– 5 conselhos para a vida!

Li e gostei, sobre dicas básicas para sucesso no dia-a-dia e bem estar:

OUÇA, antes de falar;

GANHE, antes de gastar;

PENSE, antes de escrever;

TENTE, antes de desistir;

VIVA, antes de morrer.

Puxa, perfeito, não?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Como é a Vida de um Puxa-Sacos!

Gosto de bons artigos e, mais ainda, de bons escritores, lógico. Um deles, Fábio Steinberg, beirou a perfeição em um artigo na antiga Revista Alpha, Ed 25, pg 53-54, ao falar da Vida dos Puxa-Sacos.

Veja se ele não foi perfeito nesse artigo: como é o dia-a-dia dessas pessoas…

A VIDA DURA DOS PUXA-SACOS

Eles riem de piadas sem graça, elogiam atos insanos e concordam com qualquer
asnice dita pelo chefe

Ninguém sabe ao certo como surgiu o puxasaquismo, mas há uma corrente de estudiosos que põe a culpa de tudo nos chimpanzés. Organizados por hierarquia de comando desde que surgiram na Terra, até hoje os primatas mais fraquinhos passam dias e noites paparicando os mais fortes. Para esses primos dos humanos, o ritual inclui beijar os pés do chefão, levar oferendas meio bestas, como folhas e gravetos, e até entrar em fila para fazer cafuné nos nobres pelos do mandatário. Seja por gene, seja por observação direta, o fato é que a chegada desse comportamento bizarro ao universo dos homens foi só um pulo. O “processo adaptativo para garantir a sobrevivência”, como alguns cientistas sociais costumam rotular a bajulação aos poderosos, segue os mesmos princípios da era das cavernas, mais tarde repetidos na adoração aos faraós e na adulação aos reis absolutos dos séculos seguintes, até se disseminar hoje como uma praga no mundo corporativo.
Coube ao jornalista americano Richard Stengel, hoje editor da revista Time, escrever o primeiro e, provavelmente, único tratado sobre a bajulação. Com o título You’re Too Kind (“Você é muito gentil”), ele considera essa prática uma epidemia social, embora amenize o estrago sob a classificação de “mentiras inofensivas que fazem o gerador e o receptor se sentirem melhor”. Assim, no universo empresarial, o puxa-saquismo não seria nada além de um mal necessário indispensável ao equilíbrio das relações profissionais. Para o autor, a soma de elogios exagerados esconde a estratégia do profissional de buscar um resultado prático — desde se tornar o mais querido dos subordinados até garantir um escritório com janela ou turbinar a carreira. Trilhando o caminho da ambiguidade, o ato de bajular se confunde com educação e respeito à etiqueta social.
Stengel se animou tanto com o conceito que desenvolveu que chegou a elevar o puxa saquismo à condição de arte. Uma forma de sedução em que a meta é nunca cair no lugar-comum. É saber elogiar a beleza se a pessoa for inteligente. E destacar a inteligência se a pessoa for muito bonita. Com isso, o autor acabou fazendo em sua obra uma megagentileza tão grande aos puxa-sacos que o livro se esgotou. A experiência demonstrou a essência da bajulação, que é obter um benefício direto dos que concentram o poder por meio de um tratamento privilegiado por quem precisa do favor.
A tese de Stengel passa um pouquinho além da conta. Enquanto na vida social a noiva está sempre linda, o recém-nascido é sempre uma gracinha e o morto era uma ótima pessoa, nas empresas é o chefe que está sempre elegante e bem-vestido, suas ideias são inovadoras e criativas e suas iniciativas não deram certo por serem muito avançadas em relação ao tempo. Os princípios que regem a bajulação são os mesmos em qualquer contexto. Só que, enquanto no campo social se mostram em geral inofensivos, nas empresas carregam um interesse oculto.
Ao oferecer um ambiente acolhedor que permite aos puxa-sacos crescer e se multiplicar, as empresas se tornaram santuários modernos para o exercício da adulação. Pode-se falar até em carreira para eles, que começam como simplórios juniores que riem de piadas sem graça, elogiam atos insanos e concordam com qualquer asnice dita pelo chefe até os mais seniores, que aprendem a se anular como indivíduo para viver a vida daqueles que mandam no pedaço e, num desprendimento inédito, praticam um mimetismo que os faz se confundir com os superiores como se ambos fossem uma única alma. Sutis, os mais tarimbados não cometem erros primários de chamar o chefe de gênio, pois sabem que o contrário é que soaria como autêntico. No entanto, adotam métodos subliminares de identificação com o dirigente da vez: copiar cortes de cabelo, modo de vestir e até assumir o mesmo time de futebol.
Em retribuição à eliminação da vontade própria e ao alinhamento absoluto e fidelidade canina ao patrão, o funcionário espera dele a retribuição, de singelos sorrisos de aprovação a demonstrações explícitas, como aumento de salário e promoção de carreira. Como parasita, o puxa-saco só existe porque encontra quem patrocine seu comportamento. Isso se explica pela solidão do poder, que isola e fragiliza seus detentores e, ironicamente, os torna emocionalmente dependentes de mercenários que topem se ajustar aos seus caprichos, opiniões e atos. O final a gente já conhece: de tanto viver à custa da hospedeira, os parasitas acabam por matá-la. E, sem ter mais do que se nutrir, também vão para o brejo.

(*) Fabio Steinberg, jornalista e escritor, autor dos livros Ficções Reais e Viagem de Negócios, há 20 anos dá consultoria sobre comunicação a empresas. Escreva para ele: fabionet@uol.com.br

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Imagem extraída de: https://www.resilienciamag.com/quem-puxa-saco-tambem-puxa-tapete/

– Você tem pouca paciência? Resiliência de maneira cristã:

Muitas vezes somos ansiosos, tensos, impacientes… Não sabemos entender as razões e somos imediatistas.

Mas o nosso tempo é o mesmo tempo de Deus?

Compartilho:

Aceita tudo o que acontecer.

Na dor, permanece firme;

na humilhação, tem paciência.

Pois é pelo fogo que se experimentam o ouro e a prata,

e os homens agradáveis a Deus, pelo caminho da humilhação.” (Eclo 2, 4 – 5).

Pois é… bonito, profundo e de difícil prática!

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Imagem extraída de: http://natashagalancaballero.blogspot.com/2017/11/

– Freedom Quote By Søren Kierkegaard: “People demand freedom…”

Original em:

Freedom Quote By Søren Kierkegaard: “People demand freedom…”

– Mantenha a frieza e a tranquilidade:

Perdida na Web, essa interessante mensagem que nos alerta sobre humildade, temperança e a necessidade do desprendimento da opinião alheia.

Vale conferir para elevar a autoestima:

– A solução para alguns imbróglios da Web.

Muitos problemas e dores de cabeça são evitáveis. Alguns os buscam, e de maneira desnecessária, se envolvem com eles.

Uma dica para evitar isso?

A imagem abaixo mostra a solução para aqueles que não conseguem dosar o tempo de tela, ou que não têm a possibilidade de acessar coisas úteis:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– La importancia de saber escuchar.

«En el futuro habrá posiblemente, una profesión que se llamará oyente. A cambio de pago, el oyente escuchará a otro atendiendo a lo que dice. …

Continua em: La importancia de saber escuchar.

– Harmonização facial sai do hype e entra na era da avaliação técnica.

A harmonização facial evolui do modismo para a avaliação técnica, priorizando naturalidade e decisão consciente. #Linkezine 💉 O post Harmonização …

Continua em: Harmonização facial sai do hype e entra na era da avaliação técnica

– Geração Fragilizada?

Antes de mais nada, eu defendo psicólogos e psiquiatras, mas essa observação é real: muitas vezes, a gente vê jovens que complicam tudo e não conseguem tomar decisões (das mais simples) sozinhos.

O que está acontecendo com a Educação?

– Festa de São Valentim: o verdadeiro Dia dos Namorados no Mundo.

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados e santo casamenteiro. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE. Aliás, quantos “dias do amigo” temos no Brasil, já perceberam?

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O Analfabetismo Funcional acaba com o Brasil, especialmente nas Redes Sociais!

Já perceberam o número de pessoas que fazem críticas ou elogios nas Redes Sociais, completamente desenganadas sobre o que leram, ou o que não leram?

Vejam só: a pessoa vê um título no Twitter, Facebook ou imagem no Instagram, e começa a escrever muita coisa sobre ele sem ler o corpo do texto. Ou ainda lê parte apenas e não termina. Ou lê e não entende nada!

Sobre esses casos de Analfabetismo Funcional (e quem tem, muitas vezes não se envergonha de mostrar com seus escritos mal redigidos),

extraído de: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm

ANALFABETISMO FUNCIONAL

Você sabe o que é analfabetismo funcional?

São chamados de analfabetos funcionais os indivíduos que, embora saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas. No Brasil, conforme pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, 50% dos entrevistados declararam não ler livros por não conseguirem compreender seu conteúdo, embora sejam tecnicamente alfabetizados. Outra pesquisa, realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, revelou dados da oitava edição do Indicador de Analfabetismo Funcional, o Inaf, cujos resultados são alarmantes.

De acordo com o Inaf, a alfabetização pode ser classificada em quatro níveis: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar (ambos considerados analfabetos funcionais), alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno (esses dois últimos considerados indivíduos alfabetizados funcionalmente). Conforme a pesquisa, que aplica um teste avaliando as habilidades de leitura, escrita e Matemática, o domínio pleno da leitura vem sofrendo queda entre todos os entrevistados, tendo eles concluído o Ensino Fundamental ou o Ensino Superior. Os dados mostram que o problema do analfabetismo funcional deve ser levado a sério, pois a dificuldade de compreensão dos gêneros textuais, mesmos os mais simples e mais acessados no cotidiano, prejudica o desenvolvimento intelectual, pessoal e profissional do indivíduo.

Embora o número de analfabetos tenha diminuído no Brasil nos últimos quinze anos, o analfabetismo funcional ainda é um fantasma que atinge até mesmo estudantes que frequentam o ensino superior, desfazendo o mito de que ele estaria intrinsecamente relacionado à baixa escolaridade. As pesquisas desenvolvidas sobre o índice de analfabetismo funcional no país são de extrema importância, já que promovem o debate entre diversos grupos sociais responsáveis por desenvolver um novo parâmetro educacional a partir da discussão das causas e efeitos do Inaf.

Desenvolver métodos que priorizem o letramento é fundamental para que o analfabetismo funcional seja superado, e para isso é inquestionável a importância do trabalho conjunto entre pais e professores. Engana-se quem acredita que cabe somente à escola o papel de alfabetizar e letrar, visto que o letramento é uma prática presente em diversas situações do cotidiano, envolvendo não apenas a leitura tecnicista de textos, mas também o desenvolvimento da criticidade e capacidade de elaborar opiniões próprias diante dos conteúdos acessados. A aprendizagem deve ser universalizada, propiciando assim que todos os leitores atinjam o nível pleno da alfabetização funcional.

Por Luana Castro
Graduada em Letras

O letramento é uma das soluções para a erradicação do analfabetismo funcional, pois extrapola a visão tecnicista de alfabetização

Imagem extraída de: https://www.calstate.edu/impact-of-the-csu/teacher-education/educator-quality-center/featured-news/Pages/Teachers–Your-Feedback-Matters.aspx

– Networking: Arte ou Interesseira Relação?

Compartilho texto extremamente inteligente do prof José Reanto Santiago Sátiro, extraído do “Blog do Conhecimento”, a respeito do Networking, tão falado em nossos dias e poucas vezes bem aproveitado.

Vale a pena conferir:

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/A_nobre_e_as_vezes_esquecida_arte_do_Networking_ou_puro_Interesse

A NOBRE, E AS VEZES ESQUECIDA, ARTE DO NETWORKING, OU PURO INTERESSE

Palavra originada justamente de nosso atual tempo onde as tecnologias passaram a fazer parte de nosso dia a dia, o ato de desenvolver networking, no entanto, tem sua origem datada dos primórdios dos tempos de nossa sociedade.

Foi exatamente a necessidade de todo e qualquer ser humano possui de viver em sociedade, em grupo seja qual for seu tamanho, é que sinalizou algo similar a ser feito dentro de nosso ambiente profissional.

A princípio o fato de desenvolvermos relações pessoais interessantes, serve para nos auxiliar a busca por eventuais oportunidades. Sim, pois a lembrança de conversas e trocas de informações nos auxilia a manter em nossa mente, a imagem e nome de pessoas que poderão atender eventuais demandas existentes.

Pode parecer um pouco brusco afirmar, mas a razão principal do networking se fundamenta justamente do interesse. E não há mal algum nisso. Infelizmente, alguns segmentos de nossa sociedade enxergam apenas o significado egoísta que está atrelado a palavra interesse, e que envolve questões de outra natureza.

Ledo engano, pois até mesmo quando nos envolvemos com a pessoa amada, isto apenas ocorre devido a existência do interesse, no caso, pela parceira. O amor envolve interesse…

O interesse, digamos, do mal, que envolve o networking, é quando ele ocorre simplesmente pela necessidade. Quando um dos lados precisa atender a um problema pontual existente, e aí, não é networking, apenas oportunismo, ou melhor, uma mera tentativa.

O efetivo networking existe em cada dia, em nossa rotina, ao longo das mais simples e cotidianas ações que tomamos, desde um simples bom dia, ao bom humor e alegria que emanamos para todos, e até mesmo do compartilhamento de eventuais e futuras oportunidades.

Devemos esquecer, no entanto, que haja algum problema, de haver o interesse nestes atos. É legítimo e justo que ele exista. Chocado?

Pois bem, alguns meses atrás, ao desenvolver um projeto em uma organização, tive contato com uma pessoa que depois de aproximadamente alguns dias, teve que se afastar por questões médicas, para se submeter a uma cirurgia contra um câncer.

Muito possivelmente, ela não voltaria mais a organização, tão severa parecia ser a cirurgia. Como é um hábito na minha família, sobretudo com o meu pai, que reza um terço para cada um de seus amigos e parentes (pode acreditar!!), comprei um terço para ela, e pedi que a entregassem, tendo como único objetivo, servir de uma lembrança e sinal de que haveria alguém, mesmo não próximo, torcendo por ela.

De longe, fiquei sabendo da evolução de seu tratamento, e esta semana, fui presenteado com um afetuoso abraço dela, que “voltou ao batente”, devidamente curada. Sim, quero sempre receber gestos como este, na verdade estas coisas é que me mantem forte, são meus combustíveis, é por meu interesse.

– Relacionamentos são para…

O brasileiro é espirituoso… mas cá entre nós: há um pouco de verdade nessa frase sarcástica, não?

Amar é suportar, tolerar, rir e sofrer juntos. Além de muitas outras coisas (mas neca de dobrar lençol Kk)

– O perigo de um Cérebro excessivamente Otimista.

Veja que bacana: uma pesquisa reproduzida pela Revista Galileu (abaixo a citação) mostra que um cérebro otimista rejeita pensamentos negativos; logo, está sempre de bem com a vida. Entretanto…

Um otimista ao extremo tem um problema: subestimar riscos!

Nem tudo ao Céu e nem tudo ao inferno…

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/1,,EMI281058-17933,00.html

CÉREBRO DOS OTIMISTAS REJEITA PENSAMENTOS NEGATIVOS

Por Sandra Damiani

Pesquisadores da University College de Londres descobriram que o cérebro das pessoas sempre positivas dá preferência a tudo que reforça uma bela perspectiva do futuro. Em um experimento, os cientistas pediram a voluntários que apontassem a probabilidade de acontecer 80 diferentes situações negativas em suas vidas, como separação e doença grave, enquanto passavam por uma ressonância magnética.

Os cientistas observaram que as pessoas otimistas tinham uma atividade maior no lobo frontal (responsável por nossa capacidade de planejamento e estimativas) ao processarem notícias positivas. Diante das negativas, tiveram menor atividade nesta parte do cérebro, sugerindo que o órgão estaria escolhendo qual evidência levar em conta.

O estudo dá pistas do que leva algumas pessoas a manter uma previsão cor-de-rosa mesmo quando a realidade reforça o inverso. É como acreditar que seu time vai ganhar no próximo jogo mesmo depois de sucessivos fiascos. “O lado ruim de ser sempre positivo é subestimar riscos”, diz Tali Sharot, uma das autoras do estudo. Isso explicaria por que campanhas como as de combate ao fumo ou à Aids são, por vezes, ineficazes, alerta a neurocientista.

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Imagem extraída de: https://sipnl.com.br/4-atitudes-de-pessoas-otimistas/

– Alimentos que viciam.

Já percebeu que muitas vezes ficamos “viciados” por alguns alimentos? E é vício mesmo, como o de uma dependência.

Uma pesquisa com 35 ítens alimentícios mostrou que os mais viciantes pela ordem são: chocolate, sorvete, batata frita, pizza, biscoito, salgadinhos e bolo.

E os menos?

Feijão sem molho, brócolis e pepino!

Extraído de: https://oglobo.globo.com/saude/chocolate-pizza-batata-frita-viciam-como-alcool-nicotina-15535092

CHOCOLATE, PIZZA E BATATA FRITA VICIAM COMO ÁLCOOL E NICOTINA

por Carol Knoploch

Gosta de pizza, chocolate ou batata frita? E nunca percebeu por que é tão difícil resistir a eles? Então não se sinta culpado. O consumo exagerado pode estar ligado à dependência. Isso porque pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, defendem que este tipo de alimento, altamente processado e rico em gordura e açúcar, causa efeito semelhante às drogas.

O estudo, publicado recentemente pela revista “PlosOne”, sugere que itens com doses concentradas de substâncias potencialmente aditivas, e que são rapidamente absorvidas pelo corpo, viciam mesmo. E quanto mais concentradas essas doses, mais viciante.

Segundo Ashley Gearhardt, professora-assistente de Psicologia do Food and Addiction Science and Treatment (FAST), da Universidade de Michigan, a pesquisa indica que esses alimentos podem ter efeitos no cérebro que são semelhantes aos do álcool e da nicotina. Isso porque o “sistema de recompensa no cérebro”, ativado por essas drogas, pode ser desencadeado com o consumo desse tipo de alimento.

A opinião é compartilhada por Amélio Godoy, do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione, da Universidade Federal do Rio de Janeiro:

— Tanto o cigarro como a junk food ou o chocolate ativam áreas específicas do cérebro, e o prazer é imediato. Por isso o consumidor quer mais — explicou o endocrinologista, que defende campanhas de conscientização em relação aos alimentos altamente processados em âmbito mundial. — Como já aconteceu com o tabaco, igualmente viciante.

O chocolate lidera esse ranking, seguido por sorvete, batata frita, pizza, biscoito, salgadinhos e bolo. Da lista total, com 35 itens, os 15 mais viciantes são processados.

Feijão sem molho ficou em último, atrás de brócolis, pepino, água, arroz integral, cenoura, banana e salmão, nessa ordem.

Da lista total, 18 alimentos eram altamente processados, gordurosos, com farinha branca e açúcar refinado. E os outros 17, itens naturais como banana, cenoura e nozes.

O grupo recrutou 120 estudantes universitários e pediu para que preenchessem uma versão da Yale Food Addiction Scale, uma escala que mede os “comportamentos alimentares viciantes”. Eles tiveram de escolher aquelas comidas que estavam mais associadas a comportamentos aditivos. Numa segunda etapa, on-line, os cientistas decidiram confrontar voluntários, cerca de 400 participantes. E novamente os processados venceram.

— Como a absorção é rápida, o corpo precisa jogar muita insulina no sangue para dar conta do açúcar. Depois desse pico do hormônio, quando o sangue registra a queda brusca do açúcar, a pessoa fica com vontade de comer de novo e criar aquela mesma situação — explicou Thaianna Velasco, nutricionista funcional e membro do Conselho Regional de Nutricionistas RJ/ES.

Thaianna comentou que até pessoas saudáveis, que não costumam exagerar nas frituras, podem ter momentos viciantes. E, muitas delas, desconhecem o efeito dessa “bomba”.

— A nutrição é assunto recente. A população precisa de mais informação sobre os processados. E acho fundamental que se comece uma ofensiva a indústrias e grandes marcas para que comecem a produzir alimentos mais saudáveis — declarou, ao lembrar que há vários alimentos com açúcar oculto.

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou novas diretrizes em relação ao consumo de açúcar pela população (até 10% da ração diária, o equivalente a um quarto de xícara). E alertou justamente para a ingestão de açúcares ocultos, em pães, molhos e bebidas com gás, por exemplo.

CHOCOLATE É O QUE MAIS VICIA

O psiquiatra Arthur Kaufman, docente no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, responsável por uma pesquisa com um grupo de voluntários com compulsão por chocolate, afirmou que o vício no doce — líder da lista de Michigan — vai além do açúcar e do carboidrato refinado.

— O chocolate tem tiamina, uma das vitaminas do complexo B que é importante na produção de energia, e feniletilamina, um neuromodulador de sinapses do cérebro similar à anfetamina. Além disso, suas características sensoriais, como textura, aroma, cor, sabor e o fato de derreter na boca, além da sua composição de nutrientes (gordura e açúcar), leva ao craving (desejo) — detalhou Kaufman.

Erica Schulte, doutoranda em Psicologia Química da Universidade de Michigan, uma das coautoras da pesquisa, lembrou que o chocolate, apesar que conter várias outras substâncias que dão prazer, se encaixa no grupo dos processados que, segundo ela, “são feitos exatamente para causar essa compulsão”.

— Não temos certeza como a cafeína ou outras substâncias podem ter contribuído para o chocolate estar associado a um comportamento alimentar viciante. Mas é altamente processado, assim como outros itens que causam dependência — explicou Erica, por e-mail, ao GLOBO. — Ao mesmo tempo, os participantes desse estudo não informaram consumo viciante de itens não transformados. Na natureza, não há alimentos com níveis elevados de açúcar e gordura. Ou são ricos em gordura (o pistache, por exemplo) ou açúcar (caso das bananas). Nunca juntos. Isso ressalta que o chocolate, a batata frita e seus semelhantes podem ser transformados exatamente com esse objetivo.

Dia do Chocolate (Foto: Pexel)

Foto: Pexel, extraída de: https://revistamarieclaire.globo.com/Lifestyle/Comida/noticia/2022/07/dia-mundial-do-chocolate-5-receitas-deliciosas-de-chefs-para-comemorar.html

– Evitando o uso de “kkk”

Não gosto da linguagem digitada com as “abreviaturas” da Internet, mas a sequência de “k” ou de “rs” é algo impossível de não se usar.

Porém, não usarei mais a expressão “kkk” por ver que, em buscas na Web, sempre cai a lembrança da nefasta Ku Klux Klan (kkk), a entidade que defendia a supremacia branca sobre os negros.

Não custa então escrever kkkk ou Kk para se evitar tal situação, não é? Ou simplesmente usar um Emoji engraçadinho.

Não é ser “excessivamente politicamente extremamente corretíssimo”, mas como já disse que gosto de escrever “você” ao invés de “vc” e não tornar a língua portuguesa um conjunto de códigos (universalizando o entendimento de quem me lê na Internet), posso me dar ao luxo de evitar tal conjunto de 3k!

rss.. hahahahaa kkkkkkkkkkkk hueheuheehueehueuhe rarara | by Rafa Spoladore Ψ | Medium

Imagem extraída de: https://rafaspol.medium.com/rss-hahahahaa-kkkkkkkkkkkk-hueheuheehueehueuhe-rarara-20b48f23aafd

– Humildade em curta expressão:

E vale o recado para a necessidade da humildade!

Abaixo:

– Borboletas ou Jardins?

Mário Quintana foi um dos grande poetas do nosso país. E uma de suas belas citações é:

“O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!”

Belo e profundo. Interprete como você quiser.

Trabalhar paciente e corretamente para o sucesso/ felicidade pode ser um desses entendimentos.

Ou não?

Borboleta (Ordem Lepidoptera, grupo Rhopalocera)

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/animais/borboleta.htm

– Repost: Ainda existe trote em Faculdade? Os 10 mais violentos:

Republicação, mas atual:

Em meados dos anos 90, cursei minha faculdade em Administração de Empresas. Uma época maravilhosa (tanto que me impulsionou a continuar estudando e depois lecionando). E quando fui “bixo”, o trote sofrido foi tenebroso!

No ano seguinte, ávido pela tradicional brincadeira, o trote aos calouros foi proibido. E eu, já na condição de veterano, entendi que era exagero da instituição.

Agora, bem maduro, tenho certeza absoluta: que bobagem são os trotes universitários! Arrancar a roupa do novo aluno, pintá-lo, fazê-lo pedir dinheiro no semáforo para pagar cerveja? Pra quê?

Sou a favor do “trote solidário”, optativo e não forçoso, com a finalidade de doação de sangue, recolhimento de alimentos, ajuda a entidades carentes.

Trote abusivo, além de ser bullying, não está com nada.

Aliás, quer saber quais foram os trotes mais violentos registrados no Brasil?

Compartilho,

Extraído de: https://mundoestranho.abril.com.br/cotidiano/quais-foram-os-trotes-mais-crueis-do-brasil/

OS 10 TROTES MAIS CRUÉIS DO BRASIL

Por Mariana Nadai

O primeiro trote universitário no país, em 1831, acabou em morte na Faculdadede Direito de Olinda. Desde então, a maioria das instituições proibe a prática, mas o ritual continua e, em muitos casos, com bastante violência. Abaixo, em ordem:

10. Pegando Pesado
Faculdade: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Curso: Engenharia
Ano: 1993
A festa de recepção aos calouros em Guaratinguetá, no vale do Paraíba, se transformou em momentos de horror para um dos estudantes recém-ingressos na instituição. O garoto foi humilhado na frente de todos pelos veteranosdo curso. Durante o evento, ele foi agredido pelos colegas e obrigado a amarrar um peso de 7 kg nos seus órgãos genitais.Logo após a violência, ele abandonou a faculdade.

9. Trote picado
Faculdade: Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Curso: Agronomia
Ano: 2006
No interior de Minas Gerais, um calouro foi despido e coberto de tinta. Não contentes, os veteranos ainda o obrigaram a deitar sobre um formigueiro. O estudante recebeu mais de 250 picadas e foi internado. A UFU expulsou dois alunos e suspendeu outros 13. Um deles tentou recorrer da decisão, explicando que o trote foi realizado fora do campus, mas não obteve sucesso.

8. Obedece ou apanha
Faculdade: Centro Universitário de Araraquara (Uniara)
Curso: Diversos
Ano: 2000
Após recusarem ter seus cabelos raspados durante a recepção, dois novatos foram agredidos por veteranos da instituição, em Araraquara. Eles receberem chutes na cabeça e foram hospitalizados com vários ferimentos. Um deles recebeu alguns pontos na boca e o outro sofreu amnésia temporária. Traumatizados, os alunos deixaram de frequentar a universidade pelo resto do ano.

7. Surpresa quente
Faculdade: Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (Unifeb)
Curso: Diversos
Ano: 2010
Sete estudantes da universidade em Barretos, interior de São Paulo, foram recebidos com jatos de creolina – um desinfetante industrial altamente corrosivo.Todos sofreram queimaduras de primeiro grau. O caso foi investigado pela polícia, mas acabou arquivado pelo Ministério Público de São Paulo um mês depois.

6. Bebida em excesso
Faculdade Universidade Federal de Rio Grande (Furg)
Curso: Engenharia da Computação
Ano: 2010
O trote é proibido na instituição desde 2004, mas os estudantes costumam dar as festas de boas-vindas fora da universidade. E, em uma das comemorações, que aconteceu a 50 m do campus, os veteranos passaram dos limites e forçaram dois calouros a ingerir uma quantidade exagerada de bebida. Os garotos entraram em coma alcoólico e foram internados.

5. Tarefas desumanas
Faculdade: Centro Universitário Anhanguera Educacional
Curso: Medicina veterinária
Ano: 2009
Em Leme, interior deSão Paulo, um calouro foi chicoteado, forçado a beber pinga e a rolar em excremento de animais, além de ser amarrado a um poste e sofrer agressões. O garoto entrou em coma alcoólico e, abandonado na rua, foi internado como indigente. Ele deixou a universidade, que abriu uma sindicância para apurar o caso.

