– O Poeta Fabrício Carpinejar e sua Primeira Catequista

Tem mais de 10 anos, mas é ótimo esse texto! Abaixo:

Como é gostoso ler boas publicações. Fabrício Carpinejar, um poeta dos tempos modernos, escreveu na Revista Crescer, ed 193, pg 60, dezembro/2009,  sobre o título “Minha Catequista“, a importância em ter uma boa evangelizadora.

No artigo diz:

“Intelectual traz o ateísmo como pré-requisito. Confiar em Deus é sinônimo de ingenuidade, de burrice, de falta de conhecimento histórico (…) Parece que a Bíblia não aconteceu. (…) Concordo que a Bíblia não aconteceu, a Bíblia está sempre acontecendo. Agora, por exemplo.

Eu acredito em Deus, posso perder os leitores antes do sermão. ACREDITO. Porque tive uma catequista, Ester, que acreditou em mim. Só acredita em Deus quem um dia foi acreditado.

(…) Ela me convenceu com uma única virtude (e tinha várias): o senso de humor. Nunca conheci alguém com tamanha gentileza. Ela falava e sorria para falar do Evangelho. Não era inquisadora. (…) Havia uma leveza que não existe no moralista.

Eis o grande problema do moralista: ele não ri. Repare, é azedo, carrancudo, quer  nos passar a limpo. (…) Quem não ri não inspira confiança, sugere uma vida mesquinha e ingrata, com as escolhas decididas pelo medo. E Ester é feliz (…)

O ceticismo adulto desestimula que o pequeno supere as aparências, que enriqueça o cotidiano com mistérios e poesia. Bloqueia a fantasia logo no esplendor de sua espontaneidade, como a provar que somente o que importa é o real e o que pode ser comprado. Evidente que o filho não vai acreditar em Deus, o grave é que não vai acreditar em si.”

Sensacional, não? Como primeiros catequistas, os pais devem mostrar essa faceta alegre do Cristo Vivo dentro da infantilidade dos pequenos.

Parabéns ao autor, vencedor do prêmio Jabuti de 2009. Ele é pai de Mariana (15 anos) e Vicente (7 anos).

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Doce recordação…

Caramba! Minha linha do tempo me recordou neste domingo desta foto, com duas princesas e um ogro.

Já faz 1 ano?

Há momentos tão simples que passamos juntos, e, ao mesmo tempo, tão marcantes.

Parece que foi ontem: brincávamos de “vaca amarela” neste dia. Tão bobinha diversão, mas tão doce…

Ops: é lógico que “quem comeu, fui eu”!

– É bom ou é ruim chupar chupeta?

O tema é interessante para nós, papais e mamães: a chupeta!

Alguns dizem que nunca se deve dar a chupeta antes dos 14 dias de vida para não atrapalhar na amamentação. Ao mesmo tempo, outros dizem que a chupeta é indispensável, pois o bebê que não se acostuma com ela começa a chupar o dedo e acaba se tornando um vício ruim.

Algumas coisas interessantes que você deve saber sobre a chupeta,

Extraído da Revista Crescer: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI305314-15046,00-COISAS+SOBRE+A+CHUPETA+QUE+VOCE+PRECISA+SABER.html

7 COISAS SOBRE A CHUPETA QUE VOCÊ PRECISA SABER

Novo estudo sugere que ela ajuda no aleitamento e reacende a polêmica sobre seu uso

O assunto é sempre polêmico. A maioria dos pediatras condena o uso da chupeta, mas algumas mães alegam que o acessório tem lá suas vantagens, desde que usada com moderação. O mais recente estudo, da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, diz que ela pode (quem diria!) até mesmo estimular a amamentação. Os pesquisadores americanos analisaram os dados de 2.249 crianças nascidas entre junho de 2010 e agosto de 2011. Os resultados mostraram que a taxa de aleitamento natural diminuiu de 79% para 68% após a abolição das chupetas. O que os autores do estudo ainda não descobriram é o que estaria por trás dessa estatística.
Contradições à parte, antes de você (com a orientação do pediatra) decidir se o seu filho vai ou não usá-la, melhor ficar por dentro do assunto. A seguir, sete coisas que toda mãe tem de saber.

1 – Atrapalha a amamentação?

Apesar da pesquisa norte-americana citada acima, Luciano Borges, presidente do Comitê de Aleitamento da Sociedade Mineira de Pediatria, discorda. Ele diz que inúmeros estudos anteriores mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do aleitamento materno. Segundo Luciano, o fato acabou sendo decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) optassem como recomendação oficial não utilizar bicos e chupetas desde o nascimento. Essa orientação é compartilhada pelo Ministério da Saúde do Brasil. “Tenho um caso de paciente que ofereceu chupeta à sua filha quando ela tinha 1 mês e meio. Na mesma época, a criança largou o peito e começou a perder peso. Bastou a mãe tirar a chupeta para a amamentação voltar ao normal”, conta o pediatra. A explicação para isso é que a musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança. A pediatra Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, também faz um alerta: “Vale lembrar que a chupeta só deve ser oferecida ao bebê quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança”, reforça a pediatra Tania Shimoda.

2 – Prejudica a dentição?

Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal. No entanto, há outros problemas. “Um hábito oral pode gerar outro. Por exemplo, o uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração (pode predominar a respiração pela boca), na postura corporal, na fala e na mastigação”, diz Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp.

3 – Até que idade meu filho pode usá-la?

Ela deve ser retirada a partir de 1 ano de idade e, no máximo, até os 2. A chupeta tem de ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca. Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos. Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito.

4 – O que é pior, chupeta ou dedo?

O dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito. O bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo.

5 – A chupeta alivia a cólica do bebê?

Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança. Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica.

6 – Ela previne a morte súbita?
A Academia Americana de Pediatria afirma que o uso do acessório diminui a incidência de morte súbita. Mas isso não quer dizer que, se o seu filho não gosta ou não usa, você deve forçá-lo.

7 – Que cuidados devo tomar com a higiene?

A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão e, de preferência, esterilizada diariamente.

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– Vamos modelar?

Momento da Massinha de Modelar!

Hora de pai e filha se divertirem em casa. Até mais!

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– Bicho-Pai.

Pai. Uma espécie sofrida. Tipo: “bicho-pai”. Ou, se preferir, “pai-aço”.

O que a gente não faz para ganhar sorrisos das filhas, não…?

Ops: a esposa agradece!

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– #tbt 2: Sorrisos doces!

Relembrando, já que hoje é dia de #tbt, nossos sorrisos tão sinceros…

Aqui: Miguel e Maria Estela, primos, tão pequeninos.

Risadinhas maravilhosas e contagiantes!

– Hora de dormir?

Já fizemos isso uma vez, e hoje repetimos: criamos “looks divertidos”!

Não é bom ser pai de menina? A gente vira modelo!

O problema é: quase 22h, e vai ser difícil fazê-la dormir…

– Amor verdadeiro.

Um sorriso verdadeiro.

Ops: Dois!

Miguelzinho é meu sobrinho. Meu amigo. Meu malucão do coração.

Como eu gosto desse molequinho…

– Felicidade!

Passear em família é comigo mesmo!

Compartilhando momentos de alegria no Interior Paulista, com muitos sorrisos, somente para dizer: ninguém vive sozinho nesta vida!

– Pagando Mico. Mas é muito bom…

Filhos são sempre a alegria do lar. Por eles, pagamos micos incríveis! Eu que o diga pela minha Estela…

Saímos passear com a cachorrinha (e eu sabia que iria chover). Ela tinha uma “lupa de detetive” e queria “investigar a rua” com a “amiga farejadora”!

Deu nisso: https://youtu.be/I78kB0Q4huU

– Love ❤️

A bela e a fera.

Corujice: como um pai tão feio pode ter uma filha tão bonita? Ops: Duas, é verdade (essa é a Teteia, além da Maritica).

Culpa da mãe, indubitavelmente… (ainda bem).

❤️ #família

– Vovó querida.

Amor de vovó, amor de netinha. AMOR, com letras maiúsculas!

Quem poderia se passar de doente somente para uma consulta com a Dra Teteia?

❤️ #amor

– Miguel, 4 verões!

Caramba! Hoje o Miguelzinho, meu sobrinho maluco, faz 4 anos!!!

Como eu gosto desse molequinho... bonito que nem o tio!

– #Tbt1: Um retrato bem fofo!

Momento “fofurice” na recordação do #tbt de hoje: impossível o papai não ser coruja…

– Click!

Mega-esforço para uma simples foto 3×4 da nossa Teteinha. Mas valeu a pena!

Um retratinho qualquer torna-se um programa divertido. É por isso que eu amo as crianças.

❤️ #model?

– Papai não é Mamãe: Vida Pessoal e Profissional em relação aos bebês.

O que seria ideal: homens e mulheres dividirem igualitariamente as tarefas de casa e os cuidados com os filhos pequenos?

Tal dilema (a relação dos cônjuges e a vida profissional / pessoal) desafia o convívio de papais e mamães, por melhores que eles sejam. Mudar a rotina, e a própria vida, é condição aparentemente necessária.

Compartilho ótimo material da Revista Veja, onde uma nota me chama a atenção: o alerta de que pais não substituem mães, e de que a mamãe não pode exigir tanto do papai.

Claro, eu sou um papai…

Extraído de: http://veja.abril.com.br/091209/papai-nao-mamae-p-100.shtml

PAPAI NÃO É MAMÃE

O pensamento politicamente correto contaminou a paternidade e exige dos homens um desempenho equivalente ao das mulheres no cuidado com os filhos. Mas isso vai contra os fatos da biologia.

Todo homem que queira se manter competitivo no mercado das relações amorosas, atualmente, precisa demonstrar que reza pela cartilha do politicamente correto no quesito paternidade. Ou seja, ter disposição (ou pelo menos dizer que tem) para desempenhar toda e qualquer tarefa relacionada ao cuidado com os filhos. Dito assim, soa razoável. Em um mundo em que homens e mulheres trabalham e as famílias foram reduzidas ao núcleo formado por casal e filhos – com o resultado de que avós, tias e primas atuam cada vez menos como “segundas mães” –, é mesmo necessário ter uma participação maior do pai nos serviços domésticos. Já vai longe o tempo em que levantar as pernas para a mulher passar o aspirador era considerado uma grande ajuda. Esquentar a mamadeira, preparar a papinha, trocar a fralda e dar banho no bebê são atividades, entre muitas outras, que um pai pode perfeitamente desempenhar. Mas há excessos na concepção mais difundida de paternidade moderna. O principal deles é equiparar pai e mãe na capacidade de suprir as necessidades físicas e afetivas dos filhos. A influência que o pai pode ter sobre seus rebentos, especialmente quando eles ainda são bebês, é limitada por fatores biológicos. Forçá-lo a agir como se pudesse substituir a mãe pode ter efeitos devastadores. “Muitos homens se sentem emasculados nessa posição porque passam a acreditar que as formas tradicionais de masculinidade, com as quais eles se identificam no íntimo, são negativas”, disse a VEJA o psiquiatra inglês Adrian Lord. “A insatisfação nessa troca de papéis pode até afetar o desempenho sexual do casal.”

O excesso de expectativa – e ansiedade – em relação ao papel paterno pode ser verificado por meio dos resultados obtidos em uma enquete feita com 820 pais no site VEJA.com. Setenta e cinco por cento deles disseram que gostariam de passar mais tempo com os filhos, mas só 20% parecem achar possível realizar esse desejo num curto espaço de tempo (veja o quadro). É óbvio que cada casal tem o seu próprio equilíbrio na divisão das tarefas maternas e paternas. E é claro também que existem homens que se realizam como “pais totais”, sem que isso interfira na sua masculinidade (pelo menos, eles não sentem os efeitos mais adversos). Analisados em conjunto, entretanto, os homens estão sendo submetidos a duas forças opostas. De um lado, a pressão das mulheres para que exerçam a paternidade de uma maneira historicamente inédita, em que várias das tarefas maternas lhes são confiadas. De outro, a limitação de ordem natural, que faz com que eles não se sintam totalmente à vontade nas novas funções.

Ordem natural? O pensamento de extração feminista atribui o desconforto dos homens nos cuidados com os filhos a aspectos culturais originados do machismo patriarcal. Por esse argumento, os pais não conseguem ter a mesma delicadeza, afetuosidade e disponibilidade que as mães simplesmente porque não se despem dos valores que lhes foram inculcados e que continuam a ser reproduzidos nas diferentes esferas da vida social. Não foram educados para cuidar de crianças e não encontram respaldo no ambiente de trabalho para ser pais participativos. Tudo isso é, em parte, verdadeiro. Meninos são ensinados a manter-se longe de bonecas, e é mais fácil para uma mãe do que para um pai convencer o chefe de que precisa sair mais cedo para levar o filho ao médico. Pais como Paulo de Queiroz Silveira, do Rio de Janeiro, que trabalha em casa e pode passar boa parte do dia com as crianças, frequentemente ouvem a pergunta “Onde está a mãe deles?”, quando estão com os filhos no shopping ou vão sozinhos às reuniões na escola. Chegamos, então, à “ordem natural”. Por mais que as pessoas acreditem na versão politicamente correta da paternidade, o fato é que a maioria estranha quando os homens desempenham tarefas tradicionalmente maternas. Isso é errado? Não. “As regras sociais e culturais não surgem do nada. Elas têm uma origem biológica”, diz o psicólogo evolutivo americano David Barash, da Universidade de Washington.

Entre as características tipicamente masculinas que, em geral, são deixadas de lado quando se tenta cuidar de uma criança com a mesma dedicação de uma mãe, estão a autonomia, o gosto pela competição e a agressividade. A perda de virilidade experimentada pela maioria dos homens que se põem a realizar trabalhos associados a mulheres tem bases químicas. Experiências de laboratório mostram, por exemplo, que os níveis de testosterona no organismo caem quando o homem segura uma boneca nos braços. O efeito é o mesmo de quando o marmanjo embala um bebê de verdade. O hormônio masculino por excelência é aquele que, entre outras coisas, proporcionava aos machos humanos, nos tempos das cavernas, o ímpeto de caçar, acasalar-se – e dar uma bordoada na cabeça do inimigo.

Faz sentido, portanto, que a evolução tenha moldado o organismo do homem de forma tal a diminuir os níveis de testosterona na presença de crianças – não só as suas, como as de outros. Do contrário, eles representariam sempre um perigo para aqueles serzinhos adoráveis – e gritadores, e chorões, e… irritantes. Um estudo feito por antropólogos da Universidade Harvard indica que os níveis do hormônio em homens casados são, em média, mais baixos do que em solteiros. E, entre os casados que passavam todo o tempo livre com a mulher e os filhos, sem dar chance à cerveja com os amigos, a quantidade era ainda menor. A descoberta reforça a tese de que o natural para um homem é ser provedor e protetor – não um trocador de fraldas.

O psicólogo David Barash explica que o envolvimento do pai com os filhos é proporcional ao grau de certeza que o macho tem de que a prole carrega seus genes. É o contrário do que ocorre com as mulheres. A não ser nas novelas de televisão, elas jamais têm dúvida de que deram à luz aquele filho. “Em termos evolutivos, esse fato serviu para estreitar ainda mais a ligação entre mães e sua descendência”, diz Barash. “Prova disso é que não há uma única sociedade em que os homens se dedicam a cuidar mais das crianças do que as mulheres.” Tal especificidade também esclarece por que a natureza reservou às mulheres, e não aos homens, a capacidade de produzir leite. Se fosse o contrário, os homens poderiam ver-se na situação de amamentar os filhos dos outros (ou de recusar-se a fazê-lo caso descobrissem o engodo). Só o sexo que investiu nove meses na gestação e não questiona se o rebento é seu poderia ter uma função tão essencial quanto a de alimentá-lo nos primeiros anos de vida – garantindo, desse modo, a continuidade da espécie. O trato com as crianças, segundo a ordem natural, também diferenciou homens e mulheres quanto a outros aspectos. Centenas de milhares de anos acalentando e dando atenção a indivíduos que não se expressam verbalmente – os bebês – conferiram a elas capacidades cognitivas superiores às dos homens. Daí a vantagem feminina na compreensão da linguagem corporal. Já o homem, menos preso a laços afetivos familiares, se tornou mais apto para tecer alianças externas. Por esse motivo, os pais têm mais medo do que as mães de ver sua vida social reduzida com a chegada de um filho.

Evidentemente, não se trata de propor que os pais modernos voltem a se comportar como na idade da pedra. “O que não se pode é exigir que eles assumam o papel das mães”, diz o psicólogo americano Aaron Rochlen, da Universidade do Texas, autor de um estudo sobre homens que se tornaram donos de casa. Uma maneira de incorrer nesse erro é esperar que o pai tenha sobre a criança a mesma influência afetiva e psicológica que a mãe. A ideia de que ele pode ter esse papel costuma ser difundida de modo inconsequente desde os cursos de gestantes para casais. O austríaco Sigmund Freud, o pai da psicanálise, considerava que no início de sua vida a criança percebe a mãe como um ser todo-poderoso, numa relação que não dá espaço para mais ninguém. Apenas depois de alguns meses do nascimento, o bebê consegue identificar a existência de um terceiro indivíduo – o pai – que disputa sua atenção com a mãe.
No papel de “o outro”, é o pai quem estabelece o vínculo da criança com o mundo externo e lhe permite ganhar independência da mãe. O pai é essencial na formação sexual da
filha, por revelar a diferença, e do filho, por confirmá-la. Pais obrigados a agir como mães podem desequilibrar essa equação.

Os homens não são fisicamente adaptados para cuidar dos filhos com a mesma desenvoltura que as mulheres, mas estão sendo cobrados insistentemente para sê-lo, como se isso fosse… natural, volte-se a dizer (esta reportagem, aliás, deverá causar grande indignação entre as feministas). Como nem sempre conseguem atender à exigência, são criticados ou tratados com condescendência. O resultado é frustração: o homem ingressa na paternidade disposto a ser participativo, mas se sente um inútil quando não dá conta do recado. “Quando vai dar banho em nossa filha recém-nascida, meu marido a deixa escorregar. Por isso, eu fico sempre por perto, só vendo no que vai dar”, diz a professora mineira Cláudia Santos, de 36 anos, mulher do publicitário Rafael Castro. Pois é. “As mulheres lutaram para conquistar seu espaço no mercado de trabalho e agora batalham para que os homens dividam as tarefas domésticas e o dia a dia com os filhos. A contradição é que elas parecem querer a ajuda de um clone de si próprias, não de um marido que faz as coisas dentro de suas limitações”, diz a terapeuta de casais Magdalena Ramos, de São Paulo. “Não é de estranhar que eles se sintam falhos.”

As mulheres batalharam para ter liberdade e igualdade. Mas, quanto à fraternidade com os homens, convenhamos… Não exija tanto do paizão, mamãe.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Há 2 anos…

Sincere and pure smiles! Me and my daughter Maria Estela, in a moment of happiness and fun. / Sorrisos sinceros e puros! Eu e minha filha Maria Estela, em momento de felicidade e diversão.

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#Love / #Amor

– Curtindo a filhota!

Divertir-se com os filhos é muito bom!

E quando a filhota mais velha mostra que caminha para ser sereia…?

Ô pai coruja!

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– Uma tarde de sábado bem dedicada!

Alguma prioridade hoje?

Claro, temos!

Olha como a grama está alta e precisa ser cortada:

Portanto, hora de pai e filha cuidarem do jardim. Sumindo dos equipamentos eletrônicos em 3, 2, 1… (e sorrindo para o serviço): 

– #tbt1: A inocência que é gratuita, mas vale muito!

Os sorrisos inocentes da Maria Estela e do Miguel contagiam a nós! Na árvore, em meio aos bichos, não existe celular, tablet ou malícia. Só há sincera amizade e carinho.

Que possamos nós, adultos, vivermos em tal pureza de propósitos. A vida é mais simples do que parece ser…

💙💖 #amor #primos #família #vida #inocência #carinho

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– Que carinha…

Meu sobrinho Miguel queria brincar comigo, e não posso hoje pela distância e pelo trabalho.

O que eu faço quando vejo a carinha dele de “tá bom, tio Rafa, amanhã a gente brinca.”?

Ô, dó…

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– Cansou?

Depois de tanto brincar, Tetéia pediu alguns “minutinhos pra assistir as coisas que gosta sozinha”.

Pode?

Caixa de ressonância da irmã mais velha?

Como as crianças escutam os adultos e os imitam…

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– Um tesouro chamado Família!

Essa afirmação da importância da família pelo Papa é sensacional.

Compartilho no vídeo em: https://youtu.be/2CtKrhhZI_s

– Como o carinho dos pais influencia na formação dos filhos

Amor do Pai exerce influência sobre a personalidade da Criança, comprova estudo. Assim, a rejeição é também forte fator de influência, sendo que ela desencadeia a mesma sensação de hostilidade e agressividade nos pequenos.

Quer melhor motivo para nunca deixar de amar?

Extraído de: http://m.redetv.uol.com.br/jornalismo/ciencia/amor-do-pai-exerce-forte-influencia-na-personalidade-da-crianca

AMOR DO PAI EXERCE FORTE INFLUÊNCIA NA PERSONALIDADE DA CRIANÇA

Um estudo conduzido pela Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, mostra que as demonstrações de afeto e de rejeição do pai têm uma forte influência na personalidade da criança.

A pesquisa estudou 36 trabalhos envolvendo mais de 10 mil pessoas, entre crianças e adultos, e a rejeição paterna tem essa influência tão grande pois é mais comum do que a materna. A figura do homem é associada a prestígio e poder, e quando a criança é rejeitada por ele a sensação é como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por alguém que eles consideram ser mais importante.

O estudo também mostrou que as partes do cérebro que são ativadas quando a criança se sente rejeitada é a mesma que se tornam ativas quando ela se machuca, mas com uma diferença: a dor psicológica pode ser revivida por anos e leva à insegurança, hostilidade e uma tendência à agressividade.

Já o pai que é presente e carinhoso tem o efeito contrário na formação da personalidade de seu filho: a criança cresçe feliz, segura e capaz de estabelecer ligações afetivas muito mais facilmente na vida adulta.

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Imagem: Arquivo pessoal, Capela do Santíssimo Sacramento da Paróquia Santa Luiza, em Bragança Paulista/SP.

– Vida (e em abundância).

Fizemos um maravilhoso passeio de bicicleta. Durante a pedalada, a Maria Estela pescou uma sereia, posou para fotos, viu um criador de araras com uma fêmea vermelha, e ainda quis andar de “moto-trem” da Patrulha Canina!

Puxa, kms de diversão…

Obrigado, vida!

– Ser avô, é…

… Ter toda a paciência do mundo,

… Saber se adaptar às brincadeiras,

… Tornar-se “pais com açúcar”,

… Amar incondicionalmente os netos!

O vovô Lili é demais! 👴🏻.

– Com esse sorriso, ganho o dia!

A carinha de sapeca e o carinho dela dispensam legendas: mas é a minha filha mais velha Marina, há 5 anos!

Como eu te amo…

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– Amor de filha.

Na floricultura, com tantas varinhas de enfeite, minha Estelinha escolheu essa pra mamãe.

Perguntei pra ela “porquê justo essa” (já que ainda não sabe ler), e me respondeu:

– “É que essa tem muito amor de mãe. Tá escrito na mensagem”.

Pode?

Carinho de filha nunca se engana…

– #tbt: Amor Fraternal

Sou um pai feliz: olhem as duas filhas se admirando na foto abaixo. Como se dão bem, apesar da diferença de idade… (foto de 2019).

Viva a família!

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#FotografiaÉnossoHobby

– Luz!

💫 E não é que o raio de sol resolveu iluminar a já brilhante garotinha?

Maria Estela: minha luz em forma de pessoinha 💛.

☀️ #filha #sorriso #amor #raiodesol #família #felicidade #alegria

– Irresistível bico.

Miguelzinho, meu lindo sobrinho, sabe me cobrar:

“Tio Rafa, se você não brincar comigo eu vou ficar triste”.

Olha o beição que ele fez, abaixo:

Como resistir?

– Tô indo, rapazinho! 

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– Diversão com Prevenção.

Aqui tem diversão, mas com prevenção. Em lugares fora de casa, use máscaras. “Mais à vontade”, só em segurança.

Miguel e Maria Estela sabem disso muito bem! Vejam só:

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#família

– Bom soninho.

Quando o sono é mais forte do que a vontade de comer batata frita!

Bagunçou tanto, brincou sem parar, pediu para comer batatinha do McDonald’s e ao entrar no carro… zzz.

Bom soninho, filhota.

😴 #sono #filha #doçura #carinho

– A Família é o Porto Seguro da Vida!

Li, concordo e compartilho:

“A família é o maior tesouro de um país. Trabalhemos todos por defender e revigorar esta pedra angular da sociedade.”

(Papa Francisco)

Se as famílias fossem mais unidas e verdadeiras… Como teríamos um mundo mais humano, seguro e ideal!

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– Momento para Sempre.

A mamadeira esconde o sorriso de quem gosta da bagunça logo pela manhã.

Os raios de sol iluminando o cabelinho “espiga de milho”, o “sorrir com os olhos” e a doçura de estar ao lado dela são detalhes que deveriam durar o dia todo…

Te amo, Estelinha.

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🥰 #amor