– A Cobrança de Brincadeirinha da Gol Linhas Aéreas

Obrigado, Gol. Me presenteou com mais um “estudo de caso” aos meus alunos!

Vejam só o que é desrespeito ao consumidor: recebi a minha fatura do cartão de crédito AMEX e me deparei com uma despesa no valor de R$ 1.274,32 em nome da Gol Linhas Aéreas, que não realizei.

Liguei à operadora do Cartão que acusou minha reclamação e a suspensão temporária daquele valor, a fim de verificação. Fui bem atendido e se faça justiça à prontidão da American Express.

Mas quando liguei na Gol… que horror!

Solicitei ao atendente o desejo de saber a que se referia aquela cobrança, e o mesmo disse que de algum trecho que eu deva ter voado. Retruquei que não, que foi um débito lançado há 3 dias e que eu lembraria, evidentemente. E ele insistiu: “o senhor tem certeza que não se esqueceu de que viajou pela Gol nesta semana”?

Pô, que chato! Questionado qual trecho havia sido cobrado e de onde se fez a compra do bilhete, ele disse que “não poderia informar pois não é algo divulgado aos clientes”.

Ué, mas se “teoricamente eu comprei e estou sendo cobrado”, não teria o direito de saber a que se refere?

Aí veio a superação da idiotice! O funcionário da Gol tentou me tranquilizar dizendo: “faça o seguinte: considere a cobrança de brincadeirinha para nós e aguarde o seu cartão, pois nós não poderemos fazer nada”.

– Cobrança de brincadeirinha???

E a minha preocupação? Foi cobrado de verdade na fatura! E o meu desgaste? E os quase 40 minutos pendurado no telefone?

Dona Gol, não viajo e nem viajarei – de verdade, de brincadeirinha ou de mentirinha – por vocês.

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– O Leite Contaminado gaúcho que chegou a SP e PR

Cuidado consumidores de leite Parmalat e Líder: 300 mil litros foram adulterados com água e formol!
Abaixo, extraído de: http://is.gd/hAqYOt

PRODUTO CONTAMINADO COM FORMOL, ENVIADO POR FÁBRICA GAÚCHA, RECEBEU EMBALAGENS DAS MARCAS LÍDER E PARMALAT
Cerca de 300 mil litros de leite contaminado com formol foram enviados de uma fábrica do interior do Rio Grande do Sul para São Paulo e Paraná, de acordo com o Ministério Público gaúcho (MP-RS), que deflagrou na manhã desta sexta-feira (14) a Operação Leite Compen$ado. O dono da indústria de laticínios o Rei do Sul, Odir Pedro Zamadei, foi preso sob suspeita de adulteração do produto. Mandados de busca e apreensão estão sendo executados em oito municípios.
A operação foi deflagrada após o envio ao MP-RS de documentação do Ministério da Agricultura que apontava a presença de formol em 12 amostras de leite cru, coletadas no posto de resfriamento do O Rei do Sul, na cidade gaúcha de Condor.
Segundo o ministério, 100 mil litros do leite impróprio foi enviado para unidades da empresa em Guaratinguetá, em São Paulo, embalado com a marca Parmalat e 199 mil litros para Lobato, no Paraná, com embalagem da Líder. Ambas as marcas pertencem ao grupo LBR, que deve se pronunciar sobre o assunto ainda nesta sexta-feira.
O subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, Ivory Coelho Neto, acompanha os trabalhos. “Se os criminosos enfrentam o MP e continuam fraudando o produto alimentício, aceitamos esse desafio e agiremos rigorosamente para que essa prática seja banida”, afirmou.
O promotor Mauro Rockenbach considerou “inacreditável que depois de tantas apurações do Ministério Público para responsabilizar os fraudadores de leite, essa prática criminosa continue“. Ele suspeita que o produto tenha sido enviado para mercados de outros Estados para escapar da fiscalização do MP.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos seguintes locais:
• Sede da empresa Indústria e Comércio de Laticínios Rei do Sul Ltda. (Condor/RS)
• Sede da Cooperativa Regional dos Assentados das Missões Ltda. (Bossoroca/RS)
• Residência de Evio Fernandes da Rosa (Vitória das Missões/RS)
• Sede da Cooperativa Regional da Reforma Agrária Mãe Terra Ltda. COOPERTERRA (Tupanciretã/RS)
• Sede da empresa Geovani Zamberlan e Cia. Ltda. PROLATI (Panambi/RS)
• Residência de Alessandro Schindler (Santo Augusto/RS);
• Sede da empresa Transportes Schindler Ltda. (Santo Augusto/RS)
• Sede da empresa Rui Rosa da Luz ME (Capão do Cipó/RS)
• Sede da empresa Jocemar Lúcio Rossi ME (Ijuí/RS)

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– Clientes testando os Produtos: o Prazer em Experimentar

Olha que legal: as empresas cada vez mais procuram os consumidores para testarem seus produtos antes de lançá-los ao mercado. E tem sido frutífera tal experiência!

De camisinhas à aviões, veja que matéria interessante:

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI227067-15228,00-O+PRAZER+DE+EXPERIMENTAR.html

O PRAZER DE EXPERIMENTAR – A Nova Onda do Marketing

O estudante Roger Lima, de 28 anos, ganhou a tarefa dos sonhos de muita gente: testar todo tipo de camisinha e gel lubrificante. Ele foi um dos 100 ganhadores do primeiro concurso para ser um testador da marca de preservativos Prudence, no ano passado. Sua única obrigação era receber e usar, todo mês, kits gratuitos com 50 produtos. “Meus amigos me perguntam qual é a melhor camisinha e quando usar, e eu sei indicar a melhor para cada momento”, diz Roger, em tom de autopropaganda.

Por um ano, Roger avaliou os produtos. “Eu me surpreendi com a variedade de camisinhas e de outros produtos, nunca pensei que houvesse tantos.” O teste acabou se tornando um argumento para sair com mulheres. “A ideia me assustou, fiquei com medo de que elas me achassem um tarado ou pervertido.” Diz ele que ocorreu o contrário. “Elas adoravam, achavam sexy. Teve uma que tentou monopolizar, mas não deixei”, afirma, rindo.

Transformar o consumidor em profundo conhecedor do produto para colher a opinião dele logo depois é uma jogada de marketing comum em outros países. Na Inglaterra, uma cervejaria faz testes semestrais com um seleto grupo de beberrões que atestam – de preferência ainda sóbrios – a qualidade do produto. No Japão e nos Estados Unidos existem “clubes” de experimentadores: os interessados se cadastram, pagam uma anuidade e retiram produtos fornecidos por diversas marcas, de ração para cachorro a TVs de LED. A contrapartida? Preencher formulários com opiniões e informações depois de experimentar.

No Brasil, essa tendência é novidade. No fim do ano passado, a Embraer fez uma parceria com estudantes da Universidade de São Paulo, da Universidade Federal de São Carlos e da Federal de Santa Catarina. Os alunos haviam criado um simulador das condições reais de voo (capaz de reproduzir condições de pressão, temperatura, ruído e vibração). A Embraer cadastrou pessoas acostumadas a viajar de avião para avaliar, no simulador, o que pode ser feito pelo conforto do passageiro. Os testes já começaram.

A Embraer cadastrou pessoas para avaliar, no simulador,
o que pode fazer pelo conforto do passageiro

No ano passado, uma loja só com produtos para teste estreou em São Paulo: o Clube Amostra Grátis. O cliente paga uma taxa anual de R$ 50 e tem direito a retirar cinco produtos por mês na loja, na Vila Madalena. Também pode experimentar inúmeros eletrodomésticos. A empresa já tem mais de 10 mil associados e pretende abrir uma filial no Recife, em julho. A Sample Central, nos Jardins, também segue o conceito de “lojas grátis”: cobra uma anuidade de R$ 15 e permite testes com hora marcada na loja.

As duas formas de incluir o consumidor nos testes de produtos fazem parte de uma jogada de marketing que incentiva a propaganda boca a boca. O jargão chama isso de “tryvertising” – mistura das palavras inglesas “try”, de teste, e “advertising”, de propaganda. “A ideia é estabelecer um contato do cliente com o produto pela experiência direta, que aumenta as chances de ele ser fiel à marca”, afirma David Aaker, professor de marketing da Haas Business School, em Berkeley, na Califórnia. “É uma forma infalível de valorizar a marca porque estufa o ego do consumidor, aproxima o cliente da marca e dá mais chances de a empresa acertar em iniciativas futuras.” A experiência convenceu Roger. “Testar fisicamente todos os produtos de uma marca me fez sentir especial”, diz.

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– Até quando a Vivo desrespeitará os clientes?

