– O Maior Recall de Preservativos no Mundo

De certo, inédito: A Olla promoverá o maior recall de camisinhas do mundo, onde mais de 600 mil produtos serão trocados por “desvio de defeito”.

Fico pensando: já imaginaram o que pode acontecer com o uso de preservativo com problema de fabricação? De AIDS até gravidez indesejada!

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201208232228_TRR_81521059e

COM DEFEITO, OLLA CONVOCA RECALL DE CAMISINHAS

A fabricante de preservativos Olla convocou nesta quinta-feira um recall de seus produtos por um possível desvio de qualidade que pode torná-los impróprios para o uso. Ao todo, 78,1 mil pacotes deverão ser devolvidos à empresa – o que totaliza 624,8 mil camisinhas.

De acordo com a fabricante, os proprietários dos preservativos dos lotes J12A0534, J12A0535, J12A0599, J12B0083, J12B0087, vendidos na promoção “leve 8, pague 6”, deverão guardar as embalagens e entrar em contato com a Olla pelo telefone 0800 0126888 ou e-mail atendimento@olla.com.br para a troca ou o reembolso do produto. Segundo a Olla, o número de preservativos que deverão passar pelo recall corresponde a cerca de 0,8% da produção anual da companhia.

A empresa orientou os consumidores para identificarem os lotes dos preservativos

– O Império Polishop: 1 Bilhão de Produtos Não-Convencionais

O Empreendedor João Appolinário, dono da Rede Polishop, mostra como se tornar um bilionário com inovação, produtos inusitados e a dica promocional: persistência e convencimento na propaganda!

Extraído de IG empresas (clique aqui para a citação)

APPOLINÁRIO, DA POLISHOP, FATURA 1 BILHÃO COM PRODUTOS NÃO CONVENCIONAIS

Empresário se desfez de concessionária do pai para vender o “7 Day Diet”, em 1999. Agora, vai abrir megalojas, quatro vezes maiores que as atuais

Por Cláudia Facchini

João Appolinário, que fundou a Polishop há onze anos, diz que, se precisar comprar uma simples mesa para sua cozinha, terá de ir a uma loja da Casas Bahia, e que as pessoas às vezes lhe perguntam se possui todos os produtos que vende. “Seria impossível ter tudo em minha casa”, afirma.

O empresário faz sucesso com um conceito que foge do tradicional. Appolinário não revela quanto fatura, mas estima-se que o seu grupo já venda mais de R$ 1 bilhão, número não confirmado por ele.

Na Polishop, o consumidor encontra aquele tipo de produto que nunca soube que precisava – embora tenha vivido sem ele até hoje em muitos casos. E não são artigos vistos facilmente em qualquer lugar, como na Casas Bahia.

A Polishop não vende uma escada, mas uma escada dobrável, que pode ser configurada de 14 diferentes formas e que cabe no armário da lavanderia. Ela não vende uma poltrona, mas uma poltrona que faz massagem e pode custar R$ 6 mil.

“Os produtos precisam ser inovadores”, afirma Appolinário, que já chegou até mesmo à Argentina, onde a Polishop vende pela internet e pela TV. O grupo também exporta produtos para 40 países.

Mas nem todas as inovações dão certo, admite Appolinário. O empresário conta que possui em casa uma máquina de fazer pizza, mas que esse produto não está à venda na Polishop. “Achei que seria um grande sucesso. Eu mesmo adoro. Mas acabei desistindo de vender”. Ele não sabe bem por que a máquina não agradou, mas supõe que as mulheres não queiram correr o risco de ter de fazer pizza em casa e perder a esperada oportunidade que de ir ao restaurante.

Megalojas experimentais

A Polishop possui, além de seu site, 140 lojas em shopping centers, vende pela TV e por catálogo. Até o fim do ano, a rede chegará a 150 filiais e, se inventarem algum novo canal de venda, a Polishop estará lá. “Ser multicanal está no DNA da empresa”, diz Appolinário, que, começou, em 1999, aos 36 anos de idade, vendendo pela TV. A primeira loja física da Polishop foi aberta em 2003.

Na verdade, o empresário colocou o seu primeiro pé no varejo ao vender pela TV e por catálogo o “7 Day Diet” (dieta de sete dias), divulgada na época pelo piloto Emerson Fittipaldi.

O pai de Appolinário foi dono de uma concessionária Ford em São Caetano do Sul, onde Samuel Klein também fundou a Casas Bahia. Em 1998, após voltar da Flórida, nos Estados Unidos, e assumir a concessionária, Appolinário decidiu vender a empresa e partir para novos negócios, numa época em que o comércio eletrônico dava seus primeiros passos e a internet começava a revolucionar os hábitos de consumo no mundo.

Agora, a nova investida de Appolinário são megalojas experimentais, de aproximadamente 1 mil metros quadrados de área de vendas. Nessas lojas, os clientes poderão ver os produtos em funcionamento e manuseá-los, como uma máquina de lavar ou uma chapinha para cabelo, por exemplo. “Ali, não terá um aviso de que é proibido tocar nos produtos. Pelo contrário, vamos dizer: sente-se, experimente, mexa”, diz Appolinário, que irá abrir a primeira unidade nesse conceito no começo de 2012. O objetivo é chegar a 10 unidades nos próximos meses.

Atualmente, as lojas da rede possuem uma área bem menor, entre 200 e 250 metros quadrados. Se somadas todas as filiais, a Polishop possui hoje cerca de 25 mil metros quadrados de área de vendas. Para 2012, a previsão é agregar outros 12 mil ou 15 mil metros quadrados. “Deste total, 6 mil já estão contratados”, diz Appolinário.

Campeã de vendas

Para algumas marcas, como o “juicer”, processador de alimentos da Philips Walita, a Polishop já se transformou em um dos maiores revendedores.

Um dos seus produtos mais emblemáticos é o grill elétrico George Foreman, que foi lançado pela rede em 2005 e que, na época, foi visto com ceticismo pelos concorrentes. “Hoje, o grill é uma categoria importante, mas, antes, as pessoas acreditavam que, no Brasil, ninguém iria se interessar por um grill elétrico”, afirma Appolinário.

Entre os carros-chefes da Polishop também estão os aparelhos de ginástica, categoria em que a varejistas já se transformou em dos maiores revendedores do País. São aparelhos que prometem resultados incríveis, como o Energy Turbo Charger , que estimula “todos os músculos do seu corpo sem sair do lugar”.

As propagandas persuasivas são a alma do negócio da Polishop. Appolinário, enquanto fala ao iG,  caminha pelos estúdios onde os comerciais são gravados na nova sede da empresa, na zona Sul cidade de São Paulo. Tudo é produzido em casa, do cenário e roteiro à gravação.

– O “Caladão Telefônico” Brasileiro

E a Anatel proibiu Claro, TIM e OI de comercializar novas linhas de celular no Brasil (em diversos estados) a partir de 2ª feira. O problema assinalado é que elas não prestam um bom serviço. A Vivo escapou (sabe-lá-porquê).

Sou cliente das 4 operadoras (justamente porque preciso ser achado via fone e do trecho de 2,5 km da minha casa ao trabalho, as 4 se revezam em não ter sinal!). TODAS SÃO RUINS E DESRESPEITAM SEUS CLIENTES.

Tive experiência negativa com todas elas. E, sinceramente, se existisse uma 5ª grande operadora nacional, acho que o problema não mudaria…

– Como Evitar o Abastecimento de Combustível Adulterado?

Cada vez mais os consumidores sofrem com comerciantes mal intencionados que lesam inocentes clientes. Dessa forma, vale a pena conhecer bem o posto de combustível que você abastece: confiar no frentista, conversar com o gerente e sair satisfeito.

A Revista Isto É publicou na edição desta semana algumas dicas para evitar prejuízos com combustíveis adulterados. Vale a pena conhecê-las:

DICAS PARA SE PREVENIR CONTRA O COMBUSTÍVEL ADULTERADO

por Adriana Nicácio e Fabíola Perez

– Gasolina Formulada versus Gasolina Refinada

A Revista Combustível & Conveniência, Ed maio/2012, pg 40, traz uma importante matéria, intitulada “Gasolina Formulada: mais barata, mas com menor rendimento”.

Você sabe se o posto em que está abastecendo vende gasolina formulada ou refinada?

Pois é: a gasolina formulada vem ganhando mercado, custando R$ 0,20 a menos (não repassado ao consumidor, infelizmente). O produto é autorizado pela Agência nacional de Petróleo (ANP).

O principal problema é que essa gasolina é mais volátil, rende menos e pode levar o consumidor a grandes enganos.

A química Sonja Bárbara Barczewski, gerente técnica do laboratório CEFET/MG, alerta que essa gasolina, embora legalizada, é:

composta de resíduos de destilação petroquímica adicionada de solventes, com qualidade inferior ao combustível refinado pela Petrobrás.

Portanto, a grande dúvida é: por que não obrigar ao Posto de Combustível a informar ao cliente se sua Gasolina é FORMULADA ou REFINADA?

Vale a pena ficar atento!

– Black Friday Paraguay

Recentemente, tivemos uma imitação do “Dia de descontos dos EUA”. Imitando os americanos, as grandes redes varejistas brasileiras escolheram um único dia para queimar seus produtos, a quase 70% de descontos.

Agora, nossos hermanos de Ciudad Del Este farão o mesmo, em 1000 lojas, começando hoje (sexta-feira dia 11) e terminando dia 13.

Sabem qual a preocupação?

A concorrência com Miami! Ir para os EUA e trazer bons produtos está mais barato, e isso fez com que aquele que viajava para o Paraguai pensasse duas vezes antes de se aventurar.

Se vale a pena, não sei. Mas sinceramente dou preferência a produtos de boa qualidade, e provindos de Ciudad Del Este, confesso, não acredito muito. E você?

– Consumo Esperado de Combustíveis nos Veículos Brasileiros

O INMETRO realizou um trabalho de pesquisa com inúmeros parceiros, referente ao consumo de combustíveis dos veículos brasileiros.

Após o vasto estudo, divulgou o gasto médio esperado dos automóveis. No link, a tabela de modelos e quanto eles devem fazer por litro. Abaixo, clique em:

TABELA CONSUMO MÉDIO DE VEÍCULOS

– Febre das Amostras Grátis Chega ao Brasil

No Japão, lojas que dão amostras grátis de seus produtos se tornaram um modismo. E esse mesmo modismo está chegando no Brasil, com algumas redes abrindo suas filiais aqui.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/67674_PODE+VIR+QUE+E+DE+GRACA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

PODE VIR QUE É DE GRAÇA

por João Loes

Chegam ao Brasil as lojas de amostras grátis, de onde é possível levar, sem pagar, produtos de até R$ 100

Imagine entrar em uma loja com os últimos lançamentos de marcas consagradas de todos os setores, escolher o equivalente a R$ 500 em compras e sair sem pagar nada – nem ser preso por roubo. Isso será possível no mês que vem, com a inauguração da primeira loja de amostras grátis do País, na cidade de São Paulo. Nela, consumidores associados poderão escolher até cinco produtos para levar para casa, com a condição de que respondam a um questionário virtual de avaliação. E para se associar basta desembolsar uma anuidade simbólica que não passa dos R$ 15. Este modelo de negócios, batizado de tryvertising – uma fusão das palavras try (experimentar) e advertising (propaganda) –, desembarca no Brasil depois de quatro anos de sucesso no Japão, na Espanha e nos Estados Unidos. “Corri para me cadastrar”, conta a socióloga paulistana Cristiane Donini, 40 anos. “Como posso levar sem pagar, acho que vou me sentir mais livre para experimentar produtos que eu não levaria se tivesse que pagar.”

Dar diferentes opções de amostras grátis para o consumidor é a novidade dessas lojas. Embora sejam usadas pela indústria da propaganda, as amostras, de maneira geral, chegam ao comprador em potencial sem muito critério, como um sachê de xampu em uma revista, bebidas em um bar ou produtos em supermercados. O produto pode até acabar nas mãos de quem interessa, mas o risco de que a amostra seja esquecida ou descartada é enorme. No tryvertising um importante filtro entra em ação logo de início: o da escolha do comprador, pois ele quer o produto. “Com isso, a avaliação que recebemos é mais relevante”, explica João Pedro Borges Badue, publicitário e sócio da Sample Central!, uma rede internacional de lojas de amostras grátis que abre sua filial brasileira em junho, também em São Paulo. “Culturalmente, o brasileiro é curioso e aberto ao que é novo”, lembra Badue, que investiu R$ 4 milhões na empreitada com sócios como a agência Bullet e a empresa de pesquisas Ibope. No primeiro ano, eles esperam recuperar o investimento faturando R$ 7 milhões.

A pioneira no Brasil será o Clube Amostra Grátis, que abre as portas em 11 de maio num espaço de 400 m2. “Como não temos vínculos fortes com agências de publicidade, podemos aumentar a variedade de amostras grátis em nossas gôndolas”, diz Luis Gaetta, publicitário e fundador do clube. Ter uma carteira variada de clientes expondo é fundamental, pois parte do faturamento das lojas decorre da venda dos espaços nas gôndolas às empresas que querem exibir seus produtos. Somadas, as expectativas de cadastro de clientes no primeiro ano das duas lojas chega a 60 mil pessoas. Parece que dar opinião finalmente virou um negócio lucrativo para todos.

– Quando existe a Qualidade, eu dou preferência!

Já passei da fase de me aventurar com marcas duvidosas. Como consumidor, prefiro qualidade do que preço. Por que vou comprar algo que quebrará logo, se existe concorrente de melhor qualidade? Avalio a diferença do custo benefício e, principalmente, o quesito Durabilidade!

Tinha um rádio-relógio marcas “barbante”. Descartei. Agora, troquei por um Yamaha (na verdade, misto de aparelho de som/ rádio relógio/ e outras coisas). Carro chinês nem pensar. Tênis fajuto passo longe!

Quanto mais maduro, mais você se torna exigente e passa a ser fã de marcas de boa qualidade e que não enganam o cliente: Apple, Asics, Sony, etc.

Às vezes, vale mais se esforçar em comprar algo um pouco mais caro e não ter dor de cabeça do que se aventurar a porcarias.

– Os Sabonetes que Enganam os Consumidores

Protex, Lifebuoy e Dettol: os 3 sabonetes que prometem acabar com bactérias, realmente as eliminam?

Pois é… A Proteste (aquela instituição que sempre testa os produtos ao extremo) fez a prova com 10 marcas. O resultado? Que poucos eliminam bactérias. O Protex, por exemplo, é líder de vendas e não eliminou nenhuma!

Extraído de: http://is.gd/FRoz5t

PROTEX E OUTROS SABONETES NÃO PROTEGEM CONTRA BACTÉRIAS, DIZ PROTESTE

Sabonetes bactericidas prometem acabar com as bactérias e germes presentes no corpo, mas, segundo teste da Proteste, nem todos eles cumprem a promessa. Protex (em barra e líquido) e Lifebuoy líquido não eliminaram nenhuma das quatro bactérias testadas, apesar de se autointitularem bactericidas. O Dove hidratante também não eliminou bactérias.

Foram analisados dez produtos bactericidas, sendo três líquidos e sete na versão em barra, entre eles dois sabonetes hidratantes – Dove e Granado Tradicional – eleitos o melhor do teste e a escolha certa pela Proteste no ano passado.

Os três produtos mais bem avaliados são em barra. E esses produtos devem ser usados com frequência apenas nas mãos.

Oito sabonetes eliminaram a bactéria Escherichia coli, presente no intestino grosso e nas fezes humanas. “A constatação mais surpreendente foi quanto ao Protex. O sabonete, líder nesse segmento, garante acabar com 99,9% das bactérias presentes na pele. Porém, não eliminou, nem sequer reduziu, qualquer micro-organismo usado no teste”, diz a publicação do instituto de proteção ao consumidor.

Dos cinco sabonetes que anunciavam proteger a pele contra o S. aures, somente o Dettol em barra confirmou sua ação. Protex e Lifebuoy, nas versões sólidas, ainda garantem eliminar a S. marcescens, o que só o Lifebuoy conseguiu. Vale ressaltar que Granado Antisséptico, Ypê, Racco e Protex não indicam em seus rótulos para quais bactérias devem agir. No entanto, fora o Protex, esses produtos demonstraram ação bactericida.

Para fazer o teste de eficácia bactericida, utilizamos uma solução padrão, composta de sujeira “criada em laboratório” e quatro bactérias específicas. A solução foi colocada em diferentes placas e, em cada uma delas, foi aplicada uma quantidade de sabonete. Foram bem avaliados aqueles produtos que conseguiram eliminar, em um período de cinco minutos, a 20oC, a maior quantidade de bactérias.

Outro lado

A Colgate, companhia da linha Protex informa que ainda não tem um posicionamento sobre os resultados do teste da Proteste. A Unilever, detentora da marca Lifebuoy, esclarece que o produto fabricado pela empresa atende todas as normas vigentes no Brasil, tanto com relação aos processos de fabricação, quanto aos ingredientes presentes. “A empresa não recebeu da Pro Teste o laudo de análise do produto citado, portanto desconhece os critérios e metodologias utilizadas para se posicionar sobre tais resultados”. Já sobre o Dove, a assessoria da marca afirma que o produto não divulga ter propriedades bactericidas.

 

RESPOSTA DA COLGATE-PALMOLIVE

COMUNICADO DA COLGATE-PALMOLIVE À IMPRENSA

Líder no segmento de sabonetes antibacterianos, a marca Protex® cuida da saúde das famílias, ajudando a eliminar as bactérias da pele além de criar uma barreira protetora de longa duração.

Protex® é clinicamente comprovado para eliminar 99,9% das bactérias. Mundialmente, os benefícios de Protex® são comprovados por diversos estudos científicos que seguem reconhecidos padrões internacionais.  Estes estudos são realizados com pessoas usando o sabonete Protex® e água. A prova da eficácia de Protex® foi analisada e aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Recentemente, uma revista ao consumidor analisou a eficácia antibacteriana de várias marcas de sabonete, incluindo Protex®. Os detalhes da metodologia, que não envolvem pessoas usando os sabonetes, não foram disponibilizados e por isso não podemos comentar sobre o seu mérito científico.

A marca Protex® tem eficácia comprovada com suporte de vários estudos científicos e respeita muito a confiança das famílias brasileiras adquirida ao longo de mais de 25 anos.

– Atrasos Médicos rendem Dinheiro e Brindes aos Pacientes?

Os americanos estão levantando a bandeira que deverá chegar ao Brasil: o fim dos atrasos em consultas médicas!

Lá, alguns clientes cobram pela hora de espera a que são submetidos. Outros entram na Justiça. Há médico que distribui lanches e vales para suportar as reclamações.

Se a moda pega…

Extraído de: http://istoevip.terra.com.br/reportagens/156863_UM+BASTA+AO+ATRASO+DO+MEDICO?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

UM BASTA AO ATRASO MÉDICO

Reação às prolongadas esperas nos consultórios obriga os médicos a adotar medidas de compensação pelo tempo perdido

Por Rachel Costa

É uma cena rotineira encontrar o paciente que chegou pontualmente para uma consulta fo­lhean­do revistas na sala de espera, aguardando o médico às vezes por horas. Até nos especialistas mais caros e em países como os EUA não raro a premissa para ser atendido é esperar. Por lá, porém, o tema tem ganhado destaque com a reação de pacientes que, literalmente, estão mandando a conta da espera para o médico. Um dos casos divulgados foi o da consultora Cherie Kerr, 67 anos. Após 45 minutos aguardando seu oftalmologista, ela não teve dúvida: cobrou-lhe US$ 150, prontamente abatidos da conta. “Muitos profissionais não percebem que o paciente perde dinheiro quando tem de esperar pelo atendimento”, disse à ISTOÉ.

Outros médicos americanos também têm se proposto a pagar ou conceder brindes – um vale-presente em uma cafeteria, por exemplo – a quem é prejudicado pela demora. Nos EUA, a média de atraso para uma consulta é de 24 minutos. E a preocupação com o assunto tem ganhado tanta atenção que já há até um aplicativo, o MedWaitTime, que permite ao paciente conferir, pela internet em tempo real, se o médico está cumprindo com os horários ou não (para isso o especialista deve pagar uma taxa mensal e se cadastrar no serviço).
No Brasil não há dados sobre o tempo de espera, mas a demora é comum. “A situação brasileira e a americana são similares”, fala Hugo Campos, membro da Sociedade de Medicina Participativa, órgão internacional de orientação a pacientes. “É importante exigir que o atendimento seja na hora marcada.”

Da parte dos médicos, é possível pinçar algumas iniciativas no País semelhantes às dos EUA. Um exemplo é o cirurgião plástico Alan Landecker, em São Paulo. Por dia, passam pelo seu consultório de 20 a 30 pacientes. “É difícil não acontecer atraso”, diz. A solução de Landecker foi criar um método para minimizar os aborrecimentos. “Se eu percebo que os pacientes terão que esperar mais de 30 minutos, eles são avisados por telefone e podem remarcar para outra data”, explica. Quem já está no consultório ganha um lanche. Quando o atraso supera uma hora, o valor da consulta não é cobrado.

Do outro lado, o paciente se sente valorizado. O piloto Leonardo Gomide, 34 anos, recebeu com surpresa a notícia de que, após uma hora na sala de espera, não pagaria pelo atendimento. “Era minha primeira consulta com o médico”, conta. “A secretária dele me ligou avisando que ia atrasar, mas não desmarquei porque moro em outra cidade.”

É importante ao paciente saber cobrar por seus direitos. Alertar o médico sobre o inconveniente dos atrasos pode ser um primeiro passo. “E, se a demora for excessiva, uma solução pode ser recorrer às vias administrativa e judicial”, orienta Vinícius de Abreu, consultor jurídico da ong Instituto Saúde Legal. O advogado especializado em direitos do consumidor Horácio Conde Ferreira explica que, na Justiça, há três alegações básicas que podem ser usadas. “Pode-se alegar que houve abuso de poder por parte do médico, falta de razoabilidade profissional, por ter marcado consultas com intervalos muito curtos, ou mesmo falta de boa-fé por ter dito que seria possível atender um paciente e não fazê-lo.”

Ao pensar em solução por meio da Justiça, porém, deve pesar o bom-senso. “São raros os médicos que trabalham em tempo integral em uma instituição”, ressalta o médico Fernando Lucchese, diretor do hospital São Francisco de Cardiologia, de Porto Alegre. “Geralmente eles dependem de vários empregos e por isso se atrasam.” Autor do livro “Comunicação Médico-Paciente: um acordo de cooperação”, ele é contra recompensas materiais. “A melhor compensação que o médico pode dar ao paciente é um ótimo atendimento”, opina. Para ele, do mesmo modo que se pede ao profissional jogo de cintura para resolver eventuais problemas na agenda, ao paciente cabe um pouco de compreensão. “Quando ele procura algum órgão fiscalizador para se queixar do médico, é sinal de que a relação se quebrou”, avalia. 

– Recall de Ovo de Páscoa?

A Arcor anunciou “recall de ovos de Páscoa”.

Em pleno término da Quaresma, quer data pior?

É o tipo de situação que preocupa os pais consumidores: os 550 mil Ovos da Rapunzel tiveram recall. Motivo- o brinde que vem dentro (deve ser a própria Rapunzel) exala um odor que contamina o próprio chocolate!

Mesmo com recall, como pai, eu evitaria a compra do ovo. E você?

Por mais cuidado que a empresa tenha, esta é uma situação dramática para os executivos: recuperar a confiabilidade!

– Bacalhau não é Peixe!

Pois é: nessa época em que muitos se esquecem das orações e consomem bacalhau ao invés de carne (claro, não é uma incoerência jejuar carne e trocá-la por uma iguaria como o bacalhau?), tem muito aproveitador ganhando dinheiro vendendo gato por lebre; ops: digo, peixe por bacalhau!

O que tem de peixe alternativo sendo repassado como bacalhau… dos mais baratos aos mais caros!

Bacalhau legítimo tem que ser da Noruega ou do Porto. O resto, é similar…

– Oi Celular: Mais de 40 Protocolos e 5h20m de Reclamação, e… Ufa!

Enfim consegui resolver a minha pendenga com a operadora OI! Por um erro da empresa, bloquearam minhas 5 linhas do plano que tenho com ela. Após a empresa assumir a gafe (depois de acionada pelo 1331 da Anatel – usem esse número, funciona!), manteve meus bloqueios. Todo dia, toda hora, todo instante… desculpas e mais desculpas esfarrapadas! E o pior, eles dão respostas automáticas: só de “erro sistêmico naquele instante”, foram mais de 20! E transferir a ligação e cair em seguida, outras tantas.

Aliás, depois de tanta gente atendendo, percebi que um ou outro funcionário está a fim de resolver o problema. Os demais, se o problema for fácil, até tenta. Se tiver dúvida, empurra com a barriga mesmo.

Tenho exatos 35 protocolos anotados (alguns eu perdi). Dá para reclamar de 10 dias sem as linhas, já que acordo e durmo (por motivos profissionais) com os aparelhos ligados. Só me falta cobrarem pelo período…

– Propaganda enganosa do Novo Ipad?

E agora? Nós ainda não temos a tecnologia 4g no Brasil, mas consumidores descobriram que seus iPads 4g não funcionam fora dos EUA!

Confesso não saber, mas será que a Apple avisou claramente esse detalhe?

– Americanas, Submarino e Shoptime proibidas de vender em São Paulo por péssimo atendimento, segundo Procon

Os 3 maiores sites de vendas on-line do Brasil são: Americanas, Submarino e Shoptime. Ambos são de um mesmo grupo, o B2W. E o excesso de reclamações dos clientes dessas empresas fez com que o Procon tomasse uma atitude drástica: suspendeu por 3 dias a venda de qualquer produto no estado de São Paulo!

Extraído de: http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/03/14/procon-sp-suspende-por-72-horas-sites-americanascom-submarino-e-shoptime.jhtm

PROCON-SP SUSPENDE POR TRÊS DIAS OS SITES AMERICANAS.COM, SUBMARINO E SHOPTIME

O Procon-SP determinou a suspensão por três dias dos sites Americanas.com, Submarino e Shoptime – eles não poderão realizar vendas em todo o Estado de São Paulo por 72 horas, a partir de quinta-feira (15). As três páginas são de responsabilidade da B2W Companhia Global do Varejo, que também deverá pagar multa no valor de R$ 1.744.320 por conta de reclamações de clientes. A decisão foi publicada nesta quarta (14) no “Diário Oficial do Estado”, e não cabe recurso.

Procurada, a empresa afirmou que ainda não tem um posicionamento sobre o caso.

A suspensão tem como base o artigo 56, VI do Código de Defesa do Consumidor, e foi motivada por reclamações em 2011 sobre entregas de produtos e também defeitos nos itens adquiridos. “Isso é um descaso, desrespeito ao consumidor. Fizemos várias tentativas chamando a empresa para o diálogo no Procon, mas o problema não foi resolvido”, explicou em nota Paulo Arthur Góes, diretor-executivo da fundação.
Em 2010, continua a nota, o Procon-SP registrou 2.224 atendimentos sobre problemas com os sites da B2W. Em 2011, esse número aumentou em 180%, com o registro de 6.233 atendimentos.

Segundo a fundação, a empresa já havia recorrido da decisão em 1º grau para a suspensão dos sites, publicada em 10 de novembro de 2011 no “Diário Oficial”. A decisão, no entanto, foi mantida, conforme divulgado nesta quarta-feira. 

Há também a determinação de que, na página inicial dos sites bloqueados, seja exibida a seguinte mensagem: “O Grupo B2W, em virtude de decisão proferida pela Fundação PROCON – SP, em processo administrativo de n° 2573/2010, está com as atividades de e-commerce suspensas em todo o Estado de São Paulo, por 72 (setenta e duas) horas, a partir de 15 de março de 2012”.

– O Péssimo Atendimento de Alguns Supermercados Jundiaienses

Conhecer a cultura local é importante para o sucesso de qualquer negócio. Contratar funcionários da região, idem.

Digo isso pelo atendimento de algumas redes de supermercados de Jundiaí. NUNCA consigo ser bem atendido no Carrefour ou no Extra. Porém, os concorrentes da cidade – Russi, Boa, Coopercica e MonteSerrat (Itupeva) – sempre me proporcionam experiências melhores!

Nas duas redes nacionais, os caixas sempre estão de cara amarrada. Custa um sorriso? Ninguém orienta a isso? Além dos poucos caixas abertos e a falta de empacotadores…

Diferente das redes locais, onde se vê a simpatia e sempre um jovem e/ou idoso pronto para ajudar no empacotamento.

É por isso que levo a ferro-e-fogo a decisão de evitar esses grandes hipermercados e privilegiar gente/comércio daqui que atende bem!

E você, o que pensa do seu mercado de preferência?

– Desconfie do Posto de Combustível Picareta!

Tenho um posto de combustível, e a concorrência no nosso ramo é árdua. A mais difícil é a concorrência desleal, onde você vende produtos que tem origem da Petroibrás e concorre com outros similares: gasolina batizada, formulada, com galonagem modificada na bomba, etc.

Acabamos de atender um cliente cujo veículo abasteceu num posto com o preço R$ 0,15 mais barato que a média. Seu carro, que ficou falhando, travou aqui na entrada. Nosso frentista esgotou o tanque, e o combustível era uma mistura de gasolina, nafta e algumas coisitas mais. Lamentável…

Independente de onde for o seu posto, dê sempre preferência à qualidade. Esqueça o preço, pois pode sair mais caro uma diferença de alguns centavos. Vá sempre naquele que você está acostumado, onde a fama é boa e você conhece as pessoas que lá trabalham. Essa é a maior garantia.

– Os Boatos e Mitos sobre Produtos. O caso “Coca-Cola”

Empresas de grande porte, vira e mexe, são obrigadas a conviver com boatos sobre produtos de sucesso. McDonald’s, Microsoft, Google e outras são alvos potenciais.

Entretanto, uma delas, a Coca-Cola, fez algo diferente. Criou um espaço só para responder os emails, spams e outras correntes eletrônicas difamando produtos.

Um dos emails mais comum é de que a Coca Zero levaria ao câncer. Esse e outros boatos podem ser encontrados (com a resposta oficial da empresa) no endereço virtual: http://www.cocacolabrasil.com.br/boatos_mitos.asp?inicio=1

É o custo de ser grande…

– A Atriz e o Empacotador

Sempre ajudo, mas empacotar toda a compra do mês é f…

A atriz Nívea Stelmann, via Twitter, reclamou que é um desrespeito ao consumidor os supermercados não fornecerem empacotadores. E eu concordo em partes!

Particularmente, evito mercados que não tenham empacotadores. Dou preferência aos que tem, e, em muitos mercados, vejo de jovens aprendizes até trabalhadores da 3ª idade.

Cá entre nós: normalmente, quem fornece empacotadores são médios mercados. As grandes redes nunca têm. E, pior: as caixas passam as compras pela leitora e muitas vezes ficam paradas, com a fila no aguardo, olhando o cliente empacotar. Meras espectadoras… Em outras redes, as caixas ajudam.

Sinceramente, se eu puder evitar Carrefour, WalMart, Pão de Açúcar, Extra… com prazer!

Em Jundiaí, as redes Coopercica, Boa e Russi costumam fornecer empacotadores, e esse é o diferencial que levo em conta na tomada de decisão na hora de escolher um mercado.

– Os Golpes em Postos de Combustíveis que Lesam os Consumidores

Bico Seco, Álcool Molhado e Gasolina Batizada. Estes, são os golpes mais comuns contra e economia popular praticado contra clientes em Postos de Combustíveis.

Ontem, o programa Fantástico da Rede Globo levou ao ar uma matéria sobre o Golpe da Bomba que adultera a quantidade de litros vendida. Infelizmente, este é apenas 1 dos muitos golpes que bandidos travestidos de donos de Postos de Combustíveis praticam. E além do desfalque aos bolsos dos consumidores, praticam a concorrência desleal contra os bons comerciantes, que não compactuam com esse covarde e silencioso crime.

Para quem não assistiu, está em:

http://www.youtube.com/watch?v=l83MLVQLZa4&feature=player_embedded

– Propaganda Enganosa das Emissoras?

