– Comprar Teves ou Neymar? Qual o melhor Negócio?

 

Para construir seu estádio, o Corinthians passa o chapéu pedindo dinheiro a juros barato e/ou isenções fiscais. Mas R$ 90 milhões para o Teves ele tem em caixa?

 

Aproveitando-> o que vale mais: US$ 45 mi pelo jovem Neymar ou US$ 50 mi pelo maduro Teves?

Um é promessa; outro é realidade.

Um pode melhorar ainda mais; outro já está no seu limite.

 

Qual é melhor negócio tecnicamente e financeiramente? Comprar Teves ou Neymar? Deixe seu comentário:´

 

(Apenas uma dúvida: não foi o Teves que em certo dia se recusou a falar com Andrés Sanches, alegando que reclamaria [sobre Leão] para quem mandava de verdade [no caso, Kia]?

Estou enganado ou esse episódio realmente aconteceu?

– O Usuário mais Popular do Google+ é o dono do Facebook?

 

Gosto de observar gente inteligente em guerra.

 

Marck Zuckerberg, dono do Facebook, anda meio que sozinho na liderança mundial das redes sociais.

 

O Google, para concorrer de verdade com ele (pois o Orkut não decola no restante do mundo), lançou uma rede social concorrente: o Google+ (Google Plus).

 

E não é que o usuário mais seguido na rede Google+ é o Zuckerberg?

 

Inteligente para os dois lados. Marck mostra que é popular, e o Google usa o fato para dizer que até o maior inimigo aderiu aos encantos da sua rede.

 

Genial. Quem usar melhor a propaganda criada, sai ganhando.

 

E você, o que pensa sobre isso? O Google fará frente ao Facebook? Deixe seu comentário:

– Gol compra Webjet e se aproxima da TAM

 

Num negócio rápido, a Gol compra a Webjet e se aproxima cada vez mais da TAM, que mantém a liderança.

 

Extraído de: http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/gol-compra-webjet-por-r-311-milhoes-entre-dinheiro-e-dividas

 

GOL COMPRA WEBJET POR R$ 311 MILHÕES ENTRE DINHEIRO E DÍVIDAS

 

Com operação, aérea fica com 40,55% do mercado doméstico – mais perto da TAM que detém 44,3%

 

A companhia aérea Gol confirmou nesta sexta-feira (8/7) a aquisição de 100% do capital social da Webjet por 311 milhões de reais, por meio da holding VRG. Em fato relevante divulgado ao mercado, a Gol afirmou que o valor pode ser alterado até a conclusão do negócio, sem data definida. Do total, 96 milhões serão pagos aos atuais sócios e o restante quitará as dívidas da Webjet.

A aquisição fortalece ainda mais a companhia no Brasil e na América Latina – únicos mercados de interesse da Gol. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), de maio, a Gol detinha 35,39% do mercado doméstico e agora ganha mais 5,16% da Webjet, num total de 40,55%.

A TAM mantém a liderança, mas não com a mesma folga. A aérea lidera com 44,43%. A Azul segue em terceiro com 8,97% de participação. No mercado internacional a TAM lidera com 89,62% e a dupla Gol-Webjet responde por 9,21%.

A operação ainda está sujeita à realização de auditoria técnica nos ativos da Webjet e à aprovação da Anac e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Webjet opera atualmente 154 voos diários para 14 cidades no Brasil. Já a Gol, realiza cerca de 900 decolagens diárias para 51 destinos brasileiros e 11 internacionais na América do Sul e Caribe.

– Senado Americano poderá acabar com o Subsídio ao Álcool Combustível Brasileiro (Etanol)

 

Nos próximos dias ficará mais barato para os americanos comprarem álcool brasileiro. O Senado dos EUA irá acabar (resultado provável da votação) com os impostos de importação e proteção do etanol do Brasil.

 

O que tem isso a ver conosco?

 

Que se o preço do Etanol já está alto, imagine com o fim dos subsídios! As usinas exportarão ainda mais o etanol!

 

Consumidores tupiniquins, preparem-se…

– A Nova Arma do Google contra o Facebook

 

É sabido que “estar em rede social” é uma tendência. Várias redes são populares: Facebook, Orkut, LinkedIn, Quepasa, entre tantas. São quase 150 mil em todo mundo.

 

Muitos usam para ampliar sua rede de relacionamentos (o que chamamos de networking), seja para motivos sociais, lúdicos ou profissionais.

 

No mundo, o Facebook domina. No Brasil, a exceção veio com o Orkut, popular aqui e na Índia, mas um ilustre coadjuvante no restante do planeta.

 

Com o crescimento frenético do Facebook no Brasil e com a necessidade de brigar com a rede no resto do mundo, o Google (que é o proprietário do Orkut) lançou em fase experimental o Google+ (Google Plus).

 

Mas atenção: a empresa diz que não vai encerrar o Orkut, mas usará o Google+ como alternativa.

 

Abaixo, extraído de: Folha de São Paulo, 03/07/2011, Mercado B7, por Camila Fusco

 

GOOGLE DESAFIA FACEBOOK COM REDE SOCIAL

 

Com a rede social Google+, lançada na semana passada, o Google quer desafiar o Facebook não só em popularidade mas também provar que tem ferramentas suficientes para tentar retomar a posição de liderança na web.


Muito mais que uma rede social -que tem como principais atrativos a conversa de vídeo entre amigos e a segmentação de contatos em círculos de relacionamento-, o Google+ é um imenso repositório de dados.


Estão em jogo informações valiosas sobre o comportamento de navegação e que podem determinar o futuro das receitas do Google com publicidade.
“O Google não tem necessariamente a aspiração de ser a principal rede social, mas de ter a demografia mais completa”, afirma Dan Olds, diretor da consultoria Gabriel Consulting Group.


Essa nova fronteira da disputa virtual pode ser vista em movimentos recentes de Google e Facebook de entrada em áreas até então pouco exploradas -desde pagamento on-line até locação de vídeo pela internet.


“A estratégia até pode ser ganhar com serviços pagos, mas há dados de comportamento que podem ser rentáveis em vários formatos, como os anúncios”, diz Olds.

 
Segundo o especialista, o Facebook tem hoje 700 milhões de usuários e chegou ao valor de mercado estimado em quase US$ 70 bilhões tendo como principal ativo seu banco de dados.

 
No ano passado, o Facebook conquistou pela primeira vez mais usuários únicos de internet do que o Google, 8,9% ante 7,2%, segundo a consultoria Hitwise.

 
“O Google+ vem para dar poder de fogo para o Google tentar retomar a posição de líder na internet, hoje claramente ocupada pelo Facebook”, afirma o analista.
Embora o Google tenha lançado o Orkut em 2004 com a possibilidade de extrair informações semelhantes da web, a rede nunca decolou de forma expressiva.


Diversificação


Dos US$ 6 bilhões estimados em publicidade nas redes sociais em 2011, o Facebook deve receber 66%.


O Google+ pode não ter a ambição de gerar faturamento expressivo para o Google, mas já poderá disputar alguns dos dólares da rede de Mark Zuckerberg.


Entre as agências de publicidade, no entanto, ainda é cedo para afirmar se o Google+ vai se consolidar.


“O Google+ ainda precisa se firmar como ferramenta para que as empresas o adotem”, diz Max Petrucci, da agência Garage Interactive.


Entre os maiores desafios do Google está popularizar a rede para, depois, pensar em modelos de publicidade.


O Facebook não deve ficar atrás e deve anunciar nesta semana novas funções, entre as quais um serviço de vídeo e voz integrado com o Skype.

 

Por dentro do Google +

 

– O que é


Nova rede social do Google que agrupa os contatos em círculos de relacionamento e permite a publicação de posts, fotos e vídeos. Tem versões para computador e celulares

 

– O que há de novo


Embora reúna elementos de Twitter e do Facebook – como um clone do botão “curtir”, batizado de +1 – o Google+ tem uma função que permite conectar diversos amigos simultaneamente em vídeo por meio de webcam. Também integra diversas funções do Google, como criação de páginas pessoais divididas por interesse, e permite que o usuário acompanhe posts de celebridades ou notícias

 

– O que significa para os negócios


O Google tem o potencial de desenvolver modelos de publicidade para empresas aproveitarem a rede de relacionamento do Google+. No entanto, tem como desafio atrair usuários para criar a “população” da rede e também precisa elaborar formas alternativas de publicidade. Ao contrário do Facebook ou do Twitter, onde as empresas podem pagar para mandar mensagens para os usuários, o Google+ não permite esse contato direto.

– Como Inventar, Segundo o Inventor

Raymond Kurzweil, um dos futurólogos mais renomados no mundo da Administração de Empresas, fala sobre o sucesso e o fracasso de empreendedores inventores. E ressalta: o fracassado, no Brasil, era rotulado e praticamente fadado ao ostracismo; mas, hoje, os que passam pela experiência do fracasso acabam usando da experiência negativa para evitar novos erros no futuro. E avisa: a prática da inovação deve começar desde a infância!

 

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI137055-16363,00-COMO+INVENTAR+SEGUNDO+O+INVENTOR.html

 

COMO INVENTAR, SEGUNDO UM INVENTOR

 

O termo singularidade, quando aplicado à tecnologia, designa um momento em que os homens superarão os limites da biologia. Farão isso a partir dos avanços em áreas como a genética e a nanotecnologia, que permitirão às pessoas desenvolverem uma inteligência sobre-humana, fundindo-se com as máquinas. Nesse instante, serão eternas. Essa ideia, por mais ficcional e maluca que pareça, tem defensores aguerridos. O inventor americano Raymond Kurzweil, 62 anos, é o mais notório deles e até estabeleceu uma data para essa guinada: 2045.

Formado pelo MIT, Kurzweil é um futurista com currículo realista. Criou o primeiro sistema computacional de reconhecimento de voz, e um sintetizador musical histórico, comprado por Stevie Wonder. É, contudo, tão inventivo quanto polêmico. Sonha, por exemplo, trazer seu pai, Fredric, morto em 1970, à vida. Para tanto, usaria amostras de DNA e um sistema de inteligência artificial estruturado a partir de reminiscências de sua própria memória.

Em fevereiro de 2009, Kurzweil participou da fundação da Singularity University (SU), na Califórnia, apadrinhada pelos fundadores do Google. Desde março, a instituição firmou uma parceria no Brasil, com a Faculdade de Tecnologia da Informação (Fiap), em São Paulo. Nos Estados Unidos, a SU oferece um curso de dez semanas para 80 universitários, com foco na formação de líderes empreendedores. Mas Kurzweil crê que essa preparação deva começar na infância. De que forma? O inventor responde: “É preciso que as crianças tenham prazer em aprender e o façam conectando diferentes habilidades”, disse a Época NEGÓCIOS. Kurzweil cita o exemplo de seu filho. Aos 13 anos, ele envolveu-se em um projeto que resultou no primeiro website de um escritório de advocacia do mundo. “A maior parte de projetos como este não terá êxito. Calculo que dois em cada 100 resultem em sucessos como o Facebook ou o Google. Mas é importante mostrar aos jovens que eles podem correr riscos”, diz. Em inovação, o americano crê que o Brasil pode se beneficiar se souber estimular crianças e jovens. “Muitas sociedades encaram a falha como vergonha. Isso não acontece nos Estados Unidos e no Brasil. As pessoas estão abertas a tendências e isso é positivo”, afirma Kurzweil, autor de livros como A Era das Máquinas Espirituais e The Singularity Is Near (“A singularidade está próxima”).

– Quero um Voyage Iraquiano “Made in Brazil”

 

Nos anos 80, o Brasil foi um dos grandes exportadores de carros ao Iraque. A VW brasileira promoveu uma invasão do carro Passat (que lá se chamava Brazíli), que ainda é perceptível na envelhecida frota iraquiana.

 

Agora, a VW novamente exportará uma quantidade significativa ao Iraque, e o carro escolhido para a aventura comercial (e que se chamará Brazíli também) é o Voyage.

 

Tudo bem, caso não fosse gritante a diferença de preço. Em reais, um consumidor do Iraque pagará na agência R$ 21.000,00! Arredondando os números, metade do preço que nós pagamos aqui no Brasil (mais de 40 mil na versão mediana)!

 

Como é que mandamos um carro para o Oriente Médio e ele é vendido pela metade do preço e ainda dá lucro? Só dá para resumir com… IMPOSTOS!

 

Extraído de: http://is.gd/QX4ACw

 

DEPOIS DO PASSAT, IRAQUE IMPORTARÁ BRAZÍLI

 

Já foi o tempo em que o Passat reinava absoluto no mercado iraquiano. Tempos difíceis aqueles, onde o líder Saddam Hussein e a desgastante – porém lucrativa – Guerra Irã-Iraque, ajudavam nas exportações brasileiras de armas, carros, mão de obra civil, entre outros.

Era nesse ambiente hostil que a VW conseguiu vender 170.000 exemplares do Passat “iraquiano”, com suas quatro portas e estofamento bordô. Conhecido por lá como “brazíli”, o VW feito no Brasil deixou saudades por lá.

Agora, a Volks quer repetir o sucesso do Passat com outro “brazíli”. Desta vez, a arma de exportação da marca será o Voyage. Já tendo sido Fox e agora renascido das cinzas, o sedã compacto está perto de ganhar ruas e estradas daquele país.

A VW e os governos brasileiro e iraquiano estão negociando a entrada do Voyage no mercado local. A tarefa não é fácil devido a entraves burocráticos e corrupção. O Brasil até mudou para a Jordânia sua Embaixada Oficial no Iraque devido às tensões no país.

No entanto, a Volkswagen está confiante de que poderá emplacar 50.000 unidades do Voyage em dois anos. O modelo foi testado nos desertos do Iraque por seis meses e está pronto para atender as necessidades locais.

Uma vez no Iraque, seu preço deverá ficar em torno de US$13.000 ou pouco menos de R$21.000. Aqui, o Voyage mais barato custa R$30.000. A montadora espera que o governo iraquiano ofereça subsídio para taxistas no país, barateando a aquisição do “brazíli”.

– Até Espionagem Industrial no Imbróglio da Fusão dos Mercados?

 

Já falamos várias vezes sobre a fusão do Carrefour e Pão de Açúcar. Mas algo novo: Wall Mart alega que quase comprou o Carrefour Brasil em 2009, e que a ação de Abílio Diniz foi fruto de espionagem industrial!

 

Uau. A história promete. O sócio do Pão de Açúcar, o Casino, se manifestará?

– Barbie será Produzida no Brasil?

 

Depois da FoxConn anunciar que produzirá os tablets da Apple no Brasil, agora é a Mattel quem procura terreno e incentivos fiscais para produzir a boneca Barbie no Brasil, e daqui para o resto do mundo!

 

Curiosidade: você sabia que a única Barbie com menção ao Brasil, a Barbie “índia da Amazônia”, é fabricada no México?

 

Extraído da Revista Isto É Dinheiro, Ed 29/06/2011, por Tatiana Bauter, pg 60-61.

 

UMA BARBIE BEM BRASILEIRA

 

A fabricante americana de brinquedos Mattel negocia a produção da famosa boneca loira e dos carrinhos Hot Wheels no Brasil

 

Há pouco mais de dois anos, a fabricante de brinquedos americana Mattel lançou a “Barbie Amazônia”, caracterizada como uma índia, de cabelos negros compridos e até um cocar. Mas a Barbie só era brasileira no modelo: sua produção ocorria em fábricas no México ou no Sudeste asiático. Pois, agora,  a mais famosa boneca do mundo deverá ter o Brasil em seu DNA. A Mattel analisa a fabricação de brinquedos no País nos próximos meses. A ideia é produzir internamente a Barbie, as bonecas Little Mommy, os carrinhos Hot Wheels e jogos de tabuleiro. A companhia, que fatura US$ 6 bilhões por ano, mantém sete fábricas próprias no México e na China,  e mais de 60 parceiros no mundo, responsáveis por 50% do total vendido. Esse é o modelo que está sendo avaliado no Brasil. “Já chegamos a uma lista de quatro fornecedores”,  diz Ricardo Roschel, diretor de operações da Mattel no Brasil.

 

Hoje os únicos produtos das linhas principais da Mattel, feitos no Brasil, são os jogos Uno, fabricados pela Copag, na Zona Franca de Manaus. A produção local já existe em acessórios e produtos licenciados (confira o quadro). A intenção de fabricar os brinquedos no Brasil foi comunicada por Roschel ao Ministro da Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, numa reunião em Brasília. Uma das razões para o início da produção local seria o aumento da alíquota do imposto de importação de brinquedos de 20% para 35%,  no final do ano passado. Outro, e talvez o principal fator, é o entusiasmo com o mercado brasileiro, onde as vendas da Mattel cresceram 22% nos últimos quatro anos.  

O Brasil é o terceiro maior mercado internacional para a Mattel, atrás apenas do México e Reino Unido.  O diretor mundial de operações da Mattel, Bryan Stockton, acredita que o sucesso brasileiro está longe de se esgotar. “Dizemos aqui que o próximo Brasil é o Brasil”, afirmou ele, em entrevista exclusiva à DINHEIRO. O executivo comemora a decisão de ter continuado a investir no mercado brasileiro mesmo durante a crise pré-eleitoral de 2001/2002. Mas prefere não dar mais detalhes sobre a negociação do início da produção dos brinquedos no País.  Além de avaliar a produção local, a Mattel procura replicar em outros países algumas de suas experiências brasileiras com o varejo.

 

Na rede C&A, por exemplo, é possível encontrar as bonecas Barbie junto com alguns produtos licenciados, como mochilas, patins e roupas. Supermercados e lojas de departamentos americanos mantêm separados os brinquedos e itens licenciados.  O Brasil tem também uma posição privilegiada dentro da Mattel se comparado a outros mercados emergentes. Ao contrário de empresas  que apostam todas as fichas no crescimento da China e da Índia, a fabricante de brinquedos ainda vê na América Latina um mercado muito mais desenvolvido em relação ao de países asiáticos. “Muita gente me pergunta sobre os BRICs, mas China e Índia ainda estão num estágio de desenvolvimento do mercado de brinquedos muito anterior ao brasileiro”, afirma Stockton.

O investimento fora dos Estados Unidos faz parte de um esforço da Mattel para se reinventar em meio ao novo mundo cheio de brinquedos digitais para as crianças e da crise nos países desenvolvidos. A participação dos Estados Unidos no total da receita da companhia caiu de 64% para pouco mais de 50%,  nos últimos dez anos. No primeiro trimestre deste ano, as vendas no mercado americano cresceram 7%.