Um apagão da VIVO nos aparelhos celulares nesta segunda-feira perturba os consumidores. Quem é de Jundiaí, sabe o que está acontecendo. Ontem, foi a Internet que falhou.

Vai reclamar? O atendimento é péssimo! E a concorrência não é muito diferente. O problema é que a Vivo é muiiiiiito ruim. Mas nas propagandas é tudo uma maravilha!

Golpe, típico 171. Tô cansado de empresas como essa.

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– Consumidores e Funcionários que Ajudam a Empresa a Criar Produtos

Um ótimo estudo de caso sobre como os clientes e colaboradores podem fazer com que a empresa consiga inovar. Aqui, a criação de produtos na J&J.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/95046_A+RODA+DA+INOVACAO

A RODA DA INOVAÇÃO

Como a Johnson & Johnson consegue criar produtos a partir da ajuda de seus consumidores e funcionários.

Por Carlos Eduardo VALIM

Uma pequena casa de tijolos à mostra, próxima dos modernos prédios da sede da Johnson & Johnson (J&J) – localizada em New Brunswick, cidade de 55 mil habitantes em Nova Jersey –, abriga um museu que conta os 130 anos de história da gigante de higiene e medicamentos por meio de produtos e fotos antigas. Mais do que um simples centro de memória corporativa, o espaço serve para provar o porquê de essa gigante do capitalismo americano figurar na restrita lista de empresas que mais ajudaram a moldar o cotidiano contemporâneo, assim como Dupont, IBM e 3M. Saíram das pranchetas da J&J produtos como o cotonete, além da escova e do fio dental feitos de náilon. Desde cedo, a empresa soube acolher inovações surgidas dos locais mais inesperados.

No Brasil, esse pensamento sobrevive como parte do dia a dia dos negócios. Todos os anos, a J&J lança por aqui 150 produtos, dos quais 80% são criados ou adaptados pela subsidiária local. Um dos mais inovadores deles surgiu a partir da observação feita por uma médica dermatologista vinculada ao centro de pesquisa e tecnologia (CPT) da empresa, em São José dos Campos, no interior paulista. O CPT havia recriado a fórmula do protetor solar ROC Minesol de fator solar 30 para que pudesse se adaptar à pele das brasileiras, mais oleosa. “Alguns clientes e mesmo funcionários que usavam o produto sentiram que ele não só era mais sequinho como também ajudava a controlar a oleosidade da pele”, afirma Paula Dantas, diretora associada de pesquisa para pele da J&J. O próximo passo de Paula foi rever a fórmula.

O resultado foi o Roc Minesol Oil Control, que criou uma nova categoria dentro do mercado de protetores solares – setor que movimentou R$ 2,25 bilhões em 2011, dos quais a J&J detém participação de 35,5% do mercado. O produto com controle de oleosidade ajudou a área de proteção solar da J&J a crescer 35% em vendas entre 2008 e 2011. No ano passado, ele foi o mais vendido do mercado de dermocosméticos brasileiro. “É parte da cultura da Johnson buscar que o produto de amanhã seja melhor que o de hoje”, diz Samuel Santos, vice-presidente do CPT brasileiro, um dos cinco da J&J, no mundo, formado por 200 cientistas. Para apoiar essa filosofia, a J&J dedica anualmente um orçamento global de US$ 7,5 bilhões para pesquisa e desenvolvimento.

Santos, da J&J: ele comanda o centro de pesquisa brasileiro, um dos cinco mundiais da companhia americana.

– Coitados dos Itupevenses…

Itupeva continua refém do descaso das autoridades para conseguir ter acesso a outras cidades. Se já não bastasse o trânsito caótico da Rodovia Hermenegildo Tonoli, bem como a superlotação dos coletivos da Rápido Luxo Campinas, agora a Viação Vale do Tietê deixa a desejar…

Será que a empresa não sabe que a sua linha Itupeva-São Paulo serve não só a itupevenses, mas também a jundiaienses do Medeiros, Eloy Chaves e adjacências?

PASSAGEIROS SE REVOLTAM COM O ATENDIMENTO DA VIAÇÃO VALE DO TIETÊ

por Reinaldo Oliveira

Moradores da cidade de Itupeva, usuários do serviço de transporte da Viação Vale do Tietê, para o trajeto Itupeva/São Paulo – São Paulo/Itupeva, ficaram revoltados com a atitude da empresa, ontem – dia 01 de dezembro, a partir das 15h, no Terminal Barra Funda. Tudo aconteceu devido no informe de horários determinado pela empresa, constar uma saída do Terminal Barra Funda às 15h15 com destino a Itupeva.

Porém, um grande número de passageiros que chegavam ontem, por volta das 15h e pretendiam embarcar no horário das 15h15, eram informados de que só tinha passagem disponível para embarque no horário das 17h. Este fato causou grande revolta nos passageiros, e o Sr. Claudinei Santos, morador da Vila Hortência – Itupeva, postou-se ao lado do guichê da empresa e usando seu telefone ligou para o (11) 4023.0888, do atendimento da Vale e fez o seu protesto. E fez mais: cada passageiro que chegava no guichê e era informado que só tinha embarque para as 17h, ele ligava novamente no atendimento da Vale e colocava a pessoa para fazer a sua reclamação.

Assim procedeu o jornalista Reinaldo Oliveira – morador do Bº Portal Santa Fé, Andréia de Araujo Vieira – moradora da Vila São João, Dirlei Bruno da Silva – do Nova Monteserrat e muitos outros passageiros. Por volta das 15h10, o atendimento da Vale ligou para os funcionários do guichê e liberou um ônibus para o horário das 16h. Este ônibus saiu do Terminal Barra Funda, às 16h02, dirigido pelo motorista Sérgio Firmino, com 37 passageiros e, na Marginal Tietê embarcaram mais dois adultos e uma criança. O jornalista Reinaldo Oliveira informou, que por motivos de trabalho, todos os fins de semana, utiliza este horário – das 15h15, e já outras vezes foi informado de só há passagem disponível para as 17h.

Ele questiona: se os funcionários do guichê, todos os fins de semana sabem deste contingente de passageiros entre 15h e 17h já informaram a direção da empresa? A empresa Vale do Tietê não tem uma pesquisa, dados, informações sobre o fluxo de passageiros neste e em outros horários dos fins de semana? Enfim. É necessário que o usuário faça valer o seu direito e, diante deste péssimo atendimento, manifeste sua indignação e lute por seus direitos.

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– E o Combustível Aumentou Mesmo!

Prometido por muito tempo, enfim a presidente Dilma Rousseff autorizou o aumento dos combustíveis.

E por quê só agora?

Devido a interferência do Governo na política da Petrobrás. Para evitar inflação e impopularidade, o aumento foi sendo adiado. A BR não conseguia fazer frente aos preços altos do mercado internacional e perdia dinheiro. E o déficit só crescia…

Assim, o consumidor irá pagar a conta com o acúmulo desses adiamentos. Cerca de 4% na Gasolina e 8% no Diesel. Lembrando que o Etanol já estava subindo durante a semana.

Desse jeito, desagradou-se a todos: preços altos de uma única vez e acionistas perdendo dinheiro.

Fica a comprovação: e a autossuficiência proclamada pelo ex-presidente Lula, com fotos, discursos e comemorações? Deixamos de dar conta da produção?

O grande problema é: hoje, o Brasil importa muita gasolina e não dá conta de produzir Diesel, em especial ao S10.

Abaixo, extraído do G1

Em: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/11/alta-de-combustivel-deve-puxar-de-alimentos-dizem-economistas.html

ALTA DE COMBUSTÍVEL DEVE PUXAR A DE ALIMENTOS, DIZEM ECONOMISTAS

Por Simone Cunha

O aumento dos combustíveis, anunciado nesta sexta-feira (29) pela Petrobras, deve levar a uma alta de preços em outros segmentos como transportes, alimentação e até mesmo nos serviços, de acordo com economistas ouvidos pelo G1. Para eles, a alta determinada para os distribuidores de combustível deverá ser repassada, ainda que parcialmente, ao consumidor.

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (29) que os preços da gasolina e do diesel serão reajustados a partir deste sábado (30) nas refinarias. O reajuste será de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel.

A tendência é que o aumento seja repassado às bombas, chegue ao preço do frete e, com isso, ajude a elevar os preços de produtos que dependem de transporte – como os agrícolas, diz o professor da Escola de Economia da FGV-SP, Samy Dana.

Assim, o combustível tem impacto imediato em outros produtos e serviços, diz ele. “Tem o que a gente chama de aumento em cascata. O produto sai do produtor para o distribuidor com frete mais caro; vai de lá para o supermercado mais caro; e vira uma bola de neve. É transferência de custo quase imediata, já que os produtos dependem disso (transporte)”, afirma (…).

ECONOMIA INFORMAL

Nos setores de comércio e serviço informais e de menor porte, como cabeleireiro, mecânico e eletricista o repasse pode ser integral, por um “movimento de contaminação”, segundo o economista Miguel Daoud. “Grande parte do setor de serviços, padarias, bares, não calculam a proporção do combustível no seu negócio. Quando aumenta a gasolina, você joga faísca exatamente nos setores que são os mais usados”, diz ele, que acredita que isso pode fazer com que o impacto na inflação seja maior.

O aumento deve migrar para outros itens, segundo Daoud. “Tenho certeza, na prática é isso que acontece. Repasse para mercado de consumo não tem como negociar”, diz.

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– Black Friday para valer?

Ontem houve a promoção anual de descontos no comércio chamada de “Black Friday“. É uma queima de estoques, com preços significativamente reduzidos.

Nos EUA, há filas de consumidores nas portas das lojas. No Brasil, a maior parte das ofertas se dá pela Internet, e com um detalhe: nem sempre são descontos reais!

A grande queixa dos consumidores junto aos órgãos de defesa do consumidor é que as empresas aumentaram os preços dias antes e depois dão descontos para dizer que o preço está mais baixo.

É o velho golpe já conhecido na praça… se impressiona com um número alto como desconto e engana-se o freguês!

Quer um exemplo? Faça uma busca nos sites de calçados e busque “Asics Nimbus 14”. O tênis custa R$ 599,99 (ou melhor, 600,00). Mas como ele já tem um sucessor (o Asics Nimbus 15), o preço foi reduzido para R$ 399,99 como desconto promocional. Nada disso… é para tirá-lo de circulação logo e colocar o modelo novo nas vitrines (que custa R$ 599,99, “coincidentemente”). Mais: a concorrência é zero, já que Netshoes, Centauro, Dafiti, Procorrer, FastRunner e tantos outros sites vendem o tênis ao mesmo preço, inclusive nos centavos!

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– O Imbróglio da Champanhe Infantil

Já é a 3a vez, e nos 3 anos, a mesma polêmica: o Spunch, aquela garrafa de suco da Cereser em embalagem de Champanhe, com motes infantis, é questionada na Justiça.

A questão é: parece embalagem de Champanhe, mas é suco gaseificado destinado ao público infantil. Isso incentiva subliminarmente o consumo de álcool nas crianças?

Fica a sua opinião. Eu não gosto da idéia (e o suco é bem ruinzinho…).

Extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios-geral,cereser-trava-disputa-judicial-para-manter-o-spunch,169668,0.htm

CERESER TRAVA DISPUTA JUDICIAL PARA MANTER O SPUNCH

Por Nayara Fraga e Alexa Salomão

A Cereser começou a colocar nas prateleiras dos supermercados, pelo terceiro ano consecutivo, uma bebida para crianças que vem em garrafas idênticas às de champanhe, revestida com personagens do imaginário infantil. O produto, batizado de Spunch, faz espuma como o champanhe, mas não tem álcool. Apesar de ser descrito pela empresa como um inocente suco gaseificado “para a garotada brindar momentos especiais”, está na mira da Defensoria Pública do Estado de São Paulo desde 2011.

No dia 27 de dezembro daquele ano, o órgão recomendou à Cereser a retirada do produto do mercado, por entender que ele apresenta para as crianças o mundo das bebidas alcoólicas. Na ocasião, a empresa respondeu que o Spunch já estava sendo retirado, pois se tratava de uma bebida com venda sazonal para as festas de fim de ano.

Mas, no Natal de 2012, ele retornou às prateleiras. A Defensoria, então, ajuizou uma ação civil pública para interromper a comercialização do produto em fevereiro de 2013. Julio Grostein, defensor responsável pela ação, diz que, no entendimento do órgão, a bebida, ainda que não contenha álcool, está embalada como espumante, posicionada no supermercado no setor de bebidas alcoólicas e, por ter personagens de historinhas em quadrinho e de desenhos animados estampados no rótulo, é um convite ao consumo futuro do álcool. “Essa ação está, em grande parte, baseada em laudo psicológico que demonstra que essa bebida apressa o incentivo ao consumo do álcool.”

Nos últimos dois anos, personagens como Mickey, Minnie e os Carros, do filme da Disney, apareceram no rótulo. Era uma parceria de licenciamento da Cereser com a Walt Disney Company Brasil. Agora, nas versões encontradas pela reportagem no supermercado, estão Penélope Charmosa, Super Homem e Batman.

Além da ação civil pública, a Defensoria entrou com uma liminar pedindo que o produto fosse recolhido das prateleiras enquanto o processo está em curso. A juíza Patrícia Prado negou o pedido. Entre outros argumentos, ela alega ser “sabido que o consumo de alimentos e bebidas por crianças e adolescentes deve ser sempre acompanhado, orientado pelos responsáveis, de modo que caberá a eles orientar as crianças sobre o consumo de produto em questão”. Ela também afirma, em decisão publicada em abril de 2013, que “o próprio nome do produto – que faz alusão ao termo Disney, sabidamente voltado ao público infantil – torna questionável a possibilidade de confusão com bebidas destinadas apenas a adultos”.

Em segunda instância, o Tribunal de Justiça também entendeu que o produto não precisa ser retirado dos supermercados por enquanto. “Somente seria cabível a imediata retirada do produto se comprovado o desvio de comportamento das crianças em decorrência do acesso a produtos similares aos destinados ao público adulto”. Além disso, um despacho de julho de 2012 afirma que o parecer psicológico que a Defensoria trouxe é insuficiente para formar o convencimento “de que tal produto poderia induzir ao consumo de bebidas proibidas para menores”.

O caso não está encerrado. Agora começa a fase em que o defensor deverá apresentar novos laudos com consequências nocivas da bebida e reforçar o argumento de que ela também embute publicidade abusiva. A Cereser, por sua vez, poderá reforçar os argumentos de que a bebida está de acordo com o Código de Defesa do Consumidor. Para a empresa, “o produto é lícito e de forma alguma ameaça a saúde e a integridade das crianças.

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– A Internet Brasileira…

Sensacional o “respeito” das empresas que fornecem Internet Fixa no Brasil.

O Speedy da Vivo está fora do ar desde ontem a noite e ainda não voltou; a Net oscilando absurdamente!

E o preço lá em cima, e a resposta das empresas sempre vaga…

Como fica o respeito ao consumidor?

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– Golpistas Promocionais e Profissionais

Vejo uma propaganda gigantesca de um tênis TOP de linha da Mizuno: Wave Prophecy 2, um calçado de quase R$ 1.000,00.

No anúncio, em letras garrafais: de R$ 999,99 por R$ 199,99 (Best Mania)!

Suspeito…

Em letras miúdas, depois de vários cliques no site, a informação: “réplica fiel de primeira linha do calçado”.

Aí é crime! Publicidade enganosa e de pirataria? Induz a confusão.

(Veja em: http://www.bestmania.com.br/br/oferta-nacional/oferta-do-dia/1503)

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– Aeroportos do Brasil versus Estrangeiros

Quem costumeiramente viaja de avião sabe como estão em péssimas condições os nossos aeroportos. Cumbica está com as obras completamente atrasadas. Congonhas super lotado! E por aí vai.

Mas veja algo interessante: estamos bem posicionados no ranking da pontualidade. Veja os aeroportos que mais atrasam:

Pequim: 58,5 % dos vôos partem atrasados;

Xangai: 47,3

Nova York (JFK): 23,3

Roma (FIU): 18,8

San Francisco: 19,7

Paris: 19,4

Miami: 16,6

Londres: 12,8

Frankfurt: 9,38

São Paulo (GRU): 8,7

São Paulo (CGC): 7,9

Rio de Janeiro (GAL): 6,3

Tóquio (NAR): 6,2.

O problema é: aqui, não temos estacionamento decente, o preço dos produtos dentro dos aeroportos é caríssimo, o desconforto é grande e as filas enormes! Além, é claro, dos desencontros da falta de infraestrutura.

(Fonte: FlightStats 2012)

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– Ai ai ai, dona Telefonica…

… ou Vivo, ou seja lá o que for!

O Speedy na minha casa não funciona. É incrível! Quando chove, para abrir um mísero email, demora-se uma eternidade. Redes Sociais nem pensar! Não passa NET nem GVT, tampouco funciona 3G.

Pago 1 mega. Quanto será que recebo? Talvez 10%!

É um desrespeito. Nem para aumentar a capacidade dá, pois não há disponibilidade de serviço.

Isso é o retrato do 3o mundo. Internet, só na rua ou no trabalho.

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– Net Maltrata seus Clientes!

Véspera de feriado, horário de pico e meu comércio sem poder aceitar os cartões devido a falta de Internet da NET.

Fiquei 16 minutos para passar todos os dados que o atendente pedia (que molenga, falava com má vontade e roboticamente). E após isso, simplesmente: “desligue os cabos e ligue novamente“.

Ora, fiz isso diversas vezes, senão não toparia passar o suplício de discar ao atendimento deles.

Sofria com a péssima Telefonica e seu Speedy. Agora, sofro com a maldita NET. Ambas sinônimo de péssimo atendimento.

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– A Insegurança dos Carros Fabricados no Brasil é Verdadeira?

Xiiii… A agência Associated Press trouxe uma revelação: os carros brasileiros são mortais, e não atendem as mínimas normas internacionais de segurança.

Verdade ou exagero? Abaixo:

(Extraído de: http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/13/imprensa-internacional-descobre-que-carro-brasileiro-e-inseguro.htm)

MUNDO “DESCOBRE” QUE CARRO BRASILEIRO É INSEGURO; CUSTO NÃO É DESCULPA, DIZ NCAP

Por Eugênio Augusto Brito

Neste domingo (12), enquanto boa parte dos brasileiros celebrava o Dia das Mães e/ou acompanhava, na TV ou nos estádios, a decisão dos campeonatos estaduais de futebol, a imprensa internacional descobriu, reproduzindo texto da agência AP (Associated Press), que o carro feito e vendido no Brasil é inseguro.

Na reportagem, assinada por Bradley Brooks e intitulada “Carros fabricados no Brasil são mortais”, dados sobre vendas crescentes de carros de passeio no país (puxadas pela “nova classe média”, segundo o autor), números sobre acidentes de trânsito (com mortos e feridos) do Ministério da Saúde e da própria AP e resultados das três edições do Latin NCAP (a versão local do programa independente de segurança automotiva) são comparados para se chegar a um resultado já apontado por UOL Carros: carros feitos no Brasil não atendem minimamente a requisitos internacionais de segurança, ainda que suas versões fabricadas e vendidas no exterior (nos casos aplicáveis) se saiam bem.

Esta conclusão da reportagem da AP não traz novidade em si, ainda que apenas agora o mercado desenvolvido pareça ter acordado à realidade  dos mercados emergentes. Ela é, de fato, similar àquela apontada anteriormente, em novembro de 2012, pelo Latin NCAP. De acordo com os organizadores do programa de segurança para Brasil e América Latina, “os carros mais populares estão 20 anos atrasados em comparação aos dos países industrializados, e abaixo dos padrões globais” (releia aqui a reportagem).

Na ocasião, UOL Carros ressaltou a medíocre condição de segurança de modelos fabricados no Brasil com o exemplo do Renault Sandero: produzido no Paraná, o hatch obteve apenas uma estrela no teste de impacto, enquanto o modelo original, o Sandero feito pela romena Dacia, obteve em 2008 (ano de seu lançamento) três estrelas em segurança geral e quatro para crianças, no Euro NCAP.

Em carros mais instáveis e menos seguros, cresce o perigo para motoristas e ocupantes, lembra também o texto da AP: “Carros com estrutura mais fraca e coluna de direção frágil propiciam o choque do volante contra o peito e abdômen do motorista em colisões frontais, a forma mais comum e mortal de trauma, causando sérios danos aos órgãos vitais”. Além disso, a reportagem aponta que peças e pedaços de painéis mal construídos “flutuam” no interior da cabine após a colisão e podem se converter em projéteis perigosos, ferindo gravemente os ocupantes.

CLIMA DE GUERRA-
De acordo com os dados da reportagem, que aponta o Ministério da Saúde como fonte, 9.059 ocupantes de carros (motoristas e/ou passageiros) morreram em acidentes de trânsito no Brasil em 2010. Nos Estados Unidos, no mesmo período e nas mesmas condições, o total de mortes chegou a 12.435 — o texto faz ressalva de que a frota circulante norte-americana era cinco vezes maior que a brasileira no período.

“Na verdade, os dois países seguem em direções opostas no que diz respeito às taxas de morte — os Estados Unidos registraram 40% menos mortes em acidentes de carro em 2010, na comparação com a década anterior. No Brasil , o número de mortos subiu 72%, de acordo com os últimos dados disponíveis [do Ministério da Saúde]”, relata Brooks em sua reportagem.

Distribuído por uma agência jornalística internacional de renome, o texto de Brooks foi reproduzido por veículos americanos (como os jornais The New York Times, Detroit News (leia o texto em inglês aqui), Boston Herald e Seattle Times, e a rede de TV NBC), europeus (como o jornal Guardian, da Inglaterra) e até da Oceania. Brooks, que é responsável pela sucursal da agência AP no Brasil, afirma que a mistura de carros inseguros com condições perigosas de condução resulta em uma taxa de mortalidade em acidentes automotivos brasileiros quatro vezes maior que a média americana.

DE QUEM É A CULPA
Ainda de acordo com o relato de Brooks, que cita ter ouvido engenheiros e médicos, entre outros especialistas, os culpados pelo que chamou de “tragédia nacional” são os carros produzidos em território brasileiro com “soldas mais fracas, itens de segurança escassos e materiais de qualidade inferior, quando comparados com modelos similares fabricados para os consumidores americanos e europeus”.

Em fevereiro, UOL Carros publicou artigo do jornalista Pedro Kutney, editor do portal Automotive Business, que já comparava as quase 40 mil mortes anuais — cálculo que inclui também pedestres, motociclistas e outras vítimas externas aos veículos acidentados — a índices de uma “guerra não declarada”, cujas baixas poderiam ser evitadas com o uso maior de aparatos de segurança já a partir dos carros mais baratos (os mais vendidos).

“A começar por cintos de segurança mais eficientes — triviais, mas que se tornaram obrigatórios em todos os veículos vendidos no Brasil apenas em 1984. Mesmo assim, a maioria da frota atual do país sequer tem pré-tensionador, numa grave redução da proteção passiva para economizar nos custos de produção”, afirmava Kutney três meses atrás, no texto intitulado “No Brasil, itens de segurança no carro ainda são artigo de luxo” (que pode ser relido aqui).

Claro, carros não se produzem autonomamente. Assim, a responsabilidade por modelos de pior qualidade e segurança, ainda que caros, é das fabricantes, que no Brasil são estrangeiras em sua totalidade. Segundo a reportagem da AP, a justificativa é o corte de custos, ainda que as margens de lucros sejam maiores por aqui. “As fabricantes obtêm até 10% de lucro sobre os carros fabricados no Brasil, em comparação aos 3% [obtidos] nos EUA e à média global de 5%, segundo a IHS Automotive, uma empresa de consultoria do setor automotivo”, aponta Brooks.

Mesmo assim, e apesar das obrigações estabelecidas por lei, a questão do custo é sempre colocada como entrave para o deslanche de normas de segurança no Brasil. De acordo com o artigo de Kutney, publicado em fevereiro, apenas 23% dos carros novos vendidos no país em 2010 estavam equipados com ABS (freios antiblocantes), sendo que apenas 4% eram de modelos chamados “populares”, mais baratos. Em um mercado “sensível a preços”, segundo Kutney, o valor cobrado pelo kit de freios com ABS e airbags frontais — atualmente em torno de US$ 1 mil (R$ 2 mil), podendo baixar para US$ 500 (R$ 1 mil) nos próximos anos — ainda é um impedimento crucial.

NCAP: CUSTO NÃO É DESCULPA
Vale lembrar que estes valores estão muito acima dos preços pagos pelas montadoras de carros aos fornecedores (as fabricantes de autopeças). UOL Carros conversou há duas semanas com o uruguaio Alejandro Furas, diretor técnico dos programas globais do padrão NCAP (Euro NCAP e Latin NCAP, entre outros), que foi categórico: “Custo não é, nem deveria ser jamais, a justificativa, uma vez que o valor do módulo de airbag completo [para motorista e passageiro] e instalado é de US$ 70 [menos de R$ 150] para o fabricante”.

Além do Sandero, são citados Fiat Uno (“estrutura instável e apenas uma estrela”), Chevrolet Celta (“quinto colocado em vendas durante todo o ano passado, recebeu uma estrela após ter a porta deslocada e o teto vincado durante a teste de colisão”), Ford Ka (“o hatchback Ka vendido na Europa recebeu quatro estrelas, quando testado em 2008; sua versão latino-americana obteve apenas uma”) e Volkswagen Gol (“Gol e Polo têm estruturas estáveis… mas a Volkswagen não respondeu à pergunta sobre quantos de seus consumidores pedem airbags em seus carros”).

Na entrevista concedida à nossa reportagem, porém, Furas afirmou que a culpa nunca deve ser repassada ao comprador, na verdade vítima sob qualquer ponto de vista. “O consumidor brasileiro não está acostumado a comprar carro usando a segurança como critério, mas não se pode culpá-lo, uma vez que do modelo básico e pelado ao topo da gama, já equipado com itens de segurança, a diferença de valores pagos pode variar entre 25% e 30%”, diz o diretor do NCAP a UOL Carros.

Esta culpa deve recair sempre sobre a montadora, ainda que possa ser dividida com o governo e com órgãos de trânsito, que no Brasil se omitem da obrigação de fiscalizar as condições de segurança dos veículos produzidos — a ponto de sequer manterem um laboratório público de testes em território nacional, situação indicada pelo texto do AP e confirmada a UOL Carros por Furas. “Mesmo na Europa, onde os preços são mais justos, o consumidor não cobra segurança, obrigação que é do governo e das autoridades do sistema viário. No Brasil, como o Governo não cuida disso, as montadoras são negligentes e o consumidor fica sem ação”, conclui.

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– Leite com Formol. De novo problemas no envasamento?

Depois do problema dos sucos Ades, agora várias marcas de leite tiveram contaminação por formol.

Não está ficando difícil confiar nas marcas? Lembram do caso Tyrol, de uns 5 anos atrás?

Dessa vez, os lotes de leite problemáticos são:

  • Italac Integral (Lotes L05KM3, L13KM3, L18KM3, L22KM4 e L23KM1)
  • Italac Semidesnatado (L12KM1),
  • Bom Gosto/Líder UHT Integral (lote TAP1MB),
  • Mumu UHT Integral (lote 3ARC),
  • Latvida UHT Desnatado (com fabricação em 16 de fevereiro de 2013 e validade até 16 de junho de 2013)

Talvez seja melhor bebermos leite direto da teta da vaca… Embora, temos que averiguar se ela comeu capim ou alguma ração problemática.

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– E quando o Cartão de Crédito “se bloqueia”?

Quer coisa mais chata do que fazer compras e na hora do pagamento, por motivo de segurança, o cartão de crédito ser bloqueado pela operadora?

Claro, há o lado bom: se alguém roubar seu cartão e fazer compras estranhas à normalidade do cliente, tudo bem. Mas e se considerarmos que o estabelecimento comercial é habitual ao perfil do dono do cartão?

Já aconteceu comigo diversas vezes. Em pouquíssimas oportunidades alguém da operadora me ligou. Na maioria, eu quem tive que ligar. O pior: em lugares em que tenho costume de usá-lo, e as vezes com muitas pessoas tendo que ter paciência para aguentar minha demora.

Quer coisa mais constrangedora do que ligar para o cartão de crédito com uma fila de clientes apressados atrás de você, estando ali, empatando o caixa?

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– Eu sofri com o Bug do Windows 7. E você?

E os computadores que deixaram de funcionar na quarta/quinta-feira? Culpa de uma atualização da Microsoft que lesionou consumidores.

Eu perdi dinheiro no meu comércio. E você, teve transtornos também?

Veja o ocorrido:

Extraído de: http://is.gd/wC7tBc

JANELA COM DEFEITO E COMPUTADORES EM PANE PREJUDICAM EMPRESAS

Na quarta-feira, ao chegar para trabalhar, o fisioterapeuta Marcelo Sarmento se deparou com um sério problema: os computadores da clínica não estavam funcionando. Com isso, várias guias de autorização dos planos de saúde não puderam ser emitidas. “Só quando os computadores voltarem a funcionar é que vamos enviar essas guias. Já há um atraso e, dependendo do tempo que demorarmos para colocá-los em operação, vamos receber dos convênios só daqui a dois meses”, afirma o fisioterapeuta.

O problema ocorrido na clínica onde Fernando trabalha atingiu também milhares de outros brasileiros, de todos os cantos, e o motivo foi só um: terça-feira à noite, a Microsoft disponibilizou uma atualização do sistema operacional Windows 7 e, ao fazê-la (a maior parte delas de forma automática), uma grande dor de cabeça também se instalou, uma vez que a implantação do update fez com que o computador não pudesse ser novamente iniciado. A falha só atingiu aos que têm em suas maquinas a versão de 32 bits do sistema, e se originou quando a pessoa fez a instalação da atualização definida pela Microsoft como KB2823324.

De imediato, a gigante dos softwares não anunciou qualquer pacote de correção do bug, cuja falha afetou a vida e o trabalho de milhares de usuários – fato que deveria forçar a empresa a criar ações rápidas e efetivas. Apenas afirmou em nota que o problema estava restrito ao Brasil e que já estava trabalhando para solucioná-lo, pedindo desculpas pelo transtorno.

Para evitar isso, recomenda-se que seja desativada do computador a função atualização automática do Windows 7, embora, de acordo com Rogério Pereira, diretor de operações da Sr. Computador (uma das maiores empresa brasileiras especializada em computadores, com sede em São José dos Campos – SP e filial em Belo Horizonte), contar com atualização automática é sempre recomendado, pois elas conseguem detectar possíveis vulnerabilidades no Windows.

Ele explica que, além do problema da atualização KB2823324, que apresentou inconsistência com alguns arquivos Windows ocasionando a falha, já se detectou também que um programa de segurança bancária adotado pelas instituições financeiras apresentou conflito com o sistema, fato que se tornou claro no momento dessa atualização. “É importante frisar que essa falha não comprometeu dados ou outros recursos da máquina, apenas a sua inicialização. Se isso ocorreu com alguém, é porque o seu computador já apresentava outros problemas, que apenas se agravaram”, afirma.

SEM FORMATAÇÃO Em sua página oficial na internet, a Microsoft explica que “em 10 de abril de 2013 tomamos conhecimento que alguns usuários enfrentaram dificuldades após aplicarem o update de segurança Windows 7 KB2823324.” O site da empresa mostra também o que fazer para restaurar o sistema. Ontem a empresa tirou do ar a atualização problemática que apresentava incompatibilidade com softwares de terceiros.

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– Clube Inglês dará Bebida para Aumentar a Torcida

Lembram do Middlesbrough, o pequeno clube inglês que contratou Juninho Paulista do São Paulo FC, após a sua passagem pela Seleção Brasileira contra o English Team?

Pois é: para aumentar o número de associados, o clube fará duas promoções: crianças não pagarão mais ingressos, e adultos ganharão gratuitamente um copo de vinho, cerveja ou refrigerante durante os jogos.

Aqui, as equipes pouco fazem para aumentar o público… Ingressos caros e desconforto são comuns nos gramados tupiniquins.

Extraído de: http://t.co/ZtHX7M0r6v

MIDDLESBROUGH DARÁ BEBIDA PARA INCREMENTAR RECEITAS COM ESTÁDIO

Na segunda divisão inglesa, o Middlesbrough sofreu no início da temporada com a reclamação dos seus torcedores a respeito dos preços praticados no Riverside Stadium, casa do clube.

Visando incrementar suas receitas com novos associados e satisfazer as necessidades dos atuais, o Middlesbrough divulgou duas novas ações.

Independente do acesso a elite inglesa, o sócio que for ao estádio nos jogos da próxima temporada ganhará uma bebida à sua escolha. O cardápio engloba cerveja, vinho, refrigerante e outras bebidas locais.

Outra ação apresentada pelo clube é o espaço Generation Red Family Zone, que estará localizada na parte nordeste do seu estádio. Por lá, idosos e crianças de até 11 anos acompanhadas por um responsável não pagarão ingressos.

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– 3 anos brigando com o site “Compre da China”

Até hoje continuo correndo atrás do picaretíssimo site Compre da China.

Já ouviu falar dele? Caia fora. Veja algumas pendengas e a quantidade de clientes lesados. É assustador o que fazem!

Está em: CUIDADO COM O SITE COMPRE DA CHINA

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– Empresas que Trapaceiam ou se Atrapalham?

Domingo passado, em busca de ovos de chocolate em grande quantidade.

Vamos lá: melhor preço foi do Ovo “Lacta ao leite 196g” no Extra de Jundiaí – R$ 23,90.

Na entrada da loja, uma faixa que esses mesmos ovos estão em promoção, por R$ 19,90.

No corredor, um carrinho cheio dos ovos Lacta ao leite com um cartaz escrito em letras garrafais: “só hoje, por R$ 13,90”.

Na gôndola, outro lembrete: acima de 3 unidades, desconto de 15%!

Promoção sensacional, né? Mas, na hora de passar no caixa… Depois de 40 minutos na fila (aliás, que péssimo atendimento o Extra tem…), o preço não tinha nenhum desconto. Após reclamar, chamar gerente, debater, etc… cada ovo custou R$ 11,81.

Agora esqueça os Ovos de Páscoa e pense: quando você vai ao mercado, confere se todos os itens estão realmente sendo cobrados como o anunciado na prateleira? E se os “descontos que aparecerão no final do cupom” realmente representam o prometido?

Fica a dica. E a dúvida: são erros de quem se atrapalha ou de quem se aproveita do consumidor?

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– Unilever anuncia Contaminação do Suco Ades em Lote com Problemas

Isso traz sérios problemas para as grandes marcas: a Ades, marca de sucos naturais, anunciou que 96 embalagens do seu suco de maçã foram envasadas erroneamente. Ao invés do suco, entrou na linha de envasamento Solução de Limpeza!

Fica o alerta!

Extraído de:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/03/apos-recall-anvisa-solicita-inspecao-em-fabrica-de-ades-em-mg.html

APÓS RECALL, ANVISA SOLICITA INSPEÇÃO EM FÁBRICA DE ADES EM MG

Lote do produto foi envasado com ‘solução de limpeza’, segundo fabricante.
Unilever diz que problema foi detectado em 96 unidades de Ades de maçã.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que solicitou à Vigilância Sanitária de Minas Gerais que realize inspeção sanitária na fábrica da Unilever, na cidade de Pouso Alegre, onde foi fabricado o lote de suco Ades envasado com solução de limpeza.

A medida da Anvisa acontece após a Unilever ter anunciado na quinta-feira (14) um recall em um lote do suco de maçã Ades de 1,5 litro por risco de queimadura. Segundo a fabricante, a contaminação com solução de limpeza foi detectada no lote com as iniciais AGB 25, fabricado em 25 de fevereiro, com “cerca de 96 unidades do produto AdeS Maçã 1,5 l”.

“Nestas unidades, foi identificada uma alteração no seu conteúdo decorrente de uma falha no processo de higienização, que resultou no envase de embalagens com solução de limpeza da máquina. O consumo do produto nessas condições pode causar queimadura’, afirmou a Unilever, em comunicado. “A falha identificada já foi solucionada, os produtos existentes na empresa foram retidos e os ainda presentes nos pontos de venda já estão sendo recolhidos”.

Procurada pelo G1, a Unilever informou que a empresa está colaborando e oferecendo todas as informações solicitadas pela Anvisa e que a fábrica de Pouso Alegre está aberta para receber a inspeção da Vigilância Sanitária.

Recomendação ao consumidor
Os produtos do lote com problema foram distribuídos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

Segundo a empresa, a falha identificada “já foi solucionada, os produtos existentes na empresa foram retidos e os ainda presentes nos pontos de venda já estão sendo recolhidos”.

O consumidor que tiver adquirido o produto não deve consumi-lo. “Em casos de queimaduras ou outro sintomas, procure imediatamente atendimento médico”, orienta a Anvisa.

Para realizar a troca ou reembolso do produto, o consumidor deve entrar em contato com o fabricante, a Unilever. A solicitação pode ser feita gratuitamente pelo SAC no 0800 707 0044, das 8h às 20h, ou pelo e-mail sac@ades.com.br.

Em casos de dúvidas, a  Anvisa também dispõe de uma Central de Atendimento: 0800 642 9782.

14 CONSUMIDORES RELATARAM PROBLEMAS

Segundo a Unilever, até a manhã desta sexta-feira (15), 14 consumidores tinham entrado em contado com a empresa para relatar problemas com o produto.

“Dos catorze atendimentos já realizados pelo SAC, doze já receberam atenção médica adequada e estão sendo acompanhados e dois não aceitaram”, informou a Unilever.

Segundo a empresa, os clientes atendidos relataram queimaduras na mucosa, enjoo e náusea. Ainda segundo a Unilever, todos já receberam atendimento médico, sem necessidade de internação.

O Procon-SP informou que também está acompanhando o caso. “A empresa deverá apresentar os esclarecimentos que se fizerem necessários, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor, inclusive com informações claras e precisas sobre os riscos para o consumidor”, afirmou o órgão.

O Procon lembra ainda que os consumidores que já passaram por algum acidente causado pelo defeito apontado poderão solicitar “por meio do Judiciário, reparação por danos morais e patrimoniais, eventualmente sofridos”.

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– Postos de Combustíveis sob Suspeita

Cerca de 7% dos postos de combustíveis em SP não entregam a quantidade correta vendida de gasolina, segundo a Folha de São Paulo desta segunda-feira. Ou seja, 1 litro de combustível pode não ter 1000 ml.

Quantos golpes, infelizmente, vemos nesse setor. Vejam só: adulteração de produto, carga roubada, medidas/galonagem irregulares…

Isso pode explicar os “milagres” que alguns postos fazem: o de vender combustível com preços abaixo da margem de lucro necessária.

Na dúvida, não abasteça. Seu veículo agradecerá!

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– Deram um Golpe na Conmebol?

A Conmebol penalizou o Corinthians (pelo fatídico episódio do sinalizador que culminou com a morte do garoto boliviano) com a realização das partidas com portões fechados. Porém, a Justiça Brasileira concedeu liminar a 4 torcedores para que pudessem assistir ao jogo contra o Millonarios no Pacaembú, já que haviam comprado ingressos antecipadamente.

E agora, o que a Confederação Sulamericana fará?

E os demais torcedores, o que farão?

Estou desconfiado que na próxima reunião a entidade reverterá a punição para multa financeira…

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– Clientes Ocultos que viram Espiões

Cada vez mais as empresas adotam a prática de contratação de empresas especializadas para serem consumidores dos seus próprios produtos/ serviços. A idéia é de que anonimamente, os consumidores contratados dêem um retorno adequado e testem o atendimento e a compra efetuada.

Em muitos casos, a ação beira a espionagem. Compartilho a boa reportagem de uma edição antiga da Revista Veja (Ed 07/12/2012, pg 110-111) sobre esse tema. Abaixo:

CLIENTES OU ESPIÕES

por Renata Betti

Em: http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Veja_montagem.jpg

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– A troca da Gasolina pelo Etanol

Devido ao aumento do preço da Gasolina, muitos consumidores estão abastecendo o Álcool Hidratado (Etanol) – embora, com o aumento do volume de vendas, a produção já esteja sendo insuficiente e o preço do Etanol também esteja aumentando.

Mas um detalhe que tem passado desapercebido: muitos veículos bicombustíveis que saíram da agência zero quilômetro e nunca usaram Etanol, têm apresentado problemas quando trocam a Gasolina por esse combustível. É que alguns veículos rodam a dois ou três anos somente com Gasolina, e, consequentemente, o chip “viciou”, não entendendo prontamente que o carro está usando a outra opção disponível.

O ideal é que se deixe o carro esgotar o tanque para mudar o combustível. Esse impacto faz com que o chip seja forçado a entender o novo produto. Quando você coloca meio tanque do outro produto (sem nunca ter abastecido ele antes), pode ocorrer que o eletrônico entenda que é combustível adulterado, pois não reconhece uma mudança de produto.

Enfim, tudo isso varia de carro-a-carro, dependendo muito de como você acostumou seu veículo. Vale a pena tomar cuidado e se preparar, caso seu automóvel comece a engasgar.

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– Sky, a bronca!

É bom registrar publicamente como desrespeitam o consumidor. Semana passada, sofri com a CPFL (vide posts anteriores). Mas nesse final de semana, meu tormento foi com a Sky. Ainda bem que ela tem concorrentes – a um deles minha conta vai migrar! Não sei se Vivo TV, Claro TV, Net, sei lá. Mas vejam só:

Minha TV saiu do ar na 5a feira. Liguei à Sky, e a justificativa é que o meu decodificador era muito antigo, e que seria trocado em breve. Pedi urgência, pois, afinal, o Carnaval estava chegando. O prazo agendado foi a manhã de sábado.

Prazo não cumprido…

Reclamando novamente, novo prazo: segunda de manhã, com urgência-urgentíssima.

Prazo novamente não-cumprido.

De novo, novo prazo: Terça de Carnaval durante o dia!

Ok, hoje é quarta-feira, e tudo na mesma. O que fazer?

Mudar de operadora. Será mais rápido e menos chato. Aliás, o logo da empresa diz tudo! Veja abaixo:

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– Resistência Comercial a Tolos Mitos

Compartilho interessante material que envolve mitos sobre determinados produtos. No Brasil, por exemplo, absorventes internos femininos tem disparadamente suas vendas em baixa, se comparado aos números de outros países ocidentais. Motivo: pesquisas mostram que o “mito” da perda da virgindade é preponderante na decisão de compra da consumidora.

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG86970-8489-216,00-OB.html

“OB – PARA AS MULHERES SEM AMARRAS.”

Como surgiu o absorvente interno que não sai das bolsas de mulheres há 59 anos.

Por Haidi Lambauer

Apesar de os absorventes internos já existirem na Grécia Antiga e a versão moderna, com aplicador, estar completando 80 anos, no Brasil, os primeiros absorventes começaram a ser produzidos somente em 1945. E o o.b., primeiro absorvente interno lançado no País, só chegou às prateleiras em 1974, cercado de polêmica. Havia quem achasse que o produto atentasse contra a virgindade (o que não é verdade). Talvez por isso, até hoje o mercado desse tipo de absorventes é ainda pequeno se comparado ao resto. Numa comparação realizada pela consultoria AC Nielsen em 2005, os absorventes externos abocanhavam 78,3% do mercado, seguido pelos protetores diários de calcinha, com 19%. Os internos, por sua vez, representavam apenas 2,7% do mercado.

1950>>>LANÇAMENTO
Introduzido na Alemanha em 1950, o.b. são as iniciais de ohne binden – sem amarras, em alemão. A criação é creditada a Carl Hahn, médico que se inspirou num anúncio de jornal. No primeiro ano foram vendidos cerca de 10 milhões de unidades.

1974>>>BRASIL
O o.b. chega às prateleiras brasileiras nos tamanhos médio e super. É o primeiro absorvente interno lançado no Brasil.

1980>>>INIMIGO INVISÍVEL
Epidemiologistas diagnosticaram a Síndrome de Shock Tóxico (SST). A doença é causada por bactéria que tem maior incidência em mulheres que ficam com o tampão por mais de 8 horas.

1980>>>FORA DO MERCADO
Por conta da SST, o Rely, da Procter & Gamble, é retirado do mercado. O produto era capaz de reter todo o fluxo sem a necessidade de ser trocado.

1997>>>SEM APLICADOR
De 1997 a 2003, o produto passou a ser oferecido em versão com aplicador. No entanto, como a fabricante identificou que a preferência da mulher brasileira era pela versão manual, a versão foi descontinuada.

2008>>>PELO RALO
Antigamente de algodão, passa a ser feito de fibras de raiom e galaxy. O envoltório, que era de celofane, passou a ser de polipropileno. Até o cordão foi melhorado: deixou de ser de náilon e passou a ser de algodão, que é biodegradável

MITOS

1. O o.b. não tira a virgindade. O hímen possui uma abertura por onde passa o fluxo menstrual. O absorvente passa por ele, sem perfuração

2. Não há perigo do o.b. se perder dentro da usuária. Há uma abertura que liga a vagina ao útero, mas ela é menor do que a cabeça de um alfinete

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– A Importância de Atender Bem ao Consumidor

Muitos devem ter ouvido falar do vídeo “Não é uma Brastemp”. Afinal, foram quase meio milhão de visitas no YouTube, cujo vídeo mostra a insatisfação de um comprador de geladeira descontente com a qualidade da Brastemp. O nome vem a partir de uma ironia às tradicionais propagandas da marca.

Abaixo, uma interessante matéria sobre como as empresas devem cuidar da sua imagem e a repercussão veloz sobre desrespeitos ao cliente, graças às mídias sociais.

Abaixo, extraído de Época Negócios, Ed Março/2011, pg 139-140 (por Flávia Yuri, Débora Fortes e Viviane Maia)

O MARKETING BOM DE PAPO

O procurador público Oswaldo Luiz Borelli, 58 anos, não é exatamente um fã de tecnologia. Em pouco mais de um ano depois da criação da sua página no Twitter, tinha 16 seguidores e nenhum post. Isso não impediu que ele protagonizasse um dos episódios de maior repercussão na rede social em janeiro deste ano. Borelli fez um vídeo contando sua saga para trocar uma geladeira Brastemp. Depois de três meses de uso, ela estava com um vazamento de gás que as autorizadas não conseguiam consertar. Foram três meses de contato com o atendimento da Brastemp até conseguir um acordo. Ele deveria entregar a geladeira quebrada e pagar uma diferença por um modelo novo. Mas a empresa não entregou o produto na data combinada. “Depois de 90 dias sem geladeira, estourei”, afirma. Com o vídeo Não é uma Brastemp, Borelli angariou 3,2 mil seguidores no Twitter e teve mais de 470 mil visualizações. No dia 21 de janeiro, o vídeo colocou a marca Brastemp entre os quatro assuntos mais comentados no Twitter no mundo. Cinco dias depois de postá-lo no Twitter e no Facebook, o problema foi resolvido.

Há, no episódio vivido pelo procurador, pelo menos seis lições sobre a relação entre consumidores, marcas e empresas nos dias de hoje:

1) As companhias estão a um clique do consumidor;

2) As redes sociais amplificaram a voz do cliente;

3) Mesmo organizações detentoras de supermarcas não estão preparadas para responder na velocidade que a internet exige;

4) As empresas não conseguem mais se esconder atrás da velha e burocrática forma de atendimento ao consumidor;

5) As marcas precisam de monitoramento constante;

6) O novo consumidor, que alcança a empresa pelos novos canais da internet, não é só o jovem antenado. Cada vez mais, essas lições passam pelas redes sociais.

O que fazer para proteger uma marca de campanhas negativas que se espalham em nanossegundos? Assimilar os ensinamentos acima é dar o primeiro passo no que especialistas chamam de marketing do futuro ou novo marketing. Mas, mais do que isso, entender quais serão as estratégias capazes de alcançar o consumidor do futuro passa, necessariamente, por entender de que forma esse novo consumidor pesquisa, escolhe, compra e se relaciona com marcas e empresas.

EU OPINO, TU OPINAS, ELE COMPRA

O consumidor do futuro já existe. Ele quer opinar, escolher, criticar e sentir que é ouvido com interesse. “Os consumidores querem conversar com as marcas, e isso não é banal. Poucas empresas estão prontas para esse diálogo”, diz Pedro Porto, diretor de convergência da agência Fischer+Fala!.

Como se cria esse relacionamento? No futuro, a construção de uma marca será muito parecida com a construção de relações pessoais. “Você não pede abruptamente para que alguém seja seu melhor amigo ou se case com você. É preciso se comunicar sem ferir a privacidade, a inteligência e sem desrespeitar o tempo que ele tem para te ouvir”, diz a americana Charlene Li, fundadora do Altimeter Group e ex-pesquisadora da Forrester Research. “O objetivo é conquistar a confiança do consumidor.”

Para Charlene, a tônica do relacionamento entre marcas e consumidores no futuro será o compartilhamento. “A principal dificuldade das empresas nessa abordagem é que, ao compartilhar, ela perde o controle da mensagem. Não diz apenas o que quer e ponto”, afirma a pesquisadora. “A mensagem é construída e desconstruída na interação com o interlocutor. É um processo que requer muito mais habilidade.”

O vazamento de uma foto do novo Uno duas semanas antes de sua divulgação ilustra a diferença de abordagem de quem está disposto a aprender a conversar. “Em outros tempos, a empresa poderia negar, mas pegamos o caminho da transparência e ficamos acompanhando a discussão sobre o produto na rede”, diz João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat. “As redes sociais funcionam como uma grande festa. Você não pode querer furar a fila do banheiro ou trocar a música quando todos estão dançando na pista”, afirma Ciaco. “É preciso se enturmar e entender as regras de convivência.”

As redes de amigos assumem um papel cada vez mais importante nas escolhas de compra. No futuro, o poder da recomendação boca a boca será potencializado por ferramentas de busca em redes sociais, capazes de trazer instantaneamente a avaliação de amigos sobre produtos e serviços. Será comum o consumidor checar pelo smartphone ou pelo tablet o que seus amigos pensam de um determinado produto. Essa pesquisa instantânea em frente à gôndola será determinante na escolha de marcas e serviços. Em 2010, 86% dos usuários de internet no Brasil participavam de redes sociais e gastavam mais de cinco horas por mês nesses sites, de acordo com estudo da consultoria Nielsen. “Estima-se que em 2020 teremos 5 bilhões de usuários de internet em todo o mundo. Desse total, 70% estará em redes sociais, interagindo ainda mais com amigos, marcas e produtos”, afirma Ethan Zuckerman, pesquisador de mídias sociais do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

– Sites não recomendados pelo Procon

Se você costuma comprar pela Internet, cuidado com alguns sites. O Procon recomendou que se evite mais de 200 sites de e-commerce que costumam dar prejuízos aos seus clientes.

A lista pode ser acessada no próprio site do Procon, em: http://www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_sitenaorecomendados.pdf
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– Kia e Hyundai pagam o Preço por Mentir!

Uma circunstância inusitada: nos EUA, as coreanas Kia e Hyundai admitiram que seus carros não eram tão econômico como elas próprias anunciavam.

O que aconteceu?

As ações despencaram!

Extraído de: http://invertia.terra.com.br/carros-motos/noticias/0,,OI6277872-EI19500,00-Hyundai+e+Kia+tombam+apos+exagero+em+economia+de+combustivel.html

HYUNDAI E KIA TOMBAM APÓS EXAGERO EM ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL

A admissão por Hyundai e Kia de que exageraram marcas de economia de combustível de alguns de seus carros afetou a reputação das montadoras e a fidelidade do consumidor às marcas será testada nos próximos meses, após uma década de sucesso ininterrupto nos Estados Unidos.

As ações das montadoras da Coreia do Sul, que promoveram em recentes campanhas de marketing eficiência superior no consumo de combustível, caíram 7% cada nesta segunda-feira, pressionadas por temores de investidores sobre o impacto da admissão sobre suas marcas e vendas nos EUA, principal mercado do grupo automotivo. Somente a Hyundai sozinha perdeu US$ 3,1 bilhões em valor de mercado.

As preocupações dos investidores envolvem temores sobre o custo de compensação de clientes de cerca de 1 milhão de veículos afetados, bem como potenciais processos coletivos nos EUA e reclamações semelhantes em outros países. Para alguns analistas, as notícias são terríveis. “Isso pode representar um fator de mudança na história de sucesso da Hyundai”, disse James Yoon, analista do BNP Paribas, em relatório. “Acreditamos que a potencial perda financeira é imaterial se comparada à possível perda para a reputação da marca.”

Mas outros analistas também citaram que, diferente de grandes recalls que afetaram as rivais Toyota e Ford, Hyundai e a afiliada Kia foram rápidas em admitir seus erros e em anunciar planos de compensação. “Aquelas eram questões mais sérias, relacionadas à segurança… Assim, o impacto sobre o valor da marca e nas vendas nos EUA pode ser menor do que o sofrido pelos concorrentes”, disse o analista Ethan Kim, do Citi, em relatório divulgado nesta segunda-feira.

Em comunicado, a Hyundai disse nesta segunda-feira que seus erros só afetaram veículos vendidos na América do Norte. “Todos os carros Hyundai vendidos em outras regiões do mundo foram propriamente certificados com notas corretas de economia de combustível por cada agência respectiva de certificação”, informou a montadora sul-coreana. A queda nas ações da Hyundai foi a maior em quase 14 meses. As ações da Kia tombaram 6,9%, enquanto o mercado em Seul teve perda de 0,5%.

EPA

A agência de proteção ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) descobriu que as montadoras exageraram a quilometragem de 13 veículos Kia e Hyundai de modelos entre 2011 e 2013. As montadoras afirmaram na sexta-feira que os erros ocorreram em função de diferenças em seus testes de quilometragem comparados com os métodos de avaliações da EPA. As montadoras vão reembolsar os proprietários dos veículos afetados por custos adicionais com combustível e publicaram anúncios de página inteira em jornais no domingo para se desculparem.

As etiquetas de consumo da maioria dos veículos serão agora reduzidas em uma ou duas milhas por galão, sendo que o maior ajuste será de seis milhas por galão na estrada para o Kia Soul, disse a EPA. Analistas disseram que a apuração da EPA pode levar a dezenas de milhões de dólares em compensações e acrescentaram que processos contra as empresas não podem ser descartados.

A avaliação da EPA foi disparada por queixas de consumidores, incluindo um processo coletivo que acusa a Hyundai de levar ao erro consumidores sensíveis a preços do combustível ao afirmar que o popular modelo Elantra 2011 e 2012 tinha consumo mais eficiente do que a realidade.

– Quanto cabe de Combustível no Tanque do seu Carro?

Já aconteceu de você estar com o combustível do seu veículo acabando, e na sequência abastecer e perceber que a quantidade de litros no visor da bomba é maior do que a capacidade do tanque do seu veículo?

Se o posto for suspeito, pode ser golpe da galonagem (quando 1 litro tem menos de 1000 ml). Mas se o estabelecimento for idôneo, não se desespere: a capacidade informada no manual do veículo corresponde a cerca de 90% do volume máximo do tanque, e é atingida no momento do desarme da bomba.

Extraído de: Revista Combustível e Conveniência, ed Outubro 2012, pg 34-35, por Gabriela Serto

DIFERENÇA DE CAPACIDADE

O que fazer quando o consumidor reclama que a bomba marcou mais litros do que a capacidade do tanque indicada no manual do veículo? Saiba como orientar seu frentista e evitar suspeitas infundadas sobre seu estabelecimento.

O motorista para no posto e pede para o frentista encher o tanque. Finalizando o abastecimento, o cliente reclama que a bomba marca uma quantidade de litros superior à indicada como capacidade máxima no manual do veículo. Diferentemente do que se poderia imaginar, isso é possível de acontecer e, infelizmente, é uma prática que já está sendo observada pelos órgãos de defesa do consumidor, embora não tenha nada a ver com o fantasma da bomba baixa (quando a bomba marca uma quantidade de litros superior à de fato vendida).

Na verdade, essa situação tem sido registrada devido ao hábito de alguns frentistas, às vezes por má orientação, de forçar o abastecimento após ocorrido o desarme. Mas o que acontece de fato no tanque?

A capacidade do tanque de combustível informada pela montadora no manual do veículo corresponde a cerca de 90% da sua capacidade máxima. Esse volume, chamado de capacidade nominal é atingido no momento em que ocorre o “desarme” do bico da mangueira da bomba de combustíveis. Se o frentista for além nesse momento, haverá divergência entre o marcado na bomba e o informado no manual.

 

– Quando Empresa e Cliente se entendem bem!

Há certas histórias que nós, mestres, adoramos contar em sala de aula aos nossos alunos, quando falamos de relacionamento entre empresas e consumidores. E uma delas foi proporcionada pelo Bradesco.

Um cliente, que houvera perdido seu cartão, resolveu solicitar ajuda ao banco Bradesco através do Facebook. Mas fez algo inusitado: pediu um novo cartão em forma de poema. Abaixo:

Banco Bradesco querido
Quisto por mim e os meus
Tens sua morada paulista
Bem na Cidade de Deus

Vejam que bela homenagem
O próprio Deus concebeu
Para a sua cidade
O vosso Banco escolheu

Eu até que me poria
Em alta colina à bradar
Peito banhado em verdade
Bradesco em primeiro lugar

Mas venho por outro motivo
O que findou meu sorrir
Para por fim ao martírio
Um favor vou lhes pedir

Plena falta de cuidado
Digna de um jabuti
Fazendo compras no mercado
O meu cartão eu perdi

Antes que eu passe fome
Faço a solicitação
Ao meu Banco preferido
PRECISO DE OUTRO CARTÃO!

O banco, de maneira inteligente e tão curiosa quanto o pedido do internauta, respondeu o apelo do seu cliente da mesma forma: por poema e pelo próprio Facebook!

Mauro querido cliente
Pra você ter outro cartão
à sua agência deve ir pessoalmente

Mas não será por motivos fúteis
Você irá cadastrar uma nova senha
E seu cartão chegará em até 7 dias úteis

Agradecemos a sua compreensão
E sempre que precisar
Pode contar com a nossa colaboração

Simpático, diferente e moderno. Muitos já clicaram no Curtir do Bradesco por causa de tão simples e curiosa resposta.

– A Amil foi Vendida. E o que muda?

A UnitedHealt, empresa de saúde americana, comprou nessa semana a Amil por quase 10 bilhões de reais.

Ouvi uma autoridade da ANS dizendo que a empresa deverá dar todas as garantias de boa continuidade do plano, que o segurado da saúde deve exigir consultas marcadas em tempo rápido, que o preço deve ser justo…

Ué, alguém tem um plano de saúde tão bom? Ele não existe!

Seria bom que isso detalhado acima acontecesse de verdade…

– A Proibição da ANS em vender novos Planos de Saúde

A Agência Nacional de Saúde proibiu que 38 operadoras vendam novos planos de saúde a fim de que melhorem os prazos de marcação de consultas e exames. Esses planos representam 7,6% dos que tem convênio particular.

Eu tenho Unimed Jundiaí. E ele é sofrível! Cardiologista? Esquece… a consulta é a perder de vista…

É uma vergonha o que esses planos fazem e o que eles cobram.