– A Profissão Pai.

Quando não se tem filhos, a noção de “o que é ser pai” é um pouco vaga. Meio romântica, meio assustadora, talvez um pouco sem a real noção. Mas quando a paternidade bate à sua porta de verdade… tudo se transforma!

Foi assim comigo! Tenho duas maravilhosas filhas, a Marina (que completou 15 anos) e a Maria Estela (que fez 7). Elas mudaram a minha vida profissional e pessoal.

Vamos lá: o ano era 2009! Eu estava na minha fase workaholic: lecionava numa grande universidade da Capital, administrava meu posto de combustível em Jundiaí e rodava o Brasil apitando futebol profissional (pois é: quando você não tem filhos, consegue ter até 3 profissões: professor, comerciante e árbitro de futebol).

Quando soube que minha Marininha iria vir ao mundo, tudo mudou! A expectativa pela novidade, a ansiedade para que tudo ocorresse bem e o maior dos medos: eu seria ou não um bom pai? Pois não é que a sapequinha foi nascer justamente em um dia em que eu estava escalado para um Corinthians x Palmeiras? Ah, eu não tive dúvida: como todo sonho de um juiz de futebol paulista é trabalhar num Derby (eu seria 4º árbitro nesse jogo, ocorrido em Presidente Prudente, onde Ronaldo Fenômeno se notabilizou por derrubar o alambrado na comemoração de gol), pensei: o jogo seria um sonho, mas minha filha é a realidade! Pedi dispensa e fiquei esperando ela chegar ao nosso planetinha. E valeu a pena!

Uma menina incrível, doce e companheira. A Marina, pelo esporte, tornou-se apegada a mim. Pedalávamos juntos, arrumávamos meus equipamentos de futebol em conjunto e, em tudo, estava comigo. Até que bateu uma nova preocupação: por que estar fora de casa aos sábados e/ou domingos, viajando e me ausentando até dois dias, e não ter a sua presença?

Pendurei o apito. E por ela… também valeu a pena! Como o Papai do Céu foi muito generoso, acabei me tornando comentarista de arbitragem da Rádio Difusora (não precisando ficar tanto tempo fora de casa e a distâncias não tão grandes). Olhe aí a minha Marina na cabine do Estádio Jayme Cintra, torcendo para o nosso querido Paulista FC!

Pois bem, os anos se passaram e… não é que a Dona Cegonha pousou em nosso lar uma segunda vez? Nasceu prematuramente a nossa Maria Estela. E veio “guerreira”: prematura, ficou um mês na UTI Neo Natal até vir para casa. E como a irmã mais velha, ela também se tornou uma doce garotinha amável.

Para onde eu ía, ela queria estar junto. Minha companheirinha (mais uma). E aí a preocupação em ser duas vezes pai, mas ser sempre presente, bateu mais forte. Abri mão das minhas aulas na Universidade naquele período, pois queria exercer a paternidade da maneira mais honrosa que existe: estando no dia-a-dia delas, educando, brincando e amando-as. E não é que a minha Estelinha pegou gosto pelo futebol também?

Desde novinha, ela adorava revirar minhas coisas de arbitragem. Dizia que era “torcedora do Papai”. Olhe aí que foto sensacional:

O esporte sempre esteve presente nas nossas brincadeiras: andar de bicicleta, correr sem compromisso (a Pista de Atletismo do Bolão é testemunha de nós) ou qualquer outra atividade física, nos uniu como família. E nessa condição de pai participativo, descobri que de todas as profissões que eu exercia, nenhuma valia mais do que a minha verdadeira vocação: a paternidade!

Estar presente nas alegrias e nos momentos de choro, ensinar as primeiras letras e, quando necessário, chamar a atenção pelos comportamentos indevidos, faz parte do cotidiano de um pai. AMO viver isso, e vou cuidar delas o máximo que puder, até ganharem asas. Mas quando voarem, saberão que o ninho ainda está à disposição delas, com o pai torcendo para que cresçam em tamanho, beleza e sabedoria.

Esses rostinhos dizem muita coisa, né? Vejam só:

A paternidade não é um estado, é um sentimento e uma condição que não se deve abrir mão!

– #tbt 2: Nosso carinhoso mural!

Há algum tempo…

Nosso mural de fotos!

Eu e a Tetéia caprichamos…

❤️💙💕 #PaiDeMeninas #Amor #Carinho

– #tbt 1: Aprendendo a ler!

Do ano passado…

A alegria de aprender as letras!

Amo ajudar a Estela a ler… e ela adora a leitura 📖.

– Que saudade!

Recordar é viver!

Olhe aí a foto da minha saudosa mãe (a “Cida da Nória”), ao lado do seu tio Dito Barroca!

Caracoles… que saudade bateu.

– Meninas doces…

Minhas riquezas, em épocas diferentes.

Não consigo deixar de amá-las, em qualquer situação ou idade.

❤️❤️ #PaiDeMeninas

– Nosso acaso.

E descobrimos que há 1 ano nos encontrávamos por acaso em um zoológico, depois de “30 e tantos” sem nos vermos e sem imaginarmos o que aconteceria…

Deus! Esse é o nome. Não é Coincidência.

❤️ #love

– Aproveite a pureza dos pequenos!

Crianças são nossos rebentos de alegria!

Olhem só as carinhas de bagunceiros da Maria Estela e do Miguel…

💙💖 #Família #kids #criança 

– Curta as Crianças!

Estar com as filhotas é muito bom. Aqui, uma lembrança muito legal, onde eu, a Tetéia e a Marina fugíamos dos dinossauros!

Sobrevivemos!

🦕 #Paternidade #family #children #kids #crianças

– Amar!

Por quê quando a gente ama, quer sempre estar junto? Ou, ao menos, diminuir a distância!?

Apenas uma bonita recordação de outro dia com a Vivi:

❤️ #love #romance #amor #felicidade #boyfriend #girlfriend #smile

– Diversão nas férias!

Ir ao parquinho com minha filhotinha é muito bom!

O que a gente se diverte…

Do carrinho de bate-bate aos demais brinquedos, é só alegria!

Viva as férias da criançada!

💖 #PaiDeMeninas

– #tbt 3: A jardineira do Papai!

Há muito tempo, com minha Marina…

Que época maravilhosa! Brincar no jardim com a filha amada, não tem preço.

– #tbt 1: Encanto.

Há 1 ano… num dia que parecia ruim, ficou bom!

Quando estou com essa doidinha, tenho a impressão de que não existem problemas no mundo!

O sorriso da Tetéia é o meu sustento pra vida ❤️.

👨‍👧‍👧 #PaiDeMeninas

– Os limites da exigência profissional no seu momento de descanso.

No discurso, é possível. Na prática, nem sempre: falamos da separação de trabalho e descanso no dia-a-dia!

Já trabalhei como empregado e como empregador (e como ambos simultaneamente) de segunda a segunda. Sempre me atentei a separar o profissional com o pessoal. É difícil obter êxito nesta missão…

Muitas vezes, quando eu falhava nesta distinção, eu pensei até que estava sofrendo de Síndrome de Burnout; noutros momentos, um misto de Depressão e Ansiedade. Afinal, eu não estava conseguindo me desligar dos afazeres e/ou estava impedido de ser desligado. Mas eu gosto muito de trabalhar, sou workaholic! Entretanto, saber ter limites (“meus limites” quando estou no comando ou “dar limites” aos meus comandados e comandantes) é importantíssimo para a saúde laboral e pessoal. Caso contrário, você ocupa o tempo de lazer, do repouso e do convívio com seus familiares para a continuação de serviços aos quais você deveria fazer na sua empresa, nos dias contratados / úteis de trabalho.

Continuar um compromisso fora do ambiente de trabalho, quando não é uma excepcionalidade / emergência, não ajuda a relação de ninguém. Estressa-se com a chefia, enerva-se o cônjuge e desgasta o corpo e a mente.

Tive a oportunidade de trabalhar em uma Instituição de Ensino Superior (nem a relato em meu curriculum, pois foi por pouco tempo), onde, durante a aula e eu estando em classe lecionando, a chefia mandava mensagens de WhatsApp e esperava respostas antes do intervalo – e de situações que poderiam ser depois do término, pois a atenção naquele momento era para os alunos. Ou o professor deve ficar na rede social e/ou nos comunicadores de mensagens on-line durante suas explanações?

O ideal, quando se é necessário algo assim aos finais de semana, o padrão:

“Estou enviando essa mensagem hoje, para na 2a feira discutirmos blá-blá-blá. Quem tiver sugestão e tempo, aproveite e vá pensando. Bom descanso!”

IMPORTANTE: fazer isso e esperar uma resposta no sábado ou domingo (ou dar a entender), não é legal.

Um interessante estudo da Universidade de Illinois mostra como é importante “combinar” bem essa situação. Abaixo:

(Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/07/03/limitar-a-comunicacao-on-line-com-chefes-apos-o-expediente-reduz-o-estresse.ghtml)

LIMITAR A COMUNICAÇÃO ON-LINE COM CHEFES APÓS O EXPEDIENTE REDUZ O ESTRESSE

Pesquisa da Universidade de Illinois investiga impacto das mensagens e pedidos fora do horário de trabalho

Por Barbara Bigarelli

Em um cenário com tecnologia disponível e profissionais conectados o tempo todo, aqueles capazes de estabelecer limites bem definidos entre vida pessoal e trabalho lidam melhor com o estresse ocupacional e efeitos negativos decorrentes, como a insônia. Essa é a conclusão de um estudo recente, realizado por pesquisadores da área de estresse ocupacional e bem-estar da Universidade de Illinois. A análise parte da noção de que os celulares e as novas tecnologias, ao permitir o trabalho onipresente, embaralham o tempo dedicado à vida pessoal. A conveniência tecnológica gera em muitos casos sobrecarga psicológica, aumentando o estresse e atacando a saúde mental.

“Essas tecnologias são tão onipresentes quanto convenientes, mas podem levar pessoas a pensarem que seus funcionários estão sempre disponíveis. Mas essa intromissão além do expediente, adentrando o tempo pessoal, é muito danosa à saúde e nossa pesquisa mostra que derrubar totalmente a fronteira, estando disponível sempre que necessário, eleva o estresse causado pelo trabalho”, diz YoungAh Park, professora de Illinois.

No estudo, os pesquisadores analisaram a rotina de 546 professores em tempo integral para medir as consequências de uma intromissão fora do horário de trabalho, por meio de alguma plataforma ou tecnologia, por cinco semanas consecutivas. Avaliaram se eles foram contatados principalmente fora do expediente normal e se era esperado deles responderem à mensagens e e-mails imediatamente. Os resultados indicam que aqueles que utilizaram técnicas para manter um limite de acesso a eles, como manter as notificações dos emails desligadas ou mesmo os celulares, relataram uma menor intromissão ao longo da semana. E, principalmente, que esse “controle” dos limites era um mecanismo importante para avisar o ‘outro lado’: sejam diretores das escolas, os chefes, ou os pais, os clientes, de que aquele momento não deveria ser usado para o trabalho. Ao ficar claro para todos os lados, o estresse dos professores semanal diminuiu.

Ficou claro aos pesquisadores também, através das evidências coletadas que o apoio de um gestor que zela pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e que permite aos funcionários criar soluções para estabelecer as fronteiras, é fundamental, avalia YoungAh. Também é necessário que a outra ponta do negócio respeite esses limites. Neste caso, o estudo recomenda que as escolas, por exemplo, estabeleçam regras para quando e com qual frequência a comunicação entre professor e pais deveria ocorrer.

Os pesquisadores escolheram estudar a rotina de professores por entender que a profissão consegue separar mais claramente o que é tarefa profissional de pessoal – e, assim, seria possível medir o impacto da intromissão tecnológica. “Embora essa descoberta seja específica dos professores, esse é um desafio a todos que permanecem conectados ao trabalho após o horário regular”, diz a pesquisadora.

Uma pesquisa no início do ano, realizada pela consultoria Randstad em 34 países, indicou que responder e-mails o tempo todo é uma prática entre os brasileiros. Segundo o estudo, 59% dos brasileiros entrevistados afirmam que seus empregadores esperam que eles estejam disponíveis fora do expediente e 62% respondem imediatamente a solicitações de trabalho, e-mails ou mensagens de texto quando não precisaria estar trabalhando.

Em entrevista recente ao Valor, Erin Kelly, professora de trabalho e organizações do MIT na Sloan School of Management, chamou atenção para a sobrecarga dos profissionais durante a pandemia e que seria importante as empresas terem políticas mais flexíveis e, principalmente, em prol do equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

Portal Contábil SC

Imagem extraída da Web, link acima.

IN ENGLISH – In speech, it is possible. In practice, not always: we talk about separating work and rest in our daily lives!

I have worked as an employee and as an employer (and as both simultaneously) from Monday to Monday. I have always been careful to separate professional and personal life. It is difficult to succeed in this mission…

Many times, when I failed to make this distinction, I even thought I was suffering from Burnout Syndrome; at other times, a mix of Depression and Anxiety. After all, I was unable to disconnect from my tasks and/or I was unable to be disconnected. But I really like working, I am a workaholic! However, knowing how to have limits (“my limits” when I am in charge or “setting limits” for my subordinates and commanders) is extremely important for occupational and personal health. Otherwise, you will be using your leisure time, rest time and time with your family to continue the work that you should be doing at your company, on your contracted/working days.

Continuing a commitment outside of the work environment, when it is not an exception/emergency, does not help anyone’s relationship. It stresses out your boss, makes your spouse angry and wears out your body and mind.

I had the opportunity to work at a Higher Education Institution (I won’t even mention it on my resume, as it was for a short time), where, during class and I was teaching, the boss would send WhatsApp messages and expect responses before the break – and in situations that could be after the end, as the focus at that moment was on the students. Or should the teacher stay on social media and/or online messaging during their explanations?

The ideal, when something like this is necessary on the weekends, is the standard:

“I’m sending this message today, so we can discuss blah-blah-blah on Monday. If you have any suggestions and time, take advantage and think about it. Have a good rest!”

IMPORTANT: doing this and expecting a response on Saturday or Sunday (or implying that you do), is not cool.

An interesting study from the University of Illinois shows how important it is to “combine” this situation well. Below:

(Extracted from: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/07/03/limitar-a-comunicacao-on-line-com-chefes-apos-o-expediente-reduz-o-estresse.ghtml)

LIMITING ONLINE COMMUNICATION WITH BOSSES AFTER WORKING HOURS REDUCES STRESS

Research from the University of Illinois investigates the impact of messages and requests outside of working hours

By Barbara Bigarelli

In a scenario with technology available and professionals connected all the time, those capable of establishing well-defined limits between personal life and work deal better with occupational stress and the resulting negative effects, such as insomnia. This is the conclusion of a recent study, conducted by researchers in the area of ​​occupational stress and well-being at the University of Illinois. The analysis is based on the notion that cell phones and new technologies, by enabling ubiquitous work, scramble the time dedicated to personal life. Technological convenience often generates psychological overload, increasing stress and attacking mental health.

“These technologies are as ubiquitous as they are convenient, but they can lead people to believe that their employees are always available. But this intrusion beyond working hours, into personal time, is very harmful to health and our research shows that completely breaking down the boundary, being available whenever needed, increases work-related stress,” says YoungAh Park, a professor at Illinois.

In the study, researchers analyzed the routines of 546 full-time teachers to measure the consequences of intrusion outside of working hours, through some platform or technology, for five consecutive weeks. They assessed whether they were contacted primarily outside of normal working hours and whether they were expected to respond to messages and emails immediately. The results indicate that those who used techniques to maintain a limit on access to them, such as keeping email notifications turned off or even cell phones turned off, reported less intrusion throughout the week. And, most importantly, that this “control” of limits was an important mechanism to warn the ‘other side’: whether school principals, bosses, or parents, clients, that that time should not be used for work. By making this clear to all sides, teachers’ weekly stress decreased.

It also became clear to the researchers, through the evidence collected, that the support of a manager who ensures the balance between personal and professional life, and who allows employees to create solutions to establish boundaries, is essential, says YoungAh. It is also necessary for the other end of the business to respect these limits. In this case, the study recommends that schools, for example, establish rules for when and how often communication between teachers and parents should occur.

– Viva a pureza das crianças!

E se fôssemos puros como as crianças são?

Sorrisos espontâneos, amizade sincera e beleza na vida…

Utopia?

💚💗🥕 #pernalonga #kids #diversão #LooneyTunes

– Amor de Pai…

Será que alguém está se divertindo?

Qual criança não gosta de parquinho…

💖 #PaiDeMenina

– Dormindo em paz.

Acordar na segunda-feira com minha filhotinha dormindo tão em paz… ah, não tem preço!

Ela nem imagina o que o papai preparou pra ela!

💖 #PaiDeMenina

– Que alegria…

Eu estava morrendo de saudade dela (e continuo com a irmã mais velha). Passar o dia com a intensidade que passamos, é bom demais.

Tenho milhões de defeitos, mas a paternidade é a minha vocação.

Te amo, Tetéia.

– Minha Tetéia.

Minha Tetéia!

Estar com ela é muiiiiiito bom.

Tem como não amar?

💖 #filha #daughter

– Com ela.

Com ela, até a comida tem mais sabor 🍜 e o vinho se torna mais prazeroso 🍷.

Viva a vida!

– Cachorros e Crianças, clique 2:

Ter um animalzinho de estimação é muito bom, não?

Aqui, minha filha mais velha, Marina, tempos atrás com nossa cachorrinha Pepita:

Como vale a pena ter um pet!

🐶 #animal #cachorro #dog #kids

– Cachorros e Crianças, clique 1:

Ter um animalzinho de estimação é muito bom, não?

Aqui, minha filha mais nova, Maria Estela, tempos atrás com nossa cachorrinha Pepita:

Como vale a pena ter um pet!

🐶 #animal #cachorro #dog #kids

– Delícia de vida. Há 1 ano…

Tem como não amar as crianças?

A Maria Estela é incrível… como gosta de fazer bagunça!

Em: https://youtube.com/shorts/uXdDt9JebUs?feature=share

❤️ #PaiDeMeninas #Carinho #Amor

– Chega logo, final de semana!

Hoje ainda é sexta-feira… chega logo, final de semana, para eu matar a saudade dessa menininha maluca!

Minha Estela num clique divertido:

– A Favorita!

Uma das minhas fotos favoritas!

A alegria de ser pai…

👨🏻 #Paternidade #Papai #Amor #Família

– #tbt 3: No cavalo com o Vovô!

Essa foto é muito legal: um dia em Jarinu, andando de cavalo com o Vovô Lili!

A Marininha, hoje moça, ainda pequenina… que tempo incrível!

Recordar é viver.

– Ah, minha princesa!

Demorou, mas consegui falar com minha Tetéia!

Me derreto por ela…

Não vivo sem essa menininha.

 

– Relembrando…

Tem como não amar nossa crianças?

Recordando uma festa junina de outrora:

– Meu colírio da vida!

Qualquer dia é um bom dia, desde que essa maluquinha esteja junto à mim!

O carinho das crianças é puro e intenso…

Imagem

#PaiDeMenina #Amor #Carinho #Vida #Sorriso #Smile #Família #Criança #Filha #Pureza

– Meu amigo, meu herói.

Bateu uma vontade de dizer para todo mundo o quanto te amo, meu pai querido…

– Meu pai, meu herói.

Não precisamos de datas especiais para dar carinho às pessoas que importam na nossa vida!

– Sorrisos que preciso diariamente…

A foto e a canção dizem tudo,,,

No link do Youtube (abaixo da foto), uma letra que fala de mim…

– Minhas riquezas (repost)

Uma das fotos que mais gosto!

Família é tudo…

❤️ #PaiDeMeninas

– Colírio da minha vida.

Colírio da minha vida!

Minha querida namorada Viviane e minha amada filhinha Maria Estela: vê-las sorrindo é o meu combustível cotidiano.

Um homem não precisa de muita coisa para ser feliz: somente ter um grande amor conjugal e seus filhos…

❤️ #love #relacionamento #paternidade

– Perna-de-pau.

De dias atrás: eu e a minha Teteinha no Circo!

E o palhaço com a perna-de-pau?

Que dia bom…

🎪 #PaiDeMenina

– Saudade das minhas filhotas.

E, por conta de tudo, não pude ver minhas queridas filhas hoje…

O coração fica apertado. E a saudade bate forte!

Te amo, Marina e Maria Estela!

💙💖 #família

– Minha companheira, inclusive nos momentos difíceis!

Tenho passado alguns “pepininhos” de saúde nos últimos dias. Neste sábado, por exemplo, um pequeno contratempo frustrou minha jornada… Mas ao meu lado, na saúde e na doença, em todos os momentos, está a Viviane.

Um presente de Deus, que ganhei sem esperar, e que me anima nesses percalços! Com seu coração generoso, não deixou de me ajudar.

– Te amo, Vivi! Você é uma grande mulher e que está presente em minha vida.

❤️ #Love