– Atividades da Última Semana na FASAS

 

8º. Semestre: debatemos na segunda-feira sobre Pirataria e Benchmarking. Apenas 2 alunos disseram nunca comprar produtos piratas. Outros alegam que depende da natureza do produto e do preço. Ressalto que por unanimidade os discentes alegaram que o preço alto de certos produtos incentiva a compra de produtos piratas, e que os compram por, muitas vezes, serem “descartáveis”.

(ops: sobre as atividades de terça-feira, devido a crise de Labirintite que esse pobre coitado que vos escreve sofreu, as respostas ainda não foram lidas).

 

2º. Semestre: Sobre as diferenças entre Liderança e Chefia, muita coisa interessante! Boa e ruim, logicamente.

Um aluno citou a história de Alexandre, o Grande, para emitir sua opinião, falando sobre a Macedônia. Tudo bem. A maior parte falou sobre experiência própria de trabalho. Ótimo! É isso que a gente quer: realidade e espírito crítico; prática e vivência.

 

Entretanto, é importante corrigir respostas simplistas. Por exemplo:

 

“líder é um SER de grande privilégio”. Ser??? Ele é um profisisonal da Administraçãod e Empresas, no nosso caso.

 

“A diferença é que os chefes gostam de ‘HUMILHAR’ a gente”. Não é bem assim. Profissionais da administração que humilham não perduram no mercado…

 

“Essa questão da liderança é PERSISTENTE”. Não é persistente, é pertinente, Pedro-Bó!!!

 

“Líder mesmo sem autoridade na liderança”. Ôpa, sempre há autoridade na liderança.

 

Erros de português:

Econômicamente, incêntivos, aumêja, conquistão – reclamamos de acentuação, e agora acentuam tudo! Além dos erros gramaticais, claro.

 

Estamos ainda no começo. Vamos trabalhar!

– Atividades Semanais na FASAS

 

Queridos alunos, algumas respostas às atividades promovidas em sala de aula nesta semana:

 

Oitavo Semestresobre os diversos temas trabalhados, me chamou a atenção a unanimidade dos alunos em concordar com as ações de pesquisa e marketing da Cadbury, em relação ao desenvolvimento de novos produtos e promoções. Bons artigos escritos e bom espírito crítico. Quanto ao trabalho referente ao Espírito Empreendedor, pude ler alguns textos que exacerbavam a veia empreendedora dos alunos.

 

Segundo Semestre sobre o estudo de caso: “Para o Brasil Ver”, muitos responderam (acredite), o que fora formulado pela própria pergunta, ou seja, a resposta era a introdução da indagação!

Claro, primeira atividade do ano é assim mesmo. Mas muitas respostas “básicas”, protocolares, sem espírito crítico. Sem contar os erros de português… De novo alguns erros que todo ano teimam em aparecer: “Infelismente, concerteza, adiministração, empreza”, e outros tão cabeludos quanto: “envestimento, crecimento, dezenvolvimento”.

 

Vamos conversar bastante na próxima aula, ok?

– Formatura da Faculdade Sant’Anna de Salto

 

Amigos, estarei hoje na Formatura dos Alunos da FASAS, no Teatro Municipal Anselmo Duarte (Palma de Ouro), onde tenho a honra de ser professor homenageado.

 

Agradeço aos queridos alunos a honraria e tenho certeza do sucesso em suas brilhantes carreiras, agora como Bacharéis em Administração de Empresas.

– Nossas Aulas em 2011: Horário Pronto!

 

Queridos alunos,

 

Já temos o horário para 2011!

 

Estaremos juntos no Primeiro e Segundo Semestres com GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES;

 

No Quinto e Sexto Semestres com GESTÃO DE SERVIÇOS;

 

No Oitavo com ESTUDOS CONTEMPORÂNEOS, ADMINISTRAÇÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS e EMPREENDEDORISMO.

 

A confirmar: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO.

 

Bom descanso à todos e até o ano que vem!

– Provas e ENADE

 

Queridos alunos,

 

Devido aos incidentes dessa noite (chuvas fortes, acidente que atrapalhou o ônibus da faculdade e falta de energia elétrica), as provas foram todas adiadas para as aulas seguintes.

 

Ainda, compartilhamos a nota do ENADE: 3,0. Parabéns a todos! Mas dá para melhorar…

– Provas, Provas, Provas

– Provas, Provas, Provas

 

Alunos, nossas provas já estão prontas! E com alegria esperarei boas notas na próxima semana.

 

Não me desapontem!

 

Obs: as substitutivas ocorrerão entre os dias 07 e 13 de dezembro, não percam as datas!

 

 

– O “Rodeio das Gordas” e o sentido torto, imbecil e repugnante do ambiente acadêmico.

 

Sempre defendo que as instituições de ensino onde leciono devem incentivar o espírito e ambiente acadêmico. A integração universitária deve ser fundamental para o entrosamento e sucesso dos universitários.

 

Mas o que dizer dos idiotas que ainda insistem em praticar “trotes acadêmicos” a fim de integrar os novatos? Ou ainda o constrangedor episódio ocorrido semana passada na UNESP de Araraquara, chamado de “Rodeio das Gordas”, onde a montaria em cima de alunas obesas era a “brincadeira”?

 

Custa a crer que esses alunos serão a mente pensante da nação…

 

Faço minha as palavras de Ruth de Aquino, na Revista Época dessa semana, Coluna Nossa Antena, de 01 de novembro de 2011, pg 130. Abaixo:

 

O RODEIO DOS IMBECIS

 

Universitários que “montam” à força em colegas gordas, numa competição para ver “qual peão” fica mais tempo sobre as meninas, são o retrato cru de uma sociedade doente e sem noção. O “rodeio das gordas” aconteceu em outubro em jogos oficiais de uma universidade importante, a Unesp, em São Paulo – não em algum rincão remoto. Não envolveu capiau nem analfabeto. Foi a elite brasileira, a que chega à universidade. Estamos no século XXI e assistimos perplexos à globalização da ignorância moral.

 

Mais de 50 rapazes, da Universidade Estadual Paulista, organizaram o ataque às gordas num evento esportivo e cultural com 15 mil universitários. Uma comunidade no Orkut definiu as regras: “Todo peão deve permanecer oito segundos segurando a gorda”; “gordas bandidas são mais valiosas”; “o corpo da gorda tem de ser grande, bem grande”. Os estudantes se aproximavam das meninas como se fossem paquerá-las. Aproveitavam para agarrá-las e montar nelas, e as que mais lutavam contra a agressão eram apelidadas de “gordas bandidas”. Uma referência ao touro Bandido, personagem da novela América. “A cada coice tomado, o peão guerreiro ganha 1 ponto”, anunciava o site de relacionamento.

 

A repercussão assustou os universitários. Roberto Negrini, um dos organizadores do torneio e filho de advogada, chamou tudo de “brincadeira”, mas pediu desculpas à diretoria da Unesp e se disse arrependido. Tentou convencer a todos de que “não houve preconceito”. Sites e blogs foram invadidos por comentários indignados. Mas havia muitos homens aplaudindo “a criatividade” dos estudantes. O internauta Arnaldo César Almeida, de São Paulo, propôs transformar a competição num “esporte olímpico”. Outro, que se identificou como Alexandre, escreveu: “Me divirto vendo esses kibes (sic) humanos dando coice! Vou até instalar uma baleia mecânica para treinar”.

Quem são os pais e as mães desses rapazes? A maior responsabilidade é da família. O que fez ou onde estava quem deveria tê-los educado com valores mínimos de cortesia e respeito ao próximo? Jovens adultos que agem assim foram, de alguma maneira, ignorados por seus pais ou receberam péssimos exemplos em casa e na comunidade onde cresceram.

O “rodeio das gordas”, promovido nos jogos da Unesp, é o retrato de uma sociedade doente

Não foi uma semana edificante. Meninas adolescentes, numa escola paulista em Mogi das Cruzes, trocaram socos. A mais agredida, de 14 anos, disse: “Alguns têm dó, mas outros ficam rindo porque eu apanhei”. Em Brasília, uma estudante usou a lâmina do apontador para navalhar o rosto e o pescoço da colega. No Rio de Janeiro, uma professora foi presa por manter relações sexuais com uma aluna de 13 anos. A loura da Uniban, Geisy Arruda, posou pelada, sem o microvestido rosa-choque, mostrando que tudo acaba na busca de fama e uns trocados.

 

Está na hora de adultos pensarem com cautela se querem colocar um filho no mundo. Se querem cuidar de verdade dessa criança. Ouvir, conversar, beijar, brincar, educar, punir, amparar, dedicar um tempo real para acompanhar seu crescimento, suas dúvidas e inquietações. Descaso, assédio moral e físico contra crianças, brigas entre pai e mãe, separações litigiosas podem levar a tragédias como a que matou a menina Joanna. Submetida a maus-tratos e negligência, Joanna talvez tenha simplesmente desistido de continuar no inferno em que se transformara sua vida aos 5 anos de idade.

 

Não sou moralista. Mas a sociedade mergulhou numa disputa de baixarias. As competições escancaradas na TV aberta, sob a chancela de “entretenimento”, estimulam a humilhação pública e a indignidade humana. Comer pizza de vermes e minhocas vivas, deixar ratos e cobras passear pelo corpo de uma moça de biquíni, resistir a vômitos, como prova de determinação e bravura – isso é exatamente o quê? Expor pessoas ao ridículo, enaltecer o lixo, a escória, em canais abertos a crianças e adolescentes… não seria inaceitável numa sociedade civilizada? Diante de alguns programas televisivos, o “rodeio das gordas” pode parecer brincadeira. Mas não é.

– Atividades desta semana na FASAS

 

Queridos alunos, um resumo sobre as impressões das aulas desta semana:

 

PRIMEIRO SEMESTRE: trabalhamos sobre Neoclassismo e Visão Sistêmica da Administração. Discutimos sobre o Holismo atual nos negócios, e os alunos realizaram algumas reflexões sobre Processo Sistêmico e comportamento probabilístico nas organizações.

Preocupante a dificuldade que os alunos estão demonstrando em recordar antigos princípios e teorias já trabalhados. Enfatizaremos fortemente os temas antigos nas próximas aulas nessa reta final de bimestre.

 

SEGUNDO SEMESTRE: abordamos negócios internacionais, globalização e problemas de aculturação. Bons debates em sala, que se estenderão nas próximas aulas.

 

QUARTO SEMESTRE: o tema foi: a ditadura do sucesso! Como somos excessivamente cobrados na atual sociedade e os conceitos particulares do que é ter sucesso e ser realizado profissionalmente. Novamente, bons resultados na sala, com discussões e divagações pertinentes.

– Trabalhos da Última Semana da Faculdade Sant’Anna

 

Na última semana, retratamos em sala alguns Estudos de Casos com nossos alunos na FASAS. O 1º Semestre se dedicou à “Burocracia”, o 2º Semestre à “Administração de Empresas Familiares” e o 4º Semestre ao tema: “Raiva no Ambiente de Trabalho”.

 

Boas discussões e reflexões em todas as salas. Parece que o nosso propósito, o de estimular o desenvolvimento do espírito crítico, tem sido alcançado. Mas gostaria de destacar o 4º Semestre, pois baseado num case publicado aqui no blog (clique AQUI para o texto), responderam: “Como você elimina a Raiva no ambiente de trabalho?”

 

Algumas respostas foram curiosas: ‘elimino no próprio trabalho, trabalhando mais’; ou outras: ‘desforro em pessoas que me deixam com raiva’; ‘não elimino e guardo pra mim respirando fundo’; ‘explodo fora do serviço’, entre outras citações.

 

O mais interessante foram os comentários, presentes em quase todas as respostas: “sei que estou errado em deixar a raiva tomar conta de mim no trabalho”. Essa consciência é importante, pois, afinal, decisões baseadas por forte fator emocional podem ser equivocadas na Administração de Empresas.

– Correção das Avaliações do Primeiro Bimestre

Enfim terminamos a correção da Prova! Ufa, deu trabalho…

 

Queridos alunos, lembrem-se: não faltem nas datas marcadas para a correção em sala. Sobre as provas:

 

PRIMEIRO SEMESTRE- introdução à administração: a sala deixou (e muito) a desejar… Prova fácil, sem pegadinhas, objetiva. No entanto, percebo um ‘apagão’ da sala. As notas estão ruins. Vamos trabalhar bastante para melhorar isso. Conversaremos na classe, mas nada de desespero!

 

SEGUNDO SEMESTRE– gestão das organizações: melhorou e muito do semestre anterior até então. Mostraram evolução, embora há algumas provas com insistentes erros de português. Chegou um momento que parei de grifar os erros, tão numerosos foram! Mas melhoraram em espírito crítico.

 

QUARTO SEMESTRE- treinamento e desenvolvimento em ambientes corporativos (liderança): boas provas, mas há um desnivelamento em argumentação. Muitos não expuseram sua criatividade e se tornaram repetitivos na avaliação, falando a mesma coisa que o texto. Assim não… Mas temos ótimas provas também, para felicidade geral da nação!

 

QUINTO SEMESTRE- gestão de serviços e terceirização: não recebi as provas do EAD, mas fechei a nota dos trabalhos pelo site. Muitos bobearam e estouraram o prazo. Quanto as respostas enviadas após a data estipulada, leio-os mas os descarto. Vejam que até apaguei eles do site, para não induzir ao fato de que os aceito.

– Atividades Acadêmicas da Última Semana

Queridos alunos, como puderam comprovar nesta última terça, não estive de corpo presente na faculdade. Entretanto, nossas atividades não pararam! Por alguns probleminhas de saúde que aos poucos estou contornando, me ausentei, mas consegui enviar-lhes o material de aula. Então vamos lá!

Primeiro semestre: Na última aula, trabalhamos com nossos alunos de Administração de Empresas o tema “Behaviorismo”, ou seja, as Teorias Comportamentais voltadas ao Gerenciamento Organizacional. Em um dos tópicos, abordamos a Hierarquia das Necessidades de Maslow, que consiste no seguinte: o homem tem necessidades a serem saciadas, e a busca das mesmas leva à motivação. As necessidades seguem a seguinte ordem de importância: fisiológica, segurança, social, estima e auto-realização. Claro, exemplificamos as mesmas dentro do contexto trabalhista.
Assim, solicitamos que os alunos, após conhecedores desta hierarquia proposta, falassem se a mesma era válida para a realidade motivacional deles.
Para minha surpresa, a maioria doa alunos não tem a mesma sequência de necessidades defendida por Maslow (validando os críticos que alegaram que as necessidades são muito particulares de pessoa a pessoa e condenaram o padrão proposto). Na sala do Primeiro Semestre, por exemplo, a necessidade social é mais prioritária do que a segurança. E as justificativas são as mais diversas: “não tenho noção do perigo em sair a noite” (claramente o aluno ou aluna enfocou a necessidade de se divertir, relaxar e não se preocupar com a violência, fugindo até mesmo do contexto profissional) ou “prefiro um ambiente de trabalho agradável e acolhedor, mesmo sabendo de que poderei ter algumas inseguranças“. Me chamou a atenção a preocupação com a estima, pois tem sido para muitos a última necessidade.

Segundo semestre: Abordamos um estudo de caso falando sobre a sucessão nas empresas familiares, e usamos como case o imbrólhio envolvendo a Müller (dona da caninha 51). A empresa que neste ano coincidentemente faz 51 anos vive uma fase turbulenta, perdendo mercado e lutando para descobrir quais dos herdeiros mandará de fato na organização. Ainda não recebi as atividades em mãos. Assim que o fizer, darei o retorno.

– Trabalhos Acadêmicos da Semana Passada

Pessoal, até mesmo pelas dificuldades de tempo da corrida Semana de Avaliações que tivemos, envio somente hoje os trabalhos acadêmicos realizados na terça-feira passada.

SEGUNDO SEMESTRE: Debateu-se a questão das ONG’s (organizações não-governamentais). Os alunos foram questionados sobre a ação das entidades: deveriam ser elas substitutas, fiscalizadoras ou complementares às ações governamentais?

A grande maioria respondeu COMPLEMENTARES, e estes justificaram que devido ao gigantismo do país, o governo precisa sim de ajuda. Um aluno, sabiamente respondeu: “É impossível desejar que o governo trabalhe com excelência no socorro da população. Pessoas voluntárias podem ajudar, pois faz bem ao próximo e ao coração”. Evidentemente, o aluno se referiu a causas humanitárias; mas atenção: não esqueça das causas políticas. Estas mesmas causas políticas foram respondidas por quem defende a ação FISCALIZADORA, alegando que ONG’s não podem nunca substituir o governo, e que, segundo um aluno, “é uma ação cidadã cobrar as autoridades pelo fim da corrupção e da melhor execução de serviços”. Uma minoria (3 alunos), responderam que deveriam SUBSTITUIR a ação dos governos, já que o governo, de acordo com um discente, “não sabe fazer nada direito“.

A qualidade das respostas manteve um bom nível. Há ainda alunos que insistem em erros batidos de português, como: concerteza e infelismente… Ora, não é vergonha usar dicionário. Faz bem! (Importante: no geral, a pontuação ainda está ruim…)

Um problema observado é que ainda há as respostas simplesmente protocolares, com no máximo 2 linhas, sem se preocupar com boa justificativa da resposta. Cansamos de falar que não há necessidade de escrever  longos textos, mas.. cá entre nós: em 2 linhas se expressa o seu espírito crítico sobre determinado assunto? Ou é uma frase inspirada, ou não há análise alguma!

Há boas respostas, muito bem trabalhadas, com alunos preocupados em mostrar sua capacidade de argumentação. Fico feliz por isso. Na devolução das atividades, quando não há nenhuma anotação particular, é que a atividade está dentro da regularidade. Fiz algumas considerações críticas construtivas a alguns.

Em breve, escrevo sobre as provas.