– Correções de Avaliação.

Para quem perdeu nossa correção na Faditu (das 5 turmas, 4 presenciais e 1 EAD), aqui vai um resumo:

(Em tempo, Governança Corporativa entregarei a nota na próxima aula).

GOVERNANÇA CORPORATIVA, em: https://youtu.be/NTfIj4R0yXk?si=6ZlGNgfK31Wm8zkL

ABP VIABILIDADE DE NEGÓCIOS, em: https://youtu.be/1B3NNsTUv64?si=HK7wMRu3NT2HfuMk

ANÁLISE DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAL, em: https://youtu.be/GTFlQpfEq8k?si=bM6R_4O3N8iwI4c5

LINGUAGEM E REDAÇÃO NA ÁREA DE NEGÓCIOS, em: https://youtu.be/MQUbJAIGgjk?si=Sgxv2PeKdsjuJwk_

 

– Último trabalho do dia.

Estivemos hoje, no último turno de trabalho, em Itu, na Faditu, junto aos nossos alunos de Adm de Empresas.

Estar numa faculdade faz qualquer professor rejuvenescer!

– Ensinar faz bem!

Estive hoje no Fundo Social de Solidariedade de Hortolândia, falando sobre Formalização de Empresas, em nome do Sebrae.

É muito bom ver os alunos se dedicando e aproveitando o conhecimento!

✒️ #Educação

– Fim de expediente.

Terminamos mais uma jornada, há pouco, aqui na Faditu. 

Ufa! Fim de noite e eu cansei. Mas toda labuta valeu, graças a Deus. 

Bom descanso a todos nós.

– Acessórios para carros com crianças: o que não pode faltar.

Quem busca conhecer os acessórios para carros com crianças deve pensar na segurança e comodidade dos pequenos. Entenda! Quem busca conhecer os …

Continua em: Acessórios para carros com crianças: o que não pode faltar

– Educação Financeira.

Estivemos hoje no Fundo Social de Hortolândia, falando de Finanças a uma turma muito dedicada!

É com a Educação que melhoraremos o Brasil!

– Levando Cidadania.

Ajudar o próximo com Educação é muito bom!

Aqui, na ONG José Pires, em nome do Sebrae, falamos de Gestão.

É com a Cidadania que fazemos um país melhor.

– Um alerta aos pais:

Fique atento:

Saiba mais em: https://professorrafaelporcari.com/2024/08/08/a-cultura-woke-e-o-radicalismo/

E em: https://professorrafaelporcari.com/2024/10/01/a-educacao-positiva-trazendo-frutos-negativos-aos-pais-e-as-criancas/

– A Educação Positiva trazendo Frutos Negativos aos Pais e as Crianças.

A Folha de São Paulo trouxe uma matéria interessante (link abaixo), mostrando que a Educação Positiva, o método de educar os filhos com regras negociáveis, permitir a escolha da crianças e achar que a conversa e debate são perfeitos para a formação dos pequenos, tem muitas e perigosas falhas.

Por exemplo: o depoimento de Gabriela, mãe de uma menina de 7 anos, que relata: “(…) O espaço de fala trouxe muitos conflitos e estremeciam nossas relações. Quando percebi os malefícios, passei a questionar meu papel de mãe”. A solução, segundo a mãe, foi um trabalho para que a criança voltasse a aceitar limites.

Outra mãe, Evelyn, disse: “Chegou um ponto que eu percebi que estava debatendo demais com uma criança”!

Na verdade, o grande problema dessa metodologia é: as crianças (por serem crianças), acharem que podem desrespeitar os adultos, se sentirem capazes de tomar decisões impossíveis para a sua idade, e, pior, transgredirem em nome da não-disciplina, desobedecendo os pais.

Compartilho, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/09/maes-apontam-frutos-negativos-da-educacao-positiva-e-especialistas-explicam-riscos.shtml

MÃES APONTAM FRUTOS NEGATIVOS DA APLICAÇÃO DA EDUCAÇÃO POSITIVA, E ESPECIALISTA EXPLICAM RISCOS

“Vocês viram o vídeo da mãe que fala que colheu os frutos negativos da educação positiva? Pois é, eu também colhi”, conta a assistente comercial Evelyn Faoth, 24, em uma gravação que alcançou 2,4 milhões de visualizações no TikTok em menos de um mês.

O depoimento se baseia no comportamento da filha de 4 anos. A criança, diz Evelyn, passou a debater e rebater tudo, após receber “muito poder de fala”. Um efeito colateral, acredita, de ensinamentos que passava à menina. Do “colocar a criança em posição de escolha sempre”.

“Eu comecei a acompanhar conteúdos que falavam para dar voz à criança, validar os sentimentos dela, entender o momento de uma birra, de ela bater o pé, como o emocional desregulado”, diz ela à reportagem. “Isso funcionou na minha casa por um tempo. Mas houve um efeito reverso.”

Na casa da família as regras eram negociáveis, mas na escola, não. Isso fazia com que a menina deixasse de fazer deveres quando não tinha interesse. “Chegou um ponto que percebi que eu estava debatendo demais com uma criança.”

“Isso quer dizer que odeio a educação positiva? É claro que não. Mas também não devemos colocar a educação positiva em uma bolha e dizer que tudo é perfeito, porque não é.”

O relato é semelhante ao de outras mães que afirmam colher frutos negativos do método, definido por Liubiana Araújo, presidente do Departamento Científico de Desenvolvimento e Comportamento da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), como a substituição da punição pela reflexão, “para que a criança mesmo chegue à conclusão das melhores condutas e atitudes”.

“A educação positiva significa substituir o gritar, o bater, por uma atitude de educar de forma inteligente”, afirma. “O que está acontecendo é que isso está sendo confundido. A educação positiva não é uma educação onde a criança toma as próprias decisões da sua vida. Autoridade com afeto é o melhor caminho, segundo as evidências científicas.”

O método tem sido disseminado por criadores de conteúdo no Brasil como derivado da chamada “disciplina positiva”, abordagem criada em 1981 pela psicóloga e escritora americana Jane Nelsen. “Mas ele não é derivado. Esses métodos não são sinônimos”, ressalta Jane à Folha.

A psicóloga define a disciplina positiva como o respeito mútuo e o estabelecimento de limites com firmeza e gentileza, ressaltando que a abordagem “oferece diversas estratégias comprovadas pela pesquisa para evitar tanto a permissividade quanto a punição, ajudando as crianças a aprenderem a autodisciplina e habilidades de resolução de problemas respeitosas, tanto em casa quanto na escola”.

Ela analisa, entretanto, que outros programas de educação foram criados com partes da abordagem, mas sem bases fortes nessas premissas e no que é a parentalidade, que define como “ajudar as crianças a aprenderem habilidades sociais e de vida para contribuir para um mundo melhor”.

“Eu não conheço a base filosófica da educação positiva”, diz Jane. “Mas o problema é que está gerando mais confusão do que um caminho claro para os pais. E o resultado está aparecendo nas salas de aula com as crianças, com pais confusos e professores exaustos.”

Para a psicóloga, programas que não possuem literatura científica e base psicológica, e se concentram demais no trauma dos pais, podem levar a aplicações erradas. A disciplina positiva, ressalta, requer uma mudança de paradigma e um treinamento aprofundado para implementação bem-sucedida. “Isso não pode ser ensinado de forma superficial por gurus online.”

“Não é algo que pode ser alcançado por pessoas que estão de passagem —mesmo que tenham milhões de seguidores”. Na visão de Jane, “e incrível e gratificante ver cada vez mais famílias interessadas no estilo de criação dos filhos”. No entanto, a psicóloga vê influenciadores se aproveitando da dor e da culpa dos pais.

Gabriela Martins Ferro, 28, é outra mãe que viralizou em redes sociais contando ter colhido “frutos não tão bons da educação positiva” com a filha de 7 anos.

“Eu comecei a seguir a metodologia à risca e a prática se tornou acolhê-la quando estivesse nervosa ou frustrada, dar espaço de fala para tomada de decisões que não a colocassem em risco, parar para ouvir, de certa forma negociar, deixar ela fazer coisas sozinha para ter autonomia e só ajudar quando solicitado”, diz ela.

“Mas a questão principalmente do espaço de fala nos trouxe muitos conflitos e discussões que estremeciam nossa relação como mãe e filha. Quando eu fui percebendo os malefícios de dar tanto ouvido ao que ela tinha para dizer, comecei a me questionar do meu papel de mãe.”

Na educação positiva, afirma Gabriela, o que se opõe à cartilha é visto como um potencial causador de traumas.

“E isso é horrível”, diz ela. “Hoje, sinto que tiramos algumas responsabilidades dela, começamos a fazer terapia, o que tem melhorado muito em relação ao comportamental e à aceitação de limites. Um trabalho de formiguinha, mas que tem dado resultado.” O assunto fez emergir um debate sobre a linha que separa a educação positiva da educação permissiva –e a possível falta de limites dado às crianças. O método, porém, não é sinônimo de falta de limites.

Segundo Manuela Moura, psicóloga clínica e mestre em psicologia do desenvolvimento, ” Nunca na vida educação positiva é sinônimo de falta de limites”. Segundo a profissional, o método visa explicar à criança as razões dos limites impostos, colocando o diálogo no lugar da imposição e do silenciamento.

“É claro que a educação antiga, a educação que tem a via mais autoritária, ela vem recheada de frases, ações que são produtoras de medo. Então muitas vezes a criança se cala pelo medo de ouvir um grito, uma represália, alguma reação mais explosiva”, afirma. “Na educação positiva, a base da intervenção é uma base do diálogo.”

A professora Edna Ponciano, pesquisadora do Instituto de Psicologia da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), afirma que a questão não é nova nos consultórios. “A maior preocupação é relativa ao comportamento, sobre a dificuldade de estabelecer limites”, afirma. Mas “crianças sem limites”, acrescenta, “são a consequência de diversos fatores. A educação positiva não é a causa única, mas pode atrapalhar a tarefa dos pais que se sentem culpados ou desorientados. É preciso cuidar dos pais também”.

Segundo a professora, “não é possível simplesmente encaixar as pessoas em uma receita”. É preciso descobrir o que faz sentido para a família. “A educação positiva pode ser um mapa, mas o território muda a cada relação entre pais e filhos”, diz.

Nas redes sociais, a educação positiva se espalha em definições como “revolução amorosa”. Evelyn e Gabriela concordam que existem bons frutos.

“Minha filha se tornou uma criança independente, sabe se expressar muito bem e quando faz algo que não deveria não tem medo de nos contar. Ela também aprendeu muito sobre os sentimentos dela e tem facilidade para se autorregular quando é preciso”, diz Evelyn.

Para Gabriela, a capacidade da filha de se colocar no lugar do outro foi uma das vitórias colhidas. “Eu realmente tenho uma criança empática, que tem um senso e um respeito com o próximo que é surreal. Ela criou também uma autonomia relativamente boa. É uma criança super pertencente. Sabe o que quer e o que não quer, e isso eu não acho de todo ruim.”

Foto de Letícia Moreira / Folhapress. (Evelyn Faoyh compartilhou nas redes sociais os frutos negativos que colheu após aplicar a educação positiva com a filha. (link da Folha de SP acima).

– Hora de corrigir provas!

Já votei, curti a família e fiz minhas atividades físicas.

Agora é hora de… corrigir provas!

Ô, vida de professor…

– Turno 1 de 3: Gestão Ambiental e Responsabilidade Social.

Terminamos a preparação e monitoria da aula de Gestão Ambiental e Responsabilidade Social, via EAD, pela Faculdade de Direito de Itu. Que ótimo conteúdo aos nossos alunos.

Tal disciplina me faz crer que estamos no caminho certo. Me orgulho desses desafios.

– No Instituto Padre Haroldo, pelo Sebrae.

