– Dica da Noite 1:

A disciplina nunca fará mal!

Um recado:

– Depressão e Tristeza, explicados:

Muitas vezes nós confundimos vários conceitos: tristeza, dificuldades profissionais, Burnout e depressão, além de outras relações.

Vale a pena entender tudo isso, pela nossa saúde mental, em: https://youtu.be/4TiAZI-RLVE?si=c5W-u759RRH0BqGv

– Resolva os seus problemas.

Já reparou que os problemas não resolvidos “nos perseguem”?

Por quê postergá-los? A procrastinação não é um caminho, pois acaba trazendo ansiedade e medo.

Encare-os! E fica a dica:

– Loving Yourself First: 7 Amazing Benefits of Treating Yourself Well.

Do you want to know the true meaning of loving yourself first and the positive changes that come with it? Here are the mind-blowing advantages you …

Continua em: Loving Yourself First: 7 Amazing Benefits of Treating Yourself Well

– Não escandalize, nem queira estrelismo. Ser discreto é difícil para muitos.

Perfeito!

Para ter sucesso, não precisa ser arrogante ou “aparecido”. Uma mensagem:

– Uma História de Terror Moderna: uma pessoa sem Redes Sociais!

É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!

Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!

Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0

– O Equilíbrio Emocional: em busca de boas condições de vida!

Sempre ouvi que pessoas viciadas em drogas devem evitar um tripé constituído de: Situações, Lugares e Pessoas, a fim de evitar recaídas do consumo, quando em tratamento.

Na busca da boa qualidade de vida, devemos pensar da mesma forma: evitar pessoas desagradáveis ou que lhe tragam assuntos indesejáveis; lugares que tragam tristes recordações ou incômodos; situações que tragam constrangimento ou desejo de fazer algo que não queira.

A vida é assim. A busca do equilíbrio emocional talvez seja um dos grandes desafios dos tempos modernos.

Desenvolva o seu equilíbrio emocional na vida pessoal e no trabalho

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Qual é o seu grande medo?

Você tem um grande temor na vida?

Os brasileiros, segundo o Datafolha, temem (na ordem que segue) depender fisicamente de alguém, perder a saúde mental ou precisar de dinheiro, respectivamente.

E o medo de morrer?

Veja só onde ele está,

Extraído de: http://www.osul.com.br/maioria-dos-brasileiros-nao-teme-morte-ou-velhice-mas-tem-pavor-de-se-tornar-dependente-de-alguem-revela-pesquisa-do-datafolha/

A MAIORIA DOS BRASILEIROS NÃO TEME A MORTE OU A VELHICE, MAS TEM PAVOR DE SE TORNAR DEPENDENTE DE ALGUÉM, REVELA PESQUISA DO DATAFOLHA

A maioria dos brasileiros não teme a morte ou a velhice, mas tem pavor de se tornar dependente fisicamente, mentalmente ou financeiramente, aponta pesquisa do instituto Datafolha.

Entre os entrevistados, 84% têm medo de depender fisicamente de alguém, 83% temem a dependência mental e 78% a financeira. As mulheres são mais medrosas do que os homens: 87% a 81%, 86% a 79% e 81% a 75%, respectivamente.

No total, 71% dos brasileiros não temem a velhice e 74% não têm medo da morte. Os homens são os mais destemidos em ambos os temas: 76% contra 67% das mulheres e 79% contra 69%, respectivamente. Na média, os brasileiros querem viver até os 89 anos de idade, resposta que se mantém constante em todas as faixas etárias.

A faixa dos que têm mais de 60 anos é a que menos tem medo da velhice e da morte (80% nos dois casos). E aqui de novo os homens são mais destemidos: 83% contra 78% para velhice, 84% contra 74% para a morte. O ápice dos que têm muito medo da velhice acontece dos 35 aos 44 anos: 11% deles dão essa resposta. Já em relação ao medo de morrer, ele decresce com a idade, de 67% de destemidos entre os mais novos até 80% entre os mais idosos.

“É natural que as pessoas tenham medo menor de algo que elas já têm certeza [a morte] e temam mais aquilo que está incerto. Sei que vou morrer, mas não sei se ficarei inválido, pobre, dependendo de outras pessoas”, disse o geriatra Douglas Crispim, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Os brasileiros com curso superior são os mais apavorados: 13% dizem ter muito medo da velhice. Os mais ricos são ainda mais medrosos: 19% dos que ganham acima de dez salários mínimos (no total da população) têm muito medo de envelhecer, contra 9% entre os que ganham menos de cinco salários mínimos. Os brasileiros mais ricos têm também menos medo de morrer: 17%, contra 26% dos mais pobres.

Dependência financeira

Das três dependências, a financeira é a que apresenta maior queda quando se olham os mais velhos: 69% dos idosos temem depender de alguém financeiramente, contra 78% dos mais jovens. O pico é na faixa dos 35 aos 44 anos, na qual 82% assumem o temor. O medo, entre os idosos, de ficar dependente física ou mentalmente chega a 83% entre mulheres, aponta a pesquisa.

“O sistema público de saúde caótico e os planos cada vez mais caros fazem com que muita gente que vive do seu trabalho corra o risco de ficar sem um meio de sobrevivência se perder o emprego ou se tornar inválido”, diz Crispim.

Na pesquisa do Datafolha, foram ouvidos 2.732 brasileiros com 16 anos ou mais sobre assuntos como saúde, sociedade, família e finanças. O levantamento, realizado em todas as regiões do País, tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Medo - InfoEscola

Imagem extraída de: https://www.infoescola.com/comportamento/medo/

– Avaliando: comentar ou não nas Redes Sociais?

Um pequeno guia que muita gente deveria usar: se for comentar algo na publicação de alguém, como proceder?

Um passo-a-passo abaixo:

– Dica da Noite 1:

Sejamos sempre gratos!

– Você aplica a Regra 34 em sua vida? Paremos de reclamar!

São Bento de Núrsia, abade de admirável vida monástica, inspirou várias regras dentro dos mosteiros. E uma delas é genial, que parece ter sido elaborada para nossos dias: a de se evitar reclamações!

A Regra 34 diz, na “essência de seu texto”:

“Antes de tudo, que não surja o mal da murmuração em qualquer palavra ou atitude, seja qual for a causa”.

Quantas vezes reclamamos da vida, com ou sem razão?

Nossos lamentos são, muitas vezes, vícios de conduta?

Por quê reclamamos?

Evitamos ficar nas reclamações?

Veja que texto interessante, abaixo, extraído de : http://www.cliquef5.com.br/conteudo.php?cid=18101

APLIQUE AGORA A REGRA 34

Resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando.

Por Janine de Oliveira

Nada mais desagradável que uma pessoa que vive reclamando da vida. Reclamando de tudo. Mas como é bom poder encontrar pessoas que te dão uma lição de vida contando sobre como é a sua vida. Sobre o que acredita. Sabemos que vivemos em um mundo onde o passo do relógio é quem dita nosso cotidiano. Temos menos tempo, e cada dia mais coisas para fazer. A verdade é que o tempo é o mesmo de décadas atrás, mas nós é que acumulamos funções, e reclamar talvez tenha sido uma dessas heranças modernas que acabamos adquirindo. O que seria de nós se não tivéssemos as regras para regulamentar a modernidade. É comum o regramento nas associações, clubes, organizações. Não há agrupamento humano que não elenque prescrições que devem ser seguidas por todos os seus membros. O movimento monástico e outros do mesmo segmento sempre tiveram apontamentos bem claros. Para abraçar este estilo de vida era necessário, antes de tudo, ter conhecimento e boa iniciação na observância da regra. São Bento, por exemplo, no número 34 da regra, institui uma atitude bem pertinente para os nossos tempos: Não resmungar.
Ao propor que os seguidores não resmungassem, o idealizador tinha amplo conhecimento das posturas humanas, bem como suas consequências. A preservação do ambiente fraterno era muito significativa. Não convinham murmúrios e objeções negativas. Em nada ajudaria para a realização pessoal e comunitária. Além disso, abria espaço para lamentações e, quem sabe, até dissabores verbais.
A referida regra 34 poderia estar estampada em muitos espaços coletivos. Faria um bem enorme. Para algumas pessoas insatisfeitas, a inscrição beneditina poderia ficar ao alcance dos olhos. Toda vez que sentisse desejo de emocionalizar algum fato ou postura poderia se dar conta de que o ato de resmungar nada acrescenta. Pelo contrário, cria distância, torna o clima pesado e atrapalha os objetivos a serem alcançados.
Não é proibido discordar, debater, contrapor. Agora, resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando. Ninguém consegue ficar por perto daquelas pessoas que se acostumaram a reclamar de tudo e de todos. Míopes para as coisas positivas, descrentes diante do amanhã. Quando conseguem sonhar, tudo se resume em pesadelos.
Talvez, de imediato, veio à mente a imagem de alguém que se aperfeiçoou na arte de resmungar. Descarte essa lembrança. Uma releitura minuciosa das suas atitudes poderá detectar que, em alguns momentos, deslizamos para o campo da insatisfação e gastamos minutos preciosos resmungando. Se isso for frequente, escreva a regra 34 em algum espaço bem visível. Poderá inspirar.
No entanto, há pessoas que são grandes lições de como aplicar a regra 34. Basta olharmos a nossa volta, aquelas que ao conhecer um pouco percebemos que mesmo com problemas grandes estampam um sorriso e não pronunciam uma só frase de lamúrias.
Aplique a regra 34.

CONSTRUINDO HISTÓRIA HOJE: São Bento de Nursia. “Ora et Labora”.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– O Difícil ou o Fácil: o que dá mais prazer?

O que dá mais “gostinho” na conquista: o fácil ou o difícil?

Essa frase de efeito (abaixo) é interessante. Mas penso: certas coisas poderiam “não ser tão difíceis…”.

– Ser adolescente até os 24 anos?

Estudos na Austrália dizem: devido aos tempos modernos, a adolescência vai até mais tarde em alguns casos.

Aliás, ser adolescente compreende qual período real de vida?

Sobre isso,

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias/estudo-diz-que-adolescencia-vai-ate-os-24-anos-e-divide-opinioes/

ESTUDO DIZ QUE ADOLESCÊNCIA VAI ATÉ OS 24 ANOS E DIVIDE OPINIÕES

Por Daniele Silva

Em meio à fase da adolescência o sonho de todo jovem é atingir a maioridade para ser dono de seu próprio nariz e senhor de suas ideias. Entretanto, um estudo feito por cientistas australianos opõe-se a essa idealização de vida planejada por aqueles que acabaram de completar os tão sonhados 18 anos e estão comemorando a entrada na vida adulta. De acordo com esse estudo, o período da adolescência, enquadrado dos 10 aos 19 anos, ganhou uma sobrevida e se estendeu por mais cinco anos. O argumento usado para defender essa mudança é de que os jovens têm optado cada vez mais por prolongarem seus estudos, logo, acabam adiando decisões que marcariam o início da vida adulta, como por exemplo, a saída da casa dos pais. Entre os jovens jundiaienses o que se encontra são justificativas que refutam essa ideia proposta pelos cientistas australianos. O estudante Matheus Casaloti, de 21 anos, vê como equivocada a postergação do período da adolescência, já que para ele, residir ou não na casa dos pais não faz com que a pessoa seja adolescente, afinal são as responsabilidades e tarefas que conferem a maturidade. “Ainda moro com os meus pais, mas trabalho desde que tinha 16 anos. Pago meu curso técnico com meu salário e isso me faz ser um adulto”, explica.

Compartilhando do mesmo posicionamento de Matheus, o universitário Yan Alves, de 22 anos, também se considera adulto em virtude de seus deveres e obrigações desde que saiu da casa dos pais. No mercado de trabalho desde que concluiu o ensino médio, Yan afirma que o momento de curtição já passou e que é um adulto formado por ter muito pé no chão. Para ele, delimitar uma idade em que se termina a adolescência e começa a fase adulta é uma questão variável. “Quando se é adulto há uma preocupação intensa não só com as necessidades pessoais como também as profissionais. No meu caso minhas obrigações com o trabalho e a universidade e a responsabilidade com a moradia são o que me enquadram nessa categoria”, explica. Segundo a psicóloga e terapeuta Ana Foelkel, de 43 anos, determinar que um jovem de 24 anos, por exemplo, ainda é adolescente traz sérias consequências para o seu amadurecimento, uma vez que se estimula uma dependência com os pais resultando em um comportamento de infantilidade que os impede de encarar os desafios que a vida exige. “Essa postergação pode resultar em futuras gerações menos independentes, além de uma reconfiguração no mercado de trabalho, já que este será composto de uma massa despreparada”, argumenta ela.

Ana ainda ressalta que a postura adotada pelos pais é determinante para a permanência dos jovens na adolescência. Segundo ela, a superproteção dos pais coloca a pessoa em uma situação de comodismo e a torna insegura para tomar decisões. Em meio a essa realidade, a psicóloga argumenta que a melhor forma de se ter um bom desenvolvimento cognitivo e intelectual é estimular os jovens desde cedo a assumirem responsabilidades. Como é o caso de Emanuelly Capucci que está dando seus primeiros passos rumo a experimentação da vida adulta. A jovem de 16 anos estuda e trabalha há quase três semanas em seu primeiro emprego. “Ainda sou adolescente, é claro, mas é bom sentir na pele essa amostra grátis de como é ser adulta”, brinca.

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Imagem de MIchael Kevin Daly, extraída de: https://br.pinterest.com/DalyView/ella-dynae-designs/

– Rage room: salas da raiva conquistam brasileiros em busca de alívio.

Salas da raiva chegam com tudo no Brasil! Quebre tudo sem culpa 💥🔨 #RageRoom #Desestresse #linkezine O post Rage room: salas da raiva conquistam …

Original com o texto em: Rage room: salas da raiva conquistam brasileiros em busca de alívio

– O Poder e a Vaidade, tão atuais no Brasil de hoje.

Alguns se deixam seduzir pelo Poder. E isso é um perigo… em especial, nesses tempos tão tenebrosos da sociedade brasileira.

Tal frase de efeito abaixo foi dita pelo falecido ex-presidente da Federação Paulista de Futebol, sr Eduardo José Farah, em entrevista à antiga Revista ESPN (que era muito boa), edição de Março/2010, pg 67. Por ser atual e significativa, vale relembrar:

“Ninguém entrega o poder. Você perde o poder.”

Alguns se agarram nessa verdade e lutam para se manterem poderosos eternamente. E ela é muito atual! Uma pena pensar e agir assim. Em tudo há necessidade de revitalização, rotatividade de poder e oxigenação. É a vida…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Honesty Quote By John Lennon: “Being honest may…”

Original em:

Honesty Quote By John Lennon: “Being honest may…”

– Success Quote By Deepak Gupta: “Small winnings are…”

A new quote is here to help you! We all need help from time to time, don’t we?

Continua em: Success Quote By Deepak Gupta: “Small winnings are…”

– Como nasce um Bebê da geração Z!

O vídeo é da cia telefônica MTS, e é muito engraçado. Não parece ser verdade mesmo?

Já tira selfie e participa das redes sociais!

Abaixo, extraído de: http://www.labcriativo.com.br/imperdivel-o-bebe-nasce-e-ja-busca-internet/

IMPERDÍVEL, O BEBÊ NASCE E JÁ BUSCA INTERNET

Mega criativo, é um anúncio da empresa de telefonia e internet 3g indiana MTS e sugere, com o filme Nascido para a internet, que os bebês hoje em dia são fixados na web desde a barriga da mãe.

Sensacional, o vídeo de forma bem humorada, nos apresenta o momento que nasce um bebê da geração Z.

O bebê já sai da barriga da mãe já busca de um iPad, pega um celular e faz um “selfie”, arma um canal de livestreaming no YouTube e, para surpresa de todos, médico, enfermeiros e pais, sai do quarto da maternidade usando a navegação de um GPS.

A parte que mais gostei foi do nenem procurando no Google como se corta o cordão umbilical. Muito bom…rs

Misturando filme com animação, o filme mostra o trabalho de parto e o nascimento desse bebê super antenado.

Assista o vídeo, mega recomendo, em: http://www.youtube.com/watch?v=rg37kafMsWk

– O fracasso faz parte do sucesso.

Por diversas vezes falamos que o fracassado tem uma vantagem sobre o bem-sucedido: ele passou pela experiência do infortúnio e conhece a dor da derrota.

Creio que é essa mesma sábia lógica abaixo:

– Descanso não deve ser privilégio!

Se dê “o luxo” de descansar, e não promover a autocobrança da perfeição. Somos humanos!

Uma mensagem, em: youtu.be/_mEcB0_VLtI?si .

– Pergunta do WP: Você se lembra da vida sem Internet?

Você se lembra da vida sem Internet?

Essa foi a pergunta-sugestão do gerenciador do blog, feita automaticamente hoje.

Eram outros tempos… vivíamos em um bairro rural, com amigos reais, sem a necessidade da Web. Hoje, isso é inimaginável! Eram ótimos momentos de infância…

A Internet nos ajuda muito, mas traz três problemas: a ansiedade, a dependência e os haters.

E pra você? Como era sem Internet?

– Qual a sua memória de um colega de trabalho?

O comportamento e o tratamento de superiores num ambiente de trabalho pode dizer muita coisa. E isso pode nunca mais ser esquecido.

Abaixo, uma verdade:

– Gentileza:

Seja sempre gentil! Vale a pena.

Uma boa mensagem:

– Respeitar o seu semelhante: a questão fundamental!

Vale a pena refletir sobre essa mensagem, abaixo, sobre “Ser Gentil”. Mesmo que você não seja tratado com gentileza, exerça-a!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Entenda as siglas dos transtornos:

Eu sei que, infelizmente, há muita gente que considera “frescura”, mas os transtornos emocio-comportamentais existem e devem ser levados a sério.

Para quem não conhece, aqui os principais:

– Sobre Disciplina:

Uma verdade:

– Faça a vida ser mais simples.

Que boas dicas!

Abaixo: 

– A responsabilidade da resolução dos problemas sociais é de quem?

A responsabilidade de resolução dos nossos problemas não é do Estado ou do nosso próximo. É nossa!

Compartilho:

– Courage Quote By Francois De La Rochefoucauld: “One cannot answer…”

To quote or not to quote. That is the question. But the answer is obvious!

Original em: Courage Quote By Francois De La Rochefoucauld: “One cannot answer…”

– Fofoca sempre deverá ser algo condenável.

Que ótimo texto sobre a fofoca!

Nunca faça essa coisa desagradável. Compartilho, abaixo, extraído de: https://psicologaheloisalima.com/2021/07/26/pare-de-espalhar-fofocas/

PARE DE ESPALHAR FOFOCAS

Imagem Movimento Fofoqueiro 2

“Fofoca pra mulher é feio,
Pra barbado é pior, podes crer.
Fofoca pra mulher é feio,
Pra barbado é pior, podes crer.
Assim como ele fala de você pra mim,
Também mete o malho de mim pra você
.”

In: Fofoqueiro é a Imagem do Cão – de Bezerra da Silva

A bela e famosa modelo garante, em entrevista, que aquele rapaz com o qual anda saindo há alguns meses é o grande amor da sua vida e que tem a mais absoluta certeza de ter encontrado, finalmente, a sua tão almejada cara-metade. Fala em envelhecer junto com ele, mesmo considerando sua pouca idade.

A avó, sorrateiramente entrevistada na sala ao lado, no entanto, confirma que o atual companheiro realmente ocupa um lugar muito especial na vida da jovem, mas acaba entregando que a neta costuma apaixonar-se perdidamente por todos os namorados que, quando se vão, deixam, invariavelmente, ótimas lembranças.

A moça mostra-se visivelmente aborrecida ao tomar conhecimento da indiscrição da parente, mas a entrevista já foi gravada e não há como mudar o que ali foi ‘confessado’.

E, enquanto vejo a matéria, posso imaginar a ‘bronca’ que a tal senhora deve ter levado por desvelar uma faceta, paradoxalmente, tão natural e humana.

No decorrer de suas respostas, por diversas vezes, percebo a tentativa da modelo em explicar o que a pergunta do jornalista parece definir como ‘pecado’.

Sim, ela teve filhos muito jovens. Sim, seus relacionamentos nunca duraram para sempre e, também, nem sempre foram discretamente preservados. Sim, ela se martiriza muito por tudo isto e sente-se profundamente culpada pelos danos que acredita ter causado aos outros – e ao olhar impiedoso de seus detratores.

Essa moça, aparentemente, não se julga com direito de viver plenamente seus desejos e suas ambições.

E, como o julgamento parece algo aceitável numa sociedade onde ninguém dá atenção às necessidades alheias – uma vez que as pessoas vivem olhando para os outros, rotulando, julgando, execrando, humilhando – tenha certeza de uma coisa:

Quem não tem a atenção de ninguém pode acabar pensando que não existe.

E, por conta disso, todos tememos que o olhar do outro nos julgue a ponto de dizimar nossa existência tornando-a um enorme nada.

Afinal, todos necessitamos sermos olhados com atenção, carinho e cuidado.

Então, veja bem: quando olho o outro como autoridade, o outro reagirá temendo o meu julgamento. Ali não haverá envolvimento pessoal. E sem envolvimento, não há desenvolvimento humano.

Numa sociedade onde todos vigiam todos, onde uns tentam controlar os outros através da maledicência, da maldade e da fofoca, não haverá liberdade para ninguém ser aquilo que deseja a fim de realizar todo o seu potencial.

Então, se você tiver vários namorados, se viver em vários lugares, se tiver muitos amigos de diferentes tribos, se fizer coisas originais e espetaculares, você, decididamente, estará no olho do furacão daqueles que, por preguiça ou fraqueza, escolheram pensar que somos escolhidos pelo destino e que, desta forma, não teremos alternativas muito melhores do que aquelas que nos obrigaram trilhar.

Ou seja: se você escolheu casar-se aos 25 anos com alguém que, três anos depois, deixou de amar, dane-se você e todo o sofrimento do casal! Vai viver com esta escolha até o final de seus dias o que já não faz parte de você – para não atrapalhar a falta de ousadia, coragem e determinação da maioria muito pouco silenciosa, e cujos olhos parecem sempre prontos para investigar.

Porque o que existe por dentro dessas pessoas é muito ruim.

Para isso, vivem ameaçando (como sutilmente fez o repórter à modelo no caso inicial) difamar todos aqueles que, corajosamente, fogem à regra. Ou seja, os que fazem exatamente tudo o que os covardes temem fazer.

O fato é que a angústia reside justamente disto: da pressão interna (e natural) que temos para atingir coisas que ampliarão nossa existência versus a pressão externa e social para que nos paralisemos fazendo aquilo que todos fazem e acreditam construir – mesmo que essa falsa assertiva passe bem longe do seu verdadeiro anseio.

Quer fazer diferente?

PARE COM A FOFOCA AGORA

E, para tanto, existem alguns passos que eu posso propor. Bora tentar?

ASSUMA INTENCIONALMENTE A DECISÃO DE NÃO FUXICAR

Ainda que a vontade seja grande, e você adore espalhar boatos como quem não sabe o que faz, você vai superar tudo a partir do momento em que decidir não fazê-lo. Simples assim. E lembre-se: a parte mais perigosa da fofoca é que ela, invariavelmente, destrói as reputações de inocentes.

NÂO DÊ OUVIDOS A QUEM CRIA INTRIGAS

A fofoca traça sempre um caminho exponencial. Cresce a cada divulgação. Assim, se alguém começar a contar alguma fofoca, explique que não deseja falar sobre alguém que não está ali para se defender. Desta forma você não apenas quebrará a corrente da difamação, como ganhará a confiança das pessoas como alguém que não espalha boatos. Olha que bônus legal!

NÃO JULGUE NINGUÉM COM BASE EM FUTRICAS

Caso você ouça algo ruim sobre alguém que não conhece, existem duas opções: deixar que a fofoca contamine seu olhar dali em diante ou permitir que sua experiência pessoal determine o que você pensa. 

A chance de você ter percepções muito mais positivas do que aquilo que ouviu são enormes, pode apostar muitas fichas nisto, pois a primeira vez que você tiver um contato que contradiga totalmente a fofoca que ouviu, vai entender o quanto o cuidado e a sensibilidade em relação aos outros nos tornam melhores e mais humanos.

PENSE ANTES DE FALAR

É um velho e sábio conselho que sempre dá certo. E, antes de repetir algo que ouviu, se pergunte: a quem ajudo espalhando essa coisa? Alguém sairá machucado nesta história?

Portanto, considere muito não se aproximar de gente que sente um indisfarçado prazer em menosprezar os demais. Esta criatura é, com certeza, tão frustrada quanto tóxica. E a próxima vítima será você.

TOME DISTÂNCIA DOS FOFOQUEIROS CONTUMAZES

Há um velho ditado que diz que paus e pedras podem ferir meu corpo, mas palavras não me atingirão. Isso está bem longe de ser verdade. Ser alvo de uma fofoca é extremamente penoso. Se você não almeja que isso seja feito contra você, não o faça com ninguém, combinado? 

Acompanhe os novos textos através do: http://www.facebook.com/aheloisalima

E, se desejar, envie seus comentários para psicologaheloisalima@gmail.com

– Não é somente uma frase de para-choque de caminhão!

Gosto de frases motivacionais. Algumas podem ser até mesmo batidas, outras “meia-bocas”. Mas essa é realmente muito boa (abaixo):

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar o autor para créditos.

– Perdoar ou se Vingar?

Quando somos ofendidos, queremos perdoar ou nos vingar?

Uma breve reflexão, em: https://wp.me/p4RTuC-Po

Ou em: https://youtu.be/ICIi0dQ30bw?si=ZKTSGnaZew9dwkXE

– O que você controla ou não?

As situações que não podemos controlar no dia-a-dia (e está tudo bem mesmo assim)!

Em: https://youtu.be/5emfcAKm–I?si=JFfctnyh9K7_7xWd

– Distractions.

🤷‍♀️ Now! These are neutral! Distractions are neutral events that just happen. You just pick what you want to do and get on with it in tyhe midst of…

Continua em: Distractions

– Dica da Noite 2:

Aprenda: