Suar faz muito bem!
Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.
🏃♂️ #corrida
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Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.
🏃♂️ #corrida
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Eu me recordo como se fosse hoje: Romário estava fazendo “campanha” para ir à Copa do Mundo Japão – Coréia do Sul, e Felipão o fiscalizava de todas as formas. Até que o Baixinho, num vôo depois de um amistoso, “aprontou” com uma aeromoça (conforme reza a lenda). Assim, o treinador da Seleção Brasileira o deixou de fora e ficou à espera de Ronaldo Nazário (na época, chamado de Ronaldinho e posteriormente Ronaldo Fenômeno).
Ronaldo havia se contundindo gravemente, e na sua volta, depois de muitos meses se tratando, entrou no segundo tempo numa partida do Campeonato Italiano (Internazionale vs Lazio) e, ao vivo, se contundiu gravemente sozinho. Um drama que trouxe tristeza a todos (pelo carinho dos aficcionados por futebol a ele, pelo tempo que estava fora e pela nova lesão).
Eis que o atacante se cuidou, abdicou de festas e, mesmo com grandes chances de não voltar a jogar em alto nível (em algum momento, até de não levar uma vida normal), conseguiu voltar se preparando para o Mundial 2002.
A simpatia e a torcida do povo brasileiro foram grandes. Havia carisma enorme do atleta com os torcedores (hoje, menor, devido a visão de empresário que se formou em torno dele e a magia do seu futebol não ser conhecida ou assistida pelos mais jovens).
Neymar seria um ídolo substituto ao Ronaldo. Garoto, de cabelo moicano e futebol magistral, um talento à altura dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Impensável que não seria camisa 10 da Seleção Brasileira e com ele poderíamos ganhar o Hexacampeonato.
Seu grande público?
Talvez não eram somente os torcedores de futebol, mas as crianças! Inegável o sucesso entre os garotos, com camisas do menino Ney e cabelo imitando o jovem ídolo.
O tempo passou e… vieram as mulheres, os filhos fora do casamento, e até (injusto) escândalo sexual, no qual foi vítima. A magia parecia estar se dividindo com a badalação.
Neymar pode ser definido literalmente como um Peter Pan, um garoto que não quer crescer. Pudera, desde garotinho já era exposto, não viveu a infância como um menino qualquer. Tenho a impressão de que Ney Jr vive a mesma situação que Ronaldinho Gaúcho viveu (desde cedo bancando a família, trabalhando na adolescência e passando a fase mais lúdica do noviciado de concentração em concentração). E, quando as coisas não davam certo… as cobranças!
A Joia Santista era debochado. Jogava fácil, e em alguns momentos irritava os adversários com o seu talento. Em outras, com sua provocação. E apanhava. E em outras, simulava. Foi aumentando a simpatia de uns e a antipatia por outros.
Natural sucessor de Lionel Messi no Barcelona, por um caminhão de petrodólares cataris resolveu ir para o PSG, onde não levou a tão sonhada Champions League aos franceses. Na Arábia Saudita, um fiasco. Mais se contundiu do que jogou, e por problemas físicos, foi sendo deixado de lado por Jorge Jesus, seu treinador lá na Ásia. Nitidamente, Neymar não foi ao Al-Hilal para ser jogador, mas para ser embaixador da Copa do Mundo 2034 (e nisso, obteve êxito).
Voltando ao Santos FC, já não tinha mais a mesma condição física de antes e, apesar do altíssimo talento, não era mais o Neymar do Barcelona. E aí ficou a questão: o novo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, o convocaria para os últimos amistosos do Escrete Canarinho?
O certo é que Ney Jr fez um ou outro jogo decisivo contra times fortes. Lógico, contra os pequenos clubes paulistas ou com equipes mais fracas brasileiras, tirou de letra e foi bem. Vide o jogo contra o Vasco, tão recente.
Na convocação derradeira, Ancelotti foi extremamente correto: “Se Neymar estiver 100% fisicamente, poderá ser convocado”. E aí fica a questão: Ele fará como Ronaldo? Abdicará das festas, se dedicará aos treinos, se tornará um recluso e entrará de corpo e alma à preparação para uma possível volta à Seleção?
Tenho, na minha humilde opinião, que “as Copa do Mundo de Neymar” já passaram. E ele ficará sem um título de campeão mundial (Anderson Polga, um volante botinudo, por exemplo, ironicamente, o tem).
Quem viu Neymar no auge, viu. Não voltará (lamentavelmente) à mesma forma.
Cá entre nós: de novo, a data-FIFA prejudicará os clubes pelo conturbado calendário brasileiro.
Como o cara pode sair do país, jogar no Exterior e no dia seguinte se reapresentar ao seu time?
Isso não existe…
Muitos treinadores de futebol têm a vaidade de estarem em um patamar de sapiência acima do demonstrado. Vários “professores” ignoram conversas com seus comandados, impondo suas ideias.
Obviamente, um treinador é o líder de uma equipe à beira do gramado, orientando a parte tática. Entretanto, a liderança não pode ser centralizada, e sim compartilhada. Por isso, muitas vezes, as falas de seus assistentes são levadas em consideração.
Mais do que isso: ouvir os seus comandados (na vida esportiva ou profissional) ajuda no processo de descentralização e de novas ideias.
Roger Machado, técnico do São Paulo FC, declarou após o jogo contra o Red Bull Bragantino que iria colocar Luan em campo, mas trocou a substituição por sugestão dos seus atletas. Vide:
“Eu preciso deixar um espaço para que eles tenham autonomia dentro de campo. Não tenho vaidade nesse sentido. Em algumas vezes eu vou atender; em outras, eu vou procurar fazer o que está na minha primeira opção (…) Imaginei que poderíamos bloquear esse avanço do Red Bull Bragantino no campo fazendo uma linha de cinco na primeira linha de ataque: botando um tripé de meio, o Cauly por um lado e o Ferreira por outro, trazendo o André para marcar o volante e liberando os dois zagueiros. E os atletas, que estão sentindo o jogo e vivendo o jogo, me sinalizaram de lá. E está tudo certo. O líder sou eu, mas nem sempre eu vou ter razão em tudo”.
A pergunta é: tal atitude ganha o grupo ou fragiliza o comando?
Eu achei pertinente o propósito de Roger, especialmente quando ponderou os momentos citados.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Baêa em Salvador, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Ramon Abatti Abel – SC
Árbitro Assistente 1: Alex dos Santos – SC
Árbitra Assistente 2: Gizeli Casaril – SC
Quarto Árbitro: Jackson Rodrigues da Silva – AC
Assessor: Francisco de Assis Almeida Filho – CE
VAR: Charly Wendy Straub Deretti – SC
AVAR: Johnny Barros de Oliveira – SC
AVAR2: Alexandre Vargas Tavares de Jesus – RJ
Observador de VAR: Péricles Bassols Pegado Cortez – RJ
Quality manager: Nayara Pereira dos Santos – RJ
Todos nós já conhecemos Ramon Abatti Abel! Nos jogos internacionais, vai muito bem (apitou a final da última Olimpíada e foi excelente no Mundial de Clubes da FIFA). Em jogos aqui no Brasil… já é outra história.
Diferente do que mostra no Exterior, no Brasileirão “pica mais o jogo” e comete erros técnicos relevantes. Ficou de fora do restante do Brasileirão do ano passado depois do erro grotesco em São Paulo x Palmeiras. Voltou somente em 2026 a apitar, e em jogos “mais escondidos” do eixo Rio-SP.
Daqui a alguns dias, será confirmado (junto com Raphael Claus e Wilton Pereira Sampaio) como árbitro da Copa do Mundo 2026. Portanto, não pode errar para não ser (mais) questionado ainda.
Desejo um bom jogo e uma grande arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre Bahia vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira, 18/03, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Calma, não é nenhuma lei atual. Foi no tempo do presidente Getúlio Vargas, onde o governante decretou que o futebol “não era condizente para senhoras que seriam futuras mães”. As que insistiam, eram rotuladas de “grosseiras e mal-cheirosas”. E como o futebol feminino está em alta nos últimos dias com a Copa do Mundo da modalidade, vale relembrar o fato!
Abaixo, material da Folha de São Paulo (25/05/2003 – 12h06)
FUTEBOL FEMININO PROBIDO NO BRASIL NA ÉPOCA VARGAS
por João Carlos Assunção
Futebol no Brasil não é como nos Estados Unidos, na China ou na Noruega. No país pentacampeão do mundo, o espaço reservado à mulher tem sido a beira do gramado, onde pode trabalhar como animadora de espetáculo.
No campo, com a bola nos pés, é difícil cavar um lugar. A modalidade, afinal, não pegou como em outros países. Os obstáculos para a prática do futebol feminino no Brasil continuam muito grandes.
Foi para detectar essas barreiras que o pesquisador Eriberto Lessa Moura, 37, mestrando em estudos do lazer pela Faculdade de Educação Física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), resolveu debruçar-se sobre as origens do esporte no país.
“Desde o início, as dificuldades para a mulher [jogar futebol] foram grandes, mas elas se tornaram ainda maiores durante o Estado Novo [período do governo Vargas entre 1937 e 1945]“, disse Moura à Folha, por telefone.
Em 1937, Getúlio Vargas se antecipou à eleição que aconteceria no ano seguinte e desencadeou um golpe de Estado, implantando uma nova Constituição e uma ditadura, que duraria até 1945.
No período, aprofundou o vetor centralizador do Estado, criando o Departamento de Administração do Serviço Público, o Dops, espécie de polícia política, e o Departamento de Imprensa e Propaganda, dedicado à censura e à exaltação dos feitos do governo.
Na área esportiva, a história não foi diferente. Criou leis para o setor e passou a controlá-lo com mão-de-ferro. “Foi aí que a pressão para as mulheres se afastarem do futebol aumentou muito. Elas deveriam se limitar a praticar esportes que o governo considerasse condizentes com suas funções de mães ou futuras mães.”
Leonardo Pereira, autor de “Footballmania”, livro sobre as origens do futebol no Rio, concorda com o colega. “A visão que temos, que faz do futebol um jogo essencialmente masculino, foi construída historicamente, fruto de um amplo movimento que, desde o final dos anos 30, tratou de atacar a participação feminina e construiu a idéia de que o jogo não seria adequado às mulheres.”
O Estado Novo criou o decreto 3.199, que proibia às mulheres a prática de esportes considerados incompatíveis com as condições femininas. Segundo Moura, o futebol estava incluso entre eles, ao lado de halterofilismo, beisebol e de lutas de qualquer natureza.
Quando o decreto foi regulamentado pelo regime militar (1964-1985), em 1965, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Só 16 anos depois foi revogado pelo Conselho Nacional do Desporto.
Mas, muito antes disso, o futebol no Brasil já era um esporte eminentemente masculino. A mulher que o praticasse era vista com preconceito, já que a trajetória da modalidade no país foi diferente da vivida pelos homens.
De acordo com a pesquisadora Heloísa Bruhns, autora de “Futebol, Carnaval e Capoeira – Entre as gingas do corpo brasileiro”, enquanto os homens da elite começaram a praticá-lo no final do século 19 em São Paulo e no Rio, o grupo feminino que aderiu à prática do futebol era pertencente às classes menos favorecidas.
Do preconceito social ao esportivo teria sido um passo. Segundo Bruhns, mulheres que jogavam eram consideradas “grosseiras, sem classe e malcheirosas”.
Às mulheres da elite cabia o papel de torcedoras. “As partidas de futebol [masculino] eram um evento da alta sociedade e as mulheres se arrumavam para ir assistir aos jogos”, afirmou Moura.
Mas, com o passar dos anos, o preconceito chegou às arquibancadas -e a violência também- e até lá a mulher perdeu espaço.
Como disse a professora Heloísa Reis, estudiosa do comportamento das torcidas em estádios de futebol, “quando as mulheres participam das organizadas, elas tendem a adotar o comportamento agressivo masculino, o que talvez seja uma tática para ser aceita mais facilmente pelo grupo”. E, no final, só serve para aumentar o estereótipo e o preconceito contra a mulher no futebol.
Sobre a convocação da Seleção Brasileira: sem novidades, não?
Talvez a “surpresa” seja Gabriel Sara, que está jogando muito.
Eu não achava que seria chamado. Não está jogando bem, e Ancelotti já houver dito que quer todos 100% técnica e fisicamente.
Já havíamos falado anteriormente: os estaduais enganam e o cargo de Tite, treinador do Cruzeiro, estava “à prêmio” (em: https://professorrafaelporcari.com/2026/03/13/e-o-cruzeiro-3/).
A campanha do time mineiro, de fato, é vexatória (como a do Internacional-RS). A demissão era prevista. E o problema passa a ser: a falta de critério nas contratações de um treinador com filosofia alinhada aos interesses do clube. De Fernando Diniz, Seabra, Leonardo Jardim até Tite, os estilos são bem diferentes…
Ops: Filipe Luís? Esquece. Ele deve ir à Europa e só voltará no ano que vem, com o passe valorizado (o que faz bem).
Suar faz muito bem!
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🏃♂️ #corrida
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Muitos treinadores de futebol têm a vaidade de estarem em um patamar de sapiência acima do demonstrado. Vários “professores” ignoram conversas com seus comandados, impondo suas ideias.
Obviamente, um treinador é o líder de uma equipe à beira do gramado, orientando a parte tática. Entretanto, a liderança não pode ser centralizada, e sim compartilhada. Por isso, muitas vezes, as falas de seus assistentes são levadas em consideração.
Mais do que isso: ouvir os seus comandados (na vida esportiva ou profissional) ajuda no processo de descentralização e de novas ideias.
Roger Machado, técnico do São Paulo FC, declarou após o jogo contra o Red Bull Bragantino que iria colocar Luan em campo, mas trocou a substituição por sugestão dos seus atletas. Vide:
“Eu preciso deixar um espaço para que eles tenham autonomia dentro de campo. Não tenho vaidade nesse sentido. Em algumas vezes eu vou atender; em outras, eu vou procurar fazer o que está na minha primeira opção (…) Imaginei que poderíamos bloquear esse avanço do Red Bull Bragantino no campo fazendo uma linha de cinco na primeira linha de ataque: botando um tripé de meio, o Cauly por um lado e o Ferreira por outro, trazendo o André para marcar o volante e liberando os dois zagueiros. E os atletas, que estão sentindo o jogo e vivendo o jogo, me sinalizaram de lá. E está tudo certo. O líder sou eu, mas nem sempre eu vou ter razão em tudo”.
A pergunta é: tal atitude ganha o grupo ou fragiliza o comando?
Eu achei pertinente o propósito de Roger, especialmente quando ponderou os momentos citados.
O jovem italiano Andrea Antonelli quebrou um tabu: há 20 anos um piloto da Itália não vencia uma prova de Fórmula 1.
O legal foi: Hamilton estava no podium. E há 11 anos… olhe só a foto:
E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo – RJ
Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha – RJ
Árbitro Assistente 2: Thayse Marques Fonseca – RJ
Quarto Árbitro: Felipe da Silva Gonçalves Paludo – RJ
Inspetora: Evelyne Pereira de Almeida – CE
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Luciano Roggenbaum – PR
AVAR2: Marcelo de Lima Henrique – CE
Observador de VAR: José Henrique de Carvalho – SP
Antes das observações da arbitragem, vale notar: nos outros jogos menos midiáticos, tivemos bandeiras do AM, de RR, do AP, da RO… quarto Árbitro de longe… e cada membro da equipe de arbitragem de estados diferentes do Brasil. Nesse jogo, com bom apelo e necessitando excelência, escala-se quarteto do mesmo estado, VAR entrosado… Como entender o critério?
Enfim: Bruno Arleu pode ter uma boa ou uma péssima atuação, depende do humor do dia. Já cometeu tanto erros bizarros (o Goiás que não o esquece na Vila Belmiro contra o Santos) quanto arbitragens aceitáveis. Tecnicamente, bem irregular. Menos mal disciplinarmente. Fisicamente muito bom.
Torcendo para que ele acorde em um bom domingo e faça uma boa arbitragem.
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 15/03, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Gosto é gosto. Mas eu não gostei da nova camisa da Seleção Brasileira… linha Air Jordan “não combinou”. Mas é só opinião.
E você, gostou?
E para o confronto do Galo contra o União, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Gustavo tem só 24 anos de idade e é de São Carlos (conhecido por lá carinhosamente como “Gustavinho”, pois é muito querido na cidade), e tem se destacado como excelente árbitro até agora. Já faz parte dos árbitros profissionais da FPF (Programa Jovens Talentos), e foi indicado para o Quadro Nacional (pela CBF, apitou o Brasileirão Sub 20 – partida Red Bull Bragantino/SP 4×6 Flamengo/RJ – um jogo espetacular com arbitragem muito boa).
Ele tem sido considerado a grande promessa da arbitragem (apitou A2 nesse ano, inclusive, com apenas 2 anos de carreira em jogos profissionais). Torço para um bom jogo e boa arbitragem (que não decepcione, pois é jovem e está ganhando experiência ainda).
Acompanhe Paulista de Jundiaí x União São João de Araras pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15h00 (14/03), mas desde às 16h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

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Os estaduais são, de fato, enganosos. O Cruzeiro é o atual campeão mineiro, mas não está jogando nada. Mal no Brasileirão (lembrando que contra o Mirassol deixou de perder por um pênalti inexistente), as críticas a Tite continuam fortes.
Fico pensando: o que faz um treinador que participou de duas Copas do Mundo, ganhou muitos títulos e financeiramente está bem resolvido, continuar aceitando tal pressão?
Quem é do meio do futebol, não quer parar. Essa é a verdade…
O futebol brasileiro é incrível: Roger Machado foi bombardeado pelas Redes Sociais quando chegou ao São Paulo, dando a impressão de que não entendia nada de futebol. Parecia a mesma situação do seriado da Apple TV+, Ted Lasso (um treinador americano que chega à Inglaterra e imediatamente é odiado pelos torcedores do seu clube, o AF Richmond).
Bastou uma vitória do Tricolor… virou Guardiola para alguns. E o São Paulo tornou-se líder do campeonato (5 jogos, sendo 4 V e 1 E, com 80% dos jogos disputados com Crespo).
O torcedor vai do Céu ao Inferno com muita facilidade, não? Roger não é o pior nem o melhor dos treinadores. Deixemos ele trabalhar.
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E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo – RJ
Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha – RJ
Árbitro Assistente 2: Thayse Marques Fonseca – RJ
Quarto Árbitro: Felipe da Silva Gonçalves Paludo – RJ
Inspetora: Evelyne Pereira de Almeida – CE
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Luciano Roggenbaum – PR
AVAR2: Marcelo de Lima Henrique – CE
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Antes das observações da arbitragem, vale notar: nos outros jogos menos midiáticos, tivemos bandeiras do AM, de RR, do AP, da RO… quarto Árbitro de longe… e cada membro da equipe de arbitragem de estados diferentes do Brasil. Nesse jogo, com bom apelo e necessitando excelência, escala-se quarteto do mesmo estado, VAR entrosado… Como entender o critério?
Enfim: Bruno Arleu pode ter uma boa ou uma péssima atuação, depende do humor do dia. Já cometeu tanto erros bizarros (o Goiás que não o esquece na Vila Belmiro contra o Santos) quanto arbitragens aceitáveis. Tecnicamente, bem irregular. Menos mal disciplinarmente. Fisicamente muito bom.
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Gustavo tem só 24 anos de idade e é de São Carlos (conhecido por lá carinhosamente como “Gustavinho”, pois é muito querido na cidade), e tem se destacado como excelente árbitro até agora. Já faz parte dos árbitros profissionais da FPF (Programa Jovens Talentos), e foi indicado para o Quadro Nacional (pela CBF, apitou o Brasileirão Sub 20 – partida Red Bull Bragantino/SP 4×6 Flamengo/RJ – um jogo espetacular com arbitragem muito boa).
Ele tem sido considerado a grande promessa da arbitragem (apitou A2 nesse ano, inclusive, com apenas 2 anos de carreira em jogos profissionais). Torço para um bom jogo e boa arbitragem (que não decepcione, pois é jovem e está ganhando experiência ainda).
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Concordo com Hazard, na imagem abaixo, que complementou: “não me surpreenderia se Vinícius Jr se aposentasse aos 30 anos”.
Com o que já ganhou, poderia parar de jogar futebol. Mas entendendo também que ele “comprou” a luta contra o Racismo. E eu aplaudo isso.
Não deve ser fácil um homem negro ser chamado de macaco por conta da cor da pele. É um “lixo social” quem faz isso ou defende.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Gaúcho, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda – ES
Árbitro Assistente 1: Luanderson Lima dos Santos – BA
Árbitro Assistente 2: Márcia Bezerra Caetano – RO
Quarto Árbitro: Lucas Coelho Santos – RJ
Assessor: Ana Karina Valentim – PE
VAR: Rodrigo Nunes de Sá -RJ
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: Pathrice Wallace Correa Maia – RJ
Quality manager: Carlos Henrique Tosta – MG
Davi de Oliveira Lacerda foi injustiçado em 2025. Apitou muito bem, deixando os jogos correrem (pecando, é verdade, ao deixar de marcar algumas faltas reais), mas não cometendo nenhum erro relevante. Deixou de entrar no quadro da FIFA de maneira inexplicável, enquanto outros árbitros que já fazem parte do quadro internacional e que deveriam sair por falta de competência, permaneceram nas vagas.
É uma boa escolha para esse jogo tão importante.
Detalhe: continua a farra das federações: ao invés de equipes de arbitragem entrosadas, um de cada canto do Brasil…
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 12/03, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
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Gosto é gosto. Mas eu não gostei da nova camisa da Seleção Brasileira… linha Air Jordan “não combinou”. Mas é só opinião.
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Fico pensando: o que faz um treinador que participou de duas Copas do Mundo, ganhou muitos títulos e financeiramente está bem resolvido, continuar aceitando tal pressão?
Quem é do meio do futebol, não quer parar. Essa é a verdade…
O futebol brasileiro é incrível: Roger Machado foi bombardeado pelas Redes Sociais quando chegou ao São Paulo, dando a impressão de que não entendia nada de futebol. Parecia a mesma situação do seriado da Apple TV+, Ted Lasso (um treinador americano que chega à Inglaterra e imediatamente é odiado pelos torcedores do seu clube, o AF Richmond).
Bastou uma vitória do Tricolor… virou Guardiola para alguns. E o São Paulo tornou-se líder do campeonato (5 jogos, sendo 4 V e 1 E, com 80% dos jogos disputados com Crespo).
O torcedor vai do Céu ao Inferno com muita facilidade, não? Roger não é o pior nem o melhor dos treinadores. Deixemos ele trabalhar.
E para o confronto do Galo contra o Leão da 13, a FPF escalou a seguinte escala de arbitragem:
Pablo, 33 anos, 8 temporadas na FPF, apitou em 2023 o jogo do Paulista contra o SKA, e não foi bem (vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/04/29/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×1-ska-brasil/). A partida era fácil, ele se enrolou e não deixou o jogo fluir.
Em 2024, apitou o Galo contra o Flamengo de Guarulhos. E de novo sofreu em campo… teve muita dificuldade em coibir a cera e evitar reclamações.
Eu acho que, para esse clássico do Interor, precisaríamos de uma arbitragem mais firme. Tomara que o árbitro tenha evoluído, afinal, será o seu 4º ano apitando a A3.
Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo!
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Em casa, o Botafogo caiu diante do Barcelona de Guayaquil e não passou da chamada “Pré-Libertadores”.
Com todos os o imbrolhos que envolvem a SAF do Botafogo (a briga política de Textor e os problemas financeiros), ela “subiu no telhado”?
Abre o olho, Fogão. Parece que a campanha de 2024 era a exceção, não a nova realidade.
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