4. Durante o sono
Faculdade: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Curso: Medicina
Ano: 1998
Um rapaz teve fogo ateado em seu corpo durante o Mata-Toma, tradicional festa de recepção de calouros, em Sorocaba. Após passar pelas repúblicas para beber, o garoto parou para descansar em um sofá. Enquanto dormia, outros estudantes resolveram abusar dele, colocando fogo em suas roupas. Ele teve 25% do corpo queimado. O caso levou à expulsão de cinco alunos envolvidos.

3. Passou dos limites
Faculdade Universidadede Mogi das Cruzes
Curso: Jornalismo
Ano: 1980
Em Mogi das Cruzes, município da grande São Paulo, um trote acabou em tragédia. Um calouro estava no trem da estação Estudantes, que liga a cidade à capital paulista, quando foi abordadopor um veterano da universidade. Ao proibir que cortassem seu cabelo, o rapaz foi espancado até entrar em coma. Ele não resistiu aos ferimentos.O agressor foi condenadoa cinco anos de prisão.

2. Banho da morte
Faculdade: Pontifícia Universidade Católica deSão Paulo (PUC-SP)
Curso: Medicina
Ano: 1962
Durante a festa de recepção, um dos novatos foi pego pelos veteranos do curso para uma “brincadeira” de boas-vindas. Forçado a se despir completamente, o garoto foi obrigado a entrar em um barril cheio de água misturada com cal. O estudante teve boa parte do corpo queimada e acabou morrendo. Três anos depois do incidente, em 1965, a PUC proibiu o trote na instituição.

1. Forçando a barra
Faculdade: Universidade de SãoPaulo (USP)
Curso: Medicina
Ano: 1999
O caso mais emblemático de trote violento aconteceu há 13 anos na USP. Um dia após a festa de recepção, o calouro Edison Tsung Chi Hsueh foi encontrado morto no fundo da piscina da instituição. Após ser pintado, Edison seguiu, junto com outros calouros, para a atlética da USP, onde teria sido forçado a entrar na piscina sem saber nadar. Quatro estudantes foram acusados pela morte do rapaz. Eles foram denunciados pelo Ministério Público, mas o caso foi arquivado pelo Superior Tribunal de Justiça por falta de provas e os estudantes foram inocentados.

FONTES: Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo; Sites: antitrote.org, guiadoscuriosos.com.br, conjur.com.br, guiadoestudante.abril.com.br

Vale a pena participar do trote na faculdade?

Imagem extraída de: https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/vale-a-pena-participar-do-trote-na-faculdade

– Educação e Fé, Ciência e Religião, Razão e Emoção: conciliam bem nas Escolas ou são contradições?

Uma atual (porém histórica) discussão sempre foi sobre a relação harmoniosa ou não no comportamento social entre a fé e a razão, ou melhor: a religião e a ciência.

Mas quem disse que elas devem ser concorrenciais, e não complementares ou colaborativas no caráter e educação das pessoas (embora poucos pensem assim)? Gosto demais de uma frase de São João Paulo II de que “A Fé e a Razão são assas que nos elevam para o Céu”.

Leio na edição 2582 da Revista Superinteressante, pg 8-9, sobre o debate da religiosidade e crenças dentro das instituições de ensino e pesquisa. Claro que o assunto é bem delicado, pois manter-se livre de proselitismo de crença (como todo professor tem que fazer) não pode ao mesmo tempo “descatequizar” um discente ao passo de transformá-lo em ateu. São coisas distintas, e reforço: desde quando a fé é inimiga da inteligência? Emoção e razão em equilíbrio, para um mundo melhor, por favor.

Algumas coisas discordo e outras concordo, mas gostaria de compartilhar. Abaixo:

LUGAR DE CRIANÇA É NA ESCOLA. LUGAR DE DEUS É NA IGREJA

As religiões são um pilar fundamental de quase todas as sociedades. Mas elas não devem pautar nem a educação pública, nem os laboratórios.

Por Bruno Vaiano

O método científico é simples. Consiste no que uma criança faz por instinto. Ela observa a areia da praia e percebe que a cor e a textura lembram Nescau ou Toddy. Ela levanta a hipótese de que a areia talvez tenha gosto de achocolatado. Ela testa essa hipótese com um experimento – isto é, comer a areia. O experimento revela que a hipótese está errada. Hora de refinar a hipótese, ou rejeitá-la. E aí partir para uma nova observação, que recomeça o processo (aquela bola de gude parece uma bala. Será uma bala?)

A rotina de um cientista adulto é parecida. Em 2017, 40 biólogos de várias nacionalidades espalharam 3,1 mil lagartinhas verdes de massa de modelar em 31 lugares. Eles queriam testar uma hipótese antiga da ecologia: a de que, em regiões próximas do Equador, há mais aves, mamíferos e insetos atrás de comida (ou, para usar o termo técnico, há mais interações entre espécies). Eles deixavam as presas fake alguns dias na natureza selvagem e depois verificavam se elas haviam sido mordidas. Conclusão? “Uma lagarta próxima aos polos tem oito vezes menos chance de ser mordida que uma lagarta no Equador”, me contou na época Larissa Boesing, da USP. “Para cada grau a mais de latitude, a probabilidade de a lagarta sobreviver intacta aumenta em 2,2%.”

Essa é uma maneira de adquirir conhecimento. Verificar uma hipótese na unha. A outra é consultar alguém que já verificou a hipótese. Quando uma criança faz isso, ela busca uma fonte confiável – a mãe, por exemplo. Um cientista, quando lê a descrição de um experimento realizado por outro cientista, avalia cada passo para saber se pode confiar nas conclusões.

Um cientista usa o conhecimento adquirido por outros cientistas como ponto de partida de seu trabalho. Caso contrário, a ciência seria um empreendimento coletivo estagnado. “Vou estudar uma lua de Júpiter. Vou começar testando pela enésima vez essa hipótese chamada gravidade.” Quando um certo número de crianças testam a mesma hipótese (de que areia teria gosto de Nescau) e chegam à mesma conclusão (de que não tem), forma-se uma teoria. Os cientistas chamam de teoria uma hipótese verificada várias vezes.

A palavra “teoria”, então, tem um significado diferente para a ciência: é uma explicação para algum aspecto da natureza que já foi testada e assinada embaixo. Não tem o significado de “suposição” ou “especulação” que os não cientistas costumam lhe atribuir. A teoria da tectônica de placas de Wegener e Wilson, a teoria da evolução por seleção natural de Darwin e a teoria da relatividade geral de Einstein são aceitas como fatos.

Dogmas, por outro lado, são informações sobre a natureza que não foram confirmadas experimentalmente. A única maneira de justificar a crença em um dogma é o argumento de autoridade: um livro sagrado carrega a palavra de Deus, e ela é indiscutível. Por isso mesmo, o único conhecimento que pode constar do currículo escolar é o científico. Todos têm direito à fé em algum dogma; todos têm direito a ter seu dogma respeitado e o dever de respeitar o dogma alheio.

Mas é essencial que o professor deixe o dogma na porta quando pega o giz. Nenhum professor deve afirmar que areia tem gosto de achocolatado, pois qualquer criança pode verificar que é mentira. Tampouco ele pode dizer que Jesus caminhou sobre as águas, que Deus ditou o Corão a Maomé ou que pular sete ondas para Iemanjá garante sorte. Nenhuma dessas hipóteses provou-se verdadeira. São todas questão de fé – algo profundo e estritamente pessoal.

E isso nos leva a outro problema da religião na escola pública: cada grupo tem a sua religião (principalmente em um país com tanta diversidade cultural como o nosso). Um cristão pode achar engraçado um índio Kaiapó acreditar que uma onça inventou a carne assada. O índio acha engraçado que o cristão acredite em uma mulher virgem que dá à luz. Um professor não tem tempo de abordar cada uma das várias fés que existem no Brasil. Não em pé de igualdade. E, se ele privilegiar uma, obviamente será em detrimento de outra. Alguém sempre acaba desrespeitado. A solução é ater-se à ciência – que vale para todos.

ANALFABETISMO CIENTÍFICO

Outro motivo para que o ensino público atenha-se à ciência é o maior déficit do País: o de conhecimento. Nossos estudantes ignoram fatos científicos básicos. 40% dos jovens entre 15 e 16 anos declaram não saber se o ser humano foi vítima de dinossauros carnívoros (a resposta é não). 44% não sabem que o planeta Terra tem 4,5 bilhões de anos de idade. Um terço acha falsa a afirmação de que o homem descende de outra espécie de primata. Os dados são de um estudo de 2015 com 2.404 alunos da rede pública de todo o Brasil.

Uma sociedade de analfabetos científicos é incapaz de combater, por exemplo, problemas de saúde pública. A versão resistente a antibióticos do bacilo de Koch, que é consequência da evolução por seleção natural, mata 250 mil pessoas por ano, segundo a OMS. Essa tuberculose anabolizada não distingue crentes e ateus. Sem a tectônica de placas de Wegener e Wilson, por sua vez, é impossível estudar terremotos, vulcões e tsunâmis – como o que matou 429 pessoas na Indonésia em dezembro. O bom das teorias é que elas valem até para quem não acredita nelas. Assim, permitem entender o mundo e torná-lo melhor.

Perceba que alfabetização científica não tem a ver com ser ou não ateu. 8% das teses e dissertações do departamento de biologia da USP contêm agradecimentos a Deus na dedicatória. Na veterinária, sobe para 38%. O biólogo Antonio Carlos Marques, que levantou esses dados, me confessou em 2016: “Eu entendo a necessidade pessoal de explicações metafísicas, mas como é que o próprio aluno não sente o conflito dentro de si quando religião e ciência se encontram?” De fato, é um conflito. Mas não há por que cobrar ateísmo de todo cientista. Cabe ao profissional entender-se com a própria consciência, contanto que ele separe aquilo que é fé daquilo que é fato.

E isso vale para todos os brasileiros. Este texto não advoga contra a fé nem pede que ninguém a deixe de lado. Só é preciso concordar que a religião, seja ela qual for, não pode interferir em políticas públicas de educação, de ciência ou de tecnologia. A separação entre Igreja e Estado, afinal, é como a teoria da evolução: sempre dá certo quando é testada. Deixá-la para trás a essa altura seria um retrocesso – um recuo tão grande quanto se voltássemos todos a comer areia.

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/o-conflito-entre-fe-razao.htm

– Faça sempre o bem!

Sempre faça o bem a todos. Você também pode se beneficiar disso.

Se fizer o mal, a analogia contrária é igualmente verdadeira…

Na imagem:

– O poder nefasto das drogas:

A experiência das “aranhas que usaram drogas”. Assustador!

Entenda:

– Saiba usar as palavras:

Aprendamos essa verdade e a pratiquemos (na imagem abaixo).

Xô, lamúrias.

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– Você é um vencedor. Felicite-se!

Eu não discordo dessa mensagem, abaixo. 

Como você tem se relacionado consigo mesmo?

Olhe só:

– Já Fevereiro? Mas você começou a cumprir sua lista de final de ano?

Puxa, estamos no dia 01 de fevereiro. Já foi embora janeiro…

Lembra da sua lista de “planos para 2026”? Você já começou a cumprir seus propósitos?

O que está esperando? Precisa o mundo voltar à normalidade ou, de tudo o que você almeja, nada pode ser feito agora?

Aliás, por que fazer listas somente no final do ano? Por quê não AGORA, hoje?

A urgência e a pressa de melhorar precisam ser, sem dúvida, nossa mesmo!

Bem-vindo Fevereiro 2018 - We Art

– 5 comportamentos que não podem ser confundidos:

Não confunda certas atitudes. Abaixo:

– O estresse que faz você engordar!

Sempre se discutiu sobre os malefícios de uma rotina estressante. Na vida profissional e pessoal, diante de tantos percalços e preocupações, é natural que tudo isso traga como resultado da fadiga o mau humor e a necessidade de descanso.

O que se sabe agora é: o estresse não só traz complicações de relacionamento mas resulta também no acúmulo de peso!

Quem sabe umas boas férias não fará a gente emagrecer, né?

Extraído de: https://istoe.com.br/95126_COMO+O+ESTRESSE+FAZ+VOCE+ENGORDAR+PARTE+1/

COMO O ESTRESSE FAZ VOCÊ ENGORDAR

A ciência descobre que as mudanças no organismo causadas pela tensão diária levam ao ganho de peso

Por mais de uma década pairou sobre o estresse a suspeita de influenciar diretamente o ganho de peso. Ela estava basea­da principalmente na observação cotidiana de especialistas como o endocrinologista paulista Alfredo Halpern, chefe do Serviço de Obesidade do Hospital das Clínicas de São Paulo (HC/SP)e um dos mais experientes da área. “Sempre percebi que ele é um fator muito importante para a maioria dos pacientes que atendo”, diz. Mas não havia provas científicas disso. Agora há. Elas emergem de diversos estudos mundiais financiados por entidades como o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês), um dos mais importantes do planeta em matéria de pesquisas e desenvolvimento de políticas de prevenção de doenças. Só no ano passado, o NIH destinou US$ 37 milhões para as investigações sobre comportamentos associados ao aumento de peso com a finalidade de encontrar intervenções efetivas contra a epidemia de obesidade – um problema que atinge, atualmente, cerca de 400 milhões de pessoas no mundo. A estimativa é ainda mais preocupante se forem contabilizados os indivíduos com sobrepeso. “O número sobe para cerca de 1,5 bilhão”, diz o endocrinologista Walmir Coutinho, recém-eleito presidente da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade (Iaso).

Nos trabalhos, o estresse tem surgido como um dos mais fortes responsáveis pela subida dos ponteiros da balança. Um exemplo é o estudo realizado por Diana Fernandez, da área de medicina preventiva da Universidade de Rochester, nos EUA. Ela observou 2.782 empregados de uma fábrica de Nova York e constatou que o estresse vivenciado em uma fase de demissões aumentou muito a procura por comidas ricas em gorduras e calorias – elas desapareciam rapidamente das máquinas onde eram vendidas. Mas as complicações causadas pelo estresse foram além. Os trabalhadores disseram não ter tempo para comer bem ou fazer atividade física na hora do almoço porque tinham medo de sair de suas mesas de trabalho por muito tempo. Cansados física e emocionalmente, à noite a maioria se dedicava a ver televisão. “Os que assistiram a quatro horas por dia ou mais tiveram 150% mais chances de se tornar obesos”, disse a especialista à ISTOÉ.

O mesmo fenômeno foi verificado em outro experimento, desta vez feito com animais. O cientista Mark Wilson, da Universidade Emory (EUA), queria também saber se viver em ambiente estressante levava ao consumo de comidas ricas em calorias. Para isso, ele observou o comportamento alimentar de fêmeas do macaco rhesus. Entre esses animais, algumas dominam as outras. As que são submetidas geralmente acabam vítimas de agressão constante, o que as deixa em situação de estresse crônico. Após o experimento, Wilson constatou que a tensão fez com que os animais engordassem. “As fêmeas subordinadas comeram maiores quantidades e várias vezes por dia. Também preferiram os alimentos mais calóricos. Por isso, ganharam peso em ritmo acelerado”, disse Wilson à ISTOÉ.

Por causa de achados como esses, muitos especialistas começam a defender mudanças nos relacionamentos pessoais e profissionais – visando à diminuição do estresse – também com o objetivo de conter o avanço da obesidade. “Os resultados devem ser levados em conta na formulação de estratégias contra o problema”, diz Carol Shively, da Wake Forest Baptist Medical Center. Uma das propostas é que os programas de bem-estar no trabalho examinem a estrutura organizacional e forneçam meios práticos para minimizar o estresse. Além disso, é necessário dar condições para romper o sedentarismo. Uma delas, praticada por poucas empresas no Brasil, é ter uma área equipada para as pessoas se exercitarem antes, durante ou depois do expediente.

Comprovada a conexão estresse-obe­sidade, a pergunta que surge é: por quais mecanismos ele resulta em ganho de peso? À luz das recentes descobertas, é possível depreender que ele modifica as respostas do corpo à comida de uma forma extremamente intensa. “Está ficando claro que o estresse crônico altera as respostas do organismo e leva à obesidade”, afirma a endocrinologista Maria Fernanda Barca, do Grupo de Tireoide do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Os estudos estão mostrando que as transformações impostas pelo estresse e que resultarão nos quilos a mais ocorrem em diversas frentes. A mais importante, com repercussões bastante amplas, está relacionada aos níveis de cortisol. O hormônio está associado ao estado de prontidão do organismo. Seus níveis sobem algumas horas antes de acordarmos por ordem do hipotálamo, uma estrutura localizada na base do cérebro que recebe informações do corpo e regula as nossas reações. Ele instrui, por exemplo, as glândulas suprarrenais a liberar o cortisol para que, nesse momento, ele atue como uma espécie de despertador.

De ação prolongada, sua quantidade no sangue cai gradativamente ao longo do dia, chegando a taxas mínimas no final da tarde, numa preparação para o relaxamento da noite. Ou pelo menos deveria ser assim. “Condições como a insônia, a depressão e o estresse crônico mantêm o cortisol alto o dia todo, induzindo o corpo ao alerta constante”, diz a psicóloga Ana Maria Rossi, de Porto Alegre, presidente da Isma-br, entidade internacional voltada para o estudo do gerenciamento do estresse. Um dos resultados dessa exposição sem descanso é que indivíduos em estresse prolongado produzem duas a três vezes mais cortisol do que o normal.

No que se refere aos mecanismos de controle ou ganho de peso, isso é um desastre. O cortisol excessivo representa um sinal de perigo que o corpo traduz como uma ordem para poupar energia diante de uma iminente situação de emergência. Para que a operação seja executada, desencadeia-se uma série de fenômenos. Um deles foi revelado por cientistas do Garvan Institute of Medical Research, da Austrália. Em trabalho com cobaias, eles constataram que, sob estresse crônico, o corpo libera a molécula Y (também chamada de neuropeptídeo NPY). Ela desbloqueia alguns receptores – uma espécie de fechadura química – das células de gordura. O que acontece depois? Como se tivessem recebido uma dose de fermento, as células crescem em tamanho e número.

Mas os pesquisadores verificaram ainda algo tão ruim quanto esse mecanismo. Os animais estressados não só criaram mais gordura corporal como apresentaram diferenças significativas na forma como ela foi armazenada: a maior concentração foi na barriga. “O cortisol favorece o acúmulo de gordura na região abdominal”, explicou Herbert Herzog, coordenador do trabalho. É justamente esse tipo de obesidade que mais preocupa os médicos. É sabido que ela torna os indivíduos mais suscetíveis ao depósito de placas de gordura nas artérias, à doença cardíaca e à diabetes. Existem algumas teorias que explicariam a razão do acúmulo no abdome em situação de estresse. “Estudos mostram que o tecido gorduroso na região da barriga tem receptores para o cortisol”, diz o médico Coutinho, da Iaso.

A ciência descobriu que as alterações hormonais agem também sobre outro mecanismo do corpo: o sistema endocanabinoide, com receptores nervosos no cérebro, fígado, nos músculos e na gordura. Ele desempenha um papel importante no controle do gasto e do acúmulo energético e no metabolismo de gorduras e açúcares. “Uma vez ligado, determina que o corpo guarde mais reservas. E é exatamente isso o que acontece na presença do estresse”, diz o endocrinologista Halpern.

Para piorar, este mesmo sistema está vinculado ao processamento da compensação, quando o corpo, de alguma maneira, procura algo que lhe dê prazer para compensar algum sofrimento. Dessa maneira, submetido a uma tensão diária, ele vai trabalhar de forma a forçar o indivíduo a achar algo que o alivie. Uma das saídas mais efetivas disso, pelo menos do ponto de vista cerebral, é aumentar o consumo de comidas saborosas, ricas em gorduras e açúcares. E lá vão pacotes de biscoitos, barras de chocolates e pães. Isso ocorre porque esses alimentos, indiretamente, provocam o aumento da produção da serotonina, conhecida como o hormônio do bem-estar. Ela relaxa, alivia as sensações dolorosas e até induz ao sono. Portanto, inconscientemente, ingerimos guloseimas quando estamos estressados para responder a um pedido do corpo por mais bem-estar. O problema – e a grande armadilha – é que os alimentos desta categoria são os mais engordativos.

Passa pelo mesmo sistema outro processo recentemente revelado vinculado ao ciclo estresse-obesidade. Cientistas do Scripps Research Institute, na Califórnia, descobriram que, se o organismo for privado subitamente de um alimento que lhe dava conforto – em geral os fatídicos doces e massas –, responde da pior maneira possível. “Ocorre um estresse cerebral e o desencadeamento de uma reação exagerada”, explica Eric Zorrila, coordenador da pesquisa. Na verdade, a pessoa torna-se vítima de uma crise de abstinência, semelhante à que acontece em casos de dependência de drogas. “O cérebro procura voltar ao seu padrão, ao vício de comer alimentos saborosos”, diz Zorrila. Sua conclusão baseia-se em estudo que fez usando ratos. Ele observou que o mecanismo registrado nos animais que tiveram sua dieta alterada segue um roteiro igual, no que se refere à ativação de vias moleculares, ao que é deflagrado na dependência química de álcool e drogas. Em ambos os casos, está envolvida a amígdala, uma estrutura do cérebro relacionada às emoções. “Acreditamos ter revelado uma das bases neuroquímicas que podem resultar no efeito ioiô. Vimos que mudar radicamente de dieta, tirando de uma hora para outra os alimentos a que se está acostumado não é uma boa estratégia”, diz Zorrilla.

Esses novos conceitos vão ao encontro do raciocínio da psicóloga Ana Rossi, de Porto Alegre. Ela trata seus pacientes estressados e obesos com uma técnica que reforça as atitudes positivas em vez de simplesmente enchê-los de restrições. “O cérebro não consegue converter ordens negativas em positivas e mudar comportamentos. Por isso, em vez de privar, é melhor dar instruções positivas”, diz ela. Como seria isso? “É mais eficiente para mudar um hábito eu me imaginar saciada com salada e apenas um pedaço de filé do que tentar colocar na mente que não posso comer carnes gordurosas”, explica a psicóloga.

Mais uma frente que começa a ser decifrada são as relações e as consequências da dobradinha estresse e ansiedade. Algumas respostas começam a vir à superfície. Um estudo realizado pela Universidade de Yale (EUA) acaba de revelar, por exemplo, que a insônia – sintoma evidente da presença das duas condições – contribui de forma expressiva para o ganho de peso. De acordo com o trabalho, ela hiperestimula neurônios do hipotálamo. “Essas células nervosas são muito sensíveis ao estresse. Se forem excessivamente ativadas, podem levar a reações exageradas, como comer demais”, diz o pesquisador Tamas Horvarth, um dos autores do trabalho.

A informação já está servindo para nortear o trabalho dos especialistas. “Peço às pessoas com problemas de peso e sono para adotarem medidas para regularizar as duas coisas, em vez de tratar apenas um ou outro”, diz a nutricionista Noádia Lobão, de Niterói, no Rio de Janeiro. Nas suas consultas, a especialista faz um levantamento aprofundado da qualidade do sono antes de estabelecer uma dieta e costuma indicar chás de camomila ou erva cidreira e doses de fitoterápicos à base de maracujá para ajudar os pacientes a relaxar na hora de ir para a cama. No consultório do cirurgião plástico Rodrigo Federico, de São Paulo, pacientes nitidamente ansiosos também recebem orientação específica. “Oriento para que façam sessões de terapia antes de operar. O estresse pode dar um efeito rebote e levar a pessoa a recuperar o que perdeu”, diz ele.

Embora os pesquisadores saibam que ainda há muito a entender sobre a questão estresse e ganho de peso, a maioria já está feliz com as descobertas realizadas até agora. “Conseguimos identificar uma parte do caminho, da cadeia de eventos moleculares que liga a obesidade e o estresse crônico”, diz o pesquisador Herbert Herzog, da Austrália. Portanto, a partir de agora, se o médico sentar-se à sua frente na próxima consulta e disser simplesmente que o problema é que você come mais calorias do que gasta, desconfie. Ele não está errado, é verdade. Mas, antes de iniciar o tratamento, é preciso saber exatamente o que está levando você a cair nesse ciclo. Pode ser o estresse. E ele deve ser tratado também.

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– Cegueira social.

Essa imagem mostra não apenas a cegueira intelectual e social, mas, por quê não, a emocional?

Faça uma auto-crítica sobre ela…

– Valorize sempre simples!

E deveria ser sempre assim, como na imagem:

Eu “assino embaixo”:

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– A importância da Inteligência Emocional.

Administrar nossos sentimentos é uma tarefa árdua. Para tanto, precisamos desenvolver nossa Inteligência Emocional a níveis altos, para que sejamos racionais e sábios nas nossas decisões.

Algumas reflexões, extraídas de: https://www.linkedin.com/posts/dominga-zilda_motivaaexaeto-lideranaexa-inteligaeancia-activity-6919244887531933696-C51V?utm_source=linkedin_share&utm_medium=ios_app

COMO VOCÊ GERENCIA SUAS EMOÇÕES?

Por Dominga Zilda

Em tempos difíceis a inteligência emocional é um diferencial para quem quer vencer as adversidades!

Os estudos da CareerBuilder (líder mundial na área do capital humano),mostraram que 71% dos empregadores nos Estados Unidos consideram o QE (Inteligência Emocional) mais importante do que o QI.

Quem tem Inteligência Emocional sabe pensar, sentir e agir de forma inteligente e consciente, sem deixar que as emoções controlem sua vida e se acumulem de forma a reproduzir ou criar traumas e doenças psicossomáticas, brigas. Sabe gerenciar melhor a si e as pessoas.

E não estou dizendo que você tem que estar 100% feliz 24 horas por dia 7 dias por semana. Na verdade, isso nem é saudável, quem tenta ser assim acaba criando um mundo que não existe pois não é humano.

Tá tudo bem sim, todos temos dias ruins.

Mas pra não deixar que isso te abale todas as vezes que chegar nos momentos baixos da montanha russa, é preciso desenvolver sua inteligência emocional.

E o que muitos não sabem é que todas as pessoas possuem a habilidade de desenvolver cada uma de suas emoções, conhecendo, percebendo e administrando melhor os estímulos que chegam ao cérebro emocional.

Como fazer isso?

📌 Reconheça seus sentimentos
📌 Avalie a si mesmo
📌 Ouça com tolerância, compaixão e empatia
📌 Seja curioso e encorajador
📌 Tire vantagem do mindfulness
📌 Se conecte às pessoas
📌 saiba quais são os motivos que disparam gatilhos em você, é preciso se conhecer.

Mas lembre-se:

Você pode ler todos os livros e ver todos os filmes… mas se não aprender na prática o seu cérebro não registrará a mudança que você quer dar para aquela emoção.

créditos: liderança e motivação
#motivação
#liderança #inteligência

Imagem extraída da Web, do link acima.

– Dedicação que não vale a pena?

Algo real no cotidiano: a insistência em ajudar o próximo, e o cansaço da repulsa…

“Quem nunca?”

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– A utopia em não ter problemas.

Todos nós queremos ter uma vida pacífica, mas os problemas nunca cessarão.

Sendo assim, contorná-los e nos adaptamos se faz necessário.

Reflita nesse pensamento :

– 10 facts: Why is self-awareness an ultimate goal?

1. Self-awareness is quite a commonly used term for mental health and well-being. While it has been discussed frequently, many people lack its actual…

10 facts: Why is self-awareness an ultimate goal?

– Cuidado com a Empáfia.

Tenha orgulho, mas seja humilde.

Respeite o próximo, caso contrário, não saberá o que é empatia. Virará empáfia!

– Sobre Narcisismo:

Você sabe o que é um Narcisista?

Muita gente usa o termo sem saber… e às vezes, pratica isso (mas acusa o próximo).

Vide: