– Roberto Carlos no… Anzhi Makhachkala?

 

O lateral esquerdo pentacampeão Roberto Carlos, após os últimos episódios de tumulto no Corinthians, jogará no Anzhi Makhachkala. O clube é jovem, disputará seu primeiro ano no campeonato russo e foi comprado há pouco tempo por mais um desses novos-ricos da Rússia (mais um milionário que se aproveitou da privatização de empresas soviéticas…).

Uma das queixas de Roberto Carlos era a violência social sofrida aqui. Mas o seu novo time se situa no Daguestão, uma província separatista da Rússia, formada por radicais islâmicos e marcada por atos de terroristas. Na última semana, um carro bomba explodiu numa praça central da capital, matando 3 pessoas e ferindo outras tantas. Lá, rebeldes da Chechênia costumam se esconder!

Será que essa violência é menor do que a encontrada aqui? Será que foi úncia e exclusivamente um certeiro contrato irrecusável? 

Craques como Roberto Carlos não precisam se esconder nesse canto do mundo. Já fez um belo pé-de-meia para garantir sua estabilidade financeira. Não é o melhor local para envelhecer com dignidade e tranqüilidade. A não ser, claro, que esteja mal finaceiramente e precise desse clube.

Boa sorte a ele!

Olha só que loucura é o Daguestão, onde Roberto Carlos jogará (extraído de: http://focosdetensoesinternacionais.blogspot.com/2008/09/foco-15-as-questes-russas-do-cucaso.html ):

A maior república do Cáucaso russo, de maioria muçulmana, foi cenário, a partir de 1999, de incursões de rebeldes chechenos que causaram centenas de mortos.
Milicianos muçulmanos lutam pela autonomia desta pequena república do Cáucaso. Esses levantes colocam em xeque a capacidade da Rússia, tanto do ponto de vista político, como do ponto de vista militar, de resolver os seus próprios assuntos internos. A repressão do exército russo é intensa.

O segundo conflito bélico russo-checheno, em outubro de 1999, começou depois da incursão no Daguestão de um grupo de combatentes chechenos liderado pelo chefe de guerra Shamil Basayev. Moscou respondeu então com uma vasta ofensiva militar.

Os atentados contra os representantes das autoridades, principalmente policiais, continuam sendo freqüentes nesta região.

Maior república do Cáucaso russo, onde convivem mais de 30 etnias, cada uma com língua própria. Distante, atrasada e de maioria muçulmana, foi alvo de incursões de rebeldes chechenos a partir de 1999, com centenas de mortos. O segundo conflito bélico entre Rússia e Chechênia, em 1999, teve início com a incursão de um grupo de chechenos no Daguestão. Os atentados contra autoridades, especialmente policiais, são freqüentes na região.

NOTÍCIAS SOBRE O TEMA
Operação no Daguestão termina com cinco guerrilheiros e um civil
Cinco guerrilheiros e um morador de Khasaviurt morreram hoje durante uma operação especial nesta cidade, informaram as forças de segurança da república russa do Daguestão, que faz fronteira com a Chechênia. Agentes do Ministério do Interior e o Serviço Federal de Segurança isolaram uma casa na qual estava um grupo de guerrilheiros. “Três guerrilheiros morreram ao tentarem passagem através de um cordão” policial, afirmou um porta-voz citado pela agência oficial russa “RIA Novosti”. Outros dois, que continuavam na casa, foram mortos posteriormente. Segundo o Ministério do Interior do Daguestão, vários cúmplices dos guerrilheiros tentaram atacar as forças de segurança para desviarem a atenção da região na qual estava sendo realizada a operação especial. “Acionaram alguns explosivos de fabricação caseira perto do carro da Polícia, mas ninguém saiu ferido”, declarou o porta-voz. Durante a operação especial, morreu um morador da cidade que estava no local do tiroteio, enquanto dois policiais e outros moradores ficaram feridos. Uma das sete repúblicas russas no Cáucaso Norte, se transformou em palco de freqüentes ataques contra policiais e militares que as autoridades atribuem a extremistas islâmicos que apóiam a guerrilha da vizinha Chechênia e as máfias locais.

– Egito exporta Autopeças ao Brasil! É mole?

 

O que se pode falar da nossa política tributária?

 

Leio que o Egito exporta autopeças ao Brasil, pois, apesar do custo da mão de obra, distância e outras nuances, é mais barato do que fabricá-las aqui!

 

Dá para acreditar? Eles derrubam o Mubarak lá, e nós não conseguimos derrubar os nossos impostos…

– Mubarak Conseguiu o Improvável!

 

Quase 90% dos egípcios são muçulmanos sunitas, e o restante são cristãos coptas (esses, concentrados em Alexandria).

 

O ditador do Egito, presidente Mubarak, conseguiu algo difícil de se ver: ao desligar a Internet do país, provou que o absolutismo que impõe é maléfico à sociedade e uniu manifestantes de diversas características, inclusive os próprios muçulmanos com os cristãos.

 

Vi, na TV, uma imagem interessante. Uma faixa com seguidores das duas crenças segurando cada ponta com os dizeres: “Mubarak, obrigado por nos unir. Agora vá embora.

 

Claro que a união foi por motivo indesejado do ditador, mas a inteligente ironia foi perfeita.

– Kia e Hyundai vencem em 2010!

 

Kia e Hyundai fazem parte de um só conglomerado sulcoreano. Entretanto, aqui elas brigam ferozmente. Mas o que surpreende é que, acima da expectativa da matriz, ambas cresceram mais do que previsto elevando o conceito de suas marcas e ganhando boa fatia de mercado. As 2 empresas foram as primeiras em crescimento no mercado automobilístico no ano passado. Abaixo:

 

OS COREANOS VENCERAM EM 2010

 

Por Marianna Aragão, Rev Isto É Dinheiro, Ed 23/10/2010, pg 65-68

 

Inimigas ferrenhas aqui e lá fora, Hyundai e Kia foram as montadoras que mais cresceram no Brasil no ano — difícil vai ser repetir o feito daqui para a frente!

 

Em uma das incontáveis cenas recentes de humor da novela Passione, exibida atualmente pela Rede Globo, a socialite emergente Clô, personagem interpretada pela atriz Irene Ravache, dá pulos de alegria ao receber de presente do marido um carro zero-quilômetro. Desde sua estreia na TV, em outubro, o novo automóvel de Clô — um Cerato, sedã médio da coreana Kia Motors, cuja nova versão foi recém-lançada no Brasil — já apareceu mais seis vezes na trama. Outros 26 carros da marca estão estacionados no pátio da emissora, prontos para as cada vez mais recorrentes ações de merchandising.

Poucos meses antes, durante a Copa do Mundo de futebol realizada na África do Sul, a também coreana Hyundai, que pertence ao mesmo conglomerado da Kia na Coreia do Sul (aqui as duas atuam de forma independente), autorizou pela primeira vez em sua história uma adaptação local de sua campanha mundial — o “tchá tchá” do comercial original, que significa gol, foi substituído no Brasil por palavras de encorajamento à seleção verde-amarela. Iniciativas como essas — apoiadas num orçamento em publicidade que deve chegar à casa do bilhão de reais em 2010 — deixam claro o grau de agressividade a que chegaram as duas montadoras coreanas no Brasil.

Hyundai e Kia vão encerrar 2010 entre as montadoras que mais cresceram no país. No caso da Hyundai, o aumento nas vendas entre janeiro e novembro foi de 54%, puxadas em grande parte pelo desempenho do hatch i30, hoje seu modelo mais vendido. O crescimento foi suficiente para colocá-la à frente da japonesa Toyota e no sétimo lugar do ranking de montadoras. A Kia, por sua vez, avançou 134%, atingindo 1,6% de participação de mercado. Para efeito de comparação: o setor como um todo cresceu 10% em 2010, uma expansão invejável quando comparada aos resultados dos mercados desenvolvidos. “Precisávamos fazer barulho para mostrar a nova cara da marca aos brasileiros”, diz José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors no país. “Não somos mais a montadora que produzia a van Besta. Temos carros de qualidade para competir de igual para igual no mercado.”

