Participar de reuniões on-lines e, queiramos ou não, disponibilizar o sábado para preparar aulas, faz parte da atividade dos profissionais da educação…
Ser professor é fazer alguns sacrifícios também. Faz parte.

Participar de reuniões on-lines e, queiramos ou não, disponibilizar o sábado para preparar aulas, faz parte da atividade dos profissionais da educação…
Ser professor é fazer alguns sacrifícios também. Faz parte.

Estivemos hoje no Senai de Itu, em um curso de Gestão Empreendedora aos alunos locais, em parceria com o Sebrae.
Gente atenta, simpática e disposta a aprender. Isso é muito bom demais.

Estivemos hoje em Itu, no Senai (em parceria com o Sebrae) falando de Gestão. Um local que inspira inteligência, e que tem esse simpático “sino do emprego” aos alunos – que já saem daqui contratados.
Fantástico. Que todo lugar tivesse essa excelência…

#Educação
Precisamos dar asas para nossos filhos voarem do ninho! Mas lembrá-los que existem raízes, para não nos abandonarmos.
Hoje lecionamos pelo Sebrae em Itupeva. Falamos de “Ideias de Negócios” a jovens empreendedoras, cheias de vontade em inovar.
É com a Educação que o Brasil sairá da crise!

✏️ #empreendedorismo
Ouço: a Universidade de Harvard tem mais de 150 professores que ganharam um Prêmio Nobel!
É mole?
E o Brasil ainda não tem um ganhador…
Há pouco, estivemos na Prefeitura Municipal de Itupeva, pelo Sebrae, falando sobre Empreendedorismo.
É muito bom estar com pessoas desejosas de conhecimento…

Hoje estivemos no CDP de Jundiaí, falando sobre Empreendedorismo aos reeducandos.
É com a Educação que teremos reinserção.

Tenho visto muita gente a falar da alfabetização (população capaz de ler e escrever) como uma das conquistas de Abril. Como a maioria dos jornalistas…
Continua em: A verdade sobre a alfabetização em Portugal

E o 3º turno acabou! Hoje, depois de aulas de manhã em Franco da Rocha (Empreendedorismo na FUNAP), à tarde em Jundiaí (Marketing no CDP), terminamos a noite prazerosamente em Itu, na Faculdade de Direito, falando de Liderança aos nossos queridos alunos.
Todo esforço em compartilhar conhecimento é gratificante!

2º turno de trabalho: nesta tarde, estivemos no CDP do bairro do Tijuco Preto, em Jundiaí, onde buscamos falar um pouco sobre Marketing dentro desse importante projeto de reinserção!
Somente com Educação que conseguiremos resultados positivos.

Hoje foi dia de falar sobre “Ideias de Negócios e Empreendedorismo” pelo Projeto Sebrae na Comunidade, na Penitenciária III de Franco da Rocha.
É um trabalho difícil, pela situação em si e pelos contratempos. Mas o esforço para que uma semente positiva tenha sido plantada, não tem preço.
Somente com a Educação que o Brasil sairá da crise.

📝 #Educação
A evasão escolar é um grave problema em nosso país. Mas talvez o motivo da fuga seja algo ainda mais grave: a falta de interesse em ir à escola!
Compartilho,
Extraído de: https://istoe.com.br/uma-nova-e-preocupante-evasao-escolar/
UMA NOVA E PREOCUPANTE EVASÃO ESCOLAR
Por Camila Brandalise
Mais da metade dos jovens brasileiros, de todas as classes sociais, perdeu o interesse pelos estudos e corre o risco de ficar fora do mercado de trabalho. Onde a nossa educação está falhando e qual o custo disso para o futuro do País?
A decisão de parar de estudar da auxiliar de limpeza Regina de Jesus Araújo, hoje com 24 anos, se deu por motivos econômicos. Há seis anos, quando ela morava com os pais, considerava ter uma estrutura de vida precária e preferiu se dedicar ao trabalho para conseguir se sustentar. Conciliar os estudos, na época, com 18 anos, não era viável. “Não tive incentivo nenhum para continuar na escola.” Hoje, mora sozinha e arca com as próprias contas. Para ter mais oportunidades profissionais, porém, percebeu que era preciso concluir a formação. E foi isso o que ela fez. Neste ano, cursa orgulhosa o primeiro ano do Ensino Médio em uma escola pública de São Paulo. “Quero ir para o ensino técnico. Gostaria de ser recepcionista porque gosto de trabalhar diretamente com as pessoas”, diz. É a tentativa de Regina para escapar de uma triste estatística, divulgada recentemente pelo Banco Mundial: 52% dos jovens brasileiros com idade entre 19 e 25 anos perderam o interesse pela escola e, por isso, correm o risco de ficar fora do mercado de trabalho. Parte dessa população simplesmente parou de estudar por necessidade financeira, como Regina havia feito, parte não consegue levar o colégio com o comprometimento que isso exige porque é obrigado a conciliar a atividade com trabalho informal e um terceiro grupo encontra-se atrasado em relação à série adequada à idade. Abandonar a escola para ajudar no sustento da família não é novidade. O que preocupa nos dados do relatório do Banco Mundial é que a falta de interesse pelos estudos avança para camadas sociais em que a necessidade de gerar renda não é a maior pressão. Um em cada três brasileiros de 19 anos está hoje fora da escola.
O documento aponta outro dado alarmante: a falta de participação dos jovens na construção da economia vinha diminuindo desde 2004, mas há quatro anos a tendência sofreu uma reversão. Isso ocorreu principalmente por causa do aumento de pessoas que não estão nem estudando nem trabalhando (os chamados “nem-nem”) e de jovens que estão desempregados ou em trabalhos informais. A justificativa imediata para o retrato tem a ver com o momento econômico atual do País, de crise financeira, desemprego e informalidade no trabalho. No entanto, há questões mais complexas por trás da situação. “A pergunta essencial que essa análise suscita para os formuladores de políticas é saber se, em condições econômicas menos favoráveis, é possível manter as conquistas anteriores em termos do engajamento juvenil. Esta é uma preocupação para um País cujo potencial de produtividade agora depende de forma tão crítica do engajamento de seus jovens”, diz o relatório.
A resposta, segundo consenso entre educadores, é a de que é possível manter os jovens em sua formação escolar independentemente da condição econômica da nação. Para isso, o sistema educacional precisa mudar. É necessário que o currículo se modernize o suficiente para despertar e manter o interesse dos jovens contemporâneos. “A escola que estamos oferecendo aos nossos adolescentes não dialoga com eles, não faz mais sentido”, afirma Mozart Neves Ramos, diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna. “A escola do século XIX, com os alunos enfileirados e professor falando na frente, não funciona mais.”
Eixo estratégico
Há pelo País iniciativas que contemplam novos modelos. Sob a coordenação do Instituto Ayrton Senna, por exemplo, quinze escolas públicas de Santa Catarina adotaram mudanças importantes. “Estabelecemos um projeto de educação em tempo integral”, conta Ramos. Depois de um ano, a instituição comparou a taxa de abandono nesses colégios com as apresentadas por escolas do mesmo perfil socioeconômico. “O índice foi 50% menor”, informa o especialista.
É preciso promover mudanças no modelo de ensino que estimulem nos estudantes a curiosidade e habilidades como liderança
A educação integral é uma das alternativas para envolver alunos, motivá-los a pesquisar e incitar a curiosidade, tornando o ensino atraente ao mesmo tempo em que desenvolve o potencial dos jovens. Nesse modelo há ainda uma ênfase no desenvolvimento das chamadas competências socioemocionais, que trabalham habilidades fora da cartilha tradicional de ensino, como resiliência, empatia e liderança.
“Não é preciso criar novas disciplinas, mas sim oferecermos outras maneiras de trabalhar em sala de aula”, afirma Ramos. Alterações mais profundas como essas são vistas em maior escala apenas em escolas particulares que se propõem a oferecer uma nova maneira de ensinar, com mais envolvimento dos alunos, atenção específica para dificuldades ou habilidades individuais e desenvolvimento de conhecimentos que vão além das disciplinas básicas. São instituições, porém, com mensalidades altas — as mais inovadoras chegam a custar R$ 8 mil por mês —, que obviamente não podem ser pagas pela maioria da população. Há, portanto, necessidade de revisão e implantação, por políticas governamentais, de iniciativas que contemplem as mudanças na rede pública. Isso inclui investimento em formação e valorização de professores. “Temos que focar em um projeto de País que coloque educação como eixo estratégico”, afirma Priscila Cruz, fundadora e presidente-executiva do movimento Todos Pela Educação. “Ou fazemos isso ou o Brasil perderá o bonde da história de novo.”
Os prejuízos envolvem perdas individuais e também coletivas. Do ponto de vista pessoal, o documento do Banco Mundial mostra que os cidadãos de baixa escolaridade enfrentam falta de oportunidades e baixos salários. Os números revelam que quanto maior o índice de conclusão dos ciclos de ensino, maior o rendimento: até quatro anos na escola, o salário cresce 11,64% para cada ano estudado; de 14 a 18 anos de estudo, o salário cresce 35,65% por ano estudado. “Isso gera aumento no Produto Interno Bruto e melhor distribuição de renda”, explica Priscila. O Brasil todo sofre hoje com a queda da produtividade resultante da falta de conhecimento, informação e, muitas vezes, da incapacidade de formular raciocínios básicos. Sem uma população preparada para exigências de um mercado global de trabalho cada vez mais sofisticado, a tendência é o País seguir em ritmo de estagnação. O desafio é quebrar essa corrente.
“O desenvolvimento do Brasil é o desenvolvimento dos seus cidadãos”, afirma a representante do Todos pela Educação.

Imagem extraída de: https://www.youbilingue.com.br/blog/5-formas-de-diferenciar-a-sua-escola-da-concorrencia/
O que é ensinar?
“Ensinar não é encher um balde vazio, mas sim acender uma chama”.
William Yeats

Arre, que cansei!
Hoje foram três turnos de trabalho. Não ganhei muito dinheiro (pois professor é sempre remunerado aquém do que merece), mas valeu pela labuta e pelas experiências.
Até amanhã.

Hoje à tarde estivemos em Louveira, falando de Marketing a pequenos empreendedores locais.
Como é bom ver o brilho nos olhos dos alunos! Vale a pena falar a quem quer ouvir.

Dia de aula e de correção de provas. Ufa!
Terceiro turno de trabalho encerrado. Até amanhã.

Estivemos hoje no Nucca, em Louveira, pelo Sebrae, falando de Gestão a um grupo de interessados estudantes!

É com a Educação que fazemos a diferença!
🖊️ #aprendizado
Aulas da tarde preparadas. Vamos preparar as aulas da noite?
S’ imbora produzir.

Essa iniciativa ocorreu há 9 anos, e merece atemporais aplausos:
Compartilho interessante matéria sobre um programa solidário com crianças da Etiópia. Lá, elas ganham tablets e, sozinhas, aprendem informática. Abaixo:
Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/250568_NATIVOS+DIGITAIS
NATIVOS DIGITAIS
Sem orientação, crianças de comunidades isoladas na Etiópia aprendem a manejar tablets e começam a se alfabetizar sozinhas
Por Juliana Tiraboschi
Para quem vive nas grandes cidades, a impressão é a de que as crianças já nascem sabendo como mexer em computadores e celulares. Mas será que em lugares pobres e isolados acontece o mesmo? Foi pensando nisso que o cientista Nicholas Negroponte, cofundador e professor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), criou um projeto de distribuição de tablets para crianças de comunidades remotas na Etiópia. Os aparelhos foram abastecidos com aplicativos que ensinam crianças a ler e escrever. O cientista partiu do princípio de que é possível aprender de maneira autodidata.
Negroponte baseou-se em experiência adquirida no projeto que o tornou famoso. Em meados dos anos 2000, ele criou a organização sem fins lucrativos OLPC (Um Laptop por Criança, na sigla em inglês), que vende computadores de baixo custo (até US$ 200) para governos de vários países. O bom desempenho das crianças estimulou o cientista a desenvolver o projeto na Etiópia. Desde fevereiro, distribuiu 40 tablets em dois vilarejos do país, ambos localizados a cerca de 100 quilômetros da capital, Adis Abeba. Um aparelho para cada criança. São meninos e meninas analfabetos, entre 4 e 11 anos, que nunca frequentaram uma escola ou tinham tido contato com qualquer equipamento eletrônico. A única instrução fornecida foi sobre como reabastecer os dispositivos. Um adulto de cada comunidade aprendeu a carregar os tablets em uma estação movida a energia solar.
Cada aparelho foi equipado com cerca de 300 aplicativos de jogos, filmes, desenhos e atividades básicas de alfabetização. Em poucas semanas, as crianças já mexiam com desenvoltura nos aplicativos. Após sete meses de experimento, algumas conseguem esboçar suas primeiras letras e palavras. Para Matt Keller, vice-presidente de apoio global da OLPC, o caso que mais o impressionou foi o de um garoto de 4 anos. “A princípio pensei que ele tinha algum problema de desenvolvimento. Ele não olhava nos nossos olhos e se escondia atrás da mãe. Mas ele foi o primeiro em um dos vilarejos a descobrir como ligar o tablet, em apenas quatro minutos de tentativas, e depois passou a ensinar as outras crianças”, conta. Quando o menino conseguiu ligar o aparelho pela primeira vez, exclamou: “Eu sou um leão!” “Sempre que eu ia visitar o vilarejo, eu o chamava de leão. Um dia cheguei lá, ele me puxou pelo braço e me mostrou que havia escrito a palavra ‘lion’ no tablet. Ele aprendeu isso com os programas”, diz. Outro exemplo de resultados: os cientistas da OLPC desabilitaram as câmeras dos tablets, para poupar bateria. Mas as crianças fuçaram tanto que conseguiram desbloquear essa função e saíram tirando fotografias pelo vilarejo. Desde a época em que a OLPC foi criada, em 2005, há quem critique a distribuição de equipamentos tecnológicos sem que isso seja acompanhado de um treinamento que ensine a usá-los. “Eu acho que projetos como esse alcançam resultados limitados”, diz o engenheiro elétrico Lee Felsenstein, pioneiro no desenvolvimento dos primeiros computadores pessoais e fundador do Fonly, instituto de consultoria e desenvolvimento de projetos de tecnologia, como um programa recente que montou um sistema de informática em uma região rural do Laos. “Mesmo que as crianças aprendam a ler, a questão é o que elas estão lendo, os motivos e o significado dessas leituras. Os tablets podem ensinar palavras, mas, sem orientação, que é a função dos bons professores, esse é um tipo de aprendizado pobre”, afirma Felsenstein. “Acho que essa é uma visão que não entende a natureza intrínseca das crianças”, discorda Matt Keller. Independentemente de quem esteja certo, não dá para negar que estimular a curiosidade e o gosto pela leitura e escrita é sempre positivo, na selva ou na cidade.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Hoje estivemos na cidade de Cabreúva, no Distrito do Jacaré, falando sobre “Idéias de Negócios” aos interessados estudantes, em nome do Sebrae.
Gente com vontade de empreender e de fazer do seu local comunitário, um mundo melhor. Muito bom!

#Education
E encerramos o dia corrido com nossas provas na Faculdade de Direito de Itu. Estou torcendo para que meus queridos alunos de Administração e Processos Gerenciais tenham conseguidos boas notas!
Estudante produtivo, professor feliz 🙂 .

Hoje eu estive no NUCCA, um centro de capacitação da Prefeitura de Louveira, falando a empreendedores em nome do Sebrae.
Turma boa, local bom, alunos bons. Tudo dá certo!
É com a Educação que o Brasil voltará a crescer.

Hoje estivemos em Bragança Paulista, pelo Sebrae, falando no Fundo Social de Solidariedade a um grupo de empreendedoras!
É com a Educação e a Capacitação que conseguimos bons resultados.

🖊️ #Empreendedorismo
Hoje estivemos em Louveira-SP, em nome do Sebrae, falando um pouco sobre Empreendedorismo e principalmente de… sonhos dos alunos!
É muito bom ver as pessoas com os olhos brilhando.

Estivemos em Bragança Paulista nessa manhã, falando sobre Gestão e MEI aos comerciantes locais, em nome do Sebrae.
Feliz pela confiança. Estupefato pelo carinho dos alunos.

🖊️ #EDUCAÇÃO
Ufa! Aulas para a Faditu e para o Sebrae preparadas!
Para um bom trabalho, uma boa preparação!

🖊️ #educação
Fim de expediente! Como é bom lecionar aqui na FADITU!
Não posso reclamar dos meus alunos. De fato, são acima da média 👊🏻.
S’imbora descansar?

🖊️ #Educação
Sobre Educação e Ética…
Continua em: Educação e Ética. Pensando nas PESSOAS e em suas ATITUDES.
