– Você sofreu de “Dezembrite”? Sobre a Síndrome do Fim-de-ano:

Li no Linkedin da Faculdade Exame: em Dezembro, muita gente se entristeceu / entristece- e isso é normal.

A essa Síndrome de “Final de Ano” (e que alguns de nós pode ter sentido), se dá o nome de Dezembrite!

Abaixo:

DEZEMBRITE

É provável que você tenha visto esse termo curioso circulando pela internet nos últimos dias. O neologismo se refere, na verdade, a um conjunto de emoções e sintomas de ansiedade e depressão. Uma “síndrome de fim de ano”, que, infelizmente, não é rara.

Prova disso é o estudo do International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) que mostra que o estresse em dezembro, se comparado aos outros meses do ano, aumenta em média 75%. Também cresce a ansiedade (70%) e os problemas para dormir (38%)

Além de confraternização, de troca de presentes e de festividade, o fim de ano também pode simbolizar angústia, ansiedade e tristeza. Isso porque o fim de um ciclo gera uma espécie de inquietação em muitas pessoas.

É quando elas pensam sobre o cumprimento das suas resoluções e metas, suas conquistas, suas derrotas e suas perdas. E, com essa introspecção e reflexão, pode ser que venha junto uma carga emocional pesada. Afinal, há quem olhe para trás e sinta apenas frustração diante do ciclo que se encerra.

 

– E o desrespeito da Claro…

Desde ontem, 15h00, sem internet fixa em casa.

E a @Claro fica dando horário: até às 20h, até às 23h, até às 9h… e agora, até às 14h!

Imagine se vivêssemos em um país com tragédias ambientais! Nunca mais voltaria o sinal da Claro…

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– Olhe isso, dona Porto!

Todos esses números são da Porto Seguros, tentando vender consórcios.

Não adianta pedir para o atendente tirar seu nome do cadastro nem dizer que nada quer.

Será que realmente é da Porto, prestando um desserviço, ou são golpistas?

Lamentável.

– Black Friday pra Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

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– Que brigadeiro caríssimo!

Um brigadeiro por R$ 13,50 é sacanagem, né?

Pode ser gourmet, premium, com leite de elefoa… mas é caro!

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– O Consumismo como Doença.

Nós, enquanto administradores comerciais, queremos vender. Queremos que os consumidores comprem à vontade!

Nós, enquanto consumidores, tomamos cuidados para não nos endividarmos. Mas, às vezes, o IMPULSO nos prejudica.

Digo isso pela interessante matéria sobre o “Consumo como Vício / Doença“. As vezes, me identifiquei aqui… é necessário cuidado!

Extraído de: RIBEIRO, Carina. Revista IstoÉ, pg 70-72, ed 2088, 18/11

CONSUMO: QUANDO O DESEJO DE COMPRAR VIRA DOENÇA

O endividamento crônico atinge milhões de brasileiros e pode ser uma porta de entrada para o vício do consumo compulsivo

Nunca foi tão fácil conseguir crédito. Às vésperas do Natal, o mercado pouco exige do pagador. A compra é parcelada a perder de vista, sem entrada. O financiamento, pré-aprovado, é quase ilimitado. Para quem sabe gerir dinheiro, isso significa boas oportunidades. Para quem gasta sem pensar e adquire o que não precisa, pode ser a perdição total. Neste grupo, os mais vulneráveis são os compradores compulsivos, parte significativa dos 22% dos brasileiros que possuem dívidas impagáveis e de 85% das famílias que têm despesas superiores ao rendimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste caso, o consumismo desenfreado é uma doença.

Um dos sinais de desequilíbrio é o alto grau de irritação diante da impossibilidade de comprar e a impulsividade do ato. “São pessoas que compram sozinhas, optam por objetos repetidos, sem utilidade, e escondem as aquisições dos familiares”, afirma Tatiana Filomensky, coordenadora do grupo de atendimento dos compradores compulsivos no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Eles saem para comprar um terno e voltam com uma televisão.” Seis anos atrás, apenas três pacientes estavam em tratamento. Neste ano, são 24 e há 50 nomes em lista de espera.

A aquisição de produtos idênticos ou inúteis e o medo de encarar os débitos são características do consumista patológico. É o que ocorre com a administradora M.S., 40 anos, que coleciona bijuterias, sapatos, bolsas e calças do mesmo modelo e da mesma cor. Há quatro anos, quando sua dívida chegou a R$ 25 mil, ela decidiu frequentar os Devedores Anônimos (DA), em São Paulo. “O guardaroupa estava cheio e nada me interessava”, diz a administradora, que ganhava R$ 5 mil e gastava R$ 500 em cada ida ao shopping. Ela lamenta não ter construído um patrimônio nem priorizado a família. “Comprava tudo para mim e nada para o meu filho. Hoje me culpo por isso”, diz.

Diante da vergonha do endividamento crônico, é comum que os compulsivos escondam a fatura bancária dos familiares. “Eu não queria admitir a dívida e escondia as compras da minha esposa”, afirma o físico C.A., 61 anos. Uma de suas manias é preencher o freezer até o limite com os mesmos alimentos, das mesmas marcas, mesmo ciente de que não serão consumidos no prazo de validade. “Se o freezer não estiver lotado, tenho a sensação de escassez”, explica o físico, que há um ano entrou para o DA. Para quitar parte de suas dívidas, certa vez conseguiu um empréstimo de R$ 9 mil – e gastou o valor em três dias. “Nem lembro o que comprei.” A necessidade de manusear valores o levava diariamente ao caixa eletrônico. “O barulho da maquininha liberando o dinheiro me fazia bem”, diz o físico, que fazia saques duas vezes por dia. “Me sentia mal em aniversários e casamentos porque tudo era de graça. Corria das festas para lojas para comprar.” O resultado: três cartões de crédito estourados, eletrôcheque especial no limite e uma dívida de R$ 22 mil.

A compulsão por compras costuma vir acompanhada de outros vícios, segundo pesquisa da Universidade da Carolina do Norte (EUA). “Há um parentesco entre as diversas formas de manifestação”, diz o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por exemplo: um jovem que compra de forma impulsiva pode migrar para o alcoolismo ou vício em jogos na terceira idade.

Grande parte dos endividados crônicos sofre de consumo compulsivo, mas há os que entram neste rol por incapacidade de gerir seu negócio ou sua conta bancária. O empresário W.P., 50 anos, deve 15 vezes seu patrimônio. O rombo financeiro comprometeu a renda de toda a família e surpreendeu a esposa e os filhos, que desconheciam a situação. A dívida destruiu um casamento de 25 anos e levou os familiares a cogitar a interdição judicial. “Fui expulso de casa”, conta. O caos foi o resultado de empréstimos e créditos com sete instituições financeiras. Ele foi parar no hospital quando a sua dívida aumentou 85% com a bola de neve dos juros. “Me afundei. Recorri a agiotas e sofri ameaças.” Apesar de não dispor mais de bens pessoais para se desfazer, o empresário acredita que ainda pode quitar a dívida. Enquanto isso, se esforça para pagar a fatura mínima do cartão de crédito. O advogado José Serpa Júnior, especialista em direito do consumidor, alerta que o pagamento mínimo é uma das armadilhas que dão falso conforto ao endividado. “Em um ano o débito triplica”, explica. Entre as recomendações do tratamento médico para compulsivos está não pagar a conta do cartão. “É uma forma de o paciente ter o nome sujo e não poder obter o crédito”, afirma Tatiana Filomensky.

O poder das instituições financeiras diante dos superendividados tem sido questionado pela Justiça. Em duas sentenças inéditas, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou obanco Itaú por fornecer crédito consignado acima das possibilidades dos endividados crônicos. “Não se trata de fazer apologia à figura do mau pagador ou de instituir o calote público, mas de analisar a responsabilidade financeira pela má concessão de crédito em valor muito superior à capacidade de endividamento do cliente”, afirma o relator, o desembargador Marcos Torres. Segundo especialistas, os idosos são as maiores vítimas nesses casos. “Eles são um filão pelo crédito descontado na folha”, afirma o advogado José Serpa Júnior.

É o caso do ex-auxiliar judiciário É o caso do ex-auxiliar judiciário Davi Prado Bortolato, 66 anos, que se aposentou com R$ 4.650, mas só recebe R$ 800 líquidos. Viciado em em préstimos, não resiste a um dinheiro fácil. “Abria a conta em um banco para cobrir o outro. No final, estava enrolado com seis financeiras”, diz Davi, que alega ter sido seduzido pela promessa do crédito sem juros para a terceira idade. O descontrole financeiro se tornou uma dívida de R$ 40 mil. “A raiz do endividamento está na distorção do que é essencial, necessário e supérfluo e nas reais condições de pagamento”, afirma Ari Ferreira de Abreu, especialista em contabilidade e finanças familiar. “O fútil é importante, traz felicidade”, diz o professor. “Desde que não comprometa o que é essencial.”

Imagem extraída do link em: https://istoe.com.br/8877_CONSUMO+QUANDO+O+DESEJO+DE+COMPRAR+VIRA+DOENCA/

– Cuidado com frentista que “confunde a gasolina”.

Como tem frentista picareta! Há vários postos de combustíveis, onde se paga comissão pela Gasolina Aditivada. Na hora que o cliente pede a Comum… o funcionário “confunde” e abastece a mais cara.

R$ 0,60 a diferença por litro. E sempre o mesmo “papinho”, de que se atrapalhou.

– A febre Labubu não passa?

Que febre é essa das bonecas Labubu? Continuam caras, e a moda ainda não passou.

Para quem não sabe o que é (um terror aos bolsos dos pais), abaixo:

Extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dnpqlrqpno

LABUBU: COMO VIRARAM FEBRE MUNDIAL?

Você pode achá-los fofos, feios ou simplesmente esquisitos — mas é bem provável que já tenha ouvido falar dos bonecos peludos que viraram uma sensação global: os Labubu.

Nascido como um monstro, a criatura de aparência élfica criada pela fabricante chinesa Pop Mart virou febre na internet. E conta com uma legião de fãs célebres: Rihanna, Dua Lipa, Kim Kardashian e Lisa, do grupo musical sul-coreano Blackpink.

Mas o fascínio não se limita às celebridades — de Xangai a Londres, as longas filas para comprar os bonecos viraram notícia, e em alguns casos até resultaram em brigas.

“Você sente uma enorme sensação de vitória quando consegue comprar um, no meio de tanta concorrência”, diz a fã declarada Fiona Zhang.

O fascínio mundial pelos Labubu quase triplicou os lucros da Pop Mart no último ano — e, segundo alguns analistas, deu novo fôlego ao soft power chinês, desgastado pela pandemia e pelo tensionamento das relações com o Ocidente.

Mas como tudo isso começou? O que exatamente é Labubu?

Essa ainda é uma pergunta sem resposta para muita gente — e mesmo quem sabe a origem do personagem nem sempre consegue explicar o fenômeno.

Labubu é, ao mesmo tempo, um personagem fictício e uma marca. A palavra em si não tem significado. É o nome de um dos personagens da série de brinquedos The Monsters, criada pelo artista nascido em Hong Kong, Kasing Lung.

Os rostos de vinil são acoplados a corpos de pelúcia, com um visual característico: orelhas pontudas, olhos grandes e um sorriso travesso exibindo exatamente nove dentes. A internet, dividida e curiosa, não consegue decidir se são fofos ou apenas bizarros.

O universo Labubu também inclui outros personagens que inspiraram seus próprios bonecos de sucesso — como a líder da tribo, Zimomo, seu namorado Tycoco e a amiga Mokoko.

Aos olhos de quem não conhece, alguns desses bonecos são difíceis de diferenciar.

Os especialistas sabem reconhecer, mas a fama dos Labubu acabou se espalhando — e outros membros da “família” também estão sumindo das prateleiras.

Quem vende Labubu?

Por alguns anos, grande parte das vendas da Pop Mart se concentrava nas chamadas blind boxes — caixas-surpresa, em que o comprador só descobre qual boneco adquiriu ao abrir o pacote. Foi nesse formato que a empresa firmou parceria com o artista Kasing Lung e obteve os direitos da marca Labubu.

Isso aconteceu em 2019, quase dez anos depois de o empresário Wang Ning fundar a Pop Mart, em Pequim, como uma loja de variedades, no estilo “tudo por 1 yuan”.

Quando as blind boxes começaram a fazer sucesso, a Pop Mart lançou sua primeira série em 2016, com os bonecos Molly — figuras infantis criadas pelo artista de Hong Kong Kenny Wong.

Mas foram as vendas dos Labubu que impulsionaram o crescimento da Pop Mart.

Em dezembro de 2020, a empresa passou a negociar ações na bolsa de valores de Hong Kong — e os papéis valorizaram mais de 500% no último ano.

Hoje, a Pop Mart é uma gigante do varejo. Opera mais de 2 mil máquinas automáticas, conhecidas como “roboshops”, ao redor do mundo.

Os bonecos Labubu já são vendidos em lojas físicas e virtuais de mais de 30 países — dos Estados Unidos e Reino Unido à Austrália e Singapura — embora, em alguns lugares, as vendas tenham sido suspensas temporariamente por causa da demanda altíssima.

Em 2024, as vendas fora da China continental representaram quase 40% do faturamento total da empresa.

Um sinal claro da popularidade: autoridades alfandegárias chinesas informaram, nesta semana, que apreenderam mais de 70 mil bonecos Labubu falsificados nos últimos dias.

Mas essa demanda não surgiu da noite para o dia. Foram necessários alguns anos para que os monstrinhos élficos conquistassem o mundo.

Como Labubu virou fenômeno global?

Antes de ganhar o mundo, Labubu era uma febre local na China.

Eles começaram a bombar justamente quando o país saía do isolamento provocado pela pandemia, no fim de 2022, segundo Ashley Dudarenok, fundadora da consultoria ChoZan, especializada no mercado chinês.

“No pós-pandemia, muita gente na China queria uma fuga emocional… e o Labubu era uma figura caótica, mas muito carismática”, diz ela. “Ele encarnava esse espírito do anti-perfeccionismo.”

A internet chinesa, que é gigantesca e muito competitiva, gera muitas tendências virais que não ultrapassam fronteiras. Mas essa conquistou o Sudeste Asiático rapidamente.

Fiona, que vive no Canadá, conta que ouviu falar dos Labubu por meio de amigos filipinos, em 2023. A partir daí, começou a colecioná-los — e embora ache os bonecos fofos, diz que o apelo está no fenômeno: “Quanto mais famoso fica, mais eu quero.”

“Meu marido não entende por que alguém de 30 e poucos anos como eu ficaria tão obcecada com isso — tipo me importar com qual cor vou conseguir.”

Além disso, é acessível, Fiona ressalta. Embora a demanda tenha inflacionado os preços no mercado de revenda, Fiona diz que o valor original — entre 25 e 70 dólares canadenses (cerca de R$ 100 a R$ 280) — era “razoável” para a maioria das pessoas que conhece.

“É o que normalmente se paga por um acessório de bolsa hoje em dia — então muita gente pode comprar”, afirma.

A explosão de popularidade veio em abril de 2024, quando Lisa, estrela tailandesa do K-pop e integrante do Blackpink, começou a postar fotos com bonecos Labubu no Instagram. Depois disso, outros famosos ajudaram a transformar o boneco em um fenômeno global.

Em fevereiro, Rihanna foi fotografada com um Labubu pendurado na bolsa Louis Vuitton. Em abril, Kim Kardashian mostrou sua coleção de dez bonecos Labubu aos seus seguidores no Instagram. E, em maio, o ex-capitão da seleção inglesa, David Beckham, também postou uma foto com um Labubu, presente da filha.

Hoje, os bonecos parecem estar em toda parte — não só nas redes sociais, mas nas bolsas de colegas, amigos ou mesmo estranhos na rua.

O que explica a obsessão por Labubu?

Simplificando: ninguém sabe ao certo. Como muitas tendências virais, o apelo dos Labubu é difícil de explicar — resultado de timing, estética e do fator imprevisível da internet.

Pequim está satisfeita com o fenômeno. A agência estatal Xinhua afirmou que Labubu “demonstra o apelo da criatividade, da qualidade e da cultura chinesa em uma linguagem que o mundo entende”, ao mesmo tempo em que permite mostrar “uma China descolada”.

A Xinhua apresenta outros exemplos que mostram como a cultura chinesa está ganhando projeção internacional: o game Black Myth: Wukong e o filme de animação Nezha.

Cinco bonecos Labubu, em caixas plásticas, enfileirados

Imagem: Getty Images, extraída do link acima.

– Carências afetivas ou financeiras não se preenchem comprando coisas. Controlando o consumismo.

Comumente depositamos no consumo a esperança de preencher um vazio interior. Uma falta, no passado, de amor, afeto e dinheiro. E isso nos faz …

Continua em: Carências afetivas ou financeiras não se preenchem comprando coisas. Controlando o consumismo.

– Vai correr? Olhe as possibilidades:

Que legal esse guia de tênis (modelo e marca) para quilometragens específicas a correr!

Como eu gosto de corrida de rua, fico passando vontade em ver tanta opções…

Abaixo:

– Por que se deixa de consumir um produto?

Ao ver esse quadro (abaixo), de percentagens de fatores que fazem um cliente deixar de consumir um produto, penso: as empresas estão atentas à importância do bom atendimento ao cliente e de uma ótima reputação de suas marcas?

Veja só:

Screenshot

– Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres.

Hoje é 15 de março, dia em que é celebrado o Dia do Consumidor. Ainda há muitas dúvidas em relação às relações de consumo estabelecidas em sociedade.

Continua em: Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado.

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Dia do Consumidor: 10 curiosidades sobre seus direitos.

O Dia Mundial do Consumidor tem por objetivo marcar a questão dos direitos do consumidor, como algo a ser respeitado e protegido.

Continua em: Dia do Consumidor: 10 curiosidades sobre seus direitos

– Cardápios físicos ou virtuais?

Uma das coisas que mais me irrita quando vou a alguma lanchonete / restaurante é a ausência de um cardápio impresso.

Reconheço que o QR Code para o cardápio virtual é uma tendência e uma comodidade para os mais jovens. O problema é: ter o modelo virtual e não ter o impresso (que deveria ser uma alternativa).

Se eu quiser ter uma noite agradável comendo uma pizza com minha mulher, sem ser incomodado com o celular, não posso? Afinal, precisarei dele para acessar o cardápio eletrônico.

É mais o menos como leitura: eu adoro virar as páginas de papel, não rolar telas…

E você, se incomoda com a falta de cardápios físicos?

Imagem extraída de: https://www.elo7.com.br/cardapio-digital-online-pizzaria-delivery/dp/130BCB3

– Você sofre de “Dezembrite”? Sobre a Síndrome do Fim-de-ano:

Li no Linkedin da Faculdade Exame: em dezembro, muita gente se entristeceu / entristece – e isso é normal.

A essa Síndrome de “Final de Ano” (e que alguns de nós pode ter sentido), se dá o nome de Dezembrite!

Abaixo:

DEZEMBRITE

É provável que você tenha visto esse termo curioso circulando pela internet nos últimos dias. O neologismo se refere, na verdade, a um conjunto de emoções e sintomas de ansiedade e depressão. Uma “síndrome de fim de ano”, que, infelizmente, não é rara.

Prova disso é o estudo do International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) que mostra que o estresse em dezembro, se comparado aos outros meses do ano, aumenta em média 75%. Também cresce a ansiedade (70%) e os problemas para dormir (38%)

Além de confraternização, de troca de presentes e de festividade, o fim de ano também pode simbolizar angústia, ansiedade e tristeza. Isso porque o fim de um ciclo gera uma espécie de inquietação em muitas pessoas.

É quando elas pensam sobre o cumprimento das suas resoluções e metas, suas conquistas, suas derrotas e suas perdas. E, com essa introspecção e reflexão, pode ser que venha junto uma carga emocional pesada. Afinal, há quem olhe para trás e sinta apenas frustração diante do ciclo que se encerra.

– Black Friday pra Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

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– A desculpa do “Descontão” na farmácia.

Fui comprar Nimesulida para a minha garganta, e a atendente me disse: “Aproveita que está em promoção! De R$ 26,94 para R$3,92!”

Quem dá um desconto “honesto” de quase 86%? Essa estratégia de elevar absurdamente o preço (R$ 27,00) e dizer que com o desconto generoso sai por apenas R$ 4,00, chega a ser ofensiva…

O preço do remédio verdadeiro, é esse mesmo. O desconto é artificial… Fiz questão de registar:

– Compre bons produtos do Patinho Velas!

Ajude o Patinho Velas!

Compre produtos de qualidade a preço justo.

Visite o site, em: https://www.instagram.com/patinho.velas?igsh=a3ZodnU2aHB5aG5x

– Preço e Valor.

São coisas distintas e, cá entre nós, facilmente percebidas: o preço cobrado e o valor percebido!

A dica do grande Warren Buffett:

Screenshot

– Panetone de Pistache, ou de Ouro?

Não estamos com alguns preços “fora da realidade”?

Olhe só esse Panetone com Pistache (tudo tem pistache hoje, está na moda): custa R$ 150,00!

Tá muito caro qualquer produto natalino

– O Consumismo como Doença.

Nós, enquanto administradores comerciais, queremos vender. Queremos que os consumidores comprem à vontade!

Nós, enquanto consumidores, tomamos cuidados para não nos endividarmos. Mas, às vezes, o IMPULSO nos prejudica.

Digo isso pela interessante matéria sobre o “Consumo como Vício / Doença“. As vezes, me identifiquei aqui… é necessário cuidado!

Extraído de: RIBEIRO, Carina. Revista IstoÉ, pg 70-72, ed 2088, 18/11

CONSUMO: QUANDO O DESEJO DE COMPRAR VIRA DOENÇA

O endividamento crônico atinge milhões de brasileiros e pode ser uma porta de entrada para o vício do consumo compulsivo

Nunca foi tão fácil conseguir crédito. Às vésperas do Natal, o mercado pouco exige do pagador. A compra é parcelada a perder de vista, sem entrada. O financiamento, pré-aprovado, é quase ilimitado. Para quem sabe gerir dinheiro, isso significa boas oportunidades. Para quem gasta sem pensar e adquire o que não precisa, pode ser a perdição total. Neste grupo, os mais vulneráveis são os compradores compulsivos, parte significativa dos 22% dos brasileiros que possuem dívidas impagáveis e de 85% das famílias que têm despesas superiores ao rendimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste caso, o consumismo desenfreado é uma doença.

Um dos sinais de desequilíbrio é o alto grau de irritação diante da impossibilidade de comprar e a impulsividade do ato. “São pessoas que compram sozinhas, optam por objetos repetidos, sem utilidade, e escondem as aquisições dos familiares”, afirma Tatiana Filomensky, coordenadora do grupo de atendimento dos compradores compulsivos no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Eles saem para comprar um terno e voltam com uma televisão.” Seis anos atrás, apenas três pacientes estavam em tratamento. Neste ano, são 24 e há 50 nomes em lista de espera.

A aquisição de produtos idênticos ou inúteis e o medo de encarar os débitos são características do consumista patológico. É o que ocorre com a administradora M.S., 40 anos, que coleciona bijuterias, sapatos, bolsas e calças do mesmo modelo e da mesma cor. Há quatro anos, quando sua dívida chegou a R$ 25 mil, ela decidiu frequentar os Devedores Anônimos (DA), em São Paulo. “O guardaroupa estava cheio e nada me interessava”, diz a administradora, que ganhava R$ 5 mil e gastava R$ 500 em cada ida ao shopping. Ela lamenta não ter construído um patrimônio nem priorizado a família. “Comprava tudo para mim e nada para o meu filho. Hoje me culpo por isso”, diz.

Diante da vergonha do endividamento crônico, é comum que os compulsivos escondam a fatura bancária dos familiares. “Eu não queria admitir a dívida e escondia as compras da minha esposa”, afirma o físico C.A., 61 anos. Uma de suas manias é preencher o freezer até o limite com os mesmos alimentos, das mesmas marcas, mesmo ciente de que não serão consumidos no prazo de validade. “Se o freezer não estiver lotado, tenho a sensação de escassez”, explica o físico, que há um ano entrou para o DA. Para quitar parte de suas dívidas, certa vez conseguiu um empréstimo de R$ 9 mil – e gastou o valor em três dias. “Nem lembro o que comprei.” A necessidade de manusear valores o levava diariamente ao caixa eletrônico. “O barulho da maquininha liberando o dinheiro me fazia bem”, diz o físico, que fazia saques duas vezes por dia. “Me sentia mal em aniversários e casamentos porque tudo era de graça. Corria das festas para lojas para comprar.” O resultado: três cartões de crédito estourados, eletrôcheque especial no limite e uma dívida de R$ 22 mil.

A compulsão por compras costuma vir acompanhada de outros vícios, segundo pesquisa da Universidade da Carolina do Norte (EUA). “Há um parentesco entre as diversas formas de manifestação”, diz o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por exemplo: um jovem que compra de forma impulsiva pode migrar para o alcoolismo ou vício em jogos na terceira idade.

Grande parte dos endividados crônicos sofre de consumo compulsivo, mas há os que entram neste rol por incapacidade de gerir seu negócio ou sua conta bancária. O empresário W.P., 50 anos, deve 15 vezes seu patrimônio. O rombo financeiro comprometeu a renda de toda a família e surpreendeu a esposa e os filhos, que desconheciam a situação. A dívida destruiu um casamento de 25 anos e levou os familiares a cogitar a interdição judicial. “Fui expulso de casa”, conta. O caos foi o resultado de empréstimos e créditos com sete instituições financeiras. Ele foi parar no hospital quando a sua dívida aumentou 85% com a bola de neve dos juros. “Me afundei. Recorri a agiotas e sofri ameaças.” Apesar de não dispor mais de bens pessoais para se desfazer, o empresário acredita que ainda pode quitar a dívida. Enquanto isso, se esforça para pagar a fatura mínima do cartão de crédito. O advogado José Serpa Júnior, especialista em direito do consumidor, alerta que o pagamento mínimo é uma das armadilhas que dão falso conforto ao endividado. “Em um ano o débito triplica”, explica. Entre as recomendações do tratamento médico para compulsivos está não pagar a conta do cartão. “É uma forma de o paciente ter o nome sujo e não poder obter o crédito”, afirma Tatiana Filomensky.

O poder das instituições financeiras diante dos superendividados tem sido questionado pela Justiça. Em duas sentenças inéditas, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou obanco Itaú por fornecer crédito consignado acima das possibilidades dos endividados crônicos. “Não se trata de fazer apologia à figura do mau pagador ou de instituir o calote público, mas de analisar a responsabilidade financeira pela má concessão de crédito em valor muito superior à capacidade de endividamento do cliente”, afirma o relator, o desembargador Marcos Torres. Segundo especialistas, os idosos são as maiores vítimas nesses casos. “Eles são um filão pelo crédito descontado na folha”, afirma o advogado José Serpa Júnior.

É o caso do ex-auxiliar judiciário É o caso do ex-auxiliar judiciário Davi Prado Bortolato, 66 anos, que se aposentou com R$ 4.650, mas só recebe R$ 800 líquidos. Viciado em em préstimos, não resiste a um dinheiro fácil. “Abria a conta em um banco para cobrir o outro. No final, estava enrolado com seis financeiras”, diz Davi, que alega ter sido seduzido pela promessa do crédito sem juros para a terceira idade. O descontrole financeiro se tornou uma dívida de R$ 40 mil. “A raiz do endividamento está na distorção do que é essencial, necessário e supérfluo e nas reais condições de pagamento”, afirma Ari Ferreira de Abreu, especialista em contabilidade e finanças familiar. “O fútil é importante, traz felicidade”, diz o professor. “Desde que não comprometa o que é essencial.”

Imagem extraída do link em: https://istoe.com.br/8877_CONSUMO+QUANDO+O+DESEJO+DE+COMPRAR+VIRA+DOENCA/

– Fanta Exotic.

Vejo no mercado uma “Fanta Exotic”, ao custo de R$ 12,00.

Eu sei que é um produto importado, mas quem em sã consciência (a não se apaixonados pela marca) gastariam tal valor para a bebida?

Loucura

– Qual o ponto perfeito?

Não pude resistir a essa ilustração e postei: já paguei muito caro em churrascaria que não valeu a pena, e também já paguei muito barato em outras em que fui bem servido.

Ao verificar essa imagem (abaixo), fico pensando: cozinhar é uma arte mesmo! Não adianta “grife de carne”, se você não acertar o ponto dela.

Qual é o seu?

– O desabafo de Reinaldo Carneiro Bastos em Jundiaí, para a Difusora.

O presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, esteve no Estádio Jayme Cintra e acompanhou a final da 5ª divisão estadual entre Paulista x Colorado. Ele ficou furioso com o tratamento dado aos torcedores na entrada do estádio, e garantiu que vai punir os responsáveis.

Oportunamente, no meio do seu momento de indignação, aceitou dar uma entrevista a nós (Difusora AM 810) e prometeu: nunca mais o consumidor de futebol será tratado daquele jeito em Jundiaí.

Assista o desabafo dele aqui: https://youtu.be/iV8tJqHR23E?si=zL-7GUUEZC3L3ola

E se ele tivesse ido ao jogo de ida, em Caieiras, onde o narrador Rafael Mainini teve que, em pé e no sol, narrar a partida? O que faria? Relembrando aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/09/12/narrador-de-1a-categoria-mostrando-seu-talento-e-profissionalismo-na-5a-divisao-2/

 

– O que devo fazer, Mizuno? (parte 2)

Dias atrás, me decepcionei com o insensível atendimento da Mizuno, devido ao problema com meu tênis (veja a publicação abaixo do ocorrido, onde um burocrático atendimento me ofereceu como solução, comprar um tênis novo com o benefício de 15% de desconto).

Agora, outro tênis (um Prophecy 6, no mesmo esquema de rodízio de uso já citado anteriormente), abriu completamente. Vai adiantar reclamar novamente?

Alô, Adidas, Nike ou Asics, que tal se tornarem a minha nova marca favorita de tênis?

(Da outra vez:)

O QUE DEVO FAZER, MIZUNO? 

Eu sou um entusiasta da Mizuno. Tenho vários tênis da marca, além de outros produtos. E, para as minhas corridas diárias (desde o meu tempo de árbitro de futebol até hoje), faço revezamento de calçados.

Veja só quantos produtos da linha Wave eu tenho (Creation, Prophecy, Ultima):

Entretanto, um deles (Prophecy 7), que está novinho e com pouco uso (como eu alterno os tênis, ele estava impecável), abriu a sola:

Eu tentei colar, mas não deu certo. E o custo dele é altíssimo para ter usado poucas vezes

  • Caros amigos da Mizuno, me patrocinem com um tênis novo, ou me ajudem na troca desse exemplar? Fico no aguardo! At.te, Rafael – rafaelporcari@gmail.com

Ops: eu costumo divulgar bastante a marca. veja só, nos links em:

1- https://professorrafaelporcari.com/2024/07/23/bom-dia-3a-feira-1-de-4-131/

2- https://professorrafaelporcari.com/2024/06/26/bom-dia-4a-feira-1-de-4-125/

3- https://professorrafaelporcari.com/2024/01/05/bom-dia-6a-feira-1-de-4-100/

– Uma história ruim com o Pizza Hut…

Dias atrás, fui ao Pizza Hut do Maxi Shopping Jundiaí. Estando na hora do almoço (momento de movimento), me surpreendi pelo Buffet e o Salão estarem fechados.

Motivo: falta de funcionários!

Como pode uma rede tão importante dar uma bobeada dessa? E isso aconteceu outras vezes!

Havia uma moça muito gentil no caixa: era a gerente… sem graça, explicou que não tinha o que fazer. 

Pode?

O cliente quer gastar, mas não tem colaborador para vender.

– 3 Tips For Better Understanding What Your Clients Want.

If you’re someone who works with different clients all of the time, it’s important that you know how to communicate with each client you have so that…

Continua em: 3 Tips For Better Understanding What Your Clients Want

– Ética, para vendedores.

Sempre que nos relacionarmos com clientes, lembremo-nos da Ética!

Uma dica, na imagem abaixo:

– Aprendamos com quem não gostou!

E aprendamos com Bill Gates!

Sobre clientes insatisfeitos, a dica dele, abaixo:

– Carências afetivas ou financeiras não se preenchem comprando coisas. Controlando o consumismo.

Comumente depositamos no consumo a esperança de preencher um vazio interior. Uma falta, no passado, de amor, afeto e dinheiro. E isso nos faz …

Continua em: Carências afetivas ou financeiras não se preenchem comprando coisas. Controlando o consumismo.

– Contra o encalhe…

O sabor desse Red Bull de figo e maçã, de fato, não caiu no gosto popular.

Mas o preço nos mercados… despencou!

O motivo é óbvio.

– Truques mentais para gastar menos dinheiro na hora das compras.

Se você precisa gastar menos ao fazer compras ou quer ser um gastador mais consciente, é bom ter alguns truques na manga. Mas, acredite, nem tudo é …

Continua em: Truques mentais para gastar menos dinheiro na hora das compras

– O atendente multitarefas do McDonalds.

#FASTFOOD – Eu sou do tempo em que um atendente anotava o pedido, e o outro no caixa cobrava.

Hoje, o funcionário do McDonalds conversa com um cliente e cobra do outro simultaneamente. Se atrapalha por completo, descontentando os dois clientes!

Não é algo chato?

– Por que se deixa de consumir um produto?

Ao ver esse quadro (abaixo), de percentagens de fatores que fazem um cliente deixar de consumir um produto, penso: as empresas estão atentas à importância do bom atendimento ao cliente e de uma ótima reputação de suas marcas?

Veja só:

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