A arrancada das duas montadoras ocorre num momento particularmente atípico do mercado brasileiro. A despeito do bom momento que vive o setor, que deve encerrar o ano com um recorde de 3,5 milhões de unidades vendidas, marcas como Toyota, Honda, Renault, Peugeot, Citroën e Nissan fizeram poucos lançamentos no período (a Honda, por exemplo, nem sequer reestilizou as versões já existentes). Ao todo, apenas oito veículos novos dessas montadoras chegaram às concessionárias. Enquanto isso, as coreanas aceleraram a introdução de novos modelos no Brasil.

A Kia apresentou seis carros novos no país, entre modelos compactos e sedãs médios — outros três estão previstos para o primeiro semestre de 2011. Além disso, abriu 27 revendas, elevando o total de lojas para 144 (outras 23 já estão acertadas para os próximos meses). A Hyundai, por sua vez, lançou três carros, deu início à produção da SUV Tucson no Brasil em abril e já anunciou a construção de uma nova fábrica em Piracicaba, no interior de São Paulo, que fará carros populares a partir de 2012 — um indicativo de que a empresa passará a contar com peças de reposição nacionais, até então uma vantagem de seus concorrentes. “Kia e Hyundai continuam se alfinetando no Brasil, mas aparentemente perceberam que, mais importante do que isso, é brigar para vender carros”, diz Stephan Keese, diretor da consultoria Roland Berger e especializado no mercado automotivo.

 

Agressividade

 

De todas as montadoras — sejam elas coreanas ou não —, nenhuma foi tão aguerrida em sua estratégia comercial quanto a Kia. Entre os meses de agosto e novembro, a empresa reduziu de 3 000 a 5 000 reais os preços de três de seus maiores sucessos de mercado: o sedã Cerato, o hatch Picanto e o utilitário Soul. Ao mesmo tempo, passou a vender as versões 2011 de seus carros pelo preço de tabela de 2010. Apesar do óbvio sacrifício das margens de lucro, a Kia dobrou o ritmo mensal de vendas nesse período, em comparação ao desempenho nos meses anteriores à promoção. (A Kia nega que esteja reduzindo sua rentabilidade.) “Com quase 40 marcas presentes no país, fica praticamente impossível para qualquer montadora ganhar uma participação relevante de mercado”, diz Julian Semple, diretor da consultoria Carcon Automotive. “Não surpreende, portanto, que a Kia tenha partido para soluções mais radicais.”

Mais do que uma simples questão de preço, contou a favor das montadoras coreanas a crescente reputação de qualidade que seus carros vêm adquirindo — aqui e lá fora. Segundo dados da consultoria americana JD Power, os veículos da Hyundai contam com índices de qualidade superiores aos de marcas como Volvo e BMW. A Kia ainda está abaixo da média, mas fica à frente de Volkswagen, Land Rover e da luxuosa Jaguar. A soma de uma imagem de qualidade e preços agressivos levou a filas de espera de até três meses para alguns dos carros dessas marcas, caso da picape Sportage, da Kia, lançada no Salão do Automóvel de São Paulo em outubro. “Estamos com o estoque zerado”, diz Gandini. “A Kia cresceu 30% no mundo em 2010, e os coreanos não estavam contando com isso.”

– Baptistti quer ser Madre Teresa?

 

É para rir, embora tenha-se que chorar.

 

Eduardo Suplicy quer de todas as formas provar a inocência do terrorista italiano Cesare Baptistti. E hoje leu uma carta dele, afirmando se sentir injustiçado e quer apenas uma chance de montar um projeto solidário ao Brasil.

 

PROJETO SOLIDÁRIO???

 

Fale isso aos familiares das vítimas que ele assassinou na Itália. E ainda ficamos dando cobertura a esse tipo de criminoso…

– Egito e a Revolta Popular!

 

Tá feia a coisa no Egito, não? Agora, para conter os rebeldes, o governo está dificultando as conexões à Internet.

 

Censura e ditadura são sempre complicados…

– Milão, Dubai ou Praias Brasileiras na Pré-Temporada?

 

Antonio Mello, preparador físico do Flamengo, disse que o maior problema do Ronaldinho Gaúcho agora é entrar em forma, e que o jogador sofre com a adaptação climática.

 

Ué, o Milan não estava em pré-temporada em Milão. Estava na tórrida Dubai. Ronaldinho Gaúcho, aliás, estava em Milão, veio para o Brasil, daqui para Dubai, e de lá de volta às praias fluminenses e catarinenses.

 

Mello foi politicamente correto. Enquanto que os atletas treinavam, o Gaúcho curtia férias quentes nas praias (e mais quentes ainda nas noites boêmias)… Dizer que o problema era o frio é brincadeira!

 

E você, o que pensa disso? O problema da adaptação do Ronaldinho Gaúcho é a adaptação climática ou as férias em meio a pré-temporada? Deixe seu comentário:

– Sudão do Sul?

 

Hoje o Sudão deve decidir a sua divisão em Sudão e Sudão do Sul. Na prática, infelizmente, estará se dividindo um país pobre em dois países pobres.

Até agora não entendo que vantagem Maria leva em se criar um novo país, já que os gastos da administração pública serão, logicamente dobrados

– Sobre a IFFHS e seus Rankings (Ranking dos Árbitros)

 

Muitas vezes ouvimos listas sobre “Maior Clube”, “Melhor Treinador”, ou “Craque do ano”. A Federação Internacional de História e Estatística do Futebol, conhecida como IFFHS, é uma dessas entidades que frequentemente divulga diversos (e sempre polêmicos) rankings.

 

Essa instituição é uma pequena entidade localizada em Bonn, na Alemanha, tendo como seu presidente o próprio fundador: Alfredo Poge. Mas você sabia que em seu Comitê Executivo existe um brasileiro chamado Clóvis Martins da Silva Filho (que por ignorância minha nunca ouvi falar)?

 

Dando uma fuçada na internet, é possível achar em alguns sites (dentre eles, a Wikipedia – que particularmente não confio), a informação de que a IFFHS é reconhecida pela FIFA como órgão oficial de estatísticas do futebol, tendo todo o aval da entidade.

 

Para mim, esse reconhecimento por parte da FIFA é uma surpresa, pois, afinal, a FIFA também tem seus rankings.

 

Na última semana, a IFFHS divulgou a lista dos melhores treinadores de 2010. Porém, em breve, deve divulgar a dos melhores árbitros 2010. A última atualização destaca os melhores de 2009 em todo o mundo: o suíço Massimo Bussaca e o brasileiro Carlos Eugênio Simon como os Tops daquele ano. Aliás, entre os brasileiros de todos os tempos, Simon só perde para Romualdo Arppi Filho e José Roberto Wright (os únicos a figurarem 2 anos entre os 10 melhores do mundo).

 

Abaixo, a lista da IFFHS em relação aos árbitros brasileiros (apenas os anos em que tivemos brasileiros entre os Top10):

 

1987: Romualdo Arppi Filho – 1º.

1988: Romualdo Arppi filho – 7º.

1988: Arnaldo césar Coelho – 9º.

1990: José Roberto Wright – 1º.

1991: José Roberto Wright – 2º.

1994: Renato Marsiglia – 10º.

1997: Márcio Rezende de Freitas – 7º.

2009: Carlos Eugênio Simon – 2º.

 

A lamentar a lacuna de 12 anos entre Márcio e Simon na lista da IFFHS.

 

Os melhores árbitros brasileiros da primeira década do século XXI, segundo a entidade, são Márcio Rezende de Freitas (28º.) e Carlos Eugênio Simon (30º.)

 

E você, o que achou da lista? Deixe seu comentário:

– Amigos de Ahmadinejad?

 

É recente o episódio em que os ditos “intelectuais” (ou uma parcela deles) manifestaram apoio à candidatura de Dilma Roussef. Agora eleita, já foi convidada pelo embaixador iraniano a visitar o presidente do Irã, Ahmadinejad.

 

Nos últimos anos, a relação Brasil X Irã foi muito polêmica. Violador dos direitos humanos, o país “irmão” fez questão de se aproximar do nosso justamente para ter respaldo da comunidade internacional. Mas quer um exemplo claro de ditadura que incomoda e que nos acomodamos em dar uma resposta? É o caso do cineasta iraniano Jafar Panahi. Leia o caso abaixo e entenda a triste situação. Como bem diz J.R. Guzzo (citação abaixo), cadê os intelectuais agora?

 

A PAZ DA ESCLEROSE

 

Por J. R. Guzzo, Revista Veja, 05/01/2011, pg 118.

 

(…) O mundo dos intelectuais, artistas e gente de cultura ficaria chocado, ou deveria ficar, se prestasse um pouco mais de atenção ao que está acontecendo com o cineasta iraniano Jafar Panahi. Ele foi condenado a seis anos de prisão por ter dado apoio ao candidato da oposição nas eleições de março de 2010 mas isso é só uma parte do seu problema. Panahi também foi proibido de filmar pelos próximos vinte anos; não poderá escrever roteiros para outros cineastas, nem viajar para o exterior, nem dar nenhum tipo de entrevista. Vai ficar vivo, mas terá de morrer profissionalmente.

É o “amigo Ahmadinejad” em ação.

– E as Famílias das Vítimas de Battisti?

 

Há muita contradição no caso envolvendo o terrorista italiano Cesare Battisti, que está preso na PF.

 

A Itália pede a extradição do criminoso, condenado à prisão perpétua na Itália. O Brasil o mantém como “refugiado político”, pois, apesar do Judiciário recomendar a decisão de extraditá-lo, considerando-o terrorista e não vítima de perseguição, é o presidente Lula quem deve dar a palavra final. Hoje é dia 31 e a vontade dele é de não extraditá-lo.

 

Incoerente. Se o italiano é perseguido, como a Advocacia Geral da União (AGU) entende, por que ele está preso?

 

Alguém que faz parte de um grupo terrorista de esquerda, mata friamente 4 inocentes, deve viver livremente no Brasil? Ele nem brasileiro é e estamos cuidando dele.

 

Pergunte aos familiares de Antonio Santoro, Pierluigi Torregiani, Lino Sabbadin e Andrea Campagna o que pensam sobre o assunto. Estes são os nomes das vítimas do assassino.

 

Aliás, cabe a pergunta: Lula teve tanto tempo para decidir, e deixa-a para o último dia do mandato?

 

Uma grande incógnita: Lula, por vaidade, seria contra a lógica e manteria o italiano aqui, causando um incidente diplomático? Ou deixará a decisão para Dilma Roussef?

 

Tenho curiosidade de saber a posição do embaixador da Itália, que foi convidado para a festa da transição Lula-Dilma. O que ele fará?

 

E você, o que acha da não-extradição? Deixe seu comentário:

– Lula falta de Modéstia e fala Bobagem na Saideira do Governo

 

Nosso guia-Mestre Lula está se achando. Não é que na sua despedida alfinetou os países que sofreram com a Crise Mundial? As pessoas que penaram com a recessão mundial provavelmente não acharam graça do sarro que Lula tirou… Veja abaixo:

 

Extraído de: http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=239739

 

LULA DIZ QUE FOI GOSTOSO VER EUA E EUROPA EM CRISE

 

Em evento para inaugurar a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida, na Bahia, o presidente Lula aproveitou o clima de sucesso do projeto para alfinetar as economias dos países desenvolvidos. Ele disse que foi “gostoso” terminar seu mandato e ver Estados Unidos, Europa e Japão em crise.


Para Lula, os governantes das nações desenvolvidas, antes, consideravam que “sabiam tudo para resolver o problema da crise do Brasil, da Bolívia e do México”. “Não foi nenhum doutor, foi um torneiro mecânico com sua equipe econômica que conseguiu fazer a crise demorar mais para chegar até aqui”, enfatizou o presidente.

– Memorável Lembrança Infeliz Bolivariana sobre o Haiti

 

Há um ano, o presidente venezuelano Hugo Chávez disse:

 

“Os EUA estão brincando de Deus. O terremoto no Haiti é claramente o resultado de um teste da Marinha americana”.

 

Dá para acreditar que em meio a tragédia ocorrida entre os haitianos, Chávez queria tirar proveito político com essas baboseiras?

 

Lamentável…

– Cristo é Conhecido Mesmo?

 

Ouvi na homilia desse sábado de Natal que felizmente Cristo é conhecido pelo mundo inteiro.

 

Tomara que fosse…

 

Infelizmente, penso que ainda há muitos povos onde Jesus é um mito, um elemento do folclore local ou até um ilustre desconhecido. Em outros, pode ser conhecido superficialmente. Outros vilarejos, ainda, nem sequer ele foi falado…

– Fernando Baiano e Hugo: Destaques do Mundial de Clubes da FIFA (é sério!)

 

Sem preconceito, mas… Fernando Baiano e Hugo são os craques da Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2011, hoje, em Abu Dabhi.

 

Claro que só foi um jogo até agora, mas essa primeira fase tem o nível muito ruim. Ganhar de 3 X 0 como eles ganharam do time de Papua Nova Guiné é péssimo resultado!

 

Na pelada, seria “vira 4 e acaba 8”…

– WikiLeaks: Separe-se a Obra do Autor

 

Olha só: estou sendo cobrado por dizer há dias que admiro o trabalho da WikiLeaks.ong, uma entidade que divulga documentos confidenciais sobre políticos.

 

E admiro mesmo!

 

Quem não deve, não teme. Assim, se há hipocrisia nas relações diplomáticas (e sabemos que há), que sejam reveladas.

 

Agora, uma coisa é o trabalho do pessoal da WikiLeaks; outra, é o seu fundador, Julian Assange. Se as acusações de estupro e assédio sexual contra ele forem verdadeiras (será que são?), ele deve ser punido como qualquer outro cidadão, com o rigor da lei!

 

Há como seria bom uma turma de WikiLeaks no futebol brasileiro… Ou na política nacional! Imaginou documentos secretos das atividades de entidades políticas de Jundiaí, Itupeva, ou Várzea Paulista? Mas aqui (talvez?) a coisa seja diferente….

 

E você, o que acha das ações da ONG WikiLeaks? Deixe seu comentário:

– As Minas de Nióbio: Onde os EUA se rendem ao Brasil

 

Todos estão acompanhando os documentos secretos (e verdadeiros) que tem sido revelados pelo grupo WikiLeaks (já comentamos em outra oportunidade quem são). E, ontem, eles resolveram lançar ao público um documento assinado por Hillary Clinton em 2009 sobre 300 locais do planeta onde um ataque terrorista ou perda de acesso comercial afetaria sensivelmente a economia americana. Nessa relação se destaca o Brasil e suas reservas de nióbio.

 

Nióbio é um metal usado em ligas de grande resistência, como cápsulas espaciais, mísseis, reatores nucleares, superligas de foguetes e semicondutores. O Brasil tem 98% das reservas mundiais desse metal, se concentrando em Araxá (MG) e Catalão (GO). Assim, os EUA são “reféns mercadológicos” nossos.

