– Resiliência em frase curta.

Resiliência é resistir às tribulações sem mudar suas características. É passar por desafios, sofrimentos, tormentas e mudanças e resistir a sua essência. É viver fortemente!

Talvez essa curta frase, na imagem abaixo, seja um sábio conselho para alcançar a resiliência:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– O racista de Botafogo 2x 1 Palmeiras:

O que podemos falar sobre essa pessoa racista?

Abaixo:

– E quando você tem um “dia de Bia”?

Há certas situações nas quais você deve tomar cuidado para não fazer bobagem.

Respirar fundo, contar até 3 ou simplesmente se desconectar para não magoar profundamente alguém num momento em que você está tomado pela forte emoção (especialmemte se ela for negativa), é importante. A ausência de um diálogo, vez ou outra, é melhor do que uma discussão aflorada pelo nervosismo.

Digo isso por este meme, abaixo, da “Bia”. Veja e responda: já teve vontade de imitá-la?

Aqui:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Uma labuta constante.

Muitas vezes, conquistamos as coisas grandes a partir de pequenos esforços cotidianos.

E você se dá conta disso?

Insista / persista / tente sempre! Uma mensagem, abaixo, na imagem:

– Criando as filhas para serem grandes mulheres!

Para quem é pai de meninas e quer ver suas princesas terem sucesso quando adultas, vale a pena ler esse texto do Linkedin, originalmente escrito no “Leiturinha”.

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/meninas-felizes-mulheres-seguras-10-coisas-que-você-pode-oliveira/

MENINAS FELIZES, MULHERES SEGURAS: 10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Por Ana Clara Oliveira

Aqui entre nós, ter um filho é uma responsabilidade e tanto! Ser inteiramente responsável por um pequeno ser humano, criando-o e educando-o, faz com que muitas pessoas reflitam sobre si mesmas e sobre seus próprios valores. Isso porque nós, adultos, temos um papel fundamental na criação de pequenos mais confiantes, empáticos, solidários, tolerantes, amorosos, justos e felizes! E, verdade seja dita, o mundo tem precisado cada vez mais disso, não é?

CRIANDO MENINAS MAIS CONFIANTES E FELIZES

Reforçar a autoestima das crianças e valorizar, acima de tudo, o amor e o respeito, colabora para que elas se tornem adultos melhores e, isso é imprescindível na criação tanto de meninos, quanto de meninas. No entanto, levando em consideração o mundo em que vivemos, com as imposições e pressões que existem sobre as mulheres, é interessante pensar como os pais podem colaborar para que nossas meninas cresçam mais fortes, seguras, independentes e realizadas!

A preocupação com o corpo, a relação com a vaidade e com a carreira profissional, a divisão das tarefas domésticas e os estereótipos que cercam a feminilidade, são questões que precisam ser trabalhadas, desde cedo, com as pequenas, com muita conversa, respeito e exemplo. Para Sarah Helena, psicóloga, curadora na Leiturinha e mãe da pequena Cecília de 1 ano, “quando nasce uma criança (ou melhor, antes mesmo disso), a família, seja ela quem e como for, precisa repensar e ter em mente quais valores, princípios e comportamentos que gostariam que fossem passados adiante e quais aqueles que não. Para criar meninas independentes e seguras, estes têm que ser valores estimados na família, principalmente entre as mulheres, já que elas são um exemplo para as pequenas. Além disso, há que se romper com muitos estereótipos que reproduzimos na sociedade, como padrão de beleza ou a divisão das tarefas domésticas, por exemplo, e seguir construindo as próprias referências do que é bom e ruim. Isso requer paciência, coragem e ousadia. Ser nós mesmas, de forma autêntica, é uma das lutas mais árduas a se enfrentar na vida.”.

10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Pensando nisso, elencamos algumas atitudes simples que podem contribuir para que sua pequena tenha uma relação melhor com ela mesma e com os outros, tornando-se uma mulher mais segura e feliz!

  1. Evite criticar o próprio corpo na frente da sua pequena

Muito gordo, muito magro, alto demais ou muito baixinho… A insatisfação com o corpo é algo comum entre homens e mulheres. Isso porque há um padrão de beleza que, vez ou outra, todos tentamos nos enquadrar. No entanto, se você se sente assim em relação ao seu corpo, é importante se atentar para não demonstrar essa insatisfação na frente da sua pequena. Se alimentar bem e praticar exercício físico é algo maravilhoso para a saúde e bem-estar de todos nós, mas evite dizer a sua pequena que ela deve fazer isso para ficar magra ou bonita. Cedo ou tarde ela já vai se deparar com esse padrão imposto às mulheres, mas com a sua ajuda ela pode entender que é bonita como é e que a aparência não é o que ela tem de mais importante!

  1. Elogie suas qualidades, para além da aparência

É muito comum elogiar as meninas e, mais tarde, as mulheres, dizendo o quanto são bonitas. Isso não é errado, mas elas são tão mais do que isso! São inteligentes, curiosas, carinhosas, engraçadas, dedicadas, corajosas… Que tal se atentar para variar um pouco nos elogios, mostrando para sua pequena que a aparência dela é apenas um detalhe entre as infinitas qualidades que a tornam uma pessoa incrível!

  1. Incentive a independência e a autonomia

É importante que, desde cedo, você incentive e mostre para sua pequena que ela pode fazer suas coisas e se realizar sozinha. Não que ela não precise de outras pessoas, mas entender que ela é autônoma, independente e forte o suficiente para alcançar sua própria felicidade e sucesso, será muito importante para que ela cresça mais confiante e segura!

  1. Respeite suas escolhas

Se ela prefere o judô ao balé, a bicicleta ao patinete, as bonecas aos carrinhos, os super-heróis às princesas, o basquete ao futebol, a matemática ao português… Ou qual seja seus gostos e preferências, é fundamental que ela possa contar com você para apoiá-la e incentivá-la a dar o seu melhor em qualquer que seja sua escolha! Optar por isso ou aquilo não a tornará melhor ou pior, nem mais ou menos feminina.

  1. Mãe, seja uma pessoa completa

A maternidade é algo maravilhoso, mas ao se tornar mãe, a mulher não se limita a esse papel. Ela continua tendo seus gostos, suas escolhas, seus hobbies, suas vontades e seus sonhos. É importante que você, mãe, mostre para sua filha que você é uma pessoa completa, com todos os erros, acertos e ambições que isso possa significar. Isso fará com que ela cresça sabendo que ser mãe não elimina sua personalidade ou seus desejos enquanto pessoa.

  1. Evite super expor sua pequena a mídias que reforcem os padrões de beleza

Situações que reforçam padrões de beleza estão presentes nos mais variados contextos e parece quase impossível esquivar-se deles. Quando isso acontecer, converse com sua filha para que ela reflita sobre os padrões apresentados e a realidade de mulheres com quem ela convive ou vê na rua. Também cuide para que sua pequena esteja cercada de boas referências e representatividade, assim, ela não vai sofrer tentando se enquadrar em algo que ela não é, mantendo uma relação melhor e mais saudável com o próprio corpo.

  1. Priorize o conforto quando for escolher suas roupas

Na ala de roupas infantis femininas é comum vermos mini roupas de adultos, com muito brilho e muito cor-de-rosa, mas nem sempre tanto conforto. É importante que sua pequena sinta-se bem no que está vestindo, para poder correr e brincar livremente, como qualquer criança. Tome cuidado para não priorizar a roupa “mais bonita” que, talvez não permita que sua filha se movimente de maneira confortável e livre.

As crianças precisam aprender a brincar sem brinquedo também!

  1. Ensine-a a dizer não

Conhecer e respeitar seus limites é fundamental para uma vida mais equilibrada e feliz. Muitas mulheres se sobrecarregam na missão de cuidar de tudo e de todos sozinhas, aceitando mais do que seu corpo e sua mente suportam, ou ainda se submetendo a situações que não condizem com seus valores e vontades por medo de dizer não. Ensine sua pequena sobre responsabilidade e compromisso, mas deixe claro que ela não é obrigada a fazer o que não quer, que ela pode verbalizar suas vontades e limites e que eles precisam ser respeitados.

Mãe, você não precisa dar conta de tudo sozinha

  1. Divida as tarefas de casa de maneira justa

As crianças podem e devem ajudar nas tarefas domésticas, pois isso colabora para que desenvolvam o senso de independência, responsabilidade e respeito. Isso serve para os meninos e para as meninas. Portanto, é importante que os pais dividam as tarefas igualmente, levando em consideração a idade, claro, mas não o sexo dos filhos. Todos podem colaborar para que o lar fique mais organizado e agradável, afinal, todos vivem nele!

  1. Deixe-a perceber o quanto é especial

Enfim, o importante é que sua pequena entenda, desde cedo, o seu valor e o quanto ela é uma pessoa especial, com todas as suas qualidades e defeitos. A autoestima é algo construído dia a dia e você pode colaborar – e muito – para que ela cresça e se torne uma mulher mais confiante, segura e realizada. Isso, com certeza, irá contribuir para que ela se relacione melhor consigo mesma, tendo uma postura mais sensível, empática e gentil com as pessoas que a cercam.

(Publicado originalmente no Blog Leiturinha.)

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Imagem: Arquivo pessoal.

– Controlando o consumismo no Dia dos Pais.

Uma comemoração meramente consumista? O que é mais importante: o presente ou o pai? Veja como ter um dia dos pais especial, com essência e ainda …

Continua no link em: Controlando o consumismo no Dia dos Pais.

– Parabéns, Internet! Está ficando velhinha…

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos, e poucos sabiam o que era isso…

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 33 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– E quando você só ouve o “Não Posso”?

Qual a sua disponibilidade ao longo da vida para…

  • Passar um tempo com a família;
  • Lutar por um sonho;
  • Rezar e estar em paz com Deus, consigo e com o próximo;
  • Fazer um favor a alguém;
  • Ou pra qualquer outra coisa?

Essa imagem diz tudo e precisamos refletir: por que muitas vezes eu digo “não posso”? Por preguiça, medo, acomodação?

Veja:

Imagem extraída de: https://www.picuki.com/tag/serdesenvolvimentohumano%F0%9F%91%A3, autor desconhecido.

– Dependentes da Informática para tudo?

Compartilho interessante material sobre a tecnologia e o seu uso no dia-a-dia. E veja que curioso: o texto não é antigo e o assunto é atual, datado de 2012, mas como o propósito é falar das facilidades e transformações do mundo digital, parece que já é de muito mais tempo! O tema nos convida à seguinte reflexão: Somos escravos do computador?

É claro que falamos da tecnologia moderna. Todos nós nos tornamos dependentes dela, e muitas vezes queremos fugir totalmente dessa servidão ocasionada pelas máquinas. Mas isso é possível? Quanto tempo conseguimos ficar longe dos equipamentos com tecnologia de ponta?

O grau de dependência varia para cada indivíduo. E o seu, qual é?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI79096-15224,00-ESTAMOS+FICANDO+ESCRAVOS+DAS+MAQUINAS.html

ESTAMOS FICANDO ESCRAVOS DAS MÁQUINAS?

Os aparelhos modernos facilitam tanto nossa vida que rapidamente se tornam indispensáveis. Como o avanço tecnológico está alterando nosso comportamento e nosso modo de raciocinar

A mente humana possui uma capacidade prodigiosa de memorização. Dizia-se que Matteo Ricci, um jesuíta italiano que viveu na China no século XVI, sabia de cor o texto de 150 livros. Dois milênios antes, os bardos gregos se valiam da memória para transmitir de pai a filho os 15.693 versos da Ilíada, poema posto no pergaminho 400 anos após a morte de seu lendário autor, Homero. A educação dos cidadãos incluía o exercício de decorar os textos homéricos. Hoje, isso parece uma capacidade tão prodigiosa quanto inútil. Afinal, os livros estão aí, nas bibliotecas (ou na internet). Basta consultá-los. No mundo atual, prezamos mais o raciocínio que a decoreba – um termo pejorativo que não à toa é aplicado ao processo de memorização.

Transformações similares a essa estão acontecendo agora, no século XXI: a tecnologia, mais uma vez, está mudando nossa forma de pensar. Um exemplo é o GPS, o sistema de localização por satélite. Tóquio, a maior cidade do mundo, tem dezenas de milhares de ruas e avenidas, a maioria delas sem nome. As casas e os edifícios têm numeração, mas ela é aleatória, ou melhor, histórica: a casa mais antiga da rua em geral é a número 1, não importa em que altura esteja. A habilidade de localizar-se na cidade assombra os estrangeiros – e concede status especial a carteiros e taxistas.

Os candidatos a taxista, assim como em Londres, devem passar por um teste dificílimo para provar que sabem de cor o mapa da cidade. Isso exige anos de treinamento e memorização. Há alguns anos, depois do advento do GPS, a prova passou a aferir também se o candidato sabe usar o aparelho. O GPS tornou-se um equipamento-padrão nas frotas de táxi. Mas os motoristas mais velhos pouco o usam. Eles mantêm a malha viária viva na memória.

Os taxistas mais jovens recorrem bem mais ao aparelho. Ainda decoram o mapa da cidade, mas provavelmente começam a esquecê-lo assim que são aprovados no exame. O GPS representa um óbvio avanço para o cotidiano dos japoneses. O curioso é como um sistema inexistente há poucos anos caminha rapidamente para se tornar imprescindível.

Algo parecido aconteceu nos últimos meses em São Paulo. Acostumados às facilidades da internet para pesquisar serviços, trabalhar, conversar com amigos ou informar-se, centenas de milhares de clientes do serviço Speedy de banda larga da Telefônica sentiram-se frustrados com as constantes quedas do sistema. O mesmo tipo de sentimento nos assalta quando um vírus invade o computador, o celular perde a conexão ou o carro quebra.

Os mais afetados pela súbita privação da tecnologia são, em geral, os mais jovens. Eles nasceram imersos num mundo digital – e são mais dependentes dele. Segundo uma pesquisa feita em 2009, em Hong Kong, com 1.800 jovens de 18 a 25 anos, um em cada sete diz não ver sentido na vida sem a internet.

“Angústia, ansiedade e perda de concentração são sintomas da síndrome de abstinência em qualquer dependência. Não é diferente com a tecnologia”, diz a pesquisadora russa Nada Kakabadse, da Faculdade de Administração de Northampton, na Inglaterra, especializada em dependência tecnológica. “A tecnologia deveria ser uma ferramenta. Virou uma sobrecarga,” diz Kakabadse. “É a dependência da tecnologia portátil, que se leva consigo ao cinema, ao teatro, a um jantar e praticamente para a cama.

Há jovens que passam 16 horas por dia no videogame. Eles não se exercitam, comem mal, estão ficando doentes”, afirma. “A cultura do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana, também está ligada às novas possibilidades tecnológicas.” Kakabadse acredita que nossa entrega à tecnologia terá consequências. “A capacidade de julgamento é afetada. A tomada de decisões fica comprometida”, diz. “Em 20 anos, haverá leis restringindo o uso abusivo de eletrônicos, como ocorre com o tabaco e as drogas.”

Essa previsão parece exagerada. Mas já há, hoje, gente preocupada com nossa dependência tecnológica. Como sabe qualquer pessoa que tenha celular com agenda eletrônica, a espécie humana está perdendo a capacidade de decorar telefones – até o da própria casa. “Talvez o único meio de evitar os efeitos nocivos da dependência tecnológica seja conservar habilidades que não dependam do computador”, diz o historiador da tecnologia Edward Tenner, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Ele prega o uso do telefone, de vez em quando, no lugar do e-mail, ou fazer cálculos com lápis e papel, em vez de usar a calculadora.

Há gente mais radical. Em Vauban, um subúrbio de Freiburg, na Alemanha, a maioria dos 5.500 moradores largou o automóvel. O subúrbio não tem vagas para estacionar. Os 30% de moradores que têm carros são obrigados a deixá-los numa garagem perto da estação de trem. Cada vaga custa US$ 40 mil. Para fazer viagens, os moradores alugam carros comunitários. O abandono do mundo sobre quatro rodas nem sempre é fácil. “Algumas pessoas se mudam para cá e desistem rápido – sentem falta do carro”, diz Heidrun Walter, uma moradora. Vauban é a experiência mais avançada de um bairro “car free” na Europa. Trata-se de uma medida contra as emissões de poluentes que provocam o efeito estufa.

O mesmo motivo – tentar salvar o planeta do aquecimento global – inspirou um sacrifício ainda maior: desligar a geladeira. Foi o que fez a canadense Rachel Muston, representante de uma parcela ínfima, porém crescente, da população dos países ricos. “Estamos bem sem a geladeira,” disse Rachel ao jornal The New York Times. “Quando estava ligada, comprávamos muita comida pronta.” Hoje, Rachel vai mais ao mercado, compra quantidades menores e cozinha mais. Em outras palavras, gasta mais gasolina e descarta mais embalagens, o que torna discutível sua contribuição para conter o aquecimento global. Mas isso é outra história. O que chama a atenção, em pessoas como Rachel ou em subúrbios como Vauban, é a resistência à tecnologia, a tentativa de voltar a um estágio em que éramos mais “puros”, talvez mais humanos. O mais célebre desses movimentos foi dos luditas, no início do século XIX. Inconformados com o desemprego trazido pelas máquinas da Revolução Industrial, eles pregavam (muitas vezes com uso da violência) a volta ao sistema artesanal.

“Acho que as pessoas antitecnologia subestimam a capacidade do cérebro de se adaptar a novos desafios”, diz o neurocientista suíço Fred Mast, da Universidade de Lausanne. “Estudos mostram que o uso intensivo da tecnologia pode levar à melhora das habilidades cognitivas, pelo processamento de mais informações ao mesmo tempo.” Talvez percamos algumas habilidades, mas ganharemos outras. E, provavelmente, nossa vida ficará mais fácil. A não ser quando houver uma pane na internet.

– La Resiliencia: Superar Obstáculos.

La Resiliencia: Superar Obstáculos, nuestras vidas están llenas de desafíos y obstáculos que pueden poner a prueba nuestra fortaleza y determinación.…

Continua em: La Resiliencia: Superar Obstáculos

– O que te faz diferente?

Um lembrete reflexivo:

Pense: você se encaixou nisso?

– Reflexão de felicidade:

Olhe só que simpática reflexão entre “ser feliz”, “ter dinheiro” e… “comer algo que se gosta“:

“Dinheiro não compra felicidade, mas compra TORRESMO. Já viu alguém triste comendo torresmo?”

Tem sua lógica (e eu amo torresmo também, apesar de ser um “veneno” para a engorda…)!

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Imagem extraída da Web, @torresmariabh

– O Dr Felicidade e as dicas para ser feliz!

Já pensou existir um PhD em Felicidade, e que trabalha numa das principais universidades do mundo?

Ele existe e nos dá uma boa dica para evitar a infelicidade, os vícios! E alerta: “O maior vício do mundo atual não é o álcool, as drogas nem o jogo: é a tela do celular.”

Extraído de: https://www.metrojornal.com.br/colunistas/2018/12/17/tal-ben-shahar-o-professor-de-harvard-que-ensina-ser-feliz.html

TAL BEN-SHAHAR, O PROFESSOR DE HARVARD QUE ENSINA A SER FELIZ!

por Angélica Banhara

Ele se formou em Psicologia e Filosofia pela Universidade de Harvard (EUA) e lá conduziu seus estudos até se tornar PhD. Mas a fama veio mesmo quando seu curso de Psicologia Positiva passou a figurar entre os mais concorridos de Harvard. O israelense Tal Ben-Shahar esteve dias atrás no Brasil para palestrar no workshop Positive Experience, organizado pela Sociedade Brasileira de Coaching. Autor de vários livros sobre positividade e felicidade, inclusive o best-seller do The New York Times Seja Mais Feliz, Ben-Shahar dá algumas dicas para serem colocadas em prática hoje.

1. Deixe a infelicidade entrar

Se permita ser real, humano. Você não precisa estar feliz o tempo todo. “Quando negamos as emoções dolorosas e negativas — que são naturais, elas se intensificam”, diz Ben-Shahar. Os sentimentos — raiva, angústia, ansiedade — existem independentemente da nossa vontade. Aceitar esses sentimentos não significa se resignar, pois nós decidimos que atitude tomar a partir dessas emoções.

“Coragem não significa não ter medo. Significa ter medo e seguir em frente apesar disso”, conclui.

Dica de Ben-Sahar: “Precisamos ter uma espaço na nossa vida para sermos autênticos e realistas, deixando que as emoções ‘passem’. Do contrário, acabamos comprometendo nossa felicidade, saúde e corremos o risco de um ‘burnout’ (crise de esgotamento físico e mental)”.

2. Aprenda a lidar com o estresse

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), vivemos uma pandemia de estresse no mundo todo. O estresse prejudica a criatividade e a produtividade no trabalho e desencadeia doenças crônicas, como problemas cardíacos, hipertensão, diabetes e até câncer.

Por que o estresse está aumentando tanto? Estamos sobrecarregados, tentando fazer um malabarismo, acumulando muitas coisas ao mesmo tempo.
Ben-Shahar aponta que a descoberta mais relevante dos últimos 20 anos é que: o estresse não é o problema. Ele tem um potencial positivo e faz parte do sistema de defesa do nosso organismo.

O problema é a falta de tempo de recuperação entre os momentos de estresse — fundamental para o equilíbrio físico e mental.

O ser humano tem total capacidade de lidar com o estresse, desde que ele seja intercalado pelos momentos de recuperação.

“ As pessoas mais bem sucedidas, mais saudáveis e mais felizes experimentam o estresse como todos nós, mas encaixam momentos para recuperação na rotina estressante. Esses intervalos entre as situações estressantes têm a função de reenergizar a nossa vida”, afirma o professor.

Há 3 níveis de “recuperação” do estresse:

A – Nível micro

Tirar de 10 a 15 minutos para meditar, tomar um café ou apenas caminhar.

Ir à academia com regularidade.

Sair com amigos ou com a família. Nessas situações, o celular deve ficar na bolsa (nada de ficar olhando ou digitando).

(Dica: durante o expediente, a cada 2 horas, pare por um minuto e respire lenta e profundamente. Inspire contando até 5 e expire no mesmo tempo.)

B- Nível intermediário

Ter uma boa noite de sono. Para quem sofre com insônia: só o fato de estar na cama, deitado e relaxado, já tem efeito positivo na recuperação.

Aproveitar o fim de semana para descansar, viajar ou fazer programas com a família ou amigos.

Tirar um dia de folga de vez em quando.

     (“As pesquisas mostram que quem tira um dia de folga ou tem uma boa noite de sono fica mais criativo, produtivo e feliz”, diz Ben-Sahar).

C – Nível macro

Viajar de férias, pelo menos por uma semana.

      (“São nesses momentos de descanso que atingimos nosso potencial de saúde e felicidade.”)

3. Valorize os relacionamentos

“Este é o indicador número 1 da felicidade e da saúde: as pessoas que investem em seus relacionamentos são mais saudáveis e mais felizes”, declara Ben-Shahar.
E vale todo tipo relacionamento: romântico, familiar, de amizade, profissional…

O professor afirma que, com o surgimento das mídias sociais, o relacionamento entre as pessoas acabou prejudicado. O problema não são as mídias em si, mas seu uso excessivo.

“O maior vício do mundo atual não é o álcool, as drogas nem o jogo: é a tela do celular.”

Os relacionamentos virtuais não substituem o olho no olho, os relacionamentos pessoais.
Quando não desgrudamos do celular, deixamos de aprimorar nosso foco, engajamento e empatia, qualidades fundamentais tanto na vida pessoal como na profissional.

E conclui citando um estudo realizado em parceria pelas universidades de Harvard e Columbia que mostra que, quando fazemos algo bom para o outro, isso traz benefícios para nós mesmos e para todos ao nosso redor.

No estudo foram selecionados dois grupos de participantes: ambos tiveram seus níveis de felicidade mensurados.

O grupo 1 recebeu uma quantia em dinheiro para ser gasto com qualquer coisa que desejassem: um presente para si mesmo. Depois das compras, os níveis de felicidade foram mensurados e tinham aumentado.
No dia seguinte, essas pessoas foram novamente avaliadas. Os níveis de felicidade voltaram para os anteriores à compra.

Na segunda parte da pesquisa, o grupo 2 recebeu a mesma quantia de dinheiro que o primeiro grupo, mas foi orientado a gastar com os outros doando para uma instituição de caridade, comprando presentes para amigos e familiares… Depois das compras, os níveis de felicidade foram mensurados e tinham aumentado tanto quanto os do primeiro grupo.

A diferença foi que, no dia seguinte, quando essas pessoas foram novamente avaliadas, os níveis de felicidade tinham diminuído um pouco, mas estavam significantemente maiores do que os do grupo 1. Conclusão: doar é receber…

Coluna AngélicaO professor Ben-Shahar e eu durante sua passagem por São Paulo

– Prudência:

Certos lembretes populares são pertinentes, não?

Veja só:

– Com quem nos relacionamos?

Precisamos ter pessoas que agregam ao nosso lado, nada de nos acercarmos de gente tóxica ou que tem mau-caratismo.

Uma mensagem importante:

– Crescer!

E o crescimento pessoal nunca é um padrão. Respeite-se as diferenças!

Uma imagem esclarecedora: 

– 12 lembretes comportamentais diários:

Há certas práticas que são tão simples, e não praticamos

Para não esquecer:

– Você está apto para ter Filhos?

Recomendo um brilhante texto do Dr José Martins Filho: “Ter filho não é pra todo mundo”.

Dr Martins é autor do livro “A Criança Terceirizada”, e nesse artigo ele aborda o fato de que muitas famílias não refletem se verdadeiramente estão preparadas para terem filhos; se terão tempo para a educação delas, além de paciência para as brincadeiras. O desafio é: os pais farão sacrifícios para não “terceirizar” a criação dela?

A publicação está na Revista Galileu (Ed Junho), nas páginas 96-97. Vale a pena!

TER FILHO NÃO É PRA TODO MUNDO

Vamos ser sinceros: quem realmente tem capacidade para se dedicar a uma criança como deveria. Faça a análise antes de ter uma.

Será que todos os seres humanos precisam ser pais? Não sei. Cuidar bem de uma criança, além de ser de sumária importância, dá um trabalho danado. Crianças choram à noite, nem sempre dormem bem, precisam de cuidados especiais, de limpeza, de banho, alimentação, ser educadas e acompanhadas até idade adulta. E, principalmente: crianças precisam da presença dos pais. Sobretudo as menores, que requerem a mãe na maior parte de seu tempo. Não dando dois beijinhos pela manhã antes de ir para a creche, ou colocando a criança para dormir à noite, que será possível transmitir segurança, afeto e tranqüilidade. Alguns dizem: “o que interessa é a qualidade do tempo que passamos juntos e não a quantidade”. Se for assim, então diga ao seu chefe que você vai trabalhar apenas meia hora por dia, mas com muita qualidade. Certamente ele não vai gostar. Seu filho também não.
Sejamos sinceros, nem todo mundo está disposto a arcar com esse ônus. Talvez seja melhor adiar um projeto de maternidade, e mesmo abrir mão dessa possibilidade, do que ter um filho ao qual não se pode dar atenção, carinho e presença constante. Lembre-se que é preciso dedicar um tempo razoável: brincar junto, fazer deveres de casa, educar, colocar limites.

Como fazer tudo isso e ainda continuar no mercado de trabalho? Usando seu horário de almoço para comer junto com seu filho. Fazendo visitas na creche durante o dia. Passeando no final de semana, em atividades em que a criança seja prioridade, como praia, parques, jogos em conjunto. Por favor, isso não inclui shopping Center.

Sou obrigado a fazer tudo isso? Claro que não. Mas ser pai e mãe também não é uma obrigação. Trata-se de uma escolha, e como toda escolha, pressupõe que você abra mão de outras tantas. O que se propõe? A volta da mulher à condição de dona de casa? Também não. O que se propõe é a conscientização da paternidade e maternidade. A infância determina a vida de todos nós. Ela é fundamental para existência humana. Na esfera psíquica, os primeiros dois anos significam a base da construção de uma personalidade saudável. A violência, a agressividade, a falta de ética, a moralidade dos tempos modernos não são apenas fruto de dificuldades econômicas e sociais, mas da falta de amor, educação, limites.
Com a vida moderna as crianças passaram ocupar um papel secundário ou terciário na vida familiar. Lembrem-se que o futuro da humanidade dependem dessas crianças. Fico triste quando os pais nunca tem tempo de ir à escola para acompanhar a educação das crianças e adolescentes. Em muitos casos casais colocam a necessidade da maternidade a conceitos: – para não ficarem sozinhos na velhice – como se filhos fosse seguro anti solidão, em outros casos serve mais para mostrar às pessoas a masculinidade ou a fertilidade.

Após uma análise tranquila na possibilidade de ter ou não ter filhos, tenho certeza de que o mundo irá melhorar.

Imagem: Arquivo Pessoal

– Não use Drogas!

Repost de 5 anos:

Quantas famílias têm entes queridos perdidos nas drogas… Mesmo assim, há aqueles que dão de ombros a esse mal e defendem a legalização delas. Por fim, pior do que isso: há aqueles que, de maneira ignorante e populista, tentam usar tal discurso para promoção pessoal.

Compartilho esse texto da jornalista Izilda Alves (publicado há 1 ano, mas que é bem atual), que fez da campanha “Pela Vida contra as Drogas” promovida pela Rádio Jovem Pan, uma ação social que deveria ser usada pelo Governo Federal como prevenção (eu mesmo já assisti a uma palestra numa oportunidade em que levamos a campanha para a UniSant’Anna, em Salto-SP, onde lecionei por um bom período).

Pasmem: o protagonista da absurda fala no qual Izilda ilustra seu texto é de Henrique Meirelles!

É mole?

POR IZILDA ALVES, DO SEU FACEBOOK

É com declaração como a de Henrique Meirelles, candidato à Presidência pelo MDB, que se perde eleição. Meirelles declarou:

Se eleito, vou liberar o uso da maconha porque não causa danos permanentes.

Candidato! Que ignorância é essa sobre maconha!!!!!

Se o senhor e sua equipe  tivessem o cuidado de pesquisar sobre a maconha, descobririam que suas palavras significam tornar o Brasil “uma fábrica de esquizofrênicos”, como tem alertado o psiquiatra Valentim Gentil Filho em sua pesquisa “Maconha e  demência”, referência hoje para todos os que estudam os efeitos das drogas. Valentim Gentil Filho é da Universidade de São Paulo, candidato!

Ah, descobririam também que maconha “dificulta o pensamento e interfere na capacidade de aprender e  executar tarefas complicas”, alerta o principal centro de estudos sobre drogas nos Estados Unidos, o NIDA.

Candidato, vem pra rua, converse com especialistas e conheça famílias que perderam os filhos exatamente pelo uso da droga que o senhor está defendendo: a maconha. Ou o uso da maconha é, de fato, o que o senhor deseja para nossas famílias?

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– Precisamos de Desintoxicação Digital?

Cada vez mais estamos dependendo da tecnologia no nosso dia-a-dia. Muitas vezes, somos reféns dela. Mas aí vem outra questão: e quando estamos viciados pelos celulares, computadores e outros eletrônicos?

Olha que assunto interessante: Clínicas para Desintoxicação Digital!

QUANTO TEMPO É NECESSÁRIO PARA UMA ‘DESINTOXICAÇÃO DIGITAL’?

DA BBC BRASIL

Na era de “ansiedade digital” em que vivemos, mais e mais pessoas optam por uma medida radical –divulgada por um movimento que começou há cinco anos nos Estados Unidos– para lidar com a dependência da internet e das redes sociais: “desconectar” de tudo.

O princípio é semelhante ao do tratamento de pessoas com adicções a substâncias químicas, a ideia de “limpar” o corpo.

E se você não lembra da última vez que foi dormir sem usar o celular pouco antes de fechar os olhos, e se faz muito tempo que não deixa de conferir as redes sociais ou sai de casa sem o telefone, pode estar precisando de uma “desintoxicação digital”.

“Desconecte para reconectar” é o lema da Digital Detox, uma das organizações que iniciaram o movimento em San Francisco (EUA), em 2012, apenas um ano antes do dicionário Oxford incluir pela primeira vez o termo “desintoxicação digital” em suas páginas.

Seu fundador, Levi Felix, trabalhava 70 horas sem descanso por semana em uma start-up, até ser hospitalizado por exaustão em 2008.

Pouco tempo depois, ele trocou seu computador por uma mochila. Foi com sua namorada viajar pelo mundo e se mudou para uma ilha remota no Sudeste Asiático.

A experiência abriu seus olhos e o inspirou a criar a sua própria empresa –dois anos e meio e 15 países depois– com a ideia de organizar retiros de ioga e meditação para ajudar as pessoas a se desconectar da tecnologia.

Desde então, o número de iniciativas para o mesmo fim não parou de crescer. Veja abaixo algumas delas e o tempo de “desintoxicação” que sugerem:

DESCANSO DIGITAL DE PELO MENOS 3 DIAS

“Vivemos em um mundo cada vez mais digitalizado”, conta à BBC Mundo Martin Talk, fundador da Digital Detoxing, uma empresa com sede no Reino Unido que “ajuda pessoas a encontrar um equilíbrio saudável entre as tecnologias digitais e o mundo não digital.”

Martin organiza “retiros digitais” para que seus clientes possam deixar o mundo tecnológico de lado por um tempo e curar seu vício digital ,”geralmente por um período mínimo de três dias.”

“As pessoas precisam de tempo para se adaptar”, diz ele. “A reação inicial é o horror de ter o telefone longe ou efeitos como a ‘vibração fantasma’ no bolso, o que os faz pensar que o dispositivo está tocando, mesmo quando ele não está lá.”

No entanto, e apesar do sofrimento inicial, Martin diz que as pessoas começam a se sentir “muito mais relaxadas” à medida que o processo avança.

“Muitos descrevem a sensação como uma respiração profunda de ar fresco. As pessoas se sentem mais envolvidas com o mundo ao seu redor”, diz o especialista.

RETIRO DE SILÊNCIO: 10 DIAS

Carla, uma jovem espanhola que mora na Holanda, teve uma experiência semelhante há apenas um mês em Mianmar. Durante 10 dias, desligou completamente seu telefone e as redes sociais e participou de um retiro de silêncio em um monastério budista. Longe da tecnologia, com o único propósito de meditar e se “reconectar” com ela mesma.

“Nos primeiros cinco dias, eu estava querendo fazendo as malas para ir embora. Foi difícil. Mas eu não desisti e decidi viver a experiência até o fim”, disse ela à BBC Mundo.

Geralmente, esse tipo de retiro não pode durar menos tempo. A experiência implica em levantar-se todos os dias às 4h00 e meditar por duas horas, tomar café da manhã, fazer meditação em grupo, comer, e meditar até o fim do dia (e ir para a cama sem jantar).

Mas como é voltar ao “mundo digital”, depois de uma experiência como essa?

“Eu me senti diferente, como se estivesse faltando alguma coisa, como se não estivesse conectada com o mundo”, diz Carla.

“Usar o celular de novo foi o mais estranho. Não tinha certeza se queria ligar de novo. Mas acho que mais pessoas deveriam ter a mesma experiência para aprender a controlar o hábito.”

Carla fala do retiro como uma provação –que ela não se arrepende de ter enfrentado.

TERAPIA DE DESCONEXÃO: AO MENOS 6 MESES

Marc Masip, psicólogo e diretor do Instituto de Psicologia Desconecta, em Barcelona, ​​disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que “é muito difícil largar [o telefone e redes sociais], mas é muito fácil voltar a se envolver”.

Masip diz que a “intoxicação digital” é tratada como qualquer outro vício, embora, neste caso, sem substâncias relacionadas a ele, mas comportamentos.

Ele enfatiza que cada caso é diferente, mas é necessário ao menos seis meses de terapia cognitiva-comportamental para mudar de hábitos e o tratamento ser eficaz.

“Na verdade, não se trata de quanto tempo de terapia é necessário. Trata-se de averiguar por que houve tal vício e que conflitos ele causou”.

Seu programa inclui acampamentos de desintoxicação, com esportes, meditação e sessões psicológicas.

“No início, os pacientes nos dizem que têm ansiedade, mas, em seguida, se sentem mais relaxados. Eles melhoram todos os aspectos de sua vida, do trabalho às relações sociais”, explica Masop.

“A conscientização social é necessária para percebermos que temos um problema e fazer um plano individualizado para cada pessoa. Há um perfil de um viciado e um roteiro, mas cada caso é diferente.”

A parte mais difícil, diz Masop, é perceber que existe uma dependência.

ADOTAR A IDEIA: 1 DIA

Frances Booth, especialista em desintoxicação digital e autora de “The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World” (A Armadilha da Distração: Como se Concentrar em um Mundo Digital, na tradução livre) diz que precisamos nos desconectar do mundo digital por razões de “saúde e produtividade.”

“Muitas pessoas estão estressadas e sobrecarregadas pelo excesso de informação e sofrem pela demanda de estar constantemente conectada. Precisamos alcançar um melhor equilíbrio”, disse a jornalista à BBC Mundo.

Booth aponta que fazer uma desintoxicação digital “pode ​​ajudá-lo a recuperar o equilíbrio e, quando você retornar ao trabalho, você estará mais produtivo.”

Mas por quanto tempo é necessário?

“É incrível a diferença que pode fazer apenas um dia sem estar constantemente conectado”, diz a autora.

“Você começa a ter a noção de ter tempo para outras coisas e pensar sem interrupções constantes.”

E para descobrir se você precisa da desintoxicação, recomenda fazer a pergunta: “Você é capaz de ir até a loja da esquina sem levar seu smartphone?”

Tanya Goodin, fundadora da empresa especializada em desintoxicação digital Time To Log Off (Hora de desconectar), em Londres, diz que “inclusive uma hora ou duas são suficientes para se ‘reiniciar’ e acalmar a mente da constante estimulação digital.”

“Mas para melhores benefícios (especialmente um melhor descanso) recomendamos 24 horas”, diz à BBC Mundo.

Em seus retiros especializados, Goodin garante que os hóspedes ficam longe de “todos os dispositivos digitais” e os armazenam em um lugar reservado, a sete chaves.

Mas não há necessidade de ir a um retiro para fazer uma desconexão digital.

“Se você quiser fazer isso em casa, basta colocar todos os seus equipamentos em uma gaveta ou em um armário fechado. Não tente desconectar do mundo digital com seu celular e laptop por perto”, recomenda Goodin.

E, para ser eficaz, precisa “desligar completamente o seu telefone, tablet, computador ou qualquer outro aparelho digital. Isso significa não se conectar a redes sociais e se isolar completamente [de forma temporária] do mundo digital.”

E para quem ainda tem dúvidas sobre a necessidade ou não de se desconectar ou mesmo “desintoxicar”, Goodin oferece o seguinte conselho: “Se você perceber que você tem falta de sono e que você tem dificuldade para se concentrar ou que seu humor se deteriora sempre que você usa redes sociais, uma desintoxicação digital será, sem dúvida, de grande ajuda.”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

IN ENGLISH – We are becoming increasingly dependent on technology in our daily lives. Often, we are held hostage by it. But then another question arises: what about when we are addicted to cell phones, computers, and other electronics?

Here’s an interesting topic: Digital Detox Clinics!

HOW LONG IS A ‘DIGITAL DETOX’ NECESSARY?

FROM BBC BRAZIL

In the era of “digital anxiety” we live in, more and more people are opting for a radical measure – popularized by a movement that began five years ago in the United States – to deal with internet and social media addiction: to “disconnect” from everything.

The principle is similar to the treatment for people with chemical substance addictions, the idea of “cleansing” the body.

And if you can’t remember the last time you went to sleep without using your phone right before closing your eyes, and if it’s been a long time since you stopped checking social media or left home without your phone, you might be needing a “digital detox.”

“Disconnect to reconnect” is the motto of Digital Detox, one of the organizations that started the movement in San Francisco (USA) in 2012, just one year before the Oxford dictionary first included the term “digital detox” in its pages.

Its founder, Levi Felix, worked 70 hours non-stop a week at a start-up until he was hospitalized for exhaustion in 2008.

Shortly after, he traded his computer for a backpack. He traveled the world with his girlfriend and moved to a remote island in Southeast Asia.

The experience opened his eyes and inspired him to create his own company – two and a half years and 15 countries later – with the idea of organizing yoga and meditation retreats to help people disconnect from technology.

Since then, the number of initiatives for the same purpose has not stopped growing. See some of them below and the suggested “detox” time:

AT LEAST 3 DAYS OF DIGITAL REST

“We live in an increasingly digitized world,” Martin Talk, founder of Digital Detoxing, a UK-based company that “helps people find a healthy balance between digital technologies and the non-digital world,” tells BBC Mundo.

Martin organizes “digital retreats” so that his clients can put the technological world aside for a while and cure their digital addiction, “usually for a minimum period of three days.”

“People need time to adapt,” he says. “The initial reaction is the horror of having the phone away or effects like ‘phantom vibration’ in the pocket, which makes them think the device is ringing, even when it’s not there.”

However, despite the initial suffering, Martin says people start to feel “much more relaxed” as the process progresses.

“Many describe the feeling as a deep breath of fresh air. People feel more engaged with the world around them,” says the expert.

SILENCE RETREAT: 10 DAYS

Carla, a young Spaniard living in the Netherlands, had a similar experience just a month ago in Myanmar. For 10 days, she completely turned off her phone and social media and participated in a silent retreat at a Buddhist monastery. Away from technology, with the sole purpose of meditating and “reconnecting” with herself.

“For the first five days, I wanted to pack my bags and leave. It was difficult. But I didn’t give up and decided to live the experience until the end,” she told BBC Mundo.

Generally, this type of retreat cannot last less time. The experience involves getting up every day at 4:00 AM and meditating for two hours, having breakfast, group meditation, eating, and meditating until the end of the day (and going to bed without dinner).

But what is it like to return to the “digital world” after an experience like this?

“I felt different, as if something was missing, as if I wasn’t connected to the world,” says Carla.

“Using the phone again was the strangest thing. I wasn’t sure if I wanted to turn it on again. But I think more people should have the same experience to learn to control the habit.”

Carla talks about the retreat as an ordeal – which she does not regret having faced.

DISCONNECTION THERAPY: AT LEAST 6 MONTHS

Marc Masip, psychologist and director of the Disconecta Psychology Institute in Barcelona, told BBC Mundo, the BBC’s Spanish service, that “it’s very difficult to drop [the phone and social media], but it’s very easy to get back into it.”

Masip says that “digital intoxication” is treated like any other addiction, although, in this case, without related substances, but behaviors.

He emphasizes that each case is different, but at least six months of cognitive-behavioral therapy is needed to change habits and for the treatment to be effective.

“Actually, it’s not about how much therapy time is needed. It’s about finding out why there was such an addiction and what conflicts it caused.”

His program includes detox camps, with sports, meditation, and psychological sessions.

“At first, patients tell us they have anxiety, but then they feel more relaxed. They improve all aspects of their lives, from work to social relationships,” explains Masop.

“Social awareness is needed for us to realize that we have a problem and to make an individualized plan for each person. There is a profile of an addict and a roadmap, but each case is different.”

The hardest part, says Masop, is realizing that there is a dependency.

EMBRACING THE IDEA: 1 DAY

Frances Booth, digital detox expert and author of “The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World,” says we need to disconnect from the digital world for reasons of “health and productivity.”

“Many people are stressed and overwhelmed by information overload and suffer from the demand to be constantly connected. We need to achieve a better balance,” the journalist told BBC Mundo.

Booth points out that doing a digital detox “can help you regain balance and, when you return to work, you will be more productive.”

But for how long is it necessary?

“It’s amazing the difference just one day can make without being constantly connected,” says the author.

“You start to get a sense of having time for other things and thinking without constant interruptions.”

And to find out if you need detox, she recommends asking the question: “Are you able to go to the corner store without taking your smartphone?”

Tanya Goodin, founder of the digital detox specialized company Time To Log Off in London, says that “even an hour or two is enough to ‘reset’ and calm the mind from constant digital stimulation.”

“But for better benefits (especially better rest) we recommend 24 hours,” she tells BBC Mundo.

In her specialized retreats, Goodin guarantees that guests are kept away from “all digital devices” and stored in a reserved, seven-locked place.

But there’s no need to go to a retreat to do a digital disconnection.

“If you want to do this at home, just put all your equipment in a drawer or a locked cabinet. Don’t try to disconnect from the digital world with your cell phone and laptop nearby,” Goodin recommends.

And, to be effective, you need to “completely turn off your phone, tablet, computer or any other digital device. This means not connecting to social media and completely isolating yourself [temporarily] from the digital world.”

And for those who still have doubts about the need or not to disconnect or even “detox,” Goodin offers the following advice: “If you notice that you lack sleep and that you have difficulty concentrating or that your mood deteriorates whenever you use social media, a digital detox will undoubtedly be of great help.”

– Vale a pena insistir em coisas que não valem a pena?

A teimosia é uma coisa. A burrice, é outra. Ambas, em algumas vezes, se assemelham.

Uma lição de vida:

(Ah, o texto realmente não é sobre canetas, mas sobre pessoas).

– Será que é simples assim?

Ao ler essas dicas para ter uma vida mais leve, me deparei com alguns dilemas: todos esses aconselhamentos funcionam mesmo? São praticáveis? Permissíveis incondicionalmente?

Abaixo:

Será que tudo que tenho vontade, eu posso fazer?

Não é bem assim… mas seria bom que fosse!

(Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida).

– A confusão de valores e de sentimentos na Sociedade.

A confusão da busca do empoderamento com o egoísmo, da liberdade com a libertinagem, ou ainda do entendimento equivocado dos valores… tudo está acabando com a sociedade e machucando pessoas.

Por um mundo mais amável! Urgentemente, pois dos adultos às crianças, tudo parece estar errado.

Em: https://youtu.be/GQP2dQTuoT0?si=-wSXuAoHvpWwY3ot

– Ser gentil consigo mesmo.

Leio a frase impactante da psicóloga Thaynah Costa:

“Seja gentil consigo mesmo. Lembre-se de que você merece amor e compaixão, tanto de si mesmo quanto dos outros”.

Perfeito! Nos maltratamos tanto no dia-a-dia… precisamos, algumas vezes (ou frequentemente), de nos amarmos de verdade.

Compartilho um artigo extraído do LinkedIn nessa mesma linha (extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/seja-gentil-consigo-mesmo-ada%C3%ADs-lins-salviano/?originalSubdomain=pt).

SEJA GENTIL CONSIGO MESMO

Por Adaís Lins Salviano

Dias atrás conversava com um amigo muito querido, que recentemente trocou de função e empresa, ele me contava de como precisou trabalhar seus sentimentos para superar o que chamamos de “Síndrome do Impostor” .

Essa condição que aparece como uma desordem de autopercepção, é muito comum quando recebemos uma promoção ou trocamos de emprego, sentimos como se existisse uma voz interna nos perseguindo com uma pergunta insistente “e se eu não for bom o suficiente?”

A ansiedade, insegurança e dúvidas quanto a nossa capacidade, surgem mesmo quando trabalhamos duro para alcançar o sucesso e isso nos lembra o quão humanos nós somos!

É muito importante ficar atento a atitudes de autossabotagem, como por exemplo, focar sempre o lado negativo das coisas, nutrir sentimentos de não pertencimento, medo constante de errar, adiar tarefas importantes por achar que não somos capazes e ficar se comparando constantemente com os outros.

Autoconsciência e uma boa percepção da realidade são os primeiros passos para vencer essa situação que pode atingir a qualquer pessoa. As terapias comportamentais são as melhores aliadas para superar esses momentos.

Deixo um conselho especial que tem me acompanhado todos os dias e me faz repensar várias vezes atitudes que podem me autossabotar, “Seja sempre gentil consigo mesmo!”

Pare de se comparar tanto, de se cobrar o tempo todo! Que tal celebrar as pequenas vitórias? Não se cobre tanto por opiniões dos outros, por frustrações sem fundamentos. Seja gentil consigo mesmo e veja como a vida pode ser a cada dia um pouco mais leve.

Imagem extraída do link acima.

– Os 4 Temperamentos:

Em que seu temperamento te ajuda na organização?

Continua no link em: Temperamento

– Desenvolva-se como pessoa!

Cinco dicas válidas para crescermos profissional e pessoalmente

Veja só (e apliquemos):

– Você pratica bons hábitos?

Olhe que legal: 10 hábitos que devemos praticar em meio à loucura do mundo (abaixo) e que nos trazem para a reflexão se estamos fazendo a coisa certa ou não.

Quantas práticas, das citadas, você realiza?

– Estudemos exemplos de todos os comportamentos.

De tudo, se pode tirar lições!

Exemplos de “como ser” e “como não ser”.

Abaixo:

– Com quem você se alivia?

Incontestável!

Com quem você se sente bem?

– Você recebe e distribui elogios?

Gostei dessa imagem: damos a verdadeira importância ao elogio?

Você costuma elogiar o outro?

E recebe elogios também?

Para refletir:

– The Power of Patience: Achieving Success Through Daily Practice.

Welcome to our blog, where we’re gonna  explore today about the importance of patience and daily practice in achieving your goals. Whether you’re …

Continua em: The Power of Patience: Achieving Success Through Daily Practice

– A boa dica do terapeuta.

Gostei e pratico: tempos atrás minha psicóloga me disse que “quando não couber mais, escreva”.

Ótima sugestão, e indico para os amigos fazerem o mesmo.

Quando tiver vontade de gritar, chorar, extravasar… escreva!

Não importa o motivo. Se você estiver tendo paciência, fazendo sua parte e ainda se sentir sozinho… não fique remoendo. Escreva.

Continue, mesmo que pareça inútil o que você estiver fazendo. O essencial é: mantenha-se sóbrio. Reze, respire e… escreva!

Fica a dica.

– Como você trata as pessoas?

Como você trata as pessoas? Suas palavras e atenção podem determinar relações mais amistosas… ou ofensivas!

Brevemente, nesse vídeo, em: youtu.be/zrIIbk20PIY?si .

#carisma #cnv #educação #respeito

– A teoria da Pipoca.

Saibamos respeitar nossas diferenças e nossas particularidades.

Uma analogia muito simples, e ao mesmo tempo, propícia:

– Igualdade e Equidade.

A ilustração é perfeita. De maneira simples, diferenciando o que é igualdade e equidade.

Veja:

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.