Na América Latina, aumentaram 28,5%. Stockton diz que as vendas de brinquedos tradicionais, como a Barbie, que tem mais de 50 anos, vão continuar a crescer, apesar das novas opções disponíveis para crianças, como videogames. “A solução é integrar componentes digitais aos brinquedos tradicionais.” O executivo cita como exemplo uma Barbie que vem com uma câmera acoplada no pingente de seu colar. A menina pode fazer o download do vídeo ou acompanhar a gravação da brincadeira sob o ponto de vista da boneca, num pequeno painel nas costas da Barbie. Os carrinhos Hot Wheels também já têm câmeras embutidas para gravar as corridas disputadas pelos meninos.

– Brasil é o 2º na Produção de Etanol

 

Enquanto o etanol (álcool combustível) ameaça novos aumentos na bomba, devido ao consumo interno e às exportações que aumentam significativamente, duas curiosidades:

 

Governo estuda diminuir o percentual de álcool anidro na gasolina (hoje de 25%) para 20%, a fim de aumentar a oferta no mercado.

 

– O Brasil se mantém como segundo maior produtor de etanol. Junto com os EUA, responde a quase 1/3 da produção mundial.

 

De acordo com a consultoria americana F.O.Licht’s, as americanas ADM, Poet, Valero e Green Plain são os 1º, 2º, 6º e 7º produtores, respectivamente. As brasileiras Copersucar, Cosan e LDC-SEV os 3º, 5º e 9º produtores.

 

E o que isso quer dizer?

 

Que a cada aumento de produção, aumenta-se a exportação. E o mercado interno, que em suma é o consumidor brasileiro, paga o preço que não deveria…

– O Pizza Hut mais Rentável é Brasileiro. Pizzas que Não Acabam Mais…

 

Dias atrás fui ao Aeroporto de Cumbica e minha filha viu a logo do Pizza Hut lá dentro. Já se interessou…

 

Na sequência, os vidros que permitiam ver pela janela os aviões na pista… Mais um apelo.

 

Mas o que interessa mesmo é que tudo isso faz parte do sucesso do restaurante Pizza Hut daquele aeroporto, o mais rentável e de maior faturamento do mundo! São 35 mil pizzas por mês, número imbatível mesmo nas lojas americanas de grande vendagem.

Parabéns.

– Novamente Carrefour + Pão de Açúcar. O Sobe-e-desce das Bolsas

 

De novo surgem notícias de que o Carrefour pode ser absorvido pelo Grupo Pão de Açúcar. Dias atrás, quando dos primeiros boatos, as ações do Pão de Açúcar caíram mais de 10%. O Casino, sócio francês do grupo e principal concorrente do Carrefour na França houvera chiado; daí o motivo da queda.

 

Hoje, com a eminente possibilidade de acerto, as ações subiram mais de 10%! O motivo seria o próprio Casino, comprando ações do Pão-de-Açúcar freneticamente, tentando ter o maior poder de decisão e, consequentemente, evitando o acordo com o Carrefour. Especialistas dizem que quase 1/3 dos negócios da Bolsa de Valores hoje se deu por estas ações (um recorde!)

 

Juntos, Carrefour e Pão de Açúcar faturariam 65 bilhões de reais, contra 22 bi do concorrente mais próximo, o WalMart.

 

E você, quer dizer alguma coisa sobre o acordo que pode formar um gigante varejista? Deixe seu comentário:

– Características da Geração Y

 

A geração Y está cada vez mais presente no mundo da Administração de Empresas. É a turma entre os “20 e poucos” até os “30 e tantos” anos que quer mudar o mundo dos negócios. Isso é bom, claro.

 

Aqui mesmo no blog já escrevi algumas matérias sobre essa geração, mas agora gostaria de compartilhar um texto da Revista América Economia, Ed Janeiro /2011, por Ainá Vietro, onde há um belo resumo das características dessa turma:

 

ENTENDA A GERAÇÃO Y

 

A pedido de AmericaEconomia, Daniella Correa, consultora de RH da Catho Online, traçou um perfil dessa nova geração:

 

– Além de forte ligação com a tecnologia desde a infância, são criativos, curiosos e imediatistas.

 

– São pessoas multitarefas, ativas, mas que sabem gerir seu tempo.

 

– Priorizam os próprios interesses e têm necessidade constante de feedback – uma conversa rápida é suficiente para uma injeção de ânimo.

 

– Querem trabalhar para viver, mas não vivem para trabalhar.

 

– Aceitam a diversidade, mas têm dificuldade de se relacionar com figuras de autoridade. Esperam ser tratados como colegas, e não como subordinados.

 

– Reivindicam seus direitos.

 

– Admiram a competência real e o comportamento ético mais do que o nível hierárquico.

 

– Desejam contribuir com inovações, receber recompensas e reconhecimento explícito pelo bom desempenho.

 

– Gostam de trocar conhecimentos em um clima de colaboração e priorizam o trabalho em equipe.

– Google lança seu Notebook. Ou melhor: “Nothing Book”?

 

O Google lança seu notebook popular, que promete revolucionar o mercado. Detalhe: se fosse um carro, diríamos que ele é “peladão”.

 

Abaixo, extraído de Época Negócios, Ed Junho /2011, pg 36.

 

(Veja que diferente: você pode alugar um Chromebook (como é chamado) por US$ 20.00, caso não queria comprá-lo.)

 

O NOTHINK BOOK

 

Por Gilherme Felitti

 

O notebook do Google não tem sistema operacional nem gerenciador de arquivos. Mas funciona… desde que você tenha uma boa conexão com a internet

Depois de transformar a busca, os mapas e o e-mail, o Google tenta mudar a maneira como usamos os notebooks. A partir de 15 de junho, a empresa testará um novo conceito: o Chromebook. O laptop, que estreia com modelos da Samsung e da Acer, será útil apenas para quem está permanentemente conectado à internet por Wi-Fi ou 3G. E-mails, textos, mensagens, músicas e vídeos podem ser acessados só pela web, na nuvem de informações. É impossível instalar programas (fora as extensões para browser) ou guardar arquivos grandes. Absolutamente tudo é feito dentro do navegador Chrome – a ponto de a interface básica do laptop ser um browser sempre aberto (o Chrome OS, sistema que equipa o aparelho). Não há nada que lembre o Windows ou qualquer outro sistema operacional. Gerenciador de arquivos? Também não.

Nos testes feitos por Época NEGÓCIOS com um protótipo do Chromebook, o laptop foi rápido para ligar (em média, 8 segundos), mas se tornou lento quando várias abas foram abertas. O teclado é amplo, e a tecla Caps Lock foi abolida. No lugar, o botão leva o usuário à barra de busca. Visualmente, o protótipo lembra os laptops da Apple, do design aos botões acima do teclado que controlam o volume e a luminosidade da tela. A bateria teve ótima autonomia: foram mais de 8 horas longe das tomadas.

É possível comprar um Chromebook nos Estados Unidos (no Brasil, a estreia ainda não foi definida) por preços que começam em US$ 349. Além da experiência, o Google quer inovar na forma como o laptop chega às mãos do consumidor. Escolas e empresas podem alugá-lo por mensalidades a partir de US$ 20. Nesse modelo, o Chromebook compra briga não só com a Microsoft, mas também com a IBM. Não é pouco nem para um gigante como o Google.

– O Fim da Internet Livre?

 

Leio que a ESPN, emissora esportiva, lançará um serviço exclusivo aos assinantes da Telefônica. Quem tem acesso à Internet pelo Speedy da Telefônica, por exemplo, conseguirá acessar o site. Se o seu provedor for outro, não.

 

Será o fim da Internet Livre? Estaremos entrando numa nova fase competitiva da Internet, onde conteúdos exclusivos estarão agregados aos provedores?

 

Não gosto muito da idéia…

– Venda Casada de Educação e Livros?

 

No mundo educacional, os negócios entre escolas e livrarias são cada vez mais constantes. Mas o que chama a atenção é o número mais freqüente de parcerias que “quase promovem a venda casada” entre serviços de ensino e compra de livros.

 

Ilegal não é; mas, enfim, é curioso. Seria antiético? Talvez não…

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

 

Abaixo, a matéria extraída da Folha de São Paulo.

 

LIVRARIAS DÃO DINHEIRO A COLÉGIO POR INDICAÇÃO

 

Por Talita Bedinelli, (FSP, 22/01/2011, pg C1)

 

De olho nas altas quantias gastas pelos pais em materiais, livrariam oferecem benefícios, até em dinheiro, para as escolas em troca da indicação do estabelecimento como local de compras.

(…) A cada compra, uma parcela (5 ou 10%) é dada para a instituição de ensino.

A Saraiva, que tem parceria com 400 escolas, confirma a prática, que não é considerada ilegal por entidades pró-consumidor. Mas diz que a “minoria” dos colégios pede esse bônus em dinheiro. A maioria, segundo a livraria, recebe a porcentagem, por exemplo, em cartão presente, que pode ser usado na compra de produtos.

– A Falta de Profissionais Emperra a FoxConn em Jundiaí

 

Nesta semana, uma leve troca de farpas entre PT e PSDB no caso “Apple em Jundiaí”.

 

A taiwanesa FoxConn, montadora dos Iphones e Ipads da americana Apple, está instalando uma nova unidade em Jundiaí para a produção desses equipamentos (a empresa já tem uma unidade fabril na cidade). Na nova instalação, localizada no Km 66 da Rodovia Anhanguera, as obras estão a todo vapor. Em um mês já se tem uma fábrica. Incrível (e os estádios da Copa que demoram tanto… não poderia de deixar de perder esse gancho)! O Ministro Aloísio Mercadante disse que os primeiros Ipads poderiam ser fabricados em Agosto, mas por culpa do prefeito tucano Miguel Haddad, que não cuidaria da infraestrutura, só poderá ser possível em Setembro.

 

Vaidade. Discussão política demagógica.

 

A verdade é que 400 engenheiros específicos que são necessários para a empresa não são encontrados no mercado de trabalho! Apenas 175 foram contratados. Falta mão-de-obra especializadíssima.

 

Uma pena. E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Grindr e a Aposta Certeira no Nicho de Mercado Gay

 

Daqui há alguns dias (semana que vem) acontecerá a Parada Gay, e desde já as empresas querem lucrar com o evento.

 

Entretanto, no mundo dos negócios o público gay é altamente valorizado, principalmente pelo aceite em gastar quantias significativas pela tranqüilidade de seus costumes.

 

Compartilho matéria da Época Negócios, a respeito do GRINDR, aplicativo de smartphone aos homossexuais e que virou uma febre entre eles e elas, além de enorme rentabilidade para seu criador:

 

Extraído de: http://is.gd/9ZBFpp

 

ENCONTRO MARCADO E POR IPHONE

 

por Pedro Caiado

 

Com 1,7 milhão de usuários em 190 países, o aplicativo Grindr virou uma febre entre o público gay masculino. Tudo começou com apenas US$ 5 mil e uma ideia

 

O que você faz com o GPS do seu smartphone? Joel Simkhai, um americano de 33 anos, decidiu criar um aplicativo, o Grindr. Com um investimento de US$ 5 mil, a ideia era preencher uma lacuna que ele encontrava nos sites de namoro. “Em chats, não há ênfase nas pessoas ao meu redor. Agora posso saber quem é gay e está sentado perto de mim”, afirma. Dois anos depois de criado, o aplicativo virou uma febre entre o público gay masculino, com uma base de mais de 1,7 milhão de usuários em 190 países. Duzentos e oitenta mil deles têm um uso intensivo, conectando-se, em média, oito vezes por dia. Londres tem o maior público do Grindr, à frente de Nova York e Los Angeles. No Brasil, são 14 mil usuários – a cidade com mais cadastrados é o Rio de Janeiro, com 2,1 mil.

O modelo de negócios é misto. Há versão gratuita, com propaganda, e uma paga, com assinatura de US$ 2,99 por mês e recursos adicionais. “Não gastamos nada em publicidade. Novos adeptos conhecem o Grindr pelo boca a boca”, diz. Recentemente, o programa foi lançado para os sistemas Android e BlackBerry e, desde então, 8 mil novos usuários têm se cadastrado por dia. Simkhai diz que recebe muitos pedidos para criar um aplicativo para o público hétero, algo que já está nos planos. “Por que não encontrar pessoas próximas em vez de gastar horas online buscando alguém e descobrir que não há química?”

– Enquanto o Etanol dispara, Dilma comemora!

 

Nesta semana, o etanol subiu incríveis R$ 0,18 ao consumidor brasileiro. Motivos: a produção não é suficiente para a demanda e, é claro, as exportações aos EUA.

 

Porém, hoje, os americanos aprovaram uma lei que diminui os subsídios por lá. Ou seja, eles pagarão menos impostos e comprarão mais álcool (etanol) brasileiro.

 

Assim, se já falta álcool para o mercado interno, faltará ainda mais em breve. E os preços…

 

Pior: Dilma Roussef, a presidente, talvez desinformada das conseqüências, comemorou o fato com os usineiros de Ribeirão Preto hoje. Os usineiros comemoram, claro, pois terão mais lucro. Mas a presidente não deveria se preocupar com o povo brasileiro que a elegeu? Afinal, nós, consumidores, pagaremos a conta.

 

Extraído de: http://is.gd/cmcr68

 

FIM DO SUBSÍDIO AO ETANOL NOS EUA É VITÓRIA, DIZ DILMA

 

A presidente Dilma Rousseff disse hoje, em entrevista coletiva, em Ribeirão Preto (SP), que o fim das barreiras contra o etanol brasileiro nos Estados Unidos representa uma vitória para o País. Embora admita que, em termos práticos, a medida aprovada ontem no Senado norte-americano ainda dependa da sanção do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, Dilma disse que a decisão representa um reconhecimento de que o etanol brasileiro não competia em condições de igualdade nos EUA.

“Mesmo não sendo imediatamente aplicável, dependendo eu não sei do que direito, eu quero dizer que é um avanço, porque pela primeira vez aparece claramente uma posição que reconhece que tem incentivos, subsídios e protecionismo excessivo”, afirmou. “Então eu não sei como vai ser e a eficácia disso, mas aconteça o que acontecer, tem um fator simbólico muito importante para nós, que é o reconhecimento de que não é um mercado perfeito aquele do etanol brasileiro nos Estados Unidos. Então, para nós, acho que para todos os brasileiros interessados no assunto, se constitui numa vitória, mesmo que o resultado prático não seja imediato.”

Dilma disse, ainda, esperar que os produtores brasileiros tenham capacidade para abastecer o mercado externo, depois da crise nos últimos meses com a falta de álcool no mercado interno. “Eu acredito, e o governo vai fazer isso, eu acredito tanto na consciência dos produtores de etanol quanto na eficácia das políticas do governo. Nós estamos fazendo um esforço enorme no sentido de garantir um aumento da produção de etanol.”

– O Golaço de uma Marca

Amigos, quem teve o prazer de ler uma belíssima matéria do competente jornalista Fernando Valeika de Barros, na Revista Época Negócios (Maio/2010), pode comprovar a potência que o clube espanhol Real Madrid é algo totalmente diferente dos demais (falando administrativamente): A receita do time é “gastar para lucrar”, 40 pessoas trabalham no departamento de Marketing do time, o estádio tem 700 mil visitantes anuais em dias que não jogos e arrecada (sem jogos) US$ 10,7 milhões pela visitação.

 

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI137045-16642,00-O+GOLACO+DE+UMA+MARCA.html

 

O GOLAÇO DE UMA MARCA

 

Clube de futebol mais popular da Espanha, o Real Madrid não foi bem nesta temporada. Deu vexame na edição 2010 da Copa do Rei, ao ser eliminado pelo Alcorcón, um modesto time da Terceira Divisão. Atuando em casa, também caiu fora da Liga dos Campeões da Europa logo nas oitavas de final, pela sexta vez consecutiva (este ano, diante dos franceses do Lyon, considerados azarões). E, como se isso fosse pouco, cambaleou no campeonato espanhol. Mas quando o assunto é faturar, não tem para o Barcelona, nem para o inglês Manchester United, nem para o Milan ou para a Juventus, da Itália. O Real Madrid é o campeão absoluto entre os times milionários. Segundo um levantamento da consultoria inglesa Deloitte, sua receita anual é de US$ 563 milhões, uma marca que apenas 330 empresas conseguem no Brasil. O total é ainda cinco vezes e meia maior do que a receita do São Paulo, o mais rico clube do Brasil.

O mais incrível é o modo como os madridistas chegaram lá: gastando dinheiro aos tubos. Para bancar suas extravagâncias, eles não têm um mecenas árabe, como o xeique Mansour Al Nahyan, dono do Manchester City, ou um bilionário da ex-União Soviética como Rinat Akhmetov, o ricaço ucraniano que colocou o Shakhtar Donetsk no mundo do futebol. O Real Madrid não economiza nas contratações. Segundo cálculos do economista espanhol José Maria Gay, desde 2003, o time investiu impressionantes US$ 998 milhões na compra de jogadores. Alguns deles são superestrelas. No ano passado, para recrutar o português Cristiano Ronaldo (o melhor jogador do planeta em 2008) e o brasileiro Kaká (o melhor de 2007), o Real Madrid gastou US$ 216 milhões. Somados a estrelas emergentes, como o francês Benzema e os espanhóis Xabi Alonso, Albiol e Negredo, o clube desembolsou US$ 350 milhões. Isso fora os salários de US$ 36,6 milhões anuais apenas para os três não espanhóis do sexteto. Só Kaká ganha US$ 1,1 milhão mensais (11% a mais do que recebia no Milan). No total, a massa salarial do clube espanhol ultrapassará, neste ano, os US$ 258 milhões. A fábula paga nos contracheques galácticos representa quase o mesmo que o faturamento de um clube como o Lyon, o 13º mais endinheirado do planeta, segundo levantamento da consultoria Deloitte.

Essa opulência faz parte de uma filosofia de gestão que transformou o futebol em uma máquina milionária. Em vez de gasto, o Real Madrid considera a aquisição de supercraques como uma alavanca para arrebanhar mais recursos com direitos de transmissão, novos contratos de publicidade, merchandising e licenciamento de produtos. “Com a renegociação de alguns de nossos contratos com patrocinadores, a previsão para o ano que vem é alcançarmos um faturamento de US$ 590 milhões”, diz Eduardo Fernandez de Blas, vice-presidente do Real Madrid. É muito? Pois em 2011 Blas estima que o clube ultrapasse os US$ 700 milhões em receitas.

Atingir essa meta será mesmo necessário para não causar um rombo na contabilidade. Para bancar Cristiano Ronaldo, Kaká e Benzema, o clube teve de recorrer a empréstimos bancários de US$ 207 milhões, que vencem em junho de 2015. Com eles, sua dívida subiu para US$ 440 milhões, mas os espanhóis não parecem preocupados. “Um clube de futebol de ponta deve ser gerenciado tal como uma grande companhia, em que o investimento em equipamentos de última geração faz parte do negócio”, afirma o presidente, Florentino Perez, reeleito em 2009 pelos 93.587 sócios do clube. A filosofia de Perez é simples: só com grandes jogadores dá para aumentar as receitas. Em se tratando de Real Madrid, a mágica vai dando certo, com um ritmo de faturamento que cresceu 26% nos últimos dez anos. “Cada um desses jogadores famosos ajudou o Real a solidificar sua imagem em um mercado diferente”, diz José Luis Nueno, professor da escola de negócios Iese, em Madri.

Para ter o privilégio de exibir os jogos das estrelas do Real Madrid, o grupo catalão Mediapro desembolsa US$ 225 milhões, o maior contrato do gênero no mundo. O inglês Manchester United ganha quase um terço a menos pela transmissão de suas partidas.

Florentino Perez, o rei Midas por trás do Real Madrid, é uma raposa na arte de fazer negócios. Aos 63 anos, casado, três filhos, com o rosto sempre adornado por óculos metálicos grandes e vestido com ternos de corte impecável, Perez é dono da maior construtora espanhola, a Actividades de Construcción y Servicios (ACS), que faturou US$ 21 bilhões em 2009 e tem 107 mil funcionários. Há uma década, Perez assumiu a presidência do clube e, pela primeira vez, colocou seu sistema de gestão para andar. Rico (sua fortuna pessoal é estimada em US$ 2,2 bilhões) e fanático pelo Real Madrid (assistiu pela primeira vez a um jogo em 1951, aos 4 anos, acompanhado do pai, então influente no clube), Perez acredita que um grande clube de futebol deve ser tratado como uma empresa de entretenimento com projeção global. Do mesmo jeito que um grande estúdio de Hollywood paga caro para ter estrelas como Sandra Bullock ou Tom Hanks, ele não regateia para atrair famosos do mundo da bola.

Mal sentou-se pela primeira vez na cadeira de presidente, em 1999, Perez foi logo fazendo barulho. Por US$ 105 milhões, em dinheiro de hoje, arrancou o português Luís Figo do arquirrival Barcelona. Foi a primeira contratação de uma série que transformou o Real Madrid numa versão real de time digno de esquadrão de videogame. Na sequência vieram o francês Zinedine Zidane, os brasileiros Ronaldo e Roberto Carlos e o inglês David Beckham. Apelidados de Galácticos, os craques de Perez demoraram a engrenar, mas deram retorno. Ganharam títulos importantes, como a Liga dos Campeões, em 2002, e, principalmente, iniciaram a impressionante e milionária disparada no faturamento do clube. “Não criei nada novo. Foi investindo nos maiores craques do planeta que Santiago Bernabéu transformou o Real Madrid na maior equipe de todos os tempos”, disse Perez em seu discurso de posse. Presidente do clube entre 1943 e 1978, Bernabéu comprou alguns dos melhores jogadores do mundo, como o argentino naturalizado espanhol Di Stéfano, o húngaro Puskás, o espanhol Gento, o francês Kopa e os brasileiros Didi e Canário. Montou um esquadrão imbatível, que se tornou o melhor time da Europa por cinco vezes seguidas, entre 1956 e 1960. “Em uma Espanha onde não havia cimento, Bernabéu ergueu um estádio para 120 mil espectadores que vivia cheio”, afirma o argentino Jorge Valdano, hoje dirigente do Real Madrid. Segundo ele, a sacada de Perez foi transformar o clube em marca global. Limitado a 13,2 milhões de torcedores na Espanha, sua estratégia foi buscar fãs nos quatro cantos do planeta. “Perez percebeu que o futebol atual precisava de uma visão ampla, em que o estádio é virtual e tem o tamanho do mundo inteiro”, diz Valdano.

Um exemplo do estilo Florentino Perez foi a contratação de David Beckham, em 2003, por US$ 61,4 milhões, em dinheiro de hoje. Do ponto de vista racional, dentro de campo, o inglês seria apenas mais uma estrela. Só que fora da cancha deu uma tremenda visibilidade ao clube em mercados onde mal tinha torcedores, como no Extremo Oriente, e catapultou a marca Real Madrid a limites interplanetários. Só nos primeiros seis meses de Beckham, foram vendidas 1 milhão de camisetas (US$ 93,7 milhões). No mundo inteiro, a procura de produtos com o emblema do clube cresceu 137% em semanas. Graças aos tempos de Beckham, Ronaldo, Zidane, Roberto Carlos e companhia, ainda hoje o Real Madrid mantém parcerias com empresas como a Saudi Telecom, operadora saudita de telefonia.

Como parte do modelo de negócio, um pedaço de tudo o que se arrecada fica com o Real Madrid. Assim que chegam ao clube, os jogadores assinam um contrato em que topam rachar seus direitos de imagem, em um sistema de cogestão. “Todos no elenco são nossos parceiros na gestão de negócios que geram mais recursos para todos”, diz Begoña Orea, vice-diretora comercial do Real Madrid. Um exemplo de como as coisas funcionam foi o contrato que uniu a imagem do goleiro do time (e da seleção espanhola), Iker Casillas, com a cervejaria Mahou, que patrocina o clube. Com a intermediação da equipe da qual Begoña faz parte, Casillas foi contratado para ser embaixador da marca. O lucro é repartido em partes iguais entre ele e o Real Madrid. Mais: para associar sua marca ao clube, a Audi cede 60 de seus carros e mais uma bolada milionária. Em troca, tem modelos dirigidos pelos craques. Kaká anda com uma perua R6, com motor V10. Cristiano Ronaldo, com um esportivo R8 com 525 cavalos. O zagueiro Pepe, brasileiro naturalizado português, roda com um utilitário esportivo Q7. “Vestir esta camisa é a certeza de estar no melhor time do mundo e ganhar um bom dinheiro”, diz Pepe. Idem para a Hugo Boss, que veste Pepe e seus companheiros.

 

ESTÁDIO-MODELO

 

Ter jogadores desejados também proporcionou ao clube um belo contrato com sua fornecedora de material esportivo, a alemã Adidas. A cada ano, a marca desembolsa cerca de US$ 63 milhões para fornecer uniformes ao clube. Sem contar a receita de cada camiseta vendida. Se for adquirida na loja do Santiago Bernabéu, US$ 39 de cada peça vão para o Real Madrid. As camisetas compradas em pontos de venda em Madri geram US$ 20 para o clube. Em outras partes da Espanha e do mundo, ele embolsa 10% do valor unitário, o equivalente a US$ 7. Para qualquer time é um ótimo acordo. Mas Florentino Perez quer mais. Já fez saber ao presidente da Adidas que uma renegociação seria bem-vinda. O que quer? Quase o dobro do que ganha atualmente: US$ 70 milhões por ano. Considerando que o contrato com os alemães vence daqui a dois anos e que hoje Cristiano Ronaldo é um dos maiores garotos-propaganda da Nike, já dá para perceber qual será a próxima jogada do cartola.

Ao menos no volume de negócios, a matemática prova que Perez está certo ao investir em aquisições. Há 11 anos, metade dos recursos do clube madrilenho vinha da bilheteria, que gerava US$ 2,1 milhões por jogo. Hoje, cada partida no Bernabéu movimenta quase três vezes mais, entre entradas e mercadorias que os fãs adquirem na loja. O estádio é um modelo. Tudo começa com uma localização fabulosa, com as entradas a poucos passos de uma estação de metrô. Continua com os telões gigantes que, durante os intervalos, passam comerciais dos patrocinadores. Há calefação, dois restaurantes e bares, locais para convenções e oito elevadores panorâmicos. Quando o clube joga uma partida importante fora, os jogos são transmitidos em tempo real em telas de cinema, com o pagamento de ingresso (e, claro, com comerciais nos intervalos).

O milagre da multiplicação também aconteceu com outras receitas. No ano 2000, para transmitir os jogos do Real Madrid, a TV desembolsava pouco mais de US$ 43 milhões, quatro vezes menos que atualmente. Hoje, o clube recebe US$ 1,5 bilhão por sete temporadas com o grupo catalão Mediapro. À frente de um time com mais craques, os cartolas do clube puderam aumentar em 15% o valor que cobram pelo patrocínio da camisa com a austríaca Bwin, líder no segmento de apostas pela internet (agora em US$ 29,1 milhões por ano). No Brasil, o Corinthians, dono do maior patrocínio na camisa, recebe a metade disso para ostentar os logotipos de empresas do grupo Hypermarcas. “Graças à renegociação de contratos de forma mais vantajosa, só com TV e marketing a nossa arrecadação cresceu para US$ 353,5 milhões”, diz Begoña.

