– Ame sua família!

Meu sobrinho, meu amigo 💙!

– Ser pai nos dias atuais: um desafio!

Extraído de: https://istoe.com.br/papai-sabe-nada/

PAPAI SABE NADA

Por José Manuel Diogo

Ser pai, nos tempos que correm é a tarefa mais difícil que pode haver. Nossos filhos têm mais informação, mais tempo, mais conhecimento e mais juventude que nós. Argumentam tão bem que às vezes parecem até mais velhos. O bom da história é que isso torna a gente mais novos.

Um dos maiores desafios para os papais deste milênio é conhecer e compreender a forma como os nossos filhos atingem e gerem o conhecimento e no centro desse desafio estão as Mídias Sociais.

No século XX – nesse distante “nosso tempo” – os instrumentos de comunicação eram lineares e de fácil compreensão, mas hoje tudo é diferente. Antes “uma coisa” era sempre consequência “de outra”; e essa coisa estava quase sempre perto e era conhecida por todos. Não havia surpresa nas novidades.

Antigamente os filhos aprendiam dos pais — porque tinham menor acesso à informação. Hoje já não é assim. Os nossos filhos, porque são mais novos, menos ocupados e mais digitais, têm acesso a mais e melhor informação que os seus pais.

O desafio dos mais velhos é hoje muito maior. Se antes o problema era saber que informação se devia proibir, hoje é preciso saber que mundo devemos conhecer. E neste “jogo” os guris levam grande vantagem.

Quem tem filhos adolescentes se preocupa. Nos perguntamos se eles conseguem ter uma vida normal passando tanto tempo ligados na tela do celular. Mas será que são eles que estão viciados na rede, ou seremos nós mais viciados que eles?

Se formos pelo que diz o dicionário – “vício é um efeito pelo qual uma pessoa se afasta do tipo considerado normal” – não parece que as mídias sociais preencham esse requisito. Antes pelo contrário, olhando com atenção, vício se aplica muito mais aos adultos que as usam menos para adquirir ou partilhar conhecimentos e amizade e se dedicam a elas como instrumentos de vaidade e muitas vezes de voyeurismo.

Os mais novos sabem exatamente para que serve cada uma das mídias sociais, como se “mantém vivas”, e qual a recompensa que existe em cada uma.

A Kika, tem 14 anos e sabe que o que mantém vivo o Snapchat (nesta altura a rede mais utilizada pelos adolescentes nos EUA) é a regularidade com que contacta cada pessoa da sua rede – é a rede da amizade. Que no Instagram, o objetivo são os gostos concedidos a cada fotografia publicada – é a rede da Vaidade. Já o Twitter é completamente diferente e “muito fixe” e “serve para encontrar coisas interessantes” – é a rede da informação.

É verdade que as mídias sociais são um assunto difícil de compreender, sobretudo pelos adultos, que gostam das coisas organizadas e hierarquizadas e nelas tudo está em constante mudança.

Na relação com a internet, entre novos e velhos há uma diferença fundamental. Enquanto os nossos filhos são as mídias sociais, nós apenas as utilizamos.

O mundo já é só deles, a gente só mora cá.

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Imagem extraída de: https://cnbmg.org.br/artigo-familia-eh-familia-ah-familia-por-isabela-almeida-de-medeiros/

– Na procissão de sábado…

E tem coisa mais bela do que um pai vendo a filha numa procissão?

Minha filhota Maria Estela em meio aos anjos e Nossa Senhora (das diversas representações), em: https://youtube.com/shorts/qB71_gtMVEU?si=mh295Crq3e1NkbMM

– Minha princesinha.

Minha Teteinha, carinhosa e sapeca.

Ops: um personagem do “Rei Leão” apareceu aqui?

💖 #Paternidade

– Eu te amo, meu bem!

Estar ao lado da @vivianeartico sempre me faz bem. Como eu te amo, minha querida namorada!

Pudera, tem como não se apaixonar por esse sorriso lindo?

💌 #love

– No Cinema.

Tem coisa mais gostosa do que um cineminha com a filhota?

E acompanhado de pipoca?

Amo muito tudo isso!

🍿🎦💖 #Diversão #Cinema #Pipoca #Família

– Banguelinha.

No Dia das Crianças, alguém perdeu mais um dente…

Quatro dentinhos faltando!

💖 #PaiDeMenina

– Ser criança é bom demais! Feliz Dia das Crianças!

De outro ano, mas atemporal!

Feliz Dia das Crianças!
Uma mensagem em: https://youtu.be/I7x9g9mxw20

#amor #sorriso #família #carinho #diadascrianças #kids

– Deveríamos ser eternas crianças!

Amanhã será Dia das Crianças. Amo minha prole, se bem que cresceram bastante… (mas continuo as amando tanto quanto antes).

Seria tão legal se nos mantivéssemos com um coração de criança…

– Maria Estela e Marina: minhas razões.

Como eu amo ser pai…
… e como eu sofro por ser pai!Mas nunca deixarei de ser pai e amar como um pai deve amar!

Deus tudo vê, tudo sabe, tudo providencia. Lembremo-nos: o poder da oração e da fé movem montanhas!

A distância maltrata, mas o coração resiste. Eu amo muito vocês, Marina e Maria Estela (nunca se esqueçam).

– #tbt 3: O sorriso que me apaixona.

Os girassóis embelezaram nossa foto. Mas não há flor mais bonita do que a Viviane, não?

Obrigado por fazer parte da minha vida, minha querida namorada .

🌻 🌹 #flores #sunflower #love #sorriso #smile #namoro #carinho #amor

– #tbt 2: A fadinha!

Há algum tempo…

Na vida, vale a pena coisas doces, simples e apaixonantes. Uma delas: brincar com as crianças!

Quem é babão e bobão como eu, vai amar ver a pequena fada brincando (há 2 anos) de Tinker Bell e a Fada Pirata!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=GoCAXvWvgmI

– #tbt 1: Minhas riquezas.

Não preciso legendar!

– Amor, I love you.

Minha Teteinha!

Como eu te amo… Que lembrança linda:

– Curta as crianças!

Curta ao máximo as suas crianças.

Seja feliz ao lado delas! Valorize cada sorriso dos pequenos…

💖 #PaiDeMeninas

– Ame seus filhos!

Ame seus filhos. Sempre!

Do jeito que são, como são ou serão!

💜 #Paternidade

– Minha sapeca.

Como não desejar estar ao lado dessa menininha linda?

Te amo, Filhota.

💖 #Paternidade

– Minha linda pequena…

Um clique de algum tempo para recordar minha filhinha. Hoje ela está maior, bonita, e infelizmente em outra cidade.

Faço tudo para vê-la o máximo possível (contra tudo e contra todos). A saudade dói…

  • Te amo, Teteinha!

– A Educação Positiva trazendo Frutos Negativos aos Pais e as Crianças.

A Folha de São Paulo trouxe uma matéria interessante (link abaixo), mostrando que a Educação Positiva, o método de educar os filhos com regras negociáveis, permitir a escolha da crianças e achar que a conversa e debate são perfeitos para a formação dos pequenos, tem muitas e perigosas falhas.

Por exemplo: o depoimento de Gabriela, mãe de uma menina de 7 anos, que relata: “(…) O espaço de fala trouxe muitos conflitos e estremeciam nossas relações. Quando percebi os malefícios, passei a questionar meu papel de mãe”. A solução, segundo a mãe, foi um trabalho para que a criança voltasse a aceitar limites.

Outra mãe, Evelyn, disse: “Chegou um ponto que eu percebi que estava debatendo demais com uma criança”!

Na verdade, o grande problema dessa metodologia é: as crianças (por serem crianças), acharem que podem desrespeitar os adultos, se sentirem capazes de tomar decisões impossíveis para a sua idade, e, pior, transgredirem em nome da não-disciplina, desobedecendo os pais.

Compartilho, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/09/maes-apontam-frutos-negativos-da-educacao-positiva-e-especialistas-explicam-riscos.shtml

MÃES APONTAM FRUTOS NEGATIVOS DA APLICAÇÃO DA EDUCAÇÃO POSITIVA, E ESPECIALISTA EXPLICAM RISCOS

“Vocês viram o vídeo da mãe que fala que colheu os frutos negativos da educação positiva? Pois é, eu também colhi”, conta a assistente comercial Evelyn Faoth, 24, em uma gravação que alcançou 2,4 milhões de visualizações no TikTok em menos de um mês.

O depoimento se baseia no comportamento da filha de 4 anos. A criança, diz Evelyn, passou a debater e rebater tudo, após receber “muito poder de fala”. Um efeito colateral, acredita, de ensinamentos que passava à menina. Do “colocar a criança em posição de escolha sempre”.

“Eu comecei a acompanhar conteúdos que falavam para dar voz à criança, validar os sentimentos dela, entender o momento de uma birra, de ela bater o pé, como o emocional desregulado”, diz ela à reportagem. “Isso funcionou na minha casa por um tempo. Mas houve um efeito reverso.”

Na casa da família as regras eram negociáveis, mas na escola, não. Isso fazia com que a menina deixasse de fazer deveres quando não tinha interesse. “Chegou um ponto que percebi que eu estava debatendo demais com uma criança.”

“Isso quer dizer que odeio a educação positiva? É claro que não. Mas também não devemos colocar a educação positiva em uma bolha e dizer que tudo é perfeito, porque não é.”

O relato é semelhante ao de outras mães que afirmam colher frutos negativos do método, definido por Liubiana Araújo, presidente do Departamento Científico de Desenvolvimento e Comportamento da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), como a substituição da punição pela reflexão, “para que a criança mesmo chegue à conclusão das melhores condutas e atitudes”.

“A educação positiva significa substituir o gritar, o bater, por uma atitude de educar de forma inteligente”, afirma. “O que está acontecendo é que isso está sendo confundido. A educação positiva não é uma educação onde a criança toma as próprias decisões da sua vida. Autoridade com afeto é o melhor caminho, segundo as evidências científicas.”

O método tem sido disseminado por criadores de conteúdo no Brasil como derivado da chamada “disciplina positiva”, abordagem criada em 1981 pela psicóloga e escritora americana Jane Nelsen. “Mas ele não é derivado. Esses métodos não são sinônimos”, ressalta Jane à Folha.

A psicóloga define a disciplina positiva como o respeito mútuo e o estabelecimento de limites com firmeza e gentileza, ressaltando que a abordagem “oferece diversas estratégias comprovadas pela pesquisa para evitar tanto a permissividade quanto a punição, ajudando as crianças a aprenderem a autodisciplina e habilidades de resolução de problemas respeitosas, tanto em casa quanto na escola”.

Ela analisa, entretanto, que outros programas de educação foram criados com partes da abordagem, mas sem bases fortes nessas premissas e no que é a parentalidade, que define como “ajudar as crianças a aprenderem habilidades sociais e de vida para contribuir para um mundo melhor”.

“Eu não conheço a base filosófica da educação positiva”, diz Jane. “Mas o problema é que está gerando mais confusão do que um caminho claro para os pais. E o resultado está aparecendo nas salas de aula com as crianças, com pais confusos e professores exaustos.”

Para a psicóloga, programas que não possuem literatura científica e base psicológica, e se concentram demais no trauma dos pais, podem levar a aplicações erradas. A disciplina positiva, ressalta, requer uma mudança de paradigma e um treinamento aprofundado para implementação bem-sucedida. “Isso não pode ser ensinado de forma superficial por gurus online.”

“Não é algo que pode ser alcançado por pessoas que estão de passagem —mesmo que tenham milhões de seguidores”. Na visão de Jane, “e incrível e gratificante ver cada vez mais famílias interessadas no estilo de criação dos filhos”. No entanto, a psicóloga vê influenciadores se aproveitando da dor e da culpa dos pais.

Gabriela Martins Ferro, 28, é outra mãe que viralizou em redes sociais contando ter colhido “frutos não tão bons da educação positiva” com a filha de 7 anos.

“Eu comecei a seguir a metodologia à risca e a prática se tornou acolhê-la quando estivesse nervosa ou frustrada, dar espaço de fala para tomada de decisões que não a colocassem em risco, parar para ouvir, de certa forma negociar, deixar ela fazer coisas sozinha para ter autonomia e só ajudar quando solicitado”, diz ela.

“Mas a questão principalmente do espaço de fala nos trouxe muitos conflitos e discussões que estremeciam nossa relação como mãe e filha. Quando eu fui percebendo os malefícios de dar tanto ouvido ao que ela tinha para dizer, comecei a me questionar do meu papel de mãe.”

Na educação positiva, afirma Gabriela, o que se opõe à cartilha é visto como um potencial causador de traumas.

“E isso é horrível”, diz ela. “Hoje, sinto que tiramos algumas responsabilidades dela, começamos a fazer terapia, o que tem melhorado muito em relação ao comportamental e à aceitação de limites. Um trabalho de formiguinha, mas que tem dado resultado.” O assunto fez emergir um debate sobre a linha que separa a educação positiva da educação permissiva –e a possível falta de limites dado às crianças. O método, porém, não é sinônimo de falta de limites.

Segundo Manuela Moura, psicóloga clínica e mestre em psicologia do desenvolvimento, ” Nunca na vida educação positiva é sinônimo de falta de limites”. Segundo a profissional, o método visa explicar à criança as razões dos limites impostos, colocando o diálogo no lugar da imposição e do silenciamento.

“É claro que a educação antiga, a educação que tem a via mais autoritária, ela vem recheada de frases, ações que são produtoras de medo. Então muitas vezes a criança se cala pelo medo de ouvir um grito, uma represália, alguma reação mais explosiva”, afirma. “Na educação positiva, a base da intervenção é uma base do diálogo.”

A professora Edna Ponciano, pesquisadora do Instituto de Psicologia da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), afirma que a questão não é nova nos consultórios. “A maior preocupação é relativa ao comportamento, sobre a dificuldade de estabelecer limites”, afirma. Mas “crianças sem limites”, acrescenta, “são a consequência de diversos fatores. A educação positiva não é a causa única, mas pode atrapalhar a tarefa dos pais que se sentem culpados ou desorientados. É preciso cuidar dos pais também”.

Segundo a professora, “não é possível simplesmente encaixar as pessoas em uma receita”. É preciso descobrir o que faz sentido para a família. “A educação positiva pode ser um mapa, mas o território muda a cada relação entre pais e filhos”, diz.

Nas redes sociais, a educação positiva se espalha em definições como “revolução amorosa”. Evelyn e Gabriela concordam que existem bons frutos.

“Minha filha se tornou uma criança independente, sabe se expressar muito bem e quando faz algo que não deveria não tem medo de nos contar. Ela também aprendeu muito sobre os sentimentos dela e tem facilidade para se autorregular quando é preciso”, diz Evelyn.

Para Gabriela, a capacidade da filha de se colocar no lugar do outro foi uma das vitórias colhidas. “Eu realmente tenho uma criança empática, que tem um senso e um respeito com o próximo que é surreal. Ela criou também uma autonomia relativamente boa. É uma criança super pertencente. Sabe o que quer e o que não quer, e isso eu não acho de todo ruim.”

Foto de Letícia Moreira / Folhapress. (Evelyn Faoyh compartilhou nas redes sociais os frutos negativos que colheu após aplicar a educação positiva com a filha. (link da Folha de SP acima).

– Família.

Sou privilegiado: dizem que você deve ver a sua sogra, para saber como sua mulher envelhecerá!

Olhe aí a mãe e a avó da minha namorada… vou me dar bem, né?

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– Tenha sempre um amor.

O que seria de mim, sem ela?

Todo homem deve sempre encontrar uma grande mulher ❤️.

– Saudade…

Saudade da minha prole…

Estar com os filhos é tudo o que um pai quer. Tê-los ao seu lado e curtir seus sorrisos, é o que melhor há!

💖💜 #Paternidade

– Uma data simbólica: 400 dias.

O número é simbólico, mas importante: 400 dias que nós começamos a viver um grande romance.

Por você, Viviane, fui aprendendo a ser uma pessoa melhor. Graças a você, me tornei melhor.

Você é a prova que Deus nos olha e nos permite um grande amor, pois nossa história não é feita de coincidências, mas nasceu da Providência. Obrigado por existir em minha vida. Te amo muito.

#love #vida

– Amor sincero.

Como duvidar do amor de uma criança?

Te amo, Teteinha!

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💖 #Paternidade

– #tbt 2: Teteinha com 7 meses.

Faz 7 anos…

Segunda etapa vencida: após 7 meses na barriga da mamãe (sendo os 10 derradeiros sem ganhar peso por problemas na gestação), 1 mês na incubadora da UTI dos seus 5 meses e ½ de vida e… finalmente a Maria Estela Porcari alcançou o peso de uma criança normal para a sua idade.

Como não comemorar, já que ela nasceu com 1 kg a menos do que deveria ter?

Agora, só falta alcançar a altura ideal!

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– #tbt 1: Amor de Pai.

Há algum tempo…

Minha princesa…

Tem algum tempo, mas eu amo esse clique com ela…

❤️ #PaiDeMeninas #Amor #Carinho

– Pais precisam corrigir os seus filhos.

Dói “puxar a orelha dos filhos”, não?

Corrigir os filhos (sempre com amor, diálogo e franqueza) se faz necessário. E em certas idades, com rigor nas palavras (mesmo que doa no coração do pai e da mãe).

Gostei desse pensamento. Aos pais, paciência. Aos filhos, o aceite da experiência e a obediência. A todos: carinho e colo familiar:

– A boa recordação!

Que dia bom…

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– Estar com ela…

Pai que é pai, tem que participar!

E me fazer presente na vida dela, é uma missão de vida.

Como eu amo minha caçulinha…

– A preocupação dos pais com as doenças emocionais dos filhos: o que fazer?

Recebi esse vídeo como “material divulgado pelo Mackenzie aos pais de alunos”. Não procede a origem, não é do Mackenzie. Mas o conteúdo é excelente!

O que os pais devem fazer para a Saúde Mental dos filhos?

Aqui: https://youtu.be/gjZIGyTCbek?si=0zdwjcg1E7s5_17l

– Maluquinha.

Minha menina moleca!

Como eu amo essa maluquinha…

Ops: ela é de borracha?

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💖 #PaiDeMenina

– Minha pequena indiazinha.

Ah… que orgulho da minha Teteinha!

Está lendo espetacularmente. Que alegria!

Te amo, indiazinha. Continue sempre assim 💜.

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💖 🦉 #PaiCoruja…

– Filhos nos iluminam!

Um mimo de filha para um pai: tem como não se sentir amado?

Filhos são luzes para a nossa vida…

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– Felicidade.

A namorada mais linda e a filha mais incrível que um homem pode ter!

Obrigado, Papai do Céu!

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– Brincar em Família.

É muito gostoso participar em família!

Acordar o primo dando susto, é uma das artes divertidas em ser criança.

Em: https://youtu.be/UaYhC2MkhNQ?si=h_d2V_f8GYRHuCak