E como não ficar envaidecido com minha “mini-aluna”?
Essa história de aula presencial, depois virtual / abre escola, depois fecha escola, está confundindo nossa rotina…
Mas o sorriso dela vale a pena!
#amor
E como não ficar envaidecido com minha “mini-aluna”?
Essa história de aula presencial, depois virtual / abre escola, depois fecha escola, está confundindo nossa rotina…
Mas o sorriso dela vale a pena!
#amor
Essa foto (abaixo) foi de uma festa junina na qual sentimos saudades. Ela foi ótima!
Porém, vamos para o 2o ano consecutivo sem essa alegria tão pura dos festejos caipiras…
Paciência! Quer sirva para acabar com a pandemia – pois são as mortes de inocentes que nos impedem de sorrir.

Uma lembrança feliz, de 2017: o dia em que minha pequena Maria Estela saiu do hospital, após a prematuridade do seu nascimento.
De verdade: uma época abençoada por Deus!

#Família
Minha princesa e seu sorriso encantador! Cabelinho de milho e covinha tão fofa…
E não estou mentindo. Olhe só:
Apareceu na minha timeline. Maravilhoso para se recordar… Aqui, minha doce Marina tinha 4 anos!
SER PAI É UM PRESENTE DE DEUS!
Há coisas simples que tornam a vida mais prazerosa.
Veja como uma simples tentativa de se escovar o dente pode fazer a relação entre pais & filhos ser divertida.
Não sei o que é mais gostoso: sofrer com as sapequices, ter paciência de Jó com as tentativas de obediência ou ainda ganhar uma lambida ao final da brincadeira.
Só quem tem criança sabe o que é isso: http://www.youtube.com/watch?v=xkC5zw04C4Q
O quão é bom ter filhos… Leva 6 minutos para conseguir uma simples escovação, mas o carinho final não tem preço!
Confesso: NUNCA mudei minha foto de perfil nas Redes Sociais. E o fiz ontem para colocar uma com a minha companheira de todas as horas: minha esposa Andréia.
Toda “panela tem sua tampa”, diz um ditado antigo. Ela é a “tampa nova” deste “panelo velho” que sou eu… (há mais de 20 anos – e veja como ela está sempre jovem e linda).
Não sei o que seria da minha vida sem ela.
Te amo, Andréia.
A alegria da minha “Menina-Maravilha” ao achar uma foto antiga minha, uniformizado de juiz (das antigas)!
Bons tempos de arbitragem de futebol… saudade de um tempo que não volta mais. Enquanto isso, as outras searas urgem atualizações e o mais importante: o sorriso de quem está entendendo as fases da vida…
Que legal!
Na minha timeline, a lembrança muito bacana de 7 anos atrás, com minha Marininha vestida de anjinha.
Como nossas crianças crescem…

#amor
Tem coisa mais doce, pura e inspiradora do que brincar de escolinha com os filhos?
Minha Estelinha ama essa diversão! E eu também…
Rir e aprender é a melhor solução.
Uma das práticas mais amáveis das mães para com os seus bebês, fortalecendo o instinto natural da maternidade e ajudando o pequeno a se desenvolver, é o uso do sling – algo simples e ao mesmo tempo primordial para ajudar na exterogestação.
Aliás, praticantes da arte do Baby Fusion conhecem bem esses termos e conceitos.
Compartilho, abaixo, algumas explicações (vide maiores informações no Instagram de @priscilaporcari.babyfusion).
EXTEROGESTAÇÃO vs SLING
por Priscila Porcari Ferreira
Você sabe a relação de Exterogestação X Sling ?
Vou te contar: o campo da neurociência vem crescendo cada vez mais e estudos nos mostram a importância do colo para o bebê recém-nascido.