Claro que tudo ficaria ainda melhor se dentro de campo o time jogasse tanto quanto joga nas planilhas. Pela eliminação precoce na Liga dos Campeões, em março, o Real Madrid desperdiçou US$ 30 milhões. Com a derrota para o Barcelona do argentino Messi, a esperança de ganhar o campeonato espanhol deste ano transformou-se num sonho quase impossível. E neste caso, como na maioria dos times de futebol de massa, deve sobrar para o técnico, o chileno Manuel Pellegrini. Engenheiro civil de formação e bem-educado, Pellegrini parece ter os dias contados, como em qualquer grande empresa em que o resultado é o que conta. Perez está de olho em um técnico galáctico, e os candidatos são o português José Mourinho (na Inter de Milão) e o francês Arsène Wenger (à frente do Arsenal).

Quando, há 11 anos, precisou levantar recursos para comprar seus craques, Perez começou fazendo o que mais entende: negócios. Em troca de US$ 670 milhões, tomou uma decisão que causou polêmica entre os associados. Decidiu vender a Cidade Esportiva, o antigo centro de treinamento do clube. Fundado em 1963 por Bernabéu, tinha 11 hectares em Chamartín, uma das mais valorizadas regiões de Madri. O negócio ficou ainda melhor depois que Florentino Perez conseguiu uma mudança de zoneamento junto à prefeitura. No seu lugar foram erguidos, pela ACS, quatro prédios residenciais. Com parte do dinheiro, Perez pagou dívidas de curto prazo, saiu contratando e construiu um moderno centro em Valdebebas, na Zona Norte da cidade, com uma dezena de campos de treinamento. Há também um estádio para 6 mil pessoas. Tudo custou US$ 154 milhões. Já o estádio Santiago Bernabéu transformou-se em atração turística da capital espanhola. Recebe 700 mil visitantes por ano e gera, só em ingressos, US$ 10,7 milhões anuais. Não estão nessa conta o dinheiro que vem das fotografias que colocam os fãs em um cenário virtual ao lado de ídolos como Kaká nem as dezenas de artigos ofertados na loja do clube, um paraíso para o consumo.

 

COMPRAS

 

Sob a batuta de Begoña Orea trabalham 40 profissionais do marketing. O que eles fazem? Prospectam oportunidades para ganhar dinheiro com o nome e a marca do Real Madrid e seus astros. É uma teia complexa que começa com o licencimento de produtos (cerca de 800 diferentes, de ursinhos de pelúcia a móveis) e termina com conteúdo gerado para computador e celular. Um desses aplicativos, o My Madrid, foi lançado em agosto do ano passado e já gerou 130 mil usuários, que pagam US$ 5,6 para baixar fotos, partidas comentadas e resumos (leia-se US$ 2,6 milhões em 12 meses). “É uma maneira de criar e fidelizar uma comunidade que mais tarde consumirá produtos do clube”, diz Begoña.

São milhares de torcedores que colecionam esses artigos: camisetas, aparelhos de MP3, computador, mascotes, um cartão que dá desconto na compra de ingressos. Para fidelizar mais fãs, o clube tem não apenas uma, mas cinco revistas, um canal de TV que gera seus próprios programas (foram 2,5 mil entrevistas em 2009) e um portal na internet com notícias até em mandarim. A programação da TV, com conteúdo em espanhol e inglês, é vista em 20 milhões de casas nos Estados Unidos, Europa, Extremo Oriente e Oriente Médio. Aproveitando cada oportunidade, apenas as receitas do clube com atividades comerciais geraram um total de US$ 186 milhões em 2009. No Brasil, são minguadíssimas as ações desse tipo. O Corinthians, com a contratação de Ronaldo, surge como uma incipiente exceção. O time paulista fez uma grande jogada, sem sequer ter recursos. “Não podíamos pagar o que um clube árabe ofereceria, e a solução foi transformá-lo em parceiro”, diz Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing.

Mas nada se compara à sede de Florentino Perez por novos craques. E os resultados decepcionantes com a bola indicam que ele vai às compras novamente. Os nomes do atacante inglês Rooney e de Neymar, o prodígio do Santos, já circulam entre os espanhóis. E a Copa do Mundo de 2010 está aí, para revelar novas estrelas que poderão gerar mais dinheiro ao clube mais rico do mundo.

– Magazine Luiza Arremata o Baú do SS e se torna o “Vice-Forte”

 

Sílvio Santos vendeu a cadeia de lojas “Baú” – originada do “Baú da Felicidade” ao Magazine Luiza.

 

O varejista do interior paulista cresce mais ainda com tal aquisição. E, SS, o homem do Baú, deve estar sentindo muito…

 

É o custo da reestruturação.

 

Extraído da Reuters: http://is.gd/fm8zXk

 

MAGAZINE LUIZA COMPRA BAÚ E CONSOLIDA VICE-LIDERANÇA

 

Por Vivian Pereira

O Magazine Luiza acertou a compra das lojas do Baú da Felicidade, do Grupo Sílvio Santos, consolidando a posição de segundo maior grupo varejista de eletrônicos e eletrodomésticos do país.

A rede comandada por Luiza Helena Trajano desembolsará 83 milhões de reais pelo Baú, em uma operação envolvendo 121 lojas em São Paulo, Minas Gerais e Paraná, segundo fato relevante ao mercado nesta segunda-feira. Além disso, o Magazine Luiza adiciona 3 milhões de clientes à sua base de cartões.

A aquisição marca o primeiro movimento da varejista após ter reforçado o caixa em abril com mais de 600 milhões de reais com sua Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês).

“As lojas do Baú estão localizadas em pontos comerciais estratégicos, com foco na classe C, mesmo público-alvo das lojas do Magazine Luiza”, afirmou a varejista.

O movimento de consolidação entre redes varejistas no Brasil ganhou força após o Grupo Pão de Açúcar, alcançar a liderança absoluta do setor com as compras de Ponto Frio e Casas Bahia, anunciadas em 2009.

As ações do Magazine Luiza chegaram a avançar 3,6 por cento nesta segunda-feira, após o anúncio do acordo. Às 12h21, os papéis tinham valorização de 1,92 por cento, a 17,48 reais.

Depois de perder a disputa de Ponto Frio e Insinuante para Pão de Açúcar e Ricardo Eletro, respectivamente, o Magazine Luiza desembarcou no Nordeste, onde ainda não tinha operações, ao adquirir a Lojas Maia em julho do ano passado.

– O que você faria se tivesse ações da Brazil Foods?

 

A Brazil Foods, empresa originada da fusão entre Perdigão e Sadia, uma gigante mundial formada na área de alimentação, viu suas ações despencarem nos últimos dias, após o Cade (Conselho de Administração Econômica) sinalizar que não aprovará a união das empresas. Motivo: a participação de mercado seria muito grande, com as marcas Sadia, Perdigão, Batavo (as 3 mais importantes) além de outras 5 menores nas mãos de um grupo controlador.

 

Não parece o mesmo caso da Ambev, quando Brhama e Antártica tiveram que se desfazer da Bavária para permanecerem com a Skol?

 

Duvido que impeçam a continuidade da empresa. E digo mais: o momento é oportuníssimo para compra de ações da empresa, já que estão em baixa e, quando houver o veredito final (com a aprovação da fusão), elas dispararão de preço.

 

Aqui em Jundiaí, vemos o movimento enorme da Logística da empresa, sediada no Parque Industrial Fazgran. Se tivessem mais espaço, trabalhariam ainda mais! A empresa está em alta.

 

E você, o que sobre isso: vale a pena comprar ações da Brazil Foods hoje? Deixe seu comentário:

– Faltará Etanol em 2012, oficialmente

 

E o discurso do Ministro Edison Lobão? Disse que provavelmente faltará álcool combustível (etanol) em 2012, listou as dificuldades e fez suas considerações. Só faltou ser convincente sobre as medidas que o Governo adotará.

 

Se temos 1 ano para prevenção, por que não a fazermos já?

 

Extraído de: http://is.gd/3itD5r

 

MINISTRO LOBÃO PREVÊ FALTA DE ETANOL NA PRÓXIMA ENTRESSAFRA

 

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta segunda-feira que podem ocorrer novos problemas de abastecimento de etanol no País. Segundo ele, assim como ocorreu neste ano, pode haver falta do combustível em postos durante a próxima entressafra da cana-de-açúcar, que ocorre nos primeiros meses do ano. Esse problema poderia causar novamente uma alta no preço do produto.

“Este ano, tivemos algumas dificuldades e estamos prevendo para o próximo ano também algumas dificuldades”, afirmou Lobão, após participar da cerimônia de abertura de um congresso sobre etanol realizado em São Paulo. “Temos preocupação com a próxima safra”.

Lobão disse que, devido à possibilidade de escassez do etanol, o governo vem conversando constantemente com empresários do setor sucroalcooleiro para projetar o abastecimento de etanol para o ano que vem. Segundo ele, caso falte combustível, a mistura de etanol na gasolina pode ser reduzida para manter o preço do produto.

“Estamos conversando com os produtores para que tenhamos uma produção maior, evitando a elevação de preços”, disse ele. “Se isso não for possível, reduziremos aquilo que o governo não quer reduzir, que é mistura [de etanol na gasolina], de 25%, para 22%, para 20%”.

Em abril deste ano, durante a entressafra da cana, o governo alterou o percentual mínimo de álcool misturado à gasolina. A quantidade mínima obrigatória, que variava de 20% e 25%, passou a variar entre 18% e 25%.

O ministro também afirmou que o governo federal trabalha em um plano decenal para aumentar a produção de açúcar e álcool no País. O plano, segundo ele, está em fase final de preparação e deve ser anunciado em breve.

O ministro disse que o plano vai traçar metas para a produção do setor sucroalcooleiro para os próximos dez anos. Essas metas serão estabelecidas projetando a demanda nacional dos produtos derivados da cana-de-açúcar.

“O plano decenal é um planejamento de demanda, de produção e de financiamento para que se obtenha os resultados desejados”, explicou o ministro, após participar da abertura de um congresso sobre etanol, em São Paulo. “Ele [o plano] está sendo concluído e acredito que, dentro de muito pouco tempo, vamos lançá-lo.”

Lobão afirmou que a intenção do governo é aumentar as exportações de etanol com o planejamento da produção. Por isso, o plano decenal vai trazer metas para a venda do produto para o mercado internacional.

“O governo pretende exportar etanol mais do que já vem exportando”, disse ele. “Não conseguiremos fazer isso se não garantirmos uma produção, que desde logo, abasteça o mercado nacional. Então, precisamos de um ganho na produção para exportar”.

De acordo com o ministro, o plano decenal vai garantir que o Brasil cresça sem prejudicar a qualidade de sua matriz energética. Ele disse que a energia proveniente da cana-de-açúcar é “limpa” e terá todo apoio do governo. “O governo fará todos os esforços para manter o uso das matrizes de energia limpa”.

Para o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Jank, o anúncio do plano decenal é surpreendente e muito positivo. Jank disse que, com um planejamento de longo prazo, o setor sucroalcooleiro saberá qual será seu papel para os próximos anos. Assim, os empresários poderão fazer os investimentos necessários para atender às expectativas do governo referentes à produção.

Google versus China – uma briga interessante: Quebra de Senhas do Gmail?

 

Todo mundo paparica a China para fazer negócios e ganhar dinheiro. Mas o que podemos falar da nova briga entre chineses e capitalistas?

 

O Google e o Yahoo já tiveram que suprir expressões como “Democracia” e “Direitos Humanos” em seus buscadores para entrar lá. Agora, o Google diz que o Governo Chinês invade e lê emails do Gmail, através de utilização das senhas dos usuários obtidas ilegalmente.

 

Hum… essa história cheira mal. Os ditadores comunistas – não duvido – fariam isso mesmo?

– Raizen Resolve Divulgar sua Marca no Mercado

 

A Cosan, empresa brasileira e gigante mundial na produção do Álcool, no ano passado, assumiu a marca ESSO no Brasil. Recentemente, se associou a SHELL na distribuição de combustíveis, criando a RAIZEN.

 

Passado certo tempo, a nova empresa começou a divulgar sua marca e sua força. Em anúncio nos principais jornais e revistas do país, nesta sexta-feira, há a publicidade institucional: “nasce uma empresa de 40 mil funcionários e R$ 50 bilhões de reais”.

 

Uau! Muita força, não? Há duas formas de interpretar esse número:

 

1) terão condições de brigar mais intensamente com os concorrentes, beneficiando os consumidores; ou,

2) dominarão ainda mais o mercado regulando os estoques e prejudicando os consumidores.

 

Tudo dependerá da relação “Lucratividade & Ética”, não há dúvida.

 

E você, o que pensa sobre o assunto: a Raizen terá qual papel no bolso do consumidor? Deixe seu comentário:

– Rússia Veta Carne Suína Brasileira

 

Rússia não comprará mais carne suína do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso por motivos sanitários.

 

Bertin e Brazil Foods é quem sofrerão maiores prejuízos. Agora, dizer que é “questão sanitária” é sacanagem. É puramente questão financeira.

– Queda na Bolsa de Valores das Ações: Pão de Açúcar + Carrefour = Casino Bravo e Acionistas Assustados?

 

O Pão de Açúcar é sócio do grupo francês Casino no Brasil (se pronuncia Casinô). A família Diniz é quem manda no grupo, mas devido a força do parceiro, tem que dar satisfação aos franceses.

 

Abílio Diniz namorou a compra do Carrefour no Brasil, que é o grande concorrente do Casino na França.

 

Imaginaram no Brasil uma rede formada por: Pão de Açúcar, Extra, Extra Eletro, CompreBem, Casas Bahia, Ponto Frio, Assai, Carrefour, Atacadão, Dia%, entre outras? Responderiam a 32,5% de tudo que é vendido no país!

 

Mas algo surpreendente: o parceiro Casino, se sentindo marido traído por ser o último a saber, pediu explicações. Consequência: há dois dias as ações do Grupo Pão-de-Açúcar despencaram…

 

Isso quer dizer o seguinte: o mercado ficou apreensivo por uma resposta negativa dos sócios franceses.

 

Sabem o que eu faria se tivesse ações do GPA? Ficaria quietinho com elas, pois certamente não vão ‘micar’.

– Estado de Goiás e a Propaganda Forçada

 

E as propagandas do Governo do Estado de Goiás?

 

Nesta semana, várias mídias receberam propaganda paga do Estado Verde, defendendo investimentos por lá. Faz-se a matéria elogiando a vinda da Suzuki, Hyundai, Perdigão, Mitsubishi e… Seleção Holandesa de Futebol!

 

Ué?

 

Quem lê, pensa que a Holanda pediu para jogar no Serra Dourada e que vai produzir algo lá!!! Nada a ver… Aliás, virá com o time B para o amistoso contra a Seleção Brasileira.

 

Político é tudo igual…

– O Treinador de Palhaço

 

Ronald McDonald’s é o palhaço mais famoso dos EUA. Recente pesquisa mostra que ele é conhecido por 96% das crianças americanas.

 

Compartilho uma interessante reportagem sobre o treinador dos atores que fazem o personagem. É o brasileiro Carlos Cambraia, que ganha dinheiro com essa empreitada.

 

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/639/o-palhaco-tem-nome-quem-e-carlos-cambraia-que-ganha-159290-1.htm

 

O PALHAÇO TEM NOME

 

Sabe aquele palhaço que atende pelo nome de Ronald McDonald e que pode ser visto, às vezes em carne e osso, às vezes na figura de um imenso boneco, em todas as lojas do McDonald’s espalhadas pelo Brasil? O personagem tem dono e atende pelo nome de Carlos Cambraia. Há 25 anos, esse ator assinou um acordo com a rede de lanchonetes para ser o único autorizado a interpretar o palhaço no País. Com o contrato de exclusividade, o que era para ser brincadeira virou um negócio. Hoje, Cambraia é dono da Allegro Produções Artísticas, empresa que organiza todas as aparições de Ronald McDonald pelo Brasil, seja em lanchonetes, festas de crianças ou eventos patrocinados pela empresa de fast food.

Como o personagem não pode estar, obviamente, em dois lugares ao mesmo tempo (e são muitos eventos diários), a Allegro passou a treinar pessoas, em geral aprendizes de atores, para assumir o papel. Já são mais de 50 Ronald McDonald formados pela escola de palhaços de Cambraia. Detalhe: ninguém mais está autorizado a treinar novos palhaços. Para frequentar o curso, os alunos precisam pagar (Cambraia não informa a quantia). O ator se recusa a fornecer maiores informações sobre seu trabalho. “Não posso falar nada sob risco de perder minha licença”, disse ele à DINHEIRO. Procurado, o McDonald’s também não quis se pronunciar. A rede sequer confirmou que Cambraia é o nome por trás de Ronald McDonald. Criado em 1963 por um franqueado de Washington, nos Estados Unidos, o personagem é figurinha carimbada nos 30 mil restaurantes que o grupo possui nos cinco continentes.

Segundo o livro “Fast Food Nation”, publicado nos Estados Unidos, 96% das crianças americanas são capazes de reconhecer Ronald McDonald. De acordo com a publicação, ele só é menos popular que o Papai Noel.

 

Ícone Mundial: pesquisa nos EUA diz que 96% das crianças conhecem o personagem, que só é menos famoso que o Papai Noel

– Campeonato da Bagunça?

 

Nem nos campinhos de molecada se combina jogar sem definir informalmente regulamentos. A criançada define o que pode e o que não pode. É a lei da bola.

 

Mas o que dizer do início do Campeonato Amador de Jundiaí? Começou – acreditesem regulamento!

 

Não sei qual peso de importância isso tem a você, leitor. Mas a mim, que vivi no mundo do futebol e pela formação de árbitro e gestor em administração esportiva, tal fato é inacreditável, inaceitável e escandaloso!

 

Em toda partida de futebol, você tem Regras a serem seguidas, norteadas pela Regra do jogo. Dentro delas, há questões como: substituições, tempo de jogo, e outras tantas, que devem ser reguladas por um regulamento, caso o organizador queira diferenciar do futebol profissional. Mas no Campeonato Amador de Jundiaí, a Liga Jundiaiense de Futebol, após 3 rodadas, não publicou ainda o Regulamento!

 

Tudo está sendo feito “por boca”?

 

Onde está referendado no papel, caso alguém queira contestar?

 

Infelizmente, o presidente da entidade, Antonio de Oliveira, está comprando uma briga desnecessária com a imprensa e com os dirigentes de clubes. A troco de quê? Publique logo, conserte o estrago rapidamente!

 

Quero crer que a FPF, da qual a LJF é filiada, não esteja sabendo disso…

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– International Airlines quer Tudo!

 

Passageiros de plantão: a empresa criada pela British + Ibéria, a International Airlines, está com apetite. Agora quer a TAP. A empresa portuguesa, forte no Brasil e lucrativa, é uma estatal que será vendida para ajudar a tapar o rombo financeiro que vive nosso país-irmão. Ótimo negócio, de quase ½ bilhão.

 

Pena que nenhuma aérea brasileira esteja namorando a portuguesa…

– Você conhece o Baidu?

 

Que Google que nada. Na China, muito mais importante é o Baidu.

 

Você não sabe o que é Baidu? Com censura e tudo, só dá Baidu e Robin Li!

 

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/22417_A+PEGADA+DO+BAIDU

 

A PEGADA DO BAIDU

 

Para os chineses, Baidu é sinônimo de busca. E ele já era poderoso antes mesmo de o Google deixar a China. Agora, está ainda mais forte. Visitamos sua sede, um monumental edifício de US$ 70 milhões

 

Por Ralphe Manzoni Jr., de Pequim

 

Renren.com, Kaixin001 e 51.com: esses nomes dizem algo para você? E se alguém lhe perguntasse qual o seu número QQ? Na China, as suas referências de internet ficam de cabeça para baixo. Literalmente. Os três primeiros exemplos são as maiores e mais populares comunidades online do país. O QQ é um serviço de mensagem instantânea usado pela maioria dos 400 milhões de usuários de internet do país. Sabe, então, qual o sinônimo de busca?

Não é Google, como no resto do mundo. Quando vão pesquisar na web, os chineses preferem o Baidu.com. Esse é o cenário do maior contingente de pessoas conectadas à web do planeta, um país que criou empresas fortes no mundo virtual graças à censura e ao apoio do governo comunista às marcas locais. “O Google atuou diretamente na China por quatro anos e não perdemos participação de mercado”, declarou Victor Tseng, diretor do Baidu, que recebeu DINHEIRO no imponente edifício de US$ 70 milhões, desenhado pelos mesmos arquitetos chineses que fizeram o Cubo D’Água, o centro aquático da Olimpíada de Pequim, em 2008.

É um espaço que lembra uma empresa norte-americana de internet. Em seu pátio interno, há uma cascata. Amplos espaços abertos são reservados para que os funcionários possam fazer reuniões informais ou apenas conversar. Dezenas de mesas de pingue-pongue, esporte popular na China, podem ser usadas nas horas de lazer. Quatro salas que reproduzem as patas que estão no logotipo do Baidu são utilizadas para relaxamento. Inaugurado em novembro do ano passado, este é mais um símbolo da força do site mais acessado da China e o sétimo do mundo.

Com a saída do Google – que redirecionou seu tráfego para o endereço em Hong Kong por não concordar com a censura do governo comunista chinês –, o Baidu está ainda mais forte. É fácil de constatar isso observando os resultados do primeiro trimestre de 2010, período que marca o início do imbróglio do site americano com o governo comunista.

O lucro cresceu 165% e atingiu US$ 70 milhões. O faturamento aumentou quase 60%, chegando a US$ 189 milhões. De cada US$ 100 investidos em busca na China, US$ 64 foram para os cofres da empresa. Antes, eram US$ 58, segundo a Analysys, uma consultoria baseada em Pequim. Logo após o anúncio do balanço, as ações do Baidu, que são negociadas na Nasdaq, bolsa eletrônica que reúne empresas de tecnologia, subiram mais de 14%. Desde o começo da crise do Google, elas já se valorizaram mais de 70%, passando de US$ 410 para US$ 709,  maior valor desde a abertura de capital em agosto de 2005.

O responsável pelo sucesso do Baidu é Robin Li, 41 anos, formado em ciência da computação pela Universidade de Nova York, em Buffalo. Atualmente, ele é o oitavo homem mais rico da China, com uma fortuna estimada em US$ 3,5 bilhões, segundo ranking da revista Forbes. A revista Time o elegeu uma das 100 personalidades mais influentes do mundo em 2010.

Em seu país, ele é tão famoso quanto Sergei Brin e Larry Page, os fundadores do Google, nos Estados Unidos. Em 1999, Li voltou à China convidado pelo governo chinês para participar da cerimônia do 50º aniversário da revolução chinesa. Viu as oportunidades de seu país e resolveu criar o Baidu com US$ 1,2 milhão que levantou de fundos de capital de risco do Vale do Silício, região onde estão localizadas as principais companhias de tecnologia dos EUA.

Hoje, a empresa tem um valor de mercado de US$ 24 bilhões, 20 mil vezes mais do que o dinheiro usado para começá-la. Outras rodadas de investimento aconteceram. A ironia é que o Google chegou a ter uma participação minoritária no Baidu. Por duas vezes, tentou comprá-lo. Mas Li nunca o vendeu.

Especialista em busca (Li havia trabalhado na Infoseek, uma pioneira do setor nos EUA), ele sabia que tinha um trunfo nas mãos: o conhecimento da cultura chinesa. Mais: o Baidu conhece como poucos a lógica da língua falada na China.  Há, por exemplo, 38 formas diferentes de dizer “eu” em mandarim. “É importante dominar todas as formas”, diz Tseng.

“As consultas em mandarim são uma arte e não uma ciência.” Sim, uma arte que conta com a mão poderosa do Grande Firewall da China, a muralha que evita que assuntos políticos indesejáveis ou pornografia possam ser acessados pelos usuários chineses. Sites como o Twitter, o Facebook e o YouTube são proibidos no país. Termos como “Praça da Paz Celestial” são censurados. Quem faz a pesquisa encontra referências à praça, mas nenhuma informação sobre os protestos estudantis em 1989.

O tema da censura é tabu no Baidu. Em uma rara entrevista ao jornal econômico The Wall Street Journal, Li abordou o assunto. “Todos sabem que a China tem um governo forte e que tem muita influência sobre quase todas as companhias que operam no país.” Não é preciso dizer mais. “Gostava mais do Google, pois os resultados tinham menos censura”, disse Ryan, um dos poucos taxistas que falavam inglês em Pequim, pois morou por sete anos na Inglaterra. “Mas agora ele foi embora.” A maioria dos chineses, no entanto, parece não se importar com isso. Afinal, a pegada do Baidu está cada vez maior.

– Depois da Honda, a Toyota vive a Crise Japonesa

 

Há dias, falamos sobre o efeito inevitável da Globalização no quesito ‘crises’. Depois da Honda demitir por causa do tsunami vivido no Japão, agora é a vez da Toyota ter de tomar medidas duras.

 

A produção em Indaiatuba e em Zárate (argentina) será paralisada. Motivo: falta de peças importadas no Japão. Felizmente, a empresa terá condição de suportar as não-demissões.

– De Tanto Atrasar, Americanas.com é proibida de vender no RJ!

 

Uma desembargadora, cansada de receber processos e reclamações de consumidores do portal virtual das Lojas Americanas (em sua maior parte, atraso nas entregas), resolveu radicalizar: até que todos os pedidos em aberto sejam entregues na cidade do Rio de Janeiro (maior volume de queixas da logística), a empresa não pode aceitar pedido em seu site!

 

Uau…

 

Extraído de Valor Econômico: http://is.gd/Goivpw

 

JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO SUSPENDE VENDAS DA AMERICANAS.COM

 

As vendas do site das Lojas Americanas estão suspensas no Estado do Rio de Janeiro. A decisão foi do Tribunal de Justiça do Estado e vale até que todas as entregas de produtos comprados pelo site, que estão atrasadas, sejam normalizadas. O não cumprimento da decisão implicará em multa de R$ 20 mil por dia.

A medida foi tomada pela desembargadora Helda Lima Meireles, da 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio e passou a valer apenas depois que a empresa recebeu a intimação.

Anteriormente, o site já havia sido obrigado a veicular em todas as ofertas o prazo preciso de entrega dos produtos, sob pena do pagamento de multa de R$ 500,00, por decisão em primeira instância. O Ministério Público do Rio recorreu da decisão, pedindo uma medida mais contundente.

Foi então que a desembargadora Helda Meireles proibiu as vendas online, além de manter as decisões anteriores. De acordo com ela, se as Lojas Americanas continuarem as vendas pela internet, os compradores serão ainda mais prejudicados com o aumento de atrasos na entrega das mercadorias.

O processo que envolve as Americanas ainda não foi concluído, trata-se de uma ação civil pública contra a B2W Companhia Global de Varejo. Procurada pelo Valor, a empresa declarou que não comenta processos em andamento.

– Ipad2 e as filas no Brasil! E os de Jundiaí?

 

Ouço agora de madrugada pelo rádio: Há brasileiros nas filas de lojas de eletro-eletrônicos para comprarem o Ipad2.

 

Como são burrinhos… ou melhor, ansiosos! Estamos prestes a produzir o equipamento em Jundiaí e haverá antes do final do ano uma redução drástica de impostos dos tablets (que poderão custar menos da metade do preço), e ainda assim as pessoas se sacrificam por tal aparelho.

 

Hoje, ao abrir minha caixa de entrada, há emails de mala direta com diversas empresas oferecendo o Ipad2 por volta de R$ 1700,00.

E você, o que pensa disso: vale a pena esperar o Ipad2 jundiaiense por metade do preço ou a ansiedade pela novidade não tem preço? Deixe seu comentário: