– Carreira ou Família: Quando as Mulheres têm que Decidir!

No mundo da Administração de Empresas, muitas vezes os profissionais se vêm obrigados a tomar decisões que afetam a vida pessoal num grau muito significativo. Àqueles que já passaram pela experiência de um difícil conflito entre carreira X família X anseios, sabem como é martirizante e sacrificante tal momento.

Sendo assim, compartilho um artigo interessante sobre as mulheres na hora de decidir o futuro no trabalho! A Revista Época (Ed 09/03 pg 56-59), traz uma pertinente reportagem de Suzana Villaverde sobre esse complicado instante da vida profissional delas.

Abaixo:

PRESIDENTE? NÃO, OBRIGADA

As mulheres preferem abrir mão dos cargos de dedicação integral para cuidar melhor da vida pessoal e da família

É tarde de terça-feira, e Christina Munte, de 43 anos, aproveita para passear com as filhas Juliana, de 9 anos, e Lara, de 5, em um clube da Zona Sul de São Paulo. Almoçam juntas e em seguida lá vai ela, para o alto da arquibancada, assistir ao jogo de tênis da mais velha. Depois, é hora de acompanhar as acrobacias da caçula na aula de ginástica olímpica. O programa é repetido todas as terças-feiras. Embora pareça fazer parte da rotina típica de uma dona de casa, essas cenas têm como protagonista uma profissional muito bem-sucedida, diretora da Atlantica International, uma rede internacional de hotéis. Exceto pelo dia tranquilo que passa com as meninas, no resto da semana Christina se desdobra em reuniões, feiras e viagens internacionais. A vida é corrida, mas ela garante que o ritmo já foi muito pior.

O mercado hoteleiro estava em ebulição nove anos atrás, quando Christina teve seu primeiro bebê. Nessa ocasião, ela trabalhava nos fins de semana, chegava em casa tarde e ficava muito frustrada. “Por cansaço e pela vontade de curtir minha filha”, diz ela. Em 2005, Christina engravidou novamente e sentiu que estava diante de um dilema. “Tinha pavor de abrir mão de uma carreira que me dava imenso prazer, mas precisava aproveitar minha família”, afirma. A solução veio durante uma conversa franca com seu supervisor, ao final da qual ele fez uma proposta tentadora: reduzir em 20% a carga horária semanal, assim como o salário de Christina. “Foi a solução perfeita, pois não precisei abrir mão de nada”, diz.

Profissionais como Christina constituem um grupo em expansão. Elas querem chegar ao topo da pirâmide corporativa, mas, ao contrário das pioneiras, que começaram a percorrer esse caminho na década de 1970 – e tiveram de deixar de lado marido, filhos e até a vaidade para concorrer em pé de igualdade com os homens –, não admitem abdicar de sonhos pessoais ou perder as alegrias oferecidas pela vida privada. Na prática, abrem mão dos postos de dedicação integral para exercer também o papel de mulher, mãe e esposa. A constatação desse fenômeno tem levado à conclusão polêmica de que a desigualdade no topo do mercado de trabalho é incorrigível – e nem sequer deveria ser vista como um problema. Uma pesquisa realizada no ano passado pelo Sophia Mind, um instituto de pesquisa voltado para as mulheres, perguntou a 340 mulheres brasileiras entre 25 e 50 anos, com nível superior completo, se elas desejavam ser presidentes de empresa. Apenas 37% disseram que sim.

“Apesar das queixas das feministas, a verdade é que homens e mulheres têm diferentes aspirações de carreira”, afirma a conceituada socióloga britânica Catherine Hakim, pesquisadora da London School of Economics. “Homens e mulheres têm diferentes objetivos na vida, e as autoridades não deveriam esperar que eles tivessem resultados idênticos na carreira profissional.” No Brasil, segundo uma pesquisa coordenada pelo Instituto Ethos, as mulheres representam 43,6% s da população economicamente ativa, mas estão em apenas 13,7% dos cargos de liderança.

Desacelerar ou recusar cargos invejáveis pode ser o desejo de centenas de trabalhadoras, mas existe espaço para expressar essa demanda? No Brasil, é comum encontrar mães que voltam ao trabalho antes do término da licença-maternidade ou passam anos sem conseguir conciliar suas férias com as das crianças. “Muitas acham um absurdo usufruir esses direitos básicos quando conquistam uma carreira de sucesso”, diz a consultora de Recursos Humanos Carmelina Nicke. Para ela, gerentes e diretoras ainda temem se mostrar mais vulneráveis que os homens no escritório e preferem se submeter a um cotidiano extenuante. Mas essa seria, segunda a consultora, uma realidade com os dias contados. “A tendência é que nas próximas décadas as companhias ofereçam de antemão uma jornada flexível para segurar a profissional competente”, diz Carmelina. Uma pesquisa divulgada na semana passada pela consultoria Accenture mostrou que 41% das mulheres gostariam de ter “formatos flexíveis de trabalho”. Uma possível explicação: um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado em 2010 revelou que as mulheres gastam 24 horas semanais em atividades domésticas, enquanto os homens fazem somente 9,7 horas de trabalho doméstico.

Para contornar essas dificuldades, a paranaense Ana Carolina Haracemiv, de 35 anos, montou uma “miniempresa” em casa. “Tenho duas empregadas que moram comigo, motorista e até jardineiro”, afirma. Somente assim ela consegue acompanhar a lição das crianças e curtir o marido, sem perder o foco da empresa em que trabalha, a Dow Brasil. “Se você tem de fazer tudo, não consegue pensar em nada direito”, diz. Orgulhosa do esquema que criou, a engenheira não se arrependeu ao recusar uma proposta de ouro: um cargo de liderança na sede da empresa, nos Estados Unidos. “Meu marido é médico, seria complicado para ele. Seria fantástico para minha carreira, mas não era interessante para todos.” É claro que recusar a promoção deixou Ana Carolina apreensiva, mas ela acabou se surpreendendo. Seis meses depois, foi promovida. Disse adeus ao cargo de gerente de marketing para se tornar diretora comercial da América Latina. “A responsabilidade aumentou, mas o impacto na minha família foi mínimo”, diz ela. “Só deixei de lado a ginástica, mas, sinceramente, nunca gostei muito de malhar.”

Imagem extraída de: https://sescap-pr.org.br/index.php/noticias/post/e-possivel-ter-sucesso-no-trabalho-e-na-familia

– A história da Cocaína mostra: Todo uso Indevido é Prejudicial…

Usar uma coisa destinada a um fim benéfico, mas que se desvirtua para outro propósito, sempre é prejudicial à sociedade.

Quer um exemplo dos dias de hoje?

A cocaína era usada em laboratórios científicos desde o século XIX. Foi introduzida no tratamento da dor de dente, flatulência e stress. Porém, em 1898, o vencedor do Prêmio Nobel de Química, Richard Willstätter, descobriu sua ação devastadora na saúde (no uso como narcótico dopante em doses até mesmo diminutas e seus efeitos colaterais).

