– Understanding Maslow’s Hierarchy of Needs.

Abraham Maslow was a psychologist in the twentieth century who pioneered the humanistic approach to psychology. He is best known for his hierarchy of…

Continua em: Understanding Maslow’s Hierarchy of Needs

– Pessoas de Sucesso e de Fracasso:

Como discordar desta imagem sobre “pessoas de sucesso”?

Veja:

Imagem extraída de: https://www.facebook.com/textosmotivacionaise/

– Janeiro Seco pela prevenção contra o álcool.

#JaneiroSeco de abstinência do #álcool

Veja os benefícios dessa prática na imagem:

– Disciplina não convencional?

Gostei desse quadro, abaixo, sobre comportamentos durante a vida.

Vale para pensar na vida pessoal e profissional:

bomba.jpg

– Reflita se você não se fanatizou por algo!

Qualquer vício ou hobby excessivo, tende a tirar a razão, transformando a pessoa num fanático. E aí perde-se a noção do correto, agrupa-se com outros fanáticos como ele e criam mundos à parte, cheio de teorias conspiratórias e inimigos em comum. Beira-se, muitas vezes, a esquizofrenia.

É por isso que fica o alerta: se você só posta um único assunto na sua rede social, se seu mundo gira somente em torno daquilo – de louvação a alguém ou ataque a outrem – especialmente na política, no futebol e na religião, cuidado! Você se tornou um fanático e nem percebeu (mas as pessoas racionais já sacaram)!

Fica a dica! Abaixo outra:

– Gratidão.

Gratidão é aquela sensação que nasce de forma genuína no peito, trazendo a clara certeza de que tudo encontrou o seu caminho; tudo se fez paz. Marii …

Continua em: Gratidão

– Confira se seu filho fica muito tempo no celular:

Li no Estadão (Caderno 2, Página H1, 04/7/20), um teste para ver se nossas crianças abusam das telas (celulares, notebook e semelhantes).

Vale a pena usá-lo. Abaixo:

VEJA SE SEU FILHO ABUSA DE TECNOLOGIAS

por Camila Tuchlinski

O livro “A criança digital: Ensinando seu filho a encontrar equilíbrio no mundo virtual” contém ainda uma ferramenta útil para ajudar os pais a avaliar se o tempo diante das telas está prejudicando ou não a saúde dos filhos.

Basta preencher as dez questões a seguir com os números 0 (nunca ou raramente), 1 (de vez em quando), 2 (geralmente) ou 3 (sempre), e então somá-los. Se a pontuação atingida for menor que 10, isso significa que seu filho não parece passar muito tempo diante das telas e é capaz de atuar dentro de limites saudáveis.

Com uma pontuação de 11 a 20, a criança pode estar muito dependente das telas, e será preciso monitorar esse tempo com mais cuidado. Agora, se a pontuação ultrapassa 21 pontos, talvez seja hora de recorrer a orientação e ajuda profissional.

( ) Seu filho se irrita quando você pede que ele saia da frente da tela para jantar ou realizar outra atividade.

( ) Seu filho pede que você compre um aparelho digital, como um tablet, mesmo depois de você ter dito não.

( ) Seu filho tem dificuldade de terminar o dever de casa porque está ocupado vendo televisão ou jogando vídeo game

( ) Seu filho recusa-se a ajudar nas tarefas domésticas porque prefere brincar com aparelhos eletrônicos.

( ) Seu filho insiste para jogar vídeo game ou brincar com outra atividade diante das telas mesmo depois de você ter negado.

( ) Seu filho não pratica atividades físicas por ao menos uma hora ao dia.

( ) Seu filho não faz contatos visuais frequentes com outras pessoas da família.

( ) Seu filho prefere jogar vídeo game a brincar ao ar livre com os amigos.

( ) Seu filho não gosta de nada que não inclua aparelhos eletrônicos.

( ) Quando você proíbe o uso de aparelhos eletrônicos por um dia, seu filho fica irritado e manhoso.

A tecnologia é um bem que precisa ser bem usado. “No mundo virtual, tudo funciona com base em recompensas imediatas. Na vida real, porém, temos de exercer a paciência, saber dialogar e abrir mão de prazeres instantâneos em prol daquilo que é mais duradouro”, conclui o editor da Mundo Cristão, Daniel Faria.

EXCESSO DE TELA MODIFICA CÉREBRO DAS CRIANÇAS (Foto: Getty Images)

Foto: Getty Imagens, extraída de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/noticia/2020/02/excesso-de-tela-modifica-o-cerebro-das-criancas.html

– Confidence vs Arrogance.

‘Want to know the difference between confidence vs arrogance? Here are the differences you need to know about, especially if you’re a victim of …

Continua em: Confidence vs Arrogance

– Por quê os jovens estão usando moletom no Verão?

Alguns pensam que é modismo, mas…

Entenda:

– Tente sempre manter o foco! Evite as distrações:

Nas empresas, em casa, ou na escola, um problema é latente: a distração!

E como evitá-la?

Abaixo, extraído dehttps://www.cnnbrasil.com.br/saude/distracoes-estao-roubando-seu-foco-veja-como-recuperar-a-atencao/?utm_source=social&utm_medium=twitter&utm_campaign=saude

DISTRAÇÕES ESTÃO ROUBANDO SEU FOCO. VEJA COMO RECUPERAR A ATENÇÃO:

Com celulares, notificações e excesso de tarefas, nosso foco encolhe. Entenda o impacto no cérebro e descubra caminhos simples e eficazes para voltar a se concentrar.

Vivemos em uma era de hiperestimulação constante. Smartphones, redes sociais, notificações e múltiplas tarefas disputam nossa atenção a cada minuto. O resultado é uma epidemia de distração: muitas pessoas relatam dificuldade em manter o foco por longos períodos e em concluir atividades sem se dispersar. Essa dificuldade de concentração não é mero capricho; trata-se de um fenômeno real observado pela ciência cognitiva e traz consequências como queda de produtividade, aumento do estresse e a frustração de ver tarefas e projetos ficarem inacabados.

O impacto de notificações, multitarefa e excesso de estímulos na mente

Nunca estivemos tão rodeados de estímulos digitais. Uma estatística popular alega que hoje nosso tempo de atenção dura apenas 8 segundos, menor que o de um peixinho dourado, mas esse dado originou-se de uma fonte duvidosa. Pesquisas mais sólidas, contudo, confirmam que o tempo de foco está encolhendo.

A psicóloga Gloria Mark mostrou que o tempo médio de concentração em uma tela caiu de cerca de 2 minutos e meio em 2004 para apenas 47 segundos atualmente. Além disso, quando algo nos interrompe, nosso cérebro pode levar, em média, 25 minutos para retomar a tarefa original com pleno foco. Ou seja, cada notificação ou distração tem um custo cognitivo significativo.

Parte desse problema vem da sobrecarga de informações e notificações no dia a dia. Estudos indicam que um profissional típico verifica seu e-mail dezenas de vezes; um estudo observou, em média, 77 checagens de e-mail por dia, e recebe em torno de 46 notificações push no smartphone diariamente. Cada alerta sonoro ou visual no dispositivo é uma tentação para desviar a atenção. Mesmo sem usar ativamente o celular, sua mera presença por perto pode reduzir a capacidade cognitiva disponível, competindo com a tarefa em foco.

Em paralelo, consumimos uma quantidade enorme de conteúdo fragmentado— mensagens, posts, vídeos curtos — que condiciona a mente a buscar constantes trocas de estímulo. Esse excesso de estímulos mantém o cérebro em estado de alerta contínuo, podendo levar à fadiga mental, ao estresse e à ansiedade.

Outra armadilha comum é a crença na multitarefa. Muitas pessoas tentam realizar várias coisas ao mesmo tempo, como responder mensagens enquanto participam de uma reunião virtual, achando que assim serão mais eficientes. Porém, do ponto de vista neurológico, não conseguimos prestar atenção plena em duas tarefas simultaneamente. O cérebro, na verdade, alterna rapidamente o foco de uma para outra, o que gera custos de alternância, pequenos déficits de desempenho a cada mudança. Essas trocas frequentes prejudicam o rendimento e aumentam a chance de erros.

Pesquisas apontam que tentar fazer multitarefa pode reduzir em até 40% a produtividade de uma pessoa. Não surpreende, então, que, após um dia de interrupções constantes, a mente acabe exausta. A longo prazo, hábitos de multitarefa estão associados a impactos negativos na memória e ao aumento da impulsividade, especialmente em jovens. Em suma, a multitarefa e o bombardeio de notificações fragmentam nossa atenção e minam nossa capacidade de manter o foco por tempo prolongado.

A frustração de não conseguir concluir tarefas ou projetos

Um efeito visível da distração crônica é a dificuldade de concluir tarefas cotidianas do início ao fim. Com a atenção oscilando a todo momento, acabamos pulando de uma atividade para outra e acumulando afazeres inacabados. Estudos já relacionam os curtos períodos de atenção à incapacidade de finalizar tarefas diárias.

Do ponto de vista psicológico, deixar muitas tarefas pendentes gera uma sensação de inquietação mental. Nosso cérebro mantém as tarefas incompletas em aberto na memória de curto prazo, sinalizando que há algo pendente a resolver. O resultado? Tendemos a sentir dificuldade de concentração em outras atividades, ansiedade e sobrecarga mental. Esse estado de alerta contínuo — várias abas abertas na mente — frequentemente dá a impressão de que estamos sempre ocupados e, ao mesmo tempo, que nada progride de fato.

Ver vários projetos iniciados, porém nenhum finalizado, pode ser desanimador. Psicólogos descrevem que um acúmulo de tarefas em aberto ocupa espaço mental, gera distrações e atrapalha o foco no que realmente precisa ser feito. Além disso, a falta de conclusões concretas traz queda na motivação: quando parece que nada anda, instala-se a frustração e o sentimento de incapacidade. Essa frustração pode virar um ciclo vicioso: estressados pela lista de tarefas inacabadas, temos ainda mais dificuldade de manter o foco para concluir alguma, prolongando o problema.

Estratégias clínicas e cognitivas para reconstruir atenção e presença

A boa notícia é que é possível retreinar o foco e recuperar a presença mental com mudanças de hábito e intervenções adequadas. Tanto abordagens cognitivas, que podemos aplicar no dia a dia, quanto estratégias clínicas podem ajudar a reconstruir nossa capacidade de atenção. Abaixo, listamos algumas estratégias apoiadas pela ciência:

Pratique atenção plena (mindfulness): Técnicas de meditação e atenção plena ajudam o cérebro a permanecer no momento presente e a resistir a distrações. Diversos estudos mostram que a prática regular melhora a concentração e prolonga o tempo de atenção sustentada. Uma pesquisa da Universidade de Harvard revelou, por exemplo, que exercícios de mindfulness podem elevar a capacidade de foco em até 50%. Além disso, a meditação reduz o estresse e a ansiedade, fatores que muitas vezes alimentam a distração.

Concentre-se em uma tarefa por vez e faça pausas programadas: Em vez de tentar fazer tudo ao mesmo tempo, experimente a monotarefa. Dedique blocos de tempo exclusivos para cada atividade, eliminando distrações durante aquele período. Métodos como a técnica Pomodoro, em que se trabalha cerca de 25 minutos focado em uma tarefa, seguidos de um breve intervalo, têm eficácia comprovada para manter a mente alerta e produtiva. Paradoxalmente, pausas curtas durante o trabalho ajudam a manter o foco; ao retornar do intervalo, o cérebro reativa a atenção e retoma a tarefa com energia renovada. Lembre-se de respeitar esses momentos de descanso mental e evite se dispersar com outras atividades nesse meio-tempo.

Gerencie as distrações digitais: Adote uma higiene digital saudável. Isso inclui desligar notificações não essenciais no celular e no computador, definir horários específicos para ler e-mails e mensagens, em vez de checá-los a todo instante, e, sempre que possível, manter o smartphone fora do campo de visão durante atividades que exigem concentração. Se achar difícil, você pode usar aplicativos de foco ou o modo Não Perturbe para bloquear interrupções enquanto trabalha ou estuda. Reduza também o hábito de navegar sem propósito por redes sociais quando estiver realizando alguma tarefa importante. Essas escapadas roubam minutos preciosos e quebram seu ritmo de pensamento.

Cuide do sono, da alimentação e do exercício físico: Aspectos da sua saúde têm impacto direto na atenção. Dormir bem é fundamental; mesmo uma única noite mal dormida prejudica significativamente a capacidade de concentração no dia seguinte. Da mesma forma, manter uma alimentação equilibrada, evitando excesso de açúcar e estimulantes, e estar hidratado favorece o funcionamento cerebral ótimo. Exercícios físicos regulares também melhoram o foco: a atividade aeróbica aumenta neurotransmissores ligados à atenção e proporciona janelas de 2 a 3 horas de maior clareza mental após cada sessão. Pessoas fisicamente ativas tendem a apresentar melhor desempenho em tarefas cognitivas do que aquelas sedentárias. Ou seja, corpo saudável, mente afiada.

Organize suas tarefas e estabeleça metas realistas: Para combater o acúmulo de pendências, utilize técnicas de organização pessoal. Por exemplo, divida tarefas grandes em etapas menores e concretas; assim, você consegue finalizar partes do projeto aos poucos, gerando uma sensação de progresso. Estabeleça metas diárias ou semanais factíveis, priorizando as atividades mais importantes primeiro. Ao visualizar um plano de ação claro, com prazos realistas, fica mais fácil evitar dispersões. Cada pequena tarefa concluída fornece um feedback positivo ao cérebro, aliviando a sensação de pendência interminável e liberando energia mental para o próximo passo. Ferramentas como listas de afazeres ou quadros estilo Kanban podem auxiliar a acompanhar o andamento e fechar ciclos, reduzindo a ansiedade de ter algo em aberto.

Busque ajuda profissional se necessário: Por fim, lembre-se de que nem toda dificuldade de atenção se resume a hábitos modernos; em alguns casos, pode haver condições clínicas envolvidas. Se você percebe um déficit de foco acentuado e persistente que afeta sua vida — no trabalho, estudos ou relações —, considere procurar uma avaliação médica ou psicológica. Transtornos como o TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade), distúrbios de ansiedade ou depressão podem reduzir a capacidade de concentração e requerem abordagens específicas.

Profissionais de saúde podem recomendar terapia cognitivo-comportamental, treinamento de gerenciamento do tempo ou, em certos casos, medicações apropriadas. O importante é saber que a atenção pode ser treinada e melhorada em qualquer fase da vida, seja com mudança de hábitos ou com suporte clínico, permitindo reconquistar a produtividade e a presença mental neste mundo cheio de distrações.

*Texto escrito pelo médico-gestor Pedro Julien Salvarani Borges (CRM-DF 31216), residente em medicina preventiva e social e professor no Medgrupo e na UniRV

Foto: Matt Cardy/Getty Images

– A Disney e o fim do radicalismo de pautas.

Nike, Meta, Microsoft e outras grandes empresas estão abandonando as pautas Woke.  As justificativas são: “já praticamos ações inclusivas e não permitimos discriminação ou qualquer forma de preconceito; assim, não há necessidade de gastos com um departamento específico.

Agora, a Disney, nessa mesma tendência, anunciou: suas produções não terão viés político ou ideológico, mas serão para entreter!

Abaixo:

Screenshot

– Aceitação.

Você já se deparou com momentos em que quer evitar situações inevitáveis, e insiste em não encará-las?

Há instantes de dificuldades nos quais, em situações profissionais ou pessoais, não aceitamos. E isso é ruim, pois postergamos problemas com tal comportamento.

Essa mensagem, de autor desconhecido na figura anônima enviada via WhatsApp, diz tudo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Você mantém o foco?

Muitas pessoas têm dificuldades em concentração para as tarefas, trazendo problemas sérios ao ambiente profissional.

Abaixo, dicas para focar melhor:

– O que você faria com o Prêmio da Mega-Sena da Virada?

Fico pensando..tanta gente querendo ganhar o prêmio da “Mega-Sena da Virada”, que deverá ser de centenas de milhões, e, de repente, se um sortudo sozinho conseguir, o que fará?

Já pensou seriamente se você ganhasse essa bolada? Como seria a sua noite seguinte a descoberta? A expectativa de ir para a Caixa Econômica Federal seria uma tortura? O que mudaria na sua vida e em que prazos?

É por isso que não ganho na loteria. Não devo estar preparado… Apesar de que não jogo também… rsrsrs

E você, o que faria com a dinheirama da Mega-Sena? Deixe seu comentário:

bomba.jpg

– Nunca é tarde!

– Aos 24, Stephen King era zelador e vivia em um trailer.
– Aos 27, Vincent Van Gogh falhou como missionário e decidiu ir para a escola de arte.
– Aos 28, J.K. Rowling era uma mãe solteira suicida vivendo de bolsa auxílio.
Aos 30, Harrison Ford era carpinteiro.
– Aos 37, Ang Lee era um pai caseiro que trabalhava em bicos.
Stan Lee não lançou sua primeira história em quadrinhos até completar 40 anos.
Samuel L. Jackson não conseguiu seu primeiro papel em um filme até completar 46 anos.
Morgan Freeman estreiou seu primeiro grande filme aos 52 anos.
Grandma Moses não começou sua carreira como pintora até completar 76 anos.

Seja qual for seu sonho, NÃO É TARDE para realizá-lo. Você NÃO é um fracasso por não ter conseguido fama e fortuna aos 20 e poucos anos. Quer dizer, está tudo bem mesmo que você nem saiba qual é seu sonho ainda.

Esqueça o senso comum, conselho de “amigos”, parentes, conhecidos e etc., de que você está velho para começar algo.

NUNCA diga a si mesmo que você é velho demais para isto,
NUNCA diga a si mesmo que você perdeu a chance,
NUNCA diga a si mesmo que você não é bom o suficiente.

Livre-se da PRESSÃO que VOCÊ mesmo se impõe.

Acredite: ESTÁ TUDO BEM !

A vida NÃO precisa ser resolvida aos 20 poucos anos de idade. Tudo DARÁ CERTO, no TEMPO CERTO. Tudo passa. Logo passa. Sempre passa! 👊🏻

0

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Para 2025, deseje algumas pessoas ao seu lado:

Não tenha dúvidas quanto a esta verdade: no próximo ano, busque se aproximar do convívio das seguintes pessoas abaixo:

– Cigarro Continental, a Preferência Nacional… dos Boleiros?

Coisas raras e hoje equivocadas: vejo uma antiga edição da Revista Placar, de 1982, falando sobre a Seleção de Zico, Falcão, Sócrates… e , ao lado, a propaganda do “Cigarro Continental, a Preferência Nacional”, um dos patrocinadores do escrete canarinho.

Hoje, nem pensar em cigarro patrocinar futebol. Aliás, o Continental era o famoso “Arrebenta Pulmão”. Chega a ser bizarro pensar na associação esporte X fumo.

Porém, leio no blog do jornalista Lelé Arantes (citação abaixo) um texto pertinente sobre o assunto: condenamos o cigarro + esporte, mas aceitamos cerveja + futebol?

Extraído de: http://bdnovo.lecom.com.br/blog/detalhe/966/Sobre+cigarros+e+cervejas

SOBRE CIGARROS E CERVEJAS

Na Copa de 1970 eu estava completando dez anos. Duas horas antes do primeiro jogo do Brasil, contra a Tchecoslováquia, do temível goleiro Viktor, eu queimei o pé direito numa montanha de casca de arroz que havia pegado fogo nos fundos da máquina do Hermínio Féboli. Mas na hora do jogo, com o pé empastado de pomada, lá estava eu sentado no chão da loja do Edgard Matiel com os olhos grudados no aparelho de tevê.

Naquela copa aprendi que fumar Continental king size filtro era uma preferência nacional para quem quisesse torcer pela vitória do Brasil, animado pela musiquinha de Miguel Gustavo dos “90 milhões em ação/Pra frente Brasil/Do meu coração”.

Vinha a música e com ela o maço azul de cigarros. O tempo correu, o Brasil foi tri, tetra, penta e hoje aprendemos que bom mesmo é ser brameiro porque todos os nossos heróis do futebol são tomadores de cerveja Brahma. E mais, tomar cerveja é sinônimo de vencedor, de batalhador, de sucesso conquistado a duras penas.

Não sou moralista, longe de mim. Eu gosto de uma cervejinha estupidamente gelada e de um bom chope, seja ele Brahma, Antárctica, Sol, Heineken, Germânia ou da Riopretana, que é tão bom quanto o Batuta, de Manaus. Agora, vincular os jogadores da seleção brasileira ao consumo de cerveja é nocivo para as nossas crianças e nossos jovens. E depois não adianta a imprensa criticar os jogadores baladeiros!

Além do mais, é uma tremenda mentira que beber cerveja significa sucesso e todos nós sabemos disso.

Eu fumei por longos 17 anos e confesso que sofri influência da propaganda que vinculava o cigarro Continental à conquista do tricampeonato. Tanto que meu primeiro maço foi um Continental. Mais tarde eu mudei para Albany, Shelton, Chanceller, Galaxy até jogar fora meu último Free quando passei a fumar 40 cigarros por dia.

Os mais liberais dirão que a propaganda não influencia. A verdade é: se não influenciasse as empresas não gastariam milhões de reais para patrocinar o futebol, as festas de rodeio e todos os eventos que arrastam multidões. Passou da hora de o Congresso Nacional banir a propaganda de bebidas alcoólicas. Por mais que a indústria cervejeira se esforce para dizer o contrário, a cerveja é bebida alcoólica e vicia. Ponto final. Portanto, ela é tão nociva à sociedade quando o crack, a maconha, a cocaína, o cigarro e outras drogas.

A propaganda de cigarro foi banida e hoje é proibido fumar em lugares públicos. O tabaco virou o vilão social. Mas eu pergunto: você já viu alguém provocar acidente ou matar alguém porque fumou demais? Há algo de muito errado em tudo isso. Cigarro não embriaga nem faz a pessoa perder a noção das coisas.

Do outro lado, a bebida alcoólica está ligada direta e indiretamente à maioria dos crimes contra vida dentro e fora dos lares. Mas a bebida não está banida, ao contrário, ela é apresentada como sinônimo de sucesso, de gente que se dá bem. Beba isso e ganhe essa morenaça ou saia com essa loiraça…! Beber cerveja é chique, é delicioso, é a senha para ser aceito no grupo.

Estou com saudade do velho cigarro Continental. Com certeza era menos maléfico e não tão vergonhoso quanto os “brameiros” da nossa seleção. Convenhamos, é bastante sugestivo aquele gesto do goleiro Julio Cesar e o grito de guerra dos jogadores no vestiário; só faltou cada um beber uma lata de Brahma antes de entrar em campo.

Gerson ficou estigmatizado por causa do cigarro Vila Rica. Dunga e seus jogadores ficarão estigmatizados como bêbados? Ave, acho que estou ficando velho!

Lelé Arantes, jornalista e escritor,   escreve aos domingos / e-mail lele@prp.org.br

cigarro.jpg

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Mostre confiança até se tornar confiante!

Eu não sei quem disse, mas existe um dito que é:

“Mostre confiança até se tornar confiante”.

Ele vem de encontro com as pessoas inseguras e que demonstram segurança. E quantas há por aí…

Vez ou outra, talvez todos nós já passamos por essa situação de “falsa confiança”. É importante tratar disso…

Li esse testemunho de um site português, que vai de encontro a isso. Compartilho: https://pt.quora.com/O-que-faz-voc%C3%AA-se-sentir-confiante-sobre-si-mesmo

Imagem extraída da web, autoria desconhecida.

– Você sofre de “Dezembrite”? Sobre a Síndrome do Fim-de-ano:

Li no Linkedin da Faculdade Exame: em dezembro, muita gente se entristeceu / entristece – e isso é normal.

A essa Síndrome de “Final de Ano” (e que alguns de nós pode ter sentido), se dá o nome de Dezembrite!

Abaixo:

DEZEMBRITE

É provável que você tenha visto esse termo curioso circulando pela internet nos últimos dias. O neologismo se refere, na verdade, a um conjunto de emoções e sintomas de ansiedade e depressão. Uma “síndrome de fim de ano”, que, infelizmente, não é rara.

Prova disso é o estudo do International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) que mostra que o estresse em dezembro, se comparado aos outros meses do ano, aumenta em média 75%. Também cresce a ansiedade (70%) e os problemas para dormir (38%)

Além de confraternização, de troca de presentes e de festividade, o fim de ano também pode simbolizar angústia, ansiedade e tristeza. Isso porque o fim de um ciclo gera uma espécie de inquietação em muitas pessoas.

É quando elas pensam sobre o cumprimento das suas resoluções e metas, suas conquistas, suas derrotas e suas perdas. E, com essa introspecção e reflexão, pode ser que venha junto uma carga emocional pesada. Afinal, há quem olhe para trás e sinta apenas frustração diante do ciclo que se encerra.

– Quando a Mamãe Censura o Papai.

Olha que curioso: a revista Pais e Filhos (Out/2009, pg54) trouxe uma matéria interessante sobre Mães que enciumadas censuram os Pais. Como lidar com essa complicada relação:

DESCONTROLADAS

Muitas mulheres, depois de se tornarem mães, querem que tudo seja feito do jeito delas. Quem sofre com isso são os homens… tanto como pais quanto maridos.

por Kyle Pruett e Marsha Kline Pruett, da Parents

Sabe aquelas situações em que uma pessoa age como se só ela soubesse fazer as coisas direito? Chato, não é? Imagine quando isso rola entre um casal e envolve os cuidados com os filhos. É uma situação bastante comum e envolve a chamada “mãe controladora”. Ou seja, quase todas, é ou não é?

Mesmo sem perceber, essa mãe passa a mensagem de que ela é a única que realmente sabe o que é melhor para seus filhos. Sua atitude pode afetar a forma como ela fala com o marido na frente das crianças e quantos detalhes ela compartilha com ele sobre a saúde, a escola e a vida social dos filhos. Ela sugere, frequentemente, como ele pode passar tempo “de qualidade” com as crianças e, sutilmente, critica a forma como ele faz as coisas.

Uma pesquisa recente feita com leitores da revista Parents descobriu que 41% das mães dão a seus maridos uma lista específica do que fazer, quando eles estão cuidando das crianças. Ok, essa mania de listas é mais americana que brasileira, mas você está sacando a situação. É quase como se elas dissessem: “Como você não sabe fazer do jeito certo, vou dar uma mãozinha para que as coisas fiquem bem”. Ou melhor, fiquem como elas acham que deve ser.

Nem sempre é um problema ser controladora. Às vezes, com pais divorciados, a atitude da mãe pode ajudar a manter o ex-marido envolvido na criação dos filhos. Mas, se você é casada, e quer continuar assim, exagerar na dose pode prejudicar não só o casamento, mas o relacionamento de seu marido com seus filhos.

Quando você mostra para seu marido que confia nele, pode apostar que ele vai participar mais. Em um estudo da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, pedia-se a novos pais que fizessem uma tarefa relacionada ao cuidado de seus bebês. Quando as mulheres estavam junto, o pai olhava para ela como se perguntasse: “Posso fazer assim? Está certo?” Já quando as mães não estavam presentes, os pais realizavam as tarefas com mais eficiência e segurança. Permitir que seu marido assuma mais responsabilidades no que toca às crianças traz benefícios para seus filhos também: crianças cujos pais são mais envolvidos são menos propensas a ter dificuldades acadêmicas, comportamentais e sociais.
Não existe apenas uma maneira de cuidar dos filhos, e o fato de vocês terem pontos de vista diferentes é, na realidade, uma grande força para o casal. Talvez seu marido seja tímido em festas de crianças, mas ótimo em contar histórias para dormir. É uma vantagem haver dois para cuidar do filho. E nem todo mundo precisa saber fazer tudo, cada um tem suas qualidades.

Na verdade, os pequenos notam essas diferenças e, muitas vezes, escolhem um dos pais para uma determinada atividade. Por exemplo: seu filho pode gostar do papai para dar banho, porque ele deixa espirrar mais água, mas prefere ir às compras com a mãe porque ela sabe do que ele gosta. Repare se você não está supervisionando demais seu marido e pense em formas de lhe dar mais espaço. Será bom não só para o relacionamento de vocês como para toda a família.

Conversar sobre o problema e envolver o marido em atividades da rotina com o recém-nascido são soluções - Thinkstock

Imagem extraída de: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2012/06/02/homens-podem-ter-ciume-da-relacao-da-mulher-com-filho-recem-nascido-reconheca-indicios.htm

– Para 2025, deseje algumas pessoas ao seu lado:

Não tenha dúvidas quanto a esta verdade: no próximo ano, busque se aproximar do convívio das seguintes pessoas abaixo:

– Nem todos se empolgam com o “clima de Natal”!

Respeite-se!

Texto em: https://youtu.be/yf0MuLDpMUc?si=VVLr12S-NlrkAM_l

– Detox de Internet?

Cada vez mais estamos dependendo da tecnologia no nosso dia-a-dia. Muitas vezes, somos reféns dela. Mas aí vem outra questão: e quando estamos viciados pelos celulares, computadores e outros eletrônicos?

Olha que assunto interessante: Clínicas para Desintoxicação Digital! (Extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-39402166)

QUANTO TEMPO É NECESSÁRIO PARA UMA ‘DESINTOXICAÇÃO DIGITAL’?

DA BBC BRASIL

Na era de “ansiedade digital” em que vivemos, mais e mais pessoas optam por uma medida radical –divulgada por um movimento que começou há cinco anos nos Estados Unidos– para lidar com a dependência da internet e das redes sociais: “desconectar” de tudo.

O princípio é semelhante ao do tratamento de pessoas com adicções a substâncias químicas, a ideia de “limpar” o corpo.

E se você não lembra da última vez que foi dormir sem usar o celular pouco antes de fechar os olhos, e se faz muito tempo que não deixa de conferir as redes sociais ou sai de casa sem o telefone, pode estar precisando de uma “desintoxicação digital”.

“Desconecte para reconectar” é o lema da Digital Detox, uma das organizações que iniciaram o movimento em San Francisco (EUA), em 2012, apenas um ano antes do dicionário Oxford incluir pela primeira vez o termo “desintoxicação digital” em suas páginas.

Seu fundador, Levi Felix, trabalhava 70 horas sem descanso por semana em uma start-up, até ser hospitalizado por exaustão em 2008.

Pouco tempo depois, ele trocou seu computador por uma mochila. Foi com sua namorada viajar pelo mundo e se mudou para uma ilha remota no Sudeste Asiático.

A experiência abriu seus olhos e o inspirou a criar a sua própria empresa –dois anos e meio e 15 países depois– com a ideia de organizar retiros de ioga e meditação para ajudar as pessoas a se desconectar da tecnologia.

Desde então, o número de iniciativas para o mesmo fim não parou de crescer. Veja abaixo algumas delas e o tempo de “desintoxicação” que sugerem:

DESCANSO DIGITAL DE PELO MENOS 3 DIAS

“Vivemos em um mundo cada vez mais digitalizado”, conta à BBC Mundo Martin Talk, fundador da Digital Detoxing, uma empresa com sede no Reino Unido que “ajuda pessoas a encontrar um equilíbrio saudável entre as tecnologias digitais e o mundo não digital.”

Martin organiza “retiros digitais” para que seus clientes possam deixar o mundo tecnológico de lado por um tempo e curar seu vício digital ,”geralmente por um período mínimo de três dias.”

“As pessoas precisam de tempo para se adaptar”, diz ele. “A reação inicial é o horror de ter o telefone longe ou efeitos como a ‘vibração fantasma’ no bolso, o que os faz pensar que o dispositivo está tocando, mesmo quando ele não está lá.”

No entanto, e apesar do sofrimento inicial, Martin diz que as pessoas começam a se sentir “muito mais relaxadas” à medida que o processo avança.

“Muitos descrevem a sensação como uma respiração profunda de ar fresco. As pessoas se sentem mais envolvidas com o mundo ao seu redor”, diz o especialista.

RETIRO DE SILÊNCIO: 10 DIAS

Carla, uma jovem espanhola que mora na Holanda, teve uma experiência semelhante há apenas um mês em Mianmar. Durante 10 dias, desligou completamente seu telefone e as redes sociais e participou de um retiro de silêncio em um monastério budista. Longe da tecnologia, com o único propósito de meditar e se “reconectar” com ela mesma.

“Nos primeiros cinco dias, eu estava querendo fazendo as malas para ir embora. Foi difícil. Mas eu não desisti e decidi viver a experiência até o fim”, disse ela à BBC Mundo.

Geralmente, esse tipo de retiro não pode durar menos tempo. A experiência implica em levantar-se todos os dias às 4h00 e meditar por duas horas, tomar café da manhã, fazer meditação em grupo, comer, e meditar até o fim do dia (e ir para a cama sem jantar).

Mas como é voltar ao “mundo digital”, depois de uma experiência como essa?

“Eu me senti diferente, como se estivesse faltando alguma coisa, como se não estivesse conectada com o mundo”, diz Carla.

“Usar o celular de novo foi o mais estranho. Não tinha certeza se queria ligar de novo. Mas acho que mais pessoas deveriam ter a mesma experiência para aprender a controlar o hábito.”

Carla fala do retiro como uma provação –que ela não se arrepende de ter enfrentado.

TERAPIA DE DESCONEXÃO: AO MENOS 6 MESES

Marc Masip, psicólogo e diretor do Instituto de Psicologia Desconecta, em Barcelona, ​​disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que “é muito difícil largar [o telefone e redes sociais], mas é muito fácil voltar a se envolver”.

Masip diz que a “intoxicação digital” é tratada como qualquer outro vício, embora, neste caso, sem substâncias relacionadas a ele, mas comportamentos.

Ele enfatiza que cada caso é diferente, mas é necessário ao menos seis meses de terapia cognitiva-comportamental para mudar de hábitos e o tratamento ser eficaz.

“Na verdade, não se trata de quanto tempo de terapia é necessário. Trata-se de averiguar por que houve tal vício e que conflitos ele causou”.

Seu programa inclui acampamentos de desintoxicação, com esportes, meditação e sessões psicológicas.

“No início, os pacientes nos dizem que têm ansiedade, mas, em seguida, se sentem mais relaxados. Eles melhoram todos os aspectos de sua vida, do trabalho às relações sociais”, explica Masop.

“A conscientização social é necessária para percebermos que temos um problema e fazer um plano individualizado para cada pessoa. Há um perfil de um viciado e um roteiro, mas cada caso é diferente.”

A parte mais difícil, diz Masop, é perceber que existe uma dependência.

ADOTAR A IDEIA: 1 DIA

Frances Booth, especialista em desintoxicação digital e autora de “The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World” (A Armadilha da Distração: Como se Concentrar em um Mundo Digital, na tradução livre) diz que precisamos nos desconectar do mundo digital por razões de “saúde e produtividade.”

“Muitas pessoas estão estressadas e sobrecarregadas pelo excesso de informação e sofrem pela demanda de estar constantemente conectada. Precisamos alcançar um melhor equilíbrio”, disse a jornalista à BBC Mundo.

Booth aponta que fazer uma desintoxicação digital “pode ​​ajudá-lo a recuperar o equilíbrio e, quando você retornar ao trabalho, você estará mais produtivo.”

Mas por quanto tempo é necessário?

“É incrível a diferença que pode fazer apenas um dia sem estar constantemente conectado”, diz a autora.

“Você começa a ter a noção de ter tempo para outras coisas e pensar sem interrupções constantes.”

E para descobrir se você precisa da desintoxicação, recomenda fazer a pergunta: “Você é capaz de ir até a loja da esquina sem levar seu smartphone?”

Tanya Goodin, fundadora da empresa especializada em desintoxicação digital Time To Log Off (Hora de desconectar), em Londres, diz que “inclusive uma hora ou duas são suficientes para se ‘reiniciar’ e acalmar a mente da constante estimulação digital.”

“Mas para melhores benefícios (especialmente um melhor descanso) recomendamos 24 horas”, diz à BBC Mundo.

Em seus retiros especializados, Goodin garante que os hóspedes ficam longe de “todos os dispositivos digitais” e os armazenam em um lugar reservado, a sete chaves.

Mas não há necessidade de ir a um retiro para fazer uma desconexão digital.

“Se você quiser fazer isso em casa, basta colocar todos os seus equipamentos em uma gaveta ou em um armário fechado. Não tente desconectar do mundo digital com seu celular e laptop por perto”, recomenda Goodin.

E, para ser eficaz, precisa “desligar completamente o seu telefone, tablet, computador ou qualquer outro aparelho digital. Isso significa não se conectar a redes sociais e se isolar completamente [de forma temporária] do mundo digital.”

E para quem ainda tem dúvidas sobre a necessidade ou não de se desconectar ou mesmo “desintoxicar”, Goodin oferece o seguinte conselho: “Se você perceber que você tem falta de sono e que você tem dificuldade para se concentrar ou que seu humor se deteriora sempre que você usa redes sociais, uma desintoxicação digital será, sem dúvida, de grande ajuda.”

bomba.jpg

Imagem extraída de: https://yadokari.net/minimal-life/42758/

– A Onda Woke e o Posicionamento dos Artistas: Impactos, Contradições e Reflexões.

Nos últimos anos, o termo “woke” emergiu como um fenômeno cultural e social, ganhando destaque nas discussões políticas e artísticas. Originalmente …

Continua em: A Onda Woke e o Posicionamento dos Artistas: Impactos, Contradições e Reflexões

– Fofoca Reversa?

Li a imagem abaixo e fiquei pensando: quem bolou essa ideia de “Fofoca Reversa”, foi espirituoso!

Toda e qualquer fofoca / mentira deve ser abolida dos nossos comportamentos. O que vale é: ser honesto e ético. SEMPRE!

Imagem

Imagem: extraída da Internet, autoria desconhecida (quem a tiver, publico aqui).

– Faça diferente!

Precisamos entender que a reinvenção é necessária. Se habitualmente fazemos as mesmas coisas, como conseguir resultados diferentes?

Essa imagem diz tudo:

– A Obrigação em Trocar Presentes para quê? Sobre o 13º e a sua origem:

Por que temos, nessa época natalina, que obrigatoriamente gastar mais e mais? Trocar presentes é realmente necessário?

Mais do que tudo isso, deve ser o afeto desinteressado, a demonstração verdadeira do espírito de Natal.

O cidadão comum pena com as contas e a correria dessa época. O empresário também, com os custos dos encargos.

No século passado, a gratificação natalina era comum. Se baseava na gentileza dos patrões para que os empregados comprassem um agrado de Natal. O Governo tornou-a obrigatória com o nome de 13o. Hoje, isso virou renda para pagar dívidas de final de ano, não mais um agrado sincero.

Enfim: mais um problema para o empreendedor que não teve vida fácil no ano e, ao mesmo tempo, um dinheiro muitas vezes insuficiente para quem trabalha e aguarda ansioso esse bônus.

Imagem extraída de: https://coparecreio2013.wordpress.com/2013/12/14/feliz-natal-e-prospero-ano-novo/

– Meditação sobre o Futebol:

Por Paulo Delgado, esse belo texto sobre o futebol “das antigas” versus o futebol “moderno” nos leva a pensar: para onde vai o esporte que tanto amamos, e o quanto ele já mudou?

Texto do Estadão (10/04/2024).

MEDITAÇÃO SOBRE O FUTEBOL

Sem ter mais identidade autêntica, a espiral de decadência do esporte está bem próxima da depressão clínica a que chegou o futebol. Só o tempo dirá para onde estamos indo.

Desdenhar das ilusões, do devotamento e do entusiasmo do torce-dor; não entender o papel dos jogos como educador coletivo de multidões apaixonadas; e estimular a desconsideração pela história de profissionalismo dos autênticos campeões mundiais é como entorpecer o cavalo para mantê-lo nas rédeas de modo mais fácil. Na história do futebol atual, a atrofia da imaginação que o cerca, reduzindo tudo ao prazer e risco do negócio, nega sua tradição, sua civilida-de, seus rituais e interação social e, alienado em relação ao seu passado, pode significar outra coisa, menos esporte.

O torcedor dos clubes talvez seja aquele que, por sua bondade e sua lealdade, se torne o mais facilmente explorado, pela facilidade com que pode ser usado. Sem carecer de nenhum defeito, sem amenizar nenhuma diferença entre eles, a maioria dos clubes parece singularmente hábil na arte do embus-te, sem se vincular ao dever de ver o esporte como deveria ser.

A arrecadação compensa a falta de virtude não cobrando nada dela, a faz mesmo um des-perdício. O sentimento de sua maior vantagem é encontrar cada vez mais formas de engajamento das torcidas, sem nenhuma penalidade por descaracterizar todos os símbolos de sua história de torcedor. Avança sobre tudo, cada vez mais retrocede em princípios. As mudanças em voga no mundo do futebol transbordam em deslizes. Por trás da sua força, a falta de graça é ter o torcedor como vasilha humana receptiva.

Sem a passividade do torcedor, o poder dos clubes não cumpriria seu destino. Há clube que esta à frente de seu tem-po, mas não está no caminho certo; há outro que pode estar no caminho certo, mas não é o clube certo para enfrentar o desafio do caminho. Rendidos aos patrocinadores, vendidos aos compradores de marcas que lambuzam de manteiga todos os lados do pão que com-praram, não existem mais técni-co, time, história ou uniforme.

Insolentes na facilidade, os clubes de donos de marcas ensinam seus torcedores a se emocionar com clichês, mudando o nome do clube para o nome da marca de salsicha ou remédio para fixar a amnésia.

Os clubes de futebol são hoje outra coisa, sem sabedoria diante da pressão para fazer dinheiro quelhes cobra o compromisso com o salário de tanto jogador ruim-milionário, butique sem cultura, morrendo de vontade de ser amado, admirado.

Todo o glamour do jogador medíocre díocre-bilionário vem, no campo, dos disparates que despeja sobre a bola e, fora dele, da autópsia que revela seu caráter.

Sua celebridade é perceber que é mais fácil e agradável fracassar como atleta e tratar de fritar sua alma no inferno do ouro de tolo onde os petro-reis compram seu séquito. Jogadores cobiçosos, tortos de bobos, que estragaram toda uma geração para o futebol, são como pessoas ambiciosas que entram na cadeia alimentar uns dos outros agrupadas em torno do transe de seus apetites.

(Continua na imagem abaixo):

– O que é um abraço?

Um abraço é, como diz a figura:

”Um laço dado por fora que desata um nó dado por dentro”.

E não é?

0F3A7F55-485F-4B51-9905-6C5EB5954A22

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Você é Multitasking?

Um mal dos tempos modernos: excesso de tarefas que não nos permite fazer uma coisa por vez. E, por isso, faz várias atividades ao mesmo tempo!

Você sofre disso?

Não é o único… Veja que interessante:

(extraído da Revista Galileu, Ed Outubro, pg 42-45, por Priscilla Santos, Daniela Arrais e Érika Kokay)

FAÇA UMA COISA DE CADA VEZ

Não dá pra ser multitarefa. Muita gente já descobriu isso. Conheça pessoas que conseguiram se concentrar em uma atividade por vez, diminuíram a angústia e ganharam tempo pra curtir a vida

Você começa a escrever um e-mail de trabalho, mas é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas mas, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã… E assim você vai, pulando de uma tarefa para outra. Ao final do dia, o desconforto de ter começado muitas coisas, concluído algumas e produzido bem menos do que gostaria. Vem a angústia de que sobrou muita coisa para o dia seguinte — e pouco tempo para aproveitar a vida.

Esse comportamento, comum no multitasking, estilo dos que desempenham várias tarefas ao mesmo tempo, começa aos poucos a ceder espaço a um estilo oposto: o monotasking. Ou seja: concentrar em uma coisa de cada vez com a intenção de fazer tudo bem feito, de preferência passando algum tempo longe das distrações da internet. “É uma contra-tendência, uma antítese ao excesso de informação e estímulos que vivemos”, diz Linda Stone. Para essa ex-executiva da Apple e Microsoft e uma das maiores estudiosas de atenção humana hoje, estamos deixando a era da Atenção Parcial Contínua (CPA, em inglês), em que prestamos um pouco de atenção a várias coisas o tempo inteiro, para entrar na era do unifoco, em que de fato nos concentraremos nos que estamos fazendo no momento. “Tudo que é escasso se torna valioso. A nova escassez é ter tempo para pensar e se concentrar”, afirma Henry Manson, chefe de pesquisa da agência de tendências de consumo Trendwatching, uma das maiores do mundo. “Vivemos uma aceleração do tempo: tudo tem que ser rápido, imediato. Mas não se pode ter inovação sem períodos de reflexão e preguiça”, diz a filósofa Olgária Matos, professora da USP.

O analista de sistemas Fabiano Morais, 40 anos, de Brasília, é um representante dessa tendência. Fabiano é obrigado a passar horas e horas à frente do computador por conta de seu trabalho — ele desenvolve sistemas para a web. E entende bem o significado da palavra dispersão: “É aquela fissura de saber se alguém te mencionou no Twitter ou fez um post novo no Facebook”. Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites, e criou espaço para folgas e diversão. “Quis comandar o ritmo da minha vida”, diz. Um exemplo: Fabiano passou a fechar o e-mail e sites tentadores enquanto executa uma tarefa. Virou adepto da yoga e de meditação para aumentar seu foco no presente.

Quando percebeu que os resultados eram positivos, acabou criando um projeto próprio em torno do tema: o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas, contatos e histórico de relacionamento entre uma equipe. Fabiano coordena ainda 15 pessoas em uma empresa de tecnologia da informação e aplica em grupo os benefícios do que aprendeu. “As noites e finais de semana, agora, se transformaram em tempo livre ao lado da família.”

mishpacha image

Imagem extraída de: https://mishpacha.com/multitasking-is-it-for-real/

– Pensamentos Negativos no Final de Domingo.

Indiscutível!

Esse texto da amiga e coaching Adriana Bilteman é perfeito. Como “melhorar o domingo à tarde / noite…”.

Leia na imagem:

Captura de Tela 2019-12-14 às 16.13.09

– Por que só no Natal?

Extraído da web, com autoria desconhecida… mas perfeito!

Só faltou dizer: não é só para o Natal, mas para todo ano.

– Forgiveness Does Not Require Reconnection.

If you’re wondering whether forgiving someone means that you must have them in your life, be assured that forgiveness does not require reconnection. …

Continua em: Forgiveness Does Not Require Reconnection

– A Insociabilidade pode fazer bem no trabalho?

Uma pesquisa curiosa: quanto menor a sociabilidade da pessoa ou quanto mais retirada for a moradia dela, maior é o indicativo de inteligência no trabalho!

Extraído de Época Negócios, Ed 111, Caderno Inteligência, pg 27

NÃO QUERO SER SOCIÁVEL

PARA ALGUÉM DE Q.I. ALTO, INTERAÇÃO COM OS OUTROS É PERDA DE TEMPO 

O inferno são os outros, decretou Jean-Paul Sartre em “Entre Quatro Paredes”, peça teatral de 1944. Mais de 70 anos depois, estudo de pesquisadores da London School of Economics e da Singapore Management University, publicado no British Journal of Psychology, parece reforçar a tese do pensador: embora tradicionalmente a socialização de grupos humanos tenha sido fundamental para a sobrevivência da espécie, os autores descobriram que, quanto mais densa a área habitada, menor é o grau de satisfação das pessoas – uma das causas óbvias, por exemplo, seriam as longas

distâncias entre a casa e o trabalho, percorridas em ruas congestionadas ou no transporte público lotado. Esta conclusão confirma estudos anteriores que detectaram o fenômeno do “gradiente de felicidade urbano-rural”: residentes em áreas rurais isoladas são mais felizes que habitantes de pequenas cidades, que por sua vez são mais felizes que os de cidades médias…

Entrevistando 15 mil pessoas entre 18 e 28 anos, a pesquisa revelou um dado interessante: QUANTO MAIOR O NÍVEL DE INTELIGÊNCIA DO ENTREVISTADO, MENOR É SEU GRAU DE INTERAÇÃO SOCIAL. Para essas pessoas, interações com os outros são perda de tempo que apenas as desviam de objetivos maiores, projetos ambiciosos ou estudos profundos, aumentando seu grau de insatisfação. Além disso, os mais inteligentes estariam mais habilitados a enfrentar os desafios impostos pelos novos tempos sociedade humana, como rápidas mudanças no mercado de trabalho ou na tecnologia da informação, dispensando a ajuda de outros.

Mas cuidado com o truque da insociabilidade forçada. Subordinados menos brilhantes muitas vezes se tornam mais frios e calculistas para parecer mais inteligentes do que são. Isso prejudica o ambiente no trabalho.

bomba.jpg

– Criando Oportunidades através de Problemas!

Da série, “fazer uma limonada quando se tem somente limões“. A imagem abaixo é perfeita: