– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Corinthians x Red Bull Bragantino (Copa Sulamericana):

E para o confronto do Coringão contra o Massa Bruta, a Conmebol escalou:

Árbitro: Andrés Rojas – COL
Bandeira 1: Richard Ortiz– COL
Bandeira 2: David Fuentes – COL
Quarto-Árbitro: Carlos Betancur – COL
VAR: Maurício Perez – COL
AVAR: Maria Victoria Daza – COL
Assessor de Arbitragem: Pedro Saucedo– BOL

No ano passado, Rojas apitou Fortaleza x Corinthians – e foi bem! Para mim, uma surpresa, pois ele não é “primeira linha”, não apitava jogos importantes e apenas estava escalado em jogos fáceis

Aliás, o jogo mais importante que ele havia trabalhado foi aquele Atlético Mineiro x Boca Jrs, quando anulou um gol legítimo dos argentinos e foi suspenso (Libertadores 2021).

Inegavelmente, ele evoluiu, pois passou a ser muito mais escalado pela Conmebol. Sinal que está com moral, depois de um tempo difícil. Mas precisa corrigir um defeito: a falta de critérios nos cartões (especialmente quanto a disciplina).

Acompanhe conosco o jogo entre Corinthians vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça, 20/08, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– As indisciplinadas Comissões Técnicas do Choque-Rei e o gol anulado.

Dias atrás, falamos do quanto os atletas e jogadores brasileiros estão indisciplinados em campo (está no link: https://wp.me/p55Mu0-3vz). No clássico Palmeiras x São Paulo, de novo as comissões técnicas dos dois times dos treinadores mais chatos da América do Sul causaram (Abel e Cia, com a “Cia de Zubeldía”, que estava suspenso).

A cada lance, por menor que seja a dúvida, gestos e gritos das Comissões Técnicas. Um escândalo por qualquer coisa, uma vergonha para esportistas, um constrangimento de se ver.

Sim, é apelativo. Quando têm razão (pois a arbitragem brasileira está em péssima fase), eles se esbaldam nas caras e bocas. E quando não têm razão, querem também ter!

Quem os disciplinará? Como fazer João Martins, por exemplo, ter um comportamento respeitoso e não irônico (muitas vezes raivoso) em uma partida de futebol?

DUVIDO, que se na Premiere League, os clubes manteriam em seus cargos Abel ou Zubeldía, mesmo com bons resultados. É muito chilique, histeria e mimimi. Até para arremesso lateral fazem escândalo!

Em tempo: o que seria o segundo gol do Palmeiras, anulado por impedimento, eu discordo da marcação de Claus. É interpretativo, e entendo que àquela distância, naquele posicionamento, não houve nenhuma interferência do atacante palmeirense na tentativa de defesa do goleiro são-paulino.

Questione-se: qual a dificuldade “a mais” houve para Rafael defender o chute, pelo fato do atacante estar ali? Ele atrapalhou?

Para mim, gol legal.

Acréscimo: nos erros a favor (porque se alguém tem erro contra, o outro tem a favor), ninguém faz mea culpa e diz que foi favorecido?

Acréscimo 2: sobre a declaração de “Arbitragem Desastrosa”, cito aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZMy

– O detalhe mais importante escrito por Raphael Claus na súmula de Palmeiras x São Paulo, além do problema dos gandulas:

Um árbitro pode mostrar cartão vermelho no vestiário?

Não!

Leia a Regra do Jogo (Regra 5), e depois falaremos do detalhe da súmula do Choque-Rei:

1• O árbitro tem autoridade para tomar medidas disciplinares desde o momento em que entra no campo de jogo para a inspeção prévia à partida até sair do campo após o fim do jogo, incluindo a disputa de pênaltis. Se, antes de sua entrada no campo de jogo ao início da partida, um jogador cometer uma infração passível de expulsão, o árbitro tem autoridade para impedir que esse jogador participe do jogo (ver a Regra 3, item 6); o árbitro registrará na súmula quaisquer outras condutas incorretas;
2• O árbitro tem autoridade para mostrar cartões amarelos e vermelhos e, quando o regulamento da competição permitir, para excluir temporariamente um jogador, desde o momento em que entra em campo no início do jogo até depois de seu encerramento, incluindo o intervalo de jogo, a prorrogação e a disputa de pênaltis;
3• O árbitro poderá tomar medidas contra os membros da comissão técnica que não agirem de forma responsável e adverti-los verbalmente ou com CA, ou expulsá-los do campo de jogo e de seu entorno imediato, incluindo a área técnica; se o infrator não puder ser identificado, o treinador principal presente na área técnica receberá a sanção por ele. No entanto, o médico da comissão técnica que cometer uma infração passível de expulsão poderá permanecer e atuar no caso de um jogador necessitar atendimento e sua equipe não contar com outro médico;
4• Com relação aos incidentes que não observar, o árbitro atuará de acordo com as indicações dos outros membros da equipe de arbitragem.
Diante disso, veja na súmula de Claus os detalhes interessantes (súmula na imagem abaixo): o árbitro escreveu que ainda estava em campo (portanto, poderia tomar medidas disciplinares, ou seja, expulsar um atleta, mesmo sem poder mostrar o cartão por algum motivo específicoparágrafo 1 acima do texto da regra). Alegou que foi avisado pelo VAR naquele momento, de uma briga que não tinha visto (parágrafo 4, acima). Foi ver a imagem, pois a confusão ainda não era algo interno, mas estava no acesso do túnel que leva ao vestiário – ou seja, ainda nas redondezas do campo de jogo (parágrafo 2, acima, podendo mostrar cartões vermelhos naquele momento). Aos ver a agressão, considerou que foram merecedores de expulsão, mas não poderia mostrar o cartão vermelho, já que os atletas, quando ele concluiu a revisão no monitor, já estavam no vestiário.
Perceba:
1- Se Raphael Claus dissesse que tudo aconteceu dentro do vestiário, ele não poderia considerá-los expulsos, mas apenas relatar em súmula e o Tribunal decidiria uma punição ou não.
2- Se os atletas estivessem dentro de campo no pós-jogo e permanecessem, ele poderia exibir o cartão vermelho a ambos; mas como “passou do tempo” e os atletas estavam no vestiário, não houve tempo hábil para mostrar os cartões, embora tenham sido considerados expulsos (e isso implica no cumprimento da suspensão automática, igualmente da forma que se tivesse mostrado).
Se Claus fez a súmula juntamente com a sua equipe para a precisa e exata redação, não sei. Mas ela foi muito bem feita, sem deixar “buracos” para que os clubes revisassem a decisão contestando-a.
Sobre os gandulas, repito: não podem ser funcionários do clube, agindo de maneira passional, agilizando ou retardando o jogo ao interesse do seu time, muito menos torcendo à beira do gramado. Deveriam ser ALUNOS da Escola de Arbitragem, para serem isentos e aprenderem um pouco mais do mundo do futebol profissional.

– Arbitragem de Palmeiras 2×1 São Paulo foi desastrosa?

Calma, Abel… não foi desastrosa não.

Falamos aqui: https://youtu.be/u8XfbgBXJYI?si=0IfGkwC7Mjjwn6q-

– E o Pikachú?

Inexplicável o Cartão Amarelo para Yago Pikachú na entrada por jogo brusco grave na partida Red Bull Bragantino 1×2 Fortaleza.

O jovem árbitro Alex Stéfano, que já havíamos adiantado que não costuma ser rigoroso disciplinarmente em campo, não o expulsou. O VAR deveria ter chamado para revisão, pois a sola levantada numa disputa de bola, sempre é um lance perigoso. Atingindo o adversário àquela altura, torna-se tiro livre direto com Cartão Vermelho (e não é nem questão de interpretação, pois existe a orientação para lances dessa natureza resultarem em expulsão).

Errou a arbitragem.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Corinthians x Red Bull Bragantino (Copa Sulamericana):

E para o confronto do Coringão contra o Massa Bruta, a Conmebol escalou:

Árbitro: Andrés Rojas – COL
Bandeira 1: Richard Ortiz– COL
Bandeira 2: David Fuentes – COL
Quarto-Árbitro: Carlos Betancur – COL
VAR: Maurício Perez – COL
AVAR: Maria Victoria Daza – COL
Assessor de Arbitragem: Pedro Saucedo– BOL

No ano passado, Rojas apitou Fortaleza x Corinthians – e foi bem! Para mim, uma surpresa, pois ele não é “primeira linha”, não apitava jogos importantes e apenas estava escalado em jogos fáceis

Aliás, o jogo mais importante que ele havia trabalhado foi aquele Atlético Mineiro x Boca Jrs, quando anulou um gol legítimo dos argentinos e foi suspenso (Libertadores 2021).

Inegavelmente, ele evoluiu, pois passou a ser muito mais escalado pela Conmebol. Sinal que está com moral, depois de um tempo difícil. Mas precisa corrigir um defeito: a falta de critérios nos cartões (especialmente quanto a disciplina).

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– As indisciplinadas Comissões Técnicas do Choque-Rei e o gol anulado.

Dias atrás, falamos do quanto os atletas e jogadores brasileiros estão indisciplinados em campo (está no link: https://wp.me/p55Mu0-3vz). No clássico Palmeiras x São Paulo, de novo as comissões técnicas dos dois times dos treinadores mais chatos da América do Sul causaram (Abel e Cia, com a “Cia de Zubeldía”, que estava suspenso).

A cada lance, por menor que seja a dúvida, gestos e gritos das Comissões Técnicas. Um escândalo por qualquer coisa, uma vergonha para esportistas, um constrangimento de se ver.

Sim, é apelativo. Quando têm razão (pois a arbitragem brasileira está em péssima fase), eles se esbaldam nas caras e bocas. E quando não têm razão, querem também ter!

Quem os disciplinará? Como fazer João Martins, por exemplo, ter um comportamento respeitoso e não irônico (muitas vezes raivoso) em uma partida de futebol?

DUVIDO, que se na Premiere League, os clubes manteriam em seus cargos Abel ou Zubeldía, mesmo com bons resultados. É muito chilique, histeria e mimimi. Até para arremesso lateral fazem escândalo!

Em tempo: o que seria o segundo gol do Palmeiras, anulado por impedimento, eu discordo da marcação de Claus. É interpretativo, e entendo que àquela distância, naquele posicionamento, não houve nenhuma interferência do atacante palmeirense na tentativa de defesa do goleiro são-paulino.

Questione-se: qual a dificuldade “a mais” houve para Rafael defender o chute, pelo fato do atacante estar ali? Ele atrapalhou?

Para mim, gol legal.

Acréscimo: nos erros a favor (porque se alguém tem erro contra, o outro tem a favor), ninguém faz mea culpa e diz que foi favorecido?

Acréscimo 2: sobre a declaração de “Arbitragem Desastrosa”, cito aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZMy

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino vs Fortaleza:

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão da Pici

Árbitro: Alex Gomes Stefano-RJ
Árbitro Assistente 1: Luanderson Lima dos Santos-BA
Árbitro Assistente 2: Thiago Rosa de Oliveira-RJ
Quarto Árbitro: Michelângelo Martins de Almeida Junior-PE
Assessor: Vidal Cordeiro Lopes-BA
VAR: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro-RN
AVAR: Andrea Izaura Maffra Marcelino-RJ
AVAR2: José Ricardo Vasconcellos Laranjeira-AL
Observador de VAR: Márcio Eustáquio Sousa Santiago-MG
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro-CBF

Repare: tem gente de vários estados do Brasil

Alex apitou vários jogos da série D e C em 2023, e nesse ano estreou e atuou em 9 partidas da Série A (nenhum jogo do Bragantino e 3 jogos do Fortaleza). Nesses 9 jogos, aplicou 32 Cartões Amarelos e 2 Vermelhos (média baixíssima). 

Como novato, tem tentado levar o jogo sem muitas faltas (o que é bom, se forem tentativas de cavar faltas e assim conseguir dinamizar o jogo), e costuma aceitar reclamações (o que é ruim, pois precisa se impor mais).

Ds partidas que assisti dele, não comprometeu, embora não tenha sido tão exigido

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Fortaleza pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 17/08, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Ser “Time Grande” ainda tem peso, na hora do rebaixamento?

Dos times grandes do Campeonato Brasileiro, apenas Flamengo e São Paulo não foram rebaixados para a Segunda Divisão Nacional.

Antigamente, existia a frase que dizia: “time grande não cai”. E a maioria deles caiu…

Ao ver a classificação da Série A 2024, na Zona do Rebaixamento ou próxima dela, há vários times grandes “desejando” a Série B em 2025.

Dos clubes abaixo, quais dos grandes terão mais dificuldade para se manter na Primeira Divisão?

Algum grande ou alguns cairão nesse ano, devido ao péssimo rendimento, na minha modesta opinião:

– Ser “Time Grande” ainda tem peso, na hora do rebaixamento?

Dos times grandes do Campeonato Brasileiro, apenas Flamengo e São Paulo não foram rebaixados para a Segunda Divisão Nacional.

Antigamente, existia a frase que dizia: “time grande não cai”. E a maioria deles caiu…

Ao ver a classificação da Série A 2024, na Zona do Rebaixamento ou próxima dela, há vários times grandes “desejando” a Série B em 2025.

Dos clubes abaixo, quais dos grandes terão mais dificuldade para se manter na Primeira Divisão?

Algum grande ou alguns cairão nesse ano, devido ao péssimo rendimento, na minha modesta opinião:

– Eric Pulgar vs Richard Rios no Flamengo x Palmeiras: e o VAR?

No Maracanã, Eric Pulgar tenta disputar a bola com Richard Rios. Ele usa os braços para tentar ganhar vantagem e atinge o adversário.

Soco? Agressão? Acidente?

Desde 2020, a FIFA tem cobrado rigor máximo dos árbitros em lances de braços e mãos que possam atingir a cabeça do adversário. Ela tem pedido Cartão Vermelho nessa situação.

Portanto, o VAR Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira – MG deveria ter chamado o árbitro Wilton Sampaio para expulsão.

FLAMENGO X PALMEIRAS. ARTE: ENM

Arte: Esporte News Mundo

– Vasco 2×0 Fluminense: a Regra de Bola na Mão / Mão na Bola.

A Regra da Mão na Bola / Bola na Mão é a que mais mudou no futebol. Para entender se acertou ou errou o árbitro Anderson Daronco no gol de Vegetti, primeiro saiba:

  1. Historicamente, se definia a infração da “mão ou braço na bola / bola na mão ou no braço” apenas com a pergunta: foi intencional? Imprudência não deve ser avaliada até hoje (e aí você tinha algumas condições para avaliação: distância do chute, velocidade da bola, etc).
  2. Nos anos 2010, isso ampliou-se: a intenção veio acompanhada da preocupação em acompanhar o movimento antinatural dos braços e das mãos. Ou seja, uma intenção disfarçada de tocar a bola. Por exemplo: pular com os braços elevados numa barreira, não recolher a mão numa bola que visivelmente vai bater nela, entre outras.
  3. Em 2019, todo lance de ataque (intencional ou não) passou a ser infração
  4. Em 2020, devido a radicalidade da modificação anterior, voltou-se atrás e passou a ser infração apenas a situação em que a bola bata na mão e imediatamente o jogador ou seu companheiro marquem um gol (o gol do Bayern de Munique contra o Tigres, no Mundial de Clubes da FIFA, foi irregular – e é o grande exemplo).
  5. Em 2021, mudou de novo (definitiva): será considerado infração apenas se esse toque na mão que resulte imediatamente no gol for exclusivamente do próprio jogador. Se for gol do companheiro, o lance é legal (isso validaria o gol do Bayern citado acima).

Sobre o lance de Vasco x Fluminense, onde é reclamado o lance de Léo e de Vegetti:

1- Para mim, ambas as situações (se bateram na mão, de fato), não foram por intenção e nem por movimento antinatural. Foram casualidades.

2- Léo não foi o marcador do gol, portanto, o lance (após bater na mão dele) deveria seguir. Vegetti, que fez o gol, por ser o marcador, deveria ser sancionado por tiro livre indireto e o gol anulado, pela determinação da Regra.

Se considerarmos o ano de 2009, onde nada disso existia, seria gol legal e essas dicsussões não existiriam.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Análise Pré-Jogo para Corinthians x Red Bull Bragantino (Brasileirão 2024).

E para o confronto entre o Coringão e o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima-MG
Árbitro Assistente 1: Felipe Alan Costa De Oliveira-MG
Árbitro Assistente 2: Schumacher Marques Gomes-PB
Quarto Árbitro: Daniel da Cunha Oliveira Filho-MG
Assessor: Vayran da Silva Rosa-SC
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral-SP
AVAR: Herman Brumel Vani-SP
AVAR2: Douglas Marques das Flores-SP
Observador de VAR: Raimundo Nonato Lopo de Abreu-DF
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes-CBF

Felipe é um árbitro que jogou fora a oportunidade de entrar no quadro da FIFA. Tem boas virtudes técnicas e disciplinares, além de um bom condicionamento físico. Mas, na minha modesta opinião, foi traído pela vaidade.

Ele poderia ter sido substituto de Ricardo Marques Ribeiro como árbitro internacional no quadro de MG. Porém, por ser mais discreto, entrou Paulo César Zanovelli (que tecnicamente é inferior a Felipe). E isso se deu por alguns motivos:

Me recordo de um Red Bull Bragantino x São Paulo em um domingo à noite. Não tivemos polêmica, mas o árbitro conversou demais com os atletas, com Comissão Técnica e, em alguns momentos, parecia querer ser ele a atração.Dias depois, em um jogo do Vasco na Série B, contra o Vila Nova, foi flagrado pelas câmeras com falas arrogantes sobre os clubes estarem na segunda divisão. Foi suspenso por Leonardo Gaciba, que estava à época na Comissão de Arbitragem.

Reveja aqui a pisada na bola: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/08/11/o-arrogante-arbitro-de-vasco-x-vila-nova/

Por fim, o seu auge: em Paysandu x Náutico, no ano passado, Felipe expulsou um atleta e IMITOU Gabigol. Depois fez um teatro enorme com caras e bocas inusitadas. E encerrou o jogo de maneira espalhafatosa. Foi para a geladeira de novo. As engraçadas cenas estão em: https://www.oliberal.com/esportes/paysandu/arbitro-de-paysandu-x-nautico-viraliza-com-momentos-inusitados-video-1.715875

Nesse ano, voltou a ser escalado em diversos jogos (trabalhou em Cuiabá x Red Bull Bragantino, bem como o Massa bruta contra o Internacional – indo bem em ambos jogos). Também trabalhou em jogos do Corinthians, bem discretamente.

Que ele dê a volta por cima na carreira! Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Corinthians x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/futeboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 10/08, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Assim não, Zubeldía!

Amigos, depois de assistir Goiás x São Paulo e ver o comportamento de atletas e Zubeldía, esse texto faz mais sentido.

Repost em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/08/04/as-pessimas-praticas-comportamentais-no-futebol-brasileiro/

PÉSSIMAS PRÁTICAS COMPORTAMENTAIS NO FUTEBOL BRASILEIRO.

Quem assiste o Campeonato Brasileiro e o compara com os da Europa, vê alguns hábitos condenáveis (especialmente os de unfair-play). É muita reclamação por parte de jogador, treinador, preparador físico e até de atleta reserva!

Cansa, a cada partida, ver gritos e gestos de protestos até para marcação de um simples arremesso lateral. Não condiz com o verdadeiro espírito esportivo, pois parece que as equipes querem ganhar a qualquer custo, legalmente ou não, sem se importar com a lisura e os bons exemplos.

Foi pênalti “roubado”? Ops: no jargão esportivo, “roubado” significa “mal marcado, errado, equivocado”… Mas a seu favor, pode.

Quer exemplos?

Quando é que os recordistas em cartões amarelos Zubeldía e Abel Ferreira reclamaram que foram beneficiados pela arbitragem? Quando os erros são contrários (e até quando não há erros), fazem um enorme escândalo e acabam mascarando erros de suas escalações, esquemas táticos que não deram certo ou substituições fracassadas, arranjando a temática “arbitragem” como motivo de discussão.

A propósito deles, impressiona como não evitam tomar cartões e promovem rodízio de reclamações. Repare: os assistentes técnicos e seus preparadores físicos são igualmente mal comportados, e recebem advertência tanto quanto os técnicos. É uma estratégia de pressão, igualmente condenável.

Obviamente, nossa qualidade técnica da arbitragem está aquém do desejado se comparado com a das principais ligas europeias. Mas lá, mesmo quando ocorrem os erros, não se vê toda essa bagunça com árbitro e quarto-árbitro.

Estenda-se a percepção de mau comportamento para alguns atletas. Assisti São Paulo x Flamengo e me assustei: Raphinha tumultou o jogo, foi desagradável, deselegante e inconveniente. Quando ele fez isso lá na Alemanha, no período em que jogou a Bundesliga?

Quando o VAR é acionado… aí vira bagunça. Compare na Premiere League: não há rodas em torno do árbitro, ele vai tranquilamente ao monitor e toma a decisão. Já no nosso capenga VAR tupiniquim, há quase uma conferência entre atletas “favoráveis” a uma marcação e a outros “não favoráveis”. E nada disso pode! Ficou conversando com o árbitro durante o diálogo com a cabine ou foi junto ao monitor, obrigatoriamente é lance para cartão amarelo. Aliás, para se coibir isso, algumas ligas estão adotando a regra proposta para discussão em 2025 (e que usam na condição de teste): somente o capitão tem permissão para conversar com o árbitro. Se implantada universalmente, esqueça do seu sucesso aqui. Todo mundo ficará em cima do juizão, como já é.

Outro comportamento indesejável: as simulações! Qualquer contato físico, o atingido se joga, berra, geme, pede ambulância e socorro. E em boa parte das vezes… nada foi. Um empurrão leve vira um atropelamento. Um esbarrão vira agressão. E o pior: os jogadores insistem em cavar faltas e muitas pessoas aplaudem a malandragem. Não pode! Sem contar as tentativas de pênalti… Na Europa, atacante que se joga na área e finge ter sofrido infração, é vaiado pela atitude antidesportiva. Aqui é exaltado…

Só que repare: atletas como Luciano (SPFC), Hulk (CAM), Deyverson e tantos outros, se jogassem na Europa e tivessem os mesmos comportamentos incorretos, seriam sacados do jogo. Só que os torcedores gostam disso! É como a situação desnecessária de uma bola que vai sair pela linha lateral e não tem chance de ser salva: o atleta corre, dá carrinho, faz um teatro e é ovacionado! Ele sabia que não salvaria a bola, mas sabia também que o coração apaixonado de um torcedor não fala com a razão, mas somente com a emoção.

Em resumo, tudo isso só acontece pois temos a cultura do vitimismo: todo mundo diz que seu time é o mais prejudicado do campeonato. Ué, e quem são os mais ajudados, se todos são prejudicados?

Por um futebol mais correto e limpo, amigos…

– As péssimas práticas comportamentais no futebol brasileiro.

Quem assiste o Campeonato Brasileiro e o compara com os da Europa, vê alguns hábitos condenáveis (especialmente os de unfair-play). É muita reclamação por parte de jogador, treinador, preparador físico e até de atleta reserva!

Cansa, a cada partida, ver gritos e gestos de protestos até para marcação de um simples arremesso lateral. Não condiz com o verdadeiro espírito esportivo, pois parece que as equipes querem ganhar a qualquer custo, legalmente ou não, sem se importar com a lisura e os bons exemplos.

Foi pênalti “roubado”? Ops: no jargão esportivo, “roubado” significa “mal marcado, errado, equivocado”… Mas a seu favor, pode.

Quer exemplos?

Quando é que os recordistas em cartões amarelos Zubeldía e Abel Ferreira reclamaram que foram beneficiados pela arbitragem? Quando os erros são contrários (e até quando não há erros), fazem um enorme escândalo e acabam mascarando erros de suas escalações, esquemas táticos que não deram certo ou substituições fracassadas, arranjando a temática “arbitragem” como motivo de discussão.

A propósito deles, impressiona como não evitam tomar cartões e promovem rodízio de reclamações. Repare: os assistentes técnicos e seus preparadores físicos são igualmente mal comportados, e recebem advertência tanto quanto os técnicos. É uma estratégia de pressão, igualmente condenável.

Obviamente, nossa qualidade técnica da arbitragem está aquém do desejado se comparado com a das principais ligas europeias. Mas lá, mesmo quando ocorrem os erros, não se vê toda essa bagunça com árbitro e quarto-árbitro.

Estenda-se a percepção de mau comportamento para alguns atletas. Assisti São Paulo x Flamengo e me assustei: Raphinha tumultou o jogo, foi desagradável, deselegante e inconveniente. Quando ele fez isso lá na Alemanha, no período em que jogou a Bundesliga?

Quando o VAR é acionado… aí vira bagunça. Compare na Premiere League: não há rodas em torno do árbitro, ele vai tranquilamente ao monitor e toma a decisão. Já no nosso capenga VAR tupiniquim, há quase uma conferência entre atletas “favoráveis” a uma marcação e a outros “não favoráveis”. E nada disso pode! Ficou conversando com o árbitro durante o diálogo com a cabine ou foi junto ao monitor, obrigatoriamente é lance para cartão amarelo. Aliás, para se coibir isso, algumas ligas estão adotando a regra proposta para discussão em 2025 (e que usam na condição de teste): somente o capitão tem permissão para conversar com o árbitro. Se implantada universalmente, esqueça do seu sucesso aqui. Todo mundo ficará em cima do juizão, como já é.

Outro comportamento indesejável: as simulações! Qualquer contato físico, o atingido se joga, berra, geme, pede ambulância e socorro. E em boa parte das vezes… nada foi. Um empurrão leve vira um atropelamento. Um esbarrão vira agressão. E o pior: os jogadores insistem em cavar faltas e muitas pessoas aplaudem a malandragem. Não pode! Sem contar as tentativas de pênalti… Na Europa, atacante que se joga na área e finge ter sofrido infração, é vaiado pela atitude antidesportiva. Aqui é exaltado…

Só que repare: atletas como Luciano (SPFC), Hulk (CAM), Deyverson e tantos outros, se jogassem na Europa e tivessem os mesmos comportamentos incorretos, seriam sacados do jogo. Só que os torcedores gostam disso! É como a situação desnecessária de uma bola que vai sair pela linha lateral e não tem chance de ser salva: o atleta corre, dá carrinho, faz um teatro e é ovacionado! Ele sabia que não salvaria a bola, mas sabia também que o coração apaixonado de um torcedor não fala com a razão, mas somente com a emoção.

Em resumo, tudo isso só acontece pois temos a cultura do vitimismo: todo mundo diz que seu time é o mais prejudicado do campeonato. Ué, e quem são os mais ajudados, se todos são prejudicados?

Por um futebol mais correto e limpo, amigos…

– As péssimas práticas comportamentais no futebol brasileiro.

Quem assiste o Campeonato Brasileiro e o compara com os da Europa, vê alguns hábitos condenáveis (especialmente os de unfair-play). É muita reclamação por parte de jogador, treinador, preparador físico e até de atleta reserva!

Cansa, a cada partida, ver gritos e gestos de protestos até para marcação de um simples arremesso lateral. Não condiz com o verdadeiro espírito esportivo, pois parece que as equipes querem ganhar a qualquer custo, legalmente ou não, sem se importar com a lisura e os bons exemplos.

Foi pênalti “roubado”? Ops: no jargão esportivo, “roubado” significa “mal marcado, errado, equivocado”… Mas a seu favor, pode.

Quer exemplos?

Quando é que os recordistas em cartões amarelos Zubeldía e Abel Ferreira reclamaram que foram beneficiados pela arbitragem? Quando os erros são contrários (e até quando não há erros), fazem um enorme escândalo e acabam mascarando erros de suas escalações, esquemas táticos que não deram certo ou substituições fracassadas, arranjando a temática “arbitragem” como motivo de discussão.

A propósito deles, impressiona como não evitam tomar cartões e promovem rodízio de reclamações. Repare: os assistentes técnicos e seus preparadores físicos são igualmente mal comportados, e recebem advertência tanto quanto os técnicos. É uma estratégia de pressão, igualmente condenável.

Obviamente, nossa qualidade técnica da arbitragem está aquém do desejado se comparado com a das principais ligas europeias. Mas lá, mesmo quando ocorrem os erros, não se vê toda essa bagunça com árbitro e quarto-árbitro.

Estenda-se a percepção de mau comportamento para alguns atletas. Assisti São Paulo x Flamengo e me assustei: Raphinha tumultou o jogo, foi desagradável, deselegante e inconveniente. Quando ele fez isso lá na Alemanha, no período em que jogou a Bundesliga?

Quando o VAR é acionado… aí vira bagunça. Compare na Premiere League: não há rodas em torno do árbitro, ele vai tranquilamente ao monitor e toma a decisão. Já no nosso capenga VAR tupiniquim, há quase uma conferência entre atletas “favoráveis” a uma marcação e a outros “não favoráveis”. E nada disso pode! Ficou conversando com o árbitro durante o diálogo com a cabine ou foi junto ao monitor, obrigatoriamente é lance para cartão amarelo. Aliás, para se coibir isso, algumas ligas estão adotando a regra proposta para discussão em 2025 (e que usam na condição de teste): somente o capitão tem permissão para conversar com o árbitro. Se implantada universalmente, esqueça do seu sucesso aqui. Todo mundo ficará em cima do juizão, como já é.

Outro comportamento indesejável: as simulações! Qualquer contato físico, o atingido se joga, berra, geme, pede ambulância e socorro. E em boa parte das vezes… nada foi. Um empurrão leve vira um atropelamento. Um esbarrão vira agressão. E o pior: os jogadores insistem em cavar faltas e muitas pessoas aplaudem a malandragem. Não pode! Sem contar as tentativas de pênalti… Na Europa, atacante que se joga na área e finge ter sofrido infração, é vaiado pela atitude antidesportiva. Aqui é exaltado…

Só que repare: atletas como Luciano (SPFC), Hulk (CAM), Deyverson e tantos outros, se jogassem na Europa e tivessem os mesmos comportamentos incorretos, seriam sacados do jogo. Só que os torcedores gostam disso! É como a situação desnecessária de uma bola que vai sair pela linha lateral e não tem chance de ser salva: o atleta corre, dá carrinho, faz um teatro e é ovacionado! Ele sabia que não salvaria a bola, mas sabia também que o coração apaixonado de um torcedor não fala com a razão, mas somente com a emoção.

Em resumo, tudo isso só acontece pois temos a cultura do vitimismo: todo mundo diz que seu time é o mais prejudicado do campeonato. Ué, e quem são os mais ajudados, se todos são prejudicados?

Por um futebol mais correto e limpo, amigos…

– Análise da Arbitragem de Vasco da Gama 2×2 Red Bull Bragantino.

Gustavo Ervino Bauermann é um árbitro jovem, e dos diversos novatos que estrearam na Série A neste ano, é o que melhor está aproveitando as oportunidades.

No estádio São Januário, fez um primeiro tempo muito bom (não foi muito exigido, mas cumpriu a regra quando foi chamado). Deixou o jogo correr, não marcou qualquer faltinha e se posicionou bem em campo. Aliás, nos primeiros 45 minutos, tivemos um número curioso: em faltas, Vasco 2×10 Red Bull Bragantino. Mas as duas do Vascão resultaram em cartões amarelos (Souza por matar um contra-ataque de Borbas agarrando-o pela cintura e Adson por um jogo temerário no final da etapa).

O detalhe: a maior parte das faltas do Red Bull Bragantino foram em situações de ataque, na etapa inicial. Talvez, pela leitura de jogo, por serem atletas reservas que queriam mostrar serviço ao treinador Caixinha e foram afoitos.

No Segundo Tempo, o jogo ficou mais nervoso e Bauermann precisou usar as advertências verbais, mas sem problemas também. Todos os cartões amarelos foram necessários e corretos (4×1). Em faltas, no segundo tempo: 6×8. Tecnicamente, só bobeou em uma falta em Helinho (eu marcaria, mas foi coerente com seu estilo de apitar, pois não marcou lances semelhantes).

Se bem trabalhado, Gustavo pode ser um bom nome para a CBF em um futuro próximo.

– Um camisa 10 do Brasileirão na Seleção. Caberia?

A camisa 10 é mítica e sempre foi sinônimo de grande categoria. Orgulha-se quem a veste!

Apenas uma perturbação: qual jogador “camisa 10” (ou “posição de camisa 10”) que está jogando o Campeonato Brasileiro poderia usá-la na Seleção Brasileira hoje?

Os 10 maiores camisas 10 da história da Seleção Brasileira | 90min

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Vasco da Gama x Red Bull Bragantino.

E para o confronto entre o Vascão e o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Gustavo Ervino Bauermann – SC
Árbitro Assistente 1: Alex dos Santos
Árbitro Assistente 2: Henrique Neu Ribeiro
Quarto Árbitro: Fernando Mendes
Assessor de Arbitragem:
VAR: Emerson Ferreira – MG
AVAR1:
AVAR2:
Observador de VAR: (A CBF ainda não disponibilizou a escala completa).

Gustavo Bauermann tem somente 28 anos e é de Francisco Beltrão / PR (embora apite por SC). Ele apitou a série C e D em 2022. Em 2023, apitou dois jogos da série B. E, sem muita experiência, estreou na série A em Bahia × Red Bull Bragantino. Depois apitou Botafogo x Red Bull Bragantino.

Além desses jogos, Gustavo apitou vários outros da serie A e da Copa do Brasil. Dos novatos, sem dúvida, tem sido o melhor árbitro até agora.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Vasco x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 03/08, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Os lances polêmicos de Flamengo x Palmeiras, Corinthians x Grêmio e Athlético Paranaense x Red Bull Bragantino: por que eles ocorreram?

Para ficar o entendimento dos lances a seguir, um preâmbulo didático: estamos no começo dos anos 90, na Escola de Árbitros Flávio Iazzetti da FPF, na fala do instrutor FIFA Gustavo Caetano Rogério:

“Quando alguém for com a trava da chuteira no adversário, não tem que administrar, porra, é Cartão Vermelho. Se quiser fazer média não vai apitar”.

O saudoso e querido professor Gustavo odiava que se utilizasse a expressão “administrar o jogo”, pois o árbitro deve cumprir a regra. E eu não me esqueci da resposta, a anotei, pois a pergunta estúpida (sobre administrar jogo) era minha… jovem, recém formado em Administração, fiz uso indevido do termo. 

Dito isso: muitos árbitros estão administrando situações para não se comprometerem! E transferem a responsabilidade, malandramente falando, para o VAR. As decisões são sempre omissas, esperando o chamado da cabine, pois lá tem VAR e AVARes no ar condicionado com inúmeras câmeras (embora, sem sentirem o calor do jogo e sem o elemento principal: a visão privilegiada do árbitro dentro de campo, coisa que câmera alguma tem).

Em torneios eliminatórios de dois jogos (mata-matas), um erro de árbitro no primeiro jogo pode repercutir no segundo e ser decisivo. Por exemplo: e se o Raphael Veiga (que entrou de sola na perna de Eric Pulgar e deveria ter sido expulso e não foi) “arrebentar” no jogo de volta e ser decisivo no Allianz Parque? Não-expulso no Maracanã, decidindo… se expulso, seria um desfalque importante (aliás, o Palmeiras com 10 atletas no jogo de ida poderia tomar mais gols, hipoteticamente).

E por que o árbitro Bráulio da Silva Machado  não expulsou?

Antigamente, muito árbitro evitava expulsar atleta no primeiro jogo para “não se comprometer”, com a maldita ideia de que “estragaria o jogo de volta”. Ora, quem estraga é o jogador! Se o árbitro tem que expulsar e isso vai desfalcar um time, não é culpa dele, pois se cumpre a regra e acabou! E há jornalista que defende isso: poupar vermelhos para o bem do espetáculo. Será que Bráulio pensou nisso?

O VAR Igor Junio Benevenuto de Oliveira deveria ter chamado, pois para lances de possíveis cartões vermelhos e erros crassos, o protocolo precisa ser acionado. A única explicação é: Igor não achou lance crasso e respeitou a interpretação do árbitro. Se assim o fez, errou. Veiga vai com as travas em Pulgar, já tinha perdido o tempo da bola e nem esboça movimento de evitar contato com o adversário.  

Na Neo Química Arena, houve o lance de Raniele que “meteu o pé” em Villasanti e Gustavo Nunes que deu uma braçada/cotovelada em Pedro Henrique (desde 2021 há a orientação para expulsão nesse tipo de atitude com mãos e braços no adversário). Ambos mereceram o Cartão Vermelho. Mas o detalhe é: não se pode passar batido que o veteraníssimo Marcelo de Lima Henrique, com 52 anos, na frente dele, tenha contemporizado a entrada de Raniele e dado apenas o Cartão Amarelo. Felizmente o VAR Rodolpho Toski Marques corrigiu o cartão. Nesse momento, pensei: Marcelo “deu uma de Bráulio”, em relação, a Veiga, e tentou poupar o atleta também?

Em Curitiba, o Red Bull Bragantino fazia um abafa no Athlético Paranaense e não deixava o adversário jogar. Num contra-ataque, tomou o primeiro gol. Na sequência, tomou o segundo gol. E no final do primeiro tempo, quase tomou o terceiro num pênalti de queimada!

A bola é levantada na área, o atacante do Furacão cabeceia para o gol e a bola bate no braço de Nathan Mendes. O defensor estava de costas, pois tinha saltado e perdido a bola. Seus braços estavam em movimento natural e é a bola que bate nele! Não tem nada de intenção ou movimento antinatural, e o árbitro carioca Wagner Magalhães nada marca. Eis que o VAR pernambucano Gilberto Rodrigues Castro Júnior o chama e ele muda de opinião. Errou! Faltou personalidade ao juizão… e aqui, novamente: transferência de responsabilidade! 

Eu, sinceramente, não sei o que é pior: a deficiência técnica dos árbitros ou se falta “culhão” para se bater no peito, agradecer a sugestão do VAR e dizer: “fico com a minha interpretação de campo”. Má intenção ou desonestidade não é, esqueça.

Em tempo: e o torcedor corintiano bobão (para usar um termo publicável) que fez gestos de natação ironizando insensivelmente os gaúchos com a tragédia da enchente? Parabéns ao clube por repudiar, mas deveria proibir o sujeito de voltar a entrar no estádio. Aliás, o que os filhos e os netos desse “cidadão” devem estar pensando, né?

– Brasileirão 2025 com 7 times de SP?

Será que teremos 7 times na Série A em 2025?

Talvez!

– Proteger o rosto ou tirar proveito? Sobre o pênalti de Atlético Mineiro x Corinthians.

Hulk cobrou uma falta chutando com toda a sua potência, e a bola bateu na mão de Garro na barreira.

Pênalti ou não?

No geral, depende. Naquela situação, é pênalti.

Explico: você pode usar as mãos para proteger o rosto e as partes baixas de uma forte bolada no futebol masculino (e inclua-se os seios no futebol feminino). Entretanto, repare: a bola não vai ao rosto do corintiano, ele ergue o braço e a toca após passar a altura da cabeça.

Se ela fosse bater nele, não seria pênalti. Mas se ele não fizesse uso das mãos, ela iria ao gol. Ou seja: movimento antinatural (pois não protegeu o rosto e tirou proveito).

Acertou o árbitro.

– E os times de SP?

Caramba, nenhum time paulista venceu pelo Brasileirão da série A nessa rodada.

O Palmeiras perdeu em casa para o Vitória, idem ao Red Bull Bragantino contra o Fluminense. Acrescente, como visitantes, o São Paulo derrotado pelo Fortaleza e o Corinthians pelo Atlético Mineiro.

Que fase, hein?

– Os dois lances polêmicos em Palmeiras 0x2 Vitória:

Já havíamos falado dos erros recentes do árbitro / VAR Caio Max, que apitou o jogo Palmeiras x Vitória (aqui: https://wp.me/p4RTuC-YVM). Numa rodada ele é VAR, em outra é árbitro… A CBF está confusa!

No jogo de sábado, dois lances polêmicos com ele (em situações envolvendo Flaco López). Vamos à eles:

1- O erro que virou acerto: José Breno vai com a sola da chuteira na perna do Flaco López. Uma entrada perigosa, e, por que não, criminosa. Afinal, isso machuca bastante e pode lesionar um companheiro de profissão. Somente após o chamado do VAR, é que o árbitro expulsou (ele havia dado Cartão Amarelo). O juizão precisa receber um puxão de orelha: como precisa da interferência do árbitro de vídeo para entender tal lance como o típico “jogo brusco grave?”. É vermelho direto.

2- O acerto: Ainda envolvendo Flaco López, a falta reclamada por uma cotovelada recebida que antecedeu o 2º gol do Vitória-BA: não foi absolutamente nada! O atleta abre os braços em movimento NATURAL para ganhar impulso e não altera o seu movimento em busca de atingir o adversário. Aqui, parece-me mais o péssimo hábito de reclamar da arbitragem por qualquer momento e de cavar faltas (ambos comportamento notoriamente comuns em nosso país, lamentavelmente).

Foto: Marcello Zambrana/AGIF, extraída de: https://br.bolavip.com/amp/palmeiras/abel-reclama-de-falta-em-flaco-lopez-em-gol-do-vitoria-contra-palmeiras-cotovelada-clara

– Há 18 anos, num certo Brasileirão…

Olhem só como o Campeonato Brasileiro era diferente em 2006:  Paraná Clube, São Caetano, Santa Cruz e Figueirense (que quase foi à Libertadores) estavam no torneio. O Palmeiras flertava com a série B e o São Paulo reinava.

Veja como as coisas mudam:

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Fluminense.

E para o confronto entre o Massa Bruta e o Tricolor Carioca, a CBF escalou:

Árbitro: Lucas Paulo Torezin – PR
Árbitro Assistente 1: Fernanda Nandréa Gomes Antunes – MG
Árbitro Assistente 2: Rafael Trombeta – PR
Quarto Árbitro: Fábio Augusto Santos Sá Junior – SE
Assessor de Arbitragem: Vidal Cordeiro Lopes – BA
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR1: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Adriano Barros Carneiro – RS
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ

Paranaense de Campo Largo e com 41 anos, embora desconhecido no Brasileirão para muitos, Lucas tem muita experiência no Campeonato Paranaense. Estreou na Série A do Brasileirão somente nesse ano, e pelas diversas competições da CBF, já apitou os 4 grandes paulistas.

Eu gosto do estilo de jogo dele: não vulgariza cartões, nem marca qualquer faltinha. Lembra, muitas vezes, o estilo de arbitragem europeia.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino x Fluminense pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/futeboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 28/07, às 11h. Mas desde às 10h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Pobres Palmeiras x Vitória e Fortaleza x São Paulo…

Caio Max Ribeiro foi o VAR intrometido que cometeu um erro grave na partida Red Bull Bragantino x Athletico Paranaense, sugerindo a expulsão equivocada do goleiro Cleiton. Veja só: https://professorrafaelporcari.com/2024/07/22/o-erro-na-expulsao-do-goleiro-cleiton-explicado-e-ilustrado-com-imagens-do-jogo/

Ele também era o VAR do pênalti inexistente de Pedro no Flamengo x Fortaleza (aquele que o flamenguista chutou o chão). Relembre: https://professorrafaelporcari.com/2024/07/11/o-penalti-em-pedro-no-flamengo-x-fortaleza/

Pois bem: a CBF o premia na próxima rodada o escalando para Palmeiras x Vitória!

Aliás, o novato Davi de Oliveira Lacerda, o árbitro capixaba da polêmica em Palmeiras x Cruzeiro, vai apitar Fortaleza x São Paulo!

Depois a CBF não quer receber críticas…

– O pênalti em Romero no Corinthians 2×2 Grêmio: correto ou não?

Kanneman puxou Romero dentro da área e o inexperiente árbitro carioca Alex Stéfano marcou pênalti. Correto?

  • Errado!

Desde 2020, existe a orientação expressa: nem todo puxão ou agarrão é infração, pois você deve avaliar se esse contato impactou e impediu o atleta de continuar a jogada (item 10 dessa publicação: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/07/15/fique-atento-as-mudancas-das-regras-do-futebol-e-as-orientacoes-aos-arbitros-para-o-campeonato-brasileiro-2020/).

Motivo: muitos atletas sentem um contato e se jogam, tentando cavar infrações. 

Em Itaquera, visivelmente Romero sente a mão de Kanneman e se joga. No video-game, pode até ser pênalti. Na Europa, não. Na Regra da IFAB, no futebol real, também não. Errou o árbitro Alex Stéfano, ao atender a sugestão do VAR Pablo Ramon (repare: juiz novato sendo chamado pela cabine que tem VAR, Avar 1, Avar 2, Assessor de VAR, e outros aspones, sucumbe mesmo).

Aliás, havíamos alertado: qual o critério da CBF? Para Vitória x Flamengo um veteraníssimo da FIFA (Raphael Claus) e para um clássico brasileiro Corinthians x Grêmio um jovem (Alex Stéfano): https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/25/qual-o-criterio-da-cbf-para-a-escala-da-proxima-rodada/

Enfim: na próxima rodada poderemos ter confusão de novo. Tem VAR virando árbitro, juiz que errou voltando em time grande… vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/25/pobres-palmeiras-x-vitoria-e-fortaleza-x-sao-paulo/

Em tempo: sobre as reclamações do goleiro gremista, ele se refere ao jogo do ano passado, 4×4, em: https://professorrafaelporcari.com/2023/09/19/o-penalti-nao-marcado-em-corinthians-4×4-gremio-foi-compensacao-involuntaria-ao-jogo-do-bahia/

– Qual o critério da CBF para a escala do BR2024.

Independente das atuações dos árbitros, mas qual o critério de dificuldade e importância do jogo para as escalas?

Vide: para Vitória x Flamengo foi escalado o veterano Raphael Claus para apitar. E para Corinthians x Grêmio, o novato Alex Stefano.

Qual o jogo mais importante? Como escolher o árbitro, de acordo com a tabela?

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Fluminense.

E para o confronto entre o Massa Bruta e o Tricolor Carioca, a CBF escalou:

Árbitro: Lucas Paulo Torezin – PR
Árbitro Assistente 1: Fernanda Nandréa Gomes Antunes – MG
Árbitro Assistente 2: Rafael Trombeta – PR
Quarto Árbitro: Fábio Augusto Santos Sá Junior – SE
Assessor de Arbitragem: Vidal Cordeiro Lopes – BA
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR1: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Adriano Barros Carneiro – RS
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ

Paranaense de Campo Largo e com 41 anos, embora desconhecido no Brasileirão para muitos, Lucas tem muita experiência no Campeonato Paranaense. Estreou na Série A do Brasileirão somente nesse ano, e pelas diversas competições da CBF, já apitou os 4 grandes paulistas.

Eu gosto do estilo de jogo dele: não vulgariza cartões, nem marca qualquer faltinha. Lembra, muitas vezes, o estilo de arbitragem europeia.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino x Fluminense pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 28/07, 11h. Mas desde às 10h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Pobres Palmeiras x Vitória e Fortaleza x São Paulo…

Caio Max Ribeiro foi o VAR intrometido que cometeu um erro grave na partida Red Bull Bragantino x Athletico Paranaense, sugerindo a expulsão equivocada do goleiro Cleiton. Veja só: https://professorrafaelporcari.com/2024/07/22/o-erro-na-expulsao-do-goleiro-cleiton-explicado-e-ilustrado-com-imagens-do-jogo/

Ele também era o VAR do pênalti inexistente de Pedro no Flamengo x Fortaleza (aquele que o flamenguista chutou o chão). Relembre: https://professorrafaelporcari.com/2024/07/11/o-penalti-em-pedro-no-flamengo-x-fortaleza/

Pois bem: a CBF o premia na próxima rodada o escalando para Palmeiras x Vitória!

Aliás, o novato Davi de Oliveira Lacerda, o árbitro capixaba da polêmica em Palmeiras x Cruzeiro, vai apitar Fortaleza x São Paulo!

Depois a CBF não quer receber críticas…

– Há 18 anos, num certo Brasileirão…

Olhem só como o Campeonato Brasileiro era diferente em 2006:  Paraná Clube, São Caetano, Santa Cruz e Figueirense (que quase foi à Libertadores) estavam no torneio. O Palmeiras flertava com a série B e o São Paulo reinava.

Veja como as coisas mudam:

– Qual o critério da CBF para a escalação?

Independente das atuações dos árbitros, mas qual o critério de dificuldade e importância do jogo para as escalas?

Vide: para Vitória x Flamengo foi escalado o veterano Raphael Claus para apitar. E para Corinthians x Grêmio, o novato Alex Stefano.

Qual o jogo mais importante? Como escolher o árbitro, de acordo com a tabela?

 

– As novas denúncias de Textor… contra seu próprio time!

E não é que para o GE.com, o dono do Botafogo SAF, John Textor, declarou que houve jogo em que a IA mostrou que seus próprios atletas manipularam resultados?

Justo agora que o Fogão está em paz no Brasileirão, imagine o ambiente dos jogadores ao sentirem pressionados / acusados por tal fato? Lógico, parte desse time é o mesmo do ano passado. Então tem jogador “de esquema” no atual elenco? Ou foram os que saíram?

Aliás: até agora, não tem nenhum árbitro no esquema, nem treinador. Curioso! A IA não interpreta comportamento deles?

Ou Textor é um gênio, ou um louco. Estaria ele criando um ambiente para alguma ação?

– O erro na expulsão do goleiro Cleiton, explicado e ilustrado com imagens do jogo.

Para quem quer entender o que NÃO é situação clara de gol, vale assistir esse vídeo sobre a expulsão equivocada do goleiro Cleiton, em Red Bull Bragantino 1×0 Athletico Paranaense.

Clique do Canal do Loredo, onde o lance é explicado didaticamente para o torcedor entender a Regra, em: https://youtu.be/FkOu17K-XWk