– A paixão no Futebol: que fique com o torcedor, pois o gestor…

Eu me assusto quando vejo tanta gente se envolvendo com o futebol, e de maneira irracional, tomando decisões enquanto dirigente.

A paixão deve existir no esporte, óbvio. É por causa dela que as pessoas acabam entrando no meio. Mas cada um deve ter a sua função e suas responsabilidades.

Digo isso pois vejo: o Corinthians, beirando incríveis 3 bilhões de reais em dívidas, festejou a Copa do Brasil e, para muito aficcionados, “que se dane” quanto deve, pois o que vale é o troféu! Ao mesmo tempo, o Flamengo, atual Campeão da Libertadores da América e do Brasileirão, com receitas recordes e dinheiro em caixa, é criticado na Rodada 1 do Brasileirão por perder do São Paulo no Morumbi.

Pode?

Torcedor, que não tem compromisso com várias nuances e só quer farrear, pode. Jornalistas, dirigentes e demais pessoas responsáveis do meio, não. Precisam, de maneira racional, pontuar as críticas momentâneas, os erros de um jogo e a fase específica. Mas ir do Céu ao Inferno em praticamente 45 dias, não dá!

Meu amigo Adilson Freddo, da Rádio Difusora, sempre diz: “O que vale para o torcedor de arquibancada é o resultado. A diretoria pode ser ruim, o time estar quebrado, mas se ganhar, tá tudo bem; o cara só vai se incomodar de verdade é quando o time perder”.

Assino embaixo. Precisamos tomar cuidado com esse cancro do futebol brasileiro: a cultura resultadista! O placar é o que vale para muitos (o que não deveria ser). Enquanto isso, a administração, o desempenho em campo, a estrutura… se tornam meros detalhes.

Mais razão na gestão, para o bem do esporte.

– E o Bilal Brahimi, do Santos FC? Não joga por quê?

O Santos FC paga ao argelino Bilal Brahimi cerca de R$ 800.000,00 / mês. E o atleta não joga

Nada de contusão. Opção técnica.

Pergunto: pra quê contratar um jogador assim, caro e com deficiência de jogo, e não privilegiar algum garoto da base?

Coisas inexplicáveis…

– E o Bilal Brahimi, do Santos FC? Não joga por quê?

O Santos FC paga ao argelino Bilal Brahimi cerca de R$ 800.000,00 / mês. E o atleta não joga

Nada de contusão. Opção técnica.

Pergunto: pra quê contratar um jogador assim, caro e com deficiência de jogo, e não privilegiar algum garoto da base?

Coisas inexplicáveis…

– Os dirigentes de futebol são convictos quanto aos seus treinadores?

Eu gostei desse texto falando sobre convicções (ou a falta de) dos dirigentes esportivos, quando contratam treinadores.

Leia e pense: não é real?

Na imagem:

– Já não era hora de alguém fiscalizar melhor as SAFs?

As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.

Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?

Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).

De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?

A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.

– Não estamos criando uma bolha no futebol?

Eu sei que as receitas de Flamengo e Palmeiras são fabulosas, e que permitem as contratações milionárias que fazem. O Cruzeiro, por sua vez, não tem as mesmas entradas, mas possui um mecenas.

Mas… Vitor Roque por 25 milhões de euros, Gerson por 30, Paquetá por 35 ou 40…

Até onde irá essa corrida milionária?

Eu acho preocupante (mas respeito o mercado).

Me preocupa: será assim sempre?

– Já não era hora de alguém fiscalizar melhor as SAFs?

As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.

Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?

Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).

De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?

A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.

– Não estamos criando uma bolha no futebol?

Eu sei que as receitas de Flamengo e Palmeiras são fabulosas, e que permitem as contratações milionárias que fazem. O Cruzeiro, por sua vez, não tem as mesmas entradas, mas possui um mecenas.

Mas… Vitor Roque por 25 milhões de euros, Gerson por 30, Paquetá por 35 ou 40…

Até onde irá essa corrida milionária?

Eu acho preocupante (mas respeito o mercado).

Me preocupa: será assim sempre?

– Turno 2 de 2: Empreendedorismo.

Turno 2 de 2: Estive nessa tarde em Franco da Rocha em nome do Sebrae, falando sobre Empreendedorismo aos reeducandos da unidade prisional de lá.

Somente com a Educação é que conseguiremos bons resultados…

Imagem

– Turno 1 de 2: Gestão.

Turno 1 de 2: Estivemos nessa manhã em Franco da Rocha em nome do Sebrae, falando sobre Gestão aos reeducandos da unidade prisional de lá.

Somente com a Educação é que conseguiremos bons resultados…

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– Abra o olho, São Paulo FC…

Dos seis times paulistas que estão no Brasileirão da Série A (Santos, Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Red Bull Bragantino e Mirassol), somente o Tricolor Paulista perdeu (todos os outros venceram, jogando em casa ou fora).

Com todo respeito, mas foi um “futebolzinho” mostrado…

Curiosamente, na Record o time passava vexame em campo. Simultaneamente, na Globo os diretores eram destaque por supostas irregularidades.

O que acontecerá com o “Time da Fé”?

– Se tivéssemos Fair Play Financeiro no Paulistão…

Corinthians x Ponte Preta foi o jogo de quem tinha Transfer Ben versus quem tem restrições. Dos salários atrasados, das contas enroladas e tudo mais.

A Macaca jogou com um time de garotos por conta dos seus problemas financeiros. E, lembrando, se existisse “transfer ban” por dívidas domésticas, o Timão também estaria com problemas (o Cuiabá, que tem a receber, que o diga).

A pergunta é: vai vingar o Fair Play Financeiro Nacional? E haverá punição de verdade?

Se for a “ferro-e-fogo”, sobrarão poucos times… mas eles gostam de gastar (e gastam mal).

– Se tivéssemos Fair Play Financeiro no Paulistão…

Corinthians x Ponte Preta foi o jogo de quem tinha Transfer Ben versus quem tem restrições. Dos salários atrasados, das contas enroladas e tudo mais.

A Macaca jogou com um time de garotos por conta dos seus problemas financeiros. E, lembrando, se existisse “transfer ban” por dívidas domésticas, o Timão também estaria com problemas (o Cuiabá, que tem a receber, que o diga).

A pergunta é: vai vingar o Fair Play Financeiro Nacional? E haverá punição de verdade?

Se for a “ferro-e-fogo”, sobrarão poucos times… mas eles gostam de gastar (e gastam mal).

– O Cruzeiro SAF comprou Gerson por 30 milhões de euros. Mas e o custo benefício?

Gerson foi comprado pelo Cruzeiro junto ao Zenit por 30 milhões de euros (27 fixo e 3 por metas). 

Não, não é o Gerson companheiro de Seleção do Tostão, “Canhotinha de Ouro”, “Papagaio”, o Tricampeão do Mundo dos anos 70 no auge da carreira. É o Gerson do Flamengo, aquele que não certo na França, voltou, e foi para a Rússia. Já voltou de novo.

Ele já tem 28 anos. Portanto, dificilmente o Cruzeiro SAF recuperará o investimento, revendendo-o. Curiosamente, o time recusou 30 milhões de euros pelo atacante Kaio Jorge, do Flamengo (havia pago 7,2).

A pergunta é: Pedrinho BH, o dono do negócio, que sabidamente é um bilionário bem sucedido no ramo de supermercados, não quer transformar o clube em um negócio rentável, ou está aceitando perder dinheiro em troca de status e pela tentativa de afrontar a atual hegemonia de Flamengo e Palmeiras?

Meu pai me ensinou: por mais que se tenha grana, dinheiro não gosta de receber desaforo…

IN ENGLISH, by AI Gemini:

“Gerson was bought by Cruzeiro from Zenit for 30 million euros (27 million fixed plus 3 million in performance bonuses).

No, this isn’t the Gerson who was Tostão’s teammate, the ‘Golden Left Foot,’ ‘Papagaio,’ the 1970 World Champion at the peak of his career. It is the Gerson formerly of Flamengo—the one who didn’t quite make it in France, came back, went to Russia, and has now returned once again.

He is already 28 years old. Therefore, it is unlikely that Cruzeiro SAF will recoup its investment by reselling him. Interestingly, the team turned down a 30-million-euro offer from Flamengo for striker Kaio Jorge (having paid only 7.2 million for him).

The question is: does Pedrinho BH, the owner of the business—who is a well-known, successful billionaire in the supermarket industry—not want to turn the club into a profitable venture? Or is he willing to lose money in exchange for status and an attempt to challenge the current hegemony of Flamengo and Palmeiras?

My father taught me: no matter how much you have, money doesn’t like to be trifled with…

– O Cruzeiro SAF comprou Gerson por 30 milhões de euros. Mas e o custo benefício?

Gerson foi comprado pelo Cruzeiro junto ao Zenit por 30 milhões de euros (27 fixo e 3 por metas). 

Não, não é o Gerson companheiro de Seleção do Tostão, “Canhotinha de Ouro”, “Papagaio”, o Tricampeão do Mundo dos anos 70 no auge da carreira. É o Gerson do Flamengo, aquele que não certo na França, voltou, e foi para a Rússia. Já voltou de novo.

Ele já tem 28 anos. Portanto, dificilmente o Cruzeiro SAF recuperará o investimento, revendendo-o. Curiosamente, o time recusou 30 milhões de euros pelo atacante Kaio Jorge, do Flamengo (havia pago 7,2).

A pergunta é: Pedrinho BH, o dono do negócio, que sabidamente é um bilionário bem sucedido no ramo de supermercados, não quer transformar o clube em um negócio rentável, ou está aceitando perder dinheiro em troca de status e pela tentativa de afrontar a atual hegemonia de Flamengo e Palmeiras?

Meu pai me ensinou: por mais que se tenha grana, dinheiro não gosta de receber desaforo…

IN ENGLISH, by AI Gemini:

“Gerson was bought by Cruzeiro from Zenit for 30 million euros (27 million fixed plus 3 million in performance bonuses).

No, this isn’t the Gerson who was Tostão’s teammate, the ‘Golden Left Foot,’ ‘Papagaio,’ the 1970 World Champion at the peak of his career. It is the Gerson formerly of Flamengo—the one who didn’t quite make it in France, came back, went to Russia, and has now returned once again.

He is already 28 years old. Therefore, it is unlikely that Cruzeiro SAF will recoup its investment by reselling him. Interestingly, the team turned down a 30-million-euro offer from Flamengo for striker Kaio Jorge (having paid only 7.2 million for him).

The question is: does Pedrinho BH, the owner of the business—who is a well-known, successful billionaire in the supermarket industry—not want to turn the club into a profitable venture? Or is he willing to lose money in exchange for status and an attempt to challenge the current hegemony of Flamengo and Palmeiras?

My father taught me: no matter how much you have, money doesn’t like to be trifled with…

– A crise no SPFC: por que Júlio Casares não renuncia?

Com inúmeras acusações entre diretores, e até denúncias contra o seu presidente, o São Paulo Futebol Clube vive um inferno em sua administração. 

Com tudo o que vem ocorrendo, qual o motivo de Júlio Casares continuar no poder? Ele não tem governabilidade, o clube está travado e as páginas policiais recheadas de notícias. 

Para o bem da instituição, ele deveria renunciar. Qual a vaidade de aguentar tantos protestos e permanecer lá?

– O Fair Play Financeiro urgente: o caso da Ponte Preta.

Muita gente comete equívocos ao falar sobre Fair Play Financeiro, imaginando ser “teto de gastos” e dizendo que isso “evitaria permitir que Palmeiras e Flamengo promovessem uma ‘espanholização’ do futebol brasileiro”.

Ledo engano. Fair Play Financeiro é permitir gastar o que se tem. Se não se tem dinheiro, não se permite gastar. Assim, clubes equilibrados financeiramente podem ir muito mais além (como os próprios Palmeiras e Flamengo, mas incluindo Red Bull Bragantino, Bahia e todos os demais que têm contas em dia).

Vide o caso da Ponte Preta de Campinas, cujo elenco promete fazer greve na segunda-feira por falta de pagamentos. A Macaca foi campeã da série C e obteve o acesso à 2ª divisão, devendo salários. Imagine que alguns adversários dela não conseguiram fazer uma boa campanha justamente porque precisavam honrar os seus compromissos e não poderiam contratar jogadores mais caros e melhores tecnicamente. Assim, injustamente, quem foi correto nas finanças não subiu, e quem não se preocupou com isso, sim. 

É justo tudo isso?

Usemos o exemplo do Corinthians na Copa do Brasil: se não tivesse Memphis Depay e outros atletas, preocupado em manter salários em dia, o Timão teria chegado à final da Copa do Brasil?

Precisamos, urgentemente, para a moralização do futebol brasileiro, de Fair Play Financeiro.

– O Conselheiro do seu clube realmente luta por ele?

Essa opinião é do grande jornalista Wanderley Nogueira: o que faz um conselheiro, e como estão atuando em alguns clubes de futebol:

Vale conferir, no link abaixo:

– Coisas que naturalmente surgem numa empresa:

E se foi o mestre Peter Drucker quem disse, não dá para contestar!

Sobre a percepção da importância de um líder:

– O Fair Play Financeiro urgente: o caso da Ponte Preta.

Muita gente comete equívocos ao falar sobre Fair Play Financeiro, imaginando ser “teto de gastos” e dizendo que isso “evitaria permitir que Palmeiras e Flamengo promovessem uma ‘espanholização’ do futebol brasileiro”.

Ledo engano. Fair Play Financeiro é permitir gastar o que se tem. Se não se tem dinheiro, não se permite gastar. Assim, clubes equilibrados financeiramente podem ir muito mais além (como os próprios Palmeiras e Flamengo, mas incluindo Red Bull Bragantino, Bahia e todos os demais que têm contas em dia).

Vide o caso da Ponte Preta de Campinas, cujo elenco promete fazer greve na segunda-feira por falta de pagamentos. A Macaca foi campeã da série C e obteve o acesso à 2ª divisão, devendo salários. Imagine que alguns adversários dela não conseguiram fazer uma boa campanha justamente porque precisavam honrar os seus compromissos e não poderiam contratar jogadores mais caros e melhores tecnicamente. Assim, injustamente, quem foi correto nas finanças não subiu, e quem não se preocupou com isso, sim. 

É justo tudo isso?

Usemos o exemplo do Corinthians na Copa do Brasil: se não tivesse Memphis Depay e outros atletas, preocupado em manter salários em dia, o Timão teria chegado à final da Copa do Brasil?

Precisamos, urgentemente, para a moralização do futebol brasileiro, de Fair Play Financeiro.

– As pedras de Carlos Miguel Aidar estão caindo na cabeça de muita gente no SPFC…

Existe um ditado popular que diz:

“Não jogue pedra para cima, pois ela pode cair na sua própria cabeça”.

Quando Carlos Miguel Aidar era presidente do São Paulo, de maneira arrogante, desdenhou do Palmeiras dizendo que “estava se apequenando” (enquanto comia uma banana), falando da estrutura e das dívidas.

Hoje, o faturamento do Palmeiras é quase bilionário, possui ótima estrutura e as contas estão em dia. Já o SPFC… está na mesma situação do Palmeiras naquele período (senão, pior), com escândalos de seus dirigentes da área social, do futebol profissional e da base.

Em um lugar com a preocupação máxima com o compliace, o presidente do clube Julio Casares já teria renunciado, não?

Mas a grande pergunta que fica é: qual nome são-paulino, que seja competente, que transmita honestidade e que traga credibilidade, poderá estar à frente do Tricolor Paulista hoje?

Os áudios vazados do escândalo do camarote da Shakira, cá entre nós, são vexatórios…

 Foto: Felipe Rau/Agência Estado

– As pedras de Carlos Miguel Aidar estão caindo na cabeça de muita gente no SPFC…

Existe um ditado popular que diz:

“Não jogue pedra para cima, pois ela pode cair na sua própria cabeça”.

Quando Carlos Miguel Aidar era presidente do São Paulo, de maneira arrogante, desdenhou do Palmeiras dizendo que “estava se apequenando” (enquanto comia uma banana), falando da estrutura e das dívidas.

Hoje, o faturamento do Palmeiras é quase bilionário, possui ótima estrutura e as contas estão em dia. Já o SPFC… está na mesma situação do Palmeiras naquele período (senão, pior), com escândalos de seus dirigentes da área social, do futebol profissional e da base.

Em um lugar com a preocupação máxima com o compliace, o presidente do clube Julio Casares já teria renunciado, não?

Mas a grande pergunta que fica é: qual nome são-paulino, que seja competente, que transmita honestidade e que traga credibilidade, poderá estar à frente do Tricolor Paulista hoje?

Os áudios vazados do escândalo do camarote da Shakira, cá entre nós, são vexatórios…

 Foto: Felipe Rau/Agência Estado

– Nuances diversas de Palmeiras e Flamengo:

Minha coluna do Jornal de Jundiaí de hoje: falamos de gestão, “espanholização” do futebol brasileiro e outras situações.

Prestigie!

(Página 2, coluna Opinião).

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– O que está acontecendo com o São Paulo FC?

O SPFC chega às vésperas de terminar o Brasileirão com quase R$ 1 bi em dívidas, 70 lesões de atletas e 6×0 no lombo, para o Fluminense.

Pior: o desprestígio político, já que a tabela do Paulistão 2026 mostra: o Tricolor do Morumbi jogará seguidamente, a partir da estreia, 3 jogos fora de casa, sendo 2 clássicos: (Mirassol , Corinthians e Palmeiras).

“Perderam o medo” do São Paulo Futebol Clube?

– Osmar Stabile e Júlio Casares falaram o quê?

A CBF promoveu um encontro sobre assuntos diversos de futebol (Summit), e, para falar de gestão no futebol, Osmar Stabile e Júlio Casares, respectivamente os presidentes do Corinthians e do São Paulo FC, foram os convidados para a apresentação de suas experiências aos convidados.

Cá entre nós: com campanhas medíocres nas competições e dívidas bilionárias (e não é força de expressão), o que poderiam dizer, ensinar ou pregar?

Esse é o futebol brasileiro

– O que está acontecendo com o São Paulo FC?

O SPFC chega às vésperas de terminar o Brasileirão com quase R$ 1 bi em dívidas, 70 lesões de atletas e 6×0 no lombo, para o Fluminense.

Pior: o desprestígio político, já que a tabela do Paulistão 2026 mostra: o Tricolor do Morumbi jogará seguidamente, a partir da estreia, 3 jogos fora de casa, sendo 2 clássicos: (Mirassol , Corinthians e Palmeiras).

“Perderam o medo” do São Paulo Futebol Clube?

– A entrevista de Crespo… não deveria ser do presidente?

Só hoje ouvi a entrevista de Hernán Crespo, treinador do São Paulo FC, falando sobre a realidade financeira do clube.

Perfeito! Mas quem deveria falar isso, era o presidente Júlio Casares.

Abaixo:

“Não é fácil fazer o que eles (Abel Ferreira e Filipe Luis) estão fazendo. Mas acho que são situações diferentes (com a do São Paulo). Se você for olhar, você pensa que vamos estar lutando lá em cima com Palmeiras e Flamengo? Não… Eles têm anos e anos de investimento. Então é impossível cortar o caminho. Tem que ter calma, brigar por aquilo que a gente pode brigar. Isso está longe da história do São Paulo? Sim, sim.

“Quando falei, quatro anos atrás, ganhar só o Paulistão é algo muito pequeno para o São Paulo. Sabem quantas vezes o São Paulo ganhou o Paulistão nos últimos vinte anos? Sabem quantas? Uma. É a realidade. Pés no chão, entender a situação. É assim. Vamos lutar? Sim, mas estamos falando, neste momento, de Palmeiras e Flamengo em outra dimensão na América do Sul. Não podemos, neste momento, nos comparar todo dia. Na história? Sim, ufa! Mas a realidade, hoje, é outra. É ter calma, humildade e trabalhar para diminuir esse ‘gap’ o mais rápido possível”.

– Qual o futuro do Paulista FC?

Falamos sobre os últimos acontecimentos desta semana (leilão, reunião, SAF, Fausto e FGTS).

Acesse o vídeo em: https://youtu.be/e6kS5sW_UHk?si=6DLRsHd-G3Om6P_l

– Clubes Associativos ou Times Empresas?

A nova “cara” do futebol de base: os tradicionais clubes associativos perdem espaço para as agremiações profissionais.

Veja as Quartas de Final do Paulistão Sub 17: surgem o Grêmio de Presidente Prudente, Ibrachina da Capital, Sfera de Salto e Red Bull Bragantino. Palmeiras, Guarani, Juventus e SPFC são os demais times “ainda clubes”. Santos e Corinthians não estão entre os 8…

Aqui, fica a minha ressalva: o problema não é ser clube, associação, SAF ou empresa LTDA. É ter competência administrativa, independente do modelo de gestão.

Aliás, também no Sub 15 vemos clubes empresa fazendo um bom trabalho:

Graphic titled PAULISTA SUB-15 Quartas de final displays eight team logos in triangular shapes arranged in two rows of four: top row Palmeiras green emblem, Corinthians black and white shield, Juventus red and black stripes, São Paulo red white black tricolor; bottom row Red Bull Bragantino red bull icon, Ferroviária green and white, Santos black and white stripes, Sfera blue and white emblem; includes 1902 watermark at bottom.

– Contrata-se treinador pelo afeto?

Jorge Sampaoli é o novo treinador do Atlético Mineiro. Em suas últimas campanhas (ao contrário dos anos em que estava no auge), fez trabalhos ruins e sempre arranjando confusão. O que leva o Galo de Minas Gerais contratá-lo? Seria… saudosismo?

O futebol brasileiro não é coerente na contratação de treinadores. Não há filosofia definida, o que faz, por exemplo, o Santos FC ter técnicos arrojados e outros conservadores no mesmo ano. De Diniz a Carille em pouco tempo. Ou o Fluminense, ao trocar (olhe ele de novo) Diniz por Mano Menezes.

Voltando ao Atlético: Cuca, vitorioso no clube, voltou mesmo não estando em boa fase. Agora, o mesmo acontece com Sampaoli. E pior: contrato até final de 2027! Qual o valor da multa? Afinal, em algum momento até essa data, ela terá que ser paga. Mas a pergunta é: o que credencia o treinador argentino hoje? Seu gênio difícil de se lidar nos corredores, certamente não é.

Pense: até o Fortaleza, que tem sido elogiado, sofre para acertar. Teve 4 anos com Vojvoda e 10 jogos com o improvável Renato Paiva

A culpa de tudo isso deve ser a estrutura do clube. Não ter um diretor de futebol afiado com a história ou tendência da agremiação, que defina uma linha de trabalho perene, é a causa. Não precisa ser como a La Masia do Barcelona, mas algo que defina norte. E, sabemos, poucos têm.

Será que só eu creio que Sampaoli vai arranjar uma confusão e não chegará até dezembro de 2027?

IN ENGLISH –

Jorge Sampaoli is the new head coach of Atlético Mineiro. In his last campaigns (unlike the years he was at his peak), he’s had poor results and has always caused trouble. What led the “Galo” of Minas Gerais to hire him? Could it be… nostalgia?

Brazilian football isn’t consistent in hiring coaches. There’s no defined philosophy, which is why, for example, Santos FC has daring coaches and then conservative ones in the same year. From Diniz to Carille in a short time. Or Fluminense, when they switched (look, him again) Diniz for Mano Menezes.

Returning to Atlético: Cuca, a winner at the club, came back even when he wasn’t in a good phase. Now, the same thing is happening with Sampaoli. And what’s worse: a contract until the end of 2027! What’s the buyout clause? After all, at some point before that date, it will have to be paid. But the question is: what qualifies the Argentine coach today? His difficult-to-deal-with personality behind the scenes certainly isn’t it.

Think about it: even Fortaleza, which has been praised, struggles to get it right. They had 4 years with Vojvoda and 10 games with the unlikely Renato Paiva.

The blame for all of this must be the club’s structure. Not having a director of football who is in tune with the club’s history or tendencies, who defines a perennial work plan, is the cause. It doesn’t have to be like Barcelona’s La Masia, but something that provides a sense of direction. And, we know, few have that.

Am I the only one who believes that Sampaoli will cause trouble and won’t make it to December 2027?

– Contrata-se treinador pelo afeto?

Jorge Sampaoli é o novo treinador do Atlético Mineiro. Em suas últimas campanhas (ao contrário dos anos em que estava no auge), fez trabalhos ruins e sempre arranjando confusão. O que leva o Galo de Minas Gerais contratá-lo? Seria… saudosismo?

O futebol brasileiro não é coerente na contratação de treinadores. Não há filosofia definida, o que faz, por exemplo, o Santos FC ter técnicos arrojados e outros conservadores no mesmo ano. De Diniz a Carille em pouco tempo. Ou o Fluminense, ao trocar (olhe ele de novo) Diniz por Mano Menezes.

Voltando ao Atlético: Cuca, vitorioso no clube, voltou mesmo não estando em boa fase. Agora, o mesmo acontece com Sampaoli. E pior: contrato até final de 2027! Qual o valor da multa? Afinal, em algum momento até essa data, ela terá que ser paga. Mas a pergunta é: o que credencia o treinador argentino hoje? Seu gênio difícil de se lidar nos corredores, certamente não é.

Pense: até o Fortaleza, que tem sido elogiado, sofre para acertar. Teve 4 anos com Vojvoda e 10 jogos com o improvável Renato Paiva

A culpa de tudo isso deve ser a estrutura do clube. Não ter um diretor de futebol afiado com a história ou tendência da agremiação, que defina uma linha de trabalho perene, é a causa. Não precisa ser como a La Masia do Barcelona, mas algo que defina norte. E, sabemos, poucos têm.

Será que só eu creio que Sampaoli vai arranjar uma confusão e não chegará até dezembro de 2027?

IN ENGLISH –

Jorge Sampaoli is the new head coach of Atlético Mineiro. In his last campaigns (unlike the years he was at his peak), he’s had poor results and has always caused trouble. What led the “Galo” of Minas Gerais to hire him? Could it be… nostalgia?

Brazilian football isn’t consistent in hiring coaches. There’s no defined philosophy, which is why, for example, Santos FC has daring coaches and then conservative ones in the same year. From Diniz to Carille in a short time. Or Fluminense, when they switched (look, him again) Diniz for Mano Menezes.

Returning to Atlético: Cuca, a winner at the club, came back even when he wasn’t in a good phase. Now, the same thing is happening with Sampaoli. And what’s worse: a contract until the end of 2027! What’s the buyout clause? After all, at some point before that date, it will have to be paid. But the question is: what qualifies the Argentine coach today? His difficult-to-deal-with personality behind the scenes certainly isn’t it.

Think about it: even Fortaleza, which has been praised, struggles to get it right. They had 4 years with Vojvoda and 10 games with the unlikely Renato Paiva.

The blame for all of this must be the club’s structure. Not having a director of football who is in tune with the club’s history or tendencies, who defines a perennial work plan, is the cause. It doesn’t have to be like Barcelona’s La Masia, but something that provides a sense of direction. And, we know, few have that.

Am I the only one who believes that Sampaoli will cause trouble and won’t make it to December 2027?

– Uma verdade sobre Ética!

Olhe só: a transparência nas relações profissionais é fundamental para o desenvolvimento correto do trabalho.

Veja essa lição de gestão:

– As 6 regras de reuniões, segundo Jeff Bezos:

Boas dicas para que as reuniões não sejam improdutivas e enfadonhas.

Olhe aí como funciona na Amazon de Jeff Bezos:

– Pesadelo na Cozinha (Burguer One): aula de “desadministração”.

As funções clássicas do Administrador de Empresas são: Planejar, Organizar, Liderar e Controlar!

Ao assistir esse episódio de “Pesadelo na Cozinha”, veremos: elas… não existem!

Boa opção aos professores em sala de aula: discutir as funções com esse vídeo.

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=qnoQKSimMzY

 

– Na hierarquia organizacional:

Na prática, como se diferenciam os níveis hierárquicos em uma empresa?

Bem didático, na imagem: