A principal competição nacional está chegando ao fim e resta somente três rodadas para que clubes, torcedores e dirigentes saberem o destino de 2024 …
Continua em: BRASILEIRÃO 2023 🇧🇷

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André Luiz Skettino Policarpo Bento é um jovem árbitro mineiro, que tem se destacado por ruins, razoáveis e boas atuações. E dentro dessa irregularidade, tem algo que lhe é marcante: o rigor. Então, um time de futebol que tem um analista de arbitragem competente, poderia orientar sua equipe a evitar reclamações para não sofrer advertências. Parece que o Palmeiras não sabia disso… Vamos para as 5 situações reclamadas:
55′ – Endrick (SEP) se enrosca com Titi (FOR), e o agride com um soco. Foi um lance de boxe, mas o VAR Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ (um novato na função, tem trabalhado na série B) falha e não vê o ocorrido. O palmeirense deveria ser expulso.
58′- Calebe (FOR) está no ataque, Murilo (SEP) tenta roubar a bola e escorrega, e o jogador do Fortaleza acaba ficando de frente para a meta, no ataque. É uma situação clara para se tentar marcar um gol, mas o zagueiro palmeirense Gustavo Gómez, antes que o adversário entre na grande área, o empurra (lance claríssimo, sem discussão). Corretamente o árbitro André Luiz Skettino Policarpo Bento o expulsa.
Ali, não precisa de VAR, pois é uma decisão de campo, sem polêmica (pois impedir um lance claro e manifesto de gol por empurrão é cartão vermelho). Precisaria do árbitro de vídeo caso não fosse aplicado o cartão vermelho, por erro crasso do árbitro, se ele não tivesse visto o braço do defensor empurrando.
70′- De novo, João Martins (aquele que disse ter “sistema” para impedir que o Palmeiras fosse campeão) é expulso por reclamação.
73′ – No lance em que Zé Welison quase marca o gol para o Fortaleza (em que Murilo bloqueia), houve reclamação de Mike (que recebeu o amarelo) de que existiu uma falta. Não foi nada, mas uma roubada normal de bola. Acertou o árbitro. Naquele momento, era um Palmeiras extremamente pilhado em campo. Tanto que o lateral direito reserva Gustavo Garcia, também por reclamação, recebe outro Amarelo (estando no banco de suplentes).
95′- De novo, Abel Ferreira (treinador recordista em cartões por reclamação no Brasil) recebe o Amarelo por reclamação (é o 3º, estará fora do próximo jogo).
(Acréscimo do texto para outro lance reclamado: aos 13 minutos de jogo, há uma entrada com pisão de Bruno Pacheco (Fortaleza) em Marcos Rocha (Palmeiras). O árbitro aplica apenas o Cartão Amarelo, e erra. Era para Cartão Vermelho (é a chamada “força excessiva”). O VAR, já citado acima, errou ao não chamar o árbitro para uma revisão.
As duas principais considerações:
1- Técnico e assistente técnico suspensos da próxima partida por reclamação (algo costumeiro do comportamento dos dois). Será o 3º membro da Comissão Técnica, Victor Castanheira, a dirigir o time? Esse descontrole emocional não deveria existir…
2- Endrick é um ótimo menino. Bom moço, educado, craque promissor. Diz-se que é um exemplar filho e cordial atleta. Excelente que seja assim, mas tanto ontem quanto contra o Atheltico, deveria ter sido expulso e não foi. E aqui, acontece claramente o inverso de Neymar, na mesma idade: o santista abusava das simulações e ficou marcado como jovem indisciplinado, e mesmo quando não merecia, era punido. Endrick, pela fama reversa, acaba sendo “poupado” pelos árbitros e não recebe os vermelhos que deveria. Para o bem do garoto, há de se orientar melhor.
Para o confronto entre o Mengão contra o Massa Bruta (no Maracanã), a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Bráulio da Silva Machado – SC
Bandeira 1: Bruno Boschilla – PR
Bandeira 2: Eduardo Gonçalves da Cruz – MS
4º árbitro: Tarcizo Pinheiro Caetano – RJ
Assessor de Arbitragem: Renato Cardoso da Conceição – MG
VAR: Rodrigo D’Alonso Ferreira – SC
AVAR: Helton Nunes – SC
AVAR 2: Gilberto Rodrigues Castro Jr – PE
Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG
Bráulio sairá da madrugada de 3ª para 4ª do Equador (estará como 4º árbitro árbitro em Equador x Chile) e irá para o RJ na 5ª feira. Já falamos em outra oportunidade: ele é imprevisível, alternando ruins e razoáveis arbitragens.
Recentemente, apitou a final da Copa do Brasil. Depois foi suspenso ao apitar um pênalti inexistente em Vasco x SPFC. Voltou em Botafogo x Palmeiras (com polêmicas de John Textor) e não parou mais.
O medo é: bolas que batam na mão! Com Bráulio, é como queimada: bateu, marcou.
Acompanhe conosco o jogo do CR Flamengo X Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, comentários de Lucas Salema, reportagens de Pietro Loredo e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta, 23/11, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Que legal: Pedro Caixinha, técnico do Red Bull Bragantino, ganhou pela segunda vez o prêmio de ”Melhor Treinador do Brasileirão do Mês”.
Ari Ferreira, fotógrafo oficial da equipe, pediu para tirar uma foto dele com o troféu. Eis que o português pediu duas fotos!
O motivo?
A da esquerda, com TODOS os membros da Comissão Técnica de TODAS as categorias. Afinal, há a necessidade de pensamento integrado entre base e profissional. A da direita, com os jogadores; afinal, sem eles, não haveria premiação.
Um simbólico e válido gesto de humildade!
Para o confronto entre o Mengão contra o Massa Bruta (no Maracanã), a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Bráulio da Silva Machado – SC
Bandeira 1: Bruno Boschilla – PR
Bandeira 2: Eduardo Gonçalves da Cruz – MS
4º árbitro: Tarcizo Pinheiro Caetano – RJ
Assessor de Arbitragem: Renato Cardoso da Conceição – MG
VAR: Rodrigo D’Alonso Ferreira – SC
AVAR: Helton Nunes – SC
AVAR 2: Gilberto Rodrigues Castro Jr – PE
Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG
Bráulio sairá da madrugada de 3ª para 4ª do Equador (estará como 4º árbitro árbitro em Equador x Chile) e irá para o RJ na 5ª feira. Já falamos em outra oportunidade: ele é imprevisível, alternando ruins e razoáveis arbitragens.
Recentemente, apitou a final da Copa do Brasil. Depois foi suspenso ao apitar um pênalti inexistente em Vasco x SPFC. Voltou em Botafogo x Palmeiras (com polêmicas de John Textor) e não parou mais.
O medo é: bolas que batam na mão! Com Bráulio, é como queimada: bateu, marcou.
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O Red Bull Bragantino foi a equipe que em menos jogos sofreu gol no Campeonato Brasileiro. Veja esse número tão significativo:
Sinceramente, não achei que Gabigol merecia ter sido expulso no FlaFlu. Mas, na súmula, o árbitro Wilton Pereira Sampaio justificou: ele (no entender do juizão) interpretou que o flamenguista foi o causador da confusão entre os jogadores, culminando na reação de Nino.
Abaixo, extraído da súmula da partida:
Expulsão de Gabigol: “Expulsei aos 50 minutos do segundo tempo, com o cartão vermelho direto, o atleta sr. Gabriel Barbosa Almeida, da equipe do C.R do Flamengo, por praticar ação ofensiva e abusiva ao ir de encontro ao seu adversário de número 33, sr. Marcilio Florencio Mota Filho, dando uma peitada no mesmo, gerando um ato conflitivo entre eles e os jogadores de ambas as equipes, que foi prontamente controlado. O fato citado ocorreu com o jogo paralisado após a marcação de uma falta a favor da equipe visitante. cabe ressaltar que o referido atleta após o término da partida ingressou o campo de jogo indo ao encontro da equipe de arbitragem proferindo repetidas vezes as seguintes palavras : ‘quero saber por que você me expulsou?’, o mesmo foi contido por seus companheiros e retirado do campo de jogo”.
Expulsão de Nino: “Expulsei aos 50 minutos do segundo tempo, com o cartão vermelho direto, o atleta sr. Marcilio Florencio Mota Filho, da equipe do Fluminense Football Club, por ir de encontro ao seu adversário de número 10 sr. Gabriel Barbosa Almeida, após receber uma peitada do mesmo, segurar com as duas mãos o pescoço do referido adversário, por duas vezes, de forma agressiva e hostil, gerando um ato conflitivo entre eles e os jogadores de ambas as equipes, que foi prontamente controlado. O fato citado ocorreu com o jogo paralisado após a marcação de uma falta a favor de sua equipe”.
Imagem: Jorge Rodrigues / Agif.
Eu critiquei os primeiros jogos do árbitro pernambucano Rodrigo José Pereira na série A pela sua insegurança em campo e excesso de cartões. Mas reconheço que ele tem evoluído.
Em Porto Alegre, num jogo chato, foi contestado sem motivo. Vamos aos 3 lances polêmicos:
06′: Matheus Bidu (SCCP) recebe a bola e tenta protegê-la, dentro da área. João Pedro (GFPA) se aproxima e ele cai. A dúvida é: sofreu uma falta ou simulou? Vendo e revendo, é um lance duvidoso. Eu, com as imagens disponíveis, entendo que ele cavou (quando percebe a aproximação do adversário, força a queda). Não marcaria o pênalti.
08′: Bruno Mendéz (SCCP) dá um carrinho lateral certeiro (desnecessário) em Lucas Besozzi (GFPA). É o típico lance que a FIFA mandou abolir no final dos anos 90… O árbitro erra ao aplicar somente o Amarelo, e o VAR acerta ao sugerir a correção. Vermelho correto.
80′: Bruno Alves (GFPA) dá uma entrada em Fagner (SCCP), com força excessiva. Correto Cartão Vermelho, aplicou o que a regra manda.
O mico da partida: corre pela Web as imagens do gerente de futebol do Corinthians, o ex-jogador Alessandro, invadindo as dependências do estádio para agredir o VAR e precisando ser contido. Mas desde 2022 o VAR é centralizado na CBF… Está todo mundo no RJ! A sala estava vazia.

Arte: extraída de Lancenet.com
Grêmio, Palmeiras e Red Bull Bragantino podem superar o Botafogo nesse final de semana. E na próxima rodada, o Flamengo.
Veremos, depois de mais de 30 rodadas, um novo líder nesse final de semana?
Eu acho que sim…
A propósito, apostei com o Vampeta 1 kg de linguiça bragantina que o Bragantino passaria à frente nesse domingo. E fui na Linguiçaria do Jonas, que era meu vizinho lá, mostrar essas delícias para o Velho Vamp!
Olhe só: https://youtube.com/shorts/JsLQ79exHa0?si=Lq7Fn0zdF3v_uWWQ
Sinceramente, não achei que Gabigol merecia ter sido expulso no FlaFlu. Mas, na súmula, o árbitro Wilton Pereira Sampaio justificou: ele (no entender do juizão) interpretou que o flamenguista foi o causador da confusão entre os jogadores, culminando na reação de Nino.
Abaixo, extraído da súmula da partida:
Expulsão de Gabigol: “Expulsei aos 50 minutos do segundo tempo, com o cartão vermelho direto, o atleta sr. Gabriel Barbosa Almeida, da equipe do C.R do Flamengo, por praticar ação ofensiva e abusiva ao ir de encontro ao seu adversário de número 33, sr. Marcilio Florencio Mota Filho, dando uma peitada no mesmo, gerando um ato conflitivo entre eles e os jogadores de ambas as equipes, que foi prontamente controlado. O fato citado ocorreu com o jogo paralisado após a marcação de uma falta a favor da equipe visitante. cabe ressaltar que o referido atleta após o término da partida ingressou o campo de jogo indo ao encontro da equipe de arbitragem proferindo repetidas vezes as seguintes palavras : ‘quero saber por que você me expulsou?’, o mesmo foi contido por seus companheiros e retirado do campo de jogo”.
Expulsão de Nino: “Expulsei aos 50 minutos do segundo tempo, com o cartão vermelho direto, o atleta sr. Marcilio Florencio Mota Filho, da equipe do Fluminense Football Club, por ir de encontro ao seu adversário de número 10 sr. Gabriel Barbosa Almeida, após receber uma peitada do mesmo, segurar com as duas mãos o pescoço do referido adversário, por duas vezes, de forma agressiva e hostil, gerando um ato conflitivo entre eles e os jogadores de ambas as equipes, que foi prontamente controlado. O fato citado ocorreu com o jogo paralisado após a marcação de uma falta a favor de sua equipe”.
Imagem: Jorge Rodrigues / Agif.
Dizem que há certas coisas que só acontecem com o Botafogo, e é verdade! Qual equipe perde num intervalo de 8 dias, de virada, em casa, por 4×3?
Aliás, o fato relevante foi abrir 14 pontos de vantagem e deixar que os adversários chegassem. O Glorioso perderá o Brasileiro para ele mesmo, pela incompetência de não ter um treinador, de permitir que os atletas gerenciassem o comando do time, e de John Textor, um milionário mimado que não entendeu o funcionamento do futebol brasileiro (e que pede cabeças de cartolas a bel-prazer, jogando a culpa dos seus erros nas falhas alheias).
Na 4ª feira, o Red Bull Bragantino dependia somente dele para ser campeão (assim como o Fogão, matematicamente falando). Apesar do objetivo declarado ser a 4ª colocação dos dirigentes do clube paulista, a possibilidade real de ganhar o título fez com que os garotos sentissem a responsabilidade. Veja esse número: contra o Corinthians, o Massa Bruta cometeu 12 faltas o jogo inteiro; contra o Santos, apenas 8; mas contra o SPFC, somente no 1º tempo, 16 (a maioria de atacantes, afobados e ansiosos por roubar a bola). Nítido sintoma de que, inconscientemente ou não, os meninos sentiram a pressão.
O que poderia ser desânimo aos garotos bragantinos, reverteu-se com a vitória do Grêmio em São Januário. Novamente o Red Bull Bragantino depende somente dele para ser campeão, e, domingo em Bragança Paulista, depois de inúmeras rodadas com o time carioca na liderança, o Campeonato Brasileiro pode ver um novo líder.
Tomara que seja uma rodada exclusivamente resolvida dentro de campo pelos jogadores, sem erros de arbitragem. Aliás, adiantamos que pela lógica da CBF, Seneme poupou Daronco no meio de semana para estar “sem restrição” nessa rodada 34 (vide aqui sobre isso e sobre as escalas, bem óbvias, em: https://wp.me/p4RTuC-Rg3). Aliás, todos aqueles que erraram, por serem FIFA, estão escalados: Bráulio, Zanovelli (no jogo do Palmeiras! Aguentemos Abel…), e, logicamente, Claus no clássico paulista e Wilton no clássico carioca (afinal, Seneme depende deles).
Tecnicamente, o Brasileirão é razoável. Mas no quesito emoção… muito bom!
Falamos durante nossa jornada esportiva: para os 3 mais importantes jogos da rodada, iriam os 3 melhores árbitros no “Ranking Seneme”: Para o SanSão, Claus; para o Fla-Flu, Wilton; e para Massa Bruta x Fogão, Daronco (afinal havia sido poupado para esse jogo).
E não é que deu exatamente essa lista de nomes?
Os FIFAs, estando bem ou mal, vão sendo a garantia da CBF para “menor erro possível”. Eu ainda sou a favor de trazer árbitros europeus de primeira linha.
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Botafogo, a equipe completa que arbitrará a partida:
Árbitro: Anderson Daronco – RS
Bandeira 1: Rafael da Silva Alves – RS
Bandeira 2: Luanderson Lima dos Santos – BA
Quarto-árbitro: Douglas Marques das Flores – SP
Assessor de Árbitros: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Wagner Reway – PB
AVAR 1: Helton Nunes – SC
AVAR 2: Elmo Alves Resende Cunha – GO
Observador de VAR: Alício Pena Junior – MG
Daronco apitou vários jogos envolvendo as duas equipes (e até esse mesmo jogo no 1º turno, no Engenhão). Aliás, nos confrontos entre cariocas e paulistas, é o que mais trabalhou nesse ano.
O problema que vejo para essa partida é: a equipe de VAR! São os buscadores de “pelo em ovo”, tanto o árbitro como o AVAR; afinal, em muitos jogos protagonizaram chamados para lances equivocados.
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo e comentários de Lucas Salema. Domingo, 12/11, 16h00. Mas desde às 14h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Se na Rodada 01 do Campeonato Brasileiro você dissesse para os torcedores do Botafogo e do Red Bull Bragantino que a previsão de classificação final seria a zona da Libertadores da América em 4º ou 5º lugar na tabela, ambos estariam felicíssimos. Afinal, o Fogão não havia se classificado para as semifinais do Cariocão e o Massa Bruta, que fez um bom Campeonato Paulista, ainda estava se adaptando ao fim do ciclo de Maurício Barbieri.
Se você perguntasse aos torcedores do Palmeiras, do Atlético Mineiro e do Flamengo sobre o título do Brasileirão (ou da Libertadores da América), ambos estariam crentes que seria possível. Porém, não imaginariam tanta dificuldade…
Se o torcedor corintiano fosse questionado sobre os perrengues que o Timão passaria, provavelmente teria uma resposta pessimista, mas duvidaria que reviveria tantos técnicos ao longo do ano, como Luxemburgo ou Mano Menezes.
Como o futebol é apaixonante e gera ilusões, o inconformismo vem a galope: já que o improvável Botafogo abriu 14 pontos de vantagens e há mais de 30 rodadas está na liderança, se o título não vier será decepcionante. Não era para ser campeão, mas já que tem chances…
Idem ao Red Bull Bragantino: o discurso foi de conseguir a classificação para a Libertadores. Mas como se permitiu sonhar com o título, mesmo não ambicionado, é impossível que não se criasse o desejo.
A questão é: Palmeiras e Flamengo, que foram tão irregulares ao longo do ano (com sequência de derrotas e vitórias) terão força para reavivar o favoritismo inicial do ano nesta reta final?
Imagem extraída de GE.com
Não estou convencido de que o zagueiro palmeirense foi bem expulso. Falávamos anteriormente que o árbitro costumava ser rigoroso nos cartões. Mas avalie:
– O flamenguista sofreu uma infração em situação clara e manifesta de gol? Não.
– Foi uma “gravata” aplicada que colocou em risco a integridade do jogador? Não.
– Foi conduta violenta / agressão, onde não se disputou a bola? Não.
Não consigo achar argumento para não aplicar o Cartão Amarelo.
Imagem extraída de Gazeta Esportivs.com
Uma boa arbitragem (apesar do erro do bandeira número 2 Miguel Cataneo num impedimento no começo do jogo, mas que não resultou em gol – e a vacilada do próprio juiz no pênalti no finalzinho da partida) na Vila Belmiro.
Flávio Rodrigues de Souza marcou as faltas reais e não entrou na onda das faltas forçadas. Isso foi bom. Mas o primeiro tempo mostrou algo interessante: um Red Bull Bragantino ansioso, sem a posse de bola (que não é a sua característica), cometendo faltas bobas. Tal fato mostra que os garotos acabaram sentindo a pressão. Um número que mostra isso: no primeiro tempo, em faltas, o placar foi SPFC 4 x 16 RBB. A maior parte delas em lances de ataque, onde a afobação fez com que os jogadores de frente cometessem infrações.
Compare: contra o Atlético Mineiro, no jogo inteiro, o Massa Bruta cometeu 13 faltas. Domingo, contra o Corinthians, 12. Contra o Santos, lá mesmo na Vila Belmiro, apenas 8 (e hoje, somente no primeiro tempo, 16). Curiosamente, após as substituições no intervalo, o jogo mudou. Até os 18 minutos do segundo tempo, NENHUMA falta foi cometida.
A bobeada do árbitro (corrigida pelo VAR) foi: o pênalti de Talisson em David. Falamos na transmissão de que o atleta bragantino pega o pé do jogador tricolor e depois ele rebate na bola. Entretanto, Flávio não marcou e precisou de muito tempo discutindo com o VAR para reconsiderar. O lance aconteceu aos 43m do 2º tempo, e o pênalti cobrado aos 47’43”.
Curiosidade: o árbitro deu 8 minutos de acréscimo, depois mais 3.
Algumas anotações do jogo no “lance-a-lance”:
Aos 33m, Alisson (SPFC) comete uma falta em Helinho (RBB) que era para cartão amarelo. O árbitro adverte verbalmente, mas Juan (SPFC) reclama da marcação e recebe o cartão.
Aos 34m, Helinho cometeu sua 3ª falta e recebeu Amarelo. Bem aplicado.
Segundo tempo: Correto o Amarelo ao Lucas Evangelista.
Aos 31m: Gabriel Neves (SPFC) deu uma entrada muto forte em Jadson (RBB) e foi punido corretamente com cartão amarelo. Foi correto o árbitro ao não permitir uma vantagem, pelo clima do jogo.
Aos 36m: David (SPFC) atinge com o cotovelo Matheus Gonçalves (RBB) com o cotovelo após proteger a bola. Não foi uma infração proposital (pois aí seria agressão com Cartão Vermelho), foi um lance imprudente, que fez com que sangrasse bastante o adversário.
Aos 43m, Talisson tenta roubar a bola de David, atingindo pé e bola. Isso e pênalti. Flávio marca escanteio sem demonstrar convicção. E após muita demora, muda sua decisão e corretamente marca pênalti.

Imagem extraída de Estadão.com
Grêmio, Palmeiras e Red Bull Bragantino podem superar o Botafogo nesse final de semana. E na próxima rodada, o Flamengo.
Veremos, depois de mais de 30 rodadas, um novo líder nesse final de semana?
Eu acho que sim…
A propósito, apostei com o Vampeta 1 kg de linguiça bragantina que o Bragantino passaria à frente nesse domingo. E fui na Linguiçaria do Jonas, que era meu vizinho lá, mostrar essas delícias para o Velho Vamp!
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O panorama do Brasileirão, nas duas pontas, é incrível nesse segundo turno, não?
Veja só:
O Botafogo chegou a ter 14 pontos de vantagem na liderança do Brasileirão. Será que na hora H pipocará?
Vendo a classificação dos times, qual o seu palpite sobre quem serão os 3 primeiros colocados do Campeonato Brasileiro?
Considere: estado emocional das equipes, momento no campeonato, projeção dos próximos jogos, pressão exercida sobre os atletas e capacidade de decisão.
Meu palpite: Red Bull Bragantino (1º), Palmeiras (2º) e Botafogo (3º).
Em tempo: no segundo turno, a equipe de melhor aproveitamento é o Massa Bruta, com 72,22% dos pontos conquistados, seguida pelo Galo Mineiro (66,67%). Matematicamente, o Botafogo e o Red Bull Bragantino são as duas únicas equipes que dependem somente de si para o titulo.
Sugestão / curiosidade: o que aconteceria se John Textor criasse um “fato novo” e contratasse um treinador como Vanderlei Luxemburgo?
Entenda esse panorama, e aí você entenderá a escala do Brasileirão para a próxima rodada:
Na Inglaterra, os árbitros que trabalham na Premier League são profissionais e contratados por temporada. Ao final do seu contrato, podem ser rebaixados ou dispensados, se não forem bem.
Deles, Anthony Taylor é um dos maiores nomes da PGMOL (Professional Game Match Officials Board, a entidade que cuida da arbitragem da PL). Ele apitou a final da Liga Europa, esteve na Copa do Mundo e foi o árbitro no Mundial de Clubes. E por ter se equivocado em Wolverhampton 2×2 Newcastle (marcou um pênalti num contato físico normal de disputa de bola), foi rebaixado para apitar jogos da Championship (a segunda divisão).
Lá, isso é inadmissível. Um árbitro FIFA não pode marcar um pênalti inexistente e deve ser punido exemplarmente. E para o árbitro, é uma vergonha incomensurável.
Aqui no Brasil… vemos tais pênaltis a toda rodada sendo marcados. Árbitros são punidos ou não, afastados ou não, conforme a necessidade das escalas.
E por que isso ocorre?
Porque não temos bons e numerosos árbitros no quadro. Se Wilson Seneme afastar todo mundo que errar (como no erro de Taylor, que lá é exceção e aqui é corriqueiro), não teremos árbitros para apitar a Série A.
Vide: Bráulio Machado, afastado em Vasco x São Paulo, voltou em Botafogo x Palmeiras. E mesmo com todas as queixas, apitará Grêmio x Bahia. Daronco, outro contestado, no Fortaleza x Flamengo.
A estratégia é: afasta um ou outro árbitro por rodada (para dizer que houve punição), e resgata veteranos (Marcelo de Lima Henrique, Leandro Vuaden e Luiz Flávio de Oliveira), que estão quase aposentados, para tentar “segurar o rojão” nas rodadas finais.
Quando se tem um jogo importante, “se guarda” o árbitro uma rodada antes, a fim de ser preservado. É o caso de Raphael Claus, que foi poupado na anterior para estar nessa escala. Provavelmente, o árbitro de Flamengo x Palmeiras esteja descansando no próximo domingo (vou chutar que será Ramon Abel Abatti).
E sobre a escala em Bragança Paulista, toda ela, aqui:
Com Claus no apito nesse ano pelo Brasileirão, o Red Bull Bragantino não perdeu e o Corinthians não venceu. Mas não é culpa do árbitro, mas sim do desempenho natural das equipes.
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Entenda esse panorama, e aí você entenderá a escala do Brasileirão para a próxima rodada:
Na Inglaterra, os árbitros que trabalham na Premier League são profissionais e contratados por temporada. Ao final do seu contrato, podem ser rebaixados ou dispensados, se não forem bem.
Deles, Anthony Taylor é um dos maiores nomes da PGMOL (Professional Game Match Officials Board, a entidade que cuida da arbitragem da PL). Ele apitou a final da Liga Europa, esteve na Copa do Mundo e foi o árbitro no Mundial de Clubes. E por ter se equivocado em Wolverhampton 2×2 Newcastle (marcou um pênalti num contato físico normal de disputa de bola), foi rebaixado para apitar jogos da Championship (a segunda divisão).
Lá, isso é inadmissível. Um árbitro FIFA não pode marcar um pênalti inexistente e deve ser punido exemplarmente. E para o árbitro, é uma vergonha incomensurável.
Aqui no Brasil… vemos tais pênaltis a toda rodada sendo marcados. Árbitros são punidos ou não, afastados ou não, conforme a necessidade das escalas.
E por que isso ocorre?
Porque não temos bons e numerosos árbitros no quadro. Se Wilson Seneme afastar todo mundo que errar (como no erro de Taylor, que lá é exceção e aqui é corriqueiro), não teremos árbitros para apitar a Série A.
Vide: Bráulio Machado, afastado em Vasco x São Paulo, voltou em Botafogo x Palmeiras. E mesmo com todas as queixas, apitará Grêmio x Bahia. Daronco, outro contestado, no Fortaleza x Flamengo.
A estratégia é: afasta um ou outro árbitro por rodada (para dizer que houve punição), e resgata veteranos (Marcelo de Lima Henrique, Leandro Vuaden e Luiz Flávio de Oliveira), que estão quase aposentados, para tentar “segurar o rojão” nas rodadas finais.
Quando se tem um jogo importante, “se guarda” o árbitro uma rodada antes, a fim de ser preservado. É o caso de Raphael Claus, que foi poupado na anterior para estar nessa escala. Provavelmente, o árbitro de Flamengo x Palmeiras esteja descansando no próximo domingo (vou chutar que será Ramon Abel Abatti).
E sobre a escala em Bragança Paulista, toda ela, aqui:
Com Claus no apito nesse ano pelo Brasileirão, o Red Bull Bragantino não perdeu e o Corinthians não venceu. Mas não é culpa do árbitro, mas sim do desempenho natural das equipes.
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O que está empolgando mais no Brasileirão 2023? A parte de cima ou a parte de baixo da Tabela?
Tanto a briga pelo título (mas principalmente pelas vagas para a Libertadores) quanto à da fuga do rebaixamento, trazem muita emoção.
Restando um pouco mais de um mês para o término do Campeonato, essa classificação, abaixo, mudará muito nos próximos dias, ou não?
Particularmente, acho que está tudo em aberto (exceto para Coritiba e América, que já estão na Segundona). E fico imaginando: se o Botafogo perder o título, será uma enorme “pipocada”?
Confira:
No jogo cujo segundo tempo durou exatamente 1 hora, a respeito do pênalti de Soteldo,
Enfim: o lance é difícílimo para a arbitragem*. Tudo o que se marcasse, daria polêmica (pela queda do santista e pelo tempo de jogo).
O que não pode é: Anderson Daronco, com o porte físico e a insígnia da FIFA no peito, ficar no bololô dos jogadores dos dois times, tentando falar com o VAR e não conseguindo. Em um dado momento, ficou nítido que ele estava pedindo por favor para ouvir o seu colega de vídeo… Teria que esbravejar, se isolar, e conforme manda a regra, punir quem não o permitia dialogar com tranquilidade.
Pior: e a turma que o foi acompanhar até o monitor? Não pode ter apenas tamanho, árbitro tem que ter presença…
Sobre o gol do Corinthians, abordamos anteriormente aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/10/29/corinthians-x-santos-todo-mundo-errou-que-gol-sem-merito/
*ATUALIZAÇÃO –
RECEBI ESSA IMAGEM, mais clara: Soteldo só chuta Bruno Mendes, pois o corintiano o obstruiu. Portanto, pênalti. Veja o vídeo:

Imagem extraída de Meu Timão.com
A fim de diminuir a distância dos adversários que estão à frente, seria interessante para o Flamengo que o Red Bull Bragantino perdesse para o Fluminense.
A torcida do Mengão, de tal forma, torceria para o co-irmão? Ou sem chance?
A rivalidade faria que o desejo maior fosse do Massa Bruta, mesmo abrindo distância, ganhar do Flu?
Bola cantada… e só assumiu depois do jogo do Corinthians? Aliás, ele e a sua Comissão Técnica receberão R$ 2,5 mi por mês!
Falamos na semana passada aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/10/05/tite-esta-evitando-o-acerto-com-o-flamengo-por-causa-do-corinthians/
– Tite está evitando o acerto com o Flamengo por causa do Corinthians?

Arte extraída de: A Gazeta Esportiva.
Como explicar:
1- O Santos FC, com o mesmo elenco, começou a jogar um bom futebol com Marcelo Fernandes. Não jogava antes pois era culpa dos treinadores anteriores?
2- O Botafogo venceu o clássico contra o Fluminense. Mérito do técnico Lúcio Flávio, que fez algo que Bruno Lage não fazia: contentar o elenco?
3- O Bahia ganhou do Goiás lá em Goiânia, tendo Rogério Ceni como treinador. Os resultados ruins eram por culpa de Renato Paiva, o ex-treinador, pois é o mesmo elenco que está jogando?
O Vasco da Gama de Ramon Diaz passou por algo parecido, mas diferencia-se pois chegaram novos jogadores. Assim, fica a dúvida: há atletas (ou grupos de jogadores) que rendem menos com determinado treinador, ou são os treinadores que orientam mal?
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Imagem extraída de GE.com
Em 8 dias, o Corinthians de Mano Menezes jogou 3 vezes e não venceu nenhuma partida (2D e 1E).
Agora, os clubes terão uma pausa na tabela por conta dos jogos da Seleção Brasileira. Em tese, os treinadores terão mais tempo para trabalhar seus esquemas e demais estratégias.
Com o atual elenco, o que Mano poderá fazer de extraordinário para melhorar o Timão?
Aliás, é a oportunidade das equipes promoverem a harmonia entre treinadores e atletas. De tal forma, quem está sem treinador (como o Flamengo) será o momento de anunciar alguém!
Lembrei-me, de novo, de Pedro Caixinha, que disse: “Pausa não é descanso, pausa é trabalho”, referindo-se à situação ímpar de ter tempo de entrosar o time e testar alternativas de jogo.
Para o confronto entre o Furacão e o Massa Bruta, apitará:
Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz – RJ
Bandeira 1: Luiz Cláudio Regazzone – RJ
Bandeira 2: Thiago Rosa de Oliveira – RJ
4º Árbitro: Lucas Paulo Torezin – PR
Assessor de Arbitragem: José Mocelin – RS
VAR: Rodrigo Nunes de Sá – RJ
AVAR: Antonio Adriano de Oliveira – MA
AVAR 2: Michel Patrick Costa Guimarães – MG
Observador de VAR: Péricles Bassols Cortez– RJ
Yuri apitou Coritiba 0x1 Bragantino e foi muito mal (deixando de expulsar Andrei no 1º tempo, vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3jT). Das vezes que o vi apitando, se mostrou muito inseguro em campo, marcando faltas demais e mostrando-se sem critério nos cartões.
O curioso é que os primeiros jogos de Yuri na Série A foram justamente apitando partidas contra Athletico e Red Bull Bragantino. Voltou para a série B, fez reciclagem e retornou para a Série A.
Veremos se mudou seu estilo… (tomara). Torçamos para uma boa arbitragem e um ótimo jogo!
Acompanhe conosco o jogo entre Athletico Paranaense x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo 08/10, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Que tanto na ponta de cima (apesar do Botafogo) quanto na ponta de baixo há emoção no Brasileirão, não há do que questionar. Mas o nível técnico do Campeonato Brasileiro...
Não estamos nos contentando com pouco?
Eu acho que estamos tão abaixo da Europa atualmente (infelizmente)… e você, concorda com essa visão?
Aliás, o Brasileirão está tão estranho, que o treinador do líder, Bruno Lage, parece sempre estar sem vontade. Já repararam que parece que ele está fazendo um “favor” sendo técnico aqui?
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Imagem extraída de GE.com
Algumas pessoas me perguntaram se a entrevista pós-jogo do treinador do Red Bull Bragantino, Pedro Caixinha, foi carregada de ironia ou de excesso de humildade. E a resposta é: nem uma coisa, nem outra.
Quem não o conhece, pode ter tido essa falsa impressão, mas o português é extremamente sóbrio. E os pontos foram:
1. Sobre brigar pelo título: ele foi claro ao dizer que não briga para ser Campeão Brasileiro, pois o objetivo é a classificação para a Libertadores. E há motivos: quando Maurício Barbieri chegou à final da Copa Sul-americana antes do previsto pela matriz Red Bull, criou-se uma ruim cobrança e uma grande antecipação de conquistas do processo. Isso pode trazer uma falsa ilusão! Pés-no-chão é importante, e se for possível, o título do Brasileirão será um adicional não desejado (mas bem-vindo).
2. Sobre não ser um bom ano dentro de campo: para muitos, uma grande surpresa vê-lo afirmar que a temporada não foi boa, mas ele ressaltou: refere-se aos mata-matas, pois parou na semifinal no Paulistão, foi eliminado pelo Ypiranga-RS na Copa do Brasil e por um “pênalti de queimada”, eliminado na Copa Sulamericana (por esse lado, em três momentos eliminatórios, detalhes foram preponderantes e isso o deixou inconformado).
3. Sobre mudar o jogo no intervalo: questionado sobre o que fez, não mentiu: procurou lembrar o que foi treinado durante o trabalho da semana e reforçou: “procurei dar serenidade à equipa”, disse. Aqui, fica a lembrança: Pedro Caixinha não quer holofotes ou rótulos, quer trabalhar bastante e exige comprometimento dos jogadores. Para isso, não pode existir desespero ou afobação, ele quer lucidez / razão.
4. Sobre prioridades da equipe durante o jogo: ele ressaltou que não pode gastar energia com aquilo que não é de seu controle (em várias oportunidades falou sobre não se desgastar em reclamar da arbitragem, se preocupar com situações periféricas ou algo assim), e de tal forma, destacou: preciso focar no que podemos controlar, como o ritmo de jogo, desempenho e as nuances do nosso trabalho. Tudo isso para ressaltar: durante os 90 minutos, tem que estar atento ao jogo, e não às polêmicas.
5 .Sobre uma discussão com um torcedor depois do jogo, ele resumiu: “o que acontece em Vegas, fica em Vegas”. Aqui, há um esclarecimento: há um sujeito folclórico (que não vale dar o holofote) que na derrota ou na vitória fica na mureta da arquibancada, “grudado” o jogo inteiro lá, “enchendo o pacová”. O próprio Caixinha disse que não valeria a polêmica, pois aquilo era uma rotina. Não me parece inteligente o cara “cornetar seu próprio técnico”, mas como paga o ingresso e está ali… paciência.
Eu gosto de me atentar às coletivas para aprender o que é importante e ver o que pode ser demagogia ou pontos a serem descartados. Caixinha tem bom conteúdo em suas falas.
Imagem: Crédito de Ari Ferreira / Red Bull Bragantino
E a tabela do Brasileirão promete várias emoções nesse final de semana: dependendo da combinação dos resultados, devido ao confronto entre Red Bull Bragantino x Palmeiras, podemos terminar a Rodada 25 tendo o Botafogo com 51 pontos, seguido pelo time do Interior Paulista com 45 (claro, o Massa Bruta fazendo a sua parte, Botafogo perdendo e Grêmio + Fluminense empatando. Lembrando que o Botafogo terá que jogar em Bragança Paulista ainda.
Em outro cenário, para o campeonato “pegar fogo”, Podemos ter Botafogo 51 pontos e Palmeiras 47. E o mais favorável ao Fogão: vencer sua partida e pular aos 54, e pela combinação “menos danosa”, Grêmio e Fluminense perderem, com Palmeiras e Bragantino empatando (ficaria BOT 54 e SEP 45).
Na virada do turno, eu achava difícil o Botafogo perder o título. Mas ele será uma decepção, como o Arsenal foi na última temporada da PL?
E a tabela do Brasileirão promete várias emoções nesse final de semana: dependendo da combinação dos resultados, devido ao confronto entre Red Bull Bragantino x Palmeiras, podemos terminar a Rodada 25 tendo o Botafogo com 51 pontos, seguido pelo time do Interior Paulista com 45 (claro, o Massa Bruta fazendo a sua parte, Botafogo perdendo e Grêmio + Fluminense empatando. Lembrando que o Botafogo terá que jogar em Bragança Paulista ainda.
Em outro cenário, para o campeonato “pegar fogo”, Podemos ter Botafogo 51 pontos e Palmeiras 47. E o mais favorável ao Fogão: vencer sua partida e pular aos 54, e pela combinação “menos danosa”, Grêmio e Fluminense perderem, com Palmeiras e Bragantino empatando (ficaria BOT 54 e SEP 45).
Na virada do turno, eu achava difícil o Botafogo perder o título. Mas ele será uma decepção, como o Arsenal foi na última temporada da PL?
Sobre o lance de Ferreira e Yuri Alberto no final do jogo, na Arena Neo Química: não é questão de avaliar se houve “reflexo para ter tempo de tirar o braço”, mas sim de “ir com o braço em movimento antinatural para disputar a bola”. Esse é o típico lance que a FIFA queria acabar quando colocou em vigor a orientação (tão polêmica no Brasil, onde se marca em qualquer lance equivocadamente a infração, mas que dessa vez se pecou).
Repare: o corintiano já está com o braço direito levantado, ampliando o espaço na hora do chute gremista. Não é natural o movimento de correr com os braços ao alto, é antinatural.
Não precisaria de VAR para marcar, o árbitro Wilton Pereira Sampaio é experiente o suficiente para estar bem posicionado e assinalar. Mas o VAR Emerson de Almeida Ferreira teria que chamar para revisão de possível penal e não o fez. Estava distraído?
Será que tantos dias de Intertemporada da Arbitragem no Rio de Janeiro não adiantaram? Talvez Seneme deva estar frustrado, afinal, a propaganda dos trabalhos foi grande.
Lembrando: Wilton apitou Grêmio x Bahia, e marcou um pênalti bizarro em lance de movimento natural por antinatural (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-O3O). Agora, fez exatamente o contrário: não marcou o antinatural entendo ser natural.
Ao final das contas: favoreceu o Grêmio contra o Bahia e prejudicou contra o Corinthians. Portanto, o Grêmio tem dois motivos para reclamar dele: de um erro a favor e de outro contrário (se é para melhorar a arbitragem, o faça assim).
Para o confronto entre o Coelho e o Massa Bruta, arbitrarão a partida:
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – RJ
Bandeira 1: Alessandro Álvaro de Rocha Matos – BA
Bandeira 2: Paulo de Tarso Bregalda Gussen – BA
Quarto-árbitro: Hieger Túlio Cardoso – MG
Assessora de Árbitros: Ana Karina Marques Valentim – PE
VAR: Wagner Reway – MT
AVAR 1: Cleriston Clay Barretos Rios – SE
AVAR 2: Douglas Schwinger da Silva – RS
Observador de VAR: Emerson Augusto de Carvalho – SP
Apesar dos seus 52 anos de idade (está há 21 anos na Série A do Brasileirão), o militar Marcelo de Lima Henrique (carioca, mas que está apitando pelo Ceará) continua muito bem fisicamente e apitando em alto nível. Até pela necessidade de renovação no quadro, ele não tem apitado a mesma quantidade de jogos na Primeira Divisão do que outrora, mas nos jogos decisivos das outras divisões, ele se tornou uma atração. Mantém ainda o bom nível técnico de antes.
O seu bandeira 1 é outro veterano: o investigador de polícia Alessandro Matos (47 anos de idade) já tem 27 anos atuando pela CBF! E continua firme nas escalas. Nenhuma preocupação. Ao contrário, o bandeira 2 Paulo de Tarso, com 41 anos, irá estrear na Série A do Brasileirão.
Eu imagino o maior motivo dessa escala: Marcelo e Alessandro, respeitados e experientes, terão que “cuidar” de Fabián Bustos, o treinador do América, que deixou péssima impressão quanto ao seu comportamento enquanto treinador do Santos FC. Ele é folgado, reclama o jogo inteiro e não permite tranquilidade para a arbitragem durante os 90 minutos.
Desejo uma boa partida e uma ótima atuação.
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça, 19/09, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
O Red Bull Bragantino jogou muito bem e ganhou de 2×0 do Grêmio (que apesar do esforço de Suárez, foi totalmente envolvido).
Um detalhe interessante foi que o Massa Bruta jogou com um uniforme inusitado: utilizou a camisa de treino (bordô), para passar a mensagem de que “o jogo não começa com o apito inicial do juiz, mas sim no primeiro treino de cada preparação antes das partidas”.
Deu certo. Na pausa da Data-FIFA anterior, goleou o Flamengo por 4×0. Nessa atual, venceu por 2×0 e poderia ter sido mais elástico o placar, pelo volume de jogo mostrado (e também pela apatia do Tricolor Gaúcho – que confesso, foi decepcionante para mim).
Valeu de novo a frase de Pedro Caixinha: “Pausa não é descanso; pausa é treino” (a fala completa e explicada, no link aqui: https://wp.me/p4RTuC-NRb).
Da última vez que houve uma vitória tão convincente e um pulo na tabela como agora, coincidentemente o Corinthians havia perdido e um jornalista da Capital criou um factóide de que o Timão demitiria Luxemburgo e iria atrás do português com um salário vultuoso (relembre aqui: https://wp.me/p4RTuC-NX0). Não tinha nada disso…
O que se criará agora?
Alguns números importantes:
Crédito da Imagem: Ari Ferreira