Mais de 100 anos depois, há ainda quem use e defenda a sua liberação, assim como o de outras drogas… Foi assim também com o LSD, usado contra a esquizofrenia e que mais tarde se descobriu os trágicos sintomas de dependência.

Complicado. Só quem tem parentes viciados sabem o quão maléfico é o processo.

Droga é sempre uma droga. E ponto final!

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Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– Bichos-preguiça, germes e TOC: uma lição de convivência.

Muitas vezes, tomamos tanto cuidado para não nos contaminarmos com as coisas que nos rodeiam… o excesso em lavar as mãos a cada minuto, os transtornos compulsivos de higiene e outras coisas do gênero nos escravizam.

Veja que interessante o comportamento do bicho-preguiça e o exemplo que podemos ter.

Extraído de: https://tatipressuti.wordpress.com/2021/06/11/inspire-se-nos-bichos-preguica-mantenha-as-bacterias-beneficas/

INSPIRE-SE NOS BICHOS-PREGUIÇA: MANTENHA AS BACTÉRIAS BENÉFICAS.

Por AnimaAcao.blog

Os bichos-preguiça são animais de movimentos lentos encontrados em países das Américas. Eles dormem em torno de 15 horas por dia e são vulneráveis a predadores, assim raramente descem das árvores. Preguiça é um animal solitário que aparece somente durante a época de reprodução, e a fêmea tem um único filhote por vez.

Estes animais raramente bebem água, pois obtêm o que necessitam da própria comida. Os bichos-preguiça são nadadores rápidos, e eles fazem o nado de peito facilmente, o que os ajuda a sobreviver durante as enchentes sazonais. A pelagem da preguiça tem coloração marrom-esverdeada devido à presença de micro-organismos que vivem nos pelos. A pelagem da preguiça é o lar de uma grande variedade de insetos.

Segundo os pesquisadores, a existência de algas na pele da preguiça serve como fonte de nutrição para elas. Além disso, as algas fornecem proteção adicional de camuflagem contra predadores. Estudos têm mostrado que algumas espécies de fungos na pele da preguiça podem proteger contra parasitas, cânceres e bactérias, sendo uma grande fonte de antibióticos.

Muitas pessoas têm sido diagnosticadas com transtorno obsessivo compulsivo TOC, o qual é caracterizado pelo medo da contaminação por germes e bactérias, desejo em ter coisas simétricas ou em perfeita ordem, tem sensação de nojo etc. Estes pacientes têm pensamentos angustiantes e comportamentos repetitivos que perturbam a rotina diária. Os rituais de lavar as mãos, tomar banho e checar são mais excessivos e persistentes do que o normal.

O transtorno obsessivo-compulsivo é um transtorno mental comum que leva a pessoa a ter pensamentos recorrentes que causam ansiedade, e na maior parte dos casos, pode ser curado com o uso de medicamentos ou terapia. Uma pessoa com TOC tem maior probabilidade de ficar desempregada e ter problemas nos relacionamentos.

Esse transtorno não afeta apenas a pessoa que tem os sintomas, mas impactada na vida dos familiares que se sentem forçados a participar dos rituais. Os sintomas atrapalham a convivência normal porque a pessoa é incapaz de lidar com a sujeira e a desorganização. A pessoa acaba restringindo o acesso a certos locais da casa, ao uso de camas/sofás e utensílios domésticos. E geralmente, enfrentam barreiras para sair de casa e se envolver em atividades de lazer com a família.

Manter uma boa higiene é fundamental para prevenir infecções, porém o excesso de limpeza pode causar reações alérgicas e doenças inflamatórias. Os micro-organismos ajudam o corpo a criar resistência, sendo assim a exposição a um pouco de sujeira é importante para o sistema imunológico. Certos parasitas e bactérias podem ser bons para a saúde mental trazendo alívio para sintomas de depressão.

Concluindo, o bicho-preguiça nos ensina que a convivência com micro-organismos traz benefícios. E uma boa ajuda para nossa saúde mental é ter um cãozinho de estimação, os animais são tudo de maravilhoso. A convivência com os cães, também, pode ajudar a fortalecer o nosso sistema imunológico!

https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/bichopreguica.htm

Get inspired by sloths: Keep good bacteria.

The sloths are slow-moving animals found in American countries. They sleep around 15 hours per day and are vulnerable to predators, so they rarely come down from the trees. Sloth is a solitary animal that appears only during the breeding season, and the female has only one baby at a time.

These animals drink water very rarely as they get all they need from their food. Sloths are speedy swimmers, and they can do the breaststroke easily which helps them to survive during the seasonal flooding. Sloth fur has greenish brown colour due to the presence of microorganisms living in the hairs. The sloth’s fur is home to a wide range of insects.

According to researchers, the existence of algae in sloth fur serve as a source of nutrition to them. Besides that, the algae gives them additional camouflage protection from predators. Studies have shown that some species of fungi in sloth fur can protect against parasites, cancers, and bacteria, being a great source of antibiotics.

Many people have been diagnosed with obsessive-compulsive disorder OCD – TOC which is characterized by the presence of fear of contamination caused by germs and bacteria, desire to have things symmetrical or in perfect order, have feelings of disgust etc. These patients have distressing thoughts and repetitive behaviours that disrupt daily routine. The rituals of handwashing, showering and checking are more excessive or persistent than usual.

Obsessive-compulsive disorder is a common mental disorder in which a person can have recurring thoughts that cause anxiety, and in most cases, it can be cured with medication or therapy. A person with OCD is more likely to be unemployed and to have relationship problems.

This disorder does not just affect the person with the condition but impacts on family life as everyone is forced to participate in the rituals. Symptoms cause failure of normal interaction because the person is unable to deal with dirt and disorganization. The person restricts access to places in the home, the use of beds/sofas and household items. And generally, experience barriers to engage in family leisure activities.

Maintain good hygiene is important to prevent infections, however, excessive cleaning can cause an allergic reaction and inflammatory diseases. Microorganisms help the body to increase resistance, therefore, exposure to dirty is important to the immune system. Certain parasites and bacteria can be good for mental health alleviating depressive symptoms.

In conclusion, the sloth teaches us that coexistence with microorganisms brings benefits. Having a dog is good for our mental health, the animals are more than wonderful. Living with dogs can even help strengthen our immune system!

https://animalfactguide.com/animal-facts/brown-throated-three-toed-sloth/

Bicho-preguiça: características, reprodução e curiosidades

Imagem extraída de: https://animalfactguide.com/animal-facts/brown-throated-three-toed-sloth/

– Geração Fragilizada?

Antes de mais nada, eu defendo psicólogos e psiquiatras, mas essa observação é real: muitas vezes, a gente vê jovens que complicam tudo e não conseguem tomar decisões (das mais simples) sozinhos.

O que está acontecendo com a Educação?

– Você está precisando de Vitamina D?

Gostei dessa matéria sobre Vitamina D, tão importante para o nosso dia-a-dia, e desprezada por muito.

Você consegue perceber a falta dela? 

Compartilho, extraído de: https://pitacoseachados.com/2021/01/18/10-sinais-de-que-seu-corpo-esta-com-falta-de-vitamina-d/

10 SINAIS DE QUE SEU CORPO ESTÁ COM FALTA DE VITAMINA D

Vitamina D é uma vitamina extremamente importante, que tem efeitos poderosos sobre diversos sistemas em todo o corpo. Uma deficiência neste nutriente foi vinculada a muitas condições graves, como doenças cardíacas, doença autoimune, hipertensão, diabetes, e enfermidades ósseas e articulares.

É fácil ignorar a deficiência de vitamina D, pois alguns dos sintomas podem ser atribuídos a outras condições. Mas, quais são as chances de que você seja deficiente de vitamina D? Seguem alguns possíveis sinais.

1. Você sofre regularmente de dores musculares e articulares

Os sintomas de deficiência de vitamina D são sutis no início. Alguns dos primeiros sinais são dores musculares e fraqueza articular, que você pode facilmente achar que são devido à sua rotina diária árdua ou devido aos efeitos do envelhecimento.

Você pode ser capaz de tolerar os desconfortos das dores musculares e fraqueza articular simplesmente diminuindo suas atividades físicas. Contudo, se você está com deficiência de vitamina D, este problema vai continuar aparecendo. Além disso, pode piorar ao longo do tempo.

2. Você sofre de dores crônicas

Dor crônica abrange uma condição ampla. Além de dor muscular e articular, você também pode sofrer regularmente de enxaqueca, dor na coluna, ou outros desconfortos no corpo.

É tecnicamente considerada uma dor crônica se você tem a condição por mais de três meses.

3. Você sente-se cansado o tempo todo

Você já teve um daqueles dias em que se sente muito cansado mesmo quando teve uma boa noite de sono? É possível que você tenha baixos níveis sanguíneos de vitamina D, e seu corpo ainda se sinta fatigado.

Seu corpo precisa de vitamina D para criar energia. Se você não tem uma quantidade suficiente deste nutriente, irá facilmente sentir esta exaustão.

4. Você frequentemente fica resfriado e com tosse

Crianças com falta de vitamina D correm o risco de infecções respiratórias, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Mas, o mesmo risco também se aplica a adultos com deficiência de vitamina D, especialmente se eles já sofreram de asma antes.

5. Sua cabeça transpira

Transpiração excessiva na cabeça ainda está intimamente ligada a uma falta de vitamina D. Embora seja comumente inofensivo e essencialmente apenas um incômodo, pois você precisará enxugar a cabeça com frequência, esta condição também pode indicar condições médicas como diabetes, problemas na tireoide e infecção. Contudo, o que estas doenças têm em comum é que elas também estão ligadas à uma falta desta vitamina.

6. Você sente-se deprimido

O sol é frequentemente representado como algo positivo nas caricaturas, e a ciência pode responder o porquê. De acordo com o Conselho de Vitamina D, a falta de luz solar pode realmente arruinar o humor. Quando você é deficiente deste nutriente, seu cérebro processa menos serotonina, e isto pode afetar seus pensamentos positivos, emoções e estado de espírito.

7. Você tem hipertensão

Se você é hipertensivo, corre o risco de doenças cardiovasculares, ataque cardíaco e derrame. Portanto, não menospreze a falta de vitamina D no seu sistema.

Especialistas ainda estão tentando estudar os efeitos e a patologia da vitamina D e pressão arterial. Uma possível explicação aponta para o teor de cálcio desta vitamina específica, o qual é um nutriente importante para os processos metabólicos e celulares do corpo.

8. Você está sofrendo de queda de cabelo

Queda de cabelo é bastante comum em pessoas que sofrem de estresse. Mas, se a queda do seu cabelo parece anormalmente excessiva, você pode ser deficiente de vitamina D.

A vitamina D alimenta e estimula os folículos capilares. Se você não tem uma quantidade suficiente desta vitamina, isto poderia impedir o crescimento do seu cabelo.

9. Ossos fracos

Você sabia que seus ossos param de crescer quando você tem trinta e poucos anos? Você alcançará o pico da saúde de seus ossos neste estágio, mas a reconstituição de seus tecidos ósseos ainda continua conforme você envelhece.

Porém, se você não tem vitamina D o suficiente, os tecidos ósseos também não obterão uma nutrição apropriada.

É assim que você desenvolve ossos mais macios, que aumenta seu risco de fratura e de outros problemas ósseas como osteoporose.

10. Suas feridas não cicatrizam rapidamente

Você tem uma ferida que parece cicatrizar mais devagar do que o normal? Este pode ser outro sinal de baixos níveis de vitamina D. Especialistas do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba estudaram os efeitos da deficiência de vitamina D em pacientes com úlceras nas pernas.

Pitacos: Ser deficiente de vitamina D é bastante comum. Mesmo assim, é melhor prestar atenção aos sinais, pois sua saúde geral e bem-estar estão ligados a ela. É muito fácil tratar esta condição, mas também é importante conversar com seu médico para obter mais informação, orientação e conselho.

Para muitas pessoas, aumentar a dose dos suplementos de vitamina D, mudar a dieta incorporando mais alimentos ricos nesta vitamina, e passar mais tempo ao ar livre pode ser um divisor de águas, especialmente se sofrem de doenças autoimunes.

Imagem extraída da Internet. Quem conhecer o autor, favor informar para crédito na publicação.

– Avaliação de Caráter.

Li em algum lugar que nem sei onde foi; só sei que é de uma verdade inegável:

O melhor indicador de caráter de uma pessoa, é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum”.

Autor desconhecido.

Pois é… tratar bem só quem pode retribuir não vale. O legal é fazer de coração sem esperar nada em troca.
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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida

– Mantenha a frieza e a tranquilidade:

Perdida na Web, essa interessante mensagem que nos alerta sobre humildade, temperança e a necessidade do desprendimento da opinião alheia.

Vale conferir para elevar a autoestima:

– Dica 2:

– Você “faz acontecer” ou fica só no discurso?

Nossas realizações nos mostram quem somos de fato. Não podemos simplesmente ser algo que não fazemos ou alguém que fica na “mentira proferida”.

O grande Carl Jung cunhou essa verdade, abaixo:

– Dica da Noite 1: Persistência.

– Repost: Ainda existe trote em Faculdade? Os 10 mais violentos:

Republicação, mas atual:

Em meados dos anos 90, cursei minha faculdade em Administração de Empresas. Uma época maravilhosa (tanto que me impulsionou a continuar estudando e depois lecionando). E quando fui “bixo”, o trote sofrido foi tenebroso!

No ano seguinte, ávido pela tradicional brincadeira, o trote aos calouros foi proibido. E eu, já na condição de veterano, entendi que era exagero da instituição.

Agora, bem maduro, tenho certeza absoluta: que bobagem são os trotes universitários! Arrancar a roupa do novo aluno, pintá-lo, fazê-lo pedir dinheiro no semáforo para pagar cerveja? Pra quê?

Sou a favor do “trote solidário”, optativo e não forçoso, com a finalidade de doação de sangue, recolhimento de alimentos, ajuda a entidades carentes.

Trote abusivo, além de ser bullying, não está com nada.

Aliás, quer saber quais foram os trotes mais violentos registrados no Brasil?

Compartilho,

Extraído de: https://mundoestranho.abril.com.br/cotidiano/quais-foram-os-trotes-mais-crueis-do-brasil/

OS 10 TROTES MAIS CRUÉIS DO BRASIL

Por Mariana Nadai

O primeiro trote universitário no país, em 1831, acabou em morte na Faculdadede Direito de Olinda. Desde então, a maioria das instituições proibe a prática, mas o ritual continua e, em muitos casos, com bastante violência. Abaixo, em ordem:

10. Pegando Pesado
Faculdade: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Curso: Engenharia
Ano: 1993
A festa de recepção aos calouros em Guaratinguetá, no vale do Paraíba, se transformou em momentos de horror para um dos estudantes recém-ingressos na instituição. O garoto foi humilhado na frente de todos pelos veteranosdo curso. Durante o evento, ele foi agredido pelos colegas e obrigado a amarrar um peso de 7 kg nos seus órgãos genitais.Logo após a violência, ele abandonou a faculdade.

9. Trote picado
Faculdade: Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Curso: Agronomia
Ano: 2006
No interior de Minas Gerais, um calouro foi despido e coberto de tinta. Não contentes, os veteranos ainda o obrigaram a deitar sobre um formigueiro. O estudante recebeu mais de 250 picadas e foi internado. A UFU expulsou dois alunos e suspendeu outros 13. Um deles tentou recorrer da decisão, explicando que o trote foi realizado fora do campus, mas não obteve sucesso.

8. Obedece ou apanha
Faculdade: Centro Universitário de Araraquara (Uniara)
Curso: Diversos
Ano: 2000
Após recusarem ter seus cabelos raspados durante a recepção, dois novatos foram agredidos por veteranos da instituição, em Araraquara. Eles receberem chutes na cabeça e foram hospitalizados com vários ferimentos. Um deles recebeu alguns pontos na boca e o outro sofreu amnésia temporária. Traumatizados, os alunos deixaram de frequentar a universidade pelo resto do ano.

7. Surpresa quente
Faculdade: Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (Unifeb)
Curso: Diversos
Ano: 2010
Sete estudantes da universidade em Barretos, interior de São Paulo, foram recebidos com jatos de creolina – um desinfetante industrial altamente corrosivo.Todos sofreram queimaduras de primeiro grau. O caso foi investigado pela polícia, mas acabou arquivado pelo Ministério Público de São Paulo um mês depois.

6. Bebida em excesso
Faculdade Universidade Federal de Rio Grande (Furg)
Curso: Engenharia da Computação
Ano: 2010
O trote é proibido na instituição desde 2004, mas os estudantes costumam dar as festas de boas-vindas fora da universidade. E, em uma das comemorações, que aconteceu a 50 m do campus, os veteranos passaram dos limites e forçaram dois calouros a ingerir uma quantidade exagerada de bebida. Os garotos entraram em coma alcoólico e foram internados.

5. Tarefas desumanas
Faculdade: Centro Universitário Anhanguera Educacional
Curso: Medicina veterinária
Ano: 2009
Em Leme, interior deSão Paulo, um calouro foi chicoteado, forçado a beber pinga e a rolar em excremento de animais, além de ser amarrado a um poste e sofrer agressões. O garoto entrou em coma alcoólico e, abandonado na rua, foi internado como indigente. Ele deixou a universidade, que abriu uma sindicância para apurar o caso.

4. Durante o sono
Faculdade: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Curso: Medicina
Ano: 1998
Um rapaz teve fogo ateado em seu corpo durante o Mata-Toma, tradicional festa de recepção de calouros, em Sorocaba. Após passar pelas repúblicas para beber, o garoto parou para descansar em um sofá. Enquanto dormia, outros estudantes resolveram abusar dele, colocando fogo em suas roupas. Ele teve 25% do corpo queimado. O caso levou à expulsão de cinco alunos envolvidos.

3. Passou dos limites
Faculdade Universidadede Mogi das Cruzes
Curso: Jornalismo
Ano: 1980
Em Mogi das Cruzes, município da grande São Paulo, um trote acabou em tragédia. Um calouro estava no trem da estação Estudantes, que liga a cidade à capital paulista, quando foi abordadopor um veterano da universidade. Ao proibir que cortassem seu cabelo, o rapaz foi espancado até entrar em coma. Ele não resistiu aos ferimentos.O agressor foi condenadoa cinco anos de prisão.

2. Banho da morte
Faculdade: Pontifícia Universidade Católica deSão Paulo (PUC-SP)
Curso: Medicina
Ano: 1962
Durante a festa de recepção, um dos novatos foi pego pelos veteranos do curso para uma “brincadeira” de boas-vindas. Forçado a se despir completamente, o garoto foi obrigado a entrar em um barril cheio de água misturada com cal. O estudante teve boa parte do corpo queimada e acabou morrendo. Três anos depois do incidente, em 1965, a PUC proibiu o trote na instituição.

1. Forçando a barra
Faculdade: Universidade de SãoPaulo (USP)
Curso: Medicina
Ano: 1999
O caso mais emblemático de trote violento aconteceu há 13 anos na USP. Um dia após a festa de recepção, o calouro Edison Tsung Chi Hsueh foi encontrado morto no fundo da piscina da instituição. Após ser pintado, Edison seguiu, junto com outros calouros, para a atlética da USP, onde teria sido forçado a entrar na piscina sem saber nadar. Quatro estudantes foram acusados pela morte do rapaz. Eles foram denunciados pelo Ministério Público, mas o caso foi arquivado pelo Superior Tribunal de Justiça por falta de provas e os estudantes foram inocentados.

FONTES: Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo; Sites: antitrote.org, guiadoscuriosos.com.br, conjur.com.br, guiadoestudante.abril.com.br

Vale a pena participar do trote na faculdade?

Imagem extraída de: https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/vale-a-pena-participar-do-trote-na-faculdade

– E não ter uma Rede Social…

É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!

Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!

Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0

– Mano e a CNV, parte 2: excessos ou aceitável?

Depois da pendenga entre o técnico corintiano Mano Menezes e o jogador Raniele (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p4RTuC-Ty7), agora vemos a polêmica de Yuri Alberto sendo chamado de “burro” pelo treinador.

É óbvio que defendemos a CNV (Comunicação Não-Violenta) em todos os setores profissionais. Mas no campo de jogo, durante um momento de calor durante a partida, o questionamento ao seu próprio atleta passou a ser algo condenável?

Claro que a discussão é ampla: chamar a atenção é uma coisa, assediar o funcionário é outra, e xingar de burro… é uma agressão verbal?

Na década de 70, ninguém colocava a mão à frente da boca para não ser flagrado xingando. Nos anos 80 não tínhamos a Internet e a pulverização de imagens. A Globalização estava nascendo nos anos 90, e a repercussão global de qualquer deslize não existia. Mas em 2023, uma expressão mal formulada, imediatamente viraliza nas Redes Sociais.

Como teria sido o trabalho de Vanderley Luxemburgo naquele Palmeiras-Parmalat, caso tivéssemos o cenário de dezenas de câmeras flagrando cada vocábulo proferido? O do Mestre Telê Santana, com sua rigidez e cobrança constante?

Eu sei que em nossos dias atuais, o politicamente correto prevalece e várias situações de outrora não são mais permissíveis. Só que o relacionamento entre treinador e jogador era outro (bem como a qualidade técnica). Por exemplo: você imaginaria Rivelino, Zico, Gérson, Raí, Ronaldo e tantos outros craques na situação de Yuri Alberto? Não iria acontecer… E se acontecesse, como reagiriam Serginho Chulapa, Mário Sérgio, Edmundo…?

Os tempos, de fato, são outros.

Do “mi-mi-mi”, passando pelas novas práticas, chegando à correção de comportamento: o futebol está diferente.

Mano Menezes perdeu a paciência com Yuri Alberto neste domingo.

Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo / Estadão, extraído de: https://www.terra.com.br/esportes/corinthians/mano-se-explica-apos-chamar-yuri-alberto-de-burro-em-reves-do-corinthians-a-atitude-nao-a-pessoa,2697e8e5605e0486d3cd81b44316b9c1d2eejx1d.html

– Saúde Mental no Futebol.

A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.

Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.

Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe.

Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!

Jürgen Klopp, treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. E nessa última semana, Klopp anunciou que fará uma pausa na carreira. Será que voltará quando?

Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. Mano Menezes, do Corinthians, jogo a jogo vem demonstrando sinais de estafa com as derrotas do seu time e com as trapalhadas da sua diretoria.

Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?

Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.

Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.

Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

Copa do Mundo: como a saúde mental influencia o desempenho dos jogadores em campo - BBC News Brasil

Imagem extraída de Getty Images, em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63512442

– Mano e a CNV, parte 2: excessos ou aceitável?

Depois da pendenga entre o técnico corintiano Mano Menezes e o jogador Raniele (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p4RTuC-Ty7), agora vemos a polêmica de Yuri Alberto sendo chamado de “burro” pelo treinador.

É óbvio que defendemos a CNV (Comunicação Não-Violenta) em todos os setores profissionais. Mas no campo de jogo, durante um momento de calor durante a partida, o questionamento ao seu próprio atleta passou a ser algo condenável?

Claro que a discussão é ampla: chamar a atenção é uma coisa, assediar o funcionário é outra, e xingar de burro… é uma agressão verbal?

Na década de 70, ninguém colocava a mão à frente da boca para não ser flagrado xingando. Nos anos 80 não tínhamos a Internet e a pulverização de imagens. A Globalização estava nascendo nos anos 90, e a repercussão global de qualquer deslize não existia. Mas em 2023, uma expressão mal formulada, imediatamente viraliza nas Redes Sociais.

Como teria sido o trabalho de Vanderley Luxemburgo naquele Palmeiras-Parmalat, caso tivéssemos o cenário de dezenas de câmeras flagrando cada vocábulo proferido? O do Mestre Telê Santana, com sua rigidez e cobrança constante?

Eu sei que em nossos dias atuais, o politicamente correto prevalece e várias situações de outrora não são mais permissíveis. Só que o relacionamento entre treinador e jogador era outro (bem como a qualidade técnica). Por exemplo: você imaginaria Rivelino, Zico, Gérson, Raí, Ronaldo e tantos outros craques na situação de Yuri Alberto? Não iria acontecer… E se acontecesse, como reagiriam Serginho Chulapa, Mário Sérgio, Edmundo…?

Os tempos, de fato, são outros.

Do “mi-mi-mi”, passando pelas novas práticas, chegando à correção de comportamento: o futebol está diferente.

Mano Menezes perdeu a paciência com Yuri Alberto neste domingo.

Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo / Estadão, extraído de: https://www.terra.com.br/esportes/corinthians/mano-se-explica-apos-chamar-yuri-alberto-de-burro-em-reves-do-corinthians-a-atitude-nao-a-pessoa,2697e8e5605e0486d3cd81b44316b9c1d2eejx1d.html

– Dica da Noite 1: Fuja da toxidade!

Há momentos que você, por preservação, deve evitar situações / pessoas / momentos.

Uma mensagem:

– Mantenha sua sobriedade!

Li dias atrás, e não pude deixar de replicá-la:

“O fanatismo, a droga e o poder deformam a mente”.

Walter Sasso, pensador, no UOL.

Imagem: autoria desconhecida, retirada da Web.

– Trabalhar mata?

E um dos culpados pode ser o WhatsApp e outros meios de comunicação.

Compartilho, extraído de: http://istoe.com.br/trabalhar-demais-mata/

TRABALHAR DEMAIS MATA

Suicídios por excesso de trabalho alertam para os perigos do estresse profissional. Na Europa, já se discute a diminuição da jornada e a proibição do envio de mensagens por WhatsApp fora do expediente

Matsuri Takahashi tinha 24 anos e havia acabado de se formar na renomada Universidade de Tóquio. Trabalhava há sete meses na Dentsu, a maior empresa de publicidade do Japão, onde cumpria jornadas de até 20 horas diárias sem ter tido uma folga sequer durante esse período. Para a família e os amigos, Matsuri era exemplo do que se espera de uma jovem japonesa de vinte e poucos anos: ela tinha sucesso, dinheiro e trabalhava duro. Para a garota, a realidade mostrava-se bem diferente: frustração, cansaço, estresse, sentimento de incapacidade. Matsuri queria morrer. “Estou física e mentalmente destroçada”, publicou nas redes sociais pouco antes de se jogar da janela do prédio em que vivia. Após longa investigação, o Ministério do Trabalho japonês chegou a um veredicto: a culpa era da empresa. Descobriu-se que, mesmo depois da tragédia, alguns funcionários faziam 80 horas extras por mês – Matsuri chegava a trabalhar 105 horas a mais mensalmente. O caso fez com que o primeiro-ministro Shinzo Abe e a Federação de Negócios do Japão promovessem uma campanha para evitar mais mortes. A partir de fevereiro, será obrigatório que os funcionários deixem os escritórios mais cedo. “Saúde é o equilíbrio entre as diversas dimensões do ser humano: biológica, psíquica e social”, diz o especialista em medicina comportamental da Unifesp, Ricardo Monezi. “Ao desequilibrar uma dessas dimensões, todas as outras são afetadas”.

Dados oficiais mostram que, no Japão, mais de 2 mil pessoas se suicidam anualmente por causa do estresse laboral. O número pode chegar a 10 mil, considerando as doenças provocadas pela dura rotina corporativa. Na China, o país mais populoso do mundo, 600 mil pessoas morrem todos os anos por motivos relacionados ao trabalho. “A visão de que trabalhar muitas horas significa ganhos de produtividade não condiz com a realidade”, diz Anderson Sant’Anna, coordenador do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas e Liderança da Fundação Dom Cabral. “Na era industrial, o trabalho de massa envolvendo movimentos rápidos, intensos e repetitivos mobilizava o corpo, tinha relação com a intensidade”, diz. “Hoje a natureza do trabalho é mais subjetiva, envolvendo as capacidades do cérebro, o que torna mais importante o tempo lógico do que o cronológico”.

O drama não se restringe aos asiáticos. O problema é tão grave que há denúncias de que empresas do segmento automotivo e grandes lojas de varejo de países como Estados Unidos, Tailândia e Honduras obrigam seus funcionários a usar fraldas geriátricas para que não interrompam o trabalho com idas ao banheiro. “A tecnologia avançou muito, mas o nosso corpo, não”, diz Sant’Anna. “O indivíduo perde a noção de humanidade, toma remédios para disfarçar sintomas de doenças e, quando se dá conta, tem um ataque cardíaco aos 40 anos, no ápice da produtividade”.

O PESO DA TECNOLOGIA
O uso excessivo das tecnologias amplifica o problema ao deixar o trabalhador conectado 24 horas por dia. Para combater a prática, países como Alemanha, Holanda e Suécia discutem a diminuição da jornada para 6 horas diárias. Na França, que estabelece um limite de 35 horas semanais de trabalho, entrou em vigor, em janeiro, uma lei que garante aos funcionários o “direito à desconexão do trabalho”. De acordo com as novas regras, toda empresa com mais de 50 empregados deve negociar com sindicatos o envio de mensagens por aplicativos como Whatsapp fora do horário de expediente. Desligar automaticamente os computadores após 8 horas ou ainda apagar as luzes dos escritórios são outras medidas que poderão ser implantadas. “Reduzir a jornada não significa produzir menos”, diz Benedito Nunes, fundador do Instituto Movimento pela Felicidade. “Pessoas adoecidas, entristecidas e estressadas não são produtivas e geram altos custos às empresas quando afastadas por problemas de saúde”.

Exaustão por excesso de trabalho é assunto sério – Geremed Saúde Ocupacional

Imagem extraída de: https://www.geremed.com.br/blog/exaustao-por-excesso-de-trabalho-e-assunto-serio/

– Pessoas de Sucesso e de Fracasso:

Como discordar desta imagem sobre “pessoas de sucesso”?

Veja:

Imagem extraída de: https://www.facebook.com/textosmotivacionaise/

– Networking: Arte ou Interesseira Relação?

Compartilho texto extremamente inteligente do prof José Reanto Santiago Sátiro, extraído do “Blog do Conhecimento”, a respeito do Networking, tão falado em nossos dias e poucas vezes bem aproveitado.

Vale a pena conferir:

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/A_nobre_e_as_vezes_esquecida_arte_do_Networking_ou_puro_Interesse

A NOBRE, E AS VEZES ESQUECIDA, ARTE DO NETWORKING, OU PURO INTERESSE

Palavra originada justamente de nosso atual tempo onde as tecnologias passaram a fazer parte de nosso dia a dia, o ato de desenvolver networking, no entanto, tem sua origem datada dos primórdios dos tempos de nossa sociedade.

Foi exatamente a necessidade de todo e qualquer ser humano possui de viver em sociedade, em grupo seja qual for seu tamanho, é que sinalizou algo similar a ser feito dentro de nosso ambiente profissional.

A princípio o fato de desenvolvermos relações pessoais interessantes, serve para nos auxiliar a busca por eventuais oportunidades. Sim, pois a lembrança de conversas e trocas de informações nos auxilia a manter em nossa mente, a imagem e nome de pessoas que poderão atender eventuais demandas existentes.

Pode parecer um pouco brusco afirmar, mas a razão principal do networking se fundamenta justamente do interesse. E não há mal algum nisso. Infelizmente, alguns segmentos de nossa sociedade enxergam apenas o significado egoísta que está atrelado a palavra interesse, e que envolve questões de outra natureza.

Ledo engano, pois até mesmo quando nos envolvemos com a pessoa amada, isto apenas ocorre devido a existência do interesse, no caso, pela parceira. O amor envolve interesse…

O interesse, digamos, do mal, que envolve o networking, é quando ele ocorre simplesmente pela necessidade. Quando um dos lados precisa atender a um problema pontual existente, e aí, não é networking, apenas oportunismo, ou melhor, uma mera tentativa.

O efetivo networking existe em cada dia, em nossa rotina, ao longo das mais simples e cotidianas ações que tomamos, desde um simples bom dia, ao bom humor e alegria que emanamos para todos, e até mesmo do compartilhamento de eventuais e futuras oportunidades.

Devemos esquecer, no entanto, que haja algum problema, de haver o interesse nestes atos. É legítimo e justo que ele exista. Chocado?

Pois bem, alguns meses atrás, ao desenvolver um projeto em uma organização, tive contato com uma pessoa que depois de aproximadamente alguns dias, teve que se afastar por questões médicas, para se submeter a uma cirurgia contra um câncer.

Muito possivelmente, ela não voltaria mais a organização, tão severa parecia ser a cirurgia. Como é um hábito na minha família, sobretudo com o meu pai, que reza um terço para cada um de seus amigos e parentes (pode acreditar!!), comprei um terço para ela, e pedi que a entregassem, tendo como único objetivo, servir de uma lembrança e sinal de que haveria alguém, mesmo não próximo, torcendo por ela.

De longe, fiquei sabendo da evolução de seu tratamento, e esta semana, fui presenteado com um afetuoso abraço dela, que “voltou ao batente”, devidamente curada. Sim, quero sempre receber gestos como este, na verdade estas coisas é que me mantem forte, são meus combustíveis, é por meu interesse.

Resultado de imagem para networking

Extraído de: https://www.pieceofpaper.com.br/produtos/ima-de-geladeira-porta-copos-eu-crio/

– Saiba elogiar! Faz bem.

Perfeito. Não há o que discutir! 

Abaixo, sobre ser, ao menos, respeitoso (ou sensível):

Imagem

– Sempre tente ser melhor. Pelo menos, tente!

Para ser mais feliz, procure coisas que tragam a felicidade! Afaste-se de coisas ruins ou de pessoas tóxicas. Não desça à baixeza de quem não respeita o próximo. Ame-se (para ter condições de amar a Deus e ao próximo).

Gostei bastante dessa mensagem de inspiração, abaixo:

– As postagens das Redes Sociais lhe transformam em um agitador de maneira pejorativa?

Esse texto foi escrito há 5 anos, mas é muito atual: as coisas que você publica ou lê nas mídias transformam você (ou você transforma os outros) em radicais, fanáticos ou alienados bitolados?
Compartilho:

José Roberto de Toledo escreveu um interessante artigo no Estadão sobre como boatos se tornam verdades nas Redes Sociais e fomentar radicalmente a intolerância de quem pensa diferente. Mais: como Facebook, Twitter e outras mídias podem ser um perigo para a sociedade!

Extraído de: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,o-black-bloc-em-voce,10000006709

O BLACK BLOC EM VOCÊ

Quanto mais homogêneo o grupo, mais a falsa informação se propaga, como epidemia

Aumento de tarifa, protestos, bombas, bagunça. 2016 revive 2013. Esperar resultados diferentes de ações recorrentemente iguais e infrutíferas não define insanidade. Tampouco denota perseverança. É burrice mesmo. A falta de inteligência vem da incapacidade de a sociedade aprender com os próprios erros. Se é difícil identificar onde a espiral de equívocos começa, torna-se previsível o seu desfecho: recessão e desemprego.

A culpa é da tropa de choque, que reprime protestos com violência desmesurada? Ou culpados são os black blocs mascarados que depredam o transporte público que supostamente defendem? Mas quem começou tudo não foram os movimentos pelo passe livre nas catracas, que marcaram as manifestações? Ou seriam os prefeitos que elevaram o preço da passagem de ônibus em 30 ou 40 centavos?

Pode-se continuar regredindo nas perguntas sobre de quem é o engano original até chegarmos à política econômica que desandou em inflação e precipitou reajustes de tarifas públicas. Mas por que parar aí? Será que seus autores teriam sido eleitos sem a ajuda de quem, quando estava no poder, insistiu em uma política que, após início promissor, deu em desemprego e recessão?

E, assim, recomeçamos tudo de novo, rumo ao indefectível final.

Enquanto o círculo vicioso da economia gira, o pêndulo da política oscila de igualitários a libertários, de socialistas a liberais – até virar bate-boca no qual o único argumento é chamar o rival de petralha ou coxinha. Quando muito, cada lado pinça estatísticas que só servem aos seus interesses e – como as melhores lingeries – revelam tudo, menos o que importa.

Variações dessa metáfora são frequentemente atribuídas ao falecido ministro Roberto Campos. Mas, assim como não foi Albert Einstein quem perpetrou a falsa definição de loucura (“fazer sempre a mesma coisa esperando resultados diferentes”), tampouco Bob Fields foi o pioneiro na comparação. Seu autor foi o norte-americano Aaron Levenstein: “Statistics are like bikinis. What they reveal is suggestive, but what they conceal is vital”.

Do mesmo modo que citações equivocadas são copiadas e coladas internet afora, perpetuando mitos, o facciosismo político-partidário desbunda sempre em um frenesi acusatório no qual os acusadores dos dois lados não raramente projetam no rival seus próprios defeitos. Invariavelmente, ambos têm razão.

Nesse ponto, este texto normalmente enveredaria sobre como a política, quando deixa de ser a solução, vira o problema – e como, sem reformá-la, o País condena-se a repetir seu passado meia cura, nunca maturando todo seu potencial. Desta vez, não. Em vez de entrar no mesmo beco sem saída onde políticos profissionais legislam sempre em causa própria, talvez valha a pena olhar para a esplanada de erros de quem os elege. Ou ao menos um deles: a maneira como reforçamos nossos preconceitos.

A informação incorreta se tornou tão difundida nas mídias sociais digitais que o Fórum Econômico Mundial a considera uma das principais ameaças à sociedade humana. No mais recente artigo sobre o tema, publicado na prestigiosa revista da Academia de Ciências dos EUA, pesquisadores italianos e norte-americanos detalham como as balelas se espalham online.

Usuários do Facebook em geral tendem a escolher e compartilhar uma narrativa – a que reforça suas crenças – e ignorar todas as demais. A repetição desse hábito tende a formar agrupamentos socialmente homogêneos e polarizados que funcionam como câmaras de ressonância dos boatos. Quanto mais homogêneo o grupo, menor a resistência, e mais a falsa informação se propaga – como epidemia. Resultado: desconfiança entre diferentes e paranoia.

Cuidado com o que você compartilha. Há um black bloc em cada um, pronto a tocar fogo no circo. Ele se alimenta da segregação. Misture-se.

Black Blocs: os grupos que usam a violência para protestar | Exame

Foto, Crédito: Ben Schumin/Wikimedia/

– Borboletas ou Jardins?

Mário Quintana foi um dos grande poetas do nosso país. E uma de suas belas citações é:

“O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!”

Belo e profundo. Interprete como você quiser.

Trabalhar paciente e corretamente para o sucesso/ felicidade pode ser um desses entendimentos.

Ou não?

Borboleta (Ordem Lepidoptera, grupo Rhopalocera)

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/animais/borboleta.htm

– O sucesso, por Abílio Diniz.

O sucesso depende de quem?

A dica, abaixo:

– A necessária ponderação!

FANATISMO

Seja no #futebol, na #religião ou na #política, busque a #sobriedade! Em: wp.me/p4RTuC-sU5 .

– Seja sempre caprichoso!

Eu vi essa imagem no LinkedIn e gostei: coisas simples que estão precisando de arrumação, vale a pena fazer a nossa parte!

Bobinho, mas preciso:

Imagem

– Não dirija usando o celular!

Esse vídeo é ótimo: mostra acidentes leves de pedestres que trombam por usar celular caminhando (parecendo engraçado), mas depois… mostra o que acontece com quem usa o celular dirigindo!

Vale a pena assistir e compartilhar,

em: https://youtu.be/cyGUzjMQj98

 

– Reflita se você não se fanatizou por algo!

Qualquer vício ou hobby excessivo, tende a tirar a razão, transformando a pessoa num fanático. E aí perde-se a noção do correto, agrupa-se com outros fanáticos como ele e criam mundos à parte, cheio de teorias conspiratórias e inimigos em comum. Beira-se, muitas vezes, a esquizofrenia.

É por isso que fica o alerta: se você só posta um único assunto na sua rede social, se seu mundo gira somente em torno daquilo – de louvação a alguém ou ataque a outrem – especialmente na política, no futebol e na religião, cuidado! Você se tornou um fanático e nem percebeu (mas as pessoas racionais já sacaram)!

Fica a dica! Abaixo outra:

– Trate educadamente as pessoas, para que você seja sempre “bem marcado”.

Taí uma grande verdade nessa imagem: não só no mundo corporativo, mas na vida pessoal, muitas vezes somos rotulados por algumas características marcantes. Uma delas, que muita gente não se preza a evitar, quando tem poder em excesso, é a da arrogância!

Existem chefes supra-suficientes, outros soberbos, outros ainda frios. Mas há os empáticos, os humanistas e os colaborativos. Na condição de cargo superior, você se porta como?

Independente se você é um líder ou um subordinado, há de convir: quando lembra das pessoas, você, provavelmente, se recorda de como elas se comportavam…

Portanto, rotule-se positivamente! E lembre-se dessa mensagem abaixo:

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido. Quem conhecer a autoria, favor informar para divulgar os créditos.

– A importância da Inteligência Emocional.

Administrar nossos sentimentos é uma tarefa árdua. Para tanto, precisamos desenvolver nossa Inteligência Emocional a níveis altos, para que sejamos racionais e sábios nas nossas decisões.

Algumas reflexões, extraídas de: https://www.linkedin.com/posts/dominga-zilda_motivaaexaeto-lideranaexa-inteligaeancia-activity-6919244887531933696-C51V?utm_source=linkedin_share&utm_medium=ios_app

COMO VOCÊ GERENCIA SUAS EMOÇÕES?

Por Dominga Zilda

Em tempos difíceis a inteligência emocional é um diferencial para quem quer vencer as adversidades!

Os estudos da CareerBuilder (líder mundial na área do capital humano),mostraram que 71% dos empregadores nos Estados Unidos consideram o QE (Inteligência Emocional) mais importante do que o QI.

Quem tem Inteligência Emocional sabe pensar, sentir e agir de forma inteligente e consciente, sem deixar que as emoções controlem sua vida e se acumulem de forma a reproduzir ou criar traumas e doenças psicossomáticas, brigas. Sabe gerenciar melhor a si e as pessoas.

E não estou dizendo que você tem que estar 100% feliz 24 horas por dia 7 dias por semana. Na verdade, isso nem é saudável, quem tenta ser assim acaba criando um mundo que não existe pois não é humano.

Tá tudo bem sim, todos temos dias ruins.

Mas pra não deixar que isso te abale todas as vezes que chegar nos momentos baixos da montanha russa, é preciso desenvolver sua inteligência emocional.

E o que muitos não sabem é que todas as pessoas possuem a habilidade de desenvolver cada uma de suas emoções, conhecendo, percebendo e administrando melhor os estímulos que chegam ao cérebro emocional.

Como fazer isso?

📌 Reconheça seus sentimentos
📌 Avalie a si mesmo
📌 Ouça com tolerância, compaixão e empatia
📌 Seja curioso e encorajador
📌 Tire vantagem do mindfulness
📌 Se conecte às pessoas
📌 saiba quais são os motivos que disparam gatilhos em você, é preciso se conhecer.

Mas lembre-se:

Você pode ler todos os livros e ver todos os filmes… mas se não aprender na prática o seu cérebro não registrará a mudança que você quer dar para aquela emoção.

créditos: liderança e motivação
#motivação
#liderança #inteligência

Imagem extraída da Web, do link acima.

– O tempo vai mudando algumas percepções…

Eu não quero crer que quando envelhecemos, perdemos a paciência. Mas a maturidade traz algumas reações.

Por exemplo: a maior responsabilidade que temos e a intolerância contra os irresponsáveis.

Um pensamento:

– Cuidado com a Empáfia.

Tenha orgulho, mas seja humilde.

Respeite o próximo, caso contrário, não saberá o que é empatia. Virará empáfia!

– Pesquisas polêmicas para manter um casamento feliz!

Se ouvisse de um amigo que existem pesquisas científicas que resultaram em 7 boas dicas para um casamento feliz, você acreditaria na eficácia delas?

Eis os aconselhamentos, abaixo, e diga: concorda ou não? Eu sinceramente, discordo de vários desta postagem…

Extraídos de: http://t.co/ODHUAmwt

7 DICAS CIENTÍFICAS PARA TER UM CASAMENTO FELIZ

por Thiago Perin

Biscoitinho da sorte: o casamento permite que você irrite uma pessoa especial pelo resto da sua vida.”

Todo mundo sabe que casamento não é das coisas mais fáceis. Seja você um romântico que sempre sonhou com a vida a dois ou um bon vivant que foi, de alguma forma, empurrado para a união eterna, o cenário é o mesmo: é preciso rebolar um pouquinho para que o relacionamento dê certo. Mas, veja só: eis que a ciência aparece para ajudar nesse desafio. Está solteiro? Anote aí o que procurar no parceiro ideal e já comece a planejar suas táticas pós-aliança. Já se casou? Hum, seu caso é mais grave, mas nem tudo está perdido. Confira, então, o que você ainda pode fazer para melhorar esse laço. E seja, com sorte, feliz para sempre.

Diga sempre “nós”, nunca “eu”. 
Quem usa mais pronomes como “nós” e “nosso” nas discussões com a cara metade tem brigas menos longas e desgastantes (consequentemente, vive mais tranquilo) do que os casados que abusam dos “eu”, “você”, “meu” e “seu”. Pesquisadores americanos chegaram a essa conclusão após observaram os papos de 154 casais. Especialmente entre os que estavam juntos há mais tempo, o discurso individualista era um forte sinal de que o casamento não ia nada bem.

Sendo mulher, escolha um cara rico. 
Eles são pais mais presentes, o que, além de criar um clima mais “comercial de margarina” na sua casa, ainda faz bem para o cérebro dos pequenos: segundo pesquisadores do Reino Unido, os filhos de pais mais “bem de vida” tendem a ter QIs mais altos. E ah, outro detalhe interessante: os caras cheios da grana dão mais orgasmos às esposas, segundo um outro estudo britânico.

Sendo homem, escolha uma mulher mais bonita do que você.
Todo mundo fica mais feliz neste cenário. É o que mostram os resultados de um estudo da Universidade de Tenessi (EUA). Em testes feitos por lá, foi constatado que ambas as partes do casal se declaram mais satisfeitas com o relacionamento quando a esposa é mais atraente do que o marido.

Fuja das mulheres que têm pais divorciados.
 O conselho é bem claro: “mulheres com pais divorciados são mais propensas a entrar no casamento com menos comprometimento e confiança no futuro da relação, aumentando o risco de divórcio”, diz um estudo da Universidade de Boston (EUA), que testou as expectativas de 265 casais que tinham acabado de selar o noivado.

Seja companheiro, mas nem tanto.
 Um estudo da Universidade de Iowa (EUA) constatou que o companheirismo excessivo (como dar, com frequência, conselhos que o outro não pediu) é mais nocivo para o casamento do que ser um marido ou esposa meio “nem aí”. Segundo os pesquisadores, é claro que a gente gosta de poder contar com alguém, mas quando esse alguém começa a cuidar demais da nossa vida, o senso de individualidade vai embora e a coisa azeda.

Invista em pretendentes com boa autoestima.
Casar com alguém que não esteja lá muito feliz consigo mesmo é roubada. A dica vem lá da Universidade Estadual de Nova Iorque (EUA). Pesquisadores conduziram testes com jovens recém-casados e observaram que, quando uma das partes tem autoestima muito baixa, tende a se tornar co-dependente e falha em atender às expectativas do cônjuge. A tendência é que, nesse caso, o relacionamento comece a se deteriorar já no primeiro ano de papel passado.

E finalmente: não tenha filhos.
Em mais um estudo da Universidade de Iowa (EUA), um grupo de casais foi entrevistado antes e depois do nascimento do filho primogênito. Outro grupo, de casais que decidiram não aumentar a família, deu seus pitacos em períodos correspondentes. E a tendência foi clara: os casados e com filhos passaram por uma queda maior na satisfação conjugal do que os que não procriaram.

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Imagem extraída de: https://wallpaperaccess.com/beach-love-couples

– O WhatsApp te traumatiza?

E o pior é que essa mensagem se tornou uma verdade nos dias atuais… Leia abaixo e se pergunte: há momentos que você fica bronqueado com o WhatsApp?

Veja só: