A clareza e a boa comunicação devem ser rotineiras! Mas a compreensão deve suplantar tudo.
Abaixo, um ensinamento:

A clareza e a boa comunicação devem ser rotineiras! Mas a compreensão deve suplantar tudo.
Abaixo, um ensinamento:

Hoje é Dia Mundial da Língua Portuguesa. Eu ainda sofro com o acordo ortográfico, que padronizou regras ortográficas nos países em que ela é a língua oficial. Por exemplo: com “ideia sem acento” ou “voo ao invés de vôo”. Mas enfim…
Olhe que interessante essa matéria sobre as mudanças e influências da língua, com uma visão portuguesa da coisa (e sem as regras que deveriam norteá-lo)!
Abaixo, extraído de: https://observador.pt/2021/05/05/dia-mundial-da-lingua-portuguesa-assinala-se-em-44-paises-com-mais-de-150-atividades/
DIA MUNDIAL DA LÍNGUA PORTUGUESA. QUAL A PRONÚNCIA MAIS CORRECTA?
O padrão europeu da Língua Portugesa é o dialecto de Lisboa, mas é a pronúncia do Norte que se mantém fiel à origem. O linguísta João Veloso esclarece que o sotaque do Norte é o mais conservador.
É no Norte do país que ainda se preservam as marcas da origem da Língua Portuguesa. João Veloso, linguista e professor na Faculdade de Letras da Universidade do Porto explica à Rádio Observador o que está em causa na evolução da língua e na formação de novos dialetos.
Enquanto a Norte se mantêm hábitos antigos, no Alentejo foi adotado “o gerúndio utilizado até ao século XIX” . De acordo com João Veloso, as maiores influencias na língua são o tempo, o espaço e o convívio com línguas diferentes. Por exemplo, o hábito mais recente adotado pela Língua Portuguesa foi a pronuncia carregada dos “r’s”. O linguista explica que o “novo dialeto” resultou da presença dos franceses em Portugal no SEC.XIX.
Com o tempo, a Língua Portuguesa deve sofrer mais alterações, o linguista João Veloso prevê que “a próxima influência na sonorização das palavras vai ser o Inglês, lecionado nas escolas.”
[Este dia] é celebrado o Dia Mundial da Língua Portuguesa, que vai ser assinalado em 44 países, com mais de 150 atividades, em formato misto, presencial e virtual, devido à pandemia de Covid-19.
Proclamado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), este é o segundo ano em que se celebra o Dia Mundial da Língua Portuguesa.
Em declarações à Rádio Observador, o embaixador de Portugal na UNESCO e ex-candidato à Presidência da República, Sampaio da Nóvoa, olha para a Língua Portuguesa como um “tesouro imenso que recebemos da história e que temos a obrigação de cuidar e projetar”. Sampaio da Nóvoa destaca ainda esta “língua que está no mundo inteiro”, o que é uma “característica única”.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.
Muito legal! Para quem gosta de futebol, Milton Leite numa bacana entrevista:
(E ele falou sobre Jundiaí e da Rádio Difusora).
“Fernando Vieira de Melo tinha uma casa em Cabreúva, ia para lá descansar e ouvia a Rádio Difusora de Jundiaí no caminho. Por isso ele me levou para a Jovem Pan”: https://www.youtube.com/live/rS5dc4xUTO4?si=pfADkLbwMyNaqF8X

Você já se encontrou em situações em que teve dificuldade em expressar seus pensamentos, sentimentos e necessidades de forma clara? 🤔 A comunicação …
Continua em: Comunicação Assertiva: A chave para relacionamentos saudáveis!
O que você quer de uma Rede Social?
Eu quero ter o direito de opinar o que penso – mas devo respeitar, logicamente, o que os outros pensam. Afinal, não é um ambiente particular de publicação, é uma rede na sociedade (e precisamos ter boa educação, evidentemente).
Dentro dessa ideia, me custa crer que as pessoas, quando não concordam com alguém, resolvem não debater, mas ir à página alheia ofender! Não existe diálogo social na Rede Social?
Discutir é importante, sobrepor opinião ou desqualificar a sua… não vale.
Aliás, quem inventou essa história de que “amigo” de Rede Social necessariamente é seu amigo? Pode ser um hater! Essa história de amigo virtual faz com que repensemos quem faz parte da nossa rede e que seja amigo, conhecido, interessado ou apenas curioso.
Se percebemos a toxidade de uma Rede Social (ou seja: que ela não faz bem), vale pensar: vale a pena estar nela? Ou melhor: vale a pena estar com quem, dentro dela?
O que seria entretenimento, informação e diversão, não pode nunca ser fardo.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Há algum tempo tem ocorrido uma avalanche de brincadeiras sobre Portugal, partindo do Brasil. Mas como ela começou?
Abaixo, extraído do blog: http://virtualidades.blog/2025/04/27/uma-guerra-bem-humorada/
UMA GUERRA BEM-HUMORADA
por Solon Saldanha
Talvez você, que está me lendo agora, nem sequer tenha se dado conta. Afinal, não há registro de baixas até agora. Mas, estamos em guerra com Portugal. Uma guerra virtual, a bem da verdade, que não é pela nossa independência porque essa estaria sendo tardia demais. O conflito tem se dado no território ao mesmo tempo imenso e restrito, de redes sociais. E começou como quase todas as beligerâncias: um motivo bobo e com certeza muito facilmente contornável, antes do caldo entornar. Este fato contou com o envolvimento involuntário da Espanha.
Em novembro de 2024 o time feminino do Barcelona contratou a atleta lisboeta Kika Nazareth, junto ao Benfica. Ela é uma meio-campista de bom talento, atualmente com 22 anos, que assinara seu primeiro contrato profissional aos 17 e que defende também a Seleção Portuguesa. No anúncio oficial da chegada do reforço, o clube catalão fez publicação usando a expressão “fala galera”. Portugueses, talvez motivados também pela perda da futebolista, se manifestaram nas redes sociais criticando a escolha, considerando isso muito inapropriado e “brasileiro demais”.
Pronto: do lado de cá do Atlântico houve reação com ironia. E criaram memes nos quais transformaram Portugal numa colônia digital brasileira. No mapa, o território passou a ser chamado por nomes distintos – alguns bem criativos –, como Faixa de Gajos; Pernambuco de Pé, devido a uma evidente semelhança no formato e nas áreas geográficas, com o Estado nordestino sendo ligeiramente maior; Rio Grande do Fora; e Porto das Gaijinhas. Outros tantos não tiveram a mesma inventividade, como Guiana Brasileira, Rio de Fevereiro e Mato Grosso do Norte. Quanto mais mapas surgiam com as inovações propostas, maior a revolta de “além mares”. Porém, como acontece com todo e qualquer apelido, a revolta daquele que é apelidado só contribui para que a alcunha pegue de vez. Como a que está sendo aplicada sobre Lisboa, agora Vitória da Reconquista, em uma colonização reversa.
A loiríssima tiktoker portuguesa Nokas – recomendo acompanhar – fez publicação onde aparece, inicialmente como se estivesse muito irada com tudo isso. No meio reclama de afirmações passadas, como aquela que acusava Portugal de ter roubado nosso ouro e também de opiniões sobre ser o idioma lá falado acusado de arcaico, pré-histórico. Mas, no final, conclui com o seu bom-humor característico. Segundo ela, se não gostassem tanto de açaí e de coxinhas de frango (que devem importar provavelmente aqui do Rio Grande do Sul), nós iríamos ver só. Outras publicações de moça – chamar de rapariga cairia bem apenas no seu país natal e não aqui – revelam uma inveja boa das nossas praias e dos lindíssimos biquínis que podem ser comprados no Brasil.
O Google Maps restringiu imagens que, sabe-se lá como, chegaram a ser disponibilizadas nas pesquisas feitas. Uma delas, a referente ao termo Pernambuco em Pé, não aparece mais em celulares e PCs que estejam em Portugal. Viram só: quando alguma das Big Techs querem conseguem resolver facilmente “problemas”, ao contrário do que vivem afirmando para a Justiça Brasileira. Tanto a Meta (Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger) quanto Alphabet (Google), Amazon, Apple e Microsoft, além do X (antigo Twitter), possuem mecanismos que podem nos proteger de coisas bem sérias, como apologia ao crime, misoginia, racismo, homofobia e ataques à democracia. Mas, evidentemente não fazem isso porque nenhuma destas questões é tão urgente e relevante quanto apaziguar uma batalha com troca de memes.

Falar é uma necessidade do ser humano. “Saber falar” é uma virtude de poucos!
A palavra das pessoas tem poder: pode construir ou destruir, trazer a paz ou a discórdia.
Muitas vezes, se entende que a língua é uma arma, e sendo assim, pode até matar. Não concordo, pois tal ditado generaliza o mau uso. Ela (a língua / a palavra / a comunicação) pode restaurar ânimos e motivar desenganados!
A imagem deste peixe com o anzol (retratada na postagem abaixo) tem um “fundinho de verdade” quando se faz a analogia com o cotidiano. Mas insisto: não pode ser generalista!
Comunicar-se e fazer bem o uso da expressão são coisas fundamentais. Há de se falar tudo com boa clareza e intuito reto.
Quantas vezes ouvimos falar que a Internet é a “janela do mundo”? Que ela é o exemplo concreto da Globalização? Que sem internet um estudante não conseguirá nada? E tantas outras frases apológicas sobre a Rede Mundial de Comunicação por Computadores…
Mas há um ponto de discussão: o que é bom e o que é ruim na Internet? Como filtrar os bons sítios ou sites que devemos nos relacionar?
É claro que a Internet não é só informação ou trabalho, mas também diversão e entretenimento. Vide as comunidades virtuais, como Facebook, ou modismos, como Second Life. E muitas vezes as inutilidades formam erroneamente a mente das pessoas, bitolam ou deturpam a índole e os propósitos dos menos esclarecidos.
A Internet é ótima, basta saber usá-la. Ou é péssima, pois engana, mente, e vicia. A propósito, é grande o números de grupos, na mesma medida do bem-sucedido Alcoólicos Anônimos, que surgem com o nome de Internautas Anônimos.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Incrível como volta e meia a censura oficial ameaça a liberdade de imprensa. A imprensa é essencial para a democracia! Não me venha com a história de que a irresponsabilidade de alguns jornalistas é ruim; em todas as atividades há os bons e maus, e um enganador não dura muito tempo.
Digo isso pois leio uma matéria de alguns dias atrás, da Revista Veja, ed 2149, por Fabio Portela, com o título “A Obsessão Totalitária“. Nela se compara duas frases emblemáticas de dois grandes líderes. Apenas reproduzo, pois ela se auto-explica:
UM TEMA, DUAS VISÕES
No século XVIII, o futuro presidente americano Thomas Jefferson já enxergava a liberdade de imprensa como um dos pilares da democracia. No século XX, o bolchevique Lenin inaugurou a doutrina esquerdista que vê no jornalismo independente uma ameaça a ser combatida.
“Se eu tivesse de decidir entre ter um governo sem jornais e ter jornais sem um governo, eu não hesitaria nem por um momento antes de escolher a segunda opção” – Thomas Jefferson, em 1787
“Dar à burguesia a arma da liberdade de imprensa é facilitar e ajudar a causa do inimigo. Nós não desejamos um fim suicida, então não a daremos” – Vladimir Lenin, em 1912
De fato, uma verdadeira democracia tende a ganhar com a liberdade de imprensa, como defendida por Thomas Jefferson. Àqueles que têm algo a esconder e querem impedir o necessário trabalho da imprensa, e que se alinham perfeitamente ao pensamento lenista, meus pêsames.

Minha coluna no Jornal de Jundiaí de hoje, abaixo:
Prestigie!
Página 2, Opinião, 26/03/2025.
Eu pensei que era “lenda da Internet”. Mas existe mesmo! O “Shadowban” (ficar escondido / despercebido no Instagram, silenciado pelo próprio App) aconteceu comigo.
Ainda estou tentando resolver, mas saiba o que é e como evitá-lo, abaixo,
Extraído de: https://postgrain.com/blog/instagram-shadowban/
O QUE É SHADOWBAN DO INSTAGRAM (E COMO EVITÁ-LO)
Por acaso você sentiu o número de seguidores do seu perfil parar de crescer? O engajamento das suas publicações diminuiu? As fotos não aparecem quando pesquisadas pelas hashtags usadas? O que chamamos de shadowban do Instagram pode ser o responsável por reduzir o alcance do seu perfil no Instagram.
O termo está sendo bastante comentado pelos especialistas em marketing digital, mas muitos profissionais ainda não sabem o que isso significa. Não temos garantias de que o shadowban do Instagram é o que realmente vem afetando o alcance das publicações ou se é uma questão de ajuste de conteúdo.
Juntamos todas as informações que temos sobre o tema, aqui nesse post. Então, caso você ache que foi afetado pelo shadowban, continue lendo que tenho certeza que achará as respostas para muitas das suas dúvidas!
O que é o shadowban no Instagram?
O termo “shadowban” existe desde 2006, mas, apenas recentemente, se disseminou pelo público digital. Por definição, um shadowban é o ato de bloquear um usuário de uma rede social de forma que ele não perceba que foi banido.
Antes de tudo, lembre-se que o Instagram vem implementando um novo algoritmo desde junho de 2016. Como consequência, muitas contas sentiram uma diminuição extrema no envolvimento de suas publicações. Mas, o fato de seu engajamento não está tão bom quanto antes, não significa necessariamente que você foi atingido pelo temido shadowban do Instagram.
Vamos à explicação de fato: um Instagram shadowban é quando suas hashtags se tornam “impossíveis de serem vistas” na aba de descoberta. Ou seja, você pode usar suas hashtags normalmente, contudo, suas publicações só aparecerão nos feeds dos seus seguidores atuais. O que, basicamente, acaba com todo o propósito de usar hashtags estratégicas para fazer com que novos seguidores sejam atingidos pelas suas publicações.
Com isso, suas imagens não poderão ser vistas nos feeds de hashtag de todos aqueles que NÃO o seguem, reduzindo, obviamente, o alcance do seu perfil e tornando, assim, muito mais difícil alcançar uma audiência que ainda não é a sua.
Como saber se seu perfil realmente foi atingido?
Para ter certeza de que seu perfil foi atingido pelo shadowban do Instagram, definimos um passo a passo bem simples:
1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que foi sofreu o shadowban, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente, mas que seja menos utilizada, isso vai te ajudar nos próximos passos;
2. Peça que 5 perfis que NÃO o seguem, pesquisem pela hashtag que você usou na publicação e se sua publicação está sendo exibida no feed de hashtags;
3. Se sua publicação não estiver aparecendo para essas pessoas nesse feed, sua conta realmente pode ter sido enquadrada no shadowban.
Mas, não existe necessidade para pânico, vamos ensinar como corrigir o problema!
Como evitar?
Depois de muitas pesquisas, reunimos aqui algumas das razões que podem causar esse problema no seu perfil.
1. Uso de automação, bots e compra de seguidores e ações;
Os termos de uso do Instagram são claros como água: você não pode realizar nenhum tipo de automação, isso inclui ferramentas que realizem qualquer tipo de ação pelo seu perfil. Mas como o Instagram descobre? Bem, em um momento sua ação é realizada na Rússia- onde está localizado o IP da ferramenta de automação que você contratou. No momento seguinte, você acessa o aplicativo pelo seu celular, no Rio de Janeiro, e um segundo IP é registrado por eles. Opa, o Instagram já acende a luz do alerta de que algo de estranho tá acontecendo: como a mesma pessoa está em dois lugares diferentes ao mesmo tempo?
2. Hashtags “quebradas”
Confira se as hashtags que você usa não estejam “banidas” pelo Instagram. É só procurar a hashtag no Instagram, se apenas a seção superior, chamada “principais publicações” aparecer e nada mais, é provável que a hashtag tenha sido banida pelo Instagram. Fique atento e não deixe de fazer essa pesquisa frequentemente. Até mesmo hashtags inocentes acabam sendo usadas para um contexto diferente, como é o caso da hashtag #petite. Como você pode ver na imagem abaixo, é uma hashtag usada pra contextos bem diferentes do que imaginamos apenas lendo a palavra.
3. Usar as mesmas hashtags por muitos meses
Alguns usuários afetados pelo shadowban do Instagram perceberam que por estarem usando continuamente as mesmas hashtags por longos períodos de tempo, o Instagram detectou como spam. Mesmo que você use as mesmas hashtags para manter a continuidade nas publicações, tenha cuidado com o uso, não confie nem mesmo em hashtags criadas pelas marcas. Na realidade, segundo o próprio Instagram, não devemos confiar muito em hashtags em geral! Ainda estamos de olho nessa suspeita, mas recomendamos manter suas hashtags sempre atualizadas e alterá-las sempre que possível.
4. Atividades muito intensas
Se você, de repente, seguir ou deixar de seguir muitas pessoas, ou curtir uma número de alto de publicações, o Instagram percebe que não se trata de ações do dia a dia de um usuário normal, isso pode causar alguns problemas, fique esperto! Tente fazer um uso moderado das ações, tentando nunca realizar interações de maneira robótica.
O que o Instagram fala sobre o shadowban?
Pelo fato de que alguns usuários que não estavam fazendo spam terem sido atingidos pelo “fenômeno”, no começo do ano, o Instagram publicou em sua página do Facebook reconhecendo que o problema com as hashtags é real. Contudo, ao invés de admitir que implementaram o “shadowban”, a empresa disse que havia realizado “melhorias no sistema”. E, pasme, quando foram pressionados por uma resposta sobre como solucionar, disseram que não tinham recursos para resolver o problema.
Encontrar as melhores hashtags para o seu mercado faz parte de uma estratégia de marketing no Instagram! Ou estamos todos enganados? Não se sabe ainda se o shadowban do Instagram tem alguma relação com a maneira como a rede social vem querendo monetizar seu negócio através dos anúncios pagos. De qualquer forma, acaba forçando os perfis comerciais a investir em publicidade paga, isso não podemos negar! Afinal, de uma forma ou de outra, atrapalha a visibilidade dos perfis na aba de pesquisas por hashtags e também daqueles que usam ferramentas de automação.
Como faço para resolver o shadowban no meu perfil?
A gente já escreveu aqui no blog sobre o suporte do Instagram, e sobre como não é a maneira mais fácil, muito menos mais rápida de se conseguir informações. Por isso, a melhor maneira que achamos foi reunindo soluções que funcionaram para outros usuários:
1. Dê um tempo das atividades na sua conta do Instagram
Aguardando um período de 24 a 48 horas sem realizar ações de qualquer tipo no seu perfil, a conta volta ao normal.
2. Revise suas hashtags
Verifique se as hashtags que você usa estão sendo bloqueadas pela rede social. Aproveite, também, para criar um novo mix de hashtags para usar nas suas próximas publicações.
3. Repense o uso de automação
Como adiantamos na dica 1, a primeira coisa a fazer é parar de usar serviços automatizados por um período (de 24 a 48 horas). Outra solução é diminuir a velocidade das ações automatizadas. Em algumas ferramentas, existem os níveis de velocidade de “Lento” a “Rápido”, opte pela primeira opção.
4. Diminua a frequência das suas publicações
O Instagram analisa qualquer característica de spam que um perfil possa vir a ter. A quantidade de publicações que seu perfil realiza também entra nesse critério de análise. Tente manter um número de publicações que um perfil pessoal realiza, por exemplo.
5. Mude de perfil comercial para perfil pessoal
Como dito, pode ser que o Instagram esteja focando nas contas comerciais visto que é mais provável que elas sejam impactadas negativamente pelo shadowban, aumentando as chances de comprar anúncios. Assim, ao mudar de perfil comercial para pessoal, é possível que você “saia” do radar do Instagram.
6. Engaje organicamente com o seu público
Aproveite esse período sem ferramentas de automação para conhecer melhor seus seguidores, faça manualmente essa pesquisa de hashtags e comente nos perfis que acha interessante para a sua marca.
Conclusão
Se você usa o Instagram de forma natural, sem realizar ações de forma exagerada, sem se comportar como um robô e verifica as suas hashtags sempre que possível, fique tranquilo! Não recebemos nenhum feedback de perfis atingidos pelo shadowban do Instagram sem que uma dessas ações que listamos aqui no post tenham sido realizadas.
Não faz muito sentido que o Instagram puna os usuários que estão usando a plataforma de forma autêntica, fazendo uso exatamente como ela foi planejada para ser usada.
O Instagram se atualiza com frequência, assim, de tempos em tempos as coisas inevitavelmente vão mudar no algoritmo. Dessa forma, esse post pode ser atualizado com mais informações em breve, tá ok?
Se você realizou alguma dessas ações, não precisa entrar em pânico! Basta seguir as dicas que listamos aqui.
Seu perfil foi atingido pelo shadowban? Se conseguiu resolver o problema de alguma outra forma, deixa aqui nos comentários! Assim podemos ajudar ainda mais pessoas esclarecendo as dúvidas com a ajuda da comunidade que usa a rede social.

O jornal italiano Il Foglio lançou a primeira publicação 100% feita por IA! Durante um mês, todo o conteúdo será produzido por inteligência …
Continua em: Jornal italiano lança primeira publicação do mundo totalmente feita por IA

‘Want to know how your bullies will react when you begin speaking out against bullying? Here are the reactions you need to know about so that you can…
Continua em: Speaking Out Against Bullying: 5 Ways Bullies React When You Speak Up

Quando você vai abordar algo com alguém, seja qual for o assunto, vale a pena escolher as palavras.
Você pode ser seco, cuidadoso, grosso ou… gentil. Ou qualquer outra opção.
Veja essa imagem com a mensagem abaixo:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.
Se podemos evitar estrangeirismos, qual o motivo para abrimos mão da língua-pátria?
Essa imagem de termos da Administração de Empresas cotidianamente usados é muito bom. Sabidamente, alguns usam por modismo ou por costume. Mas há os que usam, pasmem, para “impressionar”. Abaixo:
Imagem extraída da Internet, de autoria desconhecida. Quem souber o autor, favor informar para crédito.
Com o advento do computador, muitas crianças deixam de escrever a tradicional “letra de mão”. A letra cursiva está fora de moda, e isso preocupa – e muito – os professores.
Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2074/uma-realidade-nas-escolas-eu-nao-sei-escrever-em-letra-146035-1.htm
EU NÃO SEI ESCREVER LETRA CURSIVA
Por Camila Rabelo
A letra ilegível era uma marca registrada dos médicos e suas receitas indecifráveis. Hoje, rompeu as fronteiras da profissão e se tornou quase uma tendência na sociedade da pressa. A ilegibilidade é uma das consequências da substituição do caderno pelo computador e da pouca ênfase que se dá ao ensino da letra cursiva nas escolas. Em outros tempos, os cadernos de caligrafia moldavam a escrita dos alunos. Até hoje, representam um importante rito de passagem para crianças recém-alfabetizadas que conseguem ultrapassar a barreira da letra de forma e se capacitam na cursiva – aos 6 anos, elas já se dividem em grupos dos que dominam o mundo da “letra corrida” e daqueles que ainda continuam nas “letras separadas”. Mas o entusiasmo é arrefecido com o passar dos anos. Elas precisam fazer pouco uso da técnica, pois até as provas são de múltipla escolha – basta marcar um X nas alternativas propostas e ir para casa sem gastar a caneta. Fora de uso, a letra perdeu a uniformidade e a nova grafia mescla traços cursivos com letras maiúsculas, comprometendo até mesmo os sinais de acentuação, como o til (~), que virou um traço (-). Nem sempre a legibilidade é mantida. E dá-lhe garranchos incompreensíveis.
O impacto da disgrafia – a escrita incompreensível – na vida das pessoas vai além do senso estético. Quem sofre deste distúrbio pode ser tachado de desleixado ou problemático. E não ser compreendido na sociedade da informação é um fardo que poucos podem carregar. A solução? Recorrer aos textos digitais do e-mail e mensagens instantâneas, como MSN e SMS. “A tecnologia pode ser a aliada e a vilã da história”, afirma Marco Arruda, neurologista da infância e da adolescência e diretor do Instituto Glia de Cognição e Desenvolvimento. O excesso de informação, a falta de tempo e o conforto da internet contribuem para a deformidade da letra, que se torna dispensável e, quando utilizada, apressada e incompreensível. “Escrevo muito rápido. Não dá tempo de enfeitar”, afirma Lucas Dias Oliveira, 12 anos, que foi reprovado no ano passado porque os professores não conseguiram corrigir a sua prova. “Não entendi nada”, assinou a professora na avaliação. “Ele é extremamente inteligente e rápido.
Tem uma velocidade incrível no teclado”, afirma a sua avó, Marialva Dias.
“Mas a letra é um garrancho.” Os esforços de Marialva, que comprou dezenas de cadernos de caligrafia e livros para o neto, não foram suficientes para que o menino deixasse o computador e melhorasse a grafia. “Ele é agoniado, ansioso e necessita de acompanhamento psicológico para melhorar a letra”, afirma.
Janice Cabral Falcão, psicóloga e presidente da Sociedade Brasileira de Psicomotricidade, acredita que os cadernos de caligrafia não resolvem o problema. Para ela, a falta de espaço para brincar e a vida sedentária comprometem o tônus muscular das crianças, que ficam sem coordenação motora e destreza para lidar com o lápis.
“Elas precisam participar das atividades domésticas que exijam alguma habilidade manual”, afirma. Para o neurologista Marco Arruda, a escrita está mais relacionada com as funções do cérebro do que com a tonicidade dos músculos e ele alerta que a escrita ilegível pode ser um sinal de enfermidade ou transtorno psicológico, como dislexia, déficit de atenção e hiperatividade.
“É preciso treinamento da letra com sessões de reabilitação”, afirma. O neurologista lembra que brincadeiras fora de moda com bolas de gude e palitinhos, além das aulas de caligrafia, favoreciam o desenvolvimento psicomotor da criança, que não tem os mesmos estímulos nos jogos eletrônicos de hoje.
Não são apenas as crianças as vítimas da disgrafia. A pesquisadora Luciana Moherdaui, 38 anos, especialista em novas mídias e interfaces digitais, trocou os cadernos pelo computador desde que saiu da faculdade. “A minha letra era legível, mas, depois que passei a usar diariamente a rede, perdi a capacidade de escrever”, afirma Luciana, que explica ter o raciocínio igual ao Word – ‘escreve, erra, apaga e refaz’ – impossível no texto à mão. Quando vai a uma palestra em que não pode levar o seu laptop, a pesquisadora também não leva o bloco de anotações. “Decoro tudo”, diz. “Não entendo a minha letra.” Como especialista no tema, Luciana acredita que o futuro do aprendizado caminha em direção às novas tecnologias. “A tendência é que os meninos troquem os cadernos pelos mininotebooks.” Apesar da alternativa da tecnologia, ter letra legível (e bonita) ainda é importante. “Já zerei provas no vestibular porque estavam incompreensíveis”, afirma José Ruy Lozano, corretor de redações dos principais processos seletivos de São Paulo e professor de redação do ensino médio do Colégio Santo Américo. Vale lembrar que as redações de vestibular também podem ser escritas em letras de forma. Mas a cursiva ainda conta pontos, por exemplo, em processos de seleção de emprego.
O ato de escrever teve os seus altos e baixos na história. Sócrates e Platão (séc. V a.C.) eram contra a escrita e defendiam a oralidade. Na Idade Média, ela ganhou visibilidade e subiu ao altar com os monges copistas, que registravam a cultura e as descobertas históricas em pergaminhos, para imortalizá-las ao longo dos séculos.
“Ela passou a ser a escrita própria dos textos cristãos, em oposição aos caracteres romanos dos textos pagãos”, afirma o grafólogo Paulo Sérgio de Camargo, autor do livro “Sua Escrita, Sua Personalidade” (Editora Ágora).
A caligrafia – palavra que tem origem no nome kallos (belo) e grafos (grafia) – surgiu como arte quando o imperador Carlos Magno (742-814) decidiu unificar os textos e documentos da Europa Central com a escrita cursiva, conhecida como ‘letra carolina’, mais rápida que a tipografada. Segundo os grafólogos, a cursiva é um sinônimo de elegância e uniformidade, mas também rigidez e padrão. Por ironia, ela está sendo gradativamente substituída pelo mesmo motivo que a originou – a necessidade de rapidez.
“As escolas não se preocupam mais com a letra”, afirma o neurologista Arruda. “Os cadernos de caligrafia caíram em desuso.” Resta saber se as belas letras trabalhadas em rococós se tornarão um raro tesouro, que sobrevive apenas nos convites de formatura ou casamento.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer a autoria, favor informar para crédito.
Seu inglês trava na conversação? Há várias causas de bloqueio. Hoje vamos entender 3 delas e como trabalhar nas soluções.
Continua em: Bloqueio ao Falar Inglês

O Papa Francisco é muito ativo nas Redes Sociais (ou melhor, a sua equipe, que atualiza seus perfis em várias línguas).
E no twitter, disse dias atrás sobre o medo e a desesperança da vida:
“Aprenda com a maravilha, cultive o estupor. Viva, ame, creia. E, com a Graça de Deus, jamais desespere”.
Ótimo. Animador! O problema é que nos dispersamos com as coisas mundanas e o próprio cansaço do dia-a-dia nos torna inaptos aos momentos de fé, nos quais perdemos a concentração, que nos leva a esse medo e a essa desesperança citados acima. Aí leio que Francisco disse em entrevista à Emissora Católica TV2000:
“Às vezes, quando eu oro, também durmo pelo cansaço”.
Gostei de ouvir isso. Não somos “deuses”, imortais ou máquinas. Somos humanos, filhos do mesmo Pai, salvos pelo mesmo Filho e animados pelo mesmo Espírito Santo. Estarmos cansados, então, é natural a todas as pessoas. Nada de se punir!
O problema maior é: quando nos distraímos de propósito. Quer coisa mais inapropriada do que levar celular à Missa e ficar em Redes Sociais, navegando na Internet ou fazendo outras coisas? E Francisco falou sobre isso em Novembro:
“Missa não é espetáculo para ficar tirando foto de celular, é momento de encontro com Cristo.“
Muito bom! Quanto menor a distração em casa, na Igreja ou em qualquer lugar, melhor a qualidade e a força da oração.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida (quem conhecer, favor indicar para os créditos).
O mercado de revistas no Brasil está em crise, todos sabemos. Vide o que aconteceu com a Editora Abril e a Revista Veja recentemente…
Agora, é a vez da Revista Isto É quebrar! A Editora Três, infelizmente, não aguentou as dificuldades do mercado editorial.
Abaixo, extraído de: https://www.conjur.com.br/2025-fev-03/justica-decreta-falencia-da-editora-tres-dona-da-istoe-por-nao-pagar-credores/
É muito comum encontrar trolls (os tumultuadores da Internet) “causando” nas redes sociais, criando polêmicas desmedidas ou incitando a criação de mentiras. Também os haters, que a tudo e a todos odeiam. Só que muitas vezes os internautas não percebem que estão sendo enganados. Dessa forma, surgem os HOAXES – os boatos que se espalham e viram “verdades” nas redes sociais.
Já viram manchetes de que “tal ator morreu” e ele não morreu? Ou que um político “disse algo” que no fundo nunca disse?
Pois é. O texto abaixo é esclarecedor,
Extraído de: http://www.infowester.com/hoax.php
HOAX: OS PERIGOS DOS BOATOS NA INTERNET
A internet é um meio de comunicação fantástico: com ela, podemos fazer compras, conhecer pessoas, estudar, entre outros. Mas, sendo tão abrangente, o “mundo on-line” também pode oferecer perigos dos mais variados tipos. Um deles é o hoax, termo usado para designar boatos que se espalham na internet via e-mail ou redes sociais (Facebook, Twitter, Google+, etc) e que alcançam um número elevado de pessoas.
Neste texto, você entenderá melhor o que é hoax, conhecerá os principais riscos deste tipo de mensagem e verá características que ajudam a identificar estes tão problemáticos boatos.
Podemos entender o hoax como um tipo de SPAM – em poucas palavras, mensagens não solicitadas enviadas a várias pessoas. O conteúdo de um SPAM pode ter várias finalidades. No caso do hoax, como você já sabe, é o de propagar boatos pela internet de forma que a informação distorcida chegue ao maior número possível de indivíduos.
O boato é uma notícia de teor duvidoso, pois normalmente é baseado em informações incompletas e que possuem pouca ou nenhuma verdade. Uma vez que a sua comprovação é difícil e, não raramente, impossível, opiniões ou argumentos inconsistentes podem ser adicionados à notícia conforme esta se espalha em uma tentativa de validá-la, gerando mais especulação.
Ao contrário das típicas mensagens de SPAM que visam promover produtos, serviços ou golpes, o hoax não ocorre de maneira automatizada: sua propagação inicial até pode ser feita por este meio, mas a propagação só é efetiva quando uma pessoa espalha o boato para outras e estas, por sua vez, repetem o ato.
A ação de espalhar boatos remonta a um passado muito distante. De certa forma, este comportamento é uma das características da espécie humana. Na internet, no entanto, a situação se agrava, já que as ferramentas de comunicação são muito mais rápidas. Uma pessoa pode receber um hoax por e-mail e enviá-lo em poucos segundos para a sua lista de contatos ou divulgá-lo em uma rede social, permitindo que várias pessoas ao mesmo tempo vejam este conteúdo.
Como seres sociáveis que somos, nos sentimos impelidos a compartilhar a mensagem, não só para que as pessoas ao nosso redor sejam informadas de algo que, a princípio, é importante, mas também porque esta é uma maneira de lidarmos com a informação, de buscarmos apoio sobre nossas impressões e sentimentos sobre o assunto em questão.
Como as pessoas não compartilham informações que não lhes interessam, os hoaxes precisam de conteúdo fortemente apelativo, primeiro para chamar a atenção, depois para convencer o indivíduo.
Uma “fórmula” bastante utilizada para este fim é a exploração emocional por meio da comoção. Um exemplo persistente disso são mensagens que mostram imagens de crianças, adultos e animais acidentados ou que sofrem de doenças graves. Quem é que já não recebeu conteúdo deste tipo por e-mail ou rede social?
As fotos impressionam e, por causa disso, as pessoas tendem a ler a mensagem que as acompanha para entender o que acontece. A tal explicação, no entanto, é bastante apelativa e pede, por exemplo, para que a pessoa compartilhe a notícia com o maior número de contatos possível, pois uma suposta empresa contará as mensagens enviadas e doará um valor em dinheiro correspondente ao número de leitores.
Em situações como esta, o truque é evidente: como é da natureza humana se comover, muita gente sente piedade ou mesmo culpa. Para não carregar estes sentimentos ou por entender que a única forma de ajudar é encaminhando a mensagem, o indivíduo o faz e, sem querer, acaba expandindo o alcance do boato. Quando o hoax pede compartilhamento com o maior número de pessoas possível, a mensagem pode ser chamada também de corrente.
Mas os hoaxes também podem explorar outras “fraquezas” humanas, como o desejo de possuir determinados bens de maneira fácil ou a curiosidade: não é difícil encontrar mensagens que afirmam que o usuário ganhará prêmios tentadores se divulgar a notícia para seus contatos ou que se clicar em determinado link verá fotos sensuais de uma atriz de destaque. Para convencer o leitor, este tipo de boato costuma envolver indevidamente nome de grandes empresas, de marcas,de personalidades famosas e assim por diante.
É possível encontrar também boatos que tentam causar mobilização pelo efeito da indignação. São mensagens que revelam possíveis teorias conspiratórias ou o envolvimento de personalidades famosas com ações suspeitas. Mensagens do tipo afirmam, por exemplo, que a cura para o câncer foi encontrada há tempos, que determinada celebridade tem pactos demoníacos, que a Amazônia é mostrada como uma área internacional em livros didáticos norte-americanos, enfim.
Na maioria das vezes, não é difícil identificar um hoax. A principal característica você já sabe: conteúdo apelativo, muitas vezes acompanhado de imagens ou argumentos que tenham validar a mensagem. Mas há outras “pistas”, entre elas:
» Um hoax quase sempre contém um pedido do tipo “espalhe essa mensagem para a sua lista de contatos” ou “compartilhe para o máximo de pessoas possível”. Conteúdo assim, como já informado, corresponde às correntes;
» Algumas mensagens citam nomes de empresas, marcas, organizações não governamentais, pesquisadores renomados, escritores famosos, entre outros, tudo para dar um ar mais verdadeiro ao boato;
» Nenhuma empresa oferece recompensas ou doações extremamente generosas, de forma que mensagens assim são altamente suspeitas. Basta se atentar para o fato de que promoções costumam ter seus regulamentos divulgados em páginas oficiais;
» Nenhuma empresa ou entidade conta a quantidade de pessoas que recebeu uma determinada mensagem e depois faz doações correspondentes a essa quantia;
» Notícias importantes são divulgadas pela imprensa, não por correntes, afinal, a mídia precisa de audiência. Na dúvida, pesquise pelo assunto tratado em mecanismos de busca ou em serviços específicos de pesquisa em notícias, como o Google News;
» A mensagem pode afirmar que você terá azar, ficará solteiro(a) para o resto da vida ou que seus sonhos não se realizarão se determinada ação não for executada, por exemplo. Não há a menor dúvida de que este conteúdo é falso: o hoax tenta te convencer usando argumentos supersticiosos;
» Se a mensagem possuir frases em letra maiúsculas, fonte grande, cor vermelha, excesso de exclamações e afins, é porque ali há uma tentativa desesperada de chamar a sua atenção. Desconfie imediatamente;
» Outro argumento bastante utilizado é justamente o de avisar na própria mensagem que aquele conteúdo não é falso;
» O conteúdo pode conter erros gramaticais ou ortográficos em excesso, argumentos repetitivos e até contradições.
A princípio, um hoax pode não ter maiores consequências – “se for mentira, logo todo mundo esquece e tudo volta ao normal”. Mas não é bem assim. Dependendo das circunstâncias, um boato na internet pode causar vários problemas, razão pela qual este tipo de conteúdo deve ser combatido. Eis alguns tipos de transtornos que podem ser causados pelos hoaxes:
» O boato pode ofender, denegrir, causar constrangimento ou comprometer a reputação de alguém;
» Da mesma forma, o boato pode causar problemas a empresas e outras organizações que, além de reputação arranhada, poderão ter trabalho extra para desmentir ou amenizar a situação;
» Quem divulga o hoax, mesmo não sendo o autor da mensagem, pode ter sua imagem prejudicada por espalhar informação inconsistente, o que é especialmente ruim no ambiente corporativo;
» A mensagem pode transmitir orientações prejudiciais, como procedimentos incorretos em situações de emergência ou dicas de saúde sem comprovação científica;
» Um hoax também pode induzir o usuário a baixar um arquivo perigoso (malware) ou convencê-lo a informar dados que, na verdade, poderão ser utilizados para ações maliciosas, como uma falsa petição on-line que pede informações confidenciais;
» Mensagens do tipo podem sobrecarregar serviços de e-mail ou gerar incômodos em redes sociais por causa da frequência com a qual são divulgadas;
» Na condição de boato, o hoax pode causar comoção desnecessária, assim como gerar mobilização para situações irreais ou já superadas.
É possível identificar comportamentos e ações que acabam resultando no surgimento de um hoax, o que não quer dizer, necessariamente, que há como conhecer a origem de todo e qualquer boato que aparece na internet.
Um hoax pode surgir, por exemplo, quando uma pessoa tenta divulgar a sua crença. Na expectativa de se fazer acreditar, ela pode usar argumentos distorcidos ou fantasiosos ou mesmo se basear em afirmações que não foram inteiramente comprovadas.
Há também o hoax que surge por iniciativa de quem deseja explorar a “facilidade” que as pessoas tem de acreditar em tudo o que aparece na internet. Em situações deste tipo, o objetivo pode ser simplesmente o de fazer uma “brincadeira” ou estudar o comportamento humano nas redes sociais, por exemplo.
Mais grave é o hoax que surge como fruto de uma tentativa de prejudicar a imagem de uma pessoa ou de uma organização por motivo de vingança, retaliação, conflito de crenças ou posicionamento político.
Outras razões incluem aplicações de golpes, tentativas de causar desordem ou discussão e interpretação equivocada de fatos.
Neste ponto do texto, você já sabe que o hoax é bastante prejudicial, mas que só existe quando as pessoas acreditam nele. Sendo assim, a melhor maneira de lidar com o problema é a boa e velha prevenção.
Neste sentido, ao perceber que um e-mail ou uma mensagem de rede social é um hoax, simplesmente ignore a notícia ou a elimine. Pode ser uma boa ideia alertar a pessoa que lhe enviou a mensagem, mas o faça de maneira gentil e discreta para evitar conflitos.
Para que você mesmo não acabe propagando um hoax sem querer, prefira compartilhar com seus amigos apenas links para notícias de sites reconhecidos, em vez de simplesmente publicar ou enviar o conteúdo na íntegra por e-mail.
Por fim, antes de apertar o botão de enviar ou compartilhar, se questione: será que aquela informação não irá causar transtornos a alguém? Por que tomar como verdade algo que eu vi apenas no e-mail ou no Facebook e não nos noticiários? Eu estou compartilhando este conteúdo por querer ajudar ou porque eu fiquei impressionado?
Lembre-se: o hoax é sempre apelativo. A mensagem usará argumentos ou imagens que tentam causar comoção, indignação ou qualquer sentimento capaz de te fazer agir por impulso. Assim, esqueça desculpas do tipo “na dúvida, é melhor compartilhar”.
No caso de empresas, é uma boa ideia colocar em prática iniciativas preventivas (como guias ou palestras) contra boatos e outros problemas de segurança on-line. No ambiente corporativo, um hoax pode causar desentendimentos entre funcionários ou mesmo chegar inadvertidamente a um cliente.
Como você deve ter percebido, a orientação é sempre o melhor remédio.
Veja outras orientações nestas dicas de segurança na internet.
Escrito por Emerson Alecrim – Publicado em 14_09_2012 – Atualizado em 14_09_2012

Com 92 anos, nos deixa Léo Batista.
Me vem a memória da infância: ele chamando a “zebrinha do Fantástico, na Loteria Esportiva.
RIP
Leio esse “guia rápido” para não cair no conto das malditas Fake News (extraído da Revista Veja). Não pense que só são durante as épocas de Eleições que elas ocorrem…
Compartilho:
Eu fico com pena de tanta gente iludida pelas mentiras contadas nas Redes Sociais. Há aqueles que acreditam piamente em tudo, sofrem e até se desesperam com as falsas notícias!

Imagem extraída de: https://unamglobal.unam.mx/que-son-las-fake-news/
Uma técnica de fixação e ensinamento muito usada por oradores tem sido recomendada por especialistas: é o “contar histórias / parábolas / contos em geral”!
Mais sobre storytelling,
STORYTELLING AJUDA A COMUNICAÇÃO; VEJA COMO CONTAR HISTÓRIAS E EVITAR ERROS
Por Reinaldo Polito
Uma técnica utilizada há milhares de anos virou moda: storytelling, uma forma de transmitir uma mensagem de maneira eficiente por meio de histórias. Com certeza, quem mais soube comunicar o que desejava a partir de histórias foi Jesus Cristo. Passados mais de 2.000 anos, todos os dias, no mundo inteiro, pessoas recorrem às suas parábolas para comunicar a palavra de Deus.
Profissionais de todas as atividades estão aprendendo a contar histórias para criar, promover e até recuperar marcas. Para atingir esses objetivos, eles se valem de todos os meios de que possam lançar mão: desde apresentações com ou sem apoio de recursos visuais até de mídias sociais, vídeos, interpretações teatralizadas etc.
A ESCOLHA CERTA
A escolha dependerá dos meios que estiverem à disposição, mas, principalmente, que sejam os mais adequados às características e anseios dos ouvintes ou leitores. Quanto maior for a conjugação entre os meios utilizados, o público a ser atingido e o contexto da exposição, melhores serão os resultados alcançados.
Você poderá lançar mão de diversos tipos de histórias. Todos podem apresentar ótimos resultados. Tudo dependerá dos objetivos a serem conquistados e das circunstâncias que cercam a apresentação. O mais conhecido e mais utilizado é a “jornada do herói”.
A JORNADA DO HERÓI
Todas as vezes em que se fala em contar histórias, de maneira geral, esse é o tipo que surge em primeiro lugar. Tanto assim que algumas pessoas chegam a pensar que todas as histórias precisariam necessariamente passar pela sequência da “jornada do herói”. Para ilustrar vamos ver quais são suas etapas:
1) A pessoa leva uma vida normal até o momento em que é convocada para uma aventura.
2) A pessoa não deseja ir. Resiste à convocação.
3) Surge, então, alguém que a estimula e a anima a aceitar a missão.
4) A partir desse instante, é obrigada a enfrentar obstáculos, desafios e problemas.
5) Precisa, portanto, se preparar para uma mudança radical.
6) Vence os obstáculos, desafios e problemas.
7) Cumprida a missão, retorna à vida normal e serve de exemplo inspirador para outras pessoas.
Se você nunca teve contato com essa sequência, provavelmente estará surpreso com a quantidade de livros que leu e de filmes a que assistiu seguindo exatamente as etapas que acabamos de descrever. A associação com as histórias que conhece ajuda bastante no entendimento dessa técnica.
Todos os tipos de histórias seguem mais ou menos a mesma linha: as dificuldades que a pessoa enfrenta em determinadas circunstâncias para conquistar a torcida e a solidariedade dos ouvintes ou dos leitores. Em alguns casos o protagonista é um despreparado, mas vence essas dificuldades, revelando a luta para se superar, até servir de exemplo para outras pessoas.
Outro tipo de sequência mostra que a personagem tem adversários comuns com os ouvintes ou leitores. É a luta dela contra esses inimigos identificados. Só que a pessoa é enganada, e, sem saber, age mal. Parece se distanciar daqueles que torciam por ela. No final, fica claro que não estava do outro lado da trincheira, mas que esteve sempre comprometida com a causa de quem desejava desde o início estar ao seu lado.
Se pensarmos bem, as sequências são simples e fáceis de serem apreendidas. A partir do instante em que deixamos apenas de acompanhar as histórias e começamos a observar como foram arquitetadas, passamos a criar um repertório que poderá ser usado nas mais distintas oportunidades.
INGREDIENTES FUNDAMENTAIS DE UMA BOA HISTÓRIA
1) Tem começo, meio e fim. Nada diferente do que aprendemos desde a época dos primeiros anos escolares: uma história precisa ter início, desenvolvimento e conclusão. Parece (e é) tão elementar, mas muitos se esquecem de seguir essa regra.
2) Mostra os momentos em que tudo transcorre normalmente, mas algum fato rompe esse equilíbrio. Surgem os conflitos, os obstáculos, os problemas.
3) Conquista a torcida das pessoas para que os problemas sejam superados. Elas devem se identificar de tal forma com os desafios da personagem que sentem os problemas como se estivessem no seu lugar.
4) Revela como esses desafios são vencidos com lutas, sacrifícios e determinação. Para que a torcida das pessoas seja ainda mais intensa, em certos momentos poderá surgir a dúvida se terá ou não forças para que os grandes obstáculos sejam ultrapassados.
5) Deixa no final uma reflexão para que as pessoas retirem da história algum ensinamento. A vantagem de deixar essa conclusão por conta dos ouvintes ou leitores é que aceitem a mensagem sem terem a impressão de que ela lhes foi imposta.
Estando os ouvintes envolvidos com a história, torna-se mais simples fazer com que façam a associação com a mensagem que você deseja transmitir. Além de ampliar as chances de que aceitem sua proposta, a história tem a virtude de impregnar a mente das pessoas de tal forma que, em alguns casos, nunca mais se esquecem do que acompanharam.
ERROS NA UTILIZAÇÃO DO STORYTELLING
1) História contada só para ser contada: De nada adiantará contar uma história, mesmo que seja excelente, se ficar claro que ela foi narrada apenas como artifício, como se fosse um nariz de cera, usado para se encaixar em qualquer circunstância. Quando isso ocorre, quase sempre, o resultado da apresentação é negativo.
2) História fora de contexto: Esse equívoco guarda certa semelhança com o anterior. Só que nesse caso, a história pode ter um objetivo definido e ser escolhida para atender a essa finalidade, mas fica tão fora de contexto que mais atrapalha que ajuda o entendimento das pessoas. Quem ouve ou lê a história até gosta e se envolve com a narrativa, mas não consegue enxergar sua utilidade no contexto da mensagem.
3) História conhecida e surrada pelo uso excessivo: Principalmente no início, quando as pessoas começam a praticar o storytelling, elas se valem de histórias que ouvem aqui e ali, em particular aquelas contadas reiteradamente nas palestras. Por ser a história sem ineditismo, ao invés de motivar os ouvintes ou leitores, provoca desinteresse. Por isso, cuidado com o uso de histórias, filmes e ilustrações que já não apresentam nenhuma novidade.
4) História longa: Por mais interessante que seja uma história, se for longa, poderá cansar e até aborrecer as pessoas. Nesse caso, além de afastar os ouvintes ou leitores da narrativa em si, os desvia também do objetivo da mensagem. Por isso, desenvolva o hábito de resumir suas histórias. Basta lembrar que um bom anúncio comercial consegue contar histórias atraentes em apenas 30 segundos.
Se o que pretende contar consumir cinco minutos, procure reduzir para dois a três minutos. Se, pelo contexto da apresentação, a história tiver de ser mais longa, por exemplo, acima de dez minutos, pode ter certeza de que, com bom planejamento e ensaios, conseguirá contá-la até na metade do tempo.
5) História que não envolva os ouvintes: A história precisa ir ao encontro da realidade das pessoas. Se os ouvintes ou leitores não se sentirem tocados emocionalmente por ela, ficarão alheios ao que está sendo apresentado. Pergunte sempre: que tipo de adaptação preciso fazer para que essa história vá ao encontro da realidade e do interesse dessas pessoas? Se encontrar a resposta, terá também a solução.
6) História enganosa: Embora a história ficcional possa ser um recuso tão eficiente quanto às narrativas reais, é preciso tomar cuidado para que o ouvinte ou leitor não se sinta enganado. Além de a história inventada precisar ter verossimilhança, isto é, parecer verdadeira, é preciso deixar claro às pessoas que se trata de um exemplo.
Algumas empresas usaram essa “licença poética” ao contar suas histórias e se deram mal. Precisaram explicar aos órgãos que fiscalizam as propagandas porque contaram aquela história falsa. Algumas tiveram de retirar os anúncios de circulação.
VALE A PENA USAR O STORYTELLING
Aí está um dos recursos mais eficientes para você transmitir suas mensagens: contar histórias. A storytelling é uma competência que pode e deve ser conquistada, desenvolvida e aprimorada. Com o tempo, você terá um estoque muito bom de histórias para usar de forma adequada nas mais diferentes situações.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Amigos, convido à visita aos meus blogs:
Blog “Discutindo Contemporaneidades”, em: professorrafaelporcari.com
Blog “Pergunte Ao Árbitro”, em: pergunteaoarbitro.wordpress.com .
Desde já agradeço a audiência! Juntos, quase 3 milhões de views.
Não há nada melhor do que assistir essa deliciosa entrevista do grande imitador Beto Hora com Milton Neves e Mauro Beting, no Podcast “Milton Neves 100 Mi Mi MI”.
Divertida, você não vê passar a hora. Poderia ter o dobro de duração que ainda assim seria curta. Vale a pena dar risada com eles.
No dia em que você estiver de mau humor, isso se resolve aqui: https://youtu.be/0I96VmAjDX8?si=l0YJM5I34wT5p5Ln
Cada vez mais estamos dependendo da tecnologia no nosso dia-a-dia. Muitas vezes, somos reféns dela. Mas aí vem outra questão: e quando estamos viciados pelos celulares, computadores e outros eletrônicos?
Olha que assunto interessante: Clínicas para Desintoxicação Digital! (Extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-39402166)
QUANTO TEMPO É NECESSÁRIO PARA UMA ‘DESINTOXICAÇÃO DIGITAL’?
DA BBC BRASIL
Na era de “ansiedade digital” em que vivemos, mais e mais pessoas optam por uma medida radical –divulgada por um movimento que começou há cinco anos nos Estados Unidos– para lidar com a dependência da internet e das redes sociais: “desconectar” de tudo.
O princípio é semelhante ao do tratamento de pessoas com adicções a substâncias químicas, a ideia de “limpar” o corpo.
E se você não lembra da última vez que foi dormir sem usar o celular pouco antes de fechar os olhos, e se faz muito tempo que não deixa de conferir as redes sociais ou sai de casa sem o telefone, pode estar precisando de uma “desintoxicação digital”.
“Desconecte para reconectar” é o lema da Digital Detox, uma das organizações que iniciaram o movimento em San Francisco (EUA), em 2012, apenas um ano antes do dicionário Oxford incluir pela primeira vez o termo “desintoxicação digital” em suas páginas.
Seu fundador, Levi Felix, trabalhava 70 horas sem descanso por semana em uma start-up, até ser hospitalizado por exaustão em 2008.
Pouco tempo depois, ele trocou seu computador por uma mochila. Foi com sua namorada viajar pelo mundo e se mudou para uma ilha remota no Sudeste Asiático.
A experiência abriu seus olhos e o inspirou a criar a sua própria empresa –dois anos e meio e 15 países depois– com a ideia de organizar retiros de ioga e meditação para ajudar as pessoas a se desconectar da tecnologia.
Desde então, o número de iniciativas para o mesmo fim não parou de crescer. Veja abaixo algumas delas e o tempo de “desintoxicação” que sugerem:
DESCANSO DIGITAL DE PELO MENOS 3 DIAS
“Vivemos em um mundo cada vez mais digitalizado”, conta à BBC Mundo Martin Talk, fundador da Digital Detoxing, uma empresa com sede no Reino Unido que “ajuda pessoas a encontrar um equilíbrio saudável entre as tecnologias digitais e o mundo não digital.”
Martin organiza “retiros digitais” para que seus clientes possam deixar o mundo tecnológico de lado por um tempo e curar seu vício digital ,”geralmente por um período mínimo de três dias.”
“As pessoas precisam de tempo para se adaptar”, diz ele. “A reação inicial é o horror de ter o telefone longe ou efeitos como a ‘vibração fantasma’ no bolso, o que os faz pensar que o dispositivo está tocando, mesmo quando ele não está lá.”
No entanto, e apesar do sofrimento inicial, Martin diz que as pessoas começam a se sentir “muito mais relaxadas” à medida que o processo avança.
“Muitos descrevem a sensação como uma respiração profunda de ar fresco. As pessoas se sentem mais envolvidas com o mundo ao seu redor”, diz o especialista.
RETIRO DE SILÊNCIO: 10 DIAS
Carla, uma jovem espanhola que mora na Holanda, teve uma experiência semelhante há apenas um mês em Mianmar. Durante 10 dias, desligou completamente seu telefone e as redes sociais e participou de um retiro de silêncio em um monastério budista. Longe da tecnologia, com o único propósito de meditar e se “reconectar” com ela mesma.
“Nos primeiros cinco dias, eu estava querendo fazendo as malas para ir embora. Foi difícil. Mas eu não desisti e decidi viver a experiência até o fim”, disse ela à BBC Mundo.
Geralmente, esse tipo de retiro não pode durar menos tempo. A experiência implica em levantar-se todos os dias às 4h00 e meditar por duas horas, tomar café da manhã, fazer meditação em grupo, comer, e meditar até o fim do dia (e ir para a cama sem jantar).
Mas como é voltar ao “mundo digital”, depois de uma experiência como essa?
“Eu me senti diferente, como se estivesse faltando alguma coisa, como se não estivesse conectada com o mundo”, diz Carla.
“Usar o celular de novo foi o mais estranho. Não tinha certeza se queria ligar de novo. Mas acho que mais pessoas deveriam ter a mesma experiência para aprender a controlar o hábito.”
Carla fala do retiro como uma provação –que ela não se arrepende de ter enfrentado.
TERAPIA DE DESCONEXÃO: AO MENOS 6 MESES
Marc Masip, psicólogo e diretor do Instituto de Psicologia Desconecta, em Barcelona, disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que “é muito difícil largar [o telefone e redes sociais], mas é muito fácil voltar a se envolver”.
Masip diz que a “intoxicação digital” é tratada como qualquer outro vício, embora, neste caso, sem substâncias relacionadas a ele, mas comportamentos.
Ele enfatiza que cada caso é diferente, mas é necessário ao menos seis meses de terapia cognitiva-comportamental para mudar de hábitos e o tratamento ser eficaz.
“Na verdade, não se trata de quanto tempo de terapia é necessário. Trata-se de averiguar por que houve tal vício e que conflitos ele causou”.
Seu programa inclui acampamentos de desintoxicação, com esportes, meditação e sessões psicológicas.
“No início, os pacientes nos dizem que têm ansiedade, mas, em seguida, se sentem mais relaxados. Eles melhoram todos os aspectos de sua vida, do trabalho às relações sociais”, explica Masop.
“A conscientização social é necessária para percebermos que temos um problema e fazer um plano individualizado para cada pessoa. Há um perfil de um viciado e um roteiro, mas cada caso é diferente.”
A parte mais difícil, diz Masop, é perceber que existe uma dependência.
ADOTAR A IDEIA: 1 DIA
Frances Booth, especialista em desintoxicação digital e autora de “The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World” (A Armadilha da Distração: Como se Concentrar em um Mundo Digital, na tradução livre) diz que precisamos nos desconectar do mundo digital por razões de “saúde e produtividade.”
“Muitas pessoas estão estressadas e sobrecarregadas pelo excesso de informação e sofrem pela demanda de estar constantemente conectada. Precisamos alcançar um melhor equilíbrio”, disse a jornalista à BBC Mundo.
Booth aponta que fazer uma desintoxicação digital “pode ajudá-lo a recuperar o equilíbrio e, quando você retornar ao trabalho, você estará mais produtivo.”
Mas por quanto tempo é necessário?
“É incrível a diferença que pode fazer apenas um dia sem estar constantemente conectado”, diz a autora.
“Você começa a ter a noção de ter tempo para outras coisas e pensar sem interrupções constantes.”
E para descobrir se você precisa da desintoxicação, recomenda fazer a pergunta: “Você é capaz de ir até a loja da esquina sem levar seu smartphone?”
Tanya Goodin, fundadora da empresa especializada em desintoxicação digital Time To Log Off (Hora de desconectar), em Londres, diz que “inclusive uma hora ou duas são suficientes para se ‘reiniciar’ e acalmar a mente da constante estimulação digital.”
“Mas para melhores benefícios (especialmente um melhor descanso) recomendamos 24 horas”, diz à BBC Mundo.
Em seus retiros especializados, Goodin garante que os hóspedes ficam longe de “todos os dispositivos digitais” e os armazenam em um lugar reservado, a sete chaves.
Mas não há necessidade de ir a um retiro para fazer uma desconexão digital.
“Se você quiser fazer isso em casa, basta colocar todos os seus equipamentos em uma gaveta ou em um armário fechado. Não tente desconectar do mundo digital com seu celular e laptop por perto”, recomenda Goodin.
E, para ser eficaz, precisa “desligar completamente o seu telefone, tablet, computador ou qualquer outro aparelho digital. Isso significa não se conectar a redes sociais e se isolar completamente [de forma temporária] do mundo digital.”
E para quem ainda tem dúvidas sobre a necessidade ou não de se desconectar ou mesmo “desintoxicar”, Goodin oferece o seguinte conselho: “Se você perceber que você tem falta de sono e que você tem dificuldade para se concentrar ou que seu humor se deteriora sempre que você usa redes sociais, uma desintoxicação digital será, sem dúvida, de grande ajuda.”

Imagem extraída de: https://yadokari.net/minimal-life/42758/
Comunicación, conocer a quién nos dirigimos, en palabras sencillas una segmentación correcta. Comunicarnos de la mejor forma es fundamental por …
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E então, você deve estar se perguntando, por que diabos esse sujeito teima em manter um blog?
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Neste dia 05, data de nascimento de Rui Barbosa, celebra-se nossa língua-mãe!
Cá entre nós, do Português Antigo ao Português do recente Acordo Ortográfico, muita coisa mudou no jeito que falamos e escrevemos. Inclua-se gírias, modismos e estrangeirismos. Ainda assim, em muitos momentos pensa-se em Língua Brasileira, ao invés da Língua Portuguesa.
Sobre essa data, uma postagem bacana e simpática, em: https://inspiracoesparalelas.wordpress.com/2020/11/05/dc-dia-nacional-da-lingua-portuguesa/
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.