– A Crise Brasileira dos Combustíveis

A partir de 01 de Outubro, teremos 5% a menos de álcool na formulação da Gasolina. Tal medida visa evitar a falta de Etanol nas bombas. Mas, por tabela, teremos 5% a mais de Gasolina na sua composição, o que eleva o preço do produto.

Segundo a Revista eletrônica “Posto Hoje”, Ed 05/09/11, a Petrobras terá que importar Gasolina e ainda assim faltará Etanol.

O que fazer? Um país que cresce e sem combustível para rodar a sua frota… Bolsos, cuidado!

DIRETOR DE ABASTECIMENTO DA PETROBRAS DIZ QUE A EMPRESA IMPORTARÁ GASOLINA

A Petrobras terá de importar toda a gasolina extra necessária para compensar a redução da mistura de etanol anidro no combustível a partir de outubro, já que suas refinarias estão “no limite da capacidade”, disse o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. “Fizemos no ano passado um esforço para aumentar a oferta, mas agora não temos mais condições de aumentar a produção de gasolina. Com as refinarias existentes não dá, chegamos no nosso limite”, afirmou o executivo em entrevista à Reuters sexta-feira. “Então qualquer variação de demanda – e obviamente que a mudança dos 25% para 20% do anidro na gasolina vai provocar um aumento de demanda – vai ser via importação, não tem saída”, acrescentou.

FALTARÃO 900 MILHÕES D ELITROS DE ETANOL NO BRASIL

A consultoria Datagro prevê que, mesmo com importação anunciada por produtores e a redução na mistura de etanol anidro na gasolina de 25% para 20%, vão faltar em torno de 900 milhões/l de etanol para atendimento da demanda da frota flex. “Pelo menos esse swap de etanol está sendo mais vantajoso para o Brasil, já que há um prêmio no valor das exportações em razão da certificação de biocombustível avançado, diferencial que o etanol de milho não possui”, afirma o diretor da consultoria, Plínio Nastari. Segundo Nastari, o aumento de preços é o único mecanismo de mercado disponível no curto prazo para tentar evitar a escassez nas bombas. A estimativa mais recente da Datagro aponta uma moagem de cana de 565,8 milhões/t em 2011 , contra 620 milhões/t verificada em 2010. Como a convivência com preços mais elevados será uma realidade nos próximos três anos, pelo menos, Nastari propõe que o governo, em paralelo à criação de uma política adequada para o setor, adote medidas que, de um lado ampliem a tributação sobre combustíveis fósseis, e por outro ofereçam ao consumidor uma recompensa pelo uso do etanol. “O consumidor acumularia créditos por utilizar uma fonte de baixo carbono”. O diretor da Datagro explica que há também espaço para redução de custos na produção de etanol e açúcar por parte das destilarias. A empresa e a Price Waterhouse Coopers fecharam parceria para atuar juntas na oferta de serviços que vão unir experiência nas áreas industrial e agrícola à expertise em gestão e planejamento tributário, respectivamente.

– Bancos e Futebol em Sinergia Publicitária

Responda rápido: quando você ouvir a palavra FUTEBOL, de qual empresa você lembrará?

Pesquisa realizada no Brasil mostra que entre as 10 lembradas, 5 serão BANCOS.

O mercado tem muito que aprender… Veja que interessante:

Extraído de Revista Exame, Ed 977, 06/10/2010, Coluna Primeiro Lugar, página 20

NA BOCA DO POVO

Uma pesquisa realizada pela alemã Sport+Market, maior empresa de consultoria estratégica de marketing esportivo do mundo que acaba de chegar ao Brasil, mostra os patrocinadores que têm suas marcas mais associadas ao futebol. Entre os 10 primeiros aparecem cinco bancos e três marcas de bebidas. Apenas duas empresas que atuam diretamente no mercado esportivo fazem parte da lista.

Os mais lembrados, em %:

ITAÚ – 22

BANCO DO BRASIL – 14

BRADESCO – 13

NIKE – 10

COCA-COLA – 9

SANTANDER – 8

BRHAMA – 8

SKOL – 7

BMG – 7

ADIDAS – 6

– Quando “Pagar Mico” dá Dinheiro

A moda é: utilizar celebridades esquecidas, ‘retrôs’/cults, a fim de utilizá-las em comerciais engraçados e ficar na boca do povo. As empresas descobriram essa veia cômica na publicidade e acabam por divulgar seu produto com graça e inteligência:

Quer bom exemplo disso? Beto Barbosa, Biafra, Túlio Maravilha, Ricardo Macchi…

Veja que matéria legal, por Martha Mendonça (Ver Época, Ed 29/08/11, pg 112-113);

QUANDO O MICO COMPENSA

Celebridades ganham dinheiro e momentos extras de fama ao parecer na televisão fazendo piada de si mesmas. Dá vergonha alheia, mas funciona!

O ator Ricardo Macchi, famoso pela interpretação robótica do cigano Igor na novela Explode coração, de 1995, dividirá sua próxima cena com uma das estrelas do cinema mundial. Na campanha publicitária de um modelo de automóvel, com estreia prevista para este domingo, 28, Macchi aparece ao lado do ator americano Dustin Hoffman, vencedor de dois Oscars pelos filmes Kramer vs Kramer (1979) e Rain man (1988). Mas o encontro não é um sinal da consagração de Macchi na profissão, como esse tipo de reunião costuma indicar. Macchi está lá para passar vergonha. No anúncio, que exalta as qualidades do carro de medidas enxutas, ele serve de prova à teoria de que tamanho não é documento. Diz a campanha: “Hoffman, 1,65 metro, 68 filmes, ganhou duas vezes o Oscar. Ricardo Macchi, 1,90 metro, e apenas uma novela de sucesso”.

Macchi é a mais nova celebridade a se unir ao grupo – cada vez menos seleto – de famosos (ou ex-famosos) que estrelam comerciais gozando deles mesmos. O cantor Byafra está nessa. O centroavante Túlio Maravilha também. Assim como o cantor popular Beto Barbosa. A ideia comum a todas essas propagandas é uma só: faturar com as fraquezas das celebridades. Túlio, sabidamente, persegue o milésimo gol a qualquer custo. Byafra tem um repertório considerado chatinho. Macchi sempre foi alvo de piadas pela falta de eloquência artística. E Barbosa encarna, certamente a contragosto, todos os preconceitos da classe média em relação à cultura popular, considerada brega. “Na maior parte dos comerciais, o artista não tem conexão com o produto”, diz o publicitário Pedro Prado, criador da campanha com Beto Barbosa. “Campanhas que usam a história da celebridade a favor do produto são inteligentes”, diz Prado. Para o publicitário Flávio Cordeiro, dono da agência carioca Binder, o sucesso dessas campanhas se explica por causa de outro fenômeno: o interesse por símbolos do passado. “Figuras como Byafra e Beto Barbosa despertam a memória afetiva das pessoas, mesmo as que não gostavam deles”, afirma.

Do ponto de vista das celebridades, o mico parece valer a pena, embora ninguém revele cifras. Sua principal vantagem é renovar o interesse do público sobre o artista. “Até quem nunca foi fã simpatiza com a pessoa que sabe rir de si mesma”, diz o publicitário Marco Aurélio Giannelli, redator da agência Almap/BBDO e um dos criadores do comercial de maior sucesso do gênero. Foi Giannelli quem chamou o cantor e compositor Byafra, sucesso nos anos 1980, para estrelar uma campanha de seguro de carros. No anúncio, Byafra faz as vezes de espanta ladrão. Escondido no banco de trás do carro, dispara a cantar em falsete quando o carro é roubado (Voar/voar/subir/subir). Nem o bandido aguenta. Em vez de causar constrangimento a seu protagonista, a campanha virou assunto nas redes sociais. E permitiu novos voos ao artista. Os convites para show triplicaram, Byafra prepara um novo CD para outubro e pensa em lançar um livro sobre sua carreira. “Ganhei novos admiradores.”

O paraense Beto Barbosa (Adocica, meu amor, adocicaaaa) foi o primeiro a desbravar a auto-humilhação na publicidade. No ano passado, o “rei da lambada” (pelo menos o era há duas décadas) participou de um comercial de cerveja. No anúncio, ele é o elemento musical na breguice do protagonista da campanha, um sujeito de sunguinha, pochete e blazer de ombreira. Desde então, Barbosa diz que multiplicou o número de shows, apareceu em programas de TV e foi convidado a participar do reality show A fazenda, da Rede Record. Só não foi porque a fabricante da cerveja achou melhor que ele não estivesse num programa que poderia ser patrocinado por outra marca. “O público brasileiro é irreverente. Minha família e meus amigos adoram a propaganda”, diz Barbosa.

Não só artistas têm ressuscitado na propaganda. Durante os intervalos dos jogos da Seleção Brasileira na Copa América, o jogador Túlio Costa foi garoto-propaganda da Volkswagen. O comercial anunciava que a montadora ajudaria Túlio a fazer 1.000 gols – número que ele até hoje tenta atingir, jogando em qualquer time que se ofereça. Túlio aparecia na linha de montagem do Gol – fazendo todo mundo rir.

A tendência de vencer pelo ridículo não está restrita à propaganda. Em Portugal, o cantor Roberto Leal, famoso no Brasil nas décadas de 1970 e 1980 com “Arrebita” e “Bate o pé”, tornou-se cult entre os jovens depois de participar de um falso reality show – O último a sair – no qual interpretava um sujeito completamente tresloucado. No programa, depois de “tomar” chá de cogumelo, ele se debateu no chão, quebrou seu violão e dormiu ao lado de um participante do programa que só andava nu. O vídeo de seus melhores momentos foi sucesso na internet entre portugueses e brasileiros. Leal, que é sabidamente um sujeito certinho, ficou com fama de maluco em Portugal – mas está com a agenda de shows lotada até o fim do ano, e seu disco é segundo lugar nas paradas portuguesas. Pagou um mico e tanto, mas está rindo sozinho.

– Produzir Etanol contará com Benefícios do Governo?

Já mudaram a formulação de 25% para 20% do álcool na Gasolina. Agora, para evitar a falta do etanol nas bombas, o Governo quer reduzir os impostos da produção do produto (desde que o etanol permaneça no mercado interno).

Reduzir impostos garantirá a produção? Deixe seu comentário:

– Tectoy: da febre dos Mega Drivers ao Sumiço

Lembram-se de Master System e Mega Drive? Do Sonic? Pois é, eles eram do grupo Tectoy e foram sucesso no Brasil. Sabe o que aconteceu com a empresa?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254242-16642,00-A+TECTOY+PASSA+DE+FASE.html

A TECTOY PASSA DE FASE

A fabricante de games e brinquedos de maior sucesso no Brasil nos anos 90 vive uma crise que já dura 16 anos. Para sair dela, está virando uma prestadora de serviços

Por Guilherme Felitti

Muito antes de os cabelos ficarem grisalhos, no início dos anos 80, Fernando Fischer gastava horas brincando nos consoles Mega Drive. Seu jogo preferido era Castle of Illusion, onde Mickey Mouse resgatava a namorada Minnie de um castelo assombrado. Era um dos poucos videogames disponíveis no Brasil, pioneirismo da Tectoy, empresa que fazia a alegria de crianças e adultos fascinados pelos eletrônicos. Quem nasceu até o começo da década de 80 também deve se lembrar do ursinho falante Teddy Bear e da pistola Zillion, imbatíveis nas prateleiras. Pois bem. Essa Tectoy não existe mais. Caiu com a decadência da parceira japonesa Sega, que lhe garantia a exclusividade na venda dos melhores videogames da época. Como resultado, viveu os últimos 16 anos em crise, alternando produtos como quem tenta passar de fase em um jogo. Foi aí que Fischer voltou à história. O ex-cliente é o atual presidente da companhia.