 

Confesso: nunca tinha ouvido falar sobre essa dependência, nem sabia o que era o nióbio. E viva o WikiLeaks!

 

Obs: os americanos reclamam que tal divulgação ajuda os terroristas da Al Qaeda, que passam a ter informações importantes e estratégicas sobre os pontos fracos dos EUA.

– Palestina/67 como Estado reconhecido pelo Brasil?

 

Lula, de saída da Presidência da República, reconheceu a Palestina como Estado. Até aí tudo bem… Mas com as fronteiras de 1967?

 

Agora, o Brasil se tornou o primeiro país ocidental a tomar tal atitude. O que será que o Estado de Israel achou da audaciosa decisão do presidente brasileiro?

 

Obs: a justificativa oficial é que tal medida ajuda no processo de paz mundial.

 

Ah bom… ajuda mesmo?

– Sou fã do Wikileaks!

 

E os arquivos do pessoal da ONG Wikileaks?

Para quem não os conhece, é um grupo de jornalistas que invade o serviço secreto / inteligência de países e divulgam dados importantes à sociedade. Foram pioneiros em denunciar mentiras da Guerra do Afeganistão e do Iraque. Os americanos estão fulos com eles!

 

Nos últimos arquivos (todos com veracidade comprovada), denunciaram conversas secretas entre Pequim e EUA, a pressão de povos da Arábia sobre o Irã e até mesmo a preocupação de Washington com a Tríplice Fronteira. Durante os próximos dias, mais arquivos serão abertos.

 

Vale a pena acompanhar os principais jornais e revistas que estão destacando as descobertas.

– Nivelando por Baixo… Obama “era o cara” mesmo?

Passada a euforia, Obama se tornou um presidente comum nos EUA. Ele é muito mais prestigiado no exterior do que dentro do país.

Claro, sua vantagem era o ineditismo de um negro na presidência, a esperança de renovação, a troca de partido e o discurso convincente.

Hoje, Barack Obama se tornou um presidente “sem sal e sem açúcar” para os americanos. No começo, tudo era fantasia. E isso se explica pelo seguinte motivo: a base de comparação (administarção George Walker Bush) era muito baixa.

– O Dragão Chinês acelera forte na Indústria Automobilística

 

E o Salão do Automóvel de São Paulo? Quantas montadoras e quantos modelos chineses no evento!

 

A indústria automobilística chinesa chegou forte no mercado internacional. De repente, eles vieram com tudo! Um consultor na Rádio Jovem Pan (desculpem o lapso do nome dele) disse que em média um modelo completo custa 30% a menos do que seu concorrente brasileiro básico.

 

Mas o que dizer desses fatores:

 

– já produzem quase 10 milhões de carros no ano!

 

– potencial de vendas enorme (apenas 80 carros por 1000 habitantes; aqui, a maior parte de uma família de classe média possui 2 carros);

 

– um trabalhador de montadora na China, custa à empresa, em média, R$ 477,00 (US$ 200.00 mensais). Compare com o do seu similar brasileiro…

 

Extraído de: Época Negócios (clique aqui para citação completa)

 

O DRAGÃO PISA NO ACELERADOR

 

por Fernando Valeika de Barros

 

Desde que Karl Benz inventou o primeiro veículo com motor movido a petróleo, isso lá se vão 124 anos, nunca na história do automóvel viu-se algo parecido com o que está acontecendo na China. Há um salto gigante no número de carros que saem de suas montadoras. Em 2009, as fábricas chinesas produziram 9,2 milhões de carros (incluindo caminhões e ônibus, o número sobe para 13,7 milhões). Trata-se de uma marca 48% maior do que a produção do ano anterior. Há duas décadas, veículos produzidos no país mal somavam 5,5 milhões de unidades a cada doze meses. Desde então, a frota nas ruas e estradas chinesas multiplicou-se por sete. Parece muito? Pois a julgar pelas vendas do primeiro semestre deste ano, o total de veículos novos entregues às concessionárias em 2010 deverá girar em torno de 16 milhões de unidades. E vertiginosos 25 milhões em 2015. Só nas duas maiores cidades chinesas, Pequim e Xangai, entram em circulação cerca de mil automóveis por dia. O resultado dessa virada em direção aos automóveis é que hoje, das dez metrópoles mais poluídas no planeta, nove ficam na China.

Para incentivar o uso de automóveis mais limpos, em junho o governo chinês decidiu abrir a carteira. Em 13 cidades do país – Pequim e Xangai incluídas – foi criado um subsídio de pouco mais de R$ 15 mil para quem comprar carros elétricos ou híbridos. Até o final do ano que vem, a meta é produzir meio milhão destes veículos movidos a bateria. Duas vezes mais do que deverá circular nos Estados Unidos. E isso é só o começo. Praticamente todos os fabricantes que se instalaram na China correm para produzir carros verdes, de olho em um potencial de crescimento vasto. Com uma poupança interna estimada em US$ 7,2 trilhões, no início de maio, o país mais populoso do mundo ainda tem um volume de carros per capita modesto. Apenas 80 pessoas em mil possuem um automóvel. No Brasil, há um veículo para cada quatro habitantes. Oito em dez, nos Estados Unidos. “A eletrificação dos carros acontecerá muito antes do que as pessoas imaginam”, disse a Época NEGÓCIOS Henry Li, diretor de exportações da montadora BYD. “Por causa da poluição nas nossas grandes cidades e do preço do petróleo, cada vez mais alto para um país que consome 3,4 milhões de barris por dia, automóveis movidos com energia limpa tornaram-se uma oportunidade para ontem.”

Ainda há questões a serem resolvidas para que isso aconteça no curto prazo. É preciso criar uma infraestrutura com estações de recarga. Inclua-se nessa conta o custo das baterias, que ainda é elevado. Existe o problema da própria geração de energia que, na China, vem em boa parte do poluente carvão. Não por acaso, a BYD está construindo uma nova fábrica para baterias na província de Shaanxi que será movida a energia solar. “A China está investindo bilhões nessa nova tecnologia e pode acabar liderando a mudança para carros elétricos em todo o planeta”, diz Nick Reilly, presidente da General Motors na Europa.

Um exemplo de como China e eletrificação dos automóveis são coisa séria foi a parceria firmada em março deste ano entre a alemã Daimler-Benz e a chinesa BYD. “É um acordo entre companhias complementares”, diz Wang Chuanfu, presidente da montadora chinesa. “Aprenderemos a fazer carros melhores com eles e, em troca, daremos a tecnologia que permitirá massificar carros movidos a baterias”, diz Chuanfu. A meta será fazer um carro compacto e não poluente. Desconhecida há uma década, a BYD chamou a atenção de uma raposa do mundo das finanças: o americano Warren Buffett. Chuanfu foi definido por Charlie Munger, conselheiro de Buffett, como “uma combinação de Thomas Edison com Jack Welch, o ex-presidente mundial da General Electric”. Como Edison, o chinês seria um gênio para resolver problemas técnicos. De Welch, teria a mesma capacidade para fazer as coisas acontecerem.

Diante de tais credenciais, Buffett despachou outro parceiro, David Sokol, para encontrar-se com o chinês com óculos de aro de metal. Ele colocou US$ 230 milhões na mesa e levou quase 10% das ações da BYD. As ambições de Chuanfu são enormes. Em 2025 quer, simplesmente, que a BYD seja a maior montadora global. Como cartões de visita, apresenta o híbrido F3DM, que roda 100 quilômetros com bateria, e o e6, 100% elétrico, com autonomia de 320 quilômetros. São os primeiros modelos com energia limpa desenvolvidos por sua marca. Com os incentivos do governo, os chineses poderão levar um F3DM para casa por R$ 23,2 mil, preço na China de um automóvel médio. Com a qualidade de um Mercedes compacto e preço bem menor, dá para ver qual é o horizonte que a BYD está mirando.

– Novidades Automobilísticas: a Ferrari Popular

Hoje começa o Salão do Automóvel. Muita gente, muitos negócios e muitas novidades.

Sabem qual será o destaque? O modelo mais popular da Ferrari, a F458. Seu preço é mais em conta do que as demais, já que é a mais básica: R$ 1,5 mi!

 

Veja suas características e as outras novidades (para os aficcionados por carros, muito bom!):

 

Em: MODELOS “POPULARES” DO SALÃO DO AUTOMÓVEL

– Custo Vietnã concorrencialmente cruel com o Custo Brasil

 

Cada vez mais vemos grandes empresas produzindo nos países asiáticos. China é o exemplo-mor, mas outras localidades onde a população paupérrima é abundante têm se destacado. Destaco o Vietnã!

 

Veja o Custo Vietnã, segundo a Revista Istoé Dinheiro (ed 680, pg 75-78 por Roberta Namour)

 

– Trabalhadores labutam 12 horas diárias, de segunda a sábado;

 

– 30 minutos é o intervalo para o almoço;

 

– 7 dias de férias por ano;

 

– crianças têm plena permissão para trabalhar nas indústrias;

 

– média salarial de US$ 40.00 mensais.

 

Dá para concorrer com eles? Ainda, na matéria: uma calça jeans de marca de grife custa 5 dólares, e é revendida, nos países desenvolvidos, por 40.

– As Faculdades mais Influentes do Mundo

 

A Times Higher Education publicou o ranking das universidades mais influentes do mundo, ed 2010/2011.

 

Abaixo, a lista, extraída de PORTAL EXAME (clique acima para citação):

 

(Ops: a melhor brasileira é a USP, em 232º Lugar)

 

AS UNIVERSIDADES MAIS INFLUENTES DO MUNDO

 

São Paulo – A revista Times Higher Education (THE), em parceria com o grupo de mîdia Thomson Reuters, publicou este mês o ranking de melhores universidades do mundo de 2010-11.

Foram ouvidos 13.388 acadêmicos pelo planeta. Treze  indicadores de desempenho foram divididos em 5 grandes categorias: ensino (o ambiente de aprendizagem, valendo 30% da nota), o impacto das citações (ou a medida da influência das pesquisas do instituto, valendo 32,5% da nota), pesquisa (quantidade, renda e prestígio, valendo 30% da nota), influência internacional (do corpo docente e discente, valendo 5%) e rendimento industrial (um medidor da transferência do conhecimento, valendo 2,5%).


Os Estados Unidos ficaram na frente do ranking de melhores universidades: 15 das 20 melhores instituições do planeta são americanas. Segundo Ann Mroz, editora da THE, o motivo é o maior investimento que o país dá à educação, em comparação com os outros (3,1% de seu Produto Interno Bruto, comparado com 1,5%  médio do mundo).


A primeira universidade brasileira a aparecer no ranking é a USP, em 232º posição. A THE considera que as colocações de 200 a 400 são uma “posição indicativa”, pois há apenas pequenas diferenças entre as pontuações.

 

Para a citação do original e continuidade do texto, clique AQUI

– Prêmio Nobel da Paz vai para Chinês e a Hipocrisia Local

 

Liu Xiaobo – este é o vencedor do Prêmio Nobel da paz de 2010.

 

Seu feito? Lutar pela democracia e pelos direitos humanos na China. Muito bom. Causa nobre e que teve represálias: foi preso pelas autoridades locais por subversão.

 

Peraí: os americanos não defendem sanções econômicas aos países que não respeitam os direitos humanos? Por que se calam nesse momento?

 

A China é tão ou mais ditatorial quanto ao Irã, Coréia do Norte, Venezuela… É claro que a omissão se dá pelos negócios. Comprar e vender da China superam, infelizmente, os interesses democráticos.

 

Parabéns ao chinês Xiaobo pela sua luta quase que solitária (ao menos, no quesito ‘apoio das nações ricas’).

– Terroristas que Não Perdoam nem a Caridade

Meu pai e minha irmã estão em Roma. Passaram sufoco na Alfândega do aeroporto, já que a Europa está em alerta máximo para atentados terroristas.

 

‘Seu Lili’ e a ‘Pílóca’ não tem perfil de terroristas. Mas os produtos de beleza e higiene pessoal deles o fizeram ter uma conversa mais íntima com as autoridades locais. Fico imaginando que, se ao invés de serem brasileiros, fossem árabes! Ficariam em observação e retidos!

 

A neurose que tomou conta da Europa tem seus motivos, mas é um capítulo triste da sociedade mundial. O medo da Al-Qaeda faz com se veja o capeta por todos os lados.

 

Ontem, por exemplo, um comboio de 55 carretas com alimentos para a população carente foi incendiado por terroristas no Paquistão. Sem dó e sem piedade.

 

Que mundo cão…

– A Marca Forte contra os Chineses – entrevista do CEO da Alpargatas

Márcio Utsch é presidente da Alpargatas e considerado um dos grandes administradores de empresas do mundo. Em uma interessante entrevista, fala sobre o sucesso em vender as Sandálias Havaianas por 30 euro e de como ser forte contra a China!

Boa leitura a administradores empreendedores e competitivos!

 

Extraído de: Dinheiro (clique aqui para a citação)

 

“SÓ COM MARCAS FORTES VENCEREMOS OS CHINESES”

 

Além de ser uma das maiores fabricantes de calçados, a Alpargatas é também uma das empresas mais antigas do Brasil – Por Paulo Brito


Fundada em 1907, passou – e sobreviveu – por diversas crises econômicas e construiu marcas reconhecidas internacionalmente, como as sandálias Havaianas, que hoje vestem pés de celebridades como a atriz americana Jennifer Aniston e a cantora Christina Aguilera. 

 

Atualmente com 13 fábricas e um faturamento bruto de R$ 2,4 bilhões, a empresa vende seus produtos em 250 mil pontos no Brasil e dez mil no Exterior. Os números só não são maiores porque a pirataria e os produtos chineses invadem os mercados com preços muito menores. 

 

Nesta entrevista à DINHEIRO, o presidente da empresa, o mineiro Márcio Utsch, 51 anos, revela como as empresas brasileiras podem se diferenciar das chinesas. “Agregando valor às nossas marcas”, diz. Acompanhe:

 

DINHEIRO – A competição com os fabricantes de calçados chineses, que são mais baratos, é o que mais preocupa os produtores nacionais. Como o sr. enxerga essa questão?

 

MÁRCIO UTSCH – Acho que o caminho não é o do custo. É o da agregação do valor da marca aos nossos produtos. Se o Brasil conseguir fazer isso com tudo o que produz, tenho a impressão de que competiremos muito bem. O melhor exemplo que temos para mostrar é o da Havaianas. Aqui, no varejo, elas custam R$ 10 ou R$ 12, mas na Europa vendemos por 28 euros ou 30 euros. Nos Estados Unidos, elas custam de US$ 20 a US$ 22. Acabei de chegar de Frankfurt e vi num calçadão sandálias de dedo vendidas por 1 euro. Por que então a nossa continua vendendo bem na Europa? Vende porque agregamos valor à marca. Aí está uma lição a ser seguida: é possível criar marcas e exportar bens de valor agregado, que é exatamente o que a Coreia está fazendo hoje. Se trabalharmos apenas na questão dos custos, continuaremos tendo a competição com os chineses e ela será sempre nefasta. O que precisamos, então, é criar marcas que façam a diferença, que nos permitam competir pela cabeça do consumidor e não pelo bolso dele. É isso que nos permitirá ter preços mais altos do que os chineses. Quero pessoas leais à ideia que a marca representa. 

 

DINHEIRO  – Quais valores estão embutidos nas marcas brasileiras?

 

UTSCH – Por exemplo, os de terem sido produzidos respeitando as pessoas, respeitando o meio ambiente e assim por diante. São valores intrínsecos a elas. Está na hora de o Brasil investir nesse conceito para virar o jogo. Sei que custa dinheiro, mas há vários mecanismos para isso. Seria possível, por exemplo, pensar em créditos de ICMS para compensar valores investidos no desenvolvimento de marcas brasileiras no Exterior. Isso pode melhorar nossa posição no mundo, diminuindo nosso papel como exportador de commodities e aumentando nossa importância em produtos, na competição de igual para igual em manufaturados com valor agregado. Podemos nos tornar um país que tem marcas relevantes, para que o mundo inteiro lembre de nós não como a terra do futebol, carnaval e samba, mas como um país que tem tecnologia e marcas desejadas pelo mundo todo. 

 

DINHEIRO – Essa abordagem resolveria a competição com a China?

 

UTSCH – Acho que esse é o melhor caminho. Eu odiaria que o Brasil optasse simplesmente por uma batalha de redução de custos, pagando aos operários de calçados o salário que se paga na China. Lá, eles recebem de US$ 100 a US$ 120 por mês para trabalhar 60 horas por semana, com uma carga horária de dez horas por dia, seis dias por semana. No Brasil, estamos com 44 horas por semana e acho que nossa carga horária está ótima. Eles lá trabalham como o personagem de Chaplin em Tempos Modernos (filme de 1936, que retrata o capitalismo no pós-crise de 1929). São 11 meses e meio por ano para receber 12 salários. Aqui a gente trabalha 11 meses e recebe 13 salários. 

 

DINHEIRO – Cativando o consumidor pela cabeça o produto fica mais protegido da pirataria?

 

UTSCH – Um pouco, mas não muito. Pirataria e contrabando são crimes no mundo inteiro. O que eu acho é que, se o consumidor opta por um produto pirata, das duas uma: ou ele não tem condições e simplesmente quer gastar pouco ou só quer levar vantagem. Senão, como se explica uma pessoa de alta renda comprar um DVD pirata? Anualmente, gastamos de US$ 3 milhões a US$ 4 milhões monitorando a pirataria nos mercados em que atuamos.

 

DINHEIRO – Apesar desses problemas, como está o mercado de calçados?

 

UTSCH – O mercado continua crescendo. Hoje, no Brasil, o consumo anual é estimado em três pares por habitante. Em países mais desenvolvidos, como França e Estados Unidos, o consumo chega a sete pares por habitante. Já em países menos desenvolvidos da África, Ásia e do Oriente Médio, o número anual é de 0,9 par por habitante, mas, infelizmente, nesses lugares a renda é muito baixa. No Brasil, porém, acho que ainda poderemos crescer muito. Somando toda a nossa produção de Havaianas, Dupé, Topper, Mizuno e Timberland, vendemos anualmente uns 230 milhões de pares por ano. Só aqui entregamos mais de um par por habitante anualmente. Em artigos esportivos, a situação é mais favorável ainda quanto  às perspectivas de crescimento. 

 

DINHEIRO – Por quê?

 

UTSCH – Nos Estados Unidos, que é o maior mercado consumidor de artigos esportivos do mundo, o consumo está em 6,7 pares de tênis por habitante, anualmente. Já no Brasil, o consumo é de 0,8 par. Ou seja, o espaço para crescimento é muito grande. Acredito que toda a indústria calçadista venda anualmente 110 milhões de pares de calçados esportivos no Brasil. Curiosamente, dentro desse segmento, uma das áreas que mais crescem é a de calçados para corrida. E cresce assustadoramente, muito mais do que a média mundial, com a ajuda de um enorme número de provas de rua. 

 

DINHEIRO – Mas isso é possível por causa do crescimento da renda…

 

UTSCH – Sim, para nós, esse fator de melhor distribuição de renda é muito importante. Vamos fazer com que estejamos mais presentes na cabeça das pessoas e com que elas comprem mais os nossos produtos. Para isso, já estamos presentes em todo o território brasileiro, não precisamos mais crescer geograficamente – chegamos a 250 mil pontos de venda. No Exterior, temos cerca de dez mil outros pontos. Mas temos de criar uma companhia que fomente nas pessoas o desejo de consumir mais – um consumo consciente, pelo fato de elas terem trabalho, emprego. 

 

DINHEIRO – Muitas empresas brasileiras passaram a vender mais do que esperavam e estão preocupadas com gargalos de produção. Como a Alpargatas está se preparando para não sofrer com isso?

 

UTSCH – Não posso adiantar muita coisa porque somos uma empresa de capital aberto, mas precisamos de uma nova fábrica porque a nossa projeção de crescimento é muito grande, bem acima da média do setor e da economia brasileira. E, para que isso aconteça, não podemos permitir que as fábricas cheguem a um nível de 90% ou 95% de ocupação. Seria perigoso. 

 

DINHEIRO – Como está essa ocupação atualmente?

 

UTSCH – Hoje, já estamos entre 80% e 90% de ocupação, dependendo do que estivermos produzindo. Se olharmos uma fábrica de Havaianas, cuja produção é mais automatizada e mais rápida, a ocupação é inferior a isso. Mas temos produtos que ocupam por mais tempo a fábrica porque demoram mais para serem produzidos. Um tênis pode demorar 12 ou 13 horas para ser produzido. E certos modelos podem levar até 16 horas. Como nossas fábricas são especializadas em diferentes tecnologias, geralmente o que é feito numa não é feito em outra. Sandálias, por exemplo, têm tecnologia de borracha expandida. Nessas fábricas, podemos fazer sandálias e também palmilhas, mas não os tênis. Eles podem ser vulcanizados, injetados, colados. Conforme a tecnologia, os níveis de ocupação mudam. 

 

DINHEIRO – A nova fábrica, então, é estratégica para o crescimento da companhia?

 

UTSCH – Sim, ela está inclusive no planejamento estratégico e deveremos começar a construí-la em pouco tempo. Isso nos tornará mais fortes, vai nos dar mais capacidade de produção e ao mesmo tempo nos deixará tranquilos em relação a esse assunto. Não teremos fábricas, digamos, “estressadas”. Uma fábrica operando abaixo de 70% de produção também não é bom. Significa 30% de ociosidade e começa a custar caro. Acima de 90%, ela é superprodutiva, mas começa a oferecer o risco do esgotamento. 

 

DINHEIRO – Hoje o Brasil vive um bom momento econômico. Como as empresas brasileiras podem aproveitar isso?

 

UTSCH – O Brasil precisa aproveitar este momento, em que o Hemisfério Norte não está comprando bens duráveis, em que as indústrias de lá estão paradas. É a hora de as empresas brasileiras se prepararem para quando o Hemisfério Norte emergir da crise. Portanto, devemos investir na renovação do parque industrial brasileiro. Quando o mundo desenvolvido voltar a comprar como antes da crise, poderemos estar competindo de igual para igual na questão dos custos. Ainda temos tempo para fazer isso. Em menos de dois anos é impossível, em mais de cinco estaremos demorando muito. A hora é agora. Com um parque industrial desenvolvido e marcas globais com grande valor agregado, ninguém segura o País. Isso vai trazer melhor distribuição de renda, mais emprego. Se conseguirmos fazer isso, vamos nos tornar referência como país que mudou de patamar. Nosso desafio é transformar essa fase num estado de desenvolvimento econômico, social e ambiental, comparável ao de países mais desenvolvidos do que nós. Não pode ser como uma onda, que vem vindo e depois acaba. Temos a oportunidade histórica de fazer isso agora, porque, além de a onda ser muito boa, o mar está a nosso favor. 

 

DINHEIRO – E o que a Alpargatas fará nesse sentido?

 

UTSCH – A próxima etapa é nos tornarmos uma empresa global. Mas eu acho que ser ou não global, para nós, é apenas uma questão cultural. Quando a maioria das pessoas em nossas reuniões estiver falando inglês, reconhecerei que nos tornamos uma empresa global de verdade.

– O Pastor Extremista, Intolerante e Irresponsável

Costumamos ouvir muito sobre o tema “fanatismo religioso”, e na maior parte das vezes, em referência a extremistas islâmicos. Mas e o que falar sobre “radicais” cristãos?

 

Poucos o conhecem: Pastor Terry Jones, fundador da Igreja Dove World Outreach, da pequena cidade de Gainesville, na Flórida-EUA, e símbolo maior da intolerância religiosa. Esse pastor marcou para hoje, sábado 11/09, a queima de exemplares do Alcorão (livro sagrado dos muçulmanos) em praça pública. Segundo ele, o islamismo é a religião do Demônio, e os cristãos devem extirpá-los.

 

Ora, é claro que ele fala algo que vem de suas opiniões pessoais, longe do Magistério da Igreja Católica ou da Comunhão de Outras Igrejas Protestantes. A propósito, a base do Cristianismo é a tolerância, o amor incondicional e o respeito. Assim, tal pronunciamento é contrário à própria doutrina cristã.

 

O mais interessante é que esse pastor, cujo culto levava 30 pessoas no máximo, hoje é uma das pessoas mais conhecidas no mundo e citado nos TT do twitter ou no topo das buscas do Google. Tornou-se uma celebridade!

 

Tal iniciativa irresponsável de queimar o livro que equivaleria a “Bíblia árabe”, além de ato irresponsável e discriminatório, poderia levar a atos violentos e respostas de fundamentalistas do islamismo. Depois de apelos realizados por autoridades políticas e até da segurança nacional americana, o pastor declarou que o ato estava suspenso (a intenção era fazê-lo hoje, simbolizando e responsabilizando a religião muçulmana pelos atentados terroristas ao WTC e Pentágono, cujo aniversário de 9 anos é lembrado neste sábado).

 

Vale ressalvar: nos EUA, a liberdade religiosa é plena, e todos têm direito à liberdade de expressão, ainda que uma religião seja ofendida.

 

Felizmente, aqui em Jundiaí, podemos observar o convívio harmônico de todas as crenças. Há um verdadeiro clima ecumênico e respeitoso, que, aliás, deveria servir de exemplo a outros intolerantes.

 

Todas as religiões defendem a paz. Atos hostis contrários a fé alheia vão em desencontro a qualquer orientação religiosa. Afinal, respeitar não é fazer apologia!

E você, o que pensa sobre tal assunto?

– Fumam e Bebam à Vontade (na Rússia)

Que cigarro e bebida são fontes inesgotáveis de impostos, nós sabemos. Mas incentivar o consumo de tais produtos, isso já é demais!

 

Na Rússia, o ministro das finanças pediu: fumem e bebam para ajudar o país!

A saúde do contribuinte fica para segundo plano…

 

Extraído de: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4654584-EI8142,00-Ministro+russo+incentiva+consumo+de+vodca+e+cigarros.html

 

MINISTRO RUSSO INCENTIVA CONSUMO DE CIGARROS E VODCA

 

O ministro das Finanças Alexei Kudrin sugeriu nesta quarta-feira que os cidadãos russos devem consumir mais vodca e cigarro – produtos taxados – para ajudar a encher os cofres públicos e assim resolver os problemas sociais no país.

“Para que todos entendam: quem bebe vodca e quem fuma ajuda o governo. Se você fuma um maço de cigarros, então você dá fundos para resolver problemas sociais. Você apoia a política demográfica, o desenvolvimento de serviços sociais e a natalidade”, explicou, de acordo com agência de notícias Interfax.

Esta declaração é, no mínimo, surpreendente, já que a vodca e outras bebidas alcoólicas fortes são a causa de meio milhão de mortes por ano na Rússia. Esta mortalidade repercute na expectativa de vida dos homens (60 anos, de acordo com a OMS), que é inferior a de países pobres como Bangladesh ou Honduras, segundo estimativas oficiais.

Para tentar lutar contra esta alta mortalidade, a cidade de Moscou introduziu, a partir desta quarta-feira, uma proibição da venda de bebidas alcoólicas fortes entre as 22h e 10h.

– Ambev compra o Burger King

Um negócio bilionário: os brasileiros da AmBev acabam de fechar negócio com o Burger King. Se cuida, McDonald’s!

 

Extraído de: Ig Notícias

 

BRASILEIROS COMPRAM REDE AMERICANA BURGER KING POR 7 BILHÕES

 

Segunda maior rede americana de fast food é comprada por Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles

A empresa de investimentos 3G Capital, do trio de investidores brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, comprou nesta quinta-feira por US$ 4 bilhões (equivalente a R$ 7 bilhões) o Burger King, a segunda maior rede americana de fast food.

A 3G Capital vai pagar US$ 24 por ação da Burger King Holdings, o que representa um prêmio de 46% sobre o valor da ação antes dos recentes rumores de mercado. Na quarta-feira, as ações da empresa já haviam dispardo 23%, para US$ 23,20, após a notícia ter sido revelada por jornais americanos.

O atual presidente do Burger King, John Chidsey, ficará no cargo durante o perído de transição. Depois disso, ele assume um cargo de co-presidente do conselho da empresa, ao lado do brasileiro Alexandre Behring, diretor administrativo da 3G Capital.

O trio de investidores brasileiros controla a Anheuser-Bush Inbev, a maior cervejaria do mundo, as Lojas Americana e a América Latina Logística (ALL), principal concessionária de ferrovias do Brasil. Juntos, eles têm uma fortuna avaliada em US$ 21 bilhões, segundo levantamento da revista Forbes.

Em queda

O Burger King desacelerou em relação ao principal rival, o McDonald’s, e outras cadeias de fast food, em meio às altas taxas de desemprego que atingem sua base de consumidores. Na semana passada, a companhia afirmou ver fraca demanda no atual ano fiscal em decorrência do lento ritmo de recuperação econômica nos EUA e dos programas de austeridade fiscal em diversos países da Europa.

O Burger King é considerado a segunda maior rede de fast food do mundo, atrás apenas do McDonald’s. São mais de 12 mil lojas espalhadas por todos os estados americanos e em 76 países. Aproximadamente 90% das lojas operam num sistema de franquias.No Brasil, o Burger King chegou em 2004, e as primeiras lojas foram inauguradas em São Paulo e em Brasília.

– Os Desesperados da fronteira Mexicana

Na semana passada, 72 pessoas foram fuziladas na fronteira México / Estados Unidos, após serem seqüestradas por narcotraficantes.

 

Falam de xenofobia contra latinos (ora, mexicanos são latinos também…). Não há outra explicação, a não ser a de que um imigrante ilegal é uma pessoa que deixou tudo para trás, leva seus bens e seus documentos no bolso, tentando entrar nos EUA. Assim, imagine o valor em espécie na sua posse… Os bandidos ficam ansiosos por encontrá-los.

 

O que a Polícia de Fronteira pode fazer? Nada, pois não quer comprar briga com eles. A missão das autoridades é deportá-los!

– Oportunismos na F1

Saber aproveitar oportunidades é muito bom: para quem assistiu o GP da Bélgica, no último domingo, percebeu que Felipe Massa se reidratava numa chamativa botilha do Guaraná Antártica. Além disso, percebeu uma gigantesca propaganda do Burger King na escuderia alemã BMW.

O que as duas marcas têm em comum? Ambas querem se internacionalizar (o guaraná quer começar a alçar mercado estrangeiro, enquanto que a lanchonete quer se europeizar).

Vale tudo no marketing de emboscada! A TV mostrou involuntariamente seus sponsors no mundo inteiro…

– Orgulho Branco, Orgulho Negro, Orgulho Gay… desorgulho humano!

O que podemos falar sobre movimentos neonazistas? Nada, só lamentar…

 

Os EUA vivem uma onda grande de racismo, principalmente contra negros e latinos. O problema maior é a argumentação, que acaba trazendo mais adeptos: alegam que se um negro utilizar uma camisa “100% Negro”, por que é imoral usar uma escrita “orgulho em ser branco”?

 

Quando tal discussão vem à tona, a coisa complica. Não existem raças, apenas uma raça: a raça humana. Uma pena que a intolerância, ignorância e excessos de pleito por causas tragam esse debate.

 

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/782996-eua-tem-ato-neonazi-anti-imigracao-e-a-favor-de-uma-nacao-de-puro-sangue-branco.shtml

 

EUA têm ato neonazi anti-imigração e a favor de uma “nação de puro sangue branco”

 

Por ANDREA MURTA

 

No meio da tarde, centenas de neonazistas e racistas da Ku Klux Klan marcham empunhando suásticas no centro de Knoxville, Tennessee. Não, não estamos na era da segregação. O evento está marcado para hoje.

 

O partido neonazista Movimento Nacional Socialista (NSM, na sigla em inglês) e os ultrarradicais da KKK –grupo que cometeu uma série de assassinatos e atrocidades contra negros no século passado, quando lutava contra o fim da segregação e o movimento de direitos civis– embarcaram juntos na onda do movimento anti-imigração que se espalha em solo americano, participando de uma série de atos pelo endurecimento das leis contra ilegais.

O tema da imigração não é novidade para os dois grupos, mas os holofotes crescentes induziram a um aumento no número de marchas nos últimos meses.

Só neste ano, o NSM afirma já ter feito cerca de 15 protestos em várias cidades americanas.

Para a marcha marcada para 15h de hoje em Knoxville (16h em Brasília), a expectativa é de 350 participantes.

Se a penetração não é significativa em termos populacionais, as ações chocam pela tranquilidade com que se pregam o racismo e a segregação à luz do dia, em pleno século 21. E chamam atenção no momento em que o debate sobre o que é “ser americano” esquenta.

“Não toleramos a invasão estrangeira de nosso país. Devolver os “criminosos” a seus países é a única coisa que aceitaremos”, diz o NSM.

PURO SANGUE BRANCO

Imigrantes indocumentados não são os únicos que o partido quer “devolver”. O principal objetivo do NSM é criar uma “nação de puro sangue branco”, em que apenas arianos de ascendência europeia seriam cidadãos.

O resto –negros, latinos, asiáticos etc.– seria enviado para a África, América Latina ou onde quer que os arianos julguem ser seu lugar.

Charles Wilson, porta-voz do NSM, manifestou vontade inclusive de deportar esta repórter. “Você não prefere voltar a seu país e ser governada por sua própria gente?”

O NSM também se disse “satisfeito” em anunciar que haverá uma cerimônia de hasteamento de suásticas.

“O que eu digo para quem critica a suástica é: vá estudar”, disse Wilson. “É um símbolo religioso, é como colocar uma cruz na rua. É muito anterior a Hitler.”

Não que tal associação seja um problema. O NSM diz que Hitler “estava certo em muitas coisas”.

– Cédulas de Dinheiro com Dificuldades de Descontaminação

Já imaginaram quantas pessoas põe a mão no dinheiro, do trajeto da Casa da Moeda até as nossas mãos? E do nosso bolso pelo comércio afora, quantas e que tipos de pessoas as pegam? E em que ambiente elas passam? E como se contaminam?

 

Pois bem: Universidade comprova que 80% das cédulas de Real que circulam no Brasil contém resíduos de COCAÍNA. Nas notas de dólar, nos EUA (especificamente Washington), o número atinge impressionantes 95%.

Assustador, não? Mas acalme-se: a quantidade é insignificante para trazer danos graves à saúde, segundo o mesmo estudo.

 

Abaixo, a matéria extraída da Folha de São Paulo, 08/06/2010, Caderno cotidiano, pg 1

 

NOTAS DE REAL TEM TRAÇOS DA DROGA, DIZ ESTUDO

 

Um estudo realizado pela Universidade de Massachusetts em 2009 em mais de 30 cidades de cinco países concluiu que 80% das cédulas de dinheiro que circulam no Brasil têm traços de cocaína.
Foram avaliadas dez notas no país. O Brasil foi superado apenas por Canadá, que, de acordo com o teste, tem 85% das notas contaminadas, e Estados Unidos.

A pesquisa diz que cerca de 95% das notas de dólar que circulam em Washington têm vestígios de cocaína. Em Boston, Baltimore e Detroit, os índices são de 80%.
Ainda de acordo com dados da pesquisa, a China e o Japão foram os países que apresentaram o menor nível de cocaína no dinheiro em circulação.
De acordo com os cientistas, as cédulas conservam restos da droga quando são usadas como “canudo” para inalação. Essas notas podem acabar contaminado outras que não serviram para consumir cocaína.
Segundo Yuegang Zuo, o autor da pesquisa, de maneira geral aumentou o número de cédulas com vestígios da droga nos últimos anos.
“Não sabemos com certeza por que houve esse aparente aumento, mas ele pode estar relacionado à crise econômica mundial, que fez com que mais pessoas estressadas recorressem à cocaína”, disse.

– Ford vende a Volvo para os chineses da Geely

Confesso que me surpreendi ao ler tal negócio. A Ford resolveu vender a Volvo, e a compradora, a chinesa Geely, manterá a marca e quer dobrar a sua produção, construindo a maior fábrica de carros de luxo do mundo na China

 

Extraído de:

http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201008021140_RTR_1280749216nN02256818

 

MONTADORA CHINESA CONCLUI AQUISIÇÃO DA VOLVO POR US$ 1,8 BI

 

A chinesa Geely anunciou nesta segunda-feira a compra da Volvo, controlada pela Ford, por US$ 1,8 bilhão, em um negócio que marca a maior aquisição no país asiático de uma montadora de veículos estrangeira.

Stefan Jacoby, ex-executivo da Volkswagen na América do Norte, será o novo diretor presidente da montadora. O presidente do conselho da Geely, Li Shufu, chamado de Henry Ford da China, chegou a ser indicado para ser chairman da Volvo.

O acordo reflete de muitas maneiras o rápido crescimento da China na indústria automotiva, depois que superou os Estados Unidos no ano passado como o maior mercado do mundo.

A Geely, que começou a fabricar carros em 1986, afirmou na semana passada que havia recebido todas as aprovações governamentais necessárias para a compra da Volvo.

Com a conclusão da operação, o desafio da Geely será restaurar o lucro da Volvo no longo prazo. A Volvo teve receita de US$ 12,4 bilhões em 2009 com a venda de 334 mil veículos, mas teve um prejuízo antes de impostos de US$ 653 milhões.

O plano da Geely prevê a utilização do nome da marca sueca para produzir carros de luxo na China, enquanto manterá operações na Europa para abastecer o mercado internacional.

A Geely vai injetar US$ 900 milhões em capital na Volvo, além dos US$ 1,8 bilhão que já está pagando para comprar a empresa da Ford.

Os planos da montadora chinesa preveem que a nova fábrica da Volvo na China quase dobre a capacidade anual global de produção da companhia, que tem como meta vender 150 mil automóveis Volvo por ano no país asiático até 2015.