Família
– Obrigado, Amor.
Em meio às tempestades e escuridão da vida, Deus coloca pessoas em forma de luz para clarear nossa mente e nos motivar!
Obrigado, Vivi, por ser uma grande companheira e iluminar minha vida. Te amo.

– #tbt 1: Doce covinha.
De outro dia…
Esse sorriso me encanta…
E essas covinhas? Como eu amo minha Tetéia…
Hoje, ela parece que cresceu mais!

❤️ #PaiDeMeninas #Amor #carinho
– Bolinha de sabão.
Anoitecendo com bolinhas de sabão!
Tem brincadeira mais simples e gostosa?

🧼 #bolinhadesabão
– Cineminha.
Eu e minha filhota linda curtindo um cineminha!
Haja pipoca…

🍿 #família
– Eu preciso dese sorriso…
Eu preciso desse sorriso para também sorrir.
Preciso da Pureza dela para me inspirar.
Eu muito preciso que ela seja sempre doce e carinhosa.
Que a inocência das crianças seja preservada…
#Família
– Saudade de um pai… a distância nos maltrata.
Saudades de dias assim…
Pai que é pai participa de tudo. Até em fazer sereia no rosto!

👨👧👦 #Paternidade
– #tbt 2: Meu momento com ela…
Há 1 ano:
Minha foto do dia: o momento de bagunça com a caçulinha Maria Estela!
Pelo sorriso (e suor) dela, brincar com o papai valeu a pena.

👨👧👧 #PaiDeMenina #kids #smile #sorriso #família #pai #father #daughter
– #tbt 1: Um clique de um bom dia!
Nossos artistas, no ano passado: 👏🏻👏🏻👏🏻

– Crianças Birrentas: por que elas agem dessa forma?
Li e compartilho: você sabia que alguns pais estimulam a birra das crianças?
- Pai ausente e que quando chega em casa mima o filho, como uma espécie de compensação pela sua ausência;
- Pai que não sabe falar não e faz tudo o que a criança pede; e
- Pai que acha graça nos choros e gritos do filho e não faz nada para reeducar a criança.
Ufa! Tomara que eu não esteja classificado nesta tipologia… embora, no meu íntimo, tenho medo de estar transitando entre os três…
Abaixo, a matéria que define “Birra”, extraída de: Revista Crescer (aqui, o link)
DEIXA DE BIRRA!
Uma menina de 2 anos pode realmente saber o que está fazendo em pleno ataque de birra? Descubra os segredos de pais e especialistas para sobreviver a essas tempestades
por Bruna Menegueço e Cristiane Rogério. Produção Astrid Van Rooy
“O menino chovia.
E não era chuva, chuvisco, chuvinha.
Era chuva, trovão, trovoada.
Por qualquer coisa, coisinha,o menino relampejava.
A casa toda tremia, o chão até balançava, raios por toda a cozinha sempre que tinha salada.
A empregada saía correndo, e a mãe também, chamuscada.
E o menino chovendo, chovendo, pedindo macarronada.
O pai imitava macaco, a mãe dançava na pia, tudo isso por medo da chuva, e pra ver se o menino comia.
E todo dia era assim, uma chuva sem fim, chuvarada.
Por qualquer coisa, coisinha…o menino relampejava.”
Os versos que começam essa reportagem são do livro O Menino que Chovia (Ed. Companhia das Letrinhas), de Cláudio Thebas, e descreve em poemas – e com muito humor, como vocês podem ver , o ataque de birra de um garoto irritado com sua família que, claro, faz todas as suas vontades. A história contada por Thebas acontece ou já aconteceu na minha, na sua e na maioria das casas com quase todas as crianças do mundo. Esse processo é normal e faz parte do desenvolvimento, do amadurecimento e da formação da personalidade. Mas, quem dera a gente conseguisse ter esse olhar bem-humorado na hora H, hein?
Primeiro, vamos aos fatos. A birra acontece para a criança testar os nossos limites, expressar suas vontades e funciona até mesmo como um pedido de ajuda. Mas é inconsciente! É como se ela nos falasse: Ei, eu não sei lidar com essa frustração e explodi! Nos poucos minutos que duram o ataque, você entra em desespero. Não sabe o que fazer para controlar seu filho enquanto seu nervosismo chega à flor da pele. Lidar com esses escândalos, principalmente quando acontecem em público, é difícil mesmo, mas é bom pensar que essa é uma ótima oportunidade para educá-lo e para reverter a cena de forma que não volte a acontecer. Pelo menos enquanto durar a nossa esperança.
“Educar é o desafio de toda uma vida, é cansativo, dá trabalho, mas traz recompensas maravilhosas. Para trilhar por esse caminho, o primeiro passo é manter a calma e não levar a provocação da criança para o pessoal, ou seja, se sentir desrespeitado, abusado, ou achar que seu filho está fazendo você de bobo. Não é por aí. Aquele ser tão pequenino não tem noção que mexeu com o seu orgulho ou que o desafiou. Não caia nessa!”, afirma Silvana Rabello, psicóloga e professora da PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).
Confira também:
- 3 tipos de pais mais vulneráveis a ter filhos (bem) birrentos
- 7 coisas que você tem de saber sobre a birra
- Chega de grito
- Haja criatividade
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
– De outro dia…
Relembrando um bom dia com minha Tetéia: não foi Carnaval, mas brincamos muito!
Que saudade dela…
❤️ #Paternidade
– Ame seus filhos.
Ame seus filhos intensamente! Do jeito que são, como Deus permitiu que sejam, com o amor mais sincero do mundo.
Orgulhe-se deles! Os apoie e puxe a orelha “de vez em quando”… pois sempre serão rebentos que vem da gente.

👨👧👦 #Paternidade
– #REPOST: Um sorriso muito doce.
Tem algo melhor na vida do que brincar com os filhos?
Família: a base de tudo!
❤️ #PaiDeMeninas #Carinho #Amor #Família
– Filhos e presença.
Filhos: se eles soubessem como são amados…
Somente quando se é pai ou mãe, se tem ideia do quanto nos preocupamos com eles. E exclusivamente nessa condição se entende o amor dessa relação…
Seja sempre presente na vida deles, mesmo se alguém, as pessoas ou o mundo tentar o impedir.
Que Deus perdoe aqueles que plantam ou incentivam o afastamento parental na cabecinha de um inocente…
❤️ #Paternidade #Família
– #tbt 2: Uma recordação de alegria.
De outros carnavais…
Um #tbt bem recente: minha ladybug nos ombros do papai!
Brincar o Carnaval de maneira inocente é o que há de melhor!

🎉📸👨👩👧👧 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#PaiDeMeninas #família #sorriso #smile
– Um ano e meio feliz!
Eu amo essa foto.
Eu amei esse dia.
Eu amo e sempre amarei essa moça tão linda!
– Obrigado, Vivi, por fazer parte da minha vida.
Que Deus continue nos abençoando, como Ele tem feito há exatos 1 ano e ½ (que completamos hoje).
Te amo. Você é meu grande amor 🥰!
– Pequena ciclista.
A ciclista-mirim mais linda do mundo!

Na manhã gostosa, muita diversão.
Em: https://youtube.com/shorts/R56ZTJo1PSg?si=d2s5IncKqLtkFrXj
🚴🏼🚴♀️ #bike
– Um momento feliz.
Foto maravilhosa, de um bom dia, para uma recordação inesquecível com minha prole!
Momentos felizes não podem ser esquecidos.
❤️ #Paternidade
– Do túnel do tempo…
Eu e meu primeiro rebento, há 9 anos:
O tempo voa…

– #tbt 1: Fofura.
Relembrando…
Tem “brinquedo” melhor para uma criança, do que um animalzinho de estimação?
A Maria Estela cantando para a Pepita dormir é o “cúmulo da fofurice“…

🐶 #pet #dog #kids #criança #cachorro #animal #fofura
– Raízes e Asas.
Quando filhos, queremos voar. Ser independentes, muitas vezes, não dando a devida atenção à sabedoria dos nossos pais (até achamos que a idade os atrapalha)! Ledo engano… pessoas atualizadas e com experiência de vida são tesouros que nós temos!
Quando pais, resistimos neste processo irreversível de crescimento das nossas crianças. Elas querem também voar, e precisamos dar toda a ajuda para o voo solo (e isso não quer dizer abandoná-los, mas orientá-los e ficar à espreita observando o protagonismo que terão).
Essas fases só são entendidas quando as se vivem! Queremos ser adultos responsáveis por tudo, independentes e poderosos! Mas não somos… vivemos em comunidade, família e dependência (ainda bem) das pessoas que amamos – sendo dependentes ou àqueles que elas dependem.
A autonomia é algo que você deseja na fase adulta, decidindo das coisas mais fúteis às mais importantes do seu lar – junto da sua esposa / marido e filhos. E neste controle, precisa aceitar que da sua família, outras surgirão. Assim como você deixa seu pai e sua mãe e se une a uma só carne com alguém, um dia seus filhos também passarão por isso.
Não se deve encarar como abandono do ninho, mas uma nova fase. Simples assim, pois família sempre será família, onde estiver. Nestes casos, a distância passa a ser apenas um detalhe.
Enfim: curtamos a vida, sem neuroses do amanhã.

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).
– Valeu a pena.
Meu dia começou exatamente às 02h46. Trabalhei bastante, rodei muito (340 km), fiz inúmeras coisas. E, cansadão, ainda fui à noite na reunião de pais da escola da filhota.
De tudo isso, valeu estar com minha Tetéia!
Agora, exatamente 22h32, chego em casa e agradeço a Deus pelos minutinhos com a pequena. Ser pai é fazer essas loucuras também…

– Saudade de um dia assim…
Uma recordação do meu mundo ideal…
Minha querida namorada, meu sobrinho de coração e minha amada filhota (que tenho tanta saudade…).
Falta, ainda, outras pessoas que amo. Mas esses sorrisos da foto me derretem.
– Carreira ou Família: Quando as Mulheres têm que Decidir!
No mundo da Administração de Empresas, muitas vezes os profissionais se vêm obrigados a tomar decisões que afetam a vida pessoal num grau muito significativo. Àqueles que já passaram pela experiência de um difícil conflito entre carreira X família X anseios, sabem como é martirizante e sacrificante tal momento.
Sendo assim, compartilho um artigo interessante sobre as mulheres na hora de decidir o futuro no trabalho! A Revista Época (Ed 09/03 pg 56-59), traz uma pertinente reportagem de Suzana Villaverde sobre esse complicado instante da vida profissional delas.
Abaixo:
PRESIDENTE? NÃO, OBRIGADA
As mulheres preferem abrir mão dos cargos de dedicação integral para cuidar melhor da vida pessoal e da família
É tarde de terça-feira, e Christina Munte, de 43 anos, aproveita para passear com as filhas Juliana, de 9 anos, e Lara, de 5, em um clube da Zona Sul de São Paulo. Almoçam juntas e em seguida lá vai ela, para o alto da arquibancada, assistir ao jogo de tênis da mais velha. Depois, é hora de acompanhar as acrobacias da caçula na aula de ginástica olímpica. O programa é repetido todas as terças-feiras. Embora pareça fazer parte da rotina típica de uma dona de casa, essas cenas têm como protagonista uma profissional muito bem-sucedida, diretora da Atlantica International, uma rede internacional de hotéis. Exceto pelo dia tranquilo que passa com as meninas, no resto da semana Christina se desdobra em reuniões, feiras e viagens internacionais. A vida é corrida, mas ela garante que o ritmo já foi muito pior.
O mercado hoteleiro estava em ebulição nove anos atrás, quando Christina teve seu primeiro bebê. Nessa ocasião, ela trabalhava nos fins de semana, chegava em casa tarde e ficava muito frustrada. “Por cansaço e pela vontade de curtir minha filha”, diz ela. Em 2005, Christina engravidou novamente e sentiu que estava diante de um dilema. “Tinha pavor de abrir mão de uma carreira que me dava imenso prazer, mas precisava aproveitar minha família”, afirma. A solução veio durante uma conversa franca com seu supervisor, ao final da qual ele fez uma proposta tentadora: reduzir em 20% a carga horária semanal, assim como o salário de Christina. “Foi a solução perfeita, pois não precisei abrir mão de nada”, diz.
Profissionais como Christina constituem um grupo em expansão. Elas querem chegar ao topo da pirâmide corporativa, mas, ao contrário das pioneiras, que começaram a percorrer esse caminho na década de 1970 – e tiveram de deixar de lado marido, filhos e até a vaidade para concorrer em pé de igualdade com os homens –, não admitem abdicar de sonhos pessoais ou perder as alegrias oferecidas pela vida privada. Na prática, abrem mão dos postos de dedicação integral para exercer também o papel de mulher, mãe e esposa. A constatação desse fenômeno tem levado à conclusão polêmica de que a desigualdade no topo do mercado de trabalho é incorrigível – e nem sequer deveria ser vista como um problema. Uma pesquisa realizada no ano passado pelo Sophia Mind, um instituto de pesquisa voltado para as mulheres, perguntou a 340 mulheres brasileiras entre 25 e 50 anos, com nível superior completo, se elas desejavam ser presidentes de empresa. Apenas 37% disseram que sim.
“Apesar das queixas das feministas, a verdade é que homens e mulheres têm diferentes aspirações de carreira”, afirma a conceituada socióloga britânica Catherine Hakim, pesquisadora da London School of Economics. “Homens e mulheres têm diferentes objetivos na vida, e as autoridades não deveriam esperar que eles tivessem resultados idênticos na carreira profissional.” No Brasil, segundo uma pesquisa coordenada pelo Instituto Ethos, as mulheres representam 43,6% s da população economicamente ativa, mas estão em apenas 13,7% dos cargos de liderança.
Desacelerar ou recusar cargos invejáveis pode ser o desejo de centenas de trabalhadoras, mas existe espaço para expressar essa demanda? No Brasil, é comum encontrar mães que voltam ao trabalho antes do término da licença-maternidade ou passam anos sem conseguir conciliar suas férias com as das crianças. “Muitas acham um absurdo usufruir esses direitos básicos quando conquistam uma carreira de sucesso”, diz a consultora de Recursos Humanos Carmelina Nicke. Para ela, gerentes e diretoras ainda temem se mostrar mais vulneráveis que os homens no escritório e preferem se submeter a um cotidiano extenuante. Mas essa seria, segunda a consultora, uma realidade com os dias contados. “A tendência é que nas próximas décadas as companhias ofereçam de antemão uma jornada flexível para segurar a profissional competente”, diz Carmelina. Uma pesquisa divulgada na semana passada pela consultoria Accenture mostrou que 41% das mulheres gostariam de ter “formatos flexíveis de trabalho”. Uma possível explicação: um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado em 2010 revelou que as mulheres gastam 24 horas semanais em atividades domésticas, enquanto os homens fazem somente 9,7 horas de trabalho doméstico.
Para contornar essas dificuldades, a paranaense Ana Carolina Haracemiv, de 35 anos, montou uma “miniempresa” em casa. “Tenho duas empregadas que moram comigo, motorista e até jardineiro”, afirma. Somente assim ela consegue acompanhar a lição das crianças e curtir o marido, sem perder o foco da empresa em que trabalha, a Dow Brasil. “Se você tem de fazer tudo, não consegue pensar em nada direito”, diz. Orgulhosa do esquema que criou, a engenheira não se arrependeu ao recusar uma proposta de ouro: um cargo de liderança na sede da empresa, nos Estados Unidos. “Meu marido é médico, seria complicado para ele. Seria fantástico para minha carreira, mas não era interessante para todos.” É claro que recusar a promoção deixou Ana Carolina apreensiva, mas ela acabou se surpreendendo. Seis meses depois, foi promovida. Disse adeus ao cargo de gerente de marketing para se tornar diretora comercial da América Latina. “A responsabilidade aumentou, mas o impacto na minha família foi mínimo”, diz ela. “Só deixei de lado a ginástica, mas, sinceramente, nunca gostei muito de malhar.”

Imagem extraída de: https://sescap-pr.org.br/index.php/noticias/post/e-possivel-ter-sucesso-no-trabalho-e-na-familia
– Uma recente e boa lembrança.
Da semana passada, momento Rafael e Viviane + todas as crianças sapecas do mundo!
Que dia bom!!!













