PROFISSIONALISMO E CARREIRA – O que é ser um profissional bem-sucedido? Dá para definir ou o conceito é muito subjetivo?
Debatendo em: https://www.youtube.com/watch?v=BAB0RLPCpFU
PROFISSIONALISMO E CARREIRA – O que é ser um profissional bem-sucedido? Dá para definir ou o conceito é muito subjetivo?
Debatendo em: https://www.youtube.com/watch?v=BAB0RLPCpFU
Como discordar desta imagem sobre “pessoas de sucesso”?
Veja:
Imagem extraída de: https://www.facebook.com/textosmotivacionaise/
Algo que me preocupa bastante nos dias atuais, é a postura no uso dos equipamentos eletrônicos! Estarmos com tantos equipamentos no cotidiano, nos fez esquecermos da coluna, dos ombros e da posição saudável das costas.
Confesso: fico amedrontado (por mim, por meus amigos e por tantos que nem conheço) ao ver corcundas na frente das telas! O prejuízo a médio e longo prazo é certo.
No link abaixo, uma brincadeira do humorístico Pânico, através de uma publicidade do medicamento Dorflex, que retrata esse problema: a posição errada que frequentemente ficamos estando com computadores e celulares.
Assista em: https://youtu.be/zMEjT7IcSTI
Essa deu na Veja de 18/01/2017 (O QUE QUEREM OS EMPREGADORES?, pg 18): Empresários e executivos de grandes empresas foram questionados a fim de um levantamento sobre “desejos e comportamentos favoráveis de empregados candidatos à vagas de emprego”. Assim, os chefes dizem que:
– 57% vasculham perfis dos candidatos nas redes sociais;
– 93% tiram pontos de quem se veste de forma desleixada;
– 37% resistem a empregar um profissional com tatuagens visíveis;
– 66% consideram mais difícil achar força de vontade que boa formação;
– 83% evitam contratar quem já foi internado por abuso de álcool ou drogas.
E aí: há muita lógica / exatidão nessas características desejadas?
Tratar bem os animais é muito bom! Eles devolvem a nossa atenção em companherismo e afeto – e quem tem cachorro sabe disso.
Nós, adultos, precisamos incentivar as crianças a terem gosto pelos bichinhos. O senso de fidelidade, de zelo e de carinho desperta conjuntamente no trato entre paisagem pets e seus donos nesta relação.
Se você não tem um cão, gato ou qualquer outro animal de estimação, providencie. Vale a pena, especialmente se você tiver filhos!

Um interessante tema foi tratado dias atrás: o distúrbio de imagem onde as pessoas se recusam a aceitar que estão gordas: a gordorexia. Ela é exatamente o contrário da aneroxia! Aliás, a matéria fala sobre outros distúrbios: a Tenorexia (exposição ao sol), Alcoolrexia (bebida) e Vigorexia (exercícios físicos).
Compartilho abaixo. Clique acima do título para citação (matéria da IstoÉ).
AS GORDORÉXICAS
Neste novo distúrbio de imagem, pessoas obesas não percebem que estão muito acima do peso
por Cláudia Jordão
A empresária britânica Sara Bird, 45 anos, é um caso a ser estudado, literalmente. É da natureza feminina, independentemente de suas medidas, se olhar no espelho e se achar acima do peso – dois ou três quilos que sejam. Com ela, a história foi outra. Sempre que via seu reflexo, achava que estava com um corpo ótimo. Só que, há cinco anos, quase por acaso, ela descobriu que pesava 123 quilos. A revelação se deu durante uma consulta médica, quando foi convidada a subir na balança – aparelho que não encarava havia anos. “Eu sabia que não era magra”, disse ela à IstoÉ. “Mas nem de longe imaginava estar 30 quilos acima do meu peso.” Ao chegar em casa, arrasada com o diagnóstico, Sara tirou toda a roupa e se obrigou a enfrentar o espelho. “Fiquei paralisada, extremamente chocada”, conta. “Ao mesmo tempo que as anoréxicas parecem um pirulito, com aquela cabeçona e aquele corpinho, eu parecia um pirulito às avessas, com aquele corpão e aquela cabecinha.”
Como Sara pôde estar tão equivocada? Depois de muito se perguntar, pesquisar e consultar especialistas, ela chegou à conclusão de que sofria de uma espécie de anorexia invertida. Da mesma forma que um anoréxico se olha no espelho e se vê gordo, mesmo estando excessivamente magro, ela se enxergava magra, mesmo sendo extremamente gorda. A esse distúrbio de imagem ela deu o nome de fatorexia, ou gordorexia, numa tradução livre. “Quando eu me olhava no espelho, eu via um rosto atraente, com uma pele impecável e cabelos perfeitos. Estava sempre de unhas feitas e usava sapatos charmosos e roupas elegantes”, diz ela. Sara, no entanto, raramente buscava o seu reflexo em espelhos de corpo inteiro – bem diferente do que fazem os anoréxicos típicos – e costumava usar roupas de elástico na cintura. “Eu vinha de 20 anos de dietas, convivia com o efeito ioiô e tinha uma ideia equivocada do meu peso porque, inconscientemente, fugia desse assunto.” Sua experiência resultou no livro “Fatorexia – What do You See When You Look at Mirror?” (Gordorexia – O Que Você Vê Quando Olha no Espelho?). Lançada no mês passado no Reino Unido – sem previsão de chegada ao Brasil –, a obra esgotou das prateleiras em três semanas e uma segunda edição já está chegando às livrarias.
O objetivo de Sara ao publicar o livro era chamar a atenção da comunidade médica e de pessoas com experiências semelhantes à dela para que seu distúrbio de imagem fosse estudado e catalogado clinicamente. E ela está conseguindo. Até o momento, a gordorexia ainda não encontra respaldo científico, pois nunca se pesquisou a fundo tal questão. No entanto, segundo especialistas ouvidos por IstoÉ, ela é plausível. “todas as questões que envolvem imagem corporal ainda são muito novas para a medicina”, explica o psiquiatra Táki Cordas, coordenador do Ambulatório de transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. “É, provavelmente, mais um distúrbio de imagem que surge no mundo contemporâneo”, diz Gisele Prado, psicóloga do Centro de Cirurgia da obesidade do Hospital Israelita Albert Einstein. Além da anorexia nervosa, a única reconhecida como doença pela organização Mundial de Saúde (oMS), há outros transtornos, fenômenos mais recentes que começam a receber atenção da medicina (leia quadro). todos eles têm o componente do distúrbio de imagem em comum e podem ser amenizados com terapia psicanalítica ou cognitivo-comportamental. Mas só a anorexia pode levar à morte.
Durante os cinco anos em que se debruçou sobre o assunto, Sara afirma ter conversado com centenas de pessoas que viveram experiências semelhantes. “Em sua grande maioria, eram mulheres que evitavam o espelho e descobriram estar obesas depois de um longo tempo de ilusão”, conta. A americana Shelley Bowman não conhece a autora, mas se encaixa perfeitamente no perfil. Em maio de 2008, no mesmo dia em que decidiu eliminar seus muitos quilos a mais, ela lançou o blog My Journey to Fit (Minha Jornada ao Emagrecimento). Nove meses depois, muito antes de Sara lançar o seu livro, Shelley postou na sua página uma reflexão com o título “fatorexia” (ou gordorexia). Coincidentemente, a americana teve o mesmo insight que a britânica ao descrever sua experiência com o espelho. Ao se deparar com uma fotografia sua, junto de sua bicicleta nova, tirada à época pelo marido, a ficha de Shelley caiu. “Eu sabia que estava acima do peso, tanto que havia iniciado um combinado de dietas e exercícios, mas não tinha noção de que era tão grande! Acho que os espelhos estão enfeitiçados… ou eu sofro de gordorexia”, escreveu na época no blog. Shelley levou um ano e seis meses para perder 45 quilos. Hoje, pesa 69 quilos, mas ainda não confia no seu reflexo. “Tenho medo de não estar vendo o que de fato sou”, diz.
Sara acredita que o reconhecimento da gordorexia como distúrbio de imagem – ou até mesmo como doença – ajudaria outros obesos a encarar a sua situação e a se tratar. “Sem saber que estava tão gorda, eu não tinha amarras à mesa, comia demais, e sem culpa”, diz. Atualmente, ela pesa 112,5 quilos. Desde a constatação de sua obesidade, não perdeu o peso que precisa, mas agora tem consciência de suas medidas e as vigia. “Há dois anos peso a mesma coisa e isso é uma grande vitória para mim”, diz. Como se vê, conhecer o problema é o primeiro passo para solucioná-lo.
Conhece tal dito popular abaixo?
“Passarinho que anda com morcego, de tanto ser visto com tal companhia, corre o risco de um dia dormir de cabeça para baixo. E mesmo que não durma, um dia dirão que dormiu.”
Pois é. Quando se anda com picaretas, se você não tomar cuidado, se contagiará e poderá agir como um. E mesmo que tenha personalidade e se segure, poderão te confundir pela intimidade com eles. Dessa forma, se perceber que o meio em que está inserido é de péssima credibilidade, mesmo sendo você ético e honesto, procure influenciá-los à mudança. E se a luta for inglória, abandone-os e se junte com gente de bem, como você próprio.
E se o assunto começou com um ditado popular, lembro-me de outro bíblico:
“Diga-me com que tu andas que direi quem tu és”.
Dessa forma, lembre-se: é muito bom andar de cabeça erguida, podendo conversar com todos e sobre tudo, sem se esconder nas esquinas e becos escuros. Tampouco se sentir constrangido quando encontrar com diversos elementos.
Vale a dica. Por experiência de vida, apesar da juventude de idade.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
DECISÕES – O duro momento das escolhas na vida…
Como são suas decisões?
Em: https://www.youtube.com/watch?v=0YuVSaRDc24
Um grande (e comum) problema: o manuseio equivocado das máscaras!
Você usa as alças e não mexe no tecido da frente. Certo?
Em: https://www.youtube.com/watch?v=3U3vGZowlzI
Ser pai é ser resiliente, especialmente quando a vontade das filhas é quase “incontrolável”!
Fizemos um passeio de bike muito legal à beira do Lago do Taboão, aqui em Bragança Paulista. Na praça defronte ele, há um McDonald’s que devido aos protocolos da pandemia, só funciona por drive-thru.
A Marina, a mais velha, queria um Sanduíche a todo custo. A Maria Estela, a mais nova, Batatas Fritas como se fossem a última comida da Terra.
Olhe aí na foto um pai das 12h até as 12h30 na fila do Drive lotado em cima da bicicleta. Aqui, a Andréia, minha esposa, nos fotografou e levou as filhas para ficarem na sombra. Mas o papai… tomou um baita sol!
Fala sério, Méqui: merecemos ser reconhecidos como grandes fãs depois dessa, né?
Fico pensando...tanta gente querendo ganhar o prêmio da “Mega-Sena da Virada”, que deverá chegar a 300 milhões, e, de repente,se um sortudo sozinho conseguir, o que fará?
Já pensou seriamente se você ganhasse essa bolada? Como seria a sua noite seguinte a descoberta? A expectativa de ir para a Caixa Econômica Federal seria uma tortura? O que mudaria na sua vida e em que prazos?
É por isso que não ganho na loteria. Não devo estar preparado… Apesar de que não jogo também… rsrsrs
E você, o que faria com a dinheirama da Mega-Sena? Deixe seu comentário:
Ouço que em um levantamento da ONU registrou-se que no Brasil há 98 milhões de pessoas que não acessam a Internet. É mais ou menos a metade da população do país. A maioria por serem “analfabetos digitais”.
A comodidade da Internet nos ajuda (E MUITO), mas há 20 anos o acesso eram ínfimo. Há 30 anos ela nem existia por aqui.
Criamos a necessidade de ter Internet, pois quando não a tínhamos, não sentíamos falta (ou achávamos isso). Idem ao telefone celular. Idem nossos antepassados com a energia elétrica. E é esse o ciclo das necessidades.
Enfim: precisamos da Internet no dia-a-dia, só que não podemos nos fazermos reféns dela!
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
COTIDIANO – A administração do tempo: somos reféns do celular / relógio / computadores ou não?
Refletindo em: https://www.youtube.com/watch?v=YEuz6mVCpco
Compartilho um artigo extremamente oportuno de um fenômeno atual: a “Mudança de ‘Humor Organizacional’ das Empresas”, retratado pelo Prof José Renato Sátiro Santiago.
Abaixo, extraído de:
http://jrsantiago.com.br/blog/texto/A_Bipolaridade_no_Mundo_Corporativo_e_seu_uso_indevido
A BIPOLARIDADE NO MUNDO CORPORATIVO E SEU USO INDEVIDO
Distúrbio caracterizado pela repentina mudança de humor de seu paciente, a bipolaridade tem invadido o dia a dia de todos nós.
Diferentemente do que acontecia em um passado remoto, hoje em dia não é tão raro conhecermos alguém que sofra deste mal.
A questão aqui, no entanto, não diz respeito ao efetivo crescimento, mas sim ao seu diagnóstico.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a OMS, há cerca de 340 milhões de pessoas que sofrem de transtornos desta natureza (1 a cada 20).
Sim, sofrer é o termo certo, pois se trata de uma doença com a qual se deve ter um enorme cuidado.
Conforme alguns estudos, o índice de suicídio entre as pessoas bipolares é cerca de 30 vezes maior se comparado com aquelas que não possuem tal distúrbio.
Assustador.
Ainda assim, há um mal maior sofrido por uma pessoa bipolar, o preconceito.
Muitos, talvez por pura ignorância no assunto, costumam associar as características deste mal como sendo “pura frescura” ou “falta de uma boa surra quando criança”.
Como se fosse possível controlar seus efeitos.
No mundo corporativo, por exemplo, não é incomum confundirem a bipolaridade com questões bem diferentes sem qualquer relação de causa e feito.
Isto é péssimo e é o pior que pode ser feito.
Quantos de nós, ao longo de nossa vida profissional, já testemunhamos colegas que mudam radicalmente de postura e comportamento de um momento para o outro.
Tal tipo de situação costuma ser marcada por frases de tal estirpe “…ele (ou ela) só pode ser bipolar…”.
A verdade absoluta é que isto está longe de ser bipolaridade.
O que seria apenas uma estratégia de sobrevivência, mesmo que vil, passa a ser entendido como algo que é feito sem que haja a devida previsibilidade.
A pessoa bipolar age de acordo com o seu humor, e este, o humor, muda de forma muito rápida e extremada.
Trata-se de algo que pode ser controlado com tratamento, inclusive com medicação apropriada.
A mudança de posicionamento repentino, conforme conveniência, não possui qualquer relação com este tipo de transtorno.
O assunto sobre o qual se refere é outro.
Além disso, e justamente por se tratar de uma doença, é uma irresponsabilidade o uso indevido de um assunto tão sério para qualificar alguém.
Uma atitude preconceituosa, pois tende a associar uma doença como sendo uma característica pessoal.
“Ah mais eu não sabia disso”.
Ainda assim, o desconhecimento sobre as características desta, ou de qualquer outra, doença não serve de atenuante ao seu uso indevido.
Aliás, isto deveria servir para tudo, não é mesmo?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Há dois anos…
Veja que interessante: o IBOPE realizou na última semana uma pesquisa de respostas espontâneas sobre PREFERÊNCIAS MASCULINAS.
Indagados, os homens tem como maiores paixões:
82% – Futebol,
36% – Cerveja,
33% – Mulheres,
20% – Churrasco,
13% – Praia.
Se você é homem, diga: concorda com esses ítens?
Se você é mulher, responda: tem sensibilidade que esse comportamento dos homens é real?
Por curiosidade: das respostas, Dinheiro ficou com apenas 1%, a frente de Trabalho (0,8%).
Indiscutível!
Esse texto da amiga e coaching Adriana Bilteman é perfeito. Como “melhorar o domingo à tarde / noite…”.
Leia na imagem:

COMPORTAMENTO E PRODUTIVIDADE – Você já ouviu falar do Clube das 5h, um modismo de pessoas que acordam cedo para aproveitar melhor o dia longe de interferências do mundo?
Eu gosto da ideia. Aliás, sou praticante um pouco mais “adiantado”…
Em: https://www.youtube.com/watch?v=CAfU_MYje1o
Cada vez mais as empresas buscam pessoas equilibradas como colaboradores.
Em meio ao mundo pandêmico, ter inteligência e usar as emoções controladamente é fundamental!
Compartilho a reflexão, em: https://youtu.be/ewWsHGqD330
A Revista Saúde trouxe uma interessante matéria sobre como as Redes Sociais podem fazer mal, principalmente “entristecendo a vida” das pessoas.
Duvida?
Veja, extraído de Revista Saúde é Vital, ed Out/13, pg 90
UM EFEITO COLATERAL DAS REDES SOCIAIS
Por Theo Ruprecht
Entre mais de 500 milhões de internautas interagindo no Facebook, 82 participaram de um estudo da Universidade de Michigan, sobre participam em Redes Sociais. Os cientistas descobriram que os momentos de menor satisfação com a vida coincidiam com os de maior número de visitas às páginas do Facebook. Por outro lado, quando conversavam com amigos pessoalmente ou por telefone, dificilmente as pessoas apresentavam melancolia.
“Em uma primeira análise, o site em questão parece ser um meio valioso de atender à necessidade humana por conexões sociais” afirma o psicólogo Ethan Kross, autor do trabalho. “Mas nossos achados sugerem que, em vez de aumentar o bem-estar, ele pode, na verdade, diminuí-lo”, conclui. Para não sabotar a própria alegria, melhor maneirar no tempo dedicado às redes sociais.
Na Noruega, a Universidade de Bergen detecta o vício pelo Facebook através do seguinte questionário:

Sim, somos influenciáveis; uns poucos, outros muitos. E por quê ou por quem nos influenciamos?
A resposta pode vir de uma reflexão bacana, trazida em tuíte do Papa Francisco:
“Se os bens materiais e o dinheiro tornam-se o centro da vida, eles apoderam-se de nós e nos escravizam”.
E então: o que tem sido o centro de sua vida?

“Antes de 2.030 poderemos namorar robôs”
O que podemos falar do cara que foi o número 1 de Bill Clinton e de Bill Gates?
Um dos maiores estudiosos sobre tendências afirma: em 2029 o computador se igualará com o homem em inteligência. Daqui 9 anos teremos serviçais autômatos em casa. E a morte será algo contornável na vida do homem.
Uau! Embora, cá entre nós: eu não creio nisso.
Entrevista na Isto É, Ed 2189, pg 8-12, por João Lóes, em: http://is.gd/v1IRei
As redes sociais estão por trás do fanatismo de muitos. Em especial, os algoritmos do Facebook, onde você lê o que “só se quer”.
Pegue Haddad ou Bolsonaro na última Eleição Presidencial: se você tem preferência por um deles, as publicações que lhe aparecem são de louvor ao amado e demonização ao outro. Não existe bom senso!
Aliás, o Internauta centrado, que tem espírito crítico aguçado, é obrigado a receber publicações dos dois lados! E isso cansa.
Talvez o texto abaixo, publicado na Folha de São Paulo em 12 de Outubro passado (5 dias depois do 1º turno presidencial), diga muita coisa sobre essa bolha criada pelas Redes Sociais (e aqui a observação é precisa, independente da preferência política da autora do texto). Aliás, é por esse motivo que estou me “desentoxicando das Redes Sociais” por alguns dias.
Abaixo o texto, e meu “até mais”. Volto em breve com outras postagens nos próximos dias – e aí em retorno definitivo.
BOLHA
Por FERNANDA TORRES
WhatsApp, fake news e engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições
No programa de David Letterman na Netflix, Barack Obama cita um teste realizado pela Casa Branca durante a Primavera Árabe, que pretendia avaliar o poder de direcionamento do algoritmo nas redes sociais. Internautas de direita, de esquerda e de centro digitaram a palavra Egito, a fim de descobrir o que cada segmento obteria como resposta.
Os conservadores foram direcionados para links relacionados ao terrorismo, ao jihad e à ameaça muçulmana. A busca dos progressistas resultou em notícias que festejavam o levante egípcio como um auspicioso despertar do mundo árabe. Já os de centro foram brindados com inofensivos sites turísticos, que anunciavam os “Best Places to Visit in Egypt”.
Vivemos isolados em bolhas de preferência, ignorando, por completo, a do vizinho.
Quem esteve presente na manifestação do #EleNão vivenciou uma multidão pacífica de senhoras, senhores, crianças e militantes feministas. Os que não foram às ruas viram versões distorcidas de meninas de peito de fora, enfiando crucifixos no meio das pernas, fumando maconha e clamando pela volta de Satanás.
A assombrosa alavancada de um candidato a governo do Rio de Janeiro, o ex-juiz Wilson Witzel —que, em dois dias, atingiu 39% de preferência nas urnas—, prova que os métodos de convencimento da velha política foram parar na lata de lixo da história.
O WhatsApp, as fake news e o engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições de 2018.
Num vídeo gravado, Witzel se dirige à Polícia Militar, prometendo extinguir a Secretaria de Segurança Pública para eliminar a má influência dos políticos nos órgãos de policiamento investigativo e ostensivo.
A medida, acredito, receberá o apoio de uma massa de eleitores que associam a política ao crime. Um cidadão que, fora de sua bolha, levantar a voz em favor da secretaria de Segurança corre o risco de ser crucificado pela conivência com a corrupção.
A classe artística, cuja opinião vem sendo inoculada pelo simples teclar de dez letras: Lei Rouanet, tem enfrentado rejeição semelhante à da política.
No último debate presidenciável, na TV Globo, os candidatos presentes repetiram a retórica de acusações ao PT e ao PSDB, além das réplicas do Lula Livre. Indefesos diante da nova máquina eleitoral, eles pareciam falar do túnel do tempo do milênio passado.
Os grupos fechados do meu celular aplaudiram o discurso de Boulos contra a ditadura militar, mas a indignação morria ali, entre muros. A ditadura não está na pauta dos que cresceram na redemocratização com o celular em punho. A Lava Jato e a crise na segurança, sim.
O golpe de 1964 e o AI-5 são tão distantes da experiência histórica dos que têm menos de 40 anos quanto Juscelino, o tenentismo e a política do café com leite.
No colégio abastado do filho de um amigo meu, todos os garotos de 18 que votaram no partido Novo migrarão para o PSL, convencidos de que a aliança do livre mercado com a “sociedade de bem” armada trará benefícios para o país.
Nenhum deles se preocupa com uma possível ascensão de forças paramilitares —muito menos com a perseguição a grupos identitários. Tudo é visto como petismo travestido de mimimi humanitário para esconder os anos de roubalheira.
O que impressiona é perceber que, assim como na eleição de Donald Trump, os chamados progressistas, que deveriam estar atentos ao futuro das novas mídias, permaneceram fiéis aos mesmos instrumentos de divulgação de ideias do tempo da vovó menina.
Enquanto isso, a ultra direita vem agindo cirurgicamente, há bastante tempo, em dois campos aparentemente antagônicos e difíceis de serem vencidos agora: a inteligência artificial e a fé em Cristo, em voga desde o fim da Antiguidade.
Vai encarar?

Charge de Thiago Lucas
Há coisas que só o fanatismo explica. Por exemplo: torcer para lesão grave de um jogador de time adversário!
Por falta de tempo, não escrevi e faço agora: que tristeza a alegria de pessoas que vibraram quando Felipe Melo, jogador do Palmeiras, se lesionou!
Não gosto das opiniões e comportamento dele, mas o respeito. Detesto o estilo de jogo brucutu e a imprudência / temeridade e força excessiva das jogadas que comete. Também não está mais na minha lista de atletas admirados… Mesmo assim, não posso achar “legal” que alguém que se lesione grave.
Lula com câncer, Bolsonaro no episódio da facada, ou outros exemplos como esses: condene-se o erro das pessoas, mas nunca torça para o mal desses.
Utopia? Talvez. Mas nunca deseje ao próximo o que você não quer para você ou para pessoas queridas.
Compartilho sensacional texto de Howard Schultz – o presidente da Starbucks– sobre Inovação e Criatividade. Ele defende que conversemos com pessoas que não tenha nada a ver com a gente para aprender com as diferenças e inovar. Concordo!
Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270128-16284,00-UM+GOLE+DO+DESCONHECIDO.html
UM GOLE DO DESCONHECIDO
Que tal explorar novos segmentos, mudar o hábito de leitura ou conversar com gente que nada tem a ver com você? Isso pode fazer um grande bem ao seu negócio
Inspiração e ideias novas podem vir dos lugares mais inesperados. O segredo está na curiosidade de explorar o desconhecido. Muita gente esquece disso. Prefere fincar o pé no que já conhece porque se sente mais segura. Acontece que esse apego ao que é mais cômodo costuma ser perigoso para os negócios, principalmente porque aquilo que hoje funciona pode, facilmente, não funcionar mais amanhã. Há sempre algo a aprender, sobretudo numa época em que o comportamento do consumidor muda com a velocidade da luz, estimulado, em parte, pelas tecnologias em constante desenvolvimento.
Exatamente por isso entrei recentemente para a diretoria do Groupon, o site de compras coletivas. Aos 58 anos, acho que posso absorver muita coisa de uma geração mais jovem de empreendedores de internet, principalmente no que diz respeito às mudanças avassaladoras nos hábitos do consumidor.
Não é fácil sair de um segmento que você domina. É preciso se expor e estar disposto a admitir que existem coisas que você não sabe. Há algumas maneiras bem tranquilas de fazer isso. Ler artigos sobre empresas – ou biografias – que não fazem a sua cabeça é um bom exercício. Num jantar ou reunião, sente-se perto de um desconhecido e comece a conversar. Procure ouvir mais do que falar. Preste atenção nas ruas por onde você passa todos os dias e, ao viajar, não fique dentro do hotel. Saia. Mas, principalmente, esteja aberto ao inesperado.
Sempre procuro fazer esse tipo de coisa. Hoje, quando visito alguma cidade do mundo, deixo livre parte da minha agenda para conhecer os estabelecimentos que servem café, mas também as lojas de segmentos completamente diferentes.
Faz alguns anos, visitei uma lojinha despretensiosa em uma das ruas mais badaladas de Milão. A Coltelleria G.Lorenzi tinha um estoque espetacular de facas, navalhas e talheres artesanais. Na hora em que entrei, percebi que não era uma loja qualquer. Lembrava um museu. Um mostruário solene com iluminação suave exibia tesouras de todos os tipos, grande parte delas feita de aço forjado.
Milhares de itens dispostos meticulosamente atrás de uma lâmina de vidro chamaram minha atenção. Seria impossível a alguém que entrasse ali não perceber a paixão do proprietário por aqueles itens e seu desejo de compartilhá-los. A loja havia transformado ferramentas práticas de corte em obras de arte. Visitá-la foi uma experiência emocional semelhante à que se tem no teatro.
Eu precisava conhecer o homem por trás daquela façanha sutil. Um amigo me informou que a loja pertencia ao senhor Aldo Lorenzi. Demorou um pouco para que eu conseguisse marcar um encontro. Por fim, o sr. Lorenzi concordou em me receber. Quando voltei à loja (acompanhado de um amigo italiano que me serviu de intérprete), um senhor alto e elegante, de terno e gravata impecáveis, nos cumprimentou e, silenciosamente, nos conduziu ao escritório do dono. Agradeci ao sr. Lorenzi aqueles momentos que ele havia me concedido do seu tempo. Ele nunca tinha ouvido falar da Starbucks, e não era minha intenção tocar no assunto. Estava ali para ouvir a sua história. Os minutos transformaram-se em horas à medida que o senhor Lorenzi contava, com toda a humildade, a história da sua família, da sua arte, do comércio que o pai havia fundado em 1929, e o que significava para ele ser comerciante. Eu anotava tudo numa caderneta.
No final da visita, ele me deu um livro de capa cinza em que narrava a história da loja e sua filosofia de trabalho. Comecei a lê-lo no voo de volta para os Estados Unidos e fiquei encantado. Não parecia um livro de negócios, mas o diário de um amigo.
Em quase todos os capítulos, assim como durante o tempo em que conversamos, havia algo a aprender: um pensamento inspirador, uma lição que me levava a reconsiderar meus pressupostos pessoais, ou até mesmo a repensar como a Starbucks poderia continuar a melhorar. O mais importante de tudo, porém, foi que a paixão de Aldo Lorenzi ajudou a reacender em mim a chama da empolgação pelo meu trabalho.
A parte principal dessa história não foi o que o senhor Lorenzi me ensinou. O mais importante foi que eu estava aberto para ouvir o que ele tinha a dizer. Mentores não deveriam ser apenas pessoas iguais a você – ou indivíduos a quem você deseja imitar. Pode-se aprender muita coisa com gente de outras áreas, bem como com pessoas de culturas e gerações diferentes. Antes, porém, você precisa convidá-las a fazer parte da sua vida.
Aldo Lorenzi é dono de uma loja. A Starbucks tem milhares de lojas. Ele se especializou em instrumentos cortantes. Eu entendo de café. Somos de épocas diferentes e não falamos o mesmo idioma. Contudo, ele tinha um monte de coisas a me ensinar. Sempre há algo a aprender, desde que estejamos dispostos a ouvir.
Howard Schultz é fundador, presidente e executivo-chefe da Starbucks. Ele é autor do livro Onward: How Starbucks Fought For Its Life Without Losing Its Soul (Na tradução brasileira, Dedique-se de Coração – Starbucks Coffee)
Imagem extraída do link acima.
Repost interessantíssimo:
A Precocidade do sucesso assusta: Nos EUA, surge uma nova categoria de artistas: os Adolewood, graças à “Hannah Montana” e “Harry Porter“. Não são nem adolescentes, mas a conta bancária é bem adulta.
Esses artistas infantis, hoje consagrados, representaram bem os adolescentes endinherados daquela época. Veja que curioso o que foi publicado,
Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2063/artigo139361-1.htm
O PODER DA ADOLEWOOD
Astros adolescentes faturam milhões de dólares e se tornam profissionais disputados em Hollywood
por Natália Rangel
A musa teen americana Miley Cyrus, 16 anos (foto), pode não ser conhecida dos adultos. Mas entre os pré-adolescentes é uma febre. Ela é Hannah Montana, a personagem de um seriado de tevê que durante o dia frequenta uma escola como qualquer criança, mas à noite se transforma em popstar.
O sucesso do programa é tanto que se estendeu às telas dos cinemas no filme “Hannah Montana”, com estreia prevista no Brasil para o dia 12 de junho. A ascensão meteórica da atriz e cantora, descrita como uma garota precoce, voluntariosa e que acompanha cada detalhe da própria carreira, lhe valeu também o rótulo de menina mimada. Recentemente, na cerimônia de entrega do Grammy, em Los Angeles, a moça quis porque quis que Thom Yorke, vocalista da banda britânica Radiohead e de quem é grande fã, fosse visitá-la em seu camarim. Ele não foi. E ela teve uma reação nada protocolar: disse a quem quisesse escutar que iria “destruir a banda”. Recebeu um pito do ídolo. O músico afirmou que “ao crescer ela aprenderia a não ser tão pretensiosa”.
Não fica bem a uma banda de rock trocar figurinhas com uma musa teen. Mas, se Miley não tem a atenção de seu ídolo, em contrapartida possui Hollywood a seus pés. Seu novo filme estreou batendo recordes nos EUA e no Canadá: arrecadou US$ 34 milhões no feriado da Páscoa, cravando o maior faturamento já obtido nessa data pelas bilheterias americanas. Os produtos licenciados pela artista também são atualmente o carro-chefe das vendas da Disney, que saltaram de US$ 400 milhões em 2007 para US$ 2,7 bilhões em 2008 – a popularidade de Miley pesou bastante nesses resultados. Hoje, o público chamado de tween (os pré-adolescentes entre 8 e 12 anos) tem se mostrado um consumidor voraz.
Segundo a revista americana Forbes, 20 milhões de préadolescentes gastam anualmente cerca de US$ 51 bilhões e influenciam parentes e amigos a gastarem outros US$ 150 bilhões em artigos produzidos por astros adolescentes. Diante dessas somas astronômicas, antigos astros mirins como Shirley Temple, nos anos 1930, ou Macaulay Culkin, na década de 1990, parecem realmente brincadeira de criança.
Na trilha do furacão Miley, como a descreveu uma reportagem da revista americana Time, estão outros jovens artistas de uma geração milionária que foi batizada pela imprensa francesa de adolewood (fusão das palavras adolescente e Hollywood). No topo da lista está o ator inglês Daniel Radcliffe, 19 anos – é ele mesmo, o intérprete do bruxinho Harry Potter, considerado hoje, ao lado de Miley Cyrus, o artista adolescente mais valioso. Radcliffe faturou no ano passado cerca de US$ 25 milhões e estreia em 17 de julho “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, sexto episódio da série. Outros dois jovens que viraram ídolos tweens são os americanos Zac Efron e Robert Pattinson.
O primeiro, que vem sendo chamado de “o novo Tom Cruise”, apareceu com o telefilme “High School Musical”, no qual formava um par romântico com outra garota que caiu nas graças do público, Vanessa Hudgens. Mas já alçou carreira solo no filme “17 Anos Outra Vez”, com estreia prevista para 10 de julho. Pattinson despontou como o bom vampiro no filme “Crepúsculo” e já atuou também no segundo filme da série, “Lua Nova”, que entra em circuito no final do ano – ambos são baseados nos best-sellers de Stephenie Meyer. Em apenas dois anos, o seu cachê passou de US$ 8 milhões para US$ 12 milhões.
Todos esses astros aparecem na mais recente lista da revista Forbes, elaborada justamente para avaliar a popularidade dessa nova casta hollywoodiana, feita de estrelas de até 19 anos. Os dois primeiros lugares ficaram, é claro, com Miley e Radcliffe, e na terceira posição está a novata Dakota Fanning, 14 anos, que em oito de carreira já atuou em 39 produções.
Ela ficou conhecida pelo filme “Guerra dos Mundos”, de Steven Spielberg, em que contracenou com Tom Cruise, e atualmente aparece em quatro trabalhos inéditos, entre eles, “Heróis” (estreia na sexta-feira 29) e “Lua Nova”. Ganha US$ 4 milhões para atuar. No caso dos meninos do grupo Jonas Brothers, a conta dos estúdios fica mais alta, já que eles são três: os irmãos Joe, Nick e Kevin. Criadores dos hits “S.O.S.” e “Burnin’ up”, cada um com mais de um milhão e meio de downloads na internet, eles estão em turnê e passam pelo Brasil neste fim de semana com shows em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Antes de lançarem o terceiro disco, “Lines, Vines and Trying Times”, em junho, invadem os cinemas brasileiros com o filme “Jonas Brothers 3D: o Show”. Como Miley Cyrus, o trio canta, dança e atua. Ou seja: com esses amiguinhos, os pais nem precisam se preocupar com os filhos. Eles não são rebeldes e se portam na linha do politicamente correto.

Imagem extraída da Web.
Tenhamos consciência de que nossas decisões têm impacto na nossa vida (e na de outros).
Refletindo: https://youtu.be/qCz6vq3wZC0
Não é triste imaginar que pessoas sofredoras de depressão, ansiedade, Síndrome do Pânico e tantos outros males da mente, sofrem preconceito?
Desde “frescura” à “loucura”, o paciente é criticado por aqueles que nem imaginam o que sejam essas doenças. Lamentável tal insensibilidade.
Se você sofre do coração, vai a um cardiologista. De dores no joelho, a um ortopedista. Qual o receio de procurar ajuda para enfermidades emocionais, junto a psiquiatras e psicólogos?
Paciência…

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
De acordo com o “comportamento de comentarista” na Web, como você se classificaria?
Sobre o elenco de opções a serem escolhidas, em: https://www.youtube.com/watch?v=i7BF-rAZz_U
Li e concordo:
“As pessoas treinam para acertar na ‘AÇÃO’, mas acabamos por conhecê-las de verdade quando elas têm que praticar uma ‘REAÇÃO’“.
Refletindo em: https://www.youtube.com/watch?v=EicmTHR93oc
Não são os assuntos que podem ser maçantes, mas quem os conta!
Refletindo em: https://www.youtube.com/watch?v=c73CV0C5dDE
Muitas vezes somos sistemáticos com certas coisas. Uma das minhas birras é o tal do “MAS“.
Sabe quando você é elogiado, e logo depois do elogio ele aparece?
Putz, acaba com o dia. Não é uma autosuficiência, mas um perfeccionismo bobo.
Percebeu quanta gente que usa as Redes Sociais para escrever palavras raivosas?
Uma reflexão, em: https://www.youtube.com/watch?v=NxBV5q_t-TI
Dez atitudes determinantes para o sucesso na vida pessoal e profissional.
Compartilho no link em: https://www.youtube.com/watch?v=lUMCHZ-qSI8