Com alegria, estive em nome do Sebrae ministrando um curso de gestão no Instituto Padre Haroldo, em Campinas.

Que trabalho maravilhoso eles fazem por lá. Que Deus abençoe essa obra social tão valiosa!

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– Pais precisam corrigir os seus filhos.

Dói “puxar a orelha dos filhos”, não?

Corrigir os filhos (sempre com amor, diálogo e franqueza) se faz necessário. E em certas idades, com rigor nas palavras (mesmo que doa no coração do pai e da mãe).

Gostei desse pensamento. Aos pais, paciência. Aos filhos, o aceite da experiência e a obediência. A todos: carinho e colo familiar:

– Empreender e conhecer.

Estivemos nessa tarde em Louveira, no Nucca, falando de Empreendedorismo a um grupo de alunas muito empenhadas.

Como é bom ajudar no conhecimento!

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✒️#educação.

– A Educação Positiva trazendo Frutos Negativos aos Pais e as Crianças.

A Folha de São Paulo trouxe uma matéria interessante (link abaixo), mostrando que a Educação Positiva, o método de educar os filhos com regras negociáveis, permitir a escolha da crianças e achar que a conversa e debate são perfeitos para a formação dos pequenos, tem muitas e perigosas falhas.

Por exemplo: o depoimento de Gabriela, mãe de uma menina de 7 anos, que relata: “(…) O espaço de fala trouxe muitos conflitos e estremeciam nossas relações. Quando percebi os malefícios, passei a questionar meu papel de mãe”. A solução, segundo a mãe, foi um trabalho para que a criança voltasse a aceitar limites.

Outra mãe, Evelyn, disse: “Chegou um ponto que eu percebi que estava debatendo demais com uma criança”!

Na verdade, o grande problema dessa metodologia é: as crianças (por serem crianças), acharem que podem desrespeitar os adultos, se sentirem capazes de tomar decisões impossíveis para a sua idade, e, pior, transgredirem em nome da não-disciplina, desobedecendo os pais.

Compartilho, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/09/maes-apontam-frutos-negativos-da-educacao-positiva-e-especialistas-explicam-riscos.shtml

MÃES APONTAM FRUTOS NEGATIVOS DA APLICAÇÃO DA EDUCAÇÃO POSITIVA, E ESPECIALISTA EXPLICAM RISCOS

“Vocês viram o vídeo da mãe que fala que colheu os frutos negativos da educação positiva? Pois é, eu também colhi”, conta a assistente comercial Evelyn Faoth, 24, em uma gravação que alcançou 2,4 milhões de visualizações no TikTok em menos de um mês.

O depoimento se baseia no comportamento da filha de 4 anos. A criança, diz Evelyn, passou a debater e rebater tudo, após receber “muito poder de fala”. Um efeito colateral, acredita, de ensinamentos que passava à menina. Do “colocar a criança em posição de escolha sempre”.

“Eu comecei a acompanhar conteúdos que falavam para dar voz à criança, validar os sentimentos dela, entender o momento de uma birra, de ela bater o pé, como o emocional desregulado”, diz ela à reportagem. “Isso funcionou na minha casa por um tempo. Mas houve um efeito reverso.”

Na casa da família as regras eram negociáveis, mas na escola, não. Isso fazia com que a menina deixasse de fazer deveres quando não tinha interesse. “Chegou um ponto que percebi que eu estava debatendo demais com uma criança.”

“Isso quer dizer que odeio a educação positiva? É claro que não. Mas também não devemos colocar a educação positiva em uma bolha e dizer que tudo é perfeito, porque não é.”

O relato é semelhante ao de outras mães que afirmam colher frutos negativos do método, definido por Liubiana Araújo, presidente do Departamento Científico de Desenvolvimento e Comportamento da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), como a substituição da punição pela reflexão, “para que a criança mesmo chegue à conclusão das melhores condutas e atitudes”.

