– Um povo acolhedor?

BRASIL – Nosso país deixou de ser um país hospitaleiro / pacífico / que ri mesmo com problemas?

A “pilhagem política” mudou tudo isso?

Refletindo em: https://youtu.be/UXoescM82HM

– E o twitter vai limpando os robôs!

Que ótimo! O twitter andou fazendo uma “limpa” nos perfis fakes e deletou conta de robôs e outros trolls.

Perdi pouquíssimos (afinal, não tenho muitos, e quando percebo que é alguém mal intencionado, bloqueio afinal a rede social é para quem se socializa, não para anti-sociais), mas vejo que artistas e políticos perderam bastantes!

Já imaginaram quanta gente perde tempo criando nicks falsos? Pra quê, se não foi por maldade…

– A pandemia nos fez mais “digitais”, e ao mesmo tempo, mais humanos!

A pandemia adiantou a digitalização de muitas coisas, devido ao fato da reclusão. Quem não tinha hábito de comprar pela internet, o fez pela 1a, 2a, 3a vez… Idem às conferências e reuniões pelas plataformas eletrônicas – que estão ocorrendo desde os compromissos de trabalho ao simples “parabéns à você” à distância.

Forçadamente, alguns anos foram adiantados na evolução do “comportamento e do comércio digital. Mas outro fator deve ser observado: nunca valorizamos tanto o contato humano, o trato físico, o “estar junto”, ou, se preferir, um simples abraço de calor!

Acabe logo, Covid-19. Queremos respirar novamente a liberdade.

VIRTUAL REAL

Criador: Picassa. Informação extraída do IPTC Photo Metadata.

– Contra uma sociedade insensível… o Evangelho!

Nosso mundo está se tornando um lugar complicado. Qualquer opinião que desagrade alguém, torna aquele que disse a frase discutida um “rotulado pela sociedade”. Por motivos mais fúteis, se xinga, se ofende e se desrespeita. As pessoas mostram-se intolerantes e criam suas regras e verdades.

É insensibilidade para a figura do próximo? Talvez seja exatamente o contrário: estamos sensíveis demais! Enraivece-se com muita facilidade, chora-se por amor ou por ódio da mesma forma. Não é tudo muito estranho?

Para muitos, o modo de viver ideal é o do “olho por olho, dente por dente”, pregado no Primeiro Testamento aos judeus. E esquece-se que Jesus, no Segundo Testamento, falou que esse comportamento era devido a dureza dos corações e que deveríamos “amar o próximo incondicionalmente” – e isso serve a todos os povos, atemporalmente.

Será que a raiz de tudo isso (dos problemas citados) não reside no AMOR (ou melhor: na falta de)?

O amor fraternal, solidário, respeitoso é desproposital de agradecimento. E se você preferir o termo: a empatia, o “se colocar no lugar do seu irmão para sentir suas angústias”! A propósito, como chamar nosso semelhante de “próximo” ou de “irmão” se as pessoas não consideram iguais quem tem a cor da pele diferente, quem professa uma crença ou descrença diversa da sua ou, nos casos mais graves atualmente, pensam ideologicamente contrário a você?

Chega de mundo pilhado! Repare que tudo isso seria resolvido se nós (população) e se eles (políticos) exercessem o “mandamento do Amor”, que supera e resume os próprios 10 Mandamentos e que foram deixados a nós: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como nós mesmos”, ou seja, como Deus nos amou.

Parece tão simples. Mas é tão complicado…

Vivamos o Evangelho na sua essência e já estaremos fazendo esse lugar que vivemos um pouco melhor. Cuidemos do nosso planetinha e das pessoas… urgentemente!

– Receita para o sucesso?

SUCESSO – “Existe receita para o “bom êxito”?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=kzi2tEALFtQ

– Os vícios nas respostas no ambiente corporativo.

Temos vícios de linguagem ou vícios de conduta, em meio às observações nas empresas?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=EhhARPLOo7w

– 9 situações de mudança de comportamento, devido a pandemia.

Não sei quem bolou tais ilustrações abaixo, mas eu as agrupei e compartilho a publicação por achá-las oportunas!

Veja só: coisas / situações corriqueiras antes da COVID impactar o mundo, e como são hoje:

– A Síndrome da Simpatia, que apesar do nome, não tem nada de simpática!

Uma doença está intrigando os médicos e pesquisadores: a Síndrome de Williams, conhecida como Síndrome da Simpatia, uma desordem genética que faz com que a excessiva sociabilidade desconcentre os portadores desse mal, e que consigo traz outras características curiosas: nariz empinado, dentes pequenos, sorriso freqüente, ligeiro retardo mental e extraordinário talento para a.. música!

Um verdadeiro mistério! (informações na Associação Brasileira da Síndrome de Willians – http://www.swbrasil.org.br)

Boa sorte e que Deus abençoe não só os portadores, mas também aos familiares.

Extraído de: Revista Isto É, ed 2182, por Mônica Tarantino, pg 94-95)

A SÍNDROME DA SIMPATIA

Cientistas estudam como a ausência de alguns genes causa as manifestações físicas e comportamentais da síndrome de Willians, doença rara marcada por um curioso excesso de sociabilidade.

Eles são falantes, sorridentes e demonstram uma sociabilidade excessiva. São os portadores de uma desordem genética rara, a síndrome de Williams. Ela atinge uma entre 15 mil pessoas e é caracterizada por uma combinação peculiar de sintomas. Além de muito amigáveis, os indivíduos podem ter alterações renais e cardiovasculares importantes, como estenose da válvula aórtica (defeito no funcionamento dessa estrutura cardíaca). Simultaneamente às dificuldades de aprendizagem na escola e hiperatividade, podem também revelar um talento musical impressionante, habilidade para idiomas e sensibilidade auditiva.
Descrita em 1961, a síndrome é causada pela falta de 22 a 28 genes em um dos pares do cromossomo 7 (ao todo, são 23 pares de cromossomos, estruturas do DNA pelas quais se distribuem os genes). Até agora foram identificados os sintomas ligados a 20 desses genes ausentes. Para avançar no conhecimento da doença, o governo americano liberou, há três meses, US$ 5,5 milhões para custear as pesquisas de um grupo multi-institucional de cientistas reunidos no Instituto Salk de Estudos Biológicos. “Nosso foco é entender as ligações entre os comportamentos e as bases genéticas e neurobiológicas da doença”, disse Ursula Bellugi, pesquisadora que lidera o grupo.
No Brasil, a Universidade de São Paulo e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) conduzem pesquisas. “Estudamos quais genes faltam em cada paciente e comparamos com as manifestações da síndrome em cada um”, explicou o geneticista Danilo Moretti-Ferreira, da Unesp. O objetivo é identificar as funções de genes cujo impacto ainda não foi descrito na doença.
Pouco conhecida, a doença é subdiagnosticada, o que pode gerar problemas sérios. “Cerca de 60% dos bebês com a síndrome nascem com problemas no coração, como a estenose da válvula aórtica. Precisam ser diagnosticados para ter acompanhamento”, afirma Jô Nunes, fundadora e presidente da Associação Brasileira da Síndrome de Williams (ABSW). Mãe de Jéssica, portadora da doença, Jô foi a mais de uma centena de médicos até obter o diagnóstico, feito quando a menina completou 7 anos. Jéssica submeteu-se a três cirurgias cardíacas, entre elas um transplante. “Seu caso foi pioneiro e abriu as portas para outras crianças receberem o transplante. Mostrou também que, se tiverem o suporte adequado, as crianças com Williams terão boa qualidade de vida”, diz Jô. A garota, que estagiava em um hotel, morreu em 2010, aos 19 anos, em consequência de uma infecção. Mas há pacientes com idade avançada.
Muitos pais repetem a perambulação por consultórios. “Meu filho só foi diagnosticado aos 5 anos”, diz Maira Zamorano, mãe de Felipe, 10 anos. “Ainda bem que ele já fazia sessões de fonoaudiologia e fisioterapia para auxiliar seu desenvolvimento”, diz. Após o diagnóstico, Maira foi à escola para propor adaptações na rotina do filho. Por exemplo, deixá-lo sair da aula quantas vezes quisesse para ir ao banheiro. “Crianças com Williams pedem para fazer xixi várias vezes num curto espaço de tempo. Em geral, as professoras não entendem essa necessidade”, esclarece a geneticista Adriana Bührer Nascimento, diretora-científica da ABSW.
A ex-dona de escola Belinha Lacerda deixou o trabalho para cuidar da filha Juliana, 30 anos. “Ela se desenvolveu muito e mostrou uma musicalidade impressionante”, diz. Belinha procura incutir na filha o cuidado com estranhos. “Ela fala com todos e fica exposta a riscos.”
A ABSW está numa cruzada para tornar os sintomas da doença mais conhecidos. Uma das metas é conscientizar os pediatras para a necessidade de medir a pressão arterial dos bebês. “É um meio de identificar a síndrome e vários outros problemas”, diz a geneticista Adriana. Outra reivindicação é tornar realidade as consultas com geneticistas na rede pública. Hoje, o SUS não as oferece, apesar de a contratação desses especialistas ter sido aprovada há cinco anos. Em setembro, a entidade fará um almoço para arrecadar fundos. Quem quiser fazer doações deve entrar em contato pelo e-mail swbrasil@swbrasil.org.br

– Compulsão Digital: um novo mal da Tecnologia

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

Vício digital: você sofre desse mal? - Blog ProDoctor

Imagem extraída de: https://prodoctor.net/blog/vicio-digital-voce-sofre-desse-mal/

– Qual o estilo de vida que você leva?

Cada vez mais admiro o Papa Francisco. Sobre “materialismo e cotidiano”, disse via Twitter:

Um estilo de vida sóbrio é bom para nós e permite-nos uma melhor partilha com os necessitados.

Curto e grosso! Para quê queremos coisas tão caras e desnecessárias se há irmãos que nada tem?

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– Frutas Alcoolizadas

Frutas e álcool? Cuidados com o chocolate? Atenção para que o prazer não estresse…

Muito bacana, extraído de: https://virtualidades.blog/2021/05/26/frutas-alcoolizadas/

FRUTAS ALCOOLIZADAS

por Solon Saldanha.

Claro que eu já tinha ouvido falar das tais “peras bêbadas”. Sei que é um doce feito com a fruta, mas não lembro se algum dia provei. Até me deu vontade e fui espiar na internet como se faz. Não existe informação que não esteja armazenada por lá, nessa espécie de oráculo moderno. Coisa muito fácil de fazer, precisando apenas das peras – evidente, né? – uma garrafa de vinho tinto, açúcar, cravo e canela. Gosto muito desta fruta, de vinho e de doces em geral: vou ter que provar. Agora, o que até pouco tempo atrás eu jamais poderia sequer imaginar é que estaria, na minha casa, tratando de embebedar outras tantas. Mas confesso que tenho feito isso.

A gente chega do supermercado ou da feira e lá estou eu, passando um pano com álcool nas bananas, no mamão, no abacate. Pouco, mas imagino que o suficiente para eliminar o tal coronavírus, se é que ele se encontra por ali. Paranoia, talvez! Mas tenho certeza de que não estou sozinho. Essa está se tornando uma característica destes tempos que nem sei mais se são modernos, pós-modernos ou pré-apocalípticos. Afinal de contas, vivemos um momento no qual virou rotina acompanharmos todos os dias, nos noticiários das TVs, o número de mortos e de infectados. Ambos só crescem, quase sem que isso choque as pessoas. Exceto se algum familiar está agora engrossando essa estatística, porque então ela ganha um rosto e remete a várias lembranças. Agora, se isso é normal, por que não seria dar um banho nas compras?

As verduras são tratadas de modo diferente: ganham um demorado mergulho em água potável batizada pela quantidade recomendada de água sanitária. Depois ficou eu secando as folhas, com aquele instrumento plástico que gira e reduz a umidade usando a força centrífuga. Viram só? Estudar física no Ensino Médio um dia teria sua utilidade, mesmo para quem escolheu seguir as Ciências Humanas. A questão é que esse esforço todo cansa um bocado. E se não cansa de verdade, ao menos serve de desculpa. Então você tem que comer uma porção extra do que trouxe para casa. Não necessariamente das frutas e das verduras: pode e deve ser um abuso qualquer, como um doce dos quais eu tanto gosto.

Já confessei aqui outro dia, em outra crônica, que sou apaixonado por chocolates. Mas, mesmo recomendando que pessoas que tenham outros vícios, que sejam danosos à saúde, devam procurar grupos de apoio, eu jamais iria para uma hipotética C.A – Chocólatras Anônimos. Entendam que sou assumido e não anônimo. E também não iria porque aceito variar essa minha necessidade de açúcar no sangue: quem sabe um pudim de leite condensado, um pastel de Santa Clara, um cheesecake, um quindim, uma prosaica fatia de queijo acompanhada por outra de goiabada, uma mil folhas – milhar no nome, quatro ou cinco na realidade – ou um pastel de Belém?

Esse último foi criado em 1834 no Mosteiro dos Jerónimos, próximo à Torre de Belém. Foi uma forma encontrada para a sobrevivência, depois que expulsaram o clero e encerraram os conventos, devido à Revolução Liberal de 1820. Os muitos visitantes da região se habituaram depressa a saborear essa iguaria, cuja receita se mantém igual até os dias de hoje. Para mim também é quase uma questão de sobrevivência, algo doce para fazer companhia ao cafezinho após o almoço. Quanto às frutas, já recuperadas do pequeno teor alcoólico a que foram submetidas, sigo consumindo com muita satisfação. Em geral ao amanhecer ou no final das tardes. A pandemia não pode nos privar de todos os prazeres.

 

– Baby Fusion, Sling e Exterogestação

Uma das práticas mais amáveis das mães para com os seus bebês, fortalecendo o instinto natural da maternidade e ajudando o pequeno a se desenvolver, é o uso do sling – algo simples e ao mesmo tempo primordial para ajudar na exterogestação.

Aliás, praticantes da arte do Baby Fusion conhecem bem esses termos e conceitos. 

Compartilho, abaixo, algumas explicações (vide maiores informações no Instagram de @priscilaporcari.babyfusion).

EXTEROGESTAÇÃO vs SLING

por Priscila Porcari Ferreira

Você sabe a relação de Exterogestação X Sling ?

Vou te contar: o campo da neurociência vem crescendo cada vez mais e estudos nos mostram a importância do colo para o bebê recém-nascido.

O bebê nasce com determinada quantidade de ligações neurológicas e precisa continuar fazendo essas ligações para se desenvolver. Se o bebê fosse nascer com essas ligações suficientes maduras para ele ser “completo”, ele teria que nascer de 12 meses e não de 9 meses. A sábia natureza fez com o que o bebê nascesse de 9 meses para ter a cabeça ainda pequena e passar com tranquilidade pela via de parto. E portanto, os 3 meses restantes seriam de exterogestação, ou seja: ele se desenvolve fora do útero. Quem é mãe sabe que os 3 meses do bebê é um “marco”. O bebê muda, os sorrisos surgem, as cólicas desaparecem.

A mãe que proporciona o colo nesse e nos outros períodos seguintes está oferecendo para seu filho uma relação de inteligência mais benéfica ao longo do seu desenvolvimento até a sua vida adulta.

É ai, que entra o sling. O sling do tipo “wrap” vem como um facilitador do colo e instrumento poderoso; com ele, conseguimos remeter o bebê ao ambiente em que ele estava dentro do útero. Acolhido, escutando os sons da mãe, a movimentação de ir e vir na posição quase que fetal… há troca de temperatura, há o cheiro e batimentos cardíacos de coração com coração. O Bebê se acalma, relaxa, se sente protegido, amado e seguro. É aonde ele quer e precisa estar. A mãe se sente confiante, satisfeita e com as mãos livres para conseguir realizar outros afazeres…

Há quem acha que Sling é coisa da moda ou da modernidade…. mas o conceito de “carregar” é ancestral, em algumas tribos e etnias as mães permanecem com o seu bebê no colo o tempo todo. Com a ajuda de algum aparato semelhante a um sling, o bebê tem livre acesso ao seio da mãe e vê o mundo no mesmo ângulo que ela. E não é preciso ir tão longe, por exemplo: na época das nossas avós não existiam carrinhos, cadeirinhas vibratórias com luzes, músicas etc…. elas amarravam o bebê em qualquer tecido e saiam para trabalhar na roça. O que a “modernidade” nos trouxe foram estudos com as fisioterapeutas e pediatras para que a colocação do bebê no sling respeitassem a fisiologia dele, garantindo conforto e segurança para seu desenvolvimento, pois o tecido “molda” o corpinho do bebê garantindo o aconchego ideal. Na verdade, o que o bebê precisa é de um bom colo, aconchego e amor. Vejam alguns mamíferos: os macacos e os cangurus…as mães andam com suas crias agarradas nelas… e isso é extremamente natural.

Se eu pudesse dar um conselho para uma gestante, seria: tenha um sling! Arrisco dizer que é o melhor item do enxoval de um bebê, e não só para o período da exterogestação (o sling geralmente suporta ate 20 kg em media). Então, dê colo… muito colo e acolhimento para o seu bebê.

Obs: O sling é muito diferente do canguru que grandes marcas comercializam (aqueles rígidos em que o bebê fica com o corpo solto e pendurado pela pelve). Isso é muito sério! Cabe aqui um outro post sobre o assunto (que farei em breve).

CONTATO (Instagram): https://www.instagram.com/priscilaporcari.babyfusion/?igshid=1qml25a2bknjl.  (@priscilaporcari.babyfusion).

– E quando poderemos dar “apertos de mão”?

“Qual hábito “simples”, mas que está parado / proibido por conta da pandemia, que você mais sente falta?

No meu caso, são apertos de mão!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=MSeTEL4rU70

– #tbt 3 – O mundo antissocial das redes sociais é, da forma que é, por conta do cérebro não conseguir entender a relação e não ser algo natural. Além, claro, dos algoritmos…

Diante de tantas fake news e demais bobagens, um texto pedindo sobriedade! Vale relembrá-lo:

Leio na edição 1046 da Revista Época, uma entrevista muito bacana, com Janaína Brizante (ela é uma neurocientista da USP e da Duke University). A doutora, dias atrás, falou sobre como nosso cérebro está despreparado para lidar com as redes sociais!

A especialista critica o fato de pais permitirem crianças usarem o WhatsApp, alegando que estranhos podem entrar na vida do menor sem o conhecimento deles (pelo uso das funções que permitem apagar as conversas e pais não saberem do ocorrido). Fala ainda sobre como os adultos perdem tempo no mundo virtual fuçando a vida dos outros ou discutindo coisas com vários usuários, sem se preocupar com conversar fisicamente, que gasta muito menos tempo para as mesmas discussões.

O exemplo mais citado da dificuldade nas relações físicas e virtuais é que estamos nos dedicando ao contato virtual com tamanho “empenho”, que as pessoas já não conseguem enxergar o quanto sacrificam a falta de contato físico real. O usuário de Facebook, Twitter, Instagram e Whatsapp, que fica preso a esse mundo e seus amigos da Web, é a personificação do indivíduo anti-social real por conta das redes sociais virtuais!

Enfim: o natural é interagir, agarrar, tocar, abraçar, ver, sentir. Pela Web, não dá.

Mas há outro fator a abordar, que a Dra Janaína não foi questionada mas se observa no dia-a-dia: a questão dos algoritmos do Facebook, onde a Rede Social impõe o que mais visitamos, sem ordem cronológica sequencial e com todas as postagens de usuários à vista. Uma pessoal fanática de alguma crença, tende a ver preferencialmente aquilo que ela crê e repulsas ao que não crê. Em outras searas, idem, tornando a pessoa radical!

Não é mais fácil ajudar o mundo a ser mais tolerante acabando com esses algoritmos e permitindo todas as opiniões? De radicalismo virtual o mundo já está cheio e o cérebro sensato não suporta (e nem consegue), como lembrado acima.

– A dose exata de trabalho.

Que pergunta difícil: quantos dias de trabalho as pessoas devem ter durante uma semana?

Um recente estudo diz que pessoas com mais de 40 anos não deveriam trabalhar mais do que 3 dias!

Será?

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/nao-se-deve-trabalhar-mais-de-3-dias-por-semana-com-mais-de-40-anos-diz-estudo/

NÃO SE DEVE TRABALHAR MAIS DE 3 DIAS POR SEMANA COM MAIS DE 40 ANOS

Um estudo publicado na Melbourne Institute Work Paper feito na Keio University, concluiu que pessoas com mais de 40 anos são mais produtivas quando trabalham 25 horas por semana, ou menos. O número representa cerca de três dias de trabalho em expediente comum de oito horas. O resultado foi alcançado após pesquisa com 3.000 homens e 3.500 mulheres voluntárias, que realizaram testes cognitivos e esmiuçaram suas rotinas.

Além de analisar questões ligadas a memória, trabalho, raciocínio cognitivo e abstrato, os participantes foram submetidos a testes em que precisavam ler um texto de trás para frente, ler palavras em voz alta e combinar números e letras sob pressão, com limite de tempo. As experiências foram repetidas após diversas cargas horárias de trabalho. Os resultados foram melhorando até atingir 25 horas de trabalho por semana, a partir deste ponto, o desempenho começou a cair tanto para homens quanto para mulheres.

Outro resultado que corrobora o resultado é de que voluntários encarregados de trabalhar 55 horas semanais tiveram resultados piores do que aposentados ou desempregados.

“Muitos países estão aumentando o tempo de trabalho obrigatório para aposentadoria atrasando a idade em que as pessoas são elegíveis para começar a receber benefícios. Isso significa que mais pessoas continuam a trabalhar nos últimos estágios de sua vida”, disse o co-autor e professor da Keio University Colin McKenzie, em entrevista ao The Times. ” O trabalho pode ser uma faca de dois gumes, pois pode estimular a atividade cerebral, mas ao mesmo tempo longas horas de trabalho podem causar fadiga e estresse, o que pode danificar as funções cognitivas”, afirmou.

McKenzie observou que suas pesquisas apontam que “as diferenças no horário de trabalho são importantes para manter o funcionamento cognitivo em adultos de meia-idade e idosos” e que trabalhar meio expediente pode “ser eficaz na manutenção da capacidade cognitiva”.

– Qual a melhor Versão de Si Mesmo?

Gosto desse pensamento:

Procure ser a melhor versão de si mesmo

Será que somos bipolares? Tripolares? Poli, multipolares?

Como agimos? Mudamos de opinião e humor facilmente? E, de fato, o que (ou quem) somos?

É bom refletir sobre isso!

– A Boneca que é Amamentada de Verdade. Bom ou ruim?

Há 10 anos, na Espanha, foi lançada uma boneca chamada “Glotón”, cuja característica principal é que ela mamava de verdade!

Agora, nos EUA, uma bonequinha similar faz sucesso. A criança coloca um sutiã postiço em que vai leite e “dá de mamá à sua filhinha”.

Adivinha se não deu confusão?

A polêmica gira em torno de: brincar de amamentar é sadio ou não?

Os americanos estão divididos: uns alegam que despertar o instinto da maternidade é bom e aflora os princípios da família; outros, rebatem que é um incentivo à sexualidade precoce.

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– Pattaya, a Capital do Pecado

Cerca de 27.000 empregos são gerados pela “Sodoma e Gomorra” do século XXI, Pattaya, chamada de “capital do sexo“, onde mulheres, gays e outros gêneros se comercializam naturalmente.

Sim, existe um lugar onde a Luxúria e o Pecado reinam como algo correto (embora seja incompreensível para nós), com o argumento de que isso é feito para sustentar filhos bebês e pais idosos.

Assuste-se, extraído de: http://www.abr-il/pattaya

UMA NOITE EM PATTAYA, A “CAPITAL” DO SEXO

Conhecida como a “Sin City tailandesa” e “Sodoma e Gomorra moderna”, cidade é local de trabalho de dezenas de milhares de prostitutas

Por Vinicius Tamamoto

Quando começa a escurecer em Pattaya, na Tailândia, milhares de outdoors em neon são acesos em vários pontos da cidade para anunciar a principal atração local: a luxúria. Nos cerca de dois quilômetros da maior rua do país dedicada ao pecado, vejo placas cintilantes de casas como “The Hottest”, “Russian Girls” e “Lucifer Disko” enquanto garotas de salto alto me oferecem massagem a óleo a cada dez passos.

Entre a multidão, em plena segunda-feira, um homem me para e estende um menu com desenhos que lembram o kamasutra e opções tão intrigantes quanto pussy smoking cigarette show (“show da vagina fumante”) e pussy shooting banana show (“show da vagina atiradora de banana”). Não entro na casa, mas já dá para perceber o motivo que levou o local a ganhar a fama de “capital mundial do sexo”.

A VILA QUE VIROU POINT

Nem sempre foi assim. Tudo começou em 1959 quando 500 soldados americanos que lutavam na guerra do Vietnã foram passar os dias de folga do fronte na então pacata vila de pescadores. Sol, mar e calor elevaram Pattaya a um dos principais destinos de férias dos soldados, que chegavam aos montes.

Para atender aos anseios dos estrangeiros, ávidos por diversão, uma considerável indústria de entretenimento começou a ser estabelecida na cidade. A notícia do boom econômico gerado pelos soldados se espalhou rapidamente pelo país. Logo, muitos tailandeses deixavam suas casas no interior para tentar a vida no novo paraíso.

Hoje, a cidade tem um dos maiores distritos da luz vermelha do mundo, com milhares de estabelecimentos onde só os adultos entram. Vão do eufemismo das casas de massagem, passando pelos shows insanos das ladyboys, transexuais que se tornaram quase um símbolo do país, até casas com garotas especializadas na prática do pompoarismo.

O entretenimento atrai 1 milhão de homens à cidade todos os anos. A grande maioria é de europeus de cabelos grisalhos e barrigas salientes que normalmente desfilam orgulhosos com uma jovem e bonita tailandesa ao lado.

AUTORIDADES QUEREM ‘PURIFICAR’ A CIDADE

Desde o ano passado, no entanto, há uma cruzada em Pattaya contra a prostituição, atividade ilegal na Tailândia. Começou com a promessa da Ministra do Turismo, primeira mulher a ocupar o cargo no país, de erradicar a prática e reinventar o turismo tailandês, frequentemente associado ao sexo.

Mas foi a imagem libertina com que jornais ocidentais apresentaram a cidade em matérias publicadas entre o fim do ano passado e o início deste o que mais irritou o governo local. “Sin city” (cidade do pecado, em inglês) e “Sodoma e Gomorra moderna” foram algumas das definições nada polidas que pegaram muito mal em um país extremamente conservador.

Em fevereiro, um turista britânico de 62 anos foi agredido por policiais após ter sido pego em flagrante transando com uma prostituta dentro de um clube. No mesmo mês, duas dançarinas foram presas por se apresentarem nuas. As batidas policias aumentaram e a presença de oficiais na principal rua da cidade, onde se concentram as casas de shows, é grande.

LUTA POR DIREITOS

No Airport Club, uma das casas mais conhecidas de lá, moças com trajes curtos demais para comissárias de bordo tentam capturar os turistas. Para entrar, paga-se o equivalente a oito reais. No meio do salão apertado, dez dançarinas se apresentam de biquíni numa extensa passarela enquanto outras se sentam ao lado dos clientes para uma conversa mais íntima. Dois chineses enfiam uma porção de dólares na calcinha de uma delas.

“Escolhe uma”, diz uma garçonete que vem sentar ao meu lado. Digo que estou apenas conhecendo o lugar. Como a esmagadora maioria dos que trabalham ali, ela saiu de casa do interior do país, aprendeu inglês o suficiente para se comunicar com os turistas e hoje faz dinheiro em Pattaya. “Aqui é melhor, dá para ganhar mais”, afirma.

Quando outra moça, com um pouco mais de roupa, me oferece outra bebida, apresento-me como jornalista. “Ninguém aqui é má pessoa, todas estão ganhando dinheiro de forma honesta”, diz ela. “Muitas têm filhos ou pais idosos e precisam enviar o dinheiro que ganham para a família.”

Segundo os jornais, o mercado do sexo mantém 27.000 trabalhadores na cidade. O dado não é oficial. Enquanto as autoridades questionam a veracidade da informação, organizações como a Service Workers in Group Foundation, que trabalha para a integração das prostitutas na sociedade tailandesa, afirmam que o número é muito maior.

“Reprimir a atividade e prender dançarinas não irá resolver o problema”, disse Surang Janyam, diretora da fundação, a um jornal local. Para ela, é preciso pensar em políticas que melhorem a vida das prostitutas e garotos de programa. “Que tal descriminalizar a profissão trazendo esses trabalhadores à luz da lei para que eles possam ter direitos e serem tratados como seres humanos?”, indagou.

NÃO ERA AMOR…

A primeira vez que ouvi falar da “Sin city” tailandesa foi através de Peter H., um alemão de 52 anos e coração partido. Em Pattaya, ele conheceu um rapaz na Boyztown, uma área gigantesca com bares, saunas, baladas e clubes gays. Apaixonou-se à primeira vista. “Dei tudo para ele, viagens, presentes, mesada…” O relacionamento durou dois anos, mas não vingou. “Estava cego, não conseguia enxergar que ele só gostava do meu dinheiro”, ele me conta decepcionado.

Casos assim são comuns e, às vezes, até piores: pipocam histórias de europeus de meia idade que perderam tudo por lá. Segundo um levantamento feito pela Issarachon Foundation, que assiste moradores de rua, há no país mais de duzentos ocidentais desabrigados, muitos vivendo nas areias de Pattaya.

“Não vá lá, é muito perigoso”, me alertou o alemão iludido. Lembrei do conselho quando fui habilidosamente pescado para dentro de um bar por uma jovem e bela tailandesa. “I love you so much”, declarou-se depois de alguns minutos de conversa. Estivesse um pouquinho mais carente, teria acreditado.

– Quatro simples dicas para o Home Office se tornar produtivo e não extravasar os limites de esforço

Ser organizado nas tarefas de trabalho em casa, conciliando o serviço profissional e o conforto do lar: um sonho de consumo para qualquer um de nós?

Parece complicado para alguns, mas não é! Algumas dicas, abaixo, podem facilitar e harmonizar o Home Office.

Extraído de: https://www.linkedin.com/feed/news/home-office-exige-produtividade-consciente-5193930/

HOME OFFICCE EXIGE PRODUTIVIDADE CONSCIENTE

Por Guilherme Odri

Atingir a produtividade consciente em tempos de pandemia do coronavírus e home office não é fácil. Ela consiste no estado de espírito que carregamos para as tarefas de trabalho, e é uma forma de não comprometer sua saúde mental ou perder-se com multitarefas nesse momento. Pensando nisso, a Forbes listou algumas dicas para alcançá-la

  • Limite seu espaço de trabalho em casa para que você possa se concentrar;
  • Estabeleça um cronograma e cumpra-o, lembrando de reservar um tempo para interações virtuais com amigos e colegas de trabalho;
  • Pratique o auto-cuidado, com alimentação saudável, exercícios regulares e sono amplo;
  • Aprenda a dizer não, evite multitarefas e defina limites, recuse projetos quando estiver sobrecarregado.

– Nenhum esforço é em vão!

Nosso suor sempre será recompensadonão se sabe a qual tempo – com alguma coisa boa: aprendizado, conquistas, valores…

Gosto sempre desse tipo de lembrete, como na imagem abaixo: “A luta em que você está hoje, desenvolve a força que você precisa amanhã”. (Autor desconhecido).

– Trair faz bem ao Casamento?

Maridos de plantão e esposas desconfiadas: cuidado!

Um trabalho de psicologia defende que a traição masculina pode ser benéfica aos casamentos. E diz isso após estudos científicos.

Eu discordo. E você?

Extraído de: Revista Superinteressante, Ed 289-A, Verdades Inconvenientes, pg 40.

INFIDELIDADE MASCULINA PODE FAZER BEM AO CASAMENTO

Por Fernanda Salla

Não é machismo! Algumas mulheres que entendem do assunto acreditam que todo homem precisa trair – e isso ajuda a manter o casal unido.

Dizer que as puladas de cerca do homem podem fazer bem ao casamento parece uma atitude insuportavelmente machista, não é verdade? Mas há quem defenda essa tese, como a psicóloga francesa Maryse Vaillant, autora do livro Les Hommes, l’Amour, la fidélité (Os Homens, o Amor, a Fidelidade”, ainda inédito no Brasil). Nessa obra ela faz afirmações do tipo:

1- “A maioria dos homens precisa de seu próprio espaço. Para eles, a infidelidade conjugal é praticamente inevitável.”

2 – “Ser infiel não significa romper os votos do matrimônio ou deixar de amar a esposa. É a necessidade [que os homens têm] de ceder aos impulsos.”

3 – “As mulheres podem ter uma experiência incrivelmente libertadora ao aceitar que os pactos de fidelidade não são naturais, mas culturais.”

A antropóloga Mirian Goldenberg, professora da UFRJ e autora de Por Que Homens e Mulheres Traem? (Best bolso), concorda em pelo menos um ponto: a infidelidade masculina não impede o homem de amar sua parceira oficial. “Ninguém quer deixar de experimentar os próprios desejos mesmo amando e desejando sua esposa, mesmo querendo estar com ela.”, disse Miriam em entrevista recente à revista Alfa. “São as duas coisas ao mesmo tempo”.

Para a francesa Maryse, trair é fundamental para o funcionamento psíquico dos homens. “E, quando eles permanecem ao lado da esposa, cumprindo o papel de marido e pais, ficam até mais fiéis à idéia de matrimônio”. Uma pesquisa sobre casamento e infidelidade, também publicada pela Alfa, parece corroborar a opinião da psicóloga. Mais de 70% dos homens entrevistados afirmaram ter pulado a cerca e quase a metade dos que alegaram ser fiéis confessou a intenção de pular.

Muitos especialistas, porém, discordam frontalmente de Maryse. Para Aílton Amélio da Silva, professor de psicologia da USP e autor do livro Relacionamento amoroso (Publifolha, 2009), a traição do homem costuma ser devastadora para a autoestima da mulher e implica perda da confiança no parceiro. “Sendo assim, dificilmente faz bem a vida do casal”. Dados do IBGE sugerem que a tese de Aílton tem fundamento, pelo menos aqui no Brasil: 71% das separações solicitadas por mulheres são motivadas pela traição masculina. Mas a psicologa francesa rebate com uma estatística que ela mesmo apurou em seu país. Na França, 39% casados admitem já ter traído. “E apenas 9% afirmam que deixaram de amar a esposa.”

– O que é ser vitorioso?

Como discordar dessa mensagem, na imagem abaixo?

– Até onde vai o seu esforço?

Uma mensagem que diz muita coisa sobre dedicação!

Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.

– Quais são os caminhos que te movem na vida, influenciando seu comportamento?

O renomado professor e consultor Stephen Kanitz, em seu blog, tratou de um tema de difícil resposta, devido à percepção particular de quem é indagado: o que move / influência a sua vida?

Muitas vezes, os valores familiares são o mote da nossa conduta. Outras, o ambiente em que estamos inseridos ou até mesmo a nossa carga genética.

Quando tal questão é feita para nós, podemos dar respostas com vieses, não retratando a realidade – e isso não acontece por maldade, mas pelas influências que recebemos.

Enfim: já percebeu que podemos estar vivendo (ou ver pessoas que vivem) realidades alternativas, falsas ou ilusórias? Há aqueles (até nós mesmos) que vivem “num mundo a parte”?

O texto de Kanitz fala do comportamento do indivíduo, de gestão e administração, de valores e outras coisas importantes. Embora ele esteja carregado de uma alta carga de críticas à ideologia de Esquerda (não sou de Direita tampouco de Esquerda, sou sensato nesse mundo de “extremados e extremistas”), citando até mesmo alguns notórios políticos do país, vale a pena a leitura para entender a necessidade de compreensão das relações humanas – da demagogia à realidade.

Extraído de: https://paper.li/StephenKanitz/stephen-kanitz#/

QUAIS SÃO AS PREMISSAS QUE TE GUIAM NA VIDA?

Se você não sabe como o mundo funciona, você nunca saberá como se inserir no mundo que te cerca.

Você será um desajustado social, um alienado, como são tantas pessoas como Eduardo Suplicy, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias.

Esse é o maior problema de ser de Esquerda.

Eles vivem brigando com um mundo que sequer entendem.

A maioria nem conhece um contador, um administrador, um empreendedor, um operador logístico, para lhes explicar a dificuldade no Brasil de se produzir bens e serviços para os outros.

Vivem cercado de artistas, sociólogos, ativistas políticos, e funcionários públicos. Não tem a menor noção como a mamãe consegue colocar todo dia um prato de comida.

Pior, devido à endoutrinação escolar eles, como você, correm o risco de só descobrirem como o mundo funciona no fim da vida, quando aí já é tarde.

É por isso que tantos esquerdistas entram em depressão na velhice.

Morrem amargurados e fracassados.

Só descobrem que estavam totalmente errados quando velhos, vide as lamúrias de esquerdistas arrependidos, que são muitos.

De fato, não é fácil descobrir como o mundo funciona.

Quando você é jovem, é jovem demais para ter certeza de algo tão profundo assim.

Por isso pais, especialmente avós, são tão importantes.

Mas infelizmente no Brasil, a Esquerda ensina nossos jovens a duvidarem da família, do chefe imediato, de quem produz, das empresas que promovem a cooperação humana, da comunidade que solidariza com seus vizinhos, da força criativa do indivíduo, da compaixão humana.

Faz com que acreditem somente em Karl Marx, o parasita da fortuna do próprio pai, dele e do pai do Engels.
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– Sorrir é importante!

Ser gentil, receptivo ou educado, não custa nada. Saber usar as palavras para conversar ou escrever um texto, é muito importante a fim de se conseguir o respeito e o aceite do próximo.

Às vezes, nem é por questão comportamental  quanto à socialização, mas por consideração à quem te aborda. Simples atitudes de relacionamento que ajudam no trato empático futuro.

Por fim, um  único sorriso já basta – mas para muitos isso é difícil.

Agradeço ao meu varal por, após o suor do treino, sorrir para meu cansaço e desejar um “bom dia”. 😊

Lembre-se: não se leve tão a sério… e sorria!

– Saudade.

Um dos meus cliques preferidos, de lembranças muito boas (que espero que possam ser repetidas em breve): um passeio na Orla de Santos.

Confesso: estar recluso é difícil (mas necessário)…

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Fanatismo Político? Caia fora.

FANATISMO – Você não fica impressionado com gente boa que, ao falar de Política, se transforma e sai metralhando a todos?

Independe de corrente ideológica, não?

Dissertando, em: https://www.youtube.com/watch?v=9ZpLeqlnkVM

– Felicidade a qualquer custo traz Depressão?

Jonathan Rottenberg é um renomado psicopatologista! E ele tem uma tese interessante: crê que o mundo “vive uma epidemia de depressão porque as pessoas querem se satisfazer a qualquer preço”.

Sabe aquela criança mimada que quer tudo e quando não tem fica emburrada? Assim também os adultos fazem, só que se deprimindo.

Ele alega que as pessoas têm a necessidade de buscar a felicidade pois foram condicionadas a isso, e tal situação faz mal a elas.

Aceitar a infelicidade é, portanto, saudável.

Profundo ou frustrante tal pensamento? Concorda ou discorda?

Mudita", quero ficar feliz com a felicidade dos outros • PorQueNão?

Imagem extraída da Internet.

– Gato feliz (mas preguiçoso)…

Esse gato do meu sogro tem uma preguiça contagiante! E ele é feliz por não ser incomodado (olhe só o sorriso dele).

Acho que até nós gostaríamos de estar no lugar dele… ô vida boa…

– Mansidão necessária.

Contra um mundo histérico, pilhado e intolerantevale a mensagem abaixo:

– Eu estou com saudade de muitas coisas. E você?

Tanta coisa que nos faz falta por conta das restrições impostas pela COVID-19, não?

Eu sinto saudade de muita coisa… e você?

Saudade de confraternizar com as pessoas que amo;

Saudade de sentar na mureta da casa da Vó Maria;

Saudade de conversar com meus primos;

Saudade de comentar um jogo de futebol na cabine do Jayme Cintra;

Saudade de cortar cabelo no meu amigo Cido Cabeleireiro (estou cabeludo – sou um careca que precisa de ajustes);

Saudade de sair sem máscaras;

Saudade de não achar que ficarei contaminado em todo lugar que vou;

Saudade de passear em parques, de ir ao cinema, de me sentar tranquilamente num restaurante;

Saudade de ir à Missa e comungar, de dar às mãos aos irmãos e rezar o Pai-Nosso;

Saudade de dar aulas presenciais, interagindo tranquilamente com os alunos e voltar a ter remuneração condizente;

Saudade de entender melhor as pessoas que falam comigo e não achar que sou surdo (o som abafado das máscaras é um tormento);

Saudade de apertos e cumprimentos fortes de mão, de tocar nas pessoas, de abraçar… 

Provavelmente, há quem tenha mais saudades do que eu, e “melhores e mais relevantes carências”: são aqueles que perderam parentes e amigos queridos. Desta saudade, felizmente, não passei e não espero passar em breve. Mas para isso, há de termos paciência e cuidados…

Fiquemos, nesse momento, somente com a saudade. Que logo possamos estar com nossos pais e outras pessoas tão importantes entre sorrisos e tranquilidade. 

Palavra para parede Saudade | Decohouse

– 99 anos de brigas de Torcidas no Futebol

Há exatos 99 anos, o brilhante escritor Lima Barreto (quem nunca leu a brilhante obra “Triste Fim de Policarpo Quaresma”?) escrevia sobre algo que persiste nos dias de hoje: a briga entre Torcedores de Futebol!

Incrível, parece atual, mas foi escrito em 1922! Extraído do acervo do Centro Cultura São Paulo, publicado na Revista “Careta”.

FOOT-BALL

Por Lima Barreto

Não é possível deixar de falar no tal esporte que dizem ser bretão.

Todo dia e toda a hora ele enche o noticiário dos jornais com notas de malefícios, e mais do que isto, de assassinatos.

Não é possível que as autoridades públicas não vejam semelhante cousa.

O Rio de Janeiro é uma cidade civilizada e não pode estar entregue a certa malta de desordeiros que se querem intitular sportmen.

Os apostadores de brigas de galos portam-se melhor. Entre eles, não há questões, nem rolos.

As apostas correm em paz e a polícia não tem que fazer com elas; entretanto, os tais footballers todos os domingos fazem rolos e barulhos e a polícia passa-lhe a mão pela cabeça.

Tudo tem um limite e o football não goza do privilégio de cousa inteligente.

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– Quais são os nossos limites humanos?

Quais são os nossos limites? É bom aceitá-los ou devemos ultrapassá-los?

Compartilho ótimo e inspirado texto sobre os limites na vida.

Extraído de: http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?e=11273

NÃO PARE NOS LIMITES, DETENHA-SE NAS OPORTUNIDADES

Aquele que cria oportunidades, está contigo.

Quero voar… não posso!

Quero me bilocar… não posso!

Quero ficar invisível… não posso!

E você?

Bem-vindo aos limites humanos, ele é a incapacidade de agir, é a dificuldade de superar a si mesmo em questões do dia-a-dia. Romper esse processo significa acreditar em você e, acima de tudo, em um Deus que é ilimitado.

Quando olho para Jesus, fascino-me com seus limites. Limite que O fez chorar quando seu amigo Lázaro morreu. Limite que O fez quebrar aquelas bancas dos vendedores que estavam no templo provando o limite de ser gente. Limite de Jesus que se sentiu abandonado pelo Pai naquela tarde do calvário.

Quando olho para mim, também me vejo com limites. Limites no poder ou não poder, no agir ou não agir, nos propósitos e nas realizações. Mas vejo também que sou visitado nestas horas pelo Ilimitado.

Um Deus tão grande que se fez pequeno, limitado. Isso, só o Ilimitado pode realizar. Um Deus que, ao se encarnar nos limites da carne, quis entender (entrar na tenda) como era ser gente para, desta forma, aproveitar todas as oportunidades que porta meu limite.

Toda pessoa tem obstáculos na vida com complexidades diferentes, que resultam em ações diferenciadas em nosso comportamento.

A complexidade da situação que enfrentamos gera um pensamento e um obstáculo imediato. É nesta hora que mais podemos encontrar Deus, pois ‘quando somos fracos, é que somos fortes’. Em minhas fraquezas, vejo e contemplo um Deus que não desiste de mim, mas que acredita quando ninguém mais acredita. Força que brota do poder de Deus.

Não sei quais são seus limites e fraquezas, mas posso dizer: “Aí está Deus, Aquele que cria a oportunidade de se encontrar contigo“.
Não pare no limite, mas se detenha na oportunidade de Deus!

Adriano Gonçalves – adriano@geracaophn.com
Adriano é apresentador do programa Revolução Jesus. vai ao ar todos as 2ª,3º,4ª e sexta-feiras na Tv Canção Nova. Programa jovem que tem como finalidade levar o telespectador a um encontro profundo e determinante com Jesus.

E você: tem consciência dos seus limites e fraquezas?

– Empreender ou ser Escravo?

Trabalhar demais pode fazer mal. Mas, muitas vezes, o trabalho excessivo não é por necessidade financeira, mas por prazer! E aí cai-se em uma doença típica e não tratada costumeiramente: o vício do trabalho.

Trabalhar não é bom? Claro que é! Só que se virar um vício descontrolado, é ruim.

Dizem (e aí é história) que Henry Ford era viciado em trabalho, ou, como preferir, um workaholic. Ele, no começo da sua carreira empresarial, chegou a quebrar empresas, mas o gosto pelo trabalho fez vingar a Ford Co. É atribuída a ele a frase de que “feriados só atrapalham e trabalhar faz bem”. Se a frase é de autoria duvidosa, um dos seus maiores princípios era comprovadamente real: o de afirmar que quanto mais se trabalhar, melhor será para todos: o patrão fica contente, o empregado recebe mais, o consumidor ganha opções e o governo arrecada impostos. Isso é verdade.

O problema é: e quando se perde o controle do excesso de trabalho? Qualquer vício traz prazer momentâneo, mas e os limites?

Todos nós temos limites. E podemos perder o entendimento de quais são os nossos.

Compartilho belo texto sobre workaholics, extraído da Revista Incorporativa, para melhor entendimento desse assunto,

Extraído de: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=1463

EMPREENDEDOR OU ESCRAVO?

por Christian Barbosa

“O dia que eu for dono do meu próprio negócio, terei mais tempo para mim”. Quem já não ouviu ou disse essa frase alguma vez na vida? Talvez você tenha sido uma dessas muitas pessoas que falavam isso com freqüência. Infelizmente, essa afirmação é uma das coisas mais irreais que vejo quando falamos de administração do tempo para empreendedores.

O empreendedor “padrão” é aquela pessoa que tem uma tendência a ser workaholic, deixar de lado as coisas importantes na sua vida em função do crescimento da empresa, está sempre pensando em inovações, mais resultados etc. A maioria dos empreendedores que conheço vira escravos do próprio negócio, pois não consegue separar a vida pessoal da vida empresarial. Eu fui assim durante muitos anos e o pior é que nem percebia o quanto me afundava no meu próprio estresse. Hoje vejo o quanto isso me fez mal e por isso recomendo algumas dicas para reverter esse quadro:

1. Pare e pense qual caminho sua vida está seguindo – Se você cuida tanto da empresa e se dedica pouco para você e para suas atividades importantes, pode perceber que focou seu tempo em tarefas erradas e, às vezes, isso acontece tarde demais. Conheço muitas histórias de empreendedores que cresceram com a empresa, mas destruíram suas vidas e depois passaram a questionar se realmente o esforço de tentar fazer com que a empresa prosperasse, esquecendo-se da vida pessoal, valeu a pena. Equilibrar sua vida profissional com a pessoal é muito importante para ter um futuro com maior sentido e sem arrependimentos

2. Delegue o máximo que puder. Você não é onipresente! – O empreendedor precisa ter a consciência de que outras pessoas também podem realizar o trabalho que ele faz, pois ninguém é insubstituível. Isso não tira sua responsabilidade, mas o liberta para focar em outras atividades mais importantes. Se não for possível delegar algo a alguém, o crescimento da empresa estará diretamente ligado ao tempo do empreendedor, que pode ser bem limitado. Obviamente, ele não delegará definição de metas ou estratégias, mas o operacional deve ser, ao máximo, passado à equipe

3. Aprenda técnicas de gerenciamento do tempo e redução de estresse – Chega um certo momento em que estamos tão assolados de urgências e atividades circunstanciais que precisamos de ajuda externa para conseguir enxergar uma solução. Recomendo que procure um treinamento que o ajude a incorporar novas técnicas de administração do tempo e redução de estresse no seu dia-a-dia. Elas funcionam e podem ajudar a sair dessa fase negativa

4. Coloque momentos importantes para você mesmo em sua agenda semanal – Não deixe que os seus dias sejam compostos inteiramente por urgências e circunstâncias, comece a colocar pequenos momentos para você em sua agenda como, por exemplo, um almoço em família, sair um pouco mais cedo para ir ao cinema, buscar seus filhos na escola, praticar um esporte ou algum outro hobby. Além de ser importante para você e para suas relações sociais, atividades prazerosas como essas renovam suas energias e dão mais disposição para agüentar a pressão do dia-a-dia

5. Aprenda com suas urgências – A maioria das questões urgentes da sua rotina ou da sua equipe poderia ser evitada! Na próxima vez que algo urgente acontecer, pare e pense como pode evitar que esse problema se repita. Em geral, com antecipação de atividades e planejamento você conseguirá reduzi-las com sucesso

6. Domingos são para atividades pessoais – Sua família e sua vida precisam de você. Sempre que possível, evite ao máximo utilizar seu domingo para trabalhar. Desligue seu notebook, seu celular e esqueça a empresa. Faça passeios com a família, aproveite seu tempo com as pessoas importantes de sua vida. Recomendo que no final do dia você planeje a semana, de modo a priorizar atividades importantes para seus dias e prevenir eventuais urgências

7. Escolha uma ferramenta para gerenciar o seu tempo – Para que sua organização e planejamento sejam feitos da melhor maneira, você precisa ter uma agenda eficiente, um celular, um palm top ou então um site na Internet que o ajude a priorizar seus dias, planejar suas metas, agendar reuniões etc. Cada pessoa tem uma preferência por um tipo de “organizador” diferente. Seja no computador ou no papel, encontre qual forma é melhor para você e coloque em prática.

Por último, mas tão importante quanto qualquer uma das dicas citadas acima, é que você já agende suas férias. Se a empresa não vive sem você por pelo menos 10 dias, é melhor você repensar toda a estrutura e organização do seu empreendimento.

* Christian Barbosa – Um dos maiores especialistas em gerenciamento do tempo e produtividade pessoal e empresarial. Autor dos livros A Tríade do Tempo – A Evolução da Produtividade Pessoal, pela Editora Campus, e Você, Dona do Seu Tempo, pela Editora Gente. Sócio da Triad – empresa especializada em produtividade que presta consultoria, treinamento e oferece produtos diferenciados. Facilitador do programa de empreendedores do Sebrae/ONU – Empretec. Sua metodologia e teorias sobre produtividade ganharam destaque e importância nacional e internacional devido inovações e soluções diferenciadas. http://www.triadedotempo.com.br e http://www.maistempo.com.br

– Deveríamos comer insetos?

Pelo jeito… sim!

A Revista Superinteressante trouxe uma extensa matéria sobre o quão saudável são mosquitos, borboletas e besouros!

Extraído de: http://super.abril.com.br/alimentacao/voce-deve-comecar-comer-insetos-730304.shtml?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

POR QUE VOCÊ DEVE COMEÇAR A COMER INSETOS

O nojo que você sente é relativo

Insetos podem, sim, ser bons substitutos para bois, porcos e frangos. No “pasto”, eles ajudariam a economizar água e custariam menos, além de serem mais nutritivos do que outras carnes. Tudo muito legal se não fosse um detalhe: imagine como seria mastigar uma larva. Sentir a textura do bicho e o jeito que ele explode dentro da sua boca. Ruim? Saiba que o nojo que você sente é natural, mas pode ser domesticado. Tanto que existem provas de gente capaz de comer insetos espalhadas pelo mundo todo. Dos índios brasileiros, que adoram formigas, aos glutões japoneses, viciados em gafanhotos, passando por povos do México e aborígenes da Austrália. Você também pode dizer que a questão não está só na cabeça, mas no próprio bicho: eles são sujos. Bom, nem sempre.

INSETOS ESTÃO CHEIOS DE ENERGIA

Adicione um fator importante à limpeza: eles são ricos em proteína. E costumam carregar mais deste nutriente do que outros bichos. Compare: enquanto a carne de boi é composta por apenas 28% de proteína, o corpo de moscas e mosquitos chega a quase 59%, e libélulas têm 58% (veja mais no gráfico abaixo). “Eles também são ricos em vitaminas, principalmente a B, e minerais, como ferro e cálcio”, enumera Marcel Dicke, professor de entomologia da Universidade de Wageningen, na Holanda. Para terminar, possuem ácidos graxos essenciais, um tipo de gordura também encontrada em peixes, que ajuda nosso corpo a metabolizar energia.

QUANTIDADE DE PROTEÍNA

Moscas têm quase o dobro de proteínas que bois. Veja a quantidade de nutrientes de outros insetos.

Moscas e mosquitos – 59%

Libélulas – 58%

Percevejos – 55%

Cigarras e cigarrinhas – 51%

Besouros – 50%

Formigas E abelhas – 47%

Borboletas e mariposas – 45%

Baratas e grilos – 44%

Boi – 28%

Porco – 25%

Frango – 23%

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Imagem extraída da Internet, referência nela própria.