– Desapegar-se é preciso.

Gostemos ou não, há momentos que precisamos “sacudir a poeira” e tocar para frente.

Taí uma mensagem interessante, na imagem abaixo:

– Perfect Husband With No Baggage?

In a world where technology continues to advance at a rapid pace, the boundaries of human interactions are constantly being redefined. The emergence …

Continua no link em: #Perfect Husband With No Baggage?

– Os prêmios esquecidos da Nota Fiscal Paulista:

E se você não retirasse seu prêmio da Loteria por… esquecimento ou desconhecimento?

É isso que aconteceu a muita gente com a Nota Fiscal Paulista, e um abnegado auditor, inconformado, resolveu ajudar.

Veja que história legal, extraída de: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/06/auditor-fiscal-localiza-36-sorteados-da-nota-fiscal-paulista-e-entrega-r-72-milhoes.shtml?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=noticias

PRÊMIOS MILIONÁRIOS DA NOTA FISCAL PAULISTA SÃO ESQUECIDOS

Jair Rosa, de Marília, procura contemplados com cadastros desatualizados por telefone, email, WhatsApp e até cartas.

Incomodado com a lista de sorteados da Nota Fiscal Paulista que não recebiam o prêmio por não serem localizados, o auditor Jair Rosa, chefe do posto fiscal da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, em Marília, no interior de São Paulo, pediu autorização para procurar os contemplados. Desde janeiro deste ano, conseguiu localizar 36 sorteados, o que possibilitou a entrega de R$ 7,2 milhões em prêmios.

Uma das ligações foi para a jornalista B. Salles, 54 anos, de São Paulo, que o atendeu desconfiada por acreditar se tratar de mais uma tentativa de golpe. “Falei cobras e lagartos para ele”, diz.

As dívidas com a faculdade das duas filhas a atormentavam até o início deste ano. Ela sabia que não teria condições de pagar o que devia e o sonho do ensino superior havia virado pesadelo para a família. “Minha situação era muito séria”, diz.

Jair insistiu, mandou mensagens pelo WhatsApp e, por fim, um email com uma imagem do sorteio. A jornalista bloqueou o número do auditor, mas guardou as mensagens e procurou um posto da Secretaria da Fazenda na capital.

No local, soube que o funcionário público estava certo. Ela receberia um valor que permitiria pagar as dívidas e aliviar a situação financeira. Teve uma crise de choro e chegou a passar mal. Após ser acalmada, ligou para Jair, pediu desculpas e agradeceu inúmeras vezes pela insistência dele.

“Naquele momento eu precisava desesperadamente de dinheiro, em um grau absurdo”, afirma. “Sigo agradecida.”

Por questão de segurança, os prêmios acima de R$ 100 mil precisam da identificação dos sorteados nos postos fiscais. No entanto, os contribuintes que não mantêm o cadastro atualizado correm o risco de não serem localizados e perderem o dinheiro, caso não sejam encontrados em um prazo de cinco anos.

As pessoas que concorrem aos prêmios, que variam de R$ 1.000 a R$ 1 milhão, informaram os CPFs em compras –a cada R$ 100 gastos, o consumidor recebe digitalmente uma cartela do sorteio mensal do programa.

“Na minha ótica, nós da Secretaria da Fazenda temos que fazer alguma coisa para que essas pessoas saibam sobre o prêmio”, diz o auditor. Ele afirma que os consumidores fizeram a parte deles para combater a sonegação fiscal e, portanto, merecem o esforço que decidiu empreender pessoalmente.

Servidor faz buscas pelo sistema do IPVA, CNPJ e Google

Jair usa diversas ferramentas para localizar os contribuintes: consulta dados do IPVA, verifica se há registro de contato em eventuais aberturas de empresas e realiza buscas no Google. Faz tentativas de contato por telefone, WhatsApp, email e cartas.

A principal dificuldade, segundo ele, não é localizar os sorteados e sim convencê-los de que está falando a verdade.

Nas cartas, o auditor chega a fazer um apelo: “Se você acha que isso é um trote, desconsidere o aviso, perca o prêmio e jamais lamente que a sorte não está a seu favor”.

Uma das contempladas só acreditou ao receber a visita de um filho, que viu a correspondência oficial e ligou para o auditor, ao lado da mãe. Ela pediu desculpas por ter desconfiado nos primeiros contatos, falou sobre os diversos trotes que já havia recebido e contou que o valor do sorteio seria útil para os filhos e netos.

Uma sorteada de Pompeia, também no interior paulista, pediu ajuda para um sobrinho para conversar com Jair por telefone. O auditor orientou o jovem a chegar ao endereço eletrônico que informaria o valor recebido. Ao confirmar, tia e sobrinho choraram tanto que assustaram as crianças da casa. “Foi muito emocionante”, lembra o auditor, também entre lágrimas.

Para localizar um morador de Manduri, cidade de 10 mil habitantes na região de Marília, ligou para uma farmácia e para um posto de combustíveis. Em poucos minutos conseguiu falar com o contemplado, um motorista de ônibus escolar.

Entre as recompensas, recebeu da jornalista uma carta em que diz que seu trabalho vai formar uma advogada e uma produtora cultural.

“É por essas e outras que acho que o premiado de fato sou eu”, diz o auditor. “É um trabalho que vou continuar enquanto existir alguém que foi sorteado e que não foi contatado.”

Jair Rosa, o auditor (divulgação SEFAZ).

– Razões para cair fora das redes sociais: o Facebookcídio.

Essa reportagem tem quase 10 anos, e, ao mesmo tempo, é atual! Leia,

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI104579-15224,00-O+FACEBOOKICIDIO.html

O FACEBOOKCIDIO

5 razões para cair fora da rede, por Andres Vera

Quando o Orkut estourou como ferramenta de relacionamento social, muitos expuseram demais a privacidade e tardaram a notar os riscos. Acreditava-se que no Facebook, de certa forma “sucessor” do Orkut, os excessos seriam evitados. Engano. Seja por razões parecidas com as do Orkut, seja por outras específicas do Facebook, já existem na internet páginas inteiras dedicadas a orientar o “Facebookicídio”. ÉPOCA listou cinco bons motivos para apagar para sempre seu perfil.

1. As amizades indesejadas. Em abril, uma coluna de fofocas disse que o cantor Roberto Carlos queria ter 1 milhão de amigos no Facebook (uma alusão à letra do antigo sucesso “Eu quero apenas”). Hoje, ele tem perfis falsos até no Chile. Assim como no Orkut e no MySpace, quem coleciona centenas de nomes na lista de amizades no Facebook costuma não se lembrar de onde veio boa parte daquele álbum de figurinhas. Estranhos o importunam a todo instante pedindo “amizade”. “Todas essas ferramentas tecnológicas nos fazem perder tempo, se não tomarmos cuidado”, afirmou – logo quem – o cofundador da Microsoft, Bill Gates. Em julho, ele desistiu do Facebook porque notou “10 mil pessoas” disputando sua amizade virtual.

2. A invasão de privacidade. No Facebook, sua vida é bisbilhotada enquanto você descobre inutilidades sobre a vida do vizinho. Um tenente da Marinha americana contou ao jornal espanhol El País que, antes de se alistar, em 2008, mantinha uma vida agitada na rede social. Suas fotos, vídeos e mensagens deixavam claro: ele era gay. Para não ter problemas com os colegas de caserna, o militar gay passou a recusar os convites de amizade que vinham de militares. Isso pode ter protegido sua preferência sexual, mas muitos soldados passaram a considerá-lo esnobe.

3. O cutucão. Quem criou o Facebook deve ter achado graça numa ferramenta que consiste em “cutucar” os amigos. Para que os “amigos” não fiquem indiferentes, ela envia uma provocação. É a versão on-line do bullying – termo criado nos Estados Unidos para descrever intimidação e humilhação entre adolescentes. Em outubro, uma mulher foi presa nos EUA por “cutucar” outra pessoa no Facebook. Shannon Jackson, de 36 anos, violou uma ordem de proteção que a impedia de tentar qualquer comunicação com uma mulher que a havia denunciado por assédio virtual. Jackson foi condenada a um ano de prisão e a pagar uma multa de US$ 2.500. Ela cutucou a pessoa errada.

4. O rastreamento 24 horas. Com novas ferramentas para descobrir o gosto do usuário e vender publicidade, as redes sociais se transformaram no verdadeiro Big Brother do século XXI. Não são poucas as reclamações de quem se sentiu monitorado de perto pelo Facebook. Em agosto de 2008, uma ação coletiva acusou a rede social de violação de privacidade. O Facebook teria coletado informações pessoais de milhares de usuários e repassado os dados à empresa sem o consentimento desses usuários.

5. O risco de demissão. Quem entra no Facebook na tentativa de expandir seus contatos profissionais pode acabar demitido. Nos Estados Unidos, quase um terço das empresas usa o Facebook para descobrir se um candidato é apto ou não a uma vaga. Ninguém quer contratar um sujeito que exibe comportamento questionável nas fotos ou mensagens. Uma pesquisa da consultoria Proofpoint revelou que 8% das empresas americanas já despediram alguém pela divulgação de informações privadas comprometedoras pela internet. “Saí do Facebook ao conseguir uma boa lista de e-mails de profissionais de minha área”, diz o cineasta Gregório Graziosi, que mantinha no Facebook contatos com colegas de profissão no Brasil e no exterior. Há quem acredite que num futuro próximo as redes sociais se tornarão cemitérios de perfis abandonados. Antes de ser cutucado ou demitido, pondere a opção de deletar sua conta.

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Imagem extraída de:https://www.pngdownload.id/png-2nq7tj/

– A Pansexualidade na sociedade: um tabu.

Junho é o mês do Orgulho LGBTQIAPN+, e uma das “letrinhas” que entrou recentemente na denominação é o P, de Pansexual.

Diferentemente do Bissexual (a pessoa que gosta de homens e de mulheres), o Pansexual é aquele que gosta de pessoas, sem a preocupação do gênero. Ou seja: o interesse brota pelo caráter, atração, relacionamento e outras afinidades, sem a preocupação se é homem, mulher, assexuado, não binário, trans ou algo diferente. Simplesmente: pessoas.

Talvez o número de pansexuais na sociedade seja maior do que se pensa, pela “obscuridade” do termo e até mesmo por desconhecimento. Na música, Mille Cyrrus e Demi Lovato se declararam pansexuais. Na TV, Reynaldo Gianecchini e Preta Gil, idem.

Independente da questão sexual de cada pessoa, o respeito ao indivíduo deve sempre prevalecer. Até porque, na maior parte dos casos, não é “opção sexual”, mas condição do cidadão.

O Dia Internacional da Pansexualidade é comemorado em 8 de dezembro.

Imagem extraída de: https://br.pinterest.com/pin/802696333568414889/

– Como nasce um Bebê da geração Z!

O vídeo é da cia telefônica MTS, e é muito engraçado. Não parece ser verdade mesmo?

Já tira selfie e participa das redes sociais!

Abaixo, extraído de: http://www.labcriativo.com.br/imperdivel-o-bebe-nasce-e-ja-busca-internet/

IMPERDÍVEL, O BEBÊ NASCE E JÁ BUSCA INTERNET

Mega criativo, é um anúncio da empresa de telefonia e internet 3g indiana MTS e sugere, com o filme Nascido para a internet, que os bebês hoje em dia são fixados na web desde a barriga da mãe.

Sensacional, o vídeo de forma bem humorada, nos apresenta o momento que nasce um bebê da geração Z.

O bebê já sai da barriga da mãe já busca de um iPad, pega um celular e faz um “selfie”, arma um canal de livestreaming no YouTube e, para surpresa de todos, médico, enfermeiros e pais, sai do quarto da maternidade usando a navegação de um GPS.

A parte que mais gostei foi do nenem procurando no Google como se corta o cordão umbilical. Muito bom…rs

Misturando filme com animação, o filme mostra o trabalho de parto e o nascimento desse bebê super antenado.

Assista o vídeo, mega recomendo, em: http://www.youtube.com/watch?v=rg37kafMsWk

 

– Recomeços. Ou melhor: [re]começar

Achei muito sensível e propício esse texto tão belo sobre RECOMEÇO. Quantas vezes temos medo de começar de novo?

Em forma poética, mas sensata e encorajadora, abaixo essa importante reflexão sobre a vida e a necessidade de enfrentar nossos desafios.

Extraído de: VEM comigo! Pensamentos, frases e citações, em: https://pensamentos.me/2020/02/11/recomecar-2/

RECOMEÇAR

[Re]começar significa que por algum motivo o percurso da sua história sofreu, um corte, um desvio, uma interrupção, ou seja, o que fazia parte de um processo contínuo, foi dilacerado. E você, acreditando na vida e em toda sua força de se recompor novamente, decidiu não parar, mas continuar a partir do que lhe foi permitido.

Olhando assim, para o contexto de nossas histórias, é possível descrevê-las até com um pouco de poesia

” recomece, reinicie, refaça o que for possível, mas não pare…”

.Não pare! Confie na vida

.Respire fundo

.Tenha coragem de seguir

A vida é uma ordem no imperativo: vá!

Vá de cabeça erguida, com o melhor sorriso que couber no rosto. É como diz a canção da Flávia Wenceslau, vá com um: ” coração de menino cheio de esperança…”

É esse coração de menino que precisa bater forte novamente para que a estrada mostre o colorido da vida no seu mais belo tom!…

Não é isso que a canção sugere? As vezes temos que olhar para a situação que estamos vivendo e, apesar dos desconfortos da vida, acreditar que o fim, não é o fim porque acaba algo, mas a oportunidade de fazer uma nova história só que agora, muito mais completa. Elaborada de uma maneira mais suave.

Quando a vida nos coloca diante de uma situação difícil, na verdade o que ela quer é que sejamos capazes passar por tudo aquilo com resiliência. Com coragem de seguir adiante, apesar de todos os arranhões, é claro.

Viver é duro como disse Guimarães Rosa. Mas, tudo depende de quanto estamos dispostos a suportar, a negociar com vida.

Acredite em você. Acredite na sua capacidade de se refazer todas as vezes que for necessário.

Ria, a vida ficar melhor com um sorriso no rosto. Acredite, você pode!..

Imagem pública

Texto: Marii Freire Pereira

Santarém, Pá 11 de fevereiro de 2020

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Agir ou reagir pode dizer muito sobre você:

Qual a forma que você trata as pessoas quando está em crise?

E o seu comportamento nos momentos tranquilos?

Para pensar:

Continuar lendo

– O Difícil ou o Fácil: o que dá mais prazer?

O que dá mais “gostinho” na conquista: o fácil ou o difícil?

Essa frase de efeito (abaixo) é interessante. Mas penso: certas coisas poderiam “não ser tão difíceis…”.

– O que vemos por trás dos nossos colegas de trabalho?

Não julgue o comportamento e nem a aparência dos seus pares profissionais. Pode ser que, apesar de parecerem sóbrios, carregam grandes angústias por trás.

Uma mensagem com uma clara imagem:

– Que fim levou o Clubhouse?

Do nada, surgiu e virou uma febre: o “clubhouse”, um aplicativo (ou Rede Social) que só funciona em celulares da Apple, que era elitizado e que para participar, deveria receber convite.

Eu não entrei, mas vi que o modismosumiu!

Alguém ainda o usa?

Imagem extraída da Internet, divulgação clubhouse.

– Você aplica a Regra 34 em sua vida?

São Bento de Núrsia, abade de admirável vida monástica, inspirou várias regras dentro dos mosteiros. E uma delas é genial, que parece ter sido elaborada para nossos dias: a de se evitar reclamações!

A Regra 34 diz, na “essência de seu texto”:

Antes de tudo, que não surja o mal da murmuração em qualquer palavra ou atitude, seja qual for a causa”.

Quantas vezes reclamamos da vida, com ou sem razão?

Nossos lamentos são, muitas vezes, vícios de conduta?

Por quê reclamamos?

Evitamos ficar nas reclamações?

Veja que texto interessante, abaixo, extraído de : http://www.cliquef5.com.br/conteudo.php?cid=18101

APLIQUE AGORA A REGRA 34

Resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando.

Por Janine de Oliveira

Nada mais desagradável que uma pessoa que vive reclamando da vida. Reclamando de tudo. Mas como é bom poder encontrar pessoas que te dão uma lição de vida contando sobre como é a sua vida. Sobre o que acredita. Sabemos que vivemos em um mundo onde o passo do relógio é quem dita nosso cotidiano. Temos menos tempo, e cada dia mais coisas para fazer. A verdade é que o tempo é o mesmo de décadas atrás, mas nós é que acumulamos funções, e reclamar talvez tenha sido uma dessas heranças modernas que acabamos adquirindo. O que seria de nós se não tivéssemos as regras para regulamentar a modernidade. É comum o regramento nas associações, clubes, organizações. Não há agrupamento humano que não elenque prescrições que devem ser seguidas por todos os seus membros. O movimento monástico e outros do mesmo segmento sempre tiveram apontamentos bem claros. Para abraçar este estilo de vida era necessário, antes de tudo, ter conhecimento e boa iniciação na observância da regra. São Bento, por exemplo, no número 34 da regra, institui uma atitude bem pertinente para os nossos tempos: Não resmungar.
Ao propor que os seguidores não resmungassem, o idealizador tinha amplo conhecimento das posturas humanas, bem como suas consequências. A preservação do ambiente fraterno era muito significativa. Não convinham murmúrios e objeções negativas. Em nada ajudaria para a realização pessoal e comunitária. Além disso, abria espaço para lamentações e, quem sabe, até dissabores verbais.
A referida regra 34 poderia estar estampada em muitos espaços coletivos. Faria um bem enorme. Para algumas pessoas insatisfeitas, a inscrição beneditina poderia ficar ao alcance dos olhos. Toda vez que sentisse desejo de emocionalizar algum fato ou postura poderia se dar conta de que o ato de resmungar nada acrescenta. Pelo contrário, cria distância, torna o clima pesado e atrapalha os objetivos a serem alcançados.
Não é proibido discordar, debater, contrapor. Agora, resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando. Ninguém consegue ficar por perto daquelas pessoas que se acostumaram a reclamar de tudo e de todos. Míopes para as coisas positivas, descrentes diante do amanhã. Quando conseguem sonhar, tudo se resume em pesadelos.
Talvez, de imediato, veio à mente a imagem de alguém que se aperfeiçoou na arte de resmungar. Descarte essa lembrança. Uma releitura minuciosa das suas atitudes poderá detectar que, em alguns momentos, deslizamos para o campo da insatisfação e gastamos minutos preciosos resmungando. Se isso for frequente, escreva a regra 34 em algum espaço bem visível. Poderá inspirar.
No entanto, há pessoas que são grandes lições de como aplicar a regra 34. Basta olharmos a nossa volta, aquelas que ao conhecer um pouco percebemos que mesmo com problemas grandes estampam um sorriso e não pronunciam uma só frase de lamúrias.
Aplique a regra 34.

CONSTRUINDO HISTÓRIA HOJE: São Bento de Nursia. “Ora et Labora”.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Uma sociedade tão sentimental e, ironicamente, tão insensível! Culpa de quem?

Nosso mundo está se tornando um lugar complicado. Qualquer opinião que desagrade alguém, torna aquele que disse a frase discutida um “rotulado pela sociedade”. Por motivos mais fúteis, se xinga, se ofende e se desrespeita. As pessoas mostram-se intolerantes e criam suas regras e verdades.

É insensibilidade para a figura do próximo? Talvez seja exatamente o contrário: estamos sensíveis demais! Enraivece-se com muita facilidade, chora-se por amor ou por ódio da mesma forma. Não é tudo muito estranho?

Para muitos, o modo de viver ideal é o do “olho por olho, dente por dente”, pregado no Primeiro Testamento aos judeus. E esquece-se que Jesus, no Segundo Testamento, falou que esse comportamento era devido a dureza dos corações e que deveríamos “amar o próximo incondicionalmente” – e isso serve a todos os povos, atemporalmente.

Será que a raiz de tudo isso (dos problemas citados) não reside no AMOR (ou melhor: na falta de)?

O amor fraternal, solidário, respeitoso é desproposital de agradecimento. E se você preferir o termo: a empatia, o “se colocar no lugar do seu irmão para sentir suas angústias”! A propósito, como chamar nosso semelhante de “próximo” ou de “irmão” se as pessoas não consideram iguais quem tem a cor da pele diferente, quem professa uma crença ou descrença diversa da sua ou, nos casos mais graves atualmente, pensam ideologicamente contrário a você?

Chega de mundo pilhado! Repare que tudo isso seria resolvido se nós (população) e se eles (políticos) exercessem o “mandamento do Amor”, que supera e resume os próprios 10 Mandamentos e que foram deixados a nós: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como nós mesmos”, ou seja, como Deus nos amou.

Parece tão simples. Mas é tão complicado…

Vivamos o Evangelho na sua essência e já estaremos fazendo esse lugar que vivemos um pouco melhor. Cuidemos do nosso planetinha e das pessoas… urgentemente!

Solidariedade forma onda de boas ações para ajudar o próximo ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Vovôs e vovós:

Uma verdade sobre os vovôs:

– Dias difíceis precisam de cores. E paciência.

A vida é um turbilhão de emoções. De dores. De alegrias. De decepções…

Você acorda bem. O dia não te trata bem. A vida sobre você é um desdém. E, claro, você não se colabora também. Aí, tudo dá errado.

E quando você não acorda bem, e as coisas não te ajudam também? Piorou!

Você se esforça, demonstra amor e sacrifícios, e tem alegria por tais atos. Mas a repulsa da sua presença – consciente ou inconsciente, pensada ou demagoga – te arrebenta no coração.

Quem te expulsa, pode fazê-lo até mesmo por amor. Mas um amor irracional, maldoso, que te magoa.

E você insiste em estar com os que você ama, mas nem todos querem estar com você (mesmo que eles os amem)…

Respeite fundo. Pare. Respire de novo. Dê tempo ao tempo. Perdoe. Faça de conta que nada aconteceu e continue. E, se precisar, arranje um tempo pra você. Isso é necessário!

Mas lembre-se: nunca cobre perfeição de comportamento das pessoas ou o mesmo amor que pode não ser correspondido. Você pode se decepcionar.

Enquanto isso, dedique-se às pessoas mais próximas que te amam. Por exemplo, sua própria casa. Continue mimando os outros, mas perceba que vale a pena evitar as dores de uma discussão.

Nestes dias que as coisas não dão certo e a mente fica acinzentada, nublada e sem vida, faça coisas que te distraia. Colha flores, contemple a natureza ou, simplesmente, vá colorir sua vida (como, por exemplo, registrando um botão de rosa tão vermelho como esse).

Não se esqueça: respire fundo!

– Leveza.

Compartilho uma antiga (mas belíssima) crônica de Luís Fernando Veríssimo sobre verdadeiros prazeres da vida, em coisas comuns e corriqueiras.

Extraído de: http://www.canastradaemilia.blogger.com.br/2004_06_01_archive.html, postado por Luciana Macedo.

PRAZERES

Por Luis Fernando Verissimo

Cada semana, uma novidade. A última foi que pizza previne câncer do esôfago.Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí, não exagere. Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde:

* Prazer faz muito bem.

* Dormir me deixa 0 km.

* Ler um bom livro me faz me sentir novo em folha.

* Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.

* Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias.

* Brigar me provoca arritmia cardíaca.

* Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.

* Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.

* E telejornais, os médicos deveriam proibir – como doem!

* Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar.

* Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.

* Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.

* E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.

* Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.

* Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor que pipoca.

* Conversa é melhor do que piada.

* Beijar é melhor do que fumar.

* Exercício é melhor do que cirurgia.

* Humor é melhor do que rancor.

* Amigos são melhores do que gente influente.

* Economia é melhor do que dívida.

* Pergunta é melhor do que dúvida.

Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode levar a uma idade avançada.

Sonhar é melhor do que nada.

Deixar a vida mais leve - Frase para Facebook

– Vermelho ou Amarelo?

Ouvi tal verdade e reproduzo:

Prefiro ficar Vermelho por alguns instantes do que Amarelar por muitos momentos

Autor Desconhecido

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Mau trabalho que só enrola…

Os entregadores de panfletos precisam cumprir metas: colocar nas casas as propagadas dos mercados, lanchonetes e demais estabelecimentos. 

Percorrem ruas e, de casa em casa, deixam seus folhetos. Mas alguns abusam: minha caixinha de correspondência está lotada com 4 folhas idênticas.

É para render o serviço e acabar logo… êita, preguiça de cumprir a tarefa corretamente.

– Persistir é necessário!

O fracasso não pode nos impedir de buscar o sucesso. A insistência é uma virtude; a persistência, talvez algo redundante. Mas a resiliência, um dom!

Sobre o ex-presidente americano Abraham Lincoln, na imagem abaixo:

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– Quando o homem é vítima de machismo.

Um texto para o “homem moderno”. Na verdade, para uma sociedade justa, não preconceituosa, respeitosa, digna e de equidade aos homens e mulheres:

“O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.”

Na íntegra, abaixo, extraído de: https://emais.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/o-quanto-o-machismo-tambem-reprime-os-homens/

O QUANTO O MACHISMO TAMBÉM REPRIME O HOMEM

por Ruth Manus

Como todos sabemos o comportamento machista não é exclusividade masculina. Há homens machistas, mulheres machistas, músicas machistas, livros machistas, doutrinas machistas. Da mesma forma, o feminismo não é uma luta apenas das mulheres. O feminismo, como já mencionamos aqui no blog, não é o contrário de machismo, mas é a luta por igualdade entre homens e mulheres. E isso interessa todos nós.

A mentalidade machista mata, fere, humilha e reprime mulheres todos os dias, em todos os cantos do mundo. E nós precisamos lutar diariamente contra esse tipo de comportamento, mesmo quando ele se apresenta de forma sutil, disfarçado de piada, de pequena censura.

Mas não são só as mulheres que são vítimas do machismo. Obviamente não estamos comparando dores, nem nivelando os potenciais das agressões. As maiores vítimas do machismo sempre serão as mulheres. Mas talvez esteja na hora de entendermos que a vida de todo mundo seria melhor sem ele.

Começa muito cedo. O antiquado “menino não chora” ainda circula por aí. Por vezes ele se traveste de “vai ficar chorando que nem uma menina?”. O machismo tenta enfiar as lágrimas de volta nos olhos dos meninos, que já crescem com duas ideias erradas: a de que eles não podem ter fragilidades e a de que toda menina é frágil por natureza.

Depois os meninos são tolhidos nos brinquedos. Uma menina jogando bola ou brincando de carrinho pode até ser aceita (embora o mundo prefira vê-la com uma cozinha de plástico cor de rosa). Mas um menino com uma Barbie jamais passará ileso. Um menino que queira brincar de ser pai de uma boneca será motivo de preocupação. Um menino com um bambolê. Um menino que se divirta penteando cabelos.

Mais tarde são os cursos universitários: Nutrição? Enfermagem? Psicologia? Pedagogia? Design de interiores? Gastronomia? O machismo está pronto para mandá-los para a engenharia, para o direito e para administração de empresas. Nas profissões não é diferente. Um amigo que estuda em Barcelona é excelente com crianças, pensou em se oferecer para cuidar de algumas. Mas quem aceitará “um” baby-sitter? Será um pedófilo? Um pervertido? Além disso, misturam-se conceitos, associando profissões a orientação sexual e, de repente, o simples fato de um homem gostar de cortar cabelos ou desenhar roupas já torna-o gay aos olhos dos machismo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas o machismo é muito burro.

O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.

O machismo não costuma matar homens. (a não ser que esse homem beije outro homem no meio da Avenida Paulista). O machismo prefere matar mulheres. O machismo odeia todas as mulheres que não se encaixam em seu asqueroso e pobre padrão. Mas também odeia os homens que não correspondem às suas tristes expectativas. E reprime-os. Julga-os. Condena-os. Não os mata com armas de fogo, não os espanca no chão da cozinha, não os violenta nos becos escuros. Mas mata, sim, a cada dia, um pouco das sua liberdade, da sua paz, dos seus sonhos.

Morte grande e sangrenta ou morte pequena e sutil, somos todos vítimas do mesmo machismo. E a luta contra ele é uma só: uma luta sem gênero, protagonizada por todos os que sabem que não queremos seguir caminhando por caminhos trilhados por uma mentalidade tão pobre, tão atrasada e tão carregada de ódio.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Seja humilde e espelhe-se em pessoas de sucesso.

O legal é a gente ser humilde e saber se espelhar nas pessoas de sucesso (não desdenhar delas ou das conquistas que têm).

Não sou mais inteligente do que ninguém, nem melhor do que outrém. Pelo contrário, sou falho demais! Quero aprender sempre, pois tenho inúmeros defeitos.

Quando ouço pessoas se auto-vangloriando… respiro fundo e reflito sobre a necessidade de não cometer o erro deste alguém.

Humildade e aprendizado contínuo – caminhos para buscar (ou tentar) ser uma pessoa melhor.

Em: https://youtu.be/x2Ew8ggPeQg

– Não existindo o preservativo masculino…

… o que aconteceria ao mundo?

Olhe só que curioso: uma reportagem de como seria provavelmente nossa sociedade se não tivesse sido criada a Camisa de Vênus?

Ops: para os mais jovens, é o nome da “camisinha”.

Extraído de: https://super.abril.com.br/comportamento/e-se-todo-mundo-parasse-de-usar-camisinha/

E SE…TODO MUNDO PARASSE DE USAR CAMISINHA?

Por Ana Carolina Leonardi

Você chega ao pronto-socorro e encontra um conhecido. “Essa onda de gripe me pegou”, você puxa papo. “Vim só tratar uma clamidiazinha”, ele responde. Nenhum dos dois pisca. O papo segue normalmente. O diálogo parece de outro mundo – e é.

Vem de uma realidade paralela em que a população inteira abandonou a camisinha. Olhando para o mundo real, nem é difícil imaginar o motivo. A verdade é que desde que a camisinha surgiu, há 3 mil anos, com os egípcios enrolando suas partes íntimas com retalhos de linho, muito pouco mudou no “design” do preservativo. A camisinha ficou, sim, mais fina. Mais higiênica. Mais barata. Mais eficiente. E nem assim pegou como deveria. Apenas 5% dos homens no mundo usam preservativos com uma mínima regularidade. Os solteiros são mais assíduos, porém igualmente inclinados a abandoná-los ao primeiro sinal de compromisso. Só um em cada dez casais, diz a ONU, se interessam por eles. E o medo das doenças sexualmente transmissíveis, diferentemente do que se pensa, não é um grande motivador: mesmo com tanta oferta de camisinha a preço de banana, 100 milhões de pessoas por dia são diagnosticadas com DSTs. Muito por isso, a dimensão imaginária na qual a camisinha foi ostracizada é bem menos hipócrita que a nossa. Um mundo sem camisinha teria mais gente, claro. 15% das mulheres dependem só dela para evitar a gravidez. Isso significa 275 milhões de mulheres em idade fértil. A probabilidade de engravidar em um ano de sexo completamente desprotegido é de 85%. Seriam 233 milhões de pessoas a mais no mundo (…). O inusitado é que já existem tecnologias sendo testadas para tornar a camisinha obsoleta. Uma delas é um spray, em desenvolvimento pela Universidade de Oregon (EUA): você aplica sobre o pênis com algumas horas de antecedência. Ele se transforma só na hora H em um preservativo 100% sob medida. E 0% inconveniente. Enquanto nada disso fica disponível na farmácia, por favor, não pare de usar camisinha.

Resultado de imagem para Camisinha

Imagem extraída de: https://www.mulheresempreendedoraspi.com.br/site/vida-saudavel/vacina-que-cura-hiv-tem-resultado-positivo-em-teste-humano/

– Perdoe.

Perdoe sempre.

Perdoe aquele coitado que te ofende gratuitamente. Ele é doente da alma.

Perdoe aquele que se acha autossuficiente. Ele é ignorante.

Perdoe quem não se manca que está se isolando no mundo. Ele está cego.

Perdoe aquele que virou seu hater. Ele está carente.

Perdoe o seu stalker, ele precisa de companhia

Perdoe. Perdoe. Perdoe

Perdoe quem te ofende pela Rede Social (mesmo que indiretamente). Perdoe quem pensa que você vive num mundo à parte, pois a bolha dele assim o faz pensar. Perdoe.

Perdoe.

– Eu também digo que renuncio. E você?

De 2018. Mas serve para hoje:

Está com saco cheio de muita coisa cansativa e chata? Amauri Segalla, colunista, relatou o que o aborrece e eu me identifiquei.

Veja se é assim com você também,

Extraído de: http://istoe.com.br/eu-renuncio/

EU RENUNCIO

Depois dos acontecimentos extraordinários dos últimos dias, resolvi renunciar a tudo que me aborrece na vida. Eu não quero mais:

1. Debater política com amigos.
2. Debater política com inimigos.
3. Defender o indefensável.
4. Deixar de defender o defensável.
5. Ler no Facebook que o chefe do partido A é santo e que o rival do partido B é o capeta encarnado.
6. Ler no Facebook que o líder do partido A é o capeta encarnado e que
o rival do partido B é santo.
7. Entrar no Facebook.
8. Adular o político A ou B, nem que seja por um motivo justo.
9. Falar sobre a próxima delação premiada.
10. Falar sobre a última delação premiada.
11. Usar expressões como “a República de Curitiba”.
12. Esperar o Jornal Nacional para ouvir o áudio revelador.
13. Esperar o Jornal Nacional por qualquer motivo.
14. Escutar as entrevistas sabujas do Datena com gente como Bolsonaro.
15. Rir da coluna política metida a engraçadinha que o Duvivier escreve na Folha.
16. Ficar com inveja da coluna política engraçadinha do Duvivier.
17. Deixar a TV ligada o dia inteiro na Globonews e ouvir mais o Merval Pereira do que qualquer outra pessoa na face da Terra.
18. Levar a sério os blogueiros A, B e C.
19. Ignorar os blogueiros A, B e C.
20. Levar a sério boatos do WhatsApp que só envenenam a gente.
21. Ficar puto com os comentários que alguns leitores deste texto deixarão na caixa de comentários do Facebook.
22. Dar voz aos “haters” de plantão.
23. Usar palavras pedantes como “hater”.
24. Destilar ódio, como você, seu vizinho e quase todos os outros fazem.
25. Pensar só na política e esquecer
o resto.
26. Ficar ansioso com o noticiário político.
27. Usar palavras como canalhas, mortadelas e coxinhas.
28. Escutar o debate infértil de cientistas políticos e especialistas na coisa pública – sim, tem gente que se define assim.
29. Procurar no dicionário jurídico
o exato sentido da palavra “prevaricação”.
30. Começar um texto com “as investigações mostram que…”
31. Escrever um texto com as palavras “denúncia” e “escândalo”
31. Dizer que fulano “me representa.”
32. Renunciar à política e ignorar que ela nos levou ao porão e que só ela pode tirar a gente dali.
33. Fazer listas como essa.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para o crédito.

– Sucesso e Felicidade são obrigações? Como medir?

Vejo um sem número de pessoas que “precisam” ter sucesso a qualquer custo, e abrem mão de valores que trazem felicidade (como família, descanso, lazer…). Aí ouvi dias atrás uma entrevista do Professor Willian Sanches. E não é que ele abordou esse tema: a Obrigação em Agradar a Todos, ser Feliz e ter Felicidade!

Ninguém é obrigado a buscar tais coisas, mas ao mesmo tempo, elas não são difíceis de se mensurar? O que é sucesso: dinheiro ou paz? Conforto ou um abrigo próprio? Sorriso ou mansidão?

Tudo isso (sucesso e felicidade) são subjetivos. Agradar a todos é dispensável; porém, o respeito ao próximo, não.

No fundo, cada um sabe se é ou não feliz ao seu próprio modo de viver…

É o sucesso que traz felicidade ou a felicidade que traz o...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Euforia ou Felicidade?

Tenho medo quando alguém diz que está “eufórico”, por isso “está feliz”. Euforia, é sabido, não é sinônimo de felicidade. É simplesmente um estado emocional, que se frustrado, torna a pessoa depressiva.

O bom é ter a felicidade independente do estado emocional eufórico. Ser feliz mesmo quando se tem problemas, é o ideal (até porque não existe pessoa que vive sem percalços cotidianamente).

Claro, a euforia tem suas virtudes, mas ela não é constante – e sim oscilante! De tal forma, a euforia deve ser passageira, mas a felicidade, torçamos para que seja perene.

Imagens vetoriais Euforia, banco de Euforia vetores | Depositphotos

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O fracasso faz parte do sucesso.

Por diversas vezes falamos que o fracassado tem uma vantagem sobre o bem-sucedido: ele passou pela experiência do infortúnio e conhece a dor da derrota.

Creio que é essa mesma sábia lógica abaixo:

– Não precisa impressionar mais!

Essa imagem é bem objetiva, não? Mas… conseguimos?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito.

– Quem são as pessoas ideais para o convívio?

Por mais carinhosa que uma pessoa seja contigo, por mais elogios e manifestações de amor que ela tenha por você, por maior que seja a preocupação… se ela apenas “dar consolo” (e entenda respeitosamente o “apenas”), ela peca e te faz mal se nunca te abrir os olhos para os erros que você possa ter cometido.

Um exemplo?

Abaixo, o ideal comportamento:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dê flores.

Costumo (e gosto muito) de presentear as pessoas que amo com flores.

Dessa vez, achei esses simpáticos vasinhos. Será que as meninas gostaram?

Mime aqueles que você quer bem!

🌺 #paixão

– Os Albinos, a iniciativa contra o preconceito e à favor da saúde.

Quando eu era pequeno e sem saber o que era albinismo, pensava que essas pessoas eram estrangeiras no nosso país. Nem imaginava o que era a doença, nem que os negros poderiam sofrê-la também.

Mais do que isso: protetor solar, para eles, é remédio, e as autoridades pouco fazem…

Compartilho essa matéria da Revista VejaSP, ed 26/04, sobre esse assunto importante. Abaixo:

CUIDADO À FLOR DA PELE

Programa inédito no país ajuda albinos a tratarem da saúde e a lidar com o preconceito social

Por Mariana Zylberkan e Sara Ferrari

Em 2011, quando estava grávida de sua filha Beatriz, a professora Fernanda Quintiliano ouviu uma frase aterradora de uma médica que a acompanhava na gestação. “Ela me disse que eu não deveria pôr filhos albinos no mundo, pois havia um risco imenso de eles contraírem câncer de pele”, relembra.

Ela e o marido, o técnico em segurança do trabalho Flavio André Silva, possuem o distúrbio genético do albinismo e o transferiram às duas filhas — a caçula, Clarice, tem 1 ano. O único integrante da família de Osasco, na Grande São Paulo, que não apresenta a condição é Augusto, 6, adotado em 2011. “Eu sabia que nossos filhos biológicos seriam albinos, e não via problema nisso, mas esse comentário me deixou bastante assustada”, conta ela.

Quando a criança completou 3 anos, Fernanda encontrou o Programa Pró Albino, que funciona há seis anos na Santa Casa de Misericórdia com o objetivo de oferecer atendimento médico e psicológico gratuito a portadores de albinismo. Hoje, o casal e as duas meninas fazem consultas a cada três meses na instituição, para a realização de exames e acompanhamento clínico.

O albinismo é uma condição genética associada à deficiência de melanina, pigmento que dá cor à derme, aos olhos e aos cabelos. Além de possuir características físicas próprias (veja o quadro na pág. 50), quem é portador dessa mutação está sujeito a ter doenças cutâneas, como tumores, e deficiência visual.

Estima-se que existam 1 000 albinos no Estado de São Paulo. Para receberem tratamento específico, todos deveriam se dirigir ao instituto da Santa Casa, o único centro médico do Brasil voltado para esse público. No entanto, apenas 220 pacientes estão cadastrados no programa.

Em 2011, quando foi lançado, eram 22. “No começo, pedíamos aos pacientes para nos indicar outros albinos”, conta a dermatologista Carolina Marçon. A médica faz parte de uma equipe de nove especialistas, entre eles oftalmologista e geneticista, pronta para atender a uma gama de necessidades, desde a detecção do nível de melanina até o aconselhamento genético e o suporte para exigir auxílio por invalidez em caso de deficiência visual.

Os beneficiados são ainda orientados a proteger-se dos efeitos nocivos do sol com o uso de protetor solar com fator 30, no mínimo, e ingerir suplementos de vitamina D, substância que não são capazes de produzir naturalmente. Uma vez detectada alguma lesão mais grave na derme, o procedimento de internação e cirurgia é realizado no próprio hospital.

A ideia de criar o programa surgiu nos departamentos de dermatologia e oftalmologia da Santa Casa para prevenir casos de câncer de pele precocemente. “Muitas pessoas chegavam aqui com a doença em estágio avançado”, explica Carolina. Um dos motivos é a falta de conhecimento sobre essa condição por parte dos próprios médicos.

“Na minha infância, passei por vários pediatras e nunca me disseram nada”, diz Fernanda, que só recebeu o diagnóstico correto aos 17 anos. Além dos problemas de saúde, essa população enfrenta diariamente o preconceito social. A assistente de produtos Rafaela Rosário relata que atrai olhares curiosos quando está ao lado do namorado, Livyston Fernandes, também albino.

Os dois se conheceram em uma rede social há dez anos. O casal procura levar a situação na esportiva. “A gente tira sarro e até manda um ‘joia’ ”, diverte- se. Há ainda ajuda para resolver problemas práticos.

O aposentado Miguel José Naufel teve de entrar na Justiça contra a prefeitura de Mococa, cidade a 270 quilômetros da capital, onde mora, para conseguir retirar um frasco de protetor solar por semana em um posto de saúde local. “Alegaram que era cosmético, mas para nós é como um medicamento. Preciso usar todo dia”, explica.

Há dois anos, o Programa Pró Albino foi reconhecido pela Associação Paulista de Medicina como uma das principais iniciativas sociais da área médica na capital. O plano agora é expandir o trabalho a outros hospitais do país. “O Estado do Rio de Janeiro e Brasília estão implantando projetos semelhantes”, diz Carolina. “Eles vão facilitar a vida de quem necessita viajar milhares de quilômetros para vir a São Paulo para o tratamento.”

OS GRAUS DO ALBINISMO

Tipo 1: é a versão mais intensa da condição genética. Tem como características cabelos brancos, pele pálida e olhos claros. A deficiência visual, causada pela incapacidade de produção da proteína que forma os nervos ópticos, é mais acentuada.

Tipo 2: os indivíduos têm cabelos loiros ou castanho claros e pele menos pálida.

Tipo 3: a pigmentação da pele e dos cabelos é avermelhada e os olhos são castanhos, mas existem problemas de visão.

Tipo 4: essa variação se assemelha fisicamente ao tipo 2, mas as dificuldades de enxergar são mais amenas.

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Beatriz, Flavio, Augusto, Fernanda e Clarice (em sentido horário, a partir da esq.): consultas e exames de rotina (Alexandre Battibugli/Veja SP)

– Os 9 perfis de Inteligência Canina.

Olha que bacana: a Revista Veja, em sua página virtual, trouxe um levantamento sobre os novos estudos de inteligência canina. São vários tipos de cachorros, de acordo com o levantamento.

Abaixo os perfis. A matéria completa está no site em: http://veja.abril.com.br/ciencia/a-nova-inteligencia-dos-caes/

PERFIS CANINOS

Confira abaixo os nove perfis de inteligência caninos, de acordo com o site Dognition:

  • 1. Sociável

    Cães sociáveis são os mais comuns entre todos os perfis: 22% de todos os cães se encaixam nesse tipo. Os animais com esse perfil não são muito bons em resolver problemas por conta própria, mas são especialmente talentosos em usar os humanos para conseguirem o que querem – sabem lançar um olhar ou fazer alguma graça para terem o alimento ou o passeio que desejam. Irresistíveis e perspicazes, esses cães têm estratégias quase infalíveis para conquistar os humanos.

  • 2. Sedutor

    Cães sedutores são muito bons lendo e interpretando sinais humanos. Segundo estimativas dos cientistas, 16% de todos os cachorros têm esse perfil – são muito espertos e sabem usar informações que seus donos fornecem como pistas para encontrar seu próprio caminho e tomar decisões. Isso pode torná-los cooperativos ou extremamente travessos.

  • 3. Atento

    Muito confiantes em suas habilidades, os cachorros do tipo “atento” apresentam uma flexibilidade impressionante em todas as dimensões cognitivas. São extremamente apegados aos donos, mas também sabem resolver problemas sem precisar dos humanos. Prestam atenção aos mínimos detalhes e são capazes de aprender com facilidade — parecem estar sempre um passo à frente dos outros.

  • 4. Tradicional

    Entre 25.000 e 15.000 anos atrás, quando os primeiros lobos foram domesticados, eles demonstravam algumas características que os distinguiam dos demais. Apesar de muito independentes, tinham habilidades sociais incríveis, apegaram-se aos humanos e deram origem aos cães que conhecemos. Os cães do tipo tradicional são espontâneos e independentes na maior parte do tempo, mas também sabem recorrer aos humanos quando necessário.

  • 5. Talentoso

    Bom em resolver problemas, comunicativos e muito astutos. Cães do tipo “talentoso” têm muita desenvoltura e sabem ler e interpretar informações sociais. Representam cerca de 10% de todos os cães e o único problema é que, às vezes, são espertos demais. Podem tentar pegar coisas que não devem e depois lançar um olhar irresistível de perdão para conquistar os donos.

  • 6. Tímido

    Os cães tímidos costumam ser considerados “distantes” por seus donos. Muito independentes, confiam mais em suas próprias estratégias do que na colaboração humana. Por conta do seu lado próximo aos lobos, esses cachorros parecem mais selvagens e não têm habilidades sociais tão desenvolvidas. Podem ser difícil de treinar e têm dificuldades em obedecer. 

  • 7. Expert

    Com todas as habilidades cognitivas necessárias para resolver problemas do cotidiano sozinhos, cães do tipo “expert” costumam confiar menos em humanos que os outros perfis. Com uma excelente memória, são capazes de desenvolver as suas próprias estratégias, em diversas áreas, deixando seus donos impressionados.

  • 8. Independente

    Com características próximas aos lobos, os cães independentes preferem fazer tudo do jeito deles. De acordo com os cientistas, 7% dos cães fazem parte desse perfil. São animais que sabem analisar o ambiente que os rodeia e encontrar, sozinhos, as melhores soluções para seus problemas.

  • 9. Einstein

    Cachorros do tipo “Einstein” são considerados os “cientistas” do mundo canino. Com excelente memória, eles têm uma impressionante habilidade de fazer inferências e compreender relações de causa e efeito, tornando a resolução de qualquer problema uma tarefa fácil. Contudo, as habilidades sociais não são seu forte: podem passar horas entretidos com algo que aguça sua curiosidade.

– A humildade é um limitador? Ou a auto-subestimação?

Algumas frases de efeito são bem reflexivas.

Essa, abaixo, nos faz pensar: a humildade é ruim em alguns momentos?

Talvez nunca. Aqui se refere a auto-subestimação!

– Respeitar o seu semelhante: a questão fundamental!

Vale a pena refletir sobre essa mensagem, abaixo, sobre “Ser Gentil”. Mesmo que você não seja tratado com gentileza, exerça-a!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Ser feliz a qualquer custo! Ou não?

Jonathan Rottenberg é um renomado psicopatologista! E ele tem uma tese interessante: crê que o mundo “vive uma epidemia de depressão porque as pessoas querem se satisfazer a qualquer preço”.

Sabe aquela criança mimada que quer tudo e quando não tem fica emburrada? Assim também os adultos fazem, só que se deprimindo.

Ele alega que as pessoas têm a necessidade de buscar a felicidade pois foram condicionadas a isso, e tal situação faz mal a elas.

Aceitar a infelicidade é, portanto, saudável.

Profundo ou frustrante tal pensamento? Concorda ou discorda?

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Imagem extraída da Internet. Autoria desconhecida.