MISSA DA FÉRIA 4ª Classe- Tão perto da Páscoa, é como que uma síntese de tudo quanto de bom, de belo e de consolador há…
Continua em: Liturgia Diária – 06/05/2025

MISSA DA FÉRIA 4ª Classe- Tão perto da Páscoa, é como que uma síntese de tudo quanto de bom, de belo e de consolador há…
Continua em: Liturgia Diária – 06/05/2025

A vida é cheia de coincidências corriqueiras ou providências divinas?
As oportunidades são casuais, são ofertadas por merecimento ou, ainda, são por generosidade, onde somos agraciados?
Um texto sensacional, abaixo, extraído de: https://is.gd/create.php
COINCIDÊNCIAS NÃO EXISTEM, SÃO TRUQUES QUE DEUS FAZ PARA NÃO TER QUE EXPLICAR MUITO
por José Renato Sátiro Santiago
Quantas vezes uma série de fatos ou situações acontecem em uma surpreendente sequência ou, até mesmo, simultaneamente, de forma a contribuir com que algo se concretize?
Por outro lado, quantas vezes outras tantas situações tendem a surgir em nossas vidas para fazer exatamente o oposto, dificultar que algo seja realizado?
Quer seja para o bem ou mal, não é raro que em certos momentos passe pelas nossas cabeças, que algumas vezes, o “universo” conspira para que isso ou aquilo ocorra.
Há uma palavra que pode sintetizar tudo isso, segundo a maioria de nossos dicionários, coincidência.
Se pensarmos com um pouco mais de atenção, não será difícil chegarmos à conclusão que não existe muito cabimento em se atribuir a ela, a coincidência, a responsabilidade por estes fatos ou situações.
Seja de qual natureza for, a verdade é que sempre há uma explicação para tudo que acontece em nossas vidas, quer seja individualmente, em nossos meios pessoais ou profissionais, ou junto aos grupos dos quais fazemos parte.
O fato de “nada acontecer por acaso” é muito mais que uma simples frase com viés conformista, e sim, às vezes, uma dura realidade com a qual temos que viver, por mais que, até mesmo, não consigamos entender os motivos que as proporcionaram.
Acreditar em coincidências, no entanto, é algo sobre o qual todos temos direito. Mesmo porque também é verdade que existem pessoas que creem em coisas tão mais inacreditáveis, que apenas a fé, algo muito pessoal, pode explicar. E quando a fé entra em campo, melhor não duvidar de nada, não é mesmo?
Por outro lado, o fato de acreditar ou não em certas coisas, costuma não ter grande relevância, tão pouco poder de mudar a veracidade dos fatos, e sequer servem de embasamento muitas questões que nos cercam.
Algumas décadas atrás, o imortal Albert Einstein chegou a desenvolver estudos que permitissem identificar evidências objetivas que explicassem cientificamente a coincidência.
Para tal, adotou como premissa básica a existência de pontos e/ou questões comum a cerca de um grupo de atividades que fazia parte do seu dia a dia. A partir daí passou a desdobrar cada uma delas, em subgrupos menores formados por elementos que, eventualmente, pudessem ter outros temas em comum entre eles, algumas vezes de forma unilateral.
A intenção inicial de definir os limites do estudo acabou não se tornando possível principalmente por conta do alto nível de complexidade em se estabelecer, minimamente, uma regra que subsidiasse sua existência, que permitisse a estruturação de um algoritmo.
Ainda assim Einstein não seu deu por vencido, e após anos de estudo passou a acreditar e explicitar junto aos seus, que “coincidência era a maneira que Deus tinha encontrado para permanecer no anonimato”.
Difícil acreditar que um cientista como Einstein tenha atribuído ao Divino a presença da coincidência em nossas vidas. Mas diante os resultados apresentados por suas pesquisas, o que realmente o teria levado a isso? Teria sido o caminho mais cômodo?
Cá entre nós, isto pouco importa, mesmo porque não contribui em nada para que acreditemos na existência da coincidência em nossas vidas. Ainda mais por uma questão simples de explicar: “o fato de não termos explicação sobre algo, não impede nem ajuda que este algo aconteça.”
Tudo que acontece em nossa vida, ocorre por conta de algum motivo e devido a algum esforço, ciente ou não.
Todo resultado obtido se origina de uma intenção, explicita ou não, de alcança-lo.
Nem sempre os resultados obtidos possuem uma estreita relação com os objetivos esperados em uma atividade, processo ou projeto do qual fazemos parte. Diante disso, sem querer desmentir Einstein, atribuir a Deus, algo que seja factível de acontecer, talvez não tivesse sido necessário. Tão pouco o universo tem tempo para conspirar ou não algo a nosso favor ou contra.
As coisas, todas elas, acontecem como resultado de esforços em prol delas, assim como o contrário também é fato. E sempre há um aprendizado embutido neste pacote.
Assim como é verdade que sempre temos ciência sobre porque cada coisa acontece, por mais que preferimos manter este entendimento, na maioria das vezes, restrito a nossa mente. Talvez mero mecanismo de autodefesa.
Sendo assim, que deixemos as coincidências para outro mundo, o das fábulas poderia ser um bom destino.

Imagem extraída de: https://jrmcoaching.com.br/blog/coincidencia-nao-existe/
Ouçamos Francisco:

S. PIO V, Papa e Confessor Festa de 3ª Classe – Missa “Si diligis me”, com Coleta própria Da Ordem dos Dominicanos e eleito papa em 1566, foi um …
Continua em: Liturgia Diária – 05/05/2025

Tenhamos Fé.
E paciência, pois o mundo tem nos maltratado muito. O Inimigo de Deus quer confundir os Filhos Amados do Pai, que foram salvos pelo Sangue de Cristo.

Uma mensagem, na imagem:

Que alegria voltar à “Casa do Pai”.
Domingo sem Missa, semana sem Graça. E eis que, depois da minha cirurgia, pude retornar aqui à Paróquia São João Bosco.
Agradecer as bençãos recebidas e pedir perdão dos meus pecados: é o que celebraremos junto ao Cristo Eucarístico.
E a Boa Nova de hoje, em:
Evangelho (Jo 21,1-19)
— Aleluia, Aleluia, Aleluia.
— Jesus Cristo ressurgiu, por quem tudo foi criado; ele teve compaixão do gênero humano.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1 Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim: 2 Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galiléia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus. 3 Simão Pedro disse a eles: “Eu vou pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”. Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite. 4 Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. 5 Então Jesus disse: “Moços, tendes alguma coisa para comer?” Responderam: “Não”. 6 Jesus disse-lhes: “Lançai a rede à direita da barca, e achareis”. Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. 7 Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar. 8 Os outros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros. 9 Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão. 10 Jesus disse-lhes: “Trazei alguns dos peixes que apanhastes”. 11 Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu. 12 Jesus disse-lhes: “Vinde comer”. Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor. 13 Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe. 14 Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos. 15 Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”. 16 E disse de novo a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus lhe disse: “Apascenta as minhas ovelhas”. 17 Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas. 18 Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir”. 19 Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou : “Segue-me”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Em Copacabana…
Lady Gaga? Madonna? Reveillon?
Não. Simplesmente… Francisco!
Leia o detalhe na imagem:
Hoje é dia de dois apóstolos de Cristo: São Tiago Menor e São Filipe. Vamos conhecer suas belas histórias?
Extraído de Cancaonova.com
HISTÓRIA DE SÃO TIAGO E SÃO FILIPE
Ambos nasceram na Galileia e foram discípulos e apóstolos de Jesus Cristo, e por Ele deram a vida.
Filipe nasceu em Betsaida, e o Evangelho de São João é que nos apresenta dados a respeito de seu santo testemunho. Jesus passou, chamou-o e ele disse ‘sim’ com a vida.
Ele foi ‘canal’ para que São Bartolomeu também se tornasse discípulo de Cristo. Durante o acontecimento da multiplicação dos pães, Filipe também participou deste milagre (foi para Filipe que Jesus perguntou como se faria para alimentar aquela multidão).
Na Santa Ceia, o apóstolo Filipe é quem pede a Jesus: ‘Mostra-nos o Pai e isso nos basta’ (Jo 14,8). Filipe estava em Pentecostes com a Virgem Maria e os outros apóstolos.
São Clemente de Alexandria nos diz que ele foi crucificado. Que honra para os apóstolos morrerem como o seu Senhor!
São Tiago também foi martirizado, por volta do ano 62. Ele que nasceu em Caná, filho de Alfeu, familiar de Nosso Senhor Jesus Cristo. E foi um dos doze apóstolos.
Nos Atos dos Apóstolos encontramos ele como o primeiro bispo de Jerusalém.
Tiago recebeu mais de uma visita de São Paulo e foi reconhecido como uma das colunas principais da Igreja, ao lado de São Pedro e São João.
Uma das cartas do Novo Testamento é atribuída a ele. E, nela, o apóstolo nos ensina que a fé sem obras é morta e que é preciso deixarmos que o Espírito Santo governe a nossa língua.
O martírio não está centrado no sofrimento, mas no amor a Jesus Cristo que supera essa vida.
São Filipe e São Tiago, rogai por nós.
Imagem extraída da Internet. Autoria desconhecida. Quem souber o autor, favor informar.
A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?
Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/
A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO
por Aloísio Parreiras
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
Imagem de Nossa Senhora de Lourdes, da Paróquia São Pedro e São Paulo, São Paulo / SP (autoria pessoal).
Maio é dedicado às mães, e por isso, é mês da Mãe de Jesus, a Virgem Maria de Nazaré!
Como vivê-lo adequadamente aos preceitos do Catolicismo nesta época?
Algumas sugestões, extraídas de: https://www.acidigital.com/noticias/8-dicas-para-viver-o-mes-de-maria-40318
8 DICAS PARA VIVER O MÊS MARIANO
“Grande coisa é o que agrada a Nosso Senhor qualquer serviço que se faça à sua Mãe”, dizia Santa Teresa de Jesus. Por isso, em maio, mês de Maria, selecionamos algumas dicas que poderão te ajudar a viver mais intensamente estes dias marianos.
1. Ambientar um lugar
O primeiro é ambientar a casa, o escritório ou o lugar onde esteja. Há lares ou locais de trabalho católicos que costumam montar um altar, em um lugar especial, com uma imagem ou quadro da Virgem, adornado de flores e tecidos.
No escritório, é possível colocar uma imagem de Nossa Senhora ao lado do teclado ou como fundo de tela do computador e também do celular.
2. Leitura sobre a Virgem
Para se aprofundar mais nas maravilhas que Deus realizou e segue realizando na Virgem, é recomendável ler algumas passagens bíblicas como a Anunciação, o Nascimento de Jesus, a apresentação do menino no templo e Maria aos pés da cruz.
Por outro lado, um fato que também contém muitas mensagens para o mundo e vem dos lábios da própria Mãe de Deus é a aparição da Virgem de Fátima aos três pastorinhos, cuja festa é celebrado no próximo 13 de maio, quando será comemorado o centenário das aparições.
3. Rezar o Rosário
Como se sabe, a oração do Santo Rosário é uma das prediletas da Igreja que a própria Santíssima Virgem ensinou São Domingos de Gusmão a rezar.
Dentro das promessas da Rainha do Rosário tiradas dos escritos do Beato Alano della Rupe estão: prometo minha especialíssima proteção e grandes benefícios aos que devotamente rezem meu Rosário; a alma que se encomende a mim pelo Rosário não perecerá.
4. Participar de procissões
Um costume que ainda se vive em alguns povos é a oração da aurora, na qual um grupo de fiéis sai em procissão pelas ruas nas primeiras horas com uma imagem da Virgem e invocando o auxílio de Maria com o Rosário, orações marianas e cantos.
5. Receber os sacramentos
Do mesmo modo, não pode haver verdadeira devoção à Virgem se não participar dos sacramentos, especialmente da Reconciliação e da Eucaristia, onde Jesus espera seus irmãos com os braços abertos.
6. Realizar obras de Misericórdia
Convencidos do amor de Maria pela humanidade e fortalecidos com as graças sacramentais de nosso Senhor Jesus Cristo, é tempo de sair em ação ajudando, por exemplo, alguma mãe grávida em necessidade ou visitando o asilo de idosos, nos quais sempre há alguma mulher mais velha que se sente sozinha e incompreendida.
7. Realizar apostolado
É importante transmitir esta fé às futuras gerações. Faz muito bem às crianças, adolescentes e jovens falar com eles sobre como a Virgem os ama muito e ensiná-los a rezar à Mãe de Deus.
8. Dar de presente objetos abençoados
Também se recomenda dar de presente uma Medalha Milagrosa ou o Escapulário da Virgem do Carmo, abençoados por algum sacerdote, para que sempre que virem a imagem, lembrem-se da proximidade da Mãe de Deus e do muito que os estimava quem a deu de presente.

SANTO ATANÁSIO, Bispo, Confessor e Doutor Festa de 3ª Classe – Missa própria Grande defensor da fé contra o arianismo, passou este Santo, dos 46 anos…
Continua em: Liturgia Diária – 02/05/2025

Que maravilha! Hoje, sexta-feira, é dia de Rosário da Madrugada com Frei Gilson!
Rezemos em: https://http://www.youtube.com/live/ChsK4zj9KuM?si=hpms-xJJ_V0yKlq_
Hoje é dia de São José Operário, padroeiro dos trabalhadores. Outra data comemorativa de São José é dia 19 de março, no qual é venerado sob o título de “Patrono das famílias”, pois foi esposo da Virgem Maria e padrasto de Jesus.
Abaixo, história de São José:
SÃO JOSÉ
O nome “José” significa “Deus acrescenta um filho” ou “Deus cumula de bens”, em hebraico. É um nome muito conhecido. Existem muitos santos com o nome de José: José de Anchieta, José Benedito Cottolengo, José Cafasso, José de Calasanz, José de Copertino, José Marello, José Moscati, José Oriol e outros.
Celebramos a festa daquele José que serviu de modelo para todos os outros: José, o carpinteiro, patrono da Igreja Católica. Ele recebeu de Deus uma missão sem igual: foi escolhido para ser o esposo de Maria e o pai adotivo de Jesus. (Mt 1,18-25). Por ter sido educador de Jesus quando menino, adolescente e jovem, José teve grande importância na história da salvação. São José é visto como o homem do silêncio, escondimento e humilde. É também o homem do trabalho para sustentar sua família; é o homem justo, isto é, reto, obediente, de fé profunda, totalmente disponível à vontade de Deus.
José tinha a profissão de carpinteiro. Era um artesão simples e modesto. E foi esta profissão que ele ensinou a Jesus.
Não sabemos quando José morreu. Provavelmente foi pouco antes de Jesus começar sua pregação pública.
O Papa Pio IX declarou São José como protetor de toda a Igreja Católica e o Papa Pio XII o propôs como modelo para os trabalhadores.
Muitos santos foram devotos de São José: São Francisco de Sales, Santa Terezinha do Menino Jesus, São Tomás de Aquino; São José Marello e muitos outros…

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Hoje é quinta-feira, dia de adorar Jesus Eucarístico, como pede a Igreja Católica.
Que tal uma prece ao Senhor, que está presente na Hóstia Sagrada?
ORAÇÃO AO CRISTO SACRAMENTADO
Meu Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, eis-me aqui em companhia da Santíssima Virgem, dos Anjos, dos Santos do Céu e dos justos da Terra, para visitar-Vos e adorar-Vos nesta Hóstia Consagrada. Creio firmemente que estais tão presente, poderoso e glorioso como estais no Céu; e pelos Vossos méritos, espero alcançar a glória eterna, seguindo em tudo Vossas divinas inspirações; e em agradecimento de Vosso divino amor, quero amar-Vos com todo o meu coração e minha alma, potências e sentidos.
Suplico-Vos, Salvador de minha alma, pelo Sangue precioso que derramastes em Vossa circuncisão e em Vossa Santíssima Paixão, que exerciteis comigo este ofício de Salvador, dando-me, pela intercessão de Vossa Santíssima Mãe, os dons da oração juntamente com a perseverança, para que, quando deixar esta vida, me guieis à glória eterna que gozais no Céu.
Capela do Santíssimo Sacramento da Igreja Nossa Senhora do Rosário, no Centro, em Bragança Paulista – SP. Arquivo pessoal.
Festa de 1ª Classe- Missa Própria No ano litúrgico, há dois dias consagrados a São José. O primeiro comemora a 19 de março a entrada triunfante no …
Continua em: Liturgia Diária- Festa de São José Artesão

Faça uma prece:

Muitas vezes, o materialismo mundano domina nosso mundo e nos faz perder a espiritualidade.
Crer no futuro, que há algo depois da vida (independente da crença), nos faz mais humanos e mais respeitosos com o próximo.
Há muitos anos, o arcebispo norte-americano Fulton Sheen (falecido na década de 70), disse:
“A grande tragédia do homem moderno é que ele não acredita que tem uma alma a salvar”.
Serve perfeitamente para hoje. O imediatismo, a descrença e a desesperança proporcionam isso.

foto: Lina Trochez/Unsplash, extraída de: https://www.semprefamilia.com.br/comportamento/como-a-esperanca-e-a-perseveranca-podem-mante-lo-mais-saudavel-e-feliz
Hoje o Catolicismo celebra Santa Catarina, nascida em Sena, na Itália, que no século XIV ajudou a conciliar o Clero em um período difícil de cisão.
Repleta de espírito solidário, sempre pensando no próximo e voltada à uma vida de oração e penitência, tornou-se Doutora da Igreja.
Algumas de suas frases marcantes:
“É obrigação de todos edificar os demais com uma vida boa, santa e honesta.”
“Pelo amor, o homem se torna um outro Cristo. É pelo amor que o homem se une a Deus.”
“Toda virtude se realiza em relação ao próximo, bem como todo pecado.”
“A amizade cuja fonte é Deus, nunca se esgota.”
REZEMOS: – Santa Catarina de Sena, rogai por nós. Amém.

A beleza de um pontificado dedicado contrasta com o nojo das apostas financeiras desenfreadas: assim tem sido os últimos dias sobre o assunto “Vaticano”. Explico:
Nesse tempo em que todos se tornam “vaticanistas“ e “especialistas em conclaves” pelas Redes Sociais, esquece-se que o Papado, acima de tudo, deve ser inspiração e vocação demonstradas pelo Espírito Santo.
Vide: servir como Papa é consumir-se até o último dia da sua vida, como fizeram João Paulo II e Francisco. Isso é magnífico! É definhar-se até o último suspiro, em nome do Evangelho. Entretanto, leio o quanto as casas de apostas colocam nomes em evidência, como se fosse jogo de futebol. E sobre os “papáveis”, citamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-16Cn.
Hoje, sabe-se que depois da morte de João Paulo I, o bispo brasileiro Dom Aloísio Lorscheider obteve ⅔ dos votos no conclave, mas não quis assumir o trono de Pedro alegando que “seria ruim para a Igreja perder dois papas em pouco tempo, pois temo pelos meus problemas de saúde”. Foi uma confidência publicada por Frei Beto, após a sua morte (já que não se pode divulgar o que ocorre num Conclave, com risco de ex-comunhão). E surgiu o nome inesperado de Karol Wojytila. Aliás, a morte de Lorscheider, curiosamente, ocorreu dois anos após o falecimento de João Paulo II!
Com exceção de Ratzinger (Bento XVI), igualmente ocorreu com Francisco. Ninguém apostava em Bergoglio, que nunca manifestou desejo ou foi indicado. E com ele me recordo: “O Espírito Santo sopra onde e quando quer”.
Por conta do sucesso do filme Conclave, parece que é a escolha de um líder político e não religioso, em um ambiente sombrio. Não! A Igreja de hoje se preocupa demais para que os caminhos sejam traçados pelo próprio Deus, e clama o Espírito Santo para que não exista o que ocorreu no passado: Papas corruptos ou inapropriados. Até porque, não nos esqueçamos: qualquer homem batizado vivo pode ser eleito Papa, mesmo não estando lá na votação (obviamente isso não aconteceria hoje).
Entristeço-me quando vejo a discussão do futuro novo Papa ser baseada em Conservador ou Progressista, como se fosse eleição americana ou brasileira: Direita ou Esquerda, Republicanos ou Democratas, Capitalismo ou Comunista, PL ou PT. Nada disso! Não pode existir dualidade, nem ideologia. Até porque muitas dessas características não combinam com a fé cristã.
Que o Espírito Santo ilumine e que o novo Pontífice (sem importar se é branco, negro, amarelo; europeu, asiático ou africano), possa conduzir os rumos da Igreja à vontade de Deus.
SÃO PEDRO DE VERONA, Mártir Festa de 3ª Classe – Missa “Protexisti”, com orações e Epístola próprias. Nasceu em Verona e entrou na Ordem de S. …
Continua em: Liturgia Diária – 29/04/2025

Hoje é dia de uma mártire da causa contra o Aborto: celebra-se a festa da italiana Santa Gianna Beretta Molla, canonizada há pouco tempo. Abaixo, sua história e oração:
SANTA GIANNA BERETTA MOLLA (1922-1962)
Gianna Beretta Molla, o décimo segundo filho do casal Alberto Bereta e Maria de Micheli, ambos da Ordem Terceira Franciscana, nasceu em Magenta (Milão,Itália), no dia 4 de outubro de 1922, dia de São Francisco. Desde sua primeira juventude, acolhe plenamente o dom da fé e a educação cristã, recebidas de seus ótimos pais. Esta formação religiosa ensina-lhe a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a ter confiança na Providência e a estimar a necessidade e a eficácia da oração.
No dia 4 de abril de 1928, com cinco anos e meio, fez a Primeira Comunhão. Desde esse dia, mesmo muito pequena, todos os dias acompanhava sua mãe à Santa Missa. Foi Crismada dois anos depois na Catedral de Bérgamo.
Durante os anos de estudos e na Universidade, enquanto se dedicava diligentemente aos seus deveres, vincula sua fé com um compromisso generoso de apostolado entre os jovens da Ação Católica e de caridade para com os idosos e os necessitados nas Conferências de São Vicente. Formou-se com louvor em medicina e cirurgia em 30 de novembro de 1949 pela Universidade de Pavia (Itália), em 1950 abre seu consultório médico em Mêsero (nos arredores de Milão). Entre seus clientes, demonstra especial cuidado para as mães, crianças, idosos e pobres.
Especializou-se em Pediatria na Universidade de Milão em 1952, mas freqüentou a Clínica Obstétrica Mangiagalli, pois por seu grande amor às crianças e às mães pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário no Brasil que, com a ajuda do seu outro irmão engenheiro, Francesco, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. A Beata Gianna, por sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi em vir ao Brasil.
Enquanto exercia sua profissão médica, que a considerava como uma «missão», aumenta seu generoso compromisso para com a Ação Católica, e consagra-se intensivamente em ajudar as adolescentes. Através do alpinismo e do esqui, manifesta sua grande alegria de viver e de gozar os encantos da natureza. Através da oração pessoal e da dos outros, questiona-se sobre sua vocação, considerando-a como dom de Deus. Opta pela vocação matrimonial, que a abraça com entusiasmo, assumindo total doação «para formar uma família realmente cristã».
Em 1954 conheceu o engenheiro Pietro Molla. Noivaram em 11 de abril de 1955. Prepara-se ao matrimônio com expansiva alegria e sorriso. Ao Senhor tudo agradece, e ora. Na basílica de São Martinho, em Magenta, casa aos 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão Padre Giuseppe. Transforma-se em mulher totalmente feliz. Em novembro de 1956, já é a radiosa mãe de Pedro Luís (Pierluigi); em dezembro de 1957 de Mariolina (Maria Zita) e, em julho de 1959, de Laura. Com simplicidade e equilíbrio, harmoniza os deveres de mãe, de esposa, de médica e da grande alegria de viver.
Na quarta gravidez, aos 39 anos em setembro de 1961 no final do segundo mês de gravidez, vê-se atingida pelo sofrimento e pela dor. Aparece um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião “Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!” , então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Submeteu-se à cirurgia no dia 6 de setembro de 1961. Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça.
Alguns dias antes do parto, sempre com grande confiança na Providência, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: “Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a”. Deu entrada, para o parto, no hospital de Monza, na sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, 21 de abril de 1962, nasce Joana Manuela (Gianna Emanuela). Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus eu te amo, eu te amo” morre santamente. Tinha 39 anos. Seus funerais transformaram-se em grande manifestação popular de profunda comoção, de fé e de oração. A Serva de Deus repousa no cemitério de Mêsero, distante 4 quilômetros de Magenta, nos arredores de Milão (Itália).
“Meditata immolazione” (imolação meditada), assim Paulo VI definiu o gesto da Beata Gianna recordando, no Ângelus dominical de 23 de setembro de 1973, “uma jovem mãe da Diocese de Milão que, para dar a vida à sua filha sacrificava, com imolação meditada, a própria”. É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia.
O milagre da beatificação aconteceu no Brasil, em 1977, na cidade de Grajaú, no Maranhão, naquele hospital onde queria ser missionária, onde foi beneficiada uma jovem protestante que tinha dado à luz.
Foi Beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994 no Ano Internacional da Família, tendo sido considerada esposa amorosa, médica dedicada e mãe heróica, que renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.
Oração à Santa Gianna Beretta Molla
– Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Deus Pai, que nos deste a Santa GIANNA como exemplo de esposa amorosa, que cercou de amor a sua família construindo uma verdadeira “Igreja Doméstica”, faz-me assimilar esse mesmo amor incondicional, consagrando minha vida ao Teu serviço junto aos que me cercam.
PAI NOSSO… ,AVE MARIA…,GLÓRIA AO PAI…
Jesus, Redentor da humanidade, que chamaste à Santa GIANNA à missão de médica do corpo e da alma, vendo o Teu sofrimento no irmão doente, fazei que, seguindo o exemplo da Tua serva, possa eu entender a minha dor e a do meu irmão, participando do sacrifício da Tua Santa Cruz.
PAI NOSSO… ,AVE MARIA…, GLÓRIA AO PAI…
Espírito Santo, fonte de todo o Amor, que infundiu no coração de Mãe da Santa GIANNA a coragem dos mártires, de testemunhar com a própria vida o amor à criança que trazia no seu ventre, colaborando de maneira extraordinária no Teu plano de criação, e, que durante toda a sua vida foi um exemplo de cristã de fé, esperança e caridade, faz-me torná-la com o exemplo para um autêntico caminho rumo à santidade.
PAI NOSSO… , AVE MARIA.., GLÓRIA AO PAI…
Ó Deus, Amante da Vida, que doaste à Santa GIANNA BERETTA MOLLA responder com plena generosidade à vocação cristã de esposa e mãe, concede também a mim (pessoa para quem quer obter a Graça), por sua intercessão (… FAZER O PEDIDO…) e também seguir fielmente os Teus Desígnios, para que resplandeça sempre nas nossas famílias a Graça que consagra o amor eterno e à vida humana. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Teu Filho, que é Deus, e vive e reina Contigo na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. AMÉM.
Rezemos, também, pela intercessão da Santa GIANNA.
Oração com Aprovação Eclesiástica
DOM DIÓGENES SILVA MATTHES
BISPO DIOCESANO DE FRANCA-SP
Patrona Diocesana da Pastoral Familiar Franca-SP

Imagem extraída de ADC Digital.
Olhe só que belíssimo trecho do Livro dos Provérbios que a Bíblia me reservou hoje?
Na imagem, a lembrança: busquemos integridade e sabedoria. Com fé.
S. PAULO DA CRUZ, Confessor Festa de 3ª Classe – Missa própria Nascido em Piemonte, fundou a Congregação dos Passionistas, que tem por fim particular…
Original em: Liturgia Diária – 28/04/2025

Os domingos posteriores a Festa da Páscoa são conhecidos como “Domingo da Misericórdia”; dia de perdão, caridade e serviço. A data foi instituída pelo saudoso Papa João Paulo II, hoje santo da Igreja Católica.
Cá com meus botões: o mundo não seria diferente se todos os dias tivéssemos esse propósito?

Imagem extraída de ACI Digital.
Domingo de 2ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Pancrácio. Os cinco domingos que se seguem, celebram o Salvador ressuscitado. Mostram seu amor …
Continua em: Liturgia Diária – 27/04/2025 – Domingo in Albis

Dá para discordar?
Veja só, na imagem abaixo:

A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?
Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/
A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO
por Aloísio Parreiras
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!

Imagem da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Bragança Paulista / SP (autoria pessoal).
Neste sábado, ocorre o sepultamento do Papa Francisco. Alegre e carismático, ele foi flagrado em diversos momentos importantes com a maior variedade possível de pessoas.
Das fotografias dele, a minha preferida é essa abaixo, onde ele está com uma felicidade espontânea e a pomba parece ter feito pose.
Qual a foto mais marcante do pontífice que você se lembra?
E na noite escura, ao fechar o caixão do agora saudoso Papa Francisco, eis que as pombas, do nada, surgiram no céu.
Como todos têm celular hoje, o momento exato foi gravado em: https://www.threads.com/@celitabeck/post/DI5BpqtOZAI?xmt=AQGz3Vo2rd-yNLEWysehIUmZ6_405Cy5k654M6Khe0svNA
SÁBADO IN ALBIS Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. João do Latrão. No sábado anterior os neófitos receberam as túnicas alvas. No dia …
Continua em: Liturgia Diária – 26/04/2025
