– Sorrisos Sinceros.

Ah, que legal!

A alegria da dona Nanci com seus futuros genros.

Nós que agradecemos o carinho…

– Há 5 anos, dei-me ao luxo…

Olá amigos, hoje “tirei o dia” para descanso. Dei-me o luxo de recuperar a saúde. Postagens com reflexões, só amanhã!

Logo cedo, compartilho meu belo amanhecer. Veja que clique na divisa de Jundiaí com Itupeva:

Quando o dia clareou, a vista para a Serra do Japi, no trecho da Serra da Ermida, nos apresentou com sua inspiração. Aqui: 

Enfim, para o dia ser perfeito, passear com a filha caçula e a cachorrinha dela na Europa. Se tivesse legenda, a foto seria: “Felicidade”! Olhe só:

Que tenhamos uma ótima 6a feira para todos nós!

– Eu tava com saudade!

Por 10 minutos, entre o intervalo das aulas, pude matar a saudade da minha Tetéia. Como não amar esse sorriso tão puro?

Filhos são nossos tesouros!

👨‍👧‍👧 #PaiDeMeninas #Amor #Carinho #Filha #Daughter #Smiles #Sorriso

– #tbt 3: Brincar e Aprender.

Há dois anos…

Hora de colar figurinhas (com aula de Leitura, História e Geografia)!

A Copa do Mundo tem suas vantagens além do futebol…

⚽️ #PaiDeMeninas #educação #ensino

– #tbt 1: Sorriso encantador!

Há 1 ano…

S’imbora viver com esse sorriso no coração!

Como é bom ser pai…

😊 #PaiDeMeninas

– 5a feira em 9 cliques! Que pique…

Repost – como estou a trabalho fora de casa, não temos o rotineiro treino hoje. Mas fica o incentivo à atividade esportiva. Abaixo:

👊🏻Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir #endorfina?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

bomba.jpg

🙏🏻Correndo e Meditando:
“Ó Nossa Senhora do Sagrado Coração, rogai por nós ao #MeninoJesus. #Amém.”
⛪ #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

bomba.jpg

🌺Fim de #cooper, estando suado, cansado e feliz (hoje com um pouco de sono), alongando e curtindo a delicadeza das #flores.
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

bomba.jpg

🌅Desperte, Jundiaí, parte 1.
Uma ótima jornada começando com cores bem vibrantes!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

bomba.jpg

🌅Desperte, Jundiaí, parte 2.
Uma ótima jornada começando com cores bem vibrantes!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

bomba.jpg

🌅Desperte, Jundiaí, parte 3.
Uma ótima jornada começando com cores bem vibrantes!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

bomba.jpg

🌅Desperte, Jundiaí, parte 4.
Uma ótima jornada começando com cores bem vibrantes!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

bomba.jpg

☀️#Sol muito bonito de #natureza e #beleza indescritíveis. Apesar das #nuvens, ele continua belo e radiante!
Obrigado, #MãeTerra.
🌱 #inspiração #amanhecer #morning #fotografia #paisagem #sun #céu #landscapes

bomba.jpg

❤️Para o dia ser “bom de verdade”, parte 1 – ganhar um #sorriso da #filhotinha, colhendo #flores do pezinho de #primavera cor-de-abóbora!
🌼 #natureza #flowers #jardim #família #amor #carinho

bomba.jpg

Ótima #QuintaFeira para todos nós.

– E há algum fundo de verdade?

Já rodou pela Web algumas vezes esse texto, e sempre ele parece ser oportuno para discussões: temos na sociedade uma geração que prega a causa do politicamente correto e levanta bandeiras justas, mas, contraditoriamente, não age de maneira coerente no próprio lar e com os seus próximos?

Abaixo:

TRISTE GERAÇÃO QUE SE ESTRESSA POR TUDO

“Andam de carro, uber, táxi… Não lavam suas cuecas, nem suas calcinhas.

Não buscam conhecimento. Nem espiritualidade. Não se encantam com decorações natalinas, nem com um ipê florido no meio da avenida.

Reivindicam direitos de expressão e não oferecem nada em troca. Nenhuma atitude.

Consideram-se vítima dos pais. Julgam. Juízes duros! Impiedosos! Condenam.

Choram pelo cachorro maltratado e desejam que o homem seja esquartejado.

Compaixão duvidosa. Amorosidade mínima. “Preciso disso! Tem que ser aquilo!” E haja insatisfação! Infelicidade. Descontentamento. Adoecimento. Depressão. Suicídio… Geração estragada.

Inconformada. Presa em suas desculpas. Acomodada em suas gaiolas de ouro. Postam sorrisos, praias paradisíacas, mas não se banham no mar curador.

Limpam o lixo na praia com os amigos e não arrumam a própria cama. Em casa, estampam tristeza, sofrimento, dor… a dor de ter que crescer sem fazer por onde… merecer.”

Autor Desconhecido

Imagem extraída de Espaço Psique, em: https://pages.facebook.com/ClinicaEspacoPsique/photos/a.758927924190830/3470592426357686/?type=3&source=48

– A menina e a cachorra.

O meu colírio: Maria Estela, ainda pequena, e o amor incondicional dela pela Pepita (carinho que só cresce).

Como eu as amo…

👨‍👧‍👧 #PaiDeMenina #Dog #Carinho #Cachorro #Pet #Animal #Daugther #Filha

– Minha bailarininha.

A beleza do sorriso das crianças sempre encantará o mundo: puro, sincero e contagiante!

Ah, essa bailarina Tetéia… como eu amo essa menininha maluca!

👨‍👧‍👧 #PaiDeMeninas #Amor #Carinho #Vida #Bailarinas #Família #Arte

– Incentive a criatividade!

Meu sobrinho pintor!

O Miguel e seus quadros bem pintados… e “custam baratinho”!

🖼️ #infância

– Viva o circo!

E fomos ao Circo Stankowich Pink, em Bragança Paulista. Graças à promoção da Rádio Futebol Total, pudemos sentar nos melhores lugares.

Um espetáculo maravilhoso, vale a pena ir!

Olhe que legal:

🎪 🤡 #diversão #fun #circus #Stankowich

– Filhota

Não há frio que segure a Tetéia!

Agasalhada, encarou ainda assim o parquinho.

Pudera, o que as crianças não fazer por diversão?

👨‍👧‍👧 #PaiDeMeninas #Amor #Carinho

– Princess.

Minhas princesas 👸🏼!

 

– De óculos, com ela…

O sorriso que me encanta!

Minha Tetéia e seus óculos divertidos… como é bom estar com essa menininha.

👨‍👧‍👧 #PaiDeMeninas #sorriso #smiles #kids #criança #pai #daughter

– Bailarina!

Pai Coruja… confesso!

Minha pequena bailarina:

#amor

– #tbt 5: Se é pra recordar…

… recordemos de coisas boas!

Como hoje é 5a feira, dia de #tbt, um momento prazeroso: com minha Tetéinha, brincando na grama.

Tem algo mais gostoso do que isso?

– #tbt 4: Quando o coração se apaixona!

Um #tbt bem bacana: nossa primeira fotografia, desde que começamos a namorar.

Um dia bom, num passeio incrível, em um novo momento da vida!

– Te amo, Vivi ❤️.

– #tbt 3: Amor.

Há 1 ano…

Ser pai de menina é um presente de Deus.

Eu sou pai de duas princesas! Portanto, sou verdadeiramente agraciado!

❤️♥️ #PaiDeMeninas #Carinho #Amor #Sorriso #Smile #Felicidade #Happy

– #tbt 1: Sorriso

Há 1 ano…

Uau! Essa menininha está crescendo cada vez mais…

O importante é: seu sorriso encantador e a sua alegria contagiante.

❤️ #PaiDeMeninas #Smile #Alegria #Felicidade #Carinho #Família #Daughter

– Lindeza da Minha Vida.

Alguém ligou para o papai (tarde da noite) só para dizer que o amava…

Ô menina linda!

– Te amo também, Tetéia.

👨‍👧‍👧 #PaiDeMeninas

– Pais Melosos e Profissionais Comprometidos.

Leio uma matéria sensacional, que particularmente me identifiquei (e de maneira alegre) sobre homens que querem ser pais em tempo significativo, em conflito até mesmo com sua carreira profissional!

Abaixo, a ótima reportagem de Rodrigo Turrer, ed 654, pg 86-90 (leiam, papais!)

A DUPLA JORNADA DOS NOVOS PAIS

Equilibrar carreira e vida doméstica deixou de ser um desafio só para as mães que trabalham. Agora são os pais que, para ter sucesso, têm de lidar com as cobranças em casa e no escritório. Só que os homens sofrem mais para atender às duas demandas. É o que diz o estudo O novo pai – Explorando a paternidade no contexto da carreira, publicado pelo Boston College, uma universidade do Estado americano de Massachusetts. A pesquisa concluiu que os pais de hoje, mais que nas gerações anteriores, têm dificuldade para se desenvolver como profissionais quando precisam conciliar os deveres do emprego com as responsabilidades familiares. “Os homens estão lidando com um problema muito similar ao que as mulheres enfrentaram nas décadas de 1960 e 1970”, diz Brad Harrington, diretor do Centro de Estudos do Trabalho e Família do Boston College e coordenador da pesquisa. Incapazes de ocupar melhores posições na carreira, os pais dedicados estão se frustrando. A conclusão é que buscar uma vida familiar plena pode estar tornando os pais infelizes. Principalmente se comparados às mães que trabalham.

Na tentativa de fugir desse tipo de pressão, o fotógrafo Ricardo Toscani, de 30 anos, escolheu ser o “dono de casa”. A decisão foi tomada quando sua mulher, Lúcia Toscani, uma designer requisitada, ficou grávida, há dois anos. “Lá em casa ela é a formiga, e eu sou a cigarra”, diz Toscani. Com uma carga de trabalho que pode chegar a até 12 horas por dia, Lúcia não poderia dedicar à filha Alice o mesmo tempo que Ricardo tinha à disposição. “Abri mão da estabilidade no emprego para me dedicar a Alice. E minha agenda se adaptou.” Ele diz fazer um ou dois trabalhos semanais, que tomam apenas de duas a três horas de seu dia. “Minha profissão hoje é ser pai, e quero me dedicar totalmente a isso. Nada paga o prazer de acompanhar o crescimento de minha filha, ver a menina aprender uma palavra. É fascinante.”

No último meio século, mudanças culturais e o movimento feminista mudaram o papel da mulher e do homem no mercado de trabalho. “O papel profissional é parte da vida da mulher. Está estabelecido. O homem teve de internalizar isso”, afirma Ellen Galinski, presidente do Families and Work Institute (FWI), uma organização sem fins lucrativos de pesquisa sobre a natureza do trabalho e sua relação com a vida familiar.

Nos Estados Unidos, elas já ocupam quase 55% dos postos de trabalho. Nas maiores cidades americanas, seus salários também são mais altos: mulheres jovens, solteiras e sem filhos chegam a ganhar 8% a mais que seus colegas do sexo masculino em igual posição. No Brasil, as mulheres somam 41,4% da mão de obra empregada. Elas têm em média mais anos de estudo e ocupam mais empregos que exigem alto nível de instrução. Ainda assim, os salários das mulheres brasileiras são em média 21,5% menores que os dos homens.

O equilíbrio de forças no emprego obrigou os pais a participar mais ativamente das tarefas domésticas. “Os homens hoje estão mais envolvidos com a família, trocam mais carinhos com os filhos, com a mulher, querem exercer seu papel de modo integral”, diz Luiz Cuschnir, psiquiatra e psicoterapeuta, supervisor do serviço de Psicoterapia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. E o homem gostou desse papel, afirma Cuschnir. “Podemos dizer que o ‘masculismo’ – a atitude do homem moderno, sensível, aberto ao afeto – venceu o machismo. E a sociedade valoriza mais esse homem do que antes.”

Estar mais tempo ao lado da família passou a ser uma ambição pessoal. Mas essa conquista tem um preço, na forma de um novo conflito interno.

“À medida que a mulher também se torna uma âncora da vida doméstica em termos econômicos, a exigência tradicional de ser o vencedor para sustentar a família acaba minada”, afirma Rosa Macedo, professora de psicologia e pedagogia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde coordena o Núcleo de Família e Comunidade. Ser pai e querer cuidar do filho parece menos legítimo do que ser mãe e desempenhar essa tarefa. “Toda a legitimidade que o homem tem no trabalho falta nos afazeres domésticos”, diz Brad Harrington, do Boston College. “O modo como as mulheres percebem o esforço do pai em casa é simplista. Em geral, ele é tratado como inepto.”

Estudos comprovam que, nos Estados Unidos, a mulher gasta em média 28 horas por semana em trabalhos domésticos, enquanto o homem gasta 16 horas, ainda que os dois estejam empregados. No Brasil, as mulheres gastam com o trabalho doméstico cerca de duas a três vezes mais tempo que os homens. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2008 as mulheres dedicaram 27 horas semanais às tarefas do lar, enquanto os homens passaram dez horas. E, mesmo quando o novo e dedicado pai faz menos atividades em casa do que a mulher, ele se sente mais sobrecarregado. Talvez seja a falta de prática. Ou uma incapacidade de lidar com múltiplas tarefas. Na pesquisa do FWI, no quesito “limpar a casa” e “lavar a louça”, 50% dos homens dizem fazer pelo menos metade do trabalho, enquanto 70% das mulheres garantem fazer tudo sozinhas. A conta não fecha.

Há atividades masculinas em casa que costumam ser ignoradas pelas mães. As horas gastas por um pai consertando a bicicleta do filho ou jogando videogame com ele raramente são computadas como parte da divisão de tarefas. “As mulheres subestimam a contribuição do marido, afirma Ellen Galinski, do FWI. É como se o homem fosse naturalmente menos capaz de dar um banho na criança, dar mamadeira ou levar ao médico. “A mulher tinha e tem mais poder sobre as crianças do que o homem, um poder conquistado ao longo do tempo, e elas não querem perder esse poder”, diz a antropóloga Mirian Goldenberg, professora da pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Há regrinhas para determinar que certos cuidados pertencem apenas às mulheres, fundamentadas em uma falsa biologia, em uma suposta natureza feminina que não é verdadeira.” A divisão de espaço entre homens e mulheres não deveria, portanto, estar restrita aos meios profissionais. Assim como cabe a homens e mulheres aceitar a ascensão feminina aos postos de comando – inclusive à Presidência –, a sociedade precisa aprender a conviver com mais homens no ambiente doméstico.

O vendedor Carlos Eduardo Valério, de 50 anos, sentiu essa dificuldade. Casado, com uma filha de 12 anos, ele trabalha à tarde, e a mulher, Virginia, de manhã. Quando a filha Carolina nasceu, ele teve de se desdobrar para equacionar os horários em casa. Ajuda a limpar a casa, cuida do quintal, faz a comida. “Isso para mim foi tranquilo, porque estava acostumado, tenho seis irmãos e dividíamos as tarefas em casa. Mas cuidar de criança é mais complicado, as mulheres parecem ter mais facilidade, mais capricho”, afirma. Até pegar o jeito, Carlos Eduardo precisou ouvir várias queixas de que estava fazendo tudo errado. Hoje, diz ter se acostumado com as tarefas domésticas e manter uma agenda diária bem definida. A filha vai e volta da escola de van. Ele faz o almoço, os dois fazem a lição juntos antes de ele ir trabalhar. Às vezes leva e busca a filha nas festas e baladas nos fins de semana. “É importante para mim estar com ela, é um valor que eu faço questão de passar.”

Quem primeiro apontou a maternidade como um mito cultural foi a filósofa francesa Elisabeth Badinter, ainda na década de 1980. Para escrever o livro Um amor conquistado – O mito do amor materno, ela pesquisou como as mães lidavam com a gestação e o aleitamento de crianças antes do século XIX. Descobriu que a maioria dos bebês era negligenciada, entregue a amas de leite. Muitas crianças morriam antes de completar 4 anos de idade. Para as mulheres da alta burguesia, era um desprestígio ocupar-se da prole. Para as operárias, pela jornada de trabalho, era tarefa impossível. Badinter diz que a formação do mito do amor materno surgiu no fim do século XVIII, com a nascente preocupação com a educação e a sociabilidade de crianças e adolescentes. Até então a criança era considerada quase como um “animal” a ser adestrado, um adulto em miniatura. Para Badinter, a maternidade não é algo instintivo. O afeto entre mãe e filho se formaria da convivência, seria algo conquistado. O mesmo que ocorre com a paternidade.

“As mulheres subestimam a contribuição do marido dentro de casa”,
diz a especialista americana Ellen Galinski

O fim da divisão nítida de papéis entre homens e mulheres pode causar confusão, mas também pode ser benéfica. “Nossa cultura mudou: antes dos anos 1960 não havia uma exigência cultural nem social para que o pai demonstrasse afeto ou tivesse carinho com as crianças”, diz Mirian Goldenberg. “Hoje os pais reivindicam o direito de exercer plenamente esse afeto. Tanto que muitos homens separados querem a guarda compartilhada ou querem ficar em tempo integral com o filho, por causa dessa vontade de estar mais com ele.”

O engenheiro Fernando José Alves da Silva, de 46 anos, não abriu mão de estar com os filhos mesmo depois do fim de seu primeiro casamento, há nove anos. “Não há o que pague a alegria de encontrar meus filhos sorrindo, de curtir alguns momentos com eles”, diz Fernando. Pai de Andrezza, de 13 anos, e de Lucas, de 9, ele detém a guarda compartilhada das crianças e fica com elas semana sim, semana não. Fernando casou-se novamente há três anos e teve seu terceiro filho, Guilherme, hoje com 1 ano. Funcionário de uma refinaria em Duque de Caxias, ele mora na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Trabalha dez horas por dia, mas reserva o fim da tarde e a noite para estar com os filhos. “Quando dá, tento pegar na escola, faço lição de casa junto, levo o filho no futebol, tento brincar com eles, me desdobro ao máximo”, diz Fernando. Como sua rotina é muito pesada, nem sempre ele consegue. Já perdeu eventos na escola dos filhos por causa do trabalho. “Não posso parar de trabalhar, preciso pagar o colégio, as contas, o apartamento, manter o padrão de vida. Então preciso arranjar um jeito de equilibrar as coisas”, afirma Fernando. “É muito difícil combinar trabalho e família. Ficar tranquilo é o mais importante para conseguir conciliar.”

A solução que Fernando encontrou é a melhor saída para fugir de mais uma fonte de estresse. “A carga de cobrança em cima dos pais e da forma que eles cuidam dos filhos é uma barreira. Cada vez mais os pais estão perdidos com tantas recomendações e cobranças”, diz Rosa Macedo, da PUC-SP. “O caminho mais rápido para o descontrole é culpar-se e idealizar a forma de criar os filhos.”

Renan Yoshima, de 36 anos, achou que ultrapassaria seu limite se continuasse no promissor emprego de publicitário em uma agência na Zona Oeste de São Paulo quando sua mulher, a arquiteta Camila França Yoshima, engravidou, em 2005. “Eu não tinha horário para entrar nem para sair e costumava varar madrugadas no trabalho”, diz Renan. Ele largou a publicidade e se tornou designer. Encontrou um emprego com horário fixo e um salário menor que o de publicitário para poder cuidar da primeira filha, Laura. “Achei que, como publicitário, seria difícil aproveitar minha família. Achei melhor estar com ela”, afirma. “Não abro mão de estar com minhas filhas, emprego eu encontro em qualquer lugar.”

Renan e Camila têm duas filhas: Isabela, de 2 anos, e Laura, de 5. Como a mulher tem um escritório de arquitetura e não tem horário fixo, costuma trabalhar à noite. Quando volta do trabalho, às 19 horas, Renan assume a casa: “Troco fralda, faço comida, penteio o cabelo, brinco. A hora do banho é uma bagunça, porque eu dou banho nas duas”. Renan acredita que a principal dificuldade que enfrentou foi encontrar um ponto de equilíbrio entre suas responsabilidades. “A cobrança é muito grande, e é complicado escolher entre ser o pai que vai sustentar a casa e o pai presente. Às vezes a pessoa tem medo de perder o emprego e prioriza o trabalho, até por uma proteção aos filhos. Desempregado, como ele vai sustentar?”, diz. “O ambiente profissional é cruel em relação à família, e eu sei que estou na contracorrente, mas priorizo meu relacionamento com minhas filhas.”

O estudo do Boston College mostra que as empresas americanas têm dificuldade em lidar com esses pais que se desdobram. Quando as mulheres que têm filhos estão no local de trabalho e precisam sair mais cedo, as empresas já se acostumaram a lidar com a situação. Mas isso não é tão comum quando quem pede para sair do escritório por causa dos filhos é o pai. “A ideia mais comum é que quando um casal tem filhos a mulher naturalmente vai se dedicar menos ao trabalho, e as empresas têm de ser compreensíveis. Já os homens vão mergulhar no trabalho para sustentar a família. Então as empresas tendem a ser menos plácidas quando eles têm necessidades familiares”, afirma Brad Harrington, do Boston College. “Fala-se muito do novo pai, da cobrança para que ele esteja presente, mas nenhum chefe entende quando o executivo falta para ir à reunião da escola ou para levar o filho ao pediatra.”

A diferença de tempo entre a licença-paternidade e a licença-maternidade deixa explícito esse tipo de pensamento. Grandes empresas americanas já dão licença-paternidade remunerada de até três semanas para seus funcionários. Na maior parte dos Estados Unidos, a licença não ultrapassa 15 dias. No Brasil, há dez projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional discutindo a ampliação da licença-paternidade. Há propostas que aumentam o direito para até 30 dias, mas o projeto mais avançado e com maior consenso prevê licença remunerada de 15 dias após o nascimento do filho.

A licença-paternidade avança no mundo.
Na Suécia, pai e mãe dividem os 390 dias

Na Suécia, os pais podem dividir 390 dias de licença paga da forma como bem entenderem, e 80% dos homens suecos tiram quatro meses de folga quando nascem seus filhos. Na Alemanha, uma lei semelhante à da Suécia aumentou em sete vezes o número de pais que tiravam licença para cuidar dos filhos. “Hoje há um monopólio feminino dos prazeres, encargos e sacrifícios com os filhos”, diz Mirian Goldenberg. Para ela, a diferença de cinco dias de licença-paternidade para seis meses de licença-maternidade revela uma enorme desigualdade de gênero. “Ampliar a licença-paternidade não é invadir um espaço exclusivo da mãe.”

A impressão de que esse novo tipo de pai ocuparia os domínios maternos é falsa. Para os especialistas, é importante não confundir os papéis de cada um. A falsa impressão é provocada pelo estereótipo paternal criado ao longo de décadas: a autoridade, a lei, a força, o provedor distante. Esse modelo transformou o homem atual num indivíduo que parece ser um remendo ao tentar se desdobrar para trabalhar e querer cuidar dos filhos e da casa. Uma imagem que precisa ser desfeita. “O homem que cuida do filho não é um homem maternal e não pode exercer o papel de mãe, que não serve para ele”, diz Cuschnir, da USP. “O que parece um remendo na verdade é uma ampliação. O homem fica maior quando tem de cuidar do filho. Ele aproveita a relação dele com o filho para resolver sua própria relação com o mundo. Isso dá serenidade ao homem.”

10 características comuns de pais de filhos de sucesso

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Minha doce Teteinha…

Meu final de semana com ela, sempre é demais!

Eu e a Tetéia usamos a camisa que nos representa: os Incríveis!

Falta muito para o domingo chegar novamente?…

(Em: professorrafaelporcari.com/2023/11/19/meu…)

👨‍👧‍👧 #PaiDeMenina #Kids #Criança #family #smile

– Obrigado, Vida.

E a vida nos permite esses momentos tão felizes…
Amor companheiro, engraçado, inteligente;
Amor duradouro, presente, leve e que nos faz bem!
É assim que vamos indo ❤️.

– Meu dia foi amável com ela…

Como não ficar feliz ao ver o sorriso da minha Tetéia?

Hoje bagunçamos bastante !

👨‍👧‍👧 #PaiDeMenina #Kids #Criança #family #smile

– Entre na brincadeira…

UMA ARANHA! HELP!

Nada disso. Era de brinquedo… nos assustamos à toa! rsrs

😁 #PaiDeMeninas #Amor #Família

– Riqueza!

Tem riqueza maior na vida de um homem, do que ser pai de princesa?

Ok, pai-coruja…

💕 #PaiDeMeninas #Kids #Criança #Família

– E essa carinha sapeca?

Saudade da Teteinha…

E esse sorriso?

👨‍👧‍👧 #PaiDeMenina #kids #amor #carinho #filha #amor

– #tbt 3: O que temos para comer?

Há 3 anos…

Linguiça? Polenta? E justo nesta hora do almoço? 

Hum… que delícia… 

Preparar a comida para as crianças não é obrigação de pai, é diversão!

Um vídeo carinhoso da minha filha, em: https://youtu.be/wxXe0OikB4Y

– #tbt 2: Alegria de viver!

Há 6 anos…

Não preciso dizer nada, né?

– Amar é…

Amar é… buscar a filha de surpresa na escola, dar pão de queijo e chocolate, e ainda levar a amiguinha no parquinho!

Tem coisa mais gostosa do que isso?

👨‍👧‍👧 #PaiDeMeninas #Amor #Carinho #Filha #Daughter #Smile #Sorriso #Kids #Criança

– A imagem do nosso final de semana…

Como domingo é dia de amenidades e já postamos muitas coisas importantes, vale o nosso momento feliz:

– Doçura.

Eu me derreto por essa menininha…

Como o sorriso dela me encanta!

👨‍👧‍👧 #PaiDeMeninas #Amor #Carinho #daughter #family #kids

– Natal?

A balança da alegria!

Nessa jardineira, a Teteinha quis tirar uma foto dizendo fazer parte da “decoração de Natal”! Pode?

🎄 #PaiDeMeninas

– Casados são mais felizes que solteiros, mostra estudo.

Por trás de um grande homem sempre existe uma grande mulher, certo?

Pois é. Estudo mostra: pessoas casadas são mais felizes do que os solitários (em especial, os casais de meia idade).

Abaixo, extraído da Folha de São Paulo, Caderno Equilíbrio, 21/01/15, pg 01

FELIZES PARA SEMPRE

Menos solitários, casados reportam maior satisfação com a vida; na estressante meia-idade, apoio do cônjuge faz especial diferença

Para quem busca a felicidade, um novo estudo de economia oferece um conselho à moda antiga: case-se.

Cientistas sociais já sabiam havia muito tempo que os casados tendem a ser mais felizes que os solteiros, mas não sabiam se isso ocorre porque o casamento propicia a felicidade ou porque as pessoas mais felizes têm tendência maior a se casar.

Publicado pelo Escritório Nacional de Pesquisas Econômicas dos EUA, o novo estudo incluiu em seus cálculos os níveis de felicidade das pessoas antes do casamento para atestar o poder do matrimônio de trazer bem-estar, ainda que hoje menos pessoas estejam se casando.

Em uma escala de zero a dez, a pesquisa mostrou que as pessoas casadas reportaram um nível de felicidade maior em todas as faixas etárias.

Os pesquisadores já tinham entrevistado as mesmas pessoas anos antes –trata-se de um estudo de acompanhamento contínuo. Com isso, perceberam que era o casamento mesmo que aumentava a felicidade. Os resultados nada têm a ver com uma propensão anterior à felicidade.

Ao todo, os pesquisadores utilizaram dados de mais de 300 mil entrevistas, feitas em diversos países.

Uma razão disso pode ser o papel exercido pela amizade no casamento. A solidão é um conhecido fator que leva à infelicidade –mais até do que doenças crônicas. O novo estudo mostrou que as pessoas que enxergam seu cônjuge ou parceiro como seu melhor amigo obtêm o dobro de satisfação de vida com o casamento que as outras.

O efeito independe do status legal de casado: ele é igualmente forte no caso de pessoas que vivem juntas sem serem oficialmente casadas.

“Talvez o que seja realmente importante seja a amizade, que ela não seja esquecida no meio da correria e das tensões do cotidiano”, diz Helliwell.

O psiquiatra Luiz Cushnir, idealizador do grupo de psicoterapia sobre gêneros no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, lembra que mesmo quem passa por um divórcio muitas vezes volta a se casar. Ele afirma que, especificamente para os homens, o casamento tem impacto inclusive profissional.

“De alguma forma, o casamento os qualifica. Há estudos que mostram que homens casados ganham mais do que os solteiros.”

MEIA-IDADE

Os estudos mostram que os benefícios da amizade entre cônjuges são sentidos especialmente na meia-idade, quando as pessoas tendem a sentir menos satisfação com a vida, principalmente porque essa é uma fase em que as exigências profissionais e familiares impõem mais estresse.

“Os maiores benefícios são sentidos em ambientes com alto nível de estresse. As pessoas casadas lidam melhor com o estresse da meia-idade que as pessoas solteiras, porque elas compartilham os problemas e a amizade com o cônjuge”, disse Helliwell.

No entanto, a terapeuta de família e casal Flávia Stockler lembra que nem tudo são flores. “A vida em casal não é fácil, há uma porção de frustrações e é preciso renunciar muitas vezes. Nunca vai existir satisfação 100% plena.”

bomba.jpg

Imagem extraída de: https://omundocoloridodebia.wordpress.com/2013/02/22/familia/

– Reze por todos.

O pessoal do Bairro da Ermida lembra muito bem do meu vô Manelão (Pedro Pansarin, casado com a Nória Barroca). E hoje, se vivo fosse, seria o seu aniversário (10 de novembro).

Me lembro muito bem do seu criado-mudo com o São Benedito bem grandão. Curiosamente, quando entrei na Igreja do Rosário hoje, eis que estava lá, bem reluzente, a imagem do santo que ele era tão devoto!

Rezei pela alma dele, por mim e por todos que amo (e também pelos que eu não consigo amar – e que devo amar).

– São Benedito, rogai por nós.