– Família é tudo!

Meu sogro e minha sogra completaram 45 anos de casamento. Tem ideia do que é estar junto por tanto tempo, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando e se respeitando mutuamente?

Some-se, ainda, o tempo de conhecimento, namoro e noivado. Que maravilha!

Que possamos também nós vivermos em harmonia nosso matrimônio por décadas assim, curtindo nossos filhos, netos e, se bobear, bisnetos!

– Eles nos encantam!

Filhos: a razão das cores da nossa vida!

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– Família é Problema? Ao Chico Anysio, era! Ou seria a impaciência o seu problema?

Há 9 anos, uma declaração polêmica de um mestre do humor. Abaixo: 

E a entrevista do Chico Anysio à Revista Veja desta semana? Criticou todo mundo! Esbravejou sobre a Globo, sobre a sua família, sobre suas ex-mulheres, e sobre outras tantas coisas!

Mas um detalhe me chamou a atenção: o porquê dele se separar das esposas. Disse que:

“O casamento é justificado pelo filho, mas é também o filho que acaba com ele. Não há sexo que resista quando a mulher fala ‘acho que o menino acordou, já volto’. Espera aí, já volto? Acabei vários casamentos por causa desse ‘espera aí, já volto’”.

Caramba, hein?

– A figura do pai na educação de uma menina

EDUCAÇÃO – Nós, homens e pais, não temos ideia de como somos importantes para as nossas crianças meninas.

Vale refletir: https://www.youtube.com/watch?v=8UFSXsrHLxs

– A pequena Rapunzel!

Minha Rapunzel!

O príncipe (que sou eu) que se cuide, pois a frigideira (como no desenho da princesa) já está na mão!

Precisa-se tão pouco para ganhar um sorriso…

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💕 #amor #paidemenina #desenho #criatividade

– A Rotina de “Pais Modernos” com casa e trabalho.

08h00 marcam os ponteiros do relógio.

Levantei bem cedo para meu cooper matinal (eu madrugo, é verdade). Suei legal e cheguei a tempo de fazer a minha higiene pessoal a contento. Preparei o café da manhã para a filha mais velha (que tem aula on-line logo mais) e aprontei tudo para a esposa querida acordar e se sentir amada (que logo mais se dedicará ao trabalho e só nós veremos mais tarde). Dei uma arrumada rapidinho na casa (qual o problema de afazeres domésticos por parte do homem?). Tudo saindo nos conformes.

A bebê ainda dorme, mas a aula virtual dela já está pronta, à espera, na mesa, juntamente com meu material de trabalho. O desafio de um pai “dono-de-casa” quase “full time” é conciliar as tarefas do lar com sua rotina profissional (antigamente, o conceito de dona-de-casa proibia as mulheres de trabalhar).

Há de ser workaholic (viciado em trabalho) ou multistask (fazedor de várias atividades)? Talvez não. Mais do que isso, é fazer com carinho. Não é porquê quer, é porque gosta e se sente feliz fazendo essas coisas.

A modernidade impõe essas coisas e traz alguns antigos dilemas, como: quem sustenta a casa financeira, o homem ou a mulher? Sem vaidade ou machismo quanto a isso, amigos, pois a cumplicidade de um casamento vence preconceitos. E, claro, ser vocacionado para os cuidados da família e organizado numa rigorosa rotina são indispensáveis cuidados.  A quem não consegue isso, não é culpa da pessoa. É que ela pode ter outra característica, simplesmente isso. Há solteiros, há conservadores, há independentes e há pais “moderninhos” (sem conotação pejorativa, mas carinhosa ao termo).

Aja sempre com transparência na conversa com sua companheira e saiba dividir os compromissos. Funciona muito bem na vida a dois (ou a três, quatro… depende da sua prole)!

– Tenha carinho com seus familiares.

FAMÍLIA – Vale a pena ser melhor pai, filho, esposo… (ou se esforçar para tal condição) sempre!

Refletindo em: https://youtu.be/-foVtvJoo04

– Melhores Pais e Melhores Filhos

Cada vez mais, percebo que na vida…

Enquanto pais, precisamos ser melhores como educadores, formadores e, talvez, mais amigos! Entender cada filho individualmente, mesmo tendo os mesmos genitores, se faz necessário pois eles são tão iguais, e ao mesmo tempo, diferentes. Dois filhos são duas pessoas únicas! Não há receita para a paternidade e maternidade.

Enquanto filhos, carecemos ser mais atenciosos com nossos pais, mostrando que são igualmente importantes na velhice tanto quanto foram na nossa criação. Dar-lhes carinho, distração e, principalmente, valorizarmos a auto-estima deles.

Claro, tudo o que fazemos, esperamos que seja feito conosco um dia. Mas realizemos essas coisas na convicção de que, a nossa parte, está sendo cumprida com amor!

Família – o Porto Seguro da nossa vida.

– Pijama e Dog?

Com esse friozinho de sábado, a melhor combinação para o finzinho de tarde é essa: pijama e uma cachorrinha peluda para aquecer!

Minha caçulinha se diverte com as peripécias dela… E, cá entre nós, eu com o sorriso dela!

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– O que fazer para perceber se o filho é problemático?

Leiam essa entrevista de Sue Klebold, a mãe do assassino Dylan Klebold, que com 17 anos matou 12 colegas num colégio de Columbine (EUA) a sangue frio, armado com armas, há 4 anos (Revista Veja, Páginas Amarelas, ed 22/06).

Ela disse que:

“Pais de adolescentes sabem que não é fácil captar o que passa na cabeça de seus filhos. Nada levava a crer em suicídio ou assassinatos. Dylan foi hábil em esconder seus sentimentos”.

O que achei curioso foi o conselho que ela dá aos pais. Não sei se concordo com ela. Dona Sue aconselhou que:

“Quando seu filho está sofrendo, não tente consertar as coisas por ele, nem pense fazê-lo sentir-se melhor. Isso é uma forma confortável de autoengano. Só fique em silêncio e ouça o que ele diz”.

Confesso que é um pouco confuso, difícil ou de prática duvidosa. Creio que depende de cada família e da educação em casa.

– Os percalços do cotidiano

Trabalhar, cuidar da casa, estar pronto para a família e às atividades comunitárias… tudo isso faz parte da rotina de qualquer cidadão comum.

Cá entre nós: é bom, mas também existem muitos contratempos. E aprendi esse dito:

“A vida, em si, não é fácil. Sem uma família, é muito difícil. Não confiando em Deus, praticamente impossível de ser vivida”.

Tem razão ou não tal afirmação? 

O que somos sem força interior, sem aconchego do lar, das pessoas queridas, e, principalmente, sem ter esperança em Deus?

– O #tbt desta 5a é…. na ciclovia!

Hoje é 5a feira, dia de #tbt?

Então vai uma recordação da nossa super-pedalada na praia (Santos-SP), recentemente. A minha filha Marininha me surpreendeu em resistência nesse dia! Pedalou, pedalou, pedalou e não reclamou!

Pudera, o cenário de céu azul nos inspirou e, cá entre nós, andar de bicicleta por aqui é muito fácil…

Ótima Quinta-Feira para todos nós, de boas recordações e muita produtividade!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Tá fácil o ensino virtual para as crianças pequenas?

E na hora da aula virtual… pai, filha, cachorro, bagunça e outros acompanhamentos no estudo.

É difícil. Mas também é muito bom!

Na sua casa, como tem andado o comprimisso de ensino dos seus filhos pequenos?

– Quando a recordação é muito boa…

E que alegria acordar e lembrar de coisas boas! Por exemplo: como um passeio de bicicleta com a Ana Luiza, minha sobrinha de coração e afilhada de Batismo.

Ela vai crescendo em beleza, inteligência e simpatia. Tem prazer maior do que compartilhar um sorriso puro e sincero logo pela manhã?

A Deus agradeço pela vida dela:

– E era por causa do balanço…

São as crianças que dão cores à nossa vida! Como não ser feliz com esses sorrisos?

Contagiando o domingo com o balancinho de pneu. Tão simples, e os pequenos amam tanto…

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– Quando se ganha uma inocente gargalhada…

O sábado tem um encanto: pode-se assistir desenhos animados com as crianças!

Durante “Bolt, o Supercão“, um momento “fofurice“…

Como não agradecer à vida?

Em: https://youtu.be/qEhIydWPJp0

– #tbt: vida que vale sorrisos!

Tem coisa mais apaixonante do que um molequinho bem bagunceiro?

Rafael + Miguel = DIVERSÃO!

Nessas horas, vale a pena viver, sem sombra de dúvidas.

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– A importância de um pai para a Educação de uma filha

Um excepcional artigo sobre a figura paterna na vida das meninas. Recomendadíssima leitura, abaixo:

Extraído de: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/06/04/relacao-pai-filha-que-impacto-isso-tem-no-futuro-da-menina/

RELAÇÃO PAI-FILHA: QUE IMPACTO ISSO TEM NO FUTURO DA MENINA?

Entenda até que ponto a perspectiva e o apoio de um pai são realmente necessários para o desenvolvimento intelectual, físico e social de uma filha.

Por Élisabeth Caillemer

“Querido pai, você sabia que se você pudesse se ver, mesmo que fossem apenas dez minutos, com os olhos que sua filha o vê, sua vida iria virar de cabeça para baixo? Você sabe que você é o centro da vida dela? Que ela acorda todas as manhãs porque você existe?”

Essa é a certeza da doutora Meg Meeker, baseada em mais de trinta anos de experiência pediátrica. Ela viu milhares de meninas desfilando pelo seu consultório. Ela ouviu àquelas que, privadas do amor de um pai, sofreram de distúrbios alimentares, refugiaram-se em relações sexuais precoces ou arruinaram conscientemente seus estudos na esperança de atrair o olhar paterno para si mesmas.

A doutora também observou quantas meninas aguardam febrilmente a aprovação e os incentivos de seu pai. Porque, embora não duvidem da atenção de sua mãe, a do pai não parece tão óbvia.

Ela as viu se esforçarem mais para se destacar quando você, pai, olha para ela, aprende mais rápido quando você a instrui, cresce em auto-confiança nela mesma quando a guia.

“Se vocês, pais, estivessem plenamente conscientes da influência que vocês podem ter na vida delas, vocês ficariam aterrorizados, sobrecarregados ou ambas coisas ao mesmo tempo”, resume a pediatra com uma pitada de humor, antes de oferecer conselhos valiosos aos pais para estabelecer um relacionamento próximo e correto com as suas filhas.

  • Os tempos mudaram, as relações entre pai-filha também

Meg Meeker é muito apaixonada. Ela sabe o que é necessário num mundo feminizado que tende a relativizar a importância do pai no seio da família e mantém a confusão sobre o papel que ele deveria ter nela. Uma trama escondida e ainda mais lamentável, já que os homens de hoje querem se envolver mais do que seus próprios pais na educação de seus filhos.

Um fato corroborado pelo padre Alain Dumont, que organizou várias sessões reservadas aos homens. Muitos deles são pais.

“Eles me pedem conselhos de como ser pais”, diz o padre. “Após a explosão da estrutura educacional nos anos sessenta, o papel do pai tornou-se mais difícil de delinear. No entanto, observo que desde o início do século XXI, os homens podem seguir um novo caminho delineado por reflexões recentes que esclareceram sua missão. No que diz respeito mais especificamente às relações entre pai e filha, é evidente que elas evoluíram enormemente desde a Primeira Guerra Mundial. Não se trata de criticar os modelos anteriores, mas de recompô-los novamente em nosso tempo”. E os tempos mudaram.

Hoje sabemos, por exemplo, quão sensível o recém-nascido é à presença de seu pai. Sabemos a necessidade de fornecer uma visão pacífica de seu passado quando criança para viver melhor seu papel de pai.

Preparamos nossas filhas para serem mães e estudar para terem uma profissão. Vivemos numa sociedade invadida pelas telas nas quais a violência e o sexo são difundidos. As relações pai-filha devem integrar esses novos dados.

Desde a tenra idade, você prepara sua filha para a vida dela como mulher

“Você nasceu homem por uma razão”, diz Meg Meeker, “e sua filha precisa do que só você pode dar a ela, nem mesmo a sua mãe”.

Vamos começar do começo: sua primeira missão é separar sua filha da sua mãe para que ela possa se abrir para o mundo exterior. Cortar o cordão umbilical. Dizem que a mãe tranquiliza e o pai incentiva a descoberta. Fácil, você faz isso instintivamente. Observe-se levar as crianças para a escola: enquanto as mães estressadas as seguram firmemente pela mão, você as deixa pular pela calçada a alguns metros à sua frente.

Sua presença ao lado dela apresentará à sua filha a diferença. Você descobrirá o outro, em geral, e a identidade masculina, em particular. Através de você, aprende o que é um homem.

“Ela comparará todos os homens importantes em sua vida com você e imitará seus relacionamentos com eles com base no que vocês dois tiveram”, diz Meg Meeker. “Se esses relacionamentos foram bons, ela escolherá um homem que a cuidará bem. Se você foi aberto e carinhoso, ela confiará nele. Se, por outro lado, você foi distante e pouco afetuoso, ela terá dificuldade em expressar seu amor”.

Desde a mais tenra idade, você que é o pai prepara sua filha para sua vida como mulher e como esposa, dando-lhe as chaves para construir seu relacionamento com os homens. É por isso que o modo como você se comporta com sua esposa é tão importante: sua filha não perde detalhes. Ela precisa ver que você valoriza e respeita a mãe dela. Ela deve ser capaz de tirar daí um modelo de relações harmoniosas para seu futuro parceiro.

Qualquer que seja a idade dela, sua filha precisa desesperadamente de segurança. Ela quer sentir que você é forte, que a protege, então deve estabelecer limites para ela. Em outras palavras, ela espera que você exerça sua autoridade sobre ela.

“Pedir a um homem que assuma sua autoridade hoje em dia é difícil porque é politicamente incorreto. Alguns psicólogos dizem que isso sufoca a criança”, lamenta Meg Meeker. “No entanto, sua filha reconhece em você uma autoridade que ela não reconhece em mais ninguém. As meninas que vêm à consulta não são aquelas que têm um pai autoritário, mas aquelas que têm um pai que não se importa, que não discute com elas, que não as repreende quando tomam uma decisão ruim”.

  • Transmitir confiança

O psicólogo Yves Boulvin ressalta que “os pais costumam ter medo de ser firmes. No entanto, é suficiente exercer a autoridade com um coração e um olhar de amor”.

“As regras que chegam vazias, sem amor, são as que produzem filhos rebeldes. Definir regras é um ótimo trabalho no século 21”, diz Meg Meeker, que não hesita em dar exemplos muito precisos.

“Você terá que proibi-la de ir à uma festa onde as pessoas bebem, dizer a ela para se vestir decentemente, comentar a música que está ouvindo, pegar ela à uma da manhã na casa do namorado e pedir para ela voltar para casa”.

Um assunto mais delicado no qual é esperado que o pai fale: a sexualidade. “Os pais são as pessoas mais importantes nesta área. Mas o pai tem um impacto ainda mais importante na filha”, diz a pediatra. “Ela escuta todos os dias informações falsas sobre a sexualidade. Então você tem que corrigi-las”.

Há outra missão que também envolve o pai e não é uma das menores missões: a transmissão da fé. “As filhas adoram ter debates autênticos sobre a existência de Deus, sobre a fé, com o seu pai, e não apenas sobre questões morais. E, é claro, é importante que elas vejam como os pais rezam e praticam a fé”, diz o padre Alain Dumont.

Cabe também ao pai transmitir à filha confiança nela mesma. “Um pai é um garimpeiro que dá à sua filha um olhar gentil e a ajuda a identificar suas qualidades, a descobrir quem ela é”, explica Yves Boulvin.

Esse psicólogo fica surpreso com a incapacidade de alguns de seus pacientes de nomear pelo menos uma de suas qualidades. No entanto, eles se lembram das palavras de desprezo que receberam ou da indiferença de que foram vítimas.

“As palavras ofensivas de um pai deixam traços profundos e criam patinhos feios que não sabem que são realmente cisnes”, alerta.

Para evocar essa questão de auto-estima, Meg Meeker fala precisamente de humildade, no sentido cristão do termo: avaliar a si mesmo em sua medida adequada.

“A humildade permite que sua filha conheça seu potencial, saiba de onde ela vem, para onde está indo e viva na realidade. E não há dúvida em elogiar suas qualidades, sua inteligência, sua atitude aberta em relação aos outros…”.

  • Expresse seu amor

Por fim, não tenha medo de ser carinhoso e dizer à sua filha que você a ama! “Eu sempre pergunto aos meus jovens pacientes: ‘Quem quer você?’”, diz Meg Meeker. “A metade desses pacientes responde: ‘Minha mãe e meu pai, suponho’; um quarto deles me olha interrogativamente e o resto diz ‘eu não sei’”.

Você ama sua filha, para você é evidente, mas isso não significa que ela se sinta amada por você. “Um dia, vi uma jovem reivindicar um ‘eu te amo’ de seu pai”, diz o padre Alain Dumont. “O pai, surpreso, respondeu: ‘Mas você já sabe!’ E a filha dele respondeu: “Sim, mas eu adoraria que você me dissesse alguma vez…”.

O pai é uma mistura de força e ternura. “Toda uma arte”, diz Yves Boulvin. “Houve muita conversa sobre a libertação das mulheres, mas também devemos falar sobre a dos homens. Hoje em dia, ele não é mais aquele guerreiro como antigamente ele era, ele pode finalmente expressar sua sensibilidade, mostrar que ele tem um coração cheio de amor”.

– Família: há algo mais perfeito?

Não titubeio em afirmar: ter pais, primos, tios, avós, sogro (a) esposa, filhos, demais parentes e até animal de estimação no seu convívio diário, é o que faz a vida ser bela!

Família: porto seguro da vida.

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– Baby Fusion versão kids!

Pessoal, a Maria Estela mandou avisar que vai “dar uma mamazinho para a sua bebê e arrumar seu sling”. Daqui a pouco ela volta para brincar de dançar Baby Fusion!

Brincadeiras à parte, é muito bom ver as crianças com brincadeiras puras e longe dos tablets. E sobre “sling” e o termo “Baby Fusion”, você sabe o que é?

Olhe que legal esses conceitos aqui sobre eles: https://professorrafaelporcari.com/2020/05/25/baby-fusion-sling-e-exterogestao/

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– Família!

CARINHO – Simplesmente, ao ver essa foto (abaixo), me perguntei: “como alguém pode não querer ter uma família?”

Não consigo entender! Amo meu pai, minha madrasta, meu sogro e minha sogra (que são meus segundos pais). Amo minha irmã, meu sobrinho, meu cunhado. Idem aos cunhados por parte da minha esposa e meus sobrinhos de coração! Rezo todo dia pela minha afilhada Tatinha e meu afilhado Givonzinho. Claro, para meus parentes, compadres e amigos também.

Logicamente, a esposa e as filhas ganham lugar especial no dia-a-dia, pois estamos juntos (mais do que nunca) neste período da pandemia. A cada dia junto delas, em casa, vejo como Deus foi generoso comigo, e agradeço por não viver solitário!

Pronto, escrevi isso do nada porque deu vontade ao ver essa foto. Saiu do coração. Mas a questão inicial era: como tem gente que não quer casar e ter filhos? Constituir família é uma Graça Divina!

Respeito quem pensa diferente, mas talvez não queira ter uma família aqueles que nunca tiveram uma de verdade a vida inteira…

Cá entre nós: sorrisos sinceros são sempre únicos!

– Ser pai é… demais!

Ser pai é isso: “pagar micos” a troco de sorrisos!

E isso é tão bom...

Assista um exemplo disso, em: https://youtu.be/Zre3R5tou2g

– Creia que você consegue!

Feche seus olhos, faça um pedido e tenha fé! 

Sonhar e acreditar valem a pena. 

(Pedi uma batata frita e meu papai comprou – deu certo, pessoal!).

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Maria Estela, minha caçulinha, retratada acima como modelo dessa positividade!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– #tbt da noite!

O boa-noite mais risonho do mundo!

Minha Estelinha em momento: “vou dormir, mas preciso bagunçar mais um pouquinho…”

Ô vida que vale a pena ser vivida…

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– Vai passar!

‪Ô saudade da liberdade… e das festas juninas... e de; também de; e…‬

‪Vai passar. Logo passa. Voltaremos à normalidade em breve!‬

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– Pureza em Família!

Um puro sorriso de criança é o que dá cores e sentido à nossa vida!

Olhem só que doçura:

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Cuide de quem você ama!

Família unida, se protegendo do Covid-19, no clique abaixo. É assim que deve ser a nossa rotina: nos cuidando e protegendo quem amamos.

Cada vez mais deverá ser desse jeito, lamentavelmente, até o pior passar. Paciência! E vamos levando a vida…

– Os Jovens comportados e responsáveis são aqueles que alcançam o sucesso!

Neste mundo de muita confusão comportamental e de valores deturpados, uma matéria muito bacana sobre os jovens que alicerçam sua vida na família, na religião, no trabalho e no estudo – sem perder a alegria.

Nada de excessos, distância das drogas e muita vontade de vencer: esse é o “jovem diferenciado”, que deveria não ser a “exceção”, mas a regra da sociedade!

A ótima matéria está no Jornal de Jundiaí (www.jj.com.br), caderno Cidades, na edição de alguns domingos atrás, por Mauro Utida (mutida@jj.com.br)

EM TEMPOS MODERNOS, JOVENS SE DESTACAM COM COMPORTAMENTO DIFERENCIADO

Pensar no futuro é uma das ocupações das quais os jovens mais se dedicam a fazer, porém nem todos conseguem se planejar para alcançar seus objetivos e sonhos e, com isso, se frustram. Em tempos modernos, onde há muita informação e liberdade, muitos novos adultos conseguem se destacar, buscando mais expressão com a maturidade e sem abandonar os valores da família.

Eles podem até ser considerados ‘caretas’, inocentes e até mesmo, conservadores, mas uma boa parte desta nova geração não está preocupada com baladas, como a maioria, mas sim na estabilidade financeira por meio de um bom emprego na área em que eles se formaram e na construção de uma família tradicional.

Para a psicóloga Maria de Fátima Maion Cosarin, a geração atual é mesclada, enquanto há aqueles que não estão nem aí para nada, há outros muito responsáveis, decididos e maduros.

Ela se preocupa apenas quando o jovem coloca a estabilidade financeira como prioridade. “O mais importante é o jovem se encontrar e alcançar o autoconhecimento, não só pensar na parte financeira. Conheço muitas famílias realizadas financeiramente, mas infelizes”, alerta.

Para ela, a liberdade pode ser vista de diversas maneiras, porém quando é associada ao álcool, drogas e sexo, se torna libertinagem. “Hoje o jovem tem a liberdade de expressão, mas falta maturidade. Não existe liberdade sem maturidade”, avisa.

Rock’n Roll
Quem olha para Daniel Pacheco da Silva, 23 anos, tocando baixo com sua banda de heavy metal, com camiseta preta, não imagina que ele é um administrador de banco de dados, formado pela Faculdade de Tecnologia (Fatec Jundiaí) em análise de sistema, bebe socialmente, costuma ir às missas frequentemente e é um dos mais tranquilos da turma.

Para ele, o relacionamento sério é mais “bacana” e procura alguém com quem tenha afinidade. Drogas? Nem pensar. “Não tenho nada contra, mas não me misturo”, declara. Ele não se considera uma pessoa diferente da sua geração por ser mais conservador do que a maioria dos jovens de sua idade, porém procura focar mais no seu trabalho e na música, já que também toca violão e gaita. “Cada um é cada um, não discrimino a opinião de ninguém”, desabafa.

Sonho de criança
Desde criança, Stephânia Vilela, 23 anos, sonha em se formar, conseguir um bom emprego e depois casar. Foi sempre uma aluna disciplinada e hoje, aos 23 anos, já faz pós-graduação em Direito do Trabalho, na Faculdade Padre Anchieta, em Jundiaí.

Ela se formou em Direito pela PUC-Campinas e no 5º ano de faculdade, conseguiu passar no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para poder exercer sua profissão. “Em cinco anos de faculdade, se fui a cinco festas foi muito”, diz.

Ela namora há quatro anos com um jornalista, que também está iniciando na profissão, porém os sonhos do casamento foram prorrogados para que os dois consigam uma estabilidade financeira e profissional primeiro. Na opinião dela, o próximo passo do casal será conseguir um imóvel e, só então, realizar a cerimônia matrimonial.

“Nosso namoro deu certo porque nós dois somos bem tranquilos, saímos mais para comer fora e se reunir com os amigos, ou ficar assistindo Netflix em casa (risos)”, revela.

O que chama a atenção em Stephânia são as suas tatuagens e um piercing no nariz, nada comum para uma advogada. Mas ela afirma que não gosta de estereótipos e quer ser uma profissional sem abandonar seu estilo. “Adoro tatuagens e piercing, quero ter minha liberdade de escolha dentro da minha profissão, não gosto de estereótipos”, declara.

Lado espiritual
A psicóloga Fátima Maion Cosarin também destaca a importância dos jovens terem uma espiritualidade forte, seja qual for a religião. Para ela, jovens com este perfil, costumam alcançar a maturidade mais rápido, pois de alguma forma a religião costuma trabalhar com as frustrações.

O analista de suporte, Thiago Hernandes Cardoso da Silva, 30 anos, foi influenciado pela avó a frequentar as missas católicas. Ele gostou de participar deste ambiente e, dentro do grupo de jovens, conheceu sua namorada, com quem está há 3,5 anos. Eles já planejam o casamento dentro da Paróquia São João Batista, na Ponte São João, em 2019. “Estamos praticamente noivos”, declara.

Silva afirma que os bons costumes não aprendeu na igreja, mas sim dentro de casa. Para ele, a educação tem que vir da família e a igreja, como um direcionamento para a espiritualidade. “Os meus princípios e minha educação foram passados pelos meus pais, a igreja é meu suporte espiritual”, diz ele, que é formado em informática.

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– #tbt de paixão!

Uma memória recente:

Ser pai é… ser o “monstro engraçado da coberta”, somente para atender o pedido da filhotinha e ganhar um sorriso de covinha!

Bom demais, né?

#PaiDeMenina #Amor #Carinho #Felicidade #Família #Paz #Pai #Filha #tbt #Bagunça

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– Aula na moda Junina!

A caipirinha e o caipirão!

Hoje, na aula do Maternal II por Ensino Virtual, a tia Lívia nos ensinou a fazer bandeirinhas! Ô vida doce…

Tô aprendendo coisas que nunca fiz na infância… kk Aliás, alunos vestidos a caráter!

Vale muito a pena ser amigo das crianças ❤️.

– O perigo da dependência virtual das crianças hiper conectadas!

Um risco dos tempos modernos: crianças reféns da tecnologia, que se tornam viciadas em tablets e smartphones. Uma “overdose” virtual segundo especialista!

Extraído de: Revista Isto É, ed 2427, página 51, por Luldmilla Amaral

OS RISCOS DA INFÂNCIA NA REDE

Livro discute o uso da tecnologia pelas crianças e alerta para os perigos da dependência virtual

Especialistas em comportamento digital apontam que as crianças brasileiras são mais ativas do que a média mundial na internet, o que as tornam perigosamente dependentes dos ambientes virtuais. Celulares e tablets são cada vez mais usados para entreter os pequenos em situações de estresse, como refeições em restaurantes, por exemplo. Perfis em redes sociais também são criados muito precocemente. Diante deste cenário, já imaginou o que aconteceria se, de um dia para outro, todos os aparelhos eletrônicos deixassem de funcionar?  Essa é a proposta de Juliana Grasso, no recém-lançado livro “Amanhã, como será?”, da Tempo Editora.

Com foco no público infanto-juvenil, a publicação conta a história de Gabriel, um garoto de 11 anos dependente de computadores, tablets e smartphones que se vê completamente perdido após uma tempestade destruir todos os seus aparelhos eletrônicos. Com o acidente, o menino, que usava os dispositivos para estudar, se comunicar e brincar, precisa redescobrir as brincadeiras e alegrias de uma infância sem tecnologia. A autora  se inspirou nas experiências cotidianas para escrever o livro.

“A tecnologia está super disponível, tanto para adultos, quanto para crianças. Hoje, mesmo muito novinhas, elas assistem a vídeos pelo celular na hora de comer, o que faz muito mal”, diz Juliana. “É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação.” Para ela, essa overdose de tecnologia na infância pode transformar meninas e meninos em adultos antissociais e dependentes. Pesquisa “Kids of Today and Tomorrow – Um olhar Bem Próximo Sobre Essa Geração”, da Viacom Internacional Media Networks, valida essa afirmação. Ela indicou que, apesar de o cenário ser sombrio em praticamente todos os países desenvolvidos, as crianças brasileiras têm uma predisposição maior ao vício virtual.

“É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação”

Juliana Grasso

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– Uma casa bem aconchegante!

Trabalho do papai terminado: a casinha de papelão que a Estelinha ganhou do vovô Lili está montada! Agora é só fazer bagunça…

Um bom domingo é assim: dedicado aos sorrisos das crianças! Mesmo que esteja cansado, é isso que encoraja.

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– Aquecendo o coração!

Falta muito para a Pandemia ir embora e voltarmos a tomar um solzinho da manhã todos juntos?…

Há algo melhor do que nos aquecermos em família?

Saudade de momentos como esse, abaixo:

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– Bonecas!

Bonecas da minha vida: a cachorra, a de brinquedo e a de verdade!

Tem coisas tão simples e puras na vida da gente, e muitas vezes passam despercebidas…

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Em família, tudo é mais seguro!

Nestes tempos de isolamento devido ao Covid-19, nada melhor que o aconchego do lar com a família.
Existe porto-seguro melhor do que este?

Trabalhando em home office, estudando a distância, saindo o mínimo que for necessário. É o jeito…

Mas sabendo que esses sorrisos continuam no rosto, fico feliz!

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