– Chefes relaxados são melhores?

O Valor Econômico trouxe uma matéria curiosa: o equilíbrio entre vida pessoal e profissional pode se dar por conta do se “desligar” pós-serviço.

Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2023/06/11/chefes-que-se-desconectam-lideram-melhor-aponta-estudo.ghtml

CHEFES QUE SE DESCONECTAM LIDERAM MELHOR, DIZ ESTUDO

Levantamento feito nos Estados Unidos sugere que gestores que priorizam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional são mais eficazes

– Emprego ou Trabalho?

Essa eu ouvi do Mário Sérgio Cortella, um dos filósofos que mais vende livros do Brasil e de frases de grande efeito:

“Emprego é aquilo que te gera renda. Trabalho é aquilo que te gera prazer“.

Não há como discordar…

Resultado de imagem para Emprego trabalho

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Medindo o Sucesso no Trabalho.

O sucesso profissional, principalmente nos dias atuais, não reflete necessariamente na questão financeira, mas em outras nuances do seu cotidiano.

Aliás: o que é “ter sucesso” pra você?

Gostei dessa imagem abaixo:

– Heineken e a Diretoria de Felicidade.

Uma tendência de empresas socialmente responsáveis: a criação de departamentos de “bem-estar”, visando a preocupação da saúde laboral de seus funcionários. 

Veja que bacana essa ação da Heineken, extraída de: https://exame.com/esg/grupo-heineken-anuncia-diretoria-de-felicidade/?activate-overlay=true

GRUPO HEINEKEN ANUNCIA DIRETORIA DE FELICIDADE

Livia Azevedo assume área formada por profissionais de recursos humanos e de saúde. Intenção é abordar o cuidado integrado de saúde física e mental

Por Marina Felippe

O Grupo Heineken anuncia a criação da Diretoria de Felicidade. A iniciativa acontece para estruturar ações que já aconteciam na companhia, como a medição do nível de felicidade dos 14.000 funcionários no Brasil. “A criação da diretoria vem para consolidar o processo de aprendizado adquirido e reforçar a felicidade no centro de discussões do negócio”, diz Livia Azevedo, diretora na nova área.

Responsável por trazer a agenda para o centro do negócio, Mauricio Giamellaro, presidente do Grupo Heineken, explica que a diretoria faz parte da jornada que busca entender como a empresa pode cuidar do funcionário, considerando emoções que ocorrem dentro e fora da empresa. “Esse pilar está alinhado à nossa cultura de respeito e cuidado, começando pelas pessoas, que são as responsáveis por construir a história Heineken”, diz.

Como funciona a diretoria de felicidade

A Diretoria de Felicidade do Grupo Heineken é formada por profissionais de recursos humanos e de saúde, como psicólogos e médicos, para que seja abordado um cuidado integrado de saúde física e mental. “Para as pessoas estarem bem no trabalho, elas precisam se sentir bem com a vida para além dele, e vice-versa. A jornada da felicidade é sempre individual, mas o entorno pode fazer uma grande diferença”, diz Raquel Zagui, vice-presidente de pessoas.

Já de acordo com Livia, o indicador da felicidade é medido quinzenalmente através de uma pesquisa enviada aos funcionários. “O objetivo e entender o sentimento das pessoas com relação ao trabalho e para além dele. Nossas lideranças têm acesso aos resultados gerais da área para compreender como está cada dimensão pesquisada e, assim, conseguir direcionar conversas e ações efetivas para melhorar o ambiente de trabalho”. As lideranças também passam por treinamentos de ações de melhoria contínua no ambiente de trabalho.

Livia Azevedo, diretora de felicidade do Grupo Heineken (Grupo Heineken/Divulgação)

Foto: Livia Azevedo (Grupo Heineken, divulgação).

– Acalme-se, nem todos começam do mesmo lugar ou no mesmo estágio profissional.

Vejo pessoas que se martirizam e ou se desesperam por conta de empregos ingratos, atividades profissionais que não vingam e realizações que não acontecem.

Algumas, desiludidas, olham para o emprego do outro e se questionam quais os motivos do sucesso alheio e infortúnio dele próprio.

Uma imagem consoladora, de busca pela paciência e auto-explicativa, abaixo: 

– Ver as “pingas que eu tomo” mas não os “tombos que levo”.

O ditado popular acima se refere ao Reconhecimento Profissional. Quantas vezes somos admirados (e até invejados) por nosso desempenho. E quando nos sentimos realizados, lembremo-nos de quantas coisas superamos – e que muitas vezes não são observadas.

A imagem abaixo é representativa:

– A divisão proporcional dos elementos de sucesso da carreira profissional.

Muitas vezes, pensamos no que realmente importa em nosso trabalho: seria o salário e “mais o quê”? E o quanto isso é importante?

Abaixo, uma visão um pouco mais elaborada (e real) do que precisaríamos levar em conta:

– Que tipo de profissional você quer ser?

Mais direto, impossível: sejamos profissionais éticos, íntegros e colaborativos:

Abaixo:

– Quem é o “Guarda-Chuva” no seu emprego ou na sua vida pessoal?

Todos nós temos momentos de dificuldade no trabalho ou em casa. São fases, que podem ou não ser momentos ruins, depressão ou qualquer outra coisa.

Compartilho essa ótima analogia sobre o “Guarda-Chuva” e nossa proteção nesses momentos pessoais ou de labuta, abaixo, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/sabe-quando-as-coisas-parecem-não-evoluir-e-tudo-parece-dar-errado-2846f82ba772

SABE QUANDO AS COISAS PARECEM NÃO EVOLUIR E TUDO PARECE DAR ERRADO? O QUE O GUARDA-CHUVA TEM A VER COM ISSO

Por Prof José Renato Sátiro Santiago

Uma vontade gigantesca de jamais sair da cama parece nos invadir. Certa vez acreditei que isso seria um sintoma de depressão. Não é, pode ser sono mesmo. Ainda assim, seja qual o for a nossa idade e situação pessoal ou profissional que estejamos vivendo, todos estamos sujeitos a isso. Aliás, talvez todos já tenhamos sentido isso em algum momento de nossas vidas. Alguns estão passando por isso neste exato momento. Outros vivem neste estado. Faz parte.

Evitar, obviamente, é o melhor a se fazer, mas isto parece tão igual quanto qualquer propaganda em prol da vacinação: “É melhor prevenir do que remediar.” Nem sempre temos o controle das variáveis que podem nos levar a uma sensação de pouco sucesso ou de tristeza, fracasso e solidão (não que elas estejam juntas).

A forma como pequenas coisas têm o poder de nos afetar pode chegar a níveis bem altos, e nem sempre temos conosco uma taxa satisfatória de anticorpos que nos proteja delas. Talvez por isso que evitar seja tão mais improvável e difícil.

Sendo assim, uma vez que estejamos dentro de situações inadequadas, o que nos cabe é sair delas o mais rápido possível. E isso está inteiramente sob nosso controle. A boa notícia é que, de certa forma, isto já está presente no nosso instinto, sim nos temos isso.

Muitas vezes eventuais sensações de marasmo têm origem no ambiente em que vivemos. Nestes casos, podem estar onde trabalhamos, junto aos nossos colegas ou amigos e, até mesmo, com os nossos entes.

Ao contrário do que acontece quando há claras expectativas de dias com muito sol a frente, a pequena possibilidade que uma tempestade poderá vir e nos levar ao meio de uma enxurrada tem um poder muito maior de nos afetar, uma vez que já teremos a crença que iremos nos afogar nela.

Um grande paradoxo tentar entender como as expectativas boas não conseguem nos influenciar com a mesma intensidade que as negativas.

Até parece que somos seres fadados ao pessimismo, o que certamente não é verdade.

Uma prova disso é que, quando nos encontramos no meio de uma enorme tempestade, e estamos sem os devidos anticorpos, no caso o guarda-chuva, a primeira coisa que fazemos é nos movimentar, no caso, sair correndo para algum lugar que nos abrigue.

Nestes momentos, poucas vezes encontraremos alguém com um guarda-chuva disponível. E mesmo quando achamos tão pouco será provável que ele esteja predisposto a ceder um espaço para que possamos nos abrigar.

A primeira razão para que isso aconteça é que normalmente não há espaço o suficiente para proteger mais de uma pessoa embaixo de um único guarda-chuva. Sendo assim, no caso, é inegável que o dono do guarda-chuva também se molhará.

Isto talvez gere a segunda razão. Nem sempre o dono do guarda-chuva olhará para os lados e/ou irá se dispor a compartilhar de seu pequeno abrigo, preferindo seguir em frente.

Na verdade, há alguns donos de guarda-chuva, que continuam andando no mesmo passo, lento, obstruindo a passagem daqueles que se molham de forma abundante e que correm atrás de um abrigo.

Enfim, uma vez no meio da tempestade, nos movimentar, apertar o passo e até mesmo correr, é a solução, e isso certamente todos nós já fazemos.

Por mais que possamos nos molhar pouco ou muito, agindo desta forma, não demorará, sairemos da tempestade.

Nossa roupa ficará molhada, mas ela se enxugará.

Podemos pegar um resfriado, que passará, algumas vezes nem precisaremos tomar remédio para isso.

Por fim, algo ficará em nossa mente: Porque não carregar um guarda-chuva sempre conosco?

A resposta é simples: Ninguém carrega guarda-chuva todos os dias.

Quando muito quando achamos que vai chover.

E nestes casos, por mais que as previsões estejam corretas, as chuvas não passam de poucas gotas.

As chuvas que nos derrubam não são as mais fortes, e sim aquelas que nos pegam de surpresa, sem que tenhamos previsto uma forma de sair dela.

E neste caso, bastam que sejam bem poucas gotas para que nos afoguemos.

Imagem extraída do link acima citado

– O Futuro do Trabalho.

Qual será o real futuro das profissões?

Esse quadro de trabalhadores e patrões nos dá uma boa noção:

– O desemprego assusta…

Toda semana, às segundas-feiras cedo, fico impressionado com as pessoas nas filas das agências de emprego.

Há pouco, passei por algumas e são quilométricas! Tem como não se compadecer com essa gente?

Boa sorte à essa gente trabalhadora.

– Jovens que não estudam e não trabalho aumentam no Brasil.

Esse gráfico é recente (salvo engano, veio da Folha de São Paulo) e mostra a proporção dos jovens que nem estudam e nem trabalham por estado em nosso país.

Não é assustador? Que retrato triste do Brasil…

– Trabalhar com Paixão é…

Trabalhar no que se gosta, numa empresa que respeita sua labuta, tendo vocação, é um sonho de consumo para qualquer pessoa.

Essa imagem diz muito sobre isso, em 3 momentos:

– Modere na Labuta.

Achei verdadeiro e sensacional tal alerta sobre ser os cuidados sobre a cobrança de que devemos trabalhar incessantemente (abaixo na imagem), e aqui registro que é a visão de um semi-workaholic (eu).

A imposição de um ritmo frenético e a chamada “ditadura do sucesso”, supostamente necessária a qualquer custo, cansa. É lógico que devemos produzir, estudar, fazer a diferença. Mas o custo disso pode ser muito alto e não compensar.

E a família? E os prazeres? E os momentos de introspecção e calmaria?

Gostei demais dessa mensagem, na figura, de lembrarmos do necessário equilíbrio. Compartilho-a:

JOAO BATISTA

– Tem testado a sua empregabilidade com frequência?

Não precisa estar desempregado, somente é necessário não estar acomodado: você é “contratável”?

Um lembrete, abaixo:

– Você está deslocado na sua empresa?

Você se sente “encaixado” no seu ambiente de trabalho, ou parece estar deslocado?

Um bom texto a respeito do assunto, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/mauricio-machado-31806621_ambiente-de-trabalho-nem-sempre-onde-n%C3%B3s-activity-6824136442105647104-BEFI

AMBIENTE DE TRABALHO

Por Mauricio Machado

Nem sempre onde nós nos encaixamos é um local bom, pode ser um local de conhecimento, de oportunidades, de futuro. Mas enfim!!! Uma empresa ruim não é aquela que só não consegue gerar bons resultados. O mercado está cheio de péssimas empresas que ainda assim conseguem manter suas contas em dia. …

Além de acrescentar pouca coisa à sua carreira, uma empresa ruim pode atrapalhar a sua recolocação profissional assim que você a deixar. Ambientes de trabalho tóxicos são criadouros de disfunções e confusão. Isso porque esses ambientes negativos costumam ser acompanhados por falta de confiança, comunicação ineficaz e constantes lutas pelo poder. … Tudo isso é motivo suficiente para deixar o clima de trabalho ruim por si só.

Como detectar se um ambiente de trabalho e ruim e ou invejável?

#1. A liderança circular é incentivada. …
#2. Você trabalharia quase de graça. …
#3. Boa remuneração. …
#4. Não há microgerenciamento. …
#5. A comunicação é forte. …
#6. É um ambiente livre. …
#7. Seus valores se correspondem.

Pense sempre onde você está, onde deve chegar e onde pode chegar !!!

Imagem extraída de: https://www.meudicionario.org/deslocado

– Digital Manager: uma carreira que não se extinguirá!

As Profissões, no futuro, serão diferentes daquelas que vemos hoje. Compartilho um interessante material sobre essas mudanças, abaixo.

Extraído de: https://exame.com/carreira/quase-60-das-profissoes-que-existem-hoje-vao-desaparecer-no-futuro-confira-por-que-esta-nao/

QUASE 60% DAS PROFISSÕES QUE EXISTEM HOJE VÃO DESAPARECER

Com base em um modelo da Universidade de Oxford, pesquisadores brasileiros chegaram à conclusão de que mais da metade das ocupações que existem hoje no Brasil devem desaparecer em cerca de duas décadas. Segundo o estudo, 58,1% dos postos de trabalho vão deixar de existir em decorrência das avançadas tecnologias que estão surgindo no mundo atualmente. Diferentemente de outros levantamentos, esse avança ao também levar em consideração empregos informais. Para essa categoria, o número aumenta para 62%.

Em comparação com alguns países da Europa, a taxa brasileira de empregos que correm risco de desaparecer é relativamente mais alta. Suécia e Reino Unido, que estão entre os países com a taxa mais baixa, têm um percentual de 42%, por exemplo. Já Portugal e Croácia superam com 59% e 58%, respectivamente. Ou seja, a crise é generalizada e deve afetar até mesmo países mais desenvolvidos.

De acordo com o estudo, no entanto, existem algumas ocupações com menor probabilidade de serem substituídas. São profissões que necessitam de um forte relacionamento interpessoal e muita criatividade. Então, cargos que estão pautados em gerenciamento de pessoas e uso de tecnologia estão mais protegidos. 

Esse é o caso do Digital Manager, por exemplo. Quem trabalha nessa posição é responsável por gerenciar um time multidisciplinar de pessoas e garantir que um projeto digital, como a implementação de um Metaverso para uma empresa, por exemplo, seja concluído. Dentre suas competências, comunicação, organização, planejamento, capacidade analítica e gestão de processos são as principais.

Ao contrário do que o senso comum possa induzir, quem trabalha como Digital Manager não necessariamente precisa ter uma experiência anterior na área da Tecnologia, muito menos ser formado em T.I. Hoje, a profissão aceita pessoas vindas das mais variadas áreas e formações.

Por ter a gestão de pessoas e produtos como base de suas responsabilidades, o profissional que migra para o cargo de Digital Manager consegue utilizar boa parte dos seus repertórios adquiridos em outros empregos nessa nova posição. 

 (Klaus Vedfelt/Getty Images)

IMAGEM: Klaus Vedfelt/Getty Images

– Trabalho duro e prazeroso? Vale a pena!

Não sou eu quem discordará de Bob Dylan!

Abaixo:

– Para quê perguntar a sexualidade do empregado?

Respeitosamente, mas é algo que eu não consigo deixar de observar: uma universidade me mandou um questionário de entrevista para oferta de emprego, e com ele vieram as perguntas sobre orientação sexual.
Pra quê?
Tal dado de foro íntimo deveria ser irrelevante para a meritocracia e contração de um professor qualificado na área de Empreendedorismo. Além disso, a sexualidade da pessoa nunca deveria ser motivo de vantagem e/ou desvantagempara um cargo como esse….
Imagem

– O salário possível versus o ideal.

Com frequência, discutimos em sala de aula o que os alunos almejam em suas carreiras profissionais. E, naturalmente, surge a pergunta:

– Trabalhar no que se gosta ou trabalhar para ganhar bem?

É óbvio que o ideal é ter na sua profissão o seu prazer, além de boa remuneração. Sabidamente, nem todos conseguem essa realização.

O quadro abaixo que recebi traz essa discussão com outra “roupagem”: ao invés de realização profissional, o “sucesso”. Veja se você concorda ou discorda dele:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para a divulgação do crédito.

– E se você repensasse sua vida profissional?

Estando com 17 ou 18 anos, se formos pensar, é uma idade muito imatura para escolher qual a sua carreira profissional definitiva. As influências sociais, os pais, os hormônios… tudo isso pode decidir sobre o jovem. E pensemos: não seria ótimo que a escolha fosse com bastante maturidade?

Sabemos que não é assim que o mundo funciona. Mas se você pudesse repensar sua carreira, a mudaria?

E se sim, o que você faria?

Depois dessa resposta, avalie: por que você não tenta essa nova profissão hoje?

Sempre há tempo! Não seja um profissional frustrado.

Afinal, o que é carreira profissional? | Carreira & Sucesso

Imagem extraída de: https://www.catho.com.br/carreira-sucesso/carreira/afinal-o-que-e-carreira/

– A empresa dos sonhos.

Uma imagem clara:

– Lying Flat? Sobre a vida sobrecarregada dos jovens.

Jovens exaustos, abrindo mão de casamento e filhos, dedicando-se ao trabalho e priorizando uma ou outra responsabilidade, a fim de evitar o stress do cotidiano e levar uma vida mais simples.

Acontece com você tal sentimento?

Veja esse movimento no Sudeste Asiático:

Em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/exaustos-e-sem-esperanca-jovens-asiaticos-abdicam-de-rotina-sobrecarregada-e-metas-ambiciosas/

EXAUSTOS E SEM ESPERANÇA

Movimento “Lying Flat”, que na tradução literal significa “ficar deitado”, estimula que jovens troquem carreiras desgastantes pela simplicidade

Como um estudante do ensino médio crescendo em uma pequena cidade no leste da China, Li Xiaoming sonhava em se mudar para uma cidade grande onde pudesse ter uma vida melhor. Agora com 24 anos, Li só quer descansar.

Em todo o país, jovens como Li – que pediu para ser referido por esse pseudônimo porque teme a carreira e as repercussões políticas de suas opiniões – estão se cansando da feroz competição por faculdade e empregos, e da implacável corrida de ratos depois de serem contratados .

Eles agora estão adotando uma nova filosofia que chamam de “tang ping” ou “lying flat”, movimento que estimula uma rotina mais tranquila.

A frase aparentemente remonta a uma postagem no início deste ano em um fórum online administrado pelo gigante chinês de buscas Baidu. O autor daquela postagem, agora excluída, sugeriu que, em vez de trabalhar a vida inteira para conquistar um apartamento e valores familiares tradicionais, as pessoas deveriam seguir uma vida simples. Em outras palavras, apenas “fique deitado”.

A conversa sobre “ficar deitado” se espalhou rapidamente pela China, à medida que os jovens enfrentam uma intensa competição pelos empregos mais atraentes, especialmente em tecnologia e outras áreas de ‘colarinho branco’. Enquanto o país reprime a iniciativa privada, entretanto, o público tem se preocupado com o que muitos veem como uma cultura de trabalho estafante. Comum em muitas empresas de tecnologia e startups são as exigências de que as pessoas trabalhem quase o dobro – ou mais – do número de horas em uma semana de trabalho típica.

O interesse em “lying flat (ficar deitado)” explodiu nas redes sociais e atraiu o interesse de censores, que em alguns casos restringiram o uso do termo. Vários meios de comunicação estatais também se opuseram à conversa, sugerindo que os jovens deveriam se esforçar para trabalhar duro em vez disso.

Esse tipo de fenômeno, porém, não se limita à China. Em todo o Leste Asiático, os jovens dizem que ficaram exaustos com a perspectiva de trabalhar duro por uma recompensa aparentemente pequena.

Na Coreia do Sul, os jovens estão desistindo do casamento e da casa própria. No Japão, eles são tão pessimistas sobre o futuro do país que estão evitando posses materiais.

À medida que mais jovens ficam frustrados com a pressão implacável, eles dizem que querem – e em alguns casos estão – desistindo dos ritos de passagem convencionais, como se casar ou ter filhos.

Mercado competitivo

Li passava todos os dias no colégio estudando. Em seu vestibular, sua pontuação o colocou entre os melhores entre todos os alunos do último ano do ensino médio na província de Shandong. Ele está fazendo mestrado em uma das três principais faculdades de Direito da China e espera conseguir um emprego em um prestigioso escritório de advocacia internacional com sede em Pequim.

Mas quando se candidatou a empregos de pós-graduação e estágios em março, foi rejeitado em mais de 20 escritórios de advocacia internacionais na China. Em vez disso, ele se contentou com uma posição de trainee em um escritório de advocacia nacional.

“A competição entre eu e outros estagiários era muito intensa”, disse Li. “Quando vejo estudantes que ainda estão tentando entrar em prestigiosos escritórios de advocacia internacionais, me sinto exausto e sem vontade de lutar com eles”.

O estilo de vida “tangível” começou a ressoar com ele. Cansado de tentar chegar ao topo, Li decidiu “ficar deitado” fazendo o mínimo em seu estágio.

“Muitas pessoas que eram melhores do que eu trabalhavam mais arduamente do que eu, por isso me sentia ansioso”, disse ele. “‘Tang ping’ é … lutar contra o status quo, não ser ambicioso, não trabalhar tanto.”

Os defensores deste movimento também desenvolveram uma filosofia que vai além da postagem inicial do Baidu. Em um grupo na plataforma social Douban, alguém postou um manifesto descrevendo as características do estilo de vida “tangente”.

“Não vou me casar, comprar uma casa ou ter filhos, não vou comprar uma bolsa ou usar um relógio”, dizia o “manifesto”. “Vou afrouxar no trabalho … Sou uma espada cega para boicotar o consumismo.”

O grupo acabou sendo banido, depois de atrair milhares de participantes. Uma hashtag para o termo também foi censurada no Weibo, a versão chinesa do Twitter.

As pressões que os jovens enfrentam na China são altas. Um recorde de 9,09 milhões de estudantes se formou em universidades ou faculdades este ano, de acordo com dados do Ministério da Educação da China.

Mesmo depois de encontrar empregos, muitos trabalhadores lamentam os horários de trabalho intensos, especialmente em grandes empresas de tecnologia. A cultura, conhecida como “996”, refere-se ao trabalho das 9h às 21h, seis dias por semana. A cultura de trabalho excessivo foi criticada pelo tribunal superior da China na quinta-feira. Ela convocou empresas de uma série de setores que violavam as regras trabalhistas, incluindo uma empresa de postagens, não identificada, que ordenou aos funcionários que trabalhassem 996 horas.

Muitos jovens trabalham para essas empresas, de acordo com Terence Chong, professor associado de economia da Universidade Chinesa de Hong Kong (CUHK).

“Eles competem entre si”, disse ele. Portanto, mesmo que nem todos queiram trabalhar nessas horas, eles podem se sentir compelidos a fazê-lo para manter o ritmo.
Essas tensões não se limitam ao setor de tecnologia. Tony Tang – um professor universitário de 36 anos em Guangdong – disse estar cansado de trabalhar 12 horas por dia, sete dias por semana.

“Acho que estou sobrecarregado de trabalho”, disse Tang, que pediu para ser referido pelo pseudônimo de Tony Tang porque temia sofrer repercussões por suas opiniões. “Eles consideram o trabalho duro um tipo de coisa que o povo chinês deve fazer.”

O aumento do custo da habitação está aumentando a pressão. Medido por metro quadrado, o custo médio de uma unidade em um prédio residencial em Pequim mais que dobrou nos seis anos até 2019, de acordo com o Escritório Nacional de Estatísticas da China. No mesmo período, o rendimento médio anual disponível na cidade aumentou 66%.

“Não importa o quanto eles trabalhem, é muito difícil comprar uma casa”, disse Chong, da CUHK. “Em uma sociedade [onde] você vê alguma esperança, se você trabalhar duro, então você pode … comprar [uma] casa e assim por diante, então você pode trabalhar duro. Mas a questão é se você não consegue ver nenhuma esperança, então você quer ‘ficar deitado’.”

Desistindo de namoro, casamento e filhos

Embora “ficar deitado” seja uma tendência relativamente nova na China, os jovens de outras partes do Leste Asiático dizem que há anos lutam contra frustrações semelhantes. Com apenas 22 anos, Shin Ye-rim desistiu de se casar, ter filhos ou ter uma casa.

“Acho que o maior problema é que os preços das casas estão subindo muito”, disse Shin, que estuda na prestigiosa Universidade Yonsei em Seul. Ela acrescentou que não sabia se poderia sustentar financeiramente uma criança.

Em 2011, um jornal sul-coreano cunhou a palavra “sampo” – literalmente “desistir dos três” – para descrever uma geração que desistiu de namorar, casar e ter filhos.

Em 2014, as relações interpessoais e a casa própria foram acrescentadas a essa lista, dando origem à geração “opo”, ou “desistir de cinco”. Mais sacrifícios foram adicionados desde então, eventualmente dando origem ao termo “n-po”.

Exaustos e sem esperança, jovens asiáticos abdicam de rotina sobrecarregada  e metas ambiciosas | CNN Brasil

Imagem extraída de: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/exaustos-e-sem-esperanca-jovens-asiaticos-abdicam-de-rotina-sobrecarregada-e-metas-ambiciosas/

 

– O profissional de jornalismo padece nos dias atuais!

Cada vez mais vejo amigos jornalistas em dificuldades para se realocarem no mercado de trabalho. Os jovens, sem experiência, aceitam quase tudo para conseguirem uma oportunidade. Os experientes, com muita bagagem, imploram para que surjam vagas.

E a culpa é de quem? Somente do mercado?

Consideremos: há muita gente boa procurando emprego. A diminuição brutal das equipes jornalísticas em rádios e jornais impressos, com redações menores e extremamente enxutas, somando-se ainda ao advento da Internet (onde os blogs não necessariamente são montados por jornalistas), pode explicar tal realidade. Mas outro dado importante: o sem-número de cursos de jornalismo, formando muita gente numa desproporcional quantidade de profissionais frente às vagas existentes.

Trocando em miúdos: a Web mudou o panorama neste meio de trabalho, os costumes são outros e não tem trabalho para todo mundo. Uma triste verdade…

Jornalismo. Entenda mais sobre esta profissão! - Brasil Escola

Imagem de Shutterstock, reproduzida em: https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/guia-de-profissoes/jornalismo.htm

– Incentive!

Sempre que um novato esteja fazendo seu trabalho honestamente, seja apoio a ele.

O noviciado precisa da experiência para decolar na carreira, e essa imagem representa bem a mensagem:

– Quanto menos reuniões, maior produtividade?

Menos reuniões, maior produtividade?

Por essa matéria da Forbes, aparentemente, sim! E talvez pela prática também, não?

Em: https://forbes.com.br/carreira/2022/08/reduzir-reunioes-traz-menos-gastos-e-mais-produtividade/

REDUZIR REUNIÕES TRAZ MENOS GASTOS E MAIS PRODUTIVIDADE

por Fernanda de Almeida.

Ao perceber o custo emocional e financeiro do excesso de reuniões, empresas começam a aderir ao “no meeting day”

“Mais uma reunião que poderia ter sido um email.” O meme provavelmente já passou pela sua cabeça ao sair de uma conversa improdutiva com sua equipe. Não à toa, os profissionais nos Estados Unidos ranquearam as reuniões como o motivo principal para acabar com a produtividade das equipes, mostrou um artigo da Harvard Business Review. As pessoas gastam hoje mais de 85% de seu tempo em reuniões, segundo uma pesquisa do MIT Sloan.

E as reuniões não têm apenas custo emocional, mas financeiro. A consultoria americana Bain & Company descobriu que uma única reunião presencial semanal de gerentes de nível médio em uma grande empresa custava à organização mais de US$ 15 milhões (R$ 78,21 milhões) por ano – entre custos pessoais como tempo de deslocamento dos funcionários e energia mental.

A Harvard Business Review desenvolveu uma calculadora que, com informações como tempo de duração, números de participantes e seus salários, simula o quanto custaria essa reunião – levando em conta, ainda, eventuais benefícios de contrato. Uma reunião semanal de uma hora com quatro pessoas, sendo três com salário de R$ 8,5 mil e uma com salário de R$ 13 mil custaria, anualmente, cerca de R$ 16 mil à empresa.

O excesso de reuniões afeta negativamente o bem-estar psicológico, físico e mental das pessoas. E o trabalho remoto piorou a situação, uma vez que as conversas que eram antes feitas num café ou no corredor viraram uma chamada no Zoom. “A reunião é importante quando proporciona troca de ideias, ou quando a pauta é mais complexa e pode gerar dúvidas”, diz Erika Moraes, gerente da consultoria Robert Half. “As trocas que existiam no trabalho presencial agora precisaram ser realizadas virtualmente.”

Dia sem reuniões

O problema é tão grande que gerou o movimento “no meeting day”, que começou nos Estados Unidos e consiste em definir um dia na semana em que reuniões não são permitidas na empresa. No Brasil, a Johnson & Johnson instituiu o “No meetings Friday”, em que os funcionários não devem agendar reuniões ao menos uma sexta-feira por mês. A farmacêutica Sanofi estabeleceu que às quintas-feiras os funcionários não podem agendar essas conversas com suas equipes internamente.

A pesquisa do MIT Sloan foi feita com 76 companhias globais que introduziram de um a cinco dias sem reuniões por semana. Com o espaço livre nas agendas, os funcionários relataram ter mais autonomia e menos estresse. Tirar um dia de reuniões por semana reduziu o estresse em 26% e não ter chamadas em nenhum dos cinco dias reduziu em 75%.

Os melhores resultados foram alcançados em empresas que tinham três dias sem reuniões na semana.

Uma pesquisa da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) mostrou alguns dos malefícios do excesso de reuniões virtuais para a saúde mental dos funcionários. Segundo o estudo, feito no final de 2020, 68,6% dos psiquiatras entrevistados aumentaram as prescrições de psicoterapia aos pacientes, que começaram a desenvolver quadros de estresse e ansiedade com o excesso de videoconferências.

Para economizar tempo, dinheiro e energia, antes de convocar uma reunião, faça uma análise de seus objetivos. Moraes elenca algumas perguntas a serem respondidas: Qual o tema e quem são as pessoas de fato interessadas no assunto? A reunião é para dar um recado? Se sim, ele é de impacto, vai gerar mais dúvidas ou é algo mais simples? O meu time está sobrecarregado? O quanto a reunião vai sobrecarregar ainda mais a equipe?

Não convide todo mundo

Não se preocupe em deixar alguém de fora caso o assunto não seja importante para essa pessoa. É mais respeitoso reconhecer que isso seria um desperdício do tempo dela. Também deixe claro o tema da reunião e se ela é opcional ou indispensável.

Os funcionários mais produtivos comparecem a menos reuniões e protegem suas agendas para se dedicar ao trabalho. Então também não se frustre se alguém não aparecer na chamada.

É importante mesmo?

Como organizador da reunião, se atente à importância dela e não tenha medo de cancelar caso não haja algo importante para discutir ou anunciar. “Especialmente no momento em que muitas equipes estão sobrecarregadas, é muito importante olhar com carinho para a agenda das pessoas”, diz a gerente da Robert Half. Mas lembre-se de cancelar com antecedência, em respeito às agendas dos outros.

Preparação

Quando as reuniões têm o objetivo de validar algum material, compartilhá-lo com a equipe previamente possibilita que todos já cheguem ao encontro com suas considerações.

Reuniões repetidas

Muitas vezes, temas de reuniões passadas são repetidos porque as pessoas não se lembram do que foi discutido. Para evitar que isso aconteça, é importante registrar o que ficou decidido e o que ainda deverá ser pauta de futuras conversas. Se ninguém estiver anotando, se ofereça para escrever uma ata da reunião e compartilhe com o resto do pessoal depois.

Comunicação aberta

Os líderes devem encorajar suas equipes a dar feedback e compartilhar suas frustrações. Assim, o time pode reconhecer reuniões improdutivas, repensar suas formas de interação e, se for o caso, transformar aquela reunião em um email mesmo.

Benefícios de reuniões profissionais | Espaço Fit Eventos

Imagem extraída de: https://espacofiteventos.com.br/por-que-realizar-reunioes-de-equipes-profissionais/

– O que te exigem?

 

Em imagem, abaixo, um resumo do que acontece com muita frequência nas ofertas de trabalho: a maximização de cobranças esbarra na contrapartida salarial.

Conhece organizações que se encaixam nessa ilustração? Veja só: 

– Trabalhe sempre, pois isso nos dignifica.

Concordo com a mensagem abaixo. Trabalhar não é um mal, é um bem. Ele dignifica o homem e faz o mundo mais produtivo. Claro, com condições adequadas aos trabalhadores.

O que seria da sociedade sem o trabalho?

Veja:

– Dará certo uma semana de 4 dias de trabalho?

Como teste, funcionou. Mas…

O que você pensa sobre 4 dias de trabalho na semana?

Algumas experiências brasileiros, em: https://www.linkedin.com/news/story/empresas-brasileiras-testam-semana-de-quatro-dias-5789914/

EMPRESAS BRASILEIRAS TESTAM SEMANA DE 4 DIAS.

A semana de quatro dias segue ganhando adeptos no Brasil. Uma reportagem do Estadão revelou que startups como Winnin, AAA Inovação e Crawly testaram esse modelo (mantendo 8 horas diárias de trabalho e sem redução do salário) e observaram um aumento não só no bem-estar dos seus funcionários, mas também em seu foco, criatividade e produtividade. Para que isso desse certo, no entanto, as empresas contam que tomaram medidas como otimizar a comunicação, eliminar reuniões improdutivas e promover treinamentos para tornar as equipes mais ágeis.

Imagem extraída do link acima.

– O movimento pró-Home Oficce.

Há muita gente que não quer o fim do Home Office (e ele não vai acabar mesmo). Várias instituições implantaram o sistema durante a pandemia, e permanecerão com ele por uma série de benefícios. Outras, ao contrário, exigem o retorno presencial como algo fundamental.

Há aqueles que sofreram com o Home Office, pois não conseguiam se concentrar no trabalho. Outros que amaram!

E você, na sua atividade: foi uma boa ou não?

Aqui, navegando na Web, alguém que amou. Abaixo: 

– A preferência de vagas para determinados grupos e a polêmica do LinkedIn.

Dias atrás, o LinkedIn se envolveu em uma polêmica a respeito de excluir uma vaga preferencial (um anúncio que priorizava negros e indígenas), alegando que não poderia existir privilégios aos candidatos. Depois, voltou atrás (vide matéria abaixo, de duas semanas atrás).

A questão é: antes, se pedia “candidatos de boa aparência”, e isso foi proibido. Depois, curriculum com foto (proibido também). A justificativa é que você, em tese, poderia discriminar algum candidato pelo rosto. Nos nossos dias, isso mudou: muitas empresas dão preferência para a contratação de pessoas dos outrora chamados “grupos minoritários” ou de histórica vivência em meio ao preconceito (por exemplo,  o Magazine Luiza e a contratação de negros para cargos de gerência, ocorrido no ano passado).

Aqui existirão várias discussões: um branco heterossexual se sentirá ofendido pois lê-se muitas vezes a preferência para inclusão de candidatos vítimas de homofobia, e reclamará: é meritocracia ou preferência sexual o determinante para a vaga? Mesma coisa com branco ao ver vaga para negro, homem em relação à mulher e tantos outros exemplos.

As queixas se fazem verdadeiras para quem perdeu a vaga. Mas, por outro lado, há uma parcela da população que sofre com preconceito e que, na livre concorrência, não teria oportunidade. Portanto, contemplemos a todos e usemos o bom senso.

Por fim, imaginemos que tudo isso não existiria se tivéssemos o mundo ideal: sem racismo, homofobia, preconceito de idade ou qualquer outra coisa. Entretanto, não é assim que caminha a humanidade…

A matéria citada, abaixo, extraída de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/03/29/apos-acao-diretor-do-linkedin-diz-que-rede-vai-permitir-vagas-afirmativas.htm

LINKEDIN VOLTA ATRÁS E PERMITE ANÚNCIOS DE VAGAS PARA NEGROS E ÍNDIOS

O LinkedIn voltou atrás hoje e atualizou sua política de divulgação de vagas para permitir anúncios que priorizem grupos historicamente desfavorecidos, como negros, indígenas, mulheres, pessoas com deficiência e LGBTQIA+.

“Agradecemos o feedback que recebemos da nossa comunidade no Brasil. Fazer a coisa certa é importante e estamos comprometidos em continuar aprendendo e melhorando”, disse a empresa em nota.

A decisão da rede social acontece após a exclusão de uma vaga que dava prioridade a candidatos negros e indígenas. Na ocasião, a plataforma se justificou dizendo que a política de uso não permitia vagas que dessem preferência a quaisquer características.

A derrubada do anúncio motivou uma notificação pelo Procon-SP e uma ação que pede R$ 10 milhões em danos morais e coletivos, movida pelas organizações Educafro, Frente Nacional Antirracista e Centro Santo Dias de Direitos Humanos.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o diretor-geral do LinkedIn para a América Latina, Milton Beck, afirmou que este é um passo importante. “É um processo de evolução. A gente não opera somente no Brasil. Reconhecemos que é um passo importante para permitir que grupos menos favorecidos possam ter uma inclusão maior no mercado de trabalho, mas é um processo que demanda um nível maior de complexidade”, disse.

Na entrevista, Beck disse que a nova política da empresa só vai valer para grupos historicamente subrrepresentados.

“A nossa política diz que ‘o LinkedIn proíbe a discriminação em anúncios de emprego com base em características protegidas, como idade, sexo, deficiência, etnia, raça e orientação sexual’. No entanto, em uma jurisdição onde isso seja legalmente aceito, o LinkedIn pode permitir anúncios cuja linguagem expressa preferência por pessoas e grupos historicamente desfavorecidos”, declarou.

LinkedIn excluiu anúncio de vagas que dava preferência a candidatos negros e indígenas - Getty Images

LinkedIn excluiu anúncio de vagas que dava preferência a candidatos negros e indígenas. Imagem: Getty Images

– Você testa a sua empregabilidade com frequência?

Não precisa estar desempregado, somente é necessário não estar acomodado: você é “contratável”?

Um lembrete, abaixo:

– Filhos e Carreira.

Pais que escolhem menor projeção profissional e repensam a carreira: algo cada vez mais comum, pelo motivo de ficar com os filhos!

Um artigo bacana em: https://professorrafaelporcari.com/2020/08/11/os-homens-que-ficam-em-casa-pelos-filhos-2/

E um rápido comentário em: https://youtu.be/5a5NaKHXPUM

– Miopia Organizacional.

E não é verdade, conforme o quadro abaixo, que a miopia organizacional é a culpada?

Veja:

– Respeite quem precisa de emprego.

Muitas vezes, recebo mensagens de pessoas que pedem emprego (mesmo eu não sendo recrutador ou tendo como ajudar).

Por Educação, trato com cordialidade. Se puder ajudar, será com prazer. Mas vejo pessoas que além de não ajudar, tratam com desdém ou má vontade.

Um lembrete pertinente, na imagem abaixo: