Há 4 anos…
Ir à praia é muito legal. E minha Marininha se divertiu neste ótimo passeio que fizemos.
Dias que não deveriam acabar nunca mais… s’imbora curtir?

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
Há 4 anos…
Ir à praia é muito legal. E minha Marininha se divertiu neste ótimo passeio que fizemos.
Dias que não deveriam acabar nunca mais… s’imbora curtir?

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
Há 2 anos…
Como não ser feliz com esse sorriso?
Ótimo dia para todos, inspirado na alegria das crianças.
#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
Ela programou a câmera.
Ela fez a pose sem orientação de ninguém.
Ela se decorou com as figuras.
Ela me mostrou e me disse: “caprichei”.
Não é assustador o que as crianças conseguem com a tecnologia?

Minha filha Maria Estela com a sua cachorrinha Pepita. Como não se apaixonar por tamanha doçura?
Vivamos a vida com sorrisos, amigos!
Recordação via timeline das Redes Sociais: que foto maravilhosa da minha Marina com o vovô e a vovó!
Já faz 7 anos, e por mais moça que ela esteja, sempre o pai e a mãe a enxergarão como uma linda bebê…
Mas sabemos: um dia ganhará asas e abandonará o ninho! Faz parte…

❤️ #family
Terminando o domingo, com uma confissão: fugi ontem (mas jeans voltei) para o Guarujá, a fim de ficar com a minha família que estava por lá.
Olha só o que comi com minha esposa…
Hum… delicioso camarão (faz muiiiiito tempo que não sentia esse sabor).
🍤 #shrimps
Domingo de relax: acordar com essa linda foto com os sorrisos das crianças, é bom demais!
Dá para não ser feliz?

Pai babão. E ponto final ❤️.
Minha querida Marina, a primeira princesa, meu orgulho e colírio da minha vida… (Clique de 2004).

No discurso, é possível. Na prática, nem sempre: falamos da separação de trabalho e descanso no dia-a-dia!
Já trabalhei como empregado e como empregador (e como ambos simultaneamente) de segunda a segunda. Sempre me atentei a separar o profissional com o pessoal. É difícil obter êxito nesta missão…
Muitas vezes, quando eu falhava nesta distinção, eu pensei até que estava sofrendo de Síndrome de Burnout; noutros momentos, um misto de Depressão e Ansiedade. Afinal, eu não estava conseguindo me desligar dos afazeres e/ou estava impedido de ser desligado. Mas eu gosto muito de trabalhar, sou workaholic! Entretanto, saber ter limites (“meus limites” quando estou no comando ou “dar limites” aos meus comandados e comandantes) é importantíssimo para a saúde laboral e pessoal. Caso contrário, você ocupa o tempo de lazer, do repouso e do convívio com seus familiares para a continuação de serviços aos quais você deveria fazer na sua empresa, nos dias contratados / úteis de trabalho.
Continuar um compromisso fora do ambiente de trabalho, quando não é uma excepcionalidade / emergência, não ajuda a relação de ninguém. Estressa-se com a chefia, enerva-se o cônjuge e desgasta o corpo e a mente.
Tive a oportunidade de trabalhar em uma Instituição de Ensino Superior (nem a relato em meu curriculum, pois foi por pouco tempo), onde, durante a aula e eu estando em classe lecionando, a chefia mandava mensagens de WhatsApp e esperava respostas antes do intervalo – e de situações que poderiam ser depois do término, pois a atenção naquele momento era para os alunos. Ou o professor deve ficar na rede social e/ou nos comunicadores de mensagens on-line durante suas explanações?
O ideal, quando se é necessário algo assim aos finais de semana, o padrão:
“Estou enviando essa mensagem hoje, para na 2a feira discutirmos blá-blá-blá. Quem tiver sugestão e tempo, aproveite e vá pensando. Bom descanso!”
IMPORTANTE: fazer isso e esperar uma resposta no sábado ou domingo (ou dar a entender), não é legal.
Um interessante estudo da Universidade de Illinois mostra como é importante “combinar” bem essa situação. Abaixo:
(Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/07/03/limitar-a-comunicacao-on-line-com-chefes-apos-o-expediente-reduz-o-estresse.ghtml)
LIMITAR A COMUNICAÇÃO ON-LINE COM CHEFES APÓS O EXPEDIENTE REDUZ O ESTRESSE
Pesquisa da Universidade de Illinois investiga impacto das mensagens e pedidos fora do horário de trabalho
Por Barbara Bigarelli
Em um cenário com tecnologia disponível e profissionais conectados o tempo todo, aqueles capazes de estabelecer limites bem definidos entre vida pessoal e trabalho lidam melhor com o estresse ocupacional e efeitos negativos decorrentes, como a insônia. Essa é a conclusão de um estudo recente, realizado por pesquisadores da área de estresse ocupacional e bem-estar da Universidade de Illinois. A análise parte da noção de que os celulares e as novas tecnologias, ao permitir o trabalho onipresente, embaralham o tempo dedicado à vida pessoal. A conveniência tecnológica gera em muitos casos sobrecarga psicológica, aumentando o estresse e atacando a saúde mental.
“Essas tecnologias são tão onipresentes quanto convenientes, mas podem levar pessoas a pensarem que seus funcionários estão sempre disponíveis. Mas essa intromissão além do expediente, adentrando o tempo pessoal, é muito danosa à saúde e nossa pesquisa mostra que derrubar totalmente a fronteira, estando disponível sempre que necessário, eleva o estresse causado pelo trabalho”, diz YoungAh Park, professora de Illinois.
No estudo, os pesquisadores analisaram a rotina de 546 professores em tempo integral para medir as consequências de uma intromissão fora do horário de trabalho, por meio de alguma plataforma ou tecnologia, por cinco semanas consecutivas. Avaliaram se eles foram contatados principalmente fora do expediente normal e se era esperado deles responderem à mensagens e e-mails imediatamente. Os resultados indicam que aqueles que utilizaram técnicas para manter um limite de acesso a eles, como manter as notificações dos emails desligadas ou mesmo os celulares, relataram uma menor intromissão ao longo da semana. E, principalmente, que esse “controle” dos limites era um mecanismo importante para avisar o ‘outro lado’: sejam diretores das escolas, os chefes, ou os pais, os clientes, de que aquele momento não deveria ser usado para o trabalho. Ao ficar claro para todos os lados, o estresse dos professores semanal diminuiu.
Ficou claro aos pesquisadores também, através das evidências coletadas que o apoio de um gestor que zela pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e que permite aos funcionários criar soluções para estabelecer as fronteiras, é fundamental, avalia YoungAh. Também é necessário que a outra ponta do negócio respeite esses limites. Neste caso, o estudo recomenda que as escolas, por exemplo, estabeleçam regras para quando e com qual frequência a comunicação entre professor e pais deveria ocorrer.
Os pesquisadores escolheram estudar a rotina de professores por entender que a profissão consegue separar mais claramente o que é tarefa profissional de pessoal – e, assim, seria possível medir o impacto da intromissão tecnológica. “Embora essa descoberta seja específica dos professores, esse é um desafio a todos que permanecem conectados ao trabalho após o horário regular”, diz a pesquisadora.
Uma pesquisa no início do ano, realizada pela consultoria Randstad em 34 países, indicou que responder e-mails o tempo todo é uma prática entre os brasileiros. Segundo o estudo, 59% dos brasileiros entrevistados afirmam que seus empregadores esperam que eles estejam disponíveis fora do expediente e 62% respondem imediatamente a solicitações de trabalho, e-mails ou mensagens de texto quando não precisaria estar trabalhando.
Em entrevista recente ao Valor, Erin Kelly, professora de trabalho e organizações do MIT na Sloan School of Management, chamou atenção para a sobrecarga dos profissionais durante a pandemia e que seria importante as empresas terem políticas mais flexíveis e, principalmente, em prol do equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

Imagem extraída de: https://lupecontabilidade.com.br/10-maneiras-de-os-millennials-lidarem-com-o-estresse-e-a-depressao-no-trabalho/
Tem algo melhor do que dizer “Te amo” a alguém querido (a)?
O chocolate para a esposa e o desenho da nossa família feito pela caçulinha resumem tudo…

❤️ #família
Tenho passado dias cada vez mais intensos com minha caçulinha Maria Estela. Claro que todo pai é babão e se ilude com os caprichos da infância. Mas… quiçá a vida permita tanta doçura e companheirismo até a eternidade.
Dia após dia, surgem sempre coisas novas no desenvolvimento de uma criança. E aí vem a fase que aterroriza os pais: a adolescência!
Ai que medo. Por isso tentarei curtir a pureza dela o máximo possível. Amo demais ela, a irmã dela, a mamãe dela… E que seja sempre assim: um amor pleno.
Pais que escolhem menor projeção profissional e repensam a carreira: algo cada vez mais comum, pelo motivo de ficar com os filhos!
Um artigo bacana em: https://professorrafaelporcari.com/2020/08/11/os-homens-que-ficam-em-casa-pelos-filhos-2/
E um rápido comentário em: https://youtu.be/5a5NaKHXPUM
Tem coisa mais gostosa do que brincar em família?
Não tem… De se divertir com o carrinho de bate-bate:
Ou de ver as crianças juntas:
Família: Porto Seguro da vida!
Já escrevi algumas vezes: pai de menina pequena sofre ao sair de casa para ir a shoppings ou eventos diversos.
Quando minha filha mais velha era uma bebezinha, sempre tive que ser bem seletivo quando saía sozinho com ela: afinal, poucos estabelecimentos possuem os “banheiros famílias” e trocadores “unissex”. Digo isso pois uma mãe pode levar seu filhinho ou filhinha para um banheiro feminino em caso de urgência. E quando é o pai que precisa levar sua filha ao banheiro? Vai no Masculino? Esquece… Pior quando os trocadores de fralda são dentro do Feminino… como o coitado do papai faz?
Compartilho um relato do UOL de quem padeceu do mesmo problema,
Extraído de: http://trib.al/fXeRqiI
FALTA DE TROCADOR DE FRALDAS OBRIGA PAI A USAR BANHEIRO FEMININO
O que faz um pai quando sai sozinho com o seu bebê e se depara com a seguinte situação: o filho com a fralda com cocô vazando até as costas e o trocador exclusivamente no banheiro feminino? Se está de carro, muitos trocam no banco do veículo, outros juntam algumas cadeiras e há aqueles que se viram e trocam em qualquer cantinho – até no chão se preciso for. Sim, é terrível, nada confortável e apropriado.
Tem pai que quando enfrentou essa dificuldade não hesitou e invadiu o banheiro feminino para trocar a fralda do bebê. O ilustrador Rodrigo Bueno, 36, diz que isso já aconteceu várias vezes. Pai das gêmeas Iolanda e Margarida, 2 anos, conta que agora está mais fácil pois as meninas estão maiores, mas que não hesitou em usar o trocador no banheiro das mulheres.
“A reação delas era de me apoiar, algumas ofereciam ajuda. Sempre entenderam a minha situação de pai”, comenta Rodrigo, que usa as charges para contar a sua rotina com as meninas. O ilustrador, que fez a charge especialmente para o blog Mães de Peito, lançará um livro contando as suas aventuras com a sua duplinha. Rodrigo, assim como muitos pais de hoje em dia, trabalha em casa e fica a maior parte do tempo com as gêmeas já que é a mulher quem trabalha fora.
Rodrigo comenta que divide seu tempo para trabalhar e os cuidados com as meninas. “Uma vez um amigo brincou que virei babá das crianças, falei que não. Que tinha virado pai. Esses preconceitos nunca me atingiram. A grande maioria admira como resolvemos as coisas aqui em casa”, afirma.
Assim como Rodrigo, a nova geração de pais é bem diferente da dos nossos pais ou avós. Os cuidados com os filhos para não serem terceirizados precisam ser compartilhados, ou seja, pai também dá banho, troca fralda, brinca, prepara ou pelo menos serve o almoço ou o jantar da garotada. As partes mais difíceis como educar, impor as regras e limites também fica a cargo dos dois em casa.
Ao sair de casa, no entanto, a sociedade machista em que vivemos parece ainda não estar pronta para os pais que dividem os cuidados dos filhos. Como não? Basta ir a um restaurante, padaria ou em qualquer loja de departamento e procurar o fraldário. Normalmente, ele está instalado no banheiro feminino.
Para tentar conscientizar os estabelecimentos, a Bepantol Baby, marca de pomadas de assaduras, criou a campanha Papai Manda Bem e vai doar mil trocadores para os estabelecimentos que tiverem espaço para instalar o trocador no banheiro masculino ou em um espaço unissex. O objetivo é incentivar a participação dos pais nos cuidados com as crianças. As empresas interessadas em ganhar o trocador devem se cadastrar no site da empresa.
Além da falta de fraldários, são poucos os banheiros familiares onde o pai ou a mãe pode acompanhar seu filho pequeno. Quem é pai de menina, por exemplo, sabe como é desagradável ter que levá-la no banheiro masculino ou vice-versa. Então, shoppings, padarias, estabelecimentos comerciais em geral pensem em oferecer esses espaço, com privadinhas menores, para seus clientes pois faz toda a diferença. O que mais se nota é pais que procuram locais que são baby friendly para passear com seus filhos.

Ser pai é… preparar uma banheira de pétalas de flores para a filhotinha dar banho nos brinquedos.
Ser pai é… se passar de assistente de cabeleireira para a filha pentear os bonecos (mesmo que não dê).
Ser pai é… ser pai! ❤️

Alguém muito sapeca usa máscara para esconder sua identidade secreta. Afinal, acabou de roubar uma uva da parreira…
É brincadeira: são Uvas Niágaras aqui de Jundiaí, só estão maduras quando rosadas.

🍇 #diversão
Minha pequena Estelinha com seu patinete rosa, avançando pelos parques e ganhando confiança em seu talento.
É ótimo ver os filhos ganhando asas…

🛴 #amor
Que coisa maravilhosa: 3 fotos da década de 70, envolvendo casamentos de pessoas queridas!
1. Minha mãe (a “Cida da Nória”), pronta para entrar na Igreja (16 de fevereiro de 1974):
2. Nessa outra foto, meu pai (Milton “Lili” Porcari) e minha mãe casando. À esquerda da foto, como padrinhos paternos, tio Adalberto e tia Neuza. À direita, como padrinhos maternos, meu padrinho de Batismo Milton “Barroca” de Oliveira e a Minha Madrinha Clotilde.
3. E nessa última foto, no casamento da tia Neuza e tio Adalberto (casal ao centro), tio Nelson e tia Malvina + meu pai Milton e minha mãe Cida.
Recordar é viver! Só gente bonita, honesta e boníssima!!! E, neste dia 07 de dezembro, seria aniversário da minha mãe. Ô saudade…
Recordar é viver: minha super-heroína mirim!
Como eu amo essa menina…
Ficar a tarde toda com ela, não tem preço…
É “bravinha”, mas muito mais amorosa!
E quando todo mundo se prepara para a selfie, mas alguém não sabe para onde olhar?
Simplicidade e pureza de vida…
#pureza
Há 5 anos…
Uma boa tarde de domingo é assim: montando presépios e colhendo flores com a esposa e a filha!
Aliás, presépios com o Menino Jesus rodeado por… Gogo’s Disney!

E as flores? Só são um detalhe perto desse sorriso!

#Família: Porto Seguro da Vida!
Nunca é demais fazer um agrado…
Quando se ama alguém, um simples cartão demonstrando carinho do marido e das filhas é algo de um valor imenso!
Já agradou sua esposa hoje? Faça disso um hábito.

Como eu amo essas duas… preciso ver esses sorrisos para ter um dia feliz!
Família: Porto-Seguro da Vida.
Com minha “mini-motorista” de carrinho de bate-bate, a diversão é garantida!
Faz tempo que eu não ia a um Shopping, e um dos programas mais divertidos da minha Tetéia é brincar no parquinho. E quem não gosta?
O sorriso dela é prova da alegria…

Rubro Negro ou AlviVerde?
Não importa. O gostoso é passar a tarde toda com ela…
E cá entre nós: as cores dos times que estão decidindo a Libertadores neste exato momento combinaram no desenho da joaninha, não?

#carinho
Pesquisa mostra: Mais filhos trazem mais felicidade!
Extraído de Revista Época, Ed 26/09, pg 86-87
MAIS FILHOS TRAZEM MAIS FELICIDADE?
Dois pesquisadores encontraram uma raridade estatística: índices de bem-estar que crescem junto com o número de crianças numa sociedade.
Por Daniella Cornachione
A relação tradicional entre a qualidade de vida de um país e o número de filhos em suas famílias é bem conhecida: em geral, vivem melhor as sociedades que têm menos crianças. A média de filhos por mulher cai conforme avança o desenvolvimento econômico de uma nação. Nessas sociedades, cidadãos mais bem educados levam em conta as responsabilidades e os custos de criar cada filho. As mulheres se preocupam mais com a carreira, decidem com autonomia, têm acesso difundido à informação e a métodos contraceptivos. Os empregos migram para as cidades, e os filhos deixam de ser vistos como mão de obra necessária, como ocorre com as famílias pobres no campo. Por isso, as maiores taxas de fecundidade do mundo estão em países paupérrimos na África, como Níger e Congo. Mas um estudo feito em uma das melhores escolas de negócios do mundo, a espanhola Iese, parece finalmente ter encontrado o papel dos bebês como geradores de felicidade.
A pesquisa foi organizada pelo engenheiro Franz Heukamp, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e pelo matemático Miguel Ariño, da Universidade de Barcelona. O objetivo era encontrar as características não econômicas de cada país que pudessem explicar o fato de as pessoas se dizerem mais ou menos satisfeitas com a vida. Ariño e Heukamp cruzaram dois grupos de informações. O primeiro é de questionários sobre bem-estar subjetivo, combinados com características pessoais como estado civil, idade e gênero. Os dados são da Pesquisa Mundial de Valores, do Unicef, de 1981 a 2004, com informações de 100 mil pessoas de 64 países. O segundo grupo inclui indicadores sociais e econômicos, entre eles natalidade, inflação e PIB.
Eles perceberam que, entre sociedades com o mesmo nível de desenvolvimento econômico, o bem-estar tende a ser maior naquelas com menor nível de corrupção e naquelas em que a religião mais difundida não é o islamismo (atualmente associado, em muitos países pobres, à falta de liberdade política e religiosa). E encontraram também uma tendência, entre países desenvolvidos, de haver maior nível de satisfação onde há taxas de fecundidade superiores. Dinamarqueses e holandeses se dizem mais felizes do que alemães e japoneses, que desfrutam os mesmos confortos materiais. “Baixas taxas de natalidade sempre estiveram associadas a alto nível de desenvolvimento. Mas também podem significar egoísmo em uma sociedade, e isso afeta o bem-estar”, afirma Ariño.
A conclusão de que maior natalidade traz maiores chances de bem-estar deve ser vista com cuidado, já que outras variáveis não contempladas no estudo poderiam influir no resultado. Mas incluir a natalidade como fator de bem-estar coletivo é uma abordagem nova e promissora para a economia da felicidade, um campo que mistura psicologia e economia. Seu precursor é John Helliwell, professor da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. O palpite dele para explicar a conclusão do estudo é que quando um país sofre privações de alguma ordem, mesmo que seja desenvolvido, a sensação de bem-estar subjetiva cai e acelera a redução da taxa de natalidade. “As conclusões desse tipo de estudo não encontram, necessariamente, uma relação de causalidade direta. Nosso desafio é entender o que causa o quê”, afirma o economista Alois Stutzer, coautor do livro Economics & hapiness (Economia & felicidade). “Quando o filho nasce, mesmo que não tenha sido planejado, as pessoas tendem a racionalizar como algo bom. Já ter menos filhos do que se gostaria pode causar a sensação de infelicidade”, diz o demógrafo do IBGE José Eustáquio Alves.
Nas últimas décadas, a fecundidade caiu tanto na Europa que se tornou um problema. Em muitos países, como França, Holanda, Dinamarca e Reino Unido, existem políticas de incentivo à natalidade. O governo oferece benefícios à família e à criança, às vezes até a idade adulta. Mesmo assim, os casais europeus, na média, têm bem menos de dois filhos, um fenômeno que os demógrafos chamam de fecundidade indesejada por falta, quando a mulher tem menos filhos do que gostaria. A demografia diz que a “taxa de reposição” de uma população tem de ser, em média, de 2,1 filhos por mulher, para que não desapareça em algumas centenas de anos. Também há prejuízo econômico em ter mais idosos aposentados do que jovens trabalhando.
Há alguns sinais de reação a essa tendência. As taxas de fecundidade de alguns países estão estabilizadas ou cresceram. Um deles é a Dinamarca, que pertence ao grupo de países mais felizes, de acordo com o estudo. “Até 1985, cada dinamarquesa tinha durante a vida, em média, 1,4 filho. O número foi para 1,8 em 2010”, afirma o demógrafo Ralph Hakkert, consultor da ONU. “Na Suécia, a taxa de fecundidade era de 1,5 entre 1995 e 2000 e foi para 1,9 em 2010. É uma evolução importante.” A explicação pode estar na mudança do estilo de vida das europeias, segundo Hakkert. Nos anos 1980, elas estavam em plena disputa por espaço no mercado de trabalho. Como os países nórdicos avançaram rapidamente em oferecer oportunidades iguais, mais mulheres podem voltar a pensar em ser mãe e manter a vida profissional. Ainda não se pode dizer que seja uma tendência global, mas trata-se de uma mudança promissora – e bem simpática.

Imagem extraída de: https://direcionalescolas.com.br/educar-os-filhos-para-a-felicidade/
Recordando coisas bobas e que alegram a vida: brincar de dançar com minha Marina Porcari é muito bom. Entretanto, repare que engraçado: nossa cachorrinha Pepita, ao nos ver, que participar da dança e já fica de pé dando as patinhas!
Simples, doce e ingênuo. Mas carinhoso e divertido!
Em: https://www.youtube.com/watch?v=Q_40aCvWABI
Há 2 anos…
Só vale assistir com o som ligado!
Ela, Maria Estela, leva a sério fazer teatro com o papai. Mas quando escapa sua risada… kk
É por isso que a vida vale a pena!
Em: https://www.youtube.com/watch?v=4xm-alCFLEM
Ela é uma anjinha mesmo (ou “anjona”). Mas não sabia que era a mais bonita de todas (mentira: eu sabia sim).
Minha Marina está linda, simpática e cada vez mais inteligente!

🦉 #PaiCoruja #PaiDeMeninas #Amor #Família #family