O bebê nasce com determinada quantidade de ligações neurológicas e precisa continuar fazendo essas ligações para se desenvolver. Se o bebê fosse nascer com essas ligações suficientes maduras para ele ser “completo”, ele teria que nascer de 12 meses e não de 9 meses. A sábia natureza fez com o que o bebê nascesse de 9 meses para ter a cabeça ainda pequena e passar com tranquilidade pela via de parto. E portanto, os 3 meses restantes seriam de exterogestação, ou seja: ele se desenvolve fora do útero. Quem é mãe sabe que os 3 meses do bebê é um “marco”. O bebê muda, os sorrisos surgem, as cólicas desaparecem.
A mãe que proporciona o colo nesse e nos outros períodos seguintes está oferecendo para seu filho uma relação de inteligência mais benéfica ao longo do seu desenvolvimento até a sua vida adulta.
É ai, que entra o sling. O sling do tipo “wrap” vem como um facilitador do colo e instrumento poderoso; com ele, conseguimos remeter o bebê ao ambiente em que ele estava dentro do útero. Acolhido, escutando os sons da mãe, a movimentação de ir e vir na posição quase que fetal… há troca de temperatura, há o cheiro e batimentos cardíacos de coração com coração. O Bebê se acalma, relaxa, se sente protegido, amado e seguro. É aonde ele quer e precisa estar. A mãe se sente confiante, satisfeita e com as mãos livres para conseguir realizar outros afazeres…
Há quem acha que Sling é coisa da moda ou da modernidade…. mas o conceito de “carregar” é ancestral, em algumas tribos e etnias as mães permanecem com o seu bebê no colo o tempo todo. Com a ajuda de algum aparato semelhante a um sling, o bebê tem livre acesso ao seio da mãe e vê o mundo no mesmo ângulo que ela. E não é preciso ir tão longe, por exemplo: na época das nossas avós não existiam carrinhos, cadeirinhas vibratórias com luzes, músicas etc…. elas amarravam o bebê em qualquer tecido e saiam para trabalhar na roça. O que a “modernidade” nos trouxe foram estudos com as fisioterapeutas e pediatras para que a colocação do bebê no sling respeitassem a fisiologia dele, garantindo conforto e segurança para seu desenvolvimento, pois o tecido “molda” o corpinho do bebê garantindo o aconchego ideal. Na verdade, o que o bebê precisa é de um bom colo, aconchego e amor. Vejam alguns mamíferos: os macacos e os cangurus…as mães andam com suas crias agarradas nelas… e isso é extremamente natural.
Se eu pudesse dar um conselho para uma gestante, seria: tenha um sling! Arrisco dizer que é o melhor item do enxoval de um bebê, e não só para o período da exterogestação (o sling geralmente suporta ate 20 kg em media). Então, dê colo… muito colo e acolhimento para o seu bebê.
Obs: O sling é muito diferente do canguru que grandes marcas comercializam (aqueles rígidos em que o bebê fica com o corpo solto e pendurado pela pelve). Isso é muito sério! Cabe aqui um outro post sobre o assunto (que farei em breve).
CONTATO (Instagram): https://www.instagram.com/priscilaporcari.babyfusion/?igshid=1qml25a2bknjl. (@priscilaporcari.babyfusion).
Começando um novo dia bem animado por esse colírio: uma postagem que me apareceu na timeline, com essa maravilhosa recordação. Abaixo:
Ufa, que jornada difícil em meio a essa crise, não?
Passando apenas para deixar um sorriso na saudação da terça-feira que se inicia, com uma menininha nota 10, com apenas 1.0 ano e que faz bagunça a 1000!
Minha Estelinha, companheira de bicicleta, tirando o ar sisudo de um país parado:

Bom dia a todos!
Hora de brincar! Mas sem tecnologia…
Usar a criatividade com brincadeiras atemporais vale a pena (como pega-pega e esconde-esconde). Aqui, um bexiga-bol bem divertido.
Estimule seus filhos para o ludismo mais simples!

Como essa menininha acorda de bom humor…
Nossa Estelinha contagia com a sua alegria e seu “sorriso de covinha” o nosso dia. Eu queria acordar como ela: sempre a 1000/h e feliz!
💓 #carinho #amor #felicidade #família #paz #alegria #family #paidemeninas #happy #smile #paz
Há 3 anos… que felicidade! Abaixo:
Em meio todas as dificuldades da semana difícil de crise em nosso país, não fico triste em ficar dentro de casa.
Com minhas duas princesas brincando tranquilamente, a vida é muito mais prazerosa.
Aliás, já ouviram a expressão “rolar de rir”? É isso aqui gravado abaixo:
Muito engraçado! kkk Em: https://www.youtube.com/watch?v=TXhLY-2ht2o
#Tbt de muito amor.
Que saudade de dias assim, de festa e sem preocupação com a pandemia.
Logo conseguiremos! Aliás, haja “saúde mental” para ajudar nossas crianças…
Posso aguentar essa sapequice?
O sorriso dela e suas travessuras me sustentam!
Sou grato à vida pela minha Estelinha… Vejam porquê: https://youtu.be/VnrRvVaEf80
Uma data de saudade: 17/05/1997, uma semana depois do dia das mães… minha querida mãe cessou o seu longo sofrimento nessa vida e foi aos braços do Pai.
Lá no Céu, com a Graça abundante do Espírito Santo, ela adora face a face Nosso Senhor Jesus Cristo. Amiga da Virgem Maria, tem rezado todo dia por nós aqui nesse mundo.
– Santa Maria Aparecida Pansarin Porcari, rogai por nós!

Minha covinha mais linda do mundo!
À espera da mamadeira, o sorriso fica ainda mais contagiante…
#família #alegria #felicidade #family #amor #smile #pai #father #daughter #filha #carinho
Recordar é viver: já faz anos que passamos esse dia gostoso na praia com o Vovô! Veja a alegria nos rostos…
Acaba logo, pandemia. Queremos voltar a nos divertir fora das 4 paredes!

Hoje é Dia Mundial das Famílias. Para refleti-lo, relembremos a mensagem tão importante do Papa Francisco no ano passado. Abaixo:
“Jesus leva à alegria e à liberdade, enquanto a rigidez causa perturbação”! São as palavras do Papa Francisco neste dia Mundial das Famílias!
CRESÇA O AMOR NOS FAMÍLIAS
“Hoje é o Dia Mundial das Famílias: rezemos pelas famílias, para que cresça nas famílias o Espírito do Senhor, o espírito de amor, de respeito, de liberdade.”
Na homilia, o Papa comentou a passagem dos Atos dos Apóstolos (At 15,22-31) em que Paulo e Barnabé são enviados aos pagãos convertidos de Antioquia, transtornados e perturbados com os discursos de alguns que não tinham recebido nenhum encargo. Os apóstolos levam consigo uma carta que encoraja e alegra os novos discípulos, explicando-lhes que não são obrigados à circuncisão segundo a Lei mosaica, como pretendiam alguns fariseus que se tinham se tornado cristãos.
“No Livro dos Atos dos Apóstolos – disse o Papa – vemos que na Igreja, no início, havia tempos de paz”, mas “havia também tempos de perseguição” e “tempos de perturbação. E esse é o tema da primeira leitura de hoje: um tempo de perturbação”. Deu-se que os cristãos que provinham do paganismo “tinham acreditado em Jesus Cristo e recebido o batismo, e estavam felizes: tinham recebido o Espírito Santo. Do paganismo ao cristianismo, sem nenhuma etapa intermediária”.
Mas havia cristãos “judaizantes” que “defendiam que não se podia fazer isso. Se alguém era pagão, primeiro devia tornar-se judeu, um bom judeu, e depois tornar-se cristão”. E os cristãos convertidos do paganismo não entendiam isso: “Como é isso, somos cristãos de segunda classe? Não se pode passar do paganismo diretamente ao cristianismo?” Perguntavam-se se a Ressurreição de Cristo tinha ou não levado a lei antiga a uma maior plenitude. Estavam perturbados e havia muitas discussões entre eles.
Os “judaizantes” defendiam suas teses “com argumentos pastorais, argumentos teológicos, alguns inclusive morais” e “isso colocava em discussão a liberdade do Espírito Santo, também a gratuidade da Ressurreição de Cristo e da graça. Eram metódicos. E também rígidos”. Jesus já tinha repreendido esses doutores da Lei por tornar os prosélitos pior do que eles. “Este povo que era ideológico”, mais que dogmático”, tinha “reduzido a Lei, o dogma a uma ideologia”, a “uma religião de prescrições, e com isso tolhiam a liberdade do Espírito. E seus seguidores eram pessoas rígidas”, que não conheciam a alegria do Evangelho. A perfeição do caminho para seguir Jesus era a rigidez. “Esses doutores manipulavam as consciências dos fiéis, ou os faziam tornar-se rígidos ou iam embora”.
O Papa reiterou isso: “A rigidez não é do bom Espírito, porque coloca em questão a gratuidade da Redenção, a gratuidade da Ressurreição de Cristo” e “durante a história da Igreja isso se repetiu. Pensemos nos pelagianos”, “rígidos famosos”. E também em nossos tempos vimos algumas organizações apostólicas que pareciam muito bem organizadas, que trabalhavam bem… mas todos rígidos, todos iguais um ao outro, e depois soubemos da corrupção que havia internamente, inclusive nos fundadores”.
“Onde há rigidez não se encontra o Espírito de Deus, porque o Espírito de Deus é liberdade”. E esse povo tolhia “a liberdade do Espírito de Deus e a gratuidade da Redenção”. Mas “a justificação é gratuita. A morte e a Ressurreição de Cristo é gratuita. Não se paga, não se compra: é um dom”.
“Os apóstolos se reúnem neste concílio e ao término escrevem uma carta que começa assim: ‘Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor nenhum fardo’ (além das coisas indispensáveis), e colocam essas obrigações mais morais, de bom senso: não confundir o cristianismo com o paganismo”, e, “por fim, quando esses cristãos que estavam perturbados, reunidos em assembleia, receberam a carta”, se “alegraram pelo encorajamento que infundia. Da perturbação à alegria. O espírito da rigidez sempre leva você à perturbação: ‘Fiz bem isso? Não o fiz bem?’ O escrúpulo”. Ao invés, o espírito da liberdade evangélica leva você à alegria, porque foi propriamente isso que Jesus fez com a sua Ressurreição: trouxe a alegria! A relação com Deus, a relação com Jesus não leva você a dizer: “Eu faço isso e Vós me dais aquilo”, uma “relação comercial: não! É gratuita, como a relação de Jesus com os discípulos é gratuita: ‘Vós sois meus amigos. Não vos chamo servos, chamo-vos amigos. Não fostes vós que me escolhestes, mas eu que vos escolhi’: essa é a gratuidade”.
“Peçamos ao Senhor que nos ajude a discernir os frutos da gratuidade evangélica dos frutos da rigidez não-evangélica, e que nos liberte de toda perturbação daqueles que colocam a fé, a vida da fé sob as prescrições casuísticas, as prescrições que não têm sentido. Refiro-me a essas prescrições que não têm sentido, não aos Mandamentos. Que nos liberte desse espírito de rigidez que lhe tolhe a liberdade”.
A seguir, o texto da homilia transcrita pelo Vatican News:
No Livro dos Atos dos Apóstolos vemos que na Igreja, no início, havia tempos de paz, diz isso várias vezes: a Igreja crescia, em paz, e o Espírito do Senhor se difundia; tempos de paz (cf. At 9,31). Havia tempos de perseguição, a começar pela perseguição a Estêvão (cf. At 7,59), depois Paulo perseguidor, convertido, também ele depois perseguido (cf. At 13,50)… Tempos de paz, tempos de perseguições, e havia tempos de perturbação. E esse é o tema da primeira leitura de hoje: um tempo de perturbação. “Ficamos sabendo que alguns dos nossos – escrevem os apóstolos aos cristãos oriundos do paganismo –, ficamos sabendo que alguns dos nossos, aos quais não damos nenhum encargo, vieram perturbar-vos – perturbar-vos – com palavras que transtornaram vosso espírito (At 15,24).
O que tinha acontecido? Esses cristãos que provinham dos pagãos tinham acreditado em Jesus Cristo e recebido o batismo, e estavam felizes: tinham recebido o Espírito Santo. Do paganismo ao cristianismo, sem nenhuma etapa intermediária. Ao invés, esses que se chamavam “os judaizantes” defendiam que não se podia fazer isso. Se alguém era pagão, primeiro devia tornar-se judeu, um bom judeu, e depois tornar-se cristão, para estar na linha da eleição do povo de Deus. E esses cristãos (convertidos do paganismo) não entendiam isso: “Como é isso, somos cristãos de segunda classe? Não se pode passar do paganismo diretamente ao cristianismo? A Ressurreição de Cristo não rompeu a lei antiga e a levou uma plenitude maior ainda? Estavam perturbados e havia muitas discussões entre eles. E aqueles que queriam isso eram pessoas que com argumentos pastorais, argumentos teológicos, alguns inclusive morais, defendiam que não: que se devia fazer a passagem assim! E isso colocava em discussão a liberdade do Espírito Santo, também a gratuidade da Ressurreição de Cristo e da graça. Eram metódicos. E também rígidos. Jesus tinha dito deles, de seus mestres, dos doutores da Lei: “Ai de vós que percorreis céu e mar para fazer um prosélito e quando o encontrais fazei-o pior do que antes. Fazei-o filho da Geena”. Jesus diz mais ou menos assim no capítulo 23 de Mateus (cf. v.15). Este povo que era “ideológico” – mais que “dogmático”, era “ideológico”, – tinha reduzido a Lei, o dogma a uma ideologia e “se deve fazer isso, isso, e isso, e isso”: uma religião de prescrições, e com isso tolhiam a liberdade do Espírito. E as pessoas que o seguiam eram pessoas rígidas, pessoas que não se sentiam confortavelmente, não conheciam a alegria do Evangelho. A perfeição do caminho para seguir Jesus era a rigidez: “É preciso fazer isso, isso, isso, isso…” Essas pessoas, esses doutores “manipulavam” as consciências dos fiéis, ou os faziam tornar-se rígidos… ou iam embora.
Por isso, eu me repito muitas vezes, digo que a rigidez não é do bom Espírito, porque coloca em questão a gratuidade da Redenção, a gratuidade da Ressurreição de Cristo. E isso é uma coisa antiga: durante a história da Igreja isso se repetiu. Pensemos nos pelagianos”, nesses… nesses rígidos, famosos. E também em nossos tempos vimos algumas organizações apostólicas que pareciam muito bem organizadas, que trabalhavam bem… mas todos rígidos, todos iguais um ao outro, e depois soubemos da corrupção que havia internamente, inclusive nos fundadores.
Uma passagem da homilia do Papa Francisco
Onde há rigidez não se encontra o Espírito de Deus, porque o Espírito de Deus é liberdade. E essas pessoas queriam dar passos tirando a liberdade do Espírito de Deus e a gratuidade da Redenção: “Para ser justificado, você deve fazer isso, isso, isso, isso…” A justificação é gratuita. A morte e a Ressurreição de Cristo é gratuita. Não se paga, não se compra: é um dom! E essas (pessoas) não queriam fazer isso.
O caminho é bonito: os apóstolos se reúnem neste concílio e ao término escrevem uma carta que começa assim: “De fato, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor nenhum fardo” (At 15,28), e colocam essas obrigações mais morais, de bom senso: não confundir o cristianismo com o paganismo, abster-se das carnes oferecidas aos ídolos, etc. E por fim, esses cristãos que estavam perturbados, reunidos em assembleia recebem a carta e “Sua leitura causou alegria, por causa do estímulo que trazia” (v. 31). Da perturbação à alegria. O espírito da rigidez sempre leva você à perturbação: “Fiz bem isso? Não o fiz bem?” O escrúpulo, isso… O espírito da liberdade evangélica leva você à alegria, porque foi propriamente isso que Jesus fez com a sua Ressurreição: trouxe a alegria! A relação com Deus, a relação com Jesus não é uma relação assim, de “fazer as coisas”: “Eu faço isso e Vós me dais aquilo”. Uma relação assim – o Senhor me perdoe – comercial: não! É gratuita, como a relação de Jesus com os discípulos é gratuita: “Vós sois meus amigos (Jo 15,14). “Não vos chamo servos, chamo-vos amigos (cf. Jo 15). “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu que vos escolhi” (v. 16): essa é a gratuidade.
Peçamos ao Senhor que nos ajude a discernir os frutos da gratuidade evangélica dos frutos da rigidez não-evangélica, e que nos liberte de toda perturbação daqueles que colocam a fé, a vida da fé sob as prescrições casuísticas, as prescrições que não têm sentido. Refiro-me a essas prescrições que não têm sentido, não aos Mandamentos. Que nos liberte desse espírito de rigidez que lhe tolhe a liberdade.
O Papa convidou a fazer a Comunhão espiritual com a seguinte oração:
Aos vossos pés, ó meu Jesus, me prostro e vos ofereço o arrependimento do meu coração contrito que mergulha no seu nada na Vossa santa presença. Eu vos adoro no Sacramento do vosso amor, a inefável Eucaristia. Desejo receber-vos na pobre morada que meu coração vos oferece; à espera da felicidade da comunhão sacramental, quero possuir-vos em Espírito. Vinde a mim, ó meu Jesus, que eu venha a vós. Que o vosso amor possa inflamar todo o meu ser, para a vida e para a morte. Creio em vós, espero em vós. Amo-vos. Assim seja.
O Santo Padre terminou a celebração com a adoração e a bênção eucarística. Antes de deixar a Capela dedicada ao Espírito Santo, foi entoada a antífona mariana “Regina caeli”, cantada no tempo pascal:
Rainha dos céus, alegrai-vos. Aleluia!
Porque Aquele que merecestes trazer em vosso seio. Aleluia!
Ressuscitou como disse. Aleluia!
Rogai por nós a Deus. Aleluia!
D./ Alegrai-vos e exultai, ó Virgem Maria. Aleluia!
C./ Porque o Senhor ressuscitou, verdadeiramente. Aleluia!
Missa com o Papa Francisco na Casa Santa Marta – 15.05.2020
Estar com as crianças sempre nos faz bem, não?
Curta seus pequenos sempre! Mesmo com lambidas no rosto… vale a pena!
Recordando:

Um #tbt de muita paixão: minha Estelinha, versão boneca, há 3 anos: como a vida nos felicita com sorrisos!
Obrigado, Papai do Céu, pelas nossas crianças.

Há 5 anos… relembrando como #tbt:
Minha filhota Marina não se conforma com a triste versão da música de Chico Buarque “Minha Canção“. Então ela cantou 1 minuto da original, e outro minuto na versão animada dela.
Hilário! Ela é afinada como a mamãe.
Em: http://www.youtube.com/watch?v=xbVgtFnB6Mc
Neste domingo passado, fiquei longe das Redes Sociais por dois motivos:
1. Foi dia das Mães e a presença física e real deve ser verdadeira, lembrando sempre das prevenções em período de pandemia. Ficar sem dar atenção às pessoas que amamos por culpa da Web não é legal.
2. Como tenho saudade da minha mãe falecida, fico sem graça ao ler tantas postagens sobre esse dia. Me socorro à minha madrasta, sogra, esposa e outras mães postiças.
Mas eu sei que é muito bom estar com as mamães. E quem não tem, deve comemorar com as “boadrastas”, “sogras segunda-mães” ou com aquelas que por circunstâncias da vida são as verdadeiras mães de criação (vez ou outra as vovós e/ou os “pães” – termo ao pai que se desdobra como mãe, o “pãe”).
Enfim, que recomece a semana, com satisfação, saudade ou esperança.

(Foto do arquivo da minha irmã)
Em 08/05/17, pude carregar minha Maria Estela pela 1a vez no colo, após sua saída da UTI. Hoje, ela se tornou essa menina linda, sorridente, cheia de vida!
Obrigado, Mãezinha do Céu, invocada por nós como Nossa Senhora do Bom Parto, por interceder pela Tetéia a seu filho Jesus, Nosso único Senhor e Salvador!

#vida #carinho #amor
Que foto linda! Nesta 5a de #tbt, a alegria de meu sobrinho e minha filhota, há 3 anos!
Pureza e sapequice totais…

Sorrisos dispensam legendas! Taí:
Maridos de plantão e esposas desconfiadas: cuidado!
Um trabalho de psicologia defende que a traição masculina pode ser benéfica aos casamentos. E diz isso após estudos científicos.
Eu discordo. E você?
Extraído de: Revista Superinteressante, Ed 289-A, Verdades Inconvenientes, pg 40.
INFIDELIDADE MASCULINA PODE FAZER BEM AO CASAMENTO
Por Fernanda Salla
Não é machismo! Algumas mulheres que entendem do assunto acreditam que todo homem precisa trair – e isso ajuda a manter o casal unido.
Dizer que as puladas de cerca do homem podem fazer bem ao casamento parece uma atitude insuportavelmente machista, não é verdade? Mas há quem defenda essa tese, como a psicóloga francesa Maryse Vaillant, autora do livro Les Hommes, l’Amour, la fidélité (Os Homens, o Amor, a Fidelidade”, ainda inédito no Brasil). Nessa obra ela faz afirmações do tipo:
1- “A maioria dos homens precisa de seu próprio espaço. Para eles, a infidelidade conjugal é praticamente inevitável.”
2 – “Ser infiel não significa romper os votos do matrimônio ou deixar de amar a esposa. É a necessidade [que os homens têm] de ceder aos impulsos.”
3 – “As mulheres podem ter uma experiência incrivelmente libertadora ao aceitar que os pactos de fidelidade não são naturais, mas culturais.”
A antropóloga Mirian Goldenberg, professora da UFRJ e autora de Por Que Homens e Mulheres Traem? (Best bolso), concorda em pelo menos um ponto: a infidelidade masculina não impede o homem de amar sua parceira oficial. “Ninguém quer deixar de experimentar os próprios desejos mesmo amando e desejando sua esposa, mesmo querendo estar com ela.”, disse Miriam em entrevista recente à revista Alfa. “São as duas coisas ao mesmo tempo”.
Para a francesa Maryse, trair é fundamental para o funcionamento psíquico dos homens. “E, quando eles permanecem ao lado da esposa, cumprindo o papel de marido e pais, ficam até mais fiéis à idéia de matrimônio”. Uma pesquisa sobre casamento e infidelidade, também publicada pela Alfa, parece corroborar a opinião da psicóloga. Mais de 70% dos homens entrevistados afirmaram ter pulado a cerca e quase a metade dos que alegaram ser fiéis confessou a intenção de pular.
Muitos especialistas, porém, discordam frontalmente de Maryse. Para Aílton Amélio da Silva, professor de psicologia da USP e autor do livro Relacionamento amoroso (Publifolha, 2009), a traição do homem costuma ser devastadora para a autoestima da mulher e implica perda da confiança no parceiro. “Sendo assim, dificilmente faz bem a vida do casal”. Dados do IBGE sugerem que a tese de Aílton tem fundamento, pelo menos aqui no Brasil: 71% das separações solicitadas por mulheres são motivadas pela traição masculina. Mas a psicologa francesa rebate com uma estatística que ela mesmo apurou em seu país. Na França, 39% casados admitem já ter traído. “E apenas 9% afirmam que deixaram de amar a esposa.”
Tesouros em forma de gente!
O #Batman e a #WonderWoman se divertiram juntos.
Nada de lutar contra vilões, somente se divertindo do que quiserem, especialmente pulando na barriga de um certo pai / tio / animador… kk
A vida vale mais por causa das crianças!
