A 27ª Bienal do Livro de São Paulo promete ser um dos maiores eventos literários do ano no Brasil, reunindo centenas de autores nacionais e …
Continua em: Tudo Sobre a Bienal do Livro de São Paulo 2024: Como Comprar Ingressos, Datas, Atrações e Mais

A 27ª Bienal do Livro de São Paulo promete ser um dos maiores eventos literários do ano no Brasil, reunindo centenas de autores nacionais e …
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Hoje é comemorado o Dia da Independência do Brasil. Mas algo curioso sobre nosso libertador: Descobriu-se em 2013 que a Hispanic Society of America, em Nova York, possuía algumas cartas do imperador brasileiro Dom Pedro I. E eram inéditas!
Tais cartas foram divulgadas. E não é que as cartas eram para a amante do imperador, a Marquesa de Santos? E nosso libertador usava nomes como “Demonão” ou “Fogo foguinho”, chamando a amante de “Titília”.
A Imperatriz Leopoldina, sua esposa, deve se revirar ao túmulo ao saber de tais relatos. Leiam o que Dom Pedro escrevia:
“Ontem mesmo fiz amor de matrimônio para que hoje, se mecê estiver melhor e com disposição, fazer o nosso amor de devoção. Aceite, meu benzinho, meu amor, meu encanto e meu tudo, o coração constante. Deste seu fiel amante, o Demonão.”
Desde aquele tempo não dá para confiar em político, não? O imperador dizia a amante que fez sexo só por compromisso com a esposa e que o fogo estaria com a amante! Cara-de-pau o Dom Pedro!

Imagem extraída de: https://www.gestaoeducacional.com.br/dom-pedro-i-quem-foi-biografia-e-feitos/
O que significa “Ter o Rei na Barriga”?
Aqui:
Essa imagem mostra o quão difícil é administrar um país como o Brasil. Sendo de tamanho continental tão diverso culturalmente, várias nações caberiam dentro dos nossos estados.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito.
Por José Horta Manzano – Artigo publicado no Correio Braziliense de 30 agosto 2024 Todo povo tem um conjunto de características próprias que o distinguem. …
Continua no link em: O jeitinho

Neste dia 22, a rica história de “causos e contos” do nosso país está em festa: é Dia do Folclore, de brindarmos nossas manifestações culturais populares.
No imaginário, as lendas e tradições são inúmeras! E, por termos um território tão vasto, se multiplicam conforme a região.Qual seria seu personagem do Folclore Brasileiro mais significativo?

Originalmente, a Cultura Woke era uma filosofia de inclusão às ditas (como eram chamadas antigamente) minorias. Muitas empresas passaram a adotar programas de contratação para negros, LGBTs, deficientes e outros públicos específicos, mostrando a correta preocupação com a equidade.
Porém, a Cultura Woke transitou por questões ideológicas e se perdeu! Passou a ser uma bandeira do radicalismo de Esquerda (aqui, um lembrete: qualquer ideologia, de Direita ou de Esquerda, se radical, torna-se indevida) e militou de maneira intransigente contra qualquer opinião contrária. Se a pessoa não era socialista, cancele-se! Se defende oportunidades idênticas para heteros ou homossexuais, torna-se homofóbico automaticamente, pois dentro desse radicalismo há a necessidade de reparação histórica. Se é católico, protestante, conservador? Rotula-se automaticamente como fanático religioso pois o que vale é o cosmos universal.
Todas essas formas intolerantes praticadas (por quem defende, em tese, a tolerância) potencializaram um “mercado do medo”. Empresas criaram departamentos exclusivos para lidarem com essas questões, com medo de cancelamentos dos grupos wokes radicais (que fazem muito barulho). A Disney(1), por exemplo, introduziu essa filosofia em seus desenhos e filmes, e, principalmente, com bandeiras libertárias e de ideologia sexual. Depois de amargar prejuízos, trocou o presidente da empresa que anunciou o fim da cultura woke na cia.
O termo woke significa, numa tradução livre, ter uma “agenda acordada, despertada”, no sentido de que o mundo tem um novo padrão comportalmental, relacional, dentro das culturas modernas ou sentimentos de filosofia “new age / nova era”.
Diante de tantos excessos, grandes empresas passaram a repensar suas agendas, onde perceberam um cego modismo e caíram no erro de, ao invés de praticarem a inclusão cidadã, respeitosa, acabavam fazendo uma equivocada apologia às bandeiras woke e desrespeitavam quem não tinha o mesmo pensamento (como se o público woke fosse dono da verdade e da sabedoria do mundo). A Nike(2), por exemplo, retirou sua publicidade woke e voltou a falar de igualdade e cidadania, sem buscar “lacração”.
Tudo isso se potencializou ainda mais nos últimos dias: as declarações de Elon Musk sobre o vírus mortal Woke (https://wp.me/p4RTuC-ZhE), a grita para que o mundo se tornasse “woke na marra” (https://wp.me/p4RTuC-Zsn) e o episódio do deboche da Santa Ceia nas Olimpíadas 2024 travestido de “não nos referimos à Santa Ceia” (aqui: https://wp.me/p4RTuC-Zr1) potencializaram a mudança de rumo. A Microsoft (3), inclusive, demitiu o “departamento woke” da empresa alegando que para cidadania e inclusão, já trabalha naturalmente com a causa, sem precisar levantar uma bandeira e ter tais custos, entre outras justificativas.
Abaixo, as matérias citadas:
(1) BOB IGER DIZ QUE A DISNEY WOKE ACABOU
(https://bcharts.com.br/t/e-agora-bob-iger-diz-que-a-disney-woke-acabou/180295)
O CEO da Disney, Bob Iger, enfatizou que a empresa se concentraria em entreter sobre o avanço de “qualquer tipo de agenda”, logo depois que a gigante da mídia sobreviveu a uma luta por procuração travada por acionistas ativistas.
Questionado durante a sessão anual de perguntas e respostas da reunião anual de acionistas da Disney em 3 de abril se a empresa apenas forneceria entretenimento e ficaria fora da política, Iger disse que o trabalho da Disney era “entreter, em primeiro lugar”.
“Sempre acreditei que temos a responsabilidade de fazer o bem no mundo, mas sabemos que nosso trabalho não é avançar nenhum tipo de agenda”, disse ele na reunião transmitida ao vivo. “Ento que eu estiver no trabalho, continuarei a ser guiado por um senso de decência e respeito, e sempre confiaremos em nossos instintos.”
É uma mensagem que Iger está interessado em enviar desde seu retorno como CEO em novembro de 2022.
Durante uma chamada de analista em abril de 2023, foi-lhe feita uma pergunta semelhante sobre “promover a agenda acordada”.
“Eu sou sensível a isso”, ele respondeu. “Nossa principal missão precisa ser entreter e, em seguida, através do nosso entretenimento, continuar a ter um impacto positivo no mundo. E eu estou falando muito sério sobre isso. Não deve ser orientado pela agenda.”
Então, em setembro, ele disse aos investidores que a empresa “acalmaria o barulho” quando se tratasse de guerras culturais, informou a Reuters.
Ele dobrou a mensagem na cúpula DealBook de novembro quando disse que os filmes de sua empresa estavam muito focados em mensagens e não priorizavam contar histórias de qualidade.
“Os criadores perderam de vista qual seu objetivo número um precisava ser” — para entreter — ele disse na cúpula.
“Eu usei ‘Pantera Negra’ como um ótimo exemplo disso apenas em termos de promover a aceitação, ou o filme ‘Coco’, que a Pixar fez sobre o Dia dos Mortos”, acrescentou. “Eu gosto de poder fazer isso, entreter e se você puder infundi-lo com mensagens positivas, ter um bom impacto no mundo, fantástico. Mas esse não deve ser o objetivo.”
Iger estava até disposto a colocar um alfinete na longa rivalidade entre o governador da Flórida. Ron DeSantis e Disney sobre a chamada lei “Don’t Say Gay” do estado. Em um movimento surpreendente, a Disney e a Flórida resolveram sua disputa legal em março.
Nos últimos anos, a Disney se tornou um alvo de políticos conservadores como DeSantis e vozes de mídia social — incluindo, mais recentemente, Elon Musk. Alguns criticam a empresa por incluir personagens e elementos LGBTQ+ em histórias — como um beijo do mesmo sexo em “Lightyear” e personagem não binário em “Elemental” — enquanto outros se desfenderam de uma Ariel Negra na recente “Pequena Sereia”.
O distanciamento de Iger do que alguns chamaram de “agenda acordada” veio quando ele lutou contra uma luta por procuração do investidor ativista Nelson Peltz.
Peltz fez da Disney uma prancha de sua campanha, questionando “Pantera Negra” e “As Maravilhas” da Marvel que lançaram protagonistas negras e femininas, respectivamente.
“Por que eu tenho que ter uma Marvel que é só mulher? Não que eu tenha algo contra as mulheres, mas por que eu tenho que fazer isso? Por que não posso ter Marvels que são as duas? Por que eu preciso de um elenco todo preto?” Ele disse em uma entrevista ao Financial Times no mês passado.
Não importa o quanto Iger insista que o foco da empresa seja o entretenimento, a Disney provavelmente ainda produzirá conteúdo que reflita o mundo ao seu redor e introduza novos personagens — Iger deixou claro que esses filmes ainda podem ser perfeitamente divertidos.
(2) NIKE ABANDONA CULTURA WOKE E RESGATA VALORES EM SUPERCOMERICAL
(https://www.updateordie.com/2024/08/07/nike-abandona-cultura-woke-e-resgata-meritocracia-em-super-comercial-narrado-por-willem-dafoe/)
A Nike abandona a cultura woke e adota a meritocracia em seu novo comercial, narrado por Willem Dafoe, destacando conquistas individuais e esforço pessoal.
O novo comercial da Nike, intitulado “Vencer não é para todos” e estrelado por grandes nomes do espeorte como Kobe Bryant, LeBron James, Giannis Antetokounmpo, Kylian Mbappé, Serena Williams, se afasta da cultura woke e abraça a meritocracia, gerando polêmica e debate sobre os valores éticos da competitividade no esporte.
Mensagem central: “You can’t win them all, but you should sure as hell try.”
Polêmica gerada entre a militância progressista e defensores da meritocracia.
Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?time_continue=4&v=pwLergHG81c&embeds_referring_euri=https%3A%2F%2Fwww.updateordie.com%2F&source_ve_path=Mjg2NjQsMjg2NjQsMjg2NjY
(3) MICROSOFT DEMITE TIME DE DIVERSIDADE POR NÃO SER MAIS NECESSÁRIO
(extraído de https://www.poder360.com.br/poder-tech/microsoft-demite-time-de-diversidade-por-nao-ser-mais-necessario/)
A Microsoft demitiu uma equipe que atuava para garantir diversidade, equidade e inclusão dentro da companhia. Em comunicado interno, um líder de equipe justificou que a política “não é mais crítica para os negócios”.
“O verdadeiro trabalho de mudança de sistemas associado a programas DEI [diversidade, equidade e inclusão] em todos os lugares não é mais crítico para os negócios ou inteligente como era em 2020”, escreveu o funcionário da big tech em um e-mail enviado para milhares de funcionários, ao qual o site Business Insider teve acesso.
Conforme o texto, a equipe foi eliminada a partir de 1º de julho, acompanhando “mudanças nas necessidades de negócios”. Não foi informado o número de funcionários demitidos.
Procurado pelo site, o autor do e-mail não se pronunciou sobre o caso.
O porta-voz da companhia Jeff Jones afirmou, em comunicado, que os compromissos da Microsoft com diversidade “permanecem inalterados”. E completou: “Nosso foco na diversidade e inclusão é inabalável e seguimos firmes nas nossas expectativas, priorizando essa responsabilidade e nos destacando neste trabalho”.
Em tese, não era “para ser o que se tornou” a cultura Woke. Uma filosofia cultural inclusiva e respeitosa, e que se tornou radical, intolerante ao pensamento contrário e com viés perigoso.
Entenda melhor, a partir dessa reportagem da BBC (trecho extraído de https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63547369.amp)
WOKE
Para algumas pessoas, ser woke é ter consciência social e racial, questionando paradigmas e normas opressores historicamente impostos pela sociedade. Já para outros, o termo descreve hipócritas que acreditam que são moralmente superiores e querem impor suas ideias progressistas sobre os demais.
Os críticos da cultura woke questionam principalmente os métodos coercitivos adotados por pessoas que eles acusam ser “policiais da linguagem” — sobretudo em expressões e ideias consideradas misóginos, homofóbicos ou racistas.
Um método que vem gerando muito mal estar é o “cancelamento”: o boicote social e profissional, normalmente realizado por meio das redes sociais, contra indivíduos que cometeram ou disseram algo que, para eles, é intolerável.
Para as pessoas woke, trata-se de uma forma de protesto não violento que permite empoderar grupos historicamente marginalizados da sociedade e corrigir comportamentos, especialmente nos setores mais privilegiados que, até agora, eram parte do status quo e persistiam sem punição, nem mudança.
Mas os críticos afirmam que o cancelamento é a correção política levada ao extremo e que ele atenta contra a liberdade de expressão e “os valores tradicionais norte-americanos”.
O termo woke tornou-se sinônimo de políticas liberais ou de esquerda, que defendem temas como igualdade racial e social, feminismo, o movimento LGBTQIA+, o uso de pronomes de gênero neutro, o multiculturalismo, a vacinação, o ativismo ecológico e o direito ao aborto.
São políticas associadas, nos Estados Unidos, ao Partido Democrata do presidente Joe Biden e à ala mais liberal, que inclui políticos americanos como os congressistas Bernie Sanders e Alexandria Ocasio-Cortez.
Por outro lado, a ala mais extrema do Partido Republicano, liderada pelo ex-presidente americano Donald Trump, acredita que essas políticas representam não só uma ameaça aos “valores da família”, mas também à própria democracia, que se pretenderia “substituir por uma tirania woke”.
Em 2020, um dos eixos centrais da campanha para a reeleição de Trump foi combater os chamados woke lefties (“esquerdistas despertos”) que, segundo ele, praticam o “fascismo da extrema esquerda”.
O então presidente afirmou que a “cultura do cancelamento” estava “expulsando as pessoas dos seus trabalhos, envergonhando os dissidentes e exigindo a total submissão de qualquer pessoa que não esteja de acordo”.
“É a própria definição de totalitarismo”, acusou o líder republicano.
Já para os democratas, o autoritário é Trump, algo que, segundo eles, ficou demonstrado quando ele se recusou a deixar o poder após sua derrota eleitoral e seus simpatizantes invadiram o Capitólio.
Longe de equilibrar o debate, os dois primeiros anos do governo Biden aprofundaram a polarização entre os dois setores. Segundo o centro de pesquisas norte-americano Pew Research Center, “hoje, os democratas e os republicanos estão ideologicamente mais afastados do que em qualquer outro momento nos últimos 50 anos”.
Sobre a cultura Woke utilizada à exaustão na Disney (e revista pela empresa), em: https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=_sZLmSdPcAk
Eu não sei se admiro ou me assusto com o bilionário Elon Musk. Pela Neurolink, Tesla e outros projetos, admiro a sua inteligência. Em outros momentos, assusto com a sua aparente ganância.
Nessa entrevista ao famoso Jordan Peterson, que repercutiu mundialmente, ele falou sobre tudo: de tecnologia, futuro, família e vida. Mas me impressionou bastante quando falou sobre o seu filho Xavier.
Ter um filho transgênero não é o fim do mundo. Precisa-se ver a realidade da pessoa! Entretanto, aqui ficou algo não tão claro: o filho tinha disforia de gênero, ou foi iludido à mudança?
De qualquer forma, é doloroso para pai e filho tal momento, que precisa ter sutileza para ser vivenciado e colaboração mútua. Afinal, são mudanças radicais.
De tudo o que eu li, ouso me identificar em um aspecto: eu também me assusto com a IMPOSIÇÃO de muitos à cultura woke (de uma maneira mais deformada). O fanatismo é assustador.
ELON MUSK
Por Eli Vieira
A entrevista que o bilionário Elon Musk concedeu ao psicólogo canadense Jordan Peterson na última segunda (22) vai direto ao assunto: trataram de inteligência artificial, a vantagem de ter filhos, Trump e o futuro da humanidade. Musk havia passado a noite quase toda acompanhando o treinamento do Grok, o chat de inteligência artificial de sua rede social X, mas estava de bom humor.
Peterson, que não achou muita graça das piadas do entrevistado no começo, não estava em sua melhor forma, como comentou James Innes-Smith, colunista da revista britânica conservadora The Spectator: “interrompeu a linha de pensamento do convidado com seus apartes muitas vezes longos”. De fato, em trechos foi difícil acompanhar a conclusão de raciocínio de Musk por causa das interrupções. Ainda assim, os dois homens influentes conversaram sobre os temas mais sensíveis dos nossos tempos.
Inteligência artificial
“O propósito declarado do Grok é entender o universo”, afirmou Elon Musk. Mas, confessa o empresário, a versão disponível para os usuários do X “ainda é uma ordem de magnitude mais fraca que o ChatGPT”. A segunda versão do Grok deve ser lançada no próximo mês e alcançar o GPT-4. Em dezembro, diz Musk, será lançado o Grok 3, que “será a inteligência artificial mais poderosa do mundo”.
“O que diabos você está construindo?”, perguntou Peterson. Para Musk, o horizonte é fazer algo mais inteligente que toda a humanidade. “Por que você confia em si mesmo nesse front?”, indagou o psicólogo. “Não confio em mim mesmo completamente”, afirmou o bilionário, prometendo que seu programa de inteligência artificial existe para beneficiar a humanidade e que, ao contrário dos concorrentes, será livre do “vírus mental woke”, ou seja, do identitarismo, um desdobramento do progressismo focado em identidades que tem alterado normas e leis por todo o Ocidente.
Musk ajudou a fundar a que hoje é sua principal concorrente em inteligência artificial, a OpenAI. Ele diz que a ideia para a organização veio de conversas com Larry Page, um dos fundadores do Google. “A opinião de Larry é que no fim nós vamos fazer upload das nossas mentes para computadores, e seremos todos robôs”, previu o empresário, informando também que foi chamado de “especista” pelo amigo.
O termo “especista” vem de defensores dos direitos animais como o filósofo australiano Peter Singer. Significa priorizar seres humanos acima de animais de uma forma supostamente imoral. “Você é um especista”, disse Peterson. “O rótulo está correto”, respondeu Musk.
Interessado na origem da consciência, o empresário fez um breve resumo do que a ciência descreve sobre a história do Universo: de um começo com o Big Bang há 13,8 bilhões de anos atrás, em que existia só o hidrogênio, até as estrelas formarem elementos químicos mais pesados que possibilitaram o surgimento da Terra há 4,54 bilhões de anos e a origem e evolução da vida até os seres humanos. “Se você deixar o hidrogênio no Sol por tempo suficiente, ele começa a falar consigo mesmo” — ele simplifica. Ele acredita que a inteligência artificial poderá ser consciente como o ser humano no futuro.
Essa é uma das coisas que o preocupam a respeito da segurança da IA. Para ele, a ideia de Page de deixar humanos obsoletos mostra falta de cautela no assunto. “Eu disse: ‘em que time você está, Larry? Precisamos assegurar que a humanidade floresça e cresça’. Foi aí que ele me chamou de especista. [Eu disse] ‘acho que sou pró-humanos. O que você é?’ Foi a gota d’água”, disse, e assim Musk decidiu que uma organização sem fins lucrativos como a OpenAI original, “o oposto do Google”, era necessária.
Desde então, após doar 15 milhões de dólares, Elon Musk deixou o projeto. Ele tem atacado o chefe executivo da OpenAI, Sam Altman, por trair o propósito original da organização, que criou uma subsidiária com fins lucrativos e não publica o ChatGPT em código aberto. Ele está considerando apelar para o litígio.
“A OpenAI é a líder em inteligência artificial. E estou preocupado que eles injetaram o vírus mental woke no treinamento. Também vimos isso na Gemini, do Google, a níveis absurdos. Se você pedisse uma imagem dos fundadores dos Estados Unidos, dava um grupo de mulheres negras. Reescreveram a história”, disse Musk. “Foi um momento de cair o queixo”, comentou Peterson.
Pró-natalismo
“Paul Ehrlich é um maníaco genocida, um ser humano terrível, seus livros causaram danos à humanidade”, disse Musk, que tem 11 filhos, a respeito do cientista nonagenário que tem promovido há décadas a ideia de que a humanidade está à beira de um colapso por excesso de população.
O empresário acredita que o abandono da religião tem relação com a queda das taxas de natalidade no Ocidente. Há estudos que corroboram esta opinião. Ele pensa que a queda da taxa de fecundidade vem da prosperidade em si e que acontece “em toda civilização”. “Há uma tendência ao hedonismo”, a busca do prazer pelo prazer, afirmou.
Trump
Elon Musk disse que não é verdade que ele doou pessoalmente 45 milhões de dólares para a campanha de Donald Trump para a presidência, mas que ajudou a iniciar um Comitê de Ação Política pelo candidato. Seu apoio a Trump é por um retorno à meritocracia e à “menor quantidade de intervenção do governo possível” na liberdade. “A mão do Estado fica mais pesada a cada ano”.
Uma das queixas de Musk contra os democratas, além da ascensão do identitarismo, é que o governo Biden processou sua empresa de carros elétricos, Tesla, por não contratar estrangeiros que buscam asilo nos Estados Unidos. “Foi lawfare, foi político”, afirmou. O empresário apoiou Joe Biden para presidente, e Hillary Clinton antes dele.
Sobre o apoio a Trump, Musk disse que “não segue cultos de personalidade”, mas é o candidato com menos vícios, a quem ele passou a admirar mais por sua “coragem instintiva e verdadeira” depois da tentativa de assassinato em 13 de julho.
“Precisamos de uma mudança no governo. Muitos anos atrás, o Partido Democrata costumava ser o partido da meritocracia, da liberdade pessoal e da liberdade de expressão. Agora são o partido da censura sob a desculpa do ‘discurso de ódio’. O Partido Republicano agora é o partido da meritocracia — não é sem defeito, há extremistas, mas é um sistema bipartidário, você tem que escolher um”, afirmou o empresário.
Sentido da vida e religião
Elon Musk disse que passou por uma crise existencial no fim da infância e leu extensamente textos religiosos como a Bíblia e o Corão, e a filosofia de pensadores como Friedrich Nietzsche e Arthur Schopenhauer. Mas foi na leitura da obra de comédia e ficção científica “O Guia do Mochileiro das Galáxias” (Ed. Arqueiro, 2020), de Douglas Adams, que encontrou propósito na passagem a respeito de uma civilização que cria um supercomputador para responder qual é o sentido da vida, e a resposta foi “42”. A piada de Adams é que a pergunta foi mal formulada, por isso a resposta do computador foi incompreensível.
O autor britânico deu então um insight ao Elon de 13 anos de idade, que se sentiu mais feliz ao perceber que “somos ignorantes sobre muitas coisas. Devemos querer ser menos ignorantes. O que pudermos fazer para melhorar nosso entendimento do Universo e ter mais perguntas para fazer a respeito da resposta, que é o Universo, é bom. Chamo de religião da curiosidade”.
“Passamos por momentos tristes e felizes, dizer que a vida é só sofrimento é uma afirmação ridiculamente falsa”, afirmou.
Peterson compartilha que resolveu uma crise existencial com a mesma idade. Ele o fez pelo estudo do mal. “Li história como se eu fosse o perpetrador, não a vítima”. Os dois concordam que crises do tipo são necessárias para “endireitar” uma pessoa.
“Estou no fim das contas grato pela minha vida? Sim”, disse Musk. Certa vez, ele foi espancado até quase morrer. “Por que você não é amargo a respeito disso?”, perguntou Peterson. “Pode-se tomar o caminho da vingança. Sentir que o mundo lhe tratou de forma injusta”, disse o empresário, que cresceu na África do Sul. “A noção do perdão é importante, é essencial. Se você não perdoar, olho por olho deixa todos cegos. Acredito bastante nos princípios do cristianismo, acho que são muito bons”.
Elon Musk se diz um “cristão cultural”. Para ele, princípios cristãos levam a sociedades melhores. Mas repete: sua religião é a “religião da curiosidade”, que “expande a consciência”, o que implica “aumentar a população do mundo, não a diminuir”. Ele conclui: “ter um filho é um voto pelo futuro”.
Confissões de Musk sobre seu filho disfórico
“As crianças são um deleite”, afirmou Musk. “Por quê?”, perguntou Peterson. Os dois debateram e concordaram que a resposta é o amor mútuo que se desenvolve entre pais e filhos. O empresário disse que convenceu muitas pessoas a terem filhos, e nenhuma delas se arrependeu.
Peterson refletiu sobre a passagem bíblica em que Jesus diz que é necessário ser como criança para entrar no reino dos céus. Para o psicólogo, tem a ver com a capacidade das crianças de deslumbramento com coisas com as quais os adultos se acostumam ao ponto de ignorar.
No fim da conversa, Peterson tocou no assunto da transição de gênero em crianças que sofrem de disforia de gênero, uma persistente vontade de mudar de sexo. “Por que você está engajado nesta batalha?”, perguntou o psicólogo.
Elon Musk respondeu que seu envolvimento foi gradativo, e que avisou ao governador da Califórnia, Gavin Newsom, que tiraria suas empresas do estado se Newsom aprovasse uma nova lei que permite que escolas escondam a disforia das crianças de seus pais. O governador ignorou o aviso, e as empresas se mudarão para o Texas.
A transição “é maldade”, para Musk. “Quase toda criança passa por uma crise de identidade. É possível para adultos manipular essas crises para convencê-las que são de outro gênero”. Os bloqueadores de puberdade “são drogas de esterilização”, afirmou.
“Aconteceu com um dos meus meninos mais velhos”, contou Musk. “Me enganaram e assinei documentos para o Xavier, antes que eu entendesse o que estava acontecendo. Disseram que ele cometeria suicídio”.
“Não consigo imaginar um terapeuta fazendo algo pior que isso”, reagiu Peterson.
“Não explicaram para mim que os bloqueadores esterilizavam. Perdi meu filho, basicamente. Eles chamam de deadnaming [usar o ‘nome morto’ da pessoa trans] por uma razão. A razão é que o filho ‘morre’. Meu filho Xavier ‘morreu’, foi ‘morto’ pelo vírus mental woke. Então eu jurei destruir o vírus mental woke depois disso. Estamos fazendo progresso”, disse Musk. “Bem-vindo ao clube”, respondeu Peterson.
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Se você também se revolta com dados sobre analfabetismo no Brasil, que não levam em conta os analfabetos funcionais, o artigo abaixo é de muita valia.
Vivemos numa sociedade onde, infelizmente, credita-se o valor de alfabetizado àquele que sabe assinar o próprio nome. Mas não temos um sem-número de pessoas que não conseguem interpretar textos?
PARA ROMPER COM O ANALFABETISMO FUNCIONAL
por Priscila Cruz* (Estadão, 25/06/2017, pg 2)
A recente divulgação dos dados da oitava edição do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), pesquisa realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, com apoio do Ibope, oferece um painel extenso e consistente dos níveis de alfabetismo de jovens e adultos brasileiros nos últimos dez anos.
Diferentemente das estatísticas fornecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que se baseiam em dados autodeclarados, o Inaf é realizado por meio de uma entrevista e um teste, avaliando efetivamente as habilidades de leitura, escrita e Matemática de brasileiros entre 15 e 64 anos de idade, classificando-os em quatro níveis de alfabetização: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar – estes dois considerados como analfabetos funcionais -, alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno – considerados juntos como alfabetizados funcionalmente. É este último nível, o pleno, que precisamos universalizar, pois é a condição necessária para a inserção digna e autônoma na atual sociedade, crescentemente complexa.
Os dados revelam que o Brasil parece ainda não se ter dado conta da urgência e da gravidade dos problemas que enfrenta no campo da educação.
Ainda que se tenha reduzido a proporção de analfabetos funcionais e aumentado os que estão no nível básico, é preciso mais, bem mais. Nossas atenções devem estar voltadas para o nível pleno de alfabetismo – e aqui houve retrocessos preocupantes. Entre 2001 e 2011, o domínio pleno da leitura caiu de 22% para 15% entre os que concluíram o Ensino Fundamental II, e de 49% para 35% entre os que fizeram o ensino médio. Com ensino superior, 38% não chegam ao nível pleno.
Como referência, no nível pleno estão as pessoas que conseguem ler e compreender um artigo de jornal, comparar suas informações com as de outros textos e fazer uma síntese dele. Em Matemática, as que resolvem problemas envolvendo porcentuais e proporção, além de fazerem a interpretação de tabelas e gráficos simples.
Não conseguimos avançar do básico para o pleno, nível estagnado há dez anos. Mesmo que o Inaf não seja um indicador escolar, pesquisando até mesmo pessoas que nunca tiveram acesso à escola, podemos atribuir parte desses resultados, justamente, à falta de acesso e à insuficiente aprendizagem dos alunos ao longo da educação básica. Ainda hoje não conseguimos garantir que todas as crianças e todos os jovens estejam na escola e adquiram as habilidades esperadas em cada série em disciplinas básicas como Português e Matemática.
Tal situação evidencia a urgência de um investimento eficiente, consistente e focado nos anos iniciais. É neles que todo o problema começa, mas também é neles que a solução deve nascer.
Portanto, como sociedade, precisamos exigir que todas as crianças estejam plenamente alfabetizadas até os 8 anos de idade. Sem se perder em discussões ideológicas estéreis, sem concessões de espécie alguma. É um direito de nossas crianças, que precisa ser assegurado.
Esse é o primeiro passo, e ainda estamos muito longe de considerá-lo um patamar vencido. A Prova ABC – a primeira avaliação externa da alfabetização das crianças de 8 anos realizada em 2011 pelo movimento Todos Pela Educação, pelo Instituto Paulo Montenegro/Ibope, pela Fundação Cesgranrio e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – mostrou que pouco mais de metade das crianças avaliadas apresentara aprendizado adequado em leitura e escrita no final do terceiro ano do ensino fundamental, e essa proporção cai para pouco mais de 40% em Matemática. As que não conseguem alfabetizar-se nessa etapa passam a acumular lacunas cada vez maiores, o que dificulta ou até mesmo impossibilita a sua aprendizagem nas etapas posteriores.
Dessa maneira, os dados revelados pelo Inaf 2012, somados aos indicadores produzidos pela Prova ABC, expõem o grande desafio educacional deste início do século 21: garantir a todos a alfabetização plena, pré-requisito para a garantia do aprendizado ao longo de toda a vida escolar de crianças e jovens.
Para mudar esse cenário é fundamental avançarmos rapidamente na agenda que deveria ter sido cumprida no século passado e romper com o descaso histórico com a qualidade da educação, direcionando muito mais esforços para assegurar que todos os alunos atinjam a competência em leitura, escrita e Matemática. E para isso é necessário começar pela base, desde a Educação Infantil.
O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) – a avaliação bianual realizada pelo Inep para monitorar a aprendizagem no final de cada ciclo – comprova essa tese. A pontuação média em Língua Portuguesa dos alunos do terceiro ano do ensino fundamental que não cursaram a Educação Infantil é de 169, enquanto a dos que a cursaram é de 187. Se a Educação Infantil tivesse uma qualidade muito boa no Brasil, esse impacto seria ainda maior.
Todas as evidências científicas apontam para a qualidade dos professores como fator determinante. Um bom professor é um ótimo começo. Assim, é preciso atrair os melhores professores para essa etapa do ensino, os mais experientes e mais bem preparados para trabalhar com as crianças que cursam os anos iniciais. As faculdades de Educação precisam ser reformuladas, colocando o foco na aprendizagem dos futuros alunos de seus alunos.
É vergonhoso que o país que tem o sexto produto interno bruto (PIB) do mundo esteja entre os piores em educação. Não obstante o Brasil conseguir acumular riquezas, não consegue distribuí-las de forma justa, e a má distribuição de renda é reflexo da educação de baixa qualidade.
Mais do que garantir escola para todos, é preciso universalizar a aprendizagem.
* DIRETORA EXECUTIVA DO MOVIMENTO TODOS PELA EDUCAÇÃO

Contando a história do surgimento do chorinho brasileiro O espetáculo musical infantil Operilda Cai no Choro, concebido por Andréa Bassitt, tem pré-…
Continua em: Musical infantil Operilda Cai no Choro estreia no CCBB SP

E hoje se comemora o 184º ano do nascimento de Machado de Assis.
Disse ele:
“Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouca importa; o essencial é que saiba amar”.
Teria sido ele o maior escritor do Brasil? Será que as gerações futuras discutirão isso ou outros gênios surgirão? Há aqueles que dizem que Paulo Coelho o superará/superou… não concordo.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, informar para crédito na postagem.
Celebra-se hoje o dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Motivo? São dois:
1) É o dia de falecimento do poeta Luís de Camões, que propagou mundo afora a língua que falamos.
2) Também é dia do Santo Anjo da Guarda de Portugal, protetor da nação lusitana.
Sendo assim, dia 10 de Junho é feriado na nossa Pátria-Mãe. E o mais curioso é: quando Portugal viveu a ditadura, era o Feriado do “Dia da Raça”. Em tempos politicamente corretos, tal título não seria adequado…
Ainda: com tantos assassinatos à língua portuguesa, como a criação de demagogos verbetes e termos (“Presidenta” me dói…), vale um dos poemas de Camões:
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Qualidade indiscutível!

L’amore è amore. Tratto da:Onda Lucana ®by Antonio Lanza – Pescopagano (PZ) Sei tucon la tua anima fragilesono ioche non sono stato vigilema …
Continua em: L’amore è amore

Vivemos uma época onde não se privilegia a leitura?
Nessa brincadeira da imagem, um retrato real:

“Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, é uma obra clássica que desafia as convenções narrativas ao trazer reflexões sobre a vida e a…
Continua no link em: Machado de Assis desafia convenções com ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’, obra irônica e metalinguística
Hoje, na Holanda, se festeja o “Dia do Rei”.
Por coincidência, estive ontem na cidade de Holambra, e fiquei admirado como o município (que é formado por descendentes holandeses) estava totalmente decorado e pronto para comemorar a data.
Viva os diversos folclores que podemos conhecer!

Ontem, Dia Mundial do Livro, tive o privilégio de apresentar os meus três livros aos artistas da Apoiarte – Casa do Artista . Foi uma tarde …
Continua em: Dia Mundial do Livro

No dia 23 de abril de 1897 nascia Pixinguinha, o pai de um dos ritmos mais prazerosos de se ouvir: o Chorinho! Por isso, hoje se celebra o Dia do Chorinho!
“Carinhoso“ é o carro-chefe das suas obras-primas. Mas sabia que a letra da canção só veio anos mais tarde, com o compositor João de Barro?
Ouça essa maravilha: http://www.youtube.com/watch?v=EGWg4YpS1ls
Tiradentes é simbolo de abnegados de um país revoltado com tantos impostos.
Caramba, e hoje é diferente daquele cenário? Some-se a violência, a falta de escolas, saúde precária…O José Joaquim ficaria mais fulo ainda se observasse tudo isso…
Conheça, extraído de: http://educacao.uol.com.br/biografias/joaquim-jose-da-silva-xavier-tiradentes.jhtm
TIRADENTES
Líder da Inconfidência Mineira e primeiro mártir da Independência do Brasil, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, nasceu em Minas Gerais em 1746, filho do proprietário rural português Domingos da Silva Santos. Antes mesmo de freqüentar a escola, já havia aprendido a ler e escrever com a mãe. Órfão de mãe e pai desde a juventude, ficou sob a tutela de um tio até a maioridade, quando resolveu conhecer o Brasil. Já adulto, foi tropeiro, mascate e dentista (daí o apelido). Trabalhou em mineração e tentou a carreira militar, chegando ao posto de alferes no Regimento de Cavalaria Regular. Foi na tropa que Tiradentes entrou em contato com as ideias iluministas, que o entusiasmaram e inspirariam a Inconfidência Mineira, a primeira revolta no Brasil Colônia a manifestar claramente sua intenção de romper laços com Portugal, marcando o início do processo de emancipação política do Brasil. A revolta foi motivada ainda pela decisão da coroa de cobrar a derrama, uma dívida em atraso. A conspiração foi delatada por Joaquim Silvério dos Reis e todos os seus participantes foram presos. Sobre Tiradentes, recaiu a responsabilidade total pelo movimento, sendo o único conspirador condenado à morte. Enforcado em 21 de abril de 1792, teve seu corpo esquartejado. Seus membros foram espalhados pelo caminho que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua cabeça foi exposta em Vila Rica. Com a morte de Tiradentes, o Estado português queria demonstrar uma punição exemplar para desencorajar qualquer revolta contra o regime colonial. Tiradentes tornou-se mártir da Independência e da República.
Com informações da Nova Enciclopédia Ilustrada Folha

Pintura de Oscar Pereira da Silva traz um rosto idealizado de quem seria Tiradentes Imagem: Acervo do Museu Paulista da USP (de UOL).
Hoje é Dia do Índio. Mas você sabe a origem da data?
Extraído de: https://obaudofoclore.wordpress.com/2021/04/11/que-data-e-essa-19-de-abril-dia-do-indio/
QUE DATA É ESSA?
No México, no ano de 1940, foi realizado o I Congresso Indigenista Interamericano, do qual participaram diversos países da América.
Os índios também foram convidados, mas por causa das constantes perseguições e do desrespeito que sofriam, não aceitaram o convite.
Dias depois, após uma reflexão sobre a importância do Congresso na luta pelos seus direitos, os índios decidiram comparecer. A data do acontecimento, 19 de abril, tornou-se o Dia do Índio em todo o continente americano. No Brasil, o decreto nº 5.540 oficializou a data. Foi assinado pelo então presidente Getúlio Vargas, em 1943.

Hoje o Rei Roberto Carlos faz 83 anos de idade.
Das suas inúmeras maravilhosas músicas, é difícil escolher uma só. “Além do Horizonte” ou “Detalhes”?
Preferi “Eu te amo, te amo, te amo”. Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=7ATkpAnB3JQ
Olhe só que bacana: muita gente usa esses termos para se referir a “alguém qualquer”, mas não sabe de onde eles são.
Você conhece o Fulano mesmo? E o Beltrano? Ainda: e o Sicrano?
A explicação em: https://youtu.be/61Ehk9DQ8fM

É tão difícil É tão difícil agradar É tão difícil entender É tão difícil se podar Para caber em um lugar Que nem seu é pra ser. E para falar a …
Continua em: É tão difícil
Fiquei muito curiosa em saber mais sobre o que Platão pensava sobre a música pois recebi algumas de suas idéias onde ele relatava que a música …
Continua em: Platão e a Influência da Música no Caráter das Pessoas.

Muitas pessoas tomam boas iniciativas de ajudar o próximo. Uma delas é a “Estante Solidária”, onde você deposita livros a fim de que quem não possa comprá-los, possa os ler gratuitamente.
Alguma alma de bom coração lotou essa aqui, em Bragança Paulista, entre o Jardim Europa e Jardim Primavera: doou uma quantidade significativa!
Parabéns ao anônimo, que faz o bem sem olhar a quem e ainda promove a Cultura e a Educação do nosso país.
Olhe abaixo:
A quote will always be there for you! Can you say the same about people?
Continua em: Hope Quote By Shannon Alder: “Books open the…”

Ai de mim! Ai pobre de mim!Que pergunto a Deus para entender. Que crime cometi contra Vós?Pois se nasci, entendo já o crime que cometi. Aí está motivo …
Continua em: Monólogo de Segismundo – por Dan Stulbach – Filme “Tempos de Paz”

O Dia Mundial da Poesia, celebrado em 21 de março, foi estabelecido pela Unesco em 1999 com o objetivo de homenagear a arte poética e refletir sobre …
Continua em: Celebre o Dia Mundial da Poesia com poemas importantes para provas do Enem!

Hoje passei pelo Posto de Monta de Bragança Paulista e vi esse carro alegórico: um dragão!
Minha pequena filha Estela ficou admirada, olhando, e me perguntou: “como pode fazer um bicho tão real”?
Não sei. Mas sei que há gente que se dedica a fazer alegorias tão caprichadas pelo prazer do Carnaval. Verdadeiros artistas!
