Hoje é 15 de março, dia em que é celebrado o Dia do Consumidor. Ainda há muitas dúvidas em relação às relações de consumo estabelecidas em sociedade.
Continua em: Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres

Hoje é 15 de março, dia em que é celebrado o Dia do Consumidor. Ainda há muitas dúvidas em relação às relações de consumo estabelecidas em sociedade.
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Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:
Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado
COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO
Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio
por Priscila Zuini
A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.
Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).
1. Atendimento impecável
Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.
Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.
2. Tenha um bom produto
Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.
O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.
3. Seja transparente
Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.
Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
Eu reclamo dos totens de auto-atendimento do McDonalds (e com razão, o atendimento humano precisa existir como opção, e não o eletrônico como imposição – mas alternativa, sem forçação de barra). Porém, fora isso, uma surpresa positiva:
Chovia forte no McDonald”s da Avenida Quatorze de Dezembro, em Jundiaí / SP, e eu estava com minha filha e meu sobrinho no carro. Eis que, sem eu chamar, um jovem com um imenso guarda-chuva se adiantou e veio nos ajudar a entrar. Prontificou-se de imediato.
Parabéns, foi a surpresa agradável.

Você compraria uma tampa de privada por R$ 2.500,00?
Mas o que tem de especial?
Nada!
Cada coisa fora da realidade…
Vejo no mercado a “oferta” do panetone Lindt: R$ 99,99!
Quem vai comprar a R$ 100,00 nessa época do ano? Ao invés de reduzir o preço, pois passou a época, o comerciante insiste nesse valor absurdo.
Conclusão: está sobrando na prateleira…

Dias atrás, em um McDonalds, paguei meu lanche com uma nota de R$ 100,00. O caixa conferiu, reconferiu, chamou um colega para garantir, e “aceitou” a nota (é uma prática comum da rede, os jovens funcionários são chamados à atenção para o máximo de cuidado).
Eis que peguei o meu troco (com uma nota de R$ 50,00) e eu fiz questão de conferir também. E o rapaz perguntou porque eu estava conferindo, e eu respondi que pelo mesmo motivo que ele conferiu a minha nota.
A resposta foi engraçada: “Porque eu não conheço o senhor, por isso que eu conferi. Mas o senhor pode confiar na gente”.
A recíproca é verdadeira… mas pense: não deveriam ser orientados a fazer a conferência de maneira bem menos constrangedora? Há caixas onde o PDV já tem equipamento que confere automaticamente a cédula.

Já faz muito tempo que vejo pela Web afora alguns vídeos como esse, do link abaixo: começa falando que nos testes cegos, a pessoa prefere Pepsi do que Coca-Cola, e depois fala sobre a importância do nome forte de uma marca.
“Tem” e “não tem razão”. Me parece um pouco exagero de apologia à Pepsi, mas aí são incorporados conceitos mercadológicos interessantes; e depois cai numa “barra forçada”: quem disse, por exemplo, que as pessoas consomem Adidas por conta do Messi, como relatado aqui?
Assista o vídeo, mas tenha suas ressalvas com algumas falas que soam mais como propaganda do que propriamente de estudos, em: https://www.linkedin.com/posts/willianfelix-eletronicaeautomacaoindustrial_lembrei-das-aulas-de-virando-a-chave-com-activity-6875382797142396928-_xRf

Imagem extraída de: https://cruzferreira.com.br/coca-ou-pepsi-quem-domina-o-mercado-global/
Ops: Batom, da Garoto, sabor Algodão Doce?
Não sei se gosto de muitas invenções em chocolate…

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.
Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).
Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?
Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

Quantas vezes você se deparou com vendedores que grudam em você, permanecendo do seu lado e oferecendo de tudo, mesmo quando você diz que está apenas “dando uma olhadinha”?
Não sei quem bolou essa forma tão básica de evitar incômodos: cestinhas que diferenciam a cor conforme a necessidade de atendimento do freguês (abaixo).
Simples e simpático, não?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para a divulgação do crédito.
Leio no Ecoa (em matéria reproduzida pelo UOL, conforme citação na figura abaixo) que na Holanda um supermercado criou caixas para ficarem conversando com idosos. Sensacional!
Um dos males que maltratam os “nossos velhinhos” é a solidão. A necessidade de conversar é perceptível, e tal simpática iniciativa merece todos os aplausos.
E quem / quando se fará algo igual aqui no Brasil?
Não pude resistir a essa ilustração e postei: já paguei muito caro em churrascaria que não valeu a pena, e também já paguei muito barato em outras em que fui bem servido.
Ao verificar essa imagem (abaixo), fico pensando: cozinhar é uma arte mesmo! Não adianta “grife de carne”, se você não acertar o ponto dela.
Qual é o seu?

Pérolas da Internet: a Malzbier em 1925!
Uma cerveja que faz bem para a saúde, tratada como… Tônico?

Imagem extraída da Web.
Temos que fazer frequentemente exames preventivos para Síndrome de Li-Fraumeni (eu e minhas filhas), o que é muito traumático e cansativo. Por ser algo raro e pré-existente, não posso mudar de plano de saúde (o meu é Unimed Jundiaí), e sendo assim, para muitos procedimentos inexistentes em minha cidade, sou obrigado a fazer em São Paulo.
Para a Ressonância Magnética de Corpo Total, somos obrigados a fazer no Fleury da Unidade Higienópolis. Aqui, um desabafo: as atendentes são robotizadas, autômatas e insensíveis. Minha pequena está há 8 horas em jejum (incluindo de água), e por questões burocráticas do próprio laboratório, estamos há 1 hora atrasados.
Felizmente, uma supervisora empática está resolvendo os problemas. Mas toda vez que venho aqui, é sempre a mesma tortura…
Não se deve fazer isso! Reduzir o tamanho das embalagens e não reduzir proporcionalmente o preço, é uma das formas mais sacanas que se pode utilizar para ludibriar o consumidor.
Neste quadro da Revista Isto É (link em: https://istoe.com.br/as-embalagens-encolheram/), dá para se ter uma noção prefeita dessa atitude:
Uma nova onda de alimentos nutritivos está surgindo: a dos insetos!
Desde a qualidade proteica dos mesmos até às questões ecológicas, o consumo de grilos, por exemplo, pode ser uma tendência em breve no Brasil.
Compartilho, extraído de: https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/04/07/insetos-comestiveis/
INSETOS COMESTÍVEIS
Por Suzel Tunes
Um novo ramo do setor agropecuário está se instalando em Piracicaba. Na cidade paulista que é considerada o vale do agronegócio brasileiro por concentrar cerca de 40% das startups do setor está sendo montada uma biofábrica para a criação de grilos. O projeto de um sistema semiautomatizado para a produção em larga escala de Gryllus assimilis foi criado pela startup Hakkuna. O objetivo da empresa é obter matéria-prima em escala industrial para a produção de barras proteicas à base de farinha de grilo, produzidas de forma artesanal pela Hakkuna desde 2015. “A criação de insetos no Brasil ainda é muito artesanal. Nosso projeto busca reduzir o trabalho humano e padronizar a produção”, conta o sócio-fundador da startup, o engenheiro de materiais Luiz Filipe Carvalho.
A bióloga e doutora em entomologia Patrícia Milano, do Departamento de Entomologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), também se prepara para disputar o mercado de insetos comestíveis. Em 2016 ela criou a Ecological Food, cujo negócio é a venda de insetos para fabricação de ração animal. Com suporte do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresa (Pipe), da FAPESP, e da incubadora EsalqTec, pertencente à Esalq-USP, Milano desenvolveu uma dieta específica para grilos e baratas.
“Os resultados foram excelentes. As melhorias no sistema de produção de insetos resultaram em organismos com maior valor nutricional, sem encarecer a produção”, afirma. Agora, Milano pretende dar continuidade ao projeto, aperfeiçoando a metodologia de criação de algumas espécies com vistas à alimentação humana. A Ecological Food fica em Limeira (SP), a cerca de 40 quilômetros de Piracicaba.
Luiz Filipe Carvalho e Patrícia Milano seguem uma tendência mundial. É crescente o interesse pelos insetos como alternativa alimentar. Segundo o holandês Arnold van Huis, um dos principais pesquisadores no campo da entomofagia (o uso de insetos como alimento por seres humanos), a base internacional de dados Web of Science revela um crescimento exponencial no número de artigos acadêmicos publicados sobre o tema, sobretudo a partir de 2015. Van Huis é professor da Universidade de Wageningen, localizada na cidade holandesa de mesmo nome, e editor da publicação científica Journal of Insects as Food and Feed.
Aumenta também o faturamento das empresas que apostam nos insetos como ingredientes para alimentação animal ou humana. A consultoria Meticulous Research avaliou em US$ 406,3 milhões o valor do mercado de insetos comestíveis em 2018 e prevê que ele deva triplicar até 2023. Um dos negócios mais bem-sucedidos é o da holandesa Protix, que recebeu aportes de investidores de US$ 50 milhões em 2017 para investir na criação de insetos destinados à produção de alimento humano e ração animal.
Insetos integram o cardápio humano há muito tempo. Estima-se que cerca de 2 bilhões de pessoas se alimentem desses animais no mundo
No Brasil, a Hakkuna e a Ecological Food pretendem surfar nessa onda. O projeto da Hakkuna para produção em larga escala de Gryllus assimilis iniciou sua primeira fase em março e visa desenvolver controles automáticos das condições ambientais da criação dos insetos, como níveis de temperatura e umidade. O contêiner que a empresa está estabelecendo em Piracicaba também irá dispor de sensores para controle de um alimentador automático – inicialmente, com ração de aves, até que a empresa desenvolva uma alimentação específica.
A Hakkuna, explica Carvalho, nasceu de um interesse pessoal por alimentação esportiva. “Sempre pratiquei esporte e sentia a necessidade de ter no cardápio opções de proteínas mais naturais e saudáveis. Em meados de 2015 comecei a pesquisar o que era feito no exterior e encontrei uma startup norte-americana, a Exoprotein, fabricando barras de proteína com farinha de grilo. Achei a ideia interessante e fui pesquisar quem fazia isso no Brasil. Não encontrei ninguém”, conta. “Então, comprei um curso on-line de criação de insetos, 100 gramas de grilos vivos e passei a testar produtos e o mercado. Assim começou a Hakkuna.”
Desidratados e transformados em farinha, os grilos apresentam-se como alternativa a alimentos e suplementos, como o whey protein, a proteína de soro do leite, bastante consumida por praticantes de atividades físicas. Segundo Carvalho, que tem como sócio no negócio o engenheiro-agrônomo Marcelo Romano Teixeira, os insetos saem ganhando na comparação: além dos mesmos aminoácidos essenciais, a farinha feita a partir deles ainda contém fibras e ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, inexistentes no whey protein. Além da farinha proteica e das barrinhas, o empresário pretende comercializar snacks. Assim como a Ecological Food, a Hakkuna conta com suporte do Pipe e da EsalqTec, além do apoio da aceleradora GrowBio.
Apesar da crescente tendência recente, insetos estão no cardápio dos seres humanos há muito tempo. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), pelo menos 2 bilhões de pessoas ao redor do mundo alimentam-se de insetos. Mais de 1.900 espécies – destacando-se besouros, lagartas, vespas, formigas, gafanhotos e grilos – fazem parte da dieta tradicional de habitantes da Ásia, África e de comunidades indígenas na América Latina. Alguns estudos apontam que o hábito vem desde tempos pré-históricos.
A novidade é que eles começaram a chegar a restaurantes e prateleiras dos supermercados de grandes centros urbanos na Europa, Estados Unidos e, mais recentemente, no Brasil. A francesa Jimini´s foi uma das pioneiras. Criada em 2012, ela produz barras de cereais, massas e granolas à base de farinha de insetos, além de petiscos feitos com insetos desidratados e temperados, como larvas de tenébrio – uma espécie de besouro – com alho e ervas finas. Esses alimentos eram vendidos inicialmente pelo site da empresa. No começo de 2018, após a União Europeia aprovar e regulamentar o consumo de insetos, a Jimini´s passou a vender seus produtos na rede de supermercados Carrefour na Espanha, a preços que variam de € 2 a € 7. Os insetos são criados em fazendas europeias. Já a norte-americana Chirps importa matéria-prima para farinha, snacks e biscoitos da Tailândia, onde se calcula que existam 20 mil “fazendas de grilo” – o país é um dos líderes globais na área.
Com elevados teores de proteína, ferro e cálcio, os insetos apresentam vantagens nutricionais aliadas a um menor impacto ao meio ambiente
Na Alemanha, a BugFoundation vende hambúrgueres que levam 45% de uma mistura proteica feita à base de soja e larvas do besouro Alphitobius diaperinus, conhecido no Brasil como cascudinho. De acordo com os fabricantes, o sabor lembra sementes de girassol ou amendoim. Os animais são criados na Holanda, um dos primeiros países ocidentais a permitir a comercialização e o consumo de produtos alimentícios contendo insetos.
O veterinário alemão Nils Grabowski, chefe do Departamento de Higiene e Tecnologia de Insetos Produtivos da Universidade de Medicina Veterinária de Hannover, no norte do país, atesta que o mercado de insetos comestíveis na Alemanha é pequeno, mas aparentemente está crescendo. “A Alemanha é um país sem tradição real de entomofagia. Comer inseto era considerado um hábito curioso praticado por alguns povos extraeuropeus sem acesso à comida ‘real’ ou que precisam desse tipo de alimento para matar a fome. É claro que isso está longe da realidade. As pessoas não comem insetos porque precisam, mas porque querem”, declarou Grabowski a Pesquisa FAPESP.
Uma pesquisa na Tailândia, segundo ele, mostrou que a maioria das pessoas busca esses animais por causa do paladar. “Os tailandeses adoram comer insetos fritos com cerveja gelada”, conta. E as iguarias podem ser caras. “No México, certas pupas de formigas do gênero Liometopum, também conhecidas como ‘caviar asteca’, custam mais de US$ 50 [R$ 250] a porção de 30 gramas”, diz o veterinário. “Já um percevejo aquático gigante muito popular entre os tailandeses, Lethocerus indicus, é vendido pelo equivalente a € 0,20 [R$ 1,10] a peça. A demanda é tão alta que a Tailândia o importa de nações vizinhas.”
Grabowski coordena o projeto IFNext, em parceria com pesquisadores na Tailândia e no Camboja, cuja finalidade é desenvolver kits para a criação de grilos das espécies Gryllus bimaculatus e Teleogryllus mitratus e bichos-da-seda (Bombyx mori), além de novos produtos com essas matérias-primas.
Em nível mundial, os insetos inteiros ainda representam a maior parcela do mercado, sobretudo devido à maior disponibilidade e ao menor custo em comparação aos processados. No entanto, estima-se que o mercado das farinhas, barras e shakes de proteína de insetos terá maior taxa de crescimento nos próximos anos – o que se atribui à tendência das novas gerações de valorizar um estilo de vida saudável baseado em cardápios balanceados.
Para a FAO, a importância dos insetos é ainda maior. Fundamentais para a existência humana por atuarem como decompositores na cadeia alimentar, reciclando matéria orgânica, e como polinizadores, garantindo a reprodução de plantas, eles começam a ser vistos como uma solução sustentável para a crescente demanda por alimentos no planeta.
O aumento populacional e a escassez de recursos naturais justificam essa percepção. Segundo o documento Edible insects – Future prospects for food and feed security (Insetos comestíveis – Perspectivas futuras para alimentos e segurança alimentar), elaborado pela FAO, o mundo terá em 2050 cerca de 9 bilhões de pessoas e para alimentá-las a produção de alimentos precisará dobrar. Estima-se que a demanda por produtos agropecuários atinja 465 milhões de toneladas em 2050, diante de 229 milhões de toneladas em 2000. O relatório aponta que “alimentar as populações futuras vai exigir o desenvolvimento de fontes alternativas de proteína, como carne cultivada em laboratório, algas, feijões, fungos e insetos”.
Como opção proteica, os insetos apresentam vantagens nutricionais associadas a um menor impacto ambiental. “Eles têm teores de ferro, cálcio e proteínas acima dos valores encontrados em aves, bovinos e suínos. Sua produção requer menos água, emite pouca quantidade de gases de efeito estufa e pode ser realizada em prédios, evitando o desmatamento de grandes áreas”, enumera a entomologista Patrícia Milano. A pesquisadora já incorporou insetos ao cardápio e, sempre que pode, os oferece para degustação, fritos ou banhados no chocolate, a amigos, parentes, alunos e ouvintes das palestras que têm proferido em universidades, congressos e eventos de divulgação científica.
O documento da FAO aponta, ainda, que os insetos têm alta taxa de conversão alimentar, ou seja, conseguem transformar a ração consumida em massa corporal com muito mais eficiência. Gafanhotos convertem 2 quilos (kg) de alimento em um 1 kg de massa corporal, enquanto bois fazem essa mesma conversão na proporção de 10 para um.
Outra vantagem dos insetos na comparação com mamíferos e aves é o baixo risco de transmissão de zoonoses, contrariando o senso comum que os associa a doenças. De maneira geral, eles são seguros, desde que criados em condições controladas e processados corretamente. Foi o que constatou o veterinário Nils Grabowski, que fez uma análise microbiológica desses animais. O pesquisador alemão analisou 38 amostras de insetos em diferentes formas de preparação e concluiu que os secos apresentam maior número de bactérias do que os cozidos ou fritos.
Especialistas dizem que o Brasil pode se tornar um dos grandes produtores globais de insetos, com foco no mercado externo
Todas as amostras foram negativas para patógenos como salmonelas, Listeria monocytogenes, Escherichia coli e Staphylococcus aureus, segundo Grabowski, mas insetos secos e em pó continham alguns patógenos de origem alimentar, como bactérias e fungos. “O aquecimento e a secagem matam muitos tipos de microrganismos do inseto, mas alguns suportam esses tratamentos, especialmente bactérias de formação de esporos. Por isso a importância de um tratamento térmico eficiente para eliminar também os microrganismos que sobrevivem a ambientes quentes e secos”, aconselha o pesquisador.
Precaução extra deve ter quem for alérgico a frutos do mar. Os insetos, tal como os crustáceos – ambos integrantes do filo dos artrópodes –, têm um exoesqueleto à base de quitina, capaz de provocar reações em consumidores sensíveis. Mas quem pode comer, sem susto, camarão ou lagosta não deverá ter problemas ao ingerir gafanhotos ou lagartas – e até achar leve semelhança na textura.

Alimentos convencionais e grilos desidratados (segundo pote a partir da esquerda): inseto é matéria-prima para nutrição humana
BOLA DENTRO:
BOLA FORA:
Um exemplo de tal erro e para fins ilustrativos, compare os valores dos ingressos das seguintes partidas:
Red Bull Bragantino x Oriente Petróleo, Copa Sulamericana: R$ 40,00.
Paulista x Amparo, 4ª divisão estadual: R$ 30,00.
E olhe que sugerimos na Rádio Difusora que, para animar o torcedor e incentivar o aumento de público, seria interessante (por ser véspera do Dia das Mães), que mulheres e crianças tivessem o ingresso cortesia. Preço promocional: R$ 20,00 e homens acompanhados de mulheres, ela entraria de graça. Algo assim! Ao contrário, aumentaram o valor… Na promoção (R$ 20,00 o casal), casa cheia e, se o time vencer, maiores chances do torcedor voltar. Sem ela, como gastar R$ 60,00? Menos público, menos incentivo… Trazer torcedor é INVESTIMENTO para o futuro.
Veja que interessante o que Bragantino faz: quem tem o Plano Red Bull Experience, paga R$ 24,90 / mês e assiste a TODOS os jogos em Bragança Paulista por esse único valor. Exemplificando: no mês que vem, o sócio-torcedor assistirá Bragantino x Santos, Bragantino x Taquari-PAR, Bragantino x Flamengo e Bragantino x Goiás por… R$ 24,90 (dá R$ 6,23 aproximadamente por jogo). Se você comprar esses jogos avulsos (BR a R$ 60,00 e SD a 40,00), pagará R$ 220,00!
Então, vale a comparação: 3 jogos do Red Bull Bragantino pelo Brasileirão + 1 pela Sulamericana = R$ 24,90. Somente o Paulista x Amparo = R$ 30,00.
Acho que o Marketing do Paulista pisou na bola…
Tem 7 anos essa postagem, mas poderia ser de hoje. Abaixo:
A pipoca do cinema está cara?
Caríssima, normalmente. Mas e o que falar de R$ 70,00 no Cinemark?
Será que acompanha um rodízio de carnes e bebidas?
Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,preco-da-pipoca-em-salas-de-cinema-de-sao-paulo-ja-passa-dos-r-70,1505530
PREÇO DA PIPOCA EM SALAS DE CINEMA DE SÃO PAULO JÁ PASSA DOS R$ 70
Por Renato Oselame
O preço do pacote de pipocas nos cinemas de São Paulo já passa dos R$ 70. Com a quantia, seria possível comprar cerca de 10 quilos de milho para pipoca nos supermercados ou perto de cinco quilos de pipoca natural para microondas.
A reportagem verificou a cobrança de R$ R$ 72,47 em combo oferecido pelo Cinemark no shopping Cidade Jardim. A pesquisa foi realizada a partir de sugestão de um leitor do portal do Estado. Ele encontrou a cobrança de até R$ 63,84 em cinema da mesma rede em Londrina, no Paraná.
Utilizando a plataforma online do ingresso.com, a mesma usada pelo leitor, a reportagem constatou preços de combos de pipoca vendidos pela internet em São Paulo que variavam entre R$ 60 e R$ 70 em unidades do Cinemark.
A pipoca tem refil ilimitado para a exibição do filme e é servida em tamanho grande, acompanhada de um copo de refrigerante tamanho grande.
Considerando o maior preço registrado na pesquisa, os consumidores que optaram pelo combo no dia de referência poderiam ter comprado uma série de outros produtos equivalentes. O valor seria bastaria para comprar um ingresso para a sala ‘prime’ do cinema do shopping Cidade Jardim, com direito a R$ 13,47 de troco.
Após contato da reportagem, os preços cobrados no site ingresso.com sofreram redução para até R$ 30,48. Segundo o Cinemark, os preços anteriores não correspondiam aos praticados nas lojas da rede
A empresa esclareceu que, em relação à unidade do Paraná denunciada pelo leitor do portal, os preços nas lojas físicas da rede não ultrapassam os R$ 20,75 (para o combo mega da pipoca doce).
O site ingresso.com afirmou que não participa do processo de fixação dos preços e realiza apenas a intermediação entre o consumidor final e as empresas de entretenimento.

Imagem extraída de: http://cinegnose.blogspot.com/2020/08/por-que-comemos-pipoca-no-cinema.html
Meses atrás, o Fantástico da Rede Globo trouxe uma matéria sobre a Máfia dos Combustíveis no Rio Grande do Norte. Mas os golpes contra o consumidor são muito mais complexos e frequentes, infelizmente.
Veja essa matéria de 2012 explicando os mecanismos que provocam fraude e enganam o motorista. E vale o lembrete: abasteça no posto em que você confia!
Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=z3rMkNgdYlw
A classe média descobriu vendedores chineses e agora não quer mais abrir mão deles: são os sites de compra direto da China, e que se popularizaram no Brasil.
Porém, eis que o Governo quer cobrar mais imposto das compras neles, onerando ainda mais o consumidor!
Abaixo, extraído de: https://www.terra.com.br/economia/dinheiro-em-acao/haddad-quer-taxar-compras-da-shein-e-shopee-veja-ate-quanto-pode-pesar-no-seu-bolso,ac27efbe7884ddd96336d978d397f01fq0so0g1u.html
HADDAD QUER TAXAR COMPRAS DA SHEIN E SHOPEE: VEJA QUANTO PODE PESAR NO SEU BOLSO
Gigantes estrangeiras dominaram a preferência do consumidor com preços muito baixos e ‘dribles’ de taxação para compras internacionais
Por Juliana Steil
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deixou claro que quer cobrar tributos sobre a compra de produtos importados pela internet. A proposta mira, especificamente, as gigantes estrangeiras que se tornaram queridinhas do consumidor brasileiro: Shein, Shopee e AliExpress. Ainda não há um plano concreto, mas, se entrar em vigor, isso pode significar o fim das “comprinhas” para muita gente.
Haddad tocou no assunto enquanto explicava um pacote de medidas propostas pelo Ministério da Fazenda para conseguir atingir as metas de arrecadamento de verba para os cofres públicos e, assim, atingir as metas previstas na nova regra fiscal.
O pacote, no total, prevê arrecadar R$ 150 bi; no que diz respeito aos impostos para e-commerce estrangeiro, são R$ 8 bilhões.
O que está em jogo?
O ministro subiu o tom contra as varejistas, sem citar nomes. Ele disse que quer coibir o que chamou de “contrabando digital” e evasão fiscal e disse que as vendas não taxadas prejudicam as empresas brasileiras, que pagam impostos e precisam aumentar seus preços por conta disso.
Então, o objetivo é fazer com que todas ou, pelo menos, a maioria das compras internacionais sejam submetidas a alguma taxa ao entrar no Brasil.
Como é atualmente?
Atualmente, segundo o contador especializado em tributos Alison Santana, o imposto para produtos importados tem uma alíquota única de 60% em cima de qualquer compra feita por uma pessoa física com valor total superior a US$ 50 (cerca de R$ 250).
Ou seja, atualmente, funciona assim:
• Para compras abaixo de US$ 100, nenhum imposto é cobrado;
• Para compras de US$ 50 ou acima, o produto é confiscado pela Alfândega e, para retirá-lo, é preciso pagar um imposto de 60% do valor total do produto, incluindo frete e seguros. Se você comprar R$ 250 em roupas e o frete for R$ 50, vai precisar pagar R$ 180 para ter suas compras em mãos.
Só que as varejistas estrangeiras são acusadas de evasão fiscal ao declararem valores menores nas notas fiscais dos pacotes, de forma que nunca alcance o teto permitido pela fiscalização brasileira e não seja taxado.
Se a compra é muito grande, os pacotes são divididos como estratégia de diminuir o valor total entre várias compras, como se fossem para pessoas diferentes –fugindo, novamente, de uma possível taxação.
Como pode ficar?
Apesar das palavras duras, Haddad ainda não explicou como pretende chegar no montante e atingir as lojas estrangeiras. Ele disse, simplesmente, que não será preciso criar novos impostos ou aumentar a alíquota do imposto já existente, bastando apenas “cobrar de quem não paga”.
Isso quer dizer que pode ser uma sinalização a um possível reforço de fiscalização pela Receita Federal ou regras mais duras para compras importadas, de forma que todas as compras em que o imposto é devido, ele seja efetivamente cobrado do consumidor.

Imagem extraída do link acima.
Invariavelmente vemos carros que aceitam gasolina e etanol que não se adaptam à mudança de combustível.
Caro motorista, saiba que o seu veículo tem um chip que precisa entender o que você está abastecendo.
Se você roda com gasolina e quer mudar para etanol, deve deixar o tanque se esvaziar até o limite da reserva, e aí completar o tanque com o outro produto. Caso contrário (se você anda com meio-a-meio), o módulo pode entender que você está utilizando combustível adulterado.
Algo importante e que passa despercebido: quando você muda o combustível, precisa rodar alguns quilômetros para que seu carro entenda o que aconteceu. Se você trocar o combustível e estacionar o carro na garagem, fatalmente, quando você der a partida, o carro pode não funcionar.
Um cuidado a mais: alguns carros podem viciar com determinado combustível, e se você não muda com frequência, pode ser que seu carro não renda o que deva e até falhe por muitos tanques abastecidos.
Ademais, último conselho: não se esqueça de abastecer o reservatório da injeção eletrônica, caso esteja usando a opção etanol.
Tais dicas ajudam os motoristas a terem tranquilidade quando abastecerem seus carros.
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Foto: Fábio Junior/EPTV, extraído de: Auto Esporte, em: https://autoesporte.globo.com/videos/noticia/2020/01/veja-dicas-para-economizar-combustivel-no-guia-pratico-do-g1.ghtml
Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:
Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado
COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO
Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio
por Priscila Zuini
A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.
Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).
1. Atendimento impecável
Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.
Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.
2. Tenha um bom produto
Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.
O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.
3. Seja transparente
Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.
Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
Não adianta bloquear, esses chatos perturbam com outro número. Todas os dias, por diversas vezes, a Vivo insiste em ligar e oferecer “portabilidade e vantagens”.
Já implorei para tirarem meu cadastro da lista deles para não receber chamadas, mas não funciona…
QUE DESRESPEITO!
De Exame.com: (por Maria Clara Dias, em: https://exame.com/negocios/10-frases-para-comemorar-o-dia-do-consumidor/#)
A data faz referência ao Dia do Consumidor, comemorado em 15 março. A história começa há mais de seis décadas e tem origem nos Estados Unidos
Em 15 de março de 1962, o presidente americano John Kennedy fez um discurso em falou sobre os ganhos e contribuições que uma relação justa entre empresas e consumidores podem oferecer.
O pronunciamento reverberou ao longo do tempo e, 21 anos depois, em 1983, a data passou a ser comemorada mundialmente como o dia do consumidor.
No Brasil, a discussão sobre direitos do consumidor ganhou relevância a partir dos anos 90, com a entrada em vigor do Código de Defesa do Consumidor, de 1990. O documento estabeleceu regras e orientações que os consumidores deveriam adotar caso se sentissem lesados ao realizar uma compra.
A partir desta lei, os estados e municípios tiveram amparo legal para criar órgãos dedicados às reclamações de consumidores, os Procons.
Nos últimos anos, a data começou a receber um novo apelo no país, com marcas ampliando os esforços para torná-la cada vez mais importante no calendário de ações promocionais. Uma forma de parabenizar os clientes e, ao ao mesmo tempo, fortalecer os negócios.
Na farmácia, comprando naproxeno sódico 550mg, e vendo a diferença de preços:
– A embalagem com 10 comprimidos custa R$ 19,90, e a com 20, R$ 22,90!
Fica a dúvida: o de 20 está em promoção, ou aumentam o preço do 10 para o impacto no comportamento do consumidor?

Uma das coisas que mais me irrita quando vou a alguma lanchonete / restaurante é a ausência de um cardápio impresso.
Reconheço que o QR Code para o cardápio virtual é uma tendência e uma comodidade para os mais jovens. O problema é: ter o modelo virtual e não ter o impresso (que deveria ser uma alternativa).
Se eu quiser ter uma noite agradável comendo uma pizza com minha mulher, sem ser incomodado com o celular, não posso? Afinal, precisarei dele para acessar o cardápio eletrônico.
É mais o menos como leitura: eu adoro virar as páginas de papel, não rolar telas…
E você, se incomoda com a falta de cardápios físicos?
Imagem extraída de: https://www.elo7.com.br/cardapio-digital-online-pizzaria-delivery/dp/130BCB3
Já faz muito tempo que vejo pela Web afora alguns vídeos como esse, do link abaixo: começa falando que nos testes cegos, a pessoa prefere Pepsi do que Coca-Cola, e depois fala sobre a importância do nome forte de uma marca.
“Tem” e “não tem razão”. Me parece um pouco exagero de apologia à Pepsi, mas aí são incorporados conceitos mercadológicos interessantes; e depois cai numa “barra forçada”: quem disse, por exemplo, que as pessoas consomem Adidas por conta do Messi, como relatado aqui?
Assista o vídeo, mas tenha suas ressalvas com algumas falas que soam mais como propaganda do que propriamente de estudos, em: https://www.linkedin.com/posts/willianfelix-eletronicaeautomacaoindustrial_lembrei-das-aulas-de-virando-a-chave-com-activity-6875382797142396928-_xRf

Imagem extraída de: https://cruzferreira.com.br/coca-ou-pepsi-quem-domina-o-mercado-global/
Quantas vezes você se deparou com vendedores que grudam em você, permanecendo do seu lado e oferecendo de tudo, mesmo quando você diz que está apenas “dando uma olhadinha”?
Não sei quem bolou essa forma tão básica de evitar incômodos: cestinhas que diferenciam a cor conforme a necessidade de atendimento do freguês (abaixo).
Simples e simpático, não?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para a divulgação do crédito.
Pérolas da Internet: a Malzbier em 1925!
Uma cerveja que faz bem para a saúde, tratada como… Tônico?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Compartilho esse ótimo artigo do blog “Rezenhando” (de Felipe Calabrez). Você realmente confia nos produtos que está consumindo?
Vale a leitura. Abaixo:
A alternância de assuntos aqui é constante, e hoje achei oportuno falar sobre algo que já aconteceu comigo e provavelmente com você. Quem nunca comprou algo para comer ou beber julgando pelo rótulo…
Texto Fonte (continue clicando no link): Como não ser enganado ao comprar um produto “Saudável”