Quando garoto, não existia TV a Cabo ou até mesmo DVD. Para ter um vídeo cassete era necessário entrar em consórcio! Assim, como não dava para ir ao Cinema com freqüência, ficava esperando a Globo anunciar os filmes do ano seguinte.

Normalmente, no final do ano, ela anunciava para o ano novo todos os sucessos que os adolescentes queriam ver e não podiam, até porque era difícil ter locadora de filmes por perto.

Agora leio que a TV Record anunciou para 2011 que exibiria 12 filmes de sucesso! E exibiu só 1…

Ô dona Record, mentir é feio… Os anunciantes e o público podem não gostar!

Extraído de: http://is.gd/Qrxt4U

RECORD ENCERRA O ANO EXIBINDO APENAS 1 DOS 12 FILMES PROMETIDOS

O ano de 2011 está chegando ao fim e a Record entrará em 2012 com dívida com o telespectador fã dos grandes filmes. A emissora não chegou nem perto de cumprir a promessa feita em 2010, quando anunciou as novidades para este ano.

Com a chamada “O Melhor do Cinema vai invadir a tela da Record”, o canal prometeu a exibição de 12 blockbusters e só exibiu 1 ao longo de todo o ano. “Velozes e Furiosos 4” foi a única produção anunciada e veiculada – e mesmo assim, com certo atraso, afinal o filme foi ao ar há aproximadamente uma semana, no dia 21 deste mês.

Títulos de respaldo nos cinemas e de grande potencial na TV como “A Troca”; “Duplicidade”; “Tá Rindo do Quê?”; “Os Piratas do Rock”; “Inimigos Públicos”; “Intrigas de Estado”; “Linha de Passe”; “Coraline e o Mundo Secreto”; “O Corajoso Ratinho Desperaux” e “Bastardos Inglórios” foram engavetados e seguem sem exibição prevista.

A ausência dos filmes se deve, em parte, à redução que as sessões tiveram na grade da Record. A “Tela Máxima”, nas noites de domingo, era a principal vitrine para o cinema do canal. Até 2009, a mesma ocupava faixas entre 21h e 22h. Com a chegada do “Programa do Gugu”, os filmes foram deslocados para as 23h. Sem sucesso no Ibope, a sessão foi extinta e substituída pelo “Repórter Record”, de Marcelo Rezende.

A “Super Tela” acabou sendo a única sessão fixa restante e com permissão legal para que filmes de qualquer faixa etária fossem veiculados. A emissora ainda mantém o “Cine Aventura” nas tardes de sábado, porém este segue dedicado ao público infanto-juvenil, impossibilitando assim a exibição dos títulos mencionados.

EM TEMPO

Paralelo a situação da Record, o SBT conta com um quadro mais favorável. Dos 18 filmes anunciados para 2012, 12 já foram exibidos e o décimo terceiro irá ao ar na próxima sexta-feira (30), “Noites de Tormenta”.

– Consumidores se espelham na… Mãe, a Verdadeira Inspiração!

Tomo sempre cuidado com a importância, propósito e validade de pesquisas. Mas essa é curiosa. Um estudo mostrou em quem os consumidores se espelham. E deu… mãe!

Mas sabe qual é a ordem de inspiração completa?

Mãe: 46%

Pai: 33%

Lula: 19%

Amigo: 10%

Sílvio Santos: 10%

Ivete Sangalo: 6%

Ronaldo Fenômeno: 6%

Na mesma pequisa, Natura, Ipê e Petrobrás foram apontadas como empresas que promovem um mundo melhor…

Mais detalhes abaixo, extraído de: http://is.gd/LBujUs

ESTUDO APONTA AS MÃES COMO MAIOR FONTE DE INSPIRAÇÃO

As mães são a maior fonte de inspiração dos consumidores de acordo com o estudo “Quem me inspira”, realizado pela Giacometti Comunicação com coordenação de Denis Giacometti.

A proposta da pesquisa foi avaliar quais pessoas e valores são capazes de inspirar transformações, além de idenficar personalidades mais admiradas.

Em resposta à pergunta “quem te inspira?” a resposta “mãe” foi citada por 46% dos entrevistados. Em segundo lugar, aparece “pai” (33%) seguida por “amigo” e “irmãos” (10% de indicações cada).

A pesquisa traz um conteúdo riquíssimo para o conhecimento das pessoas. “Investimos muito no conhecimento como fonte de inovação e nosso obejtivo com esse estudo foi aferir quais os fatores que têm impacto na vida do indivíduo e de que maneira são capazes de transformá-lo”, diz Dennis Giacometti, presidente da Giacometti

A pesquisa teve duas fases, qualitativa e quantitativa, na qual foram entrevistadas 400 pessoas divididas em classe AB (100 homens e 100 mulheres) e classe C (100 homens e 100 mulheres).

Entre os famosos mais admirados, os mais citados foram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (19%), Silvio Santos (10%); e Ivete Sangalo e Ronaldo Fenômeno (6% cada um).

Os entrevistados também apontaram seus ídolos: Jesus Cristo (10%); o ex-presidente Lula (7%); Chico Xavier (5%); Ronaldo Fenômeno (5%); pais (4%); Ayrton Senna (4%).

Entre os destaques do estudo também foram apontadas a “falta de tempo” como o principal problema nas relações amorosas, a “falsidade” como principal problema das relações de amizade.

Os entrevistados apontaram a Natura (25%), Ypê (15%) e Petrobras (14%) como empresas que “contribuem para um mundo melhor. “

– De Cinquentinha a Quinhentão

Pode-se criticar por muitas coisas as vendas de ingressos para jogos de futebol no Brasil. Mas nesta problemática, algo exemplar: as vendas on-lines de ingressos realizadas pelo Corinthians.

Tal medida tem dado certo, evitado filas e contribuído para uma certa organização.

Agora, tudo tem seu custo: para a Libertadores, os ingressos variarão entre R$ 50,00 e R$ 500,00, com prioridade para os sócios-torcedores dos clubes. E já estão a venda.

De fato, tal modelo parece ser o ideal e a tendência para o futuro.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe sua opinião:

– Recall de Preservativo?

Nesta semana, a fabricante Blowtex detectou um defeito de fabricação das camisinhas fabricadas de um determinado lote, promovendo a troca do produto ou devolução do dinheiro.

Aí fica a questão: diferente de um carro, onde você roda diversas vezes antes do recall (sem saber da existência do problema), um preservativo não é um bem durável. E justamente o defeito é na resistência do produto durante o ato sexual!

E quem já usou, como faz?

São essas coisas que fazem as áreas de Administração de Empresas, Marketing e Comportamento do Consumidor serem tão interessantes…

Extraído de: http://is.gd/jfKLMf

FABRICANTE FAZ RECALL DE PRESERVATIVO IMPRÓPRIO

A fabricante Blowtex informou que identificou um possível defeito de fabricação no lote 16JUN-B do preservativo Turbo, segundo informações divulgadas nesta terça-feira pelo Procon-SP. Por este motivo, a empresa está tirando o produto de circulação.

De acordo com o Procon-SP, o defeito afeta a resistência do produto, tornando-o impróprio para uso.

A Blowtex disponibilizou o telefone 0800-7796968, seus endereços nas redes sociais e seu site para que os consumidores entrem em contato para solicitar a troca do produto ou a restituições dos valores pagos.

O Procon-SP orienta que o consumidor procure o órgão de defesa, caso não consiga trocar o produto ou obter a a restituição do valor pago. A Blowtex deverá apresentar esclarecimentos ao órgão.

– Falta de Etanol em Breve? Parece que sim…

O Estadão de hoje trouxe a preocupante notícia (link em: http://is.gd/Kdh11o): se não reduzirmos 9% o consumo do álcool combustível (etanol) até maio de 2012, faltará produto nas bombas dos postos no Brasil.

Safra baixa, exportações e outras situações problemáticas que trazem dificuldades à venda do produto no mercado interno, forçando o aumento do valor do produto nas bombas.

Consumidores… atenção aos preços!

– União da Sadia e Perdigão terá que se Desfazer da Doriana

A Seara (grupo Marfrig) será a dona de diversas marcas antes pertencentes à Sadia e Perdigão. Com a fusão das empresas criando a BR Foods, Sadia e Perdigão foram obrigadas pelo CADE a se desfazerem de marcas importantes, a fim de evitar a concorrência nociva. Assim, as marcas Doriana, Rezende, Wilson, Texas, Tekitos, Patitas, Fiesta, entre outras tantas, saíram do grupo. O novo proprietário é o principal concorrente: a Seara.

Portanto: nesse Natal, você não vai mais comer “Fiesta da Sadia”, mas “Fiesta da Seara”.

Abaixo, extraído de: http://www.radiorural.com.br/noticias.php?nId=leitura&idnot=13231

MARFRIG FICARÁ COM PARTE DA BR FOODS

A Brasil Foods fechou acordo com a Marfrig, dona da marca Seara, para ceder à empresa os ativos de que teria que se desfazer por determinação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para concluir a fusão entre Sadia e Perdigão. 

Segundo fato relevante divulgado nesta quinta-feira pela empresa, haverá permuta entre marcas e instalações das duas companhias.

Para aprovar a fusão entre Sadia e Perdigão, o Cade obrigou a Brasil Foods a vender, a um só grupo, 10 fábricas, 4 abatedouros, 12 granjas, 4 fábricas da ração, 2 incubatórios de aves e 8 centros de distribuição.

Além disso, também passarão para a Marfrig as marcas Rezende, Wilson, Texas, Tekitos, Patitas, Fiesta, Escolha Saudável, Light Ellegance, Freski, Confiança, Doriana e Delicata.

Em troca do que será cedido pela BRFoods, a Marfrig cederá parte dos ativos da marca Paty na Argentina, líder no mercado de hambúrguer no país, as marcas das linhas de processados Paty, Barny e Estancia Sur, granjas de suínos e propriedade rural no Mato Grosso, operações comerciais da Paty no Uruguai e no Chile, além de pagar R$ 200 milhões adicionais.

O acordo está sujeito à aprovação do Cade. A Folha apurou que as duas empresas vão se reunir com o conselho nesta tarde para discutir o acordo.

No comunicado, a companhia afirma que “as administrações da BRF e da Marfrig entendem que os ativos permutados têm valores equivalentes.” 

“A BRF, a Sadia e a Marfrig discutirão, de boa fé, a forma e o conjunto de atos a serem praticados, a fim de definir a melhor estrutura para a implementação da transação prevista no documento”, diz o texto. (Folhaonline.com.br)

– Cuidados de um Posto de Combustíveis: evento CEREST / VISAT

Estive nesta manhã num evento promovido pelo Centro Regional em Saúde do Trabalhador (CEREST – Jundiaí, uma subdivisão do SUS para os municípios de Jundiaí, Várzea Paulista, Itatiba, Campo Limpo Paulista, Cabreúva, Louveira, Itupeva, Jarinú e Morungaba), em parceria com a Vigilância Sanitária do Trabalhador, sobre “Boas Práticas de Revenda de Combustíveis a Varejo”

Muito se falou no encontro sobre cuidados com a saúde do trabalhador, além de práticas ideais dos consumidores e proprietários dos Postos de Combustíveis. A grande preocupação se fez quanto a contaminação do Benzeno por parte dos frentistas e clientes, já que a gasolina contém 1% de sua formulação com tal elemento químico (1,5% para gasolina premium) e o mesmo é cancerígeno.

Segundo a pesquisadora Maria de Fátima Barrozo da Costa, da FIOCRUZ, as emissões de Benzeno correspondem, no Brasil, em 1% originadas pelo cigarro, contra 83% de motores a gasolina!

A grande preocupação se deve ao seguinte dado: a exposição a 1 ppm de benzeno durante 40 anos (uma porção por milhão), 13 pessoas a cada 1.000 desenvolveriam leucemia.

Outras preocupações debatidas: os clientes que praticam a poluição sonora, onde o excesso de ruído prejudica a saúde do frentista. Ou ainda, o uso de celular próximo aos locais que contém combustíveis.

Falou-se também sobre o “Projeto Posto de Revenda de Combustível e Revenda a Varejo (PRCV)”, sobre práticas e metas para a redução de emissores poluentes químicos.

Ainda, tivemos a palestra com o Dr Raimundo Simão de Melo, procurador regional do trabalho, sobre Responsabilidade Civil e Criminal na promoção e prevenção à saúde dos trabalhadores.

Por fim, houve a apresentação do “Projeto de Saúde do Trabalhador de PRCV de Jundiaí”, por parte do engenheiro Celso Augusto de Souza.

Ótima iniciativa. Espera-se, evidentemente, que todos cumpram as recomendações de prevenção à saúde discutidas nessa manhã.

Abaixo, dicas de Cuidados para Consumidores, Frentistas, e Donos de Postos de Combustível.

CUIDADOS DOS CONSUMIDORES

– Não fume, nem use celular na área do posto;

– cuidado ao acessar a área do posto, diminua a velocidade de seu veículo;

– não permaneça na área do posto sem necessidade, pois a área oferece risco de explosão e contaminação;

– evite participar de aglomerações na área do posto.

CUIDADOS DOS FRENTISTAS

– Evite sujar suas mãos de gasolina, óleo diesel e outros derivados de petróleo;

– mude de roupa imediatamente se sujá-la com qualquer tipo de combustível ou inflamável e outros derivados de petróleo.

– não cheire gasolina, álcool ou outro produto do petróleo;

– não aproxime o rosto do tanque do veículo ao abastecê-lo para evitar respirar os vapores do combustível;

– não use flanela, estopas ou paninho para se limpar;

– se tiver que lavar a roupa de trabalho em casa, não as misture com as demais roupas, lave-as separadamente;

– jamais retire combustível de um tanque ou outro recipiente aspirando o líquido com a boca. Use bomba de sucção adequada.

CUIDADOS DOS PROPRIETÁRIOS

– Crie barreiras para reduzir a velocidade dos veículos ao adentrar na área do posto, para evitar atropelamentos;

– faça manutenção nos tanques, mangueiras e bicos, corrigindo possíveis vazamentos;

– evite aglomeração de pessoas na área de abastecimento de veículos, principalmente se possuir loja de conveniência;

– não permita que terceiros liguem o som alto em seu estabelecimento, pois isto prejudica o seu funcionário.

– Os Dois Lados de um Recall…

Uma velha mas atual discussão: Recall de Veículos.

Cada vez mais, temos empresas convocando seus proprietários a fim de corrigir problemas nos seus carros.

Existem duas correntes/hipóteses:

1- A indústria automobilística estaria produzindo com mais erros, fruto da necessidade se vender mais a custos menores?

Talvez. Mas leve em conta a quantidade de novas marcas e de carros fabricados.

2 – A indústria está cada vez mais preocupada em manter a boa qualidade, que ao mínino defeito, se prontifica a fazer os reparos?

Talvez também. Provavelmente, antes, inúmeros defeitos eram deixados de lado. Com a tecnologia de hoje, provavelmente em outros tempos inúmero chamados para recalls aconteceriam, já que erros não eram perceptíveis.

E você, o que pensa sobre os recalls de veículos? Deixe seu comentário:

– Os Brasileiros Fiéis ao iPhone

O aparelho famoso da Apple realmente é benquisto no país. Cerca de 84% dos proprietários de iPhone não pretendem trocar de aparelho, a não ser que seja por um outro do mesmo modelo da empresa, numa versão atualizada, segundo o Estadão de hoje (http://is.gd/yZ28ha).

A empresa revolucionou os aparelhos de celular e a vida de muitos, verdadeiramente.

Não acredita? É porque talvez você não tenha um iPhone…

Vira um vício! É um computador de mão – ou até melhor.

E você que tem iPhone? Concorda com a pesquisa ou não? Deixe seu comentário:

– Supermercado Brasileiro Copiará Estratégia Comercial do “Black Friday” dos EUA

O Grupo Pão de Açúcar usará o Extra Hipermercados para realizar uma ação comercial das mais bem sucedidas nos EUA: a sexta-feira preta!

A estratégia é a seguinte: na última sexta-feira de Novembro, promove-se uma mega-liquidação para conseguir os consumidores que querem se antecipar às compras de final de ano, antes de se endividarem no Natal. Tal promoção costuma ser tradicional na terra do tio Sam e um marco no comércio americano.

A idéia vai pegar? Segundo especialistas, o Extra fará isso pois tinha informações de que a rede americana Walmart poderia promover tal ação.

Extraído de Ig Empresas (Clique aqui para a citação)

EXTRA LANÇA ‘BLACK FRIDAY’

Rede de hipermercados Extra antecipa-se ao rival Walmart e é a primeira a realizar megaliquidação em lojas físicas no Brasil

Por Cláudia Facchini

A ‘Black Friday’, sexta-feira preta em inglês, tradicional megaliquidação realizada pelos varejistas nos Estados Unidos sempre na última sexta-feira de novembro, ganhou força no Brasil este ano. O hipermercado Extra, do grupo Pão de Açúcar, antecipou-se ao seu concorrente americano, o Walmart, e será a primeira grande rede de lojas físicas do País a aderir ao evento de marketing.

Com promessas de descontos de até 70%, a ‘Black Friday’ costuma levar uma multidão às lojas nos Estados Unidos, onde já houve até mesmo casos de morte por aglomeração.

Todas as lojas do Extra vão abrir na sexta-feira, dia 25 de novembro, às 4 horas da manhã e fecharão à meia noite. “A Black Friday deve se consolidar no Brasil nos próximos anos e queremos que os consumidores associem a marca Extra à liquidação”, afirmou Geraldo Monteiro, diretor de operações de São Paulo do Grupo Pão de Açúcar, que prevê um aumento de 70% nas vendas em relação a igual sexta-feira de 2010, quando a rede não realizou a promoção.

O objetivo da ‘Black Friday’ é antecipar as vendas de Natal e capturar o consumidor antes que ele gaste – e se endivide – com os concorrentes.

O Extra fará um forte investimento em mídia a partir de quarta-feira à noite, com comerciais de um minuto no horário nobre da televisão. Além disso, a rede dará condições agressivas de crédito, como o primeiro pagamento em fevereiro e a ampliação do limite nos cartões Extra, que pode chegar até a 100%.

– A Moda do Envelopamento de Veículos: a Plotagem dos Carros

Repararam quantos carros estão sendo ‘envelopados’ ou adesivados?

Confesso não ter uma opinião formada sobre o assunto e talvez esteja indo contra a Maré: eu não enveloparia meu carro.

Olha uma explicação sobre a técnica, prós, e contras:

Extraído de: http://carros.ig.com.br/servicos/pintura+metalica+da+lugar+ao+adesivo+fosco/3918.html

PINTURA METÁLICA DÁ LUGAR AO ADESIVO FOSCO

Acessível, envelopamento de veículos cresce no Brasil. Saiba como é feita a aplicação e quais são seus prós e contras

Por Jair Oliveira

Antes raros, os carros “envelopados”, que exibem uma espécie de pintura fosca, já estão virando uma visão comum nas ruas brasileiras. Relativamente barata, a técnica consiste em aplicar um adesivo na carroceria do veículo ou em parte dela.

Surgido nos Estados Unidos, o envelopamento – ou plotagem, como preferem os profissionais do meio – tinha o intuito de proteger a pintura original da lataria, mas acabou caindo nas graças dos amantes de personalização por oferecer um visual mais arrojado e descolado além de permitir mudanças de visual com mais facilidade do que a pintura tradicional. Em pouco tempo, a técnica se expandiu para outros mercados como o europeu e há aproximadamente dois anos chegou ao Brasil.

iG Carros foi conferir como funciona o serviço e quais suas vantagens. Segundo Paulo Surya, dono da empresa Preto Fosco, uma das mais conhecidas do setor, “houve uma crescente demanda por parte dos consumidores, que procuram o serviço mais por questão de design”. No começo eram envelopadas poucas unidades e o veículo mais comum era a picape L200, da Mitsubishi. Hoje são “encapados” em média 90 carros por mês nas quatro lojas da rede, sendo que os carros da marca Hyundai, sobretudo o hatch i30 e o novo Veloster, são os que mais aderem à moda.

Há pouco tempo começaram a surgir clientes que optaram por outras cores como o branco e também adesivos que imitam texturas como a fibra de carbono. Nesse caso, muitos donos preferem adesivar apenas o capô e o teto do veículo, por exemplo.

“No exterior, a tendência é envelopar o carro contrastando dois tons de adesivos, por exemplo, preto na parte superior e branco na inferior”, diz Marcelo Sousa, da empresa Plásticos Alko, primeira fornecedora brasileira de películas para plotagem. “Algumas montadoras no Brasil, inclusive, já nos procuraram pensando em disponibilizar esse acabamento em versões especiais de seus carros”, completa.

Demonstração in loco

O processo de aplicação é simples. Antes de tudo o carro tem que ser lavado com água e sabão neutro, depois a área que receberá o aplique precisa ser medida e o próximo passo é parecido com um encapamento de um caderno: coloca-se a película polimérica por cima do carro e um profissional usa uma espátula apropriada para aplicá-la aos poucos.

Após “esticar” o adesivo, usa-se um secador para fixá-lo na lataria. Uma aplicação completa pode levar de dois e quatro dias para ficar pronta e o valor pode variar entre R$ 800 a R$ 5 mil, dependendo do tipo de veículo.

Além disso, pudemos comprovar que a película realmente consegue evitar danos à pintura. Durante a demonstração da Preto Fosco, uma parte da estrutura do estande da empresa na feira X-Treme caiu sobre o capô do Pajero que estava sendo adesivado. A peça arranhou o adesivo, mas a lataria do veículo ficou intacta.

m dos temores comuns de quem pensa em aderir ao envelopamento é o risco de estragar a pintura após retirar o adesivo – que tem vida útil de dois anos. “Se a pintura for original de fábrica não há com que se preocupar”, garante Surya.

Já no caso do envelopamento parcial do carro, a história é outra. “Como a parte descoberta ficará exposta ao sol é normal que a pintura fique com um tom diferente”, explica Sousa.

Outra coisa importante é referente à qualidade dos adesivos. Segundo o diretor comercial da Alko, há no mercado algumas marcas de má qualidade que causam problemas na hora de remover a película ou que podem danificar a pintura. “Preferimos a marca Mactac, importada da Bélgica”, diz Vinícius Martins, funcionário da loja Status Envelopamento. A Preto Fosco também usa a Mactac e também o material produzido pela gigante 3M.

Nunca é demais lembrar que a aplicação de película deve obedecer a cor original do carro, caso contrário você poderá ser multado em R$ 127,69 além de perder cinco pontos na carteira de habilitação. Para quem pretende usar outra cor será necessário dar entrada no Detran de sua cidade para alterar o documento, desde que a aplicação cubra mais de 50% da carroceria.

– Marcas São Extremamente Comerciais e sem Humanidade?

No Brasil, os clientes estão cada vez mais exigentes e reclamam da falta de humanização na lembrança das marcas.

Pesquisa revela que 45% dos entrevistados esperam que as marcas sejam amigas. Já 62% acreditam que falta honestidade por parte delas e 53% dos brasileiros não vêem nas marcas valores humanos que consideram importantes.

Caixa Econômica Federal, Havaianas e Apple em destaque pelos consumidores brasileiros!

Extraído de Portal Exame (citação em: http://is.gd/fsfYpt)

MARCAS PRECISAM SER MAIS HUMANAS, MAS NÃO SABEM COMO

Por Silvia de Sá com Reportagem de Bruno Mello

Pesquisa indica que 53% dos brasileiros não vêem nas marcas valores humanos que consideram importantes. O que está faltando?

 Rio de Janeiro – Sair do racional e entrar na direção emocional para ter envolvimento. É isso o que os consumidores esperam das marcas.

Pode parecer que ideias como essa não são mais tendência e sim um lugar comum na estratégia de marketing das empresas. Conceitos que falam de transparência no relacionamento entre marcas e consumitores já estão tão batidos no discurso do mercado, que podem parecer notícia velha.

Mas a verdade é que poucas companhias brasileiras entenderam a importância de observar o consumidor com novos olhos, diante de todas as mudanças que vêm sendo desenhadas nos últimos anos.

Por isso, se algo ainda não foi bem absorvido e executado por grande parte das empresas, podemos, sim, chamar de tendência. É o que diz Paulo Roberto Al Assal, diretor-geral da Voltage, empresa especializada em human insights.

Em entrevista, Assal cita o que ainda precisa ser bem executado no Brasil em termos de branding e marketing e traz o foco para as transformações no comportamento das pessoas.

Muito mais do que entender o consumidor, a Voltage busca compreender os indivíduos enquanto seres humanos. A partir deste conhecimento, a empresa contribui para projetos de novos produtos e conceitos, embalagens, comunicação e planejamento. Entre os clientes da agência estão macas como Unilever, Nivea, Leroy Merlin, Carrefour e Philips.

As transformações na era da informação

O acesso a muitas informações fez do consumidor mais exigente e deu a ele um poder que não é apenas um discurso, mas algo real.

As empresas precisam entender a importância do investimento em branding para humanizar as marcas e torná-las autênticas.

Casos recentes como o da Brastemp mostram que as companhias reconhecem as mudanças no mercado e no comportamento do consumidor, mas ainda não sabem agir de acordo com elas.

“Falamos de internet, mas não sabemos lidar com ela. Acho que houve um barulho excessivo no caso da Brastemp, que é uma marca de ótima reputação. Antes de se desesperar, a empresa deve ver se isso realmente chegou à massa e aos influenciadores e se manchou a reputação. Hoje as pessoas realmente acham que a Brastemp é uma marca ruim por causa da reclamação de um cliente, sendo que ela tem uma reputação de anos e anos? Obviamente, se fosse outra marca com uma imagem negativa, eu não estaria falando a mesma coisa”, ressalta Assal.

As transformações na dinâmica do mercado acabam forçando as marcas a irem além do que estavam acostumadas a fazer.

De acordo com a pesquisa Brand ID, conduzida pela Voltage, em parceria com a Bridge Research, e inspirada no estudo britânico Brand Personality, do The Future Laboratory, 45% dos entrevistados esperam que as marcas sejam amigas. Já 62% acreditam que falta honestidade por parte delas e 53% dos brasileiros não vêem nas marcas valores humanos que consideram importantes.

Transparência e presença

Essa percepção é resultado do desinteresse da maioria das empresas em manter um relacionamento próximo e sincero com os consumidores.

No mercado internacional, há dois cases que mostram o que pode ser feito neste sentido. Um é o da Domino’s Pizza, que assumiu publicamente, por meio de uma campanha, que reconhecia a falta de qualidade de seu produto. Apesar de arriscada, a iniciativa era uma tentativa da empresa de mostrar-se transparente.

Também nos Estados Unidos, a marca de cereal Trix aproveitou um post de uma internauta para se aproximar e gerar boca a boca virtual.

Depois de ler o tweet da garota que dizia que “morreria porque não tinha Trix em casa”, a empresa mandou um caminhão carregado de caixas do produto para a casa da consumidora.

No Brasil, a Coca-Cola fez uma ação semelhante, quando enviou bebidas para Marcus Lemos, que reclamava do calor no trabalho e deseja a bebida.

“O caso de Trix, por exemplo, é um exagero, mas mostra que a marca está monitorando e percebendo essa relação que é pautada por outros fatores que não apenas a parte comercial. As pessoas querem marcas engajadas, que tenham um propósito, e 90% das marcas brasileiras não têm isso na essência. Mesmo no mundo são poucas as que têm um propósito definido, como a Unilever, que é vitalidade, ou a Apple, que é usabilidade”, acredita o executivo.

Neutralidade sobre as marcas

Para atender as necessidades e os desejos deste novo consumidor, as empresas precisam ir além e fazer algo pela vida das pessoas. Por isso a necessidade de humanizar as marcas, o que só é possível quando o olhar é desviado do consumidor para o indivíduo.

Muito antes de pensar em produtos, todos estão preocupados com assuntos como qualidade de vida, saúde e família.

A pesquisa Brand ID indicou que 52% dos brasileiros disseram “sou neutro em relação às marcas. Elas não ajudam nem prejudicam minhas decisões no dia a dia”.

Pode parecer simples, mas uma afirmação como essa é capaz de destruir uma estratégia de marketing que coloque no centro do planejamento um produto ou serviço, antes de focar nos anseios e desejos destes consumidores.

“O que é mais importante, a saúde do seu filho, a sua casa própria ou uma marca? As pessoas têm outras prioridades. A Caixa Econômica Federal é uma marca tão bem vista pelo brasileiro porque o maior sonho dele é a casa própria. E é ela quem fala ‘vem comigo que eu vou te dar a casa própria’. As pessoas esperam das marcas as mesmas coisas que esperam de um amigo. Não ache que a sua marca está regendo as pessoas”, diz Assal.

Geração Y e o consumo

Este cenário torna-se ainda mais complexo com o aumento do potencial de consumo da geração Y.

Ansioso por natureza, este grupo é insaciável. Por isso, mais do que pensar em um produto, as companhias devem prestar atenção nestes consumidores.

Se eles são capazes de trocar de emprego com frequência, imagina o impacto que isso tem na escolha de produtos e serviços?

“A geração Y espera autenticidade das marcas, o que não é fácil. Ou se é autêntico ou não é. Também desejam cumplicidade, mas são muito móveis. Esperam que a marca esteja com eles ao longo do dia, que os acompanhe. Este é um desafio para as empresas nunca antes visto. Mas também é uma grande oportunidade”, declara o diretor-geral da Voltage.

Ao perguntar sobre a marca mais amada, o levantamento Brand ID teve apenas uma citação: Apple.

“A maioria, no entanto, disse que não ama marca nenhuma. Que ama o pai, a mãe, e que quem ama marca é o consumista desenfreado. Já Havaianas e Osklen foram as únicas marcas destacadas pela autenticidade e pelo life style. Se apenas duas foram mencionadas e somente uma é amada, estamos com um problema”, ressalta, mostrando que as empresas que souberem preencher este vazio conquistarão algo tão – ou mais – importante quanto o market share ou o share of mind: o share of heart. Ou seja, o espaço que você conquistou no coração do consumidor.

– Lojas Americanas, Submarino e Shoptime ficarão fora do ar!

A B2W, maior vendedora pela Internet do Brasil, é a dona do site número 1 em vendas: Lojas Americanas.

É dona também do site número 2 em vendas: Submarino.

Claro, proprietária do número 3: Shoptime.

Por inúmeros atrasos na entrega de produtos vendidos, o Procon determinou que por 72 horas a empresa não poderá vender nada, como punição ao péssimo serviço.

Claro, isso não é exclusividade da B2W; mas as empresas que praticam o e-commerce, se nesses dias já estão com esse panorama, farão o que no período natalino, onde as vendas disparam?

Extraído do Blog do Estadão, em: http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/procon-pune-americanas-submarino-e-shoptime/

PROCON PUNE AMERICANAS, SUBMARINO E SHOPTIME

A colunista do jornal O Estado de S. Paulo Sônia Racy informa que o Procon-SP determinou que os sites de comércio online de Americanas, Submarino e Shoptime será obigadas a ficar fora do ar por 72 horas.

Segundo apuração da colunista, as empresas ainda terão de pagar juntas quase R$ 2 milhões de multa por não entregar produtos vendidos aos consumidores.

A coluna ‘Direto da Fonte’ informa que a colunista determinação consta da edição de hoje do Diário Oficial. Cabe recurso.

– Sabedoria Wal Mart

Sam Walton, grande empreendedor e fundador da rede americana Wal Mart, foi alguém a frente de seu tempo.

No texto abaixo, já visto por alguns e enviado oportunamente pela universitária Jaqueline Pozza, lições de atendimento ao cliente. Abaixo:

SABEDORIA WAL MART

Palavras de Walton, fazendo a abertura de um programa de
treinamento para seus funcionários:
Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos anotar o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto OS vendedores
Terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas
Espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça,
Mas não reclama quando a recebe após três semanas somente.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar
Pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera pacientemente. Enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se.
Sabe quem eu sou?
Eu sou o cliente que nunca mais volta!”
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma.
Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, que é um pouco mais de “CORTESIA”.
“CLIENTES PODEM DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, SIMPLESMENTE
GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR”

Sam Walton fundador do WAL MART, a maior cadeia de varejo do mundo, e um dos homens mais ricos do mundo, que ficava à porta de suas lojas, cumprimentando os clientes.