– Sílvio Santos: O Homem do Baú vai perder o Baú…

 

E a crise que assolou o Banco Panamericano não acabou. Sílvio Santos deve vender agora a sua marca maior, simbólica e que lhe trouxe riqueza: a empresa “Baú da Felicidade!”

 

Extraído de: DCI (citação em: http://is.gd/s9Xzzv)

 

SÍLVIO SANTOS DEVE VENDER O BAÚ

 

O empresário Sílvio Santos já começou a precificar suas empresas no Brasil. A primeira delas foi a Braspag, de pagamentos digitais, comprada nesta semana por R$ 40 milhões pela Cielo. A próxima é o Baú da Felicidade, uma rede varejista com 137 lojas em São Paulo e no Paraná. A expectativa do grupo é fechar o negócio entre 60 e 90 dias. O Bradesco BBI é quem está conduzindo as negociações.
Segundo o vice-presidente do grupo Silvio Santos, Lásaro do Carmo Júnior, o plano de reestruturação das empresas Sílvio Santos incluem a vendas das duas empresas.

Com a saída da rede Baú, o grupo pretende alcançar uma receita de R$ 2,3 bilhões em 2011.
Outras empresas, como a construtora Sisan, o hotel Jequitimar e a seguradora Panseg, não estão à venda neste momento, segundo Carmo. O porta-voz ainda afirma que as que restarem no grupo são saudáveis e que não devem receber
grandes investimentos nos próximos meses. Ele também não descarta a possibilidade que as mesmas sejam colocadas à venda no futuro. A escolha da rede SBT e da Tele Sena como dois dos três negócios prioritários do grupo Sílvio Santos pode refletir em uma decisão mais focada na emoção.
A Jequiti deve faturar R$ 450 milhões neste ano, um salto de quase 30% em relação ao mesmo período do ano passado.

O executivo não quis revelar o preço que o grupo está pedindo pelas 127 lojas da rede do Baú, das quais 100 estão no Paraná e as restantes em São Paulo.Ainda em novembro do ano passado quando se descobriu o rombo de R$ 2,5 bilhões no banco PanAmericano, o grupo SS imediatamente colocou à venda a Lojas do Baú.

– Pão de Açúcar + Carrefour: o Maior Negócio da Economia Brasileira?

 

Repercute, ainda, a notícia de que o Pão de Açúcar pode se fundir com o Carrefour. O grupo formado por Extra, Pão de Açúcar, CompreBem, Ponto Frio, Casas Bahia (entre outros tantos investimentos), tem como acionista o grupo francês Casino (maior concorrente do Carrefour na França). A família Diniz ainda detém a maioria das ações, e assumiria a administração da marca Carrefour em nosso país. No exterior, o Carrefour continuaria independente.

 

Sabem o número financeiro das negociações divulgado lá na França? R$ 15 bilhões!

 

Claro que o nome “fusão” é apenas para não desvalorizar as ações de quem é comprado. No caso, o Pão de Açúcar está comprando o Carrefour Brasil.

 

Imaginem os fornecedores e a concorrência… Pavor imediato! Sim, os fornecedores terão que se esforçar para manter suas margens, e os concorrentes se prepararem para a agressividade.

– Elitização do Futebol: um Conceito Polêmico

 

Amigos, revirando a blogosfera, deparei-me com um artigo interessante de Marcos Alvito. Para quem não o conhece, ele é membro da Associação Nacional dos Torcedores. Calma, não tem nada de torcida organizada na história, ele é um legítimo representante dos torcedores-consumidores, o público de bem dos estádios. Professor de Antropologia da UFF, escreveu sobre o desejo das entidades em elitizar o acesso ao futebol.

 

A idéia é a seguinte: cobrando mais caro, o torcedor terá mais benefícios no estádio e os mais pobres se afastarão. Ora, o problema do futebol é a condição financeira ou a educação?

 

Lembro-me de Marcelo Campo Pinto, da Globoesporte, que em uma palestra que tive a oportunidade de participar, disse mais ou menos assim:

 

“ir a um estádio de futebol deve ser um evento singular; às vezes, o cidadão irá uma única vez e isso deve ser marcante”.

 

A clara idéia é: o futebol deve ser acessado pelas mídias, não presenciado nas arquibancadas…

 

Abaixo, publicado originalmente no OESP, Caderno Esporte, B2, 12/12/2010

 

AOS RICOS, O FUTEBOL

 

Por Marcos Alvito

 

Os sinais estão por toda parte. Em 2005 o Maracanã fechou a geral, talvez o setor popular mais famoso do mundo, onde durante meio século floresceu uma cultura torcedora lúdica e carnavalesca. Em seu lugar foram colocadas cadeiras de plástico com preço seis vezes maior. O Maracanã, antes “o maior de todos”, vai virar um estádio para 76 mil pessoas. Esse encolhimento – que ocorrerá também nas dimensões do gramado – custará aos cidadãos “apenas” R$ 1,2 bilhão. Com a reabertura do estádio, calcula-se que os ingressos custarão pelo menos o dobro do que custam atualmente.


Recentemente realizou-se no Rio a Soccerex, feira internacional centrada no futebol-negócio. Nela, “especialistas” afirmaram que doravante o futebol brasileiro terá a classe A como clientela alvo, deixando de lado as classes B e C. Porque as D e E há muito não sentam em uma arquibancada. É claro que o evento foi financiado com dinheiro público. Em Santa Catarina, o Avaí aumentou em 50% o preço dos ingressos neste ano, passando de R$ 40 para R$ 60. No Paraná, o recém-promovido Coritiba já anunciou que aqueles que não aderirem a seu plano de sócio torcedor terão que desembolsar R$ 100 pelo ingresso avulso. Não é de se admirar que a média de público do campeonato brasileiro em 2010 tenha sido ridiculamente baixa: 14.839 pagantes. Isso é menos que a média do campeonato alemão da segunda divisão!


Não é o preço do ingresso o único fator para o afastamento do público. Hoje os estádios viraram estúdios para um show televisivo chamado futebol. No estádio-estúdio do Engenhão, que custou aos cofres públicos três vezes mais do que previa o orçamento, placas de publicidade impedem a visão de boa parte da linha de fundo, inclusive da linha do gol. Ingressos para esse setor “pagando pra não ver” custam, em jogo normal, R$ 30. A tabela do campeonato é alterada de uma semana para outra, modificando dias e horários sem respeito pelo torcedor. A rede de TV que monopoliza as transmissões há décadas transformou o futebol em sobremesa da novela, com jogos no meio da semana terminando por volta de meia-noite. Essa mesma rede é dona do pay-per-view, que a cada dia dá mais lucro. Ou seja: ela praticamente obriga os torcedores a se transformarem em telespectadores dos canais pagos.


Esse processo de expulsão dos torcedores mais pobres (ou menos ricos) é algo planejado e consciente. Ainda em 2004, o então presidente do Atlético Paranaense já afirmava que “o clube não precisa mais de torcedores, e sim de apreciadores do espetáculo”. Dentro dessa filosofia, proibiu a entrada de torcedores com bandeiras, tambores, faixas e camisas de torcidas organizadas. Por baixo de uma “nuvem midiática” vendendo a ideia de que estaria ocorrendo uma modernização do futebol brasileiro, o dinheiro do cidadão pobre financia, via impostos, sua própria expulsão. É um processo de Robin Hood ao contrário…


Chamar o futebol brasileiro contemporâneo de moderno, aliás, é piada de mau gosto. Por um lado temos uma estrutura política feudal mantida há décadas nos clubes, nas federações estaduais e na CBF. Por outro, o capitalismo selvagem na hora de extorquir os torcedores. A junção do atraso com a falsa modernidade é desastrosa.


Existe algo mais arcaico e tradicional que a venda de ingressos? Como vão sempre parar na mão dos cambistas? Será que as rendas reais são mesmo aquelas? Será que as gratuidades são mesmo aquelas? É um sistema obscuro que beneficia sempre os mesmos: empresas que fabricam os ingressos (e fazem adiantamentos aos clubes, presos a elas do mesmo modo que à televisão) e, mais uma vez, cartolas corruptos.


Por falar em polícia, qual é o principal instrumento de policiamento dos estádios? Investigação? Inteligência? Aparelhos sofisticados de filmagem? Acertou quem respondeu o cassetete, usado desde o Paleolítico. Em vez de prender e processar a minoria ínfima de torcedores que vai ao jogo para brigar, a polícia prefere bater. Desde quando o bom e velho porrete é sinônimo de modernidade?


A parte menos moderna, todavia, é o sistema de formação de jogadores. Milhões de jovens brasileiros sonham ser jogador de futebol. Poucos vão se tornar profissionais e, entre estes, pouquíssimos vão ganhar os altos salários que povoam o imaginário das classes populares. A formação de um jogador profissional demora em torno de 5 mil horas de treinamento em dez anos. Os clubes exploram essa mão de obra infantil sem nenhuma responsabilidade. Se o garoto de 11 ou 12 anos se machucar ou se não “servir” mais, o que ocorre? É simplesmente abandonado. Para onde vai? O Estado zela por ele? Regulação por parte do Estado, proteção aos jovens, preparação para a vida futura com ensino profissionalizante, nada disso ocorre.


Debaixo da bruma marqueteira que exalta a pseudomodernização assistimos a um processo de elitização perversa do futebol brasileiro. Perversa porque financiada com dinheiro do povo. Uma arte e cultura popular criada e mantida por gerações de brasileiros é saqueada em benefício de poucos. É o primeiro mandamento do futebol-mercadoria: dai aos ricos o futebol.

– Negros e Negras na Administração de Empresas

 

Uma coincidência interessante: Tanto a Folha de São Paulo quanto a Revista Veja trazem matérias que envolvem negros no trabalho.

 

No Brasil, apenas 5% dos cargos diretivos / chefia nas organizações têm um negro à frente! (FSP). Já na Veja, há a interessante entrevista de Úrsula Burns, a primeira mulher negra a ser presidente de uma corporação importante nos EUA (a Xerox), falando sobre o tema e de outro tão interessante quanto: a capacidade inovadora do povo americano.

 

Vale a pena dar uma lida.

– Conceituações de Transporte Público

 

Jundiaí teve a paralisação dos ônibus do transporte público. Após o aumento da tarifa, a greve acabou.

 

Você sabe como funciona o transporte público em outros municípios? Então, se rpepare para o susto:

 

JUNDIAÍ PRECISA REVER OS VALORES DO TRANSPORTE PÚBLICO

 

Por Reinaldo Oliveira

 

É preciso rever o valor cobrado no transporte público

 

Atualmente em Jundiaí é praticado a cobrança do valor de transporte público, mais alto em todo o Estado de São Paulo.  A cidade cresce, o desenvolvimento é compatível com níveis mundiais, porém algo deve ser repensado pois o transporte público, item que pesa no orçamento da classe trabalhadora e estudantil, causa um rombo no orçamento das famílias jundiaienses.  Por outro lado, também os próprios trabalhadores do transporte público – motoristas e cobradores, sofrem com a cruel defasagem salarial e jornadas de trabalho excessiva. Porque isto acontece em Jundiaí.? Em momentos de crise, é necessário soluções criativas. Em outras cidades, esta equação – transporte de qualidade, tarifas mais baixas e salário da categoria compatível com as jornadas de trabalho, já foi solucionada. Veja exemplo de outras cidades:

 

Curitiba – Em 5 anos, novos ônibus, Linha Verde, acessibilidade e tarifa a R$ 1

 

 Nos últimos cinco anos o sistema de transporte coletivo de Curitiba ganhou um novo eixo de transporte, uma nova linha do sistema Expresso, tarifa a R$ 1 aos domingos, 1.120 ônibus zero quilômetro, elevadores, rampas e equipamentos especiais que duplicaram o índice de acessibilidade no sistema, estações tubo com três portas e ônibus articulados que aumentaram em 20% a oferta de lugares no Ligeirinho Inter2. Nesta segunda-feira (29), começou a funcionar a primeira integração por cartão e o primeiro ônibus Ligeirão da cidade.

 Domingueira – Desde janeiro de 2005, ficou mais barato andar de ônibus aos domingos. É que a tarifa do ônibus nos domingos passou a custar R$ 1,00, o que atualmente significa menos da metade da tarifa normal, de R$ 2,20. A domingueira vale para todo o sistema – à exceção da Linha Turismo – beneficiando principalmente o trabalhador que não ganha vale transporte para o domingo e que, com a tarifa mais baixa, pode sair com a família para passeios nos parques ou visitar parentes, por exemplo.

 

Rio Preto -Rio Preto reduz tarifa de ônibus de R$ 2,45 para R$ 2,10

 

 Pela primeira vez na história do transporte de São José de Rio Preto ao invés das tarifas de ônibus aumentarem, como normalmente acontece, as passagens serão reduzidas.

Salvador – Redução em 50% o valor da tarifa aos domingos e feriados

 Por meio de indicação ao prefeito de Salvador, o vereador Batista Neves (PMDB) defende a implantação de uma tarifa social nos ônibus da cidade. A sugestão visa reduzir em 50% o valor da tarifa normal, sempre aos domingos e feriados, cabendo ao Município a publicação do calendário com as respectivas datas do benefício.

 

Fortaleza – Usuários elegem Tarifa Social todos os domingos em Fortaleza

 

Com 70,49% dos votos da população, a Tarifa Social aos domingos foi a opção eleita na consulta popular que a Prefeitura de Fortaleza, através da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), realizou nos sete terminais de integração de ônibus e em outros 10 pontos da cidade.

Aracaju – Tarifa Social de Fortaleza é usada como exemplo para Aracaju

A implantação da tarifa social em Fortaleza (CE), que reduziu o preço da passagem de ônibus para R$ 1,20 aos domingos, levou o deputado estadual Gilmar Carvalho a defender a adoção de medida idêntica em Aracaju.

 

Jaguariúna – Jaguariúna implanta passagem de ônibus na cidade a custo zero     

 

O Prefeito Gustavo Reis criou a tarifa social em Jaguariúna que a partir de agora terá transporte gratuito aos domingos e feriados. Durante a semana e aos sábados a tarifa terá valor único de R$ 1,00. A medida que atende a toda a população, viabilizará mais oportunidades para que os moradores de Jaguariúna visitem com freqüência os parques, as áreas de lazer e cultural da cidade; estimula o aumento do fluxo dos turistas em diversos locais do município e acolhe também os religiosos que utilizam o transporte público. Além do preço bem popular o município conta com o bilhete único que permite maior circulação sem gastar mais para isso.

 

Teresina – Deputada quer implantar tarifa social no transporte público

 

A deputada estadual Rejane Dias (PT) falou nesta sexta-feira(15) na Rede Meio Norte, sobre projeto de lei que implanta a tarifa social para usuários do transporte público em Teresina. Segundo ela, está sendo estudada a viabilidade desse projeto junto ao prefeito de Teresina Elmano Ferrer e aos empresários do setor.

 

Guarujá – Tarifa social

 

Todo último domingo de cada mês, a passagem de ônibus em Guarujá será R$ 1,50. A Tarifa Social,assinada pela prefeita, entrou em vigor por meio do Decreto 8.841/ 2010, publicado no Diário Oficial do último dia 15 de janeiro.

 

Caruaru – Implantada  tarifa social de R$ 1,00 em Caruaru

 

Os caruaruenses já podem visitar os amigos, sair com a família, passear no parque ou nos shoppings, pagando apenas R$ 1,00. Este é o valor da tarifa social acertada entre a DESTRA e as empresas de ônibus em acordo recente, que também incluiu a obrigação do empresários em renovar a frota. O benefício começou a valer neste domingo e seguirá por todos os outros do ano, além dos feriados nacionais: 1º de janeiro, 1º de maio, 7 de setembro e 15 de novembro. O direito à tarifa especial é universal, ou seja, qualquer pessoa pode desfrutar.

 

São Luiz – Tarifa social aumenta movimento nos terminais  aos domingos

 

O segundo domingo de vigência da tarifa social ou “domingueira”,instituída pelo prefeito de São Luís, João Castelo, por meio de decreto, no transporte coletivo urbano da capital, registrou um movimento maior de usuários nos terminais da integração.

– O Empreendedor Sino-brasileiro da H-Buster


Poucos já ouviram falar do empreendedor Guilherme Ho. Há 12 anos no Brasil, vindo da China, inovou vendendo toca-cds e depois DVDs. Agora vende TVs e seu império é ambicioso: tornar a brasileira H-Buster líder em computadores e notebooks. Depois, liderar as vendas de celulares!


Abaixo, extraído da Revista Veja, ed 18 de maio de 2011, pg 62, por Felipe Patury e Adriana Dias Lopes:


A CHINA É AQUI


São muitos os casos de brasileiros que abriram empresa na China para aproveitar as vantagens daquele mercado. O chinês Guilherme Ho fez o contrário. Ele emigrou para o Brasil aos 12 anos – e, aqui, fundou há catorze a H-Buster, hoje líder no mercado de som automotivo. Depois, lançou suas próprias TVs. No ano passado, começou a fabricar computadores. No próximo mês, abrirá, em São Paulo, uma fábrica que, pronta, poderá entregar 250000 notebooks por mês. A unidade fabril custará ao todo 50 milhões de reais. Ho mira, agora, o mercado de celulares. Todas as suas operações chamam muito a atenção da Receita Federal.

– A Globalização que nos afeta: a Honda demite no Brasil por culpa do Tsunami Japonês!

 

A montadora japonesa Honda possui um pouco mais de 3000 funcionários na sua fábrica em Sumaré/SP. Porém, está demitindo 400 trabalhadores por culpa do tsunami que aconteceu em terras japonesas e que afetou suas contas por lá.


Ainda em reconstrução na Terra do Sol Nascente, as unidades ficaram paradas e com isso as peças enviadas do Japão para cá não são produzidas, e nessa bola de neve acabamos sentindo os efeitos da crise aqui mesmo em nosso país, já que 10 em cada 13 peças que são utilizadas no Brasil vem da Honda nipônica.

 

Não há terremoto, tsunami ou maremoto no interior do estado de São Paulo. Mas seus efeitos são sentidos no bolso do cidadão. Estamos ou não numa era globalizada?

 

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– Hankook quer Ganhar o Mercado Brasileiro

 

Li numa edição antiga da Isto É Dinheiro (Ed 687 de 08/12/2010, por Crislaine Coscarelli) a entrevista de Seung-Hwa Suh, presidente da indústria sul-coreana de pneus Hankook, sobre o desejo da empresa em ganhar uma grande fatia de mercado no Brasil, através de vendas diretas ao consumidor.

 

Sabe qual a estratégia atual da empresa?

 

Associar-se e divulgar sua marca através da Kia Motors e Hyundai, já que ambas também são sul-coreanas e estão vivendo um momento próspero no nosso país.

 

Abaixo, participação mundial dos fabricantes de pneus (curiosidade: a Hankook tem 35 de mercado no Brasil) – em percentual:

 

1- BRIDGESTONE (Japão) – 23,4

2- MICHELIN (França) – 22,8

3- GOODYEAR (Estados Unidos) – 18,5

4- CONTINENTAL (Alemanha) – 8,1

5- PIRELLI (Itália) – 6,5

6- SUMITOMO (Japão) – 5,5

7- HANKOOK (Coréia do Sul) – 5,1

8- YOKOHAMA (Japão) – 3,9

9- COOPER (EUA) – 2,8

10- KUMHO (Coréia do Sul) – 2,5

– Cuidado, fumantes: Uruguai Versus Phillip Morris

 

A briga é boa: o Uruguai quer que os maços de cigarro estampem 80% de imagens sobre suas ações danosas, entre elas: recém-nascido deformado, câncer bucal e deficiente pulmonar em estado terminal. Aqui no Brasil isso já ocorre, mas não na mesma proporção.

 

A Phillip Morris, líder de vendas de cigarro no nosso país vizinho, entrou na justiça contra o governo alegando que isso é censura às suas logomarcas, que não seriam facilmente reconhecidas.

 

A briga é boa: o Uruguai se esforçando em combater o vício do cigarro e consequentemente seus males, e a empresa querendo vender.

 

Um dado interessante: o PIB uruguaio é de 44 bilhões de dólares. O valor de mercado da Phillip Morris é de 108 bi!

 

Quem leva a melhor e o que você pensa disso? Deixe seu comentário:

– As Marcas que se Destacaram no Brasil no último Período

 

A revista Isto É Dinheiro, edição de 18/05/2011, no. 710, trouxe uma lista dos Rankings das Marcas no mercado brasileiro.

 

1) A marca em que o brasileiro deposita mais lealdade, na lista, é o McDonald’s.

 

2) As mais valiosas são: Petrobrás, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Natura.

 

3) As que mais cresceram: Porto Seguro, Ipiranga, Vale, MRV e Gol.

 

Fica a sugestão: acessar a lista completa e outros dados em: http://www.istoedinheiro.com.br

– Os Psicopatas Corporativos!

 

A capa da Revista Superinteressante de Maio traz:

 

“Psicopatas no Trabalho – eles querem dinheiro, poder e um cargo alto. São 4 vezes mais comuns nas empresas do que nas ruas. Cuidado: pode ter um ao seu lado.”

 

Uau! A matéria é bacana e pode ser acessada no link a seguir se você for assinante (http://super.abril.com.br/forum/Revista/Edicao-maio2011-Psicopatas-no-Trabalho/Psicopatas-SA )

– A Crise do Carrefour

 

Há um bom tempo vemos e ouvimos notícias de que os números do Carrefour são ruins. Nessa semana, a Revista Época confirma que o supermercadista francês tomará novas providências.

 

Abaixo, extraído de: Época, Coluna Vamos Combinar, 16/05/2011, pg 25.

 

O CARREFOUR DISCUTE EMAGRECIMENTO

 

Assediada pelos concorrentes, a rede faz planos para racionalizar custos

 

Exibindo um crescimento inferior ao dos principais concorrentes, a rede varejista Carrefour, a segunda maior do país em faturamento, decidiu fazer dieta. Em reuniões fechadas, discute-se reduzir a área de vendas em algumas lojas e até usar os espaços remanescentes para criar galerias de lojas para locação, pequenos shoppings ou centros comerciais de vizinhança. Em 2010, ano em que o consumo das famílias explodiu, as vendas do Carrefour cresceram 7,7%, em comparação com os 12% do Pão de Açúcar e os 13% do Walmart. Procurada, a rede não quis comentar o assunto.

– Google flagra o Bing da Microsoft em Plágio

 

Vejam só: o buscador da Microsoft, o Bing, é acusado pelo seu concorrente e líder de mercado, Google, de plagiar suas pesquisas.

 

Os técnicos do Google montaram uma arapuca para provar a má fé do Bing: criaram a palavra fictícia “hiybbprqag”, sem sentido algum. Inseriram no banco de dados do Google um significado qualquer e esperaram 20 dias.

 

E não é que o Bing apontou a palavra maluca com o sentido inventado pelo Google e que só estava em seu banco de dados?

 

Ética… Zero!

– Porque o carro chinês é mais barato!

 

Leio os motivos que fazem os carros brasileiros serem mais caros que os chineses (Revista Época desta semana (Ed 677, pg 106, por Marcelo Moura):

 

Custo da Energia Elétrica: (em reais por MWh)

Brasil – 120

China – 67

 

Custo do Aço: (em dólares por tonelada)

Brasil – 1451

China – 555

 

Carga Tributária: (em %)

Brasil – 34

China – 20

 

Assim é covardia competir… Um carro Chery QQ custa R$ 23.220,00, é produzido em Wuhu, no interior da China, e leva 4 meses para chegar de lá até nós… Ainda assim custa pouco.

– 6% de Redução da Gasolina e 13% do Etanol

 

Numa só canetada, o ministro Edson Lobão determinou que a Petrobrás reduza de imediato os preços dos combustíveis.

 

É o medo da inflação e a preocupação com a repercussão do descaso do Governo com o setor…

 

Extraído de: http://is.gd/0yoK9l

 

BR CONFIRMA REDUÇÃO DE PREÇOS

 

Conforme antecipado pelo colunista do Guilherme Barros, a Petrobras Distribuidora (BR) confirmou nesta quinta-feira a diminuição média de 6% no preço da gasolina e de 13% no do etanol hidratado vendidos nos postos de combustíveis do País.

A decisão ocorreu após declarações do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que ontem disse ter o objetivo de derrubar em até 10% o valor da gasolina. Como a BR Distribuidora detém 38,8% do mercado de distribuição nacional, isso poderia contribuir para uma queda generalizada dos preços. Segundo Lobão, a expectativa é que os demais distribuidores acompanhem o movimento da estatal.

– Apesar da Resistência, Schincariol cede aos Dólares da Heineken

 

Segundo Carla Falcão, em questão de dias deve ser feito o anúncio que levará a cervejaria holandesa, dona da Bavaria e Kaiser, a se tornar a segunda maior do país. A família Schincariol praticamente selou o acordo sobre a venda, estipulada em quase 3 bilhões de dólares.

 

Extraído de IG Economia (citação abaixo)

 

HEINEKEN ESPERA CONCLUIR A COMPRA DA SCHINCARIOL ATÉ JUNHO

 

Texto na íntegra em: http://is.gd/QSxB9E

– Microsoft pagou 8 bilhões de dólares pelo Skype?

 

Não deu para falar muita coisa, mas negócios dessa vultuosidade chamam a atenção.

 

Bem direto: Bill Gates quís e a Microsoft desembolsou 8 bilhões para comprar o Skype.

 

Dinheiro faz dinheiro…

– Skol faz Beto Barbosa renascer e veta o Novo-Velho Astro à Concorrência

 

A força de uma boa marca é algo que impressiona. Se somada a uma idéia genial, torna-se milagrosa.

 

Lembram-se do Beto Barbosa, rei da lambada? Pois é, depois do sucesso de ‘Adocica’ (anos 90), e de ter sumido na praça, o cantor fez um comercial hilário para a Skol que se tornou um sucesso e o refez na carreira. Agora, a Skol o blinda para não participar do reality show “A Fazenda”, da Record. Motivo: o patrocínio da concorrente Itaipava.

 

Mas uma curiosidade: a idéia original do comercial era trazer… Oswaldo Montenegro, que se sentiu constrangido pela proposta.

 

Extraído de: http://is.gd/92Usq4

 

BETO BARBOSA FORA DA FAZENDA

 

Por Marili Ribeiro

 

Quanto a Cervejaria Ambev vai pagar para Beto Barbosa, o rei da lambada da década de 80, desistir de participar do reality show “A Fazenda 4”, na Rede Record, é segredo. Mas, por enquanto, o cantor do hit Adocica, utilizado em um dos mais hilários comerciais da Skol, não tem do que reclamar. “Sempre converso com a turma da Ambev quando recebo convites de outras marcas”, explica Barbosa. “Estão programadas festinhas na Fazenda para a gente aparecer tomando Itaipava. Não ia dar, né?”, reconhece.

A Cervejaria Petrópolis, dona da marca Itaipava, é patrocinadora do programa da Rede Record, no qual os convidados, celebridades do meio artístico, disputam um prêmio de R$ 2 milhões.

Beto Barbosa não tem do que reclamar. Tem contrato com a Skol e acabou de gravar um novo filme publicitário, ainda sem data para veiculação. Fora isso, este ano ele já fez shows nos camarotes da cervejaria no carnaval de Salvador e no Galo da Madrugada, em Recife. “Estou comemorando 25 anos de carreira e penso numa turnê de celebração no Navio Adocica”, menciona ele, sem dizer se negociou algo nessa linha com a cervejaria. Procurada, a Ambev não se pronunciou sobre o assunto.

Os comerciais da Skol são criados há mais de 15 anos pela agência de propaganda F/Nazca Saatchi & Saatchi. E o curioso é que o primeiro cantor chamado para o anúncio foi Oswaldo Montenegro, que recusou o convite por ver “deboche” no roteiro. Barbosa discorda dessa interpretação e diz que foi ótimo para sua carreira, que andava meio esquecida no Sudeste e no Centro-oeste. “Depois do comercial, começaram a chover convites”, diz. “O público brasileiro é irreverente. Meus filhos e os amigos deles adoram a propaganda.”

Pedro Pochete. Barbosa não é o único a festejar o sucesso do anúncio. O ator carioca Pedro Monteiro foi até mais longe e mudou de nome para aproveitar a onda de propostas de trabalho. Agora, se chama “Pedro Pochete”. Ele é o cara ruivo de sunga que surge ao lado do cantor, usando blazer com ombreira, além da ridícula pochete.

Esse anúncio, aliás, foi julgado em março pelo Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar), porque alguns consumidores acharam a peça indecente. A implicância era com Pedro Pochete. Deu arquivamento, por unanimidade.

– Apple se torna a Marca mais valiosa do Mundo, superando a Google

 

Na relação das 100 marcas mais valiosas do mundo, vemos as brasileiras Petrobrás, Itaú, Bradesco, Skol e Bhrama presentes. O destaque é o reconhecimento de empresas de países emergentes, como China, Índia e Brasil. Abaixo, extraído do Bom Dia Jundiaí: http://is.gd/ZL5ina

 

APPLE SUPERA GOOGLE TORNANDO-SE A MARCA MAIS VALIOSA DO MUNDO

 

A fabricante do iPad e iPhone pôs fim a quatro anos de liderança do serviço de buscas na Internet

A Apple superou o Google como marca mais valiosa do mundo, pondo fim a quatro anos de liderança do maior serviço mundial de buscas na Internet, de acordo com novo estudo da agência mundial de marcas Millward Brown.

A fabricante do iPad e iPhone tem uma marca avaliada em US$ 153 bilhões no momento, quase metade do valor de mercado da companhia, estimado em US$ 319,4 bilhões. Os valores seguem o estudo anual BrandZ, que compila as 100 marcas mais conhecidas do mundo.

A linha de bens de consumo criados pela Apple levou a companhia a superar a Microsoft e se tornar a empresa de tecnologia com maior valor de mercado, em 2010.

Peter Walshe, diretor de marcas mundiais da Millward Brown, diz que a atenção meticulosa da Apple aos detalhes, além da presença crescente de seus aparelhos no ambiente empresarial, permitiram que ela se comporte de modo diferenciado dos demais fabricantes de bens eletrônicos de consumo.

“A Apple está violando as regras no que tange à formação de preços”, disse ele à Reuters. “Está fazendo o que as marcas de luxo fazem, no sentido de quanto mais alto o preço, mais ele parece reforçar e sustentar o desejo de adquirir.”

“Obviamente isso precisa estar combinado a produtos excelentes e a uma grande experiência, algo que a Apple vem nutrindo nos consumidores”, disse.

Das 109 maiores marcas do relatório apresentado nesta segunda-feira, seis estão no setor de tecnologia e telecomunicações. O Google aparece em segundo lugar, IBM em terceiro, Microsoft em quinto, AT&T em sétimo e China Mobile em nono.

A rede de lanchonetes McDonald’s subiu dois postos, para a quarta posição, com o crescimento mais rápido registrado pelo setor de fast food. A Coca-Cola caiu um e está em sexto, a Marlboro caiu uma posição, para o oitavo posto, e a General Electric está em décimo.

Walshe disse que a demanda chinesa havia sido fator importante na alta das marcas de fast food. “Os chineses estão descobrindo o fast food e é um mercado imenso. McDonald’s Starbucks e as cadeias de pizzarias chegaram à China”, disse.

“A maneira pela qual a McDonald’s se reinventou, adaptou seus cardápios, adicionou opções saudáveis, expandiu seus horários de serviço, por exemplo servindo mingau de aveia de manhã… isso, combinado ao crescimento dos mercados em desenvolvimento, realmente ajudou a marca.”

O relatório completo está disponível em www.millwardbrown.com/brandz.

 

CHINA E BRASIL

 

A pesquisa também mostra que mais da metade das 13 marcas que estrearam nos rankings regionais do levantamento estão baseadas na China e no Brasil.

As novas marcas chinesas incluem uma combinação de estatais (China Mobile, China Life Insurance e Bank of China) e empresas privadas (site de buscas Baidu e a rede social Tencent/QQ). Do Brasil, duas cervejas (Skol e Brahma, da AmBev) e uma marca de produtos de beleza (Natura) estreiam no ranking latino-americano.

O ranking de marcas dos países latino-americanos apurado pela Millward Brown inclui oito marcas, seis das quais de empresas do Brasil. A Petrobras lidera, com um valor de mercado de sua marca de US$ 13,42 bilhões.

– Clubes terão Perdão do INSS?

 

Sabe quando se questiona o excessivo número de vice-presidentes da FPF e se tem a resposta de que é “cargo político” e de que os dirigentes desses cargos “no futebol não mandam nada?”

 

Pois é: dar esse cargo político é uma grande jogada!

 

Digo isso pois leio nas principais mídias de que o Vice-Presidente da Federação Paulista de Futebol, deputado federal Vicente Cândido, apresenta um projeto à Câmara dos Deputados com amplo apoio da bancada da bola: o de ‘perdão das dívidas tributárias dos clubes e das entidades’!

 

Para aprovação, já que essa proposta vem através de PEC (Proposta de Emenda à Constituição), ela deve passar pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), do qual ele próprio faz parte.

 

Na prática, os bilhões de reais devidos à União seriam perdoados. Os clubes devem centenas de milhões de reais, que somados, passariam da casa bilionária! Pode-se dar o luxo de anistiar essas dívidas e se oficializar o calote?

 

O argumento do parlamentar é que são instituições culturais-desportivas. Ora, eles não lucram na negociação de atletas e conquistas de prêmios de torneios? Desde quando clubes como Flamengo, Corinthians, Atlético Mineiro e a própria FPF e CBF são entidades que tem no esporte uma ação filantrópica?

 

Mas chama a atenção mais ainda o fato de se legislar em causa própria: afinal, o nobre deputado mostra, neste caso, uma incompatibilidade de cargo.

 

E você, o que acha da proposta de anistia fiscal aos clubes e federações? Deixe seu comentário:

– Foxconn Confirmada Oficiosamente em Jundiaí!

 

É “oficioso”, mas ainda não oficial.

 

O Ministro da Ciência e Tecnologia Aloísio Mercadante (PT-SP), confirmou ao vereador Durval Orlato de que a produção da Foxconn para a Apple será mesmo em Jundiaí, com geração imediata de 6.000 empregos.

 

Quando” e “exatamente onde” ainda não se sabe. Mas será em nossa cidade.

 

Nesta semana, quem transita pela Hermenegildo Tonoli pode constatar a enorme movimentação de carretas e cargas no Condomínio Industrial GR, em frente ao Jardim Carolina. Seria lá?

 

E você, quer deixar alguma mensagem sobre o assunto? Deixe seu comentário:

– Azaléia fecha Unidade Fabril no Sul: a Guerra China X Brasil

 

Ontem, comentamos em nossas aulas sobre algumas observações dos Negócios Internacionais & Globalização.

 

Leio agora que a Azaléia, tradicional produtora de calçados, fechou sua unidade gaúcha e demitiu todos os funcionários.

 

Crise?

 

Nada disso. Redução de custos! A empresa conta com 44 mil funcionários e tem capacidade de produzir quase 250.000 pares (produzindo no Nordeste do Brasil e Argentina). Porém, a unidade de Parobé-RS era a de custo maior, devido ao padrão salarial local, o que inviabiliza a concorrência com os similares chineses.

 

Vemos, portanto, um fenômeno interessante: assim como europeus e americanos produzem no Sudeste Asiático para se tornarem mais competitivos pagando mão de obra barata, as empresas nacionais produzem na Argentina e no Nordeste Brasileiro pelo mesmo motivo.

 

Abaixo, extraído de Terra Economia (http://is.gd/J9KyS0)

 

AZALEIA ANUNCIA FIM DA FÁBRICA E DEMISSÃO DE 800 FUINCIONÁRIOS

 

A fabricante de calçados Azaleia anunciou nesta segunda-feira o fechamento da fábrica de Parobé (RS). Com essa medida a empresa demitiu cerca de 800 funcionários e deixará de produzir cerca de 8 mil calçados por dia. Uma das justificativas da empresa para tomar essa decisão foi a concorrência dos calçados importados para o Brasil, que diminuem o mercado para os produtos nacionais.

Em nota a empresa afirmou que “temos feito progressos no ajuste a esta conjuntura, mas a crescente participação de calçados importados no mercado interno e a perda de competitividade nas exportações não favorecem uma expansão expressiva dos nossos volumes de vendas”.

A Azaleia conta 44 mil funcionários e tem capacidade para produzir cerca de 250.000 pares de calçados em suas fábricas na Argentina e no Nordeste do Brasil. A empresa anunciou que manterá na cidade gaúcha outras atividades como as diretorias de marketing e desenvolvimento de produtos, de planejamento, e as áreas de suprimentos, logística e recursos humanos.

– Facebook Pagará para Usuário Assistir a Anúncios!

 

Já não bastassem as propagandas e spams sugestivos nos emails e redes sociais, agora eles terão um apelo maior: REMUNERAÇÃO.

 

De algum lugar as redes sociais tinham que tirar, além dos anunciantes pagos…

 

Extraído de Portal Exame, em: http://is.gd/Z3Szzm

 

FACEBOOK PAGARÁ USUÁRIO QUE CLICAR EM ANÚNCIOS

 

São Paulo – Como fazer com que as publicidades veiculadas em seu site façam sucesso? O Facebook arrumou um jeito diferente: vai pagar para os internautas que escolherem assistir a determinadas propagandas veiculadas na rede social.

A novidade foi inserida na quinta-feira, 5, de acordo com o Mashable. Por enquanto, a remuneração é de uma unidade de Facebook Credit por anuncio visualizado, o equivalente a US$ 0,10 – valor que pode ser convertido em compras no Facebook Deals.

A maioria dos anúncios participantes estão na área de games do Facebook, e as empresas CrowdStar, Digital Chocolate e Zynga são as mais ativas no novo formato.

– Empreendedor, Inovador e Lobista

 

Você conhece João Gilberto Vaz?

 

Ele tem várias empresas; intermediou acordo do Brasil com a NASA; Vendeu satélites; Criou times de futebol; e até dá consultoria para estádios para a Copa 2014.

 

Abaixo, a incrível história de um lobista profissional – empreendedor e astuto brasileiro (e cônsul búlgaro!)

 

Extraído de Revista Isto É, Ed 2164, pg 54-55

 

O LOBISTA ESPACIAL

 

Por Claudio Dantas Siqueira

 

A incrível história de João Gilberto Vaz, um gaúcho que virou cônsul da Bulgária e foi pago pelo Brasil para acertar com os russos a viagem do astronauta Marcos Pontes ao espaço

O cônsul honorário da Bulgária no Brasil é gaúcho, dono de uma empresa que vende imagens de satélite, empreendedor interessado em construir estádios para a Copa do Mundo, ex-cartola de um time de futebol formado por refugiados palestinos e responsável pela viagem espacial do primeiro astronauta brasileiro. A sede do consulado fica no Rio de Janeiro, mas o cônsul, João Gilberto Vaz, despacha em Brasília, onde mora numa bela casa do Lago Sul. Na capital federal, apesar de tantas e tão variadas atividades, Vaz tem chamado mesmo a atenção é pelo seu controvertido trabalho como lobista.

João Gilberto Vaz gaba-se de ser o responsável por ter levado o astronauta Marcos Pontes à sua viagem turística à Estação Espacial Internacional, a ISS, na sigla em inglês. Na verdade, ele fez mais do que isso pelo programa espacial brasileiro. Sabe-se lá por quê, em 1997 o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) convocou Vaz, que ainda não era cônsul, para intermediar o malfadado acordo com a Nasa para a participação brasileira na ISS. O custo para o Brasil seria de US$ 330 milhões, incluindo o fornecimento de algumas peças para um módulo que opera na estação espacial. O negócio foi firmado no final do governo FHC, arrastou-se pelo primeiro mandato de Lula e acabou anulado pela própria Nasa, irritada com os atrasos do Brasil em cumprir o cronograma de construção de itens da ISS. Nesse meio tempo, a vida de Vaz foi melhorando. Em função de contatos com a Academia de Ciências da Bulgária, que dividiria com os brasileiros experiências agrícolas na estação espacial, o lobista acabou convidado pela embaixada búlgara para integrar seu corpo consular. Além disso, ele recebeu ao menos US$ 10 milhões do Inpe pelo trabalho na aproximação com a agência espacial americana, apesar de existir uma ampla rede diplomática para tratar de assuntos como esses. Quando os acordos com a Nasa fracassaram, Vaz tratou de não deixar a Agência Espacial Brasileira (AEB) em uma situação vexatória. Foi ele quem intermediou com a Rússia a viagem do astronauta Marcos Pontes. Para essa missão, que custou R$ 30 milhões aos cofres públicos, Vaz teria ganhado mais alguns milhões de dólares, segundo afirmam seus detratores. Ele, no entanto, garante que tudo não passou da mais pura filantropia lobística. “Fiz um trabalho do mais alto nível. Mas não ganhei nem medalha.”

A atuação de Vaz na viagem de Pontes ao espaço ainda desperta desconfianças. Edmilson Costa Filho, coordenador de Programas e Projetos da AEB, conhece o lobista de longa data e é taxativo: “Pessoas como Vaz se aproveitam dos elos eticamente fracos do poder público. Se a AEB fosse uma agência forte e atuante, não precisaria de intermediários”, afirma. Já o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), relator da nova política espacial, nunca ouviu falar do cônsul da Bulgária, mas questiona a necessidade de mediação privada num acordo entre agências governamentais. “Em tese, deveria ser feito diretamente”, diz.


Depois das desventuras espaciais, Vaz se dedica agora a projetos mais terrenos. No momento, ele está de olho nas oportunidades abertas pela Copa do Mundo no Brasil. Na semana passada, promoveu em Salvador, São Paulo e Rio uma série de encontros para tentar emplacar sua consultoria, a Arena do Brasil Ltda. A meta de Vaz é conquistar alguns dos milionários contratos para a construção e operação de estádios da Copa de 2014. Ele não é um novato na área futebolística. Em 2007, comprou um time da terceira divisão do Distrito Federal e o batizou com o nome da empresa que vende imagens de satélite, seu xodó naquela época. O “Brazsat Futebol Clube” era formado por refugiados palestinos vindos do Iraque, por meio de um convênio que Vaz assinou com a Acnur, a agência da ONU para refugiados. A equipe chegou a ser tema de um documentário na rede de tevê árabe Al Jazeera e avançou para a segunda divisão. O cartola João Gilberto Vaz não conseguiu, contudo, levar o Brazsat para a primeira divisão e o time foi desfeito. Mas com essa experiência ele abriu canais com a CBF, que agora utiliza em sua nova área de negócios.

Sempre bonachão e muito bem relacionado, Vaz é figurinha carimbada nos círculos da elite brasiliense. Costuma participar dos seminários promovidos pelo Gabinete de Segurança Institucional, fala sobre cursos feitos na Escola Superior de Guerra e não perde coquetéis e festas da comunidade diplomática. Chegou a integrar comitivas especiais, se diz amigo do deputado federal Protógenes Queiroz (PSOL-SP), o polêmico delegado da Operação Satiagraha, e exibe fotos ao lado do ex-presidente Lula e do arquiteto Oscar Niemeyer. Na sala de sua casa, expõe em posição de destaque o diploma de um curso de três dias que fez na Universidade de Harvard. Nem tudo em sua vida, porém, é sucesso. Algumas iniciativas de Vaz acabaram em encrencas com a justiça. Como em 2002, quando ele tentou representar no Brasil a companhia americana Space Systems/Loral, uma das maiores fabricantes de sistemas de satélites. Pouco tempo depois, a empresa rescindiu o contrato. “A Brazsat nunca teve poderes para representar legalmente e vincular a SS/L a qualquer tipo de obrigação e, portanto, a SS/L não se responsabiliza por atos praticados pela Brazsat e por seu principal cotista, o sr. João Gilberto Vaz”, registrou a empresa americana em cartório. Mas coisas desse tipo não chegam a inibir o ritmo frenético da atividade diplomática do cônsul honorário da Bulgária. Ele não tem limites.

– O Sucesso das Ações do Magazine Luiza

 

As redes de varejo interioranas e de Administração Familiar estão em alta. Como exemplo, o Magazine Luiza, que estreou na Bolsa de Valores. O fundo Previ comprou 1,8% das ações por R$ 60 milhões.

 

Tal número mostra que o termo ainda pejorativo “administração familiar” no Brasil (por parte de muitos consultores em administração) é descabível. No mundo, tal característica só valoriza as organizações.

 

Extraído do Portal Exame: http://is.gd/UIU0xw

 

PREVI ARREMATA 1,8% DO MAGAZINE LUIZA

 

Com forte apetite pelo setor de varejo, a Previ anunciou nesta quarta-feira (4) que adquiriu 3,75 milhões de ações ou 1,8% do capital total do Magazine Luiza (MGLU3), por 60 milhões de reais, durante o processo de IPO (Oferta Inicial de Ações, na sigla em inglês) da rede varejista, comandada pela empresária Luiza Helena Trajano.

Em comunicado, a Previ informa que, do montante de 60 milhões de reais, 50 milhões de reais pertencem ao Plano Previ 1, dos funcionários mais antigos, e 10 milhões de reais ao Previ Futuro. A companhia aposta no varejo “voltado para uma nova classe média em crescimento a partir do fortalecimento da economia brasileira nos últimos anos”, destaca o comunicado.

As oportunidades de consolidação e a perspectiva de redução da informalidade também chamaram a atenção do Fundo. Outro destaque apontado como favorável ao setor é a influência do ramo imobiliário, cujo aquecimento impulsiona a venda de eletrodomésticos.

“O crescimento da economia brasileira nos últimos anos tem possibilitado o aumento do poder aquisitivo das famílias que entraram numa dinâmica de consumo de bens e serviços ‘antes inimagináveis’, e a Previ não quer ficar fora desse mercado”, afirmou o presidente da fundação, Ricardo Flores.

Até agora, a Previ alocou 94,1 milhões de reais na aquisição de ações de quatro empresas do varejo: Hypermarcas, Lojas Renner, Pão de Açúcar e Magazine Luiza. A fundação aplicou 16,4 milhões de reais para comprar 0,23% das Lojas Renner e pagou 9,4 milhões de reais por 0,06% do capital total do Pão de Açúcar. Na Hypermarcas, o investimento foi de 10,2 milhões de reais, por 0,08% das ações.

– Estratégia Maldosa da Indústria do Fumo

 

Por falta de tempo, não deu para comentar.

 

Nesta semana, a mídia divulgou os estudos de uma Universidade Européia sobre o fumo. O levantamento confirmou que ao menos 6 grandes fabricantes de cigarro colocavam inibidores de apetite nos seus produtos, a fim de conquistar o público feminino com cigarros “que emagrecem” em formatos de sentidos subliminares (mais leves e finos).

 

Além dos ingredientes cancerígenos, viciantes e maléficos, ainda mais essa. Covardia!

– A Queda dos Preços dos Combustíveis

 

Já era tempo!

 

O Governo determinou que o Etanol não é mais um produto agrícola, mas sim um combustível estratégico.

 

Dessa forma, a Petrobrás controlará o produto da mesma forma como faz, por exemplo, com a Gasolina. Com a importação de gasolina e anidro, além da safra de álcool que chega ao consumidor, a oferta dos combustíveis aumenta e acaba-se com o risco de falta. A tendência é que os preços do Etanol Combustível caiam ainda nessa semana, sendo que os reflexos na Gasolina poderão ocorrer nos próximos 15 dias.

Mas reduzir os altíssimos impostos dos combustíveis… aí o Governo não abre mão mesmo!

– Marketing de Oportunidade: Lojas Marisa e o Casamento Real

 

Bela sacada das Lojas Marisa! Aproveitando o casamento real entre a plebéia Kate e o príncipe Willian, a varejista enviou uma lingerie para Kate Middleton ao Palácio de Buckingham.

 

A princesa não comprou nada na Marisa. A empresa é quem enviou uma Lingerie pela FedEx, como presente. Aproveitou o cupom e colocou anúncio de duas páginas nas principais revistas do país, com os dizeres: “Ela conquistou o solteiro mais cobiçado do mundo. E a gente fez a nossa parte para não deixar ele escapar”.

 

No cupom escaneado, todos os dados da Marisa como remetente e os dados de Kate Middleton como destinatária (incluindo o telefone do Palácio!)

 

Quem bate o olho no anúncio, pensa que a princesa fez o pedido a Loja. Nada disso. Valeu pela idéia inteligente de quem criou a peça publicitária.

 

– Conta Bancária para Ricos

 

Cada vez mais os bancos investem em 2 tipos de segmentos distintos: pobres/paupérrimos e ricos/riquíssimos.

 

O Bradesco, por exemplo, abre cada vez mais agências em núcleos habitacionais de baixa renda e favelas. Além, claro de agências exclusivamente Premium.

 

O Santander, segundo a Coluna Vamos Combinar da Revista Época desta semana, abrirá agências para clientes que tem mais de R$ 3 milhões para investir. Serão 5 unidades em SP e RJ, em pontos nobres e discretos.

 

Sinais dos tempos: Ricos que enriquecem mais ainda e a nova classe média que cresce. Dá-lhe Brasil?

 

Tomara que a distância da péssima distribuição de renda diminua.

– Rio de Janeiro agita Hollywood

 

Cariocas devem estar contentes! A cidade do Rio de Janeiro, até este último final de semana, consta com 2 fimes rodados lá como campeões de bilheterias no mundo!


Nos EUA, a maior bilheteria do ano foi registrada na estréia de “Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio”, e a segunda maior: “Rio” (o filme dos passarinhos Blu e Jade). No mundo, “Rio” é a maior bilheteria do ano até agora.


A Cidade Maravilhosa está tendo uma promoção excepcional. Aproveitará?

– Administração da “Caco de Telha” é exemplo de Negócio Bem Sucedido!

As revistas de celebridades acusaram Ivete Sangalo de ironizar Beyoncé durante o Carnaval. Parece post de blog de fofocas, mas o mote é outro: atrás dessa pura balela, o que poucos sabem é que a empresa da família da cantora baiana é hoje uma das principais promotoras de eventos do país! Ela é responsável pela venda de ingressos no Carnaval em diversas praças, da vinda do Cirque du Soleil e da própria Beyoncé.

Veja como essa empresa de administração do entretenimento, a ‘Caco de Telha’, tem funcionado. Aproveite e tire as lições de sua boa gestão para o gerenciamento de outras empresas:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0962/marketing/dona-festa-533994.html

A DONA DA FESTA

por Juliana Borges

Aos 37 anos de idade e 14 de carreira, pode-se dizer que a cantora baiana Ivete Sangalo é uma das celebridades mais bem-sucedidas do país. Ivete já assinou mais de 15 contratos de patrocínio ao longo de sua trajetória, com empresas como TAM, Philips, AmBev e Itaú. Isso sem falar na frenética agenda de shows, que inclui mais de 100 aparições por ano, e na gravação de pelo menos um DVD por temporada (o Ao Vivo no Maracanã, de 2007, é o mais vendido da história no Brasil, com mais de 640 000 cópias). Com tudo isso, estima-se que seu cachê orbite na casa do milhão de reais, um dos mais altos do showbiz nacional. Nos últimos meses, Ivete Sangalo vem emprestando sua imagem para acelerar outro negócio: sua empresa de entretenimento, a Caco de Telha. Com a ajuda da cantora, a empresa esteve por trás de dois grandes eventos realizados neste ano. Num consórcio com a Mondo, do Grupo ABC, de Nizan Guanaes, e com a Panmusic, foi uma das responsáveis pela vinda da cantora americana Beyoncé ao Brasil. (Ivete abriu dois dos quatro shows, realizados no início de fevereiro.) Paralelamente, arrematou a licitação para a organização do Carnaval de Salvador, cujas cotas de patrocínio chegam a 14 milhões de reais. Nos últimos dias, a Caco de Telha anunciou que está em negociações para trazer o cantor pop americano Justin Timberlake ao Brasil. “A Ivete é o nosso melhor cartão de visita”, afirma Jesus Sangalo, irmão da cantora e presidente da Caco de Telha. “A produção de seus shows nos cacifou a conquistar eventos maiores.”

Criado em 1996 por integrantes da família e amigos próximos à cantora, o grupo Caco de Telha surgiu com um propósito relativamente modesto: gerenciar a então nascente carreira-solo de Ivete Sangalo, já em vias de se desligar da Banda Eva (a cantora detém atualmente 95% da empresa, mas não participa da gestão). Uma de suas primeiras atribuições foi concentrar atividades então relegadas a outras companhias, como a produção dos shows e a gravação de CDs e DVDs. Não demorou para que a iniciativa chamasse a atenção de outros astros da música, como o cantor Nando Reis. Impressionado com o sucesso do primeiro DVD da cantora, gravado no estádio Fonte Nova, em Salvador, em 2003, Reis contratou a Caco de Telha para produzir seu show em Porto Alegre naquele mesmo ano. “Foi nosso primeiro contrato com um artista de projeção nacional, além da própria Ivete”, diz Ricardo Martins, vice-presidente da Caco de Telha.

DESDE ENTÃO, A CACO NÃO PAROU mais. Por meio de suas dez empresas, o grupo realiza cerca de 20 eventos por mês, que vão de megaespetáculos a formaturas em faculdades, passando por eventos corporativos, gravação de álbuns e gerenciamento da carreira de 11 bandas – além, é claro, da própria Ivete Sangalo. Estima-se que, atualmente, o grupo seja responsável por organizar mais da metade de todos os grandes eventos em estados como Bahia, Pernambuco e Ceará. Além do show da cantora Beyoncé, a empresa ajudou a levar o Cirque Du Soleil para Salvador e fechou um contrato com o Google para criar um canal no YouTube só para transmitir o Carnaval deste ano na capital baiana. A Caco de Telha acaba de criar uma divisão de cinema para produzir um longa de animação 3D cuja protagonista é praticamente a versão digitalizada da cantora. Batizado de Ivete Stellar e a Pedra da Luz, o filme será o mais caro da história da indústria cinematográfica nacional. (Lula, o Filho do Brasil, que atualmente ocupa o posto, custou 12 milhões de reais.) Graças à multiplicação dos negócios, em 2010 a empresa prevê faturar quase 84 milhões de reais – praticamente o dobro das receitas do ano passado.

Não é de hoje que artistas, escritores e esportistas colocam a fama a serviço dos negócios. Celebridades aqui e lá fora, como a apresentadora Xuxa ou o tenista Roger Federer, usam a imagem para aumentar os ganhos e garantir a perpe tuidade do sucesso. E, não raro, transformam a visibilidade em empresa. O grande desafio, nesses casos, é evitar que criador e criatura fiquem tão dependentes que um não consiga sobreviver sem o outro. É justamente essa a questão enfrentada hoje pela Caco de Telha. Apesar de toda a diversificação, o desempenho da empresa permanece extremamente atrelado ao sucesso de Ivete Sangalo, responsável por cerca de 60% das receitas. A gravidez da cantora em 2009 – e a consequente redução de sua agenda de shows – acendeu a luz amarela dentro da empresa, que estabeleceu como meta reduzir pela metade essa dependência nos próximos dois anos. “Não tivemos redução na receita”, diz Jesus Sangalo. “Mas o fato é que essa ligação nos deixa numa posição mais vulnerável.”

Os principais indicadores do grupo Caco de Telha, criado por familiares e amigos da cantora Ivete Sangalo

PRESIDENTE: Jesus Sangalo

NÚMERO DE EMPRESAS: 10

FUNCIONÁRIOS: 220
 
FATURAMENTO: 84 milhões de reais(1)

ÁREAS DE ATUAÇÃO: Venda de ingressos para o Carnaval, gestão de carreiras artísticas, gravação de discos e organização de eventos corporativos e formaturas

EVENTOS REALIZADOS POR MÊS: 20

PRINCIPAIS CLIENTES:  TAM, Riachuelo, L’Oréal, Garnier, Philips, Itaú e Grendene

FEITOS RECENTES:   Neste ano, ajudou a trazer a cantora Beyoncé ao Brasil e conquistou o direito de negociar as cotas de patrocínio para o Carnaval de Salvador. Além disso, levou o Cirque Du Soleil para a Bahia em 2009 e fechou um contrato de licenciamento da marca Ivete Sangalo com a Riachuelo no valor de 50 milhões de reais.

– Um Cartel de, Pelo Menos, 5 anos!

 

Você acha que os brinquedos brasileiros custam caro? Acha também que existe uma invasão de produtos chineses?

 

Seu achismo está correto! A Secretaria de Defesa Econômica do Governo aponta a existência de um grande cartel no setor de brinquedos, que controla desde a importação até a política de preços do setor.

 

Veja que golpe bem feito, que, perdoando o trocadilho e a ironia, não é brincadeira…

 

Extraído de: Folha de São Paulo, 12/01/2011, Caderno Economia, pg e3

 

SECRETARIA QUER CONDENAÇÃO PARA CARTEL DE BRINQUEDOS

 

por Julianna Sofia

 

Depois de três anos de investigação, a SDE (Secretaria de Direito Econômico) -ligada ao Ministério da Justiça- recomendará a condenação da Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos) e de seu presidente, Synésio Batista da Costa, sob a suspeita de induzir o mercado nacional de brinquedos a formar um cartel na importação de produtos da China.

O parecer com o pedido de punição, ao qual a Folha teve acesso, será encaminhado hoje ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que julgará o caso.
No caso de condenação, a multa a ser aplicada pode variar de 1% a 30% da receita da entidade, além de outras punições a serem arbitradas pelo tribunal administrativo.
A prática de cartel traz prejuízos diretos ao consumidor, pois elimina a concorrência, provocando aumento de preços no mercado.

A denúncia contra a Abrinq e Costa foi apresentada à SDE, em 2006, pela Mattel do Brasil- subsidiária da multinacional americana que comercializa brinquedos fabricados principalmente na China.

De acordo com as acusações, a associação e seu dirigente incentivaram a adoção de uma conduta uniforme por parte de fabricantes, importadores e lojistas do setor.

Gravações

As principais provas apresentadas no caso são a pauta de uma reunião convocada pela Abrinq e a gravação desse encontro, que foi realizado em setembro de 2006.
Na reunião, a associação teria proposto: fixação e gerenciamento de cotas fixas individuais por importador; estabelecimento de preços mínimos para as importações; e criação de barreiras à entrada no mercado de novos concorrentes.

As informações levantadas no processo mostram que a entidade pretendia diminuir a exposição do mercado nacional à concorrência dos produtos chineses, limitando as compras com cotas individuais por CNPJ do importador e fixando preços mínimos.
A Abrinq, destaca a secretaria, tem como associados empresas que respondem por 30% do mercado nacional, e a produção local equivale a 55% dos brinquedos vendidos no país. O setor reúne 300 fabricantes locais e 50 importadores.

Acordo

O parecer relata que, em agosto de 2006, empresários brasileiros e a Abrinq foram à China negociar um acordo com a indústria de brinquedos daquele país. Na volta da viagem, Costa convocou uma reunião com todos os 42 associados para discutir o tema.

No encontro, afirma a SDE, a Abrinq passou aos empresários a impressão de que o acordo com a China autorizava a associação a fixar e distribuir as cotas individuais e a estabelecer preços mínimos.

Na prática, a associação teria usado o acordo para induzir a formação de cartel. A investigação ainda aponta que Costa dava a entender que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio do Brasil chancelava as medidas.

“A reunião na sede da Abrinq e as afirmações de seu presidente a respeito do acordo travado com entidades chinesas foram voltadas a influenciar a adoção de comportamento uniforme no mercado”, diz o relatório. “Jamais foi ou poderia ter sido competência da Abrinq estabelecer ou distribuir cotas de importação ou atuar na fixação de preços mínimos de importação”, continua o texto.

Em ofício à secretaria, o ministério informou que o acordo entre Brasil e China -homologado pelo governo em dezembro de 2006- envolve cotas globais de importação de produtos e trazia “disposições gerais a serem adotadas pelas empresas para garantir o equilíbrio do comércio”.

A SDE, em sua análise, pondera que, em nome da defesa comercial da indústria brasileira, a associação não poderia ter desrespeitado as regras de defesa da concorrência.
“O objetivo de impedir um excesso de entrada de produtos chineses no Brasil não legitima a conduta adotada pela Abrinq”, afirma.

– A Arezzo se rende aos Ativistas

 

A defesa de causas nobres é importante para a sociedade. Algumas mais polêmicas, outra menos. As organizações devem estar cada vez mais atentas para não infringir nenhuma das causas e serem vítimas de acusações.

 

Pois bem: a grife Arezzo, na última segunda, lançou sua coleção de inverno com roupas contendo pele de raposa e coelho. Ativistas das causas animais bombardearam a empresa através do Twitter e Facebook. Conclusão: a empresa se rendeu e retirou as peças das prateleiras.

 

A pergunta agora é: o que fazer com essas peças caríssimas? Prejuízo certo.

 

Extraído de: http://entretenimento.r7.com/moda-e-beleza/noticias/grife-brasileira-recolhe-pecas-apos-manifestacao-na-internet-contra-uso-de-peles-exoticas-20110418.html

 

GRIFE BRASILEIRA RETIRA PEÇAS DE ANIMAIS EXÓTICOS APÓS MANIFESTAÇÕES PELA INTERNET

 

Por Maria Beatriz Sant’Ana

 

Arezzo lançou linha de inverno com peles verdadeiras; entidade ambiental repudia coleção

Após ser alvo de uma intensa manifestação no Twitter e Facebook ao longo domingo (17), a grife Arezzo informou que vai retirar de suas lojas a linha Pelemania.


A coleção virou alvo de ataques após os consumidores descobrirem que as peças da coleção traziam peles verdadeiras de animais, como coelhos e raposas. Uma echarpe de lã, cashmere e pele de raposa estava à venda por R$ 1.549.


Revoltados, os usuários dispararam diversas mensagens para o perfil oficial da empresa no microblog, fazendo com que o tema entrasse nos Trending Topics do Brasil, ou seja, os assuntos mais comentados.


Ao R7, a grife informou que o compromisso da marca é com a moda, com os valores da empresa e com a satisfação dos clientes. A Arezzo optou por recolher imediatamente as peças com pele de raposa das lojas. Com a repercussão negativa e as inúmeras mensagens de repúdio via web, a marca enviou um comunicado oficial à imprensa e escreveu mensagem em sua página oficial no Twitter:

 

–  A Arezzo entende e respeita as opiniões e manifestações contrárias ao uso de peles exóticas na confecção de produtos de vestuário e acessórios. Não entendemos como responsabilidade da Arezzo o debate de uma causa tão ampla e controversa. E, por respeito aos consumidores contrários ao uso desses materiais, estamos recolhendo de todas as nossas lojas.


Grifes internacionais de grande porte, como a Chanel, já aboliram o uso de pele animal em suas criações. Karl Lagerfeld apresentou em suas últimas coleções apenas peles sintéticas, adquiridas na China e na França.


Gabriela Toledo, presidente do PEA, Projeto Esperança Animal, entidade ambiental que tem como causa principal a proteção ao meio ambiente e à biodiversidade, lamentou o lançamento: 


– Um país tropical usar pele é ridículo. Total retrocesso, fora de moda. As pessoas estão investindo em tecidos tecnologicamente superiores para aquecer, não é necessário usar um monte de roupa para se proteger do frio. As pessoas não entenderam que no momento em que se compra um produto deste, está patrocinando a crueldade.

– Os Bilhões Perdidos de Eike Batista

 

Quem ganha muito também pode perder muito. Com a queda das bolsas mundiais e a sobra de dólares no Brasil, em um dia, as ações de Eike Batista despencaram num só tremor. Catastrófico, por sinal.

 

Em alguns sites, se fala desde 1 bilhão até 11 bilhões de desvalorização de seus papéis. Calma, são papéis que valem muito, mas nesse tipo de investimento o que vale mesmo são a paciência, o momento adequado para negociar e, às vezes, sorte. Além de que Eike Batista ainda tem muito, e quando se tem dinheiro, é fácil fazer mais dinheiro.

 

O duro é quando não se tem nada e precisa se fazer algum…

– Gasolina de SP é 70% mais cara que a de NY!

 

Nossa Gasolina custa 25% a menos nas refinarias da Petrobrás, se comparada ao preço pago pelas distribuidoras dos EUA. Mas é 70% mais cara ao consumidor final do que lá!

 

E olha que a renda média do americano é beeeem maior do que a dos brasileiros.

 

 

Há 1 ano, a Gasolina no Brasil custava R$ 2,39 e o Etanol R$ 1,19. Hoje: R$ 2,79 e 2,29, respectivamente.

 

Extraído do Estado de São Paulo, 16/04, Economia. C2

 

GASOLINA CUSTA 70% A MAIS EM SÃO PAULO DO QUE EM NOVA YORK

 

Por Kelli Lima

 

O litro da gasolina custa, em média, US$ 1,73 na cidade de São Paulo, valor 70% maior do que o cobrado em Nova York e 105% maior do que na Rússia, um dos países emergentes do grupo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Os dados são do estudo realizado pela Airinc, consultoria norte-americana especializada em preços globais.

Apesar de sair das refinarias da Petrobrás 25% mais barato do que de uma refinaria americana, o combustível chega ao consumidor muito mais caro do que em qualquer posto de revenda de lá.

A carga tributária no País representa 57% do valor do litro do combustível, perdendo apenas para os países europeus, onde a política de desestímulo ao uso de carros puxa para 70% o tributo sobre a gasolina.

A pesquisa considera a cotação do dólar em R$ 1,67. Sendo assim, o preço médio do litro do combustível na capital paulista foi de R$ 2,89. No ranking das Américas, preparado pela consultoria, o Brasil possui o maior preço entre seus vizinhos, todos com tributação menor.

Na Venezuela, os fortes subsídios do governo Hugo Chávez fazem com que o litro da gasolina custe US$ 0,01, o mais barato do mundo. Neste ranking mundial, países com reservas gigantescas, como Arábia Saudita e Líbia, estão entre os que apresentam os preços mais baixos, respectivamente com US$ 0,110 e US$ 0,14.

Os maiores preços estão na Turquia, com o litro da gasolina custando US$ 2,54, e na Eriteia, país africano que vive em conflito com sua vizinha Etiópia, US$ 2,53. Nas Américas, atrás do Brasil, estão o Chile US$ 1,57, Cuba (US$ 1,35) e Canadá (US$ 1,31). Nos Brics, o Brasil também lidera o ranking: China cobra US$ 1,11; Índia US$ 1,26 e a recém incluída África do Sul, US$ 1,27.

“Os impostos sobre a gasolina no Brasil sempre estiveram lá em cima”, lembra o diretor jurídico do Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis. Além do PIS/Confins, que representam cerca de 20% do total dos tributos que incidem sobre a gasolina, há o ICMS, determinado pelas secretarias de Fazenda de cada Estado, e ainda a Contribuição por Intervenção de Domínio Econômico (Cide), criada em 2001 como colchão para amortecer oscilações bruscas do acompanhamento da cotação internacional.

De lá para cá, o governo utilizou o mecanismo por três vezes. A primeira, em 2008, para anular o impacto no preço ao consumidor – e consequentemente na inflação – de alta repassada pela Petrobrás. A segunda no ano seguinte para retomar sua arrecadação, quando a Petrobrás reduziu o preço do combustível, também acompanhando o preço no mercado internacional.

A terceira foi no ano passado, quando começou a escalada de preços do etanol – que é acrescido à gasolina na proporção de 25% do litro.

Por conta da alta no preço do barril do petróleo e a pressão do governo para que a Petrobrás não repasse a oscilação para seus preços – o que teria forte impacto na inflação – já existem estudos para que a Cide seja alterada novamente.