– O circo chegou!

O circo Stankowick chegou em Bragança Paulista. E para agradar as minhas meninas, entrei na brincadeira e me maquiei de palhaço. Que legal!

E como a gente faz tudo em família, há o palhaço e a palhacinha!

Por fim, valeu o espetáculo. Duas horas que passaram muito rápido…

Viva o circo!

– Feliz Dia das Crianças!

Minhas pequenas estão bem maiores do que no dia dessa foto, mas para os pais, sempre serão indefesas crianças…

– Eu lhes amo, Marina e Maria Estela!

Que Deus abençoe a todas as crianças do Brasil e do mundo neste dia.

– Sobre Felicidade e Fatores que a Fomentam!

Leio na Revista Saúde (reportagem de Théo Ruorecht intitulada: “Mas o que é Mesmo Felicidade?”), uma pesquisa de 1938 refeita recentemente. Na Inglaterra, em Bolton, a Universidade local pediu para que os moradores fizessem uma lista sobre os fatores mais importantes para a felicidade. Naquela oportunidade, foram:

1- Estabilidade Financeira

2- Conhecimento

3- Religião

4- Bom Humor

5- Igualdade Social

6- Beleza

7- Resolução de Problemas

8- Entretenimento

9- Boa Liderança

10- Participação Política

E não é que há 2 anos, pela mesma universidade na mesma cidade, houve significativa importância na mudança dos pilares que sustentam o conceito de “ser feliz”?

Foram classificados:

1- Bom Humor

2- Estabilidade Financeira

3- Entretenimento

4- Conhecimento

5- Igualdade Social

6- Beleza

7- Resolução de Problemas

8- Boa Liderança

9- Participação Política

10 – Religião

E no seu universo particular? Em qual ordem os 10 parâmetros são importantes para a SUA felicidade? Em ordem alfabética:

  • Beleza
  • Boa Liderança
  • Bom Humor
  • Conhecimento
  • Estabilidade Financeira
  • Entretenimento
  • Igualdade Social
  • Participação Política
  • Religião
  • Resolução de Problemas

Se quiser, vote no mais importante à você na enquete abaixo:

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– Vida que é para ser vivida.

Recordar é viver!

Uma foto da minha Marininha (que hoje é uma moça ainda mais linda do que esse clique igualmente doce da sua infância) em um passeio no Thermas de Laranjais (anos atrás).

Ô passeio bom… que outros surjam!

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– Família!

Hoje tivemos um dia feliz com o Vovô Lili e a Vovó Lalá!

Como nossas crianças não se sentirão felizes com esses dois corujas?

Avós são “pais com açúcar”!

– Cadê meu chocolate?

Meu pai não quer me dar um chocolatinho, por isso fiz biquinho” (disse ela).

– Posso com esse carinha?

Voltei atrás e dei um Laka, o preferido dela!

❤️ #PaiDeMeninas

– Crianças e Bichos..

Cachorros e crianças. Quer relação mais pura e sincera do que essa?

A amizade é incondicional por parte de ambos…

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– Bom soninho…

Minha pequena Branca de Neve…

Como posso não ser feliz com esse sorriso no dia-a-dia?

Brincou tanto com o papai que desmaiou na cama kkkk

Obrigado, Vida!

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– Arte!

Ô coisa linda da vida… arte abstrata, segundo minha Tetéia. Ela me pediu para fazer um quadro com o desenho.

Lógico, farei. Como dizer não?

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– Amor, I love (parte 2).

De um clique bem original, várias outras poses da minha princesa…

A primeira:

As demais:

Te amo em qualquer pose, filhota!

❤️ #PaiDeMeninas #Amor #Carinho

– Amor, I love (parte 1).

Ter uma esposa maravilhosa e uma adorável e incrível filha, não tem preço. Aliás, são duas princesas em casa, além da rainha.

Essa foto é de um passeio de anos atrás, mas sempre me toca demais…

Obrigado, Deus!

– Alegremo-nos.

Para que o dia seja bom, precisamos pensar positivamente. Lembrar dos bons momentos, sonhar com coisas boas, ou, simplesmente, trazer à tona um instante de paz.

Com essa imagem dos raios de sol iluminando a flor junto à minha caçulinha (uma foto de 3 anos), fica a dica: animemo-nos!

 

– Relax.

Sábado chuvoso?

Não há melhor coisa do que um filme na TV e uma… mamadeira!

Ô preguiça boa… e com a minha pequena ao lado, a vontade de sair de casa é zero.

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🍼😍 👨‍👩‍👧‍👧 #PaiDeMeninas #Carinho #Saturday #Vida #Família #Baby #Criança #Relax

– Monte as peças.

Terminamos de montar os Quebra-Cabeças dos unicórnios! Que brincadeira divertida e barata…

Desenvolve a inteligência e distrai.

😍 #PaiDeMeninas

– Ânimo redobrado!

Ir trabalhar e ganhar um sorriso tão gostoso como esse, não tem preço. É a certeza de que a jornada será boa!

Como eu amo essa menininha…

😍 #PaiDeMeninas #Amor #Carinho #Família #Smile #Sorriso #Felicidade

– A Bandeira da Felicidade dentro das Organizações

Chefes que pensam no bem estar da equipe e na alegria de cada um de seus funcionários? Isso é possível?

Para o autor de “Felicidade dá Lucro“, sim!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/09/respeitar-uma-pessoa-no-trabalho-nao-e-so-falar-baixo-com-ela.html

RESPEITAR UMA PESSOA NO TRABALHO NÃO É SÓ FALAR BAIXO COM ELA.

Marcio Fernandes, CEO da Elektro, ficou conhecido por sua filosofia de gestão ancorada na felicidade. Para ele, as empresas têm de criar uma relação de afetividade com os trabalhadores — e isso não tem a ver com ser permissivo

Imagine o seguinte cenário. Uma empresa concorrente faz uma proposta para contratá-lo. Animado, você ensaia deixar o cargo atual e partir para a nova casa. Já está tudo certo para você sair. Só que o seu empregador faz uma contraproposta. E… Fica difícil negar. Se você não passou por tal situação, certamente tem um colega que sim. Mas para Marcio Fernandes, CEO da distribuidora de energia Elektro, a estratégia dessas empresas não faz o menor sentido. “É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência das pessoas”, afirma. Marcio ficou conhecido por levantar, com firmeza, a bandeira da felicidade dentro das corporações. Ele é autor do livro “Felicidade dá Lucro” (Companhia das Letras), lançado no ano passado, e suas ideias vão contra os modelos mais tradicionais de gestão.

O executivo, que assumiu a presidência da Elektro aos 36 anos, defende que, com abertura para diálogo e “convergência de propósitos”, é possível ir muito mais longe. Trata-se de uma forte relação de confiança e respeito com os trabalhadores. “A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada — isso é não cometer assédio moral.” E se engana quem pensa que a filosofia tem a ver com ser mais permissivo. Nada disso. A “régua é alta” para os funcionários. Ou melhor, “colaboradores”. No meio da entrevista, Marcio Fernandes pede para fazer um adendo: “Não falo de funcionário, falo de colaborador. Máquinas funcionam, pessoas podem optar por colaborar. É bem sensível, mas faz diferença”.

No começo de novembro, ele falará sobre como fazer da felicidade uma vantagem competitiva na HSM Expo 2016, em São Paulo. Nesta entrevista, o executivo aborda a relação que gestores devem construir com sua equipe, o lado positivo de trabalhar sobre pressão e como não deixar que a crise espalhe pessimismo dentro da empresa.

Até que ponto um gestor deve se preocupar com a felicidade de sua equipe no que diz respeito a questões que vão além do trabalho?
Ele tem de se preocupar 100%. Mas não é o “dono” do que acontece na vida das pessoas. Ele tem de ter limites de respeito — não pode invadir a individualidade de maneira alguma —, mas tem de se interessar. É importante saber se a pessoa está bem em casa, se está endividada, se está doente ou se há alguém doente na família. É o interesse genuíno. Isso porque é muito difícil chegar para alguém e dizer: “Minha visão dos seus valores está ali naquela parede, somente siga”. O cara vai odiar, nem sabe se concorda. O que fazemos é, antes de dizer o que queremos dele, perguntar o que ele quer. Se conseguimos ter esse nível de discernimento e sensibilidade, teremos uma equipe de altíssima performance porque saberemos respeitar os momentos de cada pessoa.

Se a pessoa está com algum problema, qual é o próximo passo? Como o gestor poderia interferir?
Aqui [na Elektro], oferecemos ajuda. Tem ações institucionais, como o sistema “Mais Apoio”. As pessoas podem acioná-lo a qualquer hora do dia, com total confidencialidade e anonimato, para falar de qualquer problema. Se está endividada, ela tem auxílio de um consultor financeiro para reestruturar as contas e renegociar dívidas. Ou, se preferir, pode ir direto para o gestor. Uma colaboradora está com a filha na UTI desde que nasceu. A licença maternidade já acabou, ela voltou para o trabalho, mas a menina continua no hospital porque nasceu muito prematura. Então, conversamos e construímos uma escala de trabalho que viabilize que a mãe priorize a filha. Isso gera um processo de engajamento e credibilidade que transcende a relação de trabalho. É uma relação de confiança.

O ideal, então, é que os gestores conversem frequentemente?
Dimensionamos as equipes para que o líder tenha condições reais de, durante o período de um mês, falar com todas as pessoas individualmente, com qualidade, pelo menos três vezes. Isso vai gerando um alinhamento, uma combinação melhor das expectativas. Saímos do efetivo — regras, metas — e ampliamos para o que é afetivo também.

E assim o trabalhador sente-se mais motivado?
É uma construção. A primeira coisa é abrir diversos canais para que as pessoas possam ser ouvidas. Investimos muito na preparação da nossa liderança para que ela soubesse abrir espaço para o diálogo. Historicamente, no mundo normal, o chefe é o cara que manda. Colocamos aqui uma quebra de paradigmas. Nem chamamos nossos líderes de chefes, mas de facilitadores. E também medimos o líder, em indicadores de performance, pelo desenvolvimento de pessoas. A gente não faz avaliação de desempenho, mas um diário de competências, ressaltando o que está indo bem e apontando o que precisa de melhorias — e contribui para esse processo. À medida que tudo isso se desenrola, as pessoas vão se sentindo mais à vontade para opinar, para participar, para mudar de área.

Ouço o sr. falando muito sobre respeito. Imagino que vá muito além de simplesmente não levantar a voz com o subordinado. 
A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada. Isso é não cometer assédio moral. Respeito vai muito além. Respeitamos as pessoas, por exemplo, quando não fazemos julgamento em relação às escolhas que ela faz — sejam opções pessoais ou de carreira. Não fazemos um trabalho para que a pessoa fique onde a gente quer que ela fique. A gente trabalha para que elas fiquem onde elas sonharam ficar. Ela não precisa mentir para fazer uma média com o chefe. Aqui ninguém faz média. Todo mundo sabe que os facilitadores são medidos pelo desenvolvimento de pessoas. Se a pessoa for sincera com ele e sincera consigo mesma, ela vai buscar o que sonha. E nós vamos respeitar. O normal é o vertical: o cara entra em uma posição de advogado júnior, vai para advogado pleno, depois advogado sênior, depois gerente do jurídico. Aqui a gente deixa aberto para ele dizer, em uma conversa franca, o que quer. Ele pode dizer que o sonho dele é trabalhar no RH. Aí, fazemos uma análise do que ele tem e do que ainda falta para ele conseguir a vaga que busca, ele vai investir nele mesmo e vamos ter um programa de educadores. Quando fazemos isso, conseguimos uma grande convergência de propósitos. Todo mundo ganha.

Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média”

No momento econômico turbulento pelo qual passa o país — quando todos são mais cobrados —, como não deixar que o pessimismo se espalhe dentro da empresa?
Essa é uma dúvida recorrente. A crise, muitas vezes, degenera a vontade das pessoas de lutar. Parece que a guerra está perdida — elas acabam aceitando muito passivamente. Chegam a usar esse momento difícil como justificativa para insucessos individuais. Também muitas empresas falam da crise como a grande culpada de tudo. O que temos feito para nos blindar e impedir que as pessoas se influenciem é, basicamente, duas coisas. Primeira: criar movimento. Significa fazer com que a vida da pessoa passe a ter ritmo, que não seja só guiada. Tem que ser uma vida de protagonismo, de autonomia. A segunda parte: dar abertura total a propostas. Ao mesmo tempo em que vivemos uma crise, estamos batendo recordes de eficiência gerados pelo protagonismo dessas pessoas. A gente tem, sim, dificuldades. Afinal, a crise nos afeta, já que o consumo de energia diminui. Mas por outro lado, a gente chega a quase 30% de eficiência em custos, sem fazer nada absurdo. Pelo contrário, a gente fala de eficiência e não de corte. As pessoas é que estão sendo as protagonistas disso. A gente promove uma verdadeira revolução no currículo das pessoas que querem fazer coisas diferentes. A abertura para propostas faz com que as pessoas queiram participar. E as pessoas que participam têm mais reconhecimento. Elas entram em um ambiente de movimento contínuo. Todo esse movimento faz com que não se sintam vulneráveis à crise.

Então mais pressão não precisa significar menos chances de ser feliz?
Costumo dizer que a pressão é só mais um ingrediente. Eu, por exemplo, gosto de ambientes com um pouco mais de pressão. A gente precisa de algum gatilho. Em momentos de pressão, as pessoas tendem a se movimentar com mais ênfase. E o que seria um motivo para pessoa ficar triste e frustrada, torna-se o contrário. Porque ela teve uma disciplina maior para buscar aquilo que sonhou e, óbvio, terá mais êxito.

Muitas pessoas criticam a ideia de que você tem de buscar felicidade o tempo todo. Você discorda delas?
Não. Acho que é impossível buscar o tempo inteiro a felicidade. Realmente existem momentos que não são considerados felizes. É só que, na minha opinião, precisa ter sempre uma conexão muito clara com propósitos. Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que você fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média de pessoas.

Sua filosofia tem a ver com acabar com a ideia de que existe uma vida no trabalho e outra fora. Quando essas duas se convergem?
Elas estão sempre misturadas. O problema é quando tentamos separar. Na minha visão, quando você fala “na minha vida pessoal, eu não sou assim” ou “no meu trabalho tenho que assumir uma postura diferente da minha vida pessoal”. Isso gera um peso. É uma máscara difícil de carregar e manter. Sou um grande adepto da ideia de que temos uma única vida. E ela não é divida em duas partes. Eu sou o que eu sou no trabalho. E eu sou o que eu sou na vida pessoal. As duas coisas são a mesma. O que é importante deixar bem claro é que há quatro momentos que a gente precisa garantir. O tempo para trabalhar, o para família, o para dormir e o para você mesmo. Não significa sejam excludentes.

Quais são os piores exemplos que já observou em empresas?
Tem inúmeros exemplos. A perda de produtividade está na falta de coerência, por exemplo: “faça o que eu falo, não faça o que eu faço”. Isso é muito frequente, infelizmente, nessas empresas com gestão tradicional, fadada à morte. Essa coisa da retenção também. É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência da pessoa. É péssimo. A gente nunca passa da média. Quem quiser ficar aqui tem de ser por uma opção de vida. E ainda há empresas que fazem debate sobre políticas de retenção. Acho isso tão imbecil.

O que tem de ser feito no lugar?
Para mim, um processo de encantamento, para que a pessoa decida trabalhar com você.

Como um gestor pode ajudar o colaborador a encontrar seu propósito?
Você não cria um propósito no trabalho para a pessoa. Você pega o propósito que a pessoa tem para a vida dela e converge para os seus propósitos de trabalho.

Atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa”

Como assim?
Digamos que a empresa tem o propósito de ser a maior do Brasil, com a maior rentabilidade, com o melhor serviço ao cliente. Esse é o propósito de uma empresa.  Aí você pega a pessoa e vê qual é o propósito de vida dela. E você tem de conversar com pessoa por pessoa para saber. Você vai mapear isso, registrar e fazer com que os propósitos de empresa e das pessoas seja convergente. Eu já tive uma discussão com o diretor de uma empresa do setor financeiro. Ele disse que criava propósito para as pessoas: atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa. A pessoa pode olhar e questionar: “essa empresa só quer isso de mim?”. Isso é o que ela vai fazer porque você está pagando. O que é preciso saber é o que a pessoa quer para a vida dela. Ela vai ver que existe interesse genuíno. Não dá para você ficar mandando, obrigando, fiscalizando as pessoas o tempo inteiro. O controle custa caro demais, então a gente precisa criar convergência de propósito.

Depois de virar referência em felicidade, a procura por cargos na Elektro aumentou?
Nossa, muito. Tivemos um aumento muito legal. A gente fazia programa de seleção de estagiários e, para completar o número de vagas, dava um trabalhão. Afinal, o setor de energia elétrica não é muito sexy. Então a gente sofria. Agora, vou dar o exemplo do último programa que a gente fez. Foi no meio do ano, período não muito comum para procurar estagiários. Tivemos também 20 vagas — só que 60 mil inscrições. Foi de cair da cadeira. No final, acabamos ampliando o programa e chamando 40.

Ser um líder de que todos gostam pode afetar a maneira como o gestor faz suas decisões?
A gente não é uma ONG. Todas as lideranças aqui são, sim, admiradas. Mas o que as faz ser assim não é serem paternalistas ou simplesmente passivas. É fazer tudo com ética, justiça, coerência. Ser admirado como gestor é resultado de uma gestão transparente, aberta, participativa. Não é que você pode fazer coisas erradas. “Ah, não vão me mandar embora.” Pelo contrário, temos uma régua muito mais alta agora que nos tornamos exemplo.

– Amor…

Minha princesa mais velha, um pouquinho mais nova…

Como eu amo essa maluca…

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#PaiDeMenina

– Dieta da Alegria.

Eu li esse lembrete numa “fila de espera” no médico, e achei muito bacana! Veja que espirituosa mensagem e reflita: será que conseguimos cumprir esses dizeres?

Sei que é difícil, mas… seria tão bom se fosse possível!

Leia:

– Smile! 🥰

O sorriso da minha Estelinha logo de manhã é meu combustível!

Como pode ser tão bem humorada e feliz? Graças a Deus…

🥰 #PaiDeMeninas #família #carinho #smile #sorriso

– #tbt 1: Dia de colocar os afazeres do lar em ordem!

Há 3 anos…

Ufa, parece que enfim colocaremos as pendências da casa em ordem. Pudera, com a ajudante que arranjei…

CUIDANDO DO JARDIM E ABRAÇANDO SÃO FRANCISCO:

DESENTUPINDO A MANGUEIRA COM A BONEQUINHA:

Isso vale a vida toda!…

– Meu combustível diário.

Um sorriso que me encanta. Meu combustível diário…

Te amo, filhotinha!

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❤️ #PaiDeMeninas

– Sorria!

E minha pequena já tira selfie 🤳 muito bem…

Ela vai crescendo e eu envelhecendo 🙃.

Vale a pena cuidar das crianças, pois o carinho delas não tem preço!

🥰 #PAIdeMENINAS #amor #família #sweet #smile #sorriso

– Dedinho dodói.

Uma pequenina machucou seu dedinho, esfolando e sangrando bastante. Levou dois pontos e chorou, chorou e chorou… tadinha!

Mas ainda assim consegue achar graça e brincar com seu curativo. Olhe aí os sorrisos tão bonitos (dela e do dedo):

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– #tbt 3: Vida caipira, distraindo da pandemia.

Há 1 ano…

Seis meses preso em casa e meu pai “pirou”. Resolveu conversar com o burrinho! E não é que eles se entenderam bem…?

Aliás, hoje também mais gente se divertiu no meio do mato: coelhos e patinhos brincando soltos, juntos com Miguel e Estela (crianças e animais: a combinação perfeita).

Vida que vale a pena ser vivida, amigos!

– Colírio da Vida.

Meu sorriso encantador!

Com ele, tudo se torna mais doce.

– Bodas de Água Marinha: 19 anos com minha esposa querida…

A Andréia, minha esposa e companheira querida, merece troféus e aplausos: afinal, hoje ela me aguenta por exatos 19 anos de casamento

Te amo – todos os dias e para sempre!

– Brincadeira de criança.

A mãozinha maluca resolveu conversar com a Tetéia! Muito legal…

Para sorrir, em: https://youtube.com/shorts/xmgtz62TRts?feature=share

– Que nossos filhos nos escutem.

Se você é pai ou mãe, sabe que a maior parte das nossas ações é voltada para eles.

Uma imagem emblemática:

– Bye, bye.

Um #tbt de boa noite. Até amanhã!

– #tbt 1: Feliz!

Há 1 ano…

Tem como não ficar contente? Um clique só para registar sorrisos verdadeiros:

#família #carinho #ternura

– Uma lembrança bem bacana…

Que recordação fantástica me apareceu na linha do tempo… Passear com a família é bom demais!

Não tinha pandemia ou qualquer restrição sanitária. Livres, leves e soltos! Que esses bons dias voltem (para o nosso bem e de toda a humanidade).

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– Presente de Filha para Pai.

Eu amo minhas filhas! E cada atitude delas sempre vêm acompanhadas de alguma coisa importante para mim.

Apareceu na minha linha do tempo, e não tem como eu não me emocionar:um desenho tão carinhoso da minha Marina de… 2014!

Tem como não “se balançar”?

  • Eu te amo, minha filha querida!

– Caminhando juntos!

🇧🇷 Quer coisa mais doce do que primos passeando juntos num parque? Por onde vão? Não sei. Mas sempre irão juntos…

🇺🇸 Want anything sweeter than cousins ​​walking together in a park? Where are you going? I do not know. But they will always go together…

📸 FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Amor e Pureza.

Que jeito mais gostoso de começar o domingo: com esses sorrisos puros e doces das crianças!

Vale a pena curtir meu sobrinho e minha filhota. Vê-los é motivo de luz e alegria.

– Chapeuzinho Vermelho, numa versão… diferente!

Tem coisa mais gostosa na vida do que deixar a criatividade livre, leve e solta com as crianças?

Aqui em casa, com minha caçula, a gente se diverte com algumas histórias malucas, como o “Teatro de Fantoches da Chapeuzinho Vermelho”, mas na nossa versão.

Em: https://youtu.be/622Ot7aCw8Y