo que alguns mais jovens não tenham simpatia por Rivaldo ou a viva lembrança do que ele fez no Palmeiras da década de 90 e depois da monstruosidade de seu futebol no Barcelona). O que fica muito difícil avaliar é: fora Pelé, quem foi o maior brasileiro de todos os tempos? Arthur Friedenreich, Didi, Nilton Santos, Garrincha ou Ronaldo? É complicadíssimo escolher um… aliás, falamos de gênios, e o fato de Neymar estar atrás dos nomes que citei não é demérito algum. A propósito, ao final da carreira dele, poderá sim ter atingido o título de “melhor da era pós-Pelé”; afinal, está em atividade. 

3 – A observação derradeira que quero fazer: como é bom sair do lugar comum e prestar atenção na visão de fora de pessoas qualificadas (me refiro a Mourinho comentando as coisas do nosso futebol, mas poderia ser Ancelloti, Guardiola, Klopp…)  Isso serve não só para o futebol, mas para a vida! Um olhar colaborativo e de intercâmbio sempre é ótimo. 

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– Brasil quebra recorde de exportação de jogadores de futebol e de receita.

Amir Somoggi, da Sports Value e um dos maiores especialistas em negócios no futebol, informou em sua página pessoal no LinkedIn sobre os incríveis números financeiros da movimentação do futebol brasileiro no ano passado.

Segundo ele,

“A FIFA publicou dados sobre transferências internacionais de jogadores de futebol em 2018: foi gerado um total de US$ 7 bilhões em receitas, um novo recorde.

O Brasil foi o primeiro em número de atletas vendidos para o Exterior: 1753 . A Argentina foi a segunda com 891 .

O mercado brasileiro em 2018 alcançou um novo recorde em transferências de receitas, cerca de US$ 383 milhões, ou R$ 1,4 bilhão. Nunca geramos tanto dinheiro.”

A pergunta inevitável é: com tanto “pé-de-obra” vendido, para onde está indo tanto dinheiro aos clubes brasileiros, que sempre se queixam da falta de recursos? Para pagar arbitragem, não tem dinheiro. Para melhorar a infraestrutura, esquece. Para, e para, e para…

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– E o Google Plus chega ao fim.

Estava muito na cara que o Google Plus não duraria muito, pois assim como o Google tem produtos e serviços de sucesso, tem também os que fracassam.

Depois do Orkut não ter dado certo (era uma rede social que conquistou apenas brasileiros e indianos), o Google o encerrou. Tentou criar, sem sucesso, o Google Wave e não deu certo. Por fim, investiu com muita força no Google Plus (G+) para rivalizar com o Facebook e foi um furo n’água.

Agora, a empresa global anuncia que não aceitará mais novos perfis a partir de fevereiro, retirando os conteúdos e perfis remanescentes em 02 de abril de 2019.

Eu usava o G+, mas depois do anúncio, já encerrei minha página lá. Pra quê investir nele se já esteja condenado oficialmente? Uma pena. Mas fica a questão: o Google desistiu de rivalizar com o Facebook numa rede social mundial, ou reinventará algo?

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– Um Cruzeiro para provar que a Terra não é redonda?

Há de tudo nesse mundo! Recentemente, contei aos amigos leitores que minha filha estava indignada ao ler que existem pessoas que ainda não acreditam que o Planeta Terra é redondo, ao ler uma matéria sobre os terraplanistas (que defende que o mundo é uma “pizza”; chata; plana).

A postagem está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2018/02/26/um-diretor-sensivel-e-humanista/

Pois bem: leio na Folha de São Paulo de hoje que esse pessoal incrédulo vai até o limite da Terra em um cruzeiro. Logicamente, não dirão que vai ser uma “volta ao mundo”…

Abaixo:

TERRAPLANISTAS PLANEJAM VIAGEM ATÉ A BORDA DA TERRA

Navegação nos oceanos depende de GPS, baseada em um mundo esférico

Terraplanistas de todo o globo (ou “disco”, segundo os próprios) terão a chance de embarcar num navio rumo ao que seria a borda da Terra. O cruzeiro deve acontecer em 2020 e será organizado pela Conferência Internacional da Terra Plana (FEIC, na sigla em inglês).

Mas ao menos um grande problema os aguarda: todos os sistemas de navegação de navios de cruzeiro se baseiam no fato de que a Terra é redonda. O GPS (global positioning system) só funciona por causa do formato aproximadamente esférico do nosso planeta.

O jornal The Guardian entrevistou um ex-capitão de navio de cruzeiros, Henk Keijer, que viajou por todo o globo por 23 anos.

Segundo ele, somente a existência do GPS seria prova suficiente de que a terra é redonda — 24 satélites que orbitam a Terra são usados para fornecer informações que permitem a navegação. No mínimo três são necessários para fornecer uma posição correta.

“Se a Terra fosse plana, um total de três satélites já seria suficiente para prover esse tipo de informação para todos. Mas não é, porque a Terra é redonda.”

Segundo uma das principais correntes do terraplanismo, a Terra seria um grande disco e a borda dele seria a Antártida.

Na verdade, essa representação tem origem na projeção azimutal partindo do polo norte —trata-se de uma entre tantas formas de representar a superfície do globo terrestre em uma folha de papel.

A Sociedade da Terra Plana afirma que as diversas agências espaciais do mundo estariam mentindo sobre o formato do planeta para falsificar as viagens espaciais.

“Isso provavelmente começou na corrida espacial durante a Guerra Fria, na qual a União Soviética e os EUA estavam obcecados em vencer o outro. Depois do fim da Guerra Fria, no entanto, a conspiração é provavelmente motivada mais pela ganância do que ganhos políticos, com uma parte do dinheiro sendo usada para viagens espaciais falsas e roubando um monte de dinheiro”, diz a Sociedade da Terra Plana (Flat Earth Society, no original).

Na verdade, sabe-se que a terra é redonda ao menos desde 250 a.C, quando Eratóstenes calculou o raio com a partir das informações como distância entre duas cidades e o ângulo em que o sol batia nelas em determinado instante. A medida foi bastante próxima da real —6.371 km em média (já que a Terra não é uma esfera perfeita).

Nesse sentido, seria até impróprio dizer que os terraplanistas têm um conceito medieval sobre o formato da Terra, já que naquela época as pessoas bem-informadas já não acreditavam em um mundo plano.

Quanto ao cruzeiro, caso a organização queira recrutar uma tripulação favorável aos pontos de vista terraplanísticos, pode ter algum trabalho. “Eu viajei 2 milhões de milhas e não encontrei nenhum capitão que acreditasse que a Terra é plana”, disse Keijer.

Cinco argumentos contra os ​terraplanistas

ECLIPSES DA LUA

O único jeito de explicar os eclipses lunares é o alinhamento entre Sol, Terra e Lua, de tal maneira que a sombra da Terra é projetada sobre o satélite natural. Essa sombra, veja você, é redonda —o que só é possível se a Terra for uma esfera, não uma tábua de frios

CIRCUNAVEGAÇÃO

Desde o começo do século 16 os navegadores —e, desde o século passado, os aviadores— sabem que dá para sair de um ponto do planeta e avançar em linha reta toda vida até retornar ao mesmo lugar de onde vieram. Isso só é possível num planeta redondo

FUSOS HORÁRIOS

O único jeito de explicar as diferenças de horário entre lugares distantes na Terra é por meio da rotação e do formato esférico do planeta. Se o Sol iluminasse alguns lugares primeiro e outros depois, feito um holofote, seria possível vê-lo num canto do céu mesmo à noite

OUTROS PLANETAS

Não é só foto da Nasa: desde o século 17 até a mais humilde luneta mostra que outros planetas e satélites costumam ser esféricos. Por que só a Terra seria a exceção?

ESTRELAS NO CÉU

Se estivéssemos todos em cima de um tampo de mesa de proporções planetárias, todos veríamos as mesmas constelações no céu. Como a Terra é um globo, quem mora em Nova York não consegue ver nosso Cruzeiro do Sul, enquanto os moradores de São Paulo não conseguem ver a estrela Polar, da constelação da Ursa Menor.

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– Jumentos e o Negócio da China!

Olha que notícia interessante: a China deseja comprar cerca de um milhão de jumentos do Nordeste Brasileiro para a indústria de cosméticos e comestíveis!

Sim, nossos animais se transformarão em matéria prima para produtos de beleza e servirão para a alimentação dos chineses!

Não é só os jogadores de futebol que estão indo desenfreadamente para Pequim…

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– Vem aí a CNN em Português!

Ôpa! Melhorando o título deste post: a notícia oficial (e boa para a geração de empregos qualificados) é que a CNN Brasil estará no ar até o meio do ano.

Trazendo todo o respeito da famosa rede de notícias americana, estão os empreendedores Rubens Menin (o dono da construtora MRV) e Douglas Tavolaro (Ex-Record)

Extraído de: https://www.bol.uol.com.br/entretenimento/2019/01/14/ex-chefao-do-jornalismo-da-record-douglas-tavolaro-comandara-cnn-no-brasil.htm

CNN BRASIL

A inesperada saída de Douglas Tavolaro do comando do jornalismo da Record tem um motivo: ele vai comandar o projeto do canal de notícias americano CNN no Brasil.

Ao lado do empresário Rubens Menin, Tavolaro divulgou nesta segunda-feira (14) o acordo de licenciamento com a CNN para lançar a CNN Brasil, um canal de notícias, que estará disponível para assinantes da TV paga como um canal 24 horas e também em plataformas digitais.

A CNN Brasil será programada e operada pelo grupo liderados por Menin e Tavolaro e terá acesso ao conteúdo internacional do canal. O jornalista será CEO da empreitada e o empresário Rubens Menin, presidente do conselho de administração. Segundo comunicado, a CNN Brasil “será lançada nacionalmente com agências de notícias em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Brasília e correspondentes no exterior. A CNN International e a CNN en Español continuarão disponíveis no país e não fazem parte do licenciamento da CNN Brasil”.

De início, a nova empresa de mídia promete contratar 400 jornalistas para a base em São Paulo e os dois escritórios: Rio e Brasília. Os contratados irão começar os treinamentos de imediato porque a empresa pretende começar as operações no início do segundo semestre.

No comunicado de lançamento da nova empreitada, há uma fala de Greg Beitchman, vice-presidente de Vendas de Conteúdo e Parcerias da CNNIC.

“Estamos muito satisfeitos em anunciar este acordo de licenciamento com nosso novo parceiro para lançar a CNN Brasil”, disse Beitchman. “O Brasil é um país empolgante para continuar a expansão da marca CNN. Este anúncio é parte de uma estratégia global para trabalhar com parceiros que pensam da mesma maneira e que enxergam uma clara oportunidade para produtos e serviços de notícias locais da marca CNN.”

Em outra fala do comunicado à imprensa, Menin afirma: “Nosso objetivo é contribuir com a democratização da informação no Brasil. Um país com uma sociedade livre e desenvolvida só é construído com uma imprensa plural. Já existem boas plataformas de notícias localmente, mas acreditamos que há espaço para uma nova opção. A chegada de uma grande marca fortalece e valoriza o jornalismo. Estamos felizes e motivados com esse acordo com a CNN”.

Mais tarde Douglas também enviou um comunicado sobre a sua saída da Record e confirmou a direção na CNN Brasil:

“Encerro hoje um ciclo de 17 anos no Grupo Record. Nessa fase, em sua maior parte como diretor nacional e vice-presidente de Jornalismo, ajudamos a construir o projeto de televisão que transformou a Record no segundo maior grupo de comunicação do Brasil.
Aos poucos, tijolo por tijolo, degrau por degrau, nosso Jornalismo cresceu e se consolidou como uma das referências no mercado brasileiro, com produtos consagrados pelo público, conquistando a liderança de audiência em vários horários, em diversas regiões do país, e a confiança das agências de publicidade e dos anunciantes.
Só tenho a agradecer aos meus colegas de redação e a RecordTV, que nos deu todas as oportunidades para que construíssemos essa importante história na televisão brasileira.
Agora sigo para um novo desafio: implantar a CNN Brasil, marca do maior canal de notícias do mundo. Serei sócio-fundador e CEO desse novo grupo de mídia brasileiro, que atuará na TV por assinatura e nas diversas plataformas digitais com a missão de ser uma opção de jornalismo forte e com credibilidade para o nosso país.”

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– A Mancada da Sinistra Brasiliana sobre Battisti

Os italianos devem estar felizes com a entrega do assassino de 4 inocentes, Cesare Battisti, que de maneira incompreensível estava sendo protegido por autoridades de Esquerda no Brasil. Battisti já era bandido antes mesmo dos crimes que cometeu, tendo sido condenado por terrorismo na Itália.

Equivocadamente, Juliano Medeiros, presidente do PSOL, escreveu no Twitter antes do também esquerdista Evo Moralles expulsar da Bolívia o foragido:

Conheci Cesare Battisti e li muito sobre o processo que levou à sua condenação. Acredito que 99% das pessoas que o atacam o fazem porque desconhecem os detalhes do processo ou porque odeiam ativistas de esquerda. Creio na inocência de Cesare. Espero que a Bolívia não o extradite”.

Será que o político falou em nome do partido ou foi uma opinião pessoal? Respeitosamente, total falta de sensibilidade defender o indefensável! E aqui não devem entrar questões políticas, mas humanitárias. Vai explicar para as vítimas do carcamano que ele era um “perseguido e incompreendido”...

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– Globalização e Globalismo no Futebol: o que aconteceu com os times brasileiros?

Tendo assistido a Flórida Cup (que é um torneio para treinar), impossível não discutir dois fenômenos que explicam o que acontece no futebol da atualidade: a expansão dos clubes europeus com o marketing e a tecnologia, bem usados em tempos de Globalização, além da força econômica imposta pelo Globalismo Econômico aos menos fortes.

Voltemos à terra da Disney: onde estão Manchester City, Juventus, Real Madrid (os “grandões”de verdade)? Em Orlando, certamente não, por falta de sparring.

Dando uma “zapeada” nos jogos do Flamengo e do São Paulo, chega-se à fácil conclusão de que os grandes times do Brasil seriam times médios se inseridos numa Premier League, ficando no meio da tabela (igualmente o atual campeão brasileiro Palmeiras, como bem disse Kaká à Folha de São Paulo dias atrás). Na Espanha e na Itália não seriam campeões. Na França, seriam vice-campeões (logicamente o PSG levaria o título).

A verdade é que nos anos 60, Benfica, Milan e Real Madrid eram os gigantes que protagonizavam na Europa. Nos anos 70, destaque para os holandeses e ingleses. Nos anos 80, o cálcio foi a grande Meca do futebol. Nos anos 90, enfim, a Espanha e a Inglaterra voltaram ao protagonismo com seus times de ponta, dividindo a hegemonia com os italianos e o alemão Bayern.

ATÉ O PARÁGRAFO ACIMA, podemos dizer tranquilamente que os grandes clubes brasileiros e argentinos (esqueça os saudosos esquadrões uruguaios de Peñarol e Nacional) encaravam frente a frente os grandes europeus. A partir do século XXI, não mais (com raras exceções: o São Paulo x Liverpool de impecável atuação do Rogério Ceni, o Internacional x Barcelona com o menosprezo dos catalães e o Corinthians x Chelsea do perfeito Tite).

Mas por quê mudou tanto?

O que fez os clubes sul-americanos se estagnarem foram: a pasmaceira da Conmebol somada com a corrupção latente dos seus filiados, o abrupto crescimento da Premier League, o sucesso da dupla Barça / Real e o gigantismo dos investimentos euro-asiáticos (muitos sob o comando de magnatas tailandeses, novos ricos chineses e príncipes árabes – além de mafiosos da própria Europa). Claro, há os legítimos grupos empresariais puros, como a Fiat com a Juventus.

Isso tudo tem dois nomes: Globalização e Globalismo.

  1. A Globalização que fez os times da Inglaterra serem os mais amados na China, Singapura, Coreia e até no Vietnã (os jogos sabiamente eram distribuídos sem custos para conquistar novos consumidores de futebol)! Fez também Real Madrid e Barcelona terem suas partidas transmitidas mundialmente a cada final de semana (mesmo contra Getafes e Ossassuñas da vida). Permitiu que se assista um jogo de qualidade melhor em qualquer parte do planeta. É isso não é ruim!
  2. O Globalismo (a força colonialista de um polo de importância global) que levou a mão de obra barata da África e da América do Sul para a Europa, valorizando seus campeonatos com craques em formação (a custo baixo), preparando-os nas equipes B até estarem prontos para o estrelato, e que, pela força dos euros, impedem a manutenção dos jovens nos campeonatos locais de onde são oriundos, pois o time do atleta não consegue competir financeiramente. Dessa forma, surgem equipes multirraciais, multicontinentais e multiculturais, conquistando público e admiradores, faturando muito dinheiro e consequente impedindo a estabilidade dos plantéis dos países mais pobres. E isso é ruim!

Os grandes sul-americanos, sem dúvida, seriam médios na Europa, em se falando de “resultados dentro de campo, afinal, não conseguem formar e ficar com os craques, mudam radicalmente de elenco a cada temporada e vendem “de qualquer jeito” para pagarem as dívidas que fizeram e não pagaram (além do dinheiro que some pela desonestidade dos cartolas).

Viramos colônia novamente, não há como discutir! E isso se torna uma bola de neve: mais exportação, menos pé-de-obra qualificado e clubes mais fracos (a Seleção Brasileira, em tese, não deveria sofrer com isso, pois os atletas estão em clubes de alto nível).

Casemiro, Felipe Anderson ou Militão, jogadores jovens e que valem ouro, saíram criticados do Brasil quando foram contratados por estrangeiros. Ora, eram garotos em formação técnica, tática e social! Não poderiam ser as soluções de seus times quando os jogadores mais velhos saem e eles precisam suprir a carência da posição. Eles terminam a formação na Europa, moldando-se aos altos padrões de exigência desejados por lá, e aí engrandecem ainda mais os estrangeiros. Claro, ocorre porque os dirigentes brasileiros querem imediatismo dos meninos que cada vez mais cedo devem estar maduros (e não conseguem); ocorrendo, consequentemente, a impaciência da torcida que desestabiliza o jovem.

A preocupação é: a globalização, boa e necessária, trouxe a força do globalismo (ruim para quem não tem poderio financeiro). Assim, falando-se em clubes (não em Seleções), quem está fora do grande eixo econômico da elite da UEFA, tende a se nivelar por baixo.

Tá explicado porque o Mazembe ganhou do Inter, o Raja do Atlético Mineiro e outros exemplos mais recentes?

Fora da Europa, estamos virando todos “japoneses” (uma expressão antiga usada para dizer quem era ruim de bola, e que não deveria ser mais usada, pois até os clubes japoneses estão mais próximos de nós).

Ajax, Corinthians, Porto, River Plate, Roma, Everton, Boca Junior, Sevilla… todos estão a um nível mais abaixo do que os “bambambãs do futebol” (que logicamente não precisam ser citados).

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– O que fazer com o Battisti?

Prenderam Cesare Battisti na Bolívia, onde se escondia após a sinalização de que enfim seria extraditado para a Itália.

Compartilho uma reflexão que publiquei aqui no blog em 31 de dezembro de 2010 e que mantém-se bem atual! Abaixo:

E AS VÍTIMAS DE BATTISTI?

Há muita contradição no caso envolvendo o terrorista italiano Cesare Battisti, que está preso na PF.

A Itália pede a extradição do criminoso, condenado à prisão perpétua na Itália. O Brasil o mantém como “refugiado político”, pois, apesar do Judiciário recomendar a decisão de extraditá-lo, considerando-o terrorista e não vítima de perseguição, é o presidente Lula quem deve dar a palavra final. Hoje é dia 31 e a vontade dele é de não extraditá-lo.

Incoerente. Se o italiano é perseguido, como a Advocacia Geral da União (AGU) entende, por que ele está preso?

Alguém que faz parte de um grupo terrorista, mata friamente 4 inocentes, deve viver livremente no Brasil? Ele nem brasileiro é e estamos cuidando dele.

Pergunte aos familiares de Antonio Santoro, Pierluigi Torregiani, Lino Sabbadin e Andrea Campagna o que pensam sobre o assunto. Estes são os nomes das vítimas do assassino.

Aliás, cabe a pergunta: Lula teve tanto tempo para decidir, e deixa a decsião para o último dia do mandato?

Uma grande incógnita: nosso presidente, por vaidade, seria contra a lógica e manteria o italiano aqui, causando um incidente diplomático? Ou deixará a decisão para Dilma Rousseff?

Tenho curiosidade de saber a posição do embaixador da Itália, que foi convidado para a festa da transição Lula-Dilma. O que ele fará?

E você, o que acha da não-extradição? Deixe seu comentário:

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– O Champanhe Rosado: a nova droga que está destruindo a vida dos jovens?

Da Euforia ao Esgotamento em pouco tempo: uma droga em cristais que está se popularizando na Europa e chega ao Brasil para tristeza da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://bbc.in/2tPIWDv

O QUE É A DROGA ‘CHAMPANHE ROSADO’ QUE CAUSA ALARME NO REINO UNIDO

O “champanhe rosado” causou a morte de uma pessoa e deixou outras dez no hospital, quatro delas em estado grave, na cidade inglesa de Manchester.

Este é o nome de um novo tipo de ecstasy que tem se popularizado em festas britânicas e preocupa as autoridades.

A Polícia de Manchester afirmou que a nova versão da anfetamina é “particularmente forte”.

O ecstasy é um tipo de anfetamina modificada, também conhecido como MDMA (metilenodioximetanfetamina), que se popularizou nos anos 1970. A posse da droga, no entanto, é proibida na maioria dos países do mundo.

Enquanto o ecstasy, que se popularizou nos anos 1990, é vendido na forma de comprimidos coloridos, o “champanhe rosado” (ou pink champagne em inglês) vem na forma de cristais, o que torna mais difícil para o usuário medir a dose que está consumindo.

O último relatório do Escritório da ONU contra as Drogas e o Crime afirma que, em 2016, pelo menos 20 milhões de pessoas consumiram alguma variedade de MDMA.

Junto com a República Tcheca, o Reino Unido é um dos países com a maior taxa de consumo de ecstasy na Europa.

POPULARIDADE

Após o incidente em Manchester, as autoridades britânicas abriram uma investigação sobre a droga, mas elas acreditam que sua popularidade repentina está relacionada com os efeitos potentes.

O “champanhe rosado” é um poderoso desinibidor que proporciona aos usuários horas de euforia, sensação de felicidade e extroversão.

No entanto, a “ressaca” destas horas costuma se manifestar com esgotamento físico e mental extremo, sensação de fazio e lentidão de raciocínio.

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– Klopp e Guardiola: gênios!

No meu ranking “particular”, Pep Guardiola é o melhor treinador do mundo em atividade (pelos títulos e feitos acumulados). Mas neste momento, Jurgen Klopp está se saindo melhor do que ele. Não que Guardiola tenha perdido a mão, pois são dois Titãs em campo. Mas o que está jogando bola o Liverpool… o próprio Pep disse que o adversário é o melhor time do mundo na atualidade”.

Então ficamos assim: Guardiola é melhor do que Klopp no todo da história; Klopp está melhor do que Guardiola no atual estágio. O alemão terá superado o catalão quando ambos tiverem encerrado a carreira e fazerem um balanço de ambos?

Outra coisa: qual o segredo para o Roberto Firmino jogar tanta bola na Inglaterra e talvez não aparecer no mesmo ritmo na Seleção Brasileira?

Obs: Enquanto isso, Mourinho fica assistindo os dois treinadores vencerem enquanto está desempregado. O que aconteceu com o também genial (mas polêmico) Special One? Mas lembremo-nos: ele assiste os adversários sentado nos seus sacos de euros e dólares…

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– O mítico Santiago Bernabeu suplanta Wembley com a final da Libertadores!

Vamos aos elogios e as críticas quanto ao desfecho da novela “Onde será a final da Libertadores da América 2018”:

PONTOS PARA ELOGIAR:

  • River X Boca é a maior rivalidade da América do Sul. E com um detalhe: qual outra cidade do planeta tem uma competitividade de equipes como essa, a não ser Buenos Aires (Real x Barça são equipes de cidades diferentes, por exemplo)? A Europa terá o privilégio de acompanhar esse jogo in loco.
  • A partida será no horário nobre do futebol mundial (16h do horário local).
  • Estrutura não faltará, pois o Estádio Santiago Bernabeu está acostumado a grandes eventos.

PONTOS PARA CRITICAR:

  • A Conmebol, logicamente, levou uma “bolada de dinheiro” para aceitar tirar o jogo do continente. Nenhuma cidade da América do Sul poderia receber essa partida? Se a desculpa foi “o número de torcedores argentinos por ser país vizinho”, piorou, pois a Espanha é o destino europeu número 1 dos hermanos!
  • Não é ironia ver a decisão que remete um torneio que homenageia os mártires e heróis que libertaram nosso continente do domínio dos colonizadores ibéricos, ser realizada na casa deles? Ou seja: a Libertadores da América será jogada em Madrid, berço de quem escravizava esses lutadores.
  • Por fim: a multa imposta ao River Plate, mostrando que ficou barato punir com dois jogos sendo jogados sem torcida e uma multa não muito salgada para os padrões desses times grandes. Prevaleceu a impunidade.

A GRANDE CONSTATAÇÃO: 

  • Para mim, Wembley, berço do futebol, era o “estádio-símbolo” do esporte; aí veio o Maracanã com toda a sua representatividade na metade do século XX em diante e o destronou. Mas o que dizer do Santiago Bernabeu, que está na Europa e já sediou finais de Eurocopa, Copa do Mundo, Copa dos Campeões da Europa e, agora, Libertadores da América? Nenhum outro no planeta recebeu tantos jogos importantes. Aliás, o Real Madrid, provavelmente, enfrentará o time que vencer esse jogo em seu estádio lá no Mundial de Clubes da FIFA, na Ásia.

Que tudo ocorra bem nessa final.

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– A lei que permite um maior número de atletas estrangeiros está prejudicando o futebol brasileiro?

Toda troca de conhecimento / experiência / intercâmbio sempre é muito válida, em qualquer área que seja. No futebol, isso não deve ser diferente: diretores de clubes europeus, treinadores de fora, gestores com outra mentalidade do que a nossa, são sempre peças fundamentais.

E se os estrangeiros forem os jogadores?

Nada contra! Tivemos Dario Pereira, “Dom” Elias Figueroa, Ramoz Delgado, Pedro Rocha… grandes craques que fizeram a diferença por aqui dentro dos gramados. Fora deles, não se pode deixar de mencionar Béla Guttmann, o treinador húngaro que revolucionou o futebol brasileiro, trazendo Zizinho para o SPFC alegando que ele “representava o futebol-arte” (talvez a primeira vez que esse termo foi usado em nosso país). Dizem que Vicente Feola (que foi do próprio São Paulo), inspirou-se demais nos ensinamentos dele na montagem da Seleção Brasileira de 1958, quando ganhamos a primeira Copa do Mundo.

Mas e hoje?

Se tivermos Messi, Xavi, Ibraimovich e outros jogando pelos clubes daqui, tudo bem. Idem a José Mourinho, Guardiola, Pocchetinno e outros tantos treinadores estudiosos que fazem bem à Ciência do Futebol (parece um “pecado” falar em Estudo no Futebol, onde automaticamente o termo “estudioso” passa a ser pejorativo por aqui).

O problema é que passamos a contratar jogadores de fora como mão de obra barata – não como acréscimo à condição técnica, mas como uma ação econômica necessária para se diminuir os custos.

Entendo o problema econômico e financeiro que toda a América do Sul passa. Mas veja: antes, permitíamos 2 atletas de outros países em nossas equipes. Aí a CBF criou uma lei que liberou 5 estrangeiros por time no Brasil dentro de campo. Mas será que isso está trazendo resultados indesejados? Apesar de permitir redução na folha de pagamento de muitos clubes, pense: quantos jovens nacionais perderam espaço?

O próprio São Paulo FC gasta milhões com o Centro de Formação de Cotia, mas tem em seu elenco Rojas, Trellez, Arboleda… (lembram-se de Piris, Isasi, Buffarini, Jonathan Gomez, Rondón, Wilder Guisao…?). O Flamengo dizia que “craque se faz em casa”, mas contratar Uribe, Cuéllar, Berrio, Marlos Moreno e Trauco, não inibe o surgimento de talentos? Diga-se o mesmo do Fluminense com seus equatorianos e o celeiro de jovens em Xerém.

Em 2018, vimos uma Seleção Italiana ausente do Mundial e repleta de jogadores da Atalanta, Sampdória, Gênova… Na Inglaterra, que só ganhou uma Copa do Mundo quando a sediou, temos equipes inteiras jogando com atletas não ingleses! Aliás, isso aconteceu com o Arsenal pela primeira vez em 2011, com 14 nacionalidades diferentes em seu elenco (aqui: https://professorrafaelporcari.com/2011/11/26/globalizacao-do-futebol-arsenal-joga-com-atletas-de-14-paises-diferentes/)

Será que um dos problemas da renovação da Seleção Brasileira e dos clubes nacionais não seria o excesso de estrangeiros com qualidade duvidosa nas equipes, em prejuízo às bases (que em muitos casos acabam sendo entregues aos empresários)?

É para se pensar… quando o gringo é diferenciado, se dá o nome de “Professor Pardal” para treinador ou “em fim de carreira” para jogador que vem pra cá. Mas quando é medíocre, os cartolas taxam-o de “desconhecido pela mídia” ou de “promessa”. Foi assim com Matias Defederico, (o “novo Messi” que está na Índia atualmente) Matosas, Patito Fernandes, Acosta, Tobio… ou até mesmo Kazim!

O que você pensa sobre isso?

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