– Prudência:

Certos lembretes populares são pertinentes, não?

Veja só:

– Com quem nos relacionamos?

Precisamos ter pessoas que agregam ao nosso lado, nada de nos acercarmos de gente tóxica ou que tem mau-caratismo.

Uma mensagem importante:

– Crescer!

E o crescimento pessoal nunca é um padrão. Respeite-se as diferenças!

Uma imagem esclarecedora: 

– 12 lembretes comportamentais diários:

Há certas práticas que são tão simples, e não praticamos

Para não esquecer:

– Você está apto para ter Filhos?

Recomendo um brilhante texto do Dr José Martins Filho: “Ter filho não é pra todo mundo”.

Dr Martins é autor do livro “A Criança Terceirizada”, e nesse artigo ele aborda o fato de que muitas famílias não refletem se verdadeiramente estão preparadas para terem filhos; se terão tempo para a educação delas, além de paciência para as brincadeiras. O desafio é: os pais farão sacrifícios para não “terceirizar” a criação dela?

A publicação está na Revista Galileu (Ed Junho), nas páginas 96-97. Vale a pena!

TER FILHO NÃO É PRA TODO MUNDO

Vamos ser sinceros: quem realmente tem capacidade para se dedicar a uma criança como deveria. Faça a análise antes de ter uma.

Será que todos os seres humanos precisam ser pais? Não sei. Cuidar bem de uma criança, além de ser de sumária importância, dá um trabalho danado. Crianças choram à noite, nem sempre dormem bem, precisam de cuidados especiais, de limpeza, de banho, alimentação, ser educadas e acompanhadas até idade adulta. E, principalmente: crianças precisam da presença dos pais. Sobretudo as menores, que requerem a mãe na maior parte de seu tempo. Não dando dois beijinhos pela manhã antes de ir para a creche, ou colocando a criança para dormir à noite, que será possível transmitir segurança, afeto e tranqüilidade. Alguns dizem: “o que interessa é a qualidade do tempo que passamos juntos e não a quantidade”. Se for assim, então diga ao seu chefe que você vai trabalhar apenas meia hora por dia, mas com muita qualidade. Certamente ele não vai gostar. Seu filho também não.
Sejamos sinceros, nem todo mundo está disposto a arcar com esse ônus. Talvez seja melhor adiar um projeto de maternidade, e mesmo abrir mão dessa possibilidade, do que ter um filho ao qual não se pode dar atenção, carinho e presença constante. Lembre-se que é preciso dedicar um tempo razoável: brincar junto, fazer deveres de casa, educar, colocar limites.

Como fazer tudo isso e ainda continuar no mercado de trabalho? Usando seu horário de almoço para comer junto com seu filho. Fazendo visitas na creche durante o dia. Passeando no final de semana, em atividades em que a criança seja prioridade, como praia, parques, jogos em conjunto. Por favor, isso não inclui shopping Center.

Sou obrigado a fazer tudo isso? Claro que não. Mas ser pai e mãe também não é uma obrigação. Trata-se de uma escolha, e como toda escolha, pressupõe que você abra mão de outras tantas. O que se propõe? A volta da mulher à condição de dona de casa? Também não. O que se propõe é a conscientização da paternidade e maternidade. A infância determina a vida de todos nós. Ela é fundamental para existência humana. Na esfera psíquica, os primeiros dois anos significam a base da construção de uma personalidade saudável. A violência, a agressividade, a falta de ética, a moralidade dos tempos modernos não são apenas fruto de dificuldades econômicas e sociais, mas da falta de amor, educação, limites.
Com a vida moderna as crianças passaram ocupar um papel secundário ou terciário na vida familiar. Lembrem-se que o futuro da humanidade dependem dessas crianças. Fico triste quando os pais nunca tem tempo de ir à escola para acompanhar a educação das crianças e adolescentes. Em muitos casos casais colocam a necessidade da maternidade a conceitos: – para não ficarem sozinhos na velhice – como se filhos fosse seguro anti solidão, em outros casos serve mais para mostrar às pessoas a masculinidade ou a fertilidade.

Após uma análise tranquila na possibilidade de ter ou não ter filhos, tenho certeza de que o mundo irá melhorar.

Imagem: Arquivo Pessoal

– Não use Drogas!

Repost de 5 anos:

Quantas famílias têm entes queridos perdidos nas drogas… Mesmo assim, há aqueles que dão de ombros a esse mal e defendem a legalização delas. Por fim, pior do que isso: há aqueles que, de maneira ignorante e populista, tentam usar tal discurso para promoção pessoal.

Compartilho esse texto da jornalista Izilda Alves (publicado há 1 ano, mas que é bem atual), que fez da campanha “Pela Vida contra as Drogas” promovida pela Rádio Jovem Pan, uma ação social que deveria ser usada pelo Governo Federal como prevenção (eu mesmo já assisti a uma palestra numa oportunidade em que levamos a campanha para a UniSant’Anna, em Salto-SP, onde lecionei por um bom período).

Pasmem: o protagonista da absurda fala no qual Izilda ilustra seu texto é de Henrique Meirelles!

É mole?

POR IZILDA ALVES, DO SEU FACEBOOK

É com declaração como a de Henrique Meirelles, candidato à Presidência pelo MDB, que se perde eleição. Meirelles declarou:

Se eleito, vou liberar o uso da maconha porque não causa danos permanentes.

Candidato! Que ignorância é essa sobre maconha!!!!!

Se o senhor e sua equipe  tivessem o cuidado de pesquisar sobre a maconha, descobririam que suas palavras significam tornar o Brasil “uma fábrica de esquizofrênicos”, como tem alertado o psiquiatra Valentim Gentil Filho em sua pesquisa “Maconha e  demência”, referência hoje para todos os que estudam os efeitos das drogas. Valentim Gentil Filho é da Universidade de São Paulo, candidato!

Ah, descobririam também que maconha “dificulta o pensamento e interfere na capacidade de aprender e  executar tarefas complicas”, alerta o principal centro de estudos sobre drogas nos Estados Unidos, o NIDA.

Candidato, vem pra rua, converse com especialistas e conheça famílias que perderam os filhos exatamente pelo uso da droga que o senhor está defendendo: a maconha. Ou o uso da maconha é, de fato, o que o senhor deseja para nossas famílias?

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– Precisamos de Desintoxicação Digital?

Cada vez mais estamos dependendo da tecnologia no nosso dia-a-dia. Muitas vezes, somos reféns dela. Mas aí vem outra questão: e quando estamos viciados pelos celulares, computadores e outros eletrônicos?

Olha que assunto interessante: Clínicas para Desintoxicação Digital!

QUANTO TEMPO É NECESSÁRIO PARA UMA ‘DESINTOXICAÇÃO DIGITAL’?

DA BBC BRASIL

Na era de “ansiedade digital” em que vivemos, mais e mais pessoas optam por uma medida radical –divulgada por um movimento que começou há cinco anos nos Estados Unidos– para lidar com a dependência da internet e das redes sociais: “desconectar” de tudo.

O princípio é semelhante ao do tratamento de pessoas com adicções a substâncias químicas, a ideia de “limpar” o corpo.

E se você não lembra da última vez que foi dormir sem usar o celular pouco antes de fechar os olhos, e se faz muito tempo que não deixa de conferir as redes sociais ou sai de casa sem o telefone, pode estar precisando de uma “desintoxicação digital”.

“Desconecte para reconectar” é o lema da Digital Detox, uma das organizações que iniciaram o movimento em San Francisco (EUA), em 2012, apenas um ano antes do dicionário Oxford incluir pela primeira vez o termo “desintoxicação digital” em suas páginas.

Seu fundador, Levi Felix, trabalhava 70 horas sem descanso por semana em uma start-up, até ser hospitalizado por exaustão em 2008.

Pouco tempo depois, ele trocou seu computador por uma mochila. Foi com sua namorada viajar pelo mundo e se mudou para uma ilha remota no Sudeste Asiático.

A experiência abriu seus olhos e o inspirou a criar a sua própria empresa –dois anos e meio e 15 países depois– com a ideia de organizar retiros de ioga e meditação para ajudar as pessoas a se desconectar da tecnologia.

Desde então, o número de iniciativas para o mesmo fim não parou de crescer. Veja abaixo algumas delas e o tempo de “desintoxicação” que sugerem:

DESCANSO DIGITAL DE PELO MENOS 3 DIAS

“Vivemos em um mundo cada vez mais digitalizado”, conta à BBC Mundo Martin Talk, fundador da Digital Detoxing, uma empresa com sede no Reino Unido que “ajuda pessoas a encontrar um equilíbrio saudável entre as tecnologias digitais e o mundo não digital.”

Martin organiza “retiros digitais” para que seus clientes possam deixar o mundo tecnológico de lado por um tempo e curar seu vício digital ,”geralmente por um período mínimo de três dias.”

“As pessoas precisam de tempo para se adaptar”, diz ele. “A reação inicial é o horror de ter o telefone longe ou efeitos como a ‘vibração fantasma’ no bolso, o que os faz pensar que o dispositivo está tocando, mesmo quando ele não está lá.”

No entanto, e apesar do sofrimento inicial, Martin diz que as pessoas começam a se sentir “muito mais relaxadas” à medida que o processo avança.

“Muitos descrevem a sensação como uma respiração profunda de ar fresco. As pessoas se sentem mais envolvidas com o mundo ao seu redor”, diz o especialista.

RETIRO DE SILÊNCIO: 10 DIAS

Carla, uma jovem espanhola que mora na Holanda, teve uma experiência semelhante há apenas um mês em Mianmar. Durante 10 dias, desligou completamente seu telefone e as redes sociais e participou de um retiro de silêncio em um monastério budista. Longe da tecnologia, com o único propósito de meditar e se “reconectar” com ela mesma.

“Nos primeiros cinco dias, eu estava querendo fazendo as malas para ir embora. Foi difícil. Mas eu não desisti e decidi viver a experiência até o fim”, disse ela à BBC Mundo.

Geralmente, esse tipo de retiro não pode durar menos tempo. A experiência implica em levantar-se todos os dias às 4h00 e meditar por duas horas, tomar café da manhã, fazer meditação em grupo, comer, e meditar até o fim do dia (e ir para a cama sem jantar).

Mas como é voltar ao “mundo digital”, depois de uma experiência como essa?

“Eu me senti diferente, como se estivesse faltando alguma coisa, como se não estivesse conectada com o mundo”, diz Carla.

“Usar o celular de novo foi o mais estranho. Não tinha certeza se queria ligar de novo. Mas acho que mais pessoas deveriam ter a mesma experiência para aprender a controlar o hábito.”

Carla fala do retiro como uma provação –que ela não se arrepende de ter enfrentado.

TERAPIA DE DESCONEXÃO: AO MENOS 6 MESES

Marc Masip, psicólogo e diretor do Instituto de Psicologia Desconecta, em Barcelona, ​​disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que “é muito difícil largar [o telefone e redes sociais], mas é muito fácil voltar a se envolver”.

Masip diz que a “intoxicação digital” é tratada como qualquer outro vício, embora, neste caso, sem substâncias relacionadas a ele, mas comportamentos.

Ele enfatiza que cada caso é diferente, mas é necessário ao menos seis meses de terapia cognitiva-comportamental para mudar de hábitos e o tratamento ser eficaz.

“Na verdade, não se trata de quanto tempo de terapia é necessário. Trata-se de averiguar por que houve tal vício e que conflitos ele causou”.

Seu programa inclui acampamentos de desintoxicação, com esportes, meditação e sessões psicológicas.

“No início, os pacientes nos dizem que têm ansiedade, mas, em seguida, se sentem mais relaxados. Eles melhoram todos os aspectos de sua vida, do trabalho às relações sociais”, explica Masop.

“A conscientização social é necessária para percebermos que temos um problema e fazer um plano individualizado para cada pessoa. Há um perfil de um viciado e um roteiro, mas cada caso é diferente.”

A parte mais difícil, diz Masop, é perceber que existe uma dependência.

ADOTAR A IDEIA: 1 DIA

Frances Booth, especialista em desintoxicação digital e autora de “The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World” (A Armadilha da Distração: Como se Concentrar em um Mundo Digital, na tradução livre) diz que precisamos nos desconectar do mundo digital por razões de “saúde e produtividade.”

“Muitas pessoas estão estressadas e sobrecarregadas pelo excesso de informação e sofrem pela demanda de estar constantemente conectada. Precisamos alcançar um melhor equilíbrio”, disse a jornalista à BBC Mundo.

Booth aponta que fazer uma desintoxicação digital “pode ​​ajudá-lo a recuperar o equilíbrio e, quando você retornar ao trabalho, você estará mais produtivo.”

Mas por quanto tempo é necessário?

“É incrível a diferença que pode fazer apenas um dia sem estar constantemente conectado”, diz a autora.

“Você começa a ter a noção de ter tempo para outras coisas e pensar sem interrupções constantes.”

E para descobrir se você precisa da desintoxicação, recomenda fazer a pergunta: “Você é capaz de ir até a loja da esquina sem levar seu smartphone?”

Tanya Goodin, fundadora da empresa especializada em desintoxicação digital Time To Log Off (Hora de desconectar), em Londres, diz que “inclusive uma hora ou duas são suficientes para se ‘reiniciar’ e acalmar a mente da constante estimulação digital.”

“Mas para melhores benefícios (especialmente um melhor descanso) recomendamos 24 horas”, diz à BBC Mundo.

Em seus retiros especializados, Goodin garante que os hóspedes ficam longe de “todos os dispositivos digitais” e os armazenam em um lugar reservado, a sete chaves.

Mas não há necessidade de ir a um retiro para fazer uma desconexão digital.

“Se você quiser fazer isso em casa, basta colocar todos os seus equipamentos em uma gaveta ou em um armário fechado. Não tente desconectar do mundo digital com seu celular e laptop por perto”, recomenda Goodin.

E, para ser eficaz, precisa “desligar completamente o seu telefone, tablet, computador ou qualquer outro aparelho digital. Isso significa não se conectar a redes sociais e se isolar completamente [de forma temporária] do mundo digital.”

E para quem ainda tem dúvidas sobre a necessidade ou não de se desconectar ou mesmo “desintoxicar”, Goodin oferece o seguinte conselho: “Se você perceber que você tem falta de sono e que você tem dificuldade para se concentrar ou que seu humor se deteriora sempre que você usa redes sociais, uma desintoxicação digital será, sem dúvida, de grande ajuda.”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

IN ENGLISH – We are becoming increasingly dependent on technology in our daily lives. Often, we are held hostage by it. But then another question arises: what about when we are addicted to cell phones, computers, and other electronics?

Here’s an interesting topic: Digital Detox Clinics!

HOW LONG IS A ‘DIGITAL DETOX’ NECESSARY?

FROM BBC BRAZIL

In the era of “digital anxiety” we live in, more and more people are opting for a radical measure – popularized by a movement that began five years ago in the United States – to deal with internet and social media addiction: to “disconnect” from everything.

The principle is similar to the treatment for people with chemical substance addictions, the idea of “cleansing” the body.

And if you can’t remember the last time you went to sleep without using your phone right before closing your eyes, and if it’s been a long time since you stopped checking social media or left home without your phone, you might be needing a “digital detox.”

“Disconnect to reconnect” is the motto of Digital Detox, one of the organizations that started the movement in San Francisco (USA) in 2012, just one year before the Oxford dictionary first included the term “digital detox” in its pages.

Its founder, Levi Felix, worked 70 hours non-stop a week at a start-up until he was hospitalized for exhaustion in 2008.

Shortly after, he traded his computer for a backpack. He traveled the world with his girlfriend and moved to a remote island in Southeast Asia.

The experience opened his eyes and inspired him to create his own company – two and a half years and 15 countries later – with the idea of organizing yoga and meditation retreats to help people disconnect from technology.

Since then, the number of initiatives for the same purpose has not stopped growing. See some of them below and the suggested “detox” time:

AT LEAST 3 DAYS OF DIGITAL REST

“We live in an increasingly digitized world,” Martin Talk, founder of Digital Detoxing, a UK-based company that “helps people find a healthy balance between digital technologies and the non-digital world,” tells BBC Mundo.

Martin organizes “digital retreats” so that his clients can put the technological world aside for a while and cure their digital addiction, “usually for a minimum period of three days.”

“People need time to adapt,” he says. “The initial reaction is the horror of having the phone away or effects like ‘phantom vibration’ in the pocket, which makes them think the device is ringing, even when it’s not there.”

However, despite the initial suffering, Martin says people start to feel “much more relaxed” as the process progresses.

“Many describe the feeling as a deep breath of fresh air. People feel more engaged with the world around them,” says the expert.

SILENCE RETREAT: 10 DAYS

Carla, a young Spaniard living in the Netherlands, had a similar experience just a month ago in Myanmar. For 10 days, she completely turned off her phone and social media and participated in a silent retreat at a Buddhist monastery. Away from technology, with the sole purpose of meditating and “reconnecting” with herself.

“For the first five days, I wanted to pack my bags and leave. It was difficult. But I didn’t give up and decided to live the experience until the end,” she told BBC Mundo.

Generally, this type of retreat cannot last less time. The experience involves getting up every day at 4:00 AM and meditating for two hours, having breakfast, group meditation, eating, and meditating until the end of the day (and going to bed without dinner).

But what is it like to return to the “digital world” after an experience like this?

“I felt different, as if something was missing, as if I wasn’t connected to the world,” says Carla.

“Using the phone again was the strangest thing. I wasn’t sure if I wanted to turn it on again. But I think more people should have the same experience to learn to control the habit.”

Carla talks about the retreat as an ordeal – which she does not regret having faced.

DISCONNECTION THERAPY: AT LEAST 6 MONTHS

Marc Masip, psychologist and director of the Disconecta Psychology Institute in Barcelona, told BBC Mundo, the BBC’s Spanish service, that “it’s very difficult to drop [the phone and social media], but it’s very easy to get back into it.”

Masip says that “digital intoxication” is treated like any other addiction, although, in this case, without related substances, but behaviors.

He emphasizes that each case is different, but at least six months of cognitive-behavioral therapy is needed to change habits and for the treatment to be effective.

“Actually, it’s not about how much therapy time is needed. It’s about finding out why there was such an addiction and what conflicts it caused.”

His program includes detox camps, with sports, meditation, and psychological sessions.

“At first, patients tell us they have anxiety, but then they feel more relaxed. They improve all aspects of their lives, from work to social relationships,” explains Masop.

“Social awareness is needed for us to realize that we have a problem and to make an individualized plan for each person. There is a profile of an addict and a roadmap, but each case is different.”

The hardest part, says Masop, is realizing that there is a dependency.

EMBRACING THE IDEA: 1 DAY

Frances Booth, digital detox expert and author of “The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World,” says we need to disconnect from the digital world for reasons of “health and productivity.”

“Many people are stressed and overwhelmed by information overload and suffer from the demand to be constantly connected. We need to achieve a better balance,” the journalist told BBC Mundo.

Booth points out that doing a digital detox “can help you regain balance and, when you return to work, you will be more productive.”

But for how long is it necessary?

“It’s amazing the difference just one day can make without being constantly connected,” says the author.

“You start to get a sense of having time for other things and thinking without constant interruptions.”

And to find out if you need detox, she recommends asking the question: “Are you able to go to the corner store without taking your smartphone?”

Tanya Goodin, founder of the digital detox specialized company Time To Log Off in London, says that “even an hour or two is enough to ‘reset’ and calm the mind from constant digital stimulation.”

“But for better benefits (especially better rest) we recommend 24 hours,” she tells BBC Mundo.

In her specialized retreats, Goodin guarantees that guests are kept away from “all digital devices” and stored in a reserved, seven-locked place.

But there’s no need to go to a retreat to do a digital disconnection.

“If you want to do this at home, just put all your equipment in a drawer or a locked cabinet. Don’t try to disconnect from the digital world with your cell phone and laptop nearby,” Goodin recommends.

And, to be effective, you need to “completely turn off your phone, tablet, computer or any other digital device. This means not connecting to social media and completely isolating yourself [temporarily] from the digital world.”

And for those who still have doubts about the need or not to disconnect or even “detox,” Goodin offers the following advice: “If you notice that you lack sleep and that you have difficulty concentrating or that your mood deteriorates whenever you use social media, a digital detox will undoubtedly be of great help.”

– Vale a pena insistir em coisas que não valem a pena?

A teimosia é uma coisa. A burrice, é outra. Ambas, em algumas vezes, se assemelham.

Uma lição de vida:

(Ah, o texto realmente não é sobre canetas, mas sobre pessoas).

– Será que é simples assim?

Ao ler essas dicas para ter uma vida mais leve, me deparei com alguns dilemas: todos esses aconselhamentos funcionam mesmo? São praticáveis? Permissíveis incondicionalmente?

Abaixo:

Será que tudo que tenho vontade, eu posso fazer?

Não é bem assim… mas seria bom que fosse!

(Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida).

– A confusão de valores e de sentimentos na Sociedade.

A confusão da busca do empoderamento com o egoísmo, da liberdade com a libertinagem, ou ainda do entendimento equivocado dos valores… tudo está acabando com a sociedade e machucando pessoas.

Por um mundo mais amável! Urgentemente, pois dos adultos às crianças, tudo parece estar errado.

Em: https://youtu.be/GQP2dQTuoT0?si=-wSXuAoHvpWwY3ot

– Ser gentil consigo mesmo.

Leio a frase impactante da psicóloga Thaynah Costa:

“Seja gentil consigo mesmo. Lembre-se de que você merece amor e compaixão, tanto de si mesmo quanto dos outros”.

Perfeito! Nos maltratamos tanto no dia-a-dia… precisamos, algumas vezes (ou frequentemente), de nos amarmos de verdade.

Compartilho um artigo extraído do LinkedIn nessa mesma linha (extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/seja-gentil-consigo-mesmo-ada%C3%ADs-lins-salviano/?originalSubdomain=pt).

SEJA GENTIL CONSIGO MESMO

Por Adaís Lins Salviano

Dias atrás conversava com um amigo muito querido, que recentemente trocou de função e empresa, ele me contava de como precisou trabalhar seus sentimentos para superar o que chamamos de “Síndrome do Impostor” .

Essa condição que aparece como uma desordem de autopercepção, é muito comum quando recebemos uma promoção ou trocamos de emprego, sentimos como se existisse uma voz interna nos perseguindo com uma pergunta insistente “e se eu não for bom o suficiente?”

A ansiedade, insegurança e dúvidas quanto a nossa capacidade, surgem mesmo quando trabalhamos duro para alcançar o sucesso e isso nos lembra o quão humanos nós somos!

É muito importante ficar atento a atitudes de autossabotagem, como por exemplo, focar sempre o lado negativo das coisas, nutrir sentimentos de não pertencimento, medo constante de errar, adiar tarefas importantes por achar que não somos capazes e ficar se comparando constantemente com os outros.

Autoconsciência e uma boa percepção da realidade são os primeiros passos para vencer essa situação que pode atingir a qualquer pessoa. As terapias comportamentais são as melhores aliadas para superar esses momentos.

Deixo um conselho especial que tem me acompanhado todos os dias e me faz repensar várias vezes atitudes que podem me autossabotar, “Seja sempre gentil consigo mesmo!”

Pare de se comparar tanto, de se cobrar o tempo todo! Que tal celebrar as pequenas vitórias? Não se cobre tanto por opiniões dos outros, por frustrações sem fundamentos. Seja gentil consigo mesmo e veja como a vida pode ser a cada dia um pouco mais leve.

Imagem extraída do link acima.

– Os 4 Temperamentos:

Em que seu temperamento te ajuda na organização?

Continua no link em: Temperamento

– Desenvolva-se como pessoa!

Cinco dicas válidas para crescermos profissional e pessoalmente

Veja só (e apliquemos):

– Você pratica bons hábitos?

Olhe que legal: 10 hábitos que devemos praticar em meio à loucura do mundo (abaixo) e que nos trazem para a reflexão se estamos fazendo a coisa certa ou não.

Quantas práticas, das citadas, você realiza?

– Estudemos exemplos de todos os comportamentos.

De tudo, se pode tirar lições!

Exemplos de “como ser” e “como não ser”.

Abaixo:

– Com quem você se alivia?

Incontestável!

Com quem você se sente bem?

– Você recebe e distribui elogios?

Gostei dessa imagem: damos a verdadeira importância ao elogio?

Você costuma elogiar o outro?

E recebe elogios também?

Para refletir:

– The Power of Patience: Achieving Success Through Daily Practice.

Welcome to our blog, where we’re gonna  explore today about the importance of patience and daily practice in achieving your goals. Whether you’re …

Continua em: The Power of Patience: Achieving Success Through Daily Practice

– A boa dica do terapeuta.

Gostei e pratico: tempos atrás minha psicóloga me disse que “quando não couber mais, escreva”.

Ótima sugestão, e indico para os amigos fazerem o mesmo.

Quando tiver vontade de gritar, chorar, extravasar… escreva!

Não importa o motivo. Se você estiver tendo paciência, fazendo sua parte e ainda se sentir sozinho… não fique remoendo. Escreva.

Continue, mesmo que pareça inútil o que você estiver fazendo. O essencial é: mantenha-se sóbrio. Reze, respire e… escreva!

Fica a dica.

– Como você trata as pessoas?

Como você trata as pessoas? Suas palavras e atenção podem determinar relações mais amistosas… ou ofensivas!

Brevemente, nesse vídeo, em: youtu.be/zrIIbk20PIY?si .

#carisma #cnv #educação #respeito

– A teoria da Pipoca.

Saibamos respeitar nossas diferenças e nossas particularidades.

Uma analogia muito simples, e ao mesmo tempo, propícia:

– Igualdade e Equidade.

A ilustração é perfeita. De maneira simples, diferenciando o que é igualdade e equidade.

Veja:

ext

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Nunca sinta raiva. Controle-a e releve seu ofensor!

Eu sou contra qualquer manifestação de ódio, rancor, vingança ou coisa semelhante. Quando percebo, por exemplo, que o sentimento da raiva pode aflorar em mim, tento controlá-lo e o “espantar”.

Lógico: compaixão, raiva, tristeza, alegria, medo… são todos sentimentos humanos e inevitáveis. Precisamos saber administrá-los, minimizando-os ou os potenciando!

Gostei desse artigo e compartilho, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/raiva-o-retrato-mais-fiel-do-pior-que-podemos-ser-650b15a092dd

RAIVA, O RETRATO MAIS FIEL DO PIOR QUE PODEMOS SER

por José Renato Sátiro Santiago

Raiva, algo muito forte, não?

Segundo alguns dicionários, um sentimento contra alguém ou situação.

Para muitos, algo que aparece quando nos sentimos feridos, ameaçados ou agredidos naquilo que pode ser mais relevante até mesmo que uma agressão física, talvez por atingir o ego.

Pois bem, seja o que for, a raiva é sempre algo que não deve ser propagado, tão pouco estimulado.

Não há como negar que o significado é algo difícil de ser definido claramente, talvez apenas menos complicado que o próprio controle dela.

Uma coisa, no entanto é clara, a raiva é algo tão forte que tem a capacidade de expor o que há de pior em uma pessoa.

Aliás, o pior apenas não, os piores… e são muitos: o descontrole, o desequilíbrio, a culpa, o mal, a revanche e tantas outras…

Por outro lado, nos permite algo engrandecedor também, quando a controlamos.

O controle da raiva nos protege, nos faz evoluir e principalmente, nos fortalece perante qualquer situação sobre o qual ficamos submetidos.

Em nossa vida pessoal ela surge, normalmente, por motivos fúteis e simples, reforçado pelo convívio constante com nossos entes e amigos.

Sim, a intimidade, potencializa sentimentos extremos, de amor e ódio, no caso raiva.

Outras vezes, em situações que envolvem relacionamentos amorosos, possui estreita relação com a nossa estima, ou mais exatamente a baixa estima provocada por decisões contrárias aos nossos desejos.

É quando a raiva mais se aproxima de sua maior antítese, o amor.

Já nas relações profissionais, o próprio ambiente corporativo nos faz definir certos controles mínimos, que existem apenas para, “manter nossos empregos”, porque não pega bem.

É verdade, as regras no ambiente de trabalho nos dão alguns limites quanto a “controlar a nossa raiva”.

Exatamente diante este tipo de situação, que muitos, equivocadamente, sinalizam, que explicitá-la é uma forma de descarregar energia negativa e não se “corroer” internamente.

Aliás, tudo é justifcativa e todas devem ser respeitadas, mas a verdade mesmo é que devemos evitar fazer qualquer coisa que nos seja prejudicial, em quaisquer ambientes em que fazemos parte.

Afinal, uma afirmação pode ser feita: Ter Raiva dá Ruga…. e pronto.

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/raiva-o-retrato-mais-fiel-do-pior-que-podemos-ser-650b15a092dd

– Relacionamento saudável: como cultivar o afeto em relações amorosas.

Ter convívio íntimo com outra pessoa, muitas vezes tão diferente de você, nem sempre é fácil, mas é possível alinhar os objetivos em comum e aprender…

continua em: Relacionamento saudável: como cultivar o afeto em relações amorosas

– O mundo visto pelas Redes Sociais:

Uma imagem que faz uma perfeita analogia ao mundo virtual, abaixo:

Nossa diversidade de momentos e emoções sentidas e vividas, são vistas apenas por um clique postado nas Redes Sociais. E aquela situação específica passa a nortear para os outros o que você é ou aparenta ser. E o pior: assumimos aquela personagem criada!

Eu achei muito boa. Veja só:

– Inveja e Admiração.

A inveja e a admiração são como o as duas faces de uma mesma moeda, ambas refletindo sentimentos que expressamos diante de um outro e que só em função …

Continua em: INVEJA E ADMIRAÇÃO

 

– Um teste para ajudar portadores da Síndrome do Pânico e Depressão em geral.

Publicado há 5 anos, mas vale o repost:

Conheço muitas pessoas que sofrem com agorafobia, depressão e outros “parentes” da Síndrome dos Pânico. A falta de serotonina é um desses problemas.

Escrevo isso pois o jornalista da Rede Globo Jorge Pontual descobriu que após 40 anos tomando uma determinada medicação para depressão, não conseguia otimizar o resultado pois era a droga errada! O remédio era para o seu problema, mas as substâncias não conseguiam se metabolizar potencialmente. Após realizar um teste genético, verificou que outra medicação, para o mesmo problema mas com outros princípios ativos, metabolizaria em seu organismo muito melhor do que o remédio anterior.

Está aí a discussão: será que os remédios que tomamos, mesmo sendo os indicados para nossos males, respondem a contento em nosso corpo?

Em tempo: Jorge Pontual declarou estar “ótimo, estabilizado e contente como nunca” com a mudança de medicação após a realização deste teste que descobre quais as drogas que melhor reagem em seu corpo (chama-se “teste farmacogenético”).

Mais sobre isso, extraído de Vivabem.uol.com.br, abaixo:

TESTE GENÉTICO É SAÍDA PARA DEPRESSÃO QUE NÃO MELHORA

O correspondente da Globo em Nova York (EUA), Jorge Pontual revelou ter depressão e se tratar há 40 anos com o remédio errado. Ele fez um teste genético que revelou que metaboliza os remédios tão depressa a ponto de não surtirem efeitos. “O resultado do teste veio com a lista de antidepressivos que não funcionavam para mim, e eram justamente aqueles que tomei durante décadas. A boa notícia é que veio também a lista dos antidepressivos que funcionam”, afirmou.

De acordo com os especialistas ouvidos pelo VivaBem, os testes farmacogenéticos (nome do teste feito por Pontual) servem para determinar como os medicamentos se comportam em cada indivíduo a partir da análise do DNA. E servem para várias doenças como o câncer.

Wagner Gattaz, diretor do Laboratório de Neurociências do IPq-USP (Instituto de Psiquiatria da USP), explica que cerca de 20 a 30% dos pacientes com depressão não reagem adequadamente ao remédio e esse tipo de teste permite ao psiquiatra compreender o porquê disso acontecer.

O progresso da genômica permitiu que descobríssemos os genes das enzimas das células hepáticas responsáveis por metabolizar os medicamentos. Cerca de 75% das pessoas faz esse processo em uma velocidade normal, enquanto o restante ou metaboliza ultrarrápido ou lentamente”, fala Gattaz.

O paciente que metaboliza rapidamente tem uma enzima que faz com que o fígado trabalhe muito rápido aquela substância e o medicamento nem tem tempo para fazer efeito no corpo. Já os que metabolizam devagar, por sua vez, provocam acúmulo do medicamento no corpo, o que pode gerar efeitos colaterais sérios, como intoxicação.

Por isso, se o paciente tem a característica de destruir rapidamente um determinado antidepressivo, como era o caso de Pontual, a eficácia da droga será afetada. O teste, então, indica a característica de cada um e mostra quais são os remédios que o paciente tem chance de responder melhor e quais são os que ele terá uma intolerância.

Teste ou tentativa e erro?

Tanto Gattaz quanto o psiquiatra Fernando Portela, membro da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), afirmam que o antidepressivo começa a fazer efeito a partir da segunda semana, sendo que, após quatro semanas, o paciente precisa já sentir melhora em alguns dos sintomas da depressão, como ansiedade, apatia, culpa, descontentamento, desesperança, irritabilidade, perda de apetite, fome excessiva e insônia.

Se o paciente não teve remissão dos sintomas nesse primeiro mês, cabe ao médico fazer uma avaliação para identificar se precisa trocar o medicamento”, fala Portela.

O membro da ABP explica que só indica o teste para pacientes que já tenham trocado de medicamentos pelo menos três vezes. “Normalmente um bom psiquiatra consegue avaliar e diagnosticar bem seu paciente. Mas há casos em que é preciso recorrer aos testes para entender por que ele não está respondendo a nenhuma droga”.

Já Gattaz é a favor de recorrer ao teste sempre que possível, já que o interesse do médico e do paciente é descobrir o quanto antes qual é o medicamento capaz de colocar “um fim no sofrimento gerado pela depressão”.

O entrave, no entanto, é o preço dos testes que variam de R$ 1.300 a R$ 3.990. Além de não estar incluso no SUS (Sistema Único de Saúde) também não consta no rol da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), ou seja, os planos de saúde não cobrem o exame. No entanto, segundo os psiquiatras ouvidos pelo VivaBem, alguns planos reembolsam parte do procedimento.

medicamento para depressão

Foto: Ricardo Davino, de Saúde Vital, extraído de: https://saude.abril.com.br/medicina/teste-genetico-ja-e-usado-para-individualizar-a-escolha-de-remedios/

– Mudanças que fiz na minha vida: saí das redes sociais (por Café, Fé e Livros).

Primeira grande mudança que fiz em minha vida: eu saí das Redes Sociais. Já se passaram 3 anos completos que o Instagram, o Twitter e o Facebook não …

Continua em: Mudanças que fiz na minha vida: saí das redes sociais

– Avaliando: comentar ou não nas Redes Sociais?

Um pequeno guia que muita gente deveria usar: se for comentar algo na publicação de alguém, como proceder?

Um passo-a-passo abaixo:

– Desapegar-se é preciso.

Gostemos ou não, há momentos que precisamos “sacudir a poeira” e tocar para frente.

Taí uma mensagem interessante, na imagem abaixo:

– Compulsão Digital: um novo mal da Tecnologia

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

Vício digital: você sofre desse mal? - Blog ProDoctor

Imagem extraída de: https://prodoctor.net/blog/vicio-digital-voce-sofre-desse-mal/

– Que fim levou o Clubhouse?

Do nada, surgiu e virou uma febre: o “clubhouse”, um aplicativo (ou Rede Social) que só funciona em celulares da Apple, que era elitizado e que para participar, deveria receber convite.

Eu não entrei, mas vi que o modismosumiu!

Alguém ainda o usa?

Imagem extraída da Internet, divulgação clubhouse.

– A Pansexualidade na sociedade: um tabu.

Junho é o mês do Orgulho LGBTQIAPN+, e uma das “letrinhas” que entrou recentemente na denominação é o P, de Pansexual.

Diferentemente do Bissexual (a pessoa que gosta de homens e de mulheres), o Pansexual é aquele que gosta de pessoas, sem a preocupação do gênero. Ou seja: o interesse brota pelo caráter, atração, relacionamento e outras afinidades, sem a preocupação se é homem, mulher, assexuado, não binário, trans ou algo diferente. Simplesmente: pessoas.

Talvez o número de pansexuais na sociedade seja maior do que se pensa, pela “obscuridade” do termo e até mesmo por desconhecimento. Na música, Mille Cyrrus e Demi Lovato se declararam pansexuais. Na TV, Reynaldo Gianecchini e Preta Gil, idem.

Independente da questão sexual de cada pessoa, o respeito ao indivíduo deve sempre prevalecer. Até porque, na maior parte dos casos, não é “opção sexual”, mas condição do cidadão.

O Dia Internacional da Pansexualidade é comemorado em 8 de dezembro.

Imagem extraída de: https://br.pinterest.com/pin/802696333568414889/

– Ter resiliência…

Leia e diga: é não é verdade?

Abaixo: 

– Persistir é necessário!

O fracasso não pode nos impedir de buscar o sucesso. A insistência é uma virtude; a persistência, talvez algo redundante. Mas a resiliência, um dom!

Sobre o ex-presidente americano Abraham Lincoln, na imagem abaixo:

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