– Fomos ao Circo!

Muito legal! Fomos no Circo Encantado, e tiramos uma foto com a Gi Robatini, a artista circense que é um sucesso na Internet. A Rainha do Bambolê!

O circo sempre será um espetáculo que agradará crianças e adultos

🎪 #diversão #alegria #fun #arte #circo

– A alegria da paternidade.

Ah, nossas crianças…

É bom demais ser pai. Segundos de bagunça, em: https://youtu.be/FZt_a9PJnjo

– E a Primavera começa hoje, às 22h04!

A Estação das Flores chegou!

Para aproveitar melhor a Primavera, siga o conselho da Teteinhahttps://youtu.be/WH6sWLynKRc

– #tbt 2: Felicidade…

Há 7 anos…

Sorrisos e amoras! Tem como não ser feliz?

Minha linda Marina e sua doçura…

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– Sapequice.

Uma menina-moleca, levada da breca, que trepa nas árvores e se suja todinha!

A infância verdadeira, longe das telas, é essa aqui…

❤️ #PaiDeMeninas #Carinho #Amor #Fun #Kids #Educação

– Hora de curtir a patota.

Mamadeira, criança, gato, bagunça… cabe tudo no coração de um pai…

Expediente terminado, é hora de curtir a pequena!

🍼❤️ 🐈 👧🏼 #PaiDeFamília #Amor #Cat #Milk

– Rememorando…

Recordar é viver

Minha pequenininha (hoje maiorzinha) penteando minha vasta cabeleira…

Como é ótimo ser pai!

❤️ #paternidade #felicidade

– Hora do soninho…

Hora de fazer uma pequena bagunceira dormir. Afinal, amanhã ela acorda cedinho.

Quem está com a cara “de mais sono”?

❤️ #PaiDeMenina #descanso #família #sono #smile #sorriso #kids

– Como buscar a felicidade?

Roberto Shinyashiki, em entrevista (perdoem-me por não achar a correta citação, mas vale a mensagem) foi questionado:

“Qual o jeito certo para se fazer as coisas em busca da felicidade?”

Respondeu ele:

“Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.”

E aí: concorda com ele ou não?

Análise da redação para a proposta sobre felicidade | Guia do Estudante

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Beijinho doce.

Antes do último turno de trabalho, um beijinho doce da filhotinha para tudo dar certo.

Sair de casa sem ela dá um aperto

❤️ #PaiDeMeninas #amor #kiss #love #daughter #filha

– Paternidade…

🇺🇸 My daughter Estela is my reason for living! With your sweet smile, fatherhood is my meaning

🇧🇷 Minha filha Estela é a razão do meu viver! Com seu doce sorriso, a paternidade é o meu sentido.

❤️ #PaiDeFamília #Amor #Carinho

– Pula-pula, cavalinho!

Como é bom ser criança! Viva o “pula-pula” cavalinho!”.

No meu tempo não tinha nada disso… ainda bem que os pequenos de hoje têm essa oportunidade.

Em: https://youtube.com/shorts/y_9aPNTlSkY?feature=share

 

– O que é Respeitar o Funcionário dentro da Empresa?

Chefes que pensam no bem estar da equipe e na alegria de cada um de seus funcionários? Isso é possível?

Para o autor de “Felicidade dá Lucro“, sim!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/09/respeitar-uma-pessoa-no-trabalho-nao-e-so-falar-baixo-com-ela.html

RESPEITAR UMA PESSOA NO TRABALHO NÃO É SÓ FALAR BAIXO COM ELA.

Marcio Fernandes, CEO da Elektro, ficou conhecido por sua filosofia de gestão ancorada na felicidade. Para ele, as empresas têm de criar uma relação de afetividade com os trabalhadores — e isso não tem a ver com ser permissivo

Imagine o seguinte cenário. Uma empresa concorrente faz uma proposta para contratá-lo. Animado, você ensaia deixar o cargo atual e partir para a nova casa. Já está tudo certo para você sair. Só que o seu empregador faz uma contraproposta. E… Fica difícil negar. Se você não passou por tal situação, certamente tem um colega que sim. Mas para Marcio Fernandes, CEO da distribuidora de energia Elektro, a estratégia dessas empresas não faz o menor sentido. “É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência das pessoas”, afirma. Marcio ficou conhecido por levantar, com firmeza, a bandeira da felicidade dentro das corporações. Ele é autor do livro “Felicidade dá Lucro” (Companhia das Letras), lançado no ano passado, e suas ideias vão contra os modelos mais tradicionais de gestão.

O executivo, que assumiu a presidência da Elektro aos 36 anos, defende que, com abertura para diálogo e “convergência de propósitos”, é possível ir muito mais longe. Trata-se de uma forte relação de confiança e respeito com os trabalhadores. “A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada — isso é não cometer assédio moral.” E se engana quem pensa que a filosofia tem a ver com ser mais permissivo. Nada disso. A “régua é alta” para os funcionários. Ou melhor, “colaboradores”. No meio da entrevista, Marcio Fernandes pede para fazer um adendo: “Não falo de funcionário, falo de colaborador. Máquinas funcionam, pessoas podem optar por colaborar. É bem sensível, mas faz diferença”.

No começo de novembro, ele falará sobre como fazer da felicidade uma vantagem competitiva na HSM Expo 2016, em São Paulo. Nesta entrevista, o executivo aborda a relação que gestores devem construir com sua equipe, o lado positivo de trabalhar sobre pressão e como não deixar que a crise espalhe pessimismo dentro da empresa.

Até que ponto um gestor deve se preocupar com a felicidade de sua equipe no que diz respeito a questões que vão além do trabalho?
Ele tem de se preocupar 100%. Mas não é o “dono” do que acontece na vida das pessoas. Ele tem de ter limites de respeito — não pode invadir a individualidade de maneira alguma —, mas tem de se interessar. É importante saber se a pessoa está bem em casa, se está endividada, se está doente ou se há alguém doente na família. É o interesse genuíno. Isso porque é muito difícil chegar para alguém e dizer: “Minha visão dos seus valores está ali naquela parede, somente siga”. O cara vai odiar, nem sabe se concorda. O que fazemos é, antes de dizer o que queremos dele, perguntar o que ele quer. Se conseguimos ter esse nível de discernimento e sensibilidade, teremos uma equipe de altíssima performance porque saberemos respeitar os momentos de cada pessoa.

Se a pessoa está com algum problema, qual é o próximo passo? Como o gestor poderia interferir?
Aqui [na Elektro], oferecemos ajuda. Tem ações institucionais, como o sistema “Mais Apoio”. As pessoas podem acioná-lo a qualquer hora do dia, com total confidencialidade e anonimato, para falar de qualquer problema. Se está endividada, ela tem auxílio de um consultor financeiro para reestruturar as contas e renegociar dívidas. Ou, se preferir, pode ir direto para o gestor. Uma colaboradora está com a filha na UTI desde que nasceu. A licença maternidade já acabou, ela voltou para o trabalho, mas a menina continua no hospital porque nasceu muito prematura. Então, conversamos e construímos uma escala de trabalho que viabilize que a mãe priorize a filha. Isso gera um processo de engajamento e credibilidade que transcende a relação de trabalho. É uma relação de confiança.

O ideal, então, é que os gestores conversem frequentemente?
Dimensionamos as equipes para que o líder tenha condições reais de, durante o período de um mês, falar com todas as pessoas individualmente, com qualidade, pelo menos três vezes. Isso vai gerando um alinhamento, uma combinação melhor das expectativas. Saímos do efetivo — regras, metas — e ampliamos para o que é afetivo também.

E assim o trabalhador sente-se mais motivado?
É uma construção. A primeira coisa é abrir diversos canais para que as pessoas possam ser ouvidas. Investimos muito na preparação da nossa liderança para que ela soubesse abrir espaço para o diálogo. Historicamente, no mundo normal, o chefe é o cara que manda. Colocamos aqui uma quebra de paradigmas. Nem chamamos nossos líderes de chefes, mas de facilitadores. E também medimos o líder, em indicadores de performance, pelo desenvolvimento de pessoas. A gente não faz avaliação de desempenho, mas um diário de competências, ressaltando o que está indo bem e apontando o que precisa de melhorias — e contribui para esse processo. À medida que tudo isso se desenrola, as pessoas vão se sentindo mais à vontade para opinar, para participar, para mudar de área.

Ouço o sr. falando muito sobre respeito. Imagino que vá muito além de simplesmente não levantar a voz com o subordinado. 
A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada. Isso é não cometer assédio moral. Respeito vai muito além. Respeitamos as pessoas, por exemplo, quando não fazemos julgamento em relação às escolhas que ela faz — sejam opções pessoais ou de carreira. Não fazemos um trabalho para que a pessoa fique onde a gente quer que ela fique. A gente trabalha para que elas fiquem onde elas sonharam ficar. Ela não precisa mentir para fazer uma média com o chefe. Aqui ninguém faz média. Todo mundo sabe que os facilitadores são medidos pelo desenvolvimento de pessoas. Se a pessoa for sincera com ele e sincera consigo mesma, ela vai buscar o que sonha. E nós vamos respeitar. O normal é o vertical: o cara entra em uma posição de advogado júnior, vai para advogado pleno, depois advogado sênior, depois gerente do jurídico. Aqui a gente deixa aberto para ele dizer, em uma conversa franca, o que quer. Ele pode dizer que o sonho dele é trabalhar no RH. Aí, fazemos uma análise do que ele tem e do que ainda falta para ele conseguir a vaga que busca, ele vai investir nele mesmo e vamos ter um programa de educadores. Quando fazemos isso, conseguimos uma grande convergência de propósitos. Todo mundo ganha.

Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média”

No momento econômico turbulento pelo qual passa o país — quando todos são mais cobrados —, como não deixar que o pessimismo se espalhe dentro da empresa?
Essa é uma dúvida recorrente. A crise, muitas vezes, degenera a vontade das pessoas de lutar. Parece que a guerra está perdida — elas acabam aceitando muito passivamente. Chegam a usar esse momento difícil como justificativa para insucessos individuais. Também muitas empresas falam da crise como a grande culpada de tudo. O que temos feito para nos blindar e impedir que as pessoas se influenciem é, basicamente, duas coisas. Primeira: criar movimento. Significa fazer com que a vida da pessoa passe a ter ritmo, que não seja só guiada. Tem que ser uma vida de protagonismo, de autonomia. A segunda parte: dar abertura total a propostas. Ao mesmo tempo em que vivemos uma crise, estamos batendo recordes de eficiência gerados pelo protagonismo dessas pessoas. A gente tem, sim, dificuldades. Afinal, a crise nos afeta, já que o consumo de energia diminui. Mas por outro lado, a gente chega a quase 30% de eficiência em custos, sem fazer nada absurdo. Pelo contrário, a gente fala de eficiência e não de corte. As pessoas é que estão sendo as protagonistas disso. A gente promove uma verdadeira revolução no currículo das pessoas que querem fazer coisas diferentes. A abertura para propostas faz com que as pessoas queiram participar. E as pessoas que participam têm mais reconhecimento. Elas entram em um ambiente de movimento contínuo. Todo esse movimento faz com que não se sintam vulneráveis à crise.

Então mais pressão não precisa significar menos chances de ser feliz?
Costumo dizer que a pressão é só mais um ingrediente. Eu, por exemplo, gosto de ambientes com um pouco mais de pressão. A gente precisa de algum gatilho. Em momentos de pressão, as pessoas tendem a se movimentar com mais ênfase. E o que seria um motivo para pessoa ficar triste e frustrada, torna-se o contrário. Porque ela teve uma disciplina maior para buscar aquilo que sonhou e, óbvio, terá mais êxito.

Muitas pessoas criticam a ideia de que você tem de buscar felicidade o tempo todo. Você discorda delas?
Não. Acho que é impossível buscar o tempo inteiro a felicidade. Realmente existem momentos que não são considerados felizes. É só que, na minha opinião, precisa ter sempre uma conexão muito clara com propósitos. Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que você fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média de pessoas.

Sua filosofia tem a ver com acabar com a ideia de que existe uma vida no trabalho e outra fora. Quando essas duas se convergem?
Elas estão sempre misturadas. O problema é quando tentamos separar. Na minha visão, quando você fala “na minha vida pessoal, eu não sou assim” ou “no meu trabalho tenho que assumir uma postura diferente da minha vida pessoal”. Isso gera um peso. É uma máscara difícil de carregar e manter. Sou um grande adepto da ideia de que temos uma única vida. E ela não é divida em duas partes. Eu sou o que eu sou no trabalho. E eu sou o que eu sou na vida pessoal. As duas coisas são a mesma. O que é importante deixar bem claro é que há quatro momentos que a gente precisa garantir. O tempo para trabalhar, o para família, o para dormir e o para você mesmo. Não significa sejam excludentes.

Quais são os piores exemplos que já observou em empresas?
Tem inúmeros exemplos. A perda de produtividade está na falta de coerência, por exemplo: “faça o que eu falo, não faça o que eu faço”. Isso é muito frequente, infelizmente, nessas empresas com gestão tradicional, fadada à morte. Essa coisa da retenção também. É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência da pessoa. É péssimo. A gente nunca passa da média. Quem quiser ficar aqui tem de ser por uma opção de vida. E ainda há empresas que fazem debate sobre políticas de retenção. Acho isso tão imbecil.

O que tem de ser feito no lugar?
Para mim, um processo de encantamento, para que a pessoa decida trabalhar com você.

Como um gestor pode ajudar o colaborador a encontrar seu propósito?
Você não cria um propósito no trabalho para a pessoa. Você pega o propósito que a pessoa tem para a vida dela e converge para os seus propósitos de trabalho.

Atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa”

Como assim?

Digamos que a empresa tem o propósito de ser a maior do Brasil, com a maior rentabilidade, com o melhor serviço ao cliente. Esse é o propósito de uma empresa.  Aí você pega a pessoa e vê qual é o propósito de vida dela. E você tem de conversar com pessoa por pessoa para saber. Você vai mapear isso, registrar e fazer com que os propósitos de empresa e das pessoas seja convergente. Eu já tive uma discussão com o diretor de uma empresa do setor financeiro. Ele disse que criava propósito para as pessoas: atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa. A pessoa pode olhar e questionar: “essa empresa só quer isso de mim?”. Isso é o que ela vai fazer porque você está pagando. O que é preciso saber é o que a pessoa quer para a vida dela. Ela vai ver que existe interesse genuíno. Não dá para você ficar mandando, obrigando, fiscalizando as pessoas o tempo inteiro. O controle custa caro demais, então a gente precisa criar convergência de propósito.

Depois de virar referência em felicidade, a procura por cargos na Elektro aumentou?
Nossa, muito. Tivemos um aumento muito legal. A gente fazia programa de seleção de estagiários e, para completar o número de vagas, dava um trabalhão. Afinal, o setor de energia elétrica não é muito sexy. Então a gente sofria. Agora, vou dar o exemplo do último programa que a gente fez. Foi no meio do ano, período não muito comum para procurar estagiários. Tivemos também 20 vagas — só que 60 mil inscrições. Foi de cair da cadeira. No final, acabamos ampliando o programa e chamando 40.

Ser um líder de que todos gostam pode afetar a maneira como o gestor faz suas decisões?
A gente não é uma ONG. Todas as lideranças aqui são, sim, admiradas. Mas o que as faz ser assim não é serem paternalistas ou simplesmente passivas. É fazer tudo com ética, justiça, coerência. Ser admirado como gestor é resultado de uma gestão transparente, aberta, participativa. Não é que você pode fazer coisas erradas. “Ah, não vão me mandar embora.” Pelo contrário, temos uma régua muito mais alta agora que nos tornamos exemplo.

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Imagem extraída do link acima citado – Marcio Fernandes, CEO da Elektro (Foto: Divulgação)

– Criança sapeca.

Uma moleca sapeca!

Ela tem um “quê” de macaquinha. Não pode ver uma árvore que quer subir

E isso é ótimo!

👸🏼🐒🌴 #PaiDeMeninas #amor #love #sorriso #smile

– 20 anos de casamento.

Hoje eu e a minha querida Andréia celebramos 20 anos de casamento! Se todo dia me questionassem se valeu a pena, reafirmaria que sim, cada segundo valeu, vale e sempre valerá!

TE AMO, MINHA ESPOSA AMADA!

E sabem o que significa o símbolo de “Bodas de Porcelana“?

Extraído de: https://www.significados.com.br/bodas-de-porcelana/

BODAS DE PORCELANA

Bodas de porcelana é o nome dado para a comemoração dos 20 (vinte) anos de casamento.

De acordo com a cultura popular, uma das principais interpretações associadas a porcelana é a resistência, referindo-se ao fato do casamento manter-se intacto mesmo após duas décadas.

A porcelana é um tipo de cerâmica bastante delicada, sendo preciso muito cuidado para que não quebre.

Em comparação com o casamento, a porcelana simboliza o zelo e a atenção que o casal manteve ao longos dos 20 anos. Representa a responsabilidade do casal por ajudar a manter a união do matrimônio.

Outro detalhe que remete ao uso da porcelana como símbolo do vigésimo aniversário de casamento é todo o processo necessário para que este material atinja a sua máxima qualidade.

Por norma, os casais comemoram as bodas de porcelana com uma festa, reunindo os amigos e familiares, reafirmando todo o compromisso e companheirismo que foi vivido nos últimos vinte anos.

A palavra “boda” surgiu a partir do latim “votum”, que significa “promessa”. Assim, a principal intenção das comemorações das bodas de casamento é de renovar as promessas dos votos matrimoniais feitos no dia do casamento.

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– Friozinho gostoso…

E com esse friozinho tão gostoso e preguiçoso no domingo, tem coisa mais legal do que uma mamadeira e uma coberta?

Ah, menina danada… com esse sorriso, consegue tudo com o papai!

❤️ #PaiDeMenina

– Vá ao parquinho!

Sábado no parque!

E qual será o plano da minha Teteinha…? A carinha de sapeca mostra que vem bagunça!

Ser criança é muito bom.

❤️ #PaiDeMeninas #Amor #Carinho #Diversão

– Alegria!

Um sorriso que me encanta, e que me faz ganhar o dia!

A sexta-feira é bem melhor com esse rostinho feliz, não?

❤️ #PaiDeMeninas #Carinho #Amor #Love #Família #Family #Smile #Sorriso #Kids #Children

– Curtindo a criançada.

Sem filtros, sem preocupação e sem vergonha de ser feliz!

Minha Tetéia e seu sorriso lindo…

❤️ #PaiDeMenina #Amor #Carinho #Filha

– #tbt 1: Carinho que nunca acaba…

A alegria de recordar: minha Marininha, alguns anos atrás!

Que esse sorriso seja eterno

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#PaiDeMeninas #Love #Carinho #Amor #Família

– Companheirismo.

Cumplicidade!

Em tudo o que fazemos, estamos sempre juntos: brincamos, contamos histórias, passeamos, “trabalhamos” e bagunçamos.

Essa é a minha Tetéia, sempre divertida!

💕 #PaiDeMenina #Amor #Carinho #Família

– Beijinho doce!

Ô, delícia de vida… ganhei um beijo tão gostoso da Maria Estela por vir ao parquinho, que valeu o dia!

Tem coisa mais gostosa e valiosa do que isso?

💕 #PaiDeMeninas #amor #carinho #sorriso #parquinho #smile #família

– Vamos pintar?

Pintar é uma arte! E essas crianças são ótimas artistas.

Ou seriam… bagunceiras?

O importante é que estão se divertindo!

🎨🖼👩‍🎨👨‍🎨 #pintura #educação #felicidade

– tbt 2: Relembrando um ótimo dia.

Amo essa foto!

Há alguns anos, num restaurante caipira, minha Marininha sentada no “carro-foguete”

Que dia gostoso para se relembrar!

❤️ 🚀 🚙 #family

– #tbt 1: Brilhando!

Há 2 anos…

O que me deixa mais iluminado: os raios do sol sobre nós ou o sorriso da Estelinha?

A alegria de curtir a filha numa tarde ensolarada não tem preço!

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#PaiDeMeninas #Família #Amor

– Ganhando sorrisos.

Para ganhar um sorriso da Estela, basta levá-la a um parquinho!

Tão simples… e tão doce!

❤️ #PaiDeMeninas #Amor #Criança #Família #Family #Amor

– O tempo passa…

Há 8 anos, essa linda noivinha levava as alianças para seu tio-padrinho Gu e sua tia-madrinha Pri. Hoje, está uma moça incrivelmente maravilhosa!

Te amo, Marininha, filhota querida.

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#FAMÍLIA

– Sorriso que me derrete…

Um sorriso que não tem hora para surgir. Que menininha feliz!

Amo muito tudo isso. Ainda mais nesse domingo tão frio

❤️ #PaiDeMenina #Amor #Carinho #Família

– Olhos atentos:

Recordar é viver: minha Estelinha, há 5 anos, observando o mundo

Que lindeza de foto (e de vida)!

❤️ Amor

– Sorrisos pela manhã.

Não conto o que contei. Mas ela gostou.

Um sorriso gostoso pela manhã como o da Tetéia, não tem preço…

❤️ 🍼 👨‍👩‍👧‍👧 #PaiDeMeninas #carinho #amor #família #family #smile #sorriso #love #amor

– Doçura.

Com essa carinha sapeca, a Tetéia consegue tudo comigo.

Ops: se ela está cansada no Parquinho, imagine eu 😍.

❤️ #PaiDeMeninas #amor #smile #sorriso #fun #diversão

– Meu encanto!

Ô, sorriso mais lindo do mundo… a alegria da Maria Estela é contagiante!

Sobre a sapequice dela? Aí é outro capítulo…

❤️ #PaiDeMeninas #Amor #Smile #Criança #Amor #Carinho

– Ah, a Paternidade…

Amo ter pai. Amo ser pai.

Das datas comemorativas, sem dúvida a que eu mais gosto: Dia dos Pais!

– Minha motorista maluca!

A carinha de alegria da motorista e o desespero do pai dispensam comentários…

Amei essa foto!

❤️ #PaiDeMeninas #Paternidade #Filha #Carinho #Vida #Amor #Love #Sorriso #Smile

– Coisas que valem a pena na vida!

Comecei a 5a feira com um #tbt; terminei o mesmo dia com outro: este das minhas filhas e meu sobrinho!

Recordar dias gostosos, de liberdade e com sorrisos, vale a pena. Que possamos nos reunir muitas vezes em breve…

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