Sua missão é tirar a Tectoy de seguidos prejuízos anuais iniciados em 1995. A intenção, agora, é abrir as portas das fábricas às empresas estrangeiras, tornando-se fornecedora de máquinas, mão de obra e logística. Fischer diz que existem negociações adiantadas com americanos, japoneses e chineses. Pode ser uma boa saída para retomar os tempos de grandes contratos e lucros fartos.

A primeira fase da Tectoy foi brilhante: ela vendeu 5 milhões de consoles do Master Systems e do Mega Drive e mais de 25 milhões de cartuchos, liderados pelo porco-espinho Sonic. Fora o Japão, não houve um mercado onde a parceira Sega tenha feito mais sucesso do que no Brasil. O jogo mudou de dificuldade para a Tectoy com o declínio da Sega. A desenvolvedora investiu em videogames que trocaram os cartuchos pelos CDs, mas estes nunca repetiram o sucesso dos antecessores. Os altos gastos no desenvolvimento e o baixo retorno obrigaram a japonesa a abandonar os consoles. Pior para a Tectoy.

Sem direção clara, a empresa passou os anos seguintes relançando produtos antigos na tentativa de reencontrar o sucesso (leia quadro). Lá fora, a briga entre Microsoft, Nintendo e Sony tomou as rédeas do mercado de games. A brasileira estava a anos-luz destes concorrentes. Em 2006, o endividamento correspondia a quase todo o seu patrimônio. Ou seja, a Tectoy estava prestes a falir. A primeira aposta de Fischer, pouco depois de assumir a presidência, foi apelar ao “DNA da empresa”: um novo videogame. Desenvolvido junto à Qualcomm, o Zeebo parecia o projeto perfeito para desafiar os índices galopantes de pirataria no Brasil – os jogos eram baixados por 3G. Doce ilusão. A pesada taxação de games e os altos custos no desenvolvimento tornaram o Zeebo caro demais e poderoso de menos para enfrentar o PlayStation 2, da Sony. O que deveria ser uma boia se tornou uma âncora – foram vendidos pouco mais de 30 mil consoles no Brasil, enquanto se esperava um número 20 vezes maior. Em vez da rentabilidade, o Zeebo aumentou a dívida. “Não fosse ele, a Tectoy já operaria no azul”, afirma Stefano Arnhold, presidente do conselho.

A empresa, então, deixou o projeto de lado, virou acionista minoritária na joint venture criada com a Qualcomm e tirou o Zeebo do seu dia a dia. Não eram os games, portanto, que garantiriam vida extra à Tectoy, mas a produção de DVDs, iniciada em 2003. Em cinco anos, o número de tocadores vendidos quadruplicou. Eles são, hoje, a principal fonte de receita da empresa. O restante vem, principalmente, dos consoles outrora campeões de vendas: com, no mínimo, 21 anos, os games respondem por um terço do faturamento da Tectoy. Enquanto alguns brasileiros se estapeiam para comprar iPads e iPhones, outros parecem blindados à rápida evolução da tecnologia: todo ano, ainda são vendidos quase 160 mil desses videogames por aqui. O Brasil é o único país que continua a produzir o Master System e o Mega Drive. Ainda assim, a Tectoy tem um balanço que cheira a naftalina.

É deste anacronismo que Fischer espera se livrar ao adotar a postura de porta de entrada para fabricantes estrangeiros de eletrônicos que queiram explorar o Brasil. “Fizemos uma sessão de terapia e vimos que tínhamos três coisas que caíam no mesmo cesto: manufatura de qualidade, habilidade excepcional com o varejo e áreas de pós-venda e call center”, diz. A estratégia é aproveitar o movimento de empresas estrangeiras que, para evitar a alta carga tributária, investem na fabricação nacional de eletroeletrônicos. Empresas que queiram produzir no Brasil sem investir em fábrica, estrutura logística ou telemarketing são o alvo da Tectoy. “Se o cliente quiser um dos serviços, tudo bem. Se quiser os três, tudo bem. É o nosso ‘kit McDonalds’.” Foi o caso da Humax, primeira parceria fechada no final de 2010. Pelo contrato de três anos, a Tectoy será um dos fornecedores de set-top boxes usados pelos clientes do serviço de TV por assinatura Sky. O centro da estratégia da Tectoy é sua fábrica em Manaus. Quanto maior a demanda da Sky, mais set-top boxes saem dali. Em um ano, a capacidade da fábrica foi quintuplicada e o número de funcionários mais que dobrou. Ainda assim, ela vem operando perto do limite e um novo contrato nos moldes deste exigiria uma segunda instalação.

Com a Humax, a empresa quebrou uma tradição financeira carregada desde sua fundação: como se especializou em vender brinquedos, os balanços da Tectoy sempre dependeram excessivamente do segundo semestre, com o Dia das Crianças e o Natal. Só nos primeiros seis meses de 2011, a Tectoy já faturou quase 80% da receita do ano passado inteiro. No novo balanço que Fischer espera apresentar em 2012, a prestação de serviços deverá ser a segunda fonte de receita. E, com o natural declínio da venda de DVDs, poderá se tornar o carro-chefe nos próximos anos. Parece um bom caminho para a Tectoy parar de perder dinheiro. Sob as rígidas regras da Comissão de Valores Mobiliários que regulam empresas de capital aberto, Fischer apenas meneia a cabeça quando questionado se, depois de 16 anos, a empresa voltará a dar lucro.

Ao tentar tirar seu visto para os Estados Unidos, o presidente encontrou uma atendente no consulado americano que lhe deu preferência quando viu a marca nos documentos. “Você trabalha na Tectoy?”, ela perguntou. Fischer torce apenas para que o prestígio da marca não se resuma a episódios como o do consulado – uma lembrança na cabeça de garotos e garotas agora crescidos.

– Drogaria São Paulo + Drogaria Pacheco se unem e desbancam Raia Drogasil

Com R$ 4,4 bilhões, se tornando a maior do ramo varejista de farmácias e 7ª no ranking geral, a Drogaria São Paulo se uniu à Drogaria Pacheco.

Dias atrás, a Drogasil havia criado um gigante aos e juntar com a Droga Raia. Agora, o contra-golpe da concorrência…

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/967638-drogaria-sp-e-pacheco-formam-maior-rede-de-farmacias-do-pais.shtml

DROGARIAS SÃO PAULO E PACHECO SE UNEM E FORMAM A MAIOR REDE DO PAÍS

As drogarias São Paulo e Pacheco anunciaram nesta terça-feira, em comunicado, a fusão de suas operações de varejo farmacêutico, para formar a companhia DPSP.

A nova companhia nasce como a maior empresa varejista de produtos farmacêuticos do país, com receita bruta combinada de R$ 4,4 bilhões nos 12 meses encerrados em junho de 2011, 691 lojas e presença em cinco Estados brasileiros.

Também será a 7ª maior rede de varejo do Brasil –considerando todos os setores varejistas, como de eletrodomésticos e roupas.

De acordo com o comunicado, as marcas São Paulo e Pacheco, líderes no Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, serão mantidas.

A gestão da DPSP será compartilhada entre o Grupo Carvalho e o Grupo Barata, que terão iguais poderes na definição e implementação das estratégias da companhia. A nova empresa terá como presidente do Conselho de Administração, Samuel Barata (da Pacheco) e será presidida por Gilberto Martins Ferreira (da Drogaria São Paulo).

No comunicado, porém, as redes não informaram a participação que cada uma terá no negócio.

O Pátria Investimentos e o escritório Machado Meyer atuaram como assessores financeiro e legal respectivamente da Drogaria São Paulo. O Banco Espírito Santo e o escritório Pinheiro Neto trabalharam para a Drogarias Pacheco.

A Drogaria São Paulo é hoje a segunda maior rede do setor, com cerca de 348 unidades em operação nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. A rede faturou R$ 2,2 bilhões em 2010.

A Drogarias Pacheco possui atualmente 343 lojas, nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. A rede atingiu R$ 1,8 bilhão de faturamento em 2010.

OUTRA GIGANTE

No início deste mês, a Drogasil e a Droga Raia confirmaram a fusão de suas operações.

As empresas somam R$ 4,1 bilhões em faturamento e uma rede com 700 drogarias. A sobreposição de unidades, especialmente em São Paulo, o principal mercado, não foi informada.

Os atuais acionistas da Drogasil terão 57% da empresa, e os da Droga Raia, 43%.

– Gasolina perderá Álcool na sua Composição para não Faltar Produto

Para não faltar combustível daqui 1 mês, o Governo muda a formulação da Gasolina, que terá menos Anidro em sua composição. Preocupado com a disparada nos preços, a medida quer frear a alta do Etanol e evitar a falta do produto nas bombas. 

Consumidores, alerta ligado!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/967193-mistura-de-etanol-cai-para-20-a-partir-de-1-de-outubro.shtml

MISTURA DE ETANOL CAI PARA 20% EM 1º DE OUTUBRO

Por Sofia Fernandes

O governo decidiu nesta segunda-feira reduzir de 25% para 20% o teor de álcool anidro misturado à gasolina vendida nos postos do país. A medida será tomada para tentar evitar a falta de etanol no mercado –o preço do combustível tem aumentado muito nas últimas semanas.

Ou seja, o governo espera que, com mais álcool no mercado –já que o percentual de mistura obrigatório na gasolina irá diminuir–, não haja risco de desabastecimento. Ao mesmo tempo, espera-se redução no preço do litro da gasolina.

Em plena safra, etanol atinge o maior valor em oito anos

Segundo o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), a medida passa a valer a partir do dia 1º de outubro, enquanto for considerada necessária pelo governo para evitar escassez.

“Temos que garantir o abastecimento para esse ano e para o próximo. Sabemos se a safra do próximo ano não será muito melhor que a atual”, afirmou o ministro, após reunião com a presidente Dilma Rousseff e com os ministros Guido Mantega (Fazenda), Mendes Ribeiro (Agricultura) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil).

Lobão afirmou ainda que a Fazenda deve anunciar nos próximos dias medidas de financiamento e desoneração para o setor de etanol.

A medida ocorre apos a ampliação da importação do produtos dos EUA. No No mesmo sentido, em abril o governo já havia decidido alterar o intervalo percentual de álcool anidro que permitido adicionar à gasolina. Por meio de medida provisória, foi estabelecido o piso de 18% e o máximo de 25% de adição, regra que alterou o intervalo de 20% a 25% em vigor até então.

Com isso, se achar necessário, o governo poderá reduzir ainda mais, para até 18%, o percentual de álcool na gasolina.

ENTENDA

Com o aumento do preço do álcool combustível (hidratado), o consumidor que tem carro flex migrou para a gasolina. A maior demanda pelo derivado de petróleo exigiu volume maior de anidro, cujo preço disparou.

O governo prevê que o menor percentual de anidro reduza seu preço e, por consequência, o da gasolina.

– Os Incentivos de Compra e Venda que as Empresas Oferecem Via Twitter:

Cada vez mais, o miniblog twitter tem-se tornado uma ferramenta de muita utilização pelas empresas. A onda agora é promover através dele sorteios, premiações e gincanas, visando o aumento das vendas.

Extraído de: IG (clique aqui para citação)

PROMOÇÕES, PRÊMIOS E CONCURSOS

Em menos de um ano, empresas brasileiras atraíram milhares de seguidores no Twitter. Para “fisgar” os usuários e potenciais consumidores, elas oferecem promoções-relâmpago, descontos generosos, concursos culturais e até mesmo sorteio de prêmios.

Em junho, por exemplo, a loja virtual Submarino, lançou uma promoção exclusiva no Twitter que premiou com “um cinema em casa” o seguidor que melhor respondeu a pergunta “O que você faria para conquistar milhares de amigos?”. O inusitado na promoção era que o prêmio “engordava” caso o Submarino atingisse metas de seguidores, indo de um aparelho blu-ray e seis filmes (para 12.999) até um kit mais completo (acima de 15 mil seguidores).

A condicionante fez com que os participantes replicassem muitas vezes a chamada da promoção no Twitter, atraindo curiosos e interessados. Como resultado, o perfil da loja, que na época contava com menos de 13 mil seguidores, passou dos 15 mil e atingiu o prêmio máximo: uma TV de plasma full HD de 50 polegadas, com home theater, um aparelho blu-ray e seis filmes. Hoje, a empresa é a mais popular entre os perfis corporativos brasileiros no Twitter, com aproximadamente 25,6 mil seguidores (número apurado pela reportagem na última sexta-feira).

Nos EUA, a fabricante de computadores Dell já lucrou mais de US$ 3 milhões em vendas realizadas a partir de links postados no Twitter. Para os consumidores brasileiros, a Dell lançou um perfil em fevereiro deste ano e conta com mais de 11,3 mil seguidores. Na ferramenta, a empresa divulga promoções e responde dúvidas de usuários. “O objetivo principal da Dell é ter a possibilidade de se relacionar de forma mais direta com os nossos clientes. Queremos ouvi-los”, afirma Mirvane Goulart, gerente sênior de marketing online da Dell para América Latina.

“Existe sim a divulgação de ofertas, concursos culturais e eventuais ações exclusivas para nossos seguidores, mas sempre observando que o objetivo principal não é a venda e sim relacionamento”, enfatiza Mirvane.

Outra empresa que faz barulho no Twitter e vai além da divulgação de promoções é a locadora online NetMovies. “Oferecemos notícias, curiosidades e entretenimento relacionado ao mundo do cinema. A nossa ouvidoria também utiliza o Twitter para resolver dúvidas rápidas dos usuários, encaminhar casos à área de atendimento da empresa e principalmente medir o nível de satisfação dos usuários com o nosso serviço”, explica Daniel Topel, CEO da NetMovies.

Presente no Twitter há apenas três meses, a locadora online atraiu mais de 7,6 mil seguidores e quer terminar o mês de agosto com mais de 8 mil, segundo estimativa de Topel. “Mensalmente milhares de visitantes chegam ao nosso site por meio do Twitter e uma boa parte faz assinatura, afinal, são pessoas interessadas em cinema”, afirma o CEO, que prefere não revelar valores de venda.

Interatividade

Essas ações encontram forte aceitação entre os “twiteirros”. Uma pesquisa da agência Bullet realizada em abril deste ano com 3.268 usuários brasileiros do Twitter descobriu que 53,6% dos entrevistados achavam interessantes ações publicitárias na ferramenta, desde que tivessem relevância.

Mais da metade (51%) respondeu que nunca participou de ações promocionais na ferramenta, porém tem interesse e ainda 33% disseram já ter participado de algum tipo de ação publicitária no Twitter. Cerca de 70% afirmaram seguir ou já ter seguido perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias.

Outra empresa que faz barulho no Twitter e vai além da divulgação de promoções é a locadora online NetMovies. “Oferecemos notícias, curiosidades e entretenimento relacionado ao mundo do cinema. A nossa ouvidoria também utiliza o Twitter para resolver dúvidas rápidas dos usuários, encaminhar casos à área de atendimento da empresa e principalmente medir o nível de satisfação dos usuários com o nosso serviço”, explica Daniel Topel, CEO da NetMovies.

Presente no Twitter há apenas três meses, a locadora online atraiu mais de 7,6 mil seguidores e quer terminar o mês de agosto com mais de 8 mil, segundo estimativa de Topel. “Mensalmente milhares de visitantes chegam ao nosso site por meio do Twitter e uma boa parte faz assinatura, afinal, são pessoas interessadas em cinema”, afirma o CEO, que prefere não revelar valores de venda.

Interatividade

Essas ações encontram forte aceitação entre os “twiteirros”. Uma pesquisa da agência Bullet realizada em abril deste ano com 3.268 usuários brasileiros do Twitter descobriu que 53,6% dos entrevistados achavam interessantes ações publicitárias na ferramenta, desde que tivessem relevância.

Mais da metade (51%) respondeu que nunca participou de ações promocionais na ferramenta, porém tem interesse e ainda 33% disseram já ter participado de algum tipo de ação publicitária no Twitter. Cerca de 70% afirmaram seguir ou já ter seguido perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias.

– E o tal do Dirceu?…

Vou bater na mesma tecla: a mesma turma do governo Lula continua pintando e bordando no Governo Dilma. Tanto os afastados quanto os acobertados.

Vejam quantos ministros caíram e quantas denúncias de corrupção. Dilma está fazendo uma faxina? Ué, mas não era a mesma patota que estava lá?

A Revista veja desta semana traz uma brilhante matéria sobre como José Dirceu continua agindo nos bastidores, influenciando poderosos do Governo e se reunindo com pessoas interessadas em seus negócios e parceiras. Tudo, claro, às custas do suado dinheiro do povo revertido em impostos à União.

E aí, na hora de recolher os tributos, me lembro de tudo isso e penso: “Pra quê? Para financiar a corrupção institucionalizada?” Gângsters atuam na surdina. José Dirceu e sua patota, descaradamente, nem se preocupam em se esconder para negócios e negociatas. Uma pena.

Parabéns à Veja pelo brilhante jornalismo investigativo. Se as instituições públicas falham, a imprensa correta faz a sua parte. Lamentável que o populismo barato e a demagogia dos discursos sobre a “pseudo-faxina” da presidente Dilma e do ex-Guia Mestre Lula iludam a população e ceguem os mais ingênuos.

– Planejamento Sério: a Lição do Senhor Barriga aos Administradores de Empresas

O ator Edgar Vivar, que viveu o Senhor Barriga no seriado Chaves, tão conhecido entre nós, dá uma entrevista bacana à Veja SP. Duas coisas marcantes: diz que o sucesso é seguir à risca os planejamentos e nunca improvisar; e fala sobre sua preferência no Brasil: ir à churrascarias… (lógico, não?)

Extraído de: abr.io/senhor-barriga

SENHOR BARRIGA: APRENDI A AMAR O BRASIL COM MEU AVÔ

Por Catarina Cicarelli

Conhecido por viver o Senhor Barriga e seu filho, Nhono, no seriado “Chaves”, Edgar Vivar, 66 anos, vem pela quinta vez ao país como principal atração do #4FunFest!, programado para o dia 18 de setembro, no Carioca Club. No ano em que a série mexicana completa 40 anos, ele promete mostrar imagens e fotos inéditas do programa que pertencem a seu acervo pessoal.
Em entrevista a VEJA SÃO PAULO, ele fala sobre a relação que tem com o Brasil, que começou quando ainda era pequeno por causa de seu avô, e diz o que faria se pudesse se vingar do Seu Madruga, seu eterno inquilino na série exibida pelo SBT e pelo Cartoon Network.

VEJA SÃO PAULO — O senhor já esteve várias vezes no Brasil. O que te faz voltar tanto para cá?
EDGAR VIVAR — Essa será a quinta vez que visito seu país e espero visitá-lo ainda muitas outras vezes. Perguntar por que gosto do Brasil implica recordar a minha infância. Meu avô paterno escreveu um livro de poemas cujo título era ‘Saudades’ e, quando eu perguntei o significado dessa palavra [que não existe em espanhol], ele me respondeu algo assim: ‘Você ainda é muito pequeno para compreender, mas, quando eu não estiver mais aqui, certamente entenderá o que significa’. Ele era um homem bom e sábio, estudioso de Machado de Assis.
VEJA SÃO PAULO — Em São Paulo, quais os lugares o senhor mais gostou de conhecer?
EDGAR VIVAR — São Paulo me faz sentir como se estivesse em casa. Gostos dos contrastes. De um lado, vida cultural rica, churrascarias e outras opções gastronômicas e multiétnicas, o lado colonial rico em histórias e os grandes edifícios modernos. Do outro, regiões não tão privilegiadas economicamente. Assim como no México.
VEJA SÃO PAULO — Aqui no Brasil a série continua sendo um sucesso. É assim também em outros países?
EDGAR VIVAR — Em maior ou menor escala, o mesmo acontece em todos os lugares em que até hoje os episódios são veiculados. São mais de 25 países.

VEJA SÃO PAULO — Em algum momento, já houve irritação por apenas ser lembrado como o personagem Senhor Barriga?
EDGAR VIVAR — No começo me incomodava, porque eu não tinha ideia da força que a figura do Senhor Barriga possui. Mesmo depois de 40 anos, o programa “Chaves” segue forte e, em alguns lugares, é uma espécie de objeto de culto. Hoje, isso não me incomoda. Talvez fique preocupado no dia em que as pessoas não me chamarem mais assim.

VEJA SÃO PAULO — Como eram os bastidores da série? Vocês se divertiam com as piadas e situações engraçadas?
EDGAR VIVAR — Mesmo o programa se passando em um ambiente descontraído, durante a gravação final nunca improvisamos nenhuma brincadeira ou piada que não tivesse sido ensaiada anteriormente. Acho que isso colaborou com o sucesso do programa.
VEJA SÃO PAULO — Qual foi o episódio da série que mais marcou o senhor?
EDGAR VIVAR — Tenho dois programas favoritos e inesquecíveis: quando o Senhor Barriga leva o Chaves para passar as férias em Acapulco e um dos programas de Natal.

VEJA SÃO PAULO — Seus personagens sempre sofriam nas brincadeiras da série. O senhor encarava tranquilamente situações cômicas como pancadas e tortas na cara?
EDGAR VIVAR — Acho que sempre existirá um sentimento de compaixão maior pela vítima, do que pelo que faz dos outros a sua vítima. E isso se aplica no caso do Senhor Barriga, nem tanto no do Nhonho. Todas as vezes que o Senhor Barriga chegava à vizinhança, Chaves o recebia com uma bolada ou algo do tipo. O público começava a rir antes que a própria cena acontecesse. Nunca levei para o lado pessoal.
VEJA SÃO PAULO — Se o senhor pudesse se vingar de todas as encrencas em que o Seu Madruga meteu o seu personagem, o que faria?
EDGAR VIVAR — O obrigaria a trabalhar muito. E estipularia um horário de trabalho em que ele tivesse de acordar muito cedo.
VEJA SÃO PAULO — O que o senhor fez depois de “Chaves”?
EDGAR VIVAR — Busquei me diversificar. Comecei fazendo teatro clássico. Depois, produzi peças e trabalhei em outros projetos de televisão, como “Vila Sésamo”, e no cinema. Tudo isso no México. Depois me mudei para a Argentina, onde também produzi uma minissérie e trabalhei em outra telenovela. Pouco depois fui convidado pelo diretor Guillermo Del Toro para trabalhar em “O Orfanato”, rodado na Espanha. Voltei para o México e, recentemente, participei de uma telenovela e de vários filmes que espero que o público brasileiro possa ver.

Edgar Vivar, o Senhor Barriga, promete mostrar fotos e vÃdeos dos bastidores de

– Ótimos Programas de Trainee

Sempre recomendo aos meus queridos alunos que busquem a experiência do estágio ou programas de Trainee (dependendo do semestre).

Aos formandos e recém-formados, boas oportunidades em vagas de Trainee nesse final de agosto: salários entre R$ 4.000,00 a R$ 5.000,00.

Aqui vai a lista:

3M – WWW.dreves.com.br/3m

Ambev – WWW.traineeambev.com.br

Editora Abril – WWW.abril.com.br/trabalheconosco

Itaú-Unibanco – WWW.itau.com.br/programas

Nestlé – WWW.cidadedostalentos.com.br/traineenestle

Novartis – WWW.focotalentos.com.br/novartistrainee

TIM – WWW.tim.com.br

Volkswagwen – WWW.focotalentos.com.br/volkswagentrainee2012

Votorantim – WWW.traineesvotorantim.com.br

Unilever – WWW.queromaisunilever.com.br/trainee.html

Lembrando: muitas dessas empresas aceitam as inscrições até 28 de agosto (domingo).

Boa sorte!

– Como Melhorar o Ensino?

Uma matéria bacana sobre como buscar a melhora na qualidade de ensino: identificação dos bons professores e o desafio de cumprir o planejamento didático/ calendário. Fruta da pesquisa que pode ser acompanhada no site: www.paramelhoraroaprendizado.org.br

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254236-16376,00.html

OS CAMINHOS PARA MELHORAR O ENSINO

Por Ricardo Paes de Barros

Uma escola com bons professores e onde o calendário escolar é efetivamente cumprido faz enorme diferença no aprendizado dos alunos. Esta é uma das principais mensagens contidas em quase 200 dos melhores estudos científicos, nacionais e internacionais, recentemente analisados e organizados pelo Instituto Ayrton Senna em parceria com o movimento Todos pela Educação. Ao todo, 25 atributos dos sistemas educacionais, escolas e professores foram considerados, cobrindo cinco áreas: recursos da escola, plano e práticas pedagógicas, gestão da escola, gestão da rede de ensino e condições das famílias.

Esses estudos comprovam que a qualidade da escola e, em particular, do professor importa, e muito, para o aprendizado do aluno. Por exemplo, a diferença entre o aprendizado de um aluno que tem aula com os melhores professores e o de outro que tem aula com os piores corresponde a 68% do aprendizado típico em um ano letivo (ver gráfico). Infelizmente, no entanto, nem a qualidade da escola nem a do professor podem ser inferidas a partir de características básicas comumente observadas. Uma boa escola não é necessariamente aquela com boa infraestrutura, nem um bom professor é necessariamente aquele com pós-graduação. Os atributos de uma boa escola e de um bom professor são muito mais sutis. Identificá-los representa um desafio permanente para pais e gestores escolares.

Um corolário da importância da escola e do professor é a relevância da presença do aluno e do professor em sala de aula, da duração do calendário escolar e do tamanho da turma. Afinal, que eficácia poderia ter uma boa escola fechada, ou um bom professor que não dá aula, ou que tenha que dar aula para uma turma muito grande? Que eficácia poderia ter uma boa escola com bons professores e turmas pequenas, se os alunos não frequentam as aulas? A evidência é irrefutável: sempre que a escola e os professores são bons, quanto maior a interação entre docentes e alunos maior o aprendizado.

Vale ressaltar que destes estudos não emerge um padrão único para a ação que independa do contexto e da forma de implantação. Os caminhos a ser trilhados podem ser diversos e precisam ser adequados à realidade de cada escola e sistema educacional.

A identificação dos determinantes do aprendizado é uma área de pesquisa científica extremamente ativa. O esforço atual deve ser entendido apenas como o início de um longo processo que pretende acompanhar sistematicamente as novas descobertas na medida em que forem se revelando.

Para conhecer detalhes da pesquisa, acesse o site www.paramelhoraroaprendizado.org.br.

Ricardo Paes de Barros, especialista em políticas sociais e subsecretário da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República

– Speedy: um Produto que Desrespeita o Consumidor

Estudantes e Profissionais sofrem com a bendita Telefônica. Comerciantes, como eu, mais ainda. Neste planeta globalizado e conectado, cada vez mais o uso da Internet se faz necessário no mundo dos negócios.

E não é que ontem, em parte da cidade de Jundiaí, houve um apagão do Speedy?

Como é que se pode confiar nas transações pendentes no final do dia, se em pleno horário dé pico, não há Internet?

E o que fazer se na telefonia fixa reina absoluta e exclusivamente o Speedy da Telefônica?

– Postos de Jundiaí que Adulteram Combustível são Autuados

Mas não fechados e nem cassados… Uma pena!

Adulterar quer dizer ‘modificar enganosamente’, correto?

O que acha do posto vender combustível entre R$ 0,10 a R$ 0,20 mais barato, em meio a um momento de alta nos preços. Estranho, não?

Ontem, em mega-operação, 10 postos de combustíveis jundiaienses foram autuados. Motivos: combustíveis vendidos com bombas adulteradas e desreguladas, vendendo 0,980 L por 1 Litro. Foram visitados 23 estabelecimentos, frutos de denúncias dos consumidores.

Segundo o IPEM, os seguintes postos autuados são ( e os motivos de cada um em):

http://www.ipem.sp.gov.br/6ai/2011/rel11-08.asp?vpro=spcjundiai2 (clique no link)

 

Extraído do site do IPEM-SP:

EM JUNDIAÍ, IPEM ATUA 43,7% DOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS FISCALIZADOS

Equipes de fiscalização do Ipem-SP, autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, autuaram 10 (43,47%) dos 23 postos de combustíveis visitados durante a operação “SPC” (Supervisão de Postos de Combustíveis), nesta quarta-feira (24/8) em Jundiaí. Das 297 bombas verificadas pelos fiscais, 28 (9,42%) foram reprovadas.

Para o superintendente do Ipem-SP, Fabiano Marques de Paula, o índice de autuações na cidade é considerado alto e desperta preocupação. “O resultado da fiscalização mostra que quase metade dos postos está com irregularidades que atingem diretamente o consumidor, que ao abastecer, não sabe que está sendo lesado. Como temos feito em diversos municípios do estado, sempre com apoio da Policia e Guarda locais, a fiscalização terá continuidade, pois nosso objetivo é moralizar o setor e eliminar esse tipo de ocorrência”, explica Fabiano.

A operação contou com o apoio da Guarda Municipal e da Policia Civil , lideradas, respectivamente, pelo Comandante Paulo Sérgio de Lemos Stel Giacomelli e pelo delegado seccional Italo Miranda Junior. “A parceria com o Ipem-SP em fiscalizações como esta são de grande importância para a cidade, e daremos nosso apoio sempre que necessário”, diz o Comandante Paulo Sérgio.

Postos autuados têm dez dias para apresentar defesa ao Ipem, que, após esse prazo, define multa que varia de R$ 100 a R$ 50 mil, dobrando na reincidência.

Em 2010, o Ipem-SP inspecionou 88.637 bombas de combustíveis, das quais 5.516 foram reprovadas, gerando 473 autos de infração para os postos.

Além das autuações dos postos, o instituto apura a responsabilidade de oficinas que cuidam da manutenção das bombas que apresentam irregularidades. “No caso de comprovação do delito podemos cassar a autorização dessas oficinas”, alerta Fabiano.

Veja abaixo a relação de postos de combustíveis que foram autuados pelo Ipem-SP em Jundiaí, nesta quarta-feira (24/8): http://www.ipem.sp.gov.br/6ai/2011/rel11-08.asp?vpro=spcjundiai2

Outros jornais que trouxeram a notícia e a lista:

Bom Dia Jundiaí:

http://www.redebomdia.com.br/noticias/dia-a-dia/65102/ipem+autua+43,47%25+dos+postos+de+combustiveis+fiscalizados+durante+operacao

Jornal de Jundiaí:

http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=157252

INFORMO QUE, APÓS NOTIFICAÇÃO RECEBIDA DA EMPRESA AUTO POSTO CHAMINÉ, REQUERENDO A RETRATAÇÃO QUANTO A MATÉRIA DIVULGADA, VIMOS ESCLARECER QUE: A EMPRESA AUTO POSTO CHAMINÉ NUNCA FOI TAXADA COMO ADULTERADORA, OU MESMO FISCALIZADA NESSE SENTIDO.

INFORMO AINDA, QUE TAL NOME FOI INSERIDO ERROENAMENTE DEVIDO AS MATÉRIAS JORNALÍSTICAS E FONTE BIBLIOGRÁFICAS CITADAS ANTERIORMENTE.

– Postos de Jundiaí que Adulteram Combustível são Autuados

Mas não fechados e nem cassados… Uma pena!

Adulterar quer dizer ‘modificar enganosamente’, correto?

O que acha do posto vender combustível entre R$ 0,10 a R$ 0,20 mais barato, em meio a um momento de alta nos preços. Estranho, não?

Ontem, em mega-operação, 10 postos de combustíveis jundiaienses foram autuados. Motivos: combustíveis vendidos com bombas adulteradas e desreguladas, vendendo 0,980 L por 1 Litro. Foram visitados 23 estabelecimentos, frutos de denúncias dos consumidores.

Segundo o IPEM, os seguintes postos autuados são ( e os motivos de cada um em):

http://www.ipem.sp.gov.br/6ai/2011/rel11-08.asp?vpro=spcjundiai2 (clique no link)

 

Extraído do site do IPEM-SP:

EM JUNDIAÍ, IPEM ATUA 43,7% DOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS FISCALIZADOS

Equipes de fiscalização do Ipem-SP, autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, autuaram 10 (43,47%) dos 23 postos de combustíveis visitados durante a operação “SPC” (Supervisão de Postos de Combustíveis), nesta quarta-feira (24/8) em Jundiaí. Das 297 bombas verificadas pelos fiscais, 28 (9,42%) foram reprovadas.

Para o superintendente do Ipem-SP, Fabiano Marques de Paula, o índice de autuações na cidade é considerado alto e desperta preocupação. “O resultado da fiscalização mostra que quase metade dos postos está com irregularidades que atingem diretamente o consumidor, que ao abastecer, não sabe que está sendo lesado. Como temos feito em diversos municípios do estado, sempre com apoio da Policia e Guarda locais, a fiscalização terá continuidade, pois nosso objetivo é moralizar o setor e eliminar esse tipo de ocorrência”, explica Fabiano.

A operação contou com o apoio da Guarda Municipal e da Policia Civil , lideradas, respectivamente, pelo Comandante Paulo Sérgio de Lemos Stel Giacomelli e pelo delegado seccional Italo Miranda Junior. “A parceria com o Ipem-SP em fiscalizações como esta são de grande importância para a cidade, e daremos nosso apoio sempre que necessário”, diz o Comandante Paulo Sérgio.

Postos autuados têm dez dias para apresentar defesa ao Ipem, que, após esse prazo, define multa que varia de R$ 100 a R$ 50 mil, dobrando na reincidência.

Em 2010, o Ipem-SP inspecionou 88.637 bombas de combustíveis, das quais 5.516 foram reprovadas, gerando 473 autos de infração para os postos.

Além das autuações dos postos, o instituto apura a responsabilidade de oficinas que cuidam da manutenção das bombas que apresentam irregularidades. “No caso de comprovação do delito podemos cassar a autorização dessas oficinas”, alerta Fabiano.

Veja abaixo a relação de postos de combustíveis que foram autuados pelo Ipem-SP em Jundiaí, nesta quarta-feira (24/8): http://www.ipem.sp.gov.br/6ai/2011/rel11-08.asp?vpro=spcjundiai2

Outros jornais que trouxeram a notícia e a lista:

Bom Dia Jundiaí:

http://www.redebomdia.com.br/noticias/dia-a-dia/65102/ipem+autua+43,47%25+dos+postos+de+combustiveis+fiscalizados+durante+operacao

Jornal de Jundiaí:

http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=157252

INFORMO QUE, APÓS NOTIFICAÇÃO RECEBIDA DA EMPRESA AUTO POSTO CHAMINÉ, REQUERENDO A RETRATAÇÃO QUANTO A MATÉRIA DIVULGADA, VIMOS ESCLARECER QUE: A EMPRESA AUTO POSTO CHAMINÉ NUNCA FOI TAXADA COMO ADULTERADORA, OU MESMO FISCALIZADA NESSE SENTIDO.

INFORMO AINDA, QUE TAL NOME FOI INSERIDO ERROENAMENTE DEVIDO AS MATÉRIAS JORNALÍSTICAS E FONTE BIBLIOGRÁFICAS CITADAS ANTERIORMENTE.

– Steve Jobs deixa a Apple

O que dizer de Steve Jobs? Fundou a Apple, e foi demitido pela própria empresa.

Voltou à organização. E mesmo com transplante de fígado, câncer de pâncreas e diversas licenças médicas, colocou a empresa como a número 1 do mundo (em qualquer setor de atividade). Seu valor na bolsa corresponde à soma dos 32 maiores bancos europeus!

Graças à suas idéias inovadoras, como o iPhone e iPad, a Apple se salvou de maus momentos e se tornou a referência.

Tim Cooks, seu sucessor, está preparado, segundo a mídia especializada.

Steve Jobs é o novo Henry Ford dos dias atuais? Deixe seu comentário:

Extraído de: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5311627-EI15608,00-Steve+Jobs+renuncia+como+CEO+da+Apple.html

STEVE JOBS DEIXA A APPLE

O cofundador da Apple Steve Jobs renunciou nesta quarta-feira como CEO da companhia. O executivo vai presidir o conselho de administração da empresa. O diretor de operações da Apple, Tim Cook, assume como CEO da empresa, por indicação do próprio Steve Jobs. Em carta dirigida aos diretores da Apple, Jobs afirma que fez os melhores amigos da sua vida na empresa. “Sempre disse que, se chegasse o dia que eu não poderia mais cumprir minhas funções e expectativas como CEO da Apple, seria o primeiro a informar. Infelizmente, esse dia chegou”, diz a nota.

“A extraordinária visão e liderança de Steve salvou a Apple e guiou-a para a sua posição como empresa mundial de tecnologia mais inovadora e valiosa”, afirma em nota Art Levinson, presidente da Genentech, em nome do Conselho de Administração da Apple. “O Conselho tem total confiança de que Tim é a pessoa certa para ser nosso próximo CEO”, afirmou. “Os 13 anos de serviços de Tim para a Apple têm sido marcados por um excelente desempenho, e ele tem demonstrado notável talento e bom senso em tudo que faz”, diz.

Histórico de licenças médicas

Jobs estava em licença para cuidados de saúde desde 17 de janeiro deste ano. O executivo se afastou da empresa sem revelar o motivo da saída e sem dar prazo para retornar. A saúde de Jobs virou notícia em 2004, quando ele anunciou que passara por uma cirurgia para remover um tipo raro de câncer pancreático, diagnosticado em 2003, e que a operação fora bem-sucedida. Depois, em 2009, Jobs fez um transplante de fígado e ficou afastado da companhia que fundou ao lado do engenheiro Steve Wozniak por vários meses.

Durante as três licenças de Jobs, foi Tim Cook quem ficou a frente da companhia. Cook entrou para o time da Apple em 1998, depois de passar pela Compaq e pela IBM, logo após o próprio Jobs ter retornado à empresa. Eficiente, tão logo chegou tratou de fechar unidades próprias, vender estoques e tomar outras medidas para que a empresa reduzisse os custos e continuasse a ser viável; em seguida fez acordos com fabricantes asiáticos para produção de alguns componentes. Foi ganhando a confiança de Jobs até chegar a ser o segundo em comando na Apple.

– Revoluções e Analfabetismo Digital

Em atividade com alunos do Segundo Semestre de Adminsitração de Empresas, debatemos sobre as revoluções do século XXI. E, diferente da Revolução Industrial da virada do século XXI/XX, onde as mesmas eram paulatinas, a Revolução Tecnológica que vivemos diariamente causa certo temor aos discentes, e por um motivo: A VELOCIDADE DA MESMA.

Um consenso: quem não se atualizar, será analfabeto digital e estará em desvantagem no mercado de trabalho. Sinal dos tempos.

– Decide ou Não Decide?

Quem decide pode errar, quem não decide já errou!

 

De um Filósofo Desconhecido que deveria falar sobre Administração de Empresas…

– Escute o Chinês que Desafia a Apple…

Jonney Shih é o chinês que inventou o Netbook. Ele quer superar a Apple a todo custo, e sua empresa, a Asus, tem crescido fenomenalmente.

Em entrevista exclusiva à IstoÉ Dinheiro, Ed 722, pg42-43, disse que ter sucesso nos lançamentos de produtos é fácil, pois:

Tudo se resume ao desejo dos consumidores. Podemos criar muitas inovações apenas olhando para o comportamento das pessoas”.

 Falou e disse! É isso aí, marqueteiros e inovadores. Aprendamos com o chinês.

– De 21 a 2,4%, quebra mesmo!

 

Dias atrás conversamos sobre a compra da Motorola por parte do Google, pelo valor de US$ 12,5 bilhões.

Um número importante: a participação da Motorola nas vendas de celulares despencou. Em 2006, 1/5 dos celulares vendidos no mundo era da gigante americana. Hoje, não chega a 2,5%.

Nesses casos, realmente é melhor vender… E é claro que o Google a comprou para desenvolver ainda mais o Android e ter seu celular mundial.

– O que é Necessário para um Bom Emprego e Onde estão as Oportunidades

Tenho muitos alunos dispostos a encarar novos desafios profissionais. Futuros bacharéis em Administração, a maioria já inserida no mercado de trabalho mas buscando novas conquistas.

Nas nossas discussões, vem a questão: é só estudar?

Claro que não. Escolher a área correta, abraçar oportunidades e mostrar desenvoltura e competência no emprego em si.

A Revista Época desta semana (Ed 692, por Marcos Coronato, Luciana Vicária, Daniella Cornachione e Marco Bahé) traz uma matéria bacana sobre “Onde estão os Melhores Empregos”, citando cidades e qualificações desejadas.

Por exemplo: um diferencial para algumas áreas da Administração de Empresas é conhecer Antropologia, para estudar o comportamento do consumidor. E um cinturão de busca de bons profissionais e que há a carência de gente qualificada é o bolsão imaginário que circunda Campinas, Sorocaba e Jundiaí, comportando Itu, Indaiatuba e outras cidades circunvizinhas.

Abaixo, um resumo da citação acima, extraído de Época.com:

 

PETRÓLEO E GÁS

O QUE ESTUDAR >> Análise de sistemas e engenharia de software >>Oceanografia, com especialização em meio ambiente >> Engenharia química de petróleo e gás >> Engenharia de geodésia >> Nutrição (para as bases de exploração) >> Direito, especializado em questões ambientais

A demanda do setor de petróleo e gás por profissionais qualificados já é grande e vai crescer. A Petrobras quer contratar mais 13 mil funcionários até 2015. Boa parte de nível superior. Eles somavam um quarto das vagas no último edital, que incluía geólogos, dentistas, nutricionistas e arquitetos e encerrou as inscrições em julho. Os salários iniciais passavam de R$ 5.700. “Conseguimos ver um horizonte de 15 a 20 anos para o crescimento do setor no país”, diz Maury Saddy, coordenador de Engenharias do Ibmec, no Rio. A riqueza do setor se distribui num efeito cascata, para além dos especialistas em petróleo e da região de exploração do pré-sal, no litoral de Vitória, Espírito Santo, a Santos, São Paulo. A Petrobras compra bens e serviços de cerca de 20 mil empresas. A OGX, petroleira do bilionário Eike Batista, tem apenas 270 funcionários, mas ganhou fama de remunerar bem e contrata serviços de 6 mil profissionais especializados.

Um dos beneficiados é o economista Cid Vaffimon, ex-funcionário da Petrobras. Ele trabalha numa empresa que começou fornecendo à Petrobras fluidos usados nas válvulas dos poços. Hoje, ela presta serviços tão variados quanto abastecimento de aviões e montagem de caminhões para concorrentes da estatal, como a Shell.

 

INTELIGÊNCIA PARA EMPRESAS

O QUE ESTUDAR >> Antropologia com foco em comportamento do consumidor >> Ciências sociais com especialização em estatística >> Ciências da informação com foco em programas de pesquisa

Quem estuda ciências sociais, história ou sociologia geralmente desenvolve sua carreira para virar professor e acadêmico. Mas crescem as oportunidades de trabalho mais voltadas para os negócios nas consultorias ultraespecializadas. Elas orientam as companhias a lidar com questões emergentes: como se comportar nas redes sociais, lidar com grupos específicos de consumidores (vegetarianos radicais, por exemplo), ajudar comunidades carentes ou divulgar esses esforços. “As empresas têm montanhas de dados sobre o mercado, mas precisam de gente que transforme isso em informação útil para as decisões”, afirma Bruno Maletta, sócio da Sophia Mind, consultoria especializada no universo feminino e que inclui antropólogos no quadro de funcionários.

Aline Araújo, formada em história, virou gerente de projetos na consultoria de monitoramento de redes sociais E.life. Para isso, trocou a cidade natal, Recife, por São Paulo, onde mora desde abril. “Eu queria fazer coisas diferentes, ter desafios estimulantes e não sabia se conseguiria colocar isso em prática como professora”, diz. Em dois anos e meio de E.life, ela foi promovida duas vezes.

 

VAREJO POPULAR

O QUE ESTUDAR >> Recursos humanos >> Tecnologia da informação, com foco em comércio eletrônico >> Economia e marketing, com especialização em varejo, franquias, estruturação de novos negócios, fusões e aquisições >> Finanças, com foco em tesouraria, crédito e abertura de capital

O comércio criou 28.500 postos de trabalho só em julho deste ano, o que representa 18% do total no país. Isso quer dizer que o setor manteve o mesmo ritmo quente de julho de 2010. Boa parte desse desempenho se deve ao varejo popular, amparado no crescimento da classe C. As empresas que atendem a esse grupo não podem mais contar só com preços baixos. Elas precisam passar da administração familiar para uma gestão sofisticada, que inclua especialistas em crédito, análise de risco, logística e marketing. “Antes, prestávamos serviço só a empresas de grande porte ou multinacionais”, diz a consultora de recursos humanos Sônia Medeiros. “Hoje, metade dos nossos clientes são redes menores, locais e regionais.”

O Ceará é o Estado que melhor representa o fenômeno – cresceu 40% mais que a média brasileira na última década. “Temos de recrutar profissionais em outros Estados”, afirma Armando Nonato, especialista em recursos humanos em Fortaleza. Há uma corrida por administradores que entendam de comércio e profissionais com conhecimentos de varejo e tecnologia da informação para administrar negócios de comércio eletrônico. Com a demanda, os salários avançaram. A rede baiana Guaipim, de venda de aparelhos elétricos e eletrônicos, aumentou em até 80% os salários dos gerentes desde 2009. “Precisamos agir para manter os profissionais na empresa”, diz Nilzete Braga, gerente de recursos humanos da rede.

 

CENTROS DE PESQUISA

O QUE ESTUDAR >> Engenharia com conhecimento em recursos naturais >> Curso técnico de nível médio com foco em testes de laboratório >> Engenharia com interesse em sistemas de inteligência para grandes eventos

Esqueça a ideia do cientista solitário. Sérgio Borger, diretor dos laboratórios da IBM no Brasil, coordena pesquisadores que trocam ideias o tempo todo numa grande sala sem divisórias. “Não tem só gente fazendo teste. O perfil do pesquisador é de alguém com grande inteligência, que pensa nos problemas de um jeito diferente e encontra soluções criativas”, diz.

Assim como a IBM, empresas do porte de DuPont, Nokia, Fiat e GE abriram centros de pesquisa no país. Por dois motivos. Primeiro, o mercado interno já justifica a criação de produtos e serviços específicos. O país também virou referência em áreas importantes como agronegócio e petróleo. Além disso, a Copa do Mundo e as Olimpíadas criam novos desafios. Cada centro gera poucos empregos diretos – o da DuPont tem 30, o da GE pode chegar a 400. Mas cada linha de pesquisa leva essa escala para os milhares, ao incluir fabricantes de insumos, vendedores, transportadores e serviços variados (leia a entrevista com Mark Little, da GE). Os centros de pesquisa também têm efeitos no terreno das ideias. Eles encorajam outras instituições, públicas e privadas, a investir em certas frentes de inovação. Além disso, são o berço, por excelência, das carreiras em Y, que permitem ao profissional operacional (como o pesquisador) escolher se sobe como chefe de outros profissionais ou se continua a atuar em sua especialidade.

 

SERVIÇOS PARA O AGRONEGÓCIO

O QUE ESTUDAR >> Economia, com especialização em crédito e análise de risco >> Direito, com especialização em meio ambiente e regularização de terras >> Tecnologia da informação, mapeamento e georreferenciamento >> Comércio exterior e funcionamento das bolsas internacionais >> Agronomia e zootecnia >> Administração, incluindo gestão de propriedades rurais

Mais de 30 milhões de profissionais espalhados pelo Brasil ganham com a força do agronegócio – sem pisar numa fazenda. Para cada posto de trabalho diretamente ligado à agropecuária, existem outros dois indiretos, em áreas como transporte, meteorologia, biotecnologia, crédito ou análise de risco. O negócio vai bem: em julho, abriu 13.600 postos de trabalho diretos na produção, quase o dobro do registrado no mesmo mês em 2010. Essa situação tende a perdurar. “Até os anos 1980, o número de empregados na agropecuária caía. Hoje, está estabilizado em 16 milhões”, diz Rosemeire dos Santos, superintendente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

Esse aquecimento faz o setor competir com outros na demanda por profissionais. Em maio, a consultoria de recursos humanos Asap convenceu um engenheiro do setor petrolífero a mudar com a família de Curitiba para o interior paulista, a fim de trabalhar numa empresa de equipamentos agrícolas.

 

SUSTENTABILIDADE

O QUE ESTUDAR >> Marketing social >> Engenharia com especialização em eficiência energética >> Qualquer curso superior, com especialização em logística reversa, análise de impacto ambiental, relacionamento social e gestão ambiental

As empresas estão incorporando preocupações sociais e ambientais a seus negócios. Além de gerar transformações nos processos internos dessas companhias, a mudança também mexe com seus fornecedores e prestadores de serviços. De acordo com um levantamento da Organização Internacional do Trabalho, a quantidade de profissionais envolvidos com atividades ligadas a essas funções sociais e ambientais cresceu 160% entre 2008 e 2010 no Brasil. No ano passado, eram 2,6 milhões de empregos.

Um deles é o da gerente de sustentabilidade ambiental Valéria Rosseti, que trabalha na HP. Entre suas tarefas está acompanhar o retorno à empresa das máquinas descartadas pelos usuários. Ela própria já cria outros trabalhos verdes. “Busco apoio de outros profissionais e de educadores especialistas no tema”, diz Valéria. Os postos de trabalho verdes ganharam impulso extra no ano passado com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Ela obriga os fabricantes a cuidar de seus produtos até o descarte feito pelo consumidor.

Em economias mais avançadas, quem se especializou nessas áreas se qualificou para uma maior remuneração. Numa pesquisa com 325 empresas americanas, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) constatou que a renda do profissional que se habilita em sustentabilidade cresce até 15%. Ao executar suas funções, esse profissional identifica novas oportunidades de negócio e alinha a empresa para o futuro, diz Richard Locke, vice-reitor do MIT e autor de Employment relations in a changing world economy (Relações de trabalho em uma economia global em mudança, ainda sem tradução). Há sinais de que isso também está ocorrendo no Brasil.

 

INTERIOR DE SÃO PAULO

O QUE ESTUDAR >> Engenharia elétrica, civil e agrícola >> Ciências da computação >> Administração de empresas >> Medicina >> Química industrial

As cidades do interior de São Paulo, já prósperas há décadas, aceleraram o ritmo de criação de empregos. Nos últimos cinco anos, foram abertas cerca de 250 mil vagas, grande parte para profissionais qualificados, nas cinco maiores cidades da região: Campinas, São José dos Campos, Ribeirão Preto, Jundiaí e Sorocaba. Há duas razões principais para o fenômeno. A primeira, essas cidades passaram a atrair empresas de serviços sofisticados e alta tecnologia, que geram mais empregos do que a indústria. Campinas concentra 33 multinacionais desses setores, como IBM, HP, Dell e Lucent. “Essas cidades têm mão de obra qualificada, espaço físico para crescer e mercado local com bom potencial de consumo”, diz Claudio Dedecca, do Instituto de Economia da Unicamp. A segunda razão é o novo fôlego das pequenas e médias empresas, a fonte mais básica de criação de oportunidades.

Com essa mudança, a participação do interior de São Paulo no PIB brasileiro cresceu de 12% para perto de 16% em quatro anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se de uma economia de US$ 136 bilhões, maior que a do Chile e a da Nova Zelândia.

 

NORDESTE

O QUE ESTUDAR >> Tecnologia da informação >> Gestão ambiental >> Administração >> Todas as engenharias

Pernambuco passou por maus momentos na segunda metade do século XX, quando a indústria de álcool e açúcar na região entrou em declínio. Nos últimos anos, o Estado retomou o crescimento e liderou uma arrancada do Nordeste. É de esperar que a região cresça mais que a média nacional, simplesmente por ter uma economia menor. Mas os números recentes impressionam empresários e economistas. Em 2011, enquanto o Brasil deverá crescer perto de 3,9%, o Nordeste passará de 5%. O avanço deverá ser de 6% em Pernambuco e mais de 5% em Ceará, Bahia e Maranhão. O avanço não é uniforme: Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte decepcionam e ficam perto da média nacional, pelas projeções da consultoria Datamétrica.

Para os profissionais, esse crescimento se materializa em oportunidades na indústria, no comércio e nos serviços que apoiam grandes projetos. Eles incluem a expansão do Porto de Suape e a construção da segunda fábrica da Fiat, em Pernambuco. Além da instalação de uma siderúrgica no Ceará, uma refinaria e uma operação de extração de gás no Maranhão. E mais a ferrovia Transnordestina, que vai do Ceará a Pernambuco, cortando o Piauí. O crescimento do emprego formal na região já era de 5,9% ao ano até 2009, superior à média nacional. Em 2010, acelerou-se para 7,9%.

 

CONSTRUÇÃO CIVIL E INFRAESTRUTURA

O QUE ESTUDAR >> Engenharia civil, mecânica, química e de transportes >> Economia com especialização em financiamento >> Administração com foco em grandes projetos >> Direito, em tributação e regulação >> Ciências biológicas com ênfase em impacto ambiental

O Brasil não “está” em obras. O Brasil será um país em obras por algumas décadas, se não houver catástrofes econômicas pela frente. O ritmo de crescimento do setor nos países emergentes manterá a média de 6,3% ao ano até 2030, de acordo com um estudo das consultorias britânicas Hays e Oxford Economics. Para dar conta dessas obras, a produção de máquinas e materiais usados nas construções crescerá 5,5% ao ano até 2030. “A demanda por engenheiros se mantém muito forte, por vários motivos, como as obras de logística, os polos industriais no Nordeste e a cadeia do petróleo e gás”, diz o consultor João Xavier, do Rio de Janeiro. No mapeamento mensal de vagas feito pela empresa em seis grandes regiões urbanas, os departamentos de engenharia abriram mais postos de trabalho em julho do que os departamentos financeiros, administrativos e de tecnologia da informação. Só foram superados pelos de compras e vendas.

O setor é um tradicional pilar da geração de empregos no Brasil. O economista Aguinaldo Maciente, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, calcula que, para cada cargo de engenheiro ou arquiteto diretamente atuante em obras de infraestrutura em 2009, havia outros 12 postos que exigiam nível superior. Aí entram em cena os economistas e administradores, além de especialistas em transporte de carga, treinamento, segurança no trabalho, impacto ambiental e seguros.

 

SETOR PÚBLICO

PERFIL >> Advogados, engenheiros e economistas >> Trabalhadores afastados do mercado ou sem experiência, com afinidade para relatórios e a análise de dados estatísticos >> Pessoas com ensino médio completo que lidam bem com tarefas administrativas, atendimento ao público e com a hierarquia

Salários acima do mercado, estabilidade garantida, carga horária fixa, ritmo tranquilo e aposentadoria integral. De quebra, plano odontológico e creche para os filhos. Atraídos por essas vantagens, muitos bons profissionais passaram a cogitar, nos últimos dez anos, largar a iniciativa privada para tentar a carreira pública. Em 2010 houve mais de 5 mil concursos em todo o país, para 260 mil vagas, disputadas por quase 10 milhões de candidatos. Só no governo federal foram 225 mil vagas. “Na última década, houve dois movimentos no setor público: foram criados mais cargos e os salários aumentaram, passando a competir com os do mercado privado”, afirma Mônica Pinhanez, professora da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Faculdade Getulio Vargas (FGV). Entre os próximos concursos cobiçados estão um da Receita Federal, provavelmente em 2012 (com ordenado de R$ 13 mil), e um da Aeronáutica (que inclui vagas para profissionais de ensino, enfermagem e nutrição, entre outros), já com inscrições abertas.

O administrador de empresas Reinaldo de Paiva Lopes, de 37 anos, optou pela estabilidade do setor público. Até o ano passado, trabalhava numa consultoria de tecnologia da informação. Em 2010, passou num concurso para analista da Receita Federal em Cotia, na Grande São Paulo. “Antes, chegava em casa depois da novela das 9. Hoje, se eu quiser, assisto à das 6”, afirma.

– Apple vale mais do que os 32 Bancos Europeus juntos!

 

Quanto será que vale o Santander? Ou os principais bancos ingleses? Ou quaisquer outros da Europa?

 

Certamente, valem muito. Mas os jornais divulgaram um número impressionante: a Apple vale mais do que os 32 maiores bancos da Europa somados.

 

Uau!

– Duloren muda estratégia e faz Comercial Lésbico

 

Venderá mais ou só trará polêmica?

 

A agência Agnelo Pacheco fez a nova campanha publicitária da Duloren, que entrará no ar daqui a alguns dias. Nela, 2 moças se acariciando (somente de calcinha e sutiã), e quando vão dar um beijo, surge a frase: “Aprovada a união homoafetiva. Jura? Achei que já estava liberada”.

 

Qual será a reação das consumidoras? Aguardemos.

– Google comprará a Motorola Celulares!

 

Num dos maiores negócios dos últimos tempos, o Google anunciou nesta segunda-feira que comprará toda a divisão de Celulares da Motorola por US$ 12,5 bilhões!

 

Uau! Negócio de gente grande.

 

É evidente que o tão aguardado Celular Google surgirá daí. O sistema Android para concorrer com o Safari da Apple é outra prova.

 

Sabem quanto de ágio nas vendas de ações comumente comercializadas pela Bolsa? Mais de 60%.

 

Ah se eu tivesse ações da Motorola… rsrs

– Por Dentro do Planeta Nike

Compartilho interessante matéria sobre a história, o dia-a-dia e os planos de curto / médio / longo prazo da Nike, publicados na Revista “Época Negócios”, edição de  Janeiro /2009.

Há 15 páginas de tópicos de muita valia a administradores de empresas, mostrando a busca pela inovação de uma transnacional desse porte, erros e acertos, além de algumas estratégias.

A seguir o link, onde há vídeos, podcast e textos na sequência, bem enumerados e organizados.

Clique em: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI113186-16380,00.html

– Foxconn contratará 1.000.000 de robôs para substituir funcionários!

 

A informação é do próprio presidente da Empresa, reproduzida com exclusividade pela Isto É Dinheiro desta semana (citação abaixo): será comprada a quantidade de 1 milhão de robôs para substituir funcionários da Foxconn, a montadora da Applee de outros equipamentos/fabricantes de eletrônicos.

 

Empregos de força física estão em extinção…

 

MÃO DE OBRA BARATA. AINDA MAIS.

 

Plano da Foxconn, que fabrica iPads, de substituir operários por robôs tem o objetivo de reduzir custos trabalhistas, mas também sinaliza mudanças no perfil da empresa

 

por Clayton Melo

 

Imagine uma grande linha de produção numa fábrica de equipamentos eletroeletrônicos, como smartphones e tablets. Para completar, visualize vastos cordões de trabalhadores, todos uniformizados e operando máquinas. Agora, faça uma mudança: no lugar dos operários, pense num batalhão de robôs. É isso o que deve acontecer numa das maiores fabricantes de tecnologia do mundo, a taiwanesa Foxconn. A companhia, responsável pela fabricação de produtos da Apple, anunciou que pretende comprar um milhão de robôs. Eles substituirão gente de carne e osso em tarefas rotineiras, como a montagem de iPhones e iPads.  

A informação foi dada pelo próprio CEO da Foxconn, Terry Gou. A medida suscita várias discussões, em função da importância da Foxconn no mercado global e das implicações sociais, de negócios e recursos humanos embutidas no projeto. O primeiro ponto a se observar é que a fabricante asiática ficou famosa não apenas por sua grandiosidade – ela faturou US$ 100 bilhões em 2010. A principal razão é o histórico de mortes que a acompanha: duas dezenas ou mais de funcionários tentaram se suicidar no ano passado, jogando-se das janelas dos prédios da companhia. Ao menos 14 deles morreram. Motivo: as péssimas condições de trabalho, com salários paupérrimos, cobranças excessivas e longas jornadas.

É por acontecimentos desse tipo que a substituição de operários por máquinas foi interpretada por alguns como uma tentativa da Foxconn de acabar com os suicídios em suas dependências. Esse aspecto pode até ter sido levado em consideração. Mas há indícios suficientes para crer que as motivações de ordem econômica e de readequação de mercado são mais fortes. A automatização é uma maneira de driblar o aumento dos custos trabalhistas na China, onde a companhia mantém 1 milhão de funcionários. De quebra, a robotização do chão de fábrica pode aumentar a eficiência e a competitividade no mercado internacional. Há que se considerar também que a economia chinesa procura ingressar numa nova fase, deixando para trás a imagem de fabricante de cacarecos tecnológicos. 

 

Nesse sentido, o país ensaia fazer o que os coreanos fizeram há muito tempo: qualificar sua indústria, investindo em alta tecnologia e design de ponta. A explicação contida no comunicado distribuído pela Foxconn corrobora essa tese. A automação, segundo a empresa, tem o objetivo livrar os trabalhadores das tarefas repetitivas para que possam ocupar posições de “mais alto valor agregado na produção, como pesquisa e desenvolvimento”. A orientação do governo chinês para as empresas do país é exatamente essa. A PhD em economia Cristina Helena de Mello, professora de macroeconomia da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), verificou isso in loco, conforme ela me relatou. 

Em visita recente à China, ela ouviu de representantes de universidades e companhias locais que a recomendação do governo é clara: é necessário investir em negócios relacionados à alta performance, que se destaquem pela qualidade. Em outros termos, é deixar de lado os Xing Lings da vida, como se diz popularmente, e se colocar como um país tecnologicamente inovador. Embora ainda seja cedo para saber perfeitamente aonde a Foxconn vai chegar com a “contratação” maciça dos robôs, é plausível pensar que sua estratégia seja pavimentar o caminho para voos mais ambiciosos.

– SBF (Centauro + By Tennis + Nike Store) dispara no Mercado.

 

O grupo SBF, que reúne Centauro, By Tennis e Nike Store, levou 27 anos para abrir 100 lojas. Nos últimos 3, abriu mais 100!

 

Sebastião Bonfim Filho, seu fundador, promete mais: nos próximos 2 anos, abrir mais 120 lojas. Uau!

– Crocs faz sua 1ª Campanha Publicitária, por Mais Incrível que Possa Parecer!

 

Com aparente tamanho sucesso nos pés dos consumidores, as sandálias-chinelo Crocs nunca fizeram campanha de marketing no Brasil. Fará a primeira ação mercadológica de grande porte nos próximos dias. Como a idéia de 3 velejadores americanos tornou-se bem sucedida em nosso país:

 

Extraído de Revista Exame, Ed 0996, pg 58-60

 

DE CARONA COM A MASCOTE

 

Para voltar a crescer no Brasil, a Crocs estréia a primeira campanha de marketing de sua história – e seu garoto-propaganda já faz sucesso nas redes sociais.

 

Por Tatiana Vaz

 

Ao longo de todo o mês de junho, os principais pontos turísticos de 12 capitais brasileiras receberam a visita de um viajante, digamos, pitoresco: um boneco verde, de 70 centímetros de altura, com um formato bastante parecido com o de uma sandália do tipo crocs — aquele calçado esquisitão feito de um componente ultraleve que virou febre alguns anos atrás. (O tal boneco, é bom que se diga, também calçava a tal sandália.)

Batizada de Croslite, a excêntrica mascote é o primeiro garoto-propaganda da história de dez anos da Crocs no mundo — e foi também o escolhido para estrelar a primeira campanha de marketing da companhia no Brasil.

Durante 45 dias, ele posou para fotos ao lado dos ganhadores do concurso Destino Brasil, lançado nas redes sociais em 25 de abril — a ideia era premiar quem apresentasse a melhor justificativa para levar o boneco para conhecer sua cidade natal. A iniciativa atraiu cerca de 1 000 participantes em apenas duas semanas.

A mobilização, embora relativamente pequena se comparada a campanhas badaladas de fabricantes como Nike e Adidas, foi o suficiente para gerar burburinho em torno de uma marca que por pouco não caiu no esquecimento. Até o fim de junho, a página da Crocs no Facebook contava com 6 700 fãs, um aumento de 45% em relação aos números pré-campanha.

No Twitter, o total de seguidores subiu 25%, para 3 700. “Para que a Crocs volte a crescer, não adianta aplicar dinheiro na fabricação de produtos, como vínhamos fazendo. É preciso investir na marca”, diz o americano Andrew Schmitt, presidente da Crocs no Fundada em novembro de 2002 por três velejadores americanos em busca de um calçado mais confortável para suas viagens, a Crocs habituou-se ao longo dos anos a crescer na base do boca a boca — com apenas cinco anos de operação, a companhia atingiu um faturamento de quase 850 milhões de dólares e construiu oito fábricas ao redor do mundo.

Mas a turbulência internacional e a inundação do mercado por produtos piratas fizeram com que as vendas da Crocs encolhessem 15% em 2008, para 721 milhões de dólares. A proibição das vendas do calçado no Japão naquele ano, sob a alegação de que as crianças poderiam escorregar, também não ajudou — e a Crocs acumulou em 2008 e 2009 um prejuízo de 227 milhões de dólares.

A empresa voltou a crescer no ano passado após um processo de reestruturação que incluiu o fechamento de cinco fábricas — inclusive a brasileira —, a demissão de 1 000 funcionários e o início dos investimentos em marketing. “Recuperar uma marca arranhada sempre sai mais caro do que investir para mantê-la saudável”, diz Cláudio Tomanini, professor da Fundação Getulio Vargas.

Além da campanha nas redes sociais, a ofensiva de marketing da Crocs conta com uma série de comerciais na TV. Entre janeiro e fevereiro, o filme Voltando para Casa foi veiculado em oito canais de TV a cabo no Brasil.

O comercial, que mostra as mascotes massageando os pés de uma moça que acabou de voltar do trabalho, foi adaptado da propaganda americana, exibida no ano passado — o vídeo foi visto 80 000 vezes no YouTube. Ao mesmo tempo, a Crocs vem reforçando sua presença no varejo.

A empresa deve inaugurar em agosto sua primeira loja própria no país. Localizada no shopping Morumbi, na zona sul da capital paulista, ela oferece a linha completa de calçados da marca — que inclui, além dos crocs, uma coleção de botas, sapatilhas e tênis infantis. O objetivo é aumentar o mix de produtos vendidos por aqui dos atuais 30 para 75.

Num modelo inspirado na americana Skechers, segunda marca de tênis mais vendida nos Estados Unidos, a nova loja vai exibir os lançamentos em primeira mão, antes de eles chegarem aos outros 1 000 pontos de venda. “Dessa forma, teremos uma noção mais precisa do tipo de calçado que faz sucesso entre os brasileiros”, diz Schmitt.

– O Homem das Madrugadas Caras!

 

Há grande briga no mercado dos horários televisivos da madrugada. O horário da TV Record, DIIIIIIIIIIIIZEM (portanto, não é oficial), é o mais caro da grade, vendido para a Igreja Universal do Reino de Deus.

 

O horário do SBT sempre foi cobiçado pelas igrejas. A Band, há tempos, vendia seu horário para a Assembléia de Deus. Mas agora mudou de cliente: a Igreja Mundial do Poder de Deus, do pastor Valdemiro Santiago, resolveu pagar exatamente o dobro para divulgar seus programas das 02h às 06h45m.

 

Que guerra financeiro-religiosa, hein?

– Congonhas/MG multará Donos de Carros Sujos!

 

Eis a falta do que pensar para ajudar o cidadão: em Congonhas/MG, o prefeito Anderson Cabido decretou que multará em R$ 127,00 os carros que transitarem sujos na cidade!

 

Congonhas tem muitas mineradoras, e a poluição é inevitável. Claro que a poluição traz doenças respiratórias, e quanto menos carros cobertos de poluição das mineradoras, segundo a lógica do prefeito, melhor.

 

Não era mais inteligente coibir os poluidores (aqueles que geram a poluição, ou seja, as mineradoras?)

 

E você, concorda ou não com o prefeito? Deixe sue comentário:

– Futebol Estudado pela Análise Estratégica de Michael Porter

Um dos papas da Administração Estratégica é Michael Porter. Para os professores de Administração de Empresas e também pelos grandes executivos, ele é o cara!

 

Professor Dr Marcos Morita, docente renomado, utilizou as forças competitivas de Michael Porter em análises estratégicas para explicar o futebol de maneira científica. Trabalho muito bom, que compartilho com os amigos:

 

Extraído de: http://br.hsmglobal.com/notas/58156-o-futebol-sob-otica-da-administracao?utm_source=300610_gestao&utm_medium=300610_gestao&utm_content=300610_gestao_o-futebol-sob-otica-da-administracao&utm_campaign=300610_gestao

 

FUTEBOL SOB A ÓTICA DA ADMINISTRAÇÃO

 

Consultor analisa o interesse comercial por este tipo de evento sob o modelo das cinco forças de Michael Porter. Confira!

 

Dizer que a Copa do Mundo é um dos maiores eventos mundiais, talvez não seja nenhuma novidade, a não ser que você esteja na Coréia do Norte. Em nosso país, jogo da seleção é dia de festa, celebração com amigos, folga no trabalho, ruas vazias, camisas amarelas e cerveja gelada. Entre a paixão brasileira e o desconhecimento coreano, existem cinco continentes nos quais centenas de países e milhões de pessoas acompanham de perto o desenrolar dos jogos.

É patente o crescente interesse comercial e político na competição, dirigida e controlada pela FIFA (Federação Internacional de Futebol). Para analisá-lo sob o ponto de vista estratégico, utilizarei o modelo das cinco forças de Michael Porter, o qual avalia a atratividade de uma indústria com base no poder de barganha dos seus integrantes. Começarei pelos fornecedores, literalmente os donos da bola.

 
Fornecedores – É de supor que nos idos dos anos trinta, quando o futebol era ainda um esporte amador, as próprias seleções eram responsáveis por seus uniformes. Hoje muita coisa mudou. As cifras para patrocinar uma equipe, ultrapassam com facilidade a casa das dezenas de milhões de dólares. Nesta briga de gigantes, tem destaque a americana Nike e a alemã Adidas. Inglaterra, Brasil, Portugal e Holanda são parceiros da primeira, enquanto Alemanha, Espanha, Argentina e a anfitriã África do Sul, vestem os uniformes das três listras. Vinte e duas seleções utilizando uma ou outra marca e trinta e duas com a controversa Jabulani, reverenciada no início de cada partida. Devido à concentração, é uma força que deve ser monitorada para que não aumente ainda mais sua influência e poder de barganha.
 
Concorrentes – Ainda que trinta e duas seleções estejam na disputa do tão famigerado título, poucas na verdade tem condições reais de levá-lo para casa. A menos que uma grande zebra ocorra, a final deverá ser disputada entre uma das sete seleções que já levantaram o caneco. Brasil, Itália, Alemanha, Argentina, Uruguai, França e Inglaterra. Estas últimas já desclassificadas ou com sérias dificuldades de seguirem adiante. A despeito da hegemonia brasileira, a alternância é bastante grande. Esperamos vinte e quatro anos na fila, período semelhante ao grupo dirigido por Maradona. A possibilidade de uma ou mais seleções concentrarem os títulos é bastante baixa. Mercados monopolistas ou oligopolistas tendem a diminuir a competitividade num determinado setor.

 
Clientes – Conforme levantamento da FIFA, a última edição da Copa na Alemanha foi transmitida para 214 países e territórios por um contingente de 376 canais. A audiência acumulada durante o evento ultrapassou a casa dos 26 bilhões de telespectadores, com 700 milhões durante a final entre Itália e França. Basta olhar ao redor em dia de jogo para verificar a heterogeneidade da audiência. Brancos, negros, pardos, amarelos, ricos, pobres, homens, mulheres, adultos e crianças. Fanáticos, apreciadores e simpatizantes, os quais muitas vezes não sabem a relação entre bandeirinha e impedimento. Poucos os negócios que podem contar com um público tão cativo e fiel. Cabe aos dirigentes mantê-la longe de interesses políticos, antiesportivos ou excessivamente comerciais, tais como realizá-la a cada dois anos.

 
Novos entrantes – O interesse em participar da competição pode ser medido pela popularidade das eliminatórias. Nada menos que duzentas seleções disputaram o torneio de qualificação, envolvendo 5.622 jogadores e 275 técnicos das mais diversas nacionalidades. Quase meia centena de franceses, holandeses, brasileiros e alemães, repassando os conhecimentos de escolas consagradas. Dinamarca, Coréia do Sul, Japão e Estados Unidos são alguns exemplos de equipes em ascensão. Alguns riscos para a competição estariam no desbalanceamento das vagas por continente ou no inchaço do torneio, como já vimos em terras tupiniquins.

 
Produtos substitutos – Apesar da paixão dos sul-africanos pelo rúgbi, franceses pelo ciclismo, indianos pelo críquete e ianques pelas ligas de basquete e beisebol – o futebol ou soccer  é o único produto com apelo global, capaz de competir com marcas locais fortes. Em uma sociedade cada vez mais sem fronteiras, não tardará o dia em que o mundo usará chuteiras. Sob este aspecto, a Copa do Mundo não terá produtos substitutos a médio ou longo prazo.

 
A análise demonstrou um relativo equilíbrio entre as cinco forças, necessário e imprescindível para a manutenção do torneio que tanto nos seduz. Em diversas indústrias, o poder de decisão está nas mãos dos governos e governantes, os quais com suas leis e medidas podem auxiliar ou até mesmo atrapalhar seu desenvolvimento. No país da bola, este poder está com a FIFA e seus dirigentes. Desta maneira, sugiro que os brasileiros apaixonados por futebol acendam duas velas a partir de hoje. Uma para o hexa e outro para a lucidez de Joseph Blatter, presidente da entidade.

 

Marcos Morita (Mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais – professor@marcosmorita.com.br / www.marcosmorita.com.br)

– Unilever condenada por Camisinha em Molho de Tomate!

 

Isso dá divórcio!

 

Uma senhora, ao fazer o almoço, pediu uma lata de molho de tomate ao marido. Ele a deu, e eis que havia dentro dela… um preservativo masculino!

 

A marca é da Unilever, o acontecido foi em Lageado/RS, e as vítimas ganharam R$ 10 mil de indenização após Processo Judicial.

 

Acho que esse casal deve ter perdido a fome, no dia do acontecimento…

– O Gênio Criador do Red Bull

 

Dietrich Mateschitz, empresário com espírito empreendedor extremamente aguçado, um dia quis lançar uma bebida diferente. Nos anos 80, a consultoria americana NDP fez um estudo sobre seu produto e afirmou:

 

Nunca um produto esteve tão fadado ao fracasso quanto esse”.

 

Hoje, Mateschitz é um bilionário austríaco; o produto é o Red Bull; e o fracasso não se confirmou, tornando um sucesso de vendas que gira em 4,2 bilhões de latinhas ao ano.

 

Motociclista, Aviador, Adepto de esportes radicais. Reza a lenda que ele toma 10 latinhas de Red Bull por dia. Ah: mesmo com quase 70 anos, não repete namoradas em eventos sociais (todas na casa dos 20 anos).

 

A consultoria errou bem, hein? Deixe seu comentário:

– A Maior Fabricação de Automóveis do Mundo está no Brasil!

 

A maior capacidade produtiva de uma montadora é da Volkswagen, na sua matriz na cidade alemã de Wolfsburg. Lá são produzidos 740.000 veículos, com possibilidade de até 950.000 no ano.

 

Porém, a unidade brasileira da FIAT alcançou o recorde mundial de 760.000 veículos produzidos em Betim/MG. Número quase igual aos de carros produzidos no Brasil inteiro por todas as montadoras no começo dos anos 2000.

 

Estamos ou não vivendo um novo momento na história produtiva do Brasil? Já imaginaram se os impostos não fossem exorbitantes e extorsivos à população e aos fabricantes?

 

Claro, tal número é importante para toda a cadeia produtiva. Jundiaí, por exemplo, tem um sem-número de fabricantes de peças às montadoras e que beneficia sua população por isso. É pura geração de riqueza.

 

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– As Normas de Condutas Empresarias quanto as Roupas!

Compartilho interessante material da Folha de São Paulo sobre as exigências de vestimentas aos seus funcionários. Curioso!

 

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/765257-empresas-adotam-codigos-de-vestimenta-severos-a-funcionarios.shtml

 

EMPRESAS ADOTAM CÓDIGOS DE VESTIMENTAS A SEUS FUNCIONÁRIOS

 

Muitas empresas, ainda que a contragosto dos funcionários, entraram na moda do “dress code” –código de vestimenta que diz o que é permitido usar no trabalho.

As regras vão de uso de uniformes a proibição de determinadas cores e formatos. Para quem desrespeita o manual, que visa reforçar a imagem da empresa, há penalidades como advertências.

Ao ser contratado, Luiz Monaro, 25, ex-analista de treinamento da Libbs –do ramo farmacêutico–, recebeu o “dress code” em formato de livro, que deveria permanecer sobre sua mesa.

“Os homens não podiam dobrar a manga da camisa, e o relógio tinha limite para o tamanho da caixa”, lembra.

Segundo Monaro, os funcionários tinham três meses para se adaptarem. Logo no início, sua chefe o informou de que deveria trocar os óculos de grau, pois a armação era “muito esportiva”.

O consultor Ricardo Rabello, da Fellipelli, critica o exagero em regras –que não implica o crescimento do profissional. “São bizarrices.”

Em novembro de 2009, Juliana Aparecida Carvalho, 23, ex-funcionária da Multicobra (“call center”), foi parada na porta da firma “por usar roupa inadequada”.

“A encarregada de segurança me barrou”, recorda Carvalho, que no dia estava de calça jeans, blusa regata e sapatos de salto alto.

“As pessoas se mostravam indignadas com aquela situação porque eu não estava malvestida”, comenta.
Na mesma semana, registrou boletim de ocorrência e entrou com pedido de rescisão de contrato na Justiça.

“Não tinha conhecimento de nenhum manual de vestimenta na empresa”, diz. “A empresa não se manifestou, não me deu apoio e até hoje não tive nenhuma explicação do que aconteceu. Isso foi o que me intrigou mais.”

Em contraponto, o advogado André Goda, que representa a Multicobra, salienta que há um manual de integração que “orienta os funcionários a se vestirem de maneira adequada”.

“Caso a responsável pela portaria avalie que o funcionário não está de acordo com as regras, ela vai chamar o seu supervisor para autorizar a entrada”, declara Goda.

Segundo ele, o uso de roupas ousadas não é permitido. “Até hoje, nenhum funcionário deixou de trabalhar ou foi impedido de entrar na empresa sem uma avaliação.”