Salas da raiva chegam com tudo no Brasil! Quebre tudo sem culpa 💥🔨 #RageRoom #Desestresse #linkezine O post Rage room: salas da raiva conquistam …
Original com o texto em: Rage room: salas da raiva conquistam brasileiros em busca de alívio

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Original com o texto em: Rage room: salas da raiva conquistam brasileiros em busca de alívio

Alguns se deixam seduzir pelo Poder. E isso é um perigo… em especial, nesses tempos tão tenebrosos da sociedade brasileira.
Tal frase de efeito abaixo foi dita pelo falecido ex-presidente da Federação Paulista de Futebol, sr Eduardo José Farah, em entrevista à antiga Revista ESPN (que era muito boa), edição de Março/2010, pg 67. Por ser atual e significativa, vale relembrar:
“Ninguém entrega o poder. Você perde o poder.”
Alguns se agarram nessa verdade e lutam para se manterem poderosos eternamente. E ela é muito atual! Uma pena pensar e agir assim. Em tudo há necessidade de revitalização, rotatividade de poder e oxigenação. É a vida…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.
Original em:
Honesty Quote By John Lennon: “Being honest may…”

A new quote is here to help you! We all need help from time to time, don’t we?
Continua em: Success Quote By Deepak Gupta: “Small winnings are…”

Vejo um sem número de pessoas que “precisam” ter sucesso a qualquer custo, e abrem mão de valores que trazem felicidade (como família, descanso, lazer…). Aí ouvi dias atrás uma entrevista do Professor Willian Sanches. E não é que ele abordou esse tema: a Obrigação em Agradar a Todos, ser Feliz e ter Felicidade!
Ninguém é obrigado a buscar tais coisas, mas ao mesmo tempo, elas não são difíceis de se mensurar? O que é sucesso: dinheiro ou paz? Conforto ou um abrigo próprio? Sorriso ou mansidão?
Tudo isso (sucesso e felicidade) são subjetivos. Agradar a todos é dispensável; porém, o respeito ao próximo, não.
No fundo, cada um sabe se é ou não feliz ao seu próprio modo de viver…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.
Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?
E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?
Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.
Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL
VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL
Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada
“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.
Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).
Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).
No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.
Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.
A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.
Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.
Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.
(CONT…)

Imagem extraída de: https://prodoctor.net/blog/vicio-digital-voce-sofre-desse-mal/
O vídeo é da cia telefônica MTS, e é muito engraçado. Não parece ser verdade mesmo?
Já tira selfie e participa das redes sociais!
Abaixo, extraído de: http://www.labcriativo.com.br/imperdivel-o-bebe-nasce-e-ja-busca-internet/
IMPERDÍVEL, O BEBÊ NASCE E JÁ BUSCA INTERNET
Mega criativo, é um anúncio da empresa de telefonia e internet 3g indiana MTS e sugere, com o filme Nascido para a internet, que os bebês hoje em dia são fixados na web desde a barriga da mãe.
Sensacional, o vídeo de forma bem humorada, nos apresenta o momento que nasce um bebê da geração Z.
O bebê já sai da barriga da mãe já busca de um iPad, pega um celular e faz um “selfie”, arma um canal de livestreaming no YouTube e, para surpresa de todos, médico, enfermeiros e pais, sai do quarto da maternidade usando a navegação de um GPS.
A parte que mais gostei foi do nenem procurando no Google como se corta o cordão umbilical. Muito bom…rs
Misturando filme com animação, o filme mostra o trabalho de parto e o nascimento desse bebê super antenado.
Assista o vídeo, mega recomendo, em: http://www.youtube.com/watch?v=rg37kafMsWk
Se dê “o luxo” de descansar, e não promover a autocobrança da perfeição. Somos humanos!
Uma mensagem, em: youtu.be/_mEcB0_VLtI?si .
Tenho medo quando alguém diz que está “eufórico”, por isso “está feliz”. Euforia, é sabido, não é sinônimo de felicidade. É simplesmente um estado emocional, que se frustrado, torna a pessoa depressiva.
O bom é ter a felicidade independente do estado emocional eufórico. Ser feliz mesmo quando se tem problemas, é o ideal (até porque não existe pessoa que vive sem percalços cotidianamente).
Claro, a euforia tem suas virtudes, mas ela não é constante – e sim oscilante! De tal forma, a euforia deve ser passageira, mas a felicidade, torçamos para que seja perene.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Você se lembra da vida sem Internet?
Essa foi a pergunta-sugestão do gerenciador do blog, feita automaticamente hoje.
Eram outros tempos… vivíamos em um bairro rural, com amigos reais, sem a necessidade da Web. Hoje, isso é inimaginável! Eram ótimos momentos de infância…
A Internet nos ajuda muito, mas traz três problemas: a ansiedade, a dependência e os haters.
E pra você? Como era sem Internet?
Reflexão diária:

Seja sempre gentil! Vale a pena.
Uma boa mensagem:

Vale a pena refletir sobre essa mensagem, abaixo, sobre “Ser Gentil”. Mesmo que você não seja tratado com gentileza, exerça-a!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.
Uma verdade inconteste:
“O pessimista olha para o chão e bate a cabeça. O otimista olha para cima e tropeça. O realista olha para frente e corrige seu caminho.”
Autor desconhecido
Concorda?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Uma verdade:

Erros dos outros, erros nossos, erros coletivos…
A única (porém importante) vantagem de errar é: aprender com os mesmos a fim de não repeti-los!
Compartilho um interessante texto, extraído de: https://pensamentos.me/2020/05/14/erros-todo-mundo-os-comete-inclusive-voce/
ERROS: TODO MUNDO OS COMETE, INCLUSIVE VOCÊ
Para voar devemos primeiro compreender cada etapa das provas que a vida nos impõe. E nós, começamos compreender isso ainda muito verdinhos, ou seja, criança.
Começamos ralando os joelhos, pouco a pouco o primeiro passo. Depois calculamos até aonde podemos ir sem medo. Claro, precisamos nos resguardar, uma queda é algo sempre muito desagradável. Todavia, a vida começa assim, passo por passo, degrau por degrau e, esses ritos vão se repetindo a vida toda.
Na fase adulta, já se abre as asas, tem-se a capacidade acolher idéias novas, ou seja, nessa fase, surge as inspirações ( o que faz bem aos nossos sentimentos), depois os possíveis benefícios deles e, no finalzinho, se prepara para encarar aquilo nos faz crescer, os erros. Quem não erra? Todos nós. Eu erro muito comigo mesma. E você erra também ou devido a confiança que você tem em si mesmo, isso acontece rara vezes? Errar é humano, como diz o ditado popular. Mas ter condições de superar os erros, faz de nós pessoas marcantes.
É comum as pessoas enganar, assim como, também, às vezes por conta de posicionamentos, extremistas conosco, a gente se engane. Claro, todo mundo erra. Em geralmente, o ser humano errar mais consigo, do que com os outros. Principalmente, porque imagina coisas que são inconsistentes, e que o leva a um estado de frustração.
Quando a pessoa erra com ela própria, o estado emocional fica debilitado. Parece estranho dizer, mas o estresse é uma resposta imediata. Na verdade, isso é uma expressão genuína do nosso estado de espírito. Todavia, se erramos com outras pessoas tentando tirar algum proveito disso, enganamos a nós mesmo, porque nesse caso, se comete o autoengano. Tem pessoas que têm consciência do próprio ato, mas perseguem os seus objetivos assim mesmo.
Muitas pessoas ao fazerem outras sofrerem, elas também sofrem, outras não. Há pessoas que simplesmente não apresentam essa característica que é a empatia, que nada mais significa do que trocar de papel, é ‘ficar no lugar do outro’, sofrer e assim conseguir reconhecer a sua parcela de culpa. Há pessoas que mesmo diante dos seus próprios abismos, não demonstram qualquer manifestação nesse sentido. Por outro lado, há essa riqueza que se manifesta de forma genuína, e reconhece tudo aquilo que faz. Gente que chega e diz ” perdoe-me “. Acredito que essas manifestações curativas deveriam ser aplicadas com mais frequência, porque além de serem agradáveis, faz com se estabeleça um fator importante na relação entre as pessoas, que é a confiança.
Confiar numa pessoa é bom, mas o caminho que leva a isto, advém de um elo. Se o erro é meu, e tenho estrutura para reconhecer esse defeito, chego e demonstro uma postura de que corrigir aquilo é importante pra mim, ótimo. Pois expressa uma característica de valor. É um gesto ligado ao meu caráter, portanto superar tal falha me fará bem, dentre outras coisas, fará com que eu possa acabar me sentindo melhor como pessoa.
O bonito entre essas duas atitudes (erro e acerto), é que saber interpretá-los da maneira correta, transforma a nossa imagem em símbolo de pessoa digna. Isso é muito bom. Diria que nesse caso, até é permitido o vôo livre…porque se percebe que estamos diante de um ser humano preparado.
Isso é importante a cada um de nós, porque o aprendizado fica. E não significa que não se possa errar novamente. Vamos certamente. Todavia a caracteristica que salta os olhos nesse caso é: ter a humildade de reconhecer aquilo que nos faz fracos, falhos como pessoas. Acredite, nunca deixaremos de errar, só quando partimos dessa para um plano superior, mas aí nesse caso,…vira-se anjos! O aprendizado básico é só aqui embaixo.
Bem, o que deixo pra você: os degraus sempre lhes serão difíceis até que você consiga depois de muitas quedas, correr, rir de suas próprias dores, escalar…e finalmente, voar! O segredo é abrir bem as asas, corrigir o que for possível, ter paciência, segurança, inventar um riso…
…quando perceber estará …voando. Os erros servem para isso, para nos impulsar rumo ao melhor.
Marii Freire Pereira
Imagem: Google
Santarém, Pá 14 de maio de 2020

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Eu concordo com a definição de “sucesso a ser medido” na imagem abaixo, mas incluiria uma “meia dúzia” de outros elementos.
E você?
Extraído do Facebook do Prof Habacuque Wellington, em: https://www.facebook.com/Professor-Habacuque-Wellington-Sodr%C3%A9-242054899838441/
Reclamar pode se tornar um vício. O hábito de lamentar é ruim para todos: desde a quem se convive até ao próprio queixoso.
Compartilho esse bom texto sobre “como conseguir mudar tal comportamento” e uma reflexão sobre novas posturas.
Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/04/11/murmuracao-e-se-voce-conseguisse-parar-de-reclamar/
MURMURAÇÃO: E SE VOCÊ CONSEGUISSE PARAR DE RECLAMAR?
Você é um reclamão profissional? Esse mau hábito certamente cansa a você mesmo e àqueles que estão ao seu redor! E se você pudesse se livrar dele em 21 dias?
“Eu não aguento mais essa bagunça”, “Mas você sabe desde quando que precisa dar essa palestra?”, “Que mal eu fiz a Deus? “,”Estou cansado”, “Mas por que esse computador é tão lento?!”
Tempo, trabalho, filhos, cônjuge… Há muitas razões para reclamar durante o dia, mesmo durante a quarentena. E se você mudar um pouco o disco? E se você finalmente desistir desse hábito ruim e estéril de murmurar que envenena sua vida e a das pessoas ao seu redor?
A conselheira familiar Christine Lewicki compartilha os segredos de um método simples que ela mesma testou a eficácia: pare de reclamar em 21 dias. Mãe de três filhos, ela admite ter se lançado nesse desafio numa certa noite de depressão:
“Eu caí na cama pensando que meu dia tinha sido realmente horrível. E então refleti melhor e percebi que na verdade tinha sido um dia normal e comum da minha vida, e que terei ainda muito mais a viver! Percebi que tinha que encontrar uma maneira de parar de sofrer com o meu dia a dia e que, se quisesse uma vida mais agradável, teria que mudar. Pensando nisso, percebi que o que estava me minando eram todos aqueles momentos em que eu mais murmurava e reclamava.“
“Reclamar é culpar o outro por nos colocar em uma situação frustrante“, explica a especialista. “Parar de reclamar é decidir não desempenhar mais o papel de vítima e, portanto, assumir o controle da vida”. Mas por que vinte e um dias?
Os pesquisadores americanos são enfáticos: nosso cérebro precisa de 20 dias para se livrar de um hábito e substituí-lo por outro. Mas cuidado, deve ser vinte e um dias consecutivos, incluindo domingos e sem recaídas.
Para se motivar, Christine Lewicki sugere usar uma pulseira que deve permanecer pendurada no mesmo pulso durante todo o período de cura ou desintoxicação. À menor murmuração, a pulseira muda de braço e você precisa começar a contar os dias do zero novamente.
Vamos lá para um lifting comportamental!
Para começar, faça uma lista das suas reclamações habituais. Depois, pergunte a si mesmo se não tende a exagerar os fatos só para ser ouvido ou para chamar a atenção. “Não aguento mais”, “Sempre sou eu quem cuida de tudo”.
Repetindo essas pequenas frases, você acaba se convencendo de falsas verdades.
“Quando reclamamos, deixamos nossas ideias negativas ganharem vida. Elas interferem em nossas conversas, em nossos relacionamentos, em nossa vida cotidiana… e pouco a pouco elas se tornam nossa vida, nossa identidade. Nós acabamos acreditando naquilo que é negativo”, adverte a conselheira. Primeira resolução: pare de dramatizar e encontre justiça em suas palavras em cada situação.
Então dê uma olhada na sua famosa lista. Você perceberá que algumas das razões pelas quais você está reclamando podem ser simplesmente removidas. Só é preciso um pouco de vontade e organização.
É muito fácil, por exemplo, abolir o clássico “venham para a mesa agora!“, convidando todos os membros da família à mesa quinze minutinhos antes do início da refeição. Reuniões, trabalhos escolares das crianças, refeições, dentre outras atividades. É importante antecipar tudo para não ser pego de surpresa no último momento. Segunda resolução: evite perder o controle.
E se você escolhesse a felicidade?
Ao analisar com mais profundidade o reflexo da reclamação face a uma contrariedade, Christine Lewiciki também observa que tendemos a acreditar que tudo seria melhor se nosso ambiente mudasse
Que a vida seria melhor sem todas as obrigações diárias. No entanto, “nossa felicidade depende de nós e não das circunstâncias externas. Ela vem da maneira como encaramos as pequenas coisas a cada dia”, diz a especialista. Essa é a história do copo meio vazio ou meio cheio: escolher um ao invés do outro é uma questão de vontade.
Santa Teresa de Lisieux explicou isso de forma magnífica: “A única felicidade na Terra é de se aplicar em sempre achar deliciosa a parte que Jesus nos dá“. Essa capacidade de ser feliz, de acordo com especialistas em cérebro americanos, não é mais difícil de aprender do que jogar tênis ou tocar um instrumento musical! Terceira resolução, portanto: escolha voluntariamente a felicidade.
Celebre, agradeça, renda graças ao invés de reclamar
Tudo bem, mas quando somos viciados em reclamar, não corremos o risco de entrar em abstinência?! Será que existe um equipamento anti-murmuração? “Aqueles que tentaram parar de reclamar logo perceberam que de repente havia um branco em sua conversa“, disse Christine Lewicki.
Ora, sabemos bem que a nossa natureza abomina o vazio, o vácuo.
“Portanto, é importante substituir suas palavras negativas por palavras de comemoração“, conclui a conselheira.
Celebrar, agradecer, dar graças por tudo que temos e pela sorte de ter. Não é isso que podemos finalmente chamar de “a melodia da felicidade”?
Élisabeth Caillemer
Imagem extraída de: https://www.neoassist.com/blog/5-maneiras-de-lidar-com-as-reclamacoes-dos-clientes/
Hoje se recorda a Abolição da Escravatura do Brasil. Mas muitas teorias absurdas de pseudo-intelectuais ainda ganhavam coro na Europa, como a do iluminista escocês David Hume, que no longíquo 1770 dizia:
“Que negros sejam naturalmente inferiores aos brancos”.
Idiotice da época. A cor da pele nada faz para que se mude a dignidade das pessoas. Mundo afora tivemos racismos históricos. A escravidão no Brasil é exemplo clássico.
Porém, em 13 de maio de 1888 a Princesa Isabel aboliu a escravatura. Foi a salvação para os negros?
Nada disso. Foi uma demagoga lei. No dia 12, eles dormiam em Senzalas e se alimentavam muito mal. No dia 13, foram livres e ficaram sem casa e sem comida.
Claro, o acerto foi a proibição da exploração. O grande erro foi a falta de assistencialismo da Lei, que deixou os pobres escravos ao Deus-dará.
Fica a histórica indagação: a Princesa Isabel bobeou e não pensou no futuro dos ex-escravos, ou simplesmente fez politicagem para ganhar os louros da fama?
Imagem extraída de: https://www.em.com.br/app/noticia/especiais/educacao/enem/2016/05/13/noticia-especial-enem,762306/128-anos-da-abolicao-da-escravidao-no-brasil.shtml
Jonathan Rottenberg é um renomado psicopatologista! E ele tem uma tese interessante: crê que o mundo “vive uma epidemia de depressão porque as pessoas querem se satisfazer a qualquer preço”.
Sabe aquela criança mimada que quer tudo e quando não tem fica emburrada? Assim também os adultos fazem, só que se deprimindo.
Ele alega que as pessoas têm a necessidade de buscar a felicidade pois foram condicionadas a isso, e tal situação faz mal a elas.
Aceitar a infelicidade é, portanto, saudável.
Profundo ou frustrante tal pensamento? Concorda ou discorda?

Imagem extraída da Internet. Autoria desconhecida.
Tali Sharot, uma renomada neurocientista israelense, deu uma entrevista certa vez à seção “Páginas Amarelas” da Revista Veja (ed 04/05/2016). Nela, foi abordado o estudo sobre a predisposição genética do Otimismo!
Para a doutora, 80% da população do planeta adota uma conduta otimista na vida, herdada de seus pais, e isso varia de cultura para cultura.
Em seu livro “O Viés Otimista”, ela ainda cita que os neurotransmissores da população brasileira são 2,5 vezes mais ativos do que os dos ingleses (explicando a diferença de comportamento latente dos dois povos). Retrata, ainda, o que seria um “cérebro otimista”: ele consegue registrar mais informações positivas do que negativas.
E os demais 20% não-otimistas?
Destes, metade sofre de depressão, e a outra metade são neutros.
Todo trabalho científico-acadêmico deve ser respeitado. Mas, a grosso modo, dá para dizer que há muito mais gente esperançosa no mundo (segundo esse trabalho) do que eu imaginava!
Ou estaria eu entre os 10% negativistas?
Não, não estou… rss
Imagem extraída de: https://forbes.com.br/carreira/2019/09/4-dicas-de-como-o-otimismo-pode-ajudar-sua-carreira/
To quote or not to quote. That is the question. But the answer is obvious!
Original em: Courage Quote By Francois De La Rochefoucauld: “One cannot answer…”

Dias atrás, ouvi em uma rádio que não me recordo (talvez a CBN) uma entrevista onde um negociador se gabava do “poder de persuasão”. Na ocasião, ele havia dito como através da estratégia de publicidade e marketing conseguia bons negócios fechados, além da utilização de benefícios conquistados para sua empresa. Em determinado momento, ele falou sobre a supervalorização que deu do seu produto (como se isso fosse bom, caso fosse verdade – e confesso estranhar tal franqueza).
Onde quero chegar?
Numa simples questão comportamental: a mentira.
Eu não gosto de mentira, e isso serve para o campo profissional e pessoal. Qualquer atividade que seja, a transparência deve prevalecer, pois isso mostra ética / honestidade. Sempre brinco (em tom de verdade) que “uma mentirinha e uma mentirona são iguais” (não deixam de ser mentira).
Assim, fica uma brevíssima reflexão: vale mentir no mundo dos negócios, na administração de empresas ou nas relações sociais (independente se alguém se beneficiará ou será poupado por algo que possa lhe machucar)?
Eu prefiro, em qualquer situação, A VERDADE.

Imagem extraída de: https://vocesa.abril.com.br/carreira/mentiu-para-o-seu-chefe-e-ele-descobriu-veja-como-sair-dessa/ (Homem com nariz de pinóquio, mentiroso, mentira, mentir SIphotography/Thinkstock)
Que ótimo texto sobre a fofoca!
Nunca faça essa coisa desagradável. Compartilho, abaixo, extraído de: https://psicologaheloisalima.com/2021/07/26/pare-de-espalhar-fofocas/
PARE DE ESPALHAR FOFOCAS

“Fofoca pra mulher é feio,
Pra barbado é pior, podes crer.
Fofoca pra mulher é feio,
Pra barbado é pior, podes crer.
Assim como ele fala de você pra mim,
Também mete o malho de mim pra você.”
In: Fofoqueiro é a Imagem do Cão – de Bezerra da Silva
A bela e famosa modelo garante, em entrevista, que aquele rapaz com o qual anda saindo há alguns meses é o grande amor da sua vida e que tem a mais absoluta certeza de ter encontrado, finalmente, a sua tão almejada cara-metade. Fala em envelhecer junto com ele, mesmo considerando sua pouca idade.
A avó, sorrateiramente entrevistada na sala ao lado, no entanto, confirma que o atual companheiro realmente ocupa um lugar muito especial na vida da jovem, mas acaba entregando que a neta costuma apaixonar-se perdidamente por todos os namorados que, quando se vão, deixam, invariavelmente, ótimas lembranças.
A moça mostra-se visivelmente aborrecida ao tomar conhecimento da indiscrição da parente, mas a entrevista já foi gravada e não há como mudar o que ali foi ‘confessado’.
E, enquanto vejo a matéria, posso imaginar a ‘bronca’ que a tal senhora deve ter levado por desvelar uma faceta, paradoxalmente, tão natural e humana.
No decorrer de suas respostas, por diversas vezes, percebo a tentativa da modelo em explicar o que a pergunta do jornalista parece definir como ‘pecado’.
Sim, ela teve filhos muito jovens. Sim, seus relacionamentos nunca duraram para sempre e, também, nem sempre foram discretamente preservados. Sim, ela se martiriza muito por tudo isto e sente-se profundamente culpada pelos danos que acredita ter causado aos outros – e ao olhar impiedoso de seus detratores.
Essa moça, aparentemente, não se julga com direito de viver plenamente seus desejos e suas ambições.
E, como o julgamento parece algo aceitável numa sociedade onde ninguém dá atenção às necessidades alheias – uma vez que as pessoas vivem olhando para os outros, rotulando, julgando, execrando, humilhando – tenha certeza de uma coisa:
Quem não tem a atenção de ninguém pode acabar pensando que não existe.
E, por conta disso, todos tememos que o olhar do outro nos julgue a ponto de dizimar nossa existência tornando-a um enorme nada.
Afinal, todos necessitamos sermos olhados com atenção, carinho e cuidado.
Então, veja bem: quando olho o outro como autoridade, o outro reagirá temendo o meu julgamento. Ali não haverá envolvimento pessoal. E sem envolvimento, não há desenvolvimento humano.
Numa sociedade onde todos vigiam todos, onde uns tentam controlar os outros através da maledicência, da maldade e da fofoca, não haverá liberdade para ninguém ser aquilo que deseja a fim de realizar todo o seu potencial.
Então, se você tiver vários namorados, se viver em vários lugares, se tiver muitos amigos de diferentes tribos, se fizer coisas originais e espetaculares, você, decididamente, estará no olho do furacão daqueles que, por preguiça ou fraqueza, escolheram pensar que somos escolhidos pelo destino e que, desta forma, não teremos alternativas muito melhores do que aquelas que nos obrigaram trilhar.
Ou seja: se você escolheu casar-se aos 25 anos com alguém que, três anos depois, deixou de amar, dane-se você e todo o sofrimento do casal! Vai viver com esta escolha até o final de seus dias o que já não faz parte de você – para não atrapalhar a falta de ousadia, coragem e determinação da maioria muito pouco silenciosa, e cujos olhos parecem sempre prontos para investigar.
Porque o que existe por dentro dessas pessoas é muito ruim.
Para isso, vivem ameaçando (como sutilmente fez o repórter à modelo no caso inicial) difamar todos aqueles que, corajosamente, fogem à regra. Ou seja, os que fazem exatamente tudo o que os covardes temem fazer.
O fato é que a angústia reside justamente disto: da pressão interna (e natural) que temos para atingir coisas que ampliarão nossa existência versus a pressão externa e social para que nos paralisemos fazendo aquilo que todos fazem e acreditam construir – mesmo que essa falsa assertiva passe bem longe do seu verdadeiro anseio.
Quer fazer diferente?
PARE COM A FOFOCA AGORA
E, para tanto, existem alguns passos que eu posso propor. Bora tentar?
ASSUMA INTENCIONALMENTE A DECISÃO DE NÃO FUXICAR
Ainda que a vontade seja grande, e você adore espalhar boatos como quem não sabe o que faz, você vai superar tudo a partir do momento em que decidir não fazê-lo. Simples assim. E lembre-se: a parte mais perigosa da fofoca é que ela, invariavelmente, destrói as reputações de inocentes.
NÂO DÊ OUVIDOS A QUEM CRIA INTRIGAS
A fofoca traça sempre um caminho exponencial. Cresce a cada divulgação. Assim, se alguém começar a contar alguma fofoca, explique que não deseja falar sobre alguém que não está ali para se defender. Desta forma você não apenas quebrará a corrente da difamação, como ganhará a confiança das pessoas como alguém que não espalha boatos. Olha que bônus legal!
NÃO JULGUE NINGUÉM COM BASE EM FUTRICAS
Caso você ouça algo ruim sobre alguém que não conhece, existem duas opções: deixar que a fofoca contamine seu olhar dali em diante ou permitir que sua experiência pessoal determine o que você pensa.
A chance de você ter percepções muito mais positivas do que aquilo que ouviu são enormes, pode apostar muitas fichas nisto, pois a primeira vez que você tiver um contato que contradiga totalmente a fofoca que ouviu, vai entender o quanto o cuidado e a sensibilidade em relação aos outros nos tornam melhores e mais humanos.
PENSE ANTES DE FALAR
É um velho e sábio conselho que sempre dá certo. E, antes de repetir algo que ouviu, se pergunte: a quem ajudo espalhando essa coisa? Alguém sairá machucado nesta história?
Portanto, considere muito não se aproximar de gente que sente um indisfarçado prazer em menosprezar os demais. Esta criatura é, com certeza, tão frustrada quanto tóxica. E a próxima vítima será você.
TOME DISTÂNCIA DOS FOFOQUEIROS CONTUMAZES
Há um velho ditado que diz que paus e pedras podem ferir meu corpo, mas palavras não me atingirão. Isso está bem longe de ser verdade. Ser alvo de uma fofoca é extremamente penoso. Se você não almeja que isso seja feito contra você, não o faça com ninguém, combinado?
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Quando somos ofendidos, queremos perdoar ou nos vingar?
Uma breve reflexão, em: https://wp.me/p4RTuC-Po
Ou em: https://youtu.be/ICIi0dQ30bw?si=ZKTSGnaZew9dwkXE
No mundo, todos nós precisamos de alguém que “nos dê um retorno” de nossas atitudes; que nos abra os olhos ao falar algumas verdades que não enxergamos; ou, se preferir, que dê feedback do que fizemos e não sabemos se está certo ou errado.
Pode ser uma pessoa. Podem ser algumas. Conhecido, desconhecido, familiar… mas precisa ser gente virtuosa, ponderada, e que nos queira bem!
Quem faz isso na sua vida pessoal e profissional?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.
Whether you are just starting your career or aiming to advance, knowing your strengths and passions can go a long way in helping you succeed. It also…
Continua no Original: How Do You Identify Your Strengths & Passions
