– Sentido e dom: você entende?

Imagino que se nós conseguíssemos viver a contento essa reflexão (abaixo), as coisas seriam mais fáceis, não?

Você compartilha frutos dos seus dons?

– Vídeo Cassete e os Consórcios de outrora!

Parece que foi ontem. Relembrando quando meu pai foi sorteado no “consórcio de vídeo-cassete” e a alegria de saber que seríamos agraciados com um aparelho que nos permitira rever os filmes que passavam na TV!

Tempos malucos, não?

Hoje, o streaming mudou tudo. Mas é hilário relembrar o quão era diferente tudo isso. E não foi há muito tempo…

A tecnologia muda tudo rapidamente demais. Veja que legal a imagem abaixo, que traz uma memória da febre e obsessão que foi ter um aparelho como esse:

– Não é feio assumir uma carência!

Por trás de muitas feições sisudas, há pessoas carentes e necessitando de consolo.

Nestes dias tão conturbados, acho que essa imagem com significativa mensagem, abaixo, retrata muito bem essa verdade:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Vivamos em Abundância.

Um sábio pensamento que vale a pena refletir:

“Quando a vida perde a graça e não tem nada de novo, perde o sentido.

Autor Desconhecido

Como está sua vida? Uma pasmaceira? Nada de novo? Uma rotina inaceitável (pois existem também rotinas aceitáveis e agradáveis)?

Precisamos sempre sonhar, acreditar e viver intensamente. Senão, estaremos apenas “passando sem sentido”.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Como conquistar comprometimento dos funcionários.

Conseguir que funcionários / alunos / envolvidos em quaisquer atividades “comprem” suas ideias e se sintam partícipes, é algo fácil?

Claro que não. Para isso, algumas boas dicas, extraídas de: https://medium.com/@jrsantiagojr/premissas-para-conquistar-o-engajamento-das-pessoas-edbd846b1b1c

PREMISSAS PARA CONQUISTAR O ENGAJAMENTO DAS PESSOAS

Por José Renato Sátiro Santiago

Certa vez, convidado por uma importante instituição de ensino para ministrar o módulo de um MBA, fui confrontado com o desafio de manter uma turma de 40 profissionais bem disposta ao longo de todo o final de semana. O ótimo nível dos alunos era um desafio a mais, cá entre nós, para mim uma motivação adicional. As 16 horas programadas deveriam parecer prazerosas e, ao mesmo tempo, propiciar os conhecimentos que estavam atrelados ao conteúdo programático proposto. Após ler um pouco sobre o perfil dos alunos, me atentei em fazer associações com seus nomes, uma estratégia que costumo usar para decorá-los de forma mais rápida. Há certo conhecimento em aplicar esta técnica mas também muita paixão em alcançar a excelência em tudo aquilo que faço. Creio que isto tenha me ajudado a alcançar novos patamares com turmas em cursos tão exclusivos. Mas o fato é que toda nova turma é única e, de certo, o nervosismo costuma vir à tona. E desta vez, não foi diferente. Tão logo os encontrei, destaquei para eles a minha timidez em falar em público, um paradoxo para quem ganha a vida também se apresentando e ministrando palestras. Busquei compartilhar com cada um deles o desafio que fora recebido e, de certa maneira, os embarquei para navegarmos juntos. A permanência de todos ao longo das 16 horas, ainda que não fosse obrigatória, surpreendeu a monitora que me resumiu tudo em uma frase: “Eles pareciam estar engajados em assistir sua aula”. Missão cumprida. Pode ter sido simples, mas será que foi fácil?
Engajar pessoas em prol do atendimento de um objetivo talvez seja o maior dos desafios enfrentados por quem gerenciamos equipes. Ainda que haja benefícios e/ou remunerações atreladas ao desenvolvimento de quaisquer atividades, é notório que haja questões que costumam interferir de forma consistente no nível de envolvimento das pessoas junto as ações por elas elaboradas e que, por conseguinte, possam impactar significativamente os resultados almejados. Dentre elas cabe destacar:

1. Empatia: saber se colocar na posição do outro é uma premissa básica de respeito pessoal e profissional, algo inerente para quem quer sinalizar a importância dada a outrem. Ainda que os objetivos do grupo devam se sobressair aos de qualquer indivíduo, conhecer, compreender e respeitar os objetivos particulares de cada um costuma ser um interessante meio de fortalecer o engajamento das pessoas.

2. Motivação: é natural à boa parte das pessoas que palavras e ações de incentivo e motivação sejam combustíveis muito eficientes em prol de estimular o engajamento. É essencial ter ciência da importância das palavras e seu poder em intervir na forma como as pessoas agem e tomam suas decisões. O cuidado recai apenas em seu uso indiscriminado sem ações e/ou resultados práticos;

3. Pessoalidade: ainda que estejamos em um ambiente profissional, o tratamento dispensado aos integrantes de uma equipe costuma propiciar energia e luz decisivas às pessoas. Algumas vezes atos simples fazem tanta diferença, quer seja um bom dia, um cumprimento mais terno, uma parada rápida para jogar conversa fora ou um café e, pasmem, até chamar a cada um pelo nome.

4. Crescimento Profissional: ainda que possa estar atrelado de alguma maneira à evolução na hierarquia, o que pode resultar em aumento nos ganhos financeiros, explicitar o crescimento profissional que poderá ser conquistado por conta das atividades em execução, costuma ser um importante requisito abraçado por aqueles que se propõem a se engajar com afinco em prol de suas metas.

5. Estar Presente: nada como se mostrar presente e atuante junto aos seus como uma maneira de pontuar a importância de tudo aquilo que está sendo feito, bem como a relevância de superarmos obstáculos e alcançarmos de forma efetiva os nossos intentos e objetivos. Isto não tem a ver necessariamente com presença física, mas sim com transparecer a convicção que a equipe jamais estará só.

6. Competência: a correta contextualização das informações sobre as quais temos acesso nos fortalece e costuma resultar naquilo que chamamos de conhecimento. Ele passa a fazer sentido efetivo em nossa vida, quando o colocamos em prática o que proporciona a competência. A estrada que nos mantém firmes e engajados é, certamente, pavimentada pelo conhecimento que construimos.

7. Paixão: apenas e tão somente ela tem o poder de nos manter vivos seja em qual situação e estado estivermos. Ela é o ar que respiramos, onipresente em qualquer atividade bem sucedida, essencial para tudo. Já octagenário e muito engajado em seu trabalho, quando perguntado o que o fazia manter-se tão ativo, o genial Ariano Suassuna foi econômico e direto: “paixão pelo que faço”.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.

– O Óbvio é Importante.

Ser didático, objetivo e até mesmo redundante, não é feio. Às vezes, é necessário para que não se deixar nas entrelinhas algo que passe despercebido.

Para facilitar àqueles que têm dúvidas, a obviedade é preciso:

– What are Some Common Demands made by Gen Z Job Seekers During the Hiring Process.

Generation Z, or those born between 1996 and 2010, now makes up a majority of today’s job talent pool. These potential workers were born during the …

Continua em: What are Some Common Demands made by Gen Z Job Seekers During the Hiring Process

– Dica da Noite 1:

Mude:

– Seus Filhos Adultos vivem a Síndrome de Peter Pan?

Seus filhos cresceram, mas não saem da sua casa e ainda por cima continuam se comportando como adolescentes?

Eles sofrem da Síndrome de Peter Pan, que se refere aos adultos que não assumiram certas responsabilidades e cujas atitudes mais parecem de adolescentes / jovens que ainda dependem dos pais. São aqueles que querem “não optar pela independência” ou abrem mão da maturidade.

Quer saber mais?

Compartilho esse material bacana da Dr Rosely Saião sobre o tema, em vídeo no link em:

https://t.co/FkGTR90TUu.

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Reprodução da Internet, imagem comum na Web, autoria desconhecida.

– Dica da Noite 1:

Seja constante:

– “Cabeça boa” é fundamental!

No dia-a-dia, precisamos ter equilíbrio mental. E nesse mundo desafiador e que nos cobra tanto, ter boa saúde emocional é importante.

Um retrato pertinente:

– Mantenha-se sempre lúcido!

Que texto espetacular!

A batalha pela lucidez:

– Idade não é problema.

– Aos 24, Stephen King era zelador e vivia em um trailer.
– Aos 27, Vincent Van Gogh falhou como missionário e decidiu ir para a escola de arte.
– Aos 28, J.K. Rowling era uma mãe solteira suicida vivendo de bolsa auxílio.
– Aos 30, Harrison Ford era carpinteiro.
– Aos 37, Ang Lee era um pai caseiro que trabalhava em bicos.
Stan Lee não lançou sua primeira história em quadrinhos até completar 40 anos.
Samuel L. Jackson não conseguiu seu primeiro papel em um filme até completar 46 anos.
Morgan Freeman estreiou seu primeiro grande filme aos 52 anos.
Grandma Moses não começou sua carreira como pintora até completar 76 anos.

Seja qual for seu sonho, NÃO É TARDE para realizá-lo. Você NÃO é um fracasso por não ter conseguido fama e fortuna aos 20 e poucos anos. Quer dizer, está tudo bem mesmo que você nem saiba qual é seu sonho ainda.

Esqueça o senso comum, conselho de “amigos”, parentes, conhecidos e etc., de que você está velho para começar algo.

NUNCA diga a si mesmo que você é velho demais para isto,
NUNCA diga a si mesmo que você perdeu a chance,
NUNCA diga a si mesmo que você não é bom o suficiente.

Livre-se da PRESSÃO que VOCÊ mesmo se impõe.

Acredite: ESTÁ TUDO BEM !

A vida NÃO precisa ser resolvida aos 20 poucos anos de idade. Tudo DARÁ CERTO, no TEMPO CERTO. Tudo passa. Logo passa. Sempre passa! 👊🏻

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– Pais, Filhos e a herança da Sabedoria.

Gostei muito da entrevista do Dr Richard Nisbett, psicólogo e Diretor do Departamento de Cognição da Universidade de Michigan, que em entrevista à Revista É (ed 2522, por André Sollitto), declarou sobre as ideias equivocadas sobre “de onde vem nossa inteligência” que:

“A principal crença errada diz que nossa inteligência é determinada principalmente por nossos genes. Sua inteligência é determinada por aquilo que você aprende. Os genes de qualquer pessoa normal são suficientes para torná-la razoavelmente inteligente de todas as maneiras exigidas por sua cultura. Diferenças individuais em inteligência são, de fato, determinados pelos genes. Mas genes interagem com o ambiente em que aquela pessoa vive para produzir um nível específico de inteligência. Estamos descobrindo que pessoas com genes muito bons para a inteligência falharão em aproveitar ao máximo esse potencial se forem criadas em ambientes caóticos ou indiferentes.”

Taí. Sempre achei que a inteligência das minhas filhas foi herdada da minha esposa; agora (ainda bem), tenho certeza de que elas não me puxaram mas sim totalmente a mãe e as demais pessoas com quem elas convivem.

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– Tenha iniciativa!

Por quê deixar para depois? Comece a mudança já!

É no “agora” que se dá o pontapé inicial para tudo na vida.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Dica da Noite 2:

Mostre a sua verdade:

– E quem era o privilegiado?

Recebi essa foto (abaixo) numa matéria sobre o linguajar do futebol e o que seria bullying ou não entre os amigos. 

Abaixo, é lógico que não existe bullying, mas sim a imagem de dois grandes e espirituosos jogadores de todos os tempos, brincando sobre a cor e a deficiência um do outro.

Fico me perguntando: quem seria o repórter, ao fundo, tão privilegiado que estava ao lado dos monstruosos maiores atletas de futebol da nossa história?

Aliás, reparem em duas coisas: no tamanho do equipamento do jornalista e no fato de que não existia adereço, cabelo pintado, tatuagem ou qualquer vaidade entre os craques não-metrossexuais da época.

Outros tempos…

ATUALIZANDO: segundo o amigo Diogo Ferrreira, a profissional de imprensa do lado é a senhora Jandira Miranda Duarte (conhecida como Chains).

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Você é a sua própria escolha!

A escolha do que você é, depende de quem (ou de quê)?

Você é o que você mesmo escolhe ser. Simples.

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Delírios e Sonhos, por Mário Sérgio Cortella.

Dias atrás eu ouvi o badalado filósofo Mário Sérgio Cortella argumentando sobre uma realidade que precisaria ser mais defendida e popularizada: a de diferenciar para as pessoas sobre os delírios e os sonhos.

Disse ele:

“Os sonhos precisam ser separados de delírios, pois sonhos são realizáveis e delírios não”!

E quando acreditamos que os delírios são sonhos e não saímos da ilusão? Ao ouvir a fala de Cortella, imediatamente me lembrei dessa necessidade: a de ter os pés no chão!

Há muita gente delirando, pensando que está sonhando?

Em contrapartida, será que tem gente com medo de tomar atitudes em relações a seus sonhos, e acha que delira?

Como estão os seus sonhos, delírios e… pés?

Fica a reflexão.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Nem todos mudam os seus costumes…

Mudar de hábitos, mudar de amigos, mudar de vida… nem todos conseguem!

Uma frase bem clara: 

– Precisamos de alguém que “nos dê um toque”.

No mundo, todos nós precisamos de alguém que “nos dê um retorno” de nossas atitudes; que nos abra os olhos ao falar algumas verdades que não enxergamos; ou, se preferir, que dê feedback do que fizemos e não sabemos se está certo ou errado.

Pode ser uma pessoa. Podem ser algumas. Conhecido, desconhecido, familiar… mas precisa ser gente virtuosa, ponderada, e que nos queira bem!

Quem faz isso na sua vida pessoal e profissional?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– A solução para alguns imbróglios da Web.

Muitos problemas e dores de cabeça são evitáveis. Alguns os buscam, e de maneira desnecessária, se envolvem com eles.

Uma dica para evitar isso?

A imagem abaixo mostra a solução para aqueles que não conseguem dosar o tempo de tela, ou que não têm a possibilidade de acessar coisas úteis:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Os Jetsons nunca foram tão atuais!

O trabalho em casa, o ensino remoto e o recolhimento para as tarefas à distância, nos anos 70 e 80, eram retratados como um sonho no desenho “Os Jetsons”, que mostrava o cotidiano de uma família atrapalhada no futuro.

Esse meme mostra: chegamos, forçadamente, a esse tempo?

Olhe só:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Normal? Pense em… extraordinário!

Algumas frases de efeito são bem reflexivas.

Essa, abaixo, nos faz pensar: a humildade é ruim em alguns momentos?

Talvez nunca. Aqui se refere a auto-subestimação!

– A Cultura Ética nas Organizações.

As “regras” de uma empresa quanto ao comportamento ético e sua cultura devem ser didaticamente explicitadas, ou, ao contrário, entendidas no convívio diário?

Mais do que isso: ter atitudes que estejam acima de qualquer discussão comportamental devem ser sempre cuidadosamente praticadas, antes do que correr o risco de ser chamado a atenção?

Um excelente texto a respeito disso, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45

SIM, DÁ PARA IMPOR CULTURA ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

por José Renato Sátiro Santiago

Eram idos de 1997, quando fui chamado para uma entrevista de emprego em uma grande empresa. Pelo fato daquela organização ser muito tradicional, tratei de me vestir de acordo com algumas boas práticas profissionais compartilhadas por meu pai. Também considerei a imagem como esta empresa costumeiramente se apresentava ao mercado. Algo padrão e discreto. Notei que a grande maioria dos colaboradores se vestia de forma tradicional. Os homens com terno e gravata. Já as mulheres usavam roupas discretas com cores sóbrias. Foi um processo seletivo moroso, mas ao final tive a felicidade de ser contratado. Não demorou muito para que passasse a observar uma outra série de pequenas nuancias no ambiente. Uma delas a forma silenciosa como as pessoas trabalhavam, sem muita alteração no tom de voz. As discussões se resumiam as salas fechadas, sobretudo durante reuniões. Também notei a plena ausência de barba entre os homens. Enquanto que as mulheres costumavam evitar perfumes fortes, bem como a maquiagem exagerada. Durante os anos em que lá estive, jamais houve qualquer citação explicita ou tácita sobre a necessidade de atender a estas, ou outras, regras silenciosas. Ainda assim, o ambiente de trabalho sempre me pareceu acolhedor ao mesmo tempo que tínhamos a intensa busca por nossas metas de performance.

Certa vez, um técnico mais desavisado encaminhou para todos os funcionários, um e-mail com uma dessas correntes que vendem ‘facilidades mil’. Um erro considerado como grave. Chamado por seu gestor, acabou sendo demitido.Teve a possibilidade de ir falar com um dos diretores da empresa. Chegando a sua sala, se desculpou pelo ato inconsequente e como defesa afirmou não ter conhecimento sobre a proibição do envio deste tipo de mensagem. O diretor o desculpou e afirmou: “…sou solidário a você, mas há práticas e regras de condutas que não precisam estar explicitadas para que os funcionários saibam que devem adota-las, isto faz parte da nossa cultura”.

Em tempos marcados intensamente pela necessidade de adoção de práticas de compliance, resumidamente, um grupo de regras éticas a serem seguidas pelos colaboradores de uma organização, tendo em vista cumprir normas legais e regulamentares inerentes ao negócio e a instituição, chega a ser estranha a existência de qualquer relação próxima sobre o fato do funcionário ter que saber, tacitamente, que não deve agir sem lisura no dia a dia corporativo, ou se ele deve ser treinado formalmente para atuar de forma ética. Muitas das organizações que acabam por seguir em caminhos, digamos, menos republicanos, assim as fazem por conta da cultura vigente. Difícil acreditar que uma empresa se submeta a cultura do mercado em que atua, se houver uma total incompatibilidade entre os os valores presentes em cada uma delas. Além disso, ainda que não haja qualquer sinalização explicita sobre a cultura, ela costuma ‘entrar na corrente sanguínea dos colaboradores’, o que faz com que eles ajam de forma alinhada com a mesma. Às vezes até os valores são abraçados. Eles estão lá presentes e cabem as funcionários escolherem quais rumos tomar, muita vezes não por foro intimo, mas por total compatibilidade. Os códigos de ética associados as missão e visão apresentadas por boa parte das empresas costumam pregar os melhores valores morais e éticos. Ainda assim não é difícil notar o quanto eles são meio que deixados de lado no dia a dia. O motivo? A cultura está acima de toda e qualquer missão, e ainda que nem sempre esteja formalmente escrita e seja insípida, indolor, inodora, ela está bem presente e no comando, o que dá a missão, um papel, no máximo, de coadjuvante.

Ganha contornos de “faz me rir” acreditar que as organizações passarão a agir de forma ética simplesmente por conta da adoção de práticas de compliance, tão pouco porque estão treinando seus colaboradores a agiram segundo tais regras. Não são procedimentos que fazem com que as coisas aconteçam como deveriam, e quando se fala de ética, tão pouco os treinamentos trarão qualquer efeito, o que os tornam muito mais próximos do “para inglês ver” do que efetivamente como uma intenção verdadeira de mudança. Por um acaso, alguém pode imaginar que após uma série de capacitações as pessoas passarão a agir de maneira ética? Seria pueril se assim o fosse. São os exemplos, as ações do dia a dia, os meios de controle, o olhar enviesado diante alguma prática ‘estranha’, o cheiro do ‘ilícito’, a impressão do estar sendo vigiado que costumam ter muito mais eficácia em todo este processo. A se pensar…

* Em tempo, quanto a barba na empresa em que atuei, após alguns anos, foi contratado um novo presidente para o conselho. Ele tinha uma vistosa barba, era a cultura em movimento…

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45

– A mensagem reflexiva:

Dê o seu melhor. Se não for reconhecido, aí já não é seu problema…

Se preocupe com as pessoas que você ama! Delas, aí sim vale a importância da opinião.

– Fama é diferente de Sucesso. Mas o que é que precisamos na vida?

Vivemos em tempos de cobrança por sucesso absoluto. Não se pode errar! E isso é tão ruim…

As crianças já nascem sendo treinadas para uma vida adulta “perfeita”. Acredite: há profissionais que buscam ensinar (pasmem) a “felicidade financeira infantil”! Não é educação financeira, é preparação para ganhar dinheiro. E quando se frustram, sofrem e se deprimem, pois ninguém as prepara para uma vida modesta.

Muitos vão além: buscam a fama incondicionalmente. Mas o que é a fama?

Ser famoso é ser conhecidopor coisas boas ou por coisas ruins. Ter fama, portanto, não é ser algo necessariamente positivo ou de sucesso.

Aliás, o que é sucesso?

Ser bem sucedido na vida, simplesmente, pode ser ter uma casa humilde, alimento e família. Ou não?

Pense: o que você almeja no dia-a-dia?

O “ter sucesso” é muito relativo… precisamos não nos cobrarmos cotidiamente – para o nosso bem.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar para citação.

– Não é contraditório:

Faz tempo que não vejo tão boa mensagem: certos comportamentos são permissíveis e normais, e não deve existir preconceitos ou dúvidas.

Abaixo:

– A Individualidade versus o Individualismo.

E cada vez mais vemos na sociedade o individualismo sobrepor o coletivismo, o egoísmo suplantar a solidariedade, ou, se preferir, a competição vencer a colaboração.

Não parece que as pessoas estão pensando cada vez mais em si próprias, e não nos outros? Nem na própria família… quiçá na sociedade.

Vejo também uma certa confusão: as pessoas dizem que querem ser felizes (e precisam pensar nelas mesmo), mas… com quais atitudes?

Todos devemos galgar a felicidade, mas não podemos confundir a individualidade (as características de cada um, seus defeitos e virtudes – um conjunto único de cada pessoa) com o individualismo (o de pensar somente nela e o resto que “se exploda” – permitindo muitas vezes que atos até mesmo contestáveis sejam cometidos).

Sejamos mais sábios em nosso comportamento e tenhamos Inteligência Emocional, porque tudo isso gera coisas perigosas: vaidade, egoísmo e futuras auto-frustrações

  - Sasha Freemind/Unsplash

Imagem: Sasha Freemind/Unsplash

– Alienação em 3 minutos.

Extraído do Facebook do jornalista e escritor Pedro Favaro Jr:

Não faz muito tempo, li um artigo sobre o par inventado para nós que vivemos na aldeia global, o mundo do consumo e das necessidades criadas pela publicidade e propaganda. O mundo da tecnologia e do individualismo. Da comunicação total e da incomunicação total, ao mesmo tempo.

O primeiro companheiro inventado teria sido o cigarro. Depois, vieram as bebidas. Mais à frente, um pouco, entre nós pouco antes da metade do século 20, vieram o rádio e a TV. E, do segundo para o terceiro milênio, entra em cena um ‘parça’ total, o dispositivo eletrônico – primeiro o computador doméstico, depois o laptop, mais leve e portátil, em seguida o tablet ou o iPad. E depois por fim o iPhone ou Smartfone. 

O filme egípcio “L’altra par” trata disso. Do que temos nos transformado na companhia desse parceiro inseparável. “L’altra par” durou só 3 minutos e ganhou o prêmio de melhor curta metragem no festival de cinema de Veneza. O diretor tem 20 anos. O filme trata do isolamento na época da comunicação global. Aí vai.

– Relacionamentos são para…

O brasileiro é espirituoso… mas cá entre nós: há um pouco de verdade nessa frase sarcástica, não?

Amar é suportar, tolerar, rir e sofrer juntos. Além de muitas outras coisas (mas neca de dobrar lençol Kk)

– Você tem pouca paciência? Resiliência de maneira cristã:

Muitas vezes somos ansiosos, tensos, impacientes… Não sabemos entender as razões e somos imediatistas.

Mas o nosso tempo é o mesmo tempo de Deus?

Compartilho:

Aceita tudo o que acontecer.

Na dor, permanece firme;

na humilhação, tem paciência.

Pois é pelo fogo que se experimentam o ouro e a prata,

e os homens agradáveis a Deus, pelo caminho da humilhação.” (Eclo 2, 4 – 5).

Pois é… bonito, profundo e de difícil prática!

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Imagem extraída de: http://natashagalancaballero.blogspot.com/2017/11/

– Deseje mudanças comportamentais:

Tenha apetite de coisas válidas e boas!

Abandone velhos hábitos.

– Alodoxafobia: o medo da opinião dos outros.

Há diversos tipos de fobia. Uma deles é a alodoxafobia, que se refere à preocupação do que os outros pensam da pessoa.

Nestes tempos de bullying, onde as pessoas se preocupam com a imagem e com as Redes Sociais, onde temos lugares no Mundo Virtual onde se critica tudo, tal transtorno é cada vez mais frequente (e inevitável para muitos).

Um pouco sobre isso, extraído de: https://www.otempo.com.br/interessa/transtorno-de-quem-tem-medo-da-opiniao-alheia-1.1606140

TRANSTORNO DE QUEM TEM MEDO DA OPINIÃO ALHEIA

Por Ana Elizabeth Diniz

Não são raros os casos de pessoas que declinam convites para se apresentar em público devido ao medo da opinião dos outros.

Pesquisas não oficiais sugerem que esse transtorno, conhecido como alodoxafobia, afeta cerca de 8% da população entre 16 e 24 anos de idade.

“Isso não significa que somente pessoas nessa faixa etária desenvolvam o transtorno, que poderá se manifestar em qualquer momento da vida. Porém o maior índice é em torno dessa fase, na qual os jovens têm que fazer escolhas profissionais e assumir relacionamentos e responsabilidades”, analisa Patrícia Renaldo da Silva Amaral, 34, psicóloga clínica, psicopedagoga e analista transacional em formação.

Segundo ela, a palavra alodoxafobia vem das palavras gregas “állis” que significa “outro” ou “diferente”, “dóxis” que significa “crença” e de “fobia” que significa “medo patológico”, “o que explica o conceito da patologia: medo dos pensamentos dos outros sobre si, sempre com a sensação de julgamento. É o medo de se expressar acompanhado da sensação de exposição e, ao mesmo tempo, de ser julgado pelos outros de forma crítica e negativa. Medo da opinião ou respostas das outras pessoas sobre si”, explica a psicóloga.

Mas por que será que o ser humano se preocupa tanto com a opinião alheia? “Desde nossa infância somos submetidos a aprovações dos pais, de professores, de amigos e de todos que nos rodeiam e que esperam algo de nós. Muitas vezes somos rotulados e acreditamos no que escutamos. Se sua mãe diz que você é inteligente ou uma criança impossível de segurar, você acredita. Se seu pai diz que você não sabe fazer nada direito e seus amigos dizem que você é muito tímido, você acredita. Levamos todas essas crenças infantis para nossa vida adulta de forma subconsciente e as projetamos o tempo todo em qualquer relação que possamos construir, seja profissional, familiar, social ou sentimental”, diz Patrícia.

O problema é que o que se projeta “são pensamentos distorcidos sobre o que se imagina que o outro pensa sobre nós, ou ainda críticas ao outro que na verdade são sobre si mesmo (de forma subconsciente). Pessoas que funcionam dessa forma tendem a potencializar medos fantasiosos de possíveis julgamentos sobre si mesmas por meio de pensamentos distorcidos”, comenta a psicóloga.

Segundo ela, indivíduos assim sempre se consideram o centro das atenções, porém de forma negativa, como se todos os estivessem olhando e criticando. “Muitas vezes, para os outros, essa pessoa pode simplesmente parecer ser tímida e, por isso, não gosta de se expressar ou colocar sua opinião numa roda de conversa. Mas nem imaginam que dezenas de pensamentos distorcidos estão passando pela sua cabeça naquele momento, impedindo-a de se comunicar de forma livre e espontânea”, observa Patrícia.

Esse transtorno psicológico impede a pessoa de realizar suas atividades de rotina, de se comunicar ou de conviver em sociedade. Pode estar associado a crises de ansiedade e de pânico e a sintomas somáticos como sudorese, taquicardia, tontura, dores de cabeça, enjoos, tremores e sensação de fraqueza.

Julgamento do outro é ameaça constante

Alguém diagnosticado com alodoxafobia sofre com o medo de se expor, até mesmo para apresentar um trabalho profissional, mesmo que seja muito importante. “Aqui podemos exemplificar a distorção de pensamentos que potencializam a sensação de julgamento alheio. Ao apresentar uma palestra ou um trabalho relevante, considera-se que o candidato tenha se preparado para explanar sobre o assunto escolhido. Sendo assim, as pessoas ali estão esperando para escutá-lo e estão interessadas em agregar conhecimentos. Portanto, essa pessoa que vai falar estará se mostrando ou se expondo? A resposta correta é se mostrando (centro das atenções de forma positiva), pois se preparou para isso. Se você pensou que a resposta seria se expor (centro das atenções de forma negativa), provavelmente teve uma distorção de pensamentos devido uma projeção crítica sobre si mesmo, pois imagina o risco de ser julgado pelos outros, quando na verdade você mesmo está se autojulgando”, pondera a psicóloga Patrícia Renaldo da Silva Amaral.

O tratamento indispensável é uma boa psicoterapia, seja individual ou em grupo, com acompanhamento semanal. “A opção pela psicoterapia grupal é ótima para trabalhar os medos, as fantasias e as distorções de pensamentos sociais sobre si mesmo. Também pode haver a necessidade de acompanhamento psiquiátrico, caso os sintomas fisiológicos estejam muito latentes. Há casos que requerem tratamentos paliativos, e outros, medicações adequadas, como nos casos de transtornos associados a crises de ansiedade ou pânico”, finaliza a psicóloga.

Dicas para se livrar desse mal

Lembre-se de que você não vai agradar sempre a todos.

Observe quais pensamentos são reais e quais são fantasias.

Tenha em mente que você não tem controle sobre o que os outros pensam.

Não deixe que o outro te desestabilize.

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Imagem: citação em: https://www.otempo.com.br/interessa/transtorno-de-quem-tem-medo-da-opiniao-alheia-1.1606140

– Relacionando com pessoas “difíceis”.

Um artigo bacana publicado no Caderno “Inteligência”, na Época Negócios: como se relacionar com gente de personalidade forte, instável ou antissocial. Dicas que extrapolam a Administração de Empresas e vão ao cotidiano da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2012/06/gente-e-problema.html

GENTE É PROBLEMA

E você tem que saber lidar com os tipos.

O primeiro é o colega “Mel Gibson”, o tipo hostil, que leva tudo para o lado pessoal quando é contrariado; o segundo é o colega “Marilyn Monroe”, suscetível à rejeição, preocupado com a desaprovação alheia, real ou imaginária; o terceiro é o “Woody Allen”, neurótico, que faz uma tempestade diante de qualquer conflito; por fim, há o colega “Paris Hilton”, o egoísta que só enxerga o próprio umbigo. Sim, são estereótipos. Mas cada vez mais encontrados no mundo do trabalho, segundo a revista Psychology Today.

Lidar com eles é uma habilidade necessária. Para fazer isso, mantenha as interações curtas e objetivas. A comunicação deve ser lógica, pois é infrutífero – e perigoso – tentar fazer uma comunicação emocional com o interlocutor emblemático. Outra dica: mantenha o foco na conversa nele, não em você. É a forma mais segura para que, mais tarde, suas palavras não acabem distorcidas. Não tente convencê-los de seu ponto de vista. Também pare de sonhar que algum dia essas pessoas poderão ser tratadas normalmente. Aceite-as como são!

Com um colega difícil, é salutar evitar assuntos espinhosos. Quando isso for necessário, faça-o a portas fechadas (…).

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem tiver conhecimento, informar para os créditos.