“A educação positiva significa substituir o gritar, o bater, por uma atitude de educar de forma inteligente”, afirma. “O que está acontecendo é que isso está sendo confundido. A educação positiva não é uma educação onde a criança toma as próprias decisões da sua vida. Autoridade com afeto é o melhor caminho, segundo as evidências científicas.”

O método tem sido disseminado por criadores de conteúdo no Brasil como derivado da chamada “disciplina positiva”, abordagem criada em 1981 pela psicóloga e escritora americana Jane Nelsen. “Mas ele não é derivado. Esses métodos não são sinônimos”, ressalta Jane à Folha.

A psicóloga define a disciplina positiva como o respeito mútuo e o estabelecimento de limites com firmeza e gentileza, ressaltando que a abordagem “oferece diversas estratégias comprovadas pela pesquisa para evitar tanto a permissividade quanto a punição, ajudando as crianças a aprenderem a autodisciplina e habilidades de resolução de problemas respeitosas, tanto em casa quanto na escola”.

Ela analisa, entretanto, que outros programas de educação foram criados com partes da abordagem, mas sem bases fortes nessas premissas e no que é a parentalidade, que define como “ajudar as crianças a aprenderem habilidades sociais e de vida para contribuir para um mundo melhor”.

“Eu não conheço a base filosófica da educação positiva”, diz Jane. “Mas o problema é que está gerando mais confusão do que um caminho claro para os pais. E o resultado está aparecendo nas salas de aula com as crianças, com pais confusos e professores exaustos.”

Para a psicóloga, programas que não possuem literatura científica e base psicológica, e se concentram demais no trauma dos pais, podem levar a aplicações erradas. A disciplina positiva, ressalta, requer uma mudança de paradigma e um treinamento aprofundado para implementação bem-sucedida. “Isso não pode ser ensinado de forma superficial por gurus online.”

“Não é algo que pode ser alcançado por pessoas que estão de passagem —mesmo que tenham milhões de seguidores”. Na visão de Jane, “e incrível e gratificante ver cada vez mais famílias interessadas no estilo de criação dos filhos”. No entanto, a psicóloga vê influenciadores se aproveitando da dor e da culpa dos pais.

Gabriela Martins Ferro, 28, é outra mãe que viralizou em redes sociais contando ter colhido “frutos não tão bons da educação positiva” com a filha de 7 anos.

“Eu comecei a seguir a metodologia à risca e a prática se tornou acolhê-la quando estivesse nervosa ou frustrada, dar espaço de fala para tomada de decisões que não a colocassem em risco, parar para ouvir, de certa forma negociar, deixar ela fazer coisas sozinha para ter autonomia e só ajudar quando solicitado”, diz ela.

“Mas a questão principalmente do espaço de fala nos trouxe muitos conflitos e discussões que estremeciam nossa relação como mãe e filha. Quando eu fui percebendo os malefícios de dar tanto ouvido ao que ela tinha para dizer, comecei a me questionar do meu papel de mãe.”

Na educação positiva, afirma Gabriela, o que se opõe à cartilha é visto como um potencial causador de traumas.

“E isso é horrível”, diz ela. “Hoje, sinto que tiramos algumas responsabilidades dela, começamos a fazer terapia, o que tem melhorado muito em relação ao comportamental e à aceitação de limites. Um trabalho de formiguinha, mas que tem dado resultado.” O assunto fez emergir um debate sobre a linha que separa a educação positiva da educação permissiva –e a possível falta de limites dado às crianças. O método, porém, não é sinônimo de falta de limites.

Segundo Manuela Moura, psicóloga clínica e mestre em psicologia do desenvolvimento, ” Nunca na vida educação positiva é sinônimo de falta de limites”. Segundo a profissional, o método visa explicar à criança as razões dos limites impostos, colocando o diálogo no lugar da imposição e do silenciamento.

“É claro que a educação antiga, a educação que tem a via mais autoritária, ela vem recheada de frases, ações que são produtoras de medo. Então muitas vezes a criança se cala pelo medo de ouvir um grito, uma represália, alguma reação mais explosiva”, afirma. “Na educação positiva, a base da intervenção é uma base do diálogo.”

A professora Edna Ponciano, pesquisadora do Instituto de Psicologia da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), afirma que a questão não é nova nos consultórios. “A maior preocupação é relativa ao comportamento, sobre a dificuldade de estabelecer limites”, afirma. Mas “crianças sem limites”, acrescenta, “são a consequência de diversos fatores. A educação positiva não é a causa única, mas pode atrapalhar a tarefa dos pais que se sentem culpados ou desorientados. É preciso cuidar dos pais também”.

Segundo a professora, “não é possível simplesmente encaixar as pessoas em uma receita”. É preciso descobrir o que faz sentido para a família. “A educação positiva pode ser um mapa, mas o território muda a cada relação entre pais e filhos”, diz.

Nas redes sociais, a educação positiva se espalha em definições como “revolução amorosa”. Evelyn e Gabriela concordam que existem bons frutos.

“Minha filha se tornou uma criança independente, sabe se expressar muito bem e quando faz algo que não deveria não tem medo de nos contar. Ela também aprendeu muito sobre os sentimentos dela e tem facilidade para se autorregular quando é preciso”, diz Evelyn.

Para Gabriela, a capacidade da filha de se colocar no lugar do outro foi uma das vitórias colhidas. “Eu realmente tenho uma criança empática, que tem um senso e um respeito com o próximo que é surreal. Ela criou também uma autonomia relativamente boa. É uma criança super pertencente. Sabe o que quer e o que não quer, e isso eu não acho de todo ruim.”

Foto de Letícia Moreira / Folhapress. (Evelyn Faoyh compartilhou nas redes sociais os frutos negativos que colheu após aplicar a educação positiva com a filha. (link da Folha de SP acima).

– Turno encerrado…

E chega por hoje! Falamos bastante sobre Governança Corporativa aqui na FADITU.

Ufa, cansou, mas valeu a pena. Gosto demais dos meus alunos.

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– A preocupação dos pais com as doenças emocionais dos filhos: o que fazer?

Recebi esse vídeo como “material divulgado pelo Mackenzie aos pais de alunos”. Não procede a origem, não é do Mackenzie. Mas o conteúdo é excelente!

O que os pais devem fazer para a Saúde Mental dos filhos?

Aqui: https://youtu.be/gjZIGyTCbek?si=0zdwjcg1E7s5_17l

– Cidadania no Ensino.

Levar Cidadania aos alunos, é importante!

Em nosso programa de Ressocialização do Sebrae, tivemos um retorno positivo dessa proposta de levar Educação Empreendedora, a fim de recuperar pessoas.

Veja:

– Processo Seletivo da Secretaria da Educação de SP.

Hoje é dia do Processo Seletivo da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Estou prestando a prova para o eixo “Gestão e Negócios”.

Meu local de prova é no Colégio Siqueira de Moraes, em Jundiaí. Faz 30 anos que não venho aqui, e está… idêntico! Não mudou nada, até as portas do banheiro têm a mesma tramela. Mas está tudo bem conservado

Boa prova a todos nós.

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– Levando Cidadania.

Estivemos hoje no Centro de Ressocialização de Bragança Paulista, realizando um trabalho de reinserção social através do Empreendedorismo, via Sebrae.

Ajudar o país através da Educação, é algo positivo e necessário.

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✒️ #Educação

– A Radicalização das Redes Sociais por culpa dos Algorítmos.

Facebook e outras Redes Sociais ajudam – e isso é um fato – na radicalização das pessoas!

Explico: https://www.youtube.com/watch?v=biZsjSKiT2Y

– E por hoje, é só!

E na corrida jornada diária… ufa! Terminamos o dia com aulas na Faculdade de Direito de Itu.

Professor não pode reclamar! Cansa, mas ama o que faz…

Agradeço aos meus alunos, pois a minha voz, hoje, acabou mais cedo (e eles me suportaram mesmo assim).

📝 #Educação

– Sebrae com os reeducandos.

Nesta segunda-feira, encerramos um ciclo do curso “Sebrae na Comunidade”, falando sobre Cidadania aos detentos da Penitenciária P3.

É com a Educação que melhoraremos o Brasil!

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✒️ #Educação

– Alfabetização ou digitalização?

Eu não ouso discordar dessa verdade: muita gente por dentro “do mundo virtual”, mas sem entender o que se escreve “no mundo real”!

Abaixo:

– Boas aulas aqui na Faditu.

E terminamos a semana de maneira bem produtiva! Com a garganta inflamada (devido ao tempo e ao esforço), mas feliz pelos resultados.

Hoje, na Faditu, tivemos excelentes aulas!

É com a Educação que teremos bons resultados ao país.

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✒️ #ensino

– O retorno positivo do nosso projeto “Sebrae na Comunidade”:

Minha missão como professor é possibilitar que as pessoas cresçam como profissionais, mas acima de tudo, como cidadãos.

No Projeto “Sebrae na Comunidade”, onde tentamos tirar da marginalidade as pessoas para que voltem honesta e produtivamente à Sociedade, com muito sacrifício, conseguimos esses bons retornos (que particularmente, massagem o ego).

Vide as mensagens:

#Sebrae #SebraeNaComunidade #Ensino #Educação #IBSAmericas #Cidadania

– Sebrae na Comunidade.

Nessa 5ª feira, tivemos mais um conjunto de aulas do projetoSebrae na Comunidade, em Penitenciárias. Realmente é desafiador!

A experiência que a gente vive com essas turmas torna-se uma lição de vida

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🖊️ #Educação

– Levando conhecimento e reinserção.

À tarde, em nosso segundo turno de trabalho, estivemos no CDP do Tijuco Preto, em Jundiaí, falando sobre Comportamento Empreendedor aos reeducandos de lá.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

🖊️ #Education

– Sebrae Cidadania.

Hoje estivemos na Penitenciária P3 de Franco da Rocha, falando sobre Ética e Cidadania aos reeducandos de lá.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

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🖊️ #Education

– 3 turnos de boas aulas!

Ufa! O dia, enfim, acabou. De manhã, falei numa Penitenciária sobre Ressocialização Empreendedora. À tarde, preparei Aulas de Gestão. Agora, à noite, na Faculdade, lecionei sobre Governança Corporativa!

É com a Educação que conseguiremos bons resultados ao país.

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✍🏻 #ensino

– Melhore-se a escrita!

Escrever bem é uma necessidade. E ao ver esses erros da foto, penso: quem “inventou” esses atentados contra a ortografia?

Como são comuns em escolas, tais palavras escritas erradas… veja:

– Cidadania vale a pena!

Não é fácil ajudar na recuperação social de quem está detido numa penitenciária. Não são pessoas injustiçadas pela lei, mas mesmo assim, precisam ser reinseridas aptas a viverem em uma sociedade ordenada.

Orgulho do meu trabalho como professor pela IBS-Américas e Sebrae, quando leio uma mensagem como essa da foto, onde um reeducando nos mostra que levar Cidadania, é possível.

(Ops: meu nome, Rafael, não é com “ph”. Só nisso ele errou… rsrs).

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📝 #Sebrae #Educação #Funap #Ressocialização #Cidadania #Ensino #SebraeNaComunidade

– Sebrae Cidadania.

Estive pelo projeto de ressocialização da Funap falando de Empreendedorismo, através do Sebrae. E cumprimos a nossa missão.

Pela Educação, faremos um país melhor.

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✍🏻 #Ensino

– Fim do expediente acadêmico!

Mais um dia de trabalho vencido!

Meus alunos aqui da FADITU são incríveis… como gosto deles (de todas as turmas).

Bom descanso para nós.

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✒️ #Educação

– Organize seu Negócio:

Hoje falamos de “Organização de Negócios” pelo programa “Sebrae na Comunidade”, aos detentos da Penitenciária P1 em Franco da Rocha.

Somente a Educação e os bons Valores Saciais poderão fazer a diferença nesse país.

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✍